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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VILAVERDENSES COMPETEM NA COLUMBOFILIA

Sociedade Columbófila de Prado encerrou a campanha 2017 com entrega de prémios e jantar convívio!

A Sociedade Columbófila da Vila de Prado reuniu a ‘família’, no passado dia 15 de novembro, para encerrar com chave de ouro a campanha de 2017. O serão juntou cerca de oitenta pessoas, entre associados e familiares, num jantar de convívio e confraternização, que incluiu também a cerimónia de entrega de prémios aos vencedores das competições internas organizadas pela coletividade. A sessão contou também com a presença do presidente da Junta de Freguesia da Vila de Prado, Albano Bastos, do Secretário da Junta, Higínio Castilho, e do vereador do Desporto do Município de Vila Verde, Patrício Araújo.

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Agora é tempo de descansar e recuperar energias, mas o descanso será curto. A campanha de 2018 arranca já em janeiro e estende-se até novembro do mesmo ano, com um total de 18 provas, divididas em três categorias distintas. São seis provas de Velocidade (até 250 Kms de distância), seis provas de Meio Fundo (300 a 450 Kms de distância) e de Fundo (500 a 1000 Kms de distância). Distâncias impressionantes, que atestam de forma categórica a capacidade de resistência e o enorme sentido de orientação destas aves, meticulosamente treinadas pelos amantes da arte antiga da columbofilia.

A Sociedade Columbófila da Vila de Prado comemorou este ano o 35º aniversário, apresentando-se como uma associação com história e pergaminhos na Vila de Prado, no concelho e em toda a região, com participações em várias provas nacionais e internacionais. A columbofilia é um desporto que já viu melhores dias a nível nacional (já teve mais praticantes), mas que mantém na Vila de Prado um núcleo sólido de amantes da arte e a associação está de pedra e cal na freguesia. Tem a sua sede em instalações cedidas pela Câmara Municipal de Vila Verde na antiga escola de Francelos.

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ROTA DAS COLHEITAS LEVOU A VILA VERDE DEZENAS DE MILHARES DE VISITANTES

Rota das Colheitas 2017: Quatro meses, 35 iniciativas e largas dezenas de milhares de visitantes!

Ao longo de quatro meses consecutivos (agosto a novembro), o concelho de Vila Verde foi palco de 35 iniciativas de promoção e divulgação da genuína tradição da cultura popular do Minho. Um autêntico turbilhão de experiências. O público não se limitou a assistir e foi incentivado a participar. A recriar as tradições e costumes antigos. A malhar o centeio e desfolhar o milho, a espadelar o linho e pisar as uvas, a cantar e dançar ao som da música popular.

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No fim, senta-se toda a gente em torno de uma mesa farta, recheada com a iguarias da cozinha minhota e o excelente vinho verde da região. Vilaverdenses e visitantes, amigos de longa data e completos desconhecidos, todos juntos num ambiente de convívio e alegria que caracteriza as hospitaleiras gentes de Vila Verde. Com tantos predicados, o resultado não poderia ser outro, largas dezenas de milhares de visitantes que chegaram a Vila Verde e se deixaram conquistar pelos saberes e sabores do mundo rural.

Valorizar o território, dinamizar a economia e divulgar a tradição

Contas feitas, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, não escondeu a satisfação pela imensa adesão popular a uma programação que continua a valorizar o território vilaverdense enquanto divulga e promove a genuína tradição do Minho. “Ao longo de quatro meses, tivemos mais de 30 iniciativas espalhadas um pouco por todo o território, muitas das quais com uma afluência popular incrível, que permitiram promover as nossas tradições e as potencialidades do mundo rural. O balanço é extremamente positivo. Tivemos um enorme retorno do investimento realizado pela grande dinâmica que imprime na economia local, atraindo a Vila Verde pessoas de vários pontos do país”, afirmou o edil.

A união faz a força

António Vilela prosseguiu deixando fortes palavras de apreço para todos que contribuíram para o sucesso desta epopeia. “Faço um agradecimento público a todas as juntas, associações, instituições e privados que se envolveram nesta dinâmica da Rota das Colheitas e da Festa das Colheitas, uma iniciativa que conheceu este ano o maior sucesso de sempre, com grande adesão popular. Já é um desafio ganho, mas queremos continuar a crescer e evoluir nos próximos anos”, rematou.

Hospitalidade vilaverdense é um dos pontos chave

Por seu turno, a vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, Júlia Fernandes, sublinhou o crescimento acentuado de diversas atividades, que deixa perspetivas de futuro bastante animadoras. “Foram quatro meses de muita atividade, com dezenas de iniciativas que percorreram quase todo o concelho. Houve uma grande adesão popular e é claramente uma fórmula de sucesso. Os visitantes podem participar, sentam-se à mesa connosco e sentem-se bem-vindos. Os vilaverdenses recebem tão bem que as pessoas ficam agradavelmente surpreendidas e com vontade de regressar”, referiu, acrescentando que o concelho recebeu “muitos milhares de visitantes, em ações de divulgação da tradição local e valorização do território”.  Júlia Fernandes concluiu frisando que a Rota cumpre também a missão pedagógica de transmitir conhecimentos às gerações mais novas para perpetuar estes saberes.

VILAVERDENSES MERGULHAM NO RIO CÁVADO NA PASSAGEM DE ANO

A Vila de Prado recebe o novo ano com um Mergulho no Cávado!

