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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TRANSPORTES URBANOS DE GUIMARÃES REALIZA CIRCUITOS ESPECIAIS DURANTE AS FESTAS GUALTERIANAS

ATÉ SEGUNDA-FEIRA, 08 DE AGOSTO

TUG com circuitos especiais após a meia-noite nas Festas Gualterianas 2016

Transportes públicos com horário alargado durante as festas da cidade de Guimarães. Vimaranenses com alternativas de viagem fora de horas.

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Os Transportes Urbanos de Guimarães (TUG), concessionados pela empresa Arriva, criaram quatro serviços especiais para transportar passageiros após a meia-noite, durante a realização das Festas Gualterianas 2016, que principiaram esta sexta-feira, 05 de agosto, e que se prolongam até segunda-feira, 08 de agosto.

O “Circuito 1”, com partidas às 24 horas e 01 hora da madrugada, fará o percurso desde o Largo Valentim Moreira de Sá, com passagem por Covas/Nespereira, e final de rota em Santo Amaro. O “Circuito 2” cumprirá um único itinerário entre o Triângulo Comercial e Vilar, com saída às 00:30 horas nas quatro noites das Festas Gualterianas.

Também do Centro Comercial Triângulo, com dois embarques por noite, às 24 horas e à uma hora da madrugada, irá sair o “Circuito 3” em direção a Silvares (rotunda) e Pevidém (Igreja). Finalmente, o “Circuito 4” inicia viagem na Alameda Alfredo Pimenta/Rua Teixeira de Pascoais, com passagens por Azurém, Cano e Belos Ares, também com duas partidas diárias, à meia-noite e à uma hora.

Mudança (temporária) de zonas de embarque

Com o condicionalismo determinado pela realização das Festas Gualterianas, alguns locais de embarque vão igualmente sofrer alteração, a partir das 20 horas de sexta-feira e de segunda-feira. No sábado, a alteração do local entra em vigor a partir das 16 horas e no domingo, 07 de agosto, a medida tem início às 15:30 horas.

Assim, os locais de embarque das carreiras para Nespereira, Carvalhos, Santo Amaro (via Salgueiral) e São Martinho de Candoso passam a ser desde o Largo Valentim Moreira de Sá, enquanto o percurso para Monte Largo (via Margaride) e Belos Ares, a partir das 20 horas de segunda-feira, 05 de agosto, tem saída desde o Largo da Mumadona/Rua D. Constança de Noronha. 

Durante este período, o início de viagem de autocarro para São Roque será efetuado a partir da Rua de Santa Marinha (Fábrica “Campeão Português”) e o local de embarque para as carreiras de Pedroso e Belos Ares, a partir das 20 horas de sábado, domingo e de segunda-feira, será feito desde a Alameda Alfredo Pimenta/Rua Teixeira de Pascoais.

Por fim, os itinerários com destino a Silvares, Parque Industrial, Vilar, Fermentões (via Grisel), Gondar, São Martinho de Candoso, São Cristóvão de Selho e Santiago de Candoso têm como ponto de partida a Avenida de São Gonçalo (Triângulo/Estádio), durante os quatro dias da realização das Festas Gualterianas 2016.

QUAIS AS CAUSAS DA DECADÊNCIA DO REGIONALISMO MINHOTO EM LISBOA?

Passam precisamente 30 anos desde que o autor destas linhas, após uma passagem meteórica pela Direção da Casa do Minho onde pugnou pela criação de “comissões concelhias” com vista à dinamização daquela associação e após ver rejeitadas as suas propostas, iniciou o processo com vista à constituição em Lisboa da Casa do Concelho de Ponte de Lima, o qual se registou num ambiente de uma inevitável polémica.

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Essa iniciativa teve no Almoço Limiano então realizado o primeiro passo de arranque, depois de contar com o apoio indefetível do então Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Dr. Francisco Maia de Abreu de Lima. Escassos dois meses decorridos, mais precisamente em 2 de fevereiro de 1987, era legalmente constituída em Lisboa aquela associação regionalista. Três décadas decorridas, importa fazer o balanço e, sobretudo, procurar compreender as causas da decadência do regionalismo minhoto em Lisboa.

Até meados da década de oitenta do século passado, existiam em Lisboa apenas a Casa do Minho, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e, com constituição recente, a Liga dos Amigos do Concelho de Valença. Além destas associações regionalistas, contava-se ainda a existência do Grupo Excursionista e Recreativo Os Amigos do Minho fundado em 8 de maio de 1950 e com sede na rua do Bemformoso, e ainda o Grupo Folclórico do Centro Cultural dos Trabalhadores do Circulo de Leitores que consiste no atual Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, considerado um dos mais representativos agrupamentos de folclore da nossa região.

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A Casa do Minho que já vinha atravessando uma existência difícil desde o falecimento do jornalista Artur Maciel, viveu a partir de meados da década de 80 uma vida particularmente atribulada que por pouco não ditou a sua extinção. E, quando tudo fazia prever o seu desaparecimento, eis que o súbito envolvimento de novos associados, desprovidos da arrogância e atitudes preconceituosas de antigos dirigentes, permitiu travar a queda e até estabelecer um relacionamento saudável com as demais associações regionalistas. Apesar disso, a sua atividade não vai além da atuação do seu rancho folclórico e da realização de alguns almoços regionalistas, concretamente os almoços da lampreia e a couvada à minhota.

