Em reunião da direção da Federação do Folclore Português (FFP), realizada em 27 de agosto de 2016, para surpresa de todos os diretores, o senhor presidente da direção, Fernando Ferreira, deu a conhecer a sua indisponibilidade para liderar uma nova candidatura no próximo ato eleitoral, de 11 de dezembro, para os corpos sociais da FFP. Posteriormente, o senhor presidente reiterou a sua posição de não candidatura, por escrito, em memorando por ele enviado a todos os diretores.
Atendendo a que, estatutariamente, compete à direção da instituição assegurar a apresentação de uma lista ao ato eleitoral seguinte, os diretores da FFP chamaram a si esse compromisso, numa atitude responsável e abnegada de continuidade, dedicação e entrega à nobre missão de engrandecimento, salvaguarda e melhoria contínua dos agentes culturais do campo da cultura tradicional e popular portuguesa. Isto porque é nosso entendimento que, apesar do caminho trilhado até ao presente (embora importante para o movimento), subsistem múltiplos aspetos necessitando, claramente, de ser aprofundados e melhorados a bem da nossa instituição e do próprio movimento. Ainda há um longo percurso a fazer e grandes desafios a encarar para se atingir todos os objetivos institucionais. A equipa que ora se apresenta para liderar os desígnios da FFP para 2017-2019 está consciente desses desafios e possui uma visão muito clara e estratégica do que deverão ser as linhas de ação a tomar pela FFP no futuro (tanto a curto, como a médio e longo prazo).
Esta candidatura de consensos e de confiança, liderada por Daniel Café (atual vice-presidente da direção), visa aliar a competência, o conhecimento e a experiência à renovação e ciência reunindo alguns ilustres folcloristas (que muito têm dado e ainda têm a dar ao movimento) e outros mais jovens que apresentam um futuro promissor neste movimento. Contamos com o apoio dos associados da FFP para validar o nosso projeto de construção de uma FFP cada vez mais atuante, diligente, dinâmica e consciente dos desafios que se colocam ao movimento folclórico nacional no século XXI.
Assembleia Geral
Presidente: António Lopes Pires (Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros – Silgueiros – Viseu)
Vice-presidente: Maria Manuela Carloto Simplício Silva Carriço (Sócio auxiliar)
Secretários: Elisa Manuela Afonso Alves (Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe – Merufe – Monção)
Helena Maria dos Santos Fava (Sócio auxiliar)
Eduardo dos Santos Duarte (Sócio auxiliar)
Conselho Fiscal
Presidente: Luís Manuel Campos Elias (Rancho das Lavradeiras da Trofa – Trofa)
Secretário: Maria Judite de Sá Ribeiro (Sócio auxiliar)
Relator: Francisco Mendes Moreira (Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde – Silvalde – Espinho)
Suplentes: Ana Lourenço Rodrigues Machado (Grupo Regional e Agrícola de Pevidém – Pevidém – Guimarães)
Rodrigo Dinis de Sousa Martins (Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Arrimal – Porto de Mós)
Direção
Presidente: Daniel Calado Café (Rancho Folclórico de Gouxaria – Gouxaria – Alcanena)
Vice-presidente: António Teixeira Faria (Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Sr.ª Aparecida – Torno – Lousada)
António José Santos Gabriel (Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila – Arzila – Coimbra)
Ana Rita Rodrigues Leitão Granja Vieira (Grupo Típico de Ançã – Ançã – Cantanhede)
Maria Lucília Pereira Alves Santos (Grupo Regional de Moreira da Maia – Moreira – Maia)
Carla Patrícia Basto Meira (Rancho Típico de S. Mamede de Infesta – S. Mamede de Infesta – Matosinhos)
Ludgero António de Jesus Mendes (Sócio auxiliar)
1º Secretário: Carlos Manuel Martins Saraiva (Sócio auxiliar)
2º Secretário: Luís Sousa Fernandes (Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria do Olival – Olival – Vila Nova de Gaia)
‘Atração será o cogumelo!’, no Jantar Micológico que se realiza no Arcos Hotel Nature & Spa, em Arcos de Valdevez, no dia 25 de Novembro. O Chef Vasco Pombo convida Tiago Lopes, do Hotel Teatro (Porto) para um jantar a quatro mãos, onde vão ser degustadas algumas delícias da mico-gastronomia. O evento conta ainda com a participação de Pedro Sousa, um especialista em cogumelos, que irá desvendar segredos e esclarecer dúvidas ligadas a esta matéria.
