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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BOIS DA PÁSCOA DESFILAM EM ARCOS DE VALDEVEZ

Desfile dos bois da Páscoa sai à rua a 2 de Abril

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, em parceria com a ARDAL, a Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca e a ACIAB, irá realizar no dia 2 de abril, domingo, pelas 15h00, o Desfile dos Bois da Páscoa.

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Este evento trata-se de uma tradição secular com o intuito de dar a conhecer e promover os usos e costumes enraizados no concelho de Arcos de Valdevez há longos anos.

Durante a tarde, dezenas de exemplares bovinos desfilarão, enfeitados, pela avenida principal de Arcos de Valdevez onde serão apresentados os melhores exemplares da raça, propriedade dos talhos aderentes.

O Desfile dos Bois da Páscoa é uma velha tradição à qual o Município de Arcos de Valdevez e os parceiros dão continuidade. Esta iniciativa vem no seguimento da política adotada para dinamizar o movimento associativo do concelho, assim como o tecido empresarial e a economia local, recuperando antigos costumes.

A concentração inicia-se pelas 10h30, onde será possível apreciar estes belos exemplares bovinos, e o desfile realizar-se-á, pelas principais artérias da vila de Arcos de Valdevez, às 15h00.

Com esta iniciativa, pretende-se atrair visitantes a Arcos de Valdevez, dando-lhes a conhecer um vasto e característico património cultural e permitir também a dinamização do tecido empresarial local ao nível do alojamento, restauração e comércio.

BOMBOS "OS MARIAS" A RUFAR HÁ DOIS ANOS EM PÓVOA DE LANHOSO!

"Os Marias", grupo de bombos, completaram o segundo aniversário

O grupo de bombos “Os Marias” encontra-se a celebrar dois anos de existência. Foi no ano de 2014 que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através do Pelouro da Cultura, decidiu apostar na percussão tradicional portuguesa, de modo a continuar a promover as nossas tradições.

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"O Município orgulha-se por o grupo de percussão Os Marias completar o segundo aniversário. Passo a passo, o grupo foi evoluindo até ao estado atual, sendo um conjunto heterogéneo. O percurso, até este momento, foi árduo, mas o resultado é extremamente positivo", salienta o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Apesar do pouco tempo de existência, o grupo arrecadou no ano passado o prémio de “Melhor Grupo” no 1º Encontro de Bombos 460 Vimieiro e foi ainda considerado o “Grupo mais grupo” pela coesão e espírito de equipa demonstrados. Este ano, o grupo irá organizar o 1º Encontro de Percussão “Maria da Fonte”, no âmbito das comemorações do 25 de Abril.

Depois de terem participado no Cortejo Histórico e Etnográfico de S. Joseé, preparam a próxima atuação, já no dia 18 de março, na Arruada de Bombos, que começa pelas 21h00, na Praça Eng. Armando Rodrigues, na Vila Povoense, no âmbito das Festas de S. José.

Em novembro de 2014, o Theatro Club da Póvoa de Lanhoso, em parceria com a Sond’Art, iniciou um percurso de formação nesta área. Começar algo novo nem sempre é fácil e o início fez-se com apenas cinco elementos. Mas logo o grupo começou a compor-se e fez a sua estreia pública no carnaval de 2015 e atuou, por exemplo, nas comemorações do Dia do Concelho, a 25 de setembro de 2015. Hoje, passados pouco mais de dois anos da sua constituição, conta com 25 elementos, dos 9 aos 70 anos, sempre prontos para levar ritmo, cor e alegria por onde passam.

Os ensaios são todas as quartas-feiras, entre as 19h00 e as 21h00, nas instalações da EB 2,3 Prof. Gonçalo Sampaio, na Vila da Póvoa de Lanhoso. A Coordenadora é a diretora artística do Theatro Club, Maíra Ribeiro.

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BRASILEIROS LEVAM CAPOEIRA AO FOLKLOURES’17

A Associação Tira-me da Rua (ATR) vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído por brasileiros radicados em Portugal, a Associação Tira-me da Rua (ATR) é quiçá o mais representativo grupo musical a preservar e divulgar uma das mais apreciadas manifestações da cultura tradicional do povo brasileiro – a capoeira!