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Por seu turno, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, graças ao empenhamento de um arcuense que ainda atualmente se mantém à frente dos destinos daquela associação, começava a recuperar de uma letargia de várias décadas e é atualmente a mais dinâmica associação regionalista minhota sediada na capital lisboeta. A sua atividade desdobra-se entre as atuações do seu rancho folclórico e algumas iniciativas culturais e gastronómicas, sendo contudo de realçar o seu empenho e liderança no âmbito do associativismo regionalista, concretamente através da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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Desde a sua criação em 6 de junho de 1982, a Liga dos Amigos do Concelho de Valença concentrou a sua atividade quase exclusivamente na realização anual de um Almoço de Confraternização, para além dos esforços desenvolvidos com vista à aquisição de sede própria, na área de Campolide.

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Sem nunca ter tido existência legal, existiu também durante vários anos a Casa Cerveirense cuja atividade se resumiu à realização anual do chamado Almoço Cerveirense. Mais recentemente, um grupo de cerveirenses veio a tomar em mãos a sua constituição legal, não se adivinhando porém que venham a ter sede própria e outra atividade para além do almoço regionalista e da participação em iniciativas no âmbito da ACRL.

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Na sequência do II Almoço Limiano realizado em novembro de 1986, foi em 2 de fevereiro de 1987 constituída legalmente em Lisboa a Casa do Concelho de Ponte de Lima. O seu aparecimento marcou um período de forte dinamização cultural e regionalista que influenciou inclusivamente o aparecimento de outras associações regionalistas minhotas de âmbito concelhio como se verificou com a Casa Courense em Lisboa, a Casa do Concelho de Ponte da Barca e, outras que por vicissitudes várias não chegaram a constituir-se como a Casa do Concelho de Caminha e a Casa do Concelho de Terras de Bouro, apesar da extraordinária adesão que sobretudo esta última registou. De notar que a sua influência estendeu-se ainda aos concelhos de Montalegre e Alijó que vieram então a criar as suas próprias associações regionalistas.

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Constituída em 8 de maio de 1990, a Casa Courense em Lisboa debateu-se ao longo de muitos anos pela obtenção de instalações próprias, o que veio a conseguir na zona de Campolide. Porém, a sua atividade resume-se no essencial à realização de almoços regionalistas e ao apoio a algumas iniciativas de entidades courenses como a colheita benévola de sangue promovida pela ADAPASCO.

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Quatro anos decorridos, mais concretamente em 12 de março de 1994, um punhado de barquenses fundou em Lisboa a Casa do Concelho de Ponte de Barca. Ao longo da sua curta existência, levou a efeito algumas iniciativas que alcançaram então alguma notoriedade como se verificou com os espetáculos de folclore que realizou nos teatros do Parque Mayer, contando para o efeito com o apoio da atriz barquense Rosa do Canto e outros empresários e artistas sobretudo ligados ao teatro de revista à portuguesa. Porém, a orientação tomada pelos seus responsáveis ditou o seu rápido desaparecimento. Pelo caminho ficaram também a Casa do Concelho de Caminha a que não foram alheias declarações públicas desmotivadoras então proferidas através da Imprensa regional pelo então presidente do município de Caminha e a Casa do Concelho de Terras de Bouro, em consequência do falecimento do seu principal impulsionador.

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Recuando um pouco no tempo, a Casa do Concelho de Ponte de Lima marcou uma época que se caracterizou pelo aparecimento de numerosas associações regionalistas de âmbito concelhio. Durante uma década, a sua atuação traduziu-se na realização de grandes eventos dos quais a chamada “Festa de Portugal” foi o mais relevante. Seguiu critérios rigorosos na divulgação da gastronomia tradicional da sua região, promoveu eventos culturais de cariz marcadamente regionalista incluindo a realização de conferências e a sua publicação em livro. Deu a conhecer em Lisboa tradições limianas como a Queima do Judas e a Vaca das Cordas. E, tudo isso sem jamais perder de vista o seu objetivo de promover Ponte de Lima e o de garantir que os destinos da associação jamais deixassem de permanecer nas mãos de gente ligada ao concelho de Ponte de Lima, se não por razão de nascimento ao menos pelos laços de descendência ou afinidade.

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Porém, esta associação deixou de discriminar nos seus estatutos os sócios em função da sua ligação ao concelho, possibilitando dessa forma que a mesma venha um dia a ser gerida por estranhos, aliás à semelhança do que sucedeu com o Grupo Excursionista e Recreativo Amigos do Minho que há vários anos desapareceu enquanto tal. Os almoços ditos regionalistas incorporam iguarias estranhas à nossa culinária como sucedeu com queijos franceses e outros acepipes servidos no Almoço Limiano e a atividade associativa passou a girar sobretudo em torno de figuras públicas do meio televisivo de momento menos ocupadas. Os eventos mais recentes registam uma autêntica deserção por parte dos seus associados, dos limianos e minhotos em geral, o que aliás ficou bem patente no piquenique realizado na mata de Monsanto há pouco mais de um mês.

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Tendo abandonado o projeto delineado pelos seus fundadores, a Casa do Concelho de Ponte de Lima arrisca-se inclusivamente em breve a perder a sua sede social, uma vez que as demolições há muito tempo previstas já chegaram à sua porta…

Reflexo da incapacidade de inclusão revelada pela maior parte das casas regionais, registe-se a existência de 13 ranchos folclóricos minhotos na região de Lisboa, de entre os quais apenas 3 integram associações regionalistas: a Casa do Minho, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e a Casa do Concelho de Ponte de Lima.

