Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

CAMINHA 4X4 ORGANIZA PASSEIOS TURÍSTICOS DE JIPE EM CAMINHA

Caminha 4x4 vai mostrar a região pelos caminhos de terra dos agricultores, caçadores e amantes do todo o terreno. Há 3 propostas de percurso, Serra, Vila ou Praia, mas os tours podem ser personalizados a cada cliente.

IMG_2607

Percursos disponíveis em: www.caminha4x4.pt

Caminha4x4 é o sonho realizado de uma equipa que se mudou de Lisboa para Caminha, com o objectivo de mostar a beleza do concelho que motivou a alteração do seu estilo de vida.

“Não queremos fazer passeios turísticos tradicionais! Vamos mostrar o que Caminha tem de melhor e marcar os nossos clientes pela experiência do que é estar aqui. “

Porquê Caminha? Caminha tem Serra, vila e praia numa pequena área. Tem uma luz especial que muda a cada hora do dia, tem os ingredientes certos para quem deseja uma pausa memorável.

A marca Caminha 4X4 oferece mais uma actividade a realizar por quem visita a região e é uma mais-valia para os operadores turísticos apresentarem aos seus clientes.

As viagens são realizadas em jipes da marca portuguesa UMM. Todos os percursos incluem paragens para almoço ou petiscos (dependendo do horário) e degustação dos produtos característicos da região.

caminha 4x4 é uma empresa registada no turismo de Portugal, com o rnaat: 89/2016.

possui seguro de responsabilidade civil e seguro de acidentes pessoais.

IMG_2072

25 DE ABRIL EM LISBOA DESFILA AO RITMO DO SAMBA

O desfile comemorativo do 25 de abril ficou este ano marcado pela participação e centenas de cidadãos brasileiros que vivem em Portugal contra o alegado golpe no Brasil materializado pela destituição de Dilma Rousseff do cargo de Presidente da República.

25 de Abril Lisboa 139

Ao ritmo do samba executado com instrumentos tradicionais, os brasileiros emprestaram este ano um colorido muito peculiar ao desfile, ao mesmo tempo que realizavam o seu protesto, despertando a curiosidade e atenção do público que assistia à sua passagem, apesar de seguir mesmo no fim da manifestação.

25 de Abril Lisboa 002

Outra presença que não passou despercebida foi a de um grupo de cidadãos angolanos reclamando em relação às condenações recentemente verificadas naquele país lusófono.

À semelhança de anos anteriores, as comemorações populares do 25 de abril foi uma vez mais o palco de muitas e variadas lutas e reivindicações, desde os aumentos salariais e a redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais a aplicar indistintamente no setor público e no privado até às reclamações de maior financiamento para a cultura, a integração dos imigrantes e a igualdade nos direitos parentais ou simplesmente a afirmação de posições ideológicas dos mais diversos grupos políticos.

25 de Abril Lisboa 174

À exceção do que se verificou em 2014, ano em que se comemorou o 40º aniversário do 25 de abril de 1974, num contexto de especial exaltação popular contra as medidas gravosas impostas pelo anterior governo, o desfile popular do tem vindo a registar cada vez menor adesão, fruto naturalmente do desencanto relativamente ao sistema partidário e à emigração forçada de muitos jovens. Em contrapartida, tem vindo a contar com a adesão de um número cada vez maior de imigrantes que procuram exigir por este meio a sua legalização.

25 de Abril Lisboa 112

25 de Abril Lisboa 145

25 de Abril Lisboa 087

25 de Abril Lisboa 170

25 de Abril Lisboa 140

25 de Abril Lisboa 135

GUIMARÃES COMEMORA 25 DE ABRIL

Guimarães comemorou 42 anos do 25 de abril com sessão solene na Plataforma das Artes

“TetrAcord'Ensemble” encerrou cerimónia protocolar com momento musical memorável. Duas inaugurações e espetáculos musicais assinalaram o Dia da Liberdade na Cidade Berço.

Guimaraes_Sessao_Solene_25Abril

A Assembleia Municipal de Guimarães comemorou o 42º aniversário do “25 de Abril de 1974”, com a realização de uma sessão solene evocativa da efeméride, na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade, em Guimarães, numa cerimónia abrilhantada pela atuação do pianista Simão Neto, de Sandra Azevedo (soprano), Marisa Oliveira (contralto), Leonel Gomes (tenor) e de Guilherme Moreira (baixo), que encerraram a sessão.

