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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CELORICO DE BASTO REALIZA FESTIVAL DE MÚSICA ALTERNATIVA

Gandarela´s Fest um festival alternativo em Celorico de Basto

A DJ Olga Rayzanova foi a grande atração do Gandarela´s Fest, um festival de música alternativa que teve lugar em Gandarela de Basto, aquando das festas em honra da senhora de Oliveira, no dia 12 de agosto.

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Organizado pelo 4º ano consecutivo por um grupo de amigos, o Gandarela´s Fest é o único festival a ter lugar em Celorico de Basto. Este ano contou com a presença da conceituada DJ Olga Rayzanova, dos Orangotando, do Dj Mariska, do Dj Fanzi e do DJ Bones.

A organização mostrou-se satisfeita com a adesão a este festival. “Não podemos baixar a fasquia, temos cada vez mais festivaleiros a procurar o Gandarela´s Fest pela qualidade do mesmo. A aposta na Olga Rayzanova foi aposta ganha, porque enchemos o recinto e atraímos pessoas oriundas de vários pontos de Portugal” disse José Sousa, da Organização. “Temos por objetivo lançar este festival para o nível de muitos que se promovem em Portugal, e vamos no bom caminho”.

Este festival contou com o apoio da Câmara Municipal de Celorico de Basto e de outras entidades que se quiseram associar a um evento que cresce a cada edição.

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RANCHO FOLCLÓRICO INFANTIL E JUVENIL DE S. BARTOLOMEU DO REGO APRESENTA FESTIVAL DE FOLCLORE EM CELORICO DE BASTO

Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de S. Bartolomeu do Rego apresentou o XVII festival de folclore em Celorico de Basto

Celorico de Basto mostrou mais um festival de folclore, desta vez na freguesia do Rego tendo como anfitrião o Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de S. Bartolomeu do Rego. Um festival, único no concelho, pelo cariz infantil e juvenil, que vai já na XVII edição, que decorreu no dia 20 de agosto, junto à igreja da freguesia do Rego.

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“Ver estes jovens a dançar com tanta alegria é sinónimo de que o trabalho está a ser bem feito e que as entidades envolvidas sabem cativar os mais jovens para a preservação desta arte. É preciso que estas tradições, que representam a nossa identidade, se mantenham ao longo dos tempos” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, um dos convidados para a XVII edição deste festival.

Por coincidência este festival antecedeu a festa da Senhora da Saúde e a festa de S. Bartolomeu do Rego, duas festividades organizadas naquela freguesia. No entanto, “não existe uma data fixa para este festival” disse Adélia Vaz, porta-voz do grupo anfitrião. Um festival que acontece no mês de agosto e que procura manter vivas as tradições do folclore. “Enquanto houver jovens para dançar continuaremos a valorizar o folclore. De facto, temos tido algumas baixas por causa do trabalho e dos estudos mas temos sempre gente nova a entrar e enquanto isso acontecer, este grupo manter-se-á” realçou.

O XVII festival contou com quatro grupos convidados sendo eles o Rancho Folclórico Flores de Monfirre em Mafra, o Rancho Etnográfico Infantil e Juvenil da Borda do Campo da Figueira da Foz, o Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Gondarém de Vila Nova de Cerveira, e o Rancho Folclórico dos Amigos do Castelo de Celorico de Basto.

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CABECEIRAS DE BASTO REALIZA PASSEIO LITERÁRIO

‘O Lourenço de Braga’ trouxe largas centenas ao Passeio Literário

Largas centenas de pessoas participaram no sábado à noite, 27 de agosto, no Passeio Literário organizado pela Câmara Municipal, através do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e da Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho, que levou os participantes por um percurso que teve início na Praça José Salreta (Quinchoso) e que terminou no Souto Longal, sempre guiados pelos atores do Centro de Teatro.

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Uma noite cultural diferente cheia de encontros, vivências e recordações, cheia de emoções e muitos risos à mistura.

Dinamizado pelo quarto ano consecutivo, o Passeio Literário destacou em 2016 a obra ‘O Lourenço de Braga’ de José Salreta, um projeto que tem como objetivo dar a conhecer autores locais e revitalizar espaços fora do comum.

O passeio literário contou com a participação especial dos Amigos da Concertina ‘Águias de Painzela’.

Ao evento associaram-se o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, e o vereador Alfredo Magalhães.

Com esta iniciativa, pretendeu-se criar um itinerário literário através das peripécias, pensamentos e sentimentos de algumas das personagens d’ ‘O Lourenço de Braga’, aproximando a comunidade à obra literária, ou seja, ao património material e imaterial de Cabeceiras de Basto. Uma aposta na cultura, na literatura e no turismo local.