A capoeira constitui um misto de dança, arte marcial, desporto, música e cultura popular. As suas origens são remotas, calculando-se que tal tradição tenha origem em rituais iniciáticos dos povos do sul de Angola. Em resultado da colonização portuguesa, a capoeira terá a partir do século XVII sido levada para o Brasil onde foi desenvolvida por descendentes de escravos africanos.

Ao som rítmico dos berimbaus, a Associação Tira-me da Rua (ATR) vai mostrar como se canta, dança e luta a capoeira, oferecendo m espectáculo que certamente vai agradar ao público que vai afluir ao FolkLoures’17, incluindo a numerosa comunidade brasileira radicada na região de Lisboa.

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Além da Associação Tira-me da Rua (ATR), a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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MINHOTOS EM OEIRAS REALIZAM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

A localidade da Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras, foi hoje palco do I Encontro de Tradições, numa iniciativa organizada pelo Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras e que contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e da Junta de Freguesia de Porto Salvo.

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A iniciativa teve lugar no Centro Cultural da Ribeira da Lage e atraiu largas centenas de pessoas que, durante toda a tarde, puderam assistir à reconstituição de diversos quadros etnográficos como a debulha do milho e a realização de uma procissão religiosa. Com os bombos abrindo caminho ao andor de Nossa Senhora da Conceição.

O eventou contou com a participação do Rancho Folclório de São João Batista de Cavez – Cabeceiras de Basto, o Rancho Folclórico Alegria do Minho – Assorpim, da Amadora, o Rancho Folclórico de Vila Facaia – Leiria e o Rancho Folclórico Cultural Danças e Cantares da Região do Forninho – Palmela, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras que, de dia para dia, tem vindo a surpreender com as sucessivas melhorias na sua forma de se apresentar e no arrojo das iniciativas que organiza.

O numeroso público que afluiu à Ribeira da Lage viveu hoje uma jornada de cultura popular tradicional num ambiente fraterno, rodeado da simpatia e alegria que muito bem caracteriza as gentes do Minho.

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BRACARENSES LÊEM "TESTAMENTO DO LIBÓRIO"

Mais de 4 centenas de foliões, garantiram o ritual carnavalesco da noite de 'Segunda-feira Gorda'.

Mesmo não contando com a ajuda de S. Pedro, debaixo de uma chuva 'molha tolos', neste caso, 'molha foliões', à hora prevista, o 'Desfile/Corrida do Entrudo - Olha o Home, lá bai o Home...', saía da Av. Artur Soares (Palhotas), junto à sede da Rusga. Como em edições anteriores, contamos com a participação de algumas associações parceiras repetentes, nomeadamente: Agrup. XIX, do C.N.E. (Escutismo Católico) de S. Vicente, o Patronato Nª Sª da Luz, também da freguesia, alunos e pais das escolas sedeadas no território vicentino e não só, a associação 'Bravos da Boa Luz', os ateletas do "Braga a Correr", a Ronda Típica da Meadela, Viana do Castelo,  entre outras. Como novidade/estreia, a edição deste ano contou com a participação do Grupo de Percussão da ARCUM os "Bomboémia".

Correspondendo ao repto lançado, todos os foliões compareceram devidamente mascarados, fazendo-se acompanhar de objetos ruidosos, como: gaitas bombos caixas, apitos, buzinas, chucalhos, etc, etc,.

Após a leitura do Testamento e consequente 'Queima do Entrudo', o ritual das carnes verdes voltou a repetir-se.

“Cada terra tem seu uso, cada roca tem seu fuso”

Após a leitura do Testamento, em plena Av. Central da nossa Augusta cidade, agora, dos arcebispos também, procedeu-se a queima do Entrudo - “O Home”, no adro da igreja de São Vicente. Seguiu-se, o 'ritual das carnes verdes', inerente a esta tradição carnavalesca. Assim, todos os foliões participantes na Corrida/Desfile do Entrudo - tal como mandava a tradição -, foram recompensados, com a degustação das carnes de porco, nomeadamente a orelheira e enchidos, acompanhadas com broa de milho caseira e o vinho verde da região.

Numa 'avaliação a quente', o que podemos inferir é que, a tradição tem garantias de continuidade, já que os mais jovens, sejam eles da Rusga, ou de outras associações e/ou instituições, e, ainda, o envolvimento dos pais, que fazem questão de trazer os seus filhos mais novos, para manter viva a tradição.