Antes do momento musical, decorreram intervenções dos deputados pertencentes aos grupos parlamentares do Bloco de Esquerda (Joaquim Mendes Teixeira), Centro Democrático e Social – Partido Popular (Nuno Vieira e Brito), Coligação Democrática Unitária (Célia Magalhães), Partido Social Democrata (Alexandre Barros Cunha) e Partido Socialista (Miguel Oliveira). Francisca Abreu, em representação da mesa da Assembleia Municipal de Guimarães, finalizou a sessão protocolar dos discursos evocativos dos 42 anos do “25 de Abril de 1974”. 

Durante o dia, o centro da cidade foi palco de um variado programa de eventos. De manhã, a Banda Musical das Taipas atuou no Coreto do Jardim da Alameda, ponto de encontro musical no período da tarde, onde decorreu o espetáculo “Abril no Coreto”, com o grupo de música tradicional “Os Creiximir 926”. A iniciativa, que teve como solistas Dino Freitas, Kika Freitas, Francisco Ferreira e Luís Almeida, foi organizada pelo Grupo Cultural e Recreativo Cruz de Pedra, Cineclube de Guimarães, Convívio - Associação Cultural, OsMusiké, CICP - Centro Infantil Cultural e Popular e Junta de Freguesia de Creixomil, em parceria com o Município.

A tarde comemorativa continuou em Guimarães com duas inaugurações. Na Rua Paio Galvão, foi descerrada a placa do “Welcome Centre”, um novo local de acolhimento e de informação turística para as pessoas que visitam Guimarães, enquanto na Avenida Conde de Margaride abriu portas a Casa da Memória, um novo lugar na cidade que alberga, conserva e expõe um conjunto de factos, tradições, história local e raízes da comunidade vimaranense. O programa de comemorações, porém, teve início na noite anterior, com a realização do espetáculo “Sons da Liberdade”, no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor. O concerto, realizado em parceria com o Cineclube de Guimarães, reuniu em palco a Banda Musical de Pevidém e Coros de Guimarães.

BARCELOS COMEMORA 25 DE ABRIL

"O poder local é uma das maiores realizações do 25 de Abril" – afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Barcelos

Cerimónia de comemoração do 42.º aniversário do 25 de Abril decorreu ao ar livre, no Campo 5 de Outubro, e contou com a grande adesão da população 

As comemorações do 42.º aniversário do 25 de Abril realizaram-se pela primeira vez no Campo 5 de Outubro, com uma sessão solene que contou com grande adesão da população. A cerimónia incluiu discursos dos líderes dos partidos com assento na Assembleia Municipal, do Presidente da Assembleia, Duarte Nuno Pinto, do Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, e ainda a atuação musical da Academia de Música de Viatodos.

cerimónia 25 de Abril

O discurso do Presidente da Câmara Municipal, Miguel Gosta Gomes, teve como principal enfoque a importância do poder local já que “é uma das maiores realizações do 25 de Abril, porquanto representa a garantida do apoio do Estado às necessidades básicas das populações.” “A proximidade e a ligação que quotidianamente estabelece com o cidadão, fazem do poder local um posto avançado do Estado na prevenção, deteção e correção das necessidades e das carências das pessoas, contribuindo para o combate às assimetrias regionais e proporcionando a coesão e articulação social das comunidades”, referiu ainda.

Ao longo dos últimos seis anos em contra corrente, a gestão do Município de Barcelos “tem-se pautado, invariavelmente, pelo rigor e pela transparência”, o que teve como principal resultado a diminuição da dívida em mais de 6o%, “sem que isso prejudicasse o investimento público e o apoio aos barcelenses”, sublinhou Miguel Costa Gomes. Além da consolidação das finanças municipais, a autarquia conseguiu impactos “nunca antes vistos” na divulgação e promoção do concelho.