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O regionalismo não pode nem deve restringir-se à realização de almoços ou à atuação de grupos folclóricos. Antes pelo contrário, a sua atuação deverá pautar-se pelos interesses regionais os quais têm a ver com todos os aspetos respeitantes à vida das respetivas regiões, sejam eles do plano económico, social ou cultural. Por conseguinte, as chamadas “casas regionais” não podem – ou não devem! – cingir-se a meras coletividades de cultura e recreio.

A condução dos seus destinos jamais deve ser entregue às mãos de pessoas inteiramente estranhas às respetivas regiões por mais honestas e empenhadas que sejam. E, muito menos, deverão ser utilizadas como passerelles para desfile de vaidades!

O regionalismo minhoto em Lisboa está a atravessar uma grave crise. As autarquias locais continuam a investir em projetos que não constituem uma mais-valia para os seus concelhos como se esperava. A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez representa atualmente um baluarte do nosso regionalismo. E, ironicamente, a Casa do Minho uma esperança de sobrevivência do associativismo minhoto em Lisboa.

Carlos Gomes

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MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA FELICITA RUSGA TÍPICA DA CORRELHÃ PELA VITÓRIA ALCANÇADA EM FESTIVAL DE ITÁLIA

Município de Ponte de Lima felicita a Rusga Típica da Correlhã vencedora do “primeiro prémio absoluto” no Festival Internacional Rimini Fest - Itália

A Rusga Típica da Correlhã venceu o Festival Internacional Rimini Fest, que decorreu em Itália, numa competição disputada por 18 concorrentes.

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A Rusga Típica da Correlhã apresentou-se com 55 elementos e obteve a melhor pontuação de um júri especializado, que teve em conta a prestação dos dançarinos, músicos e cantadores, bem como a riqueza dos trajes minhotos.

O IX Festival Internacional Rimini Fest organizado pelo Município de Rimini, situada na região da Emília-Romanha, no norte de Itália, contou com a participação de grupos oriundos de países como a China, Portugal, Estónia, Letónia, Lituânia, Palestina, Arménia e Irão, entre outros.

O Município de Ponte de Lima felicita a Rusga Típica da Correlhã pela forma exemplar de representação da nossa cultura e tradição que lhe permitiu obter o “primeiro prémio absoluto” neste evento internacional de folclore.

CERVEIRA MELHORA ILUMINAÇÃO PÚBLICA NO CENTRO HISTÓRICO

Dando continuidade a uma política de eficiência energética associada à segurança e bem-estar da população e à valorização de espaços públicos, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira está a proceder a um trabalho de substituição das atuais luminárias incandescentes existentes no Terreiro por tecnologia LED, para além de instalar mais pontos de luz.

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Num investimento da autarquia cerveirense, a solução técnica adotada foi objeto de um estudo luminotécnico realizado por uma entidade especializada para evitar as designadas ‘zonas de sombra’ ou ‘zonas escuras’ no Terreiro, aumentando a sustentabilidade, segurança e conforto da iluminação pública, permitindo à autarquia reduzir significativamente a sua fatura energética.

A intervenção teve início com a substituição das luminárias dos candeeiros fixados nas paredes dos edifícios por luminárias de tecnologia LED para ser complementada, à posteriori, com um reforço de mais pontos de luz, de acordo com as indicações do estudo.

O edil cerveirense sublinha uma medida que promove o desenvolvimento sustentável e a ecoeficiência, com os consequentes resultados positivos a nível económico, social e ambiental. “Esta é uma preocupação do atual executivo pois havia muitas reclamações por baixo nível de iluminação naquela que é a nossa sala de visitas”, explica Fernando Nogueira, acrescentando que “o objetivo é continuar a ampliar esta ação a todo o concelho recorrendo às verbas disponibilizadas pelo Portugal 2020 para a eficiência energética.

No futuro, e sempre que a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira efetue alguma empreitada no concelho que implique a deslocação ou substituição de colunas de iluminação pública, será adotada a tecnologia LED, como assim é exemplo a recente requalificação da Piscina Municipal assente numa política de eficiência energética.

Recorde-se que, já no ano passado, o Município de Vila Nova de Cerveira deu início à primeira fase da remodelação da rede de iluminação pública no concelho para a tecnologia LED, nas freguesias de Sapardos, Mentrestido, Candemil, Gondar e nos dois polos industriais, numa intervenção comparticipada parcialmente por fundos comunitários.

MUNICÍPIO DE CERVEIRA DISTRIBUI ÁGUA DE BOA QUALIDADE

A população de Vila Nova de Cerveira pode beber água da torneira com confiança e segurança. A garantia está refletida nos dados do relatório anual da ERSAR sobre o “Controlo da Qualidade da Água para Consumo Humano”, referente ao ano de 2015. O indicador de água segura em Portugal atingiu, pela primeira vez, os 99%, um nível de excelência.

Acompanhando a tendência nacional, Vila Nova de Cerveira apresenta uma taxa de 97,34%, o que traduz os elevados níveis de qualidade da água que é distribuída pela rede pública, comprovados por 162 colheitas que deram origem a 2.102 análises paramétricas da água realizadas ao longo de 2015.

O facto de não se ter alcançado o valor máximo prende-se com uma situação já recorrente no concelho, isto é, a persistência de baixos valores de pH (indicador CR2 do estudo) que necessitam de ser corrigidos mas que, de acordo com a Direção-Geral de Saúde, não implicam qualquer risco direto para a saúde dos consumidores.

