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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CERVEIRA TEM PARQUE AQUÁTICO

Desfrute do verão em família no Parque Aquático de Cerveira

Aliar bons momentos familiares a um ambiente de sol e beleza natural? O Parque Aquático de Vila Nova de Cerveira já se encontra de portas abertas para refrescar os dias de verão 2018, proporcionando diversão e tranquilidade.

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Inserido no Parque de Lazer do Castelinho, este parque temático, que simula uma réplica do rio Minho com os seus canais, comportas, barragens, jatos e repuxos de água, é um dos espaços prediletos de visitantes oriundos do Norte do país e da vizinha Galiza, principalmente quando o calor aperta.

De acesso gratuito, o Parque Aquático de Vila Nova de Cerveira funciona de terça-feira a domingo, entre as 10h00 e as 12h30 e as 14h00 e 19h30, até 30 de setembro.

ALUNOS DA APÚLIA APRENDEM A POUPAR

Escola do Facho (Apúlia) vence concurso “No Poupar Está o Ganho”

A Escola Básica do Facho (Apúlia) venceu o primeiro prémio do concurso nacional do Projeto de Educação Financeira “No Poupar Está o Ganho”, na categoria do 1º Ciclo do Ensino Básico, instituído pela Fundação Dr. António Cupertino de Miranda. O prémio foi entregue pela ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques. que, nesta oitava edição, contou com 70 candidaturas.

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O Projeto de Educação Financeira "No Poupar Está o Ganho" visa elevar a literacia económica, revestindo-se de profundo alcance social, contribuindo para melhorar os comportamentos no uso do dinheiro e no combate à exclusão social.

Atendendo a que o tema da Educação Financeira nas escolas é essencial para ensinar as crianças sobre o uso do dinheiro e de respeitarem e o respeito por um orçamento, o Município de Esposende aderiu, no presente ano letivo, à implementação do Projeto “No Poupar Está o Ganho”, abrangendo alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, em articulação com os Agrupamentos de Escolas António Correia de Oliveira e António Rodrigues Sampaio.

Nesta oitava edição, chegaram à final 29 projetos, entre as 70 candidaturas que representaram 34 municípios. Na sessão de encerramento, a ministra destacou que a “educação financeira não conta para a nota, mas conta para a vida” e convidou os municípios das turmas vencedoras a apoiarem estas na deslocação a Lisboa para apresentarem e debaterem, numa “Reunião de Conselho de Ministros”, as suas propostas para o Orçamento de Estado.

O Projeto tem como objetivo promover a literacia financeira junto dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico e integra-se no Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Cávado (PIICIE), da Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado), aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020.

Este ano letivo está a ser implementado, neste concelho, em 8 turmas do 1º Ciclo do Ensino Básico, sendo dinamizado pelos professores titulares de turma, com o apoio e a monitorização técnica do Serviço de Educação da Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, que disponibiliza uma plataforma e-learning com vários vídeos de formação sobre os diferentes temas a abordar e exemplos práticos sobre a abordagem em contexto de sala de aula.

A Escola Básica do Facho venceu na categoria de 1º ciclo de ensino básico, com o projeto “No poupar está o ganho, literatura financeira”.

MINHOTOS EM LISBOA DÃO FESTIVAL DE FOLCLORE NA ALTA DE LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa proporcionou hoje uma magnífica tarde de folclore sob as copas refrescantes do arvoredo da Quinta das Conchas, ao Lumiar, numa tarde quente e soalheira que convidava a um local aprazível e de frescura.

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Após um pequeno desfile, subiram ao palco o Rancho Folclórico de Viegas – Santarém; Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Portalegre; Grupo Folclórico “As Tricanas” de Ovar; Rancho Folclórico São Salvador de Grijó – Vila Nova de Gaia e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

Para além do numeroso público presente, a iniciativa contou com a presença, entre outras entidades, do Dr. Pedro Delgado Alves, Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar e deputado à Assembleia da República e, em representação da Federação do Folclore Português, João Carriço (membro suplente da Direcção) e Sandra Pereira (CTR da Estremadura Sul Centro Saloia).