Nesta perspetiva, a Rusga enquanto associação promotora da iniciativa, está convicta de que, os fins últimos da retoma desta tradição carnavalesca estão garantidos. Assim, os objetivos iniciais desta reposição, como: Salvaguardar, preservar e promover o(s) legado(s) cultural(ais) herdado(s) - património material e imaterial inerentes -, ao nível das tradições e /ou manifestações etnológicas e etnográficas locais, estão consolidados e afirmados.

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Testamento do Libório 2017

Olha o Home, Olha o Home,

Com a geringonça toda a gente come!?

CARLOS – Boa noite meus senhores, más notícias lhes vou dar: - Morreu o Libório Caturra e, o seu testamento vou divulgar.

JOÃO – Morreu o Libório Caturra, filho por engano da Balbina Pinga e do Zeca Bêbado. Sendo natural da Rua das Palhotas, deixa saudades a todos os palhoteiros e irmãos vicentinos.

CARLOS - Pobre do Libório, morreu seco e tísico e poucos são os haveres para distribuir por tanto guloso. Mas generoso como era, a todos vai deixar qualquer coisinha.

JOÃO – Morreu o Libório! Finou-se… Está a fazer tijolo! Bateu a bota, esticou o pernil! E, que Deus o tenha muitos anos sem nós.

Olha o Home, Olha o Home,

Com a geringonça toda a gente come!?

CARLOS – Foi um ano difícil para o nosso LIBÓRIO. A geringonça custou a arrancar. Agora que embalou, será que é para ficar?

JOÃO – A olear a geringonça, o Marcelo vai ajudando, e assim o nosso Portugal lá vai avançando…!

CARLOS – Cá pelo burgo bracarense, pouca cousa aconteceu. Na gaveta ficou, tudo aquilo que se prometeu… Foi um ai, que se lhe deu…

JOÃO – Vitor de Sousa e a TUB, é caso mal parado, toda esta confusão por causa do autocarro.

CARLOS – As vias pedonais, continuam muito bem frequentadas. Por … automóveis.

JOÃO – Lá p’rós lados do Picoto, virado a Guimarães, a coisa ficou linda de morrer, com o ginásio para cães.

CARLOS – Na Polícia Municipal, reina a anarquia. A insubordinação é tal, que ainda está sem chefia.

JOÃO – A presidência municipal anda em estado de graça; como ‘Deus’ votou nela, foi a Roma agradecer na Praça.

CARLOS – E cá por Braga ninguém se espanta; O presidente foi a Roma convidar o Papa, para vir à noite Branca.

JOÃO – Ilustre Presidente, Dr. Ricardo Rio; de Braga ao Vaticano…!, - Será que vai ficar PIO?

CARLOS – Sem pio ficou o povo, ao receber o lembrete: - 75 mil Euros, só pra arranjar 1 gabinete?

JOÃO – E no Ambiente de Braga a polémica está instalada; árvore que pareça podre, é p’ra ser arrancada!

CARLOS – As medalhas de mérito, deram muito que falar: - Qual terá sido o critério, para a da Rusga de S. Vicente faltar?

JOÃO – 50 anos de idade, não são fáceis de atingir. Essa tal medalhinha, era mesmo de atribuir!

Olha o Home, Olha o Home,

Com a geringonça toda a gente come!?

CARLOS – O Sporting Clube de Braga; despediu o Peseiro, mas continua afastado, muito longe do primeiro.

JOÃO – Bem depressa o Salvador, foi buscar o Simão. Será que vai ter força p’ra empurrar o camião?

CARLOS – Os ‘TUC TUC’ chegaram a Braga; em onda de euforia; e transportam toda a gente, da Estação ao Bairro da Alegria.

JOÃO – No tempo do ‘Baixinho’, eram só centros comerciais; Agora com o Rio, é só superfícies continentais, se o caso não fosse tão grave, dava para rir (Eh, eh, ehhhhh).

CARLOS – Mudam-se os tempos e os protagonistas, mas, continuam as mesmas vontades.

JOÃO – Mas Siga a Rusga, Siga a Rusga, que a vida não é só S. João. O Libório morreu, por alguma razão!.

CARLOS – Meus caros concidadãos e concidadonas, continuo a deixar-vos um país nas lonas.