Com a construção dos dois reservatórios na freguesia de Covas, e com o início, muito em breve, da empreitada de ligação e adução do sistema, o executivo cerveirense acredita que o incumprimento deste único critério será praticamente eliminado. “As caraterísticas das nossas águas aproximam-se das águas minerais, sendo mais saborosas e adequadas aos paladares dos munícipes, mas é importante erradicar aquele que é o único incumprimento na matéria”, diz o edil cerveirense. Fernando Nogueira assegura que, para a efetiva correção, é necessária a introdução de uma base alcalina na água, o que com a entrada em pleno funcionamento dos dois reservatórias na freguesia, onde esta situação é mais visível, os níveis cumprirão os valores paramétricos definidos no Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto.

De sublinhar que as águas do concelho são, de um modo geral, de natureza ácida, resultante da essência granítica dos solos do Alto Minho. Desta forma, Vila Nova de Cerveira tem-se apresentado como uma referência face aos reduzidos incumprimentos verificados.

Disponível online no portal da ERSAR, o Relatório Anual do Setor de Águas e Resíduos em Portugal (RASARP) apresenta informação mais detalhada dos dados da qualidade da água na torneira do consumidor apresentado por município e por zona de abastecimento publico.

Além de se dar cumprimento ao disposto na legislação em vigor, pretende-se também comparar os resultados obtidos com os resultados de anos anteriores, permitindo avaliar a evolução da situação por concelho e por entidade gestora. Está também disponível para consulta uma aplicação interativa de fácil utilização que permite visualizar a evolução da qualidade da água por concelho entre os anos de 2002 e 2015.

IGREJA DO ESPÍRITO SANTO EM ARCOS DE VALDEVEZ VAI RECEBER CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez viu ser aprovado o projeto de criação do Centro Interpretativo do Barroco na Igreja do Espírito Santo. O projeto, integrado no próprio monumento religioso de grande valor estilístico, cultural e arquitetónico, é uma aposta da autarquia dos Arcos de Valdevez, que pretende assim promover a recuperação do edifício e do valiosíssimo espólio arquitetónico; potenciar o uso cultural com programa alusivo ao estilo artístico do Barroco; divulgar junto do público em geral e do educativo o conhecimento da arte, da sociedade e do pensamento da época barroca.

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O projeto contempla a recuperação da Igreja do Espírito Santo e do valioso artístico e incorporará novas tecnologias de realidade aumentada e virtual para dar a conhecer esta Igreja e outras da região, bem como o enquadramento histórico e social da época Barroca.

O Centro será uma porta de entrada da Rede do Barroco na região.

A Igreja do Espírito Santo está classificada como imóvel de interesse público, sendo um dos mais icónicos monumentos do estilo de arte Barroca do alto Minho.

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São também objetivos primordiais o estímulo à visita de novos públicos, enfocados num turismo cultural, ciente da importância e originalidade do monumento e das suas abordagens tecnológicas de última geração em relação à interpretação do templo e do Barroco, inclusive na região, bem como do desenvolvimento de uma programação artística, aproveitando o facto de existir um notável espaço cénico e acústico; será igualmente alargada a perspetiva da potenciação de eventos diversos, usando o espaço como “âncora” local, que permita o retomar do templo como edifício centralizador, e difusor, das dinâmicas sociais inter-relações da comunidade.

Este projeto insere-se na operação “NORTE-04-2114-FEDER-000114 - Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espírito Santo / Arcos de Valdevez”, cofinanciada pelo Fundo Europeu, Programa Operacional NORTE 2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 978.467,62 € e Comparticipação Comunitária de 831.697,48 €. Esta candidatura contou o apoio da Direção Regional de Cultura Norte, através da inserção do projeto no modelo de rotas do Barroco, e com a parceria da Fábrica da Igreja de Arcos Valdevez (Salvador).

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MUNICÍPIO DE AMARES ADQUIRIU TERRENO PARA PISTA DE ATERRAGEM DE PARAPENTE

A Câmara Municipal de Amares adquiriu um terreno para melhorar as condições de aterragem de parapente, uma modalidade cada vez mais procurada no concelho. O espaço e zona abrangente vão ser alvo de algumas intervenções para que possa, com a maior brevidade, ser utilizado pelos praticantes deste desporto dos céus.

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“A Autarquia comprou aquela bouça para que o Clube de Parapente AbouaAboua consiga trabalhar com as melhores condições e para que os seus alunos e pilotos possam usufruir em pleno das condições únicas que este concelho possui para a prática desta modalidade”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, numa visita ao terreno, em que se fez acompanhar pelo vice-presidente e vereador do Desporto, Isidro Araújo, pela vereadora da Ação Social, Cidália Abreu, pelo presidente do AbouaAboua, Hugo Gonçalves, e pelo presidente da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, José Almeida.

“Este era um espaço que limitava a aterragem e que agora vai permitir que os praticantes de parapente finalizem o seu voo em melhores condições e, sobretudo, com a devida segurança”, frisou Manuel Moreira.

“A par da aquisição deste terreno há necessidade de fazer aqui umas pequenas intervenções, num terreno que não é nosso, mas faremos todos os esforços nesse sentido. De resto, já requalificámos os acessos até aqui e vamos continuar a trabalhar para que esta modalidade se mantenha com toda a força no concelho e continue a ter o sucesso a nível nacional que tem tido, trazendo cada vez mais gente para o nosso concelho”, sublinhou o autarca, aproveitando a ocasião para reconhecer o mérito e felicitar o Clube de Parapente AbouaAboua, que, este ano, se sagrou hexacampeão nacional de parapente.

O presidente do AbouaAboua, Hugo Gonçalves, lembrou que a escola de parapente tem cerca de 40 alunos ativos, e entre 35 a 40 pilotos federados, e que a aquisição deste terreno é condição “fundamental” para a evolução dos praticantes.

