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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TERRAS DE BOURO ORGANIZA COLÓNIA DE FÉRIAS PARA IDOSOS

Colónia de férias para idosos de Terras de Bouro decorre na Apúlia de 26 de maio a 4 de junho e de 15 a 24 de setembro.

O Município de Terras de Bouro, tendo por objetivo proporcionar atividades lúdicas e de convívio para os idosos do concelho, está a organizar a edição 2014 da colónia de férias para pessoas reformadas com mais de 60 anos de idade.

Este ano, a primeira fase decorrerá, entre os dias 26 de maio e 4 de junho, no Centro Comunitário de Desenvolvimento Social de Braga/Colónia de Férias da Apúlia, estando a segunda fase agendada para 15 a 24 de setembro.

Colónia de Férias

VIZELA APRESENTA LIVRO DE HÉLDER MAGALHÃES

Apresentação do livro “O meu Quitério”, do escritor vizelense Hélder Magalhães

A Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes apresenta o livro “O meu Quitério”, do escritor vizelense Hélder Magalhães, que se realiza no próximo dia 10 de abril, quinta-feira, pelas 21h00.

A apresentação estará a cargo da Dra. Conceição Lima e contará com intervenções de Rotary Kids Vizela.

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HISTÓRIA DE FAFE APRESENTADA NA CAPITAL DA EUROPA

No passado dia 29 de Março, o historiador Daniel Bastos, conjuntamente com o fotógrafo José Pedro Fernandes e o tradutor Paulo Teixeira, apresentaram na Livraria Orfeu em Bruxelas, o livro Fafe – História, Memória e Património.

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A sessão, que juntou a comunidade emigrante na Bélgica, em particular a fafense, e encheu por completo esta livraria que se assume como um ponto de encontro para a cultura portuguesa, envolvida na ambiência da capital da Europa onde a paixão pela leitura se alia a outras formas de sentir, contou com a presença do Economista da Comissão Europeia, Francisco Barros Castro.

Natural do concelho minhoto, Francisco Barros Castro que assegurou que Fafe é um local cheio de cultura e tradições, afirmou que esta obra que transmite uma imagem global e fundamentada da evolução do território concelhio das origens à atualidade através de um enquadramento histórico assente numa centena de fotografias originais a preto e branco, reveste-se de um importante valor histórico e sentimental.

Antes, Joaquim Pinto da Silva, gerente da Livraria Orfeu em Bruxelas, que enalteceu os autores e o papel dinâmico da comunidade portuguesa na Bélgica, não escondeu o seu contentamento pela presença de tantos emigrantes fafenses num espaço cultural de passagem e de comunhão dos valores da Lusofonia.

Ao longo da sessão, os autores da obra, confluíram nos agradecimentos a Joaquim Pinto da Silva, proprietário da prestigiada Livraria Orfeu, assim como ao conterrâneo economista da Comissão Europeia, Francisco Barros Castro, pela oportunidade de apresentarem o livro junto da comunidade emigrante na capital da Europa.

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Acrescentado que esta obra trilingue (Português, Francês e Inglês), assume-se como “um livro de afetos que pretende reaproximar a comunidade emigrante fafense às origens, afirmando o concelho no panorama nacional e europeu através daqueles que no estrangeiro têm contribuído de forma decisiva para o desenvolvimento de Fafe”.

Paralelamente à sessão de autógrafos decorreu uma prova de vinhos Tapada dos Monges Loureiro, produzido pelos Vinhos Norte, uma empresa de Fafe vocacionada para a produção de Vinhos Verdes que procura aliar a tradição de fazer vinho com a inovação no sector. A degustação, que foi promovida pelo importador dos Vinhos Norte na Bélgica, Daniel Vieira, contou com a presença de proprietários de restaurantes portugueses em Bruxelas abrindo-se assim perspetivas de oportunidades de negócio e fortalecimento da presença deste vinho verde local no mercado belga.