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RESTOS MORTAIS DE D. AFONSO DE PORTUGAL, 1º MARQUÊS DE VALENÇA, REPOUSAM NA COLEGIADA DE OURÉM

Os restos mortais de D. Afonso de Portugal, 1º Marquês de Valença e 4º Conde de Ourém, repousam na cripta da Colegiada de Ourém, em pleno burgo medieval, por si mandada construir em 1445.

Túmulo do Marquês de Valença, na Igreja da Colegiada, para onde foram trasladados em 1487.

 

No seu túmulo, magnífica obra de arte gótica da autoria do escultor Diogo Pires-o-Velho, pode ler-se o seguinte epitáfio: “Aqui jaz o Ilustre Príncipe D. Afonso, Marquês de Valença, conde de Ourém, primogênito de D. Afonso, Duque de Bragança, e conde de Barcelos, e neto del Rei D. João de gloriosa memória, e do virtuoso, e de grandes virtudes D. Nuno Alvares Pereira, Condestável de Portugal. Faleceu em vida de seu pai, antes de lhe dar a dita herança, de que era herdeiro, o qual foi fundador desta Igreja, em que jaz, cuja fama e feitos este dia florescem. Finou-se a 29 de agosto do ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1460 anos.”

Os restos mortais do IV Conde de Ourém repousam na cripta da Igreja da Colegiada, em Ourém.

Conforme refere o Portal da História em (http://www.arqnet.pt/), o 1º Marquês de Valença “Era filho primogénito do 1.º duque de Bragança, D. Afonso filho de D. João I, e de sua mulher D. Brites Pereira, condessa de Ourém, filha do condestável D. Nuno Álvares Pereira.

Nasceu em Lisboa, faleceu em Tomar a 29 de Agosto de 1460.

Depois de cultivar os estudos próprios da sua hierarquia, tornou se distinto pelas suas virtudes morais e políticas, pelas quais mereceu ser estimado dos príncipes do seu tempo. Seu tio, o rei D. Duarte, resolvido a mandar um embaixador ao concílio de Basileia, que se tinha congregado para pacificar as largas discórdias entre a Igreja Grega e a Latina, que depois foi transferido por Eugénio IV para Ferrara, o nomeou a ele, confiando na sua profunda capacidade, que felizmente desempenharia as obrigações do seu cargo. Com outros companheiros e mais comitiva, saiu de Lisboa a 21 de Janeiro de 1435, e chegando a Bolonha a 24 de Julho do mesmo ano, foi recebido pelo papa com as manifestações de paternal benevolência. Concluído o concilio, foi à Palestina visitar os lugares santos, regressando depois a Lisboa Mais tarde, também teve a incumbência de acompanhar D. Leonor, quando esta infanta, sua prima, foi desposar Frederico III, imperador da Alemanha. Saiu de Lisboa a 20 de Outubro de 1451, como general da armada que a conduziu a Leorne. Desta cidade caminhou até Sena, despertando todas as atenções pela numerosa e magnífica comitiva que os acompanhava Chegando a Roma, procedeu à coroação dos dois esposos o papa Nicolau V. Terminada a cerimónia, o imperador o armou cavaleiro.

Em 1415 fundou a importante colegiada de Ourém, consignando lho copiosas rendas para sustentação das dignidades e cónegos, de que ela se compunha. Edificou também N. Sr.ª das Misericórdias, de Ourém, sumptuoso templo e sede da referida colegiada. D. Afonso V, por decreto de 11 de Outubro de 1451, lhe fez doação da vila de Valença, com todos os seus termos e limites, concedendo-lhe também o título de marquês de Valença, sendo este o primeiro marquesado que houve em Portugal. O seu corpo foi trasladado para Ourém, em 1487, sendo sepultado na capela debaixo do coro da Igreja da colegiada, num soberbo mausoléu, em que se gravou um longo epitáfio.