“Felizmente temos tido cada vez mais gente que nos procura, fruto também de sermos campeões nacionais, e como é óbvio é importante que tenhamos as melhores condições para oferecer aos nossos alunos”, começou por referir Hugo Gonçalves.

“Os pilotos autónomos conseguem aterrar em sítios mais estreitos, mas os alunos tem um plano de voo muito rígido e aterram num ponto definido, o          que faz com que tenhamos de lhes dar condições para que o façam em segurança”, prosseguiu. Este terreno foi visto por diversos pilotos, com muita experiência de voo, e reúne boas condições para dar garantias aos praticantes, por isso, este investimento do Município de Amares é um passo determinante para podermos trazer para cá a escola, que neste momento por questões de segurança não está sediada aqui”, concluiu, Hugo Gonçalves.

Também José Almeida, presidente da União de Freguesias União das Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, se congratulou com este investimento do Município de Amares, que na sua opinião constitui “uma forma de potenciar ainda mais a prática do deste desporto no concelho que reúne por si condições naturais de excelência para atrair os amantes desta modalidade”.

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BRAGA CONDICIONA CIRCULAÇÃO DE TRÂNSITO

 

Condicionamentos à normal circulação de trânsito

O Município de Braga informa que, por motivo da realização de trabalhos de conservação, o acesso automóvel ao túnel da Avenida João XXI estará encerrado, nos dois sentidos, na próxima terça-feira, dia 9 de Agosto, a partir das 09h30.

A intervenção irá decorrer num período máximo de cinco horas.

SONICBLAST MOLEDO 2016 ARRANCA SEXTA-FEIRA, 12 DE AGOSTO

Com sol, mar, praia, surf, piscina, skate e, claro, boa música

O SONICBLAST MOLEDO 2016 está a chegar. Acontece nos dias 12 e 13 de agosto, oferecendo sol, mar, praia, surf, piscina, skate e, claro, música. O local é o habitual, o Centro Cultural de Moledo. A organização é da responsabilidade do Garboyl Lives, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Caminha e da Junta de Freguesia de Moledo e Cristelo.

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Dele diz-se que é “o melhor festival rock psicadélico da península ibérica” e acontece já na próxima semana, em Moledo. Além de boa música, lembra a organização, neste festival “pode-se usufruir de sol, praia, surf, skate, vibrações graves e psicadélicas, guitarras pesadas, piscina e muito flow…”

Com dois palcos e um cartaz recheado de heavy, psych, doom e stoner, o SonicBlast Moledo apresenta-se, novamente, como uma “proposta irrecusável!”.

Os bilhetes podem ser adquiridos em www.bol.pt e www.masqueticket.com

Mais informação em www.sonicblastmoledo.com

SEX 12

VALIENT THORR

ALL THEM WITCHES

BLACK BOMBAIM

SACRI MONTI

MISS LAVA

ACID MESS

CORREIA

BRAIN PYRAMID

ASIMOV

POSSESSOR

MAIZE

SÁB 13

TRUCKFIGHTERS

UNCLE ACID & THE DEADBEATS

STONED JESUS

SALEM’S POT

KILLIMANJARO

THE BLACK WIZARDS

SPELLJAMMER

VIRCATOR

 CACHEMIRA

BALA

JAY

BIG RED

FAMALICÃO: RUSGA DE JOANE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE NA DEVESA

FESTIVAL DA RUSGA DE JOANE NA DEVESA

Domingo, 14-AGO-2016

No seguimento das comemorações do N/ 25º aniversário do N/ Grupo Etnográfico Rusga de Joane, vimos por este meio enviar uma breve nota informativa do 25º FESTIVAL DE FOLCLORE, que se realizará no domingo 14 de agosto, às 17h, no Largo 3 de Julho (antigo campo da Feira) em Joane (V.N.Famalicão). 

25º Festival de Folclore - Rusga de Joane

Data: Domingo, 14-AGO-2016

Hora: 17h

Local:Largo 3 de Julho (antigo campo da Feira) em Joane (V.N.Famalicão)

Grupos Participantes:

  • Grupo Etnográfico Rusga de Joane – V.N.Famalicão
  • Rancho Regional S. Salvador de Folgosa - Maia
  • Grupo Folclórico de Tregosa – Barcelos

Encerramento:

  • Cantares ao Desafio – pela Associação de Tocadores e Cantadores ao Desafio Famalicense

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MINHOTOS COMEM FRANCESINHAS EM AMARES

Já está a decorrer o 12º Festival da Francesinha, em Amares. A iniciativa arrancou na noite de ontem com casa cheia, com amarenses e visitantes a deslocarem-se à Praça do Comércio para degustar a deliciosa francesinha, acompanhada da refrescante cerveja. A animação, essa, foi uma constante com o grupo “Amigos da Santa Luzia” e o músico Zecadegas a promoverem o convívio entre os presentes.

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Se é um apreciador deste petisco, não perca, até ao próximo domingo, este evento que, para além da boa gastronomia, tem para lhe oferecer artesanato local, insufláveis para as crianças, entre outras agradáveis surpresas, juntamente com um vasto programa de animação.

O Festival da Francesinha prossegue, esta noite, com as atuações da dupla de dança Carlos e Teresa e do grupo musical Birodisco. Amanhã o dia está reservado aos alunos dos Estudos Musicais Luís Capela e a Filipa Azevedo, que representou Portugal na Eurovisão na Noruega. O último dia vai ser dedicado à moda, com um desfile de acessórios e calçado do comércio local, bem como, um tributo aos Queen, pelos One Vision.

