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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FESTA DO VINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho a ter lugar no antigo Lagar da Quinta de Fernandares, em São Tiago dos Velhos, situada no concelho de Loures.CapturarNovoVindima.PNG

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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FESTA DO VINHO: PISA DAS UVAS AO SOM DA CONCERTINA JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

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ARCOS DE VALDEVEZ É CAPITAL DO VINHÃO

FESTIVINHÃO – Festival Enoturístico de Arcos de Valdevez

Depois do sucesso alcançado em 2016, regressa o FESTIVINHÃO – Festival Enoturístico de Arcos de Valdevez, nos dias 16, 17 e 18 de Junho, numa organização Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez e do Município de Arcos de Valdevez. São ainda parceiros na organização a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, a Escola Superior Agrária de Ponte de Lima, a EPRALIMA – Escola Profissional do Alto Lima, a Associação Comercial e Industrial de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, a Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca e a AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho.

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Como na edição anterior, o evento terá lugar nas ruas do centro histórico da Vila de Arcos de Valdevez, contando com espaço de exposição de vinhos e produtos locais, espaço provas, tasquinhas de petiscos, espetáculos de palco, animação de rua, workshops técnicos, curso de iniciação à prova de vinhos, percursos turístico-gastronómicos pela Vila, visitas a Quintas/Adegas para além de uma de programação musical forte.

Antecedendo o evento propriamente dito, está já em curso a seleção do ‘FESTIVINHÃO’17 Vinho do Ano’, com um Grande Prémio para o Vinho da Casta Vinhão e a Seleção do Ano para as categorias de Vinhos Verdes Tintos, Brancos, Rosé, Espumantes Tintos e Espumantes Brancos. Haverá ainda uma Seleção para os Vinhos de Arcos de Valdevez nas mesmas categorias (exceção dos espumantes, que apenas tem uma categoria genérica).

É na relação entre a gastronomia tradicional e a diversidade dos vinhos que melhor se potencia a riqueza da atividade turística na Região Norte de Portugal, em particular na região dos Vinhos Verdes. A harmonização entre o património natural, construído e imaterial, o alojamento e as atividades de animação turística, potenciam a criação de valor económico para a região e para os agentes envolvidos. Será sob esta temática de fundo, que dia 16 de Junho decorrerá um seminário, coordenado pela Escola Superior Agrária do IPVC, com dois painéis: na parte da manhã dedicado à vinha e ao vinho; na parte da tarde dedicado ao marketing, ao turismo, gastronomia e vinhos. Este segundo painel decorrerá no ambiente especial do café mais antigo de Arcos de Valdevez, o “Café Arcuense”.

Este festival enoturístico pretende celebrar a Casta Vinhão e a sua fabulosa evolução em termos técnicos e produtivos. Agora, a casta vinhão é a rainha. É ela que melhor se relaciona com as iguarias gordas como a lampreia, o sarrabulho, o cozido à portuguesa, o arroz de cabidela, o cabrito mamão da serra, etc.. Arcos de Valdevez, com o seu “terroir”, soube manter uma reserva de qualidade e tradição na produção de Vinhão e também inovar sem nunca descurar a relação harmónica com a gastronomia.

Mas o Festival apresenta outros vinhos verdes, com destaque para os brancos Loureiros e Alvarinhos, rosados e espumantes. 

Arcos de Valdevez teve o primeiro produtor com uma marca dedicada exclusivamente ao vinhão. Aqui existe a Estação Vitinícola Amândio Galhano, da Comissão de Viticultura dos Vinhos Verdes, onde está o repositório de castas regionais e onde se faz a investigação e experimentação fundamental.

Arcos de Valdevez afirma-se como a capital do vinhão.

MONÇÃO REALIZA 7ª FEIRA DO VINHO TINTO EM TANGIL

Com organização da Casa do Povo de Tangil, certame gastronómico decorre no próximo fim de semana, dias 27 e 28 de maio, com apresentação de produtos locais e animação musical. Programa engloba ainda Raid Rota da Pedra Solta, provas de vinho e entronização de novos confrades da Real Confraria do Vinho Verde Tinto.

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Tangil, freguesia de montanha do concelho de Monção, promove no próximo fim de semana, dias 27 e 28 de maio, a 7ª Feira do Vinho Tinto. Além de expositores dispersos pelo espaço exterior da Casa do Povo de Tangil, entidade organizadora, o certame apresenta produtos locais, como presunto, chouriça ou broa, e um programa diversificado com animação musical e provas de vinho.

No primeiro dia, sábado, após a sessão de abertura, marcada para as 15h00, decorre a atuação dos grupos de bombos “Amigos do Bombinho de Fontoura”, de Valença, e “Bombásticos de Segude”, de Monção, seguindo-se as concertinas dos “Amigos de Sá”, de Arcos de Valdevez, e “Os Magníficos”, de Monção. 

A partir das 17h00, realizam-se as provas de vinhos, demonstração de zumba, nova atuação dos grupos de concertinas, e entrada da “Charanga Salceda”, da Galiza. Com início às 23h00, verbena com o grupo “Roconorte”. Neste dia, está igualmente previsto, a partir das 08h00, a realização do Raid Rota da Pedra Solta pelos principais lugares das freguesias do Vale do Mouro.

