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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARCUENSES ESTUDAM GENEALOGIA

No âmbito da celebração do seu 10.º Aniversário, a Associação para a Promoção e Desenvolvimento Cultural Maria de Fátima Moura, em parceria com a Associação para o Desenvolvimento Integrado e Promoção do Belion, com o apoio da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, leva a efeito a Conferência subordinada ao tema "Genealogia, uma Ciência da Vida", a realizar-se no dia 30 do corrente mês de janeiro, às 16h00, no Paço de Giela.

NÚCLEO DE ARTES E LETRAS DE FAFE REÚNE ASSOCIADOS E APROVA PLANO E ORÇAMENTO PARA 2016

O Núcleo de Artes e Letras de Fafe promoveu um jantar convívio com os seus associados, num restaurante da cidade, em que aproveitou para, previamente e em assembleia geral, aprovar o plano de actividades e orçamento para o ano em curso.

Em palavras introdutórias, o presidente do Núcleo, Artur Ferreira Coimbra, apresentou o documento, nas suas linhas gerais, posto o que os associados o votaram, aprovando-o por unanimidade.

Deixamos alguns tópicos do documento.

A nível das publicações, será levada ao prelo a edição da obra Poetas de Fafe, uma antologia de poemas dos autores nascidos ou criados em Fafe, na história e na actualidade, com selecção e notas de Artur Coimbra e de Carlos Afonso.

Por outro lado, o NALF voltará a fazer parceria com a editora Labirinto para a publicação de uma nova edição da antologia Cintilações da Sombra, de dimensão nacional e internacional.

Será lançada este ano a quarta edição do prémio de Poesia do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, agora chamado “Prémio de Poesia Soledade Summavielle”, pela segunda vez destinado a obras originais e inéditas, a submeter até 31 de Dezembro de 2016 e cujo montante é de 500 euros.

Após o êxito dos primeiros Cursos Livres de História Local, sobre a 1ª República em Fafe (2010) e sobre o impacto da Guerra Colonial em Fafe (2013), o Núcleo irá avançar em 2016 para outras épocas e personagens da história de Fafe, dado ser um contributo que quer prestar à História e à Cultura deste município.

A nível dos eventos culturais, destaque para a promoção dos Primeiros Encontros Literários do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, para versarem e problematizarem a poesia, a realizar ao longo de dois dias, envolvendo as escolas e poetas e críticos locais, da região e do país.

Neste ano, o Núcleo projecta ainda lançar uma nova iniciativa, que designa por “Jantares Poéticos” e que consiste em promover, trimestralmente, um jantar com os nossos poetas (e quem nele queira participar, obviamente), que poderão ler dois poemas, um inédito de autoria própria e outro de outro autor à sua escolha.

Os inéditos poderão dar lugar à edição de uma obra poética no ano seguinte.

Ao longo do ano, a associação continuará a promover e/ou apoiar eventos culturais ligados à literatura ou às artes, sobretudo deste concelho, designadamente apresentação de obras literárias e exposições, colaborará com a organização da próxima edição das Jornadas Literárias de Fafe, que acontecem em Março próximo, envolvendo a autarquia, as escolas e agrupamentos e associações culturais do concelho.

Outra das acções tem a ver com a retoma do programa de visitas de estudo a locais de interesse cultural, para os associados e eventualmente para outros públicos. É o caso de habitações e espaços ligados a personalidades do mundo das artes e das letras, museus e outros locais de cultura.

De igual modo, continuará a colaborar com outras entidades locais, à semelhança do verificado anteriormente, designadamente, a Câmara Municipal, a editora Labirinto, a Junta de Freguesia de Fafe, o Cineclube e eventualmente outras instituições que prossigam fins culturais.

Porque o lema do Núcleo de Artes e Letras de Fafe “só pode ser a contribuição para a dinamização cultural da cidade e do concelho de Fafe”.

O NALF, que tem vindo a aumentar o número dos seus associados, quer continuar a contribuir para concretizar o projecto “FAFE – UMA TERRA DE CULTURA”!

MUNICÍPIO DE GUIMARÃES FAZ PARCERIA COM A SOL DO AVE, ADCL E FRATERNA

Projeto “Guimarães Inclusivo” promove emprego, ajuda famílias e qualifica instituições sociais

Programa contempla emprego e qualificação, intervenção familiar e parental e capacitação da comunidade e das instituições. Desenvolvimento social é o objetivo.

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A Câmara Municipal apresentou o projeto “Guimarães Inclusivo”, um programa que já está em vigor e que tem como objetivo fundamental promover a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social, através de uma parceria efetuada entre organizações da economia social, tendo em vista a promoção do emprego e a prevenção da pobreza infantil, dotando ao mesmo tempo as instituições do concelho com melhores condições para trabalharem nas suas áreas específicas.

Este programa, que se realiza durante três anos, é promovido pelo Município e resulta de uma parceria entre a Sol do Ave, ADCL – Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Locais e cooperativa Fraterna. Até outubro de 2018, este projeto estima alcançar um universo de um milhar de vimaranenses e empregar, pelo menos, 300 pessoas. A iniciativa está enquadrada no programa “Contratos Locais de Desenvolvimento Social 3G”, numa aposta em torno de diferentes eixos de ação que confluem para a inclusão de indivíduos em situação de exclusão social.

«Temos o dever imperativo de agirmos e de respondermos no terreno, de um modo organizado, a solicitações de quem tem mais fragilidades. A área social, para mim, é das mais prioritárias! Não deixarei que faltem recursos, lidando cada situação com afeto e carinho. Temos a enorme responsabilidade de dar às nossas crianças um desenvolvimento harmonioso», afirmou Domingos Bragança, Presidente do Município de Guimarães, na apresentação pública deste projeto de intervenção social, que privilegia medidas ativas de emprego e formação profissional.

Da inovação social ao manual e feira das associações

O programa prevê a realização de ciclos de eventos sobre cidadania ativa, com a dinamização de atividades intergeracionais que envolvam vários membros de famílias, sessões de carácter informativo e formativo, oficinas de competências pessoais e sociais, atendimento e aconselhamento em situações de crise, consultas de terapia familiar, grupos de autoajuda, mediação de conflitos familiares, promovendo a capacitação das famílias e a proteção e promoção dos direitos das crianças e jovens. Entre outros objetivos, promove a integração escolar e a inclusão de crianças e jovens com deficiência ou incapacidade, desenvolvendo-se nestes casos ações de estimulação cognitiva.

O projeto “Guimarães Inclusivo” contempla, também, o desenvolvimento de apoio técnico à auto-organização de associações sediadas nas habitações sociais do concelho, levando a cabo um trabalho de diagnóstico e de planeamento estratégico que sustente a ação daquelas associações. Um concurso de empreendedorismo e inovação social, a elaboração do “Manual do Associativismo Vimaranense” com as atividades e boas práticas desenvolvidas no concelho e a organização de uma “Feira das Associações” são alguns dos exemplos a concretizar no âmbito deste programa social.

