Programa da Câmara de Guimarães ensina crianças a andar de bicicleta em segurança
Município vimaranense aposta na educação para a utilização da bicicleta. Alunos vão saber as regras do código da estrada e serão avaliados pelos conhecimentos adquiridos. No final, recebem o Cartão de Ciclista Urbano, uma espécie de carta de condução.
A Câmara Municipal de Guimarães deu início ao programa “EducaBicla”, destinado a 1500 alunos de turmas do 6º ano de escolaridade do concelho, com o objetivo de ensinar os jovens a andar de bicicleta cumprindo as regras de segurança. O projeto, cuja sessão pública de apresentação decorreu esta terça-feira, 12 de janeiro, no Agrupamento de Escolas Abel Salazar, em Ronfe, visa também sensibilizar a comunidade estudantil para a adoção de comportamentos amigos do ambiente.
O programa, realizado em parceria com a empresa vimaranense Get Green, funcionará em todas as escolas de Guimarães, englobando os 14 agrupamentos de escolas e os Colégios do Ave e Nossa Senhora da Conceição, estando igualmente presente em várias freguesias do concelho, aos sábados, com os alunos a poderem levar os familiares e amigos em sessões públicas onde toda a comunidade é convidada a participar num projeto de aprendizagem, com uma componente educativa e pedagógica.
Cada ação contempla uma vertente teórica, abordando os principais benefícios da utilização da bicicleta como meio de transporte, bem como regras e sinais de trânsito para uma condução segura. Haverá ainda uma componente de mecânica na ótica do utilizador e uma formação prática, com um percurso devidamente sinalizado, onde os alunos poderão pedalar e testar os conhecimentos. No final de cada ação, o participante recebe o Cartão de Ciclista Urbano, como reconhecimento da aprendizagem e objeto que o faça lembrar de todos os cuidados a ter enquanto pedala.
Ecovia como aposta na mobilidade ciclável
«Temos o objetivo de sermos Capital Verde Europeia e um dos pressupostos fundamentais é a Mobilidade (suaves e alternativas). Dentro deste desígnio, que estamos a trabalhar com muito entusiasmo, a mobilidade ciclável é uma questão pertinente. Por isso, estamos a investir num projeto muito ambicioso como é a Ecovia que, quando estiver concluída, vai atravessar a cidade e ligará várias freguesias numa extensão de 52 quilómetros», referiu Amadeu Portilha, Vice-Presidente na Autarquia, na apresentação pública do programa.
O “EducaBicla”, juntamente com outras estratégias da Autarquia, designadamente, a criação de mais “Zonas 30”, tem também como finalidade sensibilizar e envolver os cidadãos para os modos ativos e hábitos sustentáveis, utilizando a bicicleta de forma segura e responsável. «Estamos a fazer um trabalho comunitário nas escolas e nas freguesias, promovendo o uso da bicicleta e levando a sensibilização à comunidade escolar, por vezes mais disponível e aberta a esta problemática», acrescentou o Vereador do Município com competências delegadas na área do Ambiente.
Aprender a pedalar no espaço público
Adelina Paula Pinto, Vereadora da Educação, explicou que a aplicação do projeto a alunos do 6º ano, faixa etária situada entre os 10 e os 12 anos, está relacionada com o facto de o estudante «ter já alguma autonomia». Com o conhecimento das regras de segurança, esta constitui uma oportunidade «ideal de convencer os pais para que o trajeto de bicicleta possa ser feito no dia a dia», considerou, citando como exemplo o período letivo onde a bicicleta não é usada como meio de transporte. «Usam-na no tempo de férias, muitas vezes para verem as notas ou fazerem uma visita à escola, uma vez que não têm transporte assegurado», referiu.
De acordo com o estudo “Cidades de bicicletas, cidades para o futuro”, realizado pela Comissão Europeia, 11% das medidas tomadas para o incentivo da utilização da bicicleta passam por campanhas de formação e sensibilização. «É importante aprenderem a pedalar na via pública! Por exemplo, muitas pessoas não sabem que as crianças, a partir dos 10 anos, não podem circular de bicicleta em cima do passeio, têm de ocupar a faixa de rodagem», mencionou Teresa Silva, formadora da Get Green, enaltecendo a aposta no “EducaBicla” como alavanca para a mudança de comportamentos, no âmbito das políticas de boas práticas ambientais.
Presidente da Câmara de Braga reuniu com Grupos Parlamentares na AR
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, reuniu hoje, dia 12 de Janeiro, com os líderes das bancadas parlamentares dos partidos representados na Assembleia da República com vista a apresentar uma proposta de alteração à lei 50/2012, que define a avaliação da viabilidade económico-financeira das empresas municipais e a sua consequente manutenção ou extinção. A alteração legislativa visa afastar o risco de extinção do Theatro Circo enquanto Empresa Municipal.
Esta iniciativa do Presidente da Câmara Municipal de Braga teve por base uma nova recusa de concessão de visto por parte do Tribunal de Contas ao contrato-programa de 2015 celebrado entre a Câmara Municipal e o Theatro Circo.
A reunião com os líderes das bancadas parlamentares surge na sequência de um encontro anterior com João Soares, Ministro da Cultura, no qual o Presidente da Câmara expôs os seus argumentos. Também ontem Ricardo Rio teve oportunidade de apresentar estes mesmos argumentos directamente ao Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa.
Recusa de visto causa dois anos consecutivos de resultados negativos
A recusa de visto do Tribunal de Contas põe em causa a sustentabilidade futura da Empresa Municipal, antes assegurada através da alteração dos critérios contabilísticos implementados.
