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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

PONTE DA BARCA ASSOCIA-SE AO II CONGRESSO INTERNACIONAL DAS VINHAS E DOS VINHOS

Dia 26 de Outubro, a partir das 9h, na Casa da Cultura

Ponte da Barca acolhe, no dia 26 de outubro, a partir das 9h, na Casa da Cultura, uma das sessões do II Congresso Internacional das Vinhas e dos Vinhos, organizado pela Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID).

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A iniciativa, que vai decorrer entre 25 e 28 de Outubro, nas Regiões Demarcadas do Douro, Dão e Vinhos Verdes tem como intuito, entre outros, a atualização de conhecimentos nos domínios que respeitam à História, Vitivinicultura, Enologia, Regulamentação Jurídica das regiões abrangidas e evolução das estruturas comerciais, de Marketing e de Enoturismo. O carácter internacional deste Congresso visa frutificar a troca de experiências com colegas investigadores nacionais e estrangeiros.

Em representação de cada região vitivinícola e, a par de Ponte da Barca, também o Porto, Nelas e Peso da Régua acolhem as restantes sessões que integram este Congresso.
As fichas de inscrições e o custo de participação no Congresso poderão ser conhecidas no sitehttps://congressovinhasevi.wixsite.com/vinhasevinhos e enviadas por correio ou email para a APHVIN/GEHVID - Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho, Rua da Restauração, n-º318, 4050-501 Porto ou paraaphvin@gmail.com, até ao dia 16 de Outubro.

Programa detalhado aqui: https://congressovinhasevi.wixsite.com/vinhasev…/programacao

PRODUTOR DE ALVARINHO ENTRE OS MELHORES DO MUNDO

Soalheiro pelo terceiro ano consecutivo nas “2017 TOP 100 WINERIES” pela prestigiada Wine & Spirits Magazine dos Estados Unidos

Wine & Spirits Magazine distinguiu, pelo terceiro ano consecutivo, a Quinta de Soalheiro entre os melhores produtores de vinho do mundo, incluindo assim o Soalheiro nas “2017 top 100 Wineries” e no “Top 100 Tasting & Road Show Invitation”.

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Esta distinção é uma referência no mundo dos vinhos: uma coleção de produtores de todo o mundo com os valores/características mais importantes. “Ocupar esta posição é um orgulho para o Soalheiro. É o reconhecimento do esforço da família Cerdeira, que desde os seus primórdios acreditou neste projeto” refere António Luís Cerdeira.

Na análise desta prestigiada magazine, o Soalheiro Granit e Reserva tiveram em destaque com 95 pontos. A Wine & Spirits Magazine é uma conceituada revista dos Estados Unidos.

Soalheiro Reserva 2016

CONGRESSO INTERNACIONAL DAS VINHAS E DOS VINHOS PASSA POR PONTE DA BARCA

Ponte da Barca associa-se ao II Congresso Internacional das Vinhas e dos Vinhos, no dia 26 de Outubro, a partir das 9h, no Auditório da Epralima

Ponte da Barca acolhe, no dia 26 de Outubro, a partir das 9h, no Auditório da Epralima, uma das sessões do II Congresso Internacional das Vinhas e dos Vinhos, organizado pela Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID).

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A iniciativa, que vai decorrer entre 25 e 28 de Outubro, nas Regiões Demarcadas do Douro, Dão e Vinhos Verdes tem como intuito, entre outros, a atualização de conhecimentos nos domínios que respeitam à História, Vitivinicultura, Enologia, Regulamentação Jurídica das regiões abrangidas e evolução das estruturas comerciais, de Marketing e de Enoturismo. O carácter internacional deste Congresso visa frutificar a troca de experiências com colegas investigadores nacionais e estrangeiros.

Em representação de cada região vitivinícola e, a par de Ponte da Barca, também o Porto, Nelas e Peso da Régua acolhem as restantes sessões que integram este Congresso.

As fichas de inscrições e o custo de participação no Congresso poderão ser conhecidas no site https://congressovinhasevi.wixsite.com/vinhasevinhos e enviadas por correio ou email para a APHVIN/GEHVID - Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho, Rua da Restauração, n-º318, 4050-501 Porto ou para aphvin@gmail.com, até ao dia 16 de Outubro.