OS PRESIDENTES DA REPÚBLICA (1911-2016)

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1. Este domingo, 24 de Janeiro, realizaram-se, por sufrágio universal e secreto, as eleições para a Presidência da República para os próximos cinco anos (2016-2021), das quais triunfou claramente o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, com 52% dos votos.

Momento oportuno para revisitarmos os modos de eleição e os protagonistas, na Primeira República, no Estado Novo e após o 25 de Abril de 1974

Ao longo dos últimos 100 anos, desde o 5 de Outubro de 1910, várias foram as formas de eleição do Presidente da República, algumas das quais driblando o voto directo e secreto dos cidadãos, por indisfarçável desconfiança na sua capacidade eleitoral e dos efeitos que as suas escolhas poderiam fazer no curso dos acontecimentos, o que aconteceu sobretudo durante a Primeira República, experiência instável de uma democracia titubeante, e em diversos períodos do Estado Novo, em que à desconfiança sobre a “vontade popular” se anexou o receio de dar poder ou protagonismo às oposições e, com isso, pôr em causa o controlo do Estado Policial, Censório e Concentracionário comandado por Oliveira Salazar, a partir de 1933.

Só após o 25 de Abril de 1974, as eleições presidenciais (e todas as outras) passaram a ser realizadas por voto de todos os potenciais eleitores, que o exercem da forma que bem entendem, espelhando as suas opções soberanas. Nos termos da Constituição de 1976, o povo passou então a exercer o poder político “através do sufrágio universal, igual, directo, secreto e periódico”, o que esteve longe de acontecer ao longo das anteriores seis décadas…

2. Relembramos que as eleições presidenciais, após a instauração da Primeira República, e durante a sua vigência (1910-1926), decorreram de forma indirecta, no âmbito do Congresso, que era constituído por duas câmaras, denominadas Câmara dos Deputados e Senado. Os membros do Congresso eram os representantes da Nação e eram eleitos, eles sim, pelo sufrágio directo dos cidadãos eleitores.

O Presidente da República era eleito por voto secreto dos deputados e senadores, para um mandato de quatro anos e a sua eleição requeria o mínimo de dois terços dos votos dos membros das duas Câmaras do Congresso, reunidas em sessão conjunta.

O primeiro Presidente da República eleito dessa forma foi o moderado Manuel de Arriaga, em 24 de Agosto de 1911, que concorreu contra Bernardino Machado, apoiado por Afonso Costa e os Democráticos.

Dessa forma indirecta, seriam ainda eleitos Bernardino Machado (por duas vezes), Canto e Castro, António José de Almeida e Manuel Teixeira Gomes.

A excepção, ou seja, a única eleição directa durante os 16 anos da Primeira República, ocorreu durante o governo de Sidónio Pais, o chamado “Presidente-Rei”, eleito em 28 de Abril de 1918, durante a qual suspendeu a lei eleitoral constitucional por decreto. Porém, seria assassinado a tiro, na estação do Rossio, em Lisboa, em 14 de Dezembro do mesmo ano, por José Júlio da Costa, um activista da esquerda republicana. Depois, voltar-se-ia à eleição indirecta…

3. Durante o Estado Novo, foi o que se sabe. O Chefe de Estado era eleito supostamente “pela Nação”, por um período de sete anos, segundo a Constituição de 1933, “obra” do ditador Salazar para consolidar o seu poder autoritário, dotando-se dos instrumentos políticos, legislativos e repressivos necessários a esse fim. Curiosamente, o texto constitucional (que, tal como o da Primeira República e o actual, apenas tornava elegíveis os cidadãos portugueses maiores de 35 anos…) impedia a eleição para o cargo de Presidente da República dos “parentes até ao 6º grau dos reis de Portugal” (artigo 74º). Para um “monárquico de coração”, como era Salazar, até que não estava mal…

É evidente que uma coisa era o que a Constituição estipulava, a eleição através de sufrágio universal, outra a prática política, que condicionava e limitava drasticamente a participação eleitoral dos cidadãos aos “afectos” ao regime, pelas fraudes eleitorais diversas, que passavam pelas extremas restrições no recenseamento eleitoral, deixando de fora imenso número de portugueses; pelo arbítrio e injustiça no tratamento noticioso das campanhas eleitorais, favorecendo obviamente os candidatos do regime e, enfim, pela ausência de garantias do exercício da função fiscalizadora por parte dos delegados das listas opositoras ao regime. Era o império das célebres “chapeladas”, em que mortos e ausentes apareciam como tendo votado nas listas do regime, às vezes duas ou três vezes, com o evidente beneplácito dos membros das mesas indicados pela Situação.

Dessa forma, foram eleitos Presidentes da República os generais Óscar Fragoso Carmona (1928-1961, o mais longo mandato de um chefe do Estado em Portugal, com nada menos de 33 anos…) e Francisco Craveiro Lopes, que apenas fez um mandato (1951-1958), entrando em conflito com Salazar. O problema foi que em 1958, houve um “General sem Medo”, Humberto Delgado, que ousou afrontar o regime, para o mudar, indo até às urnas (o que nunca havia sido feito até então…), nas eleições de 8 de Junho, defrontando o candidato do regime, o almirante Américo Rodrigues Tomás. Uma gigantesca fraude eleitoral, que está perfeitamente documentada, metendo a repressão da polícia política e todos os estratagemas de que o regime lançou mão, um clima de medo e de condicionamento dos eleitores, inviabilizou a sua eleição. O candidato de Salazar obteve alegadamente 76,4% dos votos escrutinados, restando 23,6% para Humberto Delgado.

O regime sofreu um enorme abalo e aprendeu a lição. A partir desse ano, não fosse o diabo tecê-las, não houve mais eleições directas para a presidência da República, que passaram a ser feitas “por intermédio de um colégio eleitoral constituído pelos membros da Assembleia Nacional e da Câmara Corporativa em efectividade de funções e pelos representantes municipais…”, na sequência da revisão constitucional de 1959.

Américo Tomás acabaria por ficar na Presidência, entre 1958 e 1974, numa função meramente representativa e decorativa, porque quem mandava na realidade era o Presidente do Conselho, António Oliveira Salazar…

4. Até que o 25 de Abril de 1974 devolveu ao eleitorado a soberania relativamente às eleições em geral, incluindo a do Presidente da República. As primeiraseleições presidenciaisdemocráticas realizaram-se em 27 de Junho de 1976, já lá vão quase 40 anos, e foram vencidas pelo general António Ramalho Eanes, apoiado pelo PS, PSD e CDS, e que conseguiu 61,5% dos votos, em confronto com Otelo Saraiva de Carvalho, Pinheiro de Azevedo e Octávio Pato. Eanes seria reeleito para um segundo mandato de cinco anos.

