O Rancho Folclórico da Casa do Minho participou hoje noIV Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), na cidade da Amadora.
Constituído no seio da Casa do Minho – a mais antiga associação regionalista minhota em Lisboa – o rancho folclórico tem constituído ao longo da sua existência o principal esteio da atividade regionalista desta associação.
Este grupo folclórico é considerado o mais antigo grupo folclórico minhoto na região de Lisboa, apesar dos prolongados períodos em que a sua atividade esteve suspensa. Curiosamente, com a sua participação neste evento patrocinou uma iniciativa do mais jovem grupo folclórico minhoto ali sediado.
O Rancho Folclórico da Casa do Minho levou consigo as músicas e os trajes, as danças e os cantares recolhidas um pouco por todo o Minho, as quais foram bastante aplaudidas pelo numeroso público que se juntou no Parque Central para assistir à atuação dos grupos folclóricos.
A festa na Amadora foi minhota e decorreu sob o signo da alegria, fazendo jus ao grupo organizador da iniciativa – o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) – constituído por minhotos radicados naquela cidade dos arredores de Lisboa.
Além do Rancho Folclórico da Casa do Minho, participaram ainda o Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria, ambos de Viana do Castelo, o Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei – Santo Tirso e o anfitrião Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), sediado na Amadora.
Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei representou hoje Santo Tirso noIV Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), na cidade da Amadora.
A localidade de Santo Tirso, limitada a norte pelos concelhos de Guimarães, Vizela e Famalicão, é parte integrante da região geo-etnográfica que corresponde à antiga Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho uma vez que a província do Douro Litoral não passa de uma criação artificial concebida ao tempo do Estado Novo
Deve Santo Tirso o seu nome a Turiaco, divindade celta que representava o poder e era venerado pelos gróvios, povo que habitou toda a região de Entre.o-Douro-e-Minho antes da ocupação romana.
Além do Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei – Santo Tirso, participaram no evento o Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria, ambos de Viana do Castelo, e ainda o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa e o anfitrião Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), sediado na Amadora.
O Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria representaram hoje o folclore do Viana do Castelo no IV Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), na cidade da Amadora.
Eles levaram consigo as músicas e os trajes, as danças e os cantares da nossa região que foram bastante aplaudidas pelo numeroso público que se juntou no Parque Central para assistir à atuação dos grupos folclóricos.
A festa na Amadora foi minhota e decorreu sob o signo da alegria, fazendo jus ao grupo organizador da iniciativa – o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) – constituído por minhotos radicados naquela cidade dos arredores de Lisboa.
Além dos grupos que se deslocaram a partir de Viana do Castelo, participaram ainda naquele evento o Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei – Santo Tirso e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, sediado em Lisboa.
A cidade da Amadora vestiu-se hoje com as alegres cores do Minho. As gentes da localidade assomaram às varandas para ver o cortejo etnográfico que percorreu as ruas da freguesia da Mina de Água em direção ao Parque Central, onde uma numerosa assistência os aguardava para assistir à sua atuação. A presidente da Câmara Municipal da Amadora, Drª Carla Tavares, deu as boas-vindas a todos os agrupamentos presentes no festival.
De Viana do Castelo vieram o Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria. De Santo Tirso, localidade que faz parte da mesma região geo-etnográfica d’Entre-o-Douro-e-Minho, veio o Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei. Também a comunidade minhota radicada em Lisboa fez-se representar pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho. E, como não podia deixar de suceder, o anfitrião deste IV Festival de Folclore fez as “honras da casa” como é costume dizer-se: o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), da Amadora.
O Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) e foi legalmente constituído no dia 29 de agosto de 2013. Constituído no seio da Associação de Reformados Pensionistas e Idosos da Mina (ASSORPIM), este grupo está sediado na Junta de Freguesia da Mina, no Concelho da Amadora.
Em termos etnográficos, pretendem abranger na sua representação toda a região do Minho, quer nas danças e cantares, quer nos trajes com que se apresenta. Do seu reportório constam as mais lindas modas do nosso folclore como a Ritinha, Rosinha, Chula Picada, Rusga, Cana Verde, Vira de Viana, Linda Morena e o Picadinho.
Com apenas 4 anos de existência, o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) é o mais jovem agrupamento folclórico minhoto na região de Lisboa e revela já uma notável capacidade de iniciativa, como se comprova através do programa que acaba de realizar no âmbito deste IV Festival de Folclore.
O Ministro da Economia, Dr. Manuel Caldeira Cabral, presidiu esta tarde, dia 24 de setembro, à abertura oficial da 40ª Exposição/Feira das Atividades Económicas de Basto – Agro Basto, um certame que decorre até ao dia 29 de setembro em Cabeceiras de Basto, integrado no âmbito da Feira e Festas de S. Miguel 2016.
