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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PAREDES DE COURA MOSTRA PINTURA DE RICARDINA SILVA

Encontra-se patente ao público, em Paredes de Coura, a exposição de pintura de Ricardina Silva, apresentando quadros a óleo, acrílico e técnica mista, abordando diferentes temáticas numa perspectiva Surrealista e Realista. A exposição, subordinada ao tema “Mais além…”, reflecte a visão da artista que procura “chegar mais além, descobrir, transformar, criar…”.

A exposição pode ser visitada até ao próximo dia 27 de Novembro, de Terça-feira a Domingo, entre as 14 h e as 18h, no Centro Cultural de Paredes de Coura, sito na Avenida Cónego Bernardo Chousal. A exposição de pintura de Ricardina Silva conta com o apoio do BLOGUE DO MINHO.

Expo P_ Coura

Ricardina Silva nasceu em Esposende e vive actualmente em Leiria. Como ela própria refere, “desde tenra idade que adorava desenhar apenas com um lápis e uma folha branca, guardava todos os desenhos num dossier”. Aos dezassete anos experimentou a pintura sobre tela em acrílico.

Em 2006 realizou a primeira exposição e, a partir de então nunca mais parou. Sucederam-se os concursos e as bienais, passou a experimentar outras técnicas como a pintura a óleo, mista, pastel, aguarela e os desenhos começaram a ser realizados a carvão e grafite.

Para a artista, “cada obra é como um poema harmonioso, de cores luminosas que transparecem num clima rimático e transmitem a paz interior que desejo. Quando realizo um desenho ou uma pintura entrego o meu coração… a minha alma. É como se viajasse para um sítio maravilhoso e mágico, onde não existe o sofrimento, mas sim alegria e cor. Normalmente, para a realização das minhas obras utilizo diversas técnicas como o óleo, o acrílico e a mista. Apesar do diversificado leque de temáticas que já executei, nas minhas obras a que predomina é a do mar, remontando às minhas origens”.

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MUSEU DE ARTE POPULAR É O MUSEU DO POVO PORTUGUÊS

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A Arqª Andreia Galvão é a actual Directora do Museu de Arte Popular.

 

“(…) Resgatámos memórias e buscámos novos caminhos para construir a História deste Museu, pois queremos alicerçar, solidamente, o seu futuro, consolidando um destino, uma vocação.

Procurámos conhecer melhor os actores desta construção; recuámos no Tempo. Hoje, contamos, incondicionalmente, com a participação de todos vós, os novos actores.

Chamámos construtores do MAP aos discípulos de uma identidade nacional de raiz romântica que, cedo ou tarde, foram os actores da afirmação de uma outra identidade já nos primórdios de 1930, dentro de uma modernidade igualmente nacionalista, que, desta feita, metamorfoseada pela batuta da Política do espírito e da assumpção da arte popular, projectou uma imagem desse Portugal.

Nos fundadores da genealogia dos construtores do MAP, os românticos que forjavam uma identidade nacional, encontrámos a génese para a compreensão deste Museu. Nos ideólogos da Política do Espírito reencontrámos a metamorfose dos ideais nacionalistas e da sua produção.

Esperam-nos novos desafios… Considerado hoje como um museu documento, o estudo da colecção, nunca antes investigada é, porventura, o maior desses desafios. Uma colecção que, mais do que informar sobre a produção artística do povo, permite ilustrar não apenas uma tradição de estudos e coleccionismo que remonta aos finais do século XIX, mas também a instrumentalização da arte popular.

Queremos ocupar o lugar que nos pertence e erguer este espaço, este Museu, enquanto lugar de experimentação e fruição das diferentes expressões da cultura popular portuguesas, hoje. Queremos também romper com velhas hierarquias culturais entre centros e periferias. Pretendemos afirmar este museu enquanto centro de investigação e enquanto lugar de atractividade enfrentando os desafios da nossa sociedade actual como os da nova museologia para o século XXI.”

A Directora do Museu de Arte Popular

Arqª Andreia Galvão

in folheto da exposição “Os Construtores do MAP. Museu em Construção"

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A imagem mostra um aspecto da entrada do Museu de Arte Popular.

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O Povo Português é o verdadeiro autor do Museu de Arte Popular.

Fonte:http://auren.blogs.sapo.pt/

BARCELOS VIRA CAPITAL DA GASTRONOMIA MINHOTA

Vai decorrer entre os dias 11 e 13 de Novembro, na cidade de Barcelos, o fim-de-semana do “Arroz pica no chão”, uma das mais famosas iguarias da cozinha tradicional minhota. Uma vez mais, o galo vai estar em destaque neste certame gastronómico no qual vão participar dezanove restaurantes do Concelho de Barcelos.

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Com esta iniciativa, o município barcelense procura promover os paladares tradicionais da nossa região e, ao mesmo tempo, “potenciar a figura do galo como símbolo do concelho, nas suas diversas vertentes, incluindo a gastronómica”. A denominação arroz pica no chão é devida à procura do alimento no chão por parte dos galináceos como é habitual quando a sua criação é feita em ambiente caseiro.

Paralelamente, decorre em Barcelos a Feira da Castanha, uma digressão por algumas quintas com a realização de provas de vinho e, no dia 11, a Conferência Nacional das Rotas de Vinho que terá lugar no Auditório Municipal.

Barcelos tem vindo a realizar regularmente diversas iniciativas gastronómicas, destacando diversas especialidades da nossa região como as papas de sarrabulho, os rojões, o bacalhau e os galináceos.

PESCADORES DE CAMINHA FAZIAM BOA PESCARIA

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A imagem mostra um pescador em Caminha, na foz do rio Lima, levando a sua pescaria. A foto encontra-se publicada no livro “Portugal e o Mar”, de Frederic P. Marjay, editado pelo autor em 1957 com o patrocínio da Junta Nacional da Marinha Mercante e dos Organismos Corporativos da Pesca.