Terras de Bouro nos “Fins-de-semana Gastronómicos” 2015/2016
Os ‘Fins-de-semana Gastronómicos’, iniciativa conjunta do Turismo do Porto e Norte de Portugal e dos municípios que promovem a região através da gastronomia, terão novamente a participação de Terras de Bouro.
A edição 2015/2016 deste evento, cuja apresentação decorreu em Monção, no passado dia 28 de outubro, irá acontecer em Terras de Bouro nos dias 18,19 e 20 de março de 2016 e vem, mais uma vez, realçar a importância deste acontecimento na promoção dos concelhos aderentes e das suas potencialidades.
As características naturais, patrimoniais e culturais de Terras de Bouro, que são um fator decisivo para a forte procura turística que o concelho regista, representam, a par da rica oferta gastronómica, elementos fundamentais na afirmação do concelho enquanto destino de excelência na oferta do turismo de natureza, muito bem complementada com a diversidade e confeção das iguarias locais, nomeadamente, o excelente cozido à Terras de Bouro e a deliciosa aletria.
Época 2015/2016: “Desporto é Vida… E Não tem Idade” reinicia atividade a 16 de novembro
Depois da interrupção para férias, a atividade “Desporto é Vida… E Não tem Idade” vai reiniciar no próximo dia 16 de novembro.
Este projeto promove, desde a sua implementação em 2006, a qualidade de vida dos munícipes com idade igual ou superior a 60 anos, contrariando o sedentarismo e o isolamento, através do estímulo à prática regular de atividade física, enquanto incentivo da autonomia funcional (estimulação motora) e sócio afetiva (integração social) dos seniores.
Este ano, as aulas têm lugar nos Pavilhões Municipais de Vizela e S. Paio (ginástica de manutenção) e na piscina do Ginásio ActualFit (atividade física no meio aquático).
Neste momento decorrem as inscrições, assumindo o Município de Vizela o transporte dos participantes para os respetivos locais de realização das aulas.
Os interessados (maiores de 60 anos) em participar na atividade deverão inscrever-se ou atualizar a sua inscrição, nos serviços da Câmara Municipal de Vizela, sitos na Praça do Município.
“Tínhamos acordo com Movijovem para entrar em funcionamento em novembro e cumprimos”
A Pousada da Juventude de Celorico de Basto foi inaugurada num ato simbólico, pelo presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, no dia 30 de outubro.
“Tenho que agradecer aos funcionários desta autarquia pelo trabalho desenvolvido. Conseguimos, no prazo estipulado, colocar este equipamento ao serviço dos jovens. É uma Pousada diferente das usuais, bem enquadrada com a vila de Celorico de Basto e com a Ecopista prevendo-se, com a promoção nacional e internacional, a uma taxa de ocupação elevada” disse o autarca. “Agora, temos que saber receber bem, com um serviço de qualidade. Temos, com este equipamento, uma capacidade de 32 camas, mas futuramente pretendemos chegar às 50 com a requalificação da antiga casa do chefe que se enquadra, na perfeição nesta Pousada da Juventude e, atrair jovens para Celorico de Basto é fazer movimentar a economia local”.
Durante o discurso informal, Joaquim Mota e Silva, observou a importância de apostar no turismo como forma e meio de criar riqueza. “O turismo serve para criar riqueza e postos de trabalho numa área com bastante sustentabilidade no concelho, quanto mais oferta mais forte será o nosso destino turístico” disse o autarca reforçando a sua intervenção com a afirmação de que “temos em mãos a hipótese de uma unidade hoteleira de 5estrelas, estamos a crescer no sentido da qualidade, da dimensão, com um trabalho de rendilhado com várias ofertas vindas do investimento público e privado. Estamos a trilhar um caminho bem pensado e bem estruturado”.
Estas infraestruturas tornaram-se realidade quando a 22 de setembro, o auditório da Biblioteca Municipal recebeu a assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal de Celorico de Basto e a Movijovem para a criação da Pousada da Juventude de Celorico de Basto.