Seguir-se-iam mais três Presidentes da República, sempre com dois mandatos completos cada um: Mário Soares, Jorge Sampaio e Cavaco Silva.

O quinto Presidente da República eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos portugueses, após a Revolução de Abril, ficou conhecido no domingo, para exercer o seu estatuto de representação da República Portuguesa, garante da independência nacional, da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições democráticas, com as funções e competências estabelecidas pela Constituição da República Portuguesa, aprovada em 2 de Abril de 1976, vai fazer quatro décadas…

Artur Coimbra

CERVEIRA REQUALIFICA CENTRO DE DIA E SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO DE COVAS

Um espaço mais moderno, acessível e funcional foi o resultado das obras de requalificação do edifício do Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário da Freguesia de Covas, num investimento total de 386 mil euros cofinanciado em 60% pelo ON.2. Durante a cerimónia de reinauguração, que contou, este sábado, com a presença de muita população e de entidades distritais e regionais, foi manifestada uma satisfação geral pela concretização de uma necessidade há muito ansiada.

Centro de Covas

Contruído a 20 de abril de 1991, há alguns anos que o Centro Paroquial e Social de Covas, responsável pelo equipamento, desejava avançar com uma remodelação e requalificação do edifício, de forma a proporcionar melhores condições de utilização aos seus utentes, para além de permitir aumentar o número de beneficiários abrangidos pelas respostas sociais desenvolvidas pela Instituição.

Num investimento elegível total de 386 mil euros, com uma taxa de comparticipação do FEDER em 60%, o objetivo foi recentemente concretizado após a colaboração de várias entidades. O novo equipamento está dimensionado para uma capacidade de 30 utentes para Centro de Dia e de 45 para o Serviço de Apoio Domiciliário na freguesia de Covas, mas também à população vizinha de Gondar e Mentrestido. Neste momento, e mediante acordo com a Segurança Social, contabilizam-se 20 utentes para a valência centro de dia e 38 para o apoio ao domicílio.

A cerimónia de inauguração decorreu este sábado pela manhã, contando com as intervenções do Presidente do Centro, o Padre Carlos Castro, do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, do Diretor da Segurança Social, Dr. Paulo Orfão, do Bispo de Viana do Castelo, D. Anacleto Oliveira, e do Presidente da CCDR-N, Professor Emídio Gomes. Nos seus discursos, estes representantes foram unânimes no contributo deste equipamento social para a inclusão de grupos sociais ou etários específicos, nomeadamente os idosos, para a prevenção da carência socioeconómica, vulnerabilidade social e exclusão social e promoção do desenvolvimento pessoal, a inclusão e a coesão social.

Perante muita população que quis presenciar esta reabertura, a Associação Cultural e Recreativa do Divino Salvador de Covas e o Grupo de Bombos do Divino Salvador de Covas abrilhantaram esta cerimónia, interpretando algu identidade popular local.

De sublinhar que a Câmara Municipal apoiou esta empreitada com a elaboração do projeto, a submissão de candidatura apresentada ao Aviso REECL/1/2014 (Overbooking) do Programa Operacional ON.2, no âmbito de Equipamentos para a Coesão Local, designadamente equipamentos sociais, e a fiscalização da obra.

A intervenção encetada visou responder às insuficiências existentes (degradação resultante do uso e dos agentes climatéricos e lacunas ao nível das soluções construtivas) e requalificar o edifício, bem como os espaços exteriores contíguos, de modo a assegurar níveis de conservação, segurança, salubridade e conforto compatíveis com a utilização do edifício sem afetar a qualidade arquitetónica do projeto inicial. Pretendeu-se ainda cumprir a legislação em vigor em matéria de segurança contra incêndios e de respostas sociais que a Instituição desenvolve.

CERVEIRENSES COMBATEM VESPA ASIÁTICA

168 ninhos de vespa asiática destruídos durante 2015 em Cerveira

Ao longo do ano 2015, o Município de Vila Nova de Cerveira desativou um total de 168 ninhos de vespa velutina em todo o seu território, um aumento significativo em relação a 2014 que, entre agosto e dezembro, registou 18. A referenciação dos ninhos foi desencadeada, na maioria dos casos, por munícipes residentes em zonas rurais e por apicultores.

Ninho Desativado

Dado o maior grau de eficácia alcançado, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira alterou o método de desativação dos ninhos identificados. Se, em 2014, o processo era efetuado através de uma substância inseticida e o ninho imediatamente retirado, numa operação noturna a uma distância muito curta do ninho; já em 2015, todos os ninhos foram desativados desde o chão pela introdução de um isco impregnado em substância inseticida no interior do ninho, com recurso a um dispositivo extensível. Os ninhos são deixados no local sinalizados, de forma a não serem novamente referenciados.

De acordo com o relatório elaborado pelo Serviço Municipal de Veterinária, a resposta dos serviços contratados pelo Município, entre a data de avistamento e a data de desativação, foi imediata, com a aplicação do método a ocorrer no próprio dia ou no dia seguinte, se o caso foi detetado já em condições de visibilidade difíceis para operar. A grande maioria dos ninhos foi encontrada em árvores, havendo também alguns casos detetados em habitações, muros e vegetação. O maior tinha 65 cm e o mais pequeno apenas 5 cm.

A referenciação dos 168 ninhos foi realizada via telefone para o médico veterinário municipal e diretamente para o operacional encarregue da sua desativação, tendo uma pequena parte sido efetuada através da plataforma SOSVespa. Os denunciantes dos casos foram, na sua maioria, munícipes residentes em zonas rurais e de apicultores atentos, bem como a equipa de desativação dos ninhos que, enquanto no terreno, exercia uma procura ativa.

O Município de Vila Nova de Cerveira, a par de Paredes de Coura, tem desencadeado uma sistemática desativação de ninhos de vespa velutina, numa lógica de ação de combate concertada que deveria envolver todos os municípios, seguindo as indicações do Plano de Ação para a Vigilância e Controlo da Vespa Velutina em Portugal, elaborado pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária e pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas. O objetivo é dar uma pronta resposta às solicitações dos munícipes que podem sentir a sua saúde ameaçada, e de apicultores que vêm a sua produção ameaçada pelas colónias de vespas existentes nas imediações dos seus apiários.

Todos os ninhos desativados no concelho de Vila Nova de Cerveira estão registados na plataforma SOSVespa acessível através do endereço www.sosvespa.pt.

A vespa velutina, mais conhecida por vespa asiática, é uma espécie não-indígena, predadora de insetos, entre eles a abelha europeia. A sua introdução involuntária na Europa ocorreu em 2004 no território francês, tendo a sua presença sido confirmada em Espanha em 2010, em Portugal e Bélgica em 2011 e em Itália em finais de 2012.

