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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CARTÃO JOVEM APRESENTA LONGEVIDADE NOTÁVEL

Braga foi a Cidade escolhida para o encerramento de um Intra-Rail que juntou 30 jovens que percorreram várias Pousadas de Juventude do País. A aventura, promovida pela Movijovem e pela CP-Comboios de Portugal, inseriu-se na celebração do 30.º aniversário do Cartão Jovem EYC e começou em Lisboa no passado dia 21 de Março, terminando esta Terça-feira, em Braga.

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Tratou-se de uma experiência única para os participantes que passaram cinco dias a explorar Portugal, e um incentivo à responsabilidade social, uma vez que o valor das inscrições, 960 euros, reverteu a favor do Colégio de S. Caetano.

Lembrando as vantagens do Cartão Jovem, que proporciona há três décadas um conjunto de benefícios em produtos e serviços a jovens dos 12 aos 30 anos, o presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, considerou “notável” a longevidade do produto. “Este cartão consegue ter uma vitalidade assinalável e é uma referência em políticas da juventude no acesso e apoio a diversos recursos e apoios”, referiu o Autarca, salientando a sua capacidade de se renovar ao longo de 30 anos.

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Segundo Ricardo Rio, um produto como o Intra_Rail é “um incentivo para que os jovens conheçam o seu país”, nesse sentido, o Edil reforçou o compromisso do Município de Braga em “participar neste projecto, não apenas como uma estação terminal, mas como uma das valências” a ser utilizadas no futuro. “No próximo ano Braga vai ter a sua Pousada da Juventude em funcionamento e pronta a receber jovens de todo o país e do mundo, sendo um ponto obrigatório de passagem deste roteiro”, concluiu.

Já Ricardo Araújo, presidente da Movijovem, referiu que Braga foi uma “óptima escolha” para finalizar este Intra-Rail, uma vez que se trata de uma Cidade “reconhecida pelas suas políticas públicas na área da juventude”.

Segundo o responsável, o projecto do Cartão Jovem “continua a ser um produto de interesse para os jovens e tem vindo a registar um aumento de utilizadores”. No ano transacto o cartão registou o maior número de utilizadores dos últimos dez anos, chegando aos 166 mil. “Este é um elemento que nos motiva a encetar um conjunto de iniciativas que visa celebrar a importância deste produto para os jovens”, explicou Ricardo Araújo.

O encerramento do Intra_Rail decorreu edifício GNRation e contou ainda com a presença da vereadora da Juventude do Município de Braga, Sameiro Araújo e de Manuel Barros, director regional do Norte do Instituto Português do Desporto e da Juventude.

Este Inter_Rail foi, também, uma forma de promover a mobilidade juvenil e a troca de experiências entre os mais jovens, incentivar os valores da solidariedade, promover o território nacional e demonstrar que é possível descobrir e explorar Portugal com poucos recursos financeiros.

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AMARES PROMOVE TURISMO E ECONOMIA LOCAL

Município quer promover a “marca” Amares para dinamizar o turismo e economia local

Tornar Amares uma “marca” cada vez mais forte é o objetivo do executivo municipal amarense que reuniu, recentemente, com os empresários da restauração, do alojamento local e outros empreendimentos turísticos, com o intuito de encontrar uma estratégia concertada de promoção e dinamização turística e económica do concelho de Amares.

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O vice-presidente e vereador do Turismo, Isidro Araújo, conduziu as reuniões realizadas com alguns agentes representativos do setor turístico, as quais estiveram assentes numa lógica de continuação da aposta nas parcerias entre o Município e o setor privado como forma de potenciar o desenvolvimento económico sustentável do concelho.

Isidro Araújo realçou a importância de “manter uma maior proximidade com os empresários para que se possa em conjunto promover mais e melhor Amares, como local de excelência turística e gastronómica”.

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“Hoje, Amares, tem vindo a afirmar-se como referência gastronómica e temos locais magníficos para visitar e é fundamental perceber o interesse de promover Amares como um todo”. “Quando promovemos o Vinho Verde e a laranja de Amares nas feiras e nas exposições estamos a promover acima de tudo o nome e o concelho de Amares”, acrescentou o autarca. “Sendo parceiros, ganhamos todos e, acima de tudo, Amares”, sublinhou.

Nas reuniões foi, ainda, apresentada a nova plataforma “GoTourism Amares”, um instrumento de promoção turística que passará a estar, brevemente, disponível e permitirá a divulgação do património material e imaterial do concelho, atraindo gente a Amares.