“Uma mera gestão política não é uma mera gestão contabilística”, por isso, no entendimento do Presidente da Câmara, “o exercício das funções autárquicas é mais o exercício de um trabalho da comunidade  para a comunidade”, que se materializa diariamente “na satisfação  das necessidades reais da população”. Neste sentido, a Câmara Municipal pretende “ser um referencial de democracia e eixo participativo dos cidadãos no governo da sua terra.”

Após lembrar os direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa, que entrou em vigor há precisamente 40 anos, nomeadamente no que respeita ao reconhecimento das autarquias locais, Miguel Costa Gomes afirmou que “nos últimos anos, a pretexto da racionalização de meios, o último Governo introduziu factores ideológicos que operaram um golpe profundo na natureza e nas características do poder local”, referindo-se ao corte de financiamento, à redução no quadro de competências e à criação de estruturas intermediárias que diluem o poder legítimo dos municípios e freguesias. “O aumento do intervencionismo do poder central e a consequente perda de autonomia põem em causa os desígnios atribuídos pelo 25 de Abril ao poder local”, acrescentou.

E porque Abril é sinónimo de esperança, o Presidente do Município não concluiu sem deixar expresso que “felizmente, o novo Governo dá sinais de recuperar a trajetória de consolidação de um poder local autónomo e promotor de desenvolvimento das comunidades locais”.

A comemoração contou ainda com a participação dos vereadores, dos deputados municipais, presidentes das Juntas de Freguesia e de representantes de instituições dos vários quadrantes da sociedade civil. 

MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO EVOCA 42 ANOS DO 25 DE ABRIL

Realizou-se esta manhã, dia 25, na Sala de Sessões da Assembleia Municipal a sessão solene evocativa dos 42 anos do 25 de Abril, ‘momento alto’ do programa comemorativo organizado pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, em colaboração com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, a Banda Cabeceirense e a Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto (ADIB), um programa que arrancou na passada sexta-feira, dia 22 de abril, e encerra no dia 30 de abril.

Sessão solene evocativa do 25 de Abril em Cabecei

Depois da cerimónia do Hastear da Bandeira Nacional com guarda de honra dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, o executivo municipal liderado pelo autarca Francisco Alves, o presidente da Assembleia Municipal, assim como representantes dos partidos e movimento políticos com assento na mesma Assembleia, presidentes de Junta de Freguesia, entre outras entidades civis do concelho, participaram na Sessão Solene evocativa do 25 de Abril que juntou dezenas de pessoas.

Sessão solene evocativa do 25 de Abril em Cabecei

Na oportunidade, o presidente da Câmara Municipal sublinhou que “há muitas pessoas que se interrogam se se deveria continuar a celebrar esta data evocativa de um dos acontecimentos mais marcantes da história recente de Portugal”, afirmando que “é meu entendimento que celebrar abril, hoje como ontem, tem e continuará a ter todo o sentido. Celebrar abril é relembrar um importante momento histórico que permitiu aos portugueses a conquista de importantes direitos que lhe estiveram vedados ao longo de quase meio século. Os portugueses orgulham-se da sua história, uma história com quase 900 anos de feitos extraordinários e notáveis”.

Francisco Alves disse que “o 25 de abril abriu as portas à esperança. Permitiu instaurar a democracia e o regime democrático. Permitiu construir uma sociedade mais desenvolvida e mais justa. E por isso podemos dizer que é hoje incomparavelmente melhor viver em Portugal do que o era antes do 25 de abril”.

E continuou: “hoje, neste dia de festa e de celebração da liberdade, gostaria de falar aqui das duas mais importantes realizações do pós 25 de abril: a Constituição e o Poder Local.

Curiosamente duas conquistas de há precisamente 40 anos”.

Finalizando a sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal aproveitou este momento de celebração da liberdade e da democracia para “agradecer reconhecidamente a todos os autarcas do Município e das Freguesias que, ao longo destes quarenta anos, trabalharam abnegadamente por esta terra de Cabeceiras e pelas suas gentes e que permitiram atingir um patamar de desenvolvimento de que nos orgulhamos”.

Sessão solene evocativa do 25 de Abril em Cabecei

Nas suas palavras e evidenciando de igual forma, como principais conquistas do 25 de Abril, o Poder Local livre e democrático e a Constituição da República Portuguesa, o presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, lembrou a todos os presentes o importante contributo dado pelos autarcas, ao longo de 40 anos, no desenvolvimento do nosso país, pois “se não fossem os autarcas locais o país estaria bem pior”.