Acompanharam o Ministro nesta visita ao certame os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves e Eng. Joaquim Barreto, respetivamente, os vereadores da Câmara Municipal, os presidentes das Juntas de Freguesia, bem como representantes das associações comerciais, culturais, sociais, recreativas e desportivas do concelho, entre outros convidados e público em geral.
Depois de saudar todos os presentes, o Ministro da Economia falou da importância de associar às Festas de S. Miguel a vertente económica, promovendo a economia e os produtos locais. “A feira deu um salto, afirmando-se hoje em toda esta região”, disse.
Na sua intervenção, Caldeira Cabral falou, ainda, de um conjunto vasto de medidas que está em discussão para a promoção e desenvolvimento do interior do país. “Um conjunto de medidas integrado, que pensa o desenvolvimento do interior como aspeto essencial do desenvolvimento do país”, sublinhou, realçando que “o Governo põe o desenvolvimento integrado e sustentável do país como prioridade”.
Por fim, desejou “bons negócios” a todos os expositores presentes na feira.
Na oportunidade e depois de cumprimentar e agradecer a presença do Ministro da Economia em Cabeceiras de Basto, o presidente da Câmara Municipal salientou que “a promoção do desenvolvimento passa também pela organização deste tipo de eventos nos quais os diferentes parceiros, os fornecedores/vendedores e os potenciais clientes e interessados podem estabelecer contactos imediatos mas, também, assegurar contactos futuros para a realização de negócios.
Francisco Alves destacou que a Câmara Municipal tem “mantido uma atenção permanente no sentido de criar condições para que os investidores possam concretizar aqui, em Cabeceiras de Basto, os seus negócios, os seus investimentos”. Para tal, mantém-se em funcionamento um Gabinete de Apoio ao Empresário que recebe todos os potenciais interessados em investir, informando-os ou encaminhando-os para os diferentes serviços no sentido de poderem conhecer oportunidades ou legislação, disponibilidade de apoio, etc.
“Isentamos de taxas a construção de edifícios que se destinam a atividade agrícola. Sempre que os investimentos se mostrem importantes para o desenvolvimento de Cabeceiras de Basto, reconhecemos o interesse municipal dos mesmos para que os promotores possam vê-los valorizados em sede de candidaturas a fundos comunitários. Mantemos taxas de derrama mais baixas para empresas que tenham volume de negócios mais baixos. Criámos recentemente um apoio financeiro para a instalação e ou reinstalação de empresários nos setores agrícola, florestal ou agropecuário. Criámos apoio financeiro à produção pecuária. Vendemos lotes nas Zonas Industriais a preços reduzidos e oferecemos, ainda, desconto de 25% a jovens empresários até aos 35 anos de idade. Isentamos neste ano de 2016 a instalação de esplanadas nos espaços públicos para a dinamização da atividade hoteleira e de restauração. No âmbito das nossas atribuições e competências e num quadro de legalidade prestamos todo o apoio possível aos investidores que pretendam estabelecer-se em Cabeceiras de Basto”, enumerou o presidente da Câmara Municipal.
Afirmando que “não podemos substituir-nos aos empresários, mas podemos trabalhar em conjunto para promover o desenvolvimento”, Francisco Alves referiu que a Câmara Municipal tem “mantido parcerias importantes com as associações representativas dos comerciantes e industriais”.
A finalizar a sua intervenção, o presidente da Câmara desejou os maiores sucessos aos expositores desta 40ª edição da Agro Basto e a todos os visitantes que possam aproveitar o tempo e também divertir-se, já que associado ao evento existe um vasto programa de animação que valoriza a tradição e a cultura popular.
Na sua intervenção, o presidente da Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, Eng. Joaquim Barreto deixou palavras de esperança e confiança no futuro, expressando a sua satisfação pela realização da 40ª edição da Agro Basto e salientando que os estímulos ao interior e às suas gentes são muito importantes não só para o desenvolvimento do território, como também para a fixação da população.
Realçando a proximidade do Ministro da Economia às terras do interior, Joaquim Barreto falou ainda das importantes medidas que são criadas a pensar na valorização dos produtos endógenos e que servem de incremento à economia local.
Note-se que a Agro Basto, além de um espaço de promoção de produtos autóctones, de uma mostra de artesanato, de uma exposição de equipamentos e materiais ligados a setores como a agricultura, a pecuária e a floresta, integra também um concurso pecuário e uma exposição de fauna.
Trata-se de um dos mais importantes eventos das Terras de Basto onde participam mais de uma centena de expositores, provenientes não só desta região mas de todo o país.
O Programa da Feira e Festas de S. Miguel encerra no dia 30 de setembro.