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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS COM CENTRO HISTÓRICO DISTINGUE ENGº VICTOR MENDES, PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA, COM LOUVOR PÚBLICO

Foi com grande honra que o Presidente desta Câmara Municipal, Eng.º Victor Manuel Alves Mendes, foi distinguido com um Louvor Público pela Associação Nacional dos Municípios com Centro Histórico (ANMCH) no passado dia 22 de julho, nos Paços do Concelho de Lamego.

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A cerimónia solene, que teve lugar no âmbito das comemorações do 25 º Aniversário da APMCH, distinguiu os autarcas que se destacaram pelo desenvolvimento de uma obra ímpar em prol da salvaguarda e da valorização do património cultural.

Este é o reconhecimento público do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em Ponte de Lima por este Executivo ao nível da Regeneração Urbana, seja no que concerne à requalificação e revitalização de edifícios e espaços públicos emblemáticos, seja na implementação de iniciativas que promovam a recuperação do edificado privado e a criação de novas dinâmicas socioeconómicas, como é o caso do Centro com Vida – Arrendamento Jovem no Centro Histórico.

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PROTOIRO ENTREGA À CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO PEDIDO DE LICENCIAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DA TOURADA POR OCASIÃO DAS FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA D'AGONIA

De acordo com o comunicado da PROTOIRO que a seguir se transcreve, aquela entidade acaba de entregar no município vianense o pedido de licenciamento com vista à realização do espetáculo tauromáquico previsto para o próximo dia 18 de agosto, em Viana do Castelo, por ocasião das festas em honra de Nossa senhora d’Agonia. A Autarquia dispõe de 3 dias úteis para responder ao pedido apresentado.

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Pedido de licenciamento para a instalação da “Praça de Toiros da Liberdade” já foi entregue à Câmara Municipal de Viana do Castelo.

A PRÓTOIRO entregou hoje, na Câmara Municipal de Viana do Castelo, o pedido para o licenciamento da instalação de uma praça de toiros, onde se realizará a “Corrida de toiros da Liberdade”, no próximo dia 18 de Agosto às 17 horas na freguesia de Darque. A Câmara Municipal de Viana do Castelo tem agora 3 dias (até ao final de quinta-feira) para dar resposta ao pedido sendo que, se o não fizer dentro deste período, o pedido é automaticamente aceite.

A Inspecção-Geral das Actividades Culturais já autorizou a realização da corrida faltando agora somente a autorização da Câmara para a instalação da praça, a qual terá de autorizar desde que cumpridos todos os requisitos legais. Reiteramos que as câmaras municipais não têm quaisquer poderes legais para proibir a realização de touradas.

A PRÓTOIRO entregou, na Câmara de Viana, um dossier com toda a documentação, cumprindo escrupulosamente todos os requisitos legais para que a instalação da praça seja autorizada.

Por outro lado, recorde-se que, no ano passado, o Presidente da Câmara inventou um falso problema ambiental para recusar dar a autorização para a instalação da praça, tendo sido posteriormente chamado à legalidade pelo Tribunal – que viabilizou a referida instalação. Para que tais mentiras não se repitam, a PRÓTOIRO escolheu este ano um terreno licenciado para construção de prédios e moradias.

Assim, se estivéssemos perante um Presidente da Câmara sério e competente, não restariam quaisquer dúvidas de que a instalação da praça é absolutamente legal e teria de ser autorizada. Sabemos, contudo, que não estamos perante uma pessoa séria e de boa-fé, como aliás o próprio já demonstrou nas suas recentes e infelizes declarações. Estamos perante um autarca autoritário, com tendências fascizantes, que se julga donos dos Direitos e Liberdades dos cidadãos.

É certo que o Presidente se valerá, novamente, de mais mentiras e demagogias, como o serão a pseudo-declaração de Viana como cidade anti-touradas (sem qualquer valor legal) ou o pseudo-regulamento de protecção-animal, que nem chegou sequer a ser aprovado e que, legalmente e ainda que aprovado, também não teria qualquer poder sobre a actividade tauromáquica.

Em conclusão, a PRÓTOIRO e os cidadãos de Viana não admitirão quaisquer atentados aos direitos e liberdades, nem permitirão que indivíduos prepotentes voltem a instalar em Viana um clima de censura e perseguição que, felizmente, terminaram em 25 de Abril de 1974.

Dia 18 de Agosto, todos os aficionados e defensores da Liberdade estão convocados para virem a Viana desfrutar das Festas da Senhora da Agonia e de uma bela tarde de toiros!

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VIZELA APOIA FAMÍLIAS OFERECENDO LIVROS AOS ALUNOS

Município de Vizela atribui livros e material escolar a todos os alunos do 1.º CEB do Concelho

A Câmara Municipal de Vizela vai atribuir gratuitamente os manuais escolares a todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, no próximo ano letivo. A decisão da Autarquia foi aprovada na última reunião do Executivo.