Ao primeiro domingo de cada ano, algumas dezenas de bravos juntam-se na praia fluvial do Faial, na Vila de Prado, para receber o novo ano com um Mergulho no Cávado. Uma tradição recente, que vem ganhando raízes e parece estar para ficar. O primeiro domingo de 2018 calha a 07 de janeiro e é precisamente nesse dia, pelas 11h15, que pradenses e visitantes vão receber o novo ano com uma onda de frescura.

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O Mergulho no Cávado – 1º Domingo do Ano é uma atividade aberta a toda a população e que cumpre um duplo propósito. Além de procurar estimular o convívio e a confraternização entre os participantes, a iniciativa visa também refrescar e alertar consciências para a imensa riqueza de um dos símbolos maiores do património natural da Vila de Prado, o rio, que deverá continuar a ser cuidado e preservado para bem das gerações presentes e vindouras.

A iniciativa nasceu há quatro anos da vontade de um grupo de pradenses, encabeçado por António Silva (mais conhecido por Mousinho), que abandonaram a velha máxima de entrar no novo ano com o pé direito e decidiram atirar-se de cabeça, com um refrescante mergulho na Praia Fluvial do Faial.

VILA VERDE NAMORA PORTUGAL

Começou a contagem decrescente para a edição de 2018 de ‘Fevereiro – Mês do Romance’. Vila Verde: Inscrições estã abertas para o XV Concurso Internacional de Criadores de Moda

Estão abertas as inscrições para o XIII Concurso Internacional de Criadores de Moda e estendem-se até ao dia 05 de janeiro de 2018. O Município de Vila Verde e a Cooperativa Aliança Artesanal voltam a desafiar designers e estilistas a conceberem peças contemporâneas de moda, subordinadas ao tema “Lenços Namorar Portugal: escritas de amor”, inspiradas nesta tradição genuína, que remonta ao séc. XVIII. Os interessados em participar podem encontrar o regulamento e as fichas de inscrição endereço eletrónico www.namorarportugal.pt, no separador ‘Concursos’, onde deverão também ser submetidas as fichas de inscrição devidamente preenchidas e os projetos a concurso.

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Os sentimentos e afetos da tradição minhota servem de inspiração para a criação de propostas modernas e arrojadas, numa aliança harmoniosa entre tradição e vanguarda, que culmina com uma noite mágica e inesquecível. A 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, todos os caminhos vão dar a Vila Verde. Estrelas do panorama nacional e internacional da moda, da televisão e da música chegam ao coração do Minho para se juntarem a centenas de casais enamorados para uma noite de elegância e sofisticação.

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Ao prestígio de verem os seus coordenados como estrelas maiores de uma iniciativa de renome no panorama nacional, acrescentam-se seis prémios bastante atrativos (1º, 2º, 3º Lugares, Jovem Revelação, Público, Impacto Visual e Best Fit), que perfazem um total de 2.750 euros para os vencedores. O XV Concurso Internacional de Criadores de Moda integra uma vasta e diversificada programação turístico-cultural, ‘Fevereiro – Mês do Romance’. Do final de janeiro ao início de março, sucedem-se iniciativas um pouco por todo o país, com maior incidência no concelho de Vila Verde, que pretendem afirmar de forma cada vez mais perentória o lema ‘Vila Verde, onde o Amor acontece!’.

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VILAVERDENSES REALIZAM MATANÇA TRADICIONAL DA SEBA

Matança da Seba e Rojoada: Lage voltou a cumprir a tradição minhota e ainda apoiou uma causa solidária!

A Lage voltou a mostrar que a chama da tradição está bem viva na freguesia, com a recriação de uma prática agrícola centenária da região, que outrora se revelava fundamental para a subsistência das famílias das minhotas durante a estação fria.

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A ‘Matança da Seba e Rojoada Solidária’ decorreu passado fim de semana, 01 e 02 de dezembro, e este ano incluiu também um momento desportivo, uma caminhada solidária com aula de Zumba. A iniciativa foi um sucesso e augura-se um futuro bastante auspicioso para as próximas edições. O evento foi organizado pela Junta de Freguesia da Lage e integrou a programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que durante quatro meses se desdobrou em mais de três dezenas de iniciativas de promoção e divulgação da genuína tradição do Minho.

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O primeiro dia de dezembro nasceu com céu limpo e uma temperatura agradável, que se foi mantendo durante o período de luz. Mais tarde, à medida que o sol ia desaparecendo no horizonte e a escuridão se começava a instalar, chegava também o frio e ficavam reunidas as condições ideais para cumprir a prática agrícola centenária. Como é habitual, a médica veterinária Municipal acompanhou no terreno toda a atividade, garantindo o cumprimento escrupuloso das normas legais em vigor. A seba morreu sem sofrimento, após uma descarga elétrica que a deixou inconsciente. De resto, foi tudo à moda antiga, como manda a boa tradição minhota, e a palha a arder foi utilizada para a queima do pelo e para fazer a cora da pele. Depois, altura para o desmanche do animal que outrora alimentava uma família inteira durante grande parte do inverno. No final, tempo para um momento de amizade e confraternização entre os presentes, que iam também aconchegando o estômago com as carnes de porco assadas na brasa e o vinho verde regional.