O dramaturgo e encenador José Salreta viveu em Cabeceiras de Basto e dá nome à praceta em frente ao Quinchoso. Nascido em Lisboa trabalhou numa companhia de teatro itinerante que veio a Cabeceiras de Basto no início do século XX. Apaixonou-se por uma cabeceirense de Abadim e decidiu ficar. Dinamizou o teatro no concelho com diversas encenações, foi fundador do Jornal de Cabeceiras e aqui constituiu família.

José Salreta nasceu a 23 de fevereiro de 1873, em Lisboa, e morreu a 13 de janeiro de 1954.

A obra

Trata-se de uma comédia de costumes que envolve uma grande confusão com os ‘Lourenços’, nome que na altura era vulgar entre os homens de Braga. Com tantos enganos, só há um rapaz capaz de ajudar a solucionar tamanha confusão: um outro Lourenço, mais conhecido como o Lourenço de Braga.

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PONTE DE LIMA JÁ ESTÁ EM FESTA: ACABA DE SER EDITADA A REVISTA “O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS”!

Ponte de Lima já está em festa! Acaba de ser distribuído o nº 33 da II Série da revista “O Anunciador das Feiras Novas”, publicação anual de informação, cultura, turismo e artes limianas, invariavelmente editada e distribuída por ocasião dos festejos das Feiras Novas, em Ponte de Lima, antecipando a sua própria realização.

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Ainda os bombos dos zés pereiras não começaram a rufar a anunciar a festa e já a revista “O Anunciador das Feiras Novas” nos convoca para a romaria em honra de Nossa Senhora das Dores, aquela que é justamente considerada uma das mais grandiosas e genuínas romarias de Portugal – as Feiras Novas de Ponte de Lima – a que se lhe juntam as feiras francas, a estúrdia e o arraial.

As Feiras Novas são o expoente máximo da exuberância que muito bem caracteriza o minhoto em todos os aspetos da sua vida: no trabalho e na Fé, no trajar e no comer, quando a vida lhe corre de feição e quando ela lhe reserva as maiores contrariedades. E, até quando é forçado a emigrar para terras distantes ou é destacado para a guerra como sucedeu nos começos do século passado, ele não se esquece de levar consigo a concertina e o cavaquinho, o bombo e as castanholas e, por onde passa, contagia todos à sua volta com a sua maneira de ser alegre e vitorioso. Não admira, pois, que tenham sido precisamente aos minhotos que coube a nobre e histórica incumbência de fundar a nossa nacionalidade!

A revista “O Anunciador das Feiras Novas” é propriedade da Associação Empresarial de Ponte de Lima e coordenação de Alberto do Vale Loureiro. Contando com a valiosa contribuição de um leque variado de colaboradores, a revista aborda os temas mais diversos relacionados com Ponte de Lima, como a História, turismo, gastronomia, botânica, literatura, desporto e genealogia, constituindo ainda uma montra do comércio, industria e serviços que concorrem para o progresso económico e social do concelho.

Mas, ninguém melhor do que o próprio Coordenador da revista “O Anunciador das Feiras Novas”, o sr. Alberto do Vale Loureiro, a quem Ponte de Lima e os limianos devem a edição de tão magnífica publicação para descrever a epopeia que desde o primeiro número tem constituído este notável esforço de engrandecer as Feiras Novas com uma revista de grande qualidade gráfica e de conteúdo que a tornam uma referência na imprensa do Minho. É que, ao contrário do que frequentemente sucede nos tempos que correm, o seu layout não constitui um embrulho de fantasia para impressionar os leitores sem mais-valia cultural ao nível de conteúdo. Nesse sentido, publicamos as palavras que ele próprio proferiu na homenagem que em 30 de agosto de 2013 lhe foi prestada, por ocasião do 30º aniverário da revista.

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“Quando em Junho de 1984 me aflorou a ideia de avançar com a edição de uma revista que enriquecesse o meio cultural de Ponte de Lima, nem por sombras antevia que a sua longevidade atingisse 25 anos de publicação ininterrupta.

Nessa altura, renascia então “O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS” em II série, com 88 páginas, publicação modesta, de acordo com as possibilidades da época. A aceitação foi do agrado geral e, a partir daí, jamais deixou de se publicar.

Apesar das dificuldades acrescidas de ano para ano e do esforço despendido, o “Anunciador” foi crescendo atingindo hoje (2008) as 224 páginas.

Em todas as publicações procuramos fazer sempre o melhor, nunca nos furtando às responsabilidades inerentes e procurando satisfazer os anseios e críticas advindas dos apreciadores da revista. Acatamos as situações de encorajamento e recebemos os elogios de forma responsável. Acima de tudo procuramos fazer algo de útil em prol da cultura limiana. Disso estamos cientes.

