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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FEIRAS DE PONTE DE LIMA ESTÃO DE VOLTA

Feiras Quinzenais; Feira de Antiguidades e Feira de Artesanato de Ponte de Lima Regressam à atividade

Considerando o fim do estado de emergência e a decisão do Governo de um plano gradual de desconfinamento, o Município de Ponte de Lima autoriza o regresso à atividade das feiras quinzenais; feira de antiguidades e feira de artesanato.

Fotos: Luís Eiras / Esposende Altruísta

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HÁ 80 ANOS, ALEMANHA NAZI PLANEOU INVADIR PORTUGAL

Espanha viu então uma oportunidade de anexar o nosso país

Passam precisamente 80 anos desde a altura em que a Alemanha nazi, congeminada com a Espanha franquista, planearam a invasão militar de Portugal e sua consequente supressão enquanto país soberano. Tratava-se da chamada “Operação Isabella” e constituía um complemento à “Operação Félix” que tinha por objetivo a ocupação do território britânico de Gibraltar. Não foi Hitler que nos salvou da invasão como foi recentemente propalado mas a habilidade da diplomacia do Estado Novo conjugada com o apoio do Reino Unido que sabia de antemão visar o seu acesso ao continente através de Portugal e Gibraltar.

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Apesar de geralmente aceitar-se o princípio segundo o qual a História não se repete, não podemos deixar de alguma forma fazer um paralelismo com as invasões francesas, incluindo o Bloqueio Continental e o Tratado de Fontainebleau.

Com efeito, à semelhança das pretensões de Napoleão, também a Alemanha pretendia isolar o Reino Unido impedindo o seu acesso ao continente. E a Espanha, mau grado o Tratado de Amizade e Não Agressão Luso Espanhol celebrado em 1939, com Portugal, via nisso uma oportunidade de anexar o nosso país e, dessa forma, concretizar o velho anseio sintetizado no programa falangista da “Espanha Una” a englobar todo o espaço peninsular. E, foi com esse propósito que, em 23 de outubro de 1940, o generalíssimo Franco avistou-se com Adolf Hitler em Hendaye, no sul da França ocupada.

A invasão militar do nosso país seria executada por 3 divisões alemãs: uma blindada, que partindo de Cáceres, atacaria os portos de Lisboa e Setúbal; uma de infantaria motorizada, que partindo de Valhadolid, atacaria o Norte de Portugal e virando para Sul, ameaçaria a retaguarda das forças portuguesas que defenderiam Lisboa e a margem Norte do rio Tejo; e outra de infantaria ligeira, que partindo de Sevilha, avançaria pelo Algarve, com ou sem apoio do exército espanhol.

Com forças militares insuficientes para oferecer uma resistência capaz ao exército alemão, o governo português retiraria sob escolta da Marinha Britânica para a cidade de Ponta Delgada, nos Açores, onde estabeleceria a capital e, desse modo, não assinaria a capitulação militar. Uma estratégia, aliás, em muitos aspetos semelhante à que levou a corte portuguesa ao tempo de D. João VI para o Brasil.

Entretanto, as capacidades de defesa alteraram-se com a cedência, em 1943, da Base das Lages ao Reino Unido ao abrigo do Tratado de Aliança Luso-Britânico a fim de ser utilizada pela Royal Air Force e a chegada de grande quantidade de material de guerra moderno como viaturas blindadas, artilharia antiaérea e anticarro, sistemas antissubmarino, e esquadrilhas de aviões de caça modernos como Spitfires e Hurricanes.

Contudo, foram os falhanços militares alemães na frente oriental, na sequência da invasão da URSS iniciada em 22 de junho de 1941, na chamada “Operação Barbarossa”, mais concretamente a resistência russa no cerco à cidade de Leninegrado, que determinaram o adiamento da invasão militar de Portugal, o qual, aliás, não se chegou a concretizar.

Acresce a isto a grande influência que o partido NAZI possuía à altura entre a comunidade germânica radicada em Lisboa, não se inibindo de promover abertamente iniciativas de propaganda.

Decorridas que são oito décadas sobre os fatos mencionados, importa questionar se os interesses geoestratégicos não continuarão a determinar novas “Operações Isabella”, ainda que com recurso a outros métodos porventura mais eficazes do que a intervenção militar.

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No período da Segunda Guerra Mundial, o Clube Alemão de Lisboa realizou diversas iniciativas como uma exposição de fotografia, conferências e inclusivamente uma festa comemorativa da subida de Adolf Hitler ao poder.

