Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

CERVEIRENSES COMEMORAM DIA DOS AVÓS

Dia dos Avós comemorado com festa dos 8 aos 80

Foi com um encontro intergeracional entre utentes das seis IPSS’s e crianças e jovens inscritos nos ATL’s do concelho, que a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira assinalou, esta terça-feira, 26 de julho, o Dia dos Avós. Piquenique, música e jogos tradicionais preencheram um dia muito animado ao ar livre.

IMG_3295.JPG

Tendo como cenário de fundo a vista panorâmica sobre Vila Nova de Cerveira, mais de 300 cerveirenses de várias gerações reuniram-se no Parque de Merendas da Senhora da Encarnação para homenagear os avós e os laços de afetividade.

A iniciativa promovida pela autarquia cerveirense, com o apoio das IPSS’s e associações dinamizadoras de ATL’s, consistiu num piquenique muito bem acolhido pelos participantes que aproveitaram para conciliar a beleza natural ao convívio, abrilhantado com música gravada e momentos interpretados pela vivacidade da pequenada presente que incentivava os adultos. A qualidade do espaço também possibilitou a realização de alguns jogos tradicionais relembrando a infância e apresentando-se como uma oportunidade para reviver e partilhar com os jovens presentes.

E porque o dia era de festa, não podia faltar um grande e delicioso bolo para celebrar a família. O executivo cerveirense esteve representado pelo edil, Fernando Nogueira, pelo vice-presidente Vitor Costa, e pela vereadora da Ação Social Aurora Viães. Fernando Nogueira sublinhou a importância de se comemorar o Dia dos Avós como forma de estimular as relações familiares, mas também proporcionar um dia diferente. “Esta festa só faz sentido com interação entre jovens e menos jovens, pois o Dia dos Avós e Netos é celebrar a experiência e reconhecer o valor da sabedoria”, disse.

No final do dia, o sorriso estampado nos rostos era visível e sugestivo de que esta iniciativa é para repetir.

DESFILE INTERGERACIONAL MARCA “DIA DOS AVÓS” EM AMARES

Tendo como pano de fundo o Mosteiro de Santo André de Rendufe, avós e netos protagonizaram, na noite de ontem, um momento muito especial, desfilando 64 criações da marca “D’Avó with love”, um projeto de cariz solidário que transforma fronhas de almofadas em vestidos e que, até ao momento, já recebeu cerca de 900 fronhas, construiu 648 vestidos e ajudou 325 crianças.

13872633_510370552502123_2505491487069538579_n.jpg

A iniciativa, a assinalar o “Dia dos Avós”, contou com o apoio da Câmara Municipal de Amares, que enaltece a componente solidária deste projeto cívico sem fins lucrativos e o empenho da organização e dos voluntários envolvidos em todo o processo.

Sedeada em Amares, a marca “D'Avó With Love” existe com o propósito de ajudar os/as avós a poderem demonstrar o quanto a sua criatividade pode ser ativa e apreciada. Apadrinhado pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, o projeto arrancou em março de 2015 e era inicialmente desenvolvido por utentes de lares de idosos mas, entretanto, já se alargou a muitos outros organismos que intervêm em áreas ligadas à terceira idade e que se ofereceram para colaborar na transformação das fronhas em vestidos.

Os voluntários envolvem as empresas e associações, que fornecem os seus excedentes (fronhas, aplicações, rendas, elásticos, outros,...) e equipamentos em desuso, coordenam e formam os lares aderentes e voluntárias que costuram os vestidos e outras peças de vestuário, para depois encaminhar para as crianças que são acolhidas em instituições devidamente identificadas e acreditadas.

DSC05262.JPG

DSC05265.JPG

DSC05303.JPG

DSC05329.JPG

CABECEIRENSES COMEMORAM DIA DOS AVÓS

Dia dos Avós com muitos netos, teatro e contos em Cabeceiras de Basto

Comemorou-se ontem à tarde, dia 26 de julho, no lugar de Vilela, freguesia de Riodouro, o Dia dos Avós, uma iniciativa organizada pela CPCJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, Comissão Municipal de Proteção de Pessoas Idosas (CMPICB) e Centro de Teatro (CTCMCB) que contou com o apoio da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto.

Dia dos Avós em Cabeceiras de Basto (1).JPG

O convívio ‘Avós, Netos e Afetos’ teve a participação especial dos jovens atores do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto que animaram os participantes, avós e netos, com danças, música e muitos contos à mistura.

A aldeia de Vilela foi, assim, palco de várias atividades de cariz cultural com o intuito de fomentar o convívio intergeracional no seio da comunidade neste dia dedicado aos avós do nosso concelho.

A par das atividades culturais, também a Polícia Municipal se associou ao evento com o objetivo de sensibilizar e promover a segurança mas também o bem-estar da população mais idosa e em situação de maior vulnerabilidade social, tendo distribuído panfletos e cartões com contactos úteis aos presentes.

Os vereadores Dra. Isabel Coutinho e Alfredo Magalhães, em representação do presidente da Câmara Municipal, marcaram presença nesta comemoração do Dia dos Avós, felicitando a organização pela realização deste evento que proporcionou momentos de salutar convívio, animação e descontração a todos os participantes.

