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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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GUIMARÃES PROMOVE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Alunos das escolas de Guimarães vão poder “adotar” rios e ribeiras do concelho

Escolas do concelho desafiadas a adotarem 500 metros de um rio ou ribeira. Iniciativa do programa ambiental PEGADAS visa a participação dos estudantes na conservação de espaços fluviais.

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O programa ambiental PEGADAS, promovido pela Câmara Municipal de Guimarães, acaba de lançar um desafio às escolas do concelho: “Adota um Rio!”. A ideia é que cada estabelecimento de ensino monitorize um troço de 500 metros de um dos rios ou ribeiras existentes no concelho. Para auxiliar nesta tarefa é fornecido um kit didático, sendo a inscrição válida por um ano.

Em colaboração com o Laboratório da Paisagem, o Município de Guimarães lança uma nova proposta a todas as escolas do concelho, através do programa de educação ambiental, tendo por base o “Projeto Rios”, da Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA), que visa a participação dos estudantes na conservação dos espaços fluviais, procurando acompanhar os objetivos apresentados na Década da Educação das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

A sua implementação pretende dar resposta à visível problemática, de âmbito nacional e global, referente à alteração e deterioração da qualidade dos rios e à falta de um envolvimento efetivo dos utilizadores e da população em geral, enquadrando-se também nos propósitos que norteiam a candidatura que Guimarães está a preparar a Capital Verde Europeia 2020.

Atualmente, estão envolvidas na implementação do “Projeto Rios” no território nacional diversas entidades institucionais, designadamente, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, escolas, associações, organizações não-governamentais, institutos e centros de investigação, além de empresas e população em geral.

“A PENA E A LANÇA” – UM LIVRO DA AUTORIA DO VICE-ALMIRANTE ANTÓNIO SILVA RIBEIRO ATRAVÉS DO QUAL SE REALÇA A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA E DA LITERATURA NA CELEBRAÇÃO DOS GRANDES FEITOS MILITARES

Inspirado no Canto V d’Os Lusíadas, o livro “A Pena e a Lança” da autoria do Vice-almirante António Silva Ribeiro é um “Ensaio sobre o pouco conhecimento e a rara celebração dos feitos militares e dos heróis nacionais”. Trata-se de uma edição de autor e é dedicada ao Professor Doutor Adriano Moreira por “no Instituto Superior naval de Guerra (ISNG), no ano lectivo de 1989-1990, ter despertado em mim o gosto pelo estudo das Humanidades”.

Fundamentando os argumentos em acontecimentos históricos da antiguidade clássica ou mais modernamente nos feitos dos portugueses celebrados através do poema épico de Os Lusíadas, constitui esta obra um estudo da maior atualidade e pertinência porquanto procura realçar a importância da História e da Literatura na celebração dos grandes feitos bélicos protagonizados pelos portugueses. E, a comprovar a validade da sua tese, dá como exemplo a forma como passaram despercebidas as comemorações recentes do 6º Centenário da tomada de Ceuta, empreendimento no entanto considerado a todos os títulos notável.

Em forma de justificação, o autor recorre ao insigne poeta Luís Vaz de Camões quando este afirma através dos seus versos “Enfim não houve forte Capitão / Que não fosse também douto e ciente”, para concluir que “não basta ser um militar valoroso, capaz de cometer façanhas bélicas invulgares”, mas que “os líderes militares precisam de ter, igualmente, instrução e sabedoria para transmitirem essas ações através da escrita, como fazem os heróis dos outros países, a quem não falta eloquência. Em sua opinião, Portugal produz gente de enorme heroísmo e grande valia bélica, mas, por ser rude e inculta, dificilmente dai da penumbra da História”.

O Vice-almirante António Silva Ribeira é natural do concelho de Pombal e possui vasta obra publicada de entre a qual salientamos “A Hidrografia nos Descobrimentos Portugueses” e a “Cartografia Naútica Portuguesa dos Séculos XV a XVII”. É um académico especializado nas áreas de Estratégia, Ciência Politica e História, lecionando e supervisionando investigações em algumas das principais Universidades e Centros de Investigação de Portugal. Tem uma extensa obra publicada, e é orador habitual em conferências sobre Assuntos Militares e Políticos, Relações Internacionais e Estratégia.

É professor catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, professor militar da Escola Naval e professor coordenador do Instituto Superior de Ciências da Informação e Administração. O seu principal tema de investigação é o planeamento estratégico, embora se interesse por estratégia marítima, estratégia militar, política internacional, sociologia militar, história militar, história marítima e história da hidrografia.

O Vice-almirante Silva Ribeiro é membro do Grupo de Estudos e Reflexão Estratégica de Marinha, da Academia de Marinha, do Centro de Estudos do Mar, da Liga dos Combatentes, do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, do Centro Português de Geopolítica, da Comissão Portuguesa de História Militar, da Revista Militar, da Revista Nação e Defesa, da Revista Segurança e Defesa, do Clube Militar Naval, do Clube Náutico de Oficiais e Cadetes da Armada, do Grupo de Amigos de Olivença, da Revista de Relações Internacionais e da Revista de Ciências Militares.