Fotos: DIGITARQ

HISTÓRIA: 28 DE MAIO DE 1926, A REVOLUÇÃO NACIONAL COM EPICENTRO EM BRAGA

Passam no próximo dia 28 de maio precisamente 94 anos sobre a data em que um levantamento militar, com epicentro em Braga e liderado pelo Marechal Gomes da Costa, então denominado por Revolução Nacional, derrubou o regime instaurado dezasseis anos antes e que, ao longo da sua curta existência, se caracterizou por uma grande instabilidade política e uma profunda crise económica.

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Entre os protagonistas do movimento que em 1926 instaurou a ditadura militar contavam-se muitos republicanos que antes haviam participado na implantação da República, em 1910, e que apostavam agora na regeneração do próprio regime.
Na sua origem encontrava-se a profunda crise económica e financeira em que o país se encontrava, a desordem social, a corrupção e a permanente instabilidade política causada pelas disputas partidárias.
Pesem embora as semelhanças entre a situação vivida à época e as circunstâncias da crise financeira de 2008 não constituam mais do que meras coincidências, os acontecimentos que então se viveram não devem deixar de constituir um motivo de reflexão.

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Neste local esteve instalado o Regimento de Infantaria nº 8. Junto, o Campo da Vinha onde, em 28 de maio de 1926, sob o comando do general Gomes da Costa, se formaram as tropas para marchar sobre Lisboa, dando início à “Revolução Nacional” que instaurou a ditadura militar.


“Em 28 de Maio de 1926 ocorre um levantamento militar no norte de Portugal, com o objectivo de tentar repor a ordem no país, que durante os últimos dois anos (desde 1924) está continuamente à beira da guerra civil.
Com um movimento sindicalista completamente controlado por sectores da esquerda anarquista, que provoca incidentes violentos, criam-se condições para a instalação de um regime de terror, em que os assassinatos e os atentados terroristas se sucedem todas as semanas.
A instabilidade política atinge uma situação de pré guerra-civil com confrontos entre unidades militares e com a sublevação de unidades do exército, nomeadamente da aviação do exército (na altura não havia Força Aérea).
A instabilidade generalizada atinge um ponto de ruptura e leva alguns dos principais comandos militares a uma revolta.
A revolução propriamente dita tem origem em Braga, a capital da província do Minho, uma das regiões mais povoadas de Portugal. O comando das operações é assumido pelo General Gomes da Costa, que chega à cidade na noite do dia 27.
A 28 de Maio, uma Sexta-feira, é proclamado o movimento militar e inicia-se a movimentação de forças desde Braga para Lisboa. Ao longo do dia seguinte, Sábado, 29 de Maio, unidades militares de todo o país declaram o seu apoio aos militares golpistas, enquanto que em Lisboa a chefia da polícia também adere ao golpe.
Gomes da Costa comanda em Braga as forças do Regimento de Infantaria nº 8.


No entanto, opõem-se-lhe as forças comandadas, desde o Porto, pelo comandante da III Divisão do exército, Gen. Adalberto Sousa Dias, que manda as suas tropas avançar em direcção a Braga e assumir posições defensivas em Famalicão, a meio caminho entre o Porto e a cidade revoltosa.
Mas no dia seguinte, 29 de Maio, são anunciadas adesões ao golpe por parte de divisões militares com base em Vila Real, Viseu, Coimbra, Tomar e Évora (4ª Divisão), isolando as forças do Porto.
No Domingo, 30 de Maio, o comandante da III Divisão anuncia que as suas forças também aderem ao golpe, deixando assim o caminho livre para as tropas de Gomes da Costa que marcham pelo Porto sem oposição.
O Governo, em Lisboa, verificando não ter qualquer capacidade para controlar a situação, apresenta a demissão ao Presidente da República Bernardino Machado.
Na Segunda-feira, dia 31, o poder está formalmente nas mãos de Mendes Cabeçadas, com a resignação oficial de Bernardino Machado, embora nesse mesmo dia ainda ocorra a última sessão da Câmara dos Deputados e do Senado. O palácio de S. Bento, será encerrado na tarde dessa Segunda-feira pela GNR, e só voltará a receber deputados eleitos, 49 anos depois, em 1975.
Na Terça-feira, dia 1 de Junho, quatro dias depois de a coluna de tropas revoltosas ter saído de Braga, encontra-se em Coimbra, onde o líder da revolta militar declara a formação de um triunvirato governativo ao qual presidirá e que será também constituído por Mendes Cabeçadas e Armando Ochoa.
O movimento militar, transforma-se então numa autêntica revolução com a adesão de inúmeros sectores da sociedade portuguesa, desejosos de acabar com o clima de terror e violência que se tinha instalado no país.