Por norma as Pousadas de Juventude são da gestão da Movijovem mas com o novo modelo de gestão criou-se a hipótese de concessão da gestão a outras entidade ou a integração de novas Pousadas de Juventude. Neste caso a Câmara Municipal é proprietária do espaço e responsável pela gestão do mesmo. Este novo modelo leva à integração automática da pousada na rede nacional e na rede internacional “Hostelling International”. Na generalidade este novo modelo de gestão permite a concessão de exploração a entidades terceiras.
Com estas instalações estão criadas as condições de qualidade de alojamento, constituindo assim uma estrutura de apoio e incentivo à mobilidade dos jovens em geral, tendo como finalidade a criação de condições para o desenvolvimento de atividades e ações que possam contribuir para a ocupação formativa dos tempos livres dos jovens, numa perspetiva cultural e socioeducativa e de desenvolvimento da região. Na generalidade o espaço dispõe de locais de receção, serviços administrativos, de atividades culturais de natureza diversa (sala convívio) e de serviços, localizados no rés-do-chão do edifício da estação. O alojamento propriamente dito engloba quartos duplos, múltiplos, familiares e apartamentos. A casa do chefe da estação será recuperada numa segunda fase e juntará mais 12 camas a este equipamento.
Edifício secular, cuja requalificação foi adjudicada na última reunião do Executivo Municipal, funcionará como sede da Banda Musical de Monção, assumindo-se como ponto de partida de um projeto estruturante para a beneficiação daquele espaço situado à entrada do centro histórico da localidade.
O edifício da antiga estação da CP, desativado desde finais da década de oitenta do século passado, vai ser requalificado e adaptado para funcionar como sede da Banda Musical de Monção. A empreitada, avaliada em 322.656,00 € mais imposto, foi adjudicada na última reunião do Executivo Municipal.
Os trabalhos, que deverão estar concluídos em finais do próximo ano, englobam a requalificação integral dos dois pisos do imóvel, mantendo a volumetria existente e a traça original com intervenções na fachada, cobertura, caixilharias, alpendre, iluminação e passeios.
Nesta fase, o investimento será suportado na totalidade pela autarquia monçanense. Futuramente, existe a intenção de candidatar a empreitada ao próximo quadro comunitário de apoio. Aguarda-se a abertura de linhas de financiamento para que tal seja possível.
No rés-do-chão, localizar-se-ão as áreas mais públicas de utilização geral e administrativa, bar, instalações sanitárias, arrecadação e sala de ensaio geral. No piso superior, cujo acesso será feito pela escadaria exterior, ficarão as salas de ensaio individualizado e a sala de ensamble.
Para o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, esta deliberação garante cumprimento a uma aspiração de longa data da coletividade monçanense e assegura melhores condições de aprendizagem e aperfeiçoamento musical aos elementos da filarmónica.
“A nossa banda está num local que não assegura os melhores índices de aprendizagem. Precisa de uma estrutura à altura do seu prestígio. Não podemos esperar mais tempo. Vamos investir com o dinheiro da autarquia e, quando houver possibilidade de candidatura, avançamos nesse sentido” adiantou.
A requalificação do edifício da antiga estação da CP, inserido numa área com significativo movimento automóvel e pedonal, constitui o ponto de partida de um projeto estruturante para a beneficiação daquele espaço extenso situado à entrada do centro histórico da localidade.
Presentemente, a filarmónica monçanense, cuja existência remonta a finais do seculo XVIII, ocupa os andares superiores do antigo quartel dos bombeiros voluntários de Monção, espaço disponibilizado pela autarquia monçanense e situado a poucos metros da futura casa.
Vai a Casa Cerveirense em Lisboa levar a efeito no próximo dia 8 de novembro, um almoço regionalista que visa congregar as gentes de Vila Nova de Cerveira radicadas na região de Lisboa e assinalar mais um aniversário da sua associação regionalista – a Casa Cerveirense.
A pedido do BLOGUE DO MINHO, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Dr. Fernando Nogueira, dirige uma mensagem a todos os cerveirenses radicados na região de Lisboa, esperando reunir-se com todos no próximo Almoço Cerveirense, numa manifestação de unidade e amor à sua terra de origem.
