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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MILHARES DE VILAVERDENSES COMEM OVOS COZIDOS NA PONTE DA VILA DE PRADO

Vila de Prado: Milhares cumpriram a tradição pascal do Ovo na Ponte

A chama da tradição continua bem viva na Vila de Prado, como provou o banho de multidão que, ao serão de ontem (16 de abril), se deslocou à centenária ponte filipina para cumprir o ritual pascal do Ovo na Ponte. Uma iniciativa espontânea, de cariz popular, que atrai visitantes de todo o distrito e voltou este ano a receber uma bela moldura humana, formada por milhares de pessoas em ambiente de alegria e confraternização. A ocasião foi abrilhantada por diferentes momentos musicais, em que os cantares e as danças populares a ajudaram a animar a festa e fizeram as delícias dos presentes.

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Reza a lenda que este hábito antigo tem como objetivo afastar as dores de cabeça. “Aquele que, à meia-noite do dia de Páscoa, sobre ela comer um ovo cozido, passará todo o ano sem ser acometido de dores de cabeça”, reza a lenda. Diz a voz do povo que as cascas do ovo devem ser lançadas sobre o leito do Rio Cávado para que se cumpra a profecia popular. Com ou sem superstição, a verdade é que os ovos cozidos já tomaram conta do tabuleiro da Ponte de Prado, tradicionalmente acompanhados com champanhe. Um palco de excelência para o encontro de velhos amigos e longas conversas pela noite dentro.

Recorde-se as declarações recentes do presidente da autarquia pradense, Paulo Gomes, que não descura a importância da tradição e sublinha que estas atividades espelham a idiossincrasia a identidade das gentes de prado e se assumem, em simultâneo, como mais uma oportunidade soberana para fortalecer os laços entre a comunidade. O crescimento do evento e da fama que lhe está associada também vem transformando esta tradição num veículo de divulgação e promoção da freguesia e do concelho de Vila Verde, um elemento diferenciador que valoriza o território e o distingue pela positiva em relação aos demais.

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VILAVERDENSES COMEM OVOS COZIDOS NA PONTE DO PRADO SOBRE O RIO CÁVADO

Vila de Prado espera mar de gente para cumprir a tradição Pascal do Ovo na Ponte

A Vila de Prado prepara-se para cumprir uma das mais acarinhadas tradições desta bela freguesia plantada na margem direita do Cávado. Em noite de Páscoa, pelas 24h00, a Ponte de Prado volta a ser palco de uma tradição antiga que resiste ao desgaste do tempo e continua bem viva nos dias de hoje, atraindo inúmeros pradenses e visitantes. “Aquele que, à meia-noite do dia de Páscoa, sobre ela comer um ovo cozido, passará todo o ano sem ser acometido de dores de cabeça”, reza a lenda. Diz a voz do povo que as cascas do ovo devem ser lançadas sobre o leito do Rio Cávado para que se cumpra a profecia popular.

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Com ou sem superstição, a verdade é que os ovos cozidos já tomaram conta do tabuleiro da centenária ponte filipina, tradicionalmente acompanhados com champanhe. Um palco de excelência para o encontro de velhos amigos e longas conversas pela noite dentro. Uma ocasião de amizade, confraternização e muita alegria, que são os verdadeiros pilares da tradição.

O presidente da autarquia pradense, Paulo Gomes, não descura a importância da tradição e sublinha que estas atividades espelham a idiossincrasia a identidade das gentes de prado e se assumem, em simultâneo, como mais uma oportunidade soberana para fortalecer os laços entre a comunidade. O crescimento do evento e da fama que lhe está associada também vem transformando esta tradição num veículo de divulgação e promoção da freguesia e do concelho de Vila Verde, um elemento diferenciador que valoriza o território e o distingue pela positiva em relação aos demais.

VILA VERDE: VILA DE PRADO SORTEIA LUGARES NA FEIRA

Casa cheia para o sorteio dos lugares na Feira de Prado!

A feira semanal da Vila de Prado prepara-se para regressar ao Largo de S. Sebastião. Um processo que se alongou em virtude da intervenção de requalificação do centro urbano da vila, mas que agora devolve o certame pradense ao seu ‘habitat natural’. Ontem, 05 de abril, teve início o processo de sorteio dos lugares de feira e os intervenientes compareceram em massa nas instalações da Junta de Freguesia da Vila de Prado.

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Desde cedo o executivo liderado por Paulo Gomes trabalha de perto com outras entidades de relevo na matéria para garantir o desenlace mais justo e vantajosos para todas partes, como a Associação Feiras e Mercados da Região Norte e a Associação de Feirantes Entre Douro e Minho, que ajudaram na partilha de conhecimento, tendo esta última visitado Prado no dia de ontem para colaborar ativamente no processo de sorteio dos lugares e esclarecimentos os intervenientes.

A conclusão do processo de sorteio dos restantes lugares, que deverá acontecer na próxima semana, representa mais necessários. A sessão decorreu de forma totalmente pacífica, pelo que é de louvar a atitude cívica e assertiva de todos uma meta alcançada pelo executivo liderado por Paulo Gomes, que se tem batido de forma incansável para que o certame regresse ao Largo de S. Sebastião e volte a ser um dos grandes atrativos do centro urbano da Vila de Prado. Paulo Gomes não esconde a satisfação pelo regresso da feira a um local que ‘lhe assenta como uma luva’ e explicou os motivos da redistribuição dos lugares.

 “A forma que encontrámos para disposição da feira, não atribuindo mais do que 8 metros por lugar e disponibilizando apenas um lugar por feirante, permitirá de uma forma justa receber todos os feirantes efetivos que já tinham lugar na nossa feira semanal. Será certamente mais uma vitória desta autarquia contra vozes que se levantavam e que diziam que a feira nunca mais voltaria ao seu antigo lugar”, vincou Paulo Gomes.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO REQUALIFICA ESCOLA EM VILA DE PRADO

Requalificação da EB 2,3 de Prado prestes a avançar!

Em março de 2015 o presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Paulo Gomes, tinha apresentado uma moção na Assembleia Municipal, que foi aprovada por unanimidade e que alertava para a perigosidade das matérias a que os alunos da EB 2,3 de Prado estavam expostos (com pareceres de vários especialistas na matéria) e em que se solicitava intervenção urgente do Ministério da Educação na remoção das referidas placas de fibrocimento.

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Sabemos agora, oficialmente, que a  EB 2,3 de Prado vai ser alvo de um projeto de requalificação, que prevê um investimento de um milhão de euros para a dotar de melhores condições de ensino e de segurança para toda a comunidade escolar. O anúncio foi efetuado ontem, 14 de março, pelo Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, demonstrando assim o empenho deste Governo nestas áreas e tão sensíveis de extrema importância e vem responder aos anseios da Junta de Freguesia da Vila de Prado, que há vários anos se bate com afinco e determinação pela requalificação do estabelecimento de ensino

Uma empreitada que representa uma enorme mais-valia para as gerações presentes e vindouras. Por um lado, a intervenção permitirá melhorar as condições de ensino, incrementando o sucesso do processo educativo e formativo. Por outro, cumpre um anseio antigo da autarquia pradense, já que vai finalmente livrar as nossas crianças do perigo mortal que representam as placas de fibrocimento, já que originam as cancerígenas poeiras de amianto.

VILA DE PRADO ASSINALA COM MÚSICA MÊS DO ROMANCE

Concerto da Escola de Música da Junta de Freguesia da Vila de Prado abrilhantou o Mês do Romance

O amplo auditório da sede da Junta de Freguesia da Vila de Prado pareceu pequeno para receber a bela moldura humana que não enjeitou a oportunidade de assistir a um excelente espetáculo de música ao vivo. Num serão em que se respirou arte e cultura, os alunos e professores da Escola de Música da Junta de Freguesia da Vila de Prado não deixaram créditos por mãos alheias e protagonizaram um concerto que tocou os corações da plateia, criando atmosfera de amor, afeto e amizade que envolveu os presentes. A atuação decorreu no passado sábado, 04 de janeiro, inserida na programação ‘Fevereiro, Mês do Romance’.

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Como é habitual, o presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Paulo Gomes, marcou presença na sessão e mostrou-se extremamente satisfeito com mais uma prestação absolutamente notável de uma academia com pergaminhos. Fundada há mais de duas décadas, a Escola de Música da Junta de Freguesia da Vila de Prado conta atualmente com mais de 200 alunos, fruto do trabalho e do talento dos responsáveis pela instituição. Paulo Gomes sublinhou ainda que é um prazer para a Vila de Prado “voltar a participar no Mês do Romance, foi com muito agrado que aceitámos o desafio e é com muito agrado que vemos esta colaboração inter-institucional”.

Por sua vez, Manuel Afonso, professor e diretor da escola, deixou um agradecimento sentido a todos os intervenientes num espetáculo que se revelou um encontro de gerações, já que subiram ao palco artistas dos quatro e aos sessenta anos de idade. Manuel Afonso agradeceu também à plateia pelo apoio efusivo. “Muito obrigado pela vossa presença, esperamos que o concerto tenha sido do vosso agrado e que possamos todos sair daqui um pouco mais românticos e mais ‘amorosos’ do que quando entrámos”, referiu. 

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CRUZ VERMELHA REACTIVA DELEGAÇÃO EM VILA DE PRADO

Reativação da Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa na Vila de Prado

A Assembleia Municipal de Vila Verde deu luz verde para a reativação da delegação pradense da Cruz Vermelha, que se espera estar em breve ao serviço da população. A decisão surge após uma moção apresentada pelo presidente da Junta de Freguesia de Vila de Prado, Paulo Gomes, mostrando-se ao lado de um conjunto de voluntários com a mesma intenção. A moção foi aprovada por unanimidade em Assembleia Municipal, concretizando um desejo antigo da freguesia e do concelho, que não descuram a tremenda mais-valia que representa em qualquer área, mas de forma ainda mais relevante na área da saúde, um serviço de proximidade que garanta uma resposta célere e eficaz.

Paulo Gomes justificou contundentemente a mais-valia deste serviço para o concelho e a região. “Esta delegação abrangia uma vasta área do concelho de Vila Verde, Braga, Barcelos e Amares no que diz respeito ao serviço de socorro e ao transporte de doentes não urgentes, sendo inequívoco o elevado nº de utentes transportado ao longo de 27 anos de existência. Foi, indiscutivelmente, uma referência para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que em várias situações destacou o profissionalismo de vários socorristas desta unidade formados pelo INEM”, referiu.

O presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado sublinhou ainda que estão reunidas as condições necessárias para reativar o serviço. “Olhando para o futuro e contando no presente já com um conjunto de pessoas com vontade, capacidade, determinação e um legítimo interesse em reativar esta valência, é certo que a mesma contribuiria para dar uma resposta a vários níveis, potenciando ainda mais o concelho de Vila Verde numa lógica de serviço social, de socorro e serviço à população. Acrescento ainda que esta mesma população merece ser compensada pelo esforço pontual que fez quando contribuiu para a aquisição das ambulâncias que viu serem entregues a outros núcleos quando encerrou esta unidade em Prado”, concluiu Paulo Gomes.

A Assembleia Municipal ratificou a moção apresentada pela Autarquia Pradense e a Câmara Municipal de Vila Verde comprometeu-se a apoiar o projeto. “A Assembleia Municipal de Vila Verde, reunida em sessão ordinária 27 de Fevereiro de 2017, reconhecendo a necessidade e utilidade para todo o concelho dos serviços prestados pela Cruz Vermelha na Vila de Prado, manifesta total anuência à reativação daquele serviço, devendo ser encetados, pela Câmara Municipal, todas as diligências junto das entidades competentes necessárias à sua reativação”, ficou registado em Ata.

MINHOTOS ESTÃO CADA VEZ MAIS ROMÂNTICOS

Concerto da Escola de Música da Junta de Freguesia da Vila de Prado integra o Mês do Romance

A Escola de Música da Junta de Freguesia da Vila de Prado está a ultimar os detalhes de mais um espetáculo musical que se espera eletrizante e envolvente, como é apanágio das performances protagonizadas por alunos e professores de uma das mais prestigiadas escolas de música da região. O espetáculo vai ter lugar no próximo dia 04 de março, pelas 21h00, nas instalações da sede da Junta de Freguesia da Vila de Prado, e integra a programação ‘Fevereiro, Mês do Romance’. A direção da Escola aproveita ainda para informar que na próxima semana, de férias escolares de Carnaval, haverá aulas normalmente, exceto na 3ª feira, dia 28 fevereiro, em que se celebra o Entrudo.

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A Escola de Música da Junta de Freguesia da Vila de Prado acolhe anualmente alunos de todas as idades, com um trabalho de grande proximidade junto dos mais jovens, contribuindo em simultâneo para a sua educação musical e para a sua formação integral enquanto cidadãos. A este acompanhamento atento juntam-se vários predicados que contribuem para o desenvolvimento pessoal de todos os alunos, resultando em benefícios evidentes em vários domínios.

O aumento da capacidade de concentração, a promoção do desenvolvimento intelectual, a capacidade de interagir em público (nos concertos os alunos atuam perante grandes plateias) e a capacidade de trabalho em equipa são apenas alguns exemplos das vantagens decorrentes da atividade musical, que surtirão em efeito mais significativo quanto mais jovem for a idade em que o individuo comece a aprender.

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VILA VERDE: VILA DE PRADO PROMOVE INCLUSÃO SOCIAL E COMBATE O ALCOOLISMO

A Junta de Freguesia da Vila de Prado iniciou uma estreita colaboração com Centro Comunitário da Cruz Vermelha sediado na freguesia, apoiando uma missão inclusão social e combate ao alcoolismo. A partir de hoje, 31 de janeiro, haverá reuniões todas as terças-feiras, às 19h00, monitorizadas e conduzidas pela comunidade Alcoólicos Anónimos de Portugal. Trata-se de uma comunidade de homens e mulheres que partilham entre si a sua experiência, força e esperança para resolverem o seu problema comum e ajudarem outros a recuperarem do alcoolismo.

A privacidade dos participantes é preservada através de uma garantia total de anonimato e, numa fase inicial, as reuniões destinam-se apenas a pessoas com este tipo de problema, que precisem de ajuda e que queiram reencontrar-se. Para isso, basta aparecerem conforme às reuniões data e hora indicada na Junta de Freguesia. Existe também a possibilidade de se fazer o encaminhamento de famílias/familiares que “co-habitem” com problemas de alcoolismo, uma vez que este flagelo afeta emocional, física e espiritualmente o bem estar de qualquer pessoa que conviva com o alcoólico.

O presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Paulo Gomes, mostrou desde a primeira hora disponibilidade e interesse para que a Vila de Prado pudesse acolher o “re-encontro interior“ de pessoas que precisam de ajuda para escapar a este flagelo. Salientou ainda que é uma forma de fortalecer a comunidade, prestando um serviço de enorme valia para a sociedade no apoio à reabilitação de cidadãos com esta dependência. Os interessados podem obter mais informações no Centro Comunitário de Prado ou na Junta de Freguesia da Vila de Prado, através do presidente.

FEIRA DOS VINTE EM VILA DE PRADO ATRAI UM MAR DE GENTE

Milhares na Vila de Prado para a centenária Feira dos Vinte

Um mar de gente rumou ao coração do Minho na passada sexta feira, 20 de janeiro, para cumprir uma tradição centenária. A Feira dos Vinte remonta ao tempo em que D. Dinis era o soberano da nação, em plena idade média. O certame da Vila de Prado resistiu ao passar dos séculos e ao desgaste do tempo, adaptando-se às mudanças nas dinâmicas sociais, económicas e culturais impostas pela modernidade sem descurar a importância do legado construído pelos antepassados.

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A grande novidade da edição deste ano foi a Corrida a Cavalo, uma aposta do executivo da Junta de Freguesia da Vila de Prado, liderado por Paulo Gomes, que se revelou um sucesso estrondoso. Apesar de estarmos ainda na primeira edição, a prova trouxe ao coração da vila centenas de pessoas que não enjeitaram a oportunidade de vibrar com a emoção e adrenalina do desporto equestre. “A prova foi organizada com um duplo propósito. Implementar uma nova dinâmica da Feira, criar um novo motivo de interesse e atrair mais visitantes. Por outro lado, é também uma oportunidade para brindarmos a população pradense com um evento de entretenimento neste dia em que se celebra a nossa tradição”, afirmou Paulo Gomes.

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Mais cabeças de gado que em 2016

Nota de destaque também para o aumento do número de cabeças de gado em comparação com o ano anterior, apesar da quebra significativa de produtores do setor, que se tem vindo a registar nos últimos anos de Norte a Sul de Portugal. A Feira dos Vinte também ficou conhecido como a Feira das Trocas, já que o ex-líbris do certame era o comércio e troca de gado, principalmente bovino e cavalar. A sua relevância histórica é por demais evidente, já que em ‘tempos idos’ era em Prado que estabelecia o preço do gado para o resto do ano. Hoje, a compra e venda de gado continua a ocupar um espaço considerável do evento, mas sem a preponderância avassaladora de outrora.

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Inúmeros motivos de interesse

O comércio diversificado é outro dos grandes atrativos do evento. A doçaria e a gastronomia regional, o artesanato e os produtos locais, o têxtil e o calçado, os brinquedos e as diversões. Não faltam motivos de interesse para quem aproveitou o dia para visitar o coração da vila. A música popular também deu um ar da sua graça, com um grupo de tocadores de concertina e cantares à desgarrada que espalhou boa disposição e alegria pelo recinto. Após a relocalização temporária da edição de 2016, em virtude das obras de requalificação do centro urbano da vila, a Feira regressou ao Largo de S. Sebastião (vulgo Campo da Feira). Em pleno dia de S. Sebastião, centenas de devotos aproveitam para visitar a capela situada nas imediações do recinto e prestar a sua devoção ao Santo. A Junta de Freguesia da Vila de Prado deixa um agradecimento à Câmara Municipal de Vila Verde e à veterinária municipal, bem como às demais entidades que apoiaram o evento.

A festa começou de véspera

Tal como manda a boa tradição minhota, a festa começou de véspera com a Noite das Provas. A 19 de janeiro, a noite é para juntar amigos e família em torno de uma mesa farta, para provar o vinho novo e saborear umas deliciosas papas de sarrabulho com rojões num ambiente de confraternização e alegria. Nos últimos anos, a festa ganhou ainda mais brilho já que há grupos de tocadores de concertina a percorrer e animar os restaurantes e tasquinhas da freguesia.

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FEIRA DOS VINTE ANIMA VILA DE PRADO EM VILA VERDE

Vila de Prado: Corrida a cavalo é uma das novidades da centenária Feira dos Vinte

A Vila de Prado volta prepara-se para mostrar que a chama da tradição está bem acesa numa vila que se orgulha das suas raízes e que encontra no legado deixado pelos antepassados a força para construir o presente e preparar o futuro. Com séculos de história, a Feira dos Vinte remonta ao longínquo século XIV, em que o rei D. Dinis era o soberano da nação e, desde então, realiza-se sempre do dia 20 de janeiro de cada ano. O certame resistiu ao passar dos séculos, foi-se adaptando ao evoluir dos tempos e a edição de 2017 chega com várias novidades na bagagem.

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Uma das novidades deste ano é a Corrida de Cavalos com duas modalidades distintas, que traz ao coração da vila adrenalina pura e muita emoção, numa iniciativa que vai fazer as delícias dos amantes do desporto equestre. A prova vai decorrer ao início da tarde do dia 20 de janeiro, pelas 14h30, na Travessa da Rua 3 (na zona do Faial, em frente à Diviminho). Nota de destaque também para o regresso do certame ao local de origem, após a relocalização temporária no ano passado (2016) em virtude das obras de requalificação do centro urbano da Vila de Prado, que abrangeram o Largo de S. Sebastião (vulgo Campo da Feira). Ao contrário do que vaticinavam muitos ‘Velhos do Restelo’, o executivo liderado por Paulo Gomes voltou a cumprir a sua palavra e a Feira dos Vinte está este ano de regresso ao seu local de origem.

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Provas à noite e cantares ao desafio pela manhã

Tal como tem sucedido nos últimos anos, a Junta de Freguesia da Vila de Prado continua a adicionar motivos de interesse para atrair pradenses e visitantes. Destaque para o regresso dos tocadores de concertina e cantadores ao desafio que nos últimos anos têm animado a manhã e ajudado a dar um brilho ainda mais especial à ocasião. No entanto, convém não esquecer que, à boa moda minhota, a festa começa de véspera com a excelência da gastronomia regional, a alegria do convívio sadio e animação da música popular. É na ‘Noite das Provas’, a 19 de janeiro, que os agricultores apresentam o ‘vinho novo’, que tradicionalmente é degustado com o acompanhamento de um prato de papas de sarrabulho nas tasquinhas e restaurantes pradenses.

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A 20 de janeiro cumpre-se a tradição!

No dia seguinte, logo ao raiar da aurora, chegam as primeiras cabeças de gado, as tendas dos feirantes começam a ganhar forma e ultimam-se os preparativos para um dia de grande azáfama e movimento. O comércio é diversificado. Da doçaria ao vestuário, dos artigos do lar à coudelaria, passando pelas máquinas agrícolas, entre muitos outros, não falta variedade de escolha num certame em que a pecuária acabou ao longo dos anos por assumir posição de maior relevo. A festa acontece em pleno Dia de S. Sebastião, 20 de janeiro, o que leva muitos fiéis têm por hábito aproveitar o evento para passar na Capela de S. Sebastião, em pleno centro urbano da Vila de Prado e prestar a sua devoção. Estão reunidos todos os condimentos para que Feira dos Vinte seja um autêntico sucesso e para que se volte a cumprir a tradição na Vila de Prado.

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VILA VERDE É TERRA DOS NAMORADOS

XIV Concurso Internacional de Criadores de Moda de Vila Verde entra na reta final!

O XIV Concurso Internacional de Criadores de Moda de Vila Verde já entrou na reta final, uma vez que as inscrições encerram na próxima sexta-feira, 06 de janeiro. A iniciativa do Município de Vila Verde (promovida pela Aliança Artesanal) desafia anualmente jovens designers e criativos, alunos de escolas de moda nacionais e internacionais, e concorrentes a título individual, para criarem propostas de moda inspiradas no mote ‘Lenços de Namorados Escritas de Amor’. Os coordenados admitidos a concursos integrarão posterior mente o elegante desfile de moda da sumptuosa Gala Namorar Portugal.

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A 14 de fevereiro, em Dia de S. Valentim, figuras de renome nacional do mundo da moda, da música e da televisão chegam ao concelho para dar um brilho ainda mais especial a um evento que junta centenas de casais enamorados no Jantar de Namorados mais romântico do país. Um serão de glamour e sofisticação, com música ao vivo e desfile de moda protagonizados por várias celebridades nacionais… um autêntico conto de fadas!