A Câmara Municipal agradece todo o apoio e envolvimento da União de freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros na concretização de mais um grande evento do Concelho de Amares.

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VIZELA HOMENAGEIA SALOMÉ ROCHA

Presidente da Câmara recebeu atleta olímpica Salomé Rocha

O Presidente da Câmara Municipal de Vizela recebeu esta manhã a atleta olímpica vizelense Salomé Rocha, e o seu treinador Rui Ferreira, prestando-lhes uma homenagem simbólica pela sua participação nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

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O Edil vizelense manifestou, em nome da Câmara Municipal de Vizela, o seu regozijo pela participação da atleta Salomé Rocha nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Este feito traduz o empenho e dedicação da atleta, culminando na participação naquela que é a maior e mais consagrada competição desportiva mundial e que enche de orgulho toda a população do Concelho.

A Câmara Municipal de Vizela presta, assim, a sua homenagem à atleta Salomé Rocha, como forma de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido em prol do desporto nacional, desejando-lhes as maiores felicidades nesta grande competição desportiva que são os Jogos Olímpicos.

FOLCLORE ANIMA BRAGA NAS TARDES DE DOMINGO

Folclore e etnografia em destaque nas ‘Tardes de Domingo’. Nos meses de Agosto e Setembro na Avenida Central

A iniciativa ‘Tardes de Domingo’ regressa no próximo Domingo, dia 7 de Agosto, à Avenida Central. Até Setembro, este programa promovido pelo Município de Braga vai colocar em destaque o folclore e a etnografia, com espectáculos protagonizados por 13 grupos do Concelho.

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O programa arranca já este Domingo, 7 de Agosto, a partir das 16h30, com as actuações do Grupo Folclórico ‘Hélios de Figueiredo’ e com o Grupo Folclórico Santo André de Gondizalves. No dia 14 de Agosto, a programação prossegue com as actuações do Rancho Folclórico de Santa Cecília de Vilaça e do Grupo de Cavaquinhos Dr. Gonçalo Sampaio.

No dia 21, a partir das 16h00, sobem ao palco da Avenida Central o Grupo Folclórico S. João Baptista de Nogueira, o Grupo Folclórico da Associação Cultura e Recreativa de Dume e o Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro, Escudeiros.

As ‘Tardes de Domingo’ prosseguem a 11 de Setembro com a participação do ‘Arca – Grupo Folclórico de Aveleda, Rancho Folclórico do CATEL, Cunha, e do Rancho Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Cabreiros. A iniciativa termina a 18 de Setembro com as actuações do Grupo Folclórico de S. Martinho de Tibães, da Associação Cultural e Recreativa ‘Semear Alegria’ de Celeirós e do Rancho Folclórico Santa Maria de Sequeira.

PONTE DA BARCA APRESENTA FADO E FOLCLORE

Folclore e Fado conjugam-se nas propostas de fim-de-semana da Câmara Municipal de Ponte da Barca

Hoje, a partir das 21h30, a Praça da República em Ponte da Barca volta a ser o palco do Festival Internacional de Folclore - O Mundo a Dançar. Ao palco subirão companhias de dança e grupos folclóricos que através da dança recriam crenças, histórias populares, lendas, tradições e costumes, e prometem transportar os espetadores até ao país que representam: África do Sul, Argentina, Bielorrúsia e Sérvia. Não falte!

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Amanhã, Sandra Correia é a fadista convidada da Noite de Fado que a autarquia leva a cabo. O espetáculo está agendado para as 22h00, no Jardim dos Poetas, a comunhão perfeita entre o fado, o rio Lima e a nossa magnífica ponte medieval. Com um registo intimista, a intérprete sobe ao palco barquense para um espetáculo envolvente que viaja pelo fado tradicional, pelos temas originais do seu último álbum, “Perspectiva”, e por alguns dos maiores clássicos do Fado.

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“VIAGENS À TERRA NOVA – MEMÓRIAS DE UM TEMPO”: O LIVRO DE HOMENAGEM AOS PESCADORES DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

Da autoria de Aurora Botão Rego, o lançamento da obra acontece este sábado

“Viagens à Terra Nova – Memórias de um Tempo” é o título do livro que vai ser lançado amanhã, sábado, pelas 18h00, no Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora, no âmbito do evento Viagens à Terra Nova, que hoje inicia e que se prolonga até domingo. Da autoria de Aurora Botão Rego,investigadora e funcionária da Câmara, esta edição municipal é uma homenagem aos 740 pescadores, profissionais da Faina Maior, “os nossos heróis da Terra Nova”. Ao mesmo tempo, é uma forma de revisitar e preservar a memória imaterial de um tempo, como sublinha, no prefácio, Guilherme Lagido, vice-presidente da Câmara de Caminha.

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“Não podemos, nem devemosequacionar o futuro sem revisitar o passado.Temos de compreender o nosso passado. Não setrata de querer reviver o passado. Trata-se, tão só,de compreender o passado para melhor perspectivarmoso presente e o futuro. O passado não ésó o património material que herdamos, mas étambém, o património imaterial que muitas vezesesquecemos”, diz Guilherme Lagido.

Sobre os pescadores, o autarca lembra a dureza das suas vidas, os perigos que correram e a que alguns nem sequer sobreviveram. Seja como for, a faina obrigou-os a uma ausência longe das famílias, na luta por uma vida melhor e devem, na sua opinião, ser vistos como exemplos de força e de perseverança: “Ponhamos todos osolhos nestas gentes”, apela no mesmo prefácio.