No domingo, o certame abre às 10h30, prevendo-se, pelas 11h00, a cerimónia de entronização de novos confrades da Real Confraria do Vinho Verde Tinto e, pelas 12h00, degustação de vinhos verdes tintos. A parte de tarde abre ao som dos “Gaiteiros Rio Mouro” da Gave, Melgaço, continuando com tarde folclórica com agrupamentos de Longos Vales, Merufe e Moreira. Antes da sessão de encerramento, marcada para as 20h00, decorre a entrega de prémios aos melhores vinhos.

Com este certame, a organização procura a divulgação dos produtos locais, a criação de um fim de semana animado para os residentes e visitantes e a valorização de um espaço de montanha com património secular e paisagens naturais admiráveis e relaxantes. 

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ASSOCIAÇÃO ROTA DOS VINHOS DE PORTUGAL ESCOLHE ARCOS DE VALDEVEZ PARA CELEBRAR TERCEIRO ANIVERSÁRIO

Associação Rotas dos Vinhos de Portugal celebra terceiro aniversário em Arcos de Valdevez

A Associação Rotas dos Vinhos de Portugal escolheu Arcos de Valdevez para, nos próximos dias 19 e 20 de Maio, levar a cabo as comemorações do seu III Aniversário.

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No dia 19 terá lugar pelas 11h00, a Assembleia Geral da ARVP (reservada a Associados da ARVP) no Centro Municipal de Turismo; às 13h00 terá o almoço na Estação Vitivinícola Amândio Galhano; pelas 15h00 será organizada uma visita à quinta dos vinhos Casa da Senra; às 16h30 terá lugar uma palestra e às 17h30 serão encerrados os trabalhos.

As comemorações coincidem com a realização da iniciativa Arcos à Mesa, dedicada ao prato gastronómico Bacalhau à Lavrador. Assim, os participantes vão ter a oportunidade de poder degustar o prato num dos restaurantes aderentes e de fazerem o “Roteiro do Vez”, o qual engloba uma visita às quintas de Santa Marinha (Ânfora de Sta. Marinha) e Torre de Aguiã (Aguião) e degustação de vinhos e produtos artesanais locais, no sábado de manhã, organizada pela Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez.

De referir que a Câmara Municipal, para além de integrar há já algum tempo a Confraria dos Vinhos Verdes, aderiu à Associação dos Municípios Portugueses do Vinho, e tem reforçado o apoio ao setor vitivinícola do concelho através do incremento da participação em feiras e eventos vínicos e incentivou à constituição da Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez.

PROJETO MADE IN QUER MOSTRAR AO MUNDO POTENCIAL DAS REGIÕES VINÍCOLAS PORTUGUESAS

MARCA ARRANCA COM VINHO TINTO DA REGIÃO DO DOURO, AO QUAL VÃO JUNTAR-SE UM VINHO BRANCO DA REGIÃO DOS VINHOS VERDES E UM VINHO ROSÉ DO TEJO

MADE IN Douro é o nome do primeiro vinho da gama MADE IN, projeto que a FAPWINES acaba de lançar no mercado com o objetivo de dar a conhecer a genuinidade e autenticidade das regiões vinícolas portuguesas nos mercados internacionais, mostrando o seu terroir e potencial de uma forma moderna e acessível.

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Em Portugal, o projeto iniciou com uma parceria com a cadeia de supermercados Lidl, onde o MADE IN Douro está já disponível, sendo que a estratégia da FAPWINES passa por estender esta parceria à cadeia internacional do Lidl, bem como a outras grandes superfícies de países como os Estados Unidos, Inglaterra e Bélgica, estimando atingir, nos próximos 3 anos, a comercialização de 250 mil garrafas.

"Os próprios rótulos das garrafas do MADE IN foram feitos a pensar na prateleira internacional e representam geograficamente Portugal, assinalando no mapa a região vitivinícola de proveniência do vinho. Em breve, vamos alargar a gama de vinhos, que passará também a contar com um branco da região dos Vinhos Verdes e com um rosé, em representação da região Tejo", revela João Matos, fundador da FAPWINES

Produzido a partir de castas exclusivamente portuguesas - Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca -, o MADE IN Douro é um tinto que provém de vinhas com idade média de 20 anos, plantadas a cerca de 350 metros de altitude, em solos xistosos.

Apresenta um aroma a frutos vermelhos, com ligeiro toque a baunilha, proveniente do estágio em barricas de carvalho americano. Na boca, revela-se fresco e persistente

Fundada em 2013, a FAPWINES é o projeto a partir do qual o enólogo João Matos redesenhou o seu percurso no mundo dos vinhos, após 12 anos de experiência na criação e comercialização de vinhos. A amizade que o une a vários enólogos e o gosto pela partilha permite-lhe construir vinhos em diversas regiões, tirando partido da identidade de cada uma delas

Recorde-se que, ainda em 2013, a FAPWINES lançou no mercado nacional a marca de vinhos Giroflé, que exporta também para os Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Suíça, Bélgica e Holanda, mercados que representaram, em 2016, 35% do volume de negócios da empresa.

