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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS VAI A ELEIÇÕES E ATÉ AO MOMENTO APENAS FOI APRESENTADA UMA LISTA AOS CORPOS DIRECTIVOS

João Carriço, Coordenador do Conselho Técnico Regional da Federação do Folclore Português endereçou aos grupos de folclore da Região Estremadura Centro Saloia uma missiva que a seguir se transcreve, dando conta das próximas eleições para os corpos diretivos daquela entidade e da existência até ao momento de apenas uma única lista candidata encabeçada pelo Dr. Daniel Café, atual Vice-presidente da Direção.

 

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“Caros amigos

Directores de Grupos de Folclore da região Estremadura Centro Saloia

Após “Encontro Nacional de Conselheiros” realizado em Gouveia nos dias 29 e 30 de Outubro, informo:

  • O congresso nacional da FFP está agendado para os dias 10 e 11 de Dezembro, em Leiria no Teatro José Lúcio da Silva, contará com a presença da representação da Comissão Nacional da UNESCO e tem como principal tema a abordar “Folclore - entre o material e o imaterial”. Contará ainda com a intervenção de várias individualidades que intervirão na temática referida.
  • As eleições para os corpos directivos da FFP, realizar-se-ão no dia 11 de Dezembro em Leiria no Teatro José Lúcio da Silva, onde decorre o congresso.
  • Como é do conhecimento geral, o acto eleitoral é de extrema importância e o movimento folclórico não é excepção, pelo que gostaríamos que os grupos da nossa região comparecessem, como é seu dever, e exercessem o seu direito de voto, para que não sejam acusados, como sempre, de serem pouco participativos.
  • Durante o “Encontro” foi apresentada pela direcção uma lista para os corpos directivos para o triénio 2017 / 2019 (conforme artº 39º § 1º do RGI) ao Presidente da Assembleia Geral da FFP, que foi de imediato (por não ter sido apresentada nenhuma outra) denominada de lista A. Esta lista conta com a presença da grande maioria dos actuais corpos gerentes e é liderada pelo actual vice-presidente Daniel Café. Importa informar que, ao contrário do que tem sido dito pela comunicação social, esta não é uma lista opositora ao actual presidente Fernando Ferreira, mas sim uma lista que surge de continuidade após este ter informado em reunião de direcção, no dia 27 de Agosto, que “não tinha intenção de se voltar a candidatar”. Sabemos agora pelas redes sociais, por conversas que fomos ouvindo e por um e-mail recebido vindo do actual presidente que afinal é sua intenção recandidatar-se!
  • A candidatura da lista A, apresentada sobre o lema “Por uma FFP renovada para o séc. XXI" vai ao encontro das ideias que nós enquanto CTR defendemos e acreditamos que seja o caminho para o movimento do folclore português. Caminho este que passa pela integração do folclore no fenómeno da globalização, no registo do património material e imaterial de modo a preservar os trabalhos dos grupos folclóricos e na unificação e integração do movimento folclórico em outras estruturas e movimentos como as autarquias, por exemplo.
  • Caso venham a surgir mais listas candidatas que, tal como esta, nos seja oficialmente comunicadas, enviaremos igualmente o nosso parecer.

Com os melhores cumprimentos.

Sem outro assunto de momento ficamos disponíveis para qualquer informação que necessitem.”

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Viana do Castelo, Amares e Famalicão representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

Restauração 2014 097

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

BRAZ REGUEIRO EXPÔS EM 1966 NA ASSEMBLEIA NACIONAL A SITUAÇÃO ECONÓMICA EM QUE À ÉPOCA SE ENCONTRAVA O MINHO

Braz Regueiro, deputado à Assembleia Nacional na IX Legislatura, na sessão de 22 de março de 1966, expôs a situação económico-social do Minho à época, com um discurso eloquente que não resistimos a transcrever do Diário das Sessões do dia seguinte. Presidiu à sessão Mário Figueiredo, tendo como secretários Fernando Cid de Oliveira Proença e Mário Bento Martins Soares.

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Braz Regueiro era natural de Peso da Régua. Porém, no exercício da sua profissão de médico, viria a ficar bastante ligado ao concelho de Paredes de Coura onde foi Diretor do Sanatório Presidente Carmona em acumulação com as funções de médico municipal do mesmo concelho, Diretor da Consulta do Dispensário de Paredes de Coura e Médico delegado dos Serviços Médico-Sociais das Caixas de Previdência. Foi ainda Presidente da Comissão Concelhia de Paredes de Coura da União Nacional (1965); Delegado da Legião Portuguesa no concelho de Paredes de Coura (1965) e Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura (1965).

"O Sr. Braz Regueiro: - Sr. Presidente, Srs. Deputados: E a primeira vez que peço a palavra neste areópago político, pelo que são para V. Ex.ª, Sr. Presidente, os meus melhores cumprimentos de admiração e respeito.

Respeito pelo homem probo e pelo professor ilustre e admiração pelo seu poder de decisão, firmeza de princípios, coragem moral, capacidade de trabalho, espírito, de sacrifício e isenção inatacável.

Aos ilustres Deputados desta Assembleia apresento também os melhores cumprimentos de fraterna amizade e a promessa de sempre leal colaboração.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: O Minho é o jardim de Portugal, classificação que com verdade e justiça calha bem a essa formosa província, das mais coloridas e pitorescas, das mais tradicionais, das mais populosas e das mais activas, «berço onde se embalou a nacionalidade portuguesa».

Terra de gente boa e hospitaleira, presente sempre nos momentos das grandes crises nacionais, vivendo a cultivar a tenra na tranquilidade bucólica da paz e, de fugida, descansando e dormindo embalada pelo vaivém das ondas do mar, que, como ainda este Inverno se verificou, ou tudo lhe dá, ou tudo lhe leva.

Como já foi dito, a história do País é a história do Minho, já que aqui se iniciou a autonomia do velho Condado Portucalense. O Minhoto traz no peito, como em simbiose, o génio celta e a alma grega: é fecundo e emigrador.

Pelas sete partidas do Mundo se distribui o Minhoto.

Noutros tempos, quando a miséria era factor determinante da emigração, o Minhoto procurava o Brasil, terra irmã, de todas a mais querida, onde se vivia - e vive ainda - como em Portugal: os mesmos costumes, a mesma língua, a mesma crença, os mesmos ideais!

Portugal e Brasil, ontem como hoje, são árvore frondosa presa pelas mesmas raízes a um passado de glória, hoje como ontem, a mesma carne e espírito, - o mesmo sangue e lágrimas!

Brasil e Portugal, milhares de léguas a separarem-nos, milhões, de vínculos e afectos a unirem-nos!

Os ventos da história mudaram, e a emigração faz-se hoje de preferência para França, para a Alemanha e para o Canadá e é determinada já, não pela miséria, mas pela ambição de melhoria do nível de vida.

No Brasil de outros tempos, na França, na Alemanha ou no Canadá dos nossos dias, onde vive o Minhoto vive a nossa raça, onde ele está se perpetua a nossa história, lá anda «a nossa vida em pedaços repartida» e lá está também o orgulho de Portugal evangelizador e colonizador, o valente, caminheiro «que todos os campos ara e se mais mundos houvera lá chegara».

Rico, muito rico, esse maravilhoso vale do Minho, rico de paisagem, de céu azul de apoteose, azul dourado, azul inocente, azul sem mácula, onde o sol ri, a verdura canta, o vinho é alegre e a tulha é farta, no dizer de um poeta.

Lá no alto, Melgaço, a dominar uma vastidão de território serrano, até há pouco impermeável ao progresso e hoje terra de populações aspirando a cada vez mais regalias e benefícios.

Depois Monção, a menina bonita do Alto Minho, terra de Deuladeu Martins, hoje como ontem ciosa dos seus encantos, dispondo de atractivos e condições naturais excepcionais para o enquadramento numa desejada conjuntura turística nacional.

Valença do Minho, mais abaixo, fortaleza inexpugnável de outras eras, protótipo da povoação muralhada, enamorada sempre do rio que lhe serve o nome, a demarcar a fronteira norte de Portugal.

Cerveira a seguir, pequenina e maneirinha, alegre e colorida, cem o rio aos pés e a contrastar com os seus altos verdejantes e serpenteados.

Caminha vem depois, a deslumbrar, a intimar paragem e descanso ao turista que vem do norte; graciosa e gentil, autêntica «fascinação feita de luz e água».