Rojoada para confraternizar e ajudar o próximo

O serão de sábado (02 de dezembro) trouxe consigo a rojoada, um banquete que junta todos os anos largas dezenas de pessoas num convívio alegre e animado. A iniciativa pretende fomentar a confraternização, reforçar laços na comunidade e implementar uma dinâmica especial na freguesia, além de contribuir para uma causa solidária. Este ano, o jantar contou com a presença de mais de 150 pessoas. O presidente da Junta de Freguesia da Lage, Carlos Pedro Castro, não escondeu a satisfação pela adesão maciça da população. “As pessoas aderiram a esta causa solidária, durante a noite tivemos perto mais de uma centena de pessoas na rojoada e a matança da seba também teve uma participação extraordinária. A iniciativa vem crescendo ao longo destes seis anos, queremos continuar a envolver as pessoas e a evoluir”, afirmou.

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“As pessoas são o que de mais importante existe nas freguesias”

O autarca lagense prosseguiu sublinhando a importância de preservar a cultura popular. “Temos que manter a tradição viva, partilhar os conhecimentos e os saberes tradicionais. Além disso, é muito importante fomentar o convívio, porque as pessoas são o que de mais importante existe nas freguesias. Estas iniciativas também são encontros de gerações, de pessoas que vivem na freguesia e de outras que vivem fora mas são naturais de cá e aproveitam a ocasião para reencontrar velhos amigos. Também há pessoas de fora a aderirem e porque a atividade está a ter cada vez mais projeção”, referiu, acrescentando que a verba angariada este ano reverte para a aquisição de equipamento técnico de saúde para uma lagense de idade avançada, que lhe permitirá ter uma vida mais digna e confortável. Para finalizar, Carlos Pedro Castro deixou um agradecimento sentido a todos os voluntários que se juntaram a esta causa e trabalharam de forma abnegada em prol da freguesia.

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“Momentos únicos de confraternização e partilha”

A vereadora da Cultura do Município de Vila Verde também marcou presença numa iniciativa “que nos transporta à nossa infância e reaviva o espírito de comunidade, em que a família e a vizinhança se juntavam em torno da matança da seba e, posteriormente, se voltavam a reunir para a rojoada, em momentos únicos de confraternização e partilha”. Júlia Fernandes prosseguiu frisando a evolução de uma atividade que começa a atrair muitas atenções e que apresenta ainda um “bom potencial de crescimento”. A ‘Matança da Seba e Rojoada’ estava marcada para novembro, mas acabou por ser adiada por questões de logística e foi a última iniciativa da edição de 2017 da programação alargada Na Rota das Colheitas.

“As pessoas são tão bem recebidas que mostram sempre vontade de voltar”

 A vereadora da cultura não hesitou e fez um balanço “extremamente positivo” da Rota. “Houve uma grande adesão popular. As pessoas são tão bem recebidas que mostram sempre vontade de voltar. Ao longo de quatro meses o concelho viveu uma dinâmica impressionante, com dezenas de iniciativas de promoção da tradição e da cultura popular, de valorização do território e dinamização da economia local”, vincou, deixando ainda um forte agradecimento a todas as freguesias e uniões de freguesia, associações, instituições e particulares que, em parceria com o Município, trabalharam para o sucesso da programação.

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VILAVERDENSES MATAM A SEBA

Lage encerra Rota das Colheitas com recriação da matança da seba e rojoada a favor de causa solidária!

A freguesia da Lage tem, este ano, a seu cargo o encerramento da programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que durante quatro meses se desdobrou em 35 iniciativas de promoção e divulgação da genuína tradição do Minho. No próximo fim de semana, 01 e 02 de dezembro, a freguesia leva os participantes numa viagem ao tempo dos nossos avós com a recriação da matança da seba. Uma prática agrícola fundamental para a subsistência das famílias minhotas, que unia a vizinhança inteira em torno do animal que garantia o aprovisionamento dos mantimentos necessários para enfrentar o rigor do ‘general inverno’. A maior novidade deste ano é que as atividades revertem para uma causa solidária, a Caminhada (com aula de Zumba) e a Rojoada Solidária. A organização da iniciativa está a cargo da Junta de Freguesia da Lage.

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Ao contrário do que tem sido habitual, a participação na Rojoada terá um custo de dez euros por pessoa, que revertem a favor de uma idosa da freguesia. A receita angariada será utilizada para aquisição de equipamentos técnicos que lhe permitam uma vida mais digna e confortável. Haverá ainda uma atividade em estreia, com cariz desportivo e solidário, que arranca ao início da manhã de sábado, 02 de dezembro. A Caminhada Solidária, com aula de Zumba incluída, começa pelas 09h00, vai levar os participantes ao encontro da beleza natural do região e dos ritmos quentes da Zumba, enquanto contribuem para uma causa solidária.

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Lugar de Bouçós recebe a matança da seba

Da parte da tarde, a partir das 16h00, o Lugar de Bouçós recebe uma iniciativa em que tradição e modernidade caminham lado a lado. Ao contrário do que sucedia na prática centenária, agora o animal morre sem sofrimento, após receber uma descarga elétrica que o atordoa e adormece, cumprindo de forma escrupulosa a legislação em vigor. A veterinária municipal também marca presença no evento para assegurar todas as diligências necessárias para cumprir as condições higieno-sanitárias exigidas pela lei. O resto é tudo à moda antiga, como manda a boa tradição minhota.

À medida que o sol vai descendo no horizonte e a temperatura começa a arrefecer, ficam reunidas as condições para cumprir a tradição. A palha a arder é utilizada para a queima do pelo e para fazer a cora da pele. Depois, é altura do desmanche do animal que outrora alimentava uma família inteira durante grande parte do inverno. No final, tempo para confraternizar e degustar as tradicionais sopas de burro cansado.