QUINTA DE SANTA CRISTINA EM CELORICO DE BASTO CONVIDA A CAMINHAR DA VINHA AO COPO

3ª Caminhada da vinha ao Copo na Quinta de Santa Cristina

No próximo dia 9 de abril, domingo, realiza-se mais uma edição da Caminhada da Vinha ao Copo. Já na sua terceira edição, a caminhada deste ano conta com um percurso mais longo. Trata-se de uma organização da Quinta de Santa Cristina, com o apoio técnico da Basto Move.te e de Basto ON Trekking.

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Na caminhada será efetuado um percurso circular, de 10 km, com início e final na Quinta de Santa Cristina, de dificuldade fácil a moderado e com um desnível positivo de 300 metros.

A inscrição tem um valor de 5 euros/pessoa e inclui acompanhamento por guia, reforço líquido, visita guiada à adega, prova de vinhos Quinta de Santa Cristina e degustação de produtos regionais (broa, enchidos, compotas).

O ponto de encontro é na Quinta de Santa Cristina, localizada na Rua de Santa Cristina, 80 – Veade, 4890-573 Celorico de Basto, com as coordenadas GPS: N 41°24’22.8’’; W 8°00’09.7’’. A abertura do secretariado será pelas 9h00, tendo a caminhada início pelas 9h30. O final está previsto para as 12h30.

As inscrições são obrigatórias até ao dia 7 de abril através dos contactos: enoturismo@garantiadasquintas.comou +351 912 527 396.

Contacto para informações e reservas (obrigatórias):

E-mail: enoturismo@garantiadasquintas.com

Tlf: +351 912 527 396

Sobre a Quinta de Santa Cristina:

A Quinta de Santa Cristina, com cerca de 40 hectares, tem uma história secular, pertencendo à família há várias gerações. Situada em Veade, Celorico de Basto, faz parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, sub-região de Basto, uma das maiores e mais antigas regiões demarcadas do mundo. O enoturismo na Quinta de Santa Cristina foi recentemente galardoada com o prémio “Best OF Wine Tourism 2017” na categoria “Experiências Inovadoras de Enoturismo”, pela associação Great Wine Capitals.

Na adega, construída de raiz em 2014 e com uma capacidade instalada de 1 milhão de litros, são atualmente produzidos cerca de 500 mil litros entre vinhos e espumantes brancos, tintos e rosés, que contam já com vários prémios e distinções em concursos nacionais e internacionais. São produzidas 17 referências que são comercializadas em Portugal e países como Brasil, Alemanha ou Luxemburgo, entre outros.

Saiba mais sobre a Quinta de Santa Cristina em:

www.garantiadasquintas.com

https://www.facebook.com/quintadesantacristina 

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PONTE DE LIMA APRESENTA O LIVRO "O VINHO NO TEMPO DA GUERRA"

“O Vinho no Tempo da Guerra – O Dão, o Douro e os Vinhos Verdes nas Fotografias da Casa Alvão” – Apresentação no CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde – Ponte de Lima em 27 de janeiro – 18h30

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Realiza-se no CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde amanhã, 27 de janeiro, às 18h30, a apresentação do livro “O Vinho no Tempo da Guerra – O Dão, o Douro e os Vinhos Verdes nas fotografias da Casa Alvão.”

Esta obra reúne uma parte dos importantes espólios de fotografias da Casa Alvão conservados na CVRVV - Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, na Comissão Vitivinícola Regional do Dão e no Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto. Esse espólio foi editado por Adriano Miranda e é completado com textos de António Barreto e Manuel Carvalho.

O CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, está instalado na Casa Barbosa Aranha, em pleno Centro Histórico, um espaço dinamizado em parceria pelo Município de Ponte de Lima e a CVRVV, sendo esta uma estrutura abrangente que incorpora elementos alusivos à diversidade e identidade das nove Sub-regiões em que atualmente se subdivide a Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na perspetiva da promoção do vinho e divulgação do património vitivinícola.

HÁ ESPUMANTE ESTE NATAL… EM PONTE DE LIMA!

CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde em Ponte de Lima

Nesta quadra natalícia o CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde convida-o a provar os diversos néctares de Vinho Verde que dispõe. Na sala de provas há espumante este natal…

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Aqui, encontra os produtores da região dos Vinhos Verdes, que cada vez mais aderem a estas iniciativas, com degustação de Vinhos Verdes e provas de aromas e sabores.

Considerando que em fase de grande azáfama, como esta quadra natalícia, por vezes, algumas compras são feitas à última hora, o CIPVV sugere que ofereça Vinho Verde.

Os espumantes elaborados a partir de algumas das castas mais emblemáticas da Região, são a novidade deste fim de ano. Do espumante de Loureiro, ao Avesso até ao de Alvarinho a escolha torna-se difícil, tal como a sugestão.

O Vinho Verde, que é, cada vez mais, um marco na nossa gastronomia, deve ser apreciado devidamente combinando divinalmente com os pratos e a doçaria tradicional desta época.

Neste contexto, o Município de Ponte de Lima e a Comissão de Viticultura dos Vinhos Verdes reforçam a dinâmica do Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, instalado na Casa Torreada dos Barbosa Aranha, em pleno Centro Histórico de Ponte de Lima, sendo esta uma estrutura abrangente que incorpora elementos alusivos à diversidade e identidade das nove Sub-regiões em que atualmente se subdivide a Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na perspetiva da promoção do vinho e divulgação do património vitivinícola.