- Que ninguém falte à chamada da Casa Cerveirense em Lisboa para mais este grandioso encontro regionalista!
Caros Cerveirenses em Lisboa,
O 6º Aniversário da Casa Cerveirense em Lisboa é a expressão verdadeira de que, apesar de separados por algumas centenas de quilómetros, as raízes cerveirenses ainda hoje permanecem bem vivas em cada um de vós.
O passado está bem presente na vossa história pessoal e profissional, assim como o futuro. Refiro-me ao compromisso assumido em preservar e perdurar esta identidade que é ser alto-minhoto, e em especial Cerveirense, às gerações vindouras que nascem na Capital mas que, graças a vós, ficam com a vontade e até necessidade de conhecer as suas origens.
A vossa determinação em afirmar-vos Cerveirenses é, sem dúvida, um motivo de orgulho ao concretizar com sucesso o projeto delineado para a vossa vida.
Estou certo que esta migração para uma outra localidade acarretou muitas dificuldades, mas sempre dignificando a identidade de Vila Nova de Cerveira.
Acredito que a morada de coração é Vila Nova de Cerveira, terra que é vossa e que estará sempre de braços abertos para vos receber.
Um bem-haja a todos vós.
Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira
Portugal e a Catalunha estão nações unidas por laços históricos!
Passam 375 anos desde a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em relação ao domínio dos reis de Espanha. Um punhado de portugueses tomou de assalto o Paço da Ribeira, aprisionaram a Duquesa de Mântua e defenestraram o traidor Miguel de Vasconcelos. Estava proclamada a restauração da independência.
Seguiu-se a aclamação de D. João IV, Duque de Bragança, como rei de Portugal e dava-se início a uma sucessão de batalhas militares que duraram 28 anos, com vista a consolidar a independência, as quais culminaram com a assinatura do Tratado de Lisboa de 1668. Este tratado, celebrado entre Afonso VI, de Portugal e Carlos II, de Espanha, pôs fim à Guerra da Restauração, dando lugar nomeadamente à devolução de Olivença que esteve durante 11 anos sob ocupação espanhola. Apenas a praça de Ceuta ficou na posse de Espanha.
Para o sucesso do golpe palaciano contribuíram diversos fatores internos como o descontentamento dos nobres que haviam perdido os seus privilégios e eram preteridos relativamente à nobreza castelhana; a burguesia que via o seu negócio prejudicado pela concorrência dos comerciantes ingleses, holandeses e franceses e também os constantes ataques aos navios que transportavam os seus produtos e, finalmente, o povo sobre quem recaíam cada vez mais pesados impostos.
Mas, puderam os conjurados de 1640 também contar com diversos fatores externos que se revelaram favoráveis, de entre os quais se salienta a revolta que eclodira na Catalunha em 7 de junho daquele ano, contra o centralismo imposto pelo Conde-Duque de Olivares e a presença de tropas castelhanas em território catalão. Tratou-se da “Guerra dos Segadores”, assim denominada por ter tido origem imediata na morte de um ceifeiro, a qual teve lugar entre 1640 e 1652.
Os catalães proclamam a República Catalã em 26 de janeiro de 1641. Porém, o falecimento do seu principal chefe Pau Claris, leva a um desenvolvimento do conflito do qual resulta na incorporação de parte da Catalunha no território da França.
Tanto a revolta da Catalunha como a Restauração da Independência de Portugal contaram com o apoio do Cardeal Richelieu, o que aliás explica a defenestração – termo originado de fenêtre – de Miguel de Vasconcelos, prática muito em voga à época em todas as revoltas que ocorreram noutros países europeus. Deste modo, conseguia a França alargar as suas fronteiras políticas, fazendo-as coincidir com acidentes naturais como os Pirinéus a ocidente, o rio Reno e os Alpes a oriente, de maneira a melhor defender-se do poderio da Casa de Áustria de onde descendiam os reis de Espanha cujos domínios, no continente europeu, incluía Portugal, Nápoles, Sicília, Milão, Sardenha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Ilhas Canárias, Maiorca, Rossilhão, Franco-Condado, para além dos reinos de Castela, Leão, Valência, Aragão e a Catalunha propriamente dita.