No entanto fomos reparando que a façanha empreendida criava uma empatia no seio da comunidade limiana e não só! Veja-se, por exemplo, que instituições públicas nacionais como a Universidade de Coimbra, através da sua biblioteca nos fazia chegar via postal, personalizado, solicitando o envio do “Anunciador”; a Universidade de Mato Grosso, no Brasil, por forma intermediária de um comerciante limarense já falecido, proprietário da Casa Pimenta, também se interessou pela publicação; o Director da RTP na altura, Carlos Miguel de Abreu de Lima de Araújo, escrevia-me num cartão-de-visita da própria Rádio Televisão Portuguesa tecendo os maiores encómios ao trabalho literário da revista e pedia o seu envio. Muitas outras personalidades de relevo social de outras regiões se interessaram pela sua publicação e, o que muito nos apraz registar, são muitos os que a coleccionam.

Com cada vez maior adesão de colaboradores literários que deram sempre, de forma generosa, um excepcional contributo cultural, dando a conhecer a história, a etnografia, os momentos sócio-culturais, os mais diversos, as vivências da sociedade, as peripécias próprias de outras épocas, as artes, o ambiente, o destaque das figuras notáveis nos mais diversos sectores e o tipicismo das gentes limianas, num conjunto apelidado, e bem, de TERRA RICA DA HUMANIDADE – “O ANUNCIADOR” foi captando cada vez mais a admiração e o carinho dos seus leitores.

Momento propício, agora, para prestarmos homenagem aos Colaboradores que fisicamente já não fazem parte do mundo dos vivos – a Parca os levou – mas cuja memória se eternizou através dos escritos que nos legaram. Assim lembramos:

- O Dr. Rui Brandão Leite Braga (professor e escritor); o etnógrafo Amadeu Costa; o médico e escritor, Dr. José Crespo; o Dr. João marcos (poeta e escritor); Aníbal Marinho, publicista e poeta; Laurinda carvalho Araújo, professora, poetisa e escritora; Severino Costa, escritor e jornalista; António Manuel da Silva Vasconcelos, conhecido pelo pseudónimo (António Porto-Além) poeta e professor e por fim, e de forma propositada, Maria Emília Sena de Vasconcelos (memorialista e poetisa).

Perdoem-me que me detenha uns breves instantes com esta senhora de grande distinção e fino trato, dotada de elevada cultura e valores morais, com quem primei de um modo muito particular. Figura relevante nas letras e na poesia, dedicada etnógrafa, poliglota, conhecedora irrepreensível do meio social da região, viajou mundo fora. Era admirável a sua caligrafia. Tanto em manuscrito como imitava, de forma perfeita a letra de impressa. Possuo alguns desses documentos em cartas que me escrevia nas quais me tratava como “velho amigo Vale”. Era de uma generosidade e disponibilidade notáveis.

Mas a II série d’ “O Anunciador das Feiras Novas” também tem por objectivo homenagear o seu fundador – Augusto de Castro e Sousa – que em 1947 fez sair o 1º número e a quem pedi a anuência de continuar o seu trabalho solicitando-lhe me desse permissão para utilizar o título e em cujo 1º número da II série (1984) convidei o meu bom amigo e competente mestre de artes gráficas para escrever a nota editorial.

O “Anunciador” prosseguiu o seu caminho. Durante 22 anos conseguimos aguentar toda a carga de preparação até chegar à oficina gráfica, contactando os patrocinadores pessoalmente, acompanhando a sua feitura na paginação e consequente impressão, fazendo a distribuição pelos anunciantes com a ajuda de minha esposa e meus dois filhos que, mesmo já sendo licenciados e com mestrado me deram todo o apoio necessário até onde puderam. Depois ainda havia a função de receber o contributo dos patrocinadores para a liquidação da conta da gráfica. Começava todo este trabalho em Abril e só terminava em finais de Setembro.

Mas como em tudo na vida, há um tempo limite que nos impede de prosseguirmos o caminho com a mesma força e vigor, foi então que chegado o nº22 ficou encarregada de angariar a publicidade e fazer a respectiva distribuição a Associação Empresarial de Ponte de Lima a quem havia oferecido em 1986, sem qualquer compensação todos os direitos da revista, responsabilizando assim a mesma na sua publicação caso algo acontecesse que me impedisse de continuar o meu trabalho. Em resumo: o fundador foi Augusto de Castro Sousa; a reedição e propriedade em II série foram da minha responsabilidade e a partir de 1986, por questões burocráticas, passei a propriedade para a Instituição representante dos comerciantes e industriais de Ponte de Lima, continuando, no entanto, até aos dias de hoje, a manter o estatuto de reeditor e coordenador.

E porque o esforço feito para manter a publicação não pertence só ao coordenador, aqui deixamos um agradecimento muito sincero aos Colaboradores que, assiduamente, nos brindam com os seus escritos e mantêm vivos os valores da história e cultura da região limiana.