Perto está Viana, a capital do distrito, a princesa do Lima, cheia de tradições etnográficas e folclóricas, de belezas paisagísticas sem par, de riquezas incomparáveis no seu património histórico e cultural.

Ponte de Lima, terra de poetas enamorados do encanto da paisagem; símbolo da abundância; terra de fidalgos e do Lete mitológico, «o lugar próprio para esquecer todos os outros do Mundo».

Arcos de Valdevez, mais além, com os encantos do Extremo, e as solidões da Peneda. É concelho também de fidalgos ilustres. É rica nos frondosos arvoredos, nas ravinas dos montes e nas férteis planícies, onde corre o fascinador e meigo Vez.

Pegado e muito junto, está Ponte da Barca, a terra da Nóbrega de Antanho, pequena, mas encantadora, aristrocata e briosa da sua génese histórica.

Finalmente, Paredes de Coura, o coração do distrito e o celeiro do Minho, pequeno concelho serrano onde o ar é puro e as águas abundantes.

Chamam-lhe a Suíça portuguesa pela sua situação montanhosa e pela excelência do seu clima privilegiado.

Nos arredores da vila, no encantador monte da Pena, ergue-se o Sanatório do Presidente Carmona, unidade assistencial moderna e eficiente e obra do Estado Novo.

E agora o contraste!

Distrito rico, muito rico de paisagem e boniteza, é pobre, muito pobre, nos aspectos social e económico.

O extraordinário surto de actividades ligadas ao turismo quase não se faz sentir neste vale do Minho, que, como vimos e sabemos, é das terras mais privilegiadas pela natureza, a pedir meças a quantas das melhores de todo o Mundo se reclamam por aí em coloridos cartazes turísticos.

À parte um arremedo de turismo na capital do distrito, nada, absolutamente nada, está feito, ao abrigo de investimentos oficiais ou de iniciativa particular nos restantes concelhos, todos, sem excepção, a oferecer gratuitamente tantos motivos de atracção pelo encanto de dons naturais.

Só Viana e Valença mantêm uma indústria hoteleira à altura das circunstâncias.

De resto, só instalações anacrónicas, quando não repugnantes, a incitar os Poderes Públicos no sentido de investir capitais na construção, em todas as sedes de concelho, não digo de pousadas, mas de estalagens, modestas embora, mas a satisfazer as exigências do mundo moderno, com orgânica semioficial, com pessoal adestrado e capaz, de preferência preparado em escolas hoteleiras, que, a exemplo da vizinha e amiga Espanha, há necessidade de criar a bem do turismo nacional.

Salve-se a honra do convento e o que resta da tradicional cozinha portuguesa.

E que dizer da indústria?

Os investimentos nesse sector são tão reduzidos que, todos o sabem, por não contar praticamente na economia do distrito, é causa determinante - mais do que o elevado índice da natalidade - do êxodo rural para os meios urbanos e para o estrangeiro, êxodo que, sendo característica regional de todos os tempos, o é hoje com aspectos catastróficos para a lavoura, empobrecida pela insuficiência dos preços, tributações onerosas, condições meteorológicas nem sempre favoráveis e mão-de-obra a impor salários altos. O amanho das terras está entregue quase exclusivamente a velhos e a mulheres, a exigir-lhes um sacrifício doloroso para quem não é escravo ou o é por amor e devoção à terra, presos a uma monocultura - a do milharal - que constitui uma precariedade económica tão pequena que, por vezes, ao depauperamento da província se junta a fome na família.

O Sr. Borges de Araújo: - Muito bem!

O Orador: - Aqui fica um aviso sincero, doloroso e alarmante: se não acodem à lavoura do Alto Minho, exausta por séculos de produção, o que em breve restará é chão queimado.

Que esperar da cultura de prédios rústicos de área tão reduzida, altamente absorvedora da mão-de-obra, mantas de retalhos que valorizam e enriquecem a paisagem, mas que são peso morto na economia nacional?

A pequena courela tem os seus dias contados, já que o que se pretende como objectivo económico do País é uma maior quantidade do melhor produto ao mais baixo preço, objectivo impossível de atingir com os pequenos prédios rústicos que constituem uma agricultura nntieconómica.

No emparcelamento está a solução. Por que esperamos?

Temos de lutar contra a falira de espírito associativo dos nossos lavradores e educá-lo no sentido de perceberem primeiro e aceitarem depois um sistema que ao fim e ao cabo lhes aumenta os proventos e os detende da ruína.

E que dizer, e para rematar, de dois problemas que afligem todos os concelhos, todo o Alto Minho, de lês a lês, motivo constante de reparos e protestos, justos e compreensíveis por constituírem necessidades, que mal se compreende esperem ainda solução [...ilegível...]

Quero referir-me à distribuição de águas e à electrificação.

Nas 287 freguesias do distrito de Viana do Castelo, em 31 de Dezembro de 1965 existiam, inventariadas, J 346 fontes de mergulho, das quais só 520 foram beneficiadas, aguardando ainda comparticipação 556, ficando muitas outras à espera do antecipado estudo.

Registe-se também que das 287 freguesias, só 115 dispõem de abastecimento de água por fontanário e só 27 gozam da regalia de abastecimento domiciliário.

Estes números falam por si e, dispensam quaisquer outros comentários, uma vez que mais que tudo é a saúde pública que está em jogo.

Um parêntesis para salientar que já depois de concluídos estes apontamentos tivemos a honra de receber, no passado sábado, a visita de S. Ex.ª o Ministro das Obras Públicas; visita de estudo, de estudo honesto, sério e eficiente, como são sempre as visitas do ilustre Ministro, que a todos vem dando lições de portuguesismo e de sacrifício pela grei. numa manifestação de inteligência e competência sem par.

Vozes: - Muito bem!

O Orador: - S. Ex.ª. defendo até à minúcia, quis sabor dos presidentes dos municípios como estávamos em relação às fontes de mergulho e em face da calamitosa situação, afirmou: «Até final de 1966 ou se beneficiam as fontes de mergulho ou se arrasam». Para grandes males, grandes remédios.

Os povos do Alto Minho pedem-me que agradeça desta tribuna a S. Ex.ª a carinhosa protecção.

Não é menos desanimado o que diz respeito à distribuição de energia eléctrica aos concelhos do distrito.

Vejamos: nas mesmas 287 freguesias só 108 estão totalmente electrificadas; 30 só parcialmente. Neste momento aguardam a tão desejada regalia - ia a dizer o tão desejado direito - 149 freguesias!

Para só me referir a dois concelhos, sem me esquecer que proporcionalmente todos os outros se mantêm deficitários, citarei que no de Arcos de Valdevez, de 51 freguesias, só 7 estão totalmente electrificadas 11 parcialmente e 33 completamente às escuras.

Ponte de Lima, também com 51 freguesias, só 6 conhecem a regalia desse índice de civilização; só duas estão parcialmente electrificadas e 43 vivem nas trevas a partir do pôr do Sol.

Há 25 anos que faço clínica num concelho rural do Alto Minho.

Assisti já a centenas de partos tendo como única fonte, de iluminação a luz da candeia.

Assisti já milhares de receitas à luz bruxuleante de uma vela de cera, já que a vela de cera se usa indistintamente entre essas populações pobres na igreja e no lar, uma vez que a de estearina lhes custa mais uns tostões.

Eu, que queria morrer a subscrever uma receita por amor à arte e por necessidade, peço a Deus me dê a graça de subscrever a estima à luz da energia eléctrica.

Acabo, como comecei, citando de maneira despretensiosa as grandezas e misérias de uma região, rica, muito rica pela graça de Deus, pobre, muito pobre pela indiferença e ingratidão dos homens.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O orador foi muito cumprimentado."

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO PARTICIPA EM CERIMÓNIA DA CRUZ VERMELHA DE ARCO DE BAÚLHE

A convite da Comissão Administrativa da Delegação do Arco de Baúlhe da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e os vereadores participaram no sábado, dia 5 de novembro, na cerimónia de entrega de diplomas dos cursos de Tripulante de Ambulância de Socorro (TAS) e Tripulante de Ambulância de Transporte (TAT) e assistiram, também, à bênção da nova ambulância de socorro da delegação e a um simulacro.