Programa detalhado aqui: https://congressovinhasevi.wixsite.com/vinhasev…/programacao

VENHA CORRER ENTRE AS VINHAS DA QUINTA DE SOALHEIRO MELGAÇO E DESCUBRA

Sabe o que tem em comum as vindimas, o desporto e a solidariedade?

A convite do Soalheiro, a “Running for a better life” corre em Melgaço, no próximo domingo, dia 24 de setembro, num excelente final para a vindima 2017

No ano em que assinala 35 anos, a Quinta de Soalheiro prepara umas vindimas especiais que aliam a solidariedade, a tradição, a cultura e o desporto. O momento alto, será na manhã do próximo  domingo, 24 de setembro, ondem vão ter a oportunidade de correr entre as vinhas e apoiar uma causa social.  João Vila Maior, mentor do projeto “Running for a Better Life”, vai encabeçar esta corrida e convidamos todos a juntarem-se a ele.

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É uma corrida espontânea e solidária, com partida da Adega da Quinta de Soalheiro, às 10h30. Por cada participante, a Quinta de Soalheiro vai doar 2 euros para uma causa social coordenada pela Make-a-Wish Portugal (uma associação que realiza desejos a crianças e jovens, dos 3 aos 18 anos que sofram de uma doença que coloque em risco a sua vida, levando-lhes um momento de força, alegria e esperança!).

O percurso de cerca de 2,5 km pode ser percorrido individualmente ou em grupo, a correr ou a andar. No final realizar-se-á uma prova "almoçarada" de Soalheiros e Fumeiro da Quinta de Folga. As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas até 22 de setembro, através do email enoturismo@soalheiro.com.

A Vindima mais precoce dos últimos 35 anos:

DESEJAMOS A TODOS OS VITICULTORES UMA EXCELENTE VINDIMA 2017

Será a vindima mais precoce que já alguma vez se realizou no Soalheiro. Iniciada no final de agosto, já demonstra um equilíbrio excecional entre a fruta e a acidez dos nossos Alvarinhos do terroir único de Monção e Melgaço. Continuamos a explorar o enorme potencial do Loureiro, produzido em áreas mais atlânticas, e do Vinhão, para os tintos. A Touriga Nacional tem já lugar cativo na base do espumante rosé. Este ano descobrimos, ainda, o potencial da casta Pinot Noir e da casta Sauvignon Blanc na região. Mas sempre centrados na nossa especialidade - o Alvarinho de Monção de Melgaço - cuja descoberta continua quer na versão Nature, Clássica, Granit, Reserva ou Primeiras Vinhas.

Desejamos a todos os viticultores uma excelente vindima 2017 e mãos à obra ...  e como até ao “lavar dos cestos” é vindima vamos "meter" as mãos na massa para, com muita concentração e método, respeitar a enorme qualidade das uvas desta colheita ... vamos dando noticias!

Assim é “Fácil ser Feliz”:

35 ANOS DE HISTÓRIAS PARA PARTILHAR

Até ao final de 2017, a Quinta de Soalheiro convida todos a juntarem-se às comemorações do seu aniversário, divulgando um conjunto de eventos abertos aos amantes do vinho. O primeiro já está em marcha… trata-se da exposição de fotografias do concurso ‘Terroir único, terroir soalheiro’, na Sala de provas do Soalheiro. A exposição valoriza a fotografia como forma de expressão do terroir da sub-região de Monção e Melgaço (DO Vinho Verde), dos pormenores desta terra mãe que faz do alvarinho que ali nasce algo único. O concurso destinava-se a todos os fotógrafos amadores e profissionais, bem como alunos de escolas da especialidade e afins.

Lançamos ainda a Solheiro Tribo, uma forma de reconhecer todos os que se identificam connosco e que gostam do nosso trabalho. Através do registo disponível na página www.soalheiro.pt passam a fazer parte da tribo e recebem um conjunto de novidades em primeira mão e podem participar em alguns eventos especiais. Outra novidade é o lançamento da música “Fácil ser Feliz”, um estado de alma que assinala as comemorações dos 35 anos. Criar um projeto inovador foi o grande desafio lançado ao músico Francisco Pereira ("KIKO"). Aliar a cultura, a música, as boas energias e o vinho é o principal objetivo: “Uma boa conversa uma brincadeira… um copo de vinho em frente à lareira” porque “Todos nós gostamos da felicidade e não vemos como é fácil na verdade”.

Será ainda lançado o prémio “Soalheiro Arte e Design: 35 anos de Alvarinho”, destinado a todos quantos valorizem as artes ou alunos de escolas de artes e design. Novidades em breve.