Daí que, explica, “seria de uma enorme injustiça se nós hojeos ignorássemos. Temos a obrigação de recordaresses tempos, de recordar essas gentes, de tirar doesquecimento esses exemplos. Felizmente temos,ainda, entre nós, algumas pessoas que viveramessas experiências. Temos de deixar registadosos seus relatos. Foi o que fizemos. Tentamos descobrirquem passou por essa vida. Conversamoscom eles. Registamos os seus depoimentos. Agoracompilamos essas narrativas e guardamo-lasem livro. Não se vão perder. Vamos todos ficara saber melhor o que aconteceu àquelas centenasde pessoas que conhecemos ou ouvimos falar”.

O trabalho de que resulta este livro é fruto de uma investigação da autora. Aurora Rego identificou 740 pescadores de águas longínquas que, “com coragem, valentia e risco da própria vida, à mistura com dor e sofrimento, enfrentaram os grandes desafios das travessias, tempestades, ciclones, gelos e duras condições de trabalho.  Falamos quer dos pescadores da linha, envoltos na sua imensa solidão, em pequenos dóris nos mares sem fim, seja dos pescadores do arrasto, cercados nos porões gelados por toneladas de peixe e trabalhando, sem parar, dias consecutivos”.

Das palavras da autora percebe-se uma admiração por estes pescadores: “Todos eles Homens verticais, inteiros, com um coração que transborda como os mares que atravessaram. Homens que lutavam pela própria sobrevivência, mas também pela sobrevivência e melhoria das condições de vida das suas famílias que os esperavam em ansiedade e saudade”.

Aurora Botão Rego é natural de Vila Praia de Âncora. Pertenceu aos quadros da Junta de Turismo de Vila Praia de Âncora, Região de Turismo do Alto Minho, da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte e, atualmente, ao Município de Caminha.

Em 2013 doutorou-se na Universidade do Minho em História, especialidade de Demografia Histórica, com o estudo “De Santa Marinha de Gontinhães a Vila Praia de Âncora. Demografia, Sociedade e Família (1624-1924)”.

O lançamento deste livro faz parte do programa do evento “Viagens à Terra Nova”, que hoje tem início, e que é ele próprio um tributo a todos os pescadores do concelho que andaram na faina do bacalhau.

Para além da homenagem aos mais de 700 pescadores do concelho de Caminha, no Viagens à Terra Nova poderão ser apreciadas as várias formas de confecionar o bacalhau nos restaurantes que aderiram ao “Aposta Bacalhau”, havendo ainda momentos de street art e boa música, para desfrutar até domingo.

PROGRAMAÇÃO

05 A 07 AGOSTO

VIAGENS À TERRA NOVA

STREET ART, MÚSICA, MEMÓRIAS E GASTRONOMIA

SEX 05

22H00

FESTIVAL DA CANÇÃO MARINHEIRA

FESTIVAL BIENAL DE HABANERA E OUTRAS CANÇÕES CUJA TEMÁTICA É O MAR

Orfeão de Vila Praia de Âncora, Agrupación Coral Polifónica de A Guarda – Espanha, Grupo Folclórico Vento Mareiro - Espanha

Local: Forte da Lagarteira

Organização: Orfeão de Vila Praia de Âncora

Apoio: Câmara Municipal de Caminha

SÁB 06

18H00

LANÇAMENTO DO LIVRO “VIAGENS À TERRA NOVA – MEMÓRIAS DE UM TEMPO”, de Aurora Botão Rego

Local: Forte da Lagarteira

Organização: Câmara Municipal de Caminha

DOM 07

22H00

CONCERTO VIAGENS PELO MAR

ODAIKO PERCUSSION GROUP E BANDA MUSICAL LANHELENSE

Local: Praça da República, Vila Praia de Âncora

Organização: Câmara Municipal de Caminha

05 A 07 AGOSTO

APOSTA BACALHAU

GASTRONOMIA

Local:Restaurantes aderentes do Concelho de Caminha

Organização: Câmara Municipal de Caminha

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GRUPO DUPLAFACE APRESENTA "RESTAURANTE EUROPA"

O Grupo DUPLAFACE - Companhia das Artes, apresenta o seu mais recente trabalho intitulado “”Restaurante Europa” nas X Jornadas Culturais de Balugães, dia 6 de agosto, pelas 22h00, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães.

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Restaurante Europa” é uma criação a partir das peças de Teatro de Cordel “A Casa de Pasto” de e “O Galego Lorpa”. Esta comédia, denuncia a torpeza de quem quer viver à custa dos outros, alardeando falsas grandezas ou prostituindo-se encapotadamente. Como pano de fundo, temos uma sociedade pindérica, pouco asseada e muito pretensiosa, que chega até nós peça descrição das assembleias ou partidas que se realizavam na Lisboa de outros tempos. Por seu turno, temos o dono do Restaurante que, sem conseguir coletar as dívidas dos seus fregueses e sem conseguir ter sucesso no seu negócio arruinado devido aos caloteiros, tem por objetivo casar a sua filha com um velho rico para se poder associar à sua fortuna.

No fundo, “Restaurante Europa” é uma sátira ao mundo das aparências onde a preocupação é mostrar mais do que se é e ter mais do que se tem.