BRAGA GEMINA-SE COM MANAUS

Braga celebra protocolo de geminação com a cidade brasileira de Manaus

Braga vai assinar um protocolo de geminação com a cidade Brasileira de Manaus. A iniciativa vem dar seguimento à aposta de afirmação internacional e de cooperação institucional que o Município de Braga tem vindo a realizar.

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Depois de Manaus ter reconhecido Braga como ‘Cidade Irmã’, através do Projecto de Lei aprovado a 16 de Novembro do ano transacto, é agora a vez da Cidade dos Arcebispos levar a proposta a reunião de Executivo Municipal.

“Consideramos que estas iniciativas e a nova dinâmica que temos vindo a imprimir é fundamental para posicionar Braga em termos internacionais, com os efeitos económicos, culturais e sociais inerentes”, refere o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

Manaus é a capital do estado do Amazonas e a sétima cidade mais populosa do Brasil com cerca de dois milhões de habitantes. Trata-se do principal centro financeiro e corporativo da Região Norte do Brasil e o décimo maior destino turístico Brasileiro. Com uma área metropolitana com cerca de 2,5 milhões de pessoas, a cidade é reconhecida pelo seu dinamismo económico, pela sua cultura e pelo seu património histórico, com uma forte ligação a Portugal. É ainda considerada como uma das 20 melhores cidades da América Latina para fazer negócios e o sexto Município que mais contribui para o PIB Brasileiro.

Este protocolo irá abranger programas científicos, sociais, ambientais, culturais, desportivos e comerciais entre as duas Cidades.

“Pretendemos continuar a aumentar os laços de amizade com outras cidades, e no âmbito da Braga Capital Ibero-Americana de Juventude em 2016, estamos a preparar outras iniciativas de cooperação com mais cidades do espaço da América Latina”, sublinha Ricardo Rio.

Manaus foi fundada no século XVII por Portugueses para fixar o domínio lusitano na região da Amazónia, que na época ocupava uma posição estratégia no território Brasileiro. A cidade teve o seu início na margem esquerda do Rio Negro com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo explorador português Francisco da Mota Falcão em 1669.

Recorde-se que em Novembro último, o Município de Braga aprovou a geminação com a cidade de Cluj Napoca, na Roménia, Capital Europeia da Juventude em 2015, sendo que este acordo com a cidade de Manaus vem dar continuidade à política de afirmação internacional encetada pelo actual Executivo.

Protocolo com a SOAMAR-BRASIL reforça ‘mentalidade marítima’ e compreensão histórica

Braga irá de igual modo firmar um protocolo de cooperação com a SOAMAR-BRASIL em Portugal. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos cuja filosofia expressa a grande potência dos recursos marítimos dos dois países.

Nesse sentido, o protocolo irá contribuir para difundir e reforçar a mentalidade marítima nos jovens e na população em geral, encorajando o investimento em indústrias relacionadas com os assuntos do Mar, energia hídrica e marítima, gestão de plataformas logísticas de armazenamento e distribuição desde os portos do litoral.

Com este acordo, a SOAMAR-BRASIL em Portugal, irá instalar a sua sede administrativa regional em Braga, facto que irá permitir uma maior proximidade aos agentes da Região.

Para a assinatura deste acordo contribuíram a existência permanente e regular, na Universidade do Minho, de Oficiais da Marinha do Brasil, que durante períodos de dois anos habitam em Braga, convivendo com a sociedade Bracarense, assim como o apoio à actividade da SOAMAR-BRASIL em Portugal, Europa e CPLP por parte da Federação das Câmaras de Comércio e Industria da América do Sul, que engloba nove países, o que resulta em reflexos positivos no relacionamento interinstitucional das entidades envolvidas.

EMPRESA DE BRAGA DISTINGUIDA COM O TÍTULO DE EMBAUXADORA EMPRESARIAL

Fehst contribui para afirmar Braga como um Concelho exportador

A empresa Fehst passou a integrar o núcleo de embaixadores empresariais de Braga. Criada a partir do universo Grundig, a Fehst foi fundada em Maio de 1995 e dedica-se essencialmente ao fabrico de componentes para automóveis, sobretudo peças de metal e plástico, assumindo um papel de relevo no tecido económico da Região.

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A capacidade de se reinventar é uma das características da empresa que começa agora a apostar em soluções de domótica com uma linha de produtos inovadora que substitui o convencional interruptor por painéis tácteis. Esta é uma das muitas inovações que o grupo Fehst apresenta na automação, segurança, sistema de som e climatização.

Instalada numa zona que agrupa três das principais empresas exportadoras a nível regional e nacional – como a Bosch, a Delphi, às quais se junta a Fehst –, e que actuam em sectores que marcam a diferença pela competitividade ao nível do conhecimento, a Fehst pode ser vista como um testemunho da capacidade do tecido empresarial em se adaptar aos novos desafios.

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“As empresas e os sectores têm que se reinventar a cada momento e, nesse particular, a Fehst é um bom exemplo”, afirmou Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a visita à empresa que decorreu esta Segunda-feira, 25 de Janeiro.

A “aposta em colaboradores altamente qualificados” e a reconversão profissional dos activos indiferenciados foi um dado evidenciado pelo Autarca, que também destacou a “perseverança da empresa no sentido de responder a novos desafios e novas realidades, promovendo o crescimento”.

Aludindo ao facto da empresa ter reduzido o número de colaboradores indiferenciados, em detrimento de quadros mais qualificados, o Autarca referiu que o Município de Braga “tem prestado apoio a empresas que fazem essa reconversão e, ao mesmo tempo, criado condições para que outros sectores de actividade possam absorver esses mesmos colaboradores”. Nesse sentido, e segundo os dados estatísticos das entidades competentes, o Município de Braga “tem tido uma dinâmica geradora de emprego no nosso Concelho”.

Nos últimos seis anos, a empresa tem vindo a efectuar investimentos na ordem dos seis milhões de euros. Actualmente, a Fehst está a remodelar uma área que representa um investimento de cerca de quatro milhões de euros, o que vai permitir um retorno na facturação a curto prazo de dez milhões.

Com cerca de 160 colaboradores no universo Fehst, distribuídos por Braga e Aveiro, mais de 120 desenvolvem a sua actividade em Braga. Para 2016 a empresa estima uma facturação na ordem dos 20 milhões de euros e metade desse valor será facturado em Braga. O grande objectivo do grupo passa por atingir uma facturação de 50 milhões de euros em 2030, através da ‘industrialização informatizada’, facto que irá permitir a independência da empresa. Para isso, a Fehst irá continuar a apostar em mão-de-obra qualificada, aproveitando o conhecimento proveniente da Universidade do Minho.

Para Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga, a Fehst actua num sector “importantíssimo e de enorme impacto nas exportações” como é o caso do sector automóvel. Um sector que, segundo o responsável, “tem um enorme potencial de crescimento e que dentro de pouco tempo irá, seguramente, fazer crescer Braga no ranking nacional dos Concelhos mais exportadores”.