JOÃO – O Libório perdeu o seu pé-de-meia quando foi aquilo do BES. Depois foi o BANIF, agora é a Caixa e, ninguém vai para a prisão. Em vez disso, mais uma vez paga o cidadão.

CARLOS – E lá p’rós Estados Unidos, foi-se o presidente bacana. Está lá agora uma cenoura, que é mais uma banana.

JOÃO – Com Guterres nas Nações Unidas; aquilo é que vai ser bonito. O Putin e o Trump aos beijinhos, e, o povo da europa aflito.

Olha o Home, Olha o Home,

Com a geringonça toda a gente come!?

JOÃO – Mas passemos à leitura do testamento do finado, para que este possa descansar em paz até ao próximo ano.

CARLOS – Ao nosso 1º Ministro Costa, de ascendência indiana, deixo-lhe umas notas soltas, para melhor tocar na RANA.

JOÃO – À organização das Festas de S. João; deixo a minha máquina de calcular. Para apurar com precisão, quanta gente vem foliar.

CARLOS – Ao presidente da Associação de Festas de S. João, deixo-lhe a minha Porca Bisara, para juntar ao Porco Preto, e haver mais criação.

JOÃO – Aos demais elementos festeiros, das Festas da Cidade, deixo-lhes um saco de sarapilheira, para meter o pouco saber, a falta de humildade e as muitas trapaceiras.    

CARLOS – Aos ESSES que por aí continuam a actuar; deixo um mapa da Coreia do Norte, para irem multar os mísseis que por lá andam a passear.

JOÃO – Ao Dr. Domingos Alves, da junta de freguesia; deixo as minhas estantes, para colocar mais livros e poesia.

CARLOS – Ao Juiz da Irmandade; que S. Vicente quer abrigar, deixo a minha reforma, p’ró telhado da igreja consertar.

JOÃO – Ao José Ribeiro Pinto, Home de muitos ofícios; deixo as minhas ceroilas, para aliviar os sacrifícios.

Olha o Home, Olha o Home,

Com a geringonça toda a gente come!?

CARLOS – À juventude rusgueira; deixo o meu agradecimento. É uma malta à maneira. Não deixa a cultura popular cair no esquecimento.

JOÃO – Vou deixar às 3 Sãozinhas; as minhas 4 galinhas. Para que possam fazer, as suas gostosas papinhas.

CARLOS – À junta de freguesia de S. Vicente, vou deixar neste entrudo; Um pedido no Bom Jesus, para emprestar o canudo. Para ver melhor o ‘subcílio’, que dá à Rusga.

JOÃO – Para a malta da tocata, que anima em todos os eventos; Deixo o meu gravador, para não se enganar nos melhores momentos.

CARLOS - Ao Celestino Reis, o nosso mais recente tocador de cavaquinho. Deixo-lhe três malgas de verde, p’ra cantar mais fininho.

JOÃO – Para que não falte a imaginação; ao Adão caricaturista. Deixo o meu garrafão, pois ele é um grande artista.

CARLOS – Ao João Macedo; que diz que não sabe dançar. Deixo as minhas chanatas, p’ra começar a treinar.

JOÃO – Ao Carlitos e ao Carlão; deixo-lhe as peles dos meus foles. P’ra fazer um ‘big’ timbalão.

CARLOS – Para a nova Vice-Presidente; deixo-lhe um projetor multimédia último grito. Mais três chávenas de chã e, umas rações de cabrito.

JOÃO – Ao Romeu e sua Julieta Andreia; deixo-lhes uma caixinha cheia de surpresas. Mas cuidado, não façam caras feias!...

CARLOS – Às irmãs de S. Vicente; que estão sempre a rezar. Deixo as minhas velinhas, para voltar a mercar.

JOÃO – Ao Chanceler João Paulo, Pároco da nossa freguesia, para melhor ler a pregação; Deixo-lhe o meu ‘AIPODE’, último grito, para colocar no ambão.

CARLOS – Aos jornais e rádios cá do burgo, volto a reforçar o meu pedido; Continuem a contar mesmo tudo, o que por cá tem acontecido.

JOÃO – Aos políticos em geral - aos de cá e aos de fora -, a todos quero dizer: - Com o Libório Caturra, antes quebrar que torcer.

CARLOS – Ao Cavaco Silva que já se reformou; deixo pastilhas para as azias. Provocadas pelo livro, “Quinta-feira e outros dias” – (Queixinhas…!)