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Mais de três mil euros em prémios

Além do prestígio de verem os seus coordenados como estrelas maiores de um evento de gala, os participantes têm como motivação adicional nove prémios bastante atrativos(1º, 2º, 3º Lugares, Jovem Revelação, Público, Impacto Visual, Best Fite, BMCar e Delta Café) , que perfazem um total de mais de três mil euros para os vencedores. O regulamento e as fichas de inscrição estão disponíveis através do endereço eletrónico www.namorarportugal.pt, no menu ‘Concursos’, onde deverão também ser submetidas as fichas de inscrição devidamente preenchidas e os projetos a concurso. As inscrições terminam a 06 de janeiro de 2017.

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‘Vila Verde, onde o amor acontece!’

O XIV Concurso Internacional de Criadores de Moda integra uma vasta e diversificada programação turístico-cultural, ‘Fevereiro – Mês do Romance’. Durante todo o mês de fevereiro, sucedem-se iniciativas um pouco por todo o país, com maior incidência no concelho de Vila Verde, de promoção desse sentimento mágico que “se rege por razões que a própria razão desconhece” e de afirmação perentória do lema ‘Vila Verde, onde o Amor acontece!’.

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VILA VERDE REALIZA CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Concurso de Fotografia 'A Rota das Colheitas Através das Objetivas' entra na reta final

O último fim-de-semana de novembro trouxe consigo o fim da programação Na Rota das Colheitas, mas você pode continuar a promover e divulgar a riqueza da tradição minhota e ainda se habilita a ganhar alguns prémios pelo caminho. Para isso, basta participar no Concurso de Fotografia 'A Rota das Colheitas Através das Objetivas', cujas inscrições encerram no próximo dia 15 de dezembro. Escolha as suas fotografias favoritas, recolhidas no âmbito das atividades inseridas Na Rota das Colheitas, participe e ajude-nos a eternizar em imagens o brilho do genuíno pulsar do mundo rural.

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A iniciativa, organizada pela Foto Felicidade com o apoio do Município de Vila Verde, tem como objetivo desafiar a criatividade da população, com o intuito de fomentar o desenvolvimento de hábitos culturais e competências técnicas no âmbito da fotografia. O concurso está subordinado ao tema ‘A Rota das Colheitas de Vila Verde através das objetivas’ e pretende-se que cada trabalho fotográfico revele um olhar único e original que retrate um ou vários aspetos das colheitas (atividades/pormenores da rota das Colheitas e da festa das colheitas). O vencedor do concurso leva para casa 150€, o segundo classificado 75€ e o terceiro tem direito a um vale de 35€ em impressões na Foto Felicidade.

Cada participante está limitado a um máximo de quatro fotografias a concurso, que devem ser entregues em mão ou enviadas pelos CTT (até ao dia 15 de dezembro) para a morada da organização: Foto Felicidade // Av. Prof Machado Vilela nº9 // 4730-721 Vila Verde. Os interessados podem obter mais informações junto da organização, na página narotadascolheitas.blogspot.pt ou consultando o regulamento disponível online em https://drive.google.com/file/d/0B5g7C746h3soMlZjUndZYkNsUkk/view.

VILA VERDE SEGUE NA ROTA DAS COLHEITAS

Na Rota das Colheitas: Mais de 35 iniciativas em Vila Verde para preservar a tradição e promover o território

Diz a voz do povo que ‘o que é bom acaba rápido’ e não poderíamos estar mais de acordo. As 17 semanas de promoção e divulgação da cultura minhota passaram num abrir e fechar de olhos tal foi a envolvência, a dinâmica e a alegria de mais uma edição da programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. De agosto a novembro, foram quase 40 iniciativas que se assumiram como um autêntico hino à cultura popular e que, em simultâneo, criam uma excelente dinâmica turística e económica no território. Um programa que colocou Vila Verde nas bocas do mundo e trouxe ao concelho largas dezenas de milhares de visitantes de todo o país e do estrangeiro.

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Vila Verde fervilhou de vida. Das fiéis recriações de práticas ancestrais aos espetáculos de música popular, do folclore ao artesanato, passando pelos produtos locais, pela gastronomia e pelos espetáculos culturais, entre muitos outros, não faltaram motivos de interesse para vir e ficar por Vila Verde, já que os espaços de alojamento também brindaram o público com várias promoções durante este período. Uma odisseia à descoberta das maravilhas do mundo rural, num concelho que se orgulha das suas raízes sem descurar os ritmos da modernidade, que celebra a tradição e nela alicerça a valorização do território e a dinamização do tecido económico local.

Festa das Colheitas foi a iniciativa rainha

Não faltaram as iniciativas emblemáticas, como a Festa do Caldo do Pote, a Festa do Sarrabulho de porco caseiro, a Desfolhada do Milho e a Espadela do Linho, entre muitas outras. Nota de destaque ainda para a estreia da Mirtifrutos - Feira Nacional de Pequenos Frutos e para a iniciativa rainha da programação, a Festa das Colheitas 2016 – XXV Feira Mostra de Produtos Regionais, com seis dias consecutivos dedicados à raiz da tradição minhota, que garantiram aos visitantes uma experiência ainda mais arrebatadora e incrementaram a visibilidade dos atores locais. O campo da feira ganhou nova vida e recebeu de braços abertos as largas dezenas de milhares de visitantes que se deslocaram a Vila Verde para sentirem o genuíno pulsar do mundo rural.

Desenvolvimento cultural e económico

Recentemente, e em jeito de balanço, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, manifestou enorme satisfação com a qualidade das iniciativas desenvolvidas durante os quatro meses de preservação da tradição e promoção do mundo rural. “Uma programação que decorreu durante 17 fins-de-semana consecutivos, em que se falou de Vila Verde pela positiva e em que se colocou em prática uma das estratégias de desenvolvimento económico para o concelho. Uma programação que mobilizou os vilaverdenses e a maioria das instituições do concelho, que faz de Vila Verde uma terra que gera atratividade e mobiliza as pessoas, valorizando as potencialidades do território em áreas muito diversificadas”, afirmou.

A população está de parabéns

Uma programação alargada e extremamente atrativa, que, como o edil lembrou, só é possível graças ao trabalho voluntário de associações, juntas de freguesia, agentes turísticos, instituições diversas e pessoas a título individual. Os vilaverdenses trabalharam de forma abnegada e altruísta, com afinco e determinação, para preservar a tradição local e valorizar as suas freguesias e o concelho de Vila Verde, promovendo os costumes da tradição minhota dentro e fora de portas. “Deixo um agradecimento sentido a todos os que se envolveram nesta programação, muitos de forma totalmente voluntária, e ajudaram a enriquecer uma iniciativa valoriza o território, ajudaram a valorizar as nossas tradições e perpetuá-las”, concluiu António Vilela. 

VILA VERDE É TERRA DOCE

VI Mostra de Doces e Sabores da Nossa Terra revelou-se um festim para o palato

Os mestres pasteleiros da região foram desafiados a apresentar ou reinventar suas especialidades de doçaria para uma iniciativa que se revelou um autêntico festim para o palato. A VI Mostra de Doces e Sabores da Nossa Terra, que decorreu durante o passado fim-de-semana (25 a 27 de novembro), voltou a colocar os ingredientes locais em lugar de destaque. Produtos frescos e viçosos cultivados pelos agricultores vilaverdenses (amêndoa, castanha, chila, laranja, limão, feijão e frutos vermelhos, entre outros) que ajudaram a enriquecer as excelentes propostas com que os 14 espaços aderentes brindaram os visitantes. No domingo, 27 de novembro, todas as especialidades foram vendidas com um desconto de 15%. A iniciativa foi um sucesso e a procura foi de tal ordem que na tarde de domingo as especialidades de doçaria já escasseavam um pouco por todo o concelho.

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No total, as pastelarias aderentes apresentaram mais de meia centena de deliciosas especialidades. O evento contou com a participação das pastelarias Bábá (Doce de Regalados; Bolo Rei de Chila; Bolo Rei de Chocolate), Luena (Pudim Abade Priscos; Pão de Ló de Lavrador; Bolo Rei Escangalhado), S. Salvador (Queijadas de Frutos Secos; Bola de Noz; Bolo Rei Frutos Secos), da Vila (Broinhas de Amor; Bolo Artesanal de Mirtilo; Rabanada de Mirtilo), Cristo Rei (Bolo Rei Escangalhado; Bolo Rei Tradicional; Pão de Ló), de Freiriz (Bolo de Cenoura; Bolo de Chila; Queque de Noz), Letícia (Natas com Nozes; Natas com Frutos Vermelhos; Bolo ‘S. Miguel’), Freidoce (Queijadinha de Castanha; Bolo de Feijão; Folhadinho de Chila) e a Chocolataria Artesanal - Chocolate com Pimenta (Pastel Antonino; Bombom Licor de Mirtilo; Cocos de Chocolate Negro com Mirtilo Desidratado e Pimenta Rosa).

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Vila Verde conquistou definitivamente os visitantes pelo estômago, já que a iniciativa se inseriu no programa do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’. O Pica no Chão e o Pudim abade de Priscos voltaram a assumir-se como as estrelas maiores da vasta constelação de propostas preparadas pelos chefs vilaverdenses, num fim de semana em que os visitantes beneficiaram de condições especiais e descontos na restauração e no alojamento. O programa foi ainda enriquecido por um leque diversificado de iniciativas como o Trilho da Nóbrega, a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Cávado e o Homem’, e as ‘Conversas da Letra’, seguidas de uma visita guiada à Cervejaria Artesanal - Letraria (com degustação de cerveja artesanal e cogumelos). O Museu do Linho, O Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estarão de portas abertas para receber os visitantes, que aproveitaram também para conhecer as encantadoras paisagens naturais e a riqueza do património edificado do concelho.

As atividades inseridas no Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’ permitiram fechar com chave de ouro a programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobrou em quase 40 iniciativas de divulgação e promoção tradição minhota e do genuíno pulsar do mundo rural.

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GASTRONOMIA E DOÇARIA TRADICIONAL ATRAEM MILHARES DE VISITANTES A VILA VERDE

A excelência da gastronomia minhota deu o mote para um fim-de-semana recheado de atividades

A excelência da gastronomia minhota voltou a atrair milhares de visitantes ao concelho de Vila Verde, que abraçaram a oportunidade de deliciarem alguns dos mais famosos e apreciados pratos da cozinha regional. O Pica no Chão e o Pudim abade de Priscos voltaram a assumir-se como as estrelas maiores da vasta constelação de propostas preparadas pelos chefs vilaverdenses para o Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde Capital do Pica no Chão’, que decorreu de 25 a 27 de novembro. As deliciosas iguarias da gastronomia regional, as especialidades de doçaria e pastelaria, os espaços de cultura abertos em horário alargado, os descontos nos espaços de alojamento, as belas paisagens verdejantes e as gentes hospitaleiras, num fim-de-semana em que não faltaram motivos para vir e ficar por Vila Verde.

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O Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde Capital do Pica no Chão’ voltou a ser um sucesso, contribuindo de forma categórica para a dinamização da economia local, a valorização da gastronomia regional e a divulgação do território. A garantia é dada pelos responsáveis pelos estabelecimentos aderentes, que deixaram rasgados elogios à iniciativa. “As iguarias regionais têm saído muito bem. É um evento ótimo para dinamizar o comércio e seria bom termos outros do mesmo género durante o ano”, afirmou José Pereira, do Restaurante Martinho. Opinião que é corroborada por José Paulo, do Restaurante Varandas do Lima 2. “Notou-se um aumento de afluência, mais significativo na noite de sábado, o que é muito bom, principalmente nesta época. A iniciativa correu muito bem e tivemos cá várias pessoas de propósito por causa do Pica no Chão”, referiu. Do Restaurante Palácio chega outro testemunho semelhante. “O Pica no Chão saiu muito bem, tivemos muitas encomendas. É uma ideia muito boa e uma iniciativa para manter, as pessoas aderem bastante. O Pica no Chão está-se a tornar uma das imagens de marca do nosso concelho”, frisou José Malheiro.

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Natureza, doçaria e cultura para enriquecer o programa

Às irresistíveis propostas da gastronomia regional juntou-se um leque diversificado de iniciativas que ajudou a enriquecer o programa. Destaque para os descontos na restauração e alojamento, a VI Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra e as ‘Conversas da Letra’, seguidas de uma visita guiada à Cervejaria Artesanal - Letraria (com degustação de cerveja artesanal e cogumelos). O Museu do Linho, o Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estiveram de portas abertas para receber os visitantes, que puderam ainda aproveitar para conhecer a riqueza do património edificado e as encantadoras paisagens naturais do concelho, com destaque para o Trilho da Nóbrega e a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’. 

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Preservar a tradição, dinamizar a economia e promover o território

Inúmeros motivos de interesse que ajudaram a fechar com chave de ouro a programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobrou em quase 40 iniciativas de promoção e divulgação da genuína tradição do Minho. Recentemente, e em jeito de balanço, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, manifestou enorme satisfação com a qualidade das iniciativas desenvolvidas durante os quatro meses de promoção do genuíno pulsar do mundo rural. “O Fim-de-semana Gastronómico encerrou um ciclo de grande sucesso durante a programação Na Rota das Colheitas. Uma programação que decorreu durante 17 fins-de-semana consecutivos, em que se falou de Vila Verde pela positiva e em que se colocou em prática uma das estratégias de desenvolvimento económico para o concelho. Uma programação que mobilizou os vilaverdenses e a maioria das instituições do concelho, que faz de Vila Verde uma terra que gera atratividade e mobiliza as pessoas, valorizando as potencialidades do território em áreas muito diversificadas”, afirmou.

Vilaverdenses unidos em trono da Rota das Colheitas

O edil concluiu com um agradecimento sentido “a todos os que se envolveram nesta programação, muitos de forma totalmente voluntária, e ajudaram a enriquecer uma iniciativa valoriza o território, a valorizar as nossas tradições e perpetuá-las”. Da recriação de práticas agrícolas ancestrais às festas e romarias, passando pela gastronomia, pelo artesanato e pela música popular, foram quase 40 iniciativas (inseridas Na Rota das Colheitas) dedicadas à divulgação e promoção da tradição minhota na sua forma mais genuína. Vila Verde assume-se como um concelho que alia modernidade e tradição de forma harmoniosa, que se orgulha das suas raízes e nelas constrói os alicerces de dinamização e promoção do território. Os resultados não enganam e o concelho voltou a receber largos milhares de visitantes que se renderam aos encantos do mundo rural a pulsar em toda a sua plenitude.

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VILA VERDE DÁ A CONHECER RECANTOS PARADISÍACOS NO TRILHO DA NÓBREGA

Recantos paradisíacos e paisagens deslumbrantes no Trilho da Nóbrega e na Caminhada Ambiental entre o Homem e o Cávado 

Em Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde Capital do Pica no Chão’, 25 a 27 de novembro, o concelho recebeu duas atividades de natureza que ajudaram a desgastar as calorias extras e levaram vilaverdenses e visitantes à descoberta das encantadoras paisagens naturais do coração do Minho. O Trilho da Nóbrega e a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’ contaram com um total de mais de uma centena de participantes, que não se amedrontaram com o céu cinzento e partiram rumo à aventura em duas manhãs de convívio e muita alegria.

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No passado sábado, 26 de novembro, mais de cinquenta bravos responderam afirmativamente ao desafio da organização e participaram no Trilho da Nóbrega. Um encantador percurso de 14 Kms por Aboim da Nóbrega e Gondomar, que levou os participantes a descobrirem a imensa beleza natural das encostas da Nóbrega. Além de desfrutarem das magníficas paisagens, os aventureiros puderam também conhecer diversos pontos de interesse turístico e cultural, como os Moinhos, a Igreja Matriz, a Fonte do Dente de Santo, a Casa da Pequenina, os espigueiros e as cascatas. A iniciativa resulta de uma organização conjunta do Parque de Campismo de Aboim a Nóbrega e da ATAHCA. 

No domingo, passámos das terras altas da Nóbrega para o sul do concelho. A Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Cávado e o Homem’ desvendou recantos paradisíacos, com paragem em diversos pontos de interesse como moinhos, açudes, pontes e praias fluviais, entre outros. Um percurso de 8 Kms entre a Praia da Malheira, em Sabariz, e a Praia do Faial, na Vila de Prado, que colocou em lugar de relevo a beleza da fauna e da flora dos mais imponentes cursos de água que atravessam o território vilaverdense. Mais de 60 pessoas enfrentaram a manhã fria de outono e participaram na caminhada promovida pelo Município de Vila Verde.

“Relevante contributo para a promoção de Vila Verde como um Concelho atrativo”

O presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, não escondeu a imensa satisfação pela excelente dinâmica decorrente de ambas as iniciativas. “A realização de eventos desta natureza, que combinam a prática desportiva com momentos de lazer e de salutar convívio e que permitem aprofundar o conhecimento do património natural e histórico-cultural do Concelho de Vila Verde. São iniciativas que se revestem da maior importância e merecem o meu mais vivo elogio”, afirmou o edil, acrescentando que “são dois percursos distintos e apaixonantes, que se complementam naquilo que de melhor a nossa terra tem para brindar os apaixonados da natureza”. António Vilela conclui vincando que “esta simbiose entre estilos de vida saudáveis e a divulgação das imensas potencialidades turísticas do território é mais um relevante contributo para a promoção de Vila Verde como um Concelho atrativo, com inúmeros motivos de interesse para quem cá vive e para quem nos visita”.

Um fim-de-semana recheado de atrativos

Durante o Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde Capital do Pica no Chão’, nota de destaque ainda para as promoções na restauração e alojamento, para a VI Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra e para as ‘Conversas da Letra’, seguidas de uma visita guiada à Cervejaria Artesanal - Letraria (com degustação de cerveja artesanal e cogumelos). O Museu do Linho, o Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estiveram de portas abertas para receber os visitantes, que podem ainda aproveitar para conhecer as encantadoras paisagens naturais e a riqueza do património edificado do concelho. Um rol diversificado de motivos de interesse que fechou com chave de ouro a programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobrou em quase 40 iniciativas de promoção e divulgação da genuína tradição do Minho.

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VILA VERDE ABRE INSCRIÇÕES PARA O CONCURSO INTERNACIONAL DE CRIADORES DE MODA

Começou a contagem decrescente para o mês mais romântico do ano, ‘Fevereiro – Mês do Romance’. Inscrições estão abertas para o XIV Concurso Internacional de Criadores de Moda de Vila Verde

Estão oficialmente abertas as inscrições para o XIV Concurso Internacional de Criadores de Moda, uma iniciativa do Município de Vila Verde, promovida pela Cooperativa Aliança Artesanal. A organização deixa o desafio a jovens designers e criativos, alunos de escolas de moda nacionais e internacionais, e concorrentes a título individual, para criarem propostas de moda inspiradas no mote ‘Lenços de Namorados Escritas de Amor’.

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Os coordenados admitidos a concursos integrarão posterior mente o elegante desfile de moda da sumptuosa Gala Namorar Portugal. A 14 de fevereiro, em Dia de S. Valentim, figuras de renome nacional do mundo da moda, da música e da televisão chegam ao concelho para dar um brilho ainda mais especial a um evento que junta centenas de casais enamorados no Jantar de Namorados mais romântico do país. Um serão de glamour e sofisticação, com música ao vivo e desfile de moda protagonizados por várias celebridades nacionais… um autêntico conto de fadas!

Mais de três mil euros em prémios

Além do prestígio de verem os seus coordenados como estrelas maiores de uma iniciativa de renome no panorama nacional, os participantes têm como motivação adicional os nove prémios bastante atrativos (1º, 2º, 3º Lugares, Jovem Revelação, Público, Impacto Visual, Best Fite, BMCar e Delta Café) , que perfazem um total de mais de três mil euros para os vencedores. O regulamento e as fichas de inscrição estão disponíveis através do endereço eletrónico www.namorarportugal.pt, no menu ‘Concursos’, onde deverão também ser submetidas as fichas de inscrição devidamente preenchidas e os projetos a concurso. As inscrições terminam a 06 de janeiro de 2017.

‘Vila Verde, onde o amor acontece!’

O XIV Concurso Internacional de Criadores de Moda integra uma vasta e diversificada programação turístico-cultural, ‘Fevereiro – Mês do Romance’. Durante todo o mês de fevereiro, sucedem-se iniciativas um pouco por todo o país, com maior incidência no concelho de Vila Verde, de promoção desse sentimento mágico que “se rege por razões que aa própria razão desconhece” e de afirmação perentória do lema ‘Vila Verde, onde o Amor acontece!’.

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VILA VERDE APRESENTA DOCES E SABORES DA TERRA

Delicie-se com as propostas que os mestres pasteleiros prepararam para a VI Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra

Os apreciadores da doçaria vão exibir sorrisos bem rasgados durante o próximo fim de semana, 25 a 27 de novembro, com as excelentes propostas, confecionadas com a genuinidade e a frescura dos ingredientes locais, que os mestres pasteleiros vilaverdenses preparam para a VI Mostra ‘Doces e Sabores da Nossa Terra’.

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Vila Verde prepara-se definitivamente para conquistar os visitantes pelo estômago já que além das especialidades de pastelaria, o fim de semana também reserva um espaço para os mais famosos pratos da gastronomia regional. Vilaverdenses e visitantes terão direito a descontos e condições especiais nas dezenas de restaurantes e unidades de alojamento que aderiram ao Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, capital do Pica no Chão’, em que o Pica no Chão, o Pudim Abade de Priscos e o Vinho Verde Regional assumem-se como as estrelas mais cintilantes de uma vasta constelação onde não vão faltar as mais conhecidas e apreciadas iguarias da cozinha minhota.

No total, são 14 espaços aderentes, que vão brindar os visitantes com mais de meia centena de especialidades e descontos de 15%, no dia 27 de novembro, em todos os bolos que integram a VI Mostra ‘Doces e Sabores da Nossa Terra’. O evento conta com a participação das pastelarias Bábá (Doce de Regalados; Bolo Rei de Chila; Bolo Rei de Chocolate), Luena (Pudim Abade Priscos; Pão de Ló de Lavrador; Bolo Rei Escangalhado), S. Salvador (Queijadas de Frutos Secos; Bola de Noz; Bolo Rei Frutos Secos), da Vila (Broinhas de Amor; Bolo Artesanal de Mirtilo; Rabanada de Mirtilo), Cristo Rei (Bolo Rei Escangalhado; Bolo Rei Tradicional; Pão de Ló), de Freiriz (Bolo de Cenoura; Bolo de Chila; Queque de Noz), Letícia (Natas com Nozes; Natas com Frutos Vermelhos; Bolo ‘S. Miguel’), Freidoce (Queijadinha de Castanha; Bolo de Feijão; Folhadinho de Chila) e a Chocolataria Artesanal - Chocolate com Pimenta (Pastel Antonino; Bombom Licor de Mirtilo; Cocos de Chocolate Negro com Mirtilo Desidratado e Pimenta Rosa).