Por seu turno, Hatto Fehst, administrador e fundador da empresa, referiu que a Fehst está disponível para criar sinergias. “Braga tem todas as condições para se afirmar a nível internacional. A nossa especialidade é criar valor acrescentado, por isso o conhecimento que é desenvolvido nas Universidades tem de ser aproveitado para o desenvolvimento”, concluiu.

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CAMINHA HONROU SAMPAIO DA NÓVOA

O núcleo de apoio à candidatura de Sampaio da Nóvoa do concelho de Caminha saúda e agradece a todos aqueles que contribuíram com a sua militância e o seu voto para os resultados do candidato no nosso município, os melhores do distrito de Viana do Castelo e de toda a Região Norte. Se excetuarmos os distritos alentejanos, Caminha obteve para Sampaio da Nóvoa a terceira votação mais alta do País, com uma percentagem de 31,24 % no concelho e 40, 92% na freguesia-sede, bem acima da média nacional.

António Sampaio da Nóvoa foi o único candidato que visitou o município na pré-campanha e depois na campanha eleitoral, evidenciando os fortes laços que o prendem à nossa terra, onde fez parte da sua formação educativa — “O tempo de Caminha é a marca principal da minha infância”, como declarou.

Caminha soube pois honrar a ligação do candidato ao nosso concelho, reafirmando o compromisso da cidadania caminhense com os valores progressistas que nortearam a candidatura de António Sampaio da Nóvoa à presidência: os valores da Constituição da República Portuguesa, em nome de uma pátria de oportunidades, de justiça e de liberdade.

Caminha, 24 de janeiro de 2016

O núcleo de apoio à candidatura de Sampaio da Nóvoa

CINECLUBE DE CAMINHA APRESENTA CICLOD E CINEMA FRANCÊS

05 de fevereiro,  “O Atalante”, Jean Vigo, 1934, França, Sessão 231 (M/12)

12 de fevereiro, “O Processo de Joana d’Arc”, Robert Bresson, 1962, França, Sessão 232 (M/12)

19 de fevereiro, “Paris já está a arder? “, René Clément, 1966, França, Sessão 233 (M/12)

26 de fevereiro, “Made in USA”, Jean-Luc Godard, 1966, França, Sessão 234 (M/12)

BIBLIOTECA DE VIZELA EXIBE CINEMA INFANTIL

Sábados na biblioteca: ‘Elmer e o grande dia’, de David Mckee

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 6 de fevereiro, às 15.30h, a atividade ‘Elmer e o grande dia’, de David Mckee.

De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca

Conto + mini-desfile de Carnaval

‘Elmer e o grande dia’, de David Mckee

6 de fevereiro, 15h30

O Dia do Elmer está quase a chegar e os elefantes, num meio de uma enorme algazarra, preparam-se para o grande desfile! Mas será que só os elefantes podem participar?

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Evento Facebook:

https://www.facebook.com/events/218594478476825/

CELORICO DE BASTO PROMOVE POESIA

Lançamento do livro “Escrevo de Mim para Ti” em Celorico de Basto

O livro de poesia “Escrevo de mim para ti”, da autora Rosa Cândida, foi apresentado este fim-de-semana, dia 23 de janeiro, no Centro Cultural da Biblioteca Municipal Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.

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O livro, da Chiado Editora, é o nascimento de um sonho da agora escritora Rosa Cândida. “Foi a concretização de um sonho. Colocar os poemas em papel, torna-los acessíveis a todos os que quiserem ler, permitir que se identifiquem com os poemas descritos”, disse Rosa Cândida. “Espero que leiam e que gostem do que está escrito. Este livro é uma mistura de emoções, sentimentos, perceções do mundo. São vivências muito similares às de qualquer outra pessoa. Transformar essas vivências em poesia foi um desafio que me deixa particularmente feliz”, concluiu.

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O lançamento oficial do livro contou com vários momentos com enfase para a leitura de poemas da autora ao som do piano. Presente no lançamento, o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, mostrou-se agradado com o lançamento de uma obra de uma autora local. “É muito importante que a nossa terra se faça notar em diferentes áreas. A cultura sobretudo, a cultura literária será sempre bem acolhida neste espaço, um espaço novo e construído para a promoção de atividades culturais. À escritora peço que continue a escrever e a promover a nossa terra com os seus poemas”.

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A ação contou ainda, como oradores, com uma representante da Chiado Editora, a Professora de Português, Paula Quintela, e uma amiga da escritora, Maria Matos.

O Lançamento do livro “Escrevo de mim para ti” terminou com um verde de honra, com o champanhe Souto Grande.

A ação terminou com uma sessão de autógrafos.

O livro encontra-se à venda no site da Chiado Editora, na Bertrand Livreiros e nas livrarias de Celorico de Basto.

BRAGA INAUGURA EM SEQUEIRA SEGUNDO “ESPAÇO DO CIDADÃO”

Cidadãos podem também solicitar apoio na verificação do sistema ´E-Factura´

Braga conta a partir de hoje, dia 25 de Janeiro, com mais um ‘Espaço do Cidadão’, localizado na sede da Junta de Freguesia de Sequeira. Trata-se de um posto único de atendimento que reúne serviços de diferentes entidades num só balcão, privilegiando o atendimento digital assistido.

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Uma das novidades introduzidas no início de 2016 é o facto de os ´Espaços do Cidadão´ disponibilizarem alguns serviços da Autoridade Tributária e Aduaneira, como por exemplo solicitar apoio no âmbito da verificação das facturas constantes do sistema “E-Factura”.

“O Executivo Municipal definiu como prioritário facilitar o acesso da população, no conjunto do Concelho, aos serviços públicos, evitando que os habitantes de zonas mais periféricas tenham de se deslocar ao centro para usufruir de serviços nacionais ou municipais. A abertura destes interfaces descentralizados é um passo enorme nesse sentido”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a inauguração do novo serviço.

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Segundo o Autarca, esta ´cobertura territorial alargada´ vem potenciar o desenvolvimento do Concelho, na medida em que permite a desburocratização dos processos e uma poupança de tempo útil significativa aos cidadãos. “É um serviço que tem vindo a sofrer contínuos melhoramentos, com novas funcionalidades a serem paulatinamente integradas. É uma aposta de sucesso e que queremos continuar a reforçar”, afirmou.

São mais de 170 procedimentos administrativos que podem ser realizados no ‘Espaço do Cidadão’. No mesmo local são disponibilizados variadíssimos serviços, sendo possível tratar a Carta de Condução, solicitar nova senha ou caderneta predial junto da Autoridade Tributária, tratar de assuntos relativos a emprego e formação profissional, alterar a morada do Cartão do Cidadão, entre muitos outros.