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Na oportunidade e depois de cumprimentar todos os presentes, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, afirmou ser uma “honra” poder partilhar este momento marcado pela entrega de diplomas aos formandos dos cursos de tripulante de ambulância. “É sempre uma satisfação para todos saber que aqueles que trabalham, para além do seu trabalho, do seu empenho, da sua responsabilidade, do seu voluntarismo, da sua dedicação, estão cada vez mais bem preparados quanto aos conhecimentos, às capacidades e competências que a formação lhes proporciona para o exercício da sua atividade”, disse o autarca regozijando-se, também, com a bênção da nova ambulância, mais um novo recurso que é colocado ao serviço de todos, “reforçando ou melhorando a qualidade do serviço que se presta”, atestou Francisco Alves.

Na sua intervenção, o autarca de Cabeceiras de Basto reconheceu “o excelente trabalho social e de saúde que a Cruz Vermelha do Arco de Baúlhe presta à comunidade”, lembrando que recentemente foi entregue à presidente da Comissão Administrativa um apoio financeiro que a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir a esta instituição, destacando que a autarquia continua disponível para “dentro das possibilidades da Câmara Municipal, apoiar a Cruz Vermelha, bem sabendo que esses recursos, apesar de não serem excecionais, serão bem aplicados nas necessidades da instituição e das pessoas que servem. O desenvolvimento do concelho faz-se com todos. Com as pessoas singulares e coletivas, com as empresas, com as autarquias, com as instituições públicas e privadas. Para nós, as instituições sociais, as coletividades, as associações culturais, desportivas e outras, os empresários, a comunidade educativa e todos os outros, são parceiros que consideramos fundamentais para a construção de uma terra melhor, de uma terra com qualidade de vida e onde se procura sempre o bem comum”, finalizou.

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Nas suas palavras o Eng. Carlos Pimenta Araújo, assessor e representante do presidente Nacional da CVP, manifestou publicamente o seu reconhecimento pelo carinho e compreensão dados aos interesses e propósitos da Cruz Vermelha, afirmando que “há um longo caminho a percorrer”, onde “são grandes os desafios e maiores os sacrifícios mas o retorno dessa dádiva é certamente recompensador”.

Exortando os responsáveis locais a “avaliar as vulnerabilidades e as capacidades da comunidade”, Pimenta Araújo afiançou ser necessário “estabelecer programas e projetos que vão ao encontro dos mais vulneráveis”.

Reconhecendo todo o empenho e trabalho das pessoas envolvidas neste projeto, Pimenta Araújo deixou também palavras de agradecimento e esperança a todos os voluntários do Arco de Baúlhe da Cruz Vermelha Portuguesa.

Por seu turno, em nome da presidente da Comissão Administrativa da Delegação do Arco de Baúlhe da CVP, Maria Arminda Magalhães, falou José Francisco Leite que, após evidenciar a singela homenagem ao Dr. Francisco Alvim, delegado Regional de Braga da CVP, que apadrinhou a nova ambulância de socorro da Cruz Vermelha, agradeceu à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto os apoios financeiros concedidos nos últimos anos que foram imprescindíveis à aquisição da nova ambulância.

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Na oportunidade, José Leite fez também o balanço do ciclo que irá ter o seu termo no final do corrente ano. José Leite deu a conhecer os investimentos de 1,7 milhões de euros efetuados na aquisição de viaturas, no projeto do edifício, bem como nas obras de construção relativas à 1ª fase do edifício onde funciona a sede da delegação do Arco de Baúlhe da CVP, investimento este realizado sem qualquer apoio financeiro do Estado. José Leite, aproveitou, por isso, esta oportunidade para apelar às entidades locais com representação da Assembleia da República para que diligenciem junto do Governo no sentido de serem atribuídas verbas para a conclusão da obra, designadamente o 1º andar do edifício, onde serão construídos 12 apartamentos T0 para o acolhimento de idosos.

A delegação do Arco de Baúlhe da Cruz Vermelha Portuguesa é uma entidade que emprega atualmente 13 trabalhadores a tempo inteiro e que conta com cerca de 40 voluntários, quase exclusivamente do concelho de Cabeceiras de Basto.

A finalizar a sua intervenção, o representante da Comissão Administrativa desejou que os 21 novos voluntários que receberam os seus diplomas possam desempenhar “um serviço de alta qualidade e profissionalismo” em prol da população.

A iniciativa contou, também, com a presença dos presidentes das Juntas de Freguesia do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Dra. Carla Lousada, da Faia, António Magalhães, de Cavez, Paulo Guerra e de Cabeceiras de Basto, José Carlos Rebelo e, em representação do presidente da Assembleia Municipal, Armando Duro. Estiveram ainda presentes a deputada da Assembleia da República, Laura Magalhães; o Dr. Francisco Alvim, delegado Regional de Braga da CVP (padrinho da nova ambulância de socorro); o coordenador de Emergência da CVP, Francisco Canário; o comandante dos Bombeiros Cabeceirenses, Duarte Ribeiro; José Sousa, membro da Delegação de Gandarela (Celorico de Basto) da CVP; formandos dos cursos de TAS e TAT, utentes e funcionários da CVP, entre outros convidados e público em geral.

No final realizou-se um simulacro onde foram testados os meios de socorro com o apoio dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses.

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VETERANOS DO CRAV PARTICIPAM NO TORNEIO SOLIDÁRIO DE VIGO

Os veteranos do CRAV deslocaram-se a Vigo, no dia 5, para participar no torneio organizado pelos Melgachos Rugbiers, clube vocacionado para o rugby para os menos novos e que organizou este convívio com fins de beneficência.

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Juntando-se ao movimento "Movember", de sensibilização para as doenças oncológicas masculinas, o evento teve uma finalidade mais concreta: angariar receita para o tratamento de dois jovens, Xiau de sete anos e André com 11, vítimas de cancro.

O CRAV não pôde deixar de responder afirmativamente, tendo participado com as equipas do Megachos e do VRAC (de Valladolid, um dos mais fortes clubes de rugby do país vizinho) num triangular, em jogos descontraídos, onde o gosto pelo rugby e o prazer do convívio estiveram à frente de tudo, com, como é óbvio, uma terceira parte a condizer.

SUB-16 e SUB-18 DO CRAV TEM DESLOCAÇÃO DIFÍCIL À LOUSÃ

No passado sábado, dia 5 de novembro, as equipas sub-16 e sub-18 do CRAV, deslocaram-se à Lousã para defrontar a equipa local, em jogos a contar para a fase de apuramento Norte/Centro.

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Os primeiros a entrarem em campo foram os sub-16, que entraram mal no jogo deixando a equipa local comandar e ter um maior domínio durante a primeira parte, tendo chegado ao intervalo a perder por 14-0. Já na segunda parte o sentido de jogo foi ao contrário com os jovens arcuenses a entrarem melhor e a dominar todos os aspetos do jogo, tendo passado para a frente do marcador por 14-19. Nos últimos 5 minutos de jogo e quando a equipa já jogava com um a menos, por lesão do seu médio de formação, teve mais uma contrariedade com a expulsão temporária (10 minutos) de um pilar, o que levou a que a equipa se desequilibrasse. Foi assim que esta jovem equipa sofreu dois ensaios já mesmo no final do jogo, tendo perdido por 24-19. Apesar desta derrota, os sub-16 continuam em 1.º lugar do grupo à frente da Lousã e da Agrária de Coimbra, seguindo-se depois o S.C. Porto e o Braga em último lugar do grupo.

No que diz respeito aos sub-18, também entraram mal no jogo tendo sofrido um ensaio nos primeiros 5 minutos. No entanto, a equipa recuperou logo a seguir e dominou toda a restante primeira parte, tendo chegado ao intervalo a ganhar por 07-14. No início da segunda parte os jovens arcuenses continuaram a dominar o jogo e alargaram a vantagem para 07-19. Porém, a partir daí a equipa da Lousã através dos seu possantes avançados começou a dominar o jogo e causou muitas mossas na defesa do CRAV que começou a pouco e pouco a perder o domínio do jogo. A equipa adversária foi-se aproximando cada vez mais do resultado tendo chegado a 3 minutos do fim do jogo com o resultado em 17-19 ainda favorável ao CRAV. Já na bola de jogo e depois de diversas entradas dos avançados da Lousã, conseguiram alcançar um ensaio que levou à derrota da equipa do CRAV por 22-19.