Dizem alguns antigos escritores, que D. Afonso foi casado ocultamente com D. Brites de Sousa, filha de Martim Afonso de Sousa, senhor de Mortágua, de cujo matrimónio houve um filho, D. Afonso de Portugal, que pretendeu suceder na casa de seu avô, o que se não pôde provar, mas o que não padece dúvida é a existência desse filho, a quem, segundo a tradição, D. João II obrigou a ser clérigo, ainda em curta idade, e foi bispo de Évora do a 24 de Abril de 1552. O marquês de Valença compôs: Itinerario ao Concilio de Basileia no anno de 1435, que saiu impresso no tomo V das Provas da Historia Genealogica da Casa Real Portugueza, por D. António Caetano de Sousa, pág. 573.”

Tendo sido o primeiro título de marquês concedido em Portugal, este foi criado pelo rei D. Afonso V, através de carta régia de 11 de Outubro de 1451, em favor de D. Afonso de Portugal, constituindo um título nobiliárquico de juro e herdade.

Ao que tudo indica e segundo teoria avançada por José de Figueiredo, seguindo a observação de Virgílio Correia em 1924, da semelhança existente com a respectiva estátua jazente que se encontra na Colegiada de Ourém, a segunda figura de opa verde com colar é identificada com D. Afonso de Bragança, IV Conde de Ourém e Marquês de Valença, no painel dos cavaleiros.

Entretanto, a cripta e o túmulo do Marquês de Valença foram classificados na categoria de Arquitectura Religiosa, através do Decreto n.º 37366, publicado no Diário do Governo n.º 70, de 5 de Abril de 1949.

A este respeito, publicou o IGESPAR a seguinte nota Histórico-Artística:

“Edificada na Igreja Matriz de Ourém, a cripta de D. Afonso, conde de Ourém e Marquês de Valença, é o único exemplar desta tipologia, construída durante o período final do gótico, que subsiste actualmente.

Apresenta semelhanças estruturais e acústicas com a Sinagoga de Tomar (SIMÕES, 1992), desenvolvendo-se em planimetria quadrangular, formada por três naves de três tramos definidos pelas colunas que suportam a abóbada de arestas que cobre o espaço.

Ao centro foi erigida a arca tumular do Marquês de Valença, em pedra de Ançã, com jacente. Os frontais são totalmente decorados com motivos vegetalistas em relevo, integrando o escudo de armas do marquês; sob a tampa foi gravada uma inscrição biográfica de D. Afonso.

A tampa é rodeada por cinta lavrada com rosetas que alastram para a parte superior, onde se dispõe a estátua jacente de mãos postas, repousando a cabeça sobre almofadas, com pés assentes numa mísula. A figura do marquês enverga túnica comprida pregueada, tendo a cabeça coberta por barrete.

A arca tumular foi executada cerca de 1485-1487, tendo sido neste último ano que D. Afonso, que havia falecido em Tomar em 1460, foi trasladado para Ourém. A obra escultórica insere-se no gosto do Gótico final, sendo atribuída às oficinas coimbrãs, nomeadamente ao cinzel de Diogo Pires o Velho. A sua tipologia apresenta muitas semelhanças com o túmulo de Fernão Teles de Menezes, erigido na Igreja de São Marcos de Coimbra.

Catarina Oliveira

IPPAR/2006”

A D. Afonso de Portugal, Marquês de Valença e 4º Conde de Ourém, deve o burgo medieval grande parte da sua histórica grandeza e progresso que só veio a ser interrompido em consequência do terramoto de 1755 e, cerca de meio século depois, as invasões francesas que a pilharam e incendiaram às ordens do general Massena. Não obstante, ainda se conserva o castelo e o palácio que foram do Marquês de Valença e o túmulo onde repousam os seus restos mortais, a convidar a uma visita sobretudo dos valencianos, a escassa distância do Santuário de Fátima.

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ESPOSENDE É DESTINO PRIVILEGIADO PARA QUEM O VISITA

Apresentado Esposende verão 2018. Esposende assume-se como destino privilegiado

No ano em que se assinalam os 25 anos da elevação de Esposende a cidade, o Município de Esposende apresenta um cartaz de eventos amplo e diversificado, que promete proporcionar um verão excecional, tanto aos residentes como aos turistas e visitantes.