Centro Escolar de S. Miguel

Atendendo à degradação, a que se tem vindo a assistir, dos rendimentos dos agregados familiares, a Câmara Municipal de Vizela tem um papel social de elevada importância na assistência às famílias, para que os alunos não sejam penalizados, designadamente no que respeita à sua vida escolar.

Nesse sentido, a Câmara Municipal avança com mais um apoio às famílias vizelenses, contemplando-as com o financiamento para livros e material escolar a todos os alunos que frequentem o 1.º Ciclo do Ensino Básico, independentemente do escalão de subsídio em que estão inseridos.

De forma a agilizar o processo de apoio, os encarregados de educação devem dirigir-se aos respetivos agrupamentos de escolas pois serão estes a proceder à sua distribuição, consoante procedimento adotado por cada agrupamento. Ainda assim, qualquer dúvida poderá ser esclarecida no setor de Educação da Autarquia, presencialmente ou através do telefone nº 253 489 640.

MUNICÍPIO DE CAMINHA REQUALIFICA PORTINHO DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

Porto de Vila Praia de Âncora, agora reaberto ao público, é o único no norte do país que dispõe de um mercado de 2ª venda, dedicado aos pescadores

As vedações que impediam o acesso à zona ribeirinha de Vila Praia de Âncora foram retiradas na última sexta-feira, dia 26 e já é possível visitar o espaço requalificado, que conta com uma zona de apoio à atividade piscatória e uma outra dedicada ao recreio náutico.

Abertura do Portinho VPA

“Quisemos libertar o espaço para usufruto público”, referiu Joaquim Gonçalves aquando do levantamento das vedações. O diretor-delegado da Delegação do Norte e Douro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) realçou a importância que esta obra tem para a atividade dos pescadores, afirmando que o objetivo passou por “melhorar as condições operacionais”, dos mesmos.

Para além de uma “melhoria significativa das condições de trabalho dos pescadores”, Joaquim Gonçalves lembrou também que, no norte do país, “este é o único porto que tem um mercado de 2ª venda”, onde só é permitida a venda de peixe descarregado no porto de Vila Praia de Âncora. Desta forma, os pescadores podem vender o pescado sem recorrerem a intermediários, “toda a atividade comercial está na mão do pescador”, explicou Joaquim Gonçalves. De acordo com diretor-delegado, a preocupação passou também por “assegurar a sustentabilidade do porto”.

A par do mercado para venda de peixe, as obras contemplaram ainda a construção de um edifício para armazéns de aprestos, loja de aprestos, um bar/esplanada; remodelação da lota antiga, em funcionamento desde o ano passado; áreas para estacionamento a seco de embarcações, estendal de redes e deposição de aprestos de pesca; execução de arruamentos, passeios e estacionamento; arranjo paisagístico, incluindo passadiço pedonal, ciclovia a dar continuidade à existente e mobiliário urbano; construção de redes técnicas de serviço para combate a incêndios, abastecimento de água potável, energia eléctrica, comunicações, combustíveis, bem como iluminação geral, drenagem de esgotos e recolha de resíduos.

Abertura do Portinho VPA (2)

Segundo Flamiano Martins esta obra, que era há muito esperada em Vila Praia de Âncora, “vai não só beneficiar a atividade piscatória, como também dar o merecido valor a uma zona com tanto potencial económico e turístico”. “Estou certo de que a requalificação do portinho vai trazer muitos ganhos para pescadores e comerciantes e vai dar uma nova vida à zona ribeirinha de Vila Praia de Âncora”, explicou.

A requalificação deixa o presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, Manuel Marques muito satisfeito. “Esta é uma obra que muito me agrada” e acrescentou “hoje é um dia feliz”. Para Manuel Marques a requalificação da zona ribeirinha não é só uma mais-valia para os pescadores, mas também para toda a população.

As obras implicaram um investimento de 5,7 milhões de euros. Nos próximos tempos deverão ser abertos concursos públicos para cedência do bar, da oficina de manutenção de embarcações e do espaço comercial destinado à náutica. Vão também ser elaborados os regulamentos de uso e exploração dos espaços.

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TERRAS DE BOURO APOSTA NO TURISMO AMBIENTAL

O Município de Terras de Bouro aumentou a rede municipal de trilhos pedestres com a inauguração do PR14 denominado Sobreiral da Ermida do Gerês

A sessão de inauguração do PR14 Trilho do Sobreiral da Ermida do Gerês, decorrida no passado dia 27 de julho, contou com a colaboração do presidente da ATACE, Sr. Daniel Rocha, da Cruz Vermelha do Gerês, do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR, da Selvagem Aventura (empresa de animação turística) e de um grupo de 30 participantes.

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O percurso foi inaugurado com as boas-vindas do Sr. Presidente da Câmara Municipal que também enalteceu o trabalho em parceria com a ATACE e PNPG que esteve implícito na implantação do trilho, cujas potencialidades naturais inerentes concedem-lhe condições para ser um produto turístico de excelência.