Após esta apresentação junto da comunidade emigrante em Bruxelas, o livro Fafe – História, Memória e Património, que já na semana passada tinha sido dado a conhecer no Consulado de Portugal em Paris, será apresentado durantes os meses de Abril e Maio na FNAC do Porto (Santa Catarina) e Lisboa (Chiado).

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ESPOSENDE AMBIENTE PARTILHA PROJETOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL E INOVAÇÃO SOCIAL

A empresa municipal Esposende Ambiente foi convidada a partilhar os seus projetos de Responsabilidade Social e Inovação Social no evento "Responsabilidade Social Empresarial de Sucesso", promovido pelo GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial, em parceria com a Fundação Manuel António da Mota.

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O evento, que decorreu no Porto, teve como objetivo dar a conhecer a atividade de Responsabilidade Social das empresas portuguesas, promovendo a aproximação dos cidadãos às práticas de Responsabilidade Social Empresarial.

Membro do GRACE desde 2013, a Esposende Ambiente foi convidada a partilhar a sua experiência na “Mostra de Boas Práticas de Responsabilidade Social Empresarial”, dado que, no ano passado, a empresa viu reconhecido o seu trabalho neste contexto com a certificação do seu Sistema de Responsabilidade Social segundo a norma SA 8000:2008.

Subscritora do Pacto Global das Nações Unidas, a Esposende Ambiente ambiciona continuar a promover a inovação social no seio da empresa, implementando progressivamente um conjunto de ações que visam a promoção de um bom clima organizacional interno, o bem-estar e motivação dos colaboradores e a qualidade de vida dos mesmos, cujos resultados se refletem naturalmente na prestação de um melhor serviço a toda a população.

QUIM BARREIROS: O MALHÃO NÃO É REACCIONÁRIO!

No período revolucionário que se seguiu ao 25 de abril de 1974, Quim Barreiros chegou a colaborar com o cantor José Afonso no álbum “Com as minhas tamanquinhas”. Ambos gravavam para a etiqueta Orfeu e utilizavam os mesmos estúdios. Porém, a colaboração entre os dois artistas não foi mais longe uma vez que eram evidentes as suas divergências políticas. À época, o cantor Quim Barreiros gravou o disco “O Malhão não é reacionário” que era bastante ouvido sobretudo em todas as feiras que se realizavam no norte do país. Mais para o sul, a música era outra…

FAFE APRESENTOU AS SUAS RECLAMAÇÕES ÀS CORTES GERAES E EXTRAORDINARIAS DA NAÇÃO PORTUGUEZA

Na sessão de 2 de abril de 1821 das Cortes Geraes e Extraordinarias da Nação Portugueza, foi pelo “Secretário Felgueiras” lida diversa correspondência, nomeadamente “cartas de felicitação, e prestação de homenagem às Cortes”, entre as quais destacamos a carta enviada pelos representantes do concelho de Monte Longo, designação pela qual era então identificado o concelho de Fafe, transmitindo as suas preocupações.

SEXTA.