Dia dos Avós em Cabeceiras de Basto (2).JPG

Dia dos Avós em Cabeceiras de Basto (3).JPG

Dia dos Avós em Cabeceiras de Basto (4).JPG

Dia dos Avós em Cabeceiras de Basto (5).JPG

CELORICO DE BASTO RECEBE COM EUFORIA PRESIDENTE DA REPÚBLICA

“O filho da terra” regressou a Celorico de Basto, pela 1ª vez, depois de empossado Presidente da República Portuguesa. Celorico de Basto recebeu Marcelo Rebelo de Sousa, no dia 24 de julho, que veio assistir ao Cortejo Etnográfico, atividade maior das Festas do Concelho.

_DSC3015.jpg

“Amigos Celoricenses, Celorico é uma grande terra, com uma grande gente, depois de eleito e empossado Presidente da República Portuguesa, recordei as muitas vezes que aqui estive. Recordei os antigos Paços do Concelho, a Biblioteca Municipal, os Bombeiros Voluntários Celoricenses de quem sou associado, recordei aquilo que pude ver e ouvir nas várias freguesias que vão desfilar” disse o Presidente da República Portuguesa, como forma de saudação ao povo Celoricense.

Marcelo Rebelo de Sousa lembrou os emigrantes “que são tão celoricenses como os que vivem cá, Celorico é grande e tem uma grande gente”. Saudou ainda os Portugueses “porque Portugal é a nossa pátria, nós somos os melhores do mundo, não apenas no desporto, mas na ciência, na educação, na literatura, nas empresas… quem percorre o mundo encontra sempre um português excecional” reforçou. O presidente da República Portuguesa terminou o seu discurso com palavras de conforto e força para ultrapassar as dificuldades. “Há momentos difíceis mas nós somos como os nossos antepassados, somos fortes, resilientes, nós temos a mesma fibra, e vamos conseguir ultrapassar as dificuldades. O que vos peço é que não desanimem, não desistam, continuem a fazer como os nossos antepassados e conseguiremos ultrapassar as dificuldades se colocarmos aquilo que nos divide aquilo que nos une” destacou.

_DSC2498.jpg

A centenas de pessoas presentes na Praça Albino Alves Pereira, aplaudiram efusivamente as palavras do Presidente da República, “temos um Presidente da República de Portugal que é um grande Celoricense” disse o Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. “Um homem que nunca esquece a terra, que faz o melhor por Portugal, de lés-a-lés. Que tem feito um trabalho extraordinário à frente da chefia de Portugal. No dia das Festas do Concelho nada melhor que termos aqui o Sr. Presidente da República. Nós contamos muito consigo para evoluir e contará sempre com o nosso afeto e amizade” realçou o autarca.

_DSC2602.jpg

O Presidente ada República Portuguesa chegou a Celorico de Basto pelas 13h20, tendo almoçado no recém inaugurado Celorico Palace Hotel and Spa. De seguida visitou a Biblioteca Municipal da qual é patrono onde assinou o livro de honra e descerrou uma placa.

Num dia de intenso calor, Marcelo Rebelo de Sousa não se inibiu e fez o percurso a pé da Biblioteca até à Praça Albino Alves Pereira onde fez o discurso protocolar e assistiu ao Cortejo Etnográfico, uma referência dos usos e costumes locais e um dos pontos altos das tradicionais Festas do Concelho em honra de S. Tiago.

_DSC3035.jpg

_DSC3085 (1).jpg

_DSC3165.jpg

VILA VERDE ESTÁ NA ROTA DAS COLHEITAS

Feira de pequenos frutos é uma das novidades da programação Na Rota das Colheitas 2016. Mais de trinta iniciativas num hino ao mundo rural e à tradição minhota

A programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, está este ano ainda mais rica e diversificada. Um total de 35 iniciativas, que se desenrolam durante quatro meses (do início de agosto ao fim de novembro) em 19 freguesias e uniões de freguesias distintas e cuja organização envolve anualmente largos milhares de pessoas a título individual, bem como centenas de empresas, associações e instituições vilaverdenses.

A (1) (2).JPG

“Reflete bem a dinâmica e a vontade dos vilaverdenses de desenvolverem ações e encetarem esforços para promover e valorizar a cultura e o território”, frisou o presidente da edilidade, António Vilela, durante a conferência de apresentação da edição de 2016 da Rota das Colheitas, que decorreu durante a manhã de hoje (27 de julho), nos Paços do Concelho. No final da sessão, teve lugar uma sessão de degustação de pequenos frutos e derivados, como as compotas e o licor.