A aldeia da Ermida, a cascata do Arado, os currais de montanha foram atributos que agradaram aos turistas e pedestrianistas que estiveram presentes na inauguração.

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PONTE DE LIMA QUER REPOVOAR O CENTRO HISTÓRICO

Câmara Municipal de Ponte de Lima incentiva ao arrendamento no Centro Histórico – Centro Com Vida

A Câmara Municipal de Ponte de Lima aprovou na reunião de 22 de julho, a atribuição de mais duas subvenções das candidaturas apresentadas na 2ª fase do programa Centro Com Vida.

Fot. Miguel Costa - PaÇOS DO cONCELHO

Desta forma, são cinco os beneficiários que atualmente estão a usufruir deste incentivo ao arrendamento no Centro Histórico lançado pela autarquia.

O Município de Ponte de Lima lança este programa como forma de incentivar a dinamização, gestão e conservação do parque habitacional do Centro Histórico de Ponte de Lima através da promoção do arrendamento privado para cidadãos com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos que aí queiram passar a residir.

O presente incentivo, para além de criar condições favoráveis à promoção da componente habitacional no Centro Histórico, irá facilitar aos jovens o acesso à habitação no regime de arrendamento, sendo uma importante ajuda financeira no actual contexto de crise em que vivemos.

A próxima fase das candidaturas ao Centro Com Vida decorre de1 a 15 de outubro. Podem candidatar-se ao projeto cidadãos com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 40 anos; casais não separados judicialmente de pessoas e bens ou em união de facto, com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 40 anos, podendo um dos elementos do casal ter idade até 42 anos; e ainda cidadãos em coabitação, com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 40 anos, partilhando uma habitação param residência permanente dos mesmos.

Consulte o regulamento em www.cm-pontede.pt. Para mais informações contate através do seguinte endereço eletrónico: centrocomvida@cm-pontedelima.pt.

PONTE DE LIMA VAI PÔR O MUNDO A DANÇAR!

“ O Mundo a Dançar”. Largo de Camões/ 1  de agosto

Ponte de Lima recebe, no próximo dia 1 de agosto, mais uma edição do Festival Internacional de Folclore, que terá lugar no Largo de Camões às 22 horas.

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Este espectáculo único de cor, beleza e alegria aliado à multiculturalidade que os quatro grupos dos distintos países proporcionam é integrado no Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore e das Artes Tradicionais (CIOFF).

Ao palco subirão companhias de dança e grupos folclóricos que prometem transportar os espectadores até ao país que representam: Brasil, Filipinas, México e Sérvia.

Da cidade de Fortaleza, no Brasil, chega a Companhia de Ritmos e Danças Populares “CORDAPES”. Para além de representar a cultura brasileira na sua diversidade, apresenta danças dos vários povos que contribuíram direta ou indirectamente para a história do Brasil desde que este era uma colónia até à história atual, nomeadamente povos indígenas e africanos. Esta associação sem fins lucrativos trabalha na comunidade do Conjunto de Palmeiras há quatro anos e conta com 124 elementos de várias faixas etárias.

As Filipinas apresentam-se em Ponte de Lima com a companhia de dança PAMANA ng LUZVIMINDA, fundada em 2005 e com vasta experiência de participação em festivais mundiais de folclore. Têm como principal missão preservar o folclore filipino na comunidade canadiense em Montreal, reforçando assim a consciência cultural e identidade dos seus membros neste país. Apostam na formação contínua de forma a atingir um padrão de excelência que mistura autenticidade e inovação teatral.

Com o grupo folclórico Estampas de México da TEC de Monterrey teremos oportunidade de conhecer o México. Criado em 1998, este grupo é constituído por jovens talentos que têm como objetivo promover a arte mexicana e o seu folclore. Marcaram já presença em quase uma dezena de países distintos.

A Sérvia faz-se representar pela companhia de dança SIMYONOV, uma das mais populares e admiradas pelos grupos deste país. Apresentam o folclore Sérvio de uma forma inovadora e atrativa que não deixa ninguém indiferente. Pelo seu reconhecido nível artístico esta é a quinta vez que atuam neste festival.

Ponte de Lima tem a honra de acolher, uma vez mais, este Festival Internacional de Folclore que promete tornar a primeira noite de agosto num espetáculo de ritmo e alegria inesquecível.

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MEIO MILHAR DE ATLETAS PARTICIPAM NO II TRIATLO “ESPOSENDE, UM PRIVILÉGIO DA NATUREZA”

O desporto esteve em grande, no passado fim-de-semana, em Esposende. Nos dias 27 e 28 de Julho decorreu o II Triatlo “Esposende, um Privilégio da Natureza”, que contou com a participação de mais de meio milhar de atletas de vários clubes nacionais, tendo registado uma grande afluência de público.