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Gastronomia, confraternização e solidariedade

O serão de domingo (03 de dezembro) traz consigo a rojoada, um banquete que junta todos os anos dezenas de pessoas num convívio alegre e animado. Família e amigos sentados em torno de uma mesa vasta, a partilhar histórias e memórias, enquanto degustam uma das mais célebres iguarias minhotas. A iniciativa pretende fomentar a confraternização, reforçar laços na comunidade e implementar uma dinâmica especial na freguesia, além de contribuir para uma causa solidária. O jantar vai decorrer nas instalações da Junta de Freguesia da Lage, entidade organizadora do evento, e os rojões começam a ser servidos pelas 20h00.

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VILAVERDENSES CAMINHAM PELAS MARGENS DO RIO HOMEM

A beleza natural do Minho verdejante em destaque no Trilho do Vade e na Caminhada Ambiental ‘Margens do Rio Homem’!

Em pleno Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde Capital do Pica no Chão’, 24 a 26 de novembro, a beleza natural das paisagens do Minho verdejante deu o mote para duas atividades de natureza, o Trilho da Nóbrega e a Caminhada Ambiental ‘Margens do Rio Homem’, que contaram com um total de quase duzentos participantes. Entre levadas e encostas, moinhos de água e cascatas, zonas rochosas ou de vegetação densa, os aventureiros embarcaram numa viagem à descoberta de recatos paradisíacos esquecidos pela perfídia humana, onde a natureza bilha resplandecente no seu estado mais puro.

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No passado sábado, 25 de novembro, três dezenas de pessoas participaram na Caminhada Ambiental ‘Margens do Rio Homem – Entre Terras de Bouro e Vila Verde’. Uma jornada à descoberta da beleza natural das margens do Homem com paragem em diversos pontos de interesse (moinhos, açudes, pontes e praias fluviais, entre outros) e vários momentos de observação da flora autóctone e a avifauna local. Durante o percurso, de 10 Kms, os participantes procederam também à recolha de lixo das margens.

No domingo, tempo para conhecer as encostas das terras altas do Vade e da Nóbrega. O trilho do Vade estendeu-se por um encantador percurso circular de 14Kms, que começou e terminou em Aboim da Nóbrega e pelo caminho levou quase 150 amantes da natureza a (re)descobrirem a imensa do património natural e edificado da região. Além de desfrutarem das magníficas paisagens, os participantes puderam também conhecer diversos pontos de interesse turístico e cultural, como os Moinhos, a Igreja Matriz, a Fonte do Dente de Santo, a Casa da Pequenina, os espigueiros e as cascatas. A iniciativa resulta de uma organização conjunta do Parque de Campismo de Aboim a Nóbrega e da ATAHCA.

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Durante o Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde Capital do Pica no Chão’, nota de destaque ainda para as promoções no alojamento, para a VI Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra e a palestra sobre a biodiversidade. O Museu do Linho, o Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estiveram de portas abertas para receber os visitantes, que puderam ainda aproveitar para conhecer as encantadoras paisagens naturais e a riqueza do património edificado do concelho. A iniciativa insere-se programação turístico cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobrou em 356 iniciativas de promoção e divulgação da genuína tradição do Minho.

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VILA VERDE É UM DOCE

Vila Verde conquistou visitantes pelo estômago com a VII Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra

Os mestres pasteleiros vilaverdenses foram desafiados a apresentar ou reinventar as suas especialidades de pastelaria e não viraram as costas ao desafio. O resultado foi um autêntico festim para o palato.

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A VII Mostra de Doces e Sabores da Nossa Terra, que decorreu durante o passado fim de semana (24 a 26 de novembro), voltou a colocar os ingredientes locais em lugar de destaque. Produtos cultivados pelos agricultores vilaverdenses (amêndoa, chila, maçã, limão e frutos vermelhos, entre outros) que ajudaram a enriquecer as excelentes propostas com que os espaços aderentes brindaram os visitantes. No domingo, 26 de novembro, todas as especialidades foram vendidas com um desconto de 15%.

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Vila Verde conquistou definitivamente os visitantes pelo estômago, já que a iniciativa se inseriu no programa do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’. O Pica no Chão e o Pudim abade de Priscos voltaram a assumir-se como as estrelas maiores da vasta constelação de propostas preparadas pelos chefs vilaverdenses, num fim de semana em que os visitantes beneficiaram de condições especiais e descontos no alojamento.

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Um fim de semana repleto de atividade

O programa foi ainda enriquecido por um leque diversificado de iniciativas como o Trilho da Nóbrega, a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Cávado e o Homem’ e a palestra sobre a biodiversidade. O Museu do Linho, O Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estiveram de portas abertas para receber os visitantes, que aproveitaram também para conhecer as encantadoras paisagens naturais e a riqueza do património edificado do concelho.

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Balanço extremamente positivo

Com a Rota das Colheitas na reta final, recorde-se o testemunho recente, em jeito de balanço, do presidente do Município de Vila Verde, António Vilela. “Ao longo de quatro meses, tivemos mais de 30 iniciativas espalhadas um pouco por todo o território, que permitiram promover as nossas tradições e as potencialidades do mundo rural, muitas das quais com uma afluência popular incrível. O balanço é extremamente positivo. Tivemos um enorme retorno do investimento realizado pela grande dinâmica que imprimiu na economia local, atraindo a Vila Verde pessoas de vários pontos do país”, afirmou o edil.