Confrontado com o cenário de extinção quando tomou posse, em Outubro de 2013, o actual Executivo procedeu à discriminação clara das verbas afectas ao serviço público de cultural (vertidas para o contrato-programa a celebrar entre as partes) e aquelas que decorriam de uma relação mercantil (transformadas em contratos de prestação de serviços).
A aplicação retroactiva de tais critérios, com as naturais implicações contabilísticas e fiscais, levaram a que, no entendimento da DGAL, do IGF e da Comissão de Normalização Contabilística, a empresa cumprisse plenamente os critérios legais e pudesse continuar em plena actividade.
Garantida a preservação da empresa enquanto entidade autónoma, o Município e a Administração do Theatro Circo orientaram os seus esforços para assegurar a sustentabilidade financeira da mesma, o que, apesar da impressiva captação de mecenas em ano de centenário e o aumento considerável de públicos e receitas de bilheteiras e alugueres, careceria sempre da viabilização dos apoios municipais à mencionada vertente pública da actividade do Theatro.
Todavia, a sucessiva recusa de concessão de visto aos contratos-programa pelo Tribunal de Contas acarretou um agravamento dos custos financeiros decorrentes da gestão de tesouraria e, inclusivamente, o registo de resultados económicos negativos nos anos de 2014 e 2015.
A manutenção de tal situação no ano de 2016 levaria a empresa a registar três anos consecutivos de resultados negativos e a entrar em incumprimento de um outro critério da Lei 50/2012, voltando a incorrer em risco de extinção.
Do dossiê entregue por Ricardo Rio aos líderes dos grupos parlamentares e ao Ministro da Cultura, constam as propostas de alteração à lei, os memorandos elaborados pelo Theatro Circo e equipamentos culturais de outros Municípios a nível nacional que se encontram na mesma circunstância, bem como os pareceres da DGAL, do IGF e da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) sobre esta matéria, em que é dado parecer positivo à existência do Theatro Circo enquanto Empresa Municipal, comprovando que a mesma cumpre os requisitos legais exigidos de viabilidade económica e financeira.
A nível nacional, o que se tem vindo a verificar é que extinções de Empresas Municipais e consequentes processos de internalização redundam em fortes perdas da dinâmica dos equipamentos e numa inaptidão ao fim a que estes se propõem, fruto da perda de flexibilidade e gestão.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, agradece o especial empenho nesta matéria dos deputados Telmo Correia, Hugo Soares, Vânia Dias da Silva, Hugo Pires, Carla Cruz e Pedro Soares, que marcaram também presença nestas reuniões, a pedido do Autarca de Braga.
Em anexo seguem dois documentos com informação complementar sobre a aplicação e consequências da lei 50/2012 no âmbito do sector cultural local e as propostas de propostas de alteração à lei.
PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À LEI N.º 50/2012
Exposição de motivos
Na sequência da entrada em vigor da Lei nº 50/2012, de 31 de Agosto, foi definida a avaliação da viabilidade económico-financeira das empresas municipais, e a sua consequente manutenção ou extinção.
Quando o actual Executivo Municipal da Câmara Municipal de Braga tomou posse, em Outubro de 2013, e pese embora as diligências antes efectuadas pela anterior Administração do Theatro Circo de Braga, SA (empresa de âmbito cultural detida a 100% pelo Município), esta Empresa Municipal estava também condenada ao encerramento, tal como várias das suas congéneres a nível nacional, por força da aplicação directa dos critérios legais.
No ano subsequente, porém, e na sequência de diversos contactos com as entidades da tutela (DGAL, IGF, Tribunal de Contas) e outras como a Comissão de Normalização Contabilística, entendeu-se proceder a uma revisão dos critérios contabilísticos que vinha regulando a relação entre a Empresa e a Autarquia, procedendo-se à discriminação clara das verbas afectas ao “serviço público de cultura” (vertidas para o contrato-programa a celebrar entre as partes), e aquelas que decorriam de uma relação mercantil (transformadas em contratos de prestação de serviços).
A aplicação retroactiva de tais critérios, com as naturais implicações contabilísticas e fiscais, levaram a que, no entendimento das referidas entidades (com excepção do Tribunal de Contas), a empresa cumprisse plenamente os critérios legais e pudesse continuar em plena actividade.
Garantida a preservação da empresa enquanto entidade autónoma, orientaram o Município e a Administração do Theatro Circo os seus esforços para assegurar a sustentabilidade financeira da mesma o que, apesar da impressiva captação de mecenas em ano de centenário e o aumento considerável de públicos e receitas de bilheteiras e alugueres, careceria sempre da viabilização dos apoios municipais à mencionada vertente pública da actividade do Theatro.
Todavia, a sucessiva recusa de concessão de visto aos contratos-programa pelo Tribunal de Contas, acarretaram um agravamento dos custos financeiros decorrentes da gestão de tesouraria e, inclusivamente, o registo de resultados económicos negativos nos anos de 2014 e 2015.
A manutenção de tal situação no ano de 2016, levaria a empresa a registar três anos consecutivos de resultados negativos e a entrar em incumprimento de um outro critério da Lei 50/2012, voltando a incorrer em risco de extinção.
Por mais que seja nossa convicção que os procedimentos adoptados, como corroboram a IGF, a DGAL e a CNC, seriam suficientes para a resolução da situação de base, não é esse o entendimento do Tribunal de Contas.
Ora, não faz sentido efectuar um braço de ferro quando à força de um braço se contrapõe a força de um ferro, sendo que quer o Tribunal de Contas, quer o Município de Braga terão melhores aplicações do seu tempo do que na apreciação reiterada deste processo.