Visite o CIPVV de terça a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18 horas. Para mais informações contate: geral@cipvv.pt. Consulte o site: www.museuspontedelima.com.

QUINTA DE SANTA CRISTINA EM CELORICO DE BASTO FOI DISTINGUIDA COM O PRÉMIO “BEST OF WINE TOURISM”

A Quinta de Santa Cristina foi distinguida pela associação internacional “Great Wine Capitals”, com o prémio “Best of Wine Tourism 2017”, a nível nacional, na categoria Experiências Inovadoras de Enoturismo.

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A Rede de Capitais de Grandes Vinhedos - “Great Wine Capitals”, associação que reúne atualmente dez das mais importantes regiões vitivinícolas do mundo, criou em 2003 os prémios Best Of Wine Tourism, que têm vindo a adquirir um grande reconhecimento internacional no sector dos vinhos e do enoturismo, pelo que o número e qualidade de candidaturas têm sofrido um aumento relevante.

A cerimónia de entrega destes prémios, que visam distinguir a excelência e as melhores práticas em enoturismo, em sete categorias diferentes, decorreu no Mosteiro São Bento da Vitória, no passado dia 10 de novembro, no encerramento da assembleia geral desta associação, que decorreu este ano no Porto, sob o tema Wine and Nature.

Situada em Celorico de Basto, a Quinta de Santa Cristina faz parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, usufruindo de uma envolvente única entre as serras do Marão e Alvão.

A adega alia a modernidade à tradição, com um design atual, integrado na paisagem, sem descurar elementos tradicionais como a pipa de vinho, que em formato estilizado serve de entrada para a adega, ou o lagar de pedra onde ainda se realiza a tradicional pisa a pé.

Na Quinta de Santa Cristina, os visitantes podem usufruir de experiências autênticas e únicas, que permitem o contacto direto com o mundo do vinho verde, a natureza e a gastronomia local. Atualmente, mediante marcação antecipada, é possível realizar visitas guiadas às vinhas e adega, provas de vinhos ou espumantes, piqueniques, percursos pedestres, plantar a sua própria videira, fazer um passeio de segway ou de veículo 4x4 pelas vinhas. Para os mais aventureiros, estão também disponíveis atividades como kayak ou outras atividades radicais resultantes de parcerias com empresas da região. 

Liliana Pereira, responsável de enoturismo da Quinta de Santa Cristina, afirma: ”É para nós uma honra receber esta distinção tão relevante para o enoturismo na Quinta de Santa Cristina. Este prémio contribuirá para aumentar a notoriedade e reforçar a posição da Região Demarcada do Vinho Verde no panorama do enoturismo Português, atraindo cada vez mais visitantes a esta região onde são produzidos vinhos únicos no Mundo.”

Sobre a Associação Great Wine Capitals e os prémios Best of Wine Tourism:

A Rede de Capitais de Grandes Vinhedos - “Great Wine Capitals” é uma associação que reúne atualmente dez das mais importantes regiões vitivinícolas do mundo, sendo a única que abarca os designados “Velho” e “Novo” mundo do vinho: Adelaide (Austrália), Bilbao (Espanha), Bordéus (França), Cidade do Cabo (África do Sul), Mainz (Alemanha), Mendoza (Argentina), Porto (Portugal), S. Francisco (EUA), Valparaíso (Chile) e Verona (Itália), o mais recente associado. Fundada em 1999, a Rede promove intercâmbios turísticos, de educação e de negócios entre as internacionalmente conhecidas regiões vinícolas, com o objetivo de alcançar a excelência no enoturismo.

O prémio Best Of Wine Tourism foi criado para distinguir os agentes promotores de enoturismo de cada cidade-membro que se distinguiram em termos de excelência das suas infraestruturas em diferentes categorias: Alojamento, Restauração/ Restaurantes Vínicos, Arquitetura e Paisagens, Arte & Cultura, Experiências Inovadoras de Enoturismo, Serviços de Enoturismo e Práticas Sustentáveis em Enoturismo, proporcionando ao visitante experiências de qualidade.

Vídeo do evento da entrega dos prémios:

https://youtu.be/hJ88jSfXSOg

Sobre a Quinta de Santa Cristina:

A Quinta de Santa Cristina, com cerca de 40 hectares, tem uma história secular, pertencendo à família há várias gerações. Situada em Veade, Celorico de Basto, faz parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, sub-região de Basto, uma das maiores e mais antigas regiões demarcadas do mundo.

Na adega, construída de raiz em 2014 e com uma capacidade instalada de 1 milhão de litros, são atualmente produzidos cerca de 500 mil litros entre vinhos e espumantes brancos, tintos e rosés, que contam já com vários prémios e distinções em concursos nacionais e internacionais. São produzidas 17 referências que são comercializadas em Portugal e países como Brasil, Alemanha ou Luxemburgo, entre outros.

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ESSÊNCIA DO SOALHEIRO CAPTADA PELAS OBJETIVAS DE AMANTES DA FOTOGRAFIA

Já são conhecidos os vencedores do concurso de fotografia “Terroir único, terroir soalheiro”

A Quinta de Soalheiro viu, através destes trabalhos, a valorização do seu terroir e por isso vai expor a partir de janeiro 2017 na adega em Melgaço as mais de 50 fotografias que estiveram a concurso.

