CERVEIRA DIVULGA EVENTOS CULTURAIS

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Os trinta e quatro presépios inundam as ruas de S. Bartolomeu do Mar, concelho de Esposende, foram ontem inaugurados pelo presidente da Junta da União de Freguesias de Belinho e Mar. Estarão expostos até ao dia de Reis.

A iniciativa que já vai na oitava edição é promovida pelo Centro Social da Juventude de Mar, e conta coma colaboração e apoio da Junta de União de Freguesias de Belinho e Mar, da Paróquia de Mar e do Jornal “Brisa de Mar”.
Manuel Azevedo, vice presidente do Centro Social de Mar, agradeceu a participação da população na iniciativa e enalteceu a “criatividade, originalidade e a beleza dos presépios, iniciativa que pretende aproximar as pessoas e ajudar a viver esta quadra natalícia de acordo com o espírito simples e humilde da manjedoura”. Por outro lado, salientou o trabalho que envolveu “várias gerações” e lançou o repto para a próxima edição, ano em que o Centro Social comemora 40 anos de vida.
Manuel Abreu, presidente da Junta da União de Freguesias de Belinho e Mar enalteceu esta “magnífica iniciativa que orgulha o Centro Social de Mar enquanto promotora, assim como a população que adere com tanto carinho à iniciativa, demonstrando todo o bairrismo característico da localidade”.
O Pároco Manuel Sampaio Viana considerou a iniciativa “bonita e interessante” na medida em que ajuda as pessoas “a viverem o espírito natalício”, o que é sempre “muito importante”.
Cada presépio foi presenteado com um diploma e com uma planta de azevinho, oferecidos pela organização.


Odin, rei do Asgard na mitologia nórdica, é para os povos escandinavos o mesmo que Zeus e Júpiter foram respectivamente para os gregos e os romanos. Quando não habita o seu palácio dourado, o Gladsheim, Odin, ou Woden encontra-se no Valhala que é o "salão dos mortos", entre os heróis e onde pontificam as formosas valquírias a quem compete manter permanentemente cheios os vasos de bebida que são feitos de chifre. É ainda às valquírias que compete eleger os heróis e decidir a sua sorte no campo de batalha, quem haverá de morrer e, finalmente, conduzir os bravos ao Valhala. "Val" significa morto.

Por seu turno, Odin possui como companheiros inseparáveis dois corvos - Hugin e Munin - que representam respetivamente o Pensamento e a Memória, os quais voam diariamente através do mundo para lhe levarem as notícias acerca dos atos cometidos pelos humanos. Uma vez convenientemente informado pelos seus corvos, Odin parte num trenó puxado por renas levando consigo presentes com que irá recompensar as boas ações praticadas ao longo do ano. Eis o mito que verdadeiramente se encontra na origem da fabulosa crença do "Pai Natal", séculos mais tarde adaptado pela Igreja Católica a uma versão mais cristianizada, com a substituição de Odin por um corpulento bispo que também distribuía presentes - São Nicolau. Em qualquer dos casos, trata-se de um enxerto efetuado na nossa cultura cujas tradições, durante séculos, apenas conheceram a veneração ao "menino Jesus".
Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

A gravura é uma representação de Odin, divindade da mitologia nórdica da qual se originou a figura do "Pai Natal".

Nicolau de Bari procurou cristianizar uma tradição pagã de origem nórdica, a qual não possui quaisquer raízes bíblicas.

A Assembleia Municipal de Ponte de Lima aprovou recentemente o Plano de Atividades e Orçamento para o ano de 2015, ratificando por esse meio a decisão já tomada pelo executivo municipal de proceder á construção de um novo edifício para os paços do Concelho, tendo feito aprovar uma Declaração de Interesse Público Municipal para efeitos do cumprimento do Artigo 12º do Regulamento do Plano de Urbanização de Ponte de Lima, de acordo com a informação do Chefe da Divisão de Estudos e Planeamento.

Na reunião da Assembleia Municipal, registou-se alguma discussão em torno deste projeto, tendo alguns deputados municipais colocado em causa o "Projeto Integrado para a Requalificação da Administração e do Serviço Público Municipal", orçado em 6,5 milhões de euros.
Apesar de aprovado por larga maioria em reunião do executivo e na Assembleia Municipal, o projeto é contestado pela generalidade das forças políticas com representação local, incluindo o CDS que constitui o partido através do qual foi eleita a atual maioria que gere os destinos do município limiano. Por seu turno, o PSD está a promover um abaixo-assinado com vista a exigir a convocação de um referendo.