Como não podia deixar de ser, a ementa vai apresentar várias propostas gastronómicas baseadas nos cogumelos, em momentos diferentes da refeição. Assim, os participantes poderão saborear um Ravioli de Cogumelos (snack), Rabo de Cachena Estufado com legumes da horta eboletos (entrada) ou Raia com puré de batata, espargos verdes e cantarelos (prato principal), entre outras delícias. O café será acompanhado de rebuçados de yuzu e cogumelo de merengue com cacau em pó.
O preço é de 30€/ pessoa (com bebidas).
Formado pela Escola de Hotelaria e Turismo de Lamego (EHTL), o jovem cozinheiro Tiago Lopes passou pelo Hotel Sheraton Algarve e Restaurante de Serralves, entre outros espaços, exercendo agora actividade no Hotel Teatro. Obteve o 1º lugar no concurso nacional Taça Jovens Cozinheiros 2009, representando a EHTL, vencendo também o concurso Sobremesas de Chocolate, da Espodouro. Realizou uma demonstração de cozinha no evento Jovem Talento da Gastronomia, integrado no Peixe em Lisboa 2001 e participa em vários Show Cookings e eventos, tanto individualmente como ao lado de Chefs de renome. O seucurriculum integra também a participação no seminário ‘El Bulli 2009’, em Barcelona, com oChef Ferran Adrià.
Pedro Sousa é Técnico de Gestão de Ambiente e Recursos Naturais, tendo participado no processo de criação da Paisagem Protegida do Corno de Bico, em Paredes de Coura. Desde 2009 que colabora ativamente na organização das Jornadas Micológicas do Corno de Bico.
Tem promovido o desenvolvimento de um diversificado leque de atividades de âmbito micológico, tais como percursos pedestres interpretados, para observação de fungos no seu ambiente natural, oficinas de identificação e catalogação de fungos e exposições de várias espécies de cogumelos. Já no âmbito mico-gastronómico, aspecto indissociável dos cogumelos, para além de promover as tradicionais Ceias e partilhas de experiências gastronómicas, Pedro Sousa realiza oficinas de técnicas de conservação de cogumelos pelos mais variados processos.
Para este evento, a realizar no seu restaurante Foral de Valdevez e que pretende dar a conhecer a todos as delícias da cozinha com cogumelos, o Arcos Hotel criou pacotes de alojamento de uma noite (70€/ pessoa) e duas noites (130€/ pessoa). Estes packs incluem welcome drink, jantar micológico, pequeno-almoço e late check-out.
Alegria, música e gastronomia regional no Festival da Sardinha na Broa de Valbom S. Martinho
A freguesia de Valbom S. Martinho entrou com o pé direito nas andanças da Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, com uma que se revelou uma homenagem à cultura minhota com muito convívio e alegria, as iguarias da gastronomia regional e a animação das concertinas e desgarradas tão populares no coração do Minho. Em dia de S. Martinho, 11 de novembro, Valbom não esqueceu as tradicionais castanhas assadas, que fizeram as delícias de miúdos e graúdos.
A tarde ainda ia a meio, pouco passavam das 16h00, quando se acenderam os fornos a lenha e se começaram a cozer as primeiras broas. Um aroma inebriante que ia tomando conta do largo da igreja paroquial de Valbom S. Martinho e que se ia tornando ainda mais sedutor à medida que se entrelaçava delicadamente com os cheiros que vinham dos fogareiros das sardinhas e das peças de carne que entretanto já tinham sido colocadas sobre as brasas incandescentes. Tudo partilhado generosamente de forma totalmente gratuita com as dezenas de pessoas que decidiram juntar-se a esta celebração da cultura popular do Minho.