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O ´Espaço do Cidadão´ tem o seguinte horário de atendimento: de Terça-feira a Sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Braga irá dispor de seis ´Espaços de Cidadão´

Em Sequeira está o segundo de um conjunto de seis espaços a instalar nas freguesias do Concelho, com o objectivo de servir melhor os Bracarenses e de lhes proporcionar um modelo de atendimento mais conveniente, rápido e próximo, assente no princípio de que a melhoria da qualidade da prestação de serviços públicos passa, também, pelo reforço de coesão territorial e social.

Depois de ter sido inaugurado, no final de Outubro de 2015, o primeiro ‘Espaço do Cidadão’ em Tadim, até Março deste ano está prevista a instalação destes serviços nas freguesias de Adaúfe, Real, Sobreposta e Figueiredo.

Este é um projecto nacional encetado pela Agência de Modernização Administrativa (AMA) e que foi alargado pela Autarquia, tornando os ‘Espaços do Cidadão’ num interface que faz também a ligação à Câmara Municipal de Braga e às empresas municipais. A AMA fornece o mobiliário e equipamentos informáticos, enquanto os recursos humanos e obras de adaptação necessárias são assumidas pelo Município.

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JOÃO GIL SOBE AO PALCO DO VALADARES, EM CAMINHA

Espetáculo intimista decorre sábado, pelas 22 horas

A programação do Valadares, Teatro Municipal de Caminha continua em alta. Sábado, dia 30 de janeiro, é a vez de João Gil, guitarrista e compositor português, subir ao palco para um concerto intimista. O espetáculo terá lugar pelas 22 horas, e os bilhetes estão à venda nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora.

Despois do magnífico concerto de Ano Novo protagonizado pela Sociedade Musical Banda Lanhelense, o Valadares acolhe agora um artista do panorama musical nacional. João Gil é um guitarrista e compositor português e um dos fundadores de grupos como Trovante e Ala dos Namorados. Também fez parte de grupos como: Rio Grande, Cabeças no Ar e Baile Popular. Atualmente, integra “Tais Quais”.

Enquanto compositor, João Gil compôs grandes canções, que ficaram na história da música portuguesa, tais como Perdidamente, 125 Azul, Timor, Esplanada, Zorro, Saudade, Loucos de Lisboa, Solta-se o Beijo, Postal dos Correios, Fisga, Senta-te aí, Caçador da Adiça, Deixa-te ficar na Minha Casa, entre muitas outras.

O bilhete para este concerto intimista custa 7 euros. Os bilhetes podem ser adquiridos nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora. No próprio dia estão disponíveis no local do espetáculo.

João Gil na sua página oficial do facebook deixou um convite aos seus fás “Atenção ao pessoal do Norte. Vou estar num dos sítios mais bonitos de Portugal, sozinho com a minha viola de cordas de nylon num som intimista e na minha voz. Espero lá por vocês”.

TEATRO DE CABECEIRAS DE BASTO MOSTRA-SE NO BRASIL

Teatro de Cabeceiras de Basto deu-se a conhecer no Recife

Com duas apresentações no Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, no estado de Pernambuco – Brasil, a obra (L)a (P)lage representou a produção cultural de Cabeceiras de Basto e agradou o público recifense que esteve presente no Teatro Marco Camarotti.

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Esta produção realizada numa parceria entre o Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e o Grupo Acaso foi uma das estreias do Festival, cuja programação envolveu quatro cidades do território Pernambucano. O espetáculo, convidado pelo Festival, foi o resultado de uma residência artística desenvolvida em Cabeceiras de Basto e propõe uma continuidade na pesquisa sobre os aspetos da lusofonia que tocam as companhias envolvidas e os seus respetivos países.

(L)a (P)lage foi, portanto, o primeiro passo, uma criação sobre o “jeitinho brasileiro” que levará os artistas a um novo processo, desta vez sobre o “jeitinho português” numa nova parceria entre as companhias.

A criação e o fortalecimento de parcerias com outras companhias nacionais e internacionais, bem como a apresentação de espetáculos em festivais e teatros fora do concelho permitem ao CTCMCB mostrar o potencial cultural de Cabeceiras de Basto e divulgar a rica programação promovida durante o ano, dando maior visibilidade ao concelho.

Recorde-se que além desta iniciativa, o Centro de Teatro já levou produções locais a outros festivais e teatros em concelhos como Lisboa, Braga, Pinhel, Bragança e Póvoa de Lanhoso e recebeu também artistas de outras localidades do país e do estrangeiro, como Grécia, Brasil e França.

De referir que no âmbito do Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, o espetáculo (L)a (P)lage foi nomeado para um prémio, nomeação esta que enche de orgulho não só a autarquia, como os cabeceirenses.

A Câmara Municipal regozija-se, assim, com o trabalho meritório que vem sendo desenvolvido pelo CTCMCB desde 2012, uma aposta no desenvolvimento de um projeto de produção artística vocacionado para as artes de intervenção social e comunitária que faz do CTCMCB o ‘embaixador cultural’ de Cabeceiras de Basto aquém e além-fronteiras.

MELGAÇO: PRÉMIO JEAN LOUP PASSEK TEM INSCRIÇÕES ATÉ 15 DE MARÇO

15 de março é a data limite para as inscrições de filmes ao Prémio Jean Loup Passek integrados no evento FILMES DO HOMEM – Festival Internacional de Documentário de Melgaço. Para 2016 serão selecionados documentários sobre os temas identidade, memória e fronteira. Os filmes devem manifestar o ponto de vista do autor sobre aspetos relacionados com questões sociais, individuais, culturais ou de identidade. Não serão aceites trabalhos de carácter jornalístico.

Podem concorrer filmes terminados depois de 1 de janeiro de 2015 e o formato de projeção do festival é o Blu-ray (preferencial) e o DVD.

O regulamento está disponível em www.filmesdohomem.pt

FILMES DO HOMEM - Festival Internacional de Documentário de Melgaço, organizado pela Câmara Municipal de Melgaço em parceria com a Associação AO NORTE, pretende promover e divulgar o cinema etnográfico e social, refletir com os filmes sobre identidade, memória e fronteira, e contribuir para um arquivo audiovisual sobre a região.

FILMES DO HOMEM é marcado por três eixos principais:

  • Programação a partir de umamostra competitiva de documentários candidatos ao prémio Jean Loup Passek.
  • Realização de um seminário,Fora de Campo.
  • Produção, em cada edição do Festival, dedocumentários sobre a região. 

BRAGA INCENTIVA OS BRACARENSES A PRATICAREM ATIVIDADES FÍSICAS

Município disponibiliza 11 programas de actividade física aos Bracarenses. Novo projecto ‘Os Piratas vão à piscina’ envolve 400 crianças

“Os Piratas Vão à Piscina” é o novo programa desportivo que o Município de Braga está a promover para as crianças dos jardins-de-infância do Concelho. A iniciativa, promovida em parceria com as Freguesias e Uniões de Freguesias e os Agrupamentos de Escolas, está a ser desenvolvida na Piscina de Tebosa e, neste primeiro ano de actividade, vai envolver 400 crianças.