À semelhança do que sucede com a generalidade dos costumes atuais, perde-se no tempo a verdadeira origem do bolo-rei (ou bolo dos reis), da mesma forma que também este apresenta formas e designações variadas consoante as culturas. Assim, em Inglaterra mantém-se a tradição de comer e efetuar corridas com panquecas por ocasião da Terça-feira Gorda. Tratam-se, na realidade, de festividades de origem pagã que se encontram ligadas a rituais de fertilidade que outrora se realizavam por ocasião do Entrudo e visavam preparar a chegada da Primavera e, como ela, o renascimento dos vegetais.

A própria designação de Terça-feira Gorda remete-nos para o antigo costume de fazer desfilar pela cidade um boi gordo antes de sacrificá-lo, prática cujas reminiscências ainda se preservam nomeadamente através das largadas de touros e na corrida da Vaca das Cordas. Da mesma forma que nos festejos carnavalescos se preserva a figura do respetivo Rei que cabia outrora àquele que no bolo encontrasse a fava ou o feijão dourado, sendo como tal tratado durante o ano inteiro.
Por seu turno, os romanos introduziram tal prática por ocasião das saturnais que eram as festividades que se realizavam em 25 de Dezembro, em celebração do solstício de Inverno, também eles elegendo um rei da festa escolhido á sorte pelo método da fava. À semelhança do que se verifica com a Coroa do Advento, a sua forma circular remete para antigos ritos solares perfeitamente enquadrados nas festividades solsticiais e nas saturnais romanas.
Com vista à conversão dos povos do Império Romano que preservavam em geral as suas crenças pagãs, o Cristianismo passou a identificar o “bolo-rei” com a celebração da Epifania e, consequentemente, aos Reis Magos. E, assim, aos seus enfeites e condimentos passaram a associar-se as prendas simbólicas oferecidas ao Messias ou seja, a côdea, as frutas secas e cristalizadas e o aroma significam respetivamente o ouro, a mirra e o incenso. Apesar disso e atendendo a que eram três os reis magos, esta iguaria não passou a ser identificada como “bolo dos reis”, conservando apenas a sua designação como “bolo-rei” ou seja, contrariando a sua própria conversão.
Durante a Idade Média, este costume enraizou-se na Europa devido à influência da Igreja a tal ponto que passou a ser celebrado na própria corte dos reis de França e a ser conhecido como Gâteau des Rois. Porém, com a revolução francesa, o mesmo veio a ser proibido em virtude da sua alusão á figura real, o mesmo tendo sucedido entre nós, imediatamente após a instauração da República, tendo alguns republicanos passado a designá-lo por “bolo-presidente” e até “bolo Arriaga”, em homenagem ao então Presidente da República.
Quanto aos seus condimentos e método de confeção, é usual associar-se à tradição da pastelaria francesa a sul do Loire, o que parece corroborar com a informação de que foi a Confeitaria Nacional a primeira casa que em Portugal produziu e vendeu o bolo-rei a partir de uma receita trazida de França, por volta de 1870. Resta-nos saber, até que ponto, também esta não terá buscado inspiração no tradicional bolo inglês.
Com a aproximação da Páscoa associada à chegada da Primavera e, com ela, o renascimento da Vida, o tradicional folar não trará favas escondidas no seu interior mas ovos que simbolizarão a fertilidade, de novo a evocar ritos ancestrais a um tempo anterior à nossa conversão ao Cristianismo.
Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/
- Uma obra do historiador do historiador Manuel Albino Penteado Neiva que constitui um monumento a preservar a memória dos naturais de Esposende que um dia foram chamados a combater em África ou nas trincheiras da Flandres.
Ascende a mais de duas centenas o número de esposendenses que participaram diretamente no conflito, no qual alguns dos quais tombaram, passando a repousar para a eternidade nos cemitérios de Richebourg L’Avoué, Antuérpia e Kerfantras, em Brest.