A tarde foi escurecendo ao som de castanhas a estalar, conversas animadas e longas gargalhadas. O clima de confraternização manteve-se noite dentro, impulsionado pelos acordes pelos acordes animados cas desgarradas e pelos divertidos cantares à moda do Minho, cumprindo um dos objetivos delineados pela organização do Festival da Sardinha na Broa. A Junta da União de Freguesias de Valbom S. Martinho, Valbom S. Pedro e Paçô viu na iniciativa um palco privilegiado para fomentar o convívio e estreitar laços entre a comunidade, proporcionando à população um momento de entretenimento e diversão.
Por outro lado, afigurou-se também como um momento de excelência para promover as potencialidades da freguesia, atrair visitantes e divulgar a beleza natural que reveste aquela zona do concelho de Vila Verde. “Considerámos que seria interessante termos uma iniciativa por altura do S. Martinho e integrarmos a Rota das Colheitas. Desta forma, podemos divulgar a nossa tradição e promover o território”, afirmou o presidente da Junta, Joaquim Martins. A iniciativa inseriu-se na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.
“Uma boa mesa para uma boa política regionalista!”
- A Casa do Minho mantém-se fiel à divisa que criou ao tempo do saudoso jornalista Artur Maciel.
Era a sopa do humilde lavrador. De feijão com couves era ela era feita. Mas acrescentavam-lhe outros condimentos para a tornar mais bem apaladada como alguns feijões e osso do espinhaço. Antes de saírem de casa para as lides do campo, deixavam o pote ao lume e deixavam-na a cozer. Quando regressavam da lavoura, algumas couves que traziam das leiras eram cegadas e metidas no pote juntamente com a chouriça. Por fim, comia-se a garfo as couves ou apresigo e, depois, o caldo que em dias melhorados fazia as delícias do pobre agricultor e aconchegava o estômago nos frios dias de outono.
Para além dos minhotos, o repasto contou ainda com a participação do Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Dr Pedro Delgado Alves que é também Vice-presidente da bancada parlamentar do Partido Socialista na Assembleia da República e do Secretário da Junta de Freguesia Dr. Patrocínio César.
A Casa do Minho em Lisboa não deixa os seus créditos por mãos alheias e, ciente da sua missão em promover tudo o que de mais genuíno existe nas nossas tradições, realizou hoje mais uma vez a tradicional couvada à minhota, chamando a si muitos dos nossos conterrâneos que não esquecem as suas origens e tudo fazem para preservar a nossa identidade cultural.
Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.
Merece também uma especial referência a Casa do Minho em Lisboa pela primazia que dá à cozinha tradicional minhota, contribuindo desta forma para preservar o nosso património cultural divulgando uma das especialidades gastronómicas que corre o risco de desaparecer, fazendo jus à divisa legada em tempos idos pelo gastrónomo e jornalista Artur Maciel: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!
Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.
Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.
Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!
O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!
Como é do conhecimento geral, decidi aceitar e tenho a subida honra de liderar a candidatura da Lista A (dos atuais corpos sociais da Federação do Folclore Português) a um novo mandato nos destinos da nossa nobre instituição.
Nos últimos tempos, temos assistido ao elencar de um conjunto de acusações e queixumes do senhor Fernando Ferreira, nomeadamente, através da sua carta aberta (3 de novembro) e da sua entrevista na Rádio do Folclore Português (10 de novembro). Não reconhecemos qualquer legitimidade das acusações e lamentações apresentadas pelo senhor Fernando Ferreira. Como tal, não merecendo qualquer comentário da nossa parte, remetemo-nos ao silêncio até ao presente: não porque consentimos com as alegações mas, sim, porque não eram merecedoras de qualquer crédito e valorização, logo de qualquer comentário da nossa parte.
Porém, devido à insistência do senhor Fernando Ferreira nas ditas alegações, é chegado o momento de dizer com toda a clareza e determinação: BASTA!