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Já são conhecidos os vencedores do concurso de fotografia “Terroir único, terroir soalheiro”, promovido pela Quinta de Soalheiro. A fotografia intitulada "Mundo" de autoria de Carlos Elísio conquistou o primeiro lugar. O 2º lugar foi atribuído à fotografia “Vassalagem à serra” de Lídia Faria. No 3ª lugar deu-se um empate técnico pelo que foram atribuir dois prémios: um à fotografia “O Segredo do Néctar” de Carolina Macedo e outro à fotografia “Contra-luz outonal” de Lídia Faria. A marca acolheu com prazer a visita dos amantes da fotografia e deixa a porta aberta para que mais apaixonados pela fotografia visitem a quinta e seu terroir. A Quinta de Soalheiro viu, através destes trabalhos, a valorização do seu terroir e por isso vai expor as mais de 50 fotografias que estiveram a concurso na Sala de Provas da adega em Melgaço. A exposição arrancará em janeiro de 2017 e ficará patente nos primeiros seis meses do ano.

O papel do júri não foi fácil,cerca de meia centena de fotografias estiveram a concurso e mostraram as belezas do terroir da sub-região de Monção e Melgaço (DO Vinho Verde), dos pormenores desta terra mãe que faz do alvarinho que ali nasce algo único. A avaliação foi feita por Manoel Batista, Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Dr. Manuel Pinheiro, Presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes; Prof. Ana Rodrigues do Vale, Diretora da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Anabela Trindade, fotografa "oficial" Soalheiro e Luís Cerdeira, da Quinta de Soalheiro.

2º lugar Vassalagem à serra de Lídia Faria.JPG

O concurso destinava-se a todos os fotógrafos amadores e profissionais, bem como alunos de escolas da especialidade e afins e tinha como objetivo valorizar a fotografia como forma de expressão artística, valorizar o terroir da região e a sua biodiversidade, valorizar o terroir Soalheiro, onde nasceu a primeira marca de alvarinho de Melgaço, promover a paisagem vitícola e a temática associada ao alvarinho (terra, vinha, vinificação, envelhecimento, casta, vinho, enoturismo, etc.), estimular a criatividade e contribuir para a valorização e projeção da região e da casta alvarinho.

AS DIMENSÕES DO SOALHEIRO

O Soalheiro é considerado um especialista em Alvarinho pelos líderes de opinião internacional e nacional, pelo que na sua gama de vinhos se destacam várias dimensões: o Soalheiro clássico, efetivamente um clássico e o vinho com maior presença internacional; o Soalheiro Primeiras Vinhas, uma referência nos Alvarinhos e, por quatro vezes consecutivas, considerado o Melhor Vinho Branco Português; oSoalheiro Reserva, a expressão máxima da casta alvarinho com a fermentação em barrica; os dois espumantes Soalheiro, o clássico Bruto e o Bruto Rosé; não esquecendo ainda os inovadores ALLO e o Soalheiro 9%, que se distinguem pelo teor alcoólico moderado com enorme elegância e frescura, e que procuraram explicar que o álcool moderadamente baixo também está associado a vinhos de grande qualidade; e também a Aguardente Velha, produzida com destilação tradicional a partir de bagaços selecionados da casta Alvarinho.

A Quinta de Soalheiro tem ainda na sua gama de vinhos o Soalheiro Oppaco, cujo lançamento aconteceu em 2015. O Soalheiro Oppaco, com um lote de Vinhão e Alvarinho, marcou um novo capítulo da história da primeira marca de Alvarinho em Melgaço ao apresentar o seu primeiro vinho tinto, também pioneiro por se tratar de um vinho tinto da região com lote de uvas tintas (Vinhão) e uvas brancas (Alvarinho). Em 2015, à família juntou-se ainda o Terramatter que se afirma como um Soalheiro ‘integralmente diferente’. Um Soalheiro que pode ser interpretado como um regresso às origens e que poderá ser, simultaneamente, um olhar para o futuro. O Terramatter é um vinho diferente feito com uvas biológicas.

Em maio de 2016 nasceu o Soalheiro Granit, que revela uma dimensão mais mineral da casta Alvarinho. É um Alvarinho que sai de uma seleção específica de vinhas plantadas acima dos 150 metros de altitude, revelando a mineralidade que relaciona o solo de origem granítica do ‘terroir’ de Monção e Melgaço e da casta Alvarinho, aprimorado com a batonage e o estágio nas borras finas.

3º lugar Contra-luz outonal de Lídia Faria.JPG

PRÉMIOS 2016

Em 2016, a primeira marca de Alvarinho de Melgaço recebeu vários prémios nacionais e internacionais além das referências que pode encontrar no site permanentemente atualizado e que conta todos os detalhes da história, vinhos e notícias. Uma visita a não perder em www.soalheiro.com.