BARCELOS APRESENTA O LIVRO "TERRITÓRIOS VINHATEIROS DE PORTUGAL"

Livro “Territórios Vinhateiros de Portugal” é apresentado em Barcelos. Barcelos é um dos 77 territórios vinhateiros que integra a obra

A Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) está a assinalar os seus 10 anos de atividade com o lançamento do livro “Territórios Vinhateiros de Portugal”.

A obra tem sido apresentada um pouco por todo o país. Em Barcelos, o livro tem apresentação agendada para o próximo dia 7 de setembro, pelas 15h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal, e vai contar com a presença do secretário geral da AMPV, José Arruda, que apresentará a obra, e ainda com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, que fará uma intervenção sobre a importância da presença do território nesta publicação. A apresentação terminará com uma prova de vinhos.

Em 360 páginas ilustradas, a obra identifica os atuais 77 municípios vinhateiros associados, caracteriza os seus produtos enológicos e dá a conhecer as potencialidades turísticas de cada território.

Barcelos não poderia deixar de integrar esta obra que percorre as diversas regiões vitícolas portuguesas – Bairrada, Verdes, Douro, Dão, Beira Interior, Tejo, Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.

No livro, o território é apresentado por Miguel Costa Gomes, Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, como “um concelho marcado pela cor, vida e cultura, onde a vinha, o vinho e o mundo rural são parte da sua identidade e convivem numa harmonia perfeita entre a tecnologia e a tradição”. Acrescenta ainda que “desta união, surgem deliciosos vinhos verdes, espumantes e aguardentes tranquilas, repletos de originalidade resultantes das características do solo, do clima e da peculiaridade das castas e da arte do cultivo da vinha”.

No artigo, com quatro páginas dedicadas a Barcelos e ilustrado por imagens que convidam a uma visita, são destacados os grandes produtores da região e os eventos relacionados com o vinho.

A obra tem uma componente solidária. Por cada livro vendido a AMPV vai entregar 2,5 euros ao Fundo Financeiro de Solidariedade pelas vítimas dos grandes incêndios que devastaram Pedrógão Grande.

A AMPV foi criada em 2007 e apresenta-se como porta-voz de todos os municípios com vincada tradição vitivinícola. Desenvolve ações e atividades de interesse comum a todos os seus municípios associados a nível local, nacional e europeu e tem como missão a afirmação da identidade histórico-cultural, patrimonial, económica e social dos municípios portugueses e dos territórios ligados à produção de vinhos de qualidade. 

MELGAÇO E MONÇÃO RECEBEM GRANFONDO ALVARINHO

Esta sexta-feira, 1 de setembro, pelas 11h00, no Solar do Alvarinho

Melgaço recebe no próximo ano, e pela primeira vez, o evento de ciclismo Granfondo Alvarinho. O programa será apresentado em conferência de imprensa esta sexta-feira, dia 1 de setembro, pelas 11h00, no Solar do Alvarinho.

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O evento é uma organização conjunta das Câmaras Municipais de Melgaço e Monção juntamente com a Bikeservice, entidade promotora. ‘Este será com certeza um evento de grande promoção para o território, dada a notoriedade que os Granfondos já assumiram na área do desporto’, considera o autarca melgacense, Manoel Batista.

FESTA DO VINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho a ter lugar no antigo Lagar da Quinta de Fernandares, em São Tiago dos Velhos, situada no concelho de Loures.CapturarNovoVindima.PNG

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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FESTA DO VINHO: PISA DAS UVAS AO SOM DA CONCERTINA JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

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ARCOS DE VALDEVEZ É CAPITAL DO VINHÃO

FESTIVINHÃO – Festival Enoturístico de Arcos de Valdevez

Depois do sucesso alcançado em 2016, regressa o FESTIVINHÃO – Festival Enoturístico de Arcos de Valdevez, nos dias 16, 17 e 18 de Junho, numa organização Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez e do Município de Arcos de Valdevez. São ainda parceiros na organização a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, a Escola Superior Agrária de Ponte de Lima, a EPRALIMA – Escola Profissional do Alto Lima, a Associação Comercial e Industrial de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, a Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca e a AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho.