Assim, e porque seria um caso de lesa-cultura, lesa-coesão territorial e lesa-desenvolvimento integrado do território a possível extinção deste e de outros equipamentos culturais em situações análogas em todo o País, opta-se por apelar aos diferentes Grupos Parlamentares (como antes se fez ao Ministro da Cultura em funções), para que acordem uma revisão do enquadramento legal aplicável, com a máxima brevidade possível, nos moldes da proposta que segue.
No contexto da sua adequação ao sector cultural
A desadequação da Lei, agravada ainda pela dualidade de critérios nos registos contabilísticos das empresas municipais e pelo tratamento discriminatório face aos Teatros de gestão nacional, mostrou-se promotora de desigualdades, e levou à extinção de várias empresas neste setor e à integração da sua atividade nos municípios. Esta extinção, como se refere no documento anexo, teve consequências gravosas na prestação do serviço público, limitando a qualidade e diversidade dos eventos culturais nos respetivos municípios, e condicionando a produção artística e o acesso à cultura dos seus cidadãos, comprometendo a descentralização e as condições de igualdade entre as populações.
Esta situação só poderá ser ultrapassada mediante uma alteração legislativa incidente sobre a Lei n.º 50/2012, através da sua adequação às empresas públicas municipais que atuam na esfera da cultura. Em concreto, propõe-se a alteração ao artigo 62º da Lei 50/2012, sugerindo o seguinte aditamento:
“15. O disposto nas alíneas a) e b) do n.º 1 não é aplicável às empresas locais que exercem, a titulo principal, as atividades de gestão de equipamentos e prestação de serviços na área da Cultura”.
Na clarificação dos procedimentos a adotar relativamente às empresas que não cumprem os critérios de viabilidade, no período em que decorre o processo de extinção
À questão tratada no ponto anterior, e cerne da exposição efetuada, acresce um outro problema detetado no decorrer da aplicação da Lei e que afeta não só o sector cultural, como todas as áreas de atuação abrangidas por este diploma.
Trata-se da situação das empresas que ainda não foram dissolvidas mas que, por se entender que não cumpriam os critérios da Lei, estão a ser consideradas juridicamente incapazes pelo Tribunal de Contas, impedindo que cumpram a sua função enquanto não é resolvido o impasse na sua manutenção/extinção, e colocando em causa a continuidade do serviço público durante o desenvolvimento deste processo.
De facto, atualmente os acórdãos do Tribunal de Contas têm subjacente a tese jurídica de que passado o prazo de 6 meses previsto no artº 62º do RJAEL, as empresas municipais que não foram dissolvidas ficam “incapazes de se manterem no giro comercial”, isto é, não podem celebrar contratos, pagar salários, fornecedores, etc… o que faz com que neste período estejam impedidas de cumprir a sua missão, que fica em causa porque não está em curso ou concluída a transferência das competências asseguradas pelas instituições. Assim, seria importante que o legislador definisse, de forma expressa, qual o regime jurídico das empresas que, devendo ser dissolvidas, ainda não o foram, nem por a entidade pública, nem pela IGF. Isto é, prever expressamente que enquanto as empresas não forem dissolvidas, mantêm a sua total capacidade jurídica, podendo celebrar contratos e assumir despesas de funcionamento, evitando o vazio da Lei e os constrangimentos acima assinalados.
Assim, propõe-se a introdução do nº 2 no artigo 67º, com o seguinte texto:
“2- Enquanto não forem dissolvidas, quer por iniciativa da entidade pública participante, quer por iniciativa oficiosa da IGF, as empresas mantêm a sua plena capacidade jurídica, podendo manter-se no giro comercial, sendo totalmente válidos os actos praticados e contratos por elas celebrados.”
Guimarães promove novas visitas guiadas a mostras de arte urbana em paragens de autocarro nos dias 17 de janeiro e 21 de fevereiro
Inscrições abertas para duas visitas ao projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”. Iniciativas decorrerão em dois domingos de manhã. Uma neste mês e a outra em fevereiro.
A Câmara Municipal de Guimarães tem abertas inscrições para a participação em duas visitas guiadas de autocarro, nos dias 17 de janeiro e 21 de fevereiro, às intervenções artísticas realizadas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro de Guimarães, um dos eventos que, no passado dia 13 de dezembro, assinalou o 14º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade.
As inscrições para o público poder acompanhar as visitas ao projeto urbano “As Paragens onde o Tempo Habita” são limitadas aos lugares existentes no autocarro. Os percursos nos dois dias têm início às 11 horas, no abrigo da Alameda S. Dâmaso (Norte), seguindo-se o da Rua de Santo António, Alameda da Universidade (2), Rua Teixeira Pascoais e Pavilhão Francisco de Holanda.
O périplo continua pela Avenida São Gonçalo (2), Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao Hospital), Escola de Creixomil, Alameda Dr. Mariano Felgueiras (em frente ao GuimarãeShopping), Avenida D. Afonso Henriques, Largo República do Brasil (2), Alameda Abel Salazar (em frente à Escola Martins Sarmento), Rua Dr. R. Carvalho e Av. Cónego Gaspar Estaço (junto ao Tribunal).
Inscrições por email ou na Praça S. Tiago
Os interessados poderão efetuar as inscrições através de correspondência eletrónica (cultura@cm-guimaraes.pt) ou diretamente na Loja Interativa de Turismo Guimarães, na Praça de S. Tiago, até ao dia anterior à data pretendida. Para tal, deverão indicar o nome, contacto de telemóvel, número de pessoas e data pretendida.
O projeto, coordenado pela Escola Superior Artística de Guimarães (ESAG), em parceria com a empresa ARRIVA, é constituído por ilustrações da autoria de Mafalda Neves, Luís Taklim, Sérgio Marques, Uriel Cordas, Bruno Santos, Bárbara Rocha, Cláudia Loureiro, Patrícia Guerra e Joana de Sousa, jovens autores, mestres em ilustração pela ESAG, dirigida por Paulo Leocádio, que coordenará as duas visitas.