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A apresentação do programa verão 2018 decorreu esta tarde, num ambiente informal, no complexo das Piscinas Foz do Cávado, em Esposende, tendo como pano de fundo o rio Cávado e a beleza natural deste território que é um privilégio da Natureza, uma festa que contou com a presença do DJ Wilson Honrado.

São mais de cem eventos de animação, cultura, desporto e lazer, que animarão os meses de julho, agosto e setembro, de onde se destacam, desde logo, o Festival Sons de Verão, a Galaicofolia, no Castro de S. Lourenço, em Vila Chã, e a Festa da História que animará o centro da cidade.

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A Festa do Emigrante, a ter lugar a 16 de agosto, é a novidade que marca o programa deste ano, um evento onde a animação musical estará a cargo de Rui Bandeira e da cantora esposendense Joana d’ Arc.

Santa Maria, Nelson Freitas e os Resistência integram o cartaz do Festival Sons de Verão 2018, que vai decorrer no Largo dos Bombeiros, entre os dias 17 e 19 de agosto. O Festival da Juventude, com a “Water Party”, o “Esposende in Summer” e o “Silenty Party” promete repetir o sucesso das edições anteriores. A Música na Praça e o Festiteatro – Festival de Teatro de Rua são outras das propostas, mantendo-se também a aposta na dança com o “Esposende Street Battle” e o “Esposende a dançar”.

No plano desportivo, realce para a Corrida da Praia, subida noturna do rio Cávado, o Trail das Azenhas ou o campeonato nacional de futebol de praia. Para os mais novos há atividades de férias, no Centro de Educação Ambiental, no Museu Municipal, no Centro Interpretativo de São Lourenço e nas Piscinas Foz do Cávado.

A anteceder as comemorações do Dia da Cidade e do Município, que têm o ponto alto a 19 de agosto, Esposende celebra as tradicionais festividades em honra da Senhora da Saúde e da Soledade, sendo as Festas e Romarias uma constante nas restantes freguesias do concelho.

Aludindo ao elevado número e diversidade de eventos, o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, referiu que estão reunidos os ingredientes para mais um “verão em grande”. Assinalou que o Município está ciente da responsabilidade de garantir animação num período em que o concelho regista maior procura e recebe os emigrantes, contudo deixou claro que esta responsabilidade é repartida e a todos diz respeito.

Tendo por base a experiência de anos anteriores, a economia local, sobretudo os setores da restauração e hotelaria, só têm a ganhar com esta aposta da Câmara Municipal, lembrou Benjamim Pereira, lembrando que o Município tem hoje uma forma de comunicar mais assertiva, eficaz e abrangente, garantindo, assim, uma melhor e maior promoção do território e das suas potencialidades.

A programação do Esposende Verão 2018 já está disponível no site do Município em www.municipio.esposende.pt, bem como na APP “Esposende verão”.

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DANIEL BASTOS APRESENTOU ONTEM EM TORONTO O SEU MAIS RECENTE LIVRO “TERRAS DE MONTELONGO”

O historiador Daniel Bastos deslocou-se a Toronto, no Canadá, a fim de apresentar o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”. A sessão teve ontem lugar, em Toronto, no âmbito das Comemorações do Dia de Portugal.

A obra, concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), que nos anos 70 captou imagens marcantes em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, foi apresentada na Galeria dos Pioneiros Portugueses, um Museu que se dedica à perpetuação da memória e das histórias dos pioneiros da emigração portuguesa para o Canadá.

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A contar da esquerda, a curadora da Galeria dos Pioneiros Portugueses, Humberta Araújo, o historiador Daniel Bastos, e o comendador Manuel da Costa, na mesa da sessão de apresentação em Toronto

 

A apresentação da obra, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, esteve a cargo de Humberta Araújo, curadora da Galeria dos Pioneiros Portugueses, e do comendador Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto.