CRAV APRESENTA DUAS EQUIPAS SUB-14 NO TORNEIO CRÉDITO AGRÍCOLA

No domingo, dia 6 de novembro, realizou-se o Torneio Crédito Agrícola em Arcos de Valdevez. No Estádio Municipal de Rugby decorreu uma competição de escalões sub-16 e sub-18 e no Estádio Municipal de Arcos de Valdevez competiram várias equipas sub-14 do norte e centro do país.

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Assim, o Torneio sub-14 contou com a presença de cerca de vinte equipas, num total de sensivelmente duzentos atletas. O CRAV apresentou duas equipas neste evento, que esteve inserido no torneio inter-regional norte-centro do escalão.

Com um total de 36 jogos disputados, foi um dia intenso de Rugby, que decorreu da melhor forma, com boa organização, e bom tempo apesar do frio que se fez sentir. Todavia, o ambiente foi bem quente, muito por mérito dos jovens atletas que souberam estar ao seu melhor nível.

O vencedor do torneio foi a Escola Superior Agrária de Coimbra, que bateu a conterrânea Académica, num dos muitos jogos bem disputados que se viram no Estádio Municipal de Arcos de Valdevez.

CRAV OBTÉM TRIUNFO FOLGADO FRENTE AO VITÓRIA FC

A equipa sénior do CRAV recebeu e venceu o Vitória FC por uns claros 42-10, conquistando assim um ponto de bónus ofensivo. O jogo decorreu no Estádio Municipal de Rugby no passado sábado.

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O CRAV demonstrou sempre a sua superioridade, principalmente através dos seus avançados e uma grande exibição da sua 3ª linha.

Na primeira parte do encontro, notou-se uma resistência do Vitória nos primeiros 25 minutos, conseguindo equilibrar o jogo apesar de este se desenrolar maioritariamente no seu meio campo. O CRAV apesar da superioridade, foi cometendo pequenos erros em zona de concretização, o que impediu que o resultado se avolumasse.

Já na segunda parte a equipa da casa dominou completamente, quebrando o Vitória. O CRAV marcou 4 ensaios, tendo o adversário, numa das poucas vezes que conseguiu ter bola no meio campo arcuense, apenas conseguido obter um ensaio de penalidade, por falta num maul.

A equipa técnica do CRAV salienta que este foi um bom jogo do CRAV, “ganhou com autoridade nesta que foi a primeira vitória por mais de 40 pontos na 1ª divisão esta época e que parece querer demonstrar que as exibições menos conseguidas de início de época estão a ficar para trás”.

ACREDITAÇÃO DA INCUBADORA FAMALICÃO MADE IN GARANTE APOIOS A STARTUPS

Estrutura integra Rede Nacional de Incubadoras da Startup Portugal

A Incubadora Famalicão Made IN foi acreditada para a prestação de serviços de incubação no âmbito da estratégia nacional para o empreendedorismo, a Startup Portugal, que inclui a medida Vale Incubação. Desta forma, a estrutura famalicense passa a integrar a Rede Nacional de Incubadoras, prestando serviços de apoio às startups que já acolhe e a outras que venha a acolher.

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Enquadrada no Sistema de Incentivos do Portugal 2020, a medida Vale Incubação visa estimular as condições para a aceleração e o sucesso de novas empresas, apoiando o desenvolvimento do negócio por via da contratação de serviços de incubação a incubadoras acreditadas.

Assim, a incubadora famalicense prestará às suas startups, pelo período máximo de um ano, um conjunto de serviço de apoio. Em causa estão serviços de gestão (definição/consolidação do modelo de negócios, acompanhamento na gestão operacional do negócio, tutoria e capacitação na gestão), marketing (a estruturação da estratégia de comunicação/marketing, divulgação da atividade, produtos e serviços, estruturação/consolidação do processo de internacionalização), desenvolvimento de produtos (digitalização de processos de negócios e apoio à proteção/valorização de direitos de propriedade intelectual), financiamento (candidaturas a concursos de empreendedorismo e inovação e apoio no contacto com investidores e entidades financeiras) e assessoria jurídica.

A Incubadora Famalicão Made IN já possui dois polos (Riopele e Edifício Globus). Nas instalações da histórica empresa têxtil, em Pousada de Saramagos, seis startups com ideias de negócio inovadoras e valor acrescentado (Burnoutline, DailyPromo, Kortex, Liktuga, Swonkie e Swop Group) beneficiam de um ambiente empresarial forte e propício à inovação. Inaugurada a 13 de julho de 2015, esta incubadora é única na forma como articula novos projetos nos domínios da indústria e dos serviços de apoio à atividade industrial num ambiente empresarial ativo.

Igualmente resultado da cooperação do Município de Vila Nova de Famalicão com agentes do sector privado, no caso a sociedade Vilarinho Parque, foi lançado a 14 de julho deste ano, em Vilarinho das Cambas, o polo Edifício Globus da Incubadora Famalicão Made IN.

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MUNICÍPIO DE BARCELOS APROVA APOIOS SOCIAIS A ALUNOS DO CONCELHO

A Câmara Municipal de Barcelos aprovou, em reunião ordinária de 7 de novembro, um conjunto de apoios sociais a alunos do concelho.

A Câmara Municipal de Barcelos, ciente das suas atribuições, tem contribuído de forma significativa no apoio socioeconómico às famílias carenciadas e a todas aquelas que necessitam de ajuda, para que os seus filhos tenham mais e melhor possibilidade de sucesso no ensino/aprendizagem, integração social e, claro, qualidade de vida.

Neste sentido, foi aprovada a isenção de refeições a alunos do pré-escolar e 1º ciclo; atribuído passe-escolar para fora da área de residência e/ou alunos com mais de 18 anos; e elaborada uma parceria com a Câmara de Siderno (Itália) para desenvolver o programa de intercâmbios Erasmus +.

Ainda no âmbito dos apoios, foi aprovado o Acordo de Colaboração entre o Município de Barcelos e a “Hospitalagro – Produção e Comercialização de Produtos Agrícolas e Pecuários”, de forma a apoiar um programa terapêutico destinado a crianças e jovens integrados nas instituições especializadas do concelho, que necessitem de hipoterapia, um método educacional que favorece a alfabetização, socialização e o desenvolvimento global de crianças e jovens com necessidades educativas especiais.

Na reunião do executivo foi ainda deliberado aprovar um conjunto de subsídios às juntas de freguesia, no valor de cerca de 120 mil euros, destinado a várias obras na rede viária, cemitérios e iniciativas das freguesias.

VILA VERDE REALIZA FESTIVAL DA SARDINHA

Gastronomia, convívio e música popular no Festival da Sardinha na Broa de Valbom S. Martinho

A freguesia de Valbom S. Martinho estreia-se este ano nas andanças da Rota das Colheitas com uma iniciativa que promete conquistar pelo estômago vilaverdenses e visitantes.

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À excelência da gastronomia regional, que junta a sardinha assada às deliciosas broas caseiras, soma-se a alegria da música popular do Minho, com as famosas concertinas e os divertidos cantares à desgarrada.

A tradição da cultura popular do Minho dá o mote para um evento que se assume como um palco privilegiado para o encontro de velhos amigos e o convívio noite dentro. Não faltará também um magusto tradicional, com castanhas assadas e vinho novo ou não estivéssemos em Dia de S. Martinho. O Festival da Sardinha na Broa arranca ao final da tarde da próxima sexta-feira, 11 de novembro, no largo da igreja paroquial de Valbom S. Martinho.

A broa cozida na hora de forma artesanal e as sardinhas assadas na brasa são as estrelas maiores de uma iniciativa totalmente gratuita e de portas abertas a todos os interessados, organizada pela Junta da União de Freguesias de Valbom S. Martinho, Valbom S. Pedro e Paçô.

O presidente da autarquia local, Joaquim Martins, revelou que o evento foi organizado com o intuito de participar na programação alargada Na Rota das Colheitas, uma excelente plataforma de promoção e divulgação das potencialidades do território. “Considerámos que seria interessante termos uma iniciativa por altura do S. Martinho e integrarmos a Rota das Colheitas. Desta forma, podemos divulgar a nossa tradição e promover o território”, afirmou.

