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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CAMINHA: CANDIDATO FLAMIANO MARTINS APOSTA NO SETOR PRIMÁRIO

Vile foi a primeira freguesia a acolher as apresentações a ser realizadas no concelho

Flamiano Martins aproveitou a apresentação em Vile para falar do setor primário, como eixo prioritário de ação. No decorrer da apresentação decorrida hoje, dia 1, na Junta de Freguesia de Vile, o candidato à Presidência da Câmara de Caminha começou a dar a conhecer o seu programa eleitoral e as suas propostas para o concelho.

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“É um programa abrangente, vocacionado para o futuro, que contempla as principais áreas de atuação do Município, para criar melhores condições de vida à população e de forma a servir as pessoas”, afirmou o candidato à Presidência da Câmara de Caminha.

Flamiano Martins deu ênfase à necessidade de investir no setor primário, mais concretamente na agricultura e na pesca e explicou de que forma pretende fazê-lo. Trata-se de um trabalho que já tem iniciado, mas que pretende aprofundar, inclusive através do apoio técnico a projetos inovadores que tenham como base os produtos endógenos do concelho. Neste sentido, o candidato social-democrata citou, inclusive, uma empresa sedeada ali perto, que está precisamente a desenvolver-se neste sentido e que pode ser um bom exemplo para investidores futuros.

 José Lima, candidato a Presidente da Junta de freguesia de Vile, apresentou a sua lista, revelando a experiência, a formação e o conhecimento da freguesia de cada um dos membros. “São pessoas com provas dadas ao longo do tempo e não de aparições de 4 em 4 anos. Estamos aqui para servir Vile e não para nos servir de Vile. Foi esta equipa que elaborou o manifesto, que não possui propostas megalómanas, mas sim ideias reais, que nos propomos a levar a efeito”, realçou José Lima.

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Júlia Paula Costa, candidata a Presidente da Assembleia Municipal, realçou que a escolha de José Lima foi feita pelos membros da sua lista, em diálogo, o que revela um verdadeiro exercício de democracia e de liberdade. A propósito do candidato à Câmara Municipal, Júlia Paula Costa reforçou: “estou inequivocamente com o Flamiano”.

Júlia Paula Costa e Flamiano Martins enalteceram também todo o trabalho desenvolvido com empenho e humildade por Plácido Coelho, que esteve ao serviço da Junta de Freguesia de Vile nos últimos 12 anos, como Presidente de Junta. Plácido Coelho faz agora parte da lista de José Lima.

A próxima apresentação será em Vilar de Mouros, mais concretamente no edifício sede do Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense (CIRV), no dia 6, às 19h. Será apresentada a lista de Sónia Fernandes, candidata pelo PSD à Junta de Freguesia de Vilar de Mouros.

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VITORINO CANTA NAS FEIRAS NOVAS DE PONTE DE LIMA À MODA DO ALENTEJO!

A Romaria de Noite e de Dia - De 4 a 9 de Setembro

Os primeiros sons das tradicionais festas do concelho de Ponte de Lima, são entoados pelo popular cantor Vitorino que canta as Feiras Novas, dia 4 de setembro, às 21h30, no Largo de Camões. A atuação conta com a participação do Grupo Recria Som, seguindo-se o tradicional Encontro Concelhio de Concertinas, esperando-se uma grande afluência de tocadores de concertina.

As tradicionais Feiras Novas elevam a cultura através do folclore, das tocatas de concertina, dos concertos de bandas de música, dos concursos pecuários e dos eloquentes cortejos que de ano para ano atraem milhares de forasteiros.

Quinta-feira, dia 5, denominada a Noite da Terra, conta com atuação da Banda de Estorãos e da Banda Musical de Aboim da Nóbrega, no Largo de Camões.

A sexta-feira, dia 6 é a Noite da Música, a partir das 20h30, no Jardim do Paço do Marquês ecoam os sons da Guitarra Portuguesa, com o Grupo Fado ao Centro – são os fados de Coimbra que vibram no Jardim do Paço do Marquês.

Na Expolima, a partir das 21h00 arranca a Taça dos Campeões de Horseball – Feiras Novas, com a participação da Itália, Espanha, França e Portugal.