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Integrado no Programa “Esposende EcoEmotions”, o evento foi organizado pela Câmara Municipal de Esposende e pela Federação de Triatlo de Portugal, e incluiu provas pontuáveis para o Campeonato Nacional Jovem e Campeonato Nacional de Clubes, realizando-se ainda uma Prova Aberta.

No sábado, decorreram a Prova Jovem e a Prova Aberta e no domingo disputou-se o Campeonato Nacional de Clubes, no qual se sagrou vencedor Pedro Mendes, do Sport Lisboa e Benfica (00:54:32), seguido de Pedro Eloy, do Clube Triatlo de Perosinho (00:54:47) e de Rafael Domingos (00:55:07), do Sport Lisboa e Benfica. No escalão feminino, Ana Ramos, do CAPGE (00:59:31) foi a primeira a cortar a meta, seguindo-se Melanie Santos, do Alhandra Sporting Club (01:00:09), classificando-se no 3.º lugar Rita Maria Lopes, do Amiciclo (01:02:43).

No que se refere a Benjamins Femininos, Catarina Cruz, do C.N. Cartaxo (00:08:39) foi a vencedora, Filipa Gomes, do Clube de Triatlo de Almada (0:09:05) ficou em 2.º lugar e Leonor Feijão, do Núcleo Sportinguista da Golegã (00:09:30) classificou-se no 3.º posto. Em Benjamins Masculinos, o vencedor foi Antonio Carvalho, do Sporting CP (00:06:45), seguido de Gustavo do Canto, do C. D. "Os Águias" de Alpiarça (00:07:09) e de Francisco Protásio, do Sport Lisboa e Benfica (00:07:12).

Em Infantis Femininos, subiram ao pódio, no 1.º lugar Filipa Fitas, do C. D. "Os Águias" de Alpiarça (00:13:32), no 2.º posto Constança Barreto, do Núcleo Sportinguista da Golegã (00:13:37) e no 3.º lugar Ana Catarina Magalhães, do Clube dos Galitos (00:14:09). Em Masculinos, sagrou-se vencedor Diogo Valente, do Sporting CP (00:10:59), seguido de Tiago Lopes, do Clube de Natação de Torres Novas (00:11:37) e de Carlos Matos, do Núcleo Sportinguista da Golegã (00:11:38).

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No que se refere a Iniciados Femininos, Daniela Sampaio, do Alhandra Sporting Club (00:16:56) conquistou o pódio, onde subiram também Gabriela Ribeiro, do Alhandra Sporting Club (00:16:58), em 2.º lugar, e Silvia Hipólito, do Alhandra Sporting Club (00:17:21) no 3.º posto. José Pedro Vieira, do Clube de Natação de Torres Novas (00:14:49), venceu no escalão Iniciados Masculinos, seguindo-se na classificação Ricardo Batista, do Clube de Natação de Torres Novas (00:14:55) e Julian Espinoza, do Clube de Natação de Torres Novas (00:15:28).

Em Juvenis Femininos, Madalena Almeida, da Teleperformance "Os Belenenses" (00:28:14) foi a grande vencedora, sendo que em 2.º lugar ficou Vera Vilaça, da mesma equipa (00:28:24), e em 3.º Alexandra Santos, do C. D. "Os Águias" de Alpiarça (00:28:41). Em Masculinos, venceu Miguel Tiago Silva, do Garmin Olímpico de Oeiras (00:25:45), seguido de João Lopes, do C. D. "Os Águias" de Alpiarça (00:25:47) e Rafael Moreira, do Alhandra Sporting Club (00:25:55).

Relativamente à prova aberta, o vencedor foi Marco Sousa, do Clube de Natação de Torres Novas (00:26:23), no 2.º lugar classificou-se Ricardo Rego, Individual (00:26:45) e em 3.º Miguel Fortunato, do Alhandra Sporting Club (00:26:58). Márcia Rodrigues, da Escola de Triatlo de Fátima (00:33:13) foi a primeira a cortar a meta, seguida de Ana Portugal, do Atlético Clube Montemorense (00:33:15) e de Mafalda Nogueira, Individual (00:34:26).

Realce para a participação de bastantes atletas do concelho na prova aberta, sendo reflexo da aposta na promoção da prática desportiva e da recente criação de uma Escola de Triatlo em Esposende, que contribuirá para a promoção e desenvolvimento da modalidade no concelho.

Apresentando excelentes características para a prática de várias modalidades, Esposende conquistou já lugar no calendário dos grandes eventos desportivos, no plano nacional.

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PONTE DE LIMA VAI TER CENTRO DE INTERPRETAÇÃO E PROMOÇÃO DO VINHO VERDE

Município de Ponte de Lima vê aprovada a Candidatura do Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde

Foi recentemente aprovada, pela Comissão Diretiva do ON2 – O Novo Norte, a candidatura Enoturimso Minho IN II apresentada pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes em parceria com o Município de Ponte de Lima à Estratégia de Eficiência Coletiva - PROVERE Minho IN. Esta operação tem como principais objetivos potenciar e melhorar o funcionamento da Rota dos Vinhos Verdes, bem como, transformar o Minho no primeiro destino enoturístico nacional, com relevância internacional, tendo como mote a cultura do vinho e da vinha.