A VII Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra integrou a programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que, de agosto a novembro, se desdobrou em 35 iniciativas de promoção do território e divulgação da genuína tradição minhota.

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"PICA NO CHÃO" FEZ AS DELÍCIAS EM VILA VERDE

Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’ foi um sucesso!

A edição de 2017 do Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’ foi um êxito tremendo. A garantida foi dada pelos responsáveis de vários restaurantes aderentes, que contaram com casa cheia e vários visitantes de fora do concelho durante os três dias do evento. De 24 a 26 de novembro, milhares de pessoas chegaram a Vila Verde para degustar alguns dos mais apreciados pratos da cozinha minhota, em que se destacam o Pica no Chão e o Pudim Abade de Priscos. Às deliciosas iguarias da gastronomia regional juntaram-se as especialidades de doçaria e pastelaria, os espaços de cultura abertos em horário alargado, os descontos nos espaços de alojamento, as belas paisagens verdejantes e as gentes hospitaleiras, num fim de semana em que não faltaram motivos para vir e ficar por Vila Verde.

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Vila Verde é mesmo a capital do Pica no Chão. A iniciativa foi um sucesso e continua a contribuir de forma categórica para a dinamização da economia local, a valorização da gastronomia regional e a divulgação do território. A garantia foi dada pelos responsáveis pelos estabelecimentos aderentes, que deixaram rasgados elogios. “Correu muito bem, tivemos boa adesão e muitas reservas. Penso que estas iniciativas devem continuar, são importantes”, afirmou Paulo Solha, do Restaurante do Alívio. A opinião é partilhada por Fernando Torres, do Restaurante Torres. “Está a correr muito bem. As pessoas gostam do Pica no Chão e do pudim Abade de Priscos, especialidades locais emblemáticas, e somos visitados por muitas pessoas de fora do concelho. De Braga, Guimarães, do Porto… e até recebemos a visita de alguns espanhóis. O saldo é claramente positivo”, referiu.

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Muitas reservas e muitas pessoas de fora do concelho

Do Restaurante Toca do Lobo chegou outro testemunho encorajador. “As pessoas aderem bastante, é uma excelente iniciativa. Houve boa divulgação e tivemos muitas reservas, veio muita gente de fora. Do Porto, de Braga, de Barcelos…”, frisou José Lobo. Por sua vez, José Manuel Forte, do Restaurante Arroz de Feijão e Companhia, aderiu pela primeira vez a um Fim de Semana Gastronómico que “superou as expectativas”. “Correu muito bem. Também tínhamos outros pratos de carta, mas as pessoas aderiram muito às sugestões [Arroz de Pica no Chão e Pudim Abade de Priscos]. Será para repetir”, afirmou.

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Natureza, doçaria e cultura enriqueceram o programa

Às irresistíveis propostas da gastronomia regional juntou-se um leque diversificado de iniciativas que ajudou a enriquecer o programa. Destaque para os descontos no alojamento, as especialidades de pastelaria da VII Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra e a palestra sobre biodiversidade, para reforçar as boas práticas para preservar e proteger a floresta. O Museu do Linho, o Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estiveram de portas abertas para receber os visitantes, que puderam ainda aproveitar para conhecer a riqueza do património edificado e as encantadoras paisagens naturais do concelho, com destaque para o Trilho do Vade e a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’.

“Balanço extremamente positivo”

Com a Rota das Colheitas na reta final, recorde-se o testemunho recente, em jeito de balanço, do presidente do Município de Vila Verde, António Vilela. “Ao longo de quatro meses, tivemos mais de 30 iniciativas espalhadas um pouco por todo o território, que permitiram promover as nossas tradições e as potencialidades do mundo rural, muitas das quais com uma afluência popular incrível. O balanço é extremamente positivo. Tivemos um enorme retorno do investimento realizado pela grande dinâmica que imprimiu na economia local, atraindo a Vila Verde pessoas de vários pontos do país”, afirmou o edil.

O Fim-de-semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’ integra o Roteiro dos Fins-de-Semana Gastronómicos 2017/18 promovido pela Porto e Norte, ER, que tem como objetivo dar a conhecer os sabores de cada região na Zona Norte do país. Insere-se também na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que, de agosto a novembro, se desdobra em 35 iniciativas de promoção do território e divulgação da genuína tradição minhota.

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VILA VERDE É "CAPITAL PICA NO CHÃO"

Hoje é o último dia do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’!

Está a chegar ao fim mais uma edição do Fim-de-Semana Gastronómico 'Vila Verde, Capital do Pica no Chão!'

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Integrado na programação “Na Rota das Colheitas” e no roteiro dos FSG da Porto e Norte, ER. No entanto, os interessados ainda podem aproveitar o dia de hoje, 26 de novembro, para saborear inúmeras iguarias da gastronomia minhota, em que se destacam o Pica no Chão e o Pudim Abade Priscos.

Duas das mais apreciadas receitas da gastronomia minhota que podem ser apreciadas nos oito restaurantes aderentes, acompanhadas pelo célebre vinho verde produzido na região.

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VILA VERDE REALIZA FIM-DE-SEMANA GASTRONÓMICO

Pica no Chão, Pudim Abade de Priscos, Vinho Verde e muito mais no Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’!