XXXI Encontro de Cantadores de Reis de Fafe decorre no próximo domingo com a participação de 37 grupos
É já no próximo domingo, dia 17 de Janeiro, que vai decorrer o XXXI Encontro de Cantadores de Reis de Fafe, depois de ter sido adiado, fruto das condições climatéricas adversas.
A iniciativa segue, este ano, um modelo de organização diferente e inovador.
O Encontro vai decorrer em seis locais diferentes da cidade, numa primeira fase, terminando na Praça 25 de Abril, local onde se desenrolará a grande final.
Os 37 participantes foram organizados segundo seis grupos, distribuídos, em sorteio, por um primeiro local de atuação (às 15h00) – Igreja Matriz, Auditório da Câmara Municipal de Fafe, Sede do Rancho Folclórico de Fafe, Teatro Cinema, Escola Secundária de Fafe e Escola Prof. Carlos Teixeira. Esta primeira fase contará com a atribuição de uma pontuação a cada participante, em função da sua performance.
Antes de se conhecerem os seis finalistas (um por cada grupo formado), os participantes terão de fazer um percurso pela cidade até à Praça 25 de Abril, efetuando algumas paragens para pequenas atuações.
Reunidos no centro da cidade, serão divulgados os seis participantes que passarão à final. Estes atuarão novamente e será eleito o grande vencedor. Esta última atuação está marcada para as 17h00.
Para Pompeu Martins, Vereador da Cultura, esta “é uma forma de manter viva a tradição, de preservá-la, promovendo o património cultural e imaterial de Fafe”.
“O Encontro de Cantadores de Reis realiza-se todos os anos, mas em 2016 quisemos fazer algo diferente e, por isso, transportámos a iniciativa para as ruas da cidade.
Acreditamos que, assim, o evento está mais próximo dos fafenses, podendo atrair mais facilmente o interesse de mais pessoas.
A grande final não podia deixar de ser num sítio emblemático e por essa razão escolhemos o centro de Fafe, a Praça 25 de Abril, para a sua realização.”
Todos os grupos participantes têm direito a um prémio de presença, sendo que os três primeiros classificados receberão outro prémio pela sua boa pontuação, em função do lugar ocupado na eliminatória (1º, 2º ou 3º).
Caso as condições climatéricas não permitam realizar a final na Praça 25 de Abril, esta terá lugar no Pavilhão Multiusos.
Listagem de grupos e locais de atuação:
Grupo 1 – Igreja Matriz
- Futebol Clube de Marinhão
- Centro de Convívio e Lazer de Arões S. Romão e Arões St.ª Cristina
- Centro Social e Paroquial de Regadas
- Agrupamento de Escuteiros n.º 619 S. Lourenço de Golães
- Agrupamento de Escuteiros n.º 961 Fornelos
- Agrupamento de Escuteiros n.º 88 S. Francisco Regadas
Grupo 2 – Teatro Cinema
- Grupo Recreativo de Ardegão
- Centro Social da Paróquia de Golães
- Grupo de Adolescentes e Pais da Fábrica da I.P.S. Martinho Seidões
- Grupo Cultural e Recreativo Medelo
- Grupo Folclórico Casa do Povo de Arões
- CCSDT (Centro Cultural dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Fafe)
Grupo 3 – Escola Secundária
- Grupo Coral St.º Estevão de Regadas
- Grupo Coral St.º Estevão de Vinhós
- A.R.P.I. Fafe
- Grupo Coral Desportivo de Regadas
- Associação Recreativa e Cultural St.º Ovídio
- Grupo Coral St.ª Maria de Várzea Cova
Grupo 4 – Rancho Folclórico de Fafe
- Rancho Folclórico de Fafe
- Grupo Coral de Armil
- Grupo Coral de Ardegão
- Grupo Coral de Fornelos
- Grupo Cavaquinhos dos B.V. Fafe
- Grupo de Bombos ”Só Dava Assim” de Estorãos
Grupo 5 – Escola Carlos Teixeira
- Grupo de Jovens Criar Asas
- Grupo Cultural e Desportivo de Armil
- Grupo de Dançares e Cantares Travassós
- Tuna Estefina
- Grupo Cultural e Recreativo de Revelhe
- Grupo Coral de Estorãos
Grupo 6 – Auditório da Câmara Municipal de Fafe
- Grupo Coral de Antime
- Grupo Coral Regina Coeli de Vinhós
- Agrupamento de Escuteiros n.º966 Medelo
- Associação Futsal Amigos de Estorãos
- Amiguinhos de Jesus
- Associação Cultural e Recreativa de Passos
- Associação Desportiva Criativa e Recreativa de Queimadela
Os prémios do Sorteio de Natal que se realizou no dia 6 de janeiro, promovido pela ACIAB, em parceria com o tecido empresarial de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca, foram entregues hoje, dia 12 de janeiro, nas instalações da ACIAB. A entrega dos prémios foi feita pela direção da ACIAB e marcaram presença, para além dos premiados, as empresas patrocinadoras.
Lúcio Afonso, presidente da Mesa da Assembleia Geral, e Francisco Peixoto Araújo, vice-presidente executivo, congratularam os contemplados e mostraram-se satisfeitos pelo facto de mais de 200 empresas terem aderido à iniciativa, contribuindo assim para o dinamismo do comércio. “O expressivo número de participantes demonstra que a Campanha foi bem aceite e vista como uma forma de impulsionar o comércio e a economia local”, afirmou Francisco Peixoto Araújo.