“Aprofundar, valorizar e qualificar a democracia é um imperativo que devemos defender, criando condições para uma maior participação cívica e mais ativa, nomeadamente dos jovens”, disse Joaquim Barreto, defendendo que “todos devemos lutar pela democracia e pelos princípios da liberdade”.

Sessão solene evocativa do 25 de Abril em Cabecei

Em representação da Bancada Municipal do PS, Domingos Machado declarou que “Abril foi um desafio que mereceu a pena” e que “a nossa vida é o que é porque Abril nos construiu”. Evidenciando a importância da Revolução do 25 de Abril de 1974 que “marcou a nossa vida e o nosso povo”, Domingos Machado afirmou que “a participação política é um dever e não um sacrifício”.

Em representação da Bancada Municipal do IPC, Paulo Pinto destacou que “uma democracia sadia e madura é aquela que pôs para trás das costas os sebastianismos, que se alicerça numa base de cidadania participativa, que incentive o pluralismo e o livre pensamento e que tenha a transparência, a equidade e a justiça no núcleo dos valores mais prezados e praticados”.

Em representação da Bancada Municipal do PPD-PSD/CDS-PP, André Gustavo Magalhães evidenciou que “Abril surgiu para sermos livres e melhores” e que “a juventude Cabeceirense terá também este desafio de maior empenho na vida política ativa, nas associações e na sociedade e que despertem o interesse pelas questões de natureza política”.

Centro de Teatro leva à cena a peça ‘Carolina e os 5 Reinos’

À semelhança dos anos anteriores, o Município Cabeceirense comemora o 25 de Abril com um vasto programa que contempla a exibição da peça ‘Carolina e os 5 Reinos’ pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) em três sessões, sendo que uma que já aconteceu no Arco de Baúlhe na passada sexta feira, a outra que se realiza esta noite, dia 25, no auditório da Casa da Juventude, em Refojos de Basto, a partir das 21h30, e uma terceira sessão que se vai realizar em Cavez, no próximo dia 30 de abril.

Teatro - Carolina e os 5 Reino

A peça ‘Carolina e os 5 Reinos’ é um espetáculo que foi construído a partir de conversas e exercícios de improvisação com os participantes da Oficina de Jogos Dramáticos e traz um olhar lúdico e criativo sobre a Revolução do 25 de Abril na perspetiva das crianças.

“Escrever sobre o 25 de abril não é tarefa fácil. Principalmente para Carolina que nem sequer era nascida! O que é uma ditadura? Como é viver quando não se pode falar, ter amigos, ser diferente, sorrir, quando não há luz? Há muitas formas de descobrir as respostas e a Carolina conseguirá fazê-lo da maneira mais mágica”, lê-se na sinopse.

De referir que na primeira exibição que decorreu na Casa do Povo do Arco de Baúlhe participaram o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, a vereadora da Cultura, Dra. Isabel Coutinho, a presidente da Junta da União de Freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Dra. Carla Lousada, o presidente da Junta da União de Freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Leandro Campos, entre outros autarcas da vila arcoense e público em geral.

Integraram, ainda, o programa evocativo da efeméride a audição dos alunos da Escola de Música da Banda Cabeceirense na noite de sábado, 23 de abril, bem como o Jantar comemorativo do 25 de Abril que se realizou ontem, dia 24, e ainda as Provas de Atletismo e a Corrida da Liberdade que aconteceram esta manhã e cujos prémios aos melhores classificados foram entregues no Parque do Mosteiro.

Audição dos alunos da Escola de Música da Banda Cabeceirense

Na noite de sábado, 23 de abril, dezenas de crianças e jovens das classes de flautas, de clarinetes, de saxofones, de trompetes, de metais e de trombone da Escola de Música da Banda Cabeceirense fizeram uma apresentação ao público do trabalho musical desenvolvido até ao momento, um espetáculo que lotou o auditório da Casa do Tempo que acolheu, pela segunda vez nas Comemorações do 25 de Abril, a audição dos alunos da Escola de Música.