Olha o Home, Olha o Home,

Com a geringonça toda a gente come!?

JOÃO – Ao meu S.C. de Braga, clube do meu coração; Deixo o meu profundo desejo, um dia ser campeão.

CARLOS – E ao presidente do Braga, que só pensa no cifrão; Deixo as minhas sapatilhas, para treinar com o Simão.

JOÃO – Ao Zé Manel Carneiro, que agora virou ‘MECU’; Muito versado no trajar, deixo um lenço franjeiro, para a Isolina usar.

CARLOS – Aos novos elementos dos Corpos Gerentes da Rusga; na governança há 2 dias. Deixo o meu gato Tareco e, os ‘Caniches’ das Tias.

JOÃO – A minha medalhinha, dou à Rusga com vontade. Não é igual à da câmara, mas é dada com verdade.

JOÃO – Ao João de Vila Verde, tocador polivalente; Deixo o meu Lá-Mi-Ré, para afinar toda a gente.

CARLOS – Às manas de Bouro Santa Maria; cantadeiras a valer. Vou-lhes deixar dois cães polícias, para as mansões delas proteger.

 JOÃO – À Idalina cantadeira, mulher de porte substancial. Oferece-lhe uma capa e sombrinha, assim ficará magistral.

CARLOS – À nossa Sameirinha, e demais meninas que tratam do nosso trajar. Deixo-lhes um anti-traça aromático, para os bichinhos matar.

 JOÃO – Ao Departamento de Comunicação e Imagem, da Rusga de São Vicente. Deixo uma câmara panorâmica, para captar toda a gente.

CARLOS – Às meninas do Facebook, da Rusga de S. Vicente. Deixo as minhas memórias, para divulgar por toda a gente.

JOÃO – Para o casalinho Ventoso, que anda sempre no arejo. Deixo uma mãozinha de cera, para coçar o queijo.

CARLOS – Para o Mário Carcamano, que anda sempre nicado. Deixo umas luvas de pano, para quando ficar entalado.

JOÃO – Para o grupo da Corredoura, antes que me ponham a arder. Deixo a minha vassoura, p’ro terreiro de S. Torcato varrer.

CARLOS – P’ra Ronda da Meadela, amigos da tradição. Deixo a minha tigela e, eles trazem o garrafão.

JOÃO – Para que os bombos da boémia, continuem a rufar. Deixo as minhas cuecas, para quando forem sambar (Ah,ah,ahhh).

Olha o Home, Olha o Home,

Com a geringonça toda a gente come!?

CARLOS – Às meninas do samba, deixo as penas das galinhas. Para que possam fazer, umas belas touquinhas.

 JOÃO – E ao pessoal do Samba, que veio participar. Deixo o meu agradecimento, e p’ró ano é para continuar.

CARLOS – Para eles não ficarem tristes, aos meninos da bateria, vou deixar as minhas peles em agua fria. Depois de bem esticadas, irão tocar com mais energia. (Eh, eh, ehhhhhh).

JOÃO – Aos atletas do “Braga a Correr”, não pensem que me esqueci de vocês. Como diz o nosso povo: “Os últimos serão os primeiros, e, os primeiros os últimos”.

 CARLOS – Para vós caras e caros amigos das correrias, deixo-vos cremes massajadores para todos os gostos. Leite de cabra, mel silvestre e Banha dunto. Se de outras massagens precisarem, não liguem ao ‘Libório Caturra’, consultem outro massagista defunto.

JOÃO – Aos Bravos da Boa Luz, e, esta é para terminar. Deixo as minhas lanternas, p’ró Santo António enfeitar.

CARLOS – E a todos os presentes, sem exceção, lembro-vos que não vos deixo dívidas. Mas antes, a minha carteira vazia. Já que morro tísico, que nem um cão.

JOÃO – Este testamento foi revisto e aprovado pelo tribunal Constitucional. É carnaval e ninguém leva a mal!

 CARLOS – Há 12 anos que arde o Home e, nunca ninguém passou fome. Vamos p’ra S. Vicente e queimámos o Home à vossa frente.

JOÃO – Agora que está lido o Testamento do Libório, vamos até ao adro de S. Vicente, ligamos o Cromatório, bebemos uma pinga e, comemos chouriço quente.