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Neste âmbito o Município de Ponte de Lima viu finalmente aprovado o financiamento, a uma taxa de comparticipação FEDER de 85%, dos investimentos no valor total de 432.934,00 €, relativos ao desenvolvimento de conteúdos (estudos e consultoria científica) e aquisição de equipamentos, processos esses, já iniciados enquanto aquisições fundamentais ao funcionamento do futuro Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde (CIP Vinho Verde).

O CIP do Vinho Verde irá funcionar num dos um dos mais emblemáticos edifícios da história limiana e característico da arquitetura urbana da região Minhota: a Casa Torreada dos Barbosa Aranha. O investimento associado à reconstrução deste edifício, cuja obra está a decorrer, foi também ele objeto de uma outra candidatura, infraestrutural, aprovada pelo ON2 no âmbito da Valorização Económica dos Recursos Específicos - Bolsa de Mérito à Execução Municipal, a uma taxa de 85% FEDER.

Se por um lado se pretendem integrar neste Centro algumas funções de carácter mais interpretativo ou informativo, a verdade é que sendo o Vinho Verde um produto estratégico em termos económicos, declaradamente assumido pelo Município, ou seja, um recurso específico que urge valorizar, atrever-nos-íamos a acrescentar, à definição anterior, que este espaço terá também, e principalmente, um cariz “comercial”, o que no fundo o vem destacar e diferenciar do tradicional conceito de museu ou centro de interpretativo.

Na realidade é esse o grande objetivo do CIP do Vinho Verde: contribuir para a promoção Vinho Verde através da investigação e divulgação do lastro patrimonial, criando infraestruturas de apoio das rotas e itinerários turísticos associados ao vinho e à vinha e enriquecendo, de uma forma dinâmica, o produto final, na perspetival da sua valorização económica.

O CIP do Vinho Verde, com sede na Vila de Ponte de Lima, terá o formato e dimensão Regional. Será uma estrutura abrangente de molde a incorporar nas suas coleções, exposições permanentes e atividades de exposição temporária, elementos alusivos à diversidade e identidade das nove Sub-regiões em que atualmente se subdivide a Região Demarcada dos Vinhos Verdes.

CARLOS SÁ É O EMBAIXADOR DO DESPORTO OUTDOOR DE CAMINHA

Carlos Sá vai agora realizar um estágio nos Alpes de preparação para o Ultra-Trail de Mont-Blanc

O ultramaratonista Carlos Sá foi homenageado, no último sábado, em Caminha, pelos amigos e colegas de treino do clube Desnível Positivo e pelo Município de Caminha. Flamiano Martins, vereador com o pelouro do Desporto, entregou uma medalha simbólica ao atleta e nomeou-o Embaixador do Desporto Outdoor de Caminha.

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A cerimónia, que decorreu no Estádio Municipal Morber, contou com a presença de Carlos Sá, de vários amigos e colegas do ultramaratonista, sobretudo atletas do clube Desnível Positivo, do vereador do Desporto, Flamiano Martins, e do Presidente da Junta de Freguesia de Dem, Clemente Pires.

“Esta é uma homenagem muito singela, mas que acontece num local com muito significado, onde é a sede do Desnível Positivo”, começou por dizer Flamiano Martins. O vereador salientou também a importância do Trail da Serra d’Arga, prova impulsionada por Carlos Sá e que tem vindo a crescer desde a primeira edição, em 2011. “O Trail tem muita importância para o objetivo de tornar Caminha na capital do desporto outdoor”, disse.

Flamiano Martins acrescentou ainda que a vitória de Carlos Sá na prova Badwater, na Califórnia, o enche de orgulho e que já antes o considerava “o melhor atleta na modalidade”. Enalteceu também o caráter humilde do ultrmaratonista, que considerou ter “valores acima da média”.

Pedro Gonçalves, em nome do Desnível Positivo, clube de trail fundado por Carlos Sá, dirigiu-se ao atleta, dizendo que todos devem seguir o seu exemplo, a sua vontade, sobretudo na forma como ultrapassa os desafios. “Para todos és um exemplo a seguir”, rematou.

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As últimas palavras da cerimónia ficaram reservadas a Carlos Sá, que agradeceu o apoio do Município de Caminha e recordou o momento em que apresentou o projeto do Trail da Serra d’Arga ao vereador Flamiano Martins, que teve a “visão de agarrar este projeto e acreditar”. “Desde a primeira hora senti esse entusiasmo”, acrescentou. O atleta agradeceu também o apoio do Presidente da Junta de Freguesia de Dem, Clemente Pires, que também se mostrou disponível desde início.