Ao Comércio e à Indústria que, apesar das dificuldades próprias duma luta insana que travam pela vida, não deixam de mostrar a atenção que dispensam à valorização e promoção do Concelho. Sem a sua presença não seria possível concretizar este trabalho.

A todos a maior gratidão.

Por fim aos mentores deste convívio comemorativo expresso a minha admiração pela feliz ousadia.”

Discurso publicado em http://acoutinhoviana.blogspot.pt/

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BOLETIM MUNICIPAL DE FAMALICÃO “CANTA” OS PARABÉNS À CASA DAS ARTES

Publicação é distribuída gratuitamente a partir de amanhã em Vila Nova de Famalicão

O 15.º aniversário da Casa das Artes é o grande destaque de uma nova edição do Boletim Municipal de Vila Nova de Famalicão que a Câmara Municipal começa a distribuir nos próximos dias. Quinze anos depois da sua entrada em funcionamento, a Casa das Artes continua com o fôlego das grandes casas de espetáculos do século XXI e mantém-se como um dos principais polos irradiadores de cultura e de formação de novos públicos do país.

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A edição de setembro do Boletim Municipal, que é um dos meios de comunicação utilizados pela autarquia para manter os famalicenses informados sobre as várias dinâmicas que acontecem diariamente no município, tem por isso justificado o foco neste incontornável equipamento cultural do país, traçando um pouco do seu historial, das suas valências e das suas apostas futuras.

O tema serve como ponto de partida para a explanação de vários conteúdos de natureza cultural que estão a ser desenvolvidos em Vila Nova de Famalicão, com o Presidente da Câmara Municipal a reafirmar a área como “uma aposta estratégica do município”.  

“A Casa das Artes é apenas um dos polos difusores de cultura em Vila Nova de Famalicão. A dinamização da Rede Museológica Municipal, composta por 13 museus, e a salvaguarda e valorização do património material e imaterial do concelho, são outras faces da mesma ambição de fazer de Vila Nova de Famalicão um concelho moderno, esclarecido e aberto ao mundo. A formação cultural é a chave para lá chegar”, refere Paulo Cunha no editorial que abre a publicação.

Mas há espaço na publicação para conteúdos informativos de outras dimensões do dia-a-dia famalicense.  “Este boletim de tudo um pouco nos diz, refletindo a dinâmica municipal dos últimos meses. Editamos esta publicação com muito carinho, não com o intuito de dizer o que fazemos, porque isso os famalicenses descobrem-no naturalmente, mas antes como mais um contributo para reforçarmos junto dos famalicenses o orgulho que sentem por fazerem parte deste grande projeto coletivo chamado Vila Nova de Famalicão e para que, cada vez mais, desfrutem e se envolvam com a sua comunidade.

O Boletim Municipal tem uma tiragem de 30 mil exemplares e é distribuído gratuitamente, de forma não endereçada, no território concelhio. Quem não o receber em casa, pode facilmente levantar um exemplar nos diversos organismos municipais dispersos pelas freguesias do concelho e inclusivamente nas próprias Juntas de Freguesia.

Outra opção de leitura é através do formato digital, disponível para consulta e download a partir de hoje no portal do município em www.vilanovadefamalicao.org.

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MONÇÃO: “A FEIRA DO 27 AJUDA A REVITALIZAR O MUNDO RURAL”

Certame, dedicado à comercialização de gado e produtos do campo, realizou-se no passado sábado, 27 de agosto, no lugar de Santo Amaro, em Ceivães. Sucesso da segunda edição garante alargamento no próximo ano que passará a decorrer durante todo o fim-de-semana.

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Com organização da União de Freguesias de Ceivães e Badim e da Associação Cultural, Desportiva e Social dos Jovens de Ceivães, realizou-se no passado sábado, 27 de junho, a Feira do 27, em Ceivães. O resultado é claramente positivo, tendo o autarca local, Carlos Vilarinho, informado que, no próximo ano, também em agosto, o certame terá dois dias, sábado e domingo.

À semelhança da feira do ano passado, que regressou após um interregno de mais de quatro décadas, o lugar de Santo Amaro decorou-se a preceito para receber os visitantes que, em número significativo, tiveram a oportunidade de assistir às recriações à moda antiga, batendo o pé ao som da música tradicional e cantares regionais.

A feira do gado trouxe animais fortes e robustos “recrutados” em Monção, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Vila Nova de Cerveira e Vila Verde. Ao todo, apresentaram-se aos diversos concursos 65 animais. Um número revelador da importância que o certame começa novamente a ter na região apesar dos constrangimentos sentidos pelos produtores de gado.