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O programa, totalmente gratuito, que tem como principal objectivo a adaptação das crianças ao meio aquático, a prevenção de acidentes e a criação de hábitos de vida activa e saudável desde tenra idade.

‘Os Piratas Vão à Piscina’ é já o 11.º programa de actividade física que o Município coloca à disposição dos Bracarenses, o sétimo lançado pelo actual Executivo, como referiu a vereadora do Desporto, Sameiro Araújo, na sessão que marcou o início do programa na Piscina de Tebosa. “Com este programa conseguimos ter actividades direccionadas para todo o tipo de população, desde os mais pequenos até aos seniores. Temos também um programa destinado a doentes oncológicos, o ‘Pulsar’ e, brevemente, vamos lançar outro dirigido à população portadora de deficiência”, anunciou Sameiro Araújo.

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O programa ‘Os Piratas Vão à Piscina’ arrancou com 15 jardins-de-infância (JI) de onze Freguesias e Uniões de Freguesia, sendo que a partir de Setembro deverá abranger a totalidade dos JI do Concelho.

O Município de Braga disponibiliza a piscina e os recursos materiais e humanos (técnicos e de vigilância), cabendo às Freguesias/Uniões de Freguesia a responsabilidade pelo transporte das crianças, e, aos Agrupamentos de Escolas, o acompanhamento desde o Jardim-de-Infância até à piscina, e vice-versa.

Participam neste ano de arranque do “Os Piratas Vão à Piscina” os JI de Espinho, Pedralva, Vilaça, Fraião, Nogueira, Arentim, Cunha, Este S. Pedro, Pomares, Este S. Mamede, Monte, Cabreiros, Dume, Bracara Augusta e Esporões, correspondentes a onze (11) Freguesias/Uniões de Freguesia (UF): Espinho, Pedralva, UF Vilaça e Fradelos, UF Este (S. Pedro e S. Mamede), UF Cabreiros e Passos (S. Julião), UF S. Lázaro e S. João do Souto, UF Nogueira, Fraião e Lamaçães, UF Arentim e Cunha, UF Sta. Lucrécia Algeriz e Navarra e UF Real, Dume e Semelhe.

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ARCOS DE VALDEVEZ MELHORA EDIFÍCIOS ESCOLARES

Câmara Municipal de Arcos de Valdevez promove a manutenção e melhoria de edifícios escolares

No âmbito da Educação, o Município implementa anualmente medidas que visam a plena inserção da criança na sociedade como ser autónomo, livre e solidário.

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Neste sentido, a manutenção dos recintos escolares também não é descurada, sendo feitas intervenções nas Escolas ao nível da colocação de pavimentos, pintura de salas, colocação de mobiliário, entre outras, sempre que se justifique.

Na Escola Básica de Távora Sta. Maria, foram realizados trabalhos na ordem dos 30 mil euros que englobaram a melhoria do Pavilhão desportivo, a colocação de toldos no Parque Infantil para minimizar os efeitos do calor, bem como realizadas pinturas.

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Na Escola Básica Eira do Penedo, em Soajo, foi feita uma adaptação e extensão do edifício do primeiro ciclo para incluir a pré-primária, tendo sido realizado para o efeito a remodelação do seu interior, nomeadamente ao nível dos tetos, paredes e pavimentos, da qual se destaca a construção e adaptação de espaços para salas de atividades, cacifos, sala para os educadores e instalações sanitárias adequadas aos educandos.

Ao nível das infraestruturas também se promoveu o seu redimensionamento, com particular destaque para o sistema de aquecimento, infraestruturas elétricas, mobiliário e demais equipamento, indispensável ao normal funcionamento do edifício. Também foram introduzidas novas tecnologias.

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Independentemente destas intervenções estão preconizadas outro tipo de melhorias ao nível do edifício, cobertura, recreio e parque de jogos.

Para a realização destas intervenções na escola de Soajo o Municipio investiu cerca de 60 mil euros.

De realçar que a intervenção na Escola Básica e Secundária de Arcos de Valdevez, um investimento no valor de 3,5 milhões de euros, está para breve.

Com esta política de proximidade e através de uma oferta educativa, equitativa e de qualidade para todos os alunos do concelho, o Município de Arcos de Valdevez pretende contribuir para a redução do abandono e insucesso escolar, já que a Educação é um dos pilares do desenvolvimento da sociedade e território.

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CONFRARIAS GASTRONÓMICAS PARTICIPAM NO VII CAPÍTULO DA CONFRARIA DO BUCHO RAIANO

A Confraria do Bucho Raiano do Sabugal realiza no sábado de Carnaval, 6 de Fevereiro de 2016, o seu VII Capítulo. A concentração está marcada para as 10:15 horas no Centro de Negócios Transfronteiriço do Soito. A cerimónia capitular e de entronização de novos confrades terá lugar na freguesia do Soito no concelho do Sabugal. Sua Excelência o Bucho Raiano, será servido ao almoço no Restaurante «O Martins» (Soito).

A cerimónia do VII Capítulo da Confraria do Bucho Raiano que se realiza no dia 6 de Fevereiro de 2016 contará com a presença das confreiras e confrades da Confraria do Bucho Raiano e de diversas Confrarias Gastronómicas de Portugal.

Os participantes vão concentrar-se entre as 10:15 e as 11:00 horas horas no Centro de Negócios Transfronteiriço do Soito (CNT), onde decorrerá uma recepção de boas-vindas da Junta de Freguesia local com produtos gastronómicos da região raiana.

GPS CNT: 40°21'31.5"N 6°58'07.1"W

O Cortejo das Confrarias está marcado para as 11:15 horas entre o Centro de Negócios Transfronteiriço e a Igreja Matriz do Soito.

As cerimónias do VII Capítulo estão marcadas para as 11:30 horas e terão início com um momento musical.

A Mesa Capitular será constituída pelo grão-mestre capitular da Confraria do Bucho Raiano, pelo Chanceler (presidente da direcção), pelo Vedor-Mor (presidente do Conselho Fiscal), pelos representantes das confrarias madrinhas (Confraria do Queijo Serra da Estrela e Confraria da Chanfana) e pelo representante da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.

A Oração de Sapiência estará a cargo do cónego Manuel Pereira Matos.

Após o juramento e entronização com imposição das insígnias aos novos confrades a Chancelaria dará conta da homenagem com a atribuição do título de Confrades de Honra a quatro entidades e personalidades sabugalenses (uma a título póstumo) pelo seu papel na sociedade raiana e em prol da gastronomia da região.

Após a cerimónia será tempo da foto de família e do desfile pelas ruas do Soito em direcção ao Centro de Negócios Transfronteiriços para de seguida os confrades rumarem ao Restaurante O Martins onde será servido o almoço de Bucho Raiano acompanhado pelo vinho oficial da Confraria o «doispontocinco» da Adega de Belmonte.