Nota de destaque também para as restantes iniciativas preparadas para enriquecer o programa do fim de semana, como as ‘Conversas da Letra’, seguidas de uma visita guiada à Cervejaria Artesanal - Letraria (com degustação de cerveja artesanal e cogumelos). O Museu do Linho, O Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estarão de portas abertas para receber os visitantes, que podem ainda aproveitar para conhecer as encantadoras paisagens naturais e a riqueza do património edificado do concelho. Oportunidade também para apreciar os belos quadros naturais pintados pelas encostas verdejantes e pelas zonas ribeirinhas do concelho de Vila Verde. O Trilho da Nóbrega, com um percurso de 14 Kms, no dia 26 de novembro, e a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’, com um percurso, de 5 Kms, no dia seguinte.

As iniciativas estão inseridas na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em quase 40 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

VILAVERDENSES CAMINHAM PELO TRILHO DA NÓBREGA

Atividades de Natureza enriquecem o programa do Fim-de-semana Gastronómico em Vila Verde

O fim-de-semana que se avizinha, 25 a 17 de novembro, afigura-se como uma oportunidade privilegiada para vilaverdenses e visitantes se deliciarem com as iguarias típicas da gastronomia minhota no Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’, evento promovido pelo Município de Vila Verde. Às condições especiais e descontos nas dezenas de restaurantes e espaços de alojamento aderentes somam-se iniciativas planeadas para enriquecer o programa e a experiência dos visitantes. Nota de relevo para as duas atividades de natureza, o Trilho da Nóbrega e a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’, que vão levar os participantes à descoberta da imensa beleza das paisagens naturais do concelho.

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Durante o fim de semana, destaque ainda para a VI Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra e para as ‘Conversas da Letra’, seguidas de uma visita guiada à Cervejaria Artesanal - Letraria (com degustação de cerveja artesanal e cogumelos). O Museu do Linho, o Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estarão de portas abertas para receber os visitantes, que podem ainda aproveitar para conhecer as encantadoras paisagens naturais e a riqueza do património edificado do concelho.

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A imensa beleza natural das encostas do Nóbrega

O Trilho da Nóbrega realiza-se no próximo sábado, 26 de novembro. É um percurso circular, de grau de dificuldade médio/moderado, que vai levar os participantes a descobrirem a imensa beleza natural das encostas do Nóbrega, bem como diversos pontos de interesse turístico e cultural daquela zona do concelho de Vila Verde. Durante os 14 Kms do percurso, cerca de 3h30m de caminho de acordo com a estimativa da organização, serão percorridos os ancestrais caminhos de Aboim da Nóbrega, passando pelos Moinhos, Igreja Matriz, Fonte do Dente de Santo, Casa da Pequenina e cascatas (junto ao parque de campismo). Os interessados em participar nesta iniciativa podem fazer a inscrição junto do Parque de Campismo Rural de Aboim da Nóbrega, entidade organizadora do evento, através do telefone 253 348 094, telemóvel 913 936 566 ou do endereço de email campismoaboim@atahca.pt.

Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Cávado e o Homem’

No dia seguinte, 27 de novembro, os amantes da natureza voltam a ter motivos para sorrir, já que o dia começa com a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Cávado e o Homem’. A iniciativa arranca da praia da Malheira, em Sabariz, e termina na praia do Faial, na Vila de Prado. As deslumbrantes zonas ribeirinhas do concelho de Vila Verde dá o mote para uma atividade que vai levar os participantes a conhecerem a riqueza da fauna e da flora dos principais cursos de água que atravessam o território vilaverdense. Durante os 8 Km de percurso, a organização promete visitar recantos paradisíacos, com paragem em diversos pontos de interesse, como moinhos, açudes, pontes e praias fluviais, entre outros. As inscrições podem ser efetuadas através do contacto 961 318 625, do e-mailadelino.silva@cm-vilaverde.pt ou na Loja de Turismo de Vila Verde (961 317 896).

As iniciativas inserem-se na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em quase 40 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

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FESTA DO SARRABULHO JUNTA MAIS DE MEIO MILHAR DE PESSOAS EM VILA VERDE

Coucieiro: Mais de 700 visitantes e 370 litros de papas na Festa do Sarrabulho de porco caseiro

A freguesia de Coucieiro foi inundada por um autêntico mar de gente durante o passado fim-de-semana, 19 e 20 de novembro. Mais de 700 comensais que se deslocaram a terras de D. Sapo para se deliciarem com um dos mais afamados e apreciados pratos da gastronomia regional. A iniciativa voltou a ser um êxito absoluto. No total, foram fabricados mais de 370 litros de papas de sarrabulho de porco caseiro, um pitéu que, como manda a boa tradição do Minho, se serve acompanhado com rojões, farinhotes, tripas e vinho verde.

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O sábado (19 de novembro) foi dedicado inteiramente à gastronomia minhota. Pouco passava do meio-dia quando começaram a sair as primeiras papas de sarrabulho, confecionadas com mestria pelas mãos experientes das cozinheiras locais. Ao almoço contavam-se já vários visitantes de todo o distrito de Braga, da região do Porto e do Alto Minho, uma afluência forte que deixava antever uma enchente ao serão. E assim foi. As iguarias regionais foram as estrelas maiores do evento, mas a organização colocou ainda à disposição dos visitantes várias carnes grelhadas na brasa, garantindo soluções para (quase) todos os gostos. No dia seguinte, o principal destaque vai para as atividades vespertinas, com uma iniciativa de angariação de fundos a que se seguiu um magusto tradicional.

Promover a tradição, a cultura e o território

O presidente da Junta de Freguesia de Coucieiro não escondeu a satisfação pelo êxito da iniciativa. José Pimentel Silva avançou que passaram pelo local mais de 700 visitantes e foram vendidos 370 litros de papas de sarrabulho. Números que não destoam dos de anos anteriores, com uma ligeira subida ao nível das vendas para fora. O autarca local revelou ainda que este ano a receita angariada reverte a favor das festividades em honra de S. João Baptista e das obras de requalificação do salão paroquial. José Pimentel Silva prosseguiu recordando que o evento surgiu com o intuito de preservar a tradição e promover a cultura local. “Antigamente, a maioria das casas tinha um porco e podia apreciar estas iguarias. Hoje, procuramos recriar esses momentos e reavivar esta tradição”, afirmou, acrescentando que a festa se assume também como um palco privilegiado de encontros de amigos e convívio fraterno.

Fomentar a união na comunidade

A Festa do Sarrabulho de porco caseiro conta, direta e indiretamente, com a participação de mais de 50 voluntários, que de forma abnegada e altruísta, trabalham com determinação e afinco para valorizar a tradição da terra que os viu nascer. “O espírito de união que se forma entre a comunidade é muito importante. Estas iniciativas permitem estreitar laços e promover o convívio”, concluiu o presidente da Junta de Freguesia de Coucieiro. A Festa do Sarrabulho de porco caseiro resulta de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia de Coucieiro, a Comissão de Festas e a Associação dos Amigos de São João Baptista. O evento insere-se na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em perto de 40 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

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VILA VERDE REALIZA FESTA DO SARRABULHO

Centenas de visitantes esperados em Coucieiro para a Festa do Sarrabulho de porco caseiro

Foi em boa hora que a freguesia de Coucieiro se juntou à programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, porque a Festa do Sarrabulho de porco caseiro tem sido um autêntico sucesso e a edição deste ano não será exceção.

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A 19 e 20 de novembro, a sede da autarquia local fervilha de vida. Miúdos e graúdos em torno de uma mesa farta, a excelência da gastronomia e a animação da música popular, o ambiente de convívio e alegria generalizada. Um leque alargado de atrativos que se juntam aos sabores da tradição minhota para enriquecer um programa que todos os anos atrai centenas de pessoas ao concelho de Vila Verde.

As portas abrem de para em par no sábado, dia 19, por volta das 12h00. O sarrabulho caseiro é rei e vai certamente fazer as delícias dos convivas que se deslocarem ao coração do Minho para um contacto direto e privilegiado com os sabores e saberes da nossa região.

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A organização não facilita e volta a entregar a liderança da cozinha a mãos experimentadas, que dominam esta arte com mestria e se preparam para confecionar um sarrabulho à boa moda do Minho, com os respetivos acompanhamentos tradicionais. A música popular, ao serão, é outro dos motivos de interesse do evento. No dia seguinte, 20 de novembro, as iniciativas arrancam pelas 15h00. O momento de maior destaque acontece uma hora depois, com a realização de um magusto típico.

A Festa do Sarrabulho de porco caseiro é possível graças ao trabalho de dezenas de voluntários que, de forma abnegada e altruísta, realizam um trabalho extremamente meritório em prol da terra que os viu nascer.

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A iniciativa afigura-se também como uma oportunidade privilegiada para fomentar o convívio e fortalecer os laços entre os participantes.

A Festa do Sarrabulho de porco Caseiro resulta de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia de Coucieiro, a Comissão de Festas e a Associação dos Amigos de São João Baptista.

O evento insere-se na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em perto de 40 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

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VILA VERDE "PICA NO CHÃO" NA ROTA DAS COLHEITAS

Condições especiais no alojamento e restauração durante o Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’

O Município de Vila Verde prepara-se fechar com chave de ouro a edição de 2016 da programação cultural Na Rota das Colheitas, que de agosto a novembro de desdobrou em mais de 35 iniciativas de promoção da genuína tradição minhota.

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De 25 a 27 de novembro, vilaverdenses e visitantes terão direito a descontos e condições especiais nas dezenas de restaurantes e unidades de alojamento que aderiram ao Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, capital do Pica no Chão’, em que o Pica no Chão, o Pudim Abade de Priscos e o Vinho Verde Regional assumem-se como as estrelas mais cintilantes de uma vasta constelação onde não vão faltar as mais conhecidas e apreciadas iguarias da cozinha minhota.

O concelho prepara-se definitivamente para conquistar os visitantes pelo estômago, já que no mesmo fim de semana, decorre paralelamente a VI Mostra ‘Doces e Sabores da Nossa Terra’, que vai colocar em destaque as especialidades dos mestres pasteleiros, com descontos de 15%, no dia 27 de novembro, nas 14 pastelarias aderentes. À excelência da gastronomia juntam-se inúmeros motivos de interesse e iniciativas diversas preparadas para enriquecer o programa e a estadia dos visitantes, como referiu a vereadora da Cultura, Júlia Fernandes, durante a conferência de apresentação do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, capital do Pica no Chão’, que decorreu durante a manhã de hoje (16 novembro), no Salão de Conferências dos Paços do Concelho.

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Vários motivos de interesse durante o fim de semana

O Museu do Linho, O Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estarão de portas abertas para receber os visitantes, que podem ainda aproveitar para conhecer as encantadoras paisagens naturais e a riqueza do património edificado do concelho. Júlia Fernandes prosseguiu apresentando as duas atividades de natureza que vão ajudar a manter a forma física num fim de semana dedicado à gastronomia e levar os participantes a admirar os belos quadros naturais pintados pelas encostas verdejantes e pelas zonas ribeirinhas do concelho de Vila Verde. O Trilho da Nóbrega, com um percurso de 14 Kms, no dia 26 de novembro, e a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’, com um percurso, de 5 Kms, no dia seguinte.

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Rota “faz de Vila Verde uma terra que gera atratividade”

A apenas dois fins de semana do encerramento da extensa e diversificada programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, o presidente do Município de Vila Verde não escondeu a satisfação com a qualidade das iniciativas desenvolvidas durante os quatro meses de promoção da tradição do minhota e do genuíno pulsar do mundo rural. “O Fim de Semana Gastronómico encerra um ciclo de grande sucesso durante a programação Na Rota das Colheitas. Uma programação que decorreu durante 17 fins de semana consecutivos em que se falou de Vila Verde pela positiva e em que se colocou em prática uma das estratégias de desenvolvimento económico para o concelho. Uma programação que mobilizou os vilaverdenses e a maioria das instituições do concelho, que faz de Vila Verde uma terra que gera atratividade e mobiliza as pessoas, valorizando as potencialidades do território em áreas muito diversificadas”, afirmou António Vilela, acrescentando que a relevância económica da Rota se estende também ao fomento e incentivo do empreendedorismo.

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“Desenvolvimento da economia e do tecido social”

O edil prosseguiu enfatizando a importância do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, capital do Pica no Chão’ e da Rota das Colheitas na dinamização e incremento do tecido económico da região. “Consideramos que os recursos alocados à Rota correspondem a um investimento de grande retorno no desenvolvimento da economia e do tecido social, na preservação e divulgação da tradição, com múltiplos benefícios tanto de riqueza como na de emprego e novos postos de trabalho”, afirmou António Vilela, que concluiu de seguida com um agradecimento especial. “Deixo um agradecimento sentido a todos os que se envolveram nesta programação, muitos de forma totalmente voluntária, e ajudaram a enriquecer uma iniciativa valoriza o território, a valorizar as nossas tradições e perpetuá-las”, rematou.

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VILAVERDENSES MATAM A CEBA

 

Lage cumpriu a tradição minhota que garante provisões para enfrentar o inverno

A Lage voltou, no passado fim-de-semana (12 e 13 de novembro), a cumprir a centenária tradição minhota da matança da ceba, a que se seguiu uma rejoada e um magusto tradicional.

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A freguesia recriou uma prática centenária que costumava juntar famílias inteiras e garantir as provisões necessárias para enfrentar o rigor do inverno, já que, diz o povo, ‘do porco tudo se aproveita’. O animal chegou ainda vivo ao Lugar da Goja ao final da tarde de sábado (12 de novembro, onde recebeu uma descarga elétrica que o atordoou e adormeceu, garantindo uma morte sem sofrimento, ao contrário do que sucedia na prática centenária em que o processo era conduzido a sangue frio.

O anoitecer trouxe consigo uma descida abrupta da temperatura e ficaram reunidas as condições ideais para fazer cumprir a tradição. A palha em chamas é utilizada para a queima do pelo e a cora da pele. De seguida, a lavagem do animal precede o desmanche, em que tanto as vísceras como a carcaça são avaliadas de forma escrupulosa pela veterinária municipal, que acompanha todo o processo para garantir as condições higieno-sanitárias e o cumprimento de todas as normas legais em vigor.

No dia seguinte, 13 de novembro, foi tempo de repartir a carne por todos quantos quiseram juntar-se a esta celebração da tradição do Minho. A sede da Junta de Freguesia da Lage recebeu um almoço convívio, a Rejoada, que juntou a comunidade em torno de uma mesa farta, num convívio alegre e animado à boa moda do Minho. A animação continuou pela tarde dentro, com um magusto tradicional organizado pelo agrupamento de escuteiros local. 

As sopas de cavalo cansado, a matança da ceba, a rejoada e o magusto tradicional foram os principais atrativos de um evento organizado pela Junta de Freguesia da Lage, com a colaboração do Agrupamento de Escuteiros local, inserido programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

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SARDINHA PINGA NA BROA EM VILA VERDE

Alegria, música e gastronomia regional no Festival da Sardinha na Broa de Valbom S. Martinho

A freguesia de Valbom S. Martinho entrou com o pé direito nas andanças da Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, com uma que se revelou uma homenagem à cultura minhota com muito convívio e alegria, as iguarias da gastronomia regional e a animação das concertinas e desgarradas tão populares no coração do Minho. Em dia de S. Martinho, 11 de novembro, Valbom não esqueceu as tradicionais castanhas assadas, que fizeram as delícias de miúdos e graúdos.

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A tarde ainda ia a meio, pouco passavam das 16h00, quando se acenderam os fornos a lenha e se começaram a cozer as primeiras broas. Um aroma inebriante que ia tomando conta do largo da igreja paroquial de Valbom S. Martinho e que se ia tornando ainda mais sedutor à medida que se entrelaçava delicadamente com os cheiros que vinham dos fogareiros das sardinhas e das peças de carne que entretanto já tinham sido colocadas sobre as brasas incandescentes. Tudo partilhado generosamente de forma totalmente gratuita com as dezenas de pessoas que decidiram juntar-se a esta celebração da cultura popular do Minho.

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A tarde foi escurecendo ao som de castanhas a estalar, conversas animadas e longas gargalhadas. O clima de confraternização manteve-se noite dentro, impulsionado pelos acordes pelos acordes animados cas desgarradas e pelos divertidos cantares à moda do Minho, cumprindo um dos objetivos delineados pela organização do Festival da Sardinha na Broa. A Junta da União de Freguesias de Valbom S. Martinho, Valbom S. Pedro e Paçô viu na iniciativa um palco privilegiado para fomentar o convívio e estreitar laços entre a comunidade, proporcionando à população um momento de entretenimento e diversão.

Por outro lado, afigurou-se também como um momento de excelência para promover as potencialidades da freguesia, atrair visitantes e divulgar a beleza natural que reveste aquela zona do concelho de Vila Verde. “Considerámos que seria interessante termos uma iniciativa por altura do S. Martinho e integrarmos a Rota das Colheitas. Desta forma, podemos divulgar a nossa tradição e promover o território”, afirmou o presidente da Junta, Joaquim Martins. A iniciativa inseriu-se na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

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VILA VERDE REALIZA MATANÇA DA CEBA

Lage celebra a tradição minhota com rejoada, sopas de cavalo cansado e matança da ceba 

A Lage volta a celebrar a tradição com a recriação de uma prática ancestral típica da região minhota. No próximo fim de semana, 12 e 13 de novembro, a freguesia recua algumas décadas na história até ao tempo em que as numerosas famílias do Minho se juntavam em torno da matança da ceba, uma prática fundamental de aprovisionamento de mantimentos para enfrentar a dureza e o rigor do ‘general inverno’. As sopas de cavalo cansado, a rejoada e o magusto tradicional são outros dos atrativo de uma iniciativa organizada pela Junta de Freguesia da Lage, com a colaboração do Agrupamento de Escuteiros local, inserida programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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O fim da tarde de sábado, 12 de novembro, traz ao Lugar da Goja a recriação da prática secular da matança da ceba, em que modernidade e tradição caminham de mãos dadas. As normas legais em vigor são cumpridas rigorosamente, garantindo que o animal morre sem sofrimento, após receber uma descarga elétrica que o atordoa e adormece, ao contrário do que sucede na prática centenária em que o processo era conduzido a sangue frio. A veterinária municipal acompanha todo o processo, garantindo que são cumpridas todas as condições higieno-sanitárias exigidas pela lei. O resto é tudo à moda antiga, como manda a tradição. À medida que o sol se vai pondo e a temperatura ambiente começa a descer ficam reunidas as condições ideais para a recriação desta prática agrícola.

A palha a arder é utilizada para a queima do pelo e fazer a cora da pele. Depois, é altura do desmanche do animal que outrora alimentava uma família inteira durante grande parte do inverno. No final, haverá uma merenda preparada a preceito para fomentar o convívio entre os presentes e trocar memórias de tempos idos. O final da manhã de domingo (13 de novembro) traz consigo a rejoada, um banquete que junta todos os anos dezenas de pessoas num almoço convívio muito alegre e animado. Família e amigos sentados em torno de uma mesa vasta a partilhar histórias enquanto degustam uma das mais célebres iguarias minhotas. 

A iniciativa pretende fomentar a confraternização entre os participantes, reforçar laços e implementar uma dinâmica especial, num fim de semana em que a freguesia fervilha de vida. O almoço vai decorrer nas instalações da Junta de Freguesia da Lage, entidade organizadora do evento, com inscrição gratuita e obrigatória. O convívio continua tarde dentro com um magusto tradicional, organizado pelo agrupamento de escuteiros local.

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VILA VERDE REALIZA FESTIVAL DA SARDINHA

Gastronomia, convívio e música popular no Festival da Sardinha na Broa de Valbom S. Martinho

A freguesia de Valbom S. Martinho estreia-se este ano nas andanças da Rota das Colheitas com uma iniciativa que promete conquistar pelo estômago vilaverdenses e visitantes.

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À excelência da gastronomia regional, que junta a sardinha assada às deliciosas broas caseiras, soma-se a alegria da música popular do Minho, com as famosas concertinas e os divertidos cantares à desgarrada.

A tradição da cultura popular do Minho dá o mote para um evento que se assume como um palco privilegiado para o encontro de velhos amigos e o convívio noite dentro. Não faltará também um magusto tradicional, com castanhas assadas e vinho novo ou não estivéssemos em Dia de S. Martinho. O Festival da Sardinha na Broa arranca ao final da tarde da próxima sexta-feira, 11 de novembro, no largo da igreja paroquial de Valbom S. Martinho.

A broa cozida na hora de forma artesanal e as sardinhas assadas na brasa são as estrelas maiores de uma iniciativa totalmente gratuita e de portas abertas a todos os interessados, organizada pela Junta da União de Freguesias de Valbom S. Martinho, Valbom S. Pedro e Paçô.

O presidente da autarquia local, Joaquim Martins, revelou que o evento foi organizado com o intuito de participar na programação alargada Na Rota das Colheitas, uma excelente plataforma de promoção e divulgação das potencialidades do território. “Considerámos que seria interessante termos uma iniciativa por altura do S. Martinho e integrarmos a Rota das Colheitas. Desta forma, podemos divulgar a nossa tradição e promover o território”, afirmou.

Joaquim Martins prosseguiu frisando que o Festival da Sardinha na Broa cumpre ainda o propósito de fomentar o convívio e estreitar laços entre a comunidade, proporcionando à população um momento de entretenimento, diversão e confraternização. A iniciativa está inserida na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

VILA VERDE É UMA GULOSEIMA

As Tardes Gulosas trazem-lhe 2 bolos pelo preço de 1 

Os amantes da doçaria têm motivos para andar com um sorriso estampado no rosto, já que o mês de novembro traz consigo a ‘Tardes Gulosas 2016’, uma iniciativa que vai na 7ª edição e garante promoções nos bolos e doçaria durante todo o mês. Os mestres pasteleiros vilaverdenses não viraram as costas ao desafio e também vão presentear os visitantes com dois bolos pelo preço de um durante alguns dias do mês de novembro, brindando o público com as suas deliciosas especialidades.