No decurso da sessão de apresentação, que contou com a presença de vários elementos da comunidade luso-canadiana, Humberta Araújo e Manuel da Costa, confluíram no elogio ao trabalho dedicado de Daniel Bastos ao nível da promoção das comunidades portuguesas no mundo, assim como na importância do seu último livro, que conta com o apoio do Centro Português de Fotografia, na valorização da história, cultura e tradições dos territórios do interior norte de Portugal.

Refira-se ainda que a convite da Peach Gallery, uma das mais recentes e vibrantes galerias de arte em Toronto, o escritor e historiador minhoto durante a sua estadia na América do Norte será curador da exposição “Con-Textos de Criatividade”, da autoria do mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, cuja inauguração ocorrerá no dia 5 de julho (quinta-feira), às 18h00, no espaço da galeria de arte.

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GRUPO FOLCLÓRICO DE SANTA CRISTINA DO COUTO DANÇA NO BAIRRO ALTO EM LISBOA

 Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto, foi fundado em 18 de Junho de 1977, pertence à Freguesia que lhe deu o nome, ao Concelho de Santo Tirso e está inserido na Região do Baixo Minho/Ave.

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Fez a sua primeira apresentação ao público em Junho de 1978. Desde então, procura apresentar com rigor as danças e cantares, bem como o modo de trajar, daqueles que viveram em Santa Cristina do Couto no fim do século XIX princípio do século XX (1890- 1910).

É membro efetivo da Federação do Folclore Português e sócio fundador da Associação de Folclore e Etnografia de Santo Tirso.

De Norte a Sul do País incluindo Açores e Madeira e ainda no Estrangeiro, tem participado em Festivais Nacionais e Internacionais de Folclore.

Organiza todos os anos o Festival de Folclore, Exposição de Trajes e Utensílios Antigos, Encontro de Cantadores de Janeiras e Reis, além das festas das Rosas e de S. Martinho, também estas com Festival Folclore.

FESTIVAL CONTRACENA ANIMA CABECEIRAS DE BASTO

Cabeceiras de Basto acolheu nos passados dias 8, 9 e 10 de junho, o ContraCena – Festival de Teatro que juntou três companhias – duas portuguesas e uma espanhola – no auditório da Casa da Juventude e que proporcionaram ao numeroso público três espetáculos teatrais multidisciplinares, dirigidos a diferentes faixas etárias.

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Durante os três dias culturais dedicados ao teatro foram superadas as expectativas e o feedback da organização e do público presente é muito positivo.

No primeiro dia de espetáculo, no dia 8, marcaram presença os vereadores Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa, sendo que nos dias 8 e 9 de junho, participou nos eventos o vice-presidente da Câmara Municipal, Dr. Mário Oliveira.

No dia 8 de junho subiu ao palco a peça ‘Entre a flauta e a viola’ pela companhia Thamuse Teatro, de Mondim de Basto. Baseada na peça de Camilo Castelo Branco, a encenação contou a história de Aniceto que queria, a todo o custo, afastar a filha Vitória de dois pretendentes.

No dia 9 esteve em palco o drama ‘Tejas Verdes’ apresentado pela companhia Jano Teatro, de Valladolid, Espanha.

No dia 10 de junho a encenação ‘Cinderela’ foi protagonizada pel’ A Capoeira Companhia de Teatro, de Barcelos, um espetáculo dedicado ao público infantil com recurso à técnica de manipulação direta de marionetas.

À semelhança das edições anteriores, esta terceira edição do festival foi organizada pela Câmara Municipal e produzida pelo CTCMCB – Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, marcando a programação cultural de Cabeceiras de Basto e reforçando o papel ativo do concelho enquanto município embaixador do teatro na região.

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BARCELOS REGRESSA À IDADE MÉDIA

Barcelos Cidade Medieval anima o fim de semana. Torneio medieval a cavalo, na sexta-feira, e Ceia Medieval, no sábado, são os pontos altos

Barcelos Cidade Medieval está de regresso ao centro histórico de Barcelos até ao próximo domingo, dia 17 de junho, com mais animação e dedicada às profissões medievais.