FIM

São Vicente de Braga, 27 de Fevereiro de 2017

O Testador: LIBÓRIO CATURRA

Os testamenteiros:

- Dona Rosita Fina Penugem e,

- Sr. Laranjo Casca Grossa

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RUSGA DE S. VICENTE DE BRAGA LÊ "TESTAMENTO DO LIBÓRIO"

Registada e identificada que está a origem do problema informático, causadora da gravíssima 'entropia no canal' - à qual somos alheios -, mercê quiçá, da quantidade e qualidade de informação 'altamente sigilosa', naquele vertida.

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'Libório Caturra', fechou a  7 chaves a redação final do seu testamento

Libório, o testamentário - personagem incontornável destes rituais carnavalescos -, guardou a  7 chaves, a última redação do testamento. Os seus parcos teres e haveres, foram doados por elementos do Grupo, distintas personalidades, nacionais e internacionais, políticos da nossa urbe, instituições, associações e afins…

Leia atentamente o 'Testamento' em anexo, para saber se lhe tocou qualquer coisinha. Como diz o nosso povo: 'Mais vale pouco que nada'.

Ritual das carnes verdes voltou a repetir-se. após a queima do Entrudo

“Cada terra tem seu uso, cada roca tem seu fuso”
Após a leitura do Testamento, em plena Av. Central desta Augusta cidade, agora, dos arcebispos também, procedeu-se a queima do Entrudo - “O Home”, no adro da igreja de São Vicente. Seguiu-se, o 'ritual das carnes verdes', inerente a esta tradição carnavalesca. Assim, todos os foliões participantes na Corrida/Desfile do Entrudo - tal como mandava a tradição -, foram recompensados, com a degustação das carnes de porco, nomeadamente a orelheira e enchidos, acompanhadas com broa de milho caseira e o vinho verde da região.

OBJETIVOS finais da retoma da iniciativa: - Salvaguardar, preservar e promover o(s) legado(s) cultural(ais) herdado(s) - património material e imaterial inerentes -, ao nível das tradições e /ou manifestações etnológicas e etnográficas locais.

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Testamento do Libório 2017

Olha o Home, Olha o Home, Com a geringonça toda a gente come!? CARLOS – Boa noite meus senhores, más notícias lhes vou dar: - Morreu o Libório Caturra e, o seu testamento vou divulgar.

JOÃO – Morreu o Libório Caturra, filho por engano da Balbina Pinga e do Zeca Bêbado. Sendo natural da Rua das Palhotas, deixa saudades a todos os palhoteiros e irmãos vicentinos.

CARLOS - Pobre do Libório, morreu seco e tísico e poucos são os haveres para distribuir por tanto guloso. Mas generoso como era, a todos vai deixar qualquer coisinha.

JOÃO – Morreu o Libório! Finou-se… Está a fazer tijolo! Bateu a bota, esticou o pernil! E, que Deus o tenha muitos anos sem nós.

Olha o Home, Olha o Home, Com a geringonça toda a gente come!? CARLOS – Foi um ano difícil para o nosso LIBÓRIO. A geringonça custou a arrancar. Agora que embalou, será que é para ficar?

JOÃO – A olear a geringonça, o Marcelo vai ajudando, e assim o nosso Portugal lá vai avançando…! CARLOS – Cá pelo burgo bracarense, pouca cousa aconteceu. Na gaveta ficou, tudo aquilo que se prometeu… Foi um ai, que se lhe deu…

JOÃO – Vitor de Sousa e a TUB, é caso mal parado, toda esta confusão por causa do autocarro.

CARLOS – As vias pedonais, continuam muito bem frequentadas. Por … automóveis.

JOÃO – Lá p’rós lados do Picoto, virado a Guimarães, a coisa ficou linda de morrer, com o ginásio para cães.

CARLOS – Na Polícia Municipal, reina a anarquia. A insubordinação é tal, que ainda está sem chefia.

JOÃO – A presidência municipal anda em estado de graça; como ‘Deus’ votou nela, foi a Roma agradecer na Praça.

CARLOS – E cá por Braga ninguém se espanta; O presidente foi a Roma convidar o Papa, para vir à noite Branca.

JOÃO – Ilustre Presidente, Dr. Ricardo Rio; de Braga ao Vaticano…!, - Será que vai ficar PIO?