Joaquim Martins prosseguiu frisando que o Festival da Sardinha na Broa cumpre ainda o propósito de fomentar o convívio e estreitar laços entre a comunidade, proporcionando à população um momento de entretenimento, diversão e confraternização. A iniciativa está inserida na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

PONTE DE LIMA GALOPA A CAVALO NA FEIRA DA GOLEGÃ

Feira Nacional do Cavalo da Golegã apresenta a imagem 2017 da XI Feira do Cavalo de Ponte de Lima

A Feira do Cavalo de Ponte de Lima marca presença na 41ª Feira Nacional do Cavalo da Golegã e 18ª Feira Internacional do Cavalo Lusitano, a decorrer na Golegã, até 13 de novembro.

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Ao abrigo da parceria estabelecida entre o Município de Ponte de Lima e o Município da Golegã, mais uma vez a apresentação oficial do cartaz da XI Feira do Cavalo de Ponte de Lima, acontece durante a Feira do Cavalo da Golegã.

O cartaz da Feira do Cavalo de Ponte de Lima 2017 está exposto no recinto da Feira da Golegã. A imagem deste ano retrata o cavalo Campeão dos Campeões da X Feira do Cavalo de Ponte de Lima, Baluarte da Brôa, montado por Ricardo Moura Tavares e propriedade da Coudelaria Romão Tavares.

Como pano de fundo uma representação de um dos ex-libris da Vila mais antiga de Portugal, a sua Ponte Romana / Medieval. Sobre ela o tradicional fogo-de-artifício, muito presente nas festas locais, nomeadamente numa das mais importantes e bonitas festas do país, as Feiras Novas.

O cartaz é da autoria da arquiteta Teresa Aroso e fotografia da Lusitano World.

A Feira do Cavalo de Ponte de Lima é organizada pelo Município de Ponte de Lima e a Associação Concelhia das Feiras Novas, contando ainda com a colaboração da Associação Empresarial de Ponte de Lima, Escola Superior Agrária e o Centro Equestre do Vale do Lima.

Com forte predominância desportiva, a Feira do Cavalo organiza provas de Dressage, Equitação de Trabalho, Modelo e Andamento, Admissão de Garanhões, Horseball, Atrelagem, Equitação Adaptada e competições internacionais que valorizam e internacionalizam toda a região.

O programa da Feira incluiu ainda um conjunto de atividades e espetáculos, relacionados com a arte equestre, motivo pelo qual milhares de visitantes rumam a Ponte de Lima, para assistir a este mega evento equestre, sendo em 2017, de 29 de junho a 2 de julho.

CELORICO DE BASTO RECEBE FEIRA DE SANTA CATARINA

Ruas de Celorico de Basto preparam-se para receber a Feira Anual da Sta. Catarina

De 25 a 27 de novembro, Celorico de Basto recebe a Feira Anual de Sta. Catarina, um certame que mistura tradições e cultura e que atrai milhares de pessoas à sede do concelho. Este ano a feira conta com um programa amplo com destaque para o concurso pecuário Concelhio e Regional das raças autóctones. Será ainda desta a II edição do concurso pecuário Inter Escolas Agrícolas na raça Holstien Frísia.

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“A vila de Celorico de Basto enche-se de tradições e cultura num dos certames de inverno mais característicos da nossa região. Uma feira centenária que realça os nossos usos agrícolas com enfase para o tradicional concurso pecuário das raças autóctones” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, em antevisão à feira. “Este ano serão três dias de feira, com muita atividade e certamente com milhares de pessoas a visitar a sede do concelho para se apetrecharem com as roupas quentes de inverno, para degustarem as castanhas assadas, e as sardinhas, no fundo, para se envolverem nas tradições que marcam a nossa terra e o território” realçou.

Este ano o certame será alvo de divulgação por parte do programa da TVI “Somos Portugal”, no dia 27 de novembro, que procurará mostrar algumas das características inerentes à feira e ao concelho. Neste dia, os visitantes poderão assistir, durante a manhã, ao concurso Pecuário das Raças Autóctones. A tarde contará com uma série de atividades com ênfase para o II concurso Inter Escolas Agrícolas da raça Holstien Frísia e para a chega de bois. Uma prova desportiva, o II Trail dos Moinhos também integra o cartaz de atividades.

Oficialmente o dia da Feira Anual da Sta. Catarina é a 25 de novembro, um dia que, por natureza, é muito atrativo para os visitantes. Neste dia decorre o Corta Mato Escolar que envolve os alunos do Agrupamento de Escolas de Celorico de Basto e os alunos da Escola Profissional de Fermil, Celorico de Basto.

Durante os três dias de feira os presentes poderão, no Mercado Municipal, visitar a exposição Agropecuária, andar a cavalo, visitar a Mostra Educativa e Profissional e muito mais. 

A tradicional feira estará disposta pelo centro de Celorico de Basto com os tradicionais tendeiros de roupa, cobertores, doces, sardinhas, castanhas, alfaias agrícolas, entre outros. A organização do certame é da responsabilidade da Câmara Municipal de Celorico de Basto e conta com o apoio na organização dos concursos pecuários da Casa do Agricultor e da Escola Profissional de Fermil, Celorico de Basto. Outras entidades estão associadas a este certame na organização de diferentes atividades culturais, desportivas e recreativas.

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TERRAS DE BOURO FESTEJA S. MARTINHO NO GERÊS

Nos dias 11, 12 e 13 de novembro decorrerá a XVI Feira-Mostra de “S. Martinho nas Terras do Gerês”

O Município de Terras de Bouro irá organizar, já no próximo fim de semana, a XVI edição da Feira-mostra de “S. Martinho nas Terras do Gerês”. Este evento, que visa promover e preservar os mais variados produtos gastronómicos, culturais, turísticos e artesanais do concelho de Terras de Bouro, tem o início marcado para o dia 11 de novembro e decorrerá até ao dia 13 do mesmo mês na sede do concelho.

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O evento inicia-se na tarde de sexta-feira (15h) com um workshop sobre empreendedorismo e na noite do mesmo dia decorrerá o festival de folclore. No sábado acontecerá, pelas 14h30, uma corrida de cavalos de passo travado e à noite o espetáculo musical com o grupo “ROCONORTE”. No último dia, logo pela manhã, irá ser realizada uma feira à moda antiga e a tarde ficará marcada pela atuação musical do cantor “Jonny Abreu”, além do tradicional magusto.

Ao longo dos três dias do certame, todos aqueles que visitarem Terras de Bouro e serão certamente muitos os que quererão participar na feira-mostra, terão ao seu dispor “tasquinhas com sabores regionais”, onde poderão degustar o que de melhor Terras de Bouro tem para oferecer em termos gastronómicos.

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AMARES RECEBE LINDA MARTINI

Património em Trânsito” inspira 5ª edição do Encontrarte Amares

O Encontrarte Amares revisitou, na noite de sábado, a edição de 2015 e apresentou, ainda, os novos desafios para 2017, na presença dos Linda Martini, uma das mais relevantes bandas da música nacional, que partilhou a sua experiência em torno da residência artística que estão a realizar em Amares.“Património em Trânsito” será o mote para a 5ª edição do Festival de Artes Plásticas e Cinema de Animação, bianual, que decorrerá entre os dias 27 e 30 de julho.

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Tendo como ponto de partida o olhar endémico proposto pelas edições anteriores, o EA2017 abrirá portas para que artistas nacionais e internacionais, das mais variadas áreas, criem laços de diálogo com Amares, propondo um olhar autoral capaz de refletir a realidade atual da região.

Assente numa pluralidade de discursos decorrentes de práticas artísticas diversificadas, objetiva a construção de um espírito crítico capaz de projetar, valorizar e promover as dinâmicas da região.

“Transformação, movimento, transpiração e trânsito vão ser as palavras-chave para estudar a complexidade do território Amares ao seu nível físico e social, assim como, a sua relação com um contexto mais abrangente e plural”, explicou Fernando Almeida, da direção.

Transbordando gentes, usos e costumes o EA2017 será um lugar onde o conhecimento herdado se assume enquanto ação modeladora para o ato criativo.

Para além de residências artísticas, serviço educativo e formação de voluntários, a edição 2017 vai contar com os habituais Concurso de Internacional de Cinema de Animação Experimental e Concurso de Desenho, desafiando o espírito criativo dos participantes.

Manifestando grande apreço pelo EA, o vice-presidente da Câmara de Municipal de Amares e responsável pelo pelouro da Cultura, Isidro Araújo, elogiou todos aqueles que se envolvem neste Festival “apenas pelo amor à arte” já que este projeto se carateriza em grande parte por um enorme espírito de voluntariado.