Foi também com grande entusiasmo que os clientes contemplados receberam os prémios, demonstrando satisfação pelo seu nome ter sido sorteado, considerando a iniciativa extremamente útil para a fidelização de clientes. Os premiados frisaram ainda que é importante que a ACIAB continue a desenvolver estas iniciativas junto do tecido empresarial de forma a incentivar o consumo e promover as atividades económicas da região.
A entrega dos Prémios de Natal, já realizada em anos anteriores, era aguardada com expectativa e voltou a confirmar sucesso. Acima de tudo, pretendeu-se contribuir para que o Comércio seja valorizado e foi mais uma oportunidade de demonstrar o dinamismo e vitalidade que possui.
A chuva intensa que se fez sentir durante o fim-de-semana provocou uma serie de ocorrências resolvidas com a máxima celeridade pela proteção civil. Quedas de árvores, muros e deslizamento de taludes causaram alguns transtornos à comunidade local.
“As condições meteorológicas previam mau tempo para o fim-de-semana, cientes desse facto, articulamos todos os esforços para agir com celeridade nas diferentes situações que foram acontecendo. A grande preocupação foram as pessoas por isso atuamos no sentido de minimizar os estragos agindo com a máxima prontidão em articulação com todos os meios da proteção civil” disse o presidente da Proteção Civil, Joaquim Mota e Silva.
Pelo concelho foram acontecendo algumas ocorrências como quedas de árvores na via pública, estradas nacionais e sobre viaturas tendo ocorrido um ferido ligeiro, situações retratadas pelo comandante dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, António Marinho Gomes. “O mau tempo que se fez sentir no fim-de-semana não deu descanso à nossa corporação que teve dezenas de ocorrências agindo com a máxima celeridade por forma a salvaguardar pessoas e bens. Por sorte e tendo em conta as condições meteorológicas só tivemos um ferido numa situação de queda de árvore sobre uma viatura, situação que resolvemos prontamente”, disse.
Distribuídas pelo concelho estiveram três equipas da proteção civil que disponham de máquinas retroescavadoras para remoção de materiais que impossibilitavam a circulação na via pública. As quedas de muros e o deslizamento de taludes foram as situações que aconteceram mais assiduamente. Estas equipas fizeram ainda limpeza de valetas e aquedutos.
Importa ainda salientar que o rio Freixieiro, afluente do Tâmega, galgou as margens em alguns locais deste concelho.
1.300 crianças cantam os Reis no Centro Histórico de Guimarães na próxima sexta-feira, às 10 horas
20 instituições vimaranenses ligadas à infância participam em evento agendado para o final desta semana. “Vamos Cantar as Reisadas” destina-se também às famílias.
A Câmara Municipal de Guimarães, em conjunto com os Jardins de Infância e os ATL do concelho, promove o Dia de Reis na sexta-feira, 15 de janeiro, a partir das 10 horas, com todas as suas crianças a cantar as Reisadas no Largo da Oliveira, uma das praças mais emblemáticas do Centro Histórico.
O evento, presidido por Domingos Bragança, Presidente da Câmara Municipal, destina-se ao público infantil mas também aos familiares das crianças, numa festa que irá reunir mais de 1.300 jovens. Pelas 11:30 horas, decorrerá uma interpretação coletiva que envolverá as duas dezenas de instituições participantes.
No caso de se verificar mau tempo, a iniciativa decorrerá na sexta-feira seguinte, 22 de janeiro, no mesmo horário e local, sendo cancelada na eventualidade das condições climatéricas voltarem a ser adversas. Este ano, a imagem do cartaz foi elaborada pelas crianças do Patronato Nossa Senhora da Oliveira, uma das 20 entidades que participam na iniciativa “Vamos Cantar as Reisadas”.
A saber: Casa do Povo de Creixomil, Casa do Povo de Fermentões, Centro de Solidariedade Social Cultura e Desporto de Somelos, Centro Paroquial de São Romão de Mesão Frio, Centro Social da Paróquia de Polvoreira, Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Conceição, Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, Centro Social Paroquial de Fermentões, Centro Social Paroquial São Dâmaso, Colégio do Ave, Colégio Nossa Senhora da Conceição, Fraterna, Grupo Desportivo e Recreativo “Os Amigos de Urgeses”, Infantário Nuno Simões, Lar de Santa Estefânia, Obra Social Sagrado Coração de Maria (Vila Pouca), Patronato de S. Sebastião, Patronato Nossa Senhora da Oliveira, S.A.R.C – Salgueiral e Venerável Ordem Terceira de S. Francisco.
Autor de “Queres casar comigo todos os dias, Bárbara?” desloca-se a Monção no dia 22 de janeiro, sexta-feira, pelas 21h30, para um encontro com os leitores monçanenses.
O escritor Pedro Chagas Freitas encontra-se com os leitores monçanenses no dia 22 de janeiro, sexta-feira, pelas 21h30, para apresentar o seu último livro “Queres casar comigo todos os dias, Bárbara?”. O encontro realiza-se na Biblioteca Municipal de Monção.
Emocionante, sensual e doce, “Queres casar comigo todos os dias, Bárbara?” revela-se aos olhos do leitor como um romance a duas vozes capaz de fazer o leitor perceber, no íntimo da profundidade, qual é afinal o poder do amor. Estarão todos à altura de o sentir?
“Ela chegou, pousou a mala. Ele, no sofá, olhou-a. Sorriram. Ela aproximou-se dele. Passou-lhe a mão pelo rosto. Sorriram. Ele abriu os braços, aconchegou-a como se aconchega a vida. E viveram”. Saiba como ao longo das 320 páginas deste romance empolgante em sentimentos e comovente na narrativa.
