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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA REQUALIFICA POLIDESPORTIVO DE LAMAS

Requalificação do Polidesportivo de Lamas permite à comunidade usufruir ´em pleno´ do equipamento. Investimento superior a 50 mil euros

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, participou hoje, dia 17 de Julho, na cerimónia de inauguração da requalificação do Polidesportivo de Lamas. O projecto teve um investimento global de 52 mil euros.

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O projecto de requalificação envolveu a colocação de um novo piso, de um Parque Infantil e o arranjo da zona envolvente. “Hoje em dia é fundamental qualificar os equipamentos existentes de acordo com as necessidades identificadas a cada momento. Este tipo de intervenções são importantes para criar condições de bem-estar à população”, referiu o Edil.

Segundo o Autarca, as obras no Polidesportivo, que existe desde 1990, traduzem-se numa ´mais-valia´ para toda a Freguesias e para as suas associações. “Trata-se de um equipamento desportivo onde se realizam muitas actividades. A população pode agora usufruir em pleno deste espaço e intensificar a prática desportiva. Esta intervenção irá, certamente, potenciar variaz utilizações e melhorar a qualidade de vida da comunidade”, afirmou, sublinhando que o Município tem seguido uma política de apoio ao eclectismo desportivo e de promoção de hábitos de vida em todas as zonas do Concelho.

Por seu turno, João Alves, presidente da Junta de Freguesia de Lamas, referiu que a requalificação do espaço era uma ambição antiga da Junta e da comunidade.

“A Câmara Municipal esteve sempre receptiva às nossas necessidades e pedidos. É uma obra ansiada que finalmente se concretizou e que vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos habitantes desta União de Freguesias”, frisou.

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VILA VERDE É UMA VILA CADA VEZ MAIS CRIATIVA

Consagração dos vencedores da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem nos Paços do Concelho

O coração de Vila Verde foi inundado por uma onda de arte criatividade, inovação e talento com as dezenas de propostas elaboradas por jovens artistas (sub-35) nacionais e internacionais (Espanha e México) para o concurso e exposição da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem.

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Uma iniciativa que contribui de forma categórica para elevar a cultura e promover o desenvolvimento de jovens artistas e, em simultâneo, permite à população contactar com diversas formas artísticas inovadoras e modernas, aumentando o número motivos de interesse do concelho para vilaverdenses e visitantes, contribuindo diretamente para a promoção e desenvolvimento do território. No final da tarde do passado sábado, 16 de julho, o Salão Nobre dos Paços do Concelho recebeu a Cerimónia de Entrega de Prémios e consagração dos vencedores. De seguida, teve lugar a sessão de encerramento da mostra artística com uma visita guiada à exposição que, de 02 a 16 de julho, esteve patente na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela.

A jovem artista Alexandra Rafael, de Coimbra, conquistou o Grande Prémio da 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, com a sua instalação 'Recolhas'. O segundo prémio foi para Filipe Cortez, com o trabalho 'Collection'. Destaque também para dois primeiros lugares, em ex aequo, no Prémio Jovem Revelação. O júri premiou as obras 'Nem Preto, Nem Branco', da Escola Secundária de Vila Verde, e ‘Poéticas de Luz’, da Escola Monsenhor Elísio de Araújo. Nota de realce ainda para as 4 Menções Honrosas, atribuídas às obras 'Migrante', de Alexandre Carvalho, 'Ubicácion Água', de Omar SM, '10 Chifres', de Bessa Oliveira, e 'Dissecação', de Joana Couto. A 9ª Bienal Internacional de Arte Jovem foi organizada pelo Município de Vila Verde, com a colaboração da associação D’Arte e do Instituto Português do Desporto e da Juventude, tendo o BPI como principal patrocinador.

Obra de arte de homenagem ao canoísta na Vila de Prado

Presente na sessão, o presidente do Município de Vila Verde começou por deixar um agradecimento sentido a patrocinadores, funcionários, artistas, júri… enfim, todos os que de alguma forma se envolveram neste projeto e contribuíram para o seu sucesso. António Vilela aproveitou também a ocasião para anunciar que será inaugurada brevemente uma nova obra de arte no concelho de Vila Verde, uma escultura de homenagem aos atletas da modalidade da canoagem que têm elevado o nome de Vila Verde em competições nacionais e internacionais. Mais uma prova inequívoca de que a promoção da cultura e da arte é um desígnio que extrapola o âmbito desta iniciativa e é uma meta almejada de forma sistemática pela edilidade vilaverdense.

“Criar oportunidades para que os nossos jovens exponham o seu talento”

O autarca fez ainda questão de congratular todos os participantes, recordando que “a vida é feita de lutas e desafios, às vezes é preciso muita persistência para vencer”. “Espero que estes jovens conheçam o caminho do sucesso. É natural que nem sempre vençam e que surjam dificuldades, mas não devem desanimar perante a adversidade. Procuramos através desta iniciativa criar oportunidades para que os nossos jovens exponham o seu talento. A Bienal na Escola, que se desenvolve em alternância com a Bienal de Arte Jovem, também tem dado um grande contributo para levar a arte e cultura aos nossos jovens”, referiu António Vilela, recordando a senda promocional de alto nível que tem sido levada a cabo pelo Município vilaverdense. “Temos dois grandes eventos internacionais em Vila Verde durante este mês de Julho, A Bienal e a Taça do Mundo de Maratonas em Canoagem. São momentos altos, dos quais nos orgulhamos, que só são possíveis graças às fortes parcerias estabelecidas com associações e instituições locais.

“São virtudes tradicionais e virtualidade criativa”

Por sua vez, o coordenador artístico do evento e presidente do júri, o pintor Luís Coquenão, sublinhou que se trata de um evento “ de grande interesse cultural” para o concelho e para toda a região, apresentando de seguida a sua visão resumida sobre o mundo da arte. “São virtudes tradicionais e virtualidade criativa. A tradição é importante, sobretudo para pintores, escultores e músicos, que trazem consigo uma tradição muito maior que propriamente a nova geração das novas tecnologias. É virtualidade criativa porque representa algo que ainda está por construir”, afirmou: depois de deixar uma nota de louvor à Câmara Municipal de Vila Verde por ter acarinhado e desenvolvido o projeto, o artista pradense dedicou algumas palavras aos participantes. “Agradeço a todos os artistas que concorreram e espero que mais tarde se orgulhem de terem começado também aqui e de terem participado nesta Bienal”, concluiu.

Tempo ainda para a intervenção de um dos parceiros do evento, Maciel Cardeira, presidente da associação D’Arte, que aproveitou para prestar homenagem a duas talentosas artistas que já nos deixaram. “Vera Lúcia, uma vilaverdense que trabalhava como empregada de limpeza e que fazia questão de participar em todas as bienais e Carina Rafael, vencedora do prémio Escultura da 2ª Bienal e que entretanto emigrou para Londres”, referiu. Maciel cardeira lembrou ainda que promover a cultura e combater a ignorância são lutas que devem ser travadas diariamente, “enquanto agentes culturais, artistas, pensadores e criativos temos essa responsabilidade”.

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