Lista de Confrades de Honra da Confraria do Bucho Raiano: Manuel Leal Freire (advogado, poeta e escritor), Manuel Rasteiro (ex-presidente da Junta de Freguesia do Sabugal), António Robalo (presidente da Câmara Municipal do Sabugal), Manuel Joaquim Rito (empresário),Santinho Pacheco (último Governador Civil da Guarda), Fernando Carvalho Rodrigues(cientista), Manuel Cipriano Nabais (magistrado), Manuel Gouveia (empresário), Jorge Barreto Xavier (Secretário de Estado da Cultura), Artur Pina Monteiro (Chefe de Estado Maior-General das Forças Armadas), Maria Máxima Vaz (historiadora), Adérito Tavares (historiador),Gabriel Catarino (juiz conselheiro), Fernando Pinto Monteiro (juiz conselheiro), João Manata(relojoeiro), José Ricardo (empresário) e Natália Bispo (a título póstumo).

A tradição

Após a matança do porco cortam-se para um barranhão pedaços de carne, que ficam em vinha-d’alhos durante três dias. Enchem-se depois os buchos, que são colocados no fumeiro.

O bucho come-se em família ou numa roda de amigos. Respeitando o receituário antigo, deve ser cozido durante três horas numa panela de ferro, em lume brando, envolto num pano de linho. Vai à mesa com grelos de nabo e batata cozida, acompanhado por um bom vinho tinto da região.

Dar a conhecer o bucho e a demais gastronomia da região é o grande objectivo da Confraria do Bucho Raiano.

As inscrições podem ser efectuadas até 2 de Fevereiro para: confrariabuchoraiano@gmail.com

Ou pelos telemóveis: 966 823 786 ou 925 11 33 11.

Alojamentos com descontos especiais para participantes no VII Capítulo:

Hospedaria Robalo, Sabugal. Tel.: 271 753 566

Turismo Rural Casas da Pedra, Aldeia do Bispo. Tel.: 271 496 224

No fim-de-semana do Carnaval visite a Serra da Estrela e participe no VII Capítulo da Confraria do Bucho Raiano.

QUINTA DE SANTA CRISTINA EM CELORICO DE BASTO TEM PROPOSTA PARA O DIA DOS NAMORADOS

Quinta de Santa Cristina propõe um Valentine’s Wine Tour aos apaixonados por vinho e natureza

Celebrar o dia de São Valentim com um jantar num restaurante ou num cinema lotados são coisas do passado. A Quinta de Santa Cristina, em Celorico de Basto, na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, propõe que este ano surpreenda a sua cara-metade com uma experiência única e especial. O programa de São Valentim “Valentine’s Wine Tour” estará disponível de 1 a 29 de fevereiro de 2016, destinando-se não só a todos os apaixonados por vinhos e natureza, mas também a todos aqueles que procuram uma atividade diferente para este mês dos namorados.

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A experiência inicia-se com uma visita guiada pelas vinhas. Durante esse passeio, o casal será convidado a plantar, em conjunto, uma pequena videira, assim como a deixar uma mensagem identificativa personalizada junto à planta. Esta atividade permitirá aos casais partilhar um momento especial e deixar uma marca do seu amor e da sua vida em comum.

Na visita guiada à adega, poderão descobrir os segredos de produção do vinho verde e espumantes: receção das uvas, zona de prensas e lagares, cubas de fermentação, cave de espumantes e zona de engarrafamento.

A experiência termina com a degustação de espumante Quinta de Santa Cristina Branco ou Rosé, chocolates, trufas e compota de pétalas de rosa também produzida pela Quinta.

O programa terá uma duração aproximada de 3h00 e está disponível por 30 euros, para duas pessoas, com marcação prévia obrigatória.

Plantar uma videira e partilhar uma garrafa de espumante e chocolates com o seu par: haverá programa mais romântico para este dia dos namorados?

A Quinta de Santa Cristina, com cerca de 50 hectares, tem uma história secular, pertencendo à família há várias gerações. Situada em Veade, Celorico de Basto, a Quinta de Santa Cristina faz parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, sub-região de Basto, uma das maiores e mais antigas regiões demarcadas do mundo.

Na adega, construída de raiz em 2012 e com uma capacidade instalada de 1 milhão de litros, são atualmente produzidos cerca de 500 mil litros entre vinhos e espumantes brancos, tintos e rosés, que contam já com vários prémios e distinções em concursos nacionais e internacionais. São produzidas 14 referências que são comercializadas em Portugal e outros países como Brasil, Alemanha ou Luxemburgo.

Contacto para informações e reservas:

E-mail: enoturismo@garantiadasquintas.com

Tlf: +351 912 527 396

São Valentim

PORTUGUESES ELEGEM MINHOTO PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Nascido em Lisboa, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa é no entanto neto de António Joaquim Rebelo de Sousa, natural da freguesia de Pedraça, em Cabeceiras de Basto, e de Joaquina Leite da Silva, de Gandarela, concelho de Celorico de Basto. Por conseguinte, não sendo um minhoto por nascimento, a ele se aplica o princípio de jus sanguinis, o qual reconhece a sua ascendência como razão do sentido de pertença.

E, recorrendo à sua forma peculiar de se exprimir, é público e notório que a Celorico de Basto dedica o Professor Marcelo Rebelo de Sousa a sua afeição, traduzida nomeadamente pela obra legada à Biblioteca de que é patrono.

Dirigente associativo e católico na juventude, altura em que integrou movimentos católicos e sociais, com relevo para a Acção Católica Portuguesa e, mais tarde, dirigente de várias associações de pais, culturais, recreativas e desportivas, entre as quais a Federação Portuguesa de Futebol e a Associação de Pais da Escola Técnica Salesiana do Estoril.

Para além da sua notável carreira académica, foi um dos fundadores do semanário “Expresso” e exerceu inúmeros cargos políticos como Presidente da Assembleia Municipal de Celorico de Basto, tendo-lhe sido atribuída a Medalha de Mérito Municipal de Celorico de Basto (graus bronze e ouro) e a Medalha de Mérito Municipal de Vila Verde.

É também promotor e doador relativamente à Biblioteca Pública de Celorico de Basto e dirigente associativo na Santa Casa da Misericórdia da Arnoia, na Associação dos Bombeiros e na Cooperativa de Basto.

Pela primeira vez, o Minho contou com quatro candidatos à presidência da República – Marcelo Rebelo de Sousa, António Sampaio da Nóvoa, Paulo de Morais e Jorge Sequeira – pelo que, pelo menos um deles tinha toda a probabilidade de ser eleito, tal como se veio a verificar. Aguardemos, pois, que o minhoto que acaba de ser eleito Presidente da República venha dar motivos de orgulho a Portugal, ao minho e aos minhotos!