Ao Largo de Camões regressa a música filarmónica com as Bandas de Música de Moreira do Lima e de Rio Mau, pela noite dentro. Na madrugada de sábado o grupo Nem Fá Nem Fum vai encher o Largo de Camões de imensa alegria com os sons do mundo.

Mas para além do som das Bandas de Música, do ribombar dos Bombos dos Grupos de Zés Pereiras e das Concertinas, que se farão ouvir ao longo de todas as festividades, inúmeras ações compõem estas tradicionais festas do Concelho Limiano.

O amanhecer de sábado regista mais um dos grandes momentos das Feiras Novas, o tradicional Concurso Pecuário e o ribombar dos Zés Pereiras e Gaiteiros com a concentração ao meio-dia no Largo de Camões.

Os usos e costumes do povo limiano têm o seu expoente máximo no Cortejo Etnográfico, que percorre as principais ruas e avenidas da Vila, a partir das 16h00. É uma demonstração única de cada freguesia do concelho.

Na Expolima decorre, ao longo da tarde a Corrida de Garranos e às 21h00 a final da Taça dos Campeões de Horseball – Feiras Novas.

A noite de sábado – Noite das Rusgas vive-se ao som da Concertinas e do Folclore.

CORETOS DA MÚSICA SÃO TEMPLOS A APOLO

Deverá ascender a mais de um milhar a quantidade de coretos espalhados pelas mais diversas cidades, vilas e aldeias do nosso país. Durante muitas décadas, eles constituíram um dos principais locais de atração popular nas praças e jardins públicos, juntando à sua volta o público em tardes amenas de domingo para ouvir e apreciar a atuação das bandas de música.

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Coreto no Bom Jesus, em Braga

Com o aparecimento das bandas filarmónicas, sentiu-se a necessidade de se erguer em local público um palanque propositadamente destinado à sua atuação a fim de levarem ao povo o seu reportório, executando magistrais peças musicais e, desse modo, sensibilizando-o para a cultura musical.

O termo coreto provém do grego “khoros”, vertido para o latim “choru” e que significa uma espécie de coro, edificado ao ar livre, propositadamente construído para a realização de concertos musicais. Quais templos dedicados a Apolo, deus romano das artes e da poesia, muitos dos coretos existentes em Portugal constituem autênticas obras de arte que merecem ser preservadas e de novo servir de palco para a atuação das bandas filarmónicas, constituindo aliás essa a razão da sua existência.

Fotos: http://reanimar-coretos-portugal.blogspot.pt/

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Coreto em Barcelos

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Coreto em Guilhadeses, Arcos de Valdevez

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Coreto em Cossourado, Paredes de Coura

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Coreto em Ponte de Lima

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Coreto em Fafe

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Coreto em Fão, Esposende

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Coreto em Caldas das Taipas, Guimarães

BANDAS DE MÚSICA NA TRADIÇÃO DO POVO EM VIANA DO CASTELO

Viana do Castelo já teve 6 bandas de música: a do Regimento de Infantaria 3, Municipal, Bombeiros Voluntários, Orfanato Oficina de S. José, Padre Manuel Lopes (Associação Nun´Alvares) e Centro de Cultura Juvenil da Câmara Municipal de Viana do Castelo, a que deu origem à Orquestra Ligeira da Fundação Maestro José Pedro.

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A imagem mostra a Banda do orfanato na sua inauguração em 30 de junho de 1926, tendo como um dos alunos aquele que veio a ser o Maestro José Pedro

Sabemos que a banda do Regimento de Infantaria 3, dirigida pelo capitão Artur Ribeiro Dantas, nos anos trinta, marcou uma época memorável de concertos no jardim público, conhecidos por “Música no Jardim”.

Concertos continuados pela Banda do Orfanato que foi fundada em 1926, pelo 1º Sargento músico da Infantaria 3, José Lourenço da Cunha.

A banda de música do Orfanato atingiu o seu auge nos anos de 1949 a 1955 tendo sido considerada uma das melhores bandas do Norte do País, na regência de José Pedro, tendo acabado em 1964, na regência de Manuel Dias, devido à má gestão daquele estabelecimento de ensino.

Na regência de José Pedro, que aos 8 anos de idade já tocava flautim na banda, não houve romaria do alto Minho em que a Banda do Orfanato não estivesse presente.