Foto: Revista da Armada

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE PROMOVE INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DA ARTE

Apresentado projecto “AMAReMAR”

“AMAReMAR – Arte e Comunidade” é como se designa o projecto que o Município de Esposende está a desenvolver para a comunidade de Esposende, com o intuito de promover a inclusão social através de práticas artísticas, e que ontem foi apresentado publicamente, numa sessão informal, que decorreu na sede do projecto, localizada na cidade.

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O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, assinalou a mais-valia de um projecto desta natureza, quer porque potencia a auto estima das pessoas e evidencia as suas potencialidades, quer porque contribui para fomentar o convívio entre gerações, atendendo a que envolve a participação de diferentes faixas etárias.

Tendo por base a reflexão sobre a cultura local, a história das gentes e das suas origens, o “AMAReMAR” convida a comunidade a procurar a realização pessoal, a felicidade, o amor e a solidariedade. “Mais importante do que os bens materiais é a felicidade e o bem-estar das pessoas”, referiu o Presidente Benjamim Pereira, assinalando que “os projetos de caráter imaterial têm tanto valor como as projetos materiais”, razão pela qual o Município abraçou, desde a primeira hora, esta iniciativa.

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Pegando no mote da animação apresentada por um grupo de participantes no projecto, “O que é que sonhas para Esposende?”, o Presidente da Câmara Municipal deixou claro que a par da melhoria da qualidade de vida da população, é igualmente importante dar oportunidade às pessoas de darem o melhor de si em prol da comunidade, através deste género de projetos. Mostrou-se, por isso, expectante, quanto aos frutos do “AMAReMAR”, seduzido pelo entusiamo e alegria tanto dos promotores do projecto como de todos quantos estão a participar nas várias actividades que estão já a ser desenvolvidas, nomeadamente oficinas de Música, Ilustração, Multimédia e 3D, e Teatro. O resultado final do trabalho em curso será materializado através da apresentação de um espectáculo.

Na qualidade de coordenadora artística do projecto, Eva Fernandes agradeceu e saudou o Município pela iniciativa. “É um projecto emocionante, porque o ponto de partida deste projecto são as pessoas”, afirmou, explicando que a ideia “é trabalhar Esposende”, explanando o que foi, o que é, e o que será Esposende depois deste projeto.

Considerando que “o maior valor de uma comunidade são as pessoas”, Eva Fernandes referiu que os objectivos da iniciativa passam por “fortalecer uma comunidade, dando-lhe voz, ajudando-a a reflectir sobre questões da identidade, através da arte, uma poderosa ferramenta para proteger a população da invisibilidade, da indiferença e da falta de sentido crítico”.

No espaço onde funciona a sede do “AMAReMAR” já se exibem as primeiras etapas do projecto, e foi notório o entusiasmo e a alegria dos participantes, partilhados pela voz de uma das Esposendenses que abraçou a iniciativa. Sameiro não poupou nos elogios ao programa, enaltecendo o facto de fomentar a partilha e o convívio entre as várias gerações, para além de realçar as potencialidades de cada um, “sem barreiras, nem preconceitos”.

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QUINTA PEDAGÓGICA DE BRAGA ASSINALA SEMANA DA BIODIVERSIDADE

Actividades decorrem de 23 a 28 de Maio

A Quinta Pedagógica de Braga assinala de 23 a 28 de Maio, a Semana da Biodiversidade com a realização de actividades diversificadas que visam alertar para as alterações climáticas e as suas consequências para a flora e a fauna.

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A iniciativa, que se realiza no âmbito do Dia Internacional da Biodiversidade que se assinala a 22 de Maio, prevê no dia 24 a criação do ‘Jardim das Borboletas’. A actividade pretende criar as condições ideais para atrair borboletas à Quinta Pedagógica, através da colocação de cores fortes e néctar.

No dia 27 de Maio será instalada a ‘Casa dos Insectos’ com o objectivo de aumentar a biodiversidade no pomar da Quinta Pedagógica. A casa é uma nova infra-estrutura ecológica que tem como função a criação de condições para que os insectos se instalem, se abriguem e se multipliquem para que possam cumprir a sua função no ecossistema agrário onde estão inseridos.

Já para o dia 28 de Maio, o programa inclui um ‘Showcooking de leguminosas’. A actividade será realizada em parceria com a Minho Origem – Associação Agro-Ecológica do Minho. O showcooking contará com o acompanhamento do nutricionista Carlos Fonseca. A actividade é gratuita, mas está limitada a 20 inscrições que devem ser efectuadas através do e-mailquinta.pedagogica@cm-braga.pt até ao dia 23 de Maio.