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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CLUBE DE RUGBY DE ARCOS DE VALDEVEZ MANTÉM-SE NA DIVISÃO DE HONRA

Equipa Arcuense Garantiu o seu Lugar no Super 10 Nacional ao Vencer o Montemor na Final do Play Off

No dia 31 de Maio, na Lousã, a equipa sénior do CRAV disputou com o Montemor a manutenção na Divisão de Honra - Top 10 do Rugby Nacional e conquistou o seu objetivo ao vencer a equipa alentejana por 27-23.

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Os jogadores do CRAV partiram para este desafio com toda a garra e determinação, não deixando que os alentejanos tivessem oportunidade de impor o seu domínio de jogo. Deste modo, o jogo manteve-se bastante equilibrado nos primeiros minutos da partida, em que ambas as equipas transformavam penalidades sucessivamente. “O CRAV entrou bem no jogo, ganhando desde o início algum ascendente ao Montemor, dominando territorialmente e a posse de bola. Mesmo assim foi o Montemor que em duas das poucas vezes que teve alguma posse de bola no meio campo do CRAV conseguiu cavar duas penalidades, que castigavam alguma falta de disciplina no jogo no chão por parte dos arcuenses. O CRAV respondeu empatando o jogo através também de duas penalidades”, atesta o treinador Miguel Correia. Porém, “quando parecia ter o jogo na mão o CRAV deixou que o Montemor marcasse um ensaio, pois aproveitou uma desatenção da 3ª linha arcuense no seguimento de uma formação ordenada para marcar, tendo ido para intervalo a perder 6-11”, relata o técnico do CRAV.

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Na segunda parte, o CRAV entrou mais forte e foi capaz de materializar em pontos o seu domínio sobre o adversário. Os arcuenses conseguiram corrigir alguns erros, fruto de opções menos conseguidas no aproveitamento das suas bolas, marcando três ensaios que a 10 minutos do fim do jogo punham o resultado em 27-11, sentenciando esta final. Até ao final do jogo, os jogadores arcuenses foram gerindo a sua vantagem, nunca pondo em causa a sua vitória. Segundo Miguel Correia, “nos últimos minutos, o Montemor num assomo de garra, que muito o dignifica, lutou para deixar uma melhor imagem da equipa, aproveitando a inferioridade numérica no CRAV, graças a dois cartões amarelos nos minutos finais, assim como a lesão do seu capitão”.

Assim, o CRAV conseguiu manter o seu lugar no ranking dos 10 melhores clubes do Rugby Nacional e continuar a jogar na Divisão de Honra na próxima época.

No próximo sábado, dia 7 de Junho, o CRAV desloca-se a Coimbra para participar na 1ª etapa do circuito nacional de sevens. 

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PESCADORES DE VILA PRAIA DE ÂNCORA RELEMBRAM A EXISTÊNCIA DE PROBLEMAS A RESOLVER NO PORTINHO

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Em comunicado dirigido ao Blogue do Minho, a Direção da Associação Pescadores Profissionais e Desportivos de Vila Praia de Âncora dá a conhecer o início da obra da reparação das estruturas flutuantes de apoio à Náutica de Recreio, naquela localidade, congratulando-se com a reparação, porém não deixando de “relembrar a necessidade emergente da resolução dos outros pontos "negros" do portinho de Vila Praia de Âncora”

CASAS REGIONAIS FAZEM FESTA EM LISBOA

Casas dos concelhos de Arcos de Valdevez, Valença, Ponte de Lima, Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira participaram no evento

Cerca de duas dezenas de casas regionais e outras coletividades de desporto, cultura e recreio juntaram-se este fim-de-semana na Alameda D. Afonso Henriques para festejar o Dia Nacional das Coletividades. Tendo como cenário a monumental fonte luminosa, diversos grupos folclóricos representativos das mais diversas regiões do país desfilaram pelo palco ali instalado, dando a conhecer aos lisboetas as tradições das suas terras de origem.

Num dos passeios laterais da Alameda D. Afonso Henriques perfilam-se os pavilhões das diversas coletividades e casas regionais, pontificando entre outros os concelhos de Arganil, Tomar, Alvaiázere, Tábua, Covilhã, Arcos de Valdevez, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Castro d’Aire e Ponte de Lima. Nas imagens, registamos a atuação do Rancho Folclórico Dançar é Viver, um agrupamento folclórico minhoto sediado na Amadora.

O evento, denominado “Festa das Coletividades e casas Regionais em Lisboa”, foi organizado pela Federação das Coletividades do Distrito de Lisboa, a Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e a Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa e contou com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das juntas de freguesia do Areeiro, Arroios e Penha de França.

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MINHOTOS EM LOURES INTERNACIONALIZAM ENCONTRO DE CULTURAS

Mais de um milhar de pessoas afluiu ontem ao Parque da Cidade, em Loures, para assistir e participar num grandioso festival de folclore organizado pelo Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares “Verde Minho”, um agrupamento constituído por minhotos e sediado naquele concelho dos arredores de Lisboa. Trata-se do “Encontro de Culturas” que já regista mais de vinte edições e este ano teve a particularidade de contar com a participação doGrupo de Danças e Cantares de Aldava, proveniente de Cáceres, na Comunidade Autónoma da Extremadura de Espanha, o que pela primeira vez confere ao evento um caráter internacional.

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Além do grupo organizador e do referido agrupamento oriundo da Extremadura espanhola, o evento contou ainda com a participação do Grupo de Bombos Os Zés Pereiras Amarantinos, Escola de Concertina “Filipe Oliveira” e a Concertina de “Daniel Sousa”, o Rancho Etnográfico de São Miguel de Entre Ambos-os-Rios, Grupo Etnofolclórico Renascer de Areosa e do Grupo de Folclore Terras da Nóbrega. A apresentação esteve a cargo do Eng. José Brito.

Tendo como cenário a réplica das ruínas de São Paulo, e que constituiu a fachada do Pavilhão de Macau na Expo’98, a festa incluiu a exposição e venda de artesanato e iguarias da gastronomia tradicional em espaços apropriados para o efeito e culminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício, tendo sido visitado pelo Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr. Bernardino Soares e outros autarcas daquele concelho.

O Grupo Folclórico e Etnográfico “Verde Minho” encontra-se sediado na localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, e é uma associação cultural constituída por minhotos e amigos que vivem na região de Lisboa que procuram manter as suas raízes culturais e as tradições da sua região de origem. Loures, terra de tradições saloias, reviveu uma vez mais a alegria e a exuberância de um arraial à moda do Minho, montado pelas gentes minhotas que ali vivem e trabalham.

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