O Município de Vila Verde prepara-se fechar com chave de ouro a edição de 2017 da programação cultural Na Rota das Colheitas, que de agosto a novembro de desdobrou em 35 iniciativas de promoção da genuína tradição do Minho. Durante três dias (24 a 26 de novembro), vilaverdenses e visitantes têm uma oportunidade soberana para degustar algumas das mais apreciadas iguarias da gastronomia minhota, em que se destacam o Pica no Chão, o Pudim Abade de Priscos e o Vinho Verde Regional. No entanto, a diversidade gastronómica é um dos grandes predicados da região e não faltam opções de escolha nas dezenas de restaurantes e unidades de alojamento que aderiram ao Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’, oferecendo aos visitantes condições especiais e excelentes descontos.

De 24 a 26 de novembro, decorre também a VII Mostra ‘Doces e Sabores da Nossa Terra’, em que coloca em destaque as especialidades dos mestres de doçaria e pastelaria, com descontos de 15%, no dia 26 de novembro, nas pastelarias aderentes. Vila Verde prepara-se para conquistar os visitantes pelo estômago, mas não só. O Município de Vila Verde preparou diversas iniciativas para enriquecer o fim de semana, como referiu a vereadora da Cultura, Júlia Fernandes, durante a conferência de apresentação do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, capital do Pica no Chão’, que decorreu hoje (15 novembro), no Salão de Conferências dos Paços do Concelho.

Um fim de semana com vários motivos de interesse

As duas atividades de natureza vão ajudar os participantes a manter a boa forma física e levá-los a conhecer paisagens naturais de rara beleza. A Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’, com um percurso de 10 Kms, tem lugar no dia 25 de novembro, e o Trilho do Vade, com um percurso de 14 Kms, no dia seguinte. Na sexta-feira, 23 de novembro, haverá uma palestra sobre biodiversidade, com associações locais e instituições de ensino superior, para reforçar a importância e as boas práticas para preservar e proteger a floresta. Durante o fim de semana, o Museu do Linho, o Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estarão de portas abertas para receber os visitantes.

“Assistimos a momentos extraordinários de confraternização e partilha!”

Júlia Fernandes mostrou-se ainda bastante contente pelo facto de a programação Na Rota das Colheitas já abranger uma grande parte do território vilaverdense. “Todos os anos novas freguesias aderem à Rota, nota-se da parte das pessoas uma grande vontade de se envolverem e participarem. Para as faixas etárias mais elevadas, é uma forma de reviverem as tradições, recordarem os cheiros da infância e os costumes antigos. Para os mais novos, assume uma função pedagógica para que possam aprender em contexto real os modos de vida e os costumes tradicionais”, afirmou a vereadora da Cultura, acrescentando que chega ao fim da programação de coração cheio: “Assistimos a momentos extraordinários de confraternização e partilha!”.

Valorizar o território, dinamizar a economia e divulgar a tradição

Com a programação Na Rota das Colheitas a entrar na reta final, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, não escondeu a satisfação pela imensa adesão popular a uma programação que continua a valorizar o território vilaverdense enquanto divulga e promove a genuína tradição do Minho. “Ao longo de quatro meses, tivemos mais de 30 iniciativas espalhadas um pouco por todo o território, que permitiram promover as nossas tradições e as potencialidades do mundo rural, muitas das quais com uma afluência popular incrível. O balanço é extremamente positivo. Tivemos um enorme retorno do investimento realizado pela grande dinâmica que imprime na economia local, atraindo a Vila Verde pessoas de vários pontos do país”, afirmou o edil.

Continuar a crescer e a evoluir

António Vilela prosseguiu deixando fortes palavras de apreço para todos que contribuíram para o sucesso desta epopeia. “Faço um agradecimento público a todas as juntas, instituições e privados que se envolveram nesta dinâmica da Rota das Colheitas e da Festa das Colheitas que conheceu este ano o maior sucesso de sempre, com grande adesão popular. Já é um desafio ganho, mas queremos continuar a crescer e evoluir nos próximos anos”, afirmou, acrescentando que o Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’ se enquadra também no Roteiro dos Fins-de-semana Gastronómicos 2017/18 promovido pela Porto e Norte, ER, que tem como objetivo dar a conhecer os sabores de cada região na Zona Norte do país.

CIM CÁVADO PROMOVE SESSÃO DE CAPACITAÇÃO EMPRESARIAL SOBRE “INTERNACIONALZAÇÃO” DE EMPRESAS

A Comunidade Intermunicipal do Cávado e a CEDRAC realizam na próxima quarta-feira, dia 22 de Novembro, a sessão de capacitação empresarial sobre o tema da “Internacionalização”. Esta iniciativa realiza-se pelas 16h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Verde.

Business talks_Eurico Neves

O convidado para abordar esta temática é Eurico Neves, que irá falar sobre “Internacionalização” de empresas, uma temática crítica para o desenvolvimento do território do Cávado, designadamente para o fortalecimento da sua base empresarial. Esta é a terceira sessão que se realiza no âmbito da iniciativa “Up Cávado Business Talks”, tendo as anteriores abordado os temas “Supervendedores” e “Liderança Mobilizadora”.    

A sessão insere-se no âmbito da ‘UP Cávado Business Talks’, que se traduzem em sessões de capacitação empresarial dirigidas a empresários e gestores de PME em domínios estratégicos para a inovação e desenvolvimento empresarial que a CIM Cávado está a promover em todos os municípios. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas em http://upcavado.pt/business-talks/

Recorde-se que o projeto UP Cávado é promovido pela CIM Cávado em conjunto com a INVESTBRAGA e a Agência de Energia do Cávado e conta com o apoio do Programa Operacional Norte2020, através do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional.

evento Eurico Neves

VILA VERDE MANTÉM EM CERVÃES TRADIÇÃO DO PÃO DE MILHO

Forças vivas de Cervães unidas em torno da ‘Tradição dos Nossos Avós - Ciclo de Pão de Milho’!