“Espero que a nova edição continue com a mesma força, com a mesma alma e paixão que tem alicerçado o EA”, sublinhou, Isidro Araújo, na apresentação que contou, ainda, com a presença de Martinho Antunes e Lázaro Silva da direção e de alguns voluntários e parceiros do EA.

Linda Martini em residência artística

A realizar uma residência artística no âmbito do projecto Encontrarte Amares, desde o passado dia 1 de novembro, os Linda Martini estiveram à conversa com o público, partilhandoum pouco daquilo que está a ser a sua experiência na Quinta dos Ferrage.

“Talvez a calma seja aqui em Amares a nossa maior inspiração”, referiu a banda, fazendo um balanço “muito positivo” desta residência.

“No início tínhamos algum receio que isto não resultasse porque era a primeira vez que íamos viver uma experiência do género, mas, a verdade é que em apenas quatro dias já conseguimos compor quatro músicas, o que é maravilhoso”, acrescentaram, manifestando vontade de voltar no futuro para apresentar o resultado final do trabalho realizado durante esta estadia em Amares.

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BANDAS FILARMÓNICAS COMEMORAM RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

Já está definido o elenco de grupo e bandas que participarão no próximo Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas 1º de Dezembro.

Estimamos um total de 1.700 músicos, nos 34 grupos que desfilarão, no próximo dia 1 de Dezembro, na Avenida da Liberdade e Praça dos Restauradores:

- 2 grupos de percussão, do Seixal e de Mondim de Basto;

- a Banda do Exército;

- 31 bandas filarmónicas dos seguintes municípios: Lisboa, Madalena do Pico, Santa Maria da Feira, Moura, Amares, Vila Nova de Famalicão, Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Castelo Branco, Covilhã, Oleiros, Vila Velha de Ródão, Figueira da Foz, Oliveira do Hospital, Évora, Tavira, Seia, Alcobaça, Pedrógão-Grande, Alenquer, Mafra, Gavião, Portalegre, Valongo, Mação, Tomar, Almada, Viana do Castelo, Santa Comba Dão e Sernancelhe.

Iremos divulgando, aqui, detalhes do programa.

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RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ENTREVISTA PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

A Rádio do Folclore Português (RFP) vai no próximo dia 10 de Novembro, a partir das 21 horas, entrevistar o sr. Fernando Ferreira da Silva, Presidente da Federação do Folclore Português.

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Trata-se de mais uma edição do Programa “Conversas ao Serão”, revelando-se de grande oportunidade e interesse dado o aproximar das eleições para os órgãos sociais daquela entidade que, aliás, estão a gerar grande controvérsia em torno da alegada apresentação de várias listas candidatas.

A polémica tem vindo a atingir níveis jamais imaginados em relação àquela instituição que não se afiguram favoráveis ao movimento associativo do folclore português. E, atendendo às afirmações bastante contundentes proferidas recentemente em Carta Aberta pelo Presidente da Federação do Folclore Português, a qual tivemos oportunidade de divulgar, esta entrevista está a despertar enorme curiosidade e interesse.

ENCONTROS DE OUTONO EM FAMALICÃO PERCORREM CAMINHOS DE “A CENSURA EM PORTUGAL”

Iniciativa promovida pelo Museu Bernardino Machado realiza-se nos dias 25 e 26 de novembro, na Casa das Artes

Mais de uma dezena de investigadores e historiadores nacionais vão reunir-se na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão durante os dias 25 e 26 de novembro para debater o tema “A censura em Portugal (1910-1974) ”, no âmbito da XX edição dos Encontros de Outono, uma iniciativa promovida pelo Museu Bernardino Machado.

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Com entrada livre, o colóquio carece de inscrição prévia no site do Museu em www.bernardinomachado.org. O colóquio está acreditado para professores dos grupos 200, 210, 220, 300, 400 e 410.

Depois de se afirmar no país como um centro de investigação incontornável da história da I República Portuguesa, o Museu Bernardino Machado dedicou o ano de 2016 ao estudo e debate da censura em Portugal.

A temática tem estado presente na programação anual do Museu, refletindo-se nas mais diversas atividades, com destaque para o ciclo de conferências “A Censura na Ditadura Militar e no Estado Novo” e ainda para as exposições “Os livros proibidos pela ditadura” e “A repressão da imprensa na I República”.

Agora, ao longo de dois dias, 25 e 26, a censura servirá de debate a onze intervenções, estudando-se a abordando-se o impacto da censura na I República, nos governos republicanos, durante a I Guerra Mundial, durante a Ditadura Militar e o Estado Novo, a censura na literatura e espetáculos para menores, no teatro e no cinema.

De acordo com o coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha, trata-se de “um conjunto de conferências que se complementam e que conseguem dar uma visão bastante abrangente sobre o que foi a censura em Portugal”, acrescentando que “quem participar nestas atividades, ficará com um conhecimento vasto, correto e rigoroso sobre este tema”.

O professor catedrático realça ainda “a qualidade e o prestígio dos convidados”. “É realmente uma oportunidade única, assistir a estas palestras relatadas por especialistas”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, mostra-se satisfeito com o contributo que este Museu famalicense tem dado na afirmação de Famalicão no país, como uma cidade que promove o conhecimento da história. 

“Agora, o Museu chama os maiores especialistas nacionais na investigação da censura para durante dois dias redescobrir e reescrever esta importante página da nossa história”,afirma salientando que “têm sido assim, as conferências dos Encontros de Outono, uma iniciativa já com 20 anos, que foi conquistando um lugar de destaque como espaço de conhecimento e debate sobre temáticas históricas, culturais, sociais e políticas de interesse global.”

Refira-se ainda que faz todo o sentido, a abordagem da temática da censura por parte do Museu, tendo em conta a importância que Bernardino Machado sempre atribuiu à liberdade.

Consulte o programa em http://www.bernardinomachado.org/

BARCELOS REALIZA FEIRA SEMANAL

Feira semanal realiza-se nos feriados de 1 e 8 de dezembro

Após solicitação da Associação de Feirantes do Distrito do Porto, Douro e Minho e da ACIB, a Câmara Municipal de Barcelos aprovou a realização da feira semanal nos feriados de 1 e 8 de dezembro (quintas-feiras).

Por norma, quando os feriados coincidem com o dia da feira semanal, esta é antecipada para o dia útil imediatamente anterior, ou seja, quarta-feira. Contudo, dadas as dificuldades sentidas neste setor em particular, o Município de Barcelos acedeu ao pedido dos feirantes para que a realização da feira ocorresse, a título excecional, nos dias 1 e 8 de dezembro, possibilitando um maior fluxo de pessoas e de vendas.

ARCUENSES FESTEJAM S. MARTINHO

De 11 a 13 de Novembro decorrem, no Centro Histórico de Arcos de Valdevez, as comemorações do S. MARTINHO 2016, uma iniciativa do Município de Arcos de Valdevez e da Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez.

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Este evento de celebração do ‘Vinho Novo’ está também integrado no programa das comemorações do Dia Europeu do Enoturismo (13 de Novembro), promovido pela RECEVIN (Rede Europeia de Cidades do Vinho) e pela AMPV (Associação de Municípios Portugueses do Vinho).

A Festa terá espaços de tasquinhas e magusto, dinamizados por associações locais, bancas dos Vinhos de Arcos de Valdevez e muita animação com jogos tradicionais, atuação de rusgas populares e ainda a 2ª edição do Silent Party que este ano contará com duas noites de diversão ao ritmo de música variada. Integrará também a 46ª Entronização da Confraria do Vinho Verde, que culminará com a bênção do vinho novo e com a prova que poderá ser desfrutada pelo público. Para sublinhar a celebração do Dia Europeu do Enoturismo o evento integrará ainda um percurso guiado por três Quintas da Rota dos Vinhos de Arcos de Valdevez.

Esta iniciativa tem como propósito unir cada vez mais o movimento Associativo, bem como dinamizar o comércio e o turismo, em particular o Enoturismo.