Na plataforma vão estar localizados os pontos de interesse turístico do concelho, com informação, fotos e contactos, divididos por categorias, o que permitirá ao turista organizar o seu percurso de visita, de acordo com os pontos de interesses e as suas preferências.

A todos os empresários foi distribuído um “kit” promocional, contendo algumas brochuras e um “cd” com imagens e vídeos sobre o concelho de Amares, para que possam junto dos turistas divulgar e promover o concelho.

Aos restaurantes, particularmente, foi lançado o desafio de promover os Vinhos Verdes da região, através da criação de uma carta de Vinhos Verdes de Amares, bem como de inserir a laranja de Amares nos seus pratos e respetivos menus.

O executivo municipal de Amares reconhece “a importância do papel dos empresários a quem estão gratos pelo trabalho louvável que têm feito na promoção do concelho, como local de bem receber e de ótima gastronomia” e lembra que estará “sempre disponível para apoiar iniciativas que tragam mais riqueza para Amares”.

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GUIMARÃES REALIZA CAFÉ MEMÓRIA

ENTRE AS 10 E AS 12 HORAS, NO CCVF

Terceira edição do Café Memória de Guimarães realiza-se neste sábado de Páscoa

Primeiros resultados da adesão demonstram pertinência do projeto, que promete mudar a vida de quem está diretamente envolvido na problemática das demências. Realização de atividade lúdica preenche sessão de março.

O Café Memória de Guimarães, ponto de encontro mensal para pessoas com problemas de memória ou demência, destinado também a familiares e respetivos cuidadores, cujo objetivo é partilhar experiências num espaço de reflexão e de suporte mútuo, abre portas pela terceira vez, este sábado, 26 de março, entre as 10 e as 12 horas, no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor.

Com participação gratuita e sem necessidade de marcação prévia, as sessões realizam-se todos os quartos sábados de cada mês e nelas poderá ser encontrado um ambiente acolhedor, reservado e seguro onde se facilita a interação entre todos, com o objetivo de oferecer apoio emocional, informação útil e promover a participação das pessoas em atividades lúdicas e estimulantes, com o apoio de profissionais de saúde ou de ação social.

O fórum inicia-se com o acolhimento individual de cada um dos participantes e prossegue com uma pausa para café destinada a promover um momento de convívio. Num contexto informal, este espaço pretende ainda contribuir para a melhoria da qualidade de vida e diminuição do isolamento social das pessoas com problemas de memória, além de procurar sensibilizar a comunidade para a relevância crescente do tema das demências, reduzindo o estigma que lhe está associado.

O Café Memória de Guimarães, que nasceu numa parceria estabelecida entre a Câmara Municipal de Guimarães, Lar de Santa Estefânia, Rotary Club de Guimarães, Lions Clube de Guimarães e Hospital Senhora da Oliveira, resulta de uma iniciativa da Alzheimer Portugal e da Sonae Sierra, tendo como parceiros institucionais a Fundação Montepio, Instituto de Ciências da Saúde (Universidade Católica) e a Fundação Calouste Gulbenkian.

MUNICÍPIO DE BRAGA HOMENAGEIA CÓNEGO JORGE COUTINHO

Atribuição de topónimo é reconhecimento transversal a toda a comunidade

O Município de Braga procedeu hoje, dia 25 de Março, à cerimónia de atribuição de topónimo da Avenida Cónego Jorge Coutinho, localizada no troço da variante que liga a Estação da CP à Freguesia de Ferreiros.

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Em plena Semana Santa, esta homenagem vem reconhecer o grande contributo que o Cónego Jorge Coutinho prestou à Cidade, bem como todo o empenho e entrega à causa pública. “A atribuição do topónimo com o nome do Cónego Jorge Coutinho a uma Avenida da Cidade representa o reconhecimento unânime da comunidade Bracarense a uma figura insigne da história do Concelho”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a cerimónia de atribuição do topónimo, que decorreu esta Sexta-feira, 25 de Março.

Falecido em Novembro do ano passado, o Cónego Jorge Coutinho foi presidente da Comissão da Semana Santa e um dos grandes impulsionadores deste evento. O seu percurso de vida e dedicação ao próximo foram aspectos salientados nesta cerimónia que contou com a presença de familiares e amigos.

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Segundo o Autarca, esta é uma homenagem “transversal de todos Bracarenses a quem tanto nos deu e que contribuiu para que a Semana Santa de Braga atingisse o patamar em que se encontra”, salientou, lembrando a forma cordial com que o Cónego Jorge Coutinho se relacionava com os outros e a sua capacidade de envolver todas as instituições da Cidade.