Numa altura em que se comemora o centenário da Primeira Grande Guerra e, por conseguinte, da participação dos portugueses no conflito, esta obra constitui a melhor homenagem com que o concelho de Esposende poderia prestar aos seus filhos que, integrando a heroica Brigada do Minho, serviram a Pátria arriscando a sua própria vida e, nalguns casos mesmo sacrificando-a. Porque comemorar é partilhar a memória coletiva e jamais terá futuro o povo que perde a sua memória.
Começando por fazer um enquadramento histórico, incluindo as ameaças alemãs à soberania portuguesa nas colónias africanas, o autor analisa as consequências da nossa participação na Primeira Grande Guerra na vida quotidiana dos soldados e nos seus contatos com os familiares e, sobretudo na situação económica e financeira do país e da região, lembrando a emissão por parte da Associação Comercial e Industrial de Esposende de cédulas fiduciárias para colmatar a escassez de metal necessário para a cunhagem de dinheiro de reduzido valor facial, aliás à semelhança do que se verificou um pouco por todo o país até à década seguinte.
Nesta obra – porque de uma verdadeira Obra se trata! – em relação à qual o próprio Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Dr. Benjamim Pereira, não hesitou em classifica-la de uma “obra excecional”, o historiador Manuel Albino Penteado Neiva traz “à luz do dia tudo o que os nossos combatentes sofreram”, desfilando nas suas páginas a sua identidade e os seus feitos, as localidades a que pertenciam e os sofrimentos por que passaram, sem esquecer as numerosas condecorações com que foram agraciados.
Entre as iniciativas que Esposende planeia levar a efeito conta-se a ereção de um Monumento aos Mortos da primeira Grande Guerra como forma de “não deixar cair no esquecimento essas pessoas”, como referiu o presidente da edilidade por ocasião da cerimónia de lançamento do livro que teve lugar no passado dia 22 de novembro, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, em Esposende.
O Autarca recordou as iniciativas já realizadas e anunciou as ações que irão decorrer, destacando a intenção do Município de erigir um Monumento aos Mortos da 1.ª Grande Guerra, como forma de “não deixar cair no esquecimento essas pessoas”. Porém, a primeira pedra do monumento já foi lançada e constitui a obra com que o historiador Manuel Albino Penteado Neiva nos acaba a todos de presentear: o livro “SOLDADOS SEM ROSTO – A 1ª Grande Guerra e os seus Reflexos em Esposende”!
O livro dispõe de excelente apresentação gráfica e capa de cores sóbrias, incluindo impressão a verniz local, da responsabilidade de Ricardo Sapage.

O historiador Manuel Albino Penteado Neiva, nasceu em Vila Chã, concelho de Esposende, em 30 de Novembro de 1956. Fez o Ensino Primário em Vila Chã e S. Paio de Antas, tendo prosseguido estudos na Cidade de Viana do Castelo - Colégio do Minho. No Ano Letivo 1974/75 entra na Universidade do Porto, Faculdade de Letras, obtendo em 1979 o Curso de História. A partir daí ingressa, como Professor, nos Ensinos Preparatório e Secundário, lecionando a disciplina de História.
Em 1982, foi convidado pela Câmara Municipal de Esposende a presidir à Comissão Instaladora da Casa da Cultura de Esposende cuja atividade deu origem à criação da Biblioteca Municipal de Esposende, Serviços de Arqueologia e Museu Municipal.
Em 1983, foi nomeado Bibliotecário da Câmara Municipal de Barcelos, ocupando este cargo até 1984, ano em que assumiu o lugar de Bibliotecário na Câmara Municipal de Esposende, onde iniciou a criação do serviço de Biblioteca Pública.
Ainda em 1983, concorreu à Pós-Graduação em Ciências Documentais para a Universidade de Coimbra, tendo concluído esta especialização no Ano Letivo 1984/85.
Participou em vários Colóquios, Conferências e Seminários, onde apresentou trabalhos de investigação, tendo publicado até à data mais de cinquenta estudos, no âmbito da Etnografia, Arqueologia e História Local. Coordenou a Barcellos-Revista e foi fundador e Diretor do Boletim Cultural de Esposende.
Desde 1989 ocupou as funções de Vereador da Câmara Municipal de Esposende. Foi candidato a Deputado à Assembleia da República e Deputado Municipal na Assembleia Municipal de Esposende. Pertenceu ao Executivo da Região de Turismo do Alto Minho. É atualmente Vice-presidente da Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado).
Colabora em Páginas Especiais de “O Comércio do Porto” e “Diário do Minho” assim como em outros órgãos de comunicação de âmbito regional e mesmo nacional.
É Professor na UAE – Universidade Autodidacta de Esposende, Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII, Sócio da Associação “Amigos dos Castelos “, Fundador, em Esposende, do Lions Clube e, atualmente, Consultor da Comissão Executiva da Evocação da 1.ª Grande Guerra em Esposende. Foi sócio fundador do GEAP - Grupo de Estudos Arqueológicos do Porto.