Pedro Chagas Freitas publicou 22 das mais de 150 obras que já criou. Orienta sessões de escrita criativa por todo o país. Gosta de gatos, de cães e de pessoas. Não gosta de eufemismos e de bacalhau assado. Tem mais de 600.000 amigos na sua página de Facebook.
Condicionamentos à circulação na Estrada Municipal 628 Escudeiros/Joane
O Município de Braga vem por este meio informar que, devido às más condições atmosféricas registadas no passado fim-de-semana, verificou-se o desmoronamento de um muro na Estrada Municipal 628 – Escudeiros/Joane.
Por haver risco iminente do aluimento/assentamento do pavimento rodoviário, a circulação automóvel na referida zona encontra-se condicionada, sendo apenas permitida aos moradores. Aconselha-se os restantes automobilistas a circular por vias alternativas.
O Município de Braga irá efectuar a reparação tão breve quanto possível, para que seja restabelecida a normalidade.
Peça de teatro de comédia, encenada e interpretada por Heitor Lourenço e Miguel Dias, atores da telenovela “Bem-Vindos a Beirais”, RTP 1, é apresentada no dia 23 de janeiro, sábado, pelas 21h30. Trata-se da segunda estreia nacional no Cine Teatro João Verde após “As mentiras que os homens contam” em agosto passado.
O Cine teatro João Verde recebe no dia 23 de janeiro, sábado, pelas 21h30, a estreia nacional da peça de teatro de comédia “Os Cangalheiros”. Os bilhetes, no valor de 10,00 €, podem ser adquiridos ou reservados, até cinco dias antes do espetáculo, na Loja Interativa de Turismo T. 251 649 013.
Com autoria de Roberto Pereira e encenação/interpretação de Heitor Lourenço e Miguel Dias, atores na telenovela “Bem-vindos a Beirais, RTP 1, a ação desta comédia teatral decorre no interior de uma cela, em tempo real, desde o momentoque os dois primos e sócios de uma funerária são detidos, por engano mas não sabem, até à altura em que são libertados.
Donos de um passado ligado ao pequeno crime e às golpadas, os primos e sócios nunca pensaram que a justiça iria puni-los. Enganaram-se. Agora, entre muito humor e alguns disparates, vão desencadear diversos momentos sérios e de grande densidade emocional.
Situação que leva o público a pensar que o sistema prisional está a transformar aqueles seres errantes em pessoas melhores. Nada mais enganoso. Pau que nasce torto, nunca mais se endireita. No final, percebe-se que aquilo que se diz e promete em momentos de adversidade e apuro, depressa se esquece e tudo volta ao mesmo.
A peça “Os Cangalheiros” é a segunda estreia nacional a decorrer no Cine Teatro João Verde. A primeira aconteceu em agosto passado com dupla apresentação de “As mentiras que os homens contam”, textos de Luís Fernando Veríssimo e interpretações
Moradores da Fonte de Baixo vencem IV Concurso “Barcelos Cidade Presépio”
Os Moradores da Fonte de Baixo foram os vencedores do IV Concurso “Barcelos Cidade Presépio”. A edição deste ano contou com a participação de 11 conjuntos de moradores, associações, instituições e artesãos que, com a representação do presépio tradicional, encheram as praças, largos e ruas da cidade, transportando o espírito de construção familiar para a rua, construindo o presépio de grandes dimensões.
A cultura de construção artística do presépio tradicional nos locais-chave da área urbana foi o mote para promover e dinamizar a interação e partilha entre o comércio, a comunidade e o turismo, concretizando, deste modo, o conceito e o espírito de cidade “presépio”. Este concurso contribui para a dinamização do centro histórico, e marca decisivamente a afirmação de Barcelos enquanto espaço cultural e turístico ligado ao “presépio”, em complemento às demais ações de natureza artística realizadas durante esta quadra.
Ponte de Lima promove a IX Verde Noivos de 16 e 17 de Janeiro
Ponte de Lima continua a ser uma das localidades mais procuradas para a realização de cerimónias matrimoniais. Esta procura exponencial justifica a aposta do Município ao promover mais uma edição da Verde Noivos, evento que visa apresentar e promover as empresas do sector desta região.
A iniciativa que cumpre este ano a 9ª edição pretende dinamizar as potencialidades do tecido empresarial da região, nomeadamente as empresas, marcas e serviços relacionados com o matrimónio, lançando Ponte de Lima como destino de excelência para a festa do casamento.
Com entrada gratuita, a Verde Noivos apresenta desfiles de Noivas e variadíssimas propostas relacionadas com a indústria do casamento, desde os vestidos de noiva, joalharia, animação, catering, decoração, estética, cabeleiros, brindes, quintas, alojamento, fotografia, viagens, pirotecnia, viaturas, entre muitas outras surpresas.
A Verde Noivos conta ainda com uma exposição de carros clássicos de cerimónia, que irão permitir passeios pelo Centro Histórico, entre as 15h e as 16 horas, no sábado e no domingo.
A abertura ao público está marcada para as 14h30 de sábado, 16 de janeiro, sendo a inauguração oficial às 18 horas. No primeiro dia a feira encerra às 23 horas. No domingo, dia 17, abre às 14h30 e encerra às 20 horas.
III Seminário Internacional de Educação Patrimonial realiza-se nos dias 14 e 15 de Janeiro
Realiza-se em Braga, nos dias 14 e 15 de Janeiro, o III Seminário Internacional de Educação Patrimonial, este ano subordinado ao tema “Contributos para a Divulgação do Património Arqueológico”. Na sequência das edições anteriores, a organização deste Seminário resulta de uma parceria, iniciada em 2013, entre o Instituto de Educação da Universidade do Minho e a Câmara Municipal de Braga.