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A imagem mostra as forças militares lideradas pelo General Gomes da Costa, sublevadas em Braga em 28 de maio de 1926, acampadas junto ao rio Trancão, em Sacavém, antes do seu avanço sobre Lisboa. (Imagem: Fundação Mário Soares)


No dia 3 de Junho, Quinta-feira, as tropas de Gomes da Costa chegam a Sacavém, e a situação aparece confusa, pois não há exactamente a certeza de quem deverá formar parte do novo governo. Entre as novas figuras, surge a do crucial Ministro das Finanças, um professor de Coimbra, que mais tarde assumirá a chefia do Governo, Oliveira Salazar.
No dia seguinte, Sexta-feira, 4 de Junho, o comando é transferido para a Amadora, onde chegam também forças da 4ª Divisão vindas de Évora.
No dia 7 de Junho de 1926, as várias colunas militares que entretanto se formaram efectuam uma parada militar em Lisboa que serve também como afirmação de força, na qual participam 15.000 homens.
A revolução implantou um regime militar que duraria formalmente até 1933, sendo seguido pela aprovação de uma nova Constituição e pela institucionalização do «Estado Novo», um regime autocrático em parte inspirado no movimento fascista italiano que tinha acabado de despontar em Itália, mas controlado pelos sectores católicos conservadores portugueses.
O regime implantado com a revolução de 28 de Maio, conseguiu recuperar da situação económica absolutamente caótica a que a chamada «República Laica» o tinha feito chegar após o golpe de 5 de Outubro de 1910.
No entanto, embora tivesse recuperado a economia do país, o regime implantado em 28 de Maio de 1926, entrou por sua vez (após o final da II Guerra) num lento processo de apodrecimento que acabaria por conduzir a um outro movimento de contornos idênticos, também dirigido pelos militares em 25 de Abril de 1974, que como o movimento de 28 de Maio, triunfaria por causa do enorme apoio que teve nas ruas.”

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Fonte: Área Militar; Imagens: (0) Joshua Benoliel, (1, 3) Blogue do Minho, (2) Fundação Mário Soares
Obs: Este artigo foi previamente publicado em Blogue do Minho tendo sofrido ligeiras adequações na presente edição.

Estátua do General Gomes da Costa na Praça Conde de Agrolongo, em Braga

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O Lar Conde de Agrolongo situa-se no antigo Convento do Salvador

Igreja do Pópulo

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Neste local formaram as forças militares que em 28 de maio de 1926 marcharam em direção a Lisboa para colocar termo à Primeira República

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BARCELOS REALIZA OBRAS NO MERCADO MUNICIPAL

Iniciaram as obras das instalações provisórias do Mercado Municipal

Iniciaram as obras de construção das instalações provisórias do Mercado Municipal de Barcelos, orçadas em 149.000,00€.

A empreitada tem como objetivo acolher os comerciantes enquanto decorre a requalificação daquele espaço comercial, cujas obras estão também a iniciar e têm um orçamento de mais de três milhões de euros.

As instalações provisórias ficam localizadas nas imediações do Mercado Municipal.

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MUNICÍPIO DE BRAGA INTRODUZ MEDIDAS DE APOIO À ECONOMIA LOCAL

Autarquia prescinde de receitas potenciais para apoiar directamente os empresários

O Município de Braga aprovou, em sede de reunião do Executivo Municipal, um conjunto de medidas que visam minorar o impacto da pandemia de Covid-19 na economia local e, em particular, o comércio de proximidade.

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Desta forma, a Autarquia prescinde de receitas potenciais no sentido de apoiar directamente os empresários locais e a retoma da actividade económica das micro e pequenas empresas do Concelho.

Estas medidas agora aprovadas juntam-se a diversas outras iniciativas que têm sido desenvolvidos neste período, designadamente as isenções promovidas pela Agere aos estabelecimentos de comércio e serviços que encerraram devido à entrada em vigor do Horário Zero e a criação de um Programa de Apoio ao Comércio e Outro Tipo de Empresas (PACOTE) destinado a apoiar a sustentabilidade das empresas e a preservar empregos, através de um serviço de informação sobre segurança social, orientação técnica sobre incentivos fiscais e assistência especial a empresas de turismo.