Ano após ano, é cada vez maior o número de agentes locais e regionais que fazem questão de se associar a um dos maiores eventos nacionais dedicados à tradição e à etnografia. A feira de pequenos frutos, Mirtifrutos, foi um dos destaques de um programa carregado de novidades chegadas de vários pontos do concelho, de que são exemplo a corrida de obstáculos e a malhada do feijão (Loureira), a Festa da Sardinha na Broa (Valbom S. Martinho) e a animação tradicional e gastronomia (Parada de Gatim e Freiriz). “Procuramos ajustar o programa às dinâmicas do território. Somos, a nível nacional, um dos concelhos com maior número de explorações dedicadas à produção de pequenos frutos (principalmente mirtilo, amora e framboesa) e também com maior área de exploração. A Mirtifrutos – Feira Nacional de Pequenos Frutos vai ajudar a divulgar e valorizar esta área de produção”, afirmou António Vilela.

Rota arranca a todo o vapor

A Mirtifrutos realiza-se de 13 a 15 de agosto, mas deve mudar de figurino já no próximo ano e levar a um alargamento do calendário da Rota das Colheitas, que em 2018 vai começar a meados de julho, com a certame a dar o pontapé de saída da programação. O ajuste da data vai tornar a feira ainda mais apelativa para produtores da região e de todo o país, uma vez que é nessa altura do que se verifica o pico de produção de pequenos frutos. Este ano, o programa arranca em pleno, com quatro iniciativas distintas no primeiro fim de semana (5 a7) de agosto. A rota começa com um arraial à boa moda do Minho, o Arraial do Melão Casca de Carvalho (5 a 7 de agosto), que coloca em evidência “uma especialidade da nossa região, que apresenta características excecionais no concelho de Vila Verde”, a que se junta a Malhada do Centeio (Gondomar), Animação Tradicional e Gastronomia (Freiriz) e a iniciativa gastronómica Saborear Lanhas, que coloca em destaque o arroz de feijão malandro com pataniscas.

A (2) (1).JPG

“Um passado que nos orgulha e com o qual queremos construir o futuro de Vila Verde”

António Vilela vincou também a enorme diversidade de um programa que se desdobra entre iniciativas tão variadas como a música ao vivo, as recriações de práticas agrícolas, as festas das colheitas, as iniciativas gastronómicas, as feiras agrícolas e as atividades de desporto e natureza, entre outros. “É um hino ao mundo rural e será com certeza uma festa de tradições, saberes e sabores, para transmitirmos a nossa herança cultural a estas gerações e às vindouras. Um passado que nos orgulha e com o qual queremos construir o futuro de Vila Verde”, afirmou, acrescentando que a iniciativa contribui em grande escala para a dinamização da economia local. “Também temos como objetivo promover o território, atrair visitantes e criar momentos para que as nossas empresas sejam divulgadas. Durante estes quatro meses teremos dezenas de milhares de pessoas a visitar o concelho”, referiu o edil.

Festa das Colheitas é a iniciativa rainha

Coube também ao presidente da Câmara apresentar o programa completo. Não faltam as iniciativas emblemáticas, como a Festa do Caldo do Pote, a Desfolhada do Milho e a Espadela do Linho, entre muitas outras. Nota de destaque para a iniciativa rainha da programação, a Festa das Colheitas 2016 – XXV Feira Mostra de Produtos Regionais, com seis dias consecutivos dedicados à raiz da tradição minhota, que garantem aos visitantes uma experiência ainda mais arrebatadora e confere maior visibilidade aos atores locais. Por esta altura, o campo da feira ganha nova vida e prepara-se para receber as largas dezenas de milhares de visitantes que se deslocam a Vila Verde para sentirem o genuíno pulsar do mundo rural. A edição de 2016 da Rota encerra com chave de ouro, com o Fim de Semana Gastronómico, em que os restaurantes aderentes preparam várias iguarias regionais, com destaque para o Pica no Chão e Pudim Abade de Priscos.

A (3) (1).JPG

A (4).JPG

MONÇÃO EFETUA DEMOLIÇÃO DE HABITAÇÃO JUNTO À MURALHA

Permuta entre o Município de Monção e os herdeiros de José Canosa Mendes foi aprovada, em reunião camarária, no dia 7 de março. Futuramente aquela área será beneficiada no âmbito do projeto de requalificação urbanística de toda a zona da antiga estação da CP.

Casa 01 (Large).JPG

A habitação na travessa da Lodeira, junto à muralha da vila, que o Município de Monção permutou com os herdeiros de José Canosa Mendes, começou a ser demolida. Futuramente aquela área será beneficiada no âmbito do projeto de requalificação urbanística de toda a zona da antiga estação da CP.

No dia de ontem, os funcionários da autarquia retiraram folhas de zinco, portas e janelas, que serão reaproveitadas pelo serviço de ação social, tendo, esta manhã, com a ajuda de uma retroescavadora, avançado com a “desmontagem” das pastas de granito que delimitam o acesso à habitação.

Em troca da habitação, o Município de Monção cedeu aos herdeiros de José Canosa Mendes uma casa na Urbanização de Santiago. A proposta foi aprovada, por unanimidade, na reunião quinzenal do executivo municipal, realizada no dia 7 de março

Além da cedência da habitação, constituída por seis divisões com uma área de 250 metros quadrados, foi ainda deliberado adquirir um prédio rústico situado junto à habitação. Destinado ao cultivo, possui uma área total de 480 metros quadrados.