  • Soalheiro Clássico e Soalheiro ALLO nas ‘Melhores Compras’pela Revista de Vinhos
  • Soalheiro Reserva 2014 recebeu prémio de Excelência: distinção máxima na gala dos "Óscares dos Vinhos" da Revista de Vinhos
  • Soalheiro Primeiras Vinhas 2014 recebeu Medalha de Ouro no Japan Women’s Wine Award “SAKURA” 2016, um concurso internacional de vinhos no Japão.
  • Soalheiro Oppaco - o novo tinto do Soalheiro foi nomeado pela revista WINE – A Essência do Vinho para os “Melhores do Ano”
  • Soalheiro Terramatter 2014 está nos “Melhores do Ano” da revista WINE – A Essência do Vinhoe nos “Melhores de Portugal da Região Vinho Verde Alvarinho” pela Revista de Vinhos
  • Soalheiro Alvarinho Primeiras Vinhas no TOP 10 Vinhos Portugueses da Revista Wine
  • Soalheiro Clássico 2015 recebeu medalha de Ouro no Mundus Vini Spring Tasting 2016
  • Soalheiro Primeiras Vinhas 2014 no TOP 50 Vinhos Portugueses(reconhecido e selecionado por 3 Master Sommeliers dos USA)
  • Soalheiro Clássico 2015 atingiu os 94 pontos Parker
  • Allo 2015 com medalha de prata no Concours Mondial de Bruxelles 2016
  • Alvarinho Soalheiro Reserva 2014 conquista medalha de prata no Concurso Vinhos de Portugal 2016
  • Soalheiro Primeiras Vinhas e Soalheiro Reserva no Top Ten 2016, na categoria melhor Vinho Branco do Norte de Portugal, pela Vinino ‘Wine Style Awards 2016’
  • Soalheiro Primeiras Vinhas com a melhor classificação no Top Ten 2016, na categoria Vinho Verde Branco, pela Vinino ‘Wine Style Awards 2016’
  • Soalheiro Clássico 2015 recebe prémio Platinium no Decanter World Wine Awards 2016
  • Revista Wine&Spirits: Soalheiro pelo segundo ano consecutivo (2015 e 2016) no top 100 das melhores adegas mundiais.

27 MERCADOS DE EXPORTAÇÃO

O vinho Soalheiro tem registado um crescimento internacional gradual e constante inclusive no mercado nacional. A presença do Soalheiro em 27 mercados contribui para que um conjunto de amantes do vinho continue a descobrir o Vinho Verde de Monção e Melgaço - A Origem do Alvarinho e o grande potencial dos Vinhos Portugueses. É de salientar que em Portugal a presença nos locais de referência tem-se feito sentir, com maior notoriedade, em estabelecimentos de restauração, garrafeiras e winebars e na exportação em estabelecimentos de restauração e lojas da especialidade nomeadamente na Alemanha, Angola, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Letónia, Luxemburgo, Noruega, Nova Zelândia, Polónia, Suécia, Suíça, Singapura, e mais recentemente na Bulgária e na República Trindade e Tobago.

SOALHEIRO, UM REGISTO FAMILIAR

Foi nos anos 70, nomeadamente em 1974, que João António Cerdeira, com o apoio de seu pai, António Esteves Ferreira, plantou a primeira vinha de Alvarinho, criando, em 1982, a primeira marca de Alvarinho em Melgaço. A Quinta de Soalheiro tem um perfil profundamente familiar cuja dedicação aos vinhos se expressa em vinhos elegantes e vibrantes, sendo atualmente Maria Palmira Cerdeira e seus filhos, Maria João Cerdeira e António Luís Cerdeira, a orientar os trabalhos. As sucessivas gerações, com a sua experiência, têm-se empenhado em apurar os conhecimentos e a capacidade de produzir vinhos cada vez melhores. É uma ligação clara entre o passado, o presente e o futuro. As gerações trabalham lado a lado para, juntas, olharem para o futuro deste sector e desta região. Tudo têm feito para implementar as melhores tecnologias vitícolas e enológicas, de forma a potenciar a expressão dos seus “terroirs” criando várias dimensões da casta Alvarinho.

3º Lugar O Segredo do Néctar de Carolina Machado.jpg

CELORICO DE BASTO REALIZA MAGUSTO NA QUINTA DE SANTA CRISTINA

Magusto de São Martinho e prova de vinho novo na Quinta de Santa Cristina

Provérbios como “No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho “ou “Pelo S. Martinho, castanhas assadas, pão e vinho” recordam que por altura do São Martinho, comemorado a 11 de novembro, é tempo de comer castanhas e provar o vinho novo. O mote está dado!

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No próximo dia 13 de novembro, pelas 15h00, a Quinta de Santa Cristina, em Celorico de Basto, convida a viver a tradição do magusto e a provar o vinho novo.

O programa inicia-se com a visita à adega onde os visitantes ficarão a conhecer a zona de receção de uvas, zona de prensas/lagares, cubas e fermentação e cave de espumantes, terminando na zona de engarrafamento.

Seguir-se-á um lanche composto por iguarias regionais como bolinhos de bacalhau, rissóis, presunto, chouriço de vinho, broa de milho e as típicas castanhas assadas. Este lanche será acompanhado por vinho novo a ser provado pela primeira vez neste dia.

Durante a tarde, a animação musical estará a cargo de tocadores e cantadores da região que, com a ajuda de cavaquinhos e concertinas, vão tocar músicas tradicionais.

O preço da inscrição para adultos é de 10 euros, para jovens dos 12-16 anos é de 5 euros e as crianças até aos 12 anos, desde que acompanhados por um adulto, têm entrada gratuita.

A inscrição no evento é obrigatória e deve ser realizada até 11 de novembro para os contactos: enoturismo@garantiadasquintas.com ou +351 912 527 396.

