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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CASA DO MINHO PROMOVE ARROZ “PICA-NO-CHÃO”

A Casa do Minho organizou um almoço “pica-no-chão” e os “pica-milhos” responderam à chamada para o repasto a fim de apreciar tão afamada especialidade da cozinha tradicional minhota.

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“Pica-milhos” era uma das designações pelas quais os minhotos eram outrora apelidados, sendo também nas terras mais a sul conhecidos por “galegos”. De igual modo, o “pica no chão” é a designação que no Minho se atribui ao que genericamente designamos por arroz de cabidela, realçando-se porém a criação caseira das aves que está na origem da expressão.

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A promoção da nossa cozinha tradicional constitui uma das vertentes do regionalismo, mormente das casas regionais, não devendo estas desviar-se destes objetivos que constituem uma das razões da sua existência.

E porque de divulgação falamos, damos a conhecer do “pica no chão” à moda de Barcelos, segundo uma receita de http://barceloscidade.webnode.pt/

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ARROZ PICA-NO-CHÃO

Ingredientes:

1 Galo caseiro

0,5 dl de azeite

3 Colheres (sopa) de vinagre

1 Cebola grande

2 Dentes de alho

100 gr de toucinho

1 Folha de louro

1 Malagueta

1 Tigela de arroz

Sal q.b.

Preparação:

Aproveite o sangue do galo, deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre e mecha para que não coalhe (como alternativa ao sangue do galo consulte o seu talho, lá poderá encontrar pacotes já embalados). Numa panela ponha a refogar no azeite, a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a galo cortado aos bocados pequenos e os miúdos (exceto o fígado), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio. Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até a o galo ficar macia. Depois de cozido retire a galo e retifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz. Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.

BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE BRAGA COMEMORAM 139 ANOS AO SERVIÇO DA COMUNIDADE

Cerimónia marcada pela assinatura de protocolo com Município 

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participou hoje, 15 de Maio, nas comemorações do 139.º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Braga. A sessão solene ficou marcada pela assinatura do protocolo de colaboração que prevê a atribuição de um apoio financeiro do Município a esta associação humanitária Bracarense.  

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Na sua intervenção, Ricardo Rio destacou o facto de este ser “o primeiro apoio de natureza financeira atribuído pela Autarquia em mais de 20 anos de actividade desta associação”. “Com a atribuição deste apoio, a Câmara Municipal reconhece o mérito e a enorme qualidade dos serviços que os Bombeiros Voluntários de Braga prestam todos os dias à população do Concelho”, afirmou o Edil. 

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Segundo Ricardo Rio, este novo quadro de colaboração inovador agora estabelecido acaba por conferir maior estabilidade à corporação do ponto de vista financeiro. Na ocasião, o Autarca lembrou que foi durante o actual mandato que a corporação recebeu do Executivo Municipal uma comparticipação de 20 mil euros para a aquisição de uma viatura. 

Ricardo Rio sublinhou ainda que o Município tem mantido uma “colaboração estreita e profícua” com todos os agentes de Protecção Civil, factor que tem sido “determinante para que os Bracarenses se sintam seguros numa Cidade que tem na protecção civil um dos seus factores de orgulho e de afirmação”.  

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A par da atribuição de 15 mil euros, o protocolo agora assinado e denominado ‘Fazer Bem’ prevê o apoio logístico na requalificação de instalações ou obras, na preparação de projectos e ainda a possibilidade de conceder isenção do pagamento das taxas municipais de ocupação do espaço público pela exploração de pontos de venda diversos associados aos grandes eventos, nos termos do Regulamento Municipal de Taxas e Licenças Municipais em vigor. 

As cerimónias comemorativas do 139.º aniversário dos bombeiros iniciaram-se com uma missa solene na igreja do Seminário de S. Pedro e S. Paulo, prosseguindo com a bênção de novas viaturas e com a tomada de posse dos novos órgãos sociais da Associação Humanitária. 

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FEIRAS FRANCAS ANIMAM FAFE

Feiras Francas em Fafe prometem fim-de-semana animado. AM Show foram a grande atração de ontem

No segundo dia das Feiras Francas, em Fafe, a animação musical marcou as atividades, a decorrer no Parque da Cidade.

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Depois de uma exibição da Escola de Hipismo, durante e tarde, às 17h30, no Campo do Ruival, que se repetirá ao longo das festividades, as concertinas percorreram a Praça dos Petiscos, num momento musical intitulado “Rusgas de Concertinas”.

A música acompanhou os que por lá passavam e faziam a sua refeição, provando os mais variados petiscos, desde o pão com chouriço ao bolo do caco.

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Às 22h00, os AM Show, grande atração da noite, subiram ao palco, na Praça do Relógio, atuando para uma plateia cheia.

A banda fafense trouxe variados temas, conhecidos dos que assistiam, que garantiram a animação dos visitantes.

Depois do encerramento da Feira Rural, à 01h00, o Bou à Xega regressou na noite de ontem, com os Dj’s Mark8, Nino, Overule & Mc Landu Bi, Alberth e Mc Taku. Vários jovens assistiram ao momento musical que pretende cativar a presença dos mais novos nas tradicionais Feiras Francas.