Mais que um, com vários anos de experiência na criação de animais, confidenciaram que as dificuldades são imensas, os subsídios “não chegam para as encomendas” e a alimentação dos animais “está pela hora da morte”. Juntando-se o facto de “os jovens não quererem saber disto”, esta atividadetem “os dias contados”. “Por este andar, qualquer dia ninguém cria gado” sintetizou Fernando Coelho.

Neste dia, abafado pelo sol abrasador, muitas pessoaspassaram pelo recinto da feira. Muitas delas, quase com a mala feita para o regresso ao trabalho no estrangeiro, aproveitaram para recordar tempos passados e confraternizar com os familiares e amigos. À sombra, José, na casa dos cinquenta, referiu: “Em França, é só trabalho. Aqui, podemos passar bons momentos. Ainda não fui embora e já tenho saudades”

Presente na sessão de abertura, Augusto de Oliveira Domingues, sublinhou que “Monção é um enorme palco cultural ” com “manifestações várias nas freguesias do concelho” num verão que “está a trazer muita gente à nossa terra desejosa de conhecer os nossos monumentos, a nossa gastronomia e as nossas tradições”

Recordou que “este género de iniciativas ajuda a valorizar o que é nosso e a facilitar o escoamento de produtos” e enalteceu “o empenho e dedicação da organização na realização do certame”. Por fim, agradeceu aos bombeiros pelo trabalho difícil de proteger bens e pessoas e aos emigrantes por ajudarem a revitalizar a economia local.

“Não queremos que o Portugal das aldeias morra. Teimamos na sua preservação. Este exemplo, como outros, demonstram bem que os autarcas locais, as associações de jovens e a iniciativa privada, estão apostados na revitalização de tradições e nodesenvolvimento de conceitos ligados ao mundo rural” adiantou. 

Apoiada pela Câmara Municipal de Monção, a Feira do 27 compreendeu um concurso de gado, animação popular com concertinas e ranchos folclóricos, verbena pela noite dentro e expositores com artesanato local, doçaria tradicional e produtos de campo como hortaliças, legumes, ovos, feijão etc.

O objetivo central assentou na recuperação de um certame vocacionado para a promoção e comercialização de gado que ainda está vivo na memória dos mais velhos, uma vez que esta feira, recuperada no último ano após um pousio superior a quarenta anos, era bastante conhecida e procurada pelos comerciantes de gado da região.

No âmbito do certame, foi celebrada uma cerimónia simbólica de abertura oficial de um terminal ATM (caixa multibanco), no lugar da Valinha, Ceivães. Para assinalar o ato, marcou presença o Presidente do Conselho de Administração Executivo do Crédito Agrícola do Noroeste, José Correia da Silva.

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FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA DE FAMALICÃO PROLONGA SENSAÇÃO DE FÉRIAS

Certame abre esta sexta-feira, dia 2 de setembro, com mais de 100 artesãos, 12 restaurantes e tasquinhas e mais de 20 espetáculos musicais

É já nesta sexta-feira, dia 2 de setembro, que abrem as portas de uma das mais persistentes feiras de artesanato do país. Em Vila Nova de Famalicão, há mais de 30 anos consecutivos que o final das férias e o regresso ao trabalho é amenizado pela realização da Feira de Artesanato e Gastronomia que oferece aos visitantes motivos fortes para manterem o espírito de passeio e de desfrute gastronómico tão característico das férias.

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Do Norte ao Sul do país, a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão percorre as tradições e os sabores mais genuínos de cada região, proporcionando aos seus visitantes uma autêntica viagem pelo território nacional.

As mãos são mesmo a principal matéria-prima do certame. São as mãos que moldam, que tecem, que cozinham, que desenham, que entrelaçam… São elas que materializam nos objetossaberes ancestrais, transmitidos e apurados ao longo de sucessivas gerações. Por isso, o trabalho ao vivo é uma das imagens de marca do certame que traz até ao dia 11 de setembro a Vila Nova de Famalicão mais de uma centena de artesãos, que vão elaborando as suas peças nas mais diversas artes, da cestaria à tamancaria, serralharia, barro, tecelagem, ourivesaria, marcenaria, entre muitas outras.

E são também as mãos as grandes responsáveis pelo requinte e apuro da confeção da gastronomia que será servida nos seis restaurantes típicos regionais e nas tasquinhas  que vão  afagar o estômago e a alma dos visitantes.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão é um dos grandes cartazes turísticos da região, registando um prestígio e uma notoriedade a nível nacional de relevo”.  E acrescenta: “Os últimos anos têm sido particularmente importantes para a força da feira, com os números de visitantes a bater recordes, mas também com uma enorme procura por parte de artesãos e restaurantes que querem fazer parte desta iniciativa”.