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O Presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, inaugurou o evento, numa visita que percorreu todos os espaços da Feira.

Durante os próximos dias, fazer o percurso pelo centro histórico da cidade será como viajar no tempo até à Idade Média com artesãos de várias artes e ofícios, mercadores e taberneiros onde não faltarão a animação com arautos, o torneio medieval (justas), este ano na sexta-feira e no sábado, os torneios de tiro com arco, diversões e jogos, cortejos, demonstrações de falcoaria, cavalaria e cuspidores de fogo.

Este ano, outra das novidades é a animação que se prolonga pela noite dentro. Na sexta-feira e no sábado, junto à Casa da Azenha, a festa 'Depois do Galo Cantar', organizada pelo Concilium Bar, pretende atrair quem quiser divertir-se da meia noite às 4h00 da manhã. A entrada é gratuita.

A aplicação mobile desenvolvida no ano passado continua disponível para que os visitantes possam aceder com mais facilidade às atividades, ao programa e às fotografias do evento.

Neste regresso ao passado, não vão ser esquecidos alguns elementos fundamentais da identidade da cidade ao longo dos séculos, nomeadamente a lenda do Galo e o feito dos Alcaides de Faria, uma iniciativa que tem vindo a crescer anualmente, e que atrai milhares de visitantes ao centro de Barcelos.

As recriações históricas trarão à cidade muita cor e animação, podendo ser percorridos os espaços onde outrora estavam localizadas a judiaria, a gafaria e as ruas dos mercadores, desde o Largo da Porta Nova, passando pelo Largo Dr. José Novais, Praça de Pontevedra e Largo do Apoio, terminando no Largo do Município e no Paço dos Condes (castelo). Barcelos Cidade Medieval é uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Barcelos com a Associação Burgo Divertido.

Ação de sensibilização ambiental

Este ano, o Pelouro do Ambiente está a fazer uma ação de sensibilização junto de todos os mercadores que participam na V Edição do Barcelos Cidade Medieval, apelando a que, no final do dia, os lugares fiquem limpos, fazendo a correta deposição dos resíduos nos respetivos ecopontos e contentores.

Para esta ação foram disponibilizados pela Câmara Municipal sacos de lixo com diferentes cores de forma a fazer a correta separação do lixo. O grande objetivo é alertar para a importância da redução da produção de resíduos e incentivar os participantes a adotar comportamentos amigos do ambiente.

PRESIDENTE DA REPÚBLICA VISITA PONTE DA BARCA

Ponte da Barca: Presidente da Câmara visita freguesia de Paço Vedro de Magalhães

O presidente da Câmara de Ponte da Barca, Augusto Marinho, acompanhado pelo presidente da União de Freguesias de Ponte da Barca, Paço Vedro de Magalhães e Vila Nova de Muía, e técnicos municipais, esteve esta terça-feira em visita de trabalho à freguesia de Magalhães.

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Na visita, o autarca aproveitou para se inteirar do andamento da obra de execução do troço de ligação da rede de saneamento de águas residuais na Rua do Outeiro, e para proceder à análise das que são consideradas prioritárias para o atual executivo da freguesia.

O périplo pretende responder aos anseios e expectativas da população do concelho, com o intuito de criar condições para que possam ter uma melhor qualidade de vida. “Uma oportunidade para, in loco, termos uma perceção coletiva de tudo o que é necessário fazer”, disse Augusto Marinho.

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“O LIMITE É O TEU SONHO. ACREDITA SEMPRE. NUNCA DESISTAS”

Mensagem de confiança de António Barbosa, dirigida aos alunos da EPRAMI, na cerimónia de entrega de computadores, realizada no dia 13 de junho. No total, foram distribuídos 157 unidades pelas três escolas: Monção, Melgaço e Paredes de Coura.

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A EPRAMI é uma escola aberta à igualdade e diversidade. Certificada pela Microsoft, é também uma escola orientada para as novas tecnologias. Ontem à tarde, na cerimónia de entrega de computadores aos alunos, essa missão ficou claramente exposta e reforçada.