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Como na edição anterior, o evento terá lugar nas ruas do centro histórico da Vila de Arcos de Valdevez, contando com espaço de exposição de vinhos e produtos locais, espaço provas, tasquinhas de petiscos, espetáculos de palco, animação de rua, workshops técnicos, curso de iniciação à prova de vinhos, percursos turístico-gastronómicos pela Vila, visitas a Quintas/Adegas para além de uma de programação musical forte.

Antecedendo o evento propriamente dito, está já em curso a seleção do ‘FESTIVINHÃO’17 Vinho do Ano’, com um Grande Prémio para o Vinho da Casta Vinhão e a Seleção do Ano para as categorias de Vinhos Verdes Tintos, Brancos, Rosé, Espumantes Tintos e Espumantes Brancos. Haverá ainda uma Seleção para os Vinhos de Arcos de Valdevez nas mesmas categorias (exceção dos espumantes, que apenas tem uma categoria genérica).

É na relação entre a gastronomia tradicional e a diversidade dos vinhos que melhor se potencia a riqueza da atividade turística na Região Norte de Portugal, em particular na região dos Vinhos Verdes. A harmonização entre o património natural, construído e imaterial, o alojamento e as atividades de animação turística, potenciam a criação de valor económico para a região e para os agentes envolvidos. Será sob esta temática de fundo, que dia 16 de Junho decorrerá um seminário, coordenado pela Escola Superior Agrária do IPVC, com dois painéis: na parte da manhã dedicado à vinha e ao vinho; na parte da tarde dedicado ao marketing, ao turismo, gastronomia e vinhos. Este segundo painel decorrerá no ambiente especial do café mais antigo de Arcos de Valdevez, o “Café Arcuense”.

Este festival enoturístico pretende celebrar a Casta Vinhão e a sua fabulosa evolução em termos técnicos e produtivos. Agora, a casta vinhão é a rainha. É ela que melhor se relaciona com as iguarias gordas como a lampreia, o sarrabulho, o cozido à portuguesa, o arroz de cabidela, o cabrito mamão da serra, etc.. Arcos de Valdevez, com o seu “terroir”, soube manter uma reserva de qualidade e tradição na produção de Vinhão e também inovar sem nunca descurar a relação harmónica com a gastronomia.

Mas o Festival apresenta outros vinhos verdes, com destaque para os brancos Loureiros e Alvarinhos, rosados e espumantes. 

Arcos de Valdevez teve o primeiro produtor com uma marca dedicada exclusivamente ao vinhão. Aqui existe a Estação Vitinícola Amândio Galhano, da Comissão de Viticultura dos Vinhos Verdes, onde está o repositório de castas regionais e onde se faz a investigação e experimentação fundamental.

Arcos de Valdevez afirma-se como a capital do vinhão.

MONÇÃO REALIZA 7ª FEIRA DO VINHO TINTO EM TANGIL

Com organização da Casa do Povo de Tangil, certame gastronómico decorre no próximo fim de semana, dias 27 e 28 de maio, com apresentação de produtos locais e animação musical. Programa engloba ainda Raid Rota da Pedra Solta, provas de vinho e entronização de novos confrades da Real Confraria do Vinho Verde Tinto.

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Tangil, freguesia de montanha do concelho de Monção, promove no próximo fim de semana, dias 27 e 28 de maio, a 7ª Feira do Vinho Tinto. Além de expositores dispersos pelo espaço exterior da Casa do Povo de Tangil, entidade organizadora, o certame apresenta produtos locais, como presunto, chouriça ou broa, e um programa diversificado com animação musical e provas de vinho.

No primeiro dia, sábado, após a sessão de abertura, marcada para as 15h00, decorre a atuação dos grupos de bombos “Amigos do Bombinho de Fontoura”, de Valença, e “Bombásticos de Segude”, de Monção, seguindo-se as concertinas dos “Amigos de Sá”, de Arcos de Valdevez, e “Os Magníficos”, de Monção. 

A partir das 17h00, realizam-se as provas de vinhos, demonstração de zumba, nova atuação dos grupos de concertinas, e entrada da “Charanga Salceda”, da Galiza. Com início às 23h00, verbena com o grupo “Roconorte”. Neste dia, está igualmente previsto, a partir das 08h00, a realização do Raid Rota da Pedra Solta pelos principais lugares das freguesias do Vale do Mouro.