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A Pastelaria do Alívio apresenta promoções no Pastel de Nata (dia 02), na Bolas de Berlim (dia 09), no Bolo Primo do Alasca (dia 16), no Bolo de Arroz (dia 23) e na fatia do Bolo Napoleão (dia 30). Por sua vez, a Freidoce Pastelaria decidiu escolher as especialidades Croissant Amanteigado (dia 07), Pastel de Nata (dia 14), Folhadinho de Chila (dia 21) e o Crocantíssimo de Limão ou Chocolate Negro (dia 28). A Pastelaria da Vila é a outra casa vilaverdense que aderiu à iniciativa, com promoções que funcionam em moldes diferentes dos das duas anteriores. Já que a Pastelaria da Vila tem várias especialidades em promoção (Embalagem de Broinhas do Amor, Pão de Ló de Consoada, Bolo Artesanal de Mirtilo e Rabanada de Mirtilo) nos dias 01, 08, 15, 22 e 29 de Novembro.

Ao longo de 30 dias, bracarenses e visitantes, têm uma oportunidade soberba para uma viagem de degustação pelos sabores mais doces e inovadores da região, num evento que se afigura como um autêntico festim para o palato e contribui de forma perentória para a afirmação das empresas do setor, através da divulgação e promoção do imenso talento dos mestres pasteleiros. A Rota das Pastelarias – Tardes Gulosas 2016 é organizada pela Associação Comercial de Braga e integra a programação da Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. As promoções são válidas a partir das 14h00 dos dias indicados e estão limitadas ao stock existente. No total, participam 38 pastelarias dos concelhos de Vila Verde, Braga, Amares, Terras de Bouro e Vila Nova de Gaia, num total de mais de 70 especialidades distintas.

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FEIRAS NOVAS ATRAEM MILHARES DE VISITANTES A PICO DE REGALADOS EM VILA VERDE

A vila do Pico de Regalados voltou a mostrar que a tradição ainda é o que era. As centenárias Feiras Novas estão de boa saúde e recomendam-se. Continuam a atrair trazem milhares de visitantes ao concelho de Vila Verde e assumem-se como uma montra privilegiada da cultura e do potencial dos atores locais.

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A edição de 2016 não foi exceção e, de 28 a 30 de outubro, a vila picoense voltou a ser brindada com um banho de multidão. A nota de maior relevo do evento vai para a arte cavalar, que se tem revelado a principal referência e um dos grandes atrativos do evento.

O artesanato, os produtos do campo, o folclore, a gastronomia regional e a música popular são outros dos predicados de uma iniciativa que resulta de uma organização conjunta entre a Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós e a ACDR Pico de Regalados, e está inserida na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

A iniciativa arrancou ao serão de sexta-feira, 28 de outubro, com a recriação de uma desfolhada e malhada do milho à moda antiga, a que se seguiu um magusto tradicional. O programa do primeiro dia ficaria completo com o show de talentos, que colocou em evidência as enormes potencialidades dos jovens picoenses. No sábado, as atividades começaram bem cedo.

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A partir das 08h00, já era possível visitar a feira franca. Os produtos do campo, a doçaria e o vestuário, entre muitos outros atrativos, a que se juntou também a majestosa exposição de cavalos lusitanos. Aliás, a arte equestre foi rainha durante todo o dia. O espetáculo equestre, a corrida de cavalos de passo travado e a garraiada fizeram as delícias dos amantes do gado cavalar. O dia não terminaria sem um autêntico hino à música popular, com as rusgas a garantirem animação pela noite dentro.

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Quase uma centena de participantes no passeio a cavalo

No domingo, nota de destaque para o passeio a cavalo, que contou com a participação de quase uma centena de pessoas, vindas de toda a Zona Norte do país, para a missa campal, que decorreu às 11h00, e o festival de folclore que se estendeu durante a tarde com vários grupos de toda a região a desfilarem em palco as danças e cantares típicos do Minho. Um palco privilegiado para a confraternização e o encontro de velhos amigos, para a diversão e o convívio, para a promoção e divulgação da genuína cultura minhota.

Arte equestre é a estrela da festa

A organização faz um balanço “extremamente positivo” de um evento que “tem crescido ano após ano”, como frisou o presidente da Junta da União de Freguesias do Pico de Regalados, Gondiães e Mós.

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César Cerqueira não escondeu o regozijo pelo facto de as Feiras Novas se assumirem de forma cada vez mais categórica como um evento de excelência de promoção do território vilaverdense, atraindo largos milhares de visitantes ao concelho. O autarca também não hesitou na hora de afirmar que os equídeos são a estrela maior da festa, “os cavalos são a grande referência do evento e a adesão às diferentes atividades relacionadas com a arte equestre voltou a superar as melhores expectativas”. César Cerqueira conclui com um agradecimento sentido às dezenas de voluntários locais e ao Município de Vila Verde pelo apoio na organização do certame.

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VILA VERDE: PICO DE REGALADOS DESTACA ARTE EQUESTRE

Arte equestre em destaque nas Feiras Novas do Pico de Regalados

Os amantes da arte equestre têm motivos de sobra para sorrir, já que estão aí à porta as famosas Feiras Novas do Pico de Regalados. Os equídeos têm-se afirmado como as estrelas maiores de uma festa que, de 28 a 30 de outubro, traz ao coração do Minho a excelência da gastronomia, a autenticidade das feiras tradicionais, a animação do folclore e a alegria dos longos convívios à boa moda minhota.

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Durante o próximo fim-de-semana, nota de destaque ainda para o Jantar Luso Galaico ‘À Mesa com Eça de Queirós’, promovido pelo Restaurante Luena, um evento em que cultura e gastronomia caminham de mãos dadas, que terá lugar no dia 29 de outubro, em plena sede de concelho. Ambas as iniciativas estão inseridas na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da genuína tradição minhota.

No Pico de Regalados, as Feiras Novas trazem consigo algumas novidades na bagagem. A nota de maior relevo vai para a garraiada, uma atividade em estreia que promete dinamizar e animar a tarde de sábado. O presidente da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados Gondiães e Mós, César Cerqueira, revelou que a arte equestre e atividades relacionadas já se assumiram como os ícones de um evento que conta este ano com um passeio equestre, um espetáculo equestre, demonstrações de coudelaria e a afamada corrida de cavalos de passo travado. No entanto, nem só do gado cavalar vivem as Feiras Novas do Pico, como relembrou o autarca picoense, manifestamente satisfeito com um evento que continua a atrair inúmeros visitantes ao concelho, a valorizar a tradição, a divulgar as potencialidades locais e a promover o território. A feira tradicional, a animação do folclore e da música popular, as recriações de práticas ancestrais, os stands de artesanato e a excelência da gastronomia regional, entre muitos outros predicados, fazem da iniciativa um palco privilegiado para o convívio e a confraternização.

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As hostilidades abrem já ao final da tarde da próxima sexta-feira, 29 de outubro, com a desfolhada e malhada do milho, a que se segue um magusto tradicional. Ao serão, tempo de os atores locais mostrarem todo o seu potencial no show de talentos. No sábado, as atividades começam bem cedo, com a feira franca a receber o público a partir das 08h00. O dia continua com iniciativas que vão fazer as delícias dos amantes dos equídeos, o espetáculo equestre, marcado para as 11h00, a corrida de cavalos de passo travado, que vai decorrer às 14h30, e para o final da tarde está reservada uma garraiada. A animação continua com música tradicional, às 19h00, e as rusgas depois das 21h00. No domingo, 30 de outubro, as notas de maior destaque vão para a missa campal, às 11h00, e o festival de folclore que se estende durante a tarde com vários grupos de toda a região a desfilarem em palco as danças e cantares do Minho.

No próximo sábado, 29 de outubro, a sede de concelho vai receber o Jantar Luso Galaico ‘À Mesa com Eça de Queirós’, um evento que junta a excelência da gastronomia à acutilância da cultura. O Minho e a Galiza apresentam-se como duas regiões irmãs no jantar Luso Galaico, que junta no Restaurante Luena o melhor das duas culturas. Este ano são os textos de um dos maiores da literatura portuguesa, Eça de Queirós, a dar o mote para um serão em que gastronomia e cultura se entrelaçam de forma harmoniosa.

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VILA VERDE: AI MALHÃO, MALHÃO!

Desfolhada, malhada e festival da broa de Milho em Oriz S. Miguel numa homenagem à tradição do Minho

A freguesia de Oriz S. Miguel protagonizou uma sentida homenagem à genuína tradição do Minho. A iniciativa, que decorreu na tarde do passado sábado (22 outubro), na Quinta do Gama, levou vilaverdenses e visitantes numa viagem à descoberta dos mil e um encantos do mundo rural. A excelência da gastronomia regional e a recriação de práticas agrícolas ancestrais, a animação da música popular e a alegria dos convivas. Atrativos que levaram ao Norte do concelho várias dezenas de pessoas, que não enjeitaram a oportunidade de entrar pela porta da frente da história vilaverdense.

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O céu pintado em tons de cinzento ameaçava alguns chuviscos, mas S. Pedro resolveu dar tréguas, o tempo manteve-se seco e a festa decorreu ao ar livre. Pouco passava das 15h00, quando as canas de milho chegaram à eira num ‘carro’ de madeira puxado pela força de uma junta de bois. Depois, começou o árduo trabalho de braços para retirar as espigas douradas das canas verdejantes. Homens e mulheres, miúdos e graúdos, vilaverdenses e visitantes, todos reunidos para a recriação de uma prática agrícola tradicional da nossa região. O executivo social-democrata que lidera os destinos do Município de Vila Verde não se fez rogado, com os vereadores e o presidente a arregaçarem as mangas e a juntarem-se aos populares neste hino à cultura minhota.

A excelência da gastronomia regional

A malhada do milho foi a atividade que se seguiu. As espigas acabadas de colher foram dispostas no chão da eira e os homens brandiram os malhos a compasso, em estocadas violentas que iam separando os grãos das espigas. A jornada terminou à boa moda do Minho, com uma farta merenda para fortalecer o corpo e o espírito, que, como é habitual, foi generosamente partilhada com todos os presentes, de forma totalmente gratuita. As pataniscas, a sardinha assada, a carne na grelha, os tacos de bacalhau e o caldo verde juntaram-se à rainha da festa, a broa de milho caseira, fabricada de forma artesanal e cozida no local para ser servida ainda a fumegar.

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Tudo confecionado como manda a tradição

Aqui não entram aparelhos modernos e a broa é fabricada como manda a tradição, garantem as cozinheiras de serviço, responsáveis por transmitir este saber às novas gerações. Começa tudo com a preparação do fermento, que deve levedar durante algumas horas. De seguida, peneira-se a farinha, antes de colocar água quente e sal. Com o forno a lenha já bem quente, é altura de moldar a massa e colocá-la a cozer. Pelo meio, não faltou a animação da música popular, que espalhou pelo recinto a alegria contagiante das concertinas e dos cantares do Minho.

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Jantar Luso-Galaico e Feiras Novas do Pico de Regalados no próximo fim de semana

 A Desfolhada/Malhada do Milho com Festival da Broa de Milho é uma iniciativa organizada pela ACRD de Oriz S. Miguel, com o apoio da Associação de Freguesias do Vale do Homem, e insere-se Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. Uma programação turístico-cultural diversificada e abrangente, que, do primeiro fim de semana de agosto ao último de novembro, se desdobra em mais de 30 iniciativas de promoção e divulgação da tradição minhota e do genuíno pulsar do mundo rural. A programação prossegue já no próximo fim de semana com Jantar Luso Galaico ‘Comer e Beber com Eça de Queirós’ (19 outubro), no Restaurante Vila Luena, e com as Feiras Novas do Pico de Regalados, que decorrem de 28 a 30 de outubro.

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VILA VERDE É MILHO-REI!

O milho é rei Oriz S. Miguel com desfolhada, malhada e festival da broa

O milho vai ser rei por um dia na freguesia de Oriz S. Miguel, com uma jornada repleta de atividades relativas a um dos mais afamados cereais da nossa região, num autêntico hino à cultura popular do Minho. A desfolhada, a malhada e o festival da broa de milho vão levar vilaverdenses e visitantes a desfrutarem dos saberes e sabores da tradição minhota, a dançaram ao som da música popular e a sentirem o genuíno pulsar do mundo rural. A iniciativa está marcada para as 15h00 do próximo sábado, 22 de outubro, e vai decorrer na Quinta do Gama, em Oriz S. Miguel.

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Os trabalhos começam com o corte das canas de milho, que são depois transportadas para a eira num carro de bois. A partir daí não há mais alfaias ou utensílios e só vale a força de braços de homens e mulheres, miúdos e graúdos, que se juntam em ambiente de confraternização e alegria para retirarem as espigas douradas das canas verdejantes. Uma desfolhada tradicional em que as espigas são amontoadas em cestos e as canas formam uma enorme meda de palha, fundamental para assegurar provisões para a alimentação do gado durante os meses de inverno.

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Mais tarde, começa o Festival da Broa de Milho. Um autêntico festim para o palato, já que ao delicioso pão caseiro se juntam algumas da mais apreciadas iguarias da região. As sardinhas, e as pataniscas, os tacos de bacalhau e a carne na grelha, entre muitas outras, acompanhadas pelo bom vinho verde da região e por um caldo verde confecionado como manda a tradição, num pote de ferro colocado diretamente sobre o lume de uma fogueira. Não faltará também a animação da música popular e a alegria contagiante das desgarradas minhotas, num ambiente de amizade e boa disposição. Uma atividade de convívio e diversão que recompensa os agricultores após vários meses de árduo trabalho no campo, tal como manda o espírito das colheitas.

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A Desfolhada/Malhada do Milho com Festival da Broa de Milho é uma iniciativa organizada pela ACRD de Oriz S. Miguel, com o apoio da Associação de Freguesias do Vale do Homem, e insere-se Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. Uma programação turístico-cultural diversificada e abrangente, que, do primeiro fim de semana de agosto ao último de novembro, se desdobra em mais de 30 iniciativas de promoção e divulgação da tradição minhota e do genuíno pulsar do mundo rural.

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ROTA DAS COLHEITAS EM VILA VERDE TAMBÉM É DESPORTO

Na Rota das Colheitas: Perto de 300 atletas na Rural Race 2016!

A programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, continua a todo o vapor até ao último fim-de-semana de novembro. Se dúvidas houvesse, foram todas dissipadas no passado sábado, 15 de outubro, com mais uma iniciativa que se revelou um sucesso estrondoso. Apesar estarmos ainda na primeira edição da prova, a Rural Race 2016 contou com perto de 300 participantes, número que permite desde já augurar um futuro auspicioso ao evento organizado pela Eulália Jovem Associação Humanitária. Uma prova bastante original, que levou os concorrentes a participar numa sadia competição desportiva e a conhecerem a beleza idílica do mundo rural, onde a natureza brilha em todo o seu esplendor.

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As três centenas de atletas juntaram-se ao início da tarde no Largo da Ponte Nova, na Loureira, para um divertidíssimo percurso de 8 KMs em ambiente rural, recheado de obstáculos, alguns naturais outros colocados pela organização, numa prova desportiva em que se pretendeu também “fomentar o espírito de camaradagem e a entreajuda”. A beleza das paisagens e o convívio desportivo não foram os únicos atrativos de um evento que inclui ainda uma componente solidária, já que parte da receita reverte para uma instituição de solidariedade social. A ideia de organizar esta prova surgiu no seio da EJAH com o intuito de trazer a Vila Verde as cada vez mais em voga provas de obstáculos, que têm conquistado adeptos de Norte a Sul de Portugal. A componente rural e os obstáculos relacionados com a vida no campo foram implementados no percurso com o objetivo de valorizar e promover as potencialidades da freguesia e do concelho, avançou o presidente da EJAH.

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Organização vai continuar a elevar a fasquia

Daniel Sousa prosseguiu sem disfarçar o orgulho pelo êxito tremendo alcançado logo na primeira edição de uma prova que atraiu a Vila Verde participantes da dos distritos do Porto e de Aveiro, manifestando ainda uma enorme vontade de continuar a trabalhar para elevar o grau de qualidade da iniciativa. “Sabemos que há alguns aspetos a melhorar, o que é natural tendo em conta que esta foi apenas a primeira edição da Rural Race, mas o feedback que temos recebido é extremamente positivo. A tendência nestas provas é que o número de participantes continue a aumentar, pode duplicar ou triplicar de uma edição para a outra, mas teremos uma equipa reforçada e preparada para continuar a elevar a fasquia”, afirmou o presidente da EJAH, que, entre associados e não associados, contou este ano com a participação de 50 voluntários na organização do evento.

A Rural Race 2016 está de pedra e cal Na Rota das Colheitas e apresenta todos os predicados para se tornar uma atividade emblemática da programação. Daniel Sousa aproveitou ainda para agradecer ao Município de Vila Verde por acreditar no potencial de um evento organizado de forma abnegada e altruísta, com o propósito único de contribuir para a divulgação e promoção do território vilaverdense.

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ROTA DAS COLHEITAS LEVA EMOÇÃO A VILA VERDE

As emoções continuam em alta Na Rota das Colheitas com a Rural Race 2016

As emoções voltam a estar à flor da pela na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, com uma prova bastante original, que vai levar os concorrentes a participarem numa sadia competição desportiva e a conhecerem a beleza idílica do mundo rural, onde a natureza brilha em todo o seu esplendor.

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A prova está marcada para as 15h00 do próximo sábado, 15 de outubro, na freguesia da Loureira, e é organizada pela EJAH - Eulália Jovem Associação Humanitária, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Verde e da Junta de Freguesia da Loureira.

A beleza das paisagens e o convívio desportivo não são os únicos atrativos de um evento que inclui ainda uma componente solidária, já que parte da receita reverte para uma instituição de solidariedade social a indicar pela organização. Uma prova inovadora e extremamente divertida. “Desafio para todos em pleno contacto com a natureza num cenário paradisíaco ao longo das margens do Rio Homem e que convida à prática de exercício físico. Corrida com uma mistura de obstáculos naturais e outros criados para dificultar os cerca de 8km de aventura”, avança a organização, acrescentando que a prova “pretende proporcionar momentos únicos e repletos de adrenalina, e fomentar o espírito de camaradagem e entreajuda”.

Um percurso com “cerca de 8 Kms e cada participante ira enfrentar 20 obstáculos com diferentes níveis de dificuldade. Com partida e chegada no Largo da Ponte Nova, a corrida irá passar por diferentes ambientes, proporcionando aos participantes novas e diferentes experiências”. A Rural Race 2016 aceita participantes a partir dos 16 anos de idade, inclusive, e as inscrições incluem a oferta de um Kit Rural Race 2016, composto por uma t-shirt oficial, um dorsal e um chip. Os elementos do Kit são de uso obrigatório, nomeadamente o dorsal e o chip. Os participantes podem inscrever-se individualmente ou em equipa (mínimo 3 pessoas).

PASSOS COELHO DESTACA EM VILA VERDE IMPORTÂNCIA DA AGRICULTURA

Líder nacional do PSD realçou a importância económica do setor agrícola em visita à Festa das Colheitas de Vila Verde

O líder nacional do Partido Social Democrata esteve ontem, 08 de outubro, de visita à Festa das Colheitas – XXV Feira Mostra de Produtos Regionais. Pedro Passos Coelho deixou rasgados elogios à iniciativa promovida pelo Município de Vila Verde e realçou a posição determinante que o setor agrícola desempenha na balança económica nacional, contribuindo para o harmonioso e equilibrado desenvolvimento do território, lembrando que o Governo que liderou ajudou a transformar uma agricultura de subsistência numa agricultura mais produtiva.

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O programa do penúltimo dia começou com o habitual Concurso Pecuário Regional e Concelhio, que juntou mais de uma centena de animais de gado bovino de toda a zona Norte do país, enquanto, em paralelo, decorria o Concurso de Raças Avícolas Regionais. Duas iniciativas que premiaram os produtores nacionais e fizeram o pulsar genuíno do mundo rural sentir-se com ainda mais intensidade.

No final do concurso os animais de gado bovino seguiram em cortejo por uma das principais artérias vilaverdenses, em direção ao Campo da Feira, e regressaram depois ao ponto de partida. No final ganharam todos. Os vencedores tiveram direito a um prémio monetário, mas todos levaram para casa um saco de ração e a certeza de que o Município de Vila Verde e as associações locais, AMIBA e Cooperativa Agrícola de Vila Verde, encetam esforços no sentido de promover e valorizar o trabalho que desenvolvem no setor agropecuário.

A tarde começou com mais um hino a tradição minhota na XVIII Feira Tradicional – Reviver o Passado. A recriação de uma feira tradicional em que não faltaram os produtos do campo, os pregões e os trajes de outrora. Uma atividade emblemática da Festa das Colheitas, que voltou este ano a gozar de forte adesão popular. Nota de destaque ainda para o habitual Concurso da Broa e para o concurso ‘Rainha das Colheitas, uma iniciativa que se estreou este ano no certame. A tarde terminou com dois espetáculos musicais de grande qualidade, com a mestria a que a Academia de Música de Vila Verde já nos habituou e com a animação do grupo Popular ABB Show.

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TELEVISÃO LEVA FESTAS DAS COLHEITAS DE VILA VERDE PARA O MUNDO

Festa das Colheitas encerra com seis horas de emissão televisiva em direto para todo o planeta

Durante seis dias, Vila Verde mostrou ao país e ao mundo o genuíno pulsar do mundo rural com mais de 50 iniciativas de promoção e divulgação da tradição minhota, num cartaz turístico-cultural que trouxe dezenas de milhares de pessoas ao coração do Minho. Ontem, 09 de outubro, a Festa das Colheitas – XXV Feira Mostra de Produtos Regionais encerrou em apoteose. Mais de quinhentos artistas no encontro de tocadores de concertina, largas centenas de espectadores no Estádio Cruz do Reguengo para ver a Corrida de Cavalos, a TVI a transmitir em direto para todo o planeta e largos milhares de pessoas que se dividiam entre o recinto, a Praça de Santo António e as principais artérias e pontos de interesse da sede de concelho.

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O último dia do programa de 2016 da Festa das colheitas começou bem cedo, com muita energia e saúde. Pelas 09h30, começava o passeio de cicloturismo, prom0vido pelo Cicloclube de Vila Verde, e meia hora mais tarde o desporto e a solidariedade caminharam de mãos dadas na Mega Aula de Zumba, organizada pela Rede Social do Município de Vila Verde, cuja receita reverteu a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro. À mesma hora começavam as chegar as máquinas para a Concentração e Desfile de Carros Clássicos. Em tempo de colheitas, manda a tradição minhota que se agradeça à terra o sustento e, por volta das 11h00, a igreja paroquial de Vila Verde recebia a Missa das Colheitas.