Illmos. e Exmos. Senhores. - A Camera, Nobreza, e Povo de Monte Longo bem persuadidos da feliz epocha, em que vivem, e do direito que tem a pedirem o melhoramento da sua sorte: tem a honra de porem na presença de tão illustre como sabia Assemblea a urgente necessidade que ha ou de providencias dadas ácerca do consumo das suas vitellas, ou de num final termo aos incalculaveis gados que da Galliza entrão neste Reyno: sim Illmos. e Exmos. Senhores, compõe-se este concelho e suas visinhanças de apeitadas fazendas, e pobres lavradores, que não podem apascentar mais do que 3, 4, e o muito 6 vacas: supponhamos que destas nascem, ao misero lavrador outras tantas vitellas; não as póde este vender para os açougues pela observação em que está, e deve estar a prohibição ha pouco tempo publicada, tambem as não póde criar sem que lhe falte os meios de subsistencia ao gado do trabalho, ou ao mesmo lavrador, deixando de fabricar aquellas terras de que percisa para asna, e da família: Não póde finalmente vendellas a criadores porque os ião ha, pois só o lavrador he quem tem meios para similitantes criações e os destas tetras, e quasi toda a Provincia pelas rasões já dadas o não poderá fazer: Logo avista de tudo isto seguem-se aos lavradores, desta ordem gravissimos damnos, e até falta de meios para poderem viver, pois que ninguem ignora que das criações satisfaz o lavrador a maior parte das suas necessidades. Seja-nos pois licito combinar a observação da Ley com os interesses da Patria, e do particular: He huma verdade de simples inspecção (com magoa o digo á Nação inteira) que o gado Gallego, que nesta Provincia entra equivale ao nosso; logo se este absolutamente se prohibir com as mais serias providencias, temos as nossas criações a supprir as vezes deste, e os Gallegos privá-los de avultadas sommas de nossos cabedaes, acarretados por alguns contrabandistas ao Reyno: Não seria finalmente difficultoso calcular com exactidão os milhões que só desta Provincia entrão na Galliza, fazendo numa fiel enumeração das muitas feiras que ha, e do gado estrangeiro que a enche, senão recusassemos o ser fastidiosas, e tomar o precioso tempo, diremos tão sómente que nesta feira de Fafe, que se faz duas vexes cada mez, entrão em cada huma del-as cento e tantos pares de bois Gallegos, que não podem custar cada hum menos de 10 a 11 moedas.

Dignem-se VV. EE. ouvir os gritos da Nação, gemendo de fome a observar os Estrangeiros folgados de fartos, e continuar-nos a felicidade que já principiemos a gozar em nome do nosso amado Soberano. - O Juiz Ordinario do Concelho de Monte Longo, José Antonio de Freitas - O Vereador mais velho - O Vereador, Francisco da Cunha e Costa - O Procurador do Conselho, Francisco José de Castro Teixeira.

MUSEU DE ARTE POPULAR: AO POVO PORTUGUÊS ATÉ A ALMA LHE ROUBAM!

A coleção que pertencia ao Museu de Arte Popular foi há alguns anos transferida para o Museu Nacional de Etnologia e não está previsto o seu regresso à origem. O acerco era constituído por cerca de 15 mil peças da mais variada natureza, representando atividades artesanais do povo português, desde objetos de cerâmica a utensílios de trabalho, alfaias agrícolas, carroças, brinquedos e cestaria.

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Questionado no ano passado, no parlamento, pelos deputados da Comissão de Educação, Ciência e Cultura sobre a situação do Museu de Arte Popular, o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier afirmou na ocasião que “o destino do museu não será um projeto museológico”, adiantando que o governo “está aberto a propostas dos agentes culturais para criar um projeto”.

Tendo o Museu de Arte Popular sido propositadamente concebido para espaço museológico, na sequência da adaptação de antigos Pavilhões da Vida Popular, integrados no conjunto construído para a Exposição do Mundo Português de 1940, complementado com a realização do Mercado da Primavera, parece-nos que esta seria a função mais adequada a ser atribuída àquele espaço cultural. Tanto mais que é reconhecido “o valor estético e material intrínseco, o génio dos respectivos criadores, o interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, a sua concepção arquitectónica, urbanística e paisagista, e o que nele se reflecte do ponto de vista da memória colectiva”, razão pela qual foi pela Secretaria de Estado da Cultura, através da portaria n.º 263/2012, classificado como monumento de interesse público. Por conseguinte, seria natural a sua reabilitação, incluindo o regresso da sua coleção para usufruto cultural dos seus visitantes.

Porém, não se encontrando nos propósitos dos governantes a sua manutenção como museu, resta-nos aguardar pacientemente para saber qual a ideia bizarra que o governo tem destinada para o espaço do Museu de Arte Popular, dele não se esperando grande coisa sabendo-se de antemão que não será mais um projeto museológico como afirmou o governante e sendo sobejamente conhecida a aversão que o governo nutre pela cultura.