No domingo, o certame abre às 10h30, prevendo-se, pelas 11h00, a cerimónia de entronização de novos confrades da Real Confraria do Vinho Verde Tinto e, pelas 12h00, degustação de vinhos verdes tintos. A parte de tarde abre ao som dos “Gaiteiros Rio Mouro” da Gave, Melgaço, continuando com tarde folclórica com agrupamentos de Longos Vales, Merufe e Moreira. Antes da sessão de encerramento, marcada para as 20h00, decorre a entrega de prémios aos melhores vinhos.

Com este certame, a organização procura a divulgação dos produtos locais, a criação de um fim de semana animado para os residentes e visitantes e a valorização de um espaço de montanha com património secular e paisagens naturais admiráveis e relaxantes. 

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ASSOCIAÇÃO ROTA DOS VINHOS DE PORTUGAL ESCOLHE ARCOS DE VALDEVEZ PARA CELEBRAR TERCEIRO ANIVERSÁRIO

Associação Rotas dos Vinhos de Portugal celebra terceiro aniversário em Arcos de Valdevez

A Associação Rotas dos Vinhos de Portugal escolheu Arcos de Valdevez para, nos próximos dias 19 e 20 de Maio, levar a cabo as comemorações do seu III Aniversário.

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No dia 19 terá lugar pelas 11h00, a Assembleia Geral da ARVP (reservada a Associados da ARVP) no Centro Municipal de Turismo; às 13h00 terá o almoço na Estação Vitivinícola Amândio Galhano; pelas 15h00 será organizada uma visita à quinta dos vinhos Casa da Senra; às 16h30 terá lugar uma palestra e às 17h30 serão encerrados os trabalhos.

As comemorações coincidem com a realização da iniciativa Arcos à Mesa, dedicada ao prato gastronómico Bacalhau à Lavrador. Assim, os participantes vão ter a oportunidade de poder degustar o prato num dos restaurantes aderentes e de fazerem o “Roteiro do Vez”, o qual engloba uma visita às quintas de Santa Marinha (Ânfora de Sta. Marinha) e Torre de Aguiã (Aguião) e degustação de vinhos e produtos artesanais locais, no sábado de manhã, organizada pela Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez.

De referir que a Câmara Municipal, para além de integrar há já algum tempo a Confraria dos Vinhos Verdes, aderiu à Associação dos Municípios Portugueses do Vinho, e tem reforçado o apoio ao setor vitivinícola do concelho através do incremento da participação em feiras e eventos vínicos e incentivou à constituição da Associação dos Vinhos de Arcos de Valdevez.

PROJETO MADE IN QUER MOSTRAR AO MUNDO POTENCIAL DAS REGIÕES VINÍCOLAS PORTUGUESAS

MARCA ARRANCA COM VINHO TINTO DA REGIÃO DO DOURO, AO QUAL VÃO JUNTAR-SE UM VINHO BRANCO DA REGIÃO DOS VINHOS VERDES E UM VINHO ROSÉ DO TEJO

MADE IN Douro é o nome do primeiro vinho da gama MADE IN, projeto que a FAPWINES acaba de lançar no mercado com o objetivo de dar a conhecer a genuinidade e autenticidade das regiões vinícolas portuguesas nos mercados internacionais, mostrando o seu terroir e potencial de uma forma moderna e acessível.

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Em Portugal, o projeto iniciou com uma parceria com a cadeia de supermercados Lidl, onde o MADE IN Douro está já disponível, sendo que a estratégia da FAPWINES passa por estender esta parceria à cadeia internacional do Lidl, bem como a outras grandes superfícies de países como os Estados Unidos, Inglaterra e Bélgica, estimando atingir, nos próximos 3 anos, a comercialização de 250 mil garrafas.

"Os próprios rótulos das garrafas do MADE IN foram feitos a pensar na prateleira internacional e representam geograficamente Portugal, assinalando no mapa a região vitivinícola de proveniência do vinho. Em breve, vamos alargar a gama de vinhos, que passará também a contar com um branco da região dos Vinhos Verdes e com um rosé, em representação da região Tejo", revela João Matos, fundador da FAPWINES

Produzido a partir de castas exclusivamente portuguesas - Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca -, o MADE IN Douro é um tinto que provém de vinhas com idade média de 20 anos, plantadas a cerca de 350 metros de altitude, em solos xistosos.