Associações Participantes:

  • Associação Amigos da Terra de Padroso
  • Associação Amigos de Oliveira
  • Associação Cultural e Desportiva Unidos do Couto
  • Associação Desportiva e Cultural de Aboim-Sabadim
  • Associação Desportiva, Social e Recreativa dos Amigos de Jolda S. Paio
  • Associação Musical Meninos do Vez
  • Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Grade

Sexta-feira, 11 de Novembro | Dia de S. Martinho

19h00 – Inauguração das Tasquinhas (magusto, vinho, produtos locais, petiscos)

Centro Histórico da Vila

SilentParty

Centro Histórico da Vila

02h00 – Fecho

Sábado, 12 de Novembro | 46ª Entronização da Confraria do Vinho Verde

Manhã – 46ª Entronização da Confraria do Vinho Verde

09h30- Recepção. Verde de Honra com aperitivos locais

Posto de Turismo

10h30- Desfile pelas ruas da vila

Posto de Turismo – Casa das Artes

11h00 –Cerimónia da Entronização

Auditório da Casa das Artes

12h00 – Missa

Igreja Matriz

13h00 – Almoço

15h00 – Abertura das Tasquinhas (magusto, vinho, produtos locais, petiscos)

Centro Histórico da Vila

17h00- Bênção do Vinho Novo

Centro Histórico da Vila

18h00 – Rusgas e concertinas nas tasquinhas

Centro Histórico da Vila

SilentParty

Centro Histórico da Vila

22h00 – Áurea - Música Pop/Soul

Auditório da Casa das Artes

02h00 – Fecho

Domingo, 13 de Novembro | Dia Europeu do Enoturismo

10h00–Rota dos Vinhos de Arcos de Valdevez, Roteiro Padre Himalaya – Visita guiada e prova de vinhos*

Ponto de encontro no Posto de Turismo

 

15h00 – Abertura das Tasquinhas (magusto, vinho, produtos locais, petiscos)

Centro Histórico da Vila

16h00 – Rusgas e concertinas nas tasquinhas

Centro Histórico da Vila

19h00 – Encerramento

*inscrições gratuitas no Posto de Turismo, por telefone (934901967), ou por e-mail (vinhos.avvez@gmail.com); Participação limitada a 25 pessoas.

ARCOS DE VALDEVEZ APOIA O ASSOCIATIVISMO

100 mil euros para apoiar Associações do Concelho

A Câmara Municipal celebrou recentemente protocolos de apoio à atividade com 31 Associações do concelho.

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A Autarquia reconhece o importante papel do movimento associativo no Concelho, pois ele é parceiro no desenvolvimento cultural, recreativo, juvenil, social e desportivo, sendo fundamental dar continuidade à cooperação, nomeadamente ao nível dos apoios a atribuir pelo Município às diversas coletividades arcuenses.

Todos os anos são atribuídos apoios para as ajudar nas suas atividades, sendo que a par destes, também colabora com as Associações do Concelho em outros domínios, nomeadamente, no apoio à sua atividade normal, no apoio à construção e beneficiação e cedência de instalações, como sendo as antigas escolas primárias, até à aquisição de viaturas e equipamentos.

Nesta sessão foram celebrados 31 protocolos de apoio à atividade no valor total de 65 105,00€ e mais dois de apoio à aquisição de carrinhas de transporte de passageiros. Um no valor de 10.000,00 € e outro no valor de 23.400,00€.

Nesta sessão, o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, voltou a apelar ao envolvimento das Associações nas diversas atividades realizadas ao longo do ano em parceria com o Municipio, relembrando também que a Câmara Municipal tem ao seu dispor o Gabinete de Apoio ao Associativismo e o portal do Associativismo, onde está acessível toda a informação necessária para as associações e lhes foi disponibilizado espaço para alojamento dos seus sites e duas contas de correio eletrónico.

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CERVEIRENSES VOTAM ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

Orçamento Participativo 2016 com número recorde de votantes

Já são conhecidos os quatro projetos vencedores do Orçamento Participativo (OP) 2016 de Vila Nova de Cerveira - vertente Geral e Jovem -, num processo que superou amplamente o número de participantes da primeira edição, alcançando este ano os 3400 registos. Mecanismo de cidadania vai ter continuidade em 2017, contando com a população para a apresentação de sugestões de melhoria.

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A segunda edição do OP de Vila Nova de Cerveira fica marcada pela qualidade das ideias apresentadas pelos 12 proponentes associada ao empenho na sua divulgação e incentivo à participação, como também pela quantidade de votantes no processo. A participação superou as expetativas e os valores de 2015 (934 registos), com 3400 residentes e trabalhadores de Vila Nova de Cerveira a exercerem uma cidadania ativa e a escolherem o destino a dar aos 100 mil euros que o Município alocou para esta iniciativa.

Perante estes números, o edil cerveirense sublinha que o principal objetivo associado ao OP está a ser alcançado, ou seja, impulsionar avitalidade cívica dos cerveirenses, aproximando-os e integrando-os nas decisões e prioridades para o concelho. Fernando Nogueira felicita não só os vencedores, como todos os proponentes por participarem e querem contribuir para o desenvolvimento sustentado de Vila Nova de Cerveira.

Assim, na vertente do OPGeral, aproposta ‘Socorro Eficaz - Rio Seguro’, que visa a aquisição de uma embarcação e respetiva formação para socorro no rio Minho afeta aos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira foi o projeto mais votado (1348 votos), seguindo-se o projeto ‘Valorização do Couço do Monte Furado’, em Covas, com 1134 votos. E, em terceiro lugar, com 1034 votos, ficou a ‘Aquisição de Carrinha para Transporte de Crianças/Atletas do Clube Desportivo de Cerveira’.Cada uma destas propostas vencedoras vai receber 30 mil euros para que os projetos apresentados sejam uma realidade em 2017.

De sublinhar que as restantes propostas do OPGeralabrangiam a criação de um Eurocircuito Autocross, em Sapardos; a potenciação de um ‘Centro de Caminhada/Trail de Vila Nova de Cerveira’;a aquisição de uma carrinha para a ‘Mobilidade Desportiva e Social A.D. Campos’; a aquisição de uma carrinha para a ‘Mobilidade Social do Centro Social e Paroquial de Campos’; a construção de ‘Trilhos Pedestres Balizados’; a beneficiação do ‘Núcleo Interpretativo Moinhos da Gávea’ e a ‘Beneficiação do Centro de Cultura de Campos’.

No que diz respeito ao Orçamento Participativo Jovem (OPJ),com uma dotação de 10 mil euros, foram apresentadas duas propostas, tendo saído vencedor o projeto para a ‘Renovação do Tartan do Centro Municipal de Atletismo’, com 81 votos; sendo que a proposta para o evento ‘Open UrbanArtWeek’ arrecadou 38 votos.

Apontado para a continuidade deste mecanismo de cidadania ativa, o executivo cerveirense agendou, para dia 02 de dezembro, pelas 18h30, na Biblioteca Municipal, uma sessão pública para a recolha de sugestões dos proponentes e dos cerveirenses em geral, de forma a delinear a edição 2017 do Orçamento Participativo, procurando auscultar e integrar novas formas de participação dos cidadãos.

FAFENSES FAZEM PROVA DE CORTA MATO ESCOLAR

Parque da Cidade de Fafe acolhe prova desportiva. Corta Mato Escolar concelhio mobiliza mais de 2000 jovens

O Parque da Cidade volta a ser palco de mais uma atividade desportiva promovida pelo Agrupamento de Escolas Montelongo e pelo Município de Fafe.

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No próximo dia 11 de Novembro, sexta-feira, decorre uma nova edição do Corta Mato Escolar Concelhio de Fafe.

Mais de 2000 jovens de várias escolas do concelho, do 4º ao 12º ano, estão inscritos para participar na prova, que decorre durante a manhã, das 09h00 às 13h00. 

A corrida, que tem como mote “Eu sou ativo, Eu sou saudável, Eu gosto de mim”, vai dividir-se em seis escalões: 4º ano, Infantil A, Infantil B, Iniciado, Juvenil e Júnior.

No final da corrida, serão atribuídos prémios por escalão e também por escola. 

Os melhores de cada escalão serão apurados para o Corta Mato Regional, a realizar em 2017. 

Para Pompeu Martins, Vereador do Desporto, o Corta Mato Escolar é “uma excelente iniciativa que estimula a prática desportiva nos mais novos, criando também momentos de convívio e lazer. 

Este ano, voltamos a escolher o Parque da Cidade como palco desta prova, abrindo assim à população um espaço que é de todos.

Os cerca de 2000 jovens participantes vão, certamente, fazer desta uma manhã divertida, saudável e descontraída”

Caso as condições meteorológicas não sejam favoráveis, o corta mato será adiado para outra data.