A animação popular variada e permanente tem contribuído também para a reputação do evento, que atrai público vindo de todo o país e da Galiza. Os grupos folclóricos, cantares ao desafio e muita música tradicional portuguesa são presença obrigatória. Este ano, destaque para os concertos de Zé Amaro e o quinteto Daniel Pereira Cristo, por entre mais de duas dezenas de espetáculos musicais, muitos deles proporcionados  por artistas e grupos famalicenses. Porque a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão também é isso: um grande palco para os artistas e grupos da terra darem a conhecer o seu trabalho ao público.

“São dez dias de grande animação para recordar tradições populares e descobrir novas artes e sabores ancestrais”, refere Paulo Cunha, convidando as pessoas a várias passagens pelo recinto da feira, até porque, a entrada é livre.

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BRAGA REALIZA HASTA PÚBLICA PARA O EVENTO "NOITE BRANCA BRAGA 2016"

Stand para a Noite Branca de Braga licitado por 950 euros

Realizou-se hoje, dia 29 de Agosto, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a hasta pública destinada à adjudicação do direito de exploração, para o evento ´Noite Branca Braga 2016´, de um stand de vendas de bebidas, a instalar na Praça Municipal.

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O valor de adjudicação fixou-se nos 950 euros, sendo que esta Hasta Pública resulta da desistência de um dos licitantes da Hasta Pública realizada no passado dia 12 de Agosto.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Município de Braga procedeu à licitação pública de stands de vendas de bebidas, a colocar em vários pontos da cidade, tornando equitativo e transparente todo o procedimento de atribuição do direito à exploração deste tipo de estabelecimentos temporários para venda nos principais recintos do evento.

A Noite Branca Braga 2016, que ocorre entre 02 e 04 de Setembro, afirma-se como um dos maiores eventos culturais da região. O evento tem por objectivo celebrar e promover a Cidade, a sua História, as infra-estruturas, a Juventude e a Cultura.

O evento realiza-se desde as 18h00 do dia 02 de Setembro, Sexta-feira, até às 23h00 de Domingo, dia 04 de Setembro. Assim, e ao longo destes três dias, Braga veste-se de branco e será, mais uma vez, palco de grandes iniciativas culturais e de lazer.

FEIRA AGRICOLA E DOS PRODUTOS TRADICIONAIS DE 23 A 25 DE SETEMBRO EM VILA PRAIA DE ÂNCORA

Inscrições terminam a 16 de setembro

De 23 a 25 de setembro, a agricultura vai estar em destaque em Vila Praia de Âncora com a promoção de mais uma edição da Feira Agrícola e dos Produtos Tradicionais. As inscrições para participar (agricultores e agentes económicos/empresas) terminam a 16 de setembro.

Este certame promovido pelo Município de Caminha visa a divulgação e promoção da agricultura, bem como a comercialização dos seus produtos. Pretende ainda servir de incentivo à instalação de Jovens Agricultores com projetos inovadores e permitir o debate de questões ligadas ao setor primário, integrando parceiros e instituições ligados à atividade agrícola.

A organização está a ultimar os preparativos para que esta edição seja mais uma aposta ganha, avançando desde já que da programação constam vários workshops, sessões temáticas, prova de produtos tradicionais locais, exposição de alfaias agrícolas antigas, passeios a cavalo e animação com grupos de música tradicional.

Assim, os agricultores e agentes económicos/empresas cuja atividade se enquadre no âmbito da feira interessados em fazer parte do evento deverão submeter a respetiva inscrição através do endereço eletrónico ambiente@cm-caminha.pt ou por correio, para: Município de Caminha/Largo Calouste Gulbenkian/4910-113 Caminha.

VILA VERDE: ESPETÁCULOS ANIMAM PICO DE REGALADOS

O Pico de Regalados respirou cultura com três noites de espetáculos ao vivo!

O Pico de Regalados respirou cultura durante o último fim-de-semana, 26 a 28 de agosto, com três noites de espetáculos ao vivo. Música tradicional, teatro, dança, folclore, poesia e fado, numa iniciativa com grande diversidade de manifestações artísticas que encheram de cor e alegria o centro da vila.

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O cartaz prometia, o público não se fez rogado e aderiu em massa ao evento. Durante as três noites, brindou os artistas e a organização com belas molduras humanas que tornaram a ocasião ainda mais especial. O cartaz contou com um misto de atores locais e artistas convidados. Esta aposta permitiu voltar a cumprir um dos objetivos da iniciativa, a promoção e divulgação do potencial de coletividades e individualidades locais, mantendo uma grande variedade de expressões artísticas.

Na primeira noite, 26 de agosto, as performances apelaram ao sentimento, com um concerto de Fado e uma sessão de declamação de poesia, atividades de grande carga emocional.