Apresenta um aroma a frutos vermelhos, com ligeiro toque a baunilha, proveniente do estágio em barricas de carvalho americano. Na boca, revela-se fresco e persistente

Fundada em 2013, a FAPWINES é o projeto a partir do qual o enólogo João Matos redesenhou o seu percurso no mundo dos vinhos, após 12 anos de experiência na criação e comercialização de vinhos. A amizade que o une a vários enólogos e o gosto pela partilha permite-lhe construir vinhos em diversas regiões, tirando partido da identidade de cada uma delas

Recorde-se que, ainda em 2013, a FAPWINES lançou no mercado nacional a marca de vinhos Giroflé, que exporta também para os Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Suíça, Bélgica e Holanda, mercados que representaram, em 2016, 35% do volume de negócios da empresa.

QUINTA DE SANTA CRISTINA EM CELORICO DE BASTO CONVIDA A CAMINHAR DA VINHA AO COPO

3ª Caminhada da vinha ao Copo na Quinta de Santa Cristina

No próximo dia 9 de abril, domingo, realiza-se mais uma edição da Caminhada da Vinha ao Copo. Já na sua terceira edição, a caminhada deste ano conta com um percurso mais longo. Trata-se de uma organização da Quinta de Santa Cristina, com o apoio técnico da Basto Move.te e de Basto ON Trekking.

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Na caminhada será efetuado um percurso circular, de 10 km, com início e final na Quinta de Santa Cristina, de dificuldade fácil a moderado e com um desnível positivo de 300 metros.

A inscrição tem um valor de 5 euros/pessoa e inclui acompanhamento por guia, reforço líquido, visita guiada à adega, prova de vinhos Quinta de Santa Cristina e degustação de produtos regionais (broa, enchidos, compotas).

O ponto de encontro é na Quinta de Santa Cristina, localizada na Rua de Santa Cristina, 80 – Veade, 4890-573 Celorico de Basto, com as coordenadas GPS: N 41°24’22.8’’; W 8°00’09.7’’. A abertura do secretariado será pelas 9h00, tendo a caminhada início pelas 9h30. O final está previsto para as 12h30.

As inscrições são obrigatórias até ao dia 7 de abril através dos contactos: enoturismo@garantiadasquintas.comou +351 912 527 396.

Contacto para informações e reservas (obrigatórias):

E-mail: enoturismo@garantiadasquintas.com

Tlf: +351 912 527 396

Sobre a Quinta de Santa Cristina:

A Quinta de Santa Cristina, com cerca de 40 hectares, tem uma história secular, pertencendo à família há várias gerações. Situada em Veade, Celorico de Basto, faz parte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, sub-região de Basto, uma das maiores e mais antigas regiões demarcadas do mundo. O enoturismo na Quinta de Santa Cristina foi recentemente galardoada com o prémio “Best OF Wine Tourism 2017” na categoria “Experiências Inovadoras de Enoturismo”, pela associação Great Wine Capitals.

Na adega, construída de raiz em 2014 e com uma capacidade instalada de 1 milhão de litros, são atualmente produzidos cerca de 500 mil litros entre vinhos e espumantes brancos, tintos e rosés, que contam já com vários prémios e distinções em concursos nacionais e internacionais. São produzidas 17 referências que são comercializadas em Portugal e países como Brasil, Alemanha ou Luxemburgo, entre outros.

Saiba mais sobre a Quinta de Santa Cristina em:

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PONTE DE LIMA APRESENTA O LIVRO "O VINHO NO TEMPO DA GUERRA"

“O Vinho no Tempo da Guerra – O Dão, o Douro e os Vinhos Verdes nas Fotografias da Casa Alvão” – Apresentação no CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde – Ponte de Lima em 27 de janeiro – 18h30

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Realiza-se no CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde amanhã, 27 de janeiro, às 18h30, a apresentação do livro “O Vinho no Tempo da Guerra – O Dão, o Douro e os Vinhos Verdes nas fotografias da Casa Alvão.”

Esta obra reúne uma parte dos importantes espólios de fotografias da Casa Alvão conservados na CVRVV - Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, na Comissão Vitivinícola Regional do Dão e no Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto. Esse espólio foi editado por Adriano Miranda e é completado com textos de António Barreto e Manuel Carvalho.

O CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, está instalado na Casa Barbosa Aranha, em pleno Centro Histórico, um espaço dinamizado em parceria pelo Município de Ponte de Lima e a CVRVV, sendo esta uma estrutura abrangente que incorpora elementos alusivos à diversidade e identidade das nove Sub-regiões em que atualmente se subdivide a Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na perspetiva da promoção do vinho e divulgação do património vitivinícola.