Banda Cabeceirense - Audição dos Alunos da Escol

De salientar que no decurso do espetáculo foram distinguidos os sócios Armindo Nunes (ex-maestro e professor da Escola de Música), Luís Teixeira de Sousa (presidente da Assembleia-Geral), António Martins Teixeira (músico e dirigente) e José Maria Sampaio Magalhães (vice-presidente da Assembleia-Geral), aos quais foi atribuída a qualidade de ‘Sócio Benemérito’ da Banda Cabeceirense.

No final, o Grupo de Metais da Banda Cabeceirense e o Coro da Escola de Música brindaram a numerosa plateia com uma peça musical muito alegre que arrancou efusivas palmas ao público presente.

Marcaram presença no evento o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, os vereadores Dra. Isabel Coutinho e Alfredo Magalhães, o presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, o presidente da Junta da União de Freguesias de Refojos, Outeiro e Painzela, Leandro Campos, bem como os dirigentes da Banda Cabeceirense, seus associados e amigos.

Sessão solene evocativa do 25 de Abril em Cabecei

BRAGA HOMENAGEIA JORNALISTA JOSÉ MOREIRA

Ricardo Rio inaugurou esta manhã Avenida de acesso ao Hospital. Homenagem a José Moreira é ‘acto de justiça’ e sinal de maturidade democrática

No âmbito das comemorações do 42.º aniversário do 25 de Abril, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, procedeu esta manhã à inauguração da Avenida José Moreira homenageando, desta forma, um ilustre jornalista Bracarense e defensor do património e da história da Cidade.

CMB25042016SERGIOFREITAS000000506

Para Ricardo Rio, a atribuição do nome de José Moreira à avenida que dá acesso ao Hospital de Braga, constitui um “acto de justiça” e um “sinal de maturidade da democracia”. “Hoje estamos a fazer um borrão sobre esse período da História da democracia de Braga em que ainda existiam proscritos. José Moreira, cuja valia como pessoa, cidadão, dirigente associativo, zelador do Património e como homem de causas, não merecia que, durante tanto tempo, não tivesse o reconhecimento público da sua Cidade”, referiu o Edil durante a cerimónia que contou com a presença dos familiares do homenageado.

CMB25042016SERGIOFREITAS000000505

Segundo o Autarca, a sociedade só pode afirmar-se com cidadãos como José Moreira que, continuamente e em qualquer circunstância, possam carregar a bandeira das causas que defendem. “Queremos que os cidadãos tenham esta atitude e esta vontade de, por amor à sua terra e à sua gente, lutar por aquilo em que acreditam. Viva Abril, viva a Democracia, vivam os cidadãos de Braga que lutam pelo futuro do nosso Concelho”, rematou Ricardo Rio.

Falecido no ano de 2003, José Moreira deixa para a posteridade uma acção interventiva na História recente de Braga, tendo sido um dos rostos da luta pela preservação do Complexo Eco Monumental das Sete Fontes.

Também o vereador Miguel Bandeira lembrou José Moreira como “um homem de causas públicas”, destacando a atribuição do seu nome a uma avenida que é “ponto de contacto de uma das suas grandes lutas cívicas, o vale das Sete Fontes”.

CMB25042016SERGIOFREITAS000000503

O vereador do Urbanismo e do Património sublinhou o carácter de um homem de grande generosidade e elevação cultural. “José Moreira foi um jornalista exímio ao longo de décadas. Era escritor e editor e a ele estiveram associados inúmeros títulos de literatura, património e poesia”, lembrou, sublinhando ainda o apoio de José Moreira a muitos escritores de Braga que não tinham condições financeiras para editar as suas obras.

Por tudo isto, Miguel Bandeira referiu que hoje é um dia feliz para uma Cidade que se sente “reconfortada e prodigamente reconhecida para com um dos seus filhos mais generosos do Século XX”.

José Moreira nasceu a 14 de Dezembro de 1922 na freguesia da Sé, mais propriamente na Avenida de São Miguel-o-Anjo. Jornalista durante vários anos, José Moreira deixa para a posteridade uma acção interventiva na História recente de Braga.

Falecido no ano de 2003, o seu nome surge inevitavelmente ligado à cultura local, dado ter sido o fundador da ‘Livraria Pax’, que desenvolveu uma grande actividade editorial, com particular atenção para temas relacionados com a história e identidade local.