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Seis horas em direto de Vila Verde para todo o planeta

O período vespertino trouxe consigo um mar de gente que inundou a Sede de Concelho. O banho de multidão formou uma imensa moldura humana que contribuiu dar ainda mais brilho a um programa extremamente atrativo. A azáfama começou logo ao início da tarde. Às 14h00, a TVI arrancava para uma emissão de seis horas em direto a partir de Vila Verde. Tal como o público, os apresentadores do programa ‘Somos Portugal’ dividiram-se entre o recinto e o centro da Vila para dar voz aos atores locais. A excelência da gastronomia, o talento dos artesãos, a vivacidade dos produtos do campo, a alegria da música popular e a força da tradição expostos numa montra privilegiada. Uma campanha massiva de promoção do território, numa transmissão que levou aos quatro cantos do planeta o que de melhor se faz no concelho, com especial incidência na riqueza da tradição da cultura popular minhota.

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Mais de 500 participantes no XX Encontro de Tocadores de Concertina

Por volta das 15h00, começava uma das mais emblemáticas iniciativas do certame. O XX Encontro de Tocadores de Concertina bateu todos os recordes, contando com meia centena de grupos oriundos de vários pontos do país e um total de mais de 500 participantes. As melodias alegres e contagiantes da ‘rainha do Minho’ tomaram conta do recinto, num autêntico hino à música popular, que, como vem sendo habitual, arrastou um autêntico mar de gente ao recinto. Em simultâneo, as bancadas do Estádio Cruz do Reguengo estavam a rebentar pelas costuras com largas de centenas de pessoas que não perderam a oportunidade de assistir ao vivo à adrenalina e emoção das tradicionais Corridas de Cavalos, uma atividade organizada pela Associação Cultural dos Amigos do Cavalo de Passo Travado.

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Mais de 50 iniciativas em seis dias consecutivos

De 04 a 09 de outubro, o concelho de Vila Verde transformou-se numa verdadeira máquina do tempo e transportou dezenas de milhares de pessoas ao longo de décadas de história, numa viagem à descoberta da herança cultural da região minhota, com mais de 50 iniciativas em seis dias consecutivos. Vila Verde assume-se como um concelho que se orgulha da sua herança cultural sem descurar os ritmos de evolução e de progresso, que encontrou na valorização dos saberes da cultura popular minhota uma nova forma de alavancar a economia e promover o território, procurando, em simultâneo, preservar e divulgar os saberes da cultura popular. Uma aliança harmoniosa entre tradição e modernidade que tem projetado o território vilaverdense em todo o país e no estrangeiro.

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VILA VERDE TEM O SABOR DA TRADIÇÃO

O sabor da tradição atraiu milhares a Vila Verde para a ‘Festa do Caurdo’

Os sabores da tradição minhota são um dos grandes atrativos da Festa das Colheitas de Vila Verde. Diariamente, milhares de visitantes aproveitam a oportunidade única de se deliciarem com os petiscos e as iguarias regionais. Ontem, 08 de outubro, a afluência foi tal que ‘deu para tudo’.

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Enquanto os restaurantes e tasquinhas recebiam o habitual banho de multidão, a Festa do Caurdo era inundada por um mar de gente. Milhares de pessoas que se deslocaram ao coração do Minho para degustarem os deliciosos caldos confecionados à moda antiga, com ingredientes produzidos pelos agricultores locais. No final da refeição, já com as energias retemperadas, tempo para a assistir a dois espetáculos musicais de grande qualidade, o concerto da Banda Musical de Vila Verde e o Festival Folclórico Concelhio.

A ‘Festa do Caurdo’ voltou a provar que é um dos grandes atrativos do certame e trouxe milhares de pessoas ao recinto da Festa das Colheitas – XXV Feira Mostra de Produtos Regional. A azáfama era grande e a oferta bastante diversificada. Mais de duas dezenas de variedades de caldo, confecionado como manda a tradição minhota por outros tantos grupos folclóricos do concelho. A indumentária não foi esquecida e as sopas eram servidas por homens e mulheres trajados à moda antiga. Com o caldo vinha também a broa e o vinho à discrição. Os mil e quinhentos litros de diferentes caldos que foram preparados para o evento desapareceram num ápice, numa iniciativa que continua a crescer anualmente e que tem já uma posição consolidada a agenda gastronómica regional e nacional.

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Um serão com muita música ao vivo

Depois de aconchegarem o estômago com os deliciosos ‘caurdos’ minhotos, os visitantes puderam alimentar o espírito com duas atuações musicais de enorme qualidade. Primeiro, as harmoniosas melodias da Banda Musical de Vila Verde ecoaram pelo recinto, num repertório diversificado e extremamente interessante. De seguida, começou o Festival Folclórico Concelhio, que levou ao Palco das Colheitas vários grupos vilaverdenses. Uma mostra genuína da etnografia local, marcada pela animação e alegria que caracterizam o folclore. A plateia brindou as atuações com chuvas de aplausos e houve várias pessoas que não resistiram a acompanhar com um pezinho de dança os contagiantes ritmos da tradição minhota.

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Visitantes nacionais e internacionais

A reputação da Festa das Colheitas de Vila Verde também continua a aumentar e já extravasou as fronteiras do país, como sublinhou o presidente do Município. “Vila Verde está a internacionalizar as suas festas, há pessoas de fora que reservam férias para esta altura para visitarem a Festa das Colheitas, a festa mais genuína de Portugal!”, afirmou António Vilela, deixando de seguida um caloroso cumprimento para os obreiros de mais uma extremamente bem sucedida edição da ‘Festa do Caurdo’. “Quero saudar a Associação de Folclore de Vila Verde pela organização do festival de folclore e da ‘Festa do Caurdo’, que foi um sucesso tremendo, com muito caldo e de grande qualidade. Mais de 1500 litros de caldo que esgotaram rapidamente. Os meus parabéns para a Associação, as cozinheiras e aos visitantes que se juntaram a esta festa”, referiu.

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TVI com direto de seis horas a partir de Vila Verde

O edil concluiu a sua intervenção deixado um convite a todos os presentes para regressarem hoje, 09 de outubro, a Vila Verde para se fechar com chave de ouro a edição de 2016 da Festa das Colheitas. O destaque da manhã de hoje foi para o passeio do cicloturismo, a mega aula de zumba, o desfile de carros clássicos e a Missa das Colheitas. Durante a tarde, nota de particular relevo para as centenas de artistas que vão participar no XX Encontro de Tocadores de Concertina, para a Corrida de Cavalos e para a emissão do programa ‘Somos Portugal’, da TVI, seis horas em direto a partir de Vila Verde para todo o planeta.

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VILAVERDENSES PISAM AS UVAS COMO MANDA A TRADIÇÃO

Pisada de uvas e concerto de Zé Amaro trouxeram um mar de gente à Festa das Colheitas

Um mar de gente inundou o recinto da Festa das Colheitas para um serão de música, tradição e cultura. Ontem (07 outubro), a noite começou com a recriação de uma artesanal pisada de uvas, animada pelas danças e cantares do Grupo Folclórico de Prado S. Miguel, e a festa continuou noite dentro com o concerto do músico popular Zé Amaro. Duas atividades muito acarinhadas pelo público que se deslocou a Vila Verde para contactar diretamente com a força do mundo rural em toda a sua plenitude.

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Durante o dia, as notas de maior relevo vão para o seminário da ATAHCA, os concursos (artesanato, mel e marmelada), a 9ª Festa do Vinho, o Showcooking ‘Sabores KM O’ e a Mega Aula das Colheitas – Intergeracional.

Piada de uvas como manda a tradição

A noite prometia e o público não se fez rogado. Compareceu em massa e pintou no recinto uma magnífica moldura humana que ajudou a abrilhantar um serão extremamente interessante. O artesanato, os produtos do campo e as iguarias da gastronomia regional garantiram, por si só, um imenso banho de multidão, que começou a ganhar ainda maiores proporções à medida que o serão avançava. Pouco passava das 21h00, teve início a recriação de mais uma prática agrícola ancestral. As uvas chegaram ao recinto transportadas por um carro de bois, seguido por uma comitiva do Grupo Folclórico de Prado S. Miguel que espalhou pelo recinto a animação contagiante do folclore e continuou alegrar o evento enquanto as uvas eram pisadas no alguidar, tal como manda a tradição.

No final, nada melhor para recuperar energias que uma merenda à boa moda do Minho (broa, bacalhau e vinho novo), que, como já é habitual, foi generosamente partilhada com o público. Por volta das 22h30, as atenções voltaram-se para o Palco das Colheitas, que recebia um ícone da música popular que arrasta consigo autênticas legiões de fãs. O cantor romântico Zé Amaro foi recebido por largos milhares de pessoas, que iam cantando os temas em uníssono com o artista e só descansavam as vozes para a chuva de aplausos que se ouvia no final de cada canção.

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Levar o nome de Vila Verde aos quatro cantos do mundo

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde deixou rasgados elogios às associações e grupos vilaverdenses que se associam à edilidade nesta missão de preservar, divulgar e promover a autenticidade da tradição minhota. António Vilela não escondeu a enorme satisfação pela presença de muitos jovens e crianças que participam ativamente nestas iniciativas e garantem a continuidade e preservação de um legado cultural que se assume também como “um cartaz turístico da nossa terra”.

“Temos aqui hoje uma comitiva alemã e uma comitiva francesa. Têm assistido aos eventos, estão muitos satisfeitos e até surpreendidos pela forma como conseguimos reproduzir as tradições. Obrigado aos vilaverdenses que participam e a todos os visitantes pelo sucesso da Festa das Colheitas”, afirmou o edil, recordando que a TVI está de regresso a Vila Verde no próximo domingo, 09 de outubro, para uma transmissão de seis horas em direto para todo o planeta, que vai levar os saberes da tradição vilaverdense aos quatros cantos do planeta.

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Agricultura, artesanato, gastronomia e vinhos

Recorde-se que o dia começou com um colóquio dedicado ao mundo rural, no seminário ‘Circuitos Curtos Agroalimentares’, organizado pela ATAHCA com o apoio do Município de Vila Verde. Uma iniciativa que contribuiu para enriquecer o debate da especialidade e fomentar partilha de conhecimentos, onde se pôde também ficar a saber que a ATAHCA se prepara para implementar no seu território de abrangência a plataforma informática de última geração ‘SmartFarmer’, desenvolvida pela OIKOS com o apoio da Fundação Vodafone, que se destina a otimizar os mercados de proximidade. Durante a manhã, os artesãos expuseram toda a sua criatividade no concurso das colheitas, enquanto na tenda de conferências decorria o concurso do mel e da marmelada. Ao início da tarde, tempo de unir gerações e colocar jovens e seniores a dançar na Mega Aula das Colheitas – Intergeracional. Durante todo o dia, decorreu também a 9ª Festa do Vinho, com provas de vinhos das marcas presentes no recinto.

Hoje, ao início do dia as atenções estavam voltadas para mais um tributo ao mundo rural, com o concurso pecuário, seguido de desfile. Aas atividades prosseguem durante a tarde com a Feira Tradicional – Reviver o Passado, que dá palco aos produtores locais, o Concurso Rainha das Colheitas e a atuação da Academia de Música de Vila Verde. No serão, o destaque vai para a Festa do Curdo, com mais cerca de 20 caldos diferentes, e para o Festival de Folclore Concelhio.

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DESFOLHADA DO MILHO É FESTA EM VILA VERDE

Desfolhada Minhota e música tradicional no terceiro dia da Festa das Colheitas

O grande destaque do terceiro dia da edição de 2016 da Festa das Colheitas, 06 de outubro, vai para uma atividade em que o genuíno pulsar do mundo rural se manifestou em toda a sua plenitude e fez o coração do Minho palpitar com mais intensidade.

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À recriação fiel de uma tradicional desfolhada minhota juntou-se a animação do Rancho Folclórico de Aboim da Nóbrega, numa iniciativa muito acarinhada pelo público. A noite continuou com música e alegria, já que no final da desfolhada subiu ao Palco das Colheitas o grupo Verde Canto, que espalhou pelo recinto o sublime perfume da música tradicional portuguesa. Durante o dia, uma lufada de juventude com a presença de centenas de alunos vilaverdenses que desenvolveram atividades lúdico pedagógicas relacionadas com a temática das colheitas.

As atividades do terceiro dia da Festa das Colheitas, uma das maiores iniciativas nacionais de promoção do saber tradicional começaram uma lufada de juventude nos divertidos ateliers (pintura, horticultura, saúde, dança e pinturas faciais) preparados pelos alunos da Escola Profissional Amar Terra Verde e da Escola Secundária de Vila Verde para as crianças do pré-escolar e primeiro ciclo. Durante a manhã, houve ainda tempo para o atelier de leitura e dramatização ‘A História das Colheitas’, preparado Biblioteca Municipal, que fez as delícias da pequenada.

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Os herdeiros da tradição minhota

Durante a tarde, a força da tradição minhota ecoou no coração de Vila Verde e os mais novos voltaram a ser as grandes estrelas da ocasião. Trajados à moda antiga, dezenas de alunos do Centro Escolar Monsenhor Elísio Araújo recriaram as vindimas, a desfolhada e os bordados dos Lenços de Namorados, entre outros, além da atuação de um grupo folclórico criado especialmente para a ocasião. Atividades que contribuem em larga escala para alcançar um dos objetivos da Festa das Colheitas, a preservação dos saberes ancestrais através da sua transmissão às gerações mais jovens. A RTP não deixou passar o momento em claro e esteve em Vila Verde a captar a essência da tradição minhota, que será emitida para todo o mundo pela televisão pública nacional.

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Uma desfolhada à moda antiga

O serão trouxe consigo o esplendor do mundo rural em toda a sua plenitude, com uma recriação fiel das tradicionais desfolhadas minhotas organizadas pela Associação de Folclore de Vila Verde. As canas chegaram à eira improvisada transportadas por um carro de bois, seguido por uma comitiva de homens e mulheres, miúdos e graúdos, que envergavam os trajes de outrora e faziam ecoar pelo recinto as alegres cantigas da música popular. Depois, já com as canas de milho espalhadas no chão da ‘eira’, começou a desfolhada propriamente dita. Os vereadores e o presidente do Município de Vila Verde não enjeitaram a oportunidade de entrar pela porta da frente da história da região minhota, arregaçaram as mangas e juntaram-se aos populares na tarefa de separar as espigas douradas das canas verdejantes. Não faltou alegria, diversão e muita música, já que a iniciativa foi animada pelo Rancho Folclórico de Aboim da Nóbrega.

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O inebriante perfume da música tradicional portuguesa

A noite encerrou com um excelente espetáculo, em que o inebriante perfume da música tradicional portuguesa pôs o recinto a vibrar e a dançar do primeiro ao último tema. O Grupo Verde Canto desfilou em palco a qualidade e o carisma que lhe são reconhecidos, numa atuação que encantou vilaverdenses e visitantes. Hoje, o dia começou com o seminário ‘Circuitos Curtos Agroalimentares – Iniciativas e Boas Práticas’, promovido pela ATAHCA, com a exibição das obras que participam no concurso de artesanato e com os ateliers de pintura e leitura organizados pela EPATV e Escola Secundária de Vila Verde. Durante a tarde o destaque vai para os concursos do mel e da marmelada, para a 9ª Festa do vinho (com provas de vinhos das marcas presentes no certame) e para a Mega Aula das Colheitas – Intergeracional, que vai pôr jovens e seniores a dançar ao som dos ritmos quentes da Zumba. Mais logo, às 21h00, outro hino à tradição minhota com a recriação de uma tradicional pisada de uvas, que será animada pelo Rancho Folclórico de Prado S. Miguel. A animação do serão fica cargo do sobejamente conhecido artista popular Zé Amaro, que promete fechar com chave de ouro o quarto dia da Festa das Colheitas – XXV Feira Mostra de Produtos Regionais.

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VILA VERDE JUNTA TOCADORES DE CAVAQUINHO DE TODO O PAÍS

Mais de 500 artistas no Encontro Nacional de Tocadores de Cavaquinho da Festa das Colheitas de Vila Verde

O grande destaque do segundo dia da Festa das Colheitas - XXV Feira Mostra de Produtos Regionais, 05 de outubro, vai para um autêntico hino à música popular. O Encontro Nacional de Cavaquinhos trouxe a Vila Verde mais de 500 artistas de vários pontos do país para uma maratona musical que, das 10h00 às 20h00, fez o recinto vibrar ao som dos acordes de um dos mais acarinhados instrumentos da música tradicional portuguesa. Paralelamente, as exposições e oficinas de instrumentos de cordas também contribuíram para enriquecer significativamente a iniciativa. Nota de particular relevo para mais um tributo à tradição minhota, com a recriação fiel de uma espadelada de linho, e para o eletrizante espetáculo musical de Cristiana e Companhia.

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O presidente do Município de Vila Verde não escondeu a enorme satisfação por receber na sede de concelho um número tão expressivo de tocadores, logo na primeira edição de um evento que reúne toda as condições para continuar a crescer nos próximos anos. “Este encontro vai-se tornar uma das referências da Festa das Colheitas. Um evento de promoção da cultura, música e tradição portuguesa. Em Vila Verde também temos muitos tocadores e escolas a preparar as novas gerações para tocarem o cavaquinho, entre outros instrumentos musicais, naturalmente”, referiu António Vilela, frisando que a iniciativa “é um grande orgulho para Vila Verde e para todos os que ao longo destes 25 anos contribuíram para que a Festa das Colheitas atingisse o nível elevado que apresenta hoje, para os quais deixo um cumprimento e uma saudação especial”. O edil concluiu deixando um forte elogio à INATEL, que organizou a iniciativa com o apoio Grupo de Cavaquinhos de Soutelo, pelo “precioso trabalho que a Fundação tem desenvolvido em prol da cultura nacional”.

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“Façam esses rasgados bem fortes para que se ouçam no país inteiro!”

Por sua vez, o representante da INATEL, Armindo Oliveira, augurou desde já um futuro auspicioso para a iniciativa. “Este evento repetir-se-á no próximo ano e doravante será sempre parte integrante da Festa das Colheitas de Vila Verde, o que muito honra a Fundação INATEL, penso que também honra os tocadores de cavaquinho e só serve para dignificar ainda mais esta arte que tem que ser preservada”, afirmou, acrescentando que prevê um aumento significativo de participantes nas próximas edições. Armindo Oliveira prosseguiu com “um forte agradecimento à autarquia de Vila Verde. “Sem o apoio extraordinário e caloroso, sem a amizade e cordialidade que nos foi dispensada pela autarquia, esta iniciativa não seria possível”. “Estou muito grato por nos terem acolhido desta forma, por se formarem sinergias que acrescentam valor para dignificar o Minho e Portugal”, referiu, concluindo a sua intervenção em jeito de desafio: “Tocadores… Façam esses rasgados bem fortes para que se ouçam no país inteiro!”.

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Regresso ao passado com a espadelada do linho

Ao serão, o pulsar genuíno do mundo rural voltou a ecoar pelo recinto numa homenagem sentida ao legado cultural da tradição minhota. Os trajes de outrora, as alfaias artesanais e os cânticos tradicionais transportaram o recinto para outra era, partilhando com vilaverdenses e visitantes a sabedoria da cultura popular minhota e divulgando o processo de transformação da viçosa e verdejante planta do linho, que depois da colheita ainda tem de percorrer várias etapas até chegar ao tear. De seguida, a animação contagiante da música popular invadiu o recinto e pôs o público a dançar ao som dos ritmos vibrantes de Cristiana e Companhia, em mais um excelente espetáculo de música ao vivo.

Hoje, 06 de outubro, os destaques vão para os diversos ateliers preparados por alunos da EPATV e da Escola Secundária de Vila Verde e para a 2ª Feira Mostra de Artes e Ofícios. O serão chega com a recriação de uma tradicional desfolhada de milho, a que se segue a atuação ao vivo do grupo ‘Verde Canto’. O artesanato, os produtos no campo, os animais vivos e as iguarias da cozinha regional são outros dos inúmeros motivos de interesse de uma das maiores iniciativas nacionais de divulgação e promoção da tradição mundo rural.

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TOCADORES DE CAVAQUINHO FORAM MAIS DE MEIO MILHAR A ANIMAR A FESTA DAS COLHEITAS EM VILA VERDE

A força da tradição e a irreverência da Pop na primeira noite da Festa das Colheitas

A primeira noite da Festa das Colheitas, 04 de outubro, ficou marcada por uma dicotomia bem à moda vilaverdense, com modernidade e tradição a caminharem lado a lado numa aliança harmoniosa. Os grandes destaques do serão vão para o magusto tradicional, um momento de diversão e partilha tão característico da nossa região, e para um espetáculo musical vocacionado para o público mais jovem, com a atuação da banda ‘À Toa’, que já goza de forte reputação no panorama nacional da música.

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 O final da tarde trouxe consigo os inebriantes aromas das iguarias regionais, com os restaurantes e tasquinhas do recinto a registarem uma forte afluência desde o primeiro dia. Depois de retemperarem energias com uma deliciosa refeição minhota, os visitantes foram contagiados pela vibrante música popular, à medida que as rusgas iam percorrendo o recinto e deixavam um rasto de animação e alegria à sua passagem. Um pouco mais tarde, pouco passava das 21h00, quando os tons de dourado e vermelho começaram a romper o crepúsculo. As labaredas pintaram o recinto com novas tonalidades, aqueceram o ambiente e deram o tónico para um momento de diversão e partilha.

Magusto tradicional encantou miúdos e graúdos

As castanhas forram assadas à moda antiga, colocadas no chão da eira improvisada sobre um leito de pruma. Em redor, miúdos e graúdos, homens e mulheres, crianças e idosos, juntavam-se em torno do calor de uma fogueira que também serviu para aquecer a alma e aconchegar o estômago. A partilha é predicado obrigatório das recriações de práticas tradicionais e, uma vez mais, a plateia foi presenteada com cartuchos de castanhas e vinho regional. Um momento de convívio e partilha, de gargalhadas contagiantes e longas conversas, que fez a sede de concelho reviver a tradição do mundo rural.

O serão não terminaria sem um espetáculo vocacionado para o público mais jovem, que acabou por atrair ao recinto largas centenas de pessoas de todas as idades. Os ‘ÀToa’ desfilaram em palco a irreverência da música Pop, num concerto eletrizante que colocou a plateia a vibrar do primeiro ao último minuto. O grupo de Évora não deixou créditos por mãos alheias e voltou a mostrar os predicados que lhe garantiu uma forte reputação no panorama nacional da música.