Este Seminário visa, essencialmente, difundir e aprofundar a compreensão sobre a investigação em Educação Patrimonial e o debate epistemológico em torno de Museologia, Museografia do Património Arqueológico, contribuindo, deste modo, para promover a reflexão e a divulgação da investigação nestas áreas, a nível nacional e internacional. Para tal, serão apresentados e discutidos diversos estudos empíricos, problematizações teóricas, experiências inovadoras e de boas práticas em Educação Histórica/Patrimonial e da divulgação do Património Arqueológico.
Todas as informações e a ficha de inscrição para o Seminário podem ser encontradas no seguinte link: http://goo.gl/xOHKWu.
Amanhã, Quarta-feira, dia 13 de Janeiro, pelas 10h00, no Aeródromo Municipal de Braga
O Município de Braga leva a efeito um Simulacro de Acidente que terá lugar, amanhã, Quarta-feira, dia 13 de Janeiro, pelas 10h00, no Aeródromo Municipal de Braga.
Neste exercício serão testados os procedimentos de coordenação e comunicação, bem como as responsabilidades e obrigações de cada entidade envolvida, de forma a assegurar uma resposta rápida e coordenada de todos os intervenientes internos e externos num cenário de acidente, aferindo a eficácia do Plano de Emergência do Aeródromo Municipal de Braga (PEAMB).
Votação dos projetos selecionados terá início a 18 de janeiro
O Orçamento Participativo em Caminha dá mais um passo em frente. Decorreu na passada sexta-feira um workshop dirigido aos proponentes das 14 propostas que integram a lista final dos projetos a votação.Essa votação, para escolher três dos projetos, começará no dia 18 de janeiro.
O objetivo do workshop foi ensinar aos proponentes técnicas de promoção das respetivas propostas, ou seja, mostrar o que podem fazer para levar as pessoas a escolherem uma e não outra proposta. A intenção é promover uma grande participação e dinamizar todo o processo, envolvendo as pessoas.
Recorda-se que os projetos dizem respeito às freguesias de Gondar e Orbacém, Arga, Lanhelas, Seixas, Venade e Azevedo, Argela, Riba de Âncora, Âncora, Vila Praia de Âncora e Caminha e Vilarelho e são: Adaptação do Centro Cultural de Gondar para unidade de apoio domiciliário - União das freguesias de Gondar e Orbacém; Rede WIFI para as freguesias das Argas (Baixo, Cima e S. João) e Dem –Freguesias de Arga (Baixo, Cima e S. João) e Dem; Implementação de parque infantil e equipamento fitness junto ao rio Minho – Lanhelas; Beneficiação do edifício EB1 de Lanhelas (renovação de caixilharias) – Lanhelas; Requalificação dos abrigos das artes de pesca – Lanhelas; Requalificação da casa das Pedras Ruivas – Seixas; Requalificação do caminho entre Argela e Venade (Colarinha e Aldeia Nova) – Freguesias de Venade e Azevedo e freguesia de Argela; Rota dos moinhos / Limpeza das linhas de água – Freguesias de Venade e Azevedo e freguesia de Argela; Forno comunitário (Do Campo à Mesa) – Riba de Âncora; Beneficiação do Jardim de Infância – Âncora; Beneficiação da escola EB de Âncora Lage – Âncora; Recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa – Vila Praia de Âncora; Reparação do cais da Rua e colocação de guindaste para embarcações (Caminha) – Freguesias de Caminha e Vilarelho e Aquisição de cisterna para a junta de freguesia – Âncora.
Esta listagem resulta dos encontros de participação que decorreram no passado mês de outubro e nos quais os cidadãos disseram o que querem que a Câmara faça com os seus impostos e da necessária análise técnica, que avaliou a possibilidade de realização dos projetos. O modelo de Orçamento Participativo adotado pelo Município é completamente inovador e representa uma nova forma de estar e de trabalhar na Câmara de Caminha. No total, esses encontros mobilizaram mais de 250 cidadãos, com muitas ideias e projetos.
A partir do dia 18 de janeiro e até ao dia 11 de fevereiro, os caminhenses vão poder escolher os 3 projetos que querem ver desenvolvidos no concelho.
O Notícias Arcoenses foi distinguido com o prémio “CRAV Amigo” e José Cerqueira recebeu a distinção de “CRAV Mérito”
A 9 de janeiro, o CRAV realizou mais uma edição do seu já célebre Jantar de Reis. A celebração teve lugar no Centro de Exposições de Arcos de Valdevez, com serviço da Casa Real, e juntou grande parte da família CRAV.
A festa ficou completa com a atribuição de algumas distinções relativas à época 2014/2015.
O prémio “CRAV Amigo”foi entregue ao Notícias Arcoenses, sendo esta a instituição que se destacou no apoio à atividade do clube,“tendo sistematicamente apoiado a atividade do CRAV com a sua divulgação, desde a sua fundação”.
Por sua vez, José António Cerqueira foi distinguido com o prémio “CRAV Mérito”, pois é um dos elementos do clube que se tem destacado pela sua dedicação. Diretor de equipa dos sub-18, motorista de atletas no fim dos treinos ecorresponsável pela loja do clube, “estas são algumas das funções que José António tem desempenhado com brio, e um elevado sentido de responsabilidade e dedicação”.
Não menos importantes, os prémios “Atleta do Ano” destinam-se a reconhecer os elementos, em cada escalão, que melhor representam o espírito do rugby, ou seja, a entrega, a dedicação e a disciplina.
Foram distinguidos nos diferentes escalões:
Tiago Tenente – atleta do ano sub-16;
Filipe Galvão – atleta do ano sub-18;
Antónia Braga – atleta do ano feminino;
Viriato Teixeira – atleta do ano sénior;
Vidal Lago – atleta revelação sénior.