CMB25042016SERGIOFREITAS000000500

PAULO CUNHA, PRESIDENTE DO MUNICÍPIO FAMALICENSE, APELA A CONSENSOS NA POLÍTICA CONCELHIA

Autarca aproveitou sessão solene do 25 de abril para pedir o envolvimento de todos na solução para a nacional 14

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, apelou hoje aos partidos políticos para que se unam em torno do bem comum para o concelho.

AFS_6989

“Como é possível haver tão largos consensos em tantas matérias da nossa sociedade e haver tanta disputa partidária, tanta divergência do ponto de vista político-partidário. Há aqui uma clara desadequação entre aquilo que a sociedade civil quer para o futuro do concelho e a abordagem de alguns partidos políticos. É este divórcio que não ajuda ao fortalecimento da democracia, que não estimula a participação democrática e que não contribui para o desenvolvimento do concelho”.

Foi esta a principal mensagem que Paulo Cunha deixou na sessão solene comemorativa do 42.º aniversário do 25 de abril, que decorreu no Salão Nobre da Assembleia Municipal e contou com a presença e intervenção de representantes das várias cores políticas.

O autarca apelava aos consensos nomeadamente em torno da intervenção que que deve ser feita da Estrada Nacional 14, uma reivindicação antiga dos empresários, dos municípios de Famalicão, Maia e Trofa e da população, que tem uma solução em cima da mesa apresentada pelo anterior Governo. “É preciso que os partidos políticos não fiquem indiferentes a este projeto que já conseguiu uma esmagadora maioria de apoio dos agentes empresariais, autarcas, as forças da sociedade civil e dos próprios cidadãos. Os partidos políticos não podem ignorar o grande consenso deste projeto que é um desígnio concelhio”, afirmou Paulo Cunha. E acrescentou: “É preciso coragem, é preciso deixarmos de lado enquadramentos ideológicos que estão subjacentes à formação dos partidos políticos para que possamos de forma genuína abraçar este tipo de desígnios concelhios. Temos que erguer a bandeira do concelho. Não podemos ser indiferentes aos consensos dos famalicenses”

Relembrando outros projetos que têm tido a aprovação dos famalicenses, no âmbito da política educativa, social e económica levada a cabo pela autarquia, o presidente da Câmara deixou um desafio aos partidos com assento na assembleia municipal: “Para que abracem de uma forma mais generosa, mais genuína e mais comprometida o futuro de Famalicão”.

Perante uma sala composta na grande maioria por pessoas que viveram o 25 de abril de 1974, o presidente da Assembleia Municipal, Nuno Melo, afirmou que os partidos devem “dar às novas gerações muito mais do que discursos políticos. Celebrar Abril é afirmar o estado democrático e neste âmbito os políticos devem ser sérios e imanar democracia”.

De resto, o discurso de Nuno Melo foi de encontro à intervenção de Paulo Cunha, referindo que “todos os políticos devem conseguir interpretar o bem-comum”. O eurodeputado aproveitou ainda a oportunidade para afirmar que“Portugal devia ser para a Europa o que Famalicão é para o país”.

Para além do presidente da Câmara Municipal e do Presidente da Assembleia Municipal, a sessão contou com as intervenções de José Luis Araújo (BE), de Domingos Costa (CDU), Paulo Coelho (CDS/PP), Jerónimo Pereira (PS) e Álvaro Oliveira (PSD). Refira-se que a CDU, CDS/PP, PS e PSD contaram-se também com intervenções das Jotas.

AFS_6933

BERNARDINO ANTÓNIO GOMES: UM COURENSE NA TOPONÍMIA DE LISBOA

Largo Dr. Bernardino António Gomes (Pai)

Freguesia(s): São Vicente

Início do Arruamento: Confluência da Rua do Paraíso, Campo de Santa Clara e Rua do Mirante

Fim do Arruamento:

Data de Deliberação Camarária: 21/08/1930

Data do Edital: 27/08/1930

Data do Edital do Governo Civil:

Data do Edital do Governo Civil:

Designação(ões) Anterior(es): Parte do Campo de Santa Clara, em frente do Hospital da Marinha.

Historialinformação em análise

Fonte: http://www.cm-lisboa.pt/