Assumindo a postura de elevação, seriedade e tranquilidade que nos caracteriza, temos a considerar o seguinte:
a) Repudiamos, CATEGORICAMENTE, a insistência do senhor Fernando Ferreira nas suas alegações conducentes à sua vitimização. Esta direção nunca lhe foi desleal nem alguma vez o atraiçoou! Se alguma vez houve uma equipa diretiva leal ao seu presidente, foi esta que, na sequência de uma gestão e liderança irregular, apesar de ponderar uma demissão coletiva (lançando a federação numa crise institucional) decidiu reencontrar um caminho conciliador e de salvaguarda da reputação da instituição e da imagem pública do seu presidente enquanto resolveu os diversos problemas e aflições financeiras despoletadas pelo presidente.
b) A Lista A não está contra ninguém. Surgiu, com naturalidade, na sequência da declaração do senhor Fernando Ferreira (em sede de reunião de 27 de agosto e posteriormente escrito em memorando de 29 de agosto) de não se recandidatar. Atendendo às responsabilidades estatutárias, encontrou-se uma solução de continuidade da qual lhe foi dado conhecimento enquanto se encontrava ausente no Brasil (nunca tendo fornecido qualquer resposta). Depois do seu regresso do Brasil, a 4 de outubro, o senhor Fernando Ferreira deu a conhecer, por correio electrónico, a sua decisão de se recandidatar a próximo mandato (para grande espanto de todos). Ainda, no dia 3 de novembro, o senhor Fernando Ferreira fez saber, na sua carta aberta ao movimento, que, afinal, ainda estaria em momento de reflexão, pelo que ainda não sabia se seria candidato. No dia 10 de novembro, reafirmou esta incerteza na sua entrevista emitida na Rádio do Folclore Português (curiosamente, no mesmo dia em que entregou, formalmente, ao senhor Presidente da Assembleia-geral a sua candidatura às próximas eleições). Trata-se de uma gritante incoerência que apenas se pode explicar através da patologia bipolar de que padece e que foi formalmente diagnosticado. Pelo exposto, comprova-se que não houve qualquer má-fé ou traição da parte da restante direção e que repudiamos, CATEGORICAMENTE. Há, contudo, uma manifesta incoerência nas diversas posições tomadas pelo senhor Fernando Ferreira em relação à problemática das eleições para os corpos sociais da FFP.
A Lista A que lidero tem procurado desenvolver uma candidatura com elevação, pautada pela seriedade, transparência e frontalidade: valores que nos são caros e que nos orientam enquanto pessoas.
Aconselhamos ao senhor Fernando Ferreira que se retrate pois não possui qualquer legitimidade, quer moral, quer de substância, de acusar os colegas de direcção de tais falsidades. Aconselhamos que deixe de prosseguir uma estratégia fútil de vitimização e acusações infundadas e difamatórias de deslealdade e traição em que nenhum de nós nos revemos, nem sequer admitimos, porque quem nos conhece, sabe que somos pessoas de bem. Que o senhor Fernando Ferreira siga, antes, o nosso exemplo e prossiga a sua campanha eleitoral com elevação, seriedade e apresentação de ideias e projetos (caso os tenha) porque é disto que o nosso grande movimento necessita e merece.
Saibamos TODOS crescer e mostrar ao movimento que a nossa instituição não é mais uma organização fútil, quase despida de ideias e projetos inovadores para o futuro e gerida à base de mexericos, compadrios e rumores. Isso é que conta quando estamos perante pessoas responsáveis, idóneas, disponíveis para servir e não se servirem, a bem do engrandecimento da Federação do Folclore Português.
Mais informamos que, dada a nossa postura na vida, não enveredamos em atitudes de baixo nível pelo que não voltaremos a pronunciar-nos sobre as alegações constantes na carta aberta do senhor Fernando Ferreira ficando, desde já, os esclarecimentos necessários prestados no presente documento. Iremos centrar-nos na apresentação construtiva dos nossos projetos e ideias de modo a esclarecer, com dignidade, a nossa visão para o futuro da FFP.