Ricardo Rio referiu, ainda, que Jorge Coutinho deixa “um exemplo de como se pode trabalhar em conjunto em prol da sociedade”, e alargou esse reconhecimento aos que “hoje continuam a trabalhar na organização da maior semana de Braga”.

Por seu turno, D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz manifestando a sua “alegria pelo reconhecimento por parte da Câmara Municipal de Braga um homem que dedicou grande parte da sua vida a servir os outros”.

O empenho e dedicação do Cónego Jorge Coutinho para que a Semana Santa de Braga fosse cada vez mais um evento de referência foi, também, um dos aspectos evidenciados por D. Jorge Ortiga, lembrando o seu esforço, dedicação e capacidade de diálogo.

“Estamos num lugar onde ele passaria todos os dias para se dirigir ao Colégio de S. Caetano. Esses jovens sem retaguarda familiar encontravam no Cónego Jorge Coutinho o carinho, a simpatia e a ternura que lhe eram característicos”, sublinhou D. Jorge Ortiga.

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MUNICÍPIO DE BRAGA NÃO QUER RENOVAR CONTRATO COM A ESSE

Câmara pretende devolver gestão do estacionamento à esfera pública

O Município de Braga não vai renovar a concessão do serviço de estacionamento pago à empresa ESSE S.A., que vigora durante um prazo de 15 anos a contar da data de assinatura do contrato. A proposta será analisada na próxima reunião do Executivo Municipal, que se realiza na próxima Terça-Feira, dia 29 de Março.

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Entende o Município que o referido contrato - que estabelece o prazo de 15 anos, prorrogáveis por períodos de 5 anos, até ao limite máximo de duração de 30 anos - pressupõe a declaração de vontade de ambas as partes em renovar. Nesse sentido, a renovação exige que o Município e a empresa declarem que pretendem renovar o acordo, não operando este automaticamente.

A cláusula estabelecida no contrato, formulada pelo anterior Executivo Socialista, não prevê a figura da renovação automática, mas tão só a possibilidade de renovar o prazo da concessão sem a precedência de novo procedimento concursal.

O actual Executivo não pretende renovar o contrato de concessão. Assim sendo, será na próxima Reunião expressa declaradamente a vontade da Autarquia em não renovar findo o prazo de 15 anos, decisão essa que será devidamente comunicada ao Concessionário.

A cláusula em apreço tem merecido, por parte da concessionária, outra leitura, com a qual a Autarquia discorda, e da qual resulta, na interpretação da empresa, que o prazo contratual é, à partida, de 30 anos.

Executivo Municipal sensível às pretensões da comunidade Bracarense

No que se refere à possibilidade de resgaste da concessão, o mesmo não depende de qualquer incumprimento pelo concessionário dos seus deveres contratuais ou legais, só podendo ocorrer com fundamento em interesse público, isto é, terá que se basear em factos ou opções concretas de política de mobilidade urbana que sejam suficientes para, em concreto, levar aos resgate da concessão e ao pagamento do valor da indemnização.

Já a resolução da concessão pode acontecer quando, entre outras situações, existir incumprimento culposo dos deveres contratuais por parte do concessionário. O caderno de Encargos prevê, de forma especial, a resolução da concessão em algumas situações, das quais se destacam a violação de deveres contratuais. Algumas situações que estão a ser estudadas pelos serviços municipais podem integrar-se no “incumprimento culposo dos deveres contratuais do concedente”, como é o caso do recurso à figura da injunção para a cobrança das taxas de estacionamento.

Considerando todos estes factores, entende o Executivo que o tema merece ser alvo de debate em sede de Reunião de Câmara, discutindo-se nesse órgão as várias questões que têm merecido a atenção e preocupação de toda a comunidade Bracarense desde que a concessão vigora, que vão desde a consideração sobre se o actual modelo de concessão é o que melhor serve a Cidade ou se a política de mobilidade fica condicionada com uma concessão desta natureza.

Relembre-se ainda que, até ao momento, os agentes fiscalizadores da ESSE não estão equiparados a agentes de autoridade, com as nefastas consequências ao nível da fiscalização e do ordenamento do estacionamento que dai advém, e que origina inúmeras queixas contra a actuação da concessionária - facto que revela que a ESSE não tem uma relação ´pacífica´ com a comunidade, o que, tratando-se da concessão de um serviço público, poderá ser contraproducente quanto aos objectivos da própria concessão.