Com o casamento em 1469, do rei Fernando II de Aragão com Isabel I de Castela, a Catalunha vinha perdendo as suas liberdades enquanto nação soberana e jogava agora a sua oportunidade de recuperar a independência política.
Dando prioridade ao esmagamento da revolta catalã, o rei Filipe IV, de Espanha, ordena ao Duque de Bragança e a muitos nobres portugueses que o acompanhem na repressão à Catalunha, tendo-se a maior parte deles recusado a obedecer.
Enquanto a Catalunha sucumbiu perante o poderio castelhano, Portugal conseguiu sair vitorioso da guerra travada contra a Espanha que durou 28 anos e veio a confirmar a nossa independência como nação soberana, em grande medida graças à revolta catalã. Por conseguinte, possuem os portugueses uma dívida histórica aos catalães na medida em que a sua sublevação foi bem-sucedida em grande medida devido à revolta dos segadores da Catalunha.
É a privação da liberdade nacional que nos leva a atribuir-lhe maior valor, parecendo por vezes que a desprezamos sempre que a damos como garantida!
Decorridos que são 375 anos sobre tais acontecimentos históricos, eis que a Catalunha volta a aspirar à sua própria independência política. Em coerência, não podemos nós, portugueses, deixarmos de reconhecer à Catalunha e ao povo catalão o direito à liberdade que em 1 de dezembro de 1640 lográmos alcançar. Portugal e a Catalunha estão unidas por laços históricos!
Vai a Casa Cerveirense em Lisboa levar a efeito no próximo dia 8 de novembro, um almoço regionalista que visa congregar as gentes de Vila Nova de Cerveira radicadas na região de Lisboa e assinalar mais um aniversário da sua associação regionalista. A pedido do BLOGUE DO MINHO, o Grupo de Folclore “Casa de Portugal” no Principado de Andorra dirige à comunidade cerveirense radicada na região de Lisboa e à sua associação regionalista – a Casa Cerveirense – uma mensagem de felicitações e incentivo, palavras de apreço que os cerveirenses saberão reconhecer e agradecer!
“Os elementos do Grupo de Folclore “Casa de Portugal” no Principado de Andorra apresenta os melhores cumprimentos a todos os minhotos e muito especialmente os Cerveirenses, no dia de celebração do 6º aniversario da Casa Cerveirense em Lisboa.
O Grupo de Folclore “Casa de Portugal” foi fundado a 1 de Maio de 1996 e representa nos Vales de Andorra a cultura tradicional da Ribeira Lima e Serra d’Arga. Integrado por cerca de 60 elementos de diferentes idades e das mais diversas regiões de Portugal, predomina o Minho e por isso um vínculo enorme com o Conselho de Caminha já que fomos apadrinhados em 2001 pelo Etnográfico de Vila Praia de Âncora.
Outra particularidade que nos une como minhotos, os cerveirenses e o nosso Grupo, é que ambos pertencemos ao Distrito de Viana do Castelo, cidade que em 20 de Janeiro de 2013 outorgou a medalha de mérito ao Grupo de Folclore “Casa de Portugal” “pelo seu relevante trabalho em prol da divulgação da língua, das tradições e da cultura portuguesas” em Andorra.
Por tudo isto que nos une e nos identifica, é com grande satisfação que remetemos esta mensagem de felicitação a todos os assistentes ao convívio. Os maiores êxitos,
No próximo fim-de-semana, os minhotos radicados na região de Lisboa rumam à localidade de Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra. Trata-se do almoço comemorativo de mais um aniversário da Casa Cerveirense, a ter lugar na Quinta da Valenciana.
O Rancho Folclórico da Casa do Minho anima a festa. E, como não podia ser de outra maneira, não vão faltar os tocadores de concertina e cantadores ao desafio.
Além do repasto, haverá ainda lugar ao magusto para festejar o São Martinho, onde não vão faltar as castanhas e o vinho novo.
Para além do seu interesse gastronómico, o Almoço Cerveirense constitui uma jornada de confraternização entre cerveirenses e minhotos em geral, sob o signo do regionalismo da sua região.
Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Por conseguinte, o Almoço Cerveirense vai seguramente traduzir-se numa grande festa minhota!
Casa do Minho em Lisboa mantém-se fiel á divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!
A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.
Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.
Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.
Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!
O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!
Paço de Giela supera os cinco mil visitantes nos primeiros três meses de atividade.
Desde que abriu as portas ao público, o Paço de Giela concretizou, também em visitas, o interesse e originalidade deste que é um dos mais importantes Monumento Nacionais e um local de visitação obrigatório no concelho e na região.
Desde 12 de Julho, dia de abertura oficial ao público, e até 12 de Outubro, o imóvel recebeu cinco mil duzentos e catorze visitantes, consolidando assim a sua vertente de verdadeiro ex-libris turístico e histórico.
Monumento nacional desde 1910, composto por uma torre medieval e um paço quinhentista de profunda originalidade, atraiu visitantes de diversas faixas etárias, nacionais e internacionais, com origens tão distintas como EUA, Espanha, França, Suíça, Canadá, Alemanha ou Reino Unido.
O Paço de Giela foi alvo de um projeto de valorização específico, que consolidou todo o seu potencial arquitetónico e histórico, sendo possível uma nova fruição do monumento e a descoberta, através de um discurso museológico e tecnológico, da arqueologia do concelho, do próprio Paço e do Recontro de Valdevez, que em 1141 opôs Afonso Henriques e o imperador de Leão e Castela.
O Grupo de Folclore “Casa de Portugal”, fundado a 1 de Maio de 1996, acaba de renovar o mandato dos Corpos Gerentes para o próximo biénio 2015-2017, responsáveis de coordenar as atividades da coletividade, autónoma e com estatutos próprios.
Integrada por onze membros, na sua maioria do sexo feminino e presidida por Tomas Pires, a nova equipa será a encarregada de apresentar, a partir de Janeiro, um conjunto de iniciativas comemorativas do vigésimo aniversario de fundação do Grupo.
Além das propostas culturais da sua autoria, habituais no Principado como as Janeiras ou o Mercado tradicional “O Feirão”, a Directiva está a trabalhar em duas propostas que terão lugar em Maio de 2016 para comemorar duas décadas de cultura e amizade.
A primeira, a visita a Andorra de um artista de renome do panorama musical portugues para amenizar uma festa popular destinada a toda a sociedade andorrana. E a segunda, a realização de um Festival de Folclore Internacional diferente dos apresentados até à data com a presença unicamente de grupos de folclore da Peninsua Ibérica, mas ampliando a diversidade do folclore a nivel mundial.
Com a celebração do 20º aniversário os elementos do primeiro grupo de folclore português no Principado de Andorra querem continuar a ser uma referencia da cultura tradicional e contribuir com as entidades andorranas na oferta cultural do pais.
A Lei nº. 22/2012, de 30 de maio, que estabeleceu a reorganização administrativa territorial autárquica, deverá ser revogada durante a legislatura que agora se inicia.
Os partidos que constituem a atual maioria parlamentar e deverão em breve apresentar uma moção de rejeição do atual governo, sempre se opuseram à medida que levou á extinção de muitas freguesias, de forma unilateral, autoritária e contra a vontade das populações e dos autarcas.
Tratou-se de uma decisão que tornou o poder local mais distante dos cidadãos, criando uma administração pública mais centralista e acentuando o despovoamento do interior.
A revogação do referido diploma deverá ter lugar durante o próximo ano, abrindo-se um processo de consulta às populações com vista à implementação de uma reforma ponderada e participada.
Joninhas Vilar vice-campeão no XVII TORNEIO NACIONAL DA LIGA PORTUGUESA DE KARATE
No sábado dia 31 de outubro realizou-se, em Cascais, mais uma prova do calendário oficial da Federação Nacional de Karate-Portugal, o XVII TORNEIO NACIONAL KARATE DO, organizado pela Liga Portuguesa de Karate.
O atleta da BUSHIDO AK, Joninhas Vilar voltou a subir ao pódio num escalão de peso acima do seu, cadete -57 kg, numa prova muito disputada e de excelente nível.