Após uma aturada e muito serena análise, tenho-vos a informar que decidi encabeçar uma lista candidata aos Órgãos Sociais da Federação do Folclore Português (FFP), para o triénio 2017/2019.
É uma decisão muito ponderada, tomada em consciência, e levando em consideração dois factores que foram cruciais nesta tomada de posição: o momento actual do movimento folclórico nacional, e em especial da FFP, e a enorme vaga de fundo de apoio e mobilização que se gerou após a minha Carta Aberta ao movimento do passado dia 3 de Novembro.
Neste sentido, formalizei ontem, dia 10 de Novembro, perante o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral a minha candidatura a Presidente da Direcção da FFP. Nesta candidatura acompanham-me o Dr. Paulo Oliveira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mortágua e elemento do Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores, que encabeça a candidatura a Presidente da Mesa da Assembleia Geral, e o Sr. Fernando Monteiro, Presidente do Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis de Pias (Cinfães), que encabeça a candidatura a Presidente do Conselho Fiscal.
Amigos, a hora é de trabalho para a apresentação de ideias. É nisso que estamos a trabalhar e é isso que faremos nos próximos dias: apresentar a nossa equipa completa, apresentar o nosso manifesto eleitoral, e apresentar propostas concretas que visem a dinamização e valorização do movimento folclórico nacional. Duas coisas quero desde já afirmar-vos: em primeiro lugar, esta lista é uma lista de ideias e de projectos que visamos concretizar numa visão projectada de 3 a 6 anos; faremos toda a nossa comunicação de forma elevada, sem vitimizações, sem falsos protagonismos e sem hostilizações a quem quer que seja. Em segundo lugar, esta candidatura e esta lista são inclusivas; quer isto dizer que contamos com Todos aqueles que se revejam, tal como nós nos revemos, numa política de trabalho conjunto pela FFP, pelo Folclore Português e pelo movimento folclórico associativo.
Este e-mail de onde Vos escrevo será o ponto de encontro de Todos aqueles que queiram interagir com esta candidatura. Dúvidas, questões, propostas, sugestões, críticas ou quaisquer outros assuntos que nos queiram fazer chegar, este será o Fórum de interacção por excelência. Façam-nos chegar as Vossas ideias e/ou as vossas angústias neste momento fulcral para o movimento folclórico nacional.
Ninguém ficará sem resposta e, quem sabe, com este trabalho conjunto congregaremos visões e projectos individuais numa grande vaga de mudança conjunta para o Folclore Português.
Acreditem: não descriminaremos nem hostilizaremos ninguém. Nem agora, nem quando ganharmos as eleições do próximo dia 11 de Dezembro. Contudo, e penso ser o mais importante da visão que temos para a FFP, teremos todo o gosto em aceitar, incorporar e trabalhar com protagonistas e ideias que partilhem do mesmo objectivo: um movimento forte e representativo, uma Instituição dinâmica e credível, enfim “Uma Federação maior e melhor. Agora!”.
Com os mais respeitosos cumprimentos, elevada consideração e estima.
As carnes e os enchidos são de Ponte de Lima, vindos diretamente do Talho São João, e já se encontram cozidos para mais um tradicional Almoço da Couvada à minhota, a ter lugar na Casa do Minho em Lisboa. À tarde, não faltam as castanhas assadas, a água-pé e a boa pinga!
Viana do Castelo, Amares e Famalicão representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro
O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.
O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.
14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)
15h00 - Início do Desfile
16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.
17h00 - Fecho e desmobilização das bandas
Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:
GRUPOS DE PERCUSSÃO:
Tocá Rufar (Seixal)
Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)
BANDA NACIONAL:
Banda do Exército
BANDAS FILARMÓNICAS:
Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)
Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)
Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)
Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)
Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)
Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)
"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)
Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)
Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)
Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)
Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)
Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)
Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)
Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)
Banda Musical de Tavira
Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)
Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)
Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)
Banda Juvenil do Município de Gavião
Sociedade Musical Euterpe de Portalegre
Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)
Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)
Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)
Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)
Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)
Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)
Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)
Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.
Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.
Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.
Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.