Mais de meio milhar de tocadores de cavaquinho durante o dia de hoje

Recorde-se que ao final da tarde, às 17h00, o recinto foi palco da ação de informação e sensibilização ‘A importância da floresta’, organizada pela Associação Florestal do Cávado. Presente na sessão, o vereador do Ambiente e Proteção Civil do Município de Vila Verde recordou que já foram efetuadas quase duas centenas de ações de limpeza em terrenos particulares, numa ação conjunta entre a GNR, o GIPS e a Câmara Municipal de Vila Verde, entre outras diligências de prevenção e manutenção de áreas florestais.

Hoje, 05 de outubro, o maior destaque da programação vai para o Encontro Nacional de Cavaquinhos, entre as 10h00 e as 20h00, que traz à Festa das Colheitas mais de 500 artistas, vindos de vários pontos do país. Durante o dia, os interessados podem ainda visitar a exposição e oficina de instrumentos de cordas. Ao serão, destaque para a recriação fiel de uma tradicional desfolhada do linho. Mais tarde, a animação musical regressa ao recinto com a atuação de ‘Cristiana e Companhia’.

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FESTAS DAS COLHEITAS CONDICIONA TRÂNSITO EM VILA VERDE

Corte temporário de algumas Ruas e Avenidas na Sede do Concelho de Vila Verde a 08 e 09 de outubro

A Rota das Colheita traz ao coração do Minho uma grande diversidade de iniciativas turístico-culturais promovidas pelo Município de Vila Verde em colaboração com as Juntas e Uniões de Freguesias, Associações Culturais, Agentes Turísticos, Comércio Local e outras Instituições. Uma convergência de interesses, um trabalho conjunto e harmonioso com vista à valorização das potencialidades agrícolas do Concelho, das tradições e da riqueza da cultura popular.

Neste contexto, realiza-se de 4 a 9 de Outubro do corrente ano, a XXV Feira Mostra de Produtos Regionais – FESTA DAS COLHEITAS -  um dos maiores eventos dedicados à Agricultura, Artesanato e Gastronomia,  sustentada na promoção de uma oferta integrada para atrair  visitantes, convidando-os a vivenciar emoções únicas e sensações irrepetíveis da excelência dos sabores e saberes tradicionais.

Neste âmbito, informamos a população que o decurso do evento irá implicar ao corte temporário de algumas Avenidas na Sede do concelho de Vila Verde.

- Dia 08 de Outubro (sábado)

Avenida dos Combatentes da Grande Guerra Colonial - entre as 11.20 horas e as 12.15 horas entre a antiga adega cooperativa e a rotunda da Praça das Comunidades – Desfile de animais, no concurso pecuário, organizado pela CAVIVER;

- Avenida Professor Machado Vilela,entre as 8.00 horas de sábado e as 20.00 horas da tarde de domingo dia 9,  entre o entroncamento com a Avenida Bernardo Brito Ferreira e o  entroncamento da Praça da República (Farmácia da Misericórdia);

- Dia 09 de Outubro (domingo)

Avenida Bernardo Brito Ferreira – entre as 11.00 horas e as 20.00 horas (domingo), entre o entroncamento com a Avenida Marechal Humberto Delgado e o entroncamento com a Avenida Abade de Priscos;

Avenida dos Combatentes da Grande Guerra Colonial – entre as 14.30 horas e as 15.30 horas, entre a antiga adega cooperativa e a rotunda da Praça das Comunidades.

VILA VERDE É UMA DELÍCIA!

Chocolate com Pimenta apresentou dois novos bombons inspirados na época das colheitas

Do primeiro fim-de-semana agosto ao último de novembro, o pulsar genuíno do mundo rural e a autenticidade da tradição minhota sentem-se com intensidade redobrada e a celebração das colheitas tem inspirado a criatividade de muitos talentosos artesãos. É o caso da Chocolataria Artesanal – Chocolate com Pimenta, que este ano se associou à programação turística do Município de Vila Verde com a apresentação de duas criações de chocolate – Edição Rota das Colheitas, que decorreu no dia do segundo aniversário desta casa vilaverdense, 01 de outubro, pelas 17h00. A noite foi dedicada à cultura, com um excelente espetáculo de música ao vivo protagonizado pelo artista Hugo Torres.

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Desta feita, o multi galardoado mestre chocolateiro Pedro Sousa inspirou-se numa recente tendência da agricultura vilaverdense, com explorações de grande qualidade na área dos mirtilos e pequenos frutos. A Chocolate com Pimenta efetuou o pré-lançamento de produtos que prometem ser um dos sabores diferenciadores de todos os visitantes que visitem Vila Verde e a Festa das Colheitas, o Bombom de Chocolate Negro com Licor de Mirtilo e os Cacos de Chocolate negro com pimenta rosa e mirtilos desidratados. Esta última criação pretende aliar o forte carácter do chocolate negro e o irreverente toque da pimenta a um dos mais emblemáticos sabores locais.

A noite foi dedicada à música, com a atuação do Músico e Compositor de Braga, Hugo Torres. Um estilo musical “Pop” semelhante a grandes nomes da música nacional que encantou a plateia com os êxitos do disco “TRILHOS”. Os interessados podem provar os novos bombons durante a Festa das Colheitas – XXV Feira Mostra de Produtos Regionais de Vila Verde (que decorre de 04 a 09 de outubro), bem como os produtos do campo, o fumeiro, a pastelaria, os vinhos e as melhores iguarias da gastronomia regional. Participar nas recriações de práticas ancestrais, visitar a exposição de artesanato e assistir aos espetáculos de música ao vivo. Um total de mais 50 iniciativas, durante seis dias consecutivos, que trazem ao coração de Vila Verde o pulsar genuíno do mundo rural e a força da tradição minhota.

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VILA VERDE DÁ A PROVAR OS SABORES DO PATRIMÓNIO

A fama dos Sabores da Terra de Escariz extravasou as fronteiras do concelho e do distrito!

A reputação dos genuínos ‘Sabores da Terra’, de Escariz S. Mamede, já extravasou as fronteiras do concelho de Vila Verde e do distrito de Braga. A edição deste ano não foi exceção e, no passado fim-de-semana (1 e 2 de outubro), chegaram a Escariz visitantes de toda a região para recordarem os saberes e sabores da tradição minhota, numa iniciativa que se assume como uma fidedigna montra do que de melhor e mais tradicional a freguesia tem para oferecer.

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A maior enchente registou-se na tarde de domingo, que começou com um autêntico hino à música popular portuguesa, num encontro que juntou mais de 200 tocadores de concertina vindos de vários pontos do país (Gouveia, Vila Nova de Gaia, Ponte de Lima…).

A rainha do Minho animava um recinto repleto de atrativos. Nas imediações do palco decorria a feirinha tradicional, onde se comercializam os viçosos produtos agrícolas caseiros, cultivados de forma artesanal e colhidos da terra pelas mãos calejadas dos produtores escarizenses. Não muito longe, a tasquinha regional brindava vilaverdenses e visitantes com algumas das mais apreciadas iguarias da gastronomia minhota, em que assumiu lugar de destaque o famoso Pica no Chão. Apesar dos vários motivos de interesse, a estrela maior do evento continua a ser o trabalho artesanal de ornamentação da igreja paroquial com arranjos de produtos agrícolas. Um trabalho de minúcia, dedicação e muita criatividade, em que se produzem autênticas obras de arte inspiradas na época das colheitas, que dão um brilho renovado ao templo escarizense.

Preservar e promover a identidade cultural

O presidente da Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho não escondeu a satisfação pelo sucesso de um evento que “registou uma afluência popular acima das expectativas”. Adelino Machado deixou uma palavra de apreço para todos os habitantes locais que ajudam a dar vida a uma iniciativa que, além de ser autossustentável, ainda permite anualmente angariar receita para algumas obras da freguesia. Impossível não salientar também o talento artístico evidenciado nas obras que ornamentam a igreja local, com o tema ‘O Ano Mariano’. Este ano a decoração foi acompanhada pela exposição de um artesão local, o que ajudou a enriquecer o programa e a visita dos milhares de pessoas que passaram por Escariz durante os dois dias da festa.

Adelino Machado prosseguiu sublinhando que, uma vez mais, se cumpriu o objetivo de preservar a identidade cultural e valorizar o património imaterial da freguesia e a da região, divulgando os saberes e sabores da tradição Minhota.  A iniciativa Sabores da Terra é organizada pela Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, com a colaboração da paróquia local, e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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VILA VERDE CANCELA PISADA DAS UVAS

Vindima e pisada de uvas canceladas por força das condições climatéricas

A vindima e pisada de uvas de Valdreu, iniciativa marcada para o próximo sábado (1 de outubro) teve que ser cancelada em função das atípicas condições climatéricas que se fizeram sentir no final do verão e início do outono.

O calor em excesso levou a um amadurecimento mais rápido das uvas, pelo que foi necessário proceder à vindima antes do previsto para evitar que a colheita se estragasse. Agradecemos desde já a vossa compreensão e aproveitamos para o convidar a visitar Vila Verde e participar nas restantes iniciativas marcadas para o fim-de-semana, o 2º Aniversário da Chocolataria Artesanal -  Chocolate com Pimenta, em Vila Verde, e a festa 'Sabores da Terra', em Escariz S. Mamede.

VILA VERDE: AQUI MANDA A TRADIÇÃO!

O genuíno pulsar da tradição minhota em mais um fim-de-semana da Rota das Colheitas!

A tradição da cultura popular do Minho volta a dar o mote para um fim-de-semana recheado de iniciativas inseridas na programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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Inúmeros motivos de interesse para quem decidir visitar Vila Verde e a 1 e 2 de outubro, que vão levar visitantes e vilaverdenses a contactar com o genuíno pulsar do mundo rural. No Sábado, 01 de outubro, a pitoresca freguesia de Valdreu organiza a recriação de uma tradicional pisada das uvas, que vai ocupar o período vespertino. Ao serão, a Chocolataria Artesanal junta-se à Rota com um serão de música e a apresentação de dois novos chocolates (inspirados nas colheitas), que marcam as comemorações do seu 2º aniversário. Em Escariz S. Mamede, os Sabores da Terra prolongam-se durante todo o fim-de-semana, com inúmeras atividades de promoção e divulgação da ruralidade.

Ornamentação dos altares com produtos agrícolas

Os ‘Sabores da Terra’ estão de regresso a Escariz S. Mamede e prometem consigo um mar de gente, que todos os anos brinda a organização com a sua presença. O programa é uma verdadeira montra do que de melhor e mais tradicional a freguesia tem para oferecer. Como manda a tradição escarizense, por esta altura a igreja paroquial ganha novo brilho com os arranjos com produtos agrícolas colhidos da terra pelas mãos calejadas dos produtores locais. Um trabalho artesanal, elaborado com muita criatividade e minúcia, que anualmente arranca chuvas de elogios dos visitantes, siderados com a criatividade e talento artístico dos atores locais.

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Música, gastronomia regional e produtos do campo

No entanto, durante os dois dias não faltam motivos de interesses para quem decidir embarcar em mais uma emocionante viagem pelas raízes da tradição minhota. Na tasquinha regional, estão ‘sempre a sair’ as mais afamadas iguarias da cozinha minhota, acompanhadas por um bom vinho verde da região. A poucos metros, os produtores escarizenses comercializam produtos agrícolas (cultivados de forma tradicional e de qualidade garantida), animais vivos e vários artigos caseiros. O folclore, na primeira noite, e o encontro de tocadores de concertina, na tarde de domingo, garantem a animação do recinto, num evento em que a música popular assumiu papel de relevo. No entanto, os mais jovens não foram esquecidos e o DJ Tito vai atuar na noite de sábado, garantindo animação musical pela noite dentro.

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Pisada de uvas à moda antiga em Valdreu

As recriações de práticas agrícolas tradicionais são das mais acarinhadas atividades da Rota e Valdreu prepara-se para levar os visitantes numa viagem no tempo. Valdreu está de portas abertas para receber todos os interessados em assistirem a uma vindima e pisada de uvas à moda antiga. A atividade é uma das mais emblemáticas de todo o Minho, uma jornada familiar em que todos podem participar, dos mais novos aos mais velhos, e que termina com um bom convívio para celebrar a jornada de trabalho.

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Chocolate, tradição e música no 2º aniversário da Chocolate com Pimenta

Chocolate, tradição e música, são as palavras-chave para o 2º Aniversário da Chocolataria Artesanal – Chocolate com Pimenta. Em véspera da emblemática Festa das Colheitas em Vila Verde, a Chocolataria Artesanal dará destaque às mais recentes criações em Chocolate-Edição Rota das Colheitas, ao som da música do notável músico Bracarense, Hugo Torres. Um pré-lançamento de produtos que prometem ser um dos sabores diferenciadores de todos os visitantes que visitem Vila Verde e a Festa das Colheitas, o Bombom de Chocolate Negro com Licor de Mirtilo e os Cacos de Chocolate negro com pimenta rosa e mirtilos desidratados.

Esta última criação pretende aliar o forte carácter do chocolate negro, o irreverente toque da pimenta com um dos mais emblemáticos sabores locais. A noite será dedicada à música. A atuação do Músico e Compositor de Braga, Hugo Torres. Com um estilo musical “Pop” semelhante a grandes nomes da música nacional irá marcar a noite de música com êxitos do disco “TRILHOS”.

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VILA VERDE REALIZA FESTA DA COLHEITAS

Mais de 50 iniciativas em seis dias de tradição e cultura na Festa das Colheitas de Vila Verde

Vila Verde prepara-se para uma viagem pela história da tradição minhota, com mais de 50 iniciativas dedicadas à promoção e divulgação da cultura popular da região. Durante seis dias consecutivos, 04 a 09 de outubro, dezenas de milhares de pessoas dirigem-se ao coração do Minho para visitar a Festa das Colheitas – XXV Feira Mostra de Produtos Regionais. Para participar nas recriações de práticas agrícolas e dançar ao som da música popular, para se surpreenderem com a criatividade do artesanato e degustarem as deliciosas iguarias da cozinha regional.

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A apresentação do programa da edição de 2016, que decorreu ao final da manhã de hoje, 28 de setembro, no Salão de Conferências dos Paços do Concelho, ficou a cargo da vereadora da Cultura do Município de Vila Verde. Júlia Fernandes falou de um programa rico e diversificado, com um total de 53 iniciativas distintas, acrescentando que a organização volta a esperar um número de visitantes na ordem das dezenas de milhar. Além das 34 entidades que se associam ao Município na organização do certame, há ainda largas dezenas de instituições que colaboram de forma indireta. “Há uma grande envolvência da população e contamos, direta e indiretamente, com o apoio de mais de uma centena de parceiros. Esta programação fica muito mais rica com o seu trabalho e dedicação”, elogiou a vereadora da Cultura.

Música, tradição e muita animação

Júlia Fernandes prosseguiu destacando a imponência dos espetáculos musicais, que voltam a contar com nomes sonantes do panorama musical e uma diversidade enorme de estilos. Da clássica ao pop, passando pelo folclore, pelo rock e pela música popular, há concertos para todos os gostos. Nota de particular destaque também para as autênticas e genuínas recriações de práticas agrícolas ancestrais, em que os trajes de outrora, as alfaias tradicionais e os costumes antigos prometem transportar o público para outra era. “Para os mais velhos é um reavivar de memórias e recordar as tradições da infância. Para os mais novos são atividades de índole pedagógica, para que possam ter a perceção das lides do campo e participar nas iniciativas, que decorrem num horário familiar. São sempre às 21h00, para que todos possam estar envolvidos”, afirmou a vereadora da Cultura.

De Vila Verde para todo o mundo

Nota de particular relevo também para algumas das mais emblemáticas atividades da XXV Feira Mostra de Produtos Regionais. A Festa do Caurdo, com mais de 20 variedades produzidas pelos grupos folclóricos locais, a Feira Tradicional ‘Reviver o Passado’, onde se comercializam produtos locais de grande qualidade, os concursos das Colheitas (broa, mel, marmelada, artesanato e pecuário), o Festival Gastronómico, com os mais afamados pratos da gastronomia minhota, o artesanato (que atrai artesãos de todo o país e da vizinha Espanha), a Corrida a Cavalo, a Festa do Cogumelo, os encontros nacionais de tocadores de cavaquinho e de tocadores de concertina, entre muitos outros. Destaque ainda para a grande envolvência das escolas, com ateliers e workshops diversos, e para uma das novidades da edição deste ano, o concurso Rainha das Colheitas. A TVI também está de regresso a Vila Verde no dia 09 de outubro, com uma emissão de seis horas em direto para todo o mundo.

Um investimento que dinamiza a economia e impulsiona a cultura

O presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, também marcou presença na sessão. O edil não escondeu a satisfação pelo crescimento exponencial da Festa das Colheitas ao longo dos seus 25 anos de história, afirmando-se na atualidade como um grande motor do turismo vilaverdense e um foco de atração de turistas. Um investimento que traz um retorno considerável para os vilaverdenses. “O concelho está mais rico com esta dinâmica, não só na altura da festa propriamente dita, mas também numa perspetiva de médio prazo, através da criação de uma dinâmica impressionante. O programa tem um impacto muito positivo na economia do concelho e na promoção de um território que quer conquistar o progresso através da valorização do sua herança cultural”, referiu, acrescentando que “este cartaz é um fator de grande atratividade para o turismo, há muitas pessoas de fora do concelho que agendam as suas férias para esta altura para poderem participar na Festa das Colheitas”.

Agricultura é fator de crescimento económico

António Vilela aproveitou também para sublinhar a evolução das novas práticas agrícolas do concelho, que também são valorizadas através da Rota e da Festa das Colheitas, e o seu peso na balança económica vilaverdense. “A agricultura assume-se de forma cada vez mais categórica como fator de crescimento económico do concelho de Vila Verde. Tem gerado um volume considerável de receita quer pela venda direta dos produtos, grande parte para exportação, quer pela transformação dos produtos. A Rota e Festa das Colheitas dão importância a esta nova dinâmica agrícola e acompanham a sua evolução”, referiu. O presidente do Município destacou ainda a relevância e excelência do setor gastronómico, que contribui de forma decisiva para atrair visitantes e promover o concelho fora de portas.

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VILA VERDE: FESTA DAS COLHEITAS DE VILA DE PRADO CRESCE A "OLHOS VISTOS"

Foi em boa hora que a Vila de Prado se juntou à programação alargada Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, já que a Festa das Colheitas de Prado se tem revelado um verdadeiro sucesso.

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O evento tem crescido ano após ano fruto do trabalho incansável de largas dezenas de voluntários que se associam à paróquia pradense para organizarem uma iniciativa de promoção e divulgação da tradição minhota.

A desfolhada do milho, a matança do porco, a gastronomia regional e a música popular, são alguns dos maiores atrativos de uma festa que se prolongou durante todo o fim-de-semana, 23 a 25 de setembro, com inúmeras atividades pensadas para agradar a todos os gostos e feitios.

O desfile da pequenada foi uma das novidades do evento e a estreia não poderia ter corrido melhor. Perto de uma centena de crianças pradenses desfilaram entre a capela de S. Tiago e a igreja nova, num cortejo de homenagem ao mundo rural e à época das colheitas. A adesão superou até as expectativas mais otimistas, como revelou o pároco local, João Correia, sem esconder a satisfação pelo sucesso da atividade. A riqueza da cozinha regional é outro dos atrativos do evento e este ano foi criada a ementa das colheitas. Caldo verde, arroz de feijão malandro e respetivos acompanhamentos (panado, patanisca, alheira…) e os doces das colheitas para finalizar. A ementa das colheitas foi criada com o objetivo de se tornar uma das imagens de marca da festa mas há outras opções gastronómicas no recinto.

União da comunidade é a receita do sucesso

Durante o fim-de-semana animação musical foi uma constante com espetáculos de música popular, fado e folclore. Nota de particular destaque também para a desfolhada do milho, adiada para a manhã de domingo devido à chuva forte que se fez sentir ao serão de sábado. Várias pessoas, miúdos e graúdos, pradenses e visitantes, cantavam alegremente enquanto retiravam das canas as espigas douradas pelo sol. O cortejo etnográfico e o leilão de oferendas foram outras das iniciativas de grande sucesso, num fim-de-semana dedicado inteiramente à promoção do mundo rural. A festa revela-se também um palco privilegiado para a confraternização e o encontro de velhos amigos, contribuindo para estreitar laços e fomentar o espírito de união da comunidade.

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“A comunidade está mobilizada neste ideal comum. Um momento de forte convívio e articulação das pessoas, fortalecendo o sentido de comunidade. Há muitas pessoas que não se encontram no resto do ano e que se vão vendo nesta festa. Em simultâneo é forma de angariar fundos para a requalificação do nosso património. Que está cada vez mais aprazível, para que as pessoas sintam orgulho no seu legado. Também é uma forma de dar o exemplo e de educar os mais novos, para que no futuro estejam mais predispostos a dar continuidade a este trabalho”, afirmou o padre João Correia, revelando ainda que a receita deste ano reverte a favor das obras de lavagem de pedra exterior e pintura exterior da Igreja Matriz e no próximo ano a prioridade será a recuperação da Capela de Santiago.

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FESTA DAS COLHEITAS EM VILA VERDE ATRAI MILHARES DE VISITANTES

Milhares de pessoas na XV Festa das Colheitas de Escariz S. Martinho

A afluência à XV Festa das Colheitas de Escariz S. Martinho está a superar as expectativas mais otimistas. Durante o fim de semana, 24 e 25 de setembro, a freguesia recebe a visita de milhares de pessoas, que se deslocam ao coração do Minho para sentir o genuíno pulsar do mundo rural. Para provar os sabores da cozinha regional e beber conhecimento dos saberes tradicional, para apreciar a arte da ornamentação dos altares com produtos do campo e vibrar com a animação da música popular.

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A tarde de ontem, 24 de setembro, arrancou com uma atividade que colocou vilaverdenses e visitantes em contacto direto com os usos e costumes da tradição minhota, o corte do milho no campo. Depois do trabalho árduo, a recompensa. Uma merenda tradicional (broa, pataniscas e vinho novo) para fortalecer o corpo e revitalizar o espírito, num momento de descontração e confraternização. De seguida, a comitiva escarizense seguiu até à igreja num cortejo animado pelos tocadores de concertinas e cavaquinhos. No fundo do pelotão seguiam as canas de milho acabadas de cortar, que haveriam de ser desfolhadas ao serão.

Altares ornamentados com arranjos de produtos agrícolas

À chegada, paragem obrigatória na igreja de Escariz S. Martinho, que por esta altura ganha brilho redobrado. Os altares são ornamentados com arranjos de produtos agrícolas. Malaguetas e cebolas, peras e maçãs, maçarocas de milho e pimentos, entre muitos outros, arranjados com arte e criatividade pela população local. Mas a decoração da igreja não fica por aqui. Os quadros de sementes e as encenações completam este belo figurino, que anualmente pinta a igreja paroquial com novas e deslumbrantes tonalidades. Uma das novidades deste ano é a exposição de artesanato, que trouxe a Escariz S. Martinho o engenho e criatividade de vários artesãos da região.