Casa 02 (Large).JPG

BARCELOS MOSTRA ARTESANATO E CERÂMICA

Parque da Cidade recebe 34.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos

A 34.ª Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos decorre no Parque da Cidade, entre o dia 29 de julho e 15 de agosto. Mais de uma centena de artesãos, 80 dos quais de Barcelos, estão representados neste certame que conta com cerca de 120 stands espalhados pelas várias áreas do recinto do Parque. Este certame, um dos mais antigos do país, conta com a presença dos mais importantes artesãos de cada setor do artesanato e retrata toda a riqueza da arte e do trabalho tradicional.

A Mostra de Artesanato e Cerâmica de Barcelos tem como objetivo promover o artesanato e os artesãos, sendo o grande evento anual na área do artesanato, afirmando Barcelos como capital do artesanato e trazendo à cidade muitos milhares de pessoas, mantendo um cruzamento harmonioso com a gastronomia e os vinhos, a música popular e o folclore nacional e internacional.

Quem visitar este espaço poderá, ainda, contar com muitos espetáculos musicais, onde se incluem música popular e atuações de grupos folclóricos do concelho de Barcelos e de grupos estrangeiros participantes no Festival do Rio; arruadas de bombos, espetáculos de dança, animação de rua diária entre outras atividades que, de forma ininterrupta, animarão a Mostra entre o palco principal, a praça do vinho e todo o recinto.

Os stands dedicados à valorização dos produtos da Terra e das artes e ofícios ligadas aos mesmos são algumas das novidades presentes neste grande certame, onde estarão presentes a ATHACA e o projecto PROVE, a Cooperativa Agrícola de Barcelos com stand para promoção da dimensão leiteira e agrícola do território e diversos stands com produtos biológico locais. Pelas mãos de grandes mestres teremos os workshop`s “Experiências com Arte Tradicionais”.

A tradição é um dos elementos fundamentais na construção da história e da memória dos homens, religando-os às suas raízes culturais mais profundas. Os workshops com artesãos locais são um meio privilegiado de passagem de testemunho e transmissão de conhecimento, ensinando estes ofícios seculares às gerações mais novas, uma aposta e iniciativa que pretende promover e recuperar a arte de bem-fazer chapéus de palha tradicionais de Cambeses ou recriar o processo de fiação de lã desde a tosquia ou de cozedura do pão tradicional são alguns dos pontos altos do programa de animação. Bordado de crivo, tecelagem em penas, cestaria grossa, brinquedos em madeira, olaria tradicional e o figurado são algumas das matérias que serão abordadas durante este programa.

As atividades realizam-se entre as 18h30 e as 20h30 num espaço próprio definido para o efeito e os interessados devem inscrever-se para turismo@cm-barcelos.pt até às 16h00 do dia do evento.

O certame tem entrada livre e o seguinte horário: de segunda a sexta feira, das 18h00 às 24h00; sábados e domingos das 16h00 às 24h00, e no dia 15 de Agosto, feriado, das 16h00 às 21h00.

PONTE DE LIMA LEVA CRIANÇAS À ARTE NA LEIRA

Oficinas de Verão Área Protegida das lagoas de Bertiandos e S. Pedro de Arcos – Arte na Leira

A Oficina Desporto e Cultura das Oficinas de Verão que o Serviço Educativo da Área Protegida das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro D´Arcos do Município de Ponte de Lima está a dinamizar levou 40 crianças até à Arte na Leira.

IMG_7462 (Small).JPG

A Arte na Leira é uma mostra de arte, expressa de diversas forma, desde a pintura, cerâmica, serigrafia e outras. Da autoria do artista plástico Mário Rocha a iniciativa realiza-se há 18 anos, e está patente ao público em plena Serra D´Arga, até 21 de agosto.

Como forma de assinalar esta 18ª edição, foi lançado um livro sobre a vida e obra do mentor deste projeto artístico, “Mário Rocha: Retrato de uma vida”. O autor considera que a Arte na Leira “dá a conhecer novas expressões e vivências num ambiente natural.”

Esta visita da Oficina sobre Desporto e Cultura da Área Protegida, permitiu às crianças, que são provenientes de várias localidades, nomeadamente de Viana do Castelo, Porto, Paredes de Coura, Arcos de Valdevez, Vila Verde, Ponte de Lima e Paris, conhecer todas as obras expostas e interagir com o autor, que realizou um workshop sobre pintura, no qual desenharam uma tela alusiva ao atleta olímpico Limiano Fernando Pimenta.

Associou-se a esta visita o Vereador da Educação da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Dr. Paulo Sousa, que realçou a importância deste projeto e a forma como o Município de Ponte de Lima “promove, dinamiza e fomenta a interação das suas ações com as expressões culturais que se vão realizando na região.”

A Arte na Leira 2016 mostra numerosos trabalhos, nas áreas da pintura, escultura, tapeçaria, cerâmica, fotografia, moda e design, entre outras. 

As Oficinas de Verão, projeto que visa o desenvolvimento ecológico e rural e a ocupação lúdica das crianças com idades compreendidas entre 5 e 12 anos, prolongam-se até ao próximo mês de setembro.