CARLOS – Sem pio ficou o povo, ao receber o lembrete: - 75 mil Euros, só pra arranjar 1 gabinete? 

JOÃO – E no Ambiente de Braga a polémica está instalada; árvore que pareça podre, é p’ra ser arrancada!

CARLOS – As medalhas de mérito, deram muito que falar: - Qual terá sido o critério, para a da Rusga de S. Vicente faltar?

JOÃO – 50 anos de idade, não são fáceis de atingir. Essa tal medalhinha, era mesmo de atribuir!

Olha o Home, Olha o Home, Com a geringonça toda a gente come!? CARLOS – O Sporting Clube de Braga; despediu o Peseiro, mas continua afastado, muito longe do primeiro. 

JOÃO – Bem depressa o Salvador, foi buscar o Simão. Será que vai ter força p’ra empurrar o camião?

CARLOS – Os ‘TUC TUC’ chegaram a Braga; em onda de euforia; e transportam toda a gente, da Estação ao Bairro da Alegria.

JOÃO – No tempo do ‘Baixinho’, eram só centros comerciais; Agora com o Rio, é só superfícies continentais, se o caso não fosse tão grave, dava para rir (Eh, eh, ehhhhh).

CARLOS – Mudam-se os tempos e os protagonistas, mas, continuam as mesmas vontades.

JOÃO – Mas Siga a Rusga, Siga a Rusga, que a vida não é só S. João. O Libório morreu, por alguma razão!.

CARLOS – Meus caros concidadãos e concidadonas, continuo a deixar-vos um país nas lonas.

JOÃO – O Libório perdeu o seu pé-de-meia quando foi aquilo do BES. Depois foi o BANIF, agora é a Caixa e, ninguém vai para a prisão. Em vez disso, mais uma vez paga o cidadão. 

CARLOS – E lá p’rós Estados Unidos, foi-se o presidente bacana. Está lá agora uma cenoura, que é mais uma banana.

JOÃO – Com Guterres nas Nações Unidas; aquilo é que vai ser bonito. O Putin e o Trump aos beijinhos, e, o povo da europa aflito.

Olha o Home, Olha o Home, Com a geringonça toda a gente come!? JOÃO – Mas passemos à leitura do testamento do finado, para que este possa descansar em paz até ao próximo ano.

CARLOS – Ao nosso 1º Ministro Costa, de ascendência indiana, deixo-lhe umas notas soltas, para melhor tocar na RANA.

JOÃO – À organização das Festas de S. João; deixo a minha máquina de calcular. Para apurar com precisão, quanta gente vem foliar.

CARLOS – Ao presidente da Associação de Festas de S. João, deixo-lhe a minha Porca Bisara, para juntar ao Porco Preto, e haver mais criação.

JOÃO – Aos demais elementos festeiros, das Festas da Cidade, deixo-lhes um saco de sarapilheira, para meter o pouco saber, a falta de humildade e as muitas trapaceiras.    

CARLOS – Aos ESSES que por aí continuam a actuar; deixo um mapa da Coreia do Norte, para irem multar os mísseis que por lá andam a passear.

JOÃO – Ao Dr. Domingos Alves, da junta de freguesia; deixo as minhas estantes, para colocar mais livros e poesia.

CARLOS – Ao Juiz da Irmandade; que S. Vicente quer abrigar, deixo a minha reforma, p’ró telhado da igreja consertar.

JOÃO – Ao José Ribeiro Pinto, Home de muitos ofícios; deixo as minhas ceroilas, para aliviar os sacrifícios.

Olha o Home, Olha o Home, Com a geringonça toda a gente come!? CARLOS – À juventude rusgueira; deixo o meu agradecimento. É uma malta à maneira. Não deixa a cultura popular cair no esquecimento.

JOÃO – Vou deixar às 3 Sãozinhas; as minhas 4 galinhas. Para que possam fazer, as suas gostosas papinhas.

CARLOS – À junta de freguesia de S. Vicente, vou deixar neste entrudo; Um pedido no Bom Jesus, para emprestar o canudo. Para ver melhor o ‘subcílio’, que dá à Rusga. JOÃO – Para a malta da tocata, que anima em todos os eventos; Deixo o meu gravador, para não se enganar nos melhores momentos.

CARLOS - Ao Celestino Reis, o nosso mais recente tocador de cavaquinho. Deixo-lhe três malgas de verde, p’ra cantar mais fininho.