Carlos Sá referiu ainda que para ele o mais importante não é ter vencido a prova, mas sim ter conseguido concluir e vencer a dificuldades. “Para mim tem tanto valor o que fica em último, como o que vence”, referiu. O Atleta não esqueceu os agradecimentos ao clube Desnível Positivo, que tem vindo a somar bons resultados e a assumir-se como uma das melhores equipas de trail da Europa.

Na cerimónia, Carlos Sá recebeu uma medalha simbólica do Município de Caminha, que o nomeia Embaixador do Desporto Outdoor de Caminha.

Por agora, o atleta vai realizar um estágio nos Alpes, de preparação para o ultra-trail de Mont-Blanc, prova de 168 quilómetros com 9.600 metros de desnível positivo. Recorde-se que Carlos Sá venceu uma das mais duras ultramaratonas do mundo, a Badwater, ao completar os 217 quilómetros, em 24 horas e 38 minutos.

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PAREDES DE COURA PREPARA-SE PARA A FESTA!

Festas do Concelho de Paredes de Coura – 2013

Programa das Festas do Concelho de Paredes de Coura – 2013

Festas em honra de Santo António e Nossa Senhora das Dores

Dia 9 de Agosto – Sexta-feira

08:45 - Salva de morteiros

09:00 - Arruada pelos Grupos de Bombos e Zés P´ reiras de Paredes de Coura:

Figueiras na Rua - Rubiães

Amigos da Música – Coura (S. Martinho)

12:00 - Concentração dos Grupos de Bombos no Largo Visconde de Mozelos

19:00 - Despedida dos Grupos de Bombos

22:00 - Atuação dos Grupos de Música Tradicional de Paredes de Coura, no Largo Hintze Ribeiro:

Grupo de Cantigas “Ré Maior” - Mozelos

Grupo de Cantares do Campo - Formariz

Grupo de Cantigas da ACRD de Padornelo

22:30 - Atuação do Grupo Musical “Hugo Band” no Largo 5 de Outubro

01:00 - Fogo-de-artifício

Dia 10 de Agosto – Sábado- Feriado Municipal

08:45 - Salva de morteiros

09:00 - Hastear Solene da Bandeira frente aos Paços do Concelho

09:15 - Entrada dos Grupos de Bombos e Zés P´ reiras:

Figueiras na Rua - Rubiães

Amigos da Farra - Padornelo

Amigos da Música - Coura (S. Martinho)

10:30 - -Missa em honra de São Lourenço, na capela-monumento de Cerdeira em Cunha, comemorativa dos Combates da Travanca (Guerra da Restauração)

12:00 - Ribombar dos Grupos de Bombos no Largo Visconde de Mozelos

14:30 - Entrada da Bandas de Música que atuarão no Largo Visconde de Mozelos até à 01:00:

Associação cultural e Recreativa Banda Nova de Fermentelos

Associação Beneficente, Cultura e Recreio da Mamarrosa

15:00 - Cortejo Etnográfico

17:00 - Sessão Solene Evocativa do Dia do Concelho no Centro Cultural

19:00 - Missa Vespertina com Sermão a Santo António, na Igreja Matriz

21:30– Atuação das Bandas de Música

22:30 - Atuação do Grupo Musical “Júnior´s” no Largo 5 de Outubro

00:30 - Despedida das Bandas de Música no Largo Visconde de Mozelos

01:00 - Fogo-de-artifício

Dia 11 de Agosto-  Domingo

08:45 - Salva de morteiros

09:00 - Entrada da Banda de Música São João da Madeira

11:00 - Missa e Sermão em Honra de N. Sr.ª das Dores na Igreja Matriz.

16:00 - Entrada da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários da Vila das Aves junto ao Quartel Dr. Afonso Viana

17:30 - Imponente Procissão

18:30 - Despedida da Fanfarra no Largo Visconde de Mozelos

20:00 - Despedida da Banda de Música no Largo Visconde de Mozelos

21:30 - Festival Nacional de Folclore no Largo Hintze Ribeiro:

Grupo Folclórico Estrela dos Vales— Monção

Rancho Folclórico de Santa Marinha de Prozelo – Arcos de Valdevez

Rancho Folclórico de Calheiros – Ponte de Lima

Rancho Folclórico de Rubiães

Rancho da Associação "Alegria Portuguesa de Gironde" – Cenon

22:30 - Atuação do Grupo Musical “Roconorte”– Monção no Largo 5 de Outubro

01:00 - Fogo-de-artifício

Encerramento das Festas do Concelho de 2013

EM 1956, HENRIQUE TENREIRO DEFENDEU NA ASSEMBLEIA NACIONAL A CONSTRUÇÃO DE BAIRROS DE RENDA ECONÓMICA PARA OS PESCADORES

Na sessão da Assembleia Nacional realizada em 15 de março de 1956, o deputado Henrique Tenreiro fez a apologia da construção de bairros de renda económica e moradias individuais para os pescadores, sob o patrocínio das estruturas orgânicas do estado Novo, mormente a Junta Central das Casas dos Pescadores, com a ajuda do Fundo de Renovação e de Apetrechamento da Indústria da Pesca.