O crepúsculo trouxe consigo um trabalho que estava por acabar e as canas de milho cortadas durante a tarde foram desfolhadas ao serão. Miúdos e graúdos uniram esforços para superar a tarefa de retirar as espigas das canas e recriaram uma prática agrícola tradicional, contribuindo para a preservação e divulgação dos saberes do mundo rural. De seguida, um dos momentos mais aguardados pelos visitantes, com a festa das concertinas e cantares ao desafio, que fez as delícias dos amantes da música popular. As atividades continuam durante o dia de hoje com a festa da patanisca, a feira das colheitas, o concurso de vinho de maçã, o leilão de lotes de madeira e o encontro de folclore.

Onde todos ajudam nada custa

O presidente da União de Freguesias de Escariz S. Martinho e Escariz S. Mamede não escondeu a satisfação pelo sucesso de uma iniciativa que tem contribuído de forma contundente para promover e valorizar a freguesia e o concelho. Na hora de atribuir responsabilidades pelo êxito do evento, Adelino Machado não esquece as dezenas de voluntários que contribuíram com determinação e afinco para a organização do certame. O autarca local frisou a importância cultural da iniciativa, que, além de perpetuar nas nossas memórias os saberes das populações locais e valorizar a tradição minhota, continua a consolidar a posição da freguesia e do concelho na agenda cultural de toda a região.

Presente na iniciativa, a vereadora da Cultura do Município de Vila Verde mostrou-se extremamente agradada com a afluência popular às iniciativas da Rota das Colheitas, uma programação que se estende de agosto a novembro e se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da tradição da cultura minhota. “É com grande satisfação que recebemos as milhares pessoas de vários pontos do país que nos visitam e participam nas iniciativas, que querem sentir o verdadeiro pulsar do mundo rural e contactar com as vivências do mundo rural”, afirmou Júlia Fernandes, deixando também uma palavra de apreço para as Juntas e associações locais pela envolvência na organização das atividades, associando-se ao Município na criação de uma programação turística e cultural extremamente rica e diversificada.  

A XV Festa das Colheitas de Escariz S. Martinho resulta de uma organização conjunta, entre a Paróquia de Escariz S. Martinho e a Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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VILAVERDENSES FESTEJAM A SANTO ISIDORO

Vila Verde celebra o padroeiro dos agricultores na Festa de Sto Isidro

Em tempo de colheitas, manda a tradição minhota que se agradeça à terra o sustento. É exatamente o que vai acontecer no Lugar da Carvalhosa, na freguesia de Vila Verde, durante o próximo fim de semana. De 23 a 25 de setembro, decorrem as festividades em honra do padroeiro dos agricultores, Santo Isidro, numa celebração em que as manifestações religiosas caminham de braço dado com momentos de pura diversão e animação musical. Três dias de festa e muita animação que vão trazer à sede de concelho concertos de música ao vivo, sessões de fogo de artifício, cerimónias religiosas diversas e um encontro de folclore.

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As atividades começam já ao serão de amanhã, com música e muita animação no espetáculo preparado pelo grupo ‘Estrelas Imparáveis’, que atua pelas 22h00. Todas as noites fecham com uma sessão de fogo de artifício. No sábado, a música popular volta a ser a rainha da festa e sobe ao palco ‘Maria Celeste e Sua Banda’, que prometem pôr o público a vibrar do primeiro ao último instante. O domingo é o dia mais preenchido, com atividades de grande simbolismo, que começam logo pela manhã, com uma missa cantada marcada para as 11h00. Ao início da tarde, decorre um dos momentos mais aguardados do fim de semana, a majestosa procissão em honra de Santo Isidro, em que os andores floridos seguem em desfile pela freguesia. Um cortejo que conta com a animação musical da Fanfarra da Vila de Prado.

O final da tarde traz-nos um bazar de oferendas, às 17h30, e a atuação da cantora Marciana, às 19h00. A música popular do Minho é a estrela do serão, com o encontro de folclore que vai contar com a presença do Grupo Folclórico de Vila Verde e do Rancho Típico infantil de Vila Verde. A iniciativa é organizada pela Comissão de Festas em honra de Santo Isidro e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da tradição da cultura minhota.

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VILA VERDE: VILA DE PRADO MANTÉM AS TRADIÇÕES

A chama da tradição continua acesa na Vila de Prado

A Vila de Prado prepara-se para voltar a provar que a chama da tradição continua bem acesa na freguesia, que se prepara para festejar a preceito a época das colheitas. Folclore, concertos de música ao vivo, recriações de práticas agrícolas tradicionais (matança do porco e desfolhada do milho), cortejo de oferendas, gastronomia regional e muita animação durante os três dias (23 a 25 de setembro) da Festa das Colheitas de Prado, que vai decorrer nas imediações da Igreja Nova.

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A festa arranca já na próxima sexta-feira (23 de setembro), com a celebração de uma Eucaristia, marcada para as 18h30. No final, começa a primeira das duas recriações de práticas agrícolas ancestrais incluídas no programa, com a matança do porco, que deverá ocorrer pelas 19h00. Meia hora mais tarde, as atenções voltam-se para a atuação da Fanfarra da Vila de Prado. À noite, a prata da casa vai mostrar que também tem valor e as atuações dos artistas da terra vão animar o serão.

Desporto, etnografia, música e gastronomia regional

O dia 24 (sábado) arranca a todo o vapor com a manhã dedicada inteiramente ao desporto rei, no 2º Torneio de Fut7 das Colheitas. As atividades continuam ao início da tarde e os mais novos voltam a ser as grandes estrelas da festa durante o Desfile da Pequenada, entre a Capela de S. Tiago e a Igreja Nova. Ao final da tarde, a nota de destaque vai para uma das mais apreciadas iguarias da nossa região, o Porco no Espeto, que vai aconchegar o estômago e fortalecer o corpo para as atividades da noite. Pelo meio decorre a Missa da Catequese, que começa às 18h30.

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Com o crepúsculo chega a segunda recriação de uma prática agrícola tradicional, a desfolhada do milho. Uma iniciativa que vai juntar miúdos e graúdos, pradenses e visitantes, enfim, todos quantos quiserem juntar-se à festa e celebrar a época das colheitas, com um tributo à tradição minhota. De seguida, sobem ao palco dois artistas, naturais da Vila de Prado, de renome no panorama regional e nacional da música. Às 21h30, é hora de silêncio porque Margarida Rocha vai cantar o fado, numa atuação carregada de sentimento e emoção. Uma hora mais tarde sobe ao palco o sobejamente conhecido e multifacetado Miguel Oliveira, para um um concerto eletrizante, que vai cativar o público do primeiro ao último instante.

Produtos locais, cortejo de oferendas e muita música popular

No último dia, 25 de setembro, as atividades começam bem cedo, com nota de destaque para os produtores locais que vão expor e negociar os seus produtos na Feira Franca. Durante a manhã, decorre também a Missa das Colheitas, marcada para as 10h00. No período vespertino, lugar para o Cortejo de Oferendas e o Leilão das Colheitas, em que os carros com madeira, vegetais ou animais vivos, entre muitos outros, serão arrematados em leilão depois de chegarem em desfile às imediações da Igreja Nova.

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A animação continua com um autêntico hino à música popular, que inicia com a atuação do Rancho Folclórico da Vila de Prado, às 19h00, e se prolonga pela tarde dentro com os cantares ao desafio de Loureiro de Barcelos e companhia. A Festa das Colheitas da Vila de Prado é organizada pela paróquia local, com o apoio da Junta de Freguesia, e insere-se na programação alargada Na Rota das Colheitas, que de agosto a novembro traz ao coração do Minho o melhor da tradição minhota.

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VILA VERDE SEGUE NA ROTA DAS COLHEITAS

O genuíno pulsar do mundo rural na Festa das Colheitas de Escariz S. Martinho

O genuíno pulsar do mundo rural sente-se com mais intensidade durante o próximo fim-de-semana (24 e 25 de setembro) em Escariz, com um atrativo e diversificado leque de atividades que vão levar visitantes e vilaverdenses a contactar diretamente com a tradição da cultura minhota.

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Da música popular à gastronomia regional, passando pelo folclore, pela recriação de práticas ancestrais e pela feira tradicional, entre outros, não faltam motivos de interesse para visitar a XV Festa das Colheitas de Escariz S. Martinho. Nota de destaque para a ornamentação dos altares da igreja paroquial da freguesia com arranjos de produtos agrícolas (frutos e legumes), numa mostra de talento e criatividade.

A festa começa ao início da tarde de sábado, com um cortejo de homenagem à etnografia minhota, que inclui também um desfile de oferendas e será animado pela música popular dos tocadores de concertinas e cavaquinhos. Um pouco mais tarde, pelas 16h00, começa o corte das canas de milho, que termina com uma boa merenda à moda do Minho para retemperar energias depois do árduo trabalho no campo.

As colheitas também são uma época de agradecer à terra pelo sustento e, a partir das 16h30, as portas da igreja paroquial abrem de par em par e começam a receber os visitantes da exposição da ornamentação dos altares, que ganham nesta altura um brilho especial com os arranjos de frutos e legumes preparados com afinco, minúcia e criatividade pela população local.

A famosa ornamentação dos altares de Escariz

O serão começa com a recriação de uma desfolhada de milho à moda antiga. Até o farnel nos faz recuar no tempo. Sardinha assada, broa de milho, vinho novo e caldo verde são algumas das inúmeras iguarias à venda no recinto localizado nas imediações da igreja paroquial de Escariz S. Martinho. Após a desfolhada, a animação vai tomar conta do recinto com a festa das concertinas e cantares ao desafio, que ano após ano tem feito as delícias dos amantes da música popular.

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No domingo, 25 de setembro, as atividades começam logo pela manhã, com a Eucaristia de Graças Pelas Colheitas, marcada para as 10h00. Uma hora e meia mais tarde começa a feira das colheitas. Os produtos hortícolas retirados da terra pelas mãos calejadas dos agricultores locais, os animais vivos, a doçaria caseira, o vinho verde novo e o vinho de maçã, entre muitos outros, numa mostra de produtos regionais que vai trazer o pulsar do mundo rural ao coração de Escariz.

Gastronomia regional, música popular e uma feira tradicional

A gastronomia regional é um dos grandes atrativos do evento. A tarde de domingo começa com a Festa da Patanisca e termina com o concurso do vinho de maçã, uma bebida produzida em tempos idos pelos agricultores locais, devido à escassez de recursos financeiros, em anos de fraca colheita vinícola. Pelo meio vai decorrer ainda o leilão de lotes de madeira e o grande festival de folclore, que traz à freguesia o melhor da música tradicional do Minho.

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A XV Festa das Colheitas de Escariz S. Martinho resulta de uma organização conjunta entre a Paróquia de Escariz S. Martinho a Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho. A iniciativa insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de divulgação e promoção da tradição da cultura minhota.

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DANÇARINOS VILAVERDENSES REPRESENTAM PORTUGAL NA CHINA EM CAMPEONATO MUNDIAL DE DANÇAS LATINAS

O par Vítor Fernandes e Luísa Lima, naturais de Vila Verde e Vila de Prado respectivamente, irão no próximo dia 24 deste mês representar Portugal no campeonato do Mundo de Dança Desportiva de Latinas que se realizará na China. Nesta competição estarão representados os dois melhores pares de cada país.

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É com muito orgulho que o par, representante da escola Alunos de Apolo Braga, comunica este grande acontecimento na sua carreira. E não deixa de agradecer a todos a ajuda para que esta oportunidade de representar o nosso país ao mais alto nível seja possível: família, treinadores, alunos e alunas, bem como colegas e empresas como: Stand Roriz-Car, Domingos Abelheira Unipessoal, TipoPrado, Casa do Campo e Kioma-maquilhagem.

Um agradecimento especial para uma empresa que já tem vindo em outras ocasiões a apoiar este par, e mais uma vez  o fez: Reparadora das Jantes.

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VILAVERDENSES CORREM EM CARRINHOS DE ROLAMENTOS

Mais de meia centena de participantes na VI Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas de Lanhas

A Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas de Lanhas já se afirmou de forma perentória no calendário de uma modalidade cada vez mais popular, que tem conquistado os amantes da velocidade e da adrenalina. A iniciativa vai na sexta edição e contou este ano com mais de meia centena de participantes, entre pilotos portugueses e espanhóis. ‘Nuestros hermanos’ são presença habitual nesta altura do ano e chegam maioritariamente da Galiza para colocarem as suas ‘máquinas’ à prova na pista de Lanhas.

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 A competição, organizada pela Junta de Freguesia de Lanhas, decorreu no passado domingo, 18 de setembro, e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de promoção do mundo rural e da tradição minhota. Uma viagem no tempo à descoberta da cultura popular da região, que desta feita nos levou à infância dos nossos pais e avós.

Aliança entre tradição e modernidade

Na altura, a escassez de recursos financeiros era, regra geral, superada com muita criatividade e engenho. Foi assim que surgiram os carrinhos de rolamentos. Meia dúzia de tábuas, quatro rolamentos, cordas na direção e pouco mais. Uma prática eco sustentável, já que se baseia no reaproveitamento de materiais,  eque resultava em largas horas de diversão, adrenalina e despiques a ‘alta velocidade’. Hoje, os carros de rolamentos são mais sofisticados, mas, na maioria dos casos, continuam a ser construídos pelos próprios condutores, que destemidamente os manobram pelas ruas íngremes da pista, atingindo velocidades espantosas.

Promover o desporto e divulgar o território

A própria decoração dos veículos não é deixada ao acaso. Os participantes fazem questão de decorar e personalizar os seus carros de forma criativa e divertida, o que vem enriquecer a prova ao divertir e animar a plateia. De acordo com o presidente da Junta de Freguesia de Lanhas, Bruno Eiras, a autarquia lanhense começou a organizar a Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas com o intuito de proporcionar a locais e visitantes um momento diferente de entretenimento, diversão e convívio. Nos últimos anos, a afluência aumentou e a prova tem contribuído de forma cada vez mais categórica para a divulgação da freguesia de Lanhas e do concelho de Vila Verde e, por conseguinte, para a promoção e valorização do território.

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FESTA DO CALDO DO POTE ATRAI VISITANTES A VILA VERDE

Visitantes de todo o país e do estrangeiro em Sabariz para a Festa do Caldo do Pote!

Iniciativa bateu todos os recordes e este ano foram consumidos mais de mil e duzentos litros de caldo

O sabor da tradição minhota continua a conquistar até os paladares mais exigentes na Festa do Caldo do Pote de Sabariz, uma iniciativa que vai na quarta edição e que já se afirmou de forma categórica na agenda cultural da região. A fama dos caldos sabarizenses extravasou as fronteiras do território nacional e o evento contou este ano com a presença de uma comitiva alemã, além das largas centenas de visitantes de vários pontos do país. O evento tem crescido de forma exponencial de ano para ano e em 2016 voltaram a ser batidos todos os recordes. Sabariz recebeu a visita de mais de duas mil pessoas, que consumiram mais de mil e duzentos litros das vinte e duas variedades de caldo disponíveis no recinto.

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A Festa do Caldo do Pote decorreu durante a tarde e noite de ontem, 17 de setembro, resultado de uma organização conjunta da Junta de Freguesia e da Associação Popular de Sabariz, inserida na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. Às 16h00, as portas abriam de par em par para receber uma das mais emblemáticas e concorridas iniciativas da Rota, que voltou a trazer ao coração do Minho o genuíno pulsar do mundo rural. À entrada, a feira tradicional chamava a atenção dos visitantes, com várias bancas repletas de frutos e produtos hortícolas viçosos, colhidos da terra e das árvores pelas mãos calejadas dos agricultores locais.

Os dois mil bilhetes saíram a voar

Os mesmos produtos que dão um sabor irresistível aos caldos confecionados num pote de ferro colocado diretamente sobre o lume da fogueira, que haveriam de começar a ser servidos a partir das 19h00, acompanhados de broa, pataniscas e bom vinho regional. A azáfama era grande e os dois mil bilhetes disponibilizados pela organização saíram a voar. Pelo meio, não faltou a animação da música popular, com as atuações do Grupo de Concertinas de Sande e dos ‘Amigos da Paródia’, de Parada de Gatim. Um autêntico festim para o palato, em que os saberes e sabores da tradição minhota deram o mote para uma noite memorável de grande convívio e diversão.

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Caldos fazem grande sucesso na Almenanha

O presidente da Junta de Freguesia de Sabariz, Fernando Silva, não escondeu a sua satisfação perante o êxito do evento, que tem catapultado o nome da freguesia e do concelho de Vila Verde dentro e fora de portas. Um sucesso crescente que leva a organização a projetar algumas alterações já para 2017. Fernando Silva referiu que a autarquia local vai avançar para a aquisição de novos potes, de 80 e 100 litros, que permitam responder melhor à procura e que está a ser contemplada a hipótese de serem colocados exaustores no recinto.

O presidente da Junta de Freguesia de Sabariz revelou ainda que no início de dezembro volta a sair de Sabariz uma comitiva que ruma a terras bávaras para ajudar a organização da Festa do Caldo do Pote de Dusseldorf. A iniciativa, em tudo idêntica à original (a de Sabariz), foi organizada pela primeira vez em 2015 por um grupo de sabarizenses emigrados na Alemanha e foi muito bem recebida pela comunidade portuguesa e pelos cidadãos alemães. O impacto do evento impressionou o Cônsul Geral de Portugal em Dusseldorf. José Manuel Mendes frisou que uma das suas maiores preocupações como cônsul é “apoiar estas manifestações e eventos de afirmação das tradições e da cultura portuguesas” e garantiu que fará os possíveis para marcar presença em Sabariz na edição de 2017.

As tradições minhotas dar que falar na Europa

Presente na iniciativa, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, deixou palavras de elogio para os voluntários que de forma altruísta e abnegada dão vida a estas e outras iniciativas do extenso programa da Rota das Colheitas, que do primeiro fim de semana de agosto ao ultimo de novembro, se desdobra em mais de 30 iniciativas de promoção da genuinidade da tradição e da cultura minhota. Iniciativas que imprimem uma dinâmica assinalável no território, incrementando a economia local e contribuindo de forma categórica para a preservação e divulgação da herança cultural vilaverdense.

A Festa do Caldo do Pote é um bom exemplo disso mesmo e o edil virou de seguida atenções para as verdadeiras estrelas da festa, ao pedir uma salva de palmas para todos os cozinheiros e cozinheiras que durante a noite prepararam mais de mil litros de caldo para servir a vilaverdenses e visitantes. António Vilela não disfarçou o regozijo com o enorme sucesso de uma iniciativa que já chegou à Alemanha, contribuindo de forma categórica para a promoção das tradições portuguesas e para a promoção da freguesia de Sabariz e do concelho de Vila Verde na Europa.

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VILAVERDENSES ACELERAM EM CARRINHOS DE ROLAMENTOS

A adrenalina das corridas de Carrinhos de Rolamentos e Rodas está de regresso a Lanhas!

A adrenalina das corridas de carrinhos de rolamento e rodas está de regresso a Lanhas. A iniciativa tem crescido de forma gradual e consistente ao longo dos anos, afirmando-se de forma cada vez mais perentória na agenda desportiva da região. De tal forma, que extravasou amplamente as fronteiras do concelho e conquistou ‘nuestros hermanos’, que chegam a Lanhas vindos de vários pontos do Norte de Espanha para colocarem as suas ‘máquinas’ no asfalto e/ou assistirem à competição. A VI Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas tem lugar no próximo domingo, 18 de setembro, a partir das 15h00.

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A própria decoração não é deixada ao acaso e muitos veículos primam pela originalidade. Mas a aparência não chega e na hora da prova é preciso destreza e velocidade para almejar os primeiros lugares da tabela. Em muitos dos casos, os carros são construídos pelos próprios condutores, que destemidamente os manobram pelas ruas íngremes da pista, atingindo velocidades espantosas. A Junta de Freguesia de Lanhas começou a organizar a Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas com o intuito de proporcionar a locais e visitantes um momento diferente de entretenimento, diversão e convívio. Nos últimos anos, a afluência aumentou e a prova tem contribuído de forma categórica para a divulgação da freguesia de Lanhas e do concelho de Vila Verde e, por conseguinte, para a promoção e valorização do território.

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A nostalgia também tem lugar numa prova que representa uma viagem no tempo para muitos dos elementos da plateia, que recordam com nostalgia uma das suas brincadeiras favoritas nos tempos de juventude. Os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição na sede da Junta de Freguesia de Lanhas ou através do endereço de e-mail carrinhosrolamentos@gmail.com. A VI Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas de Lanhas é organizada pela Junta de Freguesia local e insere-se na programação alargada na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro de desdobra em mais de 30 iniciativas dedicadas à promoção do mundo rural e da tradição da cultura minhota.

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TOCADORES DE CAVAQUINHO JUNTAM-SE EM VILA VERDE

O INATEL promove o Encontro Nacional de Tocadores de Cavaquinho que terá lugar em Vila Verde no próximo dia 5 de Outubro de 2016. Trata-se de uma iniciativa conjunta da Fundação INATEL e do Município da Vila Verde, no recinto da Festa das Colheitas.

As inscrições dos grupos de cavaquinhos participantes terão de ser feitas até dia 30 de Setembro, através do preenchimento da respetiva ficha de inscrição.

Este Encontro tem uma componente de arruadas e de atuações em palco.

A organização garante o almoço a todos os tocadores de cavaquinho que se inscreverem dentro dos prazos regulamentados.

Nome do evento: Encontro Nacional de Tocadores de Cavaquinho 2016

Datas e Local: Vila Verde | 05 de Outubro de 2016 (Recinto da Festa das Colheitas)

PROGRAMAÇÃO

09h00 – Abertura do Secretariado (confirmação do grupos)

Local - Tenda de Conferências - Campo da Feira

10h00 – Inicio de atuações no Palco Local - Recinto da Feira (Palco das Colheitas)

10h30 – Inicio das Rusgas pelo recinto da Feira

12h30 – Almoço

Local -Restaurantes / Tasquinhas no recinto do evento

14h00 – Continuação das atuações no Palco

Local - Recinto da Feira (Palco das Colheitas)

14h30 – Continuação das Rusgas pelo recinto da Feira

20h00 – Uníssono (Encerramento do Encontro)

EXPOSIÇÃO 10:00H AS 20:00 - EXPOSIÇÃO E OFICINAS DE INSTRUMENTOS DE CORDAS

Local - Tenda de Conferências - Campo da Feira Inscrições até dia 30 de Outubro (através de ficha de inscrição própria)

Co-organização: Fundação INATEL e Município de Vila Verde

Colaboração: Grupo de Cavaquinhos de Soutelo / Estrelas Milenares Associação

Logótipos a inserir:

  • Fundação INATEL;
  • Municio de Vila Verde
  • Grupo de Cavaquinhos de Soutelo

Contactos: INATEL de Braga

Fundação INATEL

Avenida Central 77

4710-228 Braga

Tel. 253 613 320

Email: Raul.fernandes@inatel.pt

Inatel.braga@inatel.pt

Inscrições até dia 30 de Outubro (através de ficha de inscrição própria)

VILA VERDE SERVE CALDO DO POTE

A Alemanha também já se rendeu à Festa do Caldo do Pote de Sabariz!