Todos os anos o prémio “Júlio Faria” é dedicado ao percurso de um atleta, onde se destacam a abnegação e o sacrifício pessoal, qualidades que, aliadas ao rigor e ao profundo conhecimento do jogo, fizeram de Júlio Faria a referência incontornável do CRAV. Referente à época de 2014/2015, este reconhecimento foi atribuído ao jogador Alexandre a Branco.
Os jogadores mais jovens dos escalões sub-8, sub-10, sub-10 e sub-14 não foram esquecidos e também receberam uma pequena lembrança.
Após este momento de premiações, o presidente do CRAV, Filipe Machado, lembrou que o clube celebra 35 anos em 2016 e “estão todos convidados para a festa de aniversário, que será no dia 25 de junho”.
José Manuel Esteves, presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, aproveitou ainda para reconhecer o trabalho o esforço de toda a estrutura diretiva do CRAV, “o maior produto da região norte”.
Também no passado sábado, dia 9 de janeiro, os sub-16 do CRAV jogaram o seu primeiro jogo do ano. Este encontro frente à equipa da Agrária de Coimbra predizia-se difícil, todavia terminou com uma brilhante vitória dos arcuenses.
Apesar de a Agrária ter entrado melhor em campo, o CRAV foi equilibrando o jogo conforme o tempo ia decorrendo, chegando ao intervalo a perder por 12-5. Após o descanso, o CRAV impôs um ritmo superior ao jogo, acabando por empatar (19-19), já perto do final do jogo. Pouco depois e com uma formação ordenada a seu favor a 5 metros da linha de ensaio, onúmero 8, Pedro Amorim, só parou dentro da linha de ensaio da Agrária, dando assim a vitória à equipa do CRAV por 19-24.
Os sub-16 do CRAV recebem a equipa do Braga, no próximo sábado dia 16, às 14horas.
Jogaram e marcaram: André Esteves; André Soares; Rui Dias; Samuel Barros; Gil Machado; Kevin Pereira; Sérgio Castro (5); Pedro Amorim (5); João Serôdio; Eduardo Fernandes (4); Diogo Ferreira; Henrique Calheiros (10); Nuno Rodrigues; Michael Canossa; Gonçalo Barbosa; José Pedro Perira; Alex Cerqueira; Raul Gomes e Vítor Araújo.
Celorico de Basto foi, durante a quadra natalícia, um concelho de visita obrigatória de centenas de turistas. O motivo incidiu na “Aldeia de Natal” meticulosamente desenvolvida por funcionários do município.
Turistas e residentes deslocaram-se à entrada do Mercado Municipal para visitar a Aldeia de Natal com um edifício novo, a igreja de Veade, incluída na Rota do Românico.
A Aldeia de Natal mostra-se como um dos ex-libris durante a quadra natalícia em Celorico de Basto pelas suas características próprias, as miniaturas fiéis de edifícios existentes neste concelho.
“Esta aldeia de Natal prima pela forma fiel como são desenvolvidas as réplicas dos edifícios existentes em Celorico de Basto” disse o presidente da Camara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e silva. “Agradeço o empenho dos funcionários para tornar este presépio tão bonito. Durante esta quadra tivemos centenas de visitantes que vieram ao concelho propositadamente para ver a nossa Aldeia de Natal, este ano com um edifício novo, a Igreja de Veade” recordou.
Quem conhece Celorico de Basto fica maravilhado com a meticulosidade com que as peças são feitas e quem não conhece acaba por ter uma visão abrangente do concelho sem sequer sair do lugar.
A Aldeia de Natal estará em exposição até ao dia 15 deste mês de Janeiro.
Pelo concelho estão em exposição outros presépios dignos de visita, com referência para o presépio Molares.
“Exposição itinerante 3R’s” patente no átrio da Câmara Municipal
Está patente, no átrio da Câmara Municipal em Vizela, a “Exposição itinerante 3R’s”, que pode ser visitada até ao dia 22 de janeiro, de segunda a sexta entre as 9h00 e as 17h30.
A Exposição pretende sensibilizar a população para a importância da reciclagem, demonstrando como é possível do “velho fazer-se novo”. Nesta exposição, são também desvendados alguns dos mitos sobre reciclagem, ao mesmo tempo que se ensina a reciclar corretamente.
Esta exposição surge de uma parceria entre o Município e a Resinorte, sendo Vizela o segundo município a receber esta exposição que se pretende que seja levada a todos os municípios da RESINORTE.
Após o confronto para a taça de Portugal, o CRAV regressou este sábado, dia 9 de janeiro, ao Estádio Universitário de Coimbra, para mais uma jornada do campeonato nacional de sub-1 perante a Académica.
Os jovens arcuenses levavam na bagagem a intenção de uma desforra do jogo anterior.
Com uma estratégia bem definida, entraram forte no jogo, com uma primeira parte sempre à frente do resultado, após a marcação de um ensaio do atleta Guilherme Barros, numa jogada individual digna de muitos jogadores profissionais.Domingos Gonzalez aproveitou para converter e assim aumentar o marcador. O mesmo jogador, mais tarde, viria a marcar uma penalidade.
A forte pressão por parte da Académica, no final da primeira parte, fez com que o resultado fosse empatado 10-10, para o intervalo.
Na segunda parte, a Académica assumiu o jogo e implantou o seu ritmo de jogo, o qual a equipa de sub-18 do CRAV não consegui contrariar, talvez fruto de alguma inexperiência aliada ao pouco treino nesta época festiva.
O CRAV viria a perder o encontro por 20-10.
Já no próximo sábado recebe o Direito, clube que se encontra em primeiro lugar do grupo.