Contacto para informações e reservas (obrigatórias):

E-mail: enoturismo@garantiadasquintas.com

Tlf: +351 912 527 396

Sobre a Quinta de Santa Cristina:

A Quinta de Santa Cristina, com cerca de 40 hectares, tem uma história secular, pertencendo à família há várias gerações. Situada em Veade, Celorico de Basto, faz parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, sub-região de Basto, uma das maiores e mais antigas regiões demarcadas do mundo.

Na adega, construída de raiz em 2014 e com uma capacidade instalada de 1 milhão de litros, são atualmente produzidos cerca de 500 mil litros entre vinhos e espumantes brancos, tintos e rosés, que contam já com vários prémios e distinções em concursos nacionais e internacionais. São produzidas 17 referências que são comercializadas em Portugal e países como Brasil, Alemanha ou Luxemburgo, entre outros.

PRODUÇÃO DA ADEGA COOPERATIVA DE GUIMARÃES CONTA COM COLHEITA DE 593 TONELADAS DE UVAS

Época das vindimas em 2016 enche mais de 800 pipas do vinho “Praça S. Tiago”

Colheita das videiras deste ano assegurou 400 mil litros de vinho, em Guimarães. Tempo chuvoso na primavera limitou quantidades produzidas, mas um verão quente e seco ajudou a uma produção de elevada qualidade. 

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A época das vindimas na Adega Cooperativa de Guimarães terminou com uma colheita de 593 toneladas de uvas que permitem, em 2016, uma produção de 400 mil litros de vinho, equivalentes a 800 pipas. «Temos um ano com muita qualidade», afirma o Presidente da instituição, José Sequeira Braga, depois de uma visita realizada pelo Presidente da Câmara Municipal, Domingos Bragança, durante a qual propôs a associação de imagens da cidade nos produtos vinícolas para reforçar a divulgação internacional de Guimarães. 

As boas condições climatéricas que se fizeram sentir em setembro e outubro permitiram concluir em quinze dias uma vindima com um universo de 250 hectares, distribuídos por 120 produtores ativos. «A primavera foi chuvosa e esse facto gerou algumas quebras na produção, contudo, o verão foi seco e permitiu uma excelente colheita! Ter um ano com grande qualidade permite satisfazer os nossos mercados e até reforçar o número de clientes», considera Sequeira Braga, indicando o Japão, França, Estónia, Polónia, Alemanha, Holanda, EUA e Brasil, além do circuito comercial português, como principais destinos do vinho com a marca “Praça S. Tiago”, a partir das castas loureiro, trajadura, pedemã, azal branco e tinto, vinhão, borraçal e espadeiro.

Domingos Bragança realçou a importância da Adega Cooperativa de Guimarães promover nacional e internacionalmente o vinho verde, «apreciado em todo o mundo», por privilegiar «a qualidade rigorosa e valorizar os excecionais recursos naturais» da região. «O mercado exige muito profissionalismo e o produtor agrícola vimaranense, com modernas técnicas agronómicas, cuida como ninguém do seu espaço para melhor servir quem nos procura», considerou.

Fundada em 1962 por 82 viticultores, a Adega Cooperativa de Guimarães estabeleceu-se em 1963 em Fermentões, com o objetivo de receber, vinificar e comercializar as uvas dos seus cooperadores. Devido às vantagens que a associação de produtores em cooperativas apresentava, a Adega Cooperativa rapidamente floresceu, agregando atualmente mais de 400 cooperadores do concelho de Guimarães, ocupando umas modernas instalações situadas na freguesia de Prazins Santo Tirs

MONÇÃO REALIZA 3ª MARATONA BTT BERÇO DO ALVARINHO

Prova decorreu no passado domingo, 16 de outubro, com a participação de mais de duas centenas de betetistas que percorreram estradas, caminhos e trilhos de diversas freguesias de Monção. Clube de Cicloturismo de Monção, organizador da prova, entregou cheque de 162,00 € aos “soldados da paz” monçanenses.

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Com organização do Clube de Cicloturismo de Monção e Associação de Ciclismo do Minho e apoio da Câmara Municipal de Monção, a 3ª Maratona BTT Berço do Alvarinho decorreu no passado domingo, 16 de outubro, sendo disputada por estradas, caminhos e trilhos de diversas freguesias de Monção.

Realizada no âmbito do 3º Festival do Cordeiro à Moda de Monção, tratou-se da última etapa do Campeonato do Minho de BTT XCM – Raiz Carisma, começando e terminando na Praça Deu-la-Deu Martins. O apito de partida, a cargo da vice-presidente da Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares, fez-se ouvir às 9h30.

A prova englobou as habituais categorias de competição, de lazer e de paraciclismo, estando contemplados percursos de maratona (63,5 quilómetros) e de meia-maratona (40 quilómetros). Mais de duas centenas de betetistas de clubes nacionais e galegos, marcaram presença na linha de partida.

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A entrega de prémios teve lugar após o almoço, contando com as presenças do autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, e do responsável pela pasta do desporto, Paulo Esteves. Satisfeito com a envolvente humana, Augusto de Oliveira Domingues agradeceu a presença de todos e sublinhou a capacidade organizativa de uma competição que, adiantou, já é uma referência na região minhota.

