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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MINHOTOS DANÇAM NA REPÚBLICA DA ÁFRICA DO SUL

A República da África do Sul é porventura o país não lusófono que acolhe o maior número de portugueses no continente africano. Constituída sobretudo por emigrantes minhotos e madeirenses, muitos dos quais anteriormente residentes nos antigos territórios ultramarinos de Angola e Moçambique, a comunidade portuguesa naquele país calcula-se em cerca de um milhão de pessoas e encontra-se radicada sobretudo em Joanesburgo, grandiosa cidade com mais de cinco milhões de habitantes.

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Os portugueses que ali vivem são gente laboriosa e pacífica que, à semelhança do feito realizado há mais de cinco séculos pelo navegador Bartolomeu Dias, também procura dobrar o Cabo das Tormentas e fazer dele o Cabo da Boa Esperança.

Como não podia deixar de suceder, o associativismo constitui um meio dos nossos compatriotas estreitarem os laços entre si e preservarem a sua identidade cultural, conservarem as suas raízes e fomentar o espírito de entreajuda. A par das Misericórdias e dos forcados, as chamadas coletividades de cultura e recreio representam uma marca do caráter português e uma das criações genuínas do nosso povo.

Entre as associações portuguesas estabelecidas na África do Sul conta-se o Rancho Folclórico “Terras do Norte”, constituído em Marlvern, na cidade de Joanesburgo, em 15 de fevereiro de 1985. Através da música, das danças e dos trajes tradicionais que exibem, este grupo procura representar os usos e costumes da região do Minho e, sobretudo, manter vivas as tradições da nossa região naquelas longínquas paragens do continente africano.

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ARCOS DE VALDEVEZ ASSINALA O 25 DE ABRIL

26 de Abril a 1 de Junho

"25 DE ABRIL 40 ANOS – CANÇÕES DA LIBERDADE"

Museu da Imprensa da Porto

Foyer do Auditório da Casa das Artes

Trata-se de uma mostra inédita que junta mais de cem discos em vinil de 33 e 45 rotações, editados no antes e durante o período revolucionário do “pós 25 de Abril” de 1974, e cujas capas evidenciam diferentes qualidades gráficas ao nível do arranjo e da diversidade de meios de impressão. Inclui alguns dos mais importantes cantores nacionais como José Afonso, Fausto, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Sérgio Godinho, entre outros. São apresentados processos movidos contra músicas e letras de canções ou fados de artistas diversos e ainda cartazes de alguns espetáculos. Da mostra faz parte uma aplicação multimédia onde se podem escutar as canções principais deste período.

PRIMEIRA GRANDE GUERRA: NATURAIS DO CONCELHO DE CAMINHA FALECIDOS EM FRANÇA

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Manuel Gonçalves Cerqueira, soldado do Regimento de Infantaria n.º 5; nascido a 24 de Dezembro de 1894 na freguesia de São Paio de Moledo, filho de António Cerqueira e de Rosa da Conceição Lagar; embarcou para França integrado no Corpo Expedicionário Português a 25 de Julho de 1917; falecido em combate a 4 de Fevereiro de 1918.

Tomás Francisco Alves Escusa, primeiro-cabo do 5.º Grupo de Metralhadoras de Infantaria; nascido a 14 de Novembro de 1894 na freguesia de Nossa Senhora da Encarnação de Vilarelho, filho de Tomás Alves Escusa e de Francisca Rosa Lourenço Ribas; embarcou para França integrado no CEP a 25 de Julho de 1917; falecido em combate a 1 de Março de 1918.

Francisco António da Cruz Ribeiro, soldado do Regimento de Infantaria n.º 3, de Viana do Castelo; nascido a 8 de Junho de 1894 na freguesia de Santa Maria de Riba de Âncora, filho de Alexandre da Cruz Ribeiro e de Gertrudes Afonso; embarcou para França integrado no CEP a 15 de Abril de 1917; falecido em combate na Batalha de La Lys a 9 de Abril de 1918.

João Alves da Devesa, soldado do Regimento de Infantaria n.º 3, de Viana do Castelo; nascido a 1 de Abril de 1892 no lugar de Santo, freguesia de Santa Marinha de Gontinhães, hoje denominada Vila Praia de Âncora, filho de António Alves da Devesa e de Francisca Ferreira; embarcou para França integrado no CEP a 15 de Abril de 1917; falecido em combate na Batalha de La Lys a 9 de Abril de 1918.

António Lourenço Dantas Ribas, segundo-sargento do Regimento de Infantaria n.º 3, de Viana do Castelo; nascido a 9 de Dezembro de 1894 na Penacova, lugar da freguesia de Nossa Senhora da Encarnação de Vilarelho, filho de Manuel Lourenço Ribas e de Domingas Dantas; embarcou para França integrado no CEP a 22 de Abril de 1917; falecido em combate a 25 de Abril de 1918, era primo do primeiro-cabo Tomás Francisco Alves Escusa, também falecido em França.

Manuel José Crisóstomo, soldado do Regimento de Infantaria n.º 3, de Viana do Castelo; nascido a 18 de Agosto de 1892 na freguesia de Santa Marinha de Argela, filho de João Crisóstomo e de Libânia de Jesus; embarcou para França integrado no CEP a 15 de Abril de 1917; falecido em combate a 8 de Setembro de 1918.

José Pires Moreira“o Zé Plácido”, soldado do Regimento de Infantaria n.º 3, de Viana do Castelo; nascido a 1 de Janeiro de 1894 na freguesia de Santa Maria de Âncora, filho de Plácido Pires Moreira e de Cristina Afonso da Ponte; embarcou para França integrado no CEP a 15 de Abril de 1917; falecido em 20 de Dezembro de 1918.

Fonte: Jofre de Lima Monteiro Alves / http://escavar-em-ruinas.blogs.sapo.pt/

EM 1929, REALIZOU-SE EM VIANA DO CASTELO O 3º CONGRESSO EUCARÍSTICO

As imagens registam o 3º Congresso Eucarístico que se realizou em Viana do Castelo e foram publicadas no jornal “O Notícias Ilustrado”, nº 56, de 7 de julho de 1929. Entre outros aspetos, registam o momento da bênção após a procissão eucarística, as crianças do Colégio de S. Domingos que realizaram a comunhão e os congressistas comprando lembranças às vendedeiras de Viana do Castelo.

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