“Neste momento é fundamental apoiar o comércio local e garantir que os empresários dispõem do máximo de liquidez possível para enfrentar esta situação que se vive. Esta é uma área que, à semelhança de outras, tem sofrido bastante neste período, primeiro com a impossibilidade de laborar e, agora, com uma queda abrupta do seu volume de negócios. Este é um teste de resistência às empresas e empresários e queremos estar ao seu lado para que possam manter os postos de trabalho e minorar os impactos sociais da pandemia”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, garantindo ainda que a Autarquia mantém intacto o trabalho de dinamização económica do território.

Procedimentos para operacionalização das medidas de apoio

Assim, foram aprovadas as seguintes medidas de apoio e as respectivas formas de operacionalização:

- Isentar, no ano 2020, das taxas de ocupação de espaço público os operadores que se enquadrem no regime simplificado, previsto no artigo D-2/10º do Código Regulamentar, e previstas no artigo 50.º da Tabela de Taxas. Os operadores económicos que já tenham liquidado as respectivas facturas, deverão enviar para o correio electrónico: financeira@cm-braga.pt com os seguintes elementos: Talão comprovativo do IBAN e a(s)respectiva(s) factura(s). O reembolso será efectuado, oportunamente, após recepção dos elementos mencionados. Caso não pretendam enviar os elementos por correio electrónico, poderão fazê-lo por carta para o seguinte endereço: Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga.

- Isentar, por um período de três meses (Abril, maio e Junho de 2020) das taxas devidas pela ocupação os exploradores dos quiosques instalados em espaço público do Município de Braga (tipificadas no artigo D-2/25.º e D-2/36.º do Código Regulamentar). O pagamento será retomado na mensalidade referente ao mês de Agosto de 2020, a pagar até ao dia 20 de Julho (artigo D-2/36º do Código Regulamentar do Município de Braga).

- Isentar, por um período de 3 meses (Abril, maio e Junho) as rendas relativas aos quiosques de flores situadas no Largo Monte D’Arcos junto ao Cemitério Municipal, em virtude do encerramento do mesmo. O pagamento das rendas será retomado na mensalidade do mês Julho de 2020, a pagar até ao dia 8 do mês a que respeita.

- Alargar o prazo de pagamento voluntário das taxas de publicidade e ocupação da via pública, não enquadráveis no regime simplificado de ocupação de espaço público, referentes às renovações para o ano 2020. Os agentes económicos deverão proceder ao pagamento das respectivas taxas até 30 de Setembro de 2020. O pagamento deverá ser efectuado por transferência bancária (IBAN PT50 0007 0602 0051 7060 0056 1), ou por envio de cheque emitido à ordem do Município de Braga (endereçado para a morada Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga), referenciando sempre o número da factura e/ou número do processo. Os agentes económicos que possuam facturas que incluem mais do que um regime de licenciamento devem solicitar, através do correio electrónico financeira@cm-braga.pt, o valor correto para a transferência a efectuar, dado que o acerto será realizado na factura já emitida. Em caso de incumprimento do prazo de pagamento até 30 de Setembro, o processo será encaminhado para cobrança coerciva, sendo devidos juros de mora à taxa legal em vigor, conforme Código Regulamentar do Município de Braga.

Para qualquer dúvida ou necessitando de mais informações, estamos à disposição através do seguinte endereço electrónico: financeira@cm-braga.pt

CRÉDITO AGRÍCOLA QUER AFIRMAR-SE COMO REFERÊNCIA DE INCLUSÃO E SUSTENTABILIDADE

  • Através da canalização de investimentos e capital para projectos que contribuam para diminuir o impacto ambiental das actividades económicas e mitigar situações de exclusão social e desigualdade.
  • Alinhando a actuação do Banco com a neutralidade carbónica defendida no Acordo de Paris e com os princípios dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável.

Com a ambição de ser reconhecido como o Grupo financeiro de referência nos temas da sustentabilidade no mercado nacional, o Crédito Agrícola actualizou a sua visão: “tornar-se uma referência de inclusão, sustentabilidade e inovação, mantendo o reconhecimento de Grupo Financeiro de confiança dos Portugueses”, e criou a sua Política de Sustentabilidade, uma vez que os temas ambientais, sociais e de governação são cada vez mais relevantes para a gestão do risco do Crédito Agrícola, para os seus clientes, para as comunidades locais e para a população mais jovem.

Desta forma, o Crédito Agrícola pretende contribuir para o progresso económico e social das regiões, praticando uma banca de proximidade, de forma sustentável. Uma relação estabelecida com base nos valores cooperativos do Grupo: solidez, proximidade, confiança e simplicidade.

Esta Política de Sustentabilidade do Banco irá materializar-se no desenvolvimento de empréstimos e obrigações verdes, na promoção da linha de crédito para a eficiência energética e economia circular, e na criação de outras linhas de financiamento destinadas a financiar acções que reduzam o impacto ambiental e as emissões de CO2.

Gradualmente, serão incorporados critérios ambientais e sociais na concessão de crédito que irão privilegiar projectos que sejam mais sustentáveis, reduzindo gradualmente o investimento em empresas ou actividades que claramente não se estão a adaptar à neutralidade carbónica e à economia circular.

FUNDAÇÃO AIP ADIA FEIRA INTERNACIONAL DO ARTESANATO

FIA – Feira Internacional do Artesanato 2020. ADIAMENTO

A Fundação AIP, enquanto entidade organizadora da FIA – Feira Internacional do Artesanato, vem comunicar a todos os seus expositores, parceiros e visitantes, que devido à situação mundial que se vive atualmente com a pandemia do COVID-19 e seguindo as recomendações da DGS – Direção Geral de Saúde e da OMS – Organização Mundial de Saúde, entendeu adiar a FIA 2020, que estava prevista realizarse de 27 de junho a 5 de julho, na FIL – Feira Internacional de Lisboa.

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A Fundação AIP, após auscultar diferentes parceiros e entidades públicas e privadas do sector concluiu que, face ao cenário da pandemia, não estão reunidas as condições para poder assegurar a realização da FIA 2020 na data anunciada, pelo que se vê obrigada, por motivos de força maior, a adiar a FIA para nova data a anunciar oportunamente.

Com o adiamento da realização da FIA, ficarão igualmente asseguradas melhores condições para o restabelecimento das dinâmicas geradas pela maior feira multicultural da Península Ibérica, que se afirmou ao longo dos anos como uma plataforma de excelência para a promoção da identidade e desenvolvimento de territórios nacionais e internacionais, nas vertentes económica, cultural, e turística, com particular destaque para a mostra da diversidade do artesanato português.

Conscientes do impacto desta decisão, não podemos deixar de agradecer todo o apoio, compreensão e disponibilidade que nos foi manifestado pelos nossos clientes, parceiros e visitantes, ao longo dos anos, na afirmação da FIA como feira líder da Península Ibérica e a segunda maior da Europa, no seu âmbito, e estamos confiantes que seremos capazes de ultrapassar as circunstâncias do momento e continuar, no futuro, a afirmar a FIA como montra multicultural de excelência.

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ISAVE DÁ FORMAÇÃO NA ÁREA DO COVID-19

Formação na área da COVID 19 continua a formar os estudantes do ISAVE

No Instituto Superior de Saúde, em Amares, várias são as áreas afetas ao plano de formação, a decorrer e contam com uma panóplia de docentes e convidados externos, desde a nutrição (Natália Silva), à necessidade de adaptação dos contextos hospitalares (Filipe Franco), dos cuidados de saúde primários (Almerindo Domingues), bem como às patologias cardiorrespiratórias (Rui Silva) e a necessidade de avaliação e tratamento da fisioterapia (Manuel João e Liliana Costa).

Paralelamente, abordaram-se temáticas relacionadas com alterações emocionais e comportamentais associadas ao surto pandémico (Ana Sofia Soares) e na particularidade das ERPIs se adaptarem a esta nova realidade com impacto no envelhecimento (Diogo Batalha).

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CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO DÁ A CONHECER O SEU GRANDE AUDITÓRIO

Programação especial de aniversário

A Casa das Artes de Famalicão lança, hoje, o segundo episódio da visita guiada em vídeo disponível aqui: https://youtu.be/iLAgXyYkaGI

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Até sexta-feira, diariamente, será lançado um novo episódio.

Trata-se de uma iniciativa que possibilita a todos realizarem uma visita guiada aos principais espaços deste Teatro Municipal, permitindo que o visitante virtual fique com uma ideia global do espaço, dos equipamentos e das potencialidades da Casa das Artes.

Esta ação marca o arranque da programação especial de aniversário da Casa das Artes de Famalicão que, no dia 1 de junho, celebra 19 anos de atividade.

Recorde-se que para comemorar o aniversário foi preparada uma programação de espetáculos que vão ter lugar em palco, neste teatro municipal e transmitidos na página do Facebook (https://www.facebook.com/CasadasArtesVNFamalicao).

Valter Lobo | sábado 30 de maio às 21h30

Valter Lobo regressa à Casa das Artes com um novo espetáculo. À semelhança do que aconteceu com o anterior “Mediterrâneo”, o músico apresenta em primeira mão alguns dos temas que vão integrar o próximo disco de originais, a editar ainda no decurso de 2020. Sempre com o português em punho e voz pujante, com as componentes lírica e sonora marcadas por um grande sentimentalismo e melancolia, o Valter Lobo continua a trabalhar uma reaproximação ao calor humano e ao mundo. A confirmação de um grande valor da nova música portuguesa num palco sempre especial.

White Haus: Body Electric | sábado 30 de maio às 23h00

João Vieira é dj, músico e produtor. Iniciou a sua carreira em Londres nos finais dos anos 90, onde trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes.

Em Portugal, editou 5 álbuns com XWife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista e coprodutor.

Como DJ Kitten, e a partir do Porto, reescreveu a cena clubbing em Portugal nos anos 2000, com o seu inovador Club Kitten.

Com o alterego White Haus, deu início à aventura da composição e produção electrónica. O resultado deste processo foi a edição de um EP em 2013 e três álbuns: “White Haus Album” em 2014, "Modern Dancing" em 2016 e "Body Electric", o novo disco editado em Outubro de 2019.

Tendo já percorrido o país em vários espetáculos e com presença em todos os principais festivais de Verão – NOS Primavera sound, NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura, Super Bock Super Rock e Bons Sons o projeto apresenta-se

ao vivo como uma banda de 5 elementos: João Vieira (Xwife/ DJ Kitten): Voz e sintetizadores; André Simão (Sensible Soccers, Dear Telephone): Baixo, guitarra e sintetizadores; Graciela Coelho (Dear Telephone): Voz e Sintetizadores; Nelson Silva (Holy Nothing): Sintetizadores e percussão; Gil Costa : Bateria.

Teatro Plage: De Cá Para Lá | Teatro para bebés dos 6 meses aos 3 anos

1 de junho, 10h00, 14h30, 15h30 (Duração: 25 m)

"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de carácter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem." A. Schopenhauer (1788-1860)

Este espetáculo parte de uma pesquisa que tenho feito ao longo destes 20 anos dedicado ao teatro para a infância junto da Companhia de Teatro Magia e Fantasia em escolas e infantários. Trabalhámos em torno da temática "O respeito e o amor pelos animais". Cruzámos o Teatro com a Música, a Dança e as Artes Visuais, de uma forma lúdica e sensorial, para construir um espetáculo de entretenimento que não descura a importância das Artes no desenvolvimento psicossocial na infância. O material de trabalho e pesquisa compreende, entre outros, a obra: “Meu Bichinho Meu Amor” de Luísa Ducla Soares e imagens que mostrem respeito e amor pelos animais bem como os direitos da criança. Este espetáculo é uma criação dos performers Paulo Lage, Cheila Lima, Christophe Santos e das bailarinas Carolina Branco e Sofia Loureiro. Paulo Lage

Ficha Artística

Criação coletiva de: Paulo Lage, Cheila Lima, Chris Santos, Carolina Branco e Sofia Loureiro

Desenho de luz: Paulo Lage

Fotografias: Gonçalo Villaverde

Produção Executiva: Tiago da Camara Pereira Teatro para bebés

FAMALICÃO CANCELA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA

Salvaguarda da saúde pública é a principal razão para o cancelamento do evento

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão decidiu cancelar a edição deste ano da Feira de Artesanato e Gastronomia, devido à pandemia da Covid 19. O evento que se afirma como um dos principais produtos turísticos do concelho famalicense e da região minhota, reúne todos os anos os melhores e mais genuínos saberes e sabores nacionais, recebendo a visita de cerca de 200 mil pessoas.

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A salvaguarda da saúde pública, que impede a concentração de pessoas, principal fonte de contágio, é a razão para o cancelamento da Feira, que já decorre há 36 anos entre o final de agosto e o início de setembro.

“O cancelamento da Feira de Artesanato e Gastronomia deve-se às circunstâncias excecionais provocadas pelo COVID-19, numa decisão que segue as recomendações da Direcção-Geral de Saúde - DGS” afirma a propósito o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

Entretanto, o autarca adianta que “o município está a preparar para este verão um programa de animação, com vários momentos, que promoverá a retoma económica, cultural e turística da cidade e que decorrerá em condições de segurança, em consonância com a DGS”.

Recorde-se que, todos os anos, no final do mês de agosto, perto de uma centena de artesãos e produtores de todo o país rumam até Vila Nova de Famalicão onde, durante uma semana, apresentam e criam peças e produtos únicos a partir das mais diversas matérias-primas. São habitualmente dez dias de encontros e reencontros com as tradições, usos e costumes mais ancestrais de Portugal.

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO FAMALICENSE DOA SANGUE AO HOSPITAL DE FAMALICÃO

Gesto do autarca pretende sensibilizar para a campanha da Associação de Dadores de Sangue de Famalicão

Numa altura em que as reservas de sangue em Portugal se encontram em baixo, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, vai associar-se à campanha de sensibilização da Associação de Dadores de Sangue de Vila Nova de Famalicão e dar o exemplo com a doação ao banco de sangue do CHMA – Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE, em Famalicão.

A colheita de sangue ao presidente da autarquia será realizada amanhã, quarta-feira, 27 de maio, pelas 10h00 no Hospital de Famalicão. No final da doação, pelas 10h30, haverá lugar à realização de um encontro com a imprensa à porta do CHMA, com o autarca, o presidente da Associação de Dadores de Sangue e o presidente da administração daquela unidade hospitalar.

FAMALICÃO PROÍBE QUEIMADAS

Proibição temporária para a realização de queimas e queimadas

Atendendo à previsão das condições meteorológicas para os próximos dias, com tendência para tempo seco e quente, com vento moderado a forte, para a região Norte, que constituem condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais, e tendo em conta o estado de prontidão de todos os agentes da Proteção Civil para eventuais operações de apoio na área da saúde pública, a Câmara Municipal determina a proibição da realização de queimas e queimadas a partir de hoje, terça-feira, dia 26 de maio, até às 23h59 do dia 2 de junho.

ESTACIONAMENTO EM FAMALICÃO VOLTA A SER PAGO

Estacionamento tarifado na via pública retoma a 1 de junho

No seguimento do fim do Estado de Emergência e da definição de um plano gradual de desconfinamento, a PARQF decidiu retomar o estacionamento tarifado na via pública em Vila Nova de Famalicão já a partir da próxima segunda-feira, dia 1 de junho.

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Recorde-se que o pagamento de estacionamento na via pública estava suspenso desde o passado dia 18 de março atendendo às orientações da Direção Geral de Saúde (DGS) e ao Plano de Contingência Municipal.

Para além do estacionamento concessionado no centro urbano de Famalicão, a Câmara Municipal relembra os automobilistas que podem também usufruir de um conjunto de parques de estacionamento totalmente gratuitos, como são disso exemplo os parques de estacionamento do campo da feira e da Estação Rodoviária de Passageiros, com várias centenas de lugares disponíveis.

ROMARIA DE SANTA MARTA DE PORTUZELO ESTE ANO É VIRTUAL MAS COM O MESMO SENTIMENTO

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"Habitualmente, no dia da apresentação do cartaz da Romaria de Santa Marta, no adro da igreja, repleto de gente, assistia-se a uma magnífica peça de teatro que antecedia o descerrar do cartaz.

Este ano, infelizmente, não podemos ter o privilégio de assistir ao vivo. Porém, teremos a honra do espetáculo ir ao encontro de todos nós.

Para quem assistiu à peça “A Casa da Dona Ernestina”, terá o reencontro com os atores que fizeram esgotar as várias sessões.

Não percam o primeiro episódio de “A nova vida da Dona Ernestina”, já no dia 30/05, pelas 21h00. Dia 06/06 teremos a segundo episódio e, no dia 13/06, o terceiro e último episódio onde será apresentado o cartaz e respetivo programa da Romaria de Santa Marta de 2020.

Tudo isto na página do Facebook da Romaria.

Somos Tradição!"

GENTES DE ESPOSENDE: OS ANJOS EXISTEM – PEDRO SILVA!

Pedro Silva, é o nome de um homem de Esposende, mas que com o coração do tamanho do mundo.

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Seus pais naturais de Alvarães vieram para Esposende tentar a sorte e exploraram um restaurante que naquela altura anos 90 do seculo passado devia ser se não o melhor em qualidade, situado na rua Conde Castro em Esposende.

O Pedro, era um rapazito irrequieto, mas muito educado e tinha um corte de cabelo diferente dos outros.

Cresceu, estudou fez-se um homem e o seu coração e espírito altruísta cresceu.

Desde tenra idade ingressou nos bombeiros voluntários de Esposende, tendo posteriormente se tornado, RECUPERADOR SALVADOR, bombeiro profissional.

Como somos amigos de longa data, e já não o via há algum tempo, um dia perguntei-lhe por onde tinha andado e caiu-me o coração aos pés com a resposta.

Enquanto nós estávamos no aconchego dos nossos lares, ele estava a salvar, homens, mulheres e crianças da guerra. Pessoas que tentavam fugir de uma morte certa no pais de origem arriscando em barcos e valsas sobrelotados chegar a outros países que os acolhessem como refugiados e como se não bastasse o perigo de se afundarem no mar ainda eram perseguidos e abatidos.

Este homem o Pedro contou-me esta situação de lágrimas nos olhos enquanto me mostrava fotos de crianças que tinha resgatado das águas do mar pondo em causa a sua própria vida.

Se já o admirava e respeitava passei a admirar e a respeitar mais e a compreender o porquê às vezes a sua tristeza interior que ele guarda e não transparece.

Obrigado, amigo: se os anjos existem tu és um!

Luís Eiras

PRESIDENTE DA CÂMARA DE BARCELOS REUNIU COM PROPRIETÁRIOS DE ESTABELECIMENTOS DE RESTAURAÇÃO E BEBIDAS DA PRAÇA DA REPÚBLICA E JARDIM MANUEL FARIA

No seguimento das obras de requalificação obras de requalificação e revitalização da Praça da República e Jardim Manuel Faria, integrada no PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana de Vizela e no Plano de Ação - Regeneração Urbana Sustentável – RUS, o Presidente da Câmara reuniu no passado dia 22 de maio, com os proprietários dos estabelecimentos de restauração e bebidas da Praça da República e Jardim Manuel Faria.

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O objetivo desta reunião é avaliar o ponto de situação das obras da Praça da República e Jardim Manuel Faria, em especial a ocupação de espaço público com esplanadas.

Na reunião, o Presidente da Câmara apresentou um espaço alternativo para a instalação das esplanadas, e que irá funcionar no parque de estacionamento na zona da Portela, onde será criada uma praça da restauração.

Assim, a Câmara Municipal irá disponibilizar todas as infraestruturas necessárias á instalação daquele espaço, desde contentores, tendas e esplanadas.

O objetivo é que aquele espaço comece a funcionar já no próximo mês de junho, tentando superar as dificuldades daqueles comerciantes, atendendo às obras que se encontram a decorrer na Praça da República e Jardim Manuel Faria.

Importa ainda acrescentar que a Câmara Municipal vai reunir no decorrer e desta semana com os restantes comerciantes da Praça da República e Jardim Manuel Faria, para apresentar a comparticipação do valor das despesas referentes ao fornecimento de água e eletricidade, assim como tarifa de disponibilidade do serviço de gestão de resíduos a todos os comerciantes daquele local, durante a execução das obras.

De destacar que a obra de requalificação da Praça da República e Jardim Manuel Faria está no terreno desde o passado mês de março, resultado de uma candidatura aprovada a fundos comunitários/europeus, no valor de 1.843.085,57€.

O projeto de requalificação e revitalização da Praça da República e Jardim Manuel Faria é de extrema relevância para o Concelho e envolve a reestruturação do desenho da Praça, a reorganização da circulação viária dos arruamentos confrontantes, permitindo aumentar a utilização do espaço por parte da população, assim como criar uma zona de estacionamento.

Um dos aspetos fundamentais deste projeto de requalificação é a conjugação entre o passado e o futuro, apostando na valorização do espaço urbano, projetando a Praça da República para o futuro do Concelho.

A Câmara Municipal aproveita ainda para reafirmar que considera a requalificação e revitalização da Praça da República e Jardim Manuel Faria uma obra de extrema relevância para o Concelho e que vai deixar orgulhoso cada vizelense, pelo que apela à cooperação e compreensão de todos os moradores e comerciantes, pedindo desculpa por todos os constrangimentos, sendo que a Autarquia irá envidar todos os esforços para que as intervenções decorram de modo a minorar o seu impacto no quotidiano dos munícipes.