Lisboa vestiu-se hoje com as alegres cores do Minho. O BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco levou a efeito o XVII Festival Nacional de Folclore, um espetáculo que contou com um conjunto de grupos participantes de reconhecida qualidade como desde há muito tempo que não se assistia por aquelas paragens.
O Festival contou com a participação do Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia – Esposende, Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato, o Grupo de Percussão “Bombrando” e, naturalmente, o grupo anfitrião. Mas, sem desprimor para os demais, os sargaceiros da Apúlia fizeram o gáudio do numeroso público que acorreu ao Largo do Martim Moniz para assistir ao espetáculo, depois de acompanhar o desfile etnográfico desde o Rossio.
A abrir o cortejo, o Grupo de Percussão “Bombrando” rufou os seus bombos, convocando o povo para a festa. Seguiram-nos os vários grupos participantes, exibindo os seus trajes e as suas alfaias caraterísticas.
Qual ex-líbris de Portugal, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira levou consigo o galo de Barcelos, distintivo do seu concelho. E foi com notório agrado que o público o viu desfilar e atuar em palco.
Mas, ao ver desfilar e atuar o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, os lisboetas renderam-se por completo, naturalmente devido à sua peculiaridade na forma de trajar e de dançar. Trajando a branqueta e a cabeça coberta com o sueste, levaram consigo o galhapão, a gaiteira e a carrela que são os utensílios da sua faina. E, tendo o castelo de S. Jorge como um dos magníficos cenários, os sargaceiros cantaram e dançaram para o numeroso público que os aguardava.
Os lisboetas e numerosos turistas rodearam de curiosidade e carinho todos os grupos folclóricos participantes neste festival, fazendo-se inclusive fotografar junto dos seus componentes. E, como não podia deixar de suceder, também foram muitos os minhotos que vivem e trabalham na região de Lisboa que não quiseram perder a oportunidade para assistir e aplaudir à sua atuação.
Qual ex-líbris de Portugal, o galo de Barcelos desceu hoje à capital. O Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira levou hoje a Lisboa o folclore da nossa região.
Tratou-se do XVII Festival Nacional de Folclore organizado pelo BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco. A iniciativa contou ainda com a participação do Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia – Esposende, Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato, o Grupo de Percussão “Bombrando” e, naturalmente, o grupo anfitrião.
Os lisboetas e numerosos turistas rodearam de curiosidade e carinho o rancho de Barcelos, fazendo-se inclusive fotografar junto dos seus componentes. E, como não podia deixar de suceder, também foram muitos os minhotos que ali vivem e trabalham que não quiseram perder a oportunidade para assistir e aplaudir a sua atuação.
O festival iniciou-se com um desfile a partir da Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, em direção ao Largo do Martim Moniz onde teve lugar o espetáculo propriamente dito.
Lisboa rendeu-se aos sargaceiros da Apúlia. O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia desceu à capital para mostrar como se canta e dança na sua terra, os seus usos e costumes muito peculiares.
Desde a Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, onde se concentraram para desfilar, ao longo do percurso e no largo do Martim Moniz, os sargaceiros foram sempre rodeados de numerosas pessoas – lisboetas, imigrantes e turistas – que lhes fizeram inúmeras fotografias e sobretudo os aplaudiram e acarinharam.
Trajando a branqueta e a cabeça coberta com o sueste, levaram consigo o galhapão, a gaiteira e a carrela que são os utensílios da sua faina. E, tendo o castelo de S. Jorge como um dos magníficos cenários, os sargaceiros cantaram e dançaram para o numeroso público que os aguardava. E a sua atuação constituiu a apoteose do magnífico festival de folclore organizado pelo BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco, uma iniciativa que contou também com a participação do Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato e o Grupo de Percussão “Bombrando”.
Fundado em 1934, o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia é um digno representante do folclore do Minho.
Movijovem sugeriu alterações ao protocolo aprovado em Dezembro do ano transacto
O Executivo Municipal analisa na próxima Segunda-feira, 19 de Setembro, em sede de reunião de Câmara, uma nova proposta a celebrar com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e a Movijovem que prevê a atribuição da gestão da Pousada da Juventude ao Município de Braga pelo prazo de 30 anos, comprometendo-se a Autarquia com a realização das obras de reabilitação do imóvel – a intervenção contará com um investimento na ordem dos 900 mil euros e o concurso público será brevemente lançado.
A exploração do equipamento, situada na Rua Santa Margarida e integrado na Rede Nacional de Pousadas da Juventude, será da responsabilidade da InvestBraga, empresa municipal vocacionada para a dinamização económica.
Face à proposta de protocolo anteriormente aprovada, no 10 de Dezembro de 2015, a Movíjovem propôs a diminuição do prazo de exploração (de 40 para 30 anos) e, como consequência do atraso na respectiva análise, determinou-se uma data diferente para a transmissão dos vínculos laborais dos trabalhadores afectos à Pousada da Juventude de Braga, (que se transmitem até ao dia 31 de Março de 2017, em vez de 30 de Junho de 2016),
Considerando a importância estratégica da existência de um equipamento como uma Pousada de Juventude no Concelho de Braga e a degradação verificada nas actuais instalações, que obrigam à necessidade de recuperação da mesma e a uma adequação aos padrões de conforto actualmente exigidos, a recuperação das instalações permitirá disponibilizar aos jovens e associações juvenis um equipamento de elevada qualidade e conforto.
As futuras instalações da Pousada de Juventude albergarão também as instalações de um Centro de Juventude ao serviço de toda a população e serão dotadas de auditório polivalente, salas de reuniões e espaços de formação.
Desta forma, e no âmbito da aposta do Município no desenvolvimento turística, pretende-se rentabilizar um equipamento que actualmente não reúne as condições necessárias ao desempenho das funções para as quais se encontra vocacionado. A requalificação e dinamização do espaço permitirão que Braga tenha um grande alcance em termos de atractividade e acolhimento de jovens, fazendo assim face ao volume de actividades que se realizam no território.