IMG_5302 (Small).JPG

IMG_5314.JPG

IMG_7443 (Small).JPG

MONÇÃO: ZONA DE LAZER DE MAZEDO OBJETO DE PROFUNDA REQUALIFICAÇÃO

Nesta deslocação de trabalho à União de Freguesias de Mazedo e Cortes,  Augusto de Oliveira Domingues e Conceição Soares tomaram contacto com o projeto de valorização daquela área ribeirinha e visitaram alguns investimentos efetuados por administração direta com apoio da autarquia monçanense. 

Mazedo 01 (Large).JPG

Augusto de Oliveira Domingues e Conceição Soares estiveram na União de Freguesias de Mazedo e Cortes para visitar algumas empreitadas de rede viária efetuadas nos últimos tempos e tomar contacto com alguns investimentos estruturantes em fase de arranque. Nesta visita, estiveram acompanhados pelo presidente, Vítor Rodrigues, e pelo secretário, Tiago Morais.

Em permanente contacto com a população, a visita englobou paragens em diversos lugares que beneficiaram de melhoramentos na rede viária ao nível do pavimento, valetas e condutas de água. Casos da Rua da Gandra, Rua do Friego, Rua das Cruzes, Avenida da Adega Cooperativa de Monção e Caminho Agrícola do Sorrego, 1ª e 2ª fase.

Os autarcas deslocaram-se também ao lavadouro público de Requião que, tendo sido recentemente objeto de recuperação, apresenta agora um aspeto mais condizente com a história coletiva daquele lugar e com as memórias que cada família tem daquele espaço de trabalho e convívio.

Uma obra muito bem conseguida, tanto no exterior como no interior, que revela a preocupação dos responsáveis locais na preservação e funcionalidade do património contruído e na divulgação das potencialidades naturais que Mazedo e Cortes tem para oferecer.

Mazedo 02 (Large).JPG

Como refere Vítor Rodrigues, a diferenciação positiva da União de Freguesias de Mazedo e Cortes faz-se com a valorização daquilo que é nosso. Por isso, adiantou, a requalificação destas estruturas seculares é uma prioridade na função cívica que exercemos para servir a população.

Requalificação e ampliação do cemitério de Mazedo

Neste périplo, os autarcas visitaram também a empreitada em curso de requalificação e ampliação do cemitério de Mazedo, o qual recebeu 3 novos talhões com um total de 95 sepulturas, e inteiraram-se do andamento do projeto de beneficiação e alargamento da zona de lazer de Mazedo junto ao rio Gadanha.

O processo de aquisição de terrenos está concluído com a recente compra de 1000 metros quadrados, passando a mancha de intervenção para 3000 metros quadrados. Com o projeto de arquitetura praticamente finalizado, Vitor Rodrigues está confiante que o arranque do investimento possa acontecer ainda no corrente ano.

Assinalou que toda aquela zona vai ser beneficiada numa perspetiva de respeito e obediência pela área envolvente e sublinhou a importância turística que irá representar para a freguesia. Sintetizou: “O resultado final será surpreendente. Acredito que esta zona de lazer, aprazível e refrescante, seja visitada por muita gente”.

Depois de Merufe, esta deslocação a Mazedo e Cortes enquadrou-se no ciclo de visitas que o Município de Monção está a efetuar às 24 freguesias do concelho no sentido de avaliar, junto dos responsáveis locais, as preocupações das populações e os investimentos futuros.

Mazedo 06 (Large).JPG

Mazedo 10 (Large).JPG

Mazedo 12 (Large).JPG

Mazedo 14 (Large).JPG

Mazedo 15 (Large).JPG

Mazedo 18 (Large).JPG

PARTIDO "OS VERDES" CONTESTA AMEAÇAS DA UE A PORTUGAL

Posição de Os Verdes sobre a decisão da Comissão Europeia – sanções a Portugal

O Partido Ecologista Os Verdes regista a decisão da Comissão Europeia de não aplicar multas a Portugal por défice excessivo de 2015. Porém, o PEV lamenta que a Comissão Europeia mantenha em aberto uma eventual aplicação de sanções com a suspensão de fundos comunitários, decisão adiada para Setembro.

A Comissão Europeia tornou-se um elemento de ameaça constante a Portugal, procurando condicionar o desenvolvimento de políticas que favoreçam o bem-estar dos portugueses e a redinamização da nossa atividade económica.

Depois de, através da Troika, a Comissão Europeia ter contribuído ativamente para flagelar este país e este povo português, pretende prosseguir o seu trabalho através de ameaças constantes ao país.

Depois do Brexit, na primeira oportunidade que a União Europeia tinha para demonstrar que não existe para perturbar os povos e a capacidade de desenvolvimento dos países, passa, afinal, o tempo a ameaçar Portugal com sanções! É absolutamente vergonhoso, mas bem revelador do elemento perturbador que se tornou esta União Europeia, afinada por políticas neoliberais e por tentativas incansáveis de roubar a soberania aos povos.

Os Verdes reafirmam que tudo deve ser feito para contestar quaisquer sanções aplicadas a Portugal.