CAMINHA ACOLHE “FINS DE SEMANA GASTRONÓMICO” DE 24 A 26 DE MARÇO

“Robalo escalado do Mar da Ínsua” e “Leite creme queimado” nos menus de todos os estabelecimentos aderentes

Caminha vai acolher o certame “Fins de Semana Gastronómicos” de 24 a 26 de março. A edição de 2016/2017 foi apresentada no passado dia 2, em Vila Real. Em Caminha, pode contar com um cardápio de luxo, com destaque para os produtos do mar: “Robalo escalado do Mar da Ínsua” e ainda “Leite creme queimado”.No concelho de Caminha estão envolvidos 36 restaurantes e 13 empreendimentos turísticos. O Município vai complementar esta edição com um programa de animação cultural.

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“Fins de Semana Gastronómicos” são uma iniciativa da Entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Esta edição já arrancou e prolonga-se até dia 28 de maio, conta com 75 municípios aderentes, entre os quais o de Caminha, e envolvem mais de mil restaurantes e 450 empreendimentos turísticos.

Durante os meses que se seguem são muitas a iguarias gastronómicas que pode degustar em cada um dos concelhos aderentes. Em Caminha, de 24 a 26 de março, os 36 restaurantes aderentes vão destacar uma das iguarias da gastronomia local, como referimos o “Robalo Escalado do Mar da Ínsua”, que terá à sobremesa o “Leite creme queimado”, e ainda vão apresentar um petisco tradicional.

Para complementar a oferta gastronómica, o Município está a preparar um conjunto de atividades: visitas a vários espaços museológicos, momentos musicais, atividades de natureza, com destaque para os percursos pedestres, canoagem, Kayak, passeios de bicicleta, rotas interpretativas, passeios em jipe pela serra, entre outros.

Caminha diferencia-se também pela gastronomia rica e diversificada que oferece em qualquer altura do ano. De facto, a gastronomia é um dos pontos fortes do turismo concelhio. Aqui, neste concelho com mar, rios e montanhas, são muitos os pratos tradicionais que se podem degustar, como opolvo do nosso mar, caldeirada à pescador, cabrito à Serra d’Arga, lampreia do Rio Minho, sável, bife de espadarte, qualquer tipo de marisco, etc.

Para promover o turismo gastronómico são muitos os eventos que o Município promove ou nos quais colabora. Exemplos disso são o projeto “Lampreia do rio Minho – Um prato de excelência”, a Caminha Doce, a Mesa de Páscoa, a Festa do Mar e da Sardinha, o Festival do Bife de Espadarte, a Festa do Rio e a Festas das Solhas.

LIGAÇÃO DE MOLEDO AO PINHAL DA GELFA POR ECOVIA VAI SER UMA REALIDADE

Caminha vê mais uma candidatura aprovada no âmbito da Polis Litoral Norte

O Concelho de Caminha vê mais uma candidatura aprovada “Infraestruturas para valorização e visitação de áreas classificadas no concelho de Caminha”, no âmbito da Polis Litoral Norte, que vai permitir a ligação de Moledo ao Pinhal da Gelfa. Esta intervenção consiste na construção de dois troços da Ecovia do Litoral Norte, que permitirão a ligação ininterrupta, em canal pedonal e ciclável, de Moledo ao Pinhal da Gelfa. Esta obra está orçada em cerca de 326 mil euros.

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Esta intervenção visa a promoção da mobilidade sustentável e ambientalmente correta, como forma de vivência da orla costeira e a valorização e promoção dos valores naturais e culturais singulares do Litoral Norte.

O primeiro troço refere-se à ligação da Capela de Santo Isidoro à ciclovia já existente a norte de Vila Praia de Âncora, numa extensão de aproximadamente 670 metros. Aqui haverá, numa parte, a partilha de canal com o uso motorizado. Depois, mais a sul e até ao troço de ciclovia existente, o canal pedonal e ciclável desenvolver-se-á na berma poente, desempenhando a função de delimitação da circulação motorizada, protegendo assim o ecossistema costeiro aí existente.

O segundo troço diz respeito à ponte pedonal e ciclável sobre o Rio Âncora, numa extensão de aproximadamente 90metros. Esta travessia vai permitir unir os percursos pedonais e cicláveis a desenvolver nas margens do rio.

Esta intervenção inclui também a execução da sinalização regulamentar necessária à segurança dos utilizadores, do mobiliário e sinalização informativa da infraestrutura.

BIBLIOTECAS DE BARCELOS DEBATEM LITERACIA DIGITAL

Literacia digital em debate no 6º Encontro de Bibliotecas. Dias 11 e 12 de novembro, no Auditório da Biblioteca Municipal

Como formar futuros leitores? Quais as vantagens e desvantagens da literacia digital? Qual o seu futuro? Como escrever para as novas gerações? Estas serão algumas das questões a debater no 6º Encontro de Bibliotecas de Barcelos que se irá realizar nos próximos dias 11 e 12 de novembro, no auditório da Biblioteca Municipal.

Uma atividade organizada pelo Município de Barcelos, em colaboração com a Rede de Bibliotecas Escolares de Barcelos e o Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Barcelos e Esposende.

O 6º Encontro de Bibliotecas de Barcelos reúne um painel de conferencistas convidados, nomeadamente escritores e investigadores, e representantes das várias dimensões constitutivas da comunidade educativa escolar (bibliotecários, professores, educadores, técnicos de biblioteca e animadores culturais, etc), procurando uma reflexão dialógica em torno de questões emergentes ligadas à importância da literacia e a devida promoção, a organização e gestão de bibliotecas e, num âmbito mais alargado, da formação dos alunos.

Os participantes deverão inscrever-se até ao dia 9 de novembro. As inscrições são obrigatórias e gratuitas. A formação está em fase de acreditação (0,5 créditos) pelo Centro de Formação da Associação de Escolas dos Concelhos de Barcelos e Esposende.

Para mais informações, visite o website: bibliotecasemlinha.wixsite.com/encontro.

CELORICO DE BASTO REALIZA MAGUSTO NA QUINTA DE SANTA CRISTINA

Magusto de São Martinho e prova de vinho novo na Quinta de Santa Cristina

Provérbios como “No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho “ou “Pelo S. Martinho, castanhas assadas, pão e vinho” recordam que por altura do São Martinho, comemorado a 11 de novembro, é tempo de comer castanhas e provar o vinho novo. O mote está dado!

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No próximo dia 13 de novembro, pelas 15h00, a Quinta de Santa Cristina, em Celorico de Basto, convida a viver a tradição do magusto e a provar o vinho novo.

O programa inicia-se com a visita à adega onde os visitantes ficarão a conhecer a zona de receção de uvas, zona de prensas/lagares, cubas e fermentação e cave de espumantes, terminando na zona de engarrafamento.

Seguir-se-á um lanche composto por iguarias regionais como bolinhos de bacalhau, rissóis, presunto, chouriço de vinho, broa de milho e as típicas castanhas assadas. Este lanche será acompanhado por vinho novo a ser provado pela primeira vez neste dia.

Durante a tarde, a animação musical estará a cargo de tocadores e cantadores da região que, com a ajuda de cavaquinhos e concertinas, vão tocar músicas tradicionais.

O preço da inscrição para adultos é de 10 euros, para jovens dos 12-16 anos é de 5 euros e as crianças até aos 12 anos, desde que acompanhados por um adulto, têm entrada gratuita.

A inscrição no evento é obrigatória e deve ser realizada até 11 de novembro para os contactos: enoturismo@garantiadasquintas.com ou +351 912 527 396.

Contacto para informações e reservas (obrigatórias):

E-mail: enoturismo@garantiadasquintas.com

Tlf: +351 912 527 396

Sobre a Quinta de Santa Cristina:

A Quinta de Santa Cristina, com cerca de 40 hectares, tem uma história secular, pertencendo à família há várias gerações. Situada em Veade, Celorico de Basto, faz parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, sub-região de Basto, uma das maiores e mais antigas regiões demarcadas do mundo.

Na adega, construída de raiz em 2014 e com uma capacidade instalada de 1 milhão de litros, são atualmente produzidos cerca de 500 mil litros entre vinhos e espumantes brancos, tintos e rosés, que contam já com vários prémios e distinções em concursos nacionais e internacionais. São produzidas 17 referências que são comercializadas em Portugal e países como Brasil, Alemanha ou Luxemburgo, entre outros.