No dia seguinte, a toada mudou e a alegria animação do folclore tomou conta do recinto, a que se somou ainda uma divertida peça de teatro que levou os espetadores numa viagem pelo passado.

Ontem, 28 de agosto, o serão foi de dança, com o vigor dos Pauliteiros de Miranda, e de música tradicional, com a atuação do Grupo Verde Canto. As Noites Temáticas são organizadas pela Junta da União de Freguesias do Pico de Regalados, Gondiães e Mós, e inserem-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

“Promover a tradição e a etnografia minhota”

A organização faz um balanço extremamente positivo de um evento que voltou a alcançar as metas a que se propôs e que se vai consolidando de ano para ano, garantindo já um lugar privilegiado na agenda cultural da região.

“Estamos muito satisfeitos com a adesão popular, com a qualidade dos momentos culturais e com a diversidade de espetáculos, que permitiu também promover a tradição e a etnografia minhota”, afirmou o autarca local.

 César Cerqueira revelou ainda que os principais objetivos das noites temáticas passam por divulgar as potencialidades dos artistas locais e criar um cartaz cultural atrativo, planeado para enriquecer o programa de verão da vila e atrair visitantes ao centro do Pico, dinamizando o comércio e a economia local.

“Grande diversidade de manifestações artísticas”

A vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes, deixou rasgados elogios ao trabalho desenvolvido pela comunidade picoense na promoção da cultura, apresentando uma “grande diversidade de manifestações artísticas” e assumindo-se como “um palco privilegiado para a promoção das associações locais, a que se juntam os artistas convidados para serões muito interessantes”.

Júlia Fernandes concluiu reforçando a importância da iniciativa na “preservação e promoção das tradições locais”. A programação Na Rota das Colheitas, que se estende de agosto a novembro em mais de 30 iniciativas, continua já no próximo fim de semana com a Agridoce – Feira de Agricultura e Doçaria, em Cabanelas, e com a Espadelada do Linho, em Marrancos.

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JOVENS DE BRAGA FAZEM FÉRIAS FANTÁSTICAS

Participantes das ‘Férias Fantásticas’ visitaram a Câmara Municipal de Braga. Iniciativa termina no dia 31 de Agosto
Algumas das crianças e jovens que participam no programa ‘Férias Fantásticas’, organizado pelo Município de Braga, visitaram hoje, 29 de Agosto, o edifício dos Paços do Concelho.

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Nesta deslocação, os jovens tiveram a oportunidade de conversar com o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, partilhando alguns dos momentos mais marcantes das ‘Férias Fantásticas’, que terminam já no próximo dia 31 de Agosto. Depois da fotografia na escadaria do edifício, os jovens partiram numa viagem pelas principais artérias da Cidade a bordo do comboio turístico.

Teatro, dança, actividades desportivas, idas à praia e à piscina, cinema, visitas a museus e a outros espaços culturais da Cidade são apenas algumas das acções que dão corpo a este programa que está a proporcionar aos participantes experiências únicas.
Na ocasião, Ricardo Rio sublinhou a importância do programa, considerando que o mesmo visa atender às necessidades das famílias em situação de vulnerabilidade social e promover a ocupação dos tempos livres das crianças e dos jovens de forma saudável. O Edil enalteceu igualmente o exemplar o esforço conjunto de entidades públicas e privadas na concretização deste programa, que envolveu cerca de 200 participantes.

ARCUENSES RECOLHEM MANUAIS ESCOLARES

Campanha de troca de manuais escolares decorre até meados de setembro

A campanha de recolha e empréstimo de manuais escolares para o ano letivo de 2016/2017 continua a decorrer nas sedes dos agrupamentos de escolas do concelho de Ponte de Lima, e na Biblioteca Municipal, até ao próximo dia 16 de Setembro.

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Nesse sentido, voltamos a apelar à solidariedade dos nossos concidadãos para a cedência de livros usados - em bom estado de conservação e de atualidade curricular - gesto que permitirá a várias famílias uma maior racionalização de custos.

No momento, a Biblioteca Municipal dispõe de vários livros escolares para requisição gratuita, mas pretende continuar a reforçar em títulos a sua base de dados.

Relembramos que a segunda edição do Banco de Manuais Escolares – projeto de beneficiação social, financeira e ambiental do Município de Ponte de Lima – arrancou no passado mês de julho, tendo recebido contribuições diversas de cidadãos interessados em participar ativamente na campanha.

Seja o próximo, doe um livro e ajude quem precisa

S. BARTOLOMEU ATRAI MILHARES DE DEVOTOS E FOLIÕES A PONTE DA BARCA

Ponte da Barca: Romaria de S. Bartolomeu superou expectativas. Milhares de pessoas assistiram a quase todas as iniciativas que integraram o programa destes seis dias de festa

Ponte da Barca despediu-se de mais uma edição das Festas do Concelho, a Romaria de S. Bartolomeu, com um dos momentos únicos proporcionados pelo ecoar do deslumbrante espetáculo de fogo-de-artifício piromusical, e pela grandiosa e solene Procissão, com a participação de todas as freguesias do concelho com os seus Santos mais representativos.