As rapsódias populares de autoria de José Pedro com que a Banda terminava os concertos, marcavam a diferença na competição entre as bandas nos arraiais, com o povo a aplaudir e a pedir repetição.

A partir de 1964 a cultura musical em Viana do Castelo foi desaparecendo. É com o regresso de José Pedro, após 20 anos em África, em 1974, que estimulado pelo desejo imenso e pela vontade enorme de revitalizar o panorama cultural artístico vianense que, em 1975, sob a égide da Câmara Municipal de Viana do Castelo, funda uma Escola de Música, tendo por objectivo fomentar a educação musical da Juventude e ser “viveiro“ de novos valores, formando músicos para uma Banda de Música da cidade.

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Banda do Centro de Cultura da Câmara Municipal de Viana do Castelo, numa atuação em Vilar de Mouros, em 30 de julho de 1982

A Banda de Música de Viana do Castelo, ou Banda de Música do Centro de Cultura Juvenil só apareceu com carácter definitivo após quatro anos de trabalho.

Foi preciso formar músicos, ensaios, adquirir instrumentos, preparar fardas, etc.

É em 30 de Agosto de 1980 que a banda constituída na maioria por jovens, com idades compreendidas entre os 9 e 19 anos, se apresentou pela primeira vez aos vianenses.

O Jardim Público Marginal, naquela noite voltou a viver momentos de beleza e arte, como as vividas na primeira metade do século passado quando, no mesmo local, se apreciavam as então bandas de música locais- Banda de Música do Regimento de Infantaria 3, banda de Música dos Bombeiros Voluntários e a Banda do Orfanato e Oficina de S. José.

No final do concerto, no meio de entusiásticas ovações os vianenses comentavam “Finalmente, Viana do Castelo, tem a sua Banda de Música”. Durante 3 anos, a Banda participou em diversos concertos sempre com êxitos assinaláveis, mas como não tinha fins comerciais e como os apoios financeiros prometidos faltaram, para grande tristeza dos vianenses, entrou num processo acelerado de extinção.

Mas a Banda de Música, convém referir, que sendo um tanto efémera a sua actividade, teve o mérito de agitar o meio cultural vianense e criar o ambiente propício para a brilhante caminhada de sucessos alcançados com os vários pólos do Centro de Cultura Juvenil, hoje Fundação Maestro José Pedro e, fundamentalmente, para o grande alfobre de músicos em que se tornou a Instituição.

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Banda de Música do Centro de Cultura da Câmara Municipal de Viana do Castelo, na sua apresentação em 10 de junho de 1981

A Banda de Música transformou-se numa Orquestra Ligeira e os objectivos da Instituição passaram a ser o “ Ensino da música para jovens e o desenvolvimento e preservação cultural dos usos e costumes do Alto Minho “.

A Orquestra Ligeira tem levado o nome de Viana do Castelo a tantos lugares de Portugal Continental e Insular, Espanha, França e Brasil, tornou-se muito justamente, num polo de referência artístico, autêntico ex-libris da Instituição.

Ao longo de 38 anos de actividade a Fundação tem sido a principal responsável pelo renascer do gosto da música nos jovens que hoje são professores, e alunos de conservatórios, excelentes executantes de orquestras, bandas de música de outros agrupamentos.

Para a vitalidade do projecto tem sido uma constante a criação de novos agrupamentos musicais: Big Band,  Dixie Band, Conjunto de Percussão ,  Banda de Gaiteiros  e outras actividades complementares , como o Teatro Musicado, Marchas Populares e Grupo de Carnaval.

Hoje podemos dizer que a semente deixada pela Banda de Música do Centro de Cultura Juvenil de Viana do Castelo continua a dar frutos e está espalhada por todas as Bandas do Distrito e não só.

Não podemos esquecer que as Bandas de Música nasceram no povo, representam a sua cultura, a sua mais bela tradição. São elas que hoje levam a música a toda a parte, à rua, ao teatro ao auditório, a toda a gente.

É importante preservar a Música do Povo, é por isso que a Fundação Maestro José Pedro seguindo a luz e o pensamento do seu fundador “ Maestro José Pedro “ continua a ensinar música com tradição.