Menção Honrosa atribuída à CASFIG premeia modelo de habitação social da Câmara de Guimarães
Troféu e prémio pecuniário na 5ª edição do Prémio Manuel António da Mota. Valor recebido será investido na implementação de novas residências partilhadas. Executivo Municipal aprovou, por unanimidade, voto de louvor em reunião de Câmara realizada esta terça-feira, 23 de dezembro.

O projeto “Residências Partilhadas”, apresentado pela empresa municipal CASFIG – Coordenação de Âmbito Social e Financeiro das Habitações do Município de Guimarães, conquistou uma “Menção Honrosa” na 5ª edição do Prémio Manuel António da Mota, atribuída durante a realização da conferência “Portugal Família”, que decorreu no Palácio da Bolsa, no Porto.
Reconhecido entre trezentas candidaturas como um projeto inovador e pioneiro no país, no âmbito da valorização, defesa e apoio às famílias, o modelo de “Residências Partilhadas”, premiado com um valor pecuniário de 5 mil euros, enquanto instituição finalista, tem como principal característica apoiar famílias unifamiliares, ou seja, constituídas por um só elemento.
A CASFIG e o Município de Guimarães têm vindo a apostar nesta modalidade alternativa ao realojamento que convencionalmente se pratica em matéria de habitação social. Tratam-se de residências partilhadas por duas, três ou quatro pessoas, dependendo da tipologia, que de forma autónoma coabitam o mesmo espaço habitacional: áreas comuns (sala e cozinha) e áreas privadas (quarto e casa de banho).
No 20º aniversário do Ano Internacional da Família, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1994, a Fundação Manuel António da Mota pretendeu premiar as organizações públicas e/ou privadas que prestam também um serviço de apoio à família nas áreas da pobreza e exclusão social, economia familiar, atendimento e acompanhamento social, apoio familiar e aconselhamento parental, apoio à vida, políticas e práticas amigas da família, envelhecimento demográfico, violência doméstica, educação, emprego, intervenção precoce e saúde.
MODELO PERMITE COMBATER SOLIDÃO
A Fundação institui anualmente o “Prémio Manuel António da Mota” distinguindo organizações e personalidades que se destaquem nos vários domínios da sua atividade. Em 2014, foi efetuado o reconhecimento e notoriedade públicas do trabalho desenvolvido e a importância dos valores e interesses da família na sociedade portuguesa.
O Município de Guimarães e a CASFIG irão continuar a apostar na criação de Residências Partilhadas, não só como uma forma de dar resposta ao elevado número de pedidos de realojamento por parte de agregados unifamiliares, mas também como modalidade que permite combater a solidão e o isolamento.
O júri deste prémio foi constituído por Daniel Serrão, Professor Convidado do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa, Lino Maia, Presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), Maria Joaquina Madeira, Coordenadora Nacional do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações em 2012, Maria Manuela Eanes, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Manuel António da Mota, Maria Manuela Mota, Vogal do Conselho de Administração da Mota-Engil SGPS e Presidente do Conselho de Administração da Fundação Manuel António da Mota, e Rosa Maria Mota, Vogal do Conselho de Administração da Fundação Manuel António da Mota.
Adoce estas festividades com a degustação da rabanada
Regadas com mel ou vinho do Porto, com ou sem calda, com mais ou menos açúcar… As rabanadas não podem faltar na mesa da Consoada ou… até antes. Até 06 de janeiro, o Município de Vila Nova de Cerveira, em parceria com restaurantes e pastelarias, convida a degustar aquela que é a doce tradição da quadra natalícia.