Um pouco por todo o país, mormente em Vila Praia de Âncora e noutras localidades piscatórias do Minho subsistem ainda hoje bairros económicos construídos naquela época, alojando as famílias de pescadores.

1959.03.22 Irmão da Ordem Terceira da Santíssima

A foto que se publica foi gentilmente oferecida ao BLOGUE DO MINHO pelo Dr. Henrique Marçal, sobrinho-neto de Henrique Tenreiro, e regista a cerimónia de investidura de Henrique dos Santos Tenreiro como Irmão da Ordem Terceira da Santíssima Trindade, importante instituição de solidariedade e de assistência do Porto, na presença do Bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes. Esta cerimónia ocorre no ano de 1959, o ano em que D. António inicia o seu exílio de dez anos, por imposição de Oliveira Salazar.

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Bairro dos pescadores em Vila Praia de Âncora

Sr. Presidente: ouvi com o mais vivo interesse o aviso prévio do ilustre Deputado Almeida Garrett sobre a protecção à família.

Não vou fazer um discurso, mas apenas um pequeno depoimento. Ao iniciar não posso deixar de louvar as intenções do notável orador, a forma brilhante como fez a sua exposição e o contributo sério e documentado que trouxe para a resolução dum problema que todos reconhecemos ser do capital importância.

O futuro da Pátria depende, de facto, da solidez da instituição familiar e a esta encontra-se estreitamente ligada a questão da habitação, ou melhor, a do lar.

Causa-nos satisfação saber que o tema é alvo das melhores atenções do Governo e a comprová-lo está o diploma sobre habitações económicas da autoria do ilustre Ministro das Corporações e Previdência Social que o Diário do Governo de 12 do corrente publicou.

Todos os factores de ordem económica e social têm de ser analisados com o frio reconhecimento das realidades humanas, pois o assunto é de uma grande complexidade, sobretudo quando o encaramos em relação àqueles que têm um nível de vida mais baixo.

Não me vou referir à habitação de uma forma geral, pois já foi tratada, e muito bem, no aviso prévio, mas sim, e especialmente aquela que diz respeito aos pescadores, por entender que o problema para estes é diferente, merecendo por isso um estudo à parte.

Julgo que a melhor forma de dar a V. Ex.ªs uma ideia precisa sobre a situação é referir, ainda que muito sumariamente, o que se tem feito e o que é preciso ainda realizar.

Há actualmente mais de 57 000 pescadores inscritos nos centros marítimos, que se espalham quase ao longo de todo o nosso litoral.

Em relação a outros países banhados pelo mar e às respectivas populações, esse número é extraordinariamente elevado, o que se explica pelos factos, geralmente verificados, de a família do pescador não emigrar, de ter prole numerosa e de os filhos desejarem seguir a carreira dos pais.

Pode-se afirmar, sem receio de desmentido, que até à Revolução Nacional os pescadores estiveram completa mente abandonados, visto que nada de orgânico se fez para resolver as suas dificuldades.

De então para cá alguma coisa o Estado Novo tem feito neste sector, ao qual procurou dar a imprescindível estrutura da grande obra a realizar.

Nas pescas organizadas - bacalhau e arrasto - temos cerca de 7000 homens com condições de trabalho asseguradas e um nível de vida estável e razoável.

Na sardinha trabalham à volta de 20 000 homens, os quais, embora não vivam nas condições dos pescadores de bacalhau e do arrasto, se encontram numa situação de certo modo equilibrada.

São, pois, aproximadamente metade dos pescadores inscritos que se empregam nas pescas industrializadas; os restantes dedicam-se às pescas locais, em que as incertezas do tempo, a insuficiência dos portos e dos abrigos e as dificuldades de acesso e de segurança, quando o mar é hostil, lhes tornam a actividade precária e os ganhos correspondentemente insuficientes e incertos.

Quanto a estes pescadores deve-se sublinhar que os precários métodos de pesca utilizados lhes reduzem a produtividade, pelo que a Junta Central das Casas dos Pescadores, com a eficaz ajuda do Fundo de Renovação e de Apetrechamento da Indústria da Pesca, lhes tem emprestado sem juros importâncias destinadas à construção de novas unidades, sua motorização e aquisição de equipamento.

A finalidade destes financiamentos é melhorar, como é óbvio, o nível de vida dos pescadores, dando-lhes assim possibilidade de serem os proprietários dos meios de produção, e não simples assalariados.

Neste sentido muito se tem já feito e continuará a realizar-se no seguimento de programas traçados, mas os frutos resultantes da melhoria da situação económica destes homens só mais tarde se poderão vir a colher.

Descrita assim, esquematicamente, a situação económica dos pescadores portugueses deve também dizer-se que não é só esta que contribui para as dificuldades da sua vida e para o seu baixo nível habitacional.

A mentalidade dos marítimos, talvez consequência dos riscos da profissão e da própria irregularidade dos ganhos, torna-os avessos a economizar nos tempos melhores para guardar alguma coisa para as épocas de crise.