Fundação Maestro José Pedro

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Orquestra Ligeira da Fundação Maestro José Pedro

BANDAS FILARMÓNICAS SÃO OS CONSERVATÓRIOS DE MÚSICA DO POVO!

O termo Filarmónico pelo qual que se designam centenas de bandas musicais de cariz popular espalhadas pelo país e também no seio das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo provém dos vocábulos gregos “philos”, que quer dizer, “amigo” e “harmonikos” que significa harmonia. Filarmonia é, pois, um conceito musical e filosófico que nos remete para os valores da fraternidade através da expressão musical.

O aparecimento de sociedades musicais um pouco por toda a Europa encontra-se intimamente associado aos ideais do liberalismo e da revolução francesa, pugnando pela instrução como um meio de promover a libertação e a melhoria das condições sociais de vida das classes mais desfavorecidas, tradicionalmente acorrentadas à ignorância e obscurantismo.

Entre nós, remonta ao século XIX o aparecimento das bandas filarmónicas, tal como atualmente as conhecemos. Em 28 de agosto de 1840 foi fundada em Estremoz a Sociedade Filarmónica Luzitana, a partir da extinta Banda Marcial do Batalhão de Voluntários de Estremoz da Senhora D. Maria II. Porém, de acordo com a tradição oral, terá sido em 1799 criada a Banda de Música de S. Mamede de Ribatua, no concelho de Alijó.

A sua existência confunde-se em grande medida com a história do próprio associativismo e a propaganda dos ideais republicanos, constituindo não raras as vezes a alma das sociedades de instrução e recreativo. Eram elas que animavam as tardes domingueiras nos jardins públicos com os seus concertos da mesma forma que atualmente asseguram a atuação do “cavalinho” nos desfiles das marchas populares em lisboa.

É sobretudo às bandas filarmónicas que se deve a existência de coretos nos largos e jardins públicos, graciosas peças de arquitetura popular ao gosto romântico que muitos município têm vindo zelosamente a remover em lugar de promover o gosto pela música.

Sucede que, à falta de instrução musical, continuam a ser as bandas filarmónicas os verdadeiros conservatórios de música a que a maioria dos jovens tem acesso uma vez que até as aulas de canto coral foram suprimidas do ensino oficial. São as bandas de música que, debatendo-se não raras as vezes com grandes dificuldades nomeadamente na aquisição de instrumentos musicais, asseguram a grande obra educativa que consiste na democratização do ensino da música. Graças às sociedades filarmónicas, milhares de pessoas em todo o país têm acesso à instrução musical.

Carlos Gomes

Foto: http://olhares.uol.com.br/

BANDAS FILARMÓNICAS: O QUE É O “CAVALINHO”?

Procurando reproduzir o sucesso alcançado pelas marchas populares que Lisboa leva a efeito por ocasião das festas da cidade, celebradas na noite de Santo António – apesar de ser S. Vicente o padroeiro de Lisboa! – muitas são as localidades do país que vêm nos últimos anos a organizar marchas populares que, em muitos casos, começam a obter um êxito assinalável.

Para a organização das referidas marchas concorre a participação da bandas filarmónicas através da atuação do “cavalinho” sem o qual a marcha não dispunha de melodia e ritmo que permitisse os marchantes executar as suas coreografias e entoar as respetivas letras. Mas, afinal, o que é o “cavalinho”?

De acordo com o artigo 11º do Regulamento do Concurso das Marchas Populares de Lisboa, o “Cavalinho” é “um grupo de músicos obrigatoriamente composto por oito elementos, tendo como instrumentos obrigatórios um clarinete, um saxofone alto, dois trompetes, um trombone, um bombardino, um contrabaixo ou tuba e uma caixa”.

Por conseguinte, sem o “cavalinho” ou, melhor dizendo sem as bandas filarmónicas, jamais se realizariam marchas populares no nosso país!

QUANTAS BANDAS FILARMÓNICAS EXISTEM NO MINHO?

São 53 as bandas filarmónicas que atualmente existem no Minho, compreendendo os distritos de Braga e Viana do Castelo, o que revela uma forte dinâmica associativa no domínio da instrução musical.

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A existência de um tão elevado número de bandas filarmónicas no Minho justifica plenamente a realização anual de um grandioso festival por ocasião do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas que poderá vir a realizar-se num ou em vários concelhos minhotos em simultâneo.