RUSGA DE SÃO VICENTE DE BRAGA REPRESENTA PORTUGAL NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE LUGO, NA GALIZA

A Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho foi uma vez mais chamada a representar Portugal, num Festival Internacional de Folclore, com a chancela do Comité Internacional Organizador de Festivais Folclóricos  CIOFF (Unesco).

rsv_fts_arq024.jpg

Desta vez, a Rusga levará as tradições etnográficas, ao nível da dança, canto e a riqueza do trajar popular minhoto, até às terras de Lugo em Espanha, para participar na "XXXVIII Mostra Folkórica Internacional de Viveiro".

A edição deste ano, que decorrerá entre os dias 5 a 7, do próximo mês de agosto, contará com a participação de 6 países convidados; Argentina, Bolívia, Servia, Polónia, Portugal e Eslováquia. A Espanha, país anfitrião, estará representada com grupos oriundos de Sevilha, Múrcia e da própria Galiza, para além do grupo organizador, "Associação Bágoas da Terra", Viveiro.

Ao longo das 37 edições do Festival já levadas a efeito, pela "Plaza Mayor", passaram mais de 200 agrupamentos ou academias  folclóricas, oriundos dos 4 cantos do mundo.

Estes festivais internacionais de folclore do CIOFF, têm por objetivo, por um lado, estabelecer a cooperação e a solidariedade entre os seus membros, no âmbito da organização e participação em Festivais Internacionais de Folclore e, por outro, visa estabelecer pontes de contato entre diferentes grupos, que tem por missão; a preservação e divulgação das artes e cultura popular tradicional dos países e/ou regiões de proveniência.

rsv_fts_arq021.jpg

rsv_fts_arq022.jpg

rsv_fts_arq023.jpg

DEPUTADOS DO PSD PELO CÍRCULO DE BRAGA PRESTAM CONTAS

Final da 1ª Sessão Legislativa. Balanço da Atividade Parlamentar dos Deputados do PSD eleitos pelo Círculo Eleitoral de Braga

Na campanha eleitoral para as legislativas, assumimos um duplo compromisso. Por um lado, desenvolver um trabalho de proximidade com as empresas, as instituições, as autarquias e os eleitores do círculo eleitoral de Braga. Por outro, defender os interesses da região mesmo sabendo que, constitucionalmente, os deputados representam o todo nacional e não o círculo eleitoral pelo qual foram eleitos.

20160725_Conf_Imp_Braga.jpg

Chegados ao final da primeira sessão legislativa da XIII Legislatura, e na hora de prestar contas a quem nos elegeu, respeitando dessa forma as pessoas que nos confiaram um termo de representação, podemos afirmar que estamos a cumprir os compromissos solenemente assumidos.

Nos últimos 9 meses, os deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral de Braga, estiveram permanentemente no terreno, passando pelos seus 14 concelhos. Visitaram empresas, explorações agrícolas, instituições particulares de solidariedade social, unidades de saúde, escolas, equipamentos desportivos, de juventude, turísticos e ambientais. Reuniram com os autarcas e com as associações representativas da indústria, comércio e agricultura. Dialogando e colhendo contributos para a elaboração e concretização de melhores politicas publicas que possam ir de encontro às necessidades do país.

Naquele mesmo período de tempo, os deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral de Braga, no uso de diferentes instrumentos, levaram à Assembleia da República os mais variados assuntos, por vezes de escala meramente local, mas não menos importantes para as populações a que dizem diretamente respeito. A alienação da Torre da Alfandega da Muralha de Guimarães, as portagens na A28 e na Concessão Norte, o Programa de Financiamento de doentes com HIV e esclerose múltipla no Hospital de Braga, o Projeto de requalificação e de construção da circular alternativa à EN14, a problemática do IMI no Centro Histórico da cidade de Guimarães, a falta de médicos nas Extensões de Saúde de Fradelos e Lousado no município de Vila Nova de Famalicão, a não abertura dos Espaços de Cidadão já protocolados no distrito de Braga, a exploração de caulinos em Milhazes e Vila Seca, Barcelos, o aparecimento de estirpes de bactérias resistentes na água do Rio Ave, o processo de descentralização de competências no domínio da saúde, os múltiplos problemas vivenciados no Hospital de Fafe e no Centro Hospitalar do Médio Ave, a violação dos contratos de associação com as escolas do setor particular e cooperativo, o projeto para atravessamento de uma linha de alta tensão no município de Barcelos, a recuperação e valorização do Mosteiro de Rendufe, são apenas alguns dos exemplos que mereceram especial atenção.

Mas se este é o momento para prestar contas também é a altura certa para fazermos um balanço daquilo que, no distrito de Braga, são os resultados da atuação do governo.

E quais são os resultados do Governo neste distrito?  Os factos falam por si.

No Poder Local, o processo de descentralização de competências para as autarquias foi interrompido. As Camaras Municipais não viram acrescidas novas responsabilidades, nem com elas novos meios financeiros, mas sentiram na pele a descriminação do Governo na distribuição dos fundos comunitários destinado às obras em cidades de nível superior, mais conhecido por PEDU – Programa Estratégico de Desenvolvimento Urbano.