Tratando-se de um museu que mostrava as vivências do povo português, a sua identidade, os seus usos e costumes, não admira o abandono a que sempre foi votado pelos sucessivos governos, tendo inclusive estado prevista a sua demolição. É que, ao povo português, até a alma lhe roubam!

Carlos Gomes

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CASA DOS CRIVOS EM BRAGA NOS FINAIS DO SÉCULO XIX

A imagem data algures entre 1870 e 1915 e mostra a fachada da Casa dos Crivos, na freguesia de São João do Souto, em Braga, considerado exemplar único do tipo de casas peculiares da cidade do séc. XVI. As portas e janelas estão cobertas por gelosias, que representam a tradição monástica da cidade. Classificada desde 1971 como Imóvel de Interesse Público, o ambiente religioso vivido sobretudo a partir do século XVII fez cobrir as janelas de gelosias. A fotografia pertence ao Centro Português de Fotografia.

A imagem data algures entre 1870 e 1915 e mostra a fachada da Casa dos Crivos, na freguesia de São João do Souto, em Braga, considerado exemplar único do tipo de casas peculiares da cidade do séc. XVI. As portas e janelas estão cobertas por gelosias, que representam a tradição monástica da cidade. Classificada desde 1971 como Imóvel de Interesse Público, o ambiente religioso vivido sobretudo a partir do século XVII fez cobrir as janelas de gelosias. A fotografia pertence ao Centro Português de Fotografia.

VIANA DO CASTELO ASSINALA 500 ANOS DO NASCIMENTO DO BEATO BARTOLOMEU DOS MÁRTIRES

A Câmara Municipal e a Diocese de Viana do Castelo vão comemorar o 500º Aniversário do nascimento do Beato Bartolomeu dos Mártires (1514-2014) entre 3 de Maio de 2014 a 18 Julho 2015. O objetivo principal é divulgar a sua vida e obra; promover a devoção e promover a causa da canonização e consequente declaração de Doutor da Igreja.

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Programa:

3 Maio 17h Concerto de Música Sacra.

4 Maio 16h - Sessão Solene de Abertura (Auditório do Instituto Politécnico de Viana do Castelo).

Conferência – Prof. Doutor José Marques.

Lançamento dos Selos comemorativos.

18h - Celebração Eucarística na Igreja de S. Domingos e Procissão com as relíquias para a Sé.

Início da visita das relíquias do Beato Bartolomeu a todas as paróquias da diocese.

7 Maio Celebra-se a memória da Carta dirigida por Frei Luís de Sousa à Câmara da Vila de Viana por ocasião da entrega do livro sobre a «Vida de D. Frei Bertolameu dos Mártires».

17h00 - Exposição: Vida, Obra e Relíquias do Beato Bartolomeu dos Mártires (Convento de S. Domingos)

8 Maio Dia Nacional – Academia das Ciências.

9 Maio Teatro da Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço (Teatro Municipal Sá de Miranda).

24 Maio Viana Jovem – Peddy Paper – os jovens na senda do Beato Bartolomeu dos Mártires (Pastoral Juvenil).

10-15 Junho Feira Medieval – Claustro de S. Domingos (dinamização do espaço pela paróquia de Monserrate).

Encenação a cargo do Centro Dramático de Viana.

29 Junho Peregrinação ao Sagrado Coração de Jesus com a presença das relíquias.

10 Julho Início da Novena do Beato Bartolomeu dos Mártires.

Participação de várias paróquias e grupos corais na novena.

16 Julho 17h - (data da morte de Beato Bartolomeu) – Exposição.

21h30 - Concerto pela Academia de Música e Escola Profissional de Música de Viana do Castelo.