A chama da tradição está bem viva em Cervães. Se dúvidas houvesse, foram dissipadas pela forte união entre as forças vivas da freguesia em torno da ‘Tradição dos Nossos Avós – Ciclo do Pão de Milho’. Durante três dias, 18 a 20 de novembro, o milho é rei e senhor por terras cervaenses. Exposições, apresentações em vídeo, degustações, momentos musicais e visitas guiadas são algumas das atividades dedicadas a este ícone na agricultura e da ruralidade minhota, que dá também o mote para se conhecer melhor o património natural e edificado da freguesia. As iniciativas decorrem no Centro Social e Paroquial de Cervães.

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O pontapé de saída decorreu ao início do serão de sábado, 18 de novembro, com a abertura da exposição de utensílios e artefactos relacionados com o ciclo do milho, começando pela sementeira, passando pela colheita e pela moagem, até chegar ao forno para dar corpo ao famoso pão de milho da gastronomia regional do Minho. A sessão foi abrilhantada pela atuação musical do grupo Infanto-Juvenil de Cervães, sob a batuta do maestro Alfredo Macedo.

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O pão de milho acabado de sair do forno

A manhã de domingo começou com uma caminhada que levou os participantes ao encontro das belas paisagens naturais da freguesia e a incluiu a visita a um antigo moinho que está a ser alvo de uma intervenção de recuperação. No mesmo dia, durante o período vespertino, decorreu a degustação do pão de milho (cozido no local e servido acabado de sair do forno) e das tradicionais ‘Sopas de Burro Cansado’. A tarde foi ainda animada por uma atuação de folclore. Para hoje, 20 de novembro, estão reservadas as visitas dos estabelecimentos de ensino da freguesia e dos utentes seniores do Centro Social e Paroquial de Cervães.

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A união faz a força

Um evento altamente mobilizador, que conta com a participação de todas as forças vivas da freguesia (grupos, associações, estabelecimentos de ensino, Junta de Freguesia…) e resulta de uma organização conjunta entre a cervaense Maria Amélia Oliveira e o Centro Social e Paroquial de Cervães. A iniciativa insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que, de agosto a novembro, se desdobra em 35 iniciativas de promoção e valorização da genuína tradição minhota.

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Valorizar o património cultural, natural e edificado

‘Tradição dos Nossos Avós – Ciclo do Pão de Milho’ é um evento que surgiu da vontade de promover e valorizar o património cultural, natural e edificado da freguesia. “Procuramos transmitir os valores e a imensa tradição da nossa freguesia. Não podemos deixar de transmitir estes saberes aos mais novos, é essa a nossa primeira preocupação, daí que estas atividades tenham começado nas escolas. Estas iniciativas permitem aos mais velhos recordarem as práticas e vivências tradicionais e são uma excelente forma para alertar os mais novos para a riqueza do património imaterial, edificado e ambiental da nossa freguesia”, afirmou Maria Amélia Oliveira, sem esconder a satisfação pela forte adesão ao evento. “Há um grande espírito de união e colaboração, com todas as forças da freguesia (culturais, cívicas, políticas e religiosas) unidas em torno da atividade”, referiu.

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ROTA DAS COLHEITAS EM VILA VERDE RECRIA CICLO DO PÃO DE MILHO

Cervães celebra a ‘Tradição dos Nossos Avós’ com a recriação do ‘Ciclo de Pão de Milho’

A freguesia de Cervães prepara-se para fazer a estreia nas andanças da Rota das Colheitas com três dias de promoção e valorização da tradição local. Exposições, degustações, momentos musicais e visitas guiadas são algumas das atividades contempladas na iniciativa ‘Tradição dos Nossos Avós - Ciclo de Pão de Milho’, que decorre de 18 a 20 de novembro, no Centro Social e Paroquial de Cervães. Um evento altamente mobilizador, que conta com a participação de todas as forças vivas da freguesia (associações, Junta de Freguesia, estabelecimentos de ensino…), que resulta de uma organização conjunta entre a cervanense Maria Amélia Oliveira e o Centro Social e Paroquial de Cervães.

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A iniciativa surge de uma imensa vontade de valorizar e promover as potencialidades locais. “É uma oportunidade de valorizar a cultura e as tradições, alertando os mais novos para o imenso património da freguesia e para a importância de o cuidar e preservar. Por outro lado, procuramos também divulgar o património natural, temos zonas com excelentes condições para atividades de comunhão com a natureza (caminhadas, trilhos…)”, afirmou Maria Amélia Oliveira, lembrando que a freguesia tem uma forte ligação à natureza e à tradição rural. “Em meados do século XX, ainda existiam 11 moinhos de rodízio [moinho de água com roda horizontal]. Hoje em dia, alguns já estão a ser restaurados, mas a maioria continua em ruínas”, rematou.

Um programa rico e diversificado

A ‘Tradição dos Nossos Avós - Ciclo de Pão de Milho’ arranca ao início do serão de sábado (18 de novembro), pelas 21h00, com a abertura da exposição, que será abrilhantada por uma atuação de música ao vivo. Fotografias, utensílios e artefactos são apenas alguns dos elementos integrantes de uma mostra composta por materiais recolhidos em exclusivo na freguesia de Cervães, que estará aberta ao público durante os três dias do evento.