Na Educação, as verbas a transferir para as autarquias, por força da delegação de competências, não foram, atualizadas, tão pouco, como sempre o foram, ao nível da inflação prevista. Relatos de que há agrupamentos de escolas prestes a ficar sem dinheiro para pagar despesas correntes, como as faturas de água ou eletricidade, são cada vez mais frequentes.

Ainda na Educação, sem ouvir ninguém e em nome de uma agenda ideológica que abomina tudo aquilo que não seja estatal, que não possa controlar, que não possa subjugar, uma agenda ideológica que teima em desconhecer que as escolas com contratos de associação servem o interesse das populações locais da mesma forma que as escolas estatais, o “Governo da União das Esquerdas” decretou o principio do fim dos contratos de associação interrompendo o percurso educativo de milhares de alunos, semeando instabilidade e incerteza nas famílias e encaminhando para o desemprego milhares de docentes e não docentes.

No Setor Social, as IPSS’s do distrito que englobam Associações, Fundações, Casas do Povo, Centros Paroquiais, Institutos de Organizações Religiosas e Misericórdias, fundamentais no apoio às famílias carenciadas, que acolhem milhares de cidadãos e mobilizam milhares de trabalhadores, sentem-se enxovalhadas pelo BE, que reputa de “treta” o meritoso trabalho dos seus muitos voluntários e encara estas organizações como uma “rede clientelar sem escrutínio público” que deve ser combatida. Tudo isto com o silêncio concordante do PS e do Senhor Primeiro Ministro, Dr. António Costa.

Na Saúde, não chegaram mais médicos, nem mais enfermeiros, nem mais pessoal auxiliar às unidades de saúde. Não há mais dinheiro, mas há maior despesa com as reposições salariais e a redução do horário de trabalho para as 35 horas. À semelhança do país, o prazo médio do pagamento a fornecedores agravou-se de forma muito significativa. Voltamos a empurrar os problemas com a barriga. Também no distrito, com claros prejuízos para as populações, a “destruição”, a marca da “Frente de Esquerda”, se fez sentir de forma muito particular com a revogação da decisão de devolução dos Hospitais de Fafe e de Santo Tirso, este integrado no Centro Hospitalar do Médio Ave, às respetivas Misericórdias locais.

Ao distrito também não chegaram novos serviços públicos, mas continuam por abrir 23 Espaços do Cidadão protocolados pelo anterior Governo. Não chegam novos serviços, mas outros há em que apenas se fala no seu encerramento como é o caso dos Serviços do Ministério da Agricultura situados em Barcelinhos, pertencentes à Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.

Apesar do foguetório, também ao nível das infraestruturas e equipamentos nada aconteceu de relevante no distrito. Aliás, aconteceu exatamente o contrário, com o Governo a adiar o início da execução, para 2017, do projeto da alternativa à EN 14 ligando os municípios da Maia, Trofa e Vila Nova de Famalicão.

Relevante mesmo apenas se dá conta o perseguimento e o saneamento político de dirigentes de topo em diversos organismos públicos e a sua substituição por conhecidos militantes socialistas, muitos deles sem o obrigatório escrutínio da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP).

Tal como no resto do país, também no circulo eleitoral de Braga, se sente que a "maioria de esquerda", esse exemplo perfeito do oportunismo político que serviu para derrubar o Governo do PSD/CDS-PP eleito pelo Povo, serve para favorecer os interesses das corporações que vivem à sombra do Estado, mas não serve para resolver os problemas com que se defronta o país e os portugueses.

Esta é uma maioria de esquerda que nada constrói, nada aperfeiçoa. Tudo destrói. O país tão carecido de reformas, não avança, recua.

O Governo da União das Esquerdas não virou a página da austeridade, mas seguramente voltou atrás na página da credibilidade.

O Governo do PSD/CDS-PP que libertou Portugal da Troika, chamada por um desgoverno do Partido Socialista, deixou um país com as contas públicas em trajetória de consolidação, com as exportações a baterem todos os recordes, com a economia a crescer acima da média europeia, com uma taxa de desemprego a descer paulatinamente. Os portugueses estavam gradualmente a recuperar os seus rendimentos, a confiança dos consumidores e dos investidores estava consistentemente em linha ascendente. Portugal recuperara a sua credibilidade internacional e libertou-se do jugo de entidades externas.

Ao fim de oito meses do governo da “Geringonça”, Portugal voltou ao radar negativo das instituições internacionais. As taxas de juros da dívida pública portuguesa sobem continuamente em todos os prazos, o indicador do clima económico, depois de 32 meses de trajetória ascendente, apresenta desde setembro uma linha descendente. O investimento abranda desde outubro. As exportações estão em queda. A taxa de desemprego estagnou e a do emprego diminuiu. No primeiro trimestre de 2016 registaram-se menos 50 mil pessoas empregadas. Os pagamentos em atraso do Estado aos fornecedores continuam em acelerada ascensão. A divida pública bate sucessivos recordes. Cresceu o dobro da economia, aumentando 6 mil milhões de euros, desde o início do ano.