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O dia de hoje começou com um Torneio de MiniBasket, às 10h00, pelos Restauradores da Granja. Às 14h00 decorreu o II Encontro Regional de Bombos, pelas ruas da cidade, e a tarde trará, às 16h00, o XVIII Festival de Ranchos Folclóricos de Fafe, no Palco do Levante.

A animação musical ficará a cargo do Ribeiro & Amigos, às 20h00, na Praça dos Petiscos, e às 22h00, dos Sons do Minho, na Praça do Relógio.

Bou à Xega traz hoje a Fafe os Dj’s Artur, Olga Ryazanova, Miguel Diaz e Mc Taku.

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BRAGA RESTAURA ÓRGÃO DA IGREJA DE S. VICTOR

Projecto vencedor do primeiro Orçamento Participativo de Braga: Restauro do órgão da Igreja de S. Victor é mais-valia para património do Concelho

A Paróquia de S. Victor inaugurou este Domingo, 15 de Maio, as obras de restauro do órgão da Igreja Paroquial. Na cerimónia que antecedeu o concerto de encerramento do III Festival de Órgão, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, referiu que a recuperação do órgão de S. Victor constitui uma “mais-valia para o património do Concelho”.

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Na ocasião, Ricardo Rio lembrou que o projecto de recuperação deste órgão foi uma das propostas vencedoras do primeiro Orçamento Participativo (OP) do Município de Braga. “Para além de conseguir recuperar um instrumento com 200 anos, a Paróquia fez um extraordinário trabalho de mobilização e captação de apoios para o seu projecto durante a primeira edição do OP”, frisou o Edil.

O Autarca Bracarense referiu que o OP tem vindo a registar um crescimento significativo de ano para ano, tendo duplicado o número de votantes e de inscritos. “O Orçamento Participativo e o Orçamento Participativo Escolar de Braga só têm sucesso pela envolvência da comunidade que tem vindo a reforçar a sua participação, não só pela qualidade dos projectos apresentados mas também pela votação”, afirmou Ricardo Rio, salientando a importância deste instrumento de democracia participativa.

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Quanto à terceira edição do OP, que em breve será lançada, Ricardo Rio explicou que não haverá alterações em relação à verba disponibilizada. “Fizemos um salto significativo em termos de verbas da primeira para a segunda edição. Vamos deixar a quantia que está em vigor e se, no próximo ano, verificarmos que se justifica o reforço desse valor estaremos abertos para o fazer porque esta é uma iniciativa muito meritória”, disse.

“Duzentos anos de música no coração da Cidade” foi o projecto que a Paróquia de S. Victor apresentou ao OP de Braga. O projecto visou a recuperação do órgão da igreja, consolidação do coreto e da balaustrada do coro, que data de Novembro de 1815. “Considerando que no ano 2015 se comemoraram os duzentos anos da construção do órgão, achámos pertinente a sua recuperação por forma a oferecer à cidade de Braga parte do património material que lhe pertence”, referiu o pároco Sérgio Torres.

A recuperação do órgão possibilita a celebração de protocolos com escolas de música da Cidade, incluindo de ensino universitário, que permitam aos alunos ter contacto com um instrumento de carácter patrimonial muito pouco comum nas respectivas escolas.

A importância que o órgão e a sua música tem vindo a ganhar no contexto cultural, assim como o crescente interesse do público pelo “rei dos instrumentos”, aliou-se à vontade da Paróquia em devolver a “voz” a este instrumento construído no início do século XIX pelo famalicense Manuel de Sá Couto, o mesmo construtor dos órgãos do Bom Jesus, de São Marcos ou de São Lázaro.

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MINHOTOS FAZEM LISBOA CIDADE DO FOLCLORE

Cinco grupos folclóricos representando várias regiões de Portugal participam hoje no 36º Festival de Folclore Cidade de Lisboa

Lisboa virou por um dia capital do folclore. O Pavilhão António Livramento, na Freguesia de Benfica, recebeu hoje a 36ª edição do Festival de Folclore Cidade de Lisboa, uma iniciativa do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho.

A região da Beira Litoral foi representada pelo Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede. O Ribatejo fez-se representar pelo Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Vale do Paraíso – Azambuja. A região saloia da Estremadura teve a representá-la o Rancho Folclórico “As Cerejeiras” de Fetais – Sobral de Monte Agraço. E a região correspondente à vetusta Comarca de Entre-o-Douro-e-Minho foi representada pelo grupo organizador do evento e pelo Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga – Santo Tirso. Refira-se que aquilo que frequentemente é indevidamente designado por Douro Litoral constitui com o Minho a mesma região etnográfica.

Passam precisamente 36 anos desde que foi constituído em Lisboa o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho. Fundado em 16 de maio de 1980, este grupo é formado predominantemente por minhotos radicados na capital e tem como objetivos recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional.

Desta vez, o público não encheu por completo as bancadas do Ringue António Livramento como é habitual devido ao evento desportivo que teve lugar à mesma hora, a escassos quilómetros. Mas, a planteia compôs-se e as pessoas presentes participaram com entusiamo na festa e não regatearam os aplausos aos grupos participantes.

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão 36 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

É gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.