JOÃO – Para que não falte a imaginação; ao Adão caricaturista. Deixo o meu garrafão, pois ele é um grande artista.

CARLOS – Ao João Macedo; que diz que não sabe dançar. Deixo as minhas chanatas, p’ra começar a treinar.

JOÃO – Ao Carlitos e ao Carlão; deixo-lhe as peles dos meus foles. P’ra fazer um ‘big’ timbalão.

CARLOS – Para a nova Vice-Presidente; deixo-lhe um projetor multimédia último grito. Mais três chávenas de chã e, umas rações de cabrito.

JOÃO – Ao Romeu e sua Julieta Andreia; deixo-lhes uma caixinha cheia de surpresas. Mas cuidado, não façam caras feias!...

CARLOS – Às irmãs de S. Vicente; que estão sempre a rezar. Deixo as minhas velinhas, para voltar a mercar.

JOÃO – Ao Chanceler João Paulo, Pároco da nossa freguesia, para melhor ler a pregação; Deixo-lhe o meu ‘AIPODE’, último grito, para colocar no ambão.

CARLOS – Aos jornais e rádios cá do burgo, volto a reforçar o meu pedido; Continuem a contar mesmo tudo, o que por cá tem acontecido.

JOÃO – Aos políticos em geral - aos de cá e aos de fora -, a todos quero dizer: - Com o Libório Caturra, antes quebrar que torcer.

CARLOS – Ao Cavaco Silva que já se reformou; deixo pastilhas para as azias. Provocadas pelo livro, “Quinta-feira e outros dias” – (Queixinhas…!)

Olha o Home, Olha o Home, Com a geringonça toda a gente come!?

JOÃO – Ao meu S.C. de Braga, clube do meu coração; Deixo o meu profundo desejo, um dia ser campeão.

CARLOS – E ao presidente do Braga, que só pensa no cifrão; Deixo as minhas sapatilhas, para treinar com o Simão.

JOÃO – Ao Zé Manel Carneiro, que agora virou ‘MECU’; Muito versado no trajar, deixo um lenço franjeiro, para a Isolina usar.

CARLOS – Aos novos elementos dos Corpos Gerentes da Rusga; na governança há 2 dias. Deixo o meu gato Tareco e, os ‘Caniches’ das Tias.

JOÃO – A minha medalhinha, dou à Rusga com vontade. Não é igual à da câmara, mas é dada com verdade.

JOÃO – Ao João de Vila Verde, tocador polivalente; Deixo o meu Lá-Mi-Ré, para afinar toda a gente.

CARLOS – Às manas de Bouro Santa Maria; cantadeiras a valer. Vou-lhes deixar dois cães polícias, para as mansões delas proteger.

 JOÃO – À Idalina cantadeira, mulher de porte substancial. Oferece-lhe uma capa e sombrinha, assim ficará magistral.

CARLOS – À nossa Sameirinha, e demais meninas que tratam do nosso trajar. Deixo-lhes um anti-traça aromático, para os bichinhos matar.

 JOÃO – Ao Departamento de Comunicação e Imagem, da Rusga de São Vicente. Deixo uma câmara panorâmica, para captar toda a gente.

CARLOS – Às meninas do Facebook, da Rusga de S. Vicente. Deixo as minhas memórias, para divulgar por toda a gente.

JOÃO – Para o casalinho Ventoso, que anda sempre no arejo. Deixo uma mãozinha de cera, para coçar o queijo.

CARLOS – Para o Mário Carcamano, que anda sempre nicado. Deixo umas luvas de pano, para quando ficar entalado.

JOÃO – Para o grupo da Corredoura, antes que me ponham a arder. Deixo a minha vassoura, p’ro terreiro de S. Torcato varrer.

CARLOS – P’ra Ronda da Meadela, amigos da tradição. Deixo a minha tigela e, eles trazem o garrafão.

JOÃO – Para que os bombos da boémia, continuem a rufar. Deixo as minhas cuecas, para quando forem sambar (Ah,ah,ahhh).

Olha o Home, Olha o Home, Com a geringonça toda a gente come!?

CARLOS – Às meninas do samba, deixo as penas das galinhas. Para que possam fazer, umas belas touquinhas.

 JOÃO – E ao pessoal do Samba, que veio participar. Deixo o