Nada disto acontece por acaso. Este é o preço que o país está a pagar pelas políticas de António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Heloísa Apolónia. Um preço a pagar que, infeliz, mas inevitavelmente, acabará por chegar à vida e aos bolsos dos portugueses.

Acompanhe a actividade política e parlamentar do deputado Joel Sá em www.facebook.com/JoelSa.Barcelos

Paulo Ricardo Enes

DESCARGAS DA BARRAGEM DA CANIÇADA DESACONSELHAM BANHOS NAS PRAIAS FLUVIAIS DA REGIÃO

Para salvaguardar segurança dos utentes e banhistas, o Município de Amares informa que os banhos nas Praias Fluviais de Figueiredo, Ombra e Barreiros estão desaconselhados, entre os dias 27 e 31 de julho, devido à elevação dos caudais turbinados pela EDP na Caniçada, necessária para a realização da Taça do Mundo em Canoagem – WORLD CUP 2016.

A medida surge na sequência de um pedido efetuado pelo Município de Vila Verde.

ARTES E OFÍCIOS TRADICIONAIS REÚNEM ARTESÃOS EM CERVEIRA

II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais reúne trabalhos de vários cantos do mundo

São 50 os artesãos inscritos na II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais, a decorrer entre 10 e 14 de agosto, no Parque do Centro Coordenador de Transportes de Vila Nova de Cerveira. Reforçando o caráter internacional, o evento conta com um maior número de participantes, mais nacionalidades e uma enorme variedade de áreas representadas. Entrada livre.

Cartaz - II BIA (Programa).jpg

À semelhança da edição 2014, e mantendo o objetivo de valorizar o artesanato, a II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais constitui-se como um espaço de encontro de natureza cultural, com um programa diversificado que abrange a exposição e venda de produtos artesanais, trabalhos ao vivo, gastronomia, ateliês, animação musical e uma ação de sensibilização relacionada com a promoção e os fundos de financiamento para as artes e ofícios, promovida pelo IEFP.

Este ano, o evento carateriza-se pela variedade de origens presentes e pela diversidade dos produtos e ofícios que apresentam. Para além de muitos portugueses e de espanhóis de várias regiões, destaca-se a presença de artesãos oriundos de Cabo Verde e Brasil. Os trabalhos apresentados vão desde a cestaria, trabalhos em madeira e em vidro, tapeçaria, couro, cerâmicas, bijuterias, até às várias produções de autor ao nível de joalharia e outras áreas.

A II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais aposta ainda num vasto programa de animação ao som de música tradicional portuguesa com bombos e grupos folclóricos do concelho, mas também na dinamização de quatro concertos com diferentes estilos musicais associados à tradição: o folk português com Uxu Kalhus, o ritmo dos Melech Mechaya, a reinterpretação de clássicos da Bossa Nova e da MPB com o Trio Pagú, e a identidade cultural das Terras de Miranda, Nordeste Transmontano com os Galandum Galundaina.

A gastronomia também não é esquecida e, uma vez mais, as associações e juntas de freguesia do concelho apresentam o seu melhor na recriação e divulgação dos pratos mais tradicionais do Alto Minho.

A inauguração da II BIA – Artes e Ofícios Tradicionais está agendada para o dia 10 de agosto, às 16h00, prolongando-se até domingo, 14.

PUSKAS EXPÕE PINTURA EM MONÇÃO

O artista monçanense Puskas inaugura a exposição de pintura intitulada "Retrospetiva da carreira do pintor" -comemoração do seu 40º aniversário como pintor, no próximo dia 29 de julho (sexta feira), pelas 18h30, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de agosto.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta-feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 17h30

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

Convite.jpg

 

TRÊS DIAS INTENSOS EM VILA PRAIA DE ÂNCORA COM AMFF IN CONCERT FOLCLORE E FADO FORTE

Campo do Castelo e Forte da Lagarteira são os “palcos”

Vila Praia de Âncora prepara-se para viver três dias intensos, com excelente música. São três concertos, entre quinta-feira e sábado, no Campo do Castelo e no Forte da Lagarteira, todos com início marcado para as 22h00. AMFF in Concert Folclore é a proposta para a noite de quinta-feira, enquanto o Fado Forte ocupa os serões de sexta-feira e sábado.

Forte da Lagarteira

AMFF in Concert Folclore é uma criação inovadora, que combina a erudição da música clássica com as raízes da etnografia regional. Trata-se de “uma viagem pela nossa identidade”, promovida pela Academia de Música Fernandes Fão e Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora, que partilham a organização do evento com a Câmara Municipal de Caminha e o Concelho de A Guarda.  

Nos dois dias seguintes, ali bem próximo, mas agora entre as muralhas do Forte da Lagarteira, é o fado quem sobe ao palco, pelas vozes de Ricardo Ribeiro e Marla Amastor, no primeiro dia, e de Raquel Tavares e Francisco Moreira, no sábado. A organização é da responsabilidade da Câmara Municipal de Caminha.

Grandes nomes, grandes vozes, num palco que tem em fundo o mar de Vila Praia de Âncora e que vai receber mais uma vez o fado, um estilo musical bem português, reconhecido internacionalmente e classificado desde 2011 como Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO.