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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MELGAÇO REALIZA FESTA DO ALVARINHO E DO FUMEIRO

A sugestão para o fim de semana é que Descubra Melgaço, com a Festa do Alvarinho e do Fumeiro

A mostra de produtos regionais arranca sexta-feira (27 de abril) e decorre até domingo (29 de abril)

A partir das 10h00 de sexta-feira, e até domingo, Melgaço brinda à Festa do Alvarinho e do Fumeiro: 30 produtores de alvarinho, 18 de queijos, fumeiros e produtos locais, 6 tasquinhas e 8 instituições e empresas, de diferentes ramos, vão dar a conhecer o potencial da região, num evento que promete arrastar a Melgaço milhares de entusiastas dos sabores tradicionais.

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O certame promove o que Melgaço tem: desde a gastronomia, ao artesanato, ao turismo, apresentando-se como uma oportunidade única para a criação e a consolidação de laços entre os agentes do comércio, os consumidores e a produção. «Não há exemplo no Alto Minho, nomeadamente nesta fileira do vinho e dos produtos locais, de um certame que tenha o impacto que tem a Festa do Alvarinho e do Fumeiro na economia dos municípios laterais. Até nos vizinhos galegos há grande impacto no alojamento», atenta o autarca, Manoel Batista, afirmando que «este tipo de eventos são de extrema importância para a nossa economia. São indiscutivelmente fulcrais no desenvolvimento do nosso território. Não são só festa e vinho! São a nossa Cultura. O nosso ADN. A nossa história.»

A Festa do Alvarinho e do Fumeiro tem-se afirmado ao longo dos anos, sendo de notar um crescendo nestes dois últimos anos, em que houve uma clara evolução do conceito, sem nunca perder a sua identidade e sempre focada na promoção e valorização da região e das suas principais caraterísticas. Durante três dias assiste-se a uma mostra dos produtos locais ao Minho, a Portugal e ao mundo:todos os anos são muitos (e cada vez mais) os que de Portugal, e não só, se deslocam ao ‘Destino de Natureza mais Radical de Portugal’ para participar neste certame de renome, um evento incontornável na rota das festas gastronómicas do país. Dos vinhos Alvarinho, ao Fumeiro e ao Artesanato, passando pelo Turismo e pela Gastronomia, a Festa do Alvarinho e do Fumeiro reúne as características populares que estiveram na sua origem e a evolução natural assinalada ao longo dos anos.

ESPAÇO MAIS CONFORTÁVEL E ACOLHEDOR

Este ano, o certame apresenta-se num espaço renovado: o Largo do Mercado, local onde decorre o evento, foi alvo de uma profunda reabilitação. Agora um espaço público pedonal, complementado por 92 lugares de estacionamento, sendo quatro destinados a pessoas com mobilidade condicionada, convertendo-se semanalmente no novo espaço de feira semanal, com 105 lugares de venda. 'Será, com toda a certeza, um espaço mais confortável para a realização da Festa', considera Manoel Batista.

O recinto da Festa conta com um total de 62 expositores e uma Zona de degustações com capacidade para mais de 400 pessoas sentadas; um Auditório de showcooking, com chefes de renome: Cristina Manso Preto, Luís Américo, Rui Ribeiro e Vitor Matos; e provas comentadas de vinhos com o sommelier Manuel Moreira. Para além da exposição, prova e venda de produtos, o programa do evento oferece momentos de animação musical, diurna e noturna, e ainda toda uma gama de atividades paralelas, de animação turística e desportiva, que vão dar a conhecer a região.

Não podemos descurar a grande importância deste evento para toda a economia local que, há mais de 20 anos, é impulsionada também através deste evento, sejam os produtores de Vinho Alvarinho, sejam os do Fumeiro que, em 2015, viram este produto ser distinguido pela Comissão Europeia, através da integração do presunto e da chouriça de carne na lista dos produtos com Indicação Geográfica Protegida (IGP), juntando-se assim ao salpicão e à chouriça de sangue. Estes produtos são o resultado do saber-fazer das populações de Melgaço, que conhecem as técnicas de fabrico tradicionalmente utilizadas e que foram transmitidas de geração em geração.

CABECEIRAS DE BASTO FESTEJA 44 ANOS DO 25 DE ABRIL COM ATIVIDADES QUE EVOCAM A LIBERDADE

Diversas iniciativas assinalaram hoje as Comemorações Municipais do 25 de Abril . O dia começou, no edifício dos Paços do Concelho, com a cerimónia do Hastear da Bandeira Nacional com guarda de honra dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, a que se seguiu a Sessão Solene da Assembleia Municipal evocativa dos 44 anos da revolução dos cravos, ‘momento alto’ da efeméride. As comemorações que tiveram início no passado dia 20 de abril, foram organizadas pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e contaram com a participação do CTCMCB - Centro de Teatro, a colaboração da Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto (ADIB) e da Banda Cabeceirense e com o apoio da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses.

Sessão Solene da Assembleia Municipal

Para além das provas desportivas que decorreram durante a manhã, o 25 de Abril ficou ainda marcado pela inauguração da Pintura Mural ‘O teu nome pela Liberdade’ e pelo Concerto da Banda Cabeceirense.

Na sessão solene da Assembleia Municipal, presidida pelo Eng. Joaquim Barreto, para além dos membros deste órgão deliberativo, participaram o presidente da Câmara e vereadores, representantes das forças políticas, presidentes de Junta de Freguesia, entre outras entidades civis do concelho.

Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, lembrou que “o 25 de abril foi o início de um novo futuro e um novo recomeço. Uma ponte entre um passado de apagada e vil tristeza, como disse o poeta Camões, e um futuro de esperança”. E continuou “o 25 de abril foi história, objetivo, sonho, esperança, liberdade e futuro. História de que muito nos orgulhamos, objetivo que rapidamente envolveu o povo, sonho de um mundo melhor, esperança num amanhã mais justo e mais fraterno e liberdade que exige responsabilidade de todos”.

Nas suas palavras, o presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, sublinhou que “é inevitável reconhecer que o poder local democrático foi, desde Abril de 1974, um exemplo do sucesso da democracia, pela sua capacidade de promover a participação cívica e a vivência democrática. O nosso poder local democrático, pela sua proximidade às pessoas, fornece serviços, constrói infraestruturas e dinamiza atividades que conduzem ao bem-estar social e à consequente melhoria da qualidade de vida. O poder local democrático é desde então, um agente ativo na construção e na adaptação de modelos de ordenamento do território revelando-se também, de grande relevância nas dinâmicas empresariais”. Joaquim Barreto disse, ainda, que “celebrar Abril, é também continuar a lutar contra o branqueamento de um passado recente da nossa história. É evocar os audazes Capitães de Abril e todos aqueles, homens e mulheres, que na ânsia da liberdade, lutaram singular ou coletivamente em prol de nobres ideais e valores”. A este propósito, o presidente da Assembleia lembrou José Guilherme de Sousa, figura marcante na história da luta antifascista em Cabeceiras de Basto e no país, “um conterrâneo do Arco de Baúlhe, que combateu o regime de Salazar por mais de 20 anos”.

Em representação da Bancada Municipal do PS, Domingos Machado afirmou que “após 44 anos as mudanças no país e na sociedade foram inúmeras, designadamente com a instituição da democracia assente em valores universais e princípios que o Partido Socialista tem advogado”. Domingos Machado realçou que “em Cabeceiras de Basto, o PS fez a diferença. Trouxemos o desenvolvimento e o progresso para o concelho”.

Em representação da Bancada Municipal do IPC, Vítor Carvalho destacou que “há 44 anos Portugal renasceu”, colocando-se hoje “a par de muitas potências mundiais”. E acrescentou: “vivemos hoje num país livre mas perigoso, onde as vidas são cada vez mais isoladas”. E concluiu: “mais que apregoar Abril, precisamos de praticar Abril, de abril a abril, ano após ano”.

Em representação do Grupo ‘Mais Riodouro’, Norberto Pires disse que “o 25 de Abril é uma oportunidade para as pessoas refletirem sobre o que é a Liberdade o que é ser Livre”, desejando que o 25 de Abril seja “sempre levado à letra”.

Pintura Mural - inauguração

Pintura Mural alusiva à Liberdade inaugurada

Ao princípio da tarde, os Presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, acompanhados de outros autarcas e convidados, procederam à inauguração da Pintura Mural alusiva à Liberdade, pintura feita num muro de suporte do Centro Escolar Padre Dr. Joaquim Santos, que retrata os dois ex-libris de Cabeceiras de Basto - o Mosteiro de S. Miguel de Refojos e o Basto - ao lado de um grande cravo vermelho, símbolo da liberdade conquistada há 44 anos. De referir que a pintura executada pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) foi assinada por largas centenas de Cabeceirenses, reafirmando assim o mote da mesma “O teu nome pela Liberdade”.

Concerto Banda Cabeceirense

Concerto nos Claustros do Mosteiro

As comemorações encerraram com um magnífico concerto pela Banda Cabeceirense nos Claustros do Mosteiro a que assistiram também os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, vereadores e demais autarcas e grande número de populares. Um concerto de primavera que encantou o público presente e que encerrou de forma sublime a programação das comemorações municipais.

Atletismo atraiu inúmeros participantes

Durante a manhã decorreram as provas desportivas organizadas pela ADIB e que constaram de várias provas de atletismo e a Corrida da Liberdade.

Provas Desportivas - Entrega de Prémios

BARCELOS COMEMORA O 25 DE ABRIL SOB O SIGNO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL

Desenvolvimento local foi o mote para as comemorações do 25 de Abril. Entrega de Medalha de Honra a Júlia Ramalho e Amadeu Lemos marcou sessão solene

Barcelos comemorou pelo 9.º ano consecutivo o 25 de Abril com uma sessão solene no auditório da Câmara Municipal, homenageando os valores da Revolução e dois cidadãos barcelenses a quem foi atribuída a Medalha de Honra da Cidade.

Presidente da Câmara _ discurso

No seu discurso, o presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, aludiu à liberdade conquistada em Portugal há 44 anos como “condição de desenvolvimento e de progresso de uma sociedade” para, de seguida, destacar a importância do desenvolvimento regional e local, que “está intimamente ligado, nos seus princípios e objetivos, à questão da descentralização de competências nas autarquias  que o Governo pretende instituir”.

Notando que “desde a instituição do regime democrático, os municípios sempre reivindicaram junto do poder central a possibilidade de intervir mais e melhor junto das populações, em razão dos fatores de proximidade e do desenvolvimento mais harmonioso e coerente”, Miguel Costa Gomes afirmou que, “por isso, não podemos deixar de saudar os acordos políticos recentemente alcançados na questão da descentralização, que permitirão, a breve prazo, uma intervenção mais efetiva nas diversas áreas de atuação municipal”.

O presidente da Câmara realçou que “a descentralização é um desafio a favor das populações” e garantiu que “o Município de Barcelos está preparado para cumprir o seu papel”, justificando que “as experiências de descentralização de competências que  temos vindo a executar – como a gestão dos jardins de infância e das escolas do 1.º ciclo – provam a nossa capacidade quanto à realização de novas tarefas”. No entanto, alertou que “é preciso assegurar os meios necessários à implementação cabal da descentralização, desde logo os quadros legislativo e financeiro, sob pena da sua descredibilização política”.

Neste capítulo, Miguel Costa Gomes lembrou que o executivo municipal já deu um bom exemplo “através da contratualização com as freguesias de um quadro de competências, cuja execução foi um sucesso pela atribuição de uma verba correspondente a 200% do Fundo de Financiamento das Freguesias”, realçando que “este instrumento de desenvolvimento local, que beneficia e vive da proximidade entre a autarquia e as populações, permitiu, em oito anos, um investimento inédito de 40 milhões de euros em todo o concelho”.

Júlia Ramalho e Amadeu Lemos receberam Medalha de Honra

Na sessão solene comemorativa do 25 de Abril, o presidente da Câmara entregou a Medalha de Honra da Cidade de Barcelos a Júlia Ramalho e a Amadeu Lemos, “dois barcelenses, dois seres humanos de grande dimensão cuja obra, antes de mais, os valoriza a eles próprios e, também, engrandece a comunidade a que pertencem e que tão bem têm representado ao longo das suas vidas”.

Júlia Ramalho, que não pôde estar presente na homenagem por motivos de saúde, tendo sido representada pela filha Teresa Ramalho e familiares, é um dos nomes maiores do artesanato barcelense e, sublinha Miguel Costa Gomes, “está entre os grandes obreiros do título Barcelos Cidade Criativa da UNESCO, dado o papel incontornável que tem tido na preservação dos ensinamentos artísticos dos seus antepassados e na recriação renovada dos seus trabalhos”, dando continuidade ao legado da avó, Rosa Ramalho, “de quem manteve os conceitos a compreensão estética”, tornando-se, assim, “uma referência nacional e internacional do figurado de Barcelos”.

Miguel Costa Gomes lembrou a importância do movimento associativo do concelho como “um fator decisivo de coesão local” e que tem como características “o empenho e dedicação dos seus dirigentes e associados, de que é exemplo maior no nosso concelho, Amadeu Ferreira Lemos”. Autarca, fundador e presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viatodos, responsável pela instalação da Casa do Povo na freguesia, o homenageado tem um percurso de várias dedicado à causa pública. “De forma abnegada e totalmente empenhada, construiu uma obra ímpar que muito contribuiu para o desenvolvimento da Freguesia e do concelho”, referiu o presidente da Câmara.

Antes da atribuição das medalhas honoríficas, a professora Ariana Cosme fez uma intervenção sobre “As pessoas e desenvolvimento regional no Portugal democrático”. A oradora sublinhou que “as comunidades são tanto mais quanto mais fortes forem as pessoas dos seus lugares” para se referir aos homenageados. “É porque há Júlias Ramalhos e Amadeus Lemos e tantos outros agentes na comunidade”, acrescentou, que Barcelos coloca o seu “nome no mapa”.

O presidente da Assembleia Municipal de Barcelos, Horácio Barra, afirmou no seu discurso que “é inquestionável a significativa melhoria de vida sentida sentida pelos portugueses ao longo destes 44 anos” de democracia, ressalvando que “não devemos ter medo de executar o que ainda não está feito, apesar de prometido naquela Lei Fundamental”.

Horácio Barra referia-se “à descentralização efetiva e à regionalização que ainda está por cumprir, apesar do desiderato Constitucional para a sua concretização. Ter medo da sua execução, com falaciosos argumentos, só faz reviver os tempos do passado, em que a centralização foi, era e será sempre um fator de desigualdade”.

A sessão solene contou ainda com as intervenções dos representantes de todas as forças políticas representadas na Assembleia Municipal.

As comemorações do 25 de Abril terminaram com um concerto do Conservatório de Música de Barcelos, na Avenida da Liberdade.

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COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL EM LISBOA GANHAM NOVO FÔLEGO

Yanis Varoufakis veio a Portugal participar nas comemorações do 25 de abril em Lisboa

Após vários anos de sucessivo declínio, eis que as comemorações do 25 de abril em Lisboa adquiriram novo fôlego desde a crise e as medidas de austeridade impostas pelo anterior governo. No entanto, a participação de associações sindicais e de moradores, comissões de trabalhadores e movimentos unitários vêm progressivamente cedendo o lugar a toda uma sorte de movimentos políticos identificados com causas alternativas e de contra-cultura, incluindo movimentos feministas, LGBT, ambientalistas, para além dos colectivos anarquistas que durante muitos anos resistiram a aderir a estas comemorações. E, não faltou este ano sequer a estelada em representação do independentismo da Catalunha.

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A grande novidade este ano foi a participação de Yanis Varoufakis, o ex-ministro das Finanças da Grécia que acaba de fundar o movimento pan-europeu DiEM25, que desfilou ao lado de Rui Tavares, dirigente do partido Livre. Participaram também o Géneration.s, liderado pelo francês Benoît Hamon, o Alternativet, da Dinamarca, o Bündnis – DiEM25, da Alemanha, o DeMA, de Itália, e o Razem, da Polónia, participarão no desfile.

Também a comunidade brasileira que vive em Lisboa, representada pela Casa do Brasil, saiu à rua em protesto contra a prisão de Lula da Silva e aquilo que consideram ser um golpe. E, como sempre acontece, a Casa do Alentejo trouxe os grupos corais da sua região, fazendo com que o cante e a cultura tradicional alentejana marcassem a su presença nas comemorações do 25 de Abril. E, até ao 1º de Maio, não dá tempo sequer para enrolar as bandeiras, cabendo aos sindicatos a liderança das comemorações do Dia Mundial dos Trabalhadores!

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BRAGA REQUALIFICA EDIFÍCIO DA JUNTA DE FREGUESIA DE FROSSOS

Edifício da Junta de Frossos pronto para servir a População. Obras de requalificação inauguradas por Ricardo Rio

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, inaugurou esta Quarta-feira, dia 25 de Abril, as obras de requalificação do edifício da Junta de Freguesia de Frossos, que se apresenta agora com todas as condições para servir a comunidade.

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Dado o estado de degradação do edifício, esta era uma obra considerada fundamental para a União de Freguesias de Merelim (S. Pedro) e Frossos, que passou a contar com um equipamento totalmente remodelado e apto a dar resposta às necessidades da população. O edifício recebeu um conjunto de intervenções que levaram a uma profunda alteração do espaço e a uma redistribuição do seu interior, tendo em consideração os hábitos e rotinas da freguesia e das respectivas colectividades.

"Não há melhor maneira de celebrar o 25 de Abril do que ir demonstrando que houve conquistas resultantes dessa efeméride que nos trazem muitos benefícios. A remodelação deste espaço é uma boa demostração do desenvolvimento que o país teve ao longo destes 44 anos com uma rede de infra-estruturas e equipamentos que foram criados por todo o território, criando soluções de proximidade para a população e para as colectividades desenvolveram as suas actividades”, afirmou Ricardo Rio, durante a cerimónia de inauguração, enaltecendo a “visão e perseverança dos responsáveis locais que fizeram todos os esforços para que Frossos conseguisse contar com um edifício moderno, funcional e com as valências necessárias para o pleno desempenho das suas funções”.

Para o Autarca, a partir de hoje Frossos conta com um equipamento com toda a capacidade para dar “resposta às questões administrativas, mas também ao trabalho das diversas associações e com as actividades que são desenvolvidas no âmbito cultural, desportivo e social, assim como para a convivência da população".

As obras de requalificação do edifício representam um investimento de 230 mil euros suportados pela Junta de Freguesia de Frossos, que ao longo dos anos foi desenvolvendo esforços com vista a este objectivo. “Sempre dissemos que o dinheiro de Frossos seria gasto na Freguesia e assim nasceu esta obra. É nossa esperança que, numa segunda fase nasça um auditório na envolvência deste edifício e para a concretização desse projecto conto com o apoio do Município de Braga”, explicou Adélia Silva, presidente da União de Freguesias de Merelim (S. Pedro) e Frossos.

Um apelo que Ricardo Rio aceitou, elogiando o esforço e a pró-actividade da União de Freguesias que realizou esta intervenção “única e exclusivamente com fundos próprios resultando numa excelente complementaridade entre os diversos órgãos de poder local”.

Por isso, o Autarca garantiu que a Câmara Municipal “financiará a segunda fase do projecto, que resultará na ampliação deste mesmo edifício para que ele fique dotado com um amplo auditório com capacidade para 150 lugares e que será uma mais-valia para a população”.

Nesta cerimónia, o Autarca lembrou que ao longo dos últimos anos, em obras delegadas nas Juntas de Freguesia ou executadas por administração directa, o Município de Braga investiu mais de 25 milhões de euros em vários equipamentos de proximidade. “Nestes anos criamos um ciclo regular de investimentos nas mais diversas freguesias do Concelho e isso sente-se no terreno, com várias intervenções importantes e equipamentos que ajudam a melhorar a qualidade de vida das populações”, apontou Ricardo Rio.

No caso de Merelim (S. Pedro) e Frossos, o Edil sublinhou que têm sido muitos os projectos desenvolvidos em conjunto com esta União de Freguesias em diversas áreas de actuação, resultando em “claro benefício” da população. “Essas intervenções têm vindo a salvaguardar necessidades dos cidadãos através da qualificação de espaços públicos, engrandecendo esta União de Freguesias”, concluiu Ricardo Rio.

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BLOCO DE ESQUERDA QUER RETIRAR ESTÁTUA DO GENERAL GOMES DA COSTA EM BRAGA

Bloco quer fomentar discussão sobre a estátua de Gomes da Costa

Ativistas do Bloco de Esquerda, na madrugada deste 25 de Abril, taparam a estátua do Manuel Gomes da Costa, situada na Praça Conde de Agrolongo, em Braga.

De acordo com Alexandra Vieira, historiadora e deputada na Assembleia Municipal de Braga pelo Bloco de Esquerda, este militar foi responsável, a 28 de Maio de 1926, pela implantação da ditadura militar, que mais tarde deu origem à ditadura fascista.

A escultura está em Braga desde 1966, representa a implantação do fascismo em Portugal e mantém a cidade de Braga associada a este período da história portuguesa.

“Como é que 44 anos depois a cidade de Braga ainda existem estas esculturas simbólicas numa praça pública no centro da cidade?”, questiona a deputada do Bloco.

“O objetivo desta ação é pôr os bracarenses a pensar e a discutir a razão pela qual a escultura foi hoje tapada”, de modo a perceberem “quem é esta personagem e o que ela representa”, explica.

Fonte: https://www.esquerda.net/

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FAMALICÃO COMEMORA 25 DE ABRIL SOB O SIGNO DA PREOCUPAÇÃO

Paulo Cunha, Nuno Melo e representantes partidários preocupados com a salvaguarda dos valores de abril

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, alertou, esta manhã, para um crescente afastamento do Estado em relação aos cidadãos. Na abertura da sessão solene comemorativa do 25 de abril, que juntou representantes das várias forças políticas do concelho, o autarca afirmou que “ao longo dos anos os sucessivos governos se têm afastado cada vez mais dos governados. A instância nacional da governação está cada vez mais ausente, demitindo-se das suas funções”.

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Numa reflexão coletiva, Paulo Cunha sublinhou que não se trata de uma circunstância conjuntural de apenas um governo, mas de uma tendência. “Há uma curva ascendente ao nível da demissão governativa em relação à comunidade”. E o autarca sinalizou três áreas fundamentais, “a área social, a cultura e o desporto”, como “áreas onde sucessivamente os nossos governos se vão afastando cada vez mais das populações”.

Mas Paulo Cunha foi mais longe e ilustrou com o caso do município famalicense que não tem tido qualquer apoio do Estado português para o desenvolvimento destas áreas no concelho. “No caso concreto de Famalicão o apoio para a cultura é zero, o que acontece infelizmente na esmagadora maioria dos concelhos do país onde não há investimento na área”, sublinhou. E questionou ainda “quais são os apoios nacionais ao fomento desportivo no nosso território?”, referindo que a resposta é exatamente a mesma.

Considerando a área social como a mais preocupante, o autarca afirmou que ao longo dos anos, “o governo se afasta cada vez mais da intervenção social nas populações, afasta-se da dimensão assistencialista, não apresentando soluções para os problemas atuais”.

E neste âmbito, o presidente da Câmara Municipal de Famalicão apontou o dedo aos governos que não foram capazes de garantir uma transferência de competências nestas áreas, optando simplesmente por abandonarem as suas obrigações.