Para sobremesa, lanche ou um miminho no conforto do seu lar. A rabanada é, por esta altura, rainha em Vila Nova de Cerveira. A deliciosa simplicidade de um doce de pão de trigo em fatias que, depois de molhadas em leite, vinho ou calda de açúcar, são passadas por ovos e fritas, promete cativar gulosos e menos gulosos.
Com o intuito de dinamizar os estabelecimentos de restauração e de divulgar a riqueza gastronómica do Concelho, o executivo municipal tem promovido, ao longo do ano, a iniciativa ‘Sabores Tradicionais de Cerveira’ associada às especificidades de cada mês.
Lampreia e sável do rio Minho, galo de cabidela, patanisca, rojões à minhota, cozido à portuguesa. Estes foram alguns dos pratos típicos do Concelho que estiveram à mesa dos restaurantes aderentes, confecionados com receitas e segredos que passam de geração em geração.
Consciente de que a gastronomia constitui-se como uma manifestação cultural e um grande polo de atração de fluxos turísticos, e de que Vila Nova de Cerveira tem um potencial de turismo rico e variado e com produtos caraterísticos, a Câmara Municipal vai continuar a apostar, em 2015, no ‘Sabores Tradicionais de Cerveira’, bem como participar em eventos que promovam a riqueza gastronómica do Concelho.
Serviços camarários encerrados ao público nas vésperas de Natal e de Ano Novo. Balcão Único de Atendimento estará fechado no dia 02 de janeiro, devido à transição do ano económico.
O Presidente da Câmara Municipal de Guimarães determinou a concessão de tolerância de ponto aos trabalhadores dos serviços não essenciais, nos dias 24 e 31 de dezembro.
Os colaboradores dos serviços do Município de Guimarães que, por razões de interesse público, terão de exercer a sua atividade profissional neste dia, entre os quais, elementos ligados à Polícia Municipal e manutenção da limpeza pública (serviços essenciais), vão usufruir de dispensa equivalente em data a acertar internamente.
A Autarquia informa que os serviços da Câmara Municipal de Guimarães estarão, por isso, encerrados esta quarta-feira, reabrindo na sexta-feira, 26 de dezembro, nos horários habituais.
Já o Balcão Único de Atendimento, situado no edifício da Autarquia, estará igualmente encerrado nos dias 24 e 31 de dezembro, mas também no dia 02 de janeiro de 2015, devido ao facto da transição do ano económico implicar a indisponibilidade das aplicações informáticas do Município de Guimarães.
Nesse sentido, não será possível proceder a qualquer registo de entrada de documentação, nem à emissão de documentos de cobrança das taxas devidas ao Município, nem também à consulta das várias aplicações informáticas tendo em vista o fornecimento de informações sobre processos em curso.
Melhorar as condições de vida das famílias residentes no concelho, combatendo as situações de desigualdade e exclusão social, tem sido uma das preocupações do Município de Arcos de Valdevez.

Para isso, tem desenvolvido uma política de apoio aos mais carenciados, que passa por diversas áreas de atuação, tais como, a saúde, a educação e a habitação social.
São inúmeras as famílias que, ao longo do ano, recorrem à Autarquia, porque se debatem com problemas e dificuldades de vária ordem, sem terem forma de os ultrapassar pelos próprios meios. E foi no seguimento deste apelo e fruto de atual conjuntura económico e financeira desfavorável, que o Município adotou um conjunto de medidas de apoio às famílias com dificuldades económicas, através da comparticipação de despesas com rendas, saúde e educação, realização de pequenas obras de melhoria do conforto habitacional e disponibilização gratuita de projetos-tipo para a construção de habitações. De relevar a colaboração e o papel fundamental dos presidentes de junta de freguesia, na identificação e proximidade aos munícipes com maiores dificuldades.
Foi no âmbito desta política de atuação, que no passado dia 13 de dezembro, o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, procedeu à entrega de mais duas habitações sociais, uma situada na freguesia do Couto e outra na freguesia de Vila Fonche, a duas famílias cuja situação económica, social e habitacional assim o justificou. De igual modo, no passado dia 18 de dezembro, procedeu à entrega de apoios monetários para comparticipar despesas com rendas, água e luz e na aquisição de mobiliário e despesas com saúde. De referir, que estes atos revestem-se de particular importância, nesta época do ano, pois o Natal destas famílias irá ser muito mais animador e reconfortante.