Entrada livre

A iniciativa JORNADAS CULTURAIS DE BALUGÃES são uma organização da Junta de Freguesia de Balugães

FAMALICÃO: OBRAS NA ENVOLVENTE DA IGREJA DE ANTAS PÕEM A DESCOBERTO ANTIGA NECRÓPOLE DO SÉCULO XII

Trabalhos arqueológicos no local detetaram a presença de 60 sepulturas

As obras de revitalização do espaço envolvente da Igreja de Antas, promovidas pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, deram a conhecer a presença no local de uma antiga necrópole que remonta ao século XII.

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A descoberta foi feita por uma equipa de arqueólogos que, sob a orientação da Direção Regional de Cultura do Norte e tendo em conta o interesse patrimonial do monumento, tem acompanhado as obras junto à igreja românica.  

Desde o início dos trabalhos, em maio, e até ao momento foram identificados e intervencionados cerca de 60 enterramentos, a grande maioria com esqueletos associados.

De acordo com os especialistas no terreno, pelo espólio encontrado junto às sepulturas -moedas, pregos, contas, terços, anéis e material cerâmico - bem como pela tipologia dos enterramentos, é possível determinar três fases distintas de ocupação desta necrópole.

A primeira e mais antiga corresponde à época de construção da Igreja de Santiago de Antas, no Século XII. A segunda remonta aos Séculos XIV e XVI e, finalmente, uma terceira e última fase de utilização estabelecida entre os Séculos XVIII e XIX.

Apesar dos trabalhos ainda não estarem concluídos e dos resultados até agora apurados serem de carácter preliminar, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, salienta a importância histórica desta descoberta. 

Atualmente a realização de escavações arqueológicas ocorre predominantemente no contexto da implementação de projetos de obras como medida de minimização face a eventuais impactes sobre o património arqueológico.

Projetada pelos arquitetos Hugo Correia e Jorge Maia, recorde-se que a revitalização do espaço envolvente às duas igrejas, cemitério e centro escolar de Antas implicou um investimento municipal superior a meio milhão de euros. Da obra resultará um espaço integrador, funcional e harmonioso e uma nova centralidade à cidade.

ALUNOS DE FAMALICÃO LANÇAM EXPOSIÇÃO ITINERANTE SOBRE ALBERTO SAMPAIO

Mostra está patente durante o mês de agosto no Arquivo Municipal

Durante o mês de agosto, está patente no Arquivo Municipal Alberto Sampaio, no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão a exposição “Percursos Divergentes, Destinos Concordantes: olhares sobre cinco áreas de interesse de Alberto Sampaio (1841-1908)”.

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A mostra inserida na programação dos 175 Anos do Nascimento de Alberto Sampaio foi criada pelos alunos e professores dos Cursos Profissionais de Técnico de Design Gráfico, Técnico de Audiovisuais e ainda a equipa educativa da Biblioteca do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco.

“A ideia nasceu a partir de um desafio lançado pelo Arquivo Municipal com o objetivo de vermos o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco associado às comemorações de Alberto Sampaio”,começa por explicar o diretor do curso de Design Gráfico, Nuno Antunes.

“A resposta dos alunos foi excelente e com o apoio da docente da disciplina de História e Cultura das Artes, o resultado começou a surgir, sendo que cada suporte gráfico foi elaborado com as propostas dos alunos”, referiu o responsável, acrescentando que “o projeto durou um ano letivo a ser concretizado e envolveu cerca de 20 alunos do 10.º ano e seis professores”.

A mostra é composta por cinco telas que exploram cinco áreas de interesse de Alberto Sampaio, nomeadamente: Política, História, Cultura, Industria e Agricultura.

A exposição foi inaugurada na escola sede do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco no passado dia 8 de Junho, ganhando agora o caráter itinerante, percorrendo escolas e espaços culturais da região norte.

Na altura da inauguração, Emília Nóvoa, técnica do Arquivo Alberto Sampaio abordou o relacionamento existente entre Alberto Sampaio e o escritor Camilo Castelo Branco, patrono do agrupamento. “O relacionamento entre os dois ocorreu, sobretudo, num período muito preciso das suas vidas, tinha Camilo perto de cinquenta anos e Sampaio trinta e poucos. É provável que se tivessem conhecido na Casa do Mosteiro de Landim, propriedade de António Vicente de Carvalho Leal e Sousa, sogro do irmão de Alberto Sampaio, com quem Camilo privava desde que fora viver para Seide, ou talvez tivessem sido apresentados pelo sobrinho de Camilo, António de Azevedo Castelo Branco, amigo dos irmãos Sampaio e colega de curso na Faculdade de Direito de Coimbra. Certo é que foi o gosto pela literatura a razão da aproximação entre ambos e o leitmotiv para Camilo propor ao jovem Alberto Sampaio a tradução, a “quatro mãos”, da Formosa Lusitania, obra escrita por Catherine Lady Jackson e, quase em simultâneo, a colaboração na sua empresa literária “Leitura para Todos”, fundada no Porto, em 1873.”

Para o vereador da Educação da autarquia famalicense, Leonel Rocha, “a exposição cumpre vários propósitos, sendo de destacar, obviamente, a divulgação de Alberto Sampaio, através da perspetiva dos alunos, mas cumpre, também, o propósito de conseguir envolver a nossa comunidade escolar com os valores humanos e patrimoniais da nossa terra. Estamos a pôr em prática o território educador.”

FICHA TÉCNICA

“Percursos Divergentes, Destinos Concordantes: olhares sobre cinco áreas de interesse de Alberto Sampaio (1841-1908)”

Exposição Itinerante

Local: Arquivo Municipal Alberto Sampaio

Data: Agosto

Horário: 9h00 às 17h30

Entrada Livre

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