Organização perspetiva um consumo na ordem dos mil litros de caldo

Está aí à porta uma das mais conhecidas e emblemáticas atividades da Rota das Colheitas. A Festa do Caldo do Pote traz anualmente milhares de visitantes a Sabariz, concelho de Vila Verde, que chegam de todos os pontos do país, ávidos para provar o sabor da tradição.

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Este ano a organização elevou a fasquia e prepara-se para receber também uma comitiva alemã, que já se rendeu ao sabor inconfundível do caldo confecionado com os produtos colhidos da terra pela mão dos agricultores locais, num pote de ferro colocado diretamente sobre o lume da fogueira, tal como manda a tradição minhota. A edição de 2016 da Festa do Caldo do Pote decorre no próximo sábado, 17 de setembro. A abertura das portas está marcada para as 16h00, meia hora mais tarde começam a ser servidas as pataniscas e às 19h00 em ponto saem os primeiros caldos.

As pataniscas continuam a sair quentinhas durante todo o evento, acompanhadas pelo bom vinho da região, e não faltará também a animação musical, com as atuações da Escola de Concertinas de Sandes e do grupo ‘Os Amigos da Paródia’, de Parada de Gatim. Mas não há volta a dar, as grandes estrelas do evento são mesmo as 22 variedades de caldo com que a organização vai brindar os visitantes. No ano passado venderam-se perto de mil litros de caldo e as previsões para este ano são bastante otimistas. A iniciativa é organizada em conjunto pela Junta de freguesia de Sabariz e pela Associação Popular de Sabariz, inserida na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em mais de 30 iniciativas de promoção da cultura popular e de divulgação das raízes da tradição minhota.

O excelente ambiente de convívio e confraternização que se vive no recinto assume-se como um dos predicados da Festa do Caldo do Pote, uma iniciativa que já extravasou as fronteiras do país e conquistou adeptos fora de portas. Tudo começou no final de 2015, quando a iniciativa foi replicada na Alemanha por um grupo de emigrantes locais com o apoio de uma comitiva lusitana, que saiu de Sabariz rumo às terras bávaras para ajudar na organização da primeira Festa do Caldo do Pote da Alemanha. Este ano Vila Verde recebe a visita de um grupo de nativos e emigrantes, que chegam de Dusseldorf para enriquecer a festa, já que além de participarem como visitantes também trazem cozinheiros que vão confecionar alguns caldos. A informação foi avançada pelo presidente da Junta de Freguesia de Sabariz, revelando ainda que está já na calha o estabelecimento de uma parceria mais forte e duradoura com o seu congénere alemão.

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ROTA DAS COLHEITAS EM VILA VERDE LEVA PARTICIPANTES Á DESCOBERTA DAS RAÍZES DA TRADIÇÃO MINHOTA

Mais de 70 participantes no Trilho ‘À Descoberta do Vale do Homem’

A excelência da gastronomia regional e as deslumbrantes paisagens naturais do Vale do Homem foram dois dos grandes atrativos do passado do fim-de-semana, 10 e 11 de setembro, no concelho de Vila Verde. A programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, continua a levar os participantes numa viagem à descoberta das raízes da tradição minhota e conta, até ao momento, com mais de uma dezena de iniciativas de promoção e divulgação do genuíno pulsar do mundo rural, numa epopeia que se estende de agosto a novembro.

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Nas primeiras horas da manhã de domingo, 11 de setembro, mais de sete dezenas de apaixonados pela natureza concentravam-se na sede da Junta de Freguesia de Lanhas, preparados para descobrir a beleza das verdejantes paisagens naturais das freguesias de Lanhas e Sabariz. Dos velhos moinhos às novas plantações de mirtilos, passando pelas casas rurais, pelas levadas e pelos terrenos de cultivo, entre muitos outros, o Trilho ‘À Descoberta do Vale do Homem’ levou os participantes por um encantador percurso rural.

A iniciativa, organizada pela Associação de Freguesias do Vale do Homem (AFVH), conta de ano para ano com um número cada vez maior de participantes e cumpre de forma categórica o objetivo a que se propôs, a divulgação e promoção da região do Vale do Homem. A informação é avançada pelo presidente da AFVH, Paulo Jorge Fernandes, que fez um balanço extremamente positivo de um evento que “permitiu divulgar os usos e tradições locais, bem como a beleza das paisagens da nossa região”.

Os caminhantes apresentaram-se cheios de energia e não seria caso para menos, uma vez que foi fim-de-semana de Papas de Sarrabulho e Rojões à Moda do Minho no Restaurante do Alívio, que se juntou à Rota com um dos mais afamados pratos da gastronomia minhota. O sabor único destas iguarias da cozinha regional fez as delícias de vilaverdenses e visitantes, que puderam complementar a visita com uma passagem pelo célebre Santuário do Alívio, localizado nas imediações do restaurante, e com o trilho ‘À Descoberta do Vale do Homem’.

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VILA VERDE PROMOVE GASTRONOMIA MINHOTA

Gastronomia minhota e desporto de natureza no próximo fim-de-semana da Rota das Colheitas!

A programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, tem levado os participantes numa viagem à descoberta das raízes da tradição minhota e conta, até ao momento, com mais de uma dezena de iniciativas de promoção e divulgação do genuíno pulsar do mundo rural.

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A epopeia prolonga-se até ao final de novembro e continua já no próximo fim de semana, 10 e 11 de setembro, com dois excelentes atrativo: a excelência da gastronomia regional e as deslumbrantes paisagens naturais do Vale do Homem. A Feira Tradicional da Lage, marcada para o dia 11 de setembro, teve que ser cancelada por motivos de logística.

O Restaurante do Alívio, em Soutelo, juntou-se à Rota com um dos mais conhecidos e apreciados pratos da região. As Papas de Sarrabulho e os Rojões à Moda do Minho vão ajudá-lo a recuperar energias para seguir uma programação vasta e diversificada. Os rojões e as papas saem quentinhos durante todo o fim de semana e vão certamente fazer as delícias de vilaverdenses e visitantes, que podem aproveitar a viagem para visitar um dos mais afamados locais de culto de toda a Zona Norte do país, o Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localizado nas imediações do restaurante.

À descoberta da imensa beleza natural do Vale do Homem

Depois de uma refeição farta e saborosa, nada melhor que uma boa caminhada para desgastar calorias. Os amantes da natureza não vão querer perder um trilho que vai levar os participantes à descoberta do Vale do Homem, passando pelas freguesias de Lanhas e Sabariz. As maravilhas naturais das freguesias de Sabariz e Lanhas aparecem em lugar de destaque, com paisagens deslumbrantes e um percurso encantador. A vegetação densa e verdejante, rompida por impetuosamente pelos cursos de água, forma paisagens naturais que compõem quadros de enorme beleza e que espelham o encanto da região minhota em toda a sua plenitude. O trilho ‘À Descoberta do Vale do Homem’ tem lugar já no próximo domingo, 11 de setembro, e a concentração está marcada para as 08h30, na sede da Junta de Freguesia de Lanhas.

Feira Tradicional da Lage cancelada

A outra iniciativa marcada para o próximo domingo, 11 de setembro, teve que ser cancelada por questões de logística. As condições meteorológicas adversas dos últimos anos retiraram algum fulgor à Feira Tradicional do Monte de Santa Helena e a proliferação de feiras nas freguesias e concelhos limítrofes reduziu o número de feirantes e a organização vai mudar o figurino do evento nos próximos anos. O presidente da Junta, Carlos Pedro Castro, confirmou que a freguesia da Lage vai continuar com a participar Na Rota das Colheitas com duas iniciativas, mas a Feira Tradicional será substituída no próximo ano por outro evento relativo às colheitas e à tradição do mundo rural. De pedra e cal continua a ‘Matança da Ceba, Rejoada e Sopas de Cavalo Cansado’, uma recriação que decorre nos moldes tradicionais, que este ano tem lugar a 11 e 12 de novembro.

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VILA VERDE: AGRIDOCE FOI UM SUCESSO E SUPEROU AS MELHORES EXPECTATIVAS

A Feira de Agricultura e Doçaria ganha terreno na agenda cultural da região

A AgriDoce é já uma das imagens de marca da freguesia de Cabanelas e continua a consolidar a sua posição na agenda cultural da região, atraindo a Cabanelas milhares de visitantes durante os três dias do evento.

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A edição deste ano, que decorreu de 02 a 04 de setembro, foi um sucesso e superou as melhores expectativas da organização. A garantia foi dada pelo presidente da Junta de Freguesia, que, naturalmente, faz um balanço extremamente positivo do evento, vincando que o objetivo primeiro da Feira de Agricultura e Doçaria é a promoção da cultura minhota e, subsequentemente, a divulgação da freguesia e do concelho em toda a região.

A iniciativa incluiu ainda uma componente solidária, uma vez que as receitas revertem a favor das obras na residência paroquial.

Vários motivos de interesse

Durante três dias, a freguesia de Cabanelas celebrou a sua herança cultural. As grandes estrelas da festa foram os alimentos frescos, cultivados de forma tradicional pelos agricultores locais, e a doçaria, confecionada com mestria por mãos muito experimentadas nestas andanças. Os animais vivos e o artesanato juntaram-se aos produtos hortícolas e aos doces, numa mostra do pulsar genuíno do mundo rural, num programa alargado que incluiu um leque bastante diversificado de atividades. O maior destaque vai para a recriação de uma desfolhada de milho à moda antiga, em que não faltou sequer a malga de vinho a rodar entre os trabalhadores para fortalecer o corpo e o espírito, e para o cortejo etnográfico, com um desfile que retratou algumas profissões de outrora.

Um tributo ao mundo rural

O célebre vinho doce, as iguarias típicas da cozinha regional (em que ganha lugar de destaque a broa com chouriço e sardinhas, um dos pitéus mais apreciados pelos visitantes), a concentração de motorizadas, o folclore e a música popular foram outros dos atrativos do evento. Um tributo ao mundo rural, de um povo que tem orgulho nas suas origens e nas suas tradições, como vincou o presidente do Município de Vila Verde. António Vilela deixou também rasgados elogios às largas dezenas de populares, que de forma abnegada e voluntária uniram uma vez mais esforços para promover a cultura popular, a freguesia de Cabanelas e o concelho de Vila Verde.

Valorização da freguesia e do concelho

Por sua vez, o presidente da Junta de Freguesia local não escondeu a satisfação com o crescimento da AgriDoce, que apresentou este ano um número de visitantes e um volume de receita bastante superiores aos de anos transatos. António Esquível aproveitou também para agradecer o empenho de todos os voluntários que se associaram à organização do evento e frisou a importância da Feira de Agricultura e Doçaria na divulgação e valorização da freguesia e do concelho.

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VILA VERDE COMEMORA 3º ANIVERSÁRIO DO MUSEU DO LINHO

A freguesia de Marrancos, em Vila Verde, comemorou o 3º aniversário do Museu do Linho e recriou uma espadelada tradicional

A chama da tradição continua bem viva em Marrancos!

A freguesia de Marrancos voltou a celebrar a riqueza da herança cultural minhota com a recriação de uma tradicional Espadelada do Linho. A iniciativa, que teve lugar durante a tarde de ontem (3 de setembro), serviu também para festejar o terceiro aniversário do Museu do Linho, o único museu nacional dedicado integralmente ao ciclo do linho, desde a sementeira até aos belos bordados que chegam às nossas casas. S. Pedro deu uma ajuda e brindou organização e participantes com uma soalheira tarde de Verão.

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A recriação da espadelada abriu as hostilidades e deu o mote para uma viagem no tempo, que levou participantes e intervenientes a recuarem dezenas de anos na história vilaverdense. Trajadas a preceito, com as vestes de outrora, mais de duas dezenas de mulheres manuseavam as alfaias artesanais utilizadas no processo de transformação da viçosa e verdejante planta do linho, que depois da colheita ainda tem de percorrer várias etapas até chegar ao tear. De seguida, começou o encontro de cantares tradicionais do ciclo do linho, que contou com a participação da associação Cultural e Recreativa de Marrancos e de grupos convidados do vizinho concelho de Ponte de Lima. Para o final da tarde estava marcado um convívio à boa moda minhota com uma farta merenda e muita alegria à mistura.

Visitantes de vários continentes

Pelo meio, decorreram também algumas visitas guiadas ao Museu do Linho, que celebrava o terceiro aniversário. As visitas foram conduzidas pelo Sr. Abílio Ferreira, um especialista na matéria e um dos principais responsáveis pela preservação e divulgação desta prática ancestral, que divertidamente foi elucidando os visitantes sobre todo o ciclo do linho, desde a sementeira até ao tear. Com três anos de existência, o Museu do Linho conta já com milhares de visitantes vindos de vários pontos do planeta. Além de inúmeros países europeus, já recebeu visitas da Nova Zelândia, Argélia, Israel e Venezuela, entre outros.

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Valorizar a tradição e promover o território

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde não poupou elogios à organização do evento. António Vilela felicitou o presidente da ARC de Marrancos, Abílio Ferreira, o grande mentor do projeto e mecenas que doou o espólio existente no museu, e a presidente da Junta da União de Freguesias de Arcozelo e Marrancos, Anabela Fernandes, pelo afinco e determinação na divulgação desta prática ancestral que faz parte da cultura da nossa região. Um esforço meritório que permitiu preservar a tradição pela transmissão destes saberes às gerações mais novas e, em simultâneo, valorizar e promover o território.

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O linho e os Lenços de Namorados

“Hoje é um dia de particular felicidade por celebrarmos o aniversário do Museu, que representa as nossas origens, e por participarmos numa iniciativa de promoção da tradição e dinamização do território. Em tempos o linho foi importante na nossa economia e hoje consegue continuar a sê-lo. Esta herança cultural foi muito bem aproveitada e gera atratividade para o território, mobiliza a economia e o impulsiona o desenvolvimento”, afirmou o edil, recordando os belos bordados de linho que se faziam na região, entre os quais se destacaram os Lenços de Namorados, que hoje são um dos maiores ícones culturais vilaverdenses.

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VILA VERDE REALIZA FESTA DO LINHO

Marrancos organiza espadelada tradicional e festeja o 3º aniversário do Museu do Linho!

A tradição continua bem viva na freguesia de Marrancos, que organiza no próximo sábado (3 de setembro) a recriação da prática ancestral da espadelada do linho, garantindo a preservação dos saberes da cultura popular, que são transmitidos às gerações mais jovens.

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Uma iniciativa aberta a toda a população, em que vilaverdenses e visitantes poderão assistir ao vivo aos vários processos artesanais de transformação da planta do linho. A iniciativa vai decorrer nas imediações do Museu do Linho, que celebra o 3º aniversário. Este é o único museu nacional dedicado integralmente ao ciclo do linho, desde a sementeira até aos belos bordados que chegam às nossas casas.

O evento arranca pelas 15h30, com a recriação das várias etapas do ciclo do linho. Os trajes de outrora, as alfaias agrícolas, os métodos artesanais… tudo como manda a tradição. Uma espadelada preparada a preceito para levar os visitantes numa autêntica viagem no tempo à descoberta da herança cultural da região minhota. Pelo meio são esperadas as divertidas visitas dos ‘Mascarados Sem Juízo’, que vêm animar a festa com as suas diabruras. Uma hora mais tarde começa o encontro de cantares tradicionais do ciclo do linho, que conta com a participação da associação local e de grupos convidados.

Visitas guiadas, folclore e uma boa merenda

Durante a tarde, os interessados podem ainda participar numa das visitas guiadas ao Museu do Linho. A animação continua pela tarde dentro, com a atuação do Rancho Folclórico de Marrancos, que deverá começar às 17h30, seguindo-se um encontro de concertinas, cantares e danças minhotas. Ao final da tarde, pelas 19h00, é hora de repor energias e aconchegar o estômago com uma farta merenda à boa moda minhota. Espera-se uma tarde carregada de simbolismo e com muita animação à mistura, numa mostra genuína do verdadeiro pulsar do mundo rural e da cultura popular.

Décadas a recriar a espadelada do linho

A recriação da espadelada tradicional do linho é começou a ser organizada na freguesia ainda nos anos oitenta do século passado, impulsionado pelo especialista local, Abílio Ferreira, numa ação que permitiu preservar e divulgar esta tradição local. A iniciativa é organizada pela Associação Cultural e Recreativa de Marrancos em conjunto com a União de Freguesia de Marrancos e Arcozelo e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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VILA VERDE: CABANELAS É AGRIDOCE

Agricultura e doçaria de mãos dadas na Agridoce de Cabanelas!

A agricultura e a doçaria voltam a caminhar de mãos dadas Na Rota das Colheitas e dão o mote para um fim-de-semana extremamente interessante na freguesia de Cabanelas.

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A Agridoce tem conquistado os visitantes pelo estômago, com os alimentos frescos e saudáveis cultivados de forma tradicional pelos agricultores locais e a doçaria confecionada pelas mãos experimentadas mestres locais, mas não só.

O evento apresenta-se como uma verdadeira mostra do que de melhor a freguesia e a região minhota têm para oferecer, com destaque para o célebre vinho doce, as iguarias mais típicas da cozinha regional (em que ganha lugar de destaque a broa com chouriço e sardinhas, um dos pitéus mais apreciados pelos visitantes), o folclore, a música popular, as belas peças de artesanato e a recriação da prática ancestral da desfolhada do milho.

A iniciativa, organizada pela comunidade de Cabanelas, decorre de 2 a 4 de setembro, nas imediações da igreja paroquial, e insere-se na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

Antecipam-se três dias de festa e diversão com um programa atrativo, que se apresenta como um tributo ao mundo rural, de um povo que tem orgulho nas suas origens e nas suas tradições. A Feira de Agricultura e Doçaria começa já na próxima sexta-feira, com a abertura do recinto pelas 21h00. Meia hora mais tarde tem lugar a sempre divertida e animada atuação dos ‘Amigos da Paródia’.

No dia seguinte, 3 de setembro, os interessados podem visitar a feira durante o dia e participar nas atividades marcadas para a noite, com uma tradicional desfolhada de milho, pelas 21h00, a que se seguem os espetáculos de música ao vivo dos artistas Anabella e Hélder Miranda.

O último dia, 4 de setembro, é o que apresenta a agenda mais preenchida, com várias atividades desde o raiar da aurora até ao final da tarde. O dia começa com uma manifestação religiosa, com uma Eucaristia marcada para as 08h30.

Os amantes das duas rodas não foram esquecidos e o Passeio de Motorizadas de 50c arranca às 10h00. As inscrições têm um custo de 10€ e incluem almoço e uma lembrança para todos os participantes. Meia hora mais tarde, os ritmos quentes da dança chegam ao recinto com uma Mega Aula de Zumba gratuita, aberta a toda a população.

No período vespertino, destaque para o cortejo etnográfico, marcado para as 15h00, e o encontro de folclore, que começa às 18h00. Estão reunidos todos os condimentos para mais um fim de semana de festa e de tributo a herança cultural minhota Na Rota das Colheitas.

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VILA VERDE: ESPETÁCULOS ANIMAM PICO DE REGALADOS

O Pico de Regalados respirou cultura com três noites de espetáculos ao vivo!

O Pico de Regalados respirou cultura durante o último fim-de-semana, 26 a 28 de agosto, com três noites de espetáculos ao vivo. Música tradicional, teatro, dança, folclore, poesia e fado, numa iniciativa com grande diversidade de manifestações artísticas que encheram de cor e alegria o centro da vila.

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O cartaz prometia, o público não se fez rogado e aderiu em massa ao evento. Durante as três noites, brindou os artistas e a organização com belas molduras humanas que tornaram a ocasião ainda mais especial. O cartaz contou com um misto de atores locais e artistas convidados. Esta aposta permitiu voltar a cumprir um dos objetivos da iniciativa, a promoção e divulgação do potencial de coletividades e individualidades locais, mantendo uma grande variedade de expressões artísticas.

Na primeira noite, 26 de agosto, as performances apelaram ao sentimento, com um concerto de Fado e uma sessão de declamação de poesia, atividades de grande carga emocional.

No dia seguinte, a toada mudou e a alegria animação do folclore tomou conta do recinto, a que se somou ainda uma divertida peça de teatro que levou os espetadores numa viagem pelo passado.

Ontem, 28 de agosto, o serão foi de dança, com o vigor dos Pauliteiros de Miranda, e de música tradicional, com a atuação do Grupo Verde Canto. As Noites Temáticas são organizadas pela Junta da União de Freguesias do Pico de Regalados, Gondiães e Mós, e inserem-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

“Promover a tradição e a etnografia minhota”

A organização faz um balanço extremamente positivo de um evento que voltou a alcançar as metas a que se propôs e que se vai consolidando de ano para ano, garantindo já um lugar privilegiado na agenda cultural da região.

“Estamos muito satisfeitos com a adesão popular, com a qualidade dos momentos culturais e com a diversidade de espetáculos, que permitiu também promover a tradição e a etnografia minhota”, afirmou o autarca local.

 César Cerqueira revelou ainda que os principais objetivos das noites temáticas passam por divulgar as potencialidades dos artistas locais e criar um cartaz cultural atrativo, planeado para enriquecer o programa de verão da vila e atrair visitantes ao centro do Pico, dinamizando o comércio e a economia local.

“Grande diversidade de manifestações artísticas”

A vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes, deixou rasgados elogios ao trabalho desenvolvido pela comunidade picoense na promoção da cultura, apresentando uma “grande diversidade de manifestações artísticas” e assumindo-se como “um palco privilegiado para a promoção das associações locais, a que se juntam os artistas convidados para serões muito interessantes”.

Júlia Fernandes concluiu reforçando a importância da iniciativa na “preservação e promoção das tradições locais”. A programação Na Rota das Colheitas, que se estende de agosto a novembro em mais de 30 iniciativas, continua já no próximo fim de semana com a Agridoce – Feira de Agricultura e Doçaria, em Cabanelas, e com a Espadelada do Linho, em Marrancos.

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