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A romaria ficou também marcada pela noite dos Cantares ao Desafio que, uma vez mais, encheram a Praça da República, a par do concerto do David Carreira, espetáculos que atraíram a Ponte da Barca milhares de pessoas, o Concurso de Melão Casca de Carvalho e a Feira do Linho.

Com as ruas apinhadas de gente, o cortejo Etnográfico, considerado m dos melhores dos últimos anos, teve como tema 'As nossas vivêcias' e contou com a envolvência de associações e coletividades das freguesias e uniões de freguesias do concelho que desfilaram as muitas tradições locais.

Antes da Procissão decorreu, pela primeira vez, uma missa campal em honra de São Bartolomeu. Com uma forte adesão, a mesma foi cantada pela União de Coros das Freguesias de Ponte da Barca e realizada junto à Capela do Santo.

Animação folclórica em todos os dias

Presença imprescindível no ritual desta festa foi também o folclore que contou, para além dos Festivais de Folclórico no primeiro e último dia, com a atuação de Ranchos Folclóricos em todos os dias no palco da feira das tasquinhas e do artesanato, e no Largo do “Urca”, onde os populares se formam espontaneamente para dançar o vira pela noite dentro.

Tradicionais Rusgas foram o ponto alto da festividade

Apesar das muitas atrações preparadas, o grande cartaz das Festas de S. Bartolomeu aconteceu, como é habitual, na noite de 23 de Agosto, fazendo jus aquela que é por excelência a Capital daS Rusgas Populares.

Muitos foram aqueles que festejaram e marcaram presença de forma massiva, entusiasta e integrada no espírito da festa através dos trajes e dos instrumentos tradicionais, tendo a concertina e as castanholas como rainhas da festa. Milhares de pessoas de várias localidades do país rumaram a Ponte da Barca para o desfile e atuação das rusgas pelas ruas da vila.

As rusgas que se formaram prolongaram a folia e convidaram foliões a participar durante toda a noite, numa verdadeira festa minhota que só terminou, como habitualmente, de manhã.

Terminada mais uma edição das Festas Concelhias, Ponte da Barca cumpriu a tradição com a Romaria mais genuína de todo o Alto Minho.

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COMPANHIA OLGA RORIZ APRESENTA EM VIANA DO CASTELO "ANTES QUE MATEM OS ELEFANTES"

ANTES QUE MATEM OS ELEFANTES – Companhia Olga Roriz

Data: 23 de Setembro | 21h30

Local: Teatro Municipal Sá de Miranda, Viana do Castelo

Bilhetes disponíveis para venda, no Teatro Municipal Sá de Miranda – tmsm@cm-viana-castelo.pt

(segunda a sexta-feira, das 9h00 às 19h00; em dias de espetáculo: das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00; sábado e domingos em dias de espetáculos - 2 horas antes)

Preço do bilhete: 10€ Plateia e 8€ Frisas e Camarotes

Classificação etária: M/ 6 anos

Mais informação em:

http://www.cm-viana-castelo.pt/pt/agenda-cultural/antes-que-matem-os-elefantes-pela-companhia-olga-roriz

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QUEM TE MANDA A TI, SAPATEIRO, TOCAR RABECÃO?

Desde há algum tempo a esta parte, têm surgido na internet e nas redes de televisão por cabo algumas supostas rádios e televisões que se apresentam como divulgadoras do folclore do povo português.

Na maior parte dos casos, quem as sintoniza pouco mais capta do que ruído, emissões de gosto duvidoso que nada têm a ver com o folclore e que apenas contribuem para embrutecer os ouvintes que insistem em escutar esses sites. E, quando efetivamente transmitem algo relacionado com o folclore, fazem-no com tal falta de qualidade técnica e de apresentação que, melhor serviço prestaria, se as mesmas mantivessem-se silenciadas…

Trata-se meramente da utilização das novas tecnologias sem qualquer preocupação de índole cultural, ocupando nomeadamente espaço na internet, não raras as vezes com propósitos comerciais mais ou menos declarados. E, apesar das potencialidades das redes sociais, o seu auditório raramente ultrapassa uma dezena de amigos que se entretêm a contar entre si algumas anedotas mais ou menos brejeiras.

Não obstante, alguns grupos folclóricos inserem os respetivos logótipos na sua propaganda como se de um interessante patrocinador se tratasse… isto é, como quem diz, com papas e bolos se enganam os tolos!