Medida já abrangeu perto de 200 crianças
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso procedeu à entrega dos apoios NaturaLanhoso. Desta vez, são 53 as famílias abrangidas por este incentivo à natalidade e ao comércio local, num investimento de perto de 30 mil euros.

“Isto é um miminho que nós damos aos Povoenses, mas é um mimo e é agradável. E é também uma maneira de incentivarmos o comércio local. É uma forma de a Câmara mimar e acarinhar a natalidade e as famílias e de, paralelamente, apoiar o comércio local”, referiu, o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, no final da cerimónia simbólica de entrega destes apoios que se realizou no Salão Nobre dos Paços do Concelho, no passado dia 18 de dezembro.
Para o autarca Povoense, “tem de haver este tipo de incentivos para que todo este investimento que temos feito em equipamentos na educação e no desporto estejam ocupados futuramente. Estamos a criar condições e a investir e isto tem de ter utilização”, salientou, considerando ainda que, cada vez mais, os autarcas têm de se virar para a intervenção social. “Temos de pôr as pessoas à frente das obras, do investimento”, afirmou.
Cláudia Lopes, mãe do pequeno Salvador, de um mês, mostrou-se satisfeita por esta medida. “Tudo aquilo que nos é dado é sempre bem-vindo”, considerou revelando que o valor de 500 euros que vai receber será utilizado no carrinho e na baby cock para o bebé, primeiro filho. “É sempre bom e uma ajuda preciosa, ainda mais nestes tempos”. Para esta jovem mãe, faz todo o sentido que o valor concedido tenha de ser despendido no comércio local. “É também darmos riqueza ao nosso concelho. Não fazia sentido de outra forma. É dar riqueza aos nossos, às nossas lojas, que também precisam e ao comércio tradicional”, salientou. Também para Pedro Esteves, pai do Tiago, segundo filho, este apoio “é importante” e vai ser utilizado principalmente em roupa. Cacilda Rodrigues, mãe do Gonçalo, primeiro filho, considera que este apoio vai fazer diferença. “Ajuda sempre, principalmente para as vacinas que não são comparticipadas, para as fraldas, toalhitas, é importante, tudo o que vier é bem vindo”, refere, considerando que utilizar no comércio local é uma boa medida. “É importante, para ajudar o comércio local. É uma boa ajuda”.
Desde a sua implementação, em 2013, esta medida já abrangeu 194 crianças, envolvendo um investimento global de cerca de 96 mil euros. Em 2014, foram 95 os bebés abrangidos, num investimento de perto de 52 mil euros. Os apoios variam entre os 500 euros e os 1000 euros, dependendo do número de filhos do agregado familiar, valores que têm de ser utilizados em artigos para o bebé adquiridos no comércio da Póvoa de Lanhoso.


Município assinalou Dia do Voluntariado com ação de recolha de sangue
Mais de três dezenas de pessoas aceitaram o desafio da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e participaram como dadoras numa ação de recolha de sangue, numa ação que visou assinalar o Dia Internacional do Voluntariado.

Esta recolha envolveu o Banco Local de Voluntariado para a Póvoa de Lanhoso e o Instituto Português de Sangue e da Transplantação. O Vereador da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso Armando Fernandes foi um dos participantes.
De referir que, voluntários/as inscritos/as no Banco Local de Voluntariado da Póvoa de Lanhoso e outras pessoas que, não estando formalmente inscritas, mas que integram plenamente o espírito de voluntariado no sentido da dedicação à sua comunidade, quiseram participar ativamente na iniciativa, que decorreu de forma muito positiva, o que deixa em aberto a possibilidade de serem promovidas outras ações similares durante o próximo ano.
De lembrar que, desde 1985, a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 5 de dezembro como o Dia Internacional do Voluntariado, passando a constituir um motivo para homenagearmos e reconhecermos a dedicação dos/as voluntários à causa e bem comuns.
O Agrupamento difundiu a "luz paz de Belém", pela Comunidade e aos representantes dos Grupos que integram este Colégio Franciscano. Posteriormente, foi também difundida essa mesma Luz, aos Franciscanos de Montariol, no hospital de cuidados paliativos "O Poverello", no Lar Miminhos em S. Vicente, e aos Discípulos de Emaús perto do Braga Parque.