18 Julho 10h – Assembleia do Clero, Auditório Vitae, Braga.

17h - Celebração Eucarística em S. Domingos.

21h30 – Quadras Bartolomeanas, nos Claustros de S. Domingos, pelo Centro Dramático de Viana e população de Monserrate.

19 Julho Feira do Livro: divulgação das Comemorações.

2 Agosto Edição de publicações dispersas relevantes.

23 Agosto Cortejo histórico e etnográfico.

29 Agosto Reunião da Associação Vianense incidindo sobre as comemorações.

20 Set. Abertura do Ano Pastoral e início do Projecto Pastoral Diocesano para 3 anos tendo como referência a figura do Beato Bartolomeu dos Mártires.

24 Set. Apresentação do Plano de Actividades bartolomeanas do Agrupamento das Escolas de Sta Maria Marior, no qual se inclui a EB2/3 Frei Bartolomeu dos Mártires.

3 e 4 Nov. Jornadas de Formação do Clero.

7 e 8 Nov. Jornadas Bartolomeanas, na Semana Diocesana.

Dez. 2014 Cadernos Vianenses, edição temática.

Maio 2015 Edição Fac-similada e crítica da 1º edição impressa em 1619 da biografia de Frei Bartolomeu dos Mártires por Frei Luís de Sousa.

18 Julho 2015 Celebração Eucarística – Festa do Beato Bartolomeu dos Mártires

FOTÓGRAFO GEORGES DUSSAUD FOTOGRAFOU EM 1985 A FAINA DO SARGAÇO NA APÚLIA, EM ESPOSENDE

A foto data de 1985 e fez parte da exposição retrospetiva do trabalho do fotógrafo Georges Dussaud, autor de “Crónicas portuguesas”, apresentada no edifício da ex-Cadeia e Tribunal da Relação do Porto em 2007, pertencendo atualmente ao centro Português de Fotografia.

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Conforme descreve esta entidade, “Georges Dussaud nasceu em Brou, na região da Bretanha, no ano de 1934. Embora de nacionalidade francesa, as viagens e as imagens que daí regista fazem dele um cidadão do mundo.

É notório o seu fascínio pelas cenas do quotidiano. Não se deixa envolver pelas temáticas comuns que outros já captaram. Dussaud gosta do imprevisto, da simplicidade e espontaneidade das coisas do dia-a-dia, seja de que povo for. Tenham sido as reportagens efectuadas na Grécia, na Irlanda, na Índia, em Cuba, em França ou Portugal, o factor humano está sempre presente. Casou com Christine Dussaud, sua incansável companheira de viagens e testemunha ocular de tantos instantes de tempo aprisionados pela sua objectiva. Talvez por isso tenha feito tanto sentido que fosse ela a autora do prefácio de Crónicas Portuguesas. O livro é dedicado aos três filhos do casal, Alexandre, Eric e Tristan, também eles “companheiros de viagem pelos caminhos de Portugal”. O facto de se ter tornado membro da agência parisiense Rapho, em 1986, coloca o seu nome a par de mestres da fotografia como Robert Doisneau, Willy Ronis ou Sabine Weiss.

As deslocações frequentes a Portugal resultam também na presença regular em iniciativas como os Encontros de Fotografia de Coimbra e Encontros da Imagem de Braga.

As instituições nacionais não têm sido indiferentes ao seu trabalho e a prova disso é que ele está representado, não só na Colecção Nacional de Fotografia do CPF, mas também no Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa e no Museu da Imagem de Braga.

No ano de 1997 já as editoras Marval e Assírio & Alvim se haviam associado para publicar Portugal Terra Fria, o “antecessor” de Crónicas Portuguesas. Por ocasião da sua mais recente viagem a Portugal, em 2007/2008 o autor concebeu um portfolio inédito de fotografias, captadas exclusivamente na cidade do Porto, e que deram origem à exposição “Invisões” apresentada no Centro Português de Fotografia em 2009.