Ao todo, foram distribuídos 157 computadores pelos alunos (1º ano e alguns do 2º ano) das escolas de Monção, Melgaço e Paredes de Coura. Uma parceria entre a ADEMINHO, a Caixa de Crédito Agrícola do Noroeste e alunos, os quais comparticiparam o investimento em 51% do seu valor.

Um apoio que, nas palavras de Manuel Miranda, diretor da EPRAMI, responde aos anseios da comunidade educativa e projeta uma imagem de modernidade da escola e de valorização pessoal dos alunos. Adiantou: “É uma ferramenta de trabalho com vantagens enormes no processo de aprendizagem e aprofundamento de conhecimentos”.

Correia da Silva, presidente do Conselho de Administração da Caixa de Crédito Agrícola do Noroeste, abordou os benefícios do acesso universal às novas tecnologias, lembrando a função social e próxima às pessoas do “banco nacional com pronúncia local”. Antes, para orgulho dos monçanenses, disse que a caixa nasceu em Monção, em 1915. Mais de um século. Tão bom recordar a história. 

Presente na cerimónia, o autarca monçanense, António Barbosa, realçou o papel da EPRAMI na dinâmica empresarial local e na formação especializada e capacitada dos jovens monçanenses. Deu nota ainda que a escola, fruto da sua competência e profissionalismo, já ultrapassou as fronteiras dos três concelhos onde está inserida.

Por fim, deixou uma mensagem de confiança aos alunos presentes: “Os limites aos vossos sonhos são impostos por vocês. Acreditem sempre. Até conseguirem. Os lugares não pertencem a ninguém. Tem de ser conquistados com dedicação e persistência. Sei do que falo. Tenho um orgulho enorme em ser presidente da Câmara Municipal de Monção, mas trabalhei imenso para cumprir este sonho. Nunca desistam”.

Assinale-se que, dos 157 computadores entregues às três escolas, 77 serão disponibilizados aos alunos de Monção. Um número que poderá ser alargado, até ao final do mês, caso algum aluno manifeste interesse em aceder à iniciativa, custeando a sua parte.

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CELORICO DE BASTO VAI NA MARCHA!

Celorico de Basto recebe este sábado as Marchas Populares do Celorico a Mexer

Está tudo pronto para receber as Marchas Populares do Celorico a Mexer marcadas para este sábado, 16 de junho, pelas 18h00, na Praça Albino Alves Pereira.

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Serão apresentadas 12 marchas com a participação de todos os grupos que integram o programa Celorico a Mexer.

“Será um momento de festa, de alegria, de boa disposição. Um momento que reúne os nossos idosos numa atividade conjunta que visa a celebração dos santos populares. Um momento de apresentação daquilo que foi feito durante meses de trabalho nos locais de animação e que agora será apresentado a toda a população” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto. “Serão certamente, à semelhança das edições anteriores, umas marchas populares de muito convívio e confraternização” reforçou.

Como usualmente todos os adereços, roupas e músicas são preparados pelos técnicos e os professores de música nos locais de animação. E este ano, tal como no ano anterior, a música de cada marcha terá uma letra original que destacará os usos e costumes da freguesia representada em cada marcha.

“As marchas populares são sempre muito divertidas não apenas no dia em que são apresentadas mas nos dias de preparação, a criação das roupas, os adereços, os arcos, as letras. Tudo isto é feito em contexto animação e conta com a colaboração ativa dos técnicos mas sobretudo dos idosos que integram o programa” reforçou Helena Martinho, Coordenadora dos Serviços Sociais e de Saúde do Município de Celorico de Basto.

De facto, os protagonistas destas marchas são os utentes que integram o programa Celorico a Mexer. São cerca de 400 idosos oriundos das 15 freguesias do concelho que vêm este programa como uma forma de se sentirem uteis, valorizados e ativos na sociedade, os principais objetivos do Celorico a Mexer.

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Marchas Populares Celorico a Mexer