O Agrupamento 660 de Montariol do Corpo Nacional de Escutas, informa e convida a todos para a visitarem o Presépio Movimentado de Montariol, seguindo a tradição com mais de 100 anos de história, este ano pela primeira vez, será aberto ao público no dia 21 de Dezembro, logo a seguir à Eucaristia com inicio as 9h30m, que será também animada pelo Agrupamento. Na mesma iremos difundir aos diversos Grupos da Montariol e à Comunidade em geral a “Luz Paz de Belém”, Luz esta que Brilha desde Belém e que chegou à nossa cidade no passado Domingo, pelas 18h00, à Sé de Braga, no âmbito de atividade Escutista internacional que o Agrupamento abraçou.

O Presépio vai encontrar-se aberto ao público das 15 às 18 horas nos dias, 25, 27 e 28 de Dezembro de 2014 e 1, 3, 4, 10 e 11 de Janeiro de 2015.
Em simultâneo o Agrupamento irá “Cantar os Reis”, a quem os quiser receber nas suas casas. Aos interessados em receber o Agrupamento nas suas casas para Cantar os Reis, solicitamos que nos enviem um e-mail geral@agr660.cne-escutismo.pt para marcação.





Com casa cheia, o Theatro Club da Póvoa de Lanhoso encheu-se de glamour e recebeu mais uma edição do Theatro Concerto. Foram duas noites de entretenimento, em que a temática dominante foi o Cabaret e o Moulin Rouge.

Danças de salão, cancã, dança do ventre, um espetáculo de luzes e som, pequenos apontamentos de teatro, magia e muita música foram os principais atrativos de duas noites em que nada foi deixado ao acaso, desde o guarda-roupa à decoração do espaço.
Estes momentos foram pois recheados com atuações de diversos artistas (luzes, danças, música, teatro, magia), envolvidos num ambiente acolhedor com sabor a fondue de chocolate. Participaram pessoas que frequentam as oficinas de teatro promovidas pela Câmara Municipal, um grupo de jovens bailarinas de Covelas e jovens ligados às coletividades do concelho, de entre outras colaborações.

“Foi um serão bem passado. Gostei e defendo que, cada vez mais, devemos virar-nos para a prata da casa. Hoje sou um homem feliz. Porque era isto que pretendíamos, dar visibilidade e valorizar as associações e o potencial dos Povoenses, que estamos a descobrir”, considerou o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, salientando que o local escolhido “é a melhor sala para podermos dar palco ao talento dos Povoenses e, muitas vezes, recebemos surpresas agradáveis. Este é também o caminho que pretendemos seguir”. De acordo com o autarca, é de esperar novas edições do Theatro Concerto. “Queremos que estas iniciativas continuem, até porque estamos a apostar na valorização de todo o edifício do Theatro Club e sua envolvente, para potenciar cada vez mais este espaço”.

Na plateia, o público foi apreciando com satisfação o espetáculo. “Foi uma noite magnífica. Já vi vários espetáculos e este foi único. Tem diversidade, tem qualidade, a sala de espetáculos é magnífica, gostei de voltar aos anos 20. Foi um serão bem passado. Valeu a pena sair de casa e recomendo vivamente”, afirmou, no final, Manuel Correia, de Braga.
Rosa Faria, também de Braga, destacou a decoração, pensada a pormenor. “Foi uma noite bem passada, ainda bem que saímos de casa. Não esperava encontrar algo deste género na Póvoa de Lanhoso, foi uma surpresa”, considerou também.
Daniela Gomes, da Póvoa de Lanhoso também transmitiu uma opinião bem positiva. “É um espetáculo muito interessante. Engloba vários conceitos, como a dança, o teatro e a música, e é um bom momento de entretenimento. Gostei muito da comédia com as duas senhoras. Achei que foi um bom momento de diversão. O espaço também está muito bem decorado, desde as mesas, a louça, os efeitos, a roupa, muito boa decoração. É um espetáculo muito completo”.

Florbela Fernandes igualmente da Póvoa de Lanhoso também estava satisfeita, “pedindo” apenas “mais alegria”, mas “estava muito bom, as meninas estiveram bem a dançar, o número de teatro também esteve muito bem. Gostei do mágico, surpreendeu-me muito. Gostei”.
O Theatro Concerto realizou-se nos dias 5 e 6 de dezembro.
