A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
Seguiu-se a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho que, como é seu apanágio, representou um pouco do folclore de toda a região.
Por seu turno, o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita exibiu as danças e cantares, usos e costumes de outrora das gentes da região caramela. Trata-se de uma zona a sul da Estremadura que, nos começos do século XIX, recebeu numerosas gentes da Beira Litoral, sobretudo dos concelhos de Mira e Cantanhede que ali acabaram por si fixar.
E, a encerrar a festa, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, convidando o numeroso público para o habitual “vira geral”.
As gentes de Arcos de Valdevez radicadas na região de Lisboa cantaram e dançaram na Romaria Minhota organizada pela Casa do Minho. Sempre muito aplaudido, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez mostrou como outrora se cantava e dançava nas aldeias do seu concelho.
A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
Seguiu-se a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita e, como os últimos são os primeiros, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez encerrou a festa, convidando o numeroso público para o habitual “vira geral”… e este aderiu com entusiasmo, esforçando-se por acertar o passo ao ritmo do folclore arcuense!
Os macaenses vieram a Portugal e em Lisboa cantaram e dançaram à moda do Minho. Exibindo trajes à vianesa, a Associação de Danças e Cantares Portugueses “Macau no Coração” participou hoje na Romaria Minhota organizada pela Casa do Minho, em Lisboa, iniciativa que teve lugar na zona histórica e turística de Belém.
A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
Seguiu-se a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita e a encerrar o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.
Na passada sexta-feira (16 de setembro), a Biblioteca Municipal de Viana de Castelo, acolheu um colóquio dedicado às “Perceções sobre a Emigração Portuguesa”.
A contar da esquerda, José Luís Carvalho, Daniel Bastos, Paulo Pisco, José Maria Costa, Gérald Bonclourt, Rui Pedro Pires e Pedro Góis
O evento, que recebeu figuras nacionais para debater a emigração portuguesa, foi promovido pelo deputado eleito pela emigração, Paulo Pisco, em colaboração com o Município de Viana do Castelo, e teve como principal objetivo debater o olhar sobre Portugal de quem vive fora e como são vistos os portugueses residentes no estrangeiro.
Dividido em dois painéis moderados pelo deputado Paulo Pisco, a abertura do colóquio comportou a presença de José Luís Carneiro, Secretário de Estado das Comunidades, e de José Maria Costa, autarca de Viana do Castelo, assim como de historiadores e especialistas, para além do jornalista e fotógrafo Gérald Bloncourt, que teve presente na iniciativa uma exposição evocativa da história da emigração portuguesa para França nos anos de 1960 e que está na base da conceção e realização do livro “O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.
No primeiro painel, subordinado à temática “Como são vistos os portugueses residentes no estrangeiro”, intervieram o Presidente do Observatório da Emigração, Rui Pena Pires, que analisou a evolução e as caraterísticas da emigração e das comunidades portuguesas; o historiador Daniel Bastos, que destacou o papel da comunidade portuguesa de Toronto no Canadá, e o investigador da Universidade de Coimbra, Pedro Góis, que abordou a nova emigração e a relação com a sociedade portuguesa.
No segundo painel, subordinado à temática “Olhar sobre Portugal de quem vive fora”, intervieram o fotógrafo Gérald Bloncourt que recordou a sua ligação emblemática à emigração portuguesa para França, o empresário Carlos de Matos, que reviveu o seu percurso de vida desde a viagem a “salto” que empreendeu para França no final da década de 60 até ao sucesso no mundo dos negócios, e o dirigente associativo em Andorra, José Luís Carvalho, que expôs os anseios e desafios da comunidade portuguesa no Principado de Andorra.