“Os municípios e as freguesias não receberam competências nesta matéria, muito menos houve o envelope financeiro que deveria acompanhar o processo, o que houve foi uma crescente demissão por parte da administração central” referiu, sublinhado que o que tem acontecido é que “as instâncias locais, os municípios e as freguesias, têm ocupado essas posições, sem que ninguém lhes tenha transferido essa tarefa”.

“Ano após ano, as autarquias têm aumentado a sua presença no setor social, sem que ninguém lhe dê as condições necessárias, mas elas fazem-no porque se trata de uma área essencial e muitas vezes as situações são urgentes e preocupantes”, desabafou o autarca.

Quarenta e quatro anos após a manhã libertadora de abril em que o povo unido e focado num objetivo saiu à rua, Paulo Cunha questionou também o papel da sociedade na atualidade. “Será que hoje 44 anos depois da revolução, a nossa sociedade está focada, está concentrada ou está distraída”. E respondeu: “lamentavelmente a sociedade está distraída. Hoje vivemos num contexto de liberdade, com uma democracia assente em partidos políticos, uma sociedade civil que tem instrumentos para ser atuante, com a possibilidade de intervenção cívica, e que no entanto se acomoda”, referiu como que a espicaçar o exercício de uma cidadania mais ativa. E lembrou: “O 25 de Abril foi o resultado do sentimento de uma nação e mostrou que a função da democracia está nas mãos dos portugueses”.

O Presidente da Assembleia Municipal alinhou pelo mesmo diapasão e também ele alertou para os perigos do afastamento do Estado das necessidades e dos direitos fundamentais das pessoas, como o direito ao acesso às melhores condições de Saúde, Educação e Habitação. 

Da mesma forma, Nuno Melo também sensibilizou para a obrigação dos cidadãos em lutarem pelos seus direitos, salvaguardando os valores de Abril.

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO ENALTECE FOLKLOURES

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O Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, Dr. Augusto Flor, acaba de endereçar ao Grupo Folclórico Verde Minho – Confederada nº 1424 – uma nota que será publicada na próxima edição da revista “FolkLoures” através da qual enaltece a importância do evento e reconhece a importância da iniciativa que “toma a proporção de acontecimento social”.

O BLOGUE DO MINHO agradece ao Grupo Folclórico Verde Minho a possibilidade de dar antecipadamente a conhecer o conteúdo desta missiva.

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BRACARENSES SABOREIAM “RUM COM JAZZ”

Ciclo de Concertos 'RUM com Jazz': André Fernandes ´CENTAURI`

3 de maio às 21h30 no Museu Nogueira da Silva, em Braga

Qualquer alma que devote o mínimo de atenção às movimentações jazzísticas portuguesas da última década e meia sabe que, quando se fala de guitarristas, há um nome que se destaca acima de qualquer suspeita: André Fernandes.

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Exímio instrumentista e dotadíssimo compositor, já tocou com uma miríade de enormes jazzmen nacionais e estrangeiros que lhe elogiam a originalidade (Lee Konitz, Mário Laginha, Maria João, Bernardo Sassetti, David Binney entre outros), a vitalidade e a versatilidade artística. André Fernandes tem um novo grupo: “Centauri” junta Fernandes a dois dos mais talentosos e jovens saxofonistas portugueses, José Pedro Coelho e João Mortágua, e a uma das mais jovens e requisitadas secções rítmicas nacionais em Francisco Brito e João Pereira.

André Fernandes - Guitarra e Composição

José Pedro Coelho - Saxofone Tenor e Soprano

João Mortágua - Saxofone Alto e Soprano

Demian Cabaud  - Contrabaixo

João Pereira – Bateria

Bilhete: 3€ à entrada, a partir das 21h

Lotação limitada a 80 pessoas

Reservas através do email reservas@rum.pt

Mais infos em fb.com/radiorum

Ciclo RUM/Conselho Cultural da UMinho com o apoio do Museu Nogueira da Silva