Lá diz o ditado: «O mar o traz. o mar o leva».

Como é sabido, a grande maioria dos pescadores não se encontra nas cidades, com excepção dos da pesca de arrasto do alto, em Lisboa, e estes, pelas suas condições de trabalho, e»tão em melhor situação para resolver o problema da sua habitação.

Não vou descrever as tristes circunstâncias em que vive a esmagadora maioria dos pescadores, pois VV. Ex.ªs conhecem-nas, estou certo, tão bem como eu.

Arranjar um lar para essas famílias constitui uma imperiosa necessidade, para cuja satisfação se devem conjugar todos os esforços

Se por um lado não se levantam graves problemas de urbanização, em que haja que apreciar as vantagens e inconvenientes da concentração ou da dispersão, pois é geralmente possível, dado o valor relativamente baixo dos terrenos nas zonas piscatórias, caminhar no sentido da moradia individual, com todas as vantagem» que oferece, por outro lado surgem importantes dificuldades sob o aspecto económico.

Na província os pescadores estão habituados a pagar rendas inferiores a 100$ e os seus ganhos dificilmente permitirão que ultrapassem esta quantia.

A verdade é que os pescadores, designadamente aqueles que mais necessitam de um lar, não podem pagar uma renda suficiente para a amortização das construções, a não ser que estas recebam uma forte ajuda do Estado, de forma a reduzir o seu custo, para o que poderia também concorrer a faculdade de se poder não obedecer às determinações legais existentes sobre a capacidade mínima dos compartimentos.

Têm necessariamente as habitações destinadas aos pescadores de ser modestas, o que não quer dizer que não sejam higiénicas e suficientes, e nesta ordem de ideias já se ergueram 1664 casas em toda a costa do continente português e nos Açores.

Estão em construção neste momento mais 150; encontram-se projectadas cerca de 450.

Iniciada esta obra em 1951, pela Junta Central das «Casas dos Pescadores, verifica-se que a média de construção atingiu as casas por ano.

Para o efeito despenderam-se mais de 47 000 contos, dos quais aproximadamente 18 500 emanados de comparticipações e 29 000 de conta da Junta Central, que, por empréstimos, conseguiu obter este avultado valor.

É escusado encarecer a obra realizada, mas vale a pena sublinhar a sua insuficiência.

No entanto, por carência de meios financeiros, a Junta Central não pode acelerar estes trabalhos, a não ser que o Estado lhes preste uma forte e regular ajuda.

É indispensável, todavia, que os trabalhadores do mar - e todos - tenham uma casa, que seja ao mesmo tempo um lar, e que os tugúrios em que a maior parte ainda, vive sejam definitivamente arrasados.

Julgamos que a solução adoptada - a dos bairros dos pescadores - é a melhor, não se lhe podendo apontar os inconvenientes que os bairros destinados aos operários têm suscitado.

Efectivamente, os pescadores têm tendência acentuada para se aglomerar e viver em conjunto, orientados por um espírito de unidade e camaradagem maior do que existe entre os outros trabalhadores.

Talvez as próprias condições de trabalho, que os associa aos resultados da pesca, contribuem para esta maneira de ser.

Seja, porém, como for, a verdade é que os pescadores preferem viver em conjunto, desde que os locais escolhidos sejam próximos daqueles onde exercem a sua actividade.

Reconhecer o que se tem feito é um «mero acto de justiça, mas mais importante é formular o voto veemente para que mais se faça, estimulando-se quantas iniciativas surjam em moldes novos, sem esquecer a experiência adquirida, antes colhendo dela os ensinamentos que sirvam para prosseguir, cada vez com mais energia e desafogo, no trabalho iniciado.

É com confiança que encerro as minhas considerações, confiança nos destinos da Pátria e no homem providencial que tornou possível a política de paz e realizações, da qual têm direito a beneficiar e com certeza virão a beneficiar todos os portugueses.

Tenho dito.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O orador foi muito cumprimentado.

MINHOTOS LEVAM ALEGRIA AO ALENTEJO

O Rancho Folclórico Alegria do Minho Assorpim deslocou-se no passado dia 27 de julho a Vila Boim, no concelho de Elvas, a convite da respetiva comissão de festas. Em pleno Alentejo, nas margens do rio Guadiana, ouviram-se as mais alegres rapsódias do Minho e dançou-se o vira e a chula, a cana-verde e o picadinho.

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O Rancho Folclórico Alegria do Minho é o mais recente agrupamento folclórico minhoto na região de Lisboa. Com espírito jovem e humildade que o caraterizam, este grupo revela já uma grande dinâmica e vontade de representar condignamente a nossa região.

É formado por minhotos e seus descendentes que vivem na cidade da Amadora, Lisboa e concelhos limítrofes, encontrando-se sediado na Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos da Mina, na cidade da Amadora, onde realiza regularmente os seus ensaios.

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