O Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, de Vila Nova de Cerveira, participou hoje no I Festival de Inverno que teve lugar no concelho de Oeiras, organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.
Além do rancho cerveirense e do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho – Santa Comba Dão e o Rancho Folclórico das Piçarras, de Vendas Novas.
A atuação em palco dos ranchos folclóricos foi antecedida de um desfile pelas artérias da localidade que S. Pedro, por marotice, resolveu abençoar com uns borrifos de água lançados por uma nuvem que por ali passava ocasionalmente.
O Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras deu um extraordinário salto qualitativo na sua representação
Os “Minhotos” da Ribeira da Lage levaram hoje a efeito o I Festival de Inverno que terminou há instantes, no Centro Cultural da Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda – Vila Nova de Cerveira, o Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho – Santa Comba Dão e o Rancho Folclórico das Piçarras – Vendas Novas.
Para surpresa geral de todos quantos tiveram o privilégio de assistir ao espetáculo, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage apresentou-se como uma imagem renovada, uma melhor apresentação em palco, uma exibição isenta de erros notórios e melhor trajado do ponto de vista do rigor e autenticidade. Estamos perante um rancho folclórico que está a trilhar um caminho de aperfeiçoamento que por certo prestigiará cada vez mais o Minho na região de Lisboa onde se encontra sediado.
O público que não se cansou de aplaudir a sua atuação, encheu por completo o salão do Centro Cultural da Ribeira da Lage. E, aquela localidade do concelho de Oeiras, despertou ao som das mais alegres rapsódias do nosso folclore e vestiu-se com as mais vivas cores dos trajes das lindas moças do Minho. Porque onde os minhotos se encontram existe festa a valer!
A atuação em palco dos ranchos folclóricos foi antecedida de um desfile pelas artérias da localidade que S. Pedro, por marotice, resolveu abençoar com uns borrifos de água lançados por uma nuvem que por ali passava ocasionalmente.
O Minho também esteve representado pelo Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, de Vila Nova de Cerveira, que levou ao palco as danças e cantares daquele concelho do Alto Minho.
Como é habitual, esta iniciativa contou com a presença do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, sr, Dinis Penela Antunes, que inclusivamente acompanhou o desfile à sua dianteira, transmitindo aos minhotos e a todos os participantes o seu apoio empenhado.
Mantendo a tradição, a organização levou desta vez a leilão uma cabra. Recorde-se que, em anteriores eventos, foram leiloados um leitão e um portentoso galo, ocasião que proporciona alguns momentos de pura diversão.
Entretanto, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, que tem em carteira uma série de novidades, prepara mais uma iniciativa que esperamos vir a anunciá-la muito brevemente.
O mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou ontem, na Galeria quarenta do Hotel Mestre de Avis, uma unidade hoteleira no centro de Guimarães, a exposição de aguarelas “Pré-Textos do Sub-Consciente”.
O mestre-pintor Orlando Pompeu, acompanhado da empresária Maria Roeder, do historiador Daniel Bastos, e da artista plástica galega Carmen Touza
A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai e Japão, contou com a presença de um grande número de pessoas da região Norte e da Galiza.
A exposição marcada pelo início de um novo ciclo temático do artista natural de Fafe, que inicialmente realista e impressionista, e também com multicolores obras gestualistas, mergulha agora na pintura em aguarela. Uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água, e que evidencia a plena maturidade de Orlando Pompeu, e a sua extraordinária delicadeza estética e talento criativo.
A apresentação da obra e do seu autor esteve a cargo do escritor e historiador Daniel Bastos, que destacou a sensibilidade cultural da proprietária do Hotel Mestre de Avis, a empresária Maria Roeder. Segundo o investigador da nova geração de historiadores portugueses, Orlando Pompeu detém uma carreira e currículo nacional e internacional ímpar, que o tornam atualmente uma figura incontornável da pintura portuguesa.
Visivelmente emocionado, o artista agradeceu a presença dos inúmeros amigos, admiradores e colecionadores que lotaram o espaço da Galeria quarenta, e reconheceu a oportunidade desta nova exposição através do papel da empresária e colecionadora Maria Roeder, que esteve na base do impulso do novo ciclo temático do artista plástico.
Refira-se que a exposição estará patente ao público até 5 de março de 2017, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira integrada no território classificado pela UNESCO.
Paredes de Coura integra o restrito número de concelhos com Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil
Paredes de Coura integra o restrito núcleo de municípios portugueses que dispõem de um Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil já em vigor, após a sua aprovação pela Comissão Nacional de Proteção Civil e posterior publicação em Diário da República de 21 de outubro.
O documento, que é uma ferramenta de capital importância para a defesa do riquíssimo património florestal do concelho, entrou em vigor no dia seguinte à sua publicação e pressupõe agora a execução de um exercício prático de teste à capacidade operacional.
O edil Vitor Paulo Pereira referiu que “este plano resultou do empenho da Câmara mas também da colaboração dos courenses, das instituições do concelho e da articulação com a proteção civil. É, por isso, uma demonstração da cooperação institucional e da união das pessoas – a quem temos de agradecer”.
O PMEPC é um Plano de âmbito municipal, elaborado pelo Município de Paredes de Coura, mediante parecer prévio da Comissão Municipal de Proteção Civil e da Autoridade Nacional de Proteção Civil e aprovado pela Comissão Nacional de Proteção Civil, que abrange uma área total de aproximadamente 13 800ha (138 km²), dividida em 11 freguesias e 5 uniões de freguesias.
Os Planos de Emergência de Proteção Civil são documentos formais nos quais as autoridades de Proteção Civil, nos seus diversos níveis, definem as orientações relativamente ao modo de atuação dos vários organismos, serviços e estruturas a empenhar em operações de Proteção Civil imprescindíveis à resposta e à reposição da normalidade, de forma a minimizar os efeitos de um acidente grave ou catástrofe sobre as vidas, a economia, o património e o ambiente.
São, assim, documentos desenvolvidos com o intuito de organizar, orientar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias à resposta, pelo que devem ser adequados às características locais. Deverão também permitir antecipar os cenários suscetíveis de desencadear um acidente grave ou catástrofe, definindo a estrutura organizacional e os procedimentos para preparação e aumento da capacidade de resposta à emergência.
Sobre a importância do documento acrescentou Vitor Paulo Pereira que “apesar das pessoas desvalorizarem os planos e acharem que se trata de mais burocracia, a verdade é que este documento é fundamental. Ele identifica os maiores riscos a que estamos sujeitos enquanto concelho – e que são as nossas fragilidades – e organiza a reação necessária perante cada um para proteger e garantir a segurança dos courenses. Para nós a segurança das pessoas é essencial e, por isso, apostamos nele e continuaremos sempre a trabalhar para melhorar”, concluiu.
O PMEPC de Paredes de Coura está disponível no site da Autoridade Nacional de Proteção Civil (http://planos.prociv.pt) e no site do Município de Paredes de Coura (www.paredesdecoura.pt).