Numa perspetiva de reforçar laços de afetividade entre o desporto e a solidariedade social, o Clube de Cicloturismo de Monção entregou um cheque de 162,00 € à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção pela disponibilidade e apoio logístico da prova.

A 3ª Maratona BTT Berço do Alvarinho foi ganha por José Rodrigues, do F.C. Famalicão/Soniturismo/Bikeworld, e Ana Rita Vale, do Batotas/Ponte de Lima (Masters Elite). Na prova de Masters 30 M, ficou em primeiro lugar Humberto Castro, do F.C. Famalicão/Soniturismo/Bikeworld. Em femininos, a vitória sorriu a Patricia Almeida, da EDV – Vianacycles/Entreportas/Mypharma.

Em Master 40 M, o vencedor foi Pedro Dias, da EDV – Vianacycles/Entreportas/Mypharma e, em Masters 50, a vitória coube a Manuel Pinto, da Mouquim/Afacycles/Eugênios/Bargauto. Por equipas, o lugar mais alto do pódio foi conquistado pelo F.C. Famalicão/Soniturismo/Bikeworld, tendo a equipa Bombos São Sebastião/Monção Bike logrado o sexto lugar num total de dez equipas.

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MARATONA BTT BERÇO DO ALVARINHO

Realizada no âmbito do 3º Festival do Cordeiro à Moda de Monção, prova decorre no dia 16 de outubro, domingo, com organização do Clube de Cicloturismo de Monção em parceria com a Associação de Ciclismo do Minho. Trata-se da última e decisiva etapa do Campeonato do Minho de BTT XCM – Raiz Carisma.

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Organizada pelo Clube de Cicloturismo de Monção em parceria com a Associação de Ciclismo do Minho e apoio da Câmara Municipal de Monção, a Maratona BTT Berço do Alvarinho realiza-se este domingo, 16 de outubro, sendo disputada por estradas e trilhos de diversas freguesias de Monção.

Realizada no âmbito do 3º Festival do Cordeiro à Moda de Monção, trata-se da última e decisiva etapa do Campeonato do Minho de BTT XCM – Raiz Carisma, começando e terminando na Praça Deu-la-Deu Martins, no centro da localidade raiana. A partida está marcada para as 9h30.

A prova engloba as habituais categorias de competição, de lazer e de paraciclismo, estando contemplados percursos de maratona (63,5 quilómetros) e de meia-maratona (40 quilómetros). As inscrições encontram-se abertas à participação de todos os interessados quer sejam ou não atletas federados.

A inscrição na maratona ou na meia-maratona tem o custo de 8 euros para atletas federados e de 10 euros para atletas não federados, incluindo seguro, podendo ser formalizadas no portal da Associação de Ciclismo do Minho em www.acm.pt.

Os pagamentos por multibanco deverão ser efetuados até às 19h00 do dia 14 de outubro, sexta-feira, ou no secretariado no dia da prova que funcionará no Museu do Alvarinho, Praça Deu-la-Deu Martins, no sábado, 15 de Outubro, das 16h00 às 20h00 e, no domingo, 16 de outubro, das 07h30 às 08h30.

No ano passado, Monção consagrou os campeões minhotos de maratonas ao acolher a derradeira prova do Campeonato do Minho de BTT XCM - Arrecadações da Quintã. A Maratona BTT Berço do Alvarinho foi ganha por David Vaz e Daniela Pereira (elites), Estela Lago Cerzón (masters femininas), Carlos Rocha (masters 30), Tierri Mendes (masters 40) e Agostinho Rodrigues (masters 50).

Os campeões do Minho de XCM 2015 são David Vaz e Ana Rita Vale (elites), Carlos Rocha (masters 30), Tierri Mendes (masters 40), Carlos Lima (masters 50), Raquel Marques (masters femininas), Ricardo Gomes (paraciclismo) e a Saertex Portugal / Edaetech (equipas).

AMARES É "VERDE COOL"

Verde Cool 2016 encerrou com chave de ouro em Amares

O presidente da Câmara Municipal de Amares e a vereadora da Ação Social, Cidália Abreu, estiveram, ontem, no Adega Bar, em Barreiros - Amares, juntamente com o presidente da Associação Comercial de Braga (ACB), Domingos Macedo Barbosa, para o fecho da iniciativa Verde Cool 2016.

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Destacando a importância deste género de ações para a promoção do concelho, da sua gastronomia, e dos seus vinhos, o presidente da Câmara de Amares, Manuel Moreira, felicitou os proprietários do estabelecimento comercial pela adesão a esta iniciativa que serve, na sua opinião, como “um cartão-de-visita” não só ao próprio estabelecimento mas também ao concelho de Amares. O autarca espera que outros empresários do concelho agarrem, no futuro, este género de oportunidades, impulsionando os seus negócios.

O Verde Cool 2016 trata-se de uma iniciativa promovida, pela ACB, que decorreu entre os dias 5 de setembro a 9 de outubro, com os estabelecimentos aderentes (33 espaços de Braga, Amares e Vila Verde) a apresentarem um menu composto por 1 petisco + 1 copo de vinho verde por apenas 2,50. No Adega Bar, os clientes puderam deliciar-se com uma saborosa codorniz, acompanhada por um copo de vinho verde de Amares.

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