As bandas filarmónicas existentes na nossa região são as seguintes:

Academia de Música Valentim Moreira de Sá

Associação Banda Bombeiros Voluntários de Esposende

Associação Cultural e Desportiva da Pica

Associação Cultural e Recreativa de Dume

Associação do Grupo de Arte e Recreio de Vilar da Veiga

Associação Humanitária, Cultural e Recreativa de Braga

Associação Musical "Os Castiços de Regadas"

Associação Recreativa e Cultural Aguaviva

Banda Cabeceirense

Banda de Música de Aboím da Nóbrega

Banda de Música de Antas

Banda de Música de Belinho

Banda de Música de Riba de Ave

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso

Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa do Lanhoso

Banda de Musical de S. Miguel de Cabreiros

Banda Filarmónica de Amares

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro

Banda Marcial de Arnoso - Associação Cultural de Arte e Recreio

Banda Musical de Cabreiros

Banda Musical de Caldas das Taipas

Banda Musical de Calvos

Banda Musical de Carvalheira

Banda Musical de Oliveira

Banda Musical de Tecla

Banda Musical Vila Verde

Centro Cultural "Origens de Fradelos"

Centro Social de Cultura e Recreio da Silva

Círculo Católico de Operários de Barcelos - Banda do Galo

Escola de Música da Casa do Povo de Martim

Escola de Música da Casa do Povo Portela do Vade

Grupo Cultural e Desportivo Restauradores da Granja

Grupo Recreativo e Musical - Banda Famalicão

Sociedade Artística Musical Fafense «Banda de Golães»

Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

Sociedade Filarmónica de Vilarchão

Sociedade Filarmónica Fafense - Banda de Revelhe

Sociedade Filarmónica Vizelense

Sociedade Musical de Pevidém

Associação Musical de S. Pedro da Torre

Banda de Música da Casa do Povo de Moreira do Lima

Banda de Música de Ponte de Lima

Banda de Música Sociedade Musical de Arcos de Valdevez

Banda Escuteiros de Barroselas

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Filarmónica de Caminha

Banda Musical da Casa do Povo de Tangil

Banda Musical de Monção

Banda Musical do Centro Social Paroquial de S. Martinho da Gandra

Banda Musical Velha de Barroselas

Filarmónica de Vila Nova de Anha

Fundação Maestro José Pedro

Sociedade Musical Banda Lanhelense

CELEBRA-SE HOJE O DIA NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS

Pela primeira vez, as bandas filarmónicas portuguesas celebram o seu dia. O governo instituiu recentemente o dia 1 de setembro como Dia nacional das Bandas Filarmónicas.

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Justificando a decisão tomada em Conselho de Ministros, o governo considera as bandas filarmónicas “um capital social valioso, com substancial impacto e influência na vida da comunidade, através da agregação de valores sociais e culturais de inclusão, e da construção de identidade e coesão territorial”, reconhecendo desse modo o trabalho que as mesmas desenvolvem em prol da sociedade e da cultura.

As bandas filarmónicas são “um capital social valioso, com substancial impacto e influência na vida da comunidade, através da agregação de valores sociais e culturais de inclusão, e da construção de identidade e coesão territorial”.

FRANÇA: GRUPO FOLCLÓRICO ROSA DOS VENTOS, DE AULNAY-SOUS-BOIS, COMEMORA QUATRO DÉCADAS DE EXISTÊNCIA

O Grupo Folclórico Rosa dos Ventos, de Aulnay sous Bois, comemora hoje quarenta anos de atividade. Fundado em 1 de setembro de 1973, este grupo tem ao longo da sua existência contribuído para a preservação e divulgação das tradições, usos e costumes da nossa região, com especial incidência no folclore de Viana do Castelo, junto da comunidade portuguesa radicada na região parisiense.

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Formado por cerca de quarenta elementos trajados “à vianesa”, o Grupo Folclórico Rosa dos Ventos integra a Association Culture Portuguaise d’Aulnay-sous-Bois e tem vindo a afirmar-se como um lídimo embaixador da nossa cultura tradicional em França, contribuindo para a aproximação dos nossos emigrantes e a divulgação do nosso património cultural.

Fotos: Grupo Folclórico Rosa dos Ventos

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