Degustar o pão de milho acabado de sair do forno

No domingo de manhã haverá uma caminhada que incita ao contacto com a natureza e inclui a visita a um antigo moinho que está a ser alvo de uma intervenção de recuperação. No mesmo dia, durante o período vespertino, decorre a degustação do pão de milho (cozido no local e servido acabadinho de sair do forno) e das tradicionais ‘Sopas de Burro Cansado’, animada por uma atuação de folclore. Para a segunda-feira, 20 de novembro, estão reservadas as visitas dos estabelecimentos de ensino da freguesia e dos utentes seniores do Centro Social e Paroquial de Cervães.

 A iniciativa insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que, de agosto a novembro, se desdobra em 35 iniciativas de promoção e valorização da genuína tradição.

VILA VERDE É CAPITAL DO "PICA NO CHÃO"

Pica no Chão, Pudim Abade de Priscos, Vinho Verde e muito mais no Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’!

O Município de Vila Verde prepara-se fechar com chave de ouro a edição de 2017 da programação cultural Na Rota das Colheitas, que de agosto a novembro de desdobrou em 35 iniciativas de promoção da genuína tradição do Minho. Durante três dias (24 a 26 de novembro), vilaverdenses e visitantes têm uma oportunidade soberana para degustar algumas das mais apreciadas iguarias da gastronomia minhota, em que se destacam o Pica no Chão, o Pudim Abade de Priscos e o Vinho Verde Regional. No entanto, a diversidade gastronómica é um dos grandes predicados da região e não faltam opções de escolha nas dezenas de restaurantes e unidades de alojamento que aderiram ao Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’, oferecendo aos visitantes condições especiais e excelentes descontos.

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De 24 a 26 de novembro, decorre também a VII Mostra ‘Doces e Sabores da Nossa Terra’, em que coloca em destaque as especialidades dos mestres de doçaria e pastelaria, com descontos de 15%, no dia 26 de novembro, nas pastelarias aderentes. Vila Verde prepara-se para conquistar os visitantes pelo estômago, mas não só. O Município de Vila Verde preparou diversas iniciativas para enriquecer o fim de semana, como referiu a vereadora da Cultura, Júlia Fernandes, durante a conferência de apresentação do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, capital do Pica no Chão’, que decorreu hoje (15 novembro), no Salão de Conferências dos Paços do Concelho.

Um fim de semana com vários motivos de interesse

As duas atividades de natureza vão ajudar os participantes a manter a boa forma física e levá-los a conhecer paisagens naturais de rara beleza. A Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha entre o Homem e o Cávado’, com um percurso de 10 Kms, tem lugar no dia 25 de novembro, e o Trilho do Vade, com um percurso de 14 Kms, no dia seguinte. Na sexta-feira, 23 de novembro, haverá uma palestra sobre biodiversidade, com associações locais e instituições de ensino superior, para reforçar a importância e as boas práticas para preservar e proteger a floresta. Durante o fim de semana, o Museu do Linho, o Museu de Arte Sacra das Terras de Regalados, o Museu do Brinquedo e da Brincadeira e o Espaço Namorar Portugal estarão de portas abertas para receber os visitantes.

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“Assistimos a momentos extraordinários de confraternização e partilha!”

Júlia Fernandes mostrou-se ainda bastante contente pelo facto de a programação Na Rota das Colheitas já abranger uma grande parte do território vilaverdense. “Todos os anos novas freguesias aderem à Rota, nota-se da parte das pessoas uma grande vontade de se envolverem e participarem. Para as faixas etárias mais elevadas, é uma forma de reviverem as tradições, recordarem os cheiros da infância e os costumes antigos. Para os mais novos, assume uma função pedagógica para que possam aprender em contexto real os modos de vida e os costumes tradicionais”, afirmou a vereadora da Cultura, acrescentando que chega ao fim da programação de coração cheio: “Assistimos a momentos extraordinários de confraternização e partilha!”.

Valorizar o território, dinamizar a economia e divulgar a tradição

Com a programação Na Rota das Colheitas a entrar na reta final, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, não escondeu a satisfação pela imensa adesão popular a uma programação que continua a valorizar o território vilaverdense enquanto divulga e promove a genuína tradição do Minho. “Ao longo de quatro meses, tivemos mais de 30 iniciativas espalhadas um pouco por todo o território, que permitiram promover as nossas tradições e as potencialidades do mundo rural, muitas das quais com uma afluência popular incrível. O balanço é extremamente positivo. Tivemos um enorme retorno do investimento realizado pela grande dinâmica que imprime na economia local, atraindo a Vila Verde pessoas de vários pontos do país”, afirmou o edil.

Continuar a crescer e a evoluir

António Vilela prosseguiu deixando fortes palavras de apreço para todos que contribuíram para o sucesso desta epopeia. “Faço um agradecimento público a todas as juntas, instituições e privados que se envolveram nesta dinâmica da Rota das Colheitas e da Festa das Colheitas que conheceu este ano o maior sucesso de sempre, com grande adesão popular. Já é um desafio ganho, mas queremos continuar a crescer e evoluir nos próximos anos”, afirmou, acrescentando que o Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’ se enquadra também no Roteiro dos Fins-de-semana Gastronómicos 2017/18 promovido pela Porto e Norte, ER, que tem como objetivo dar a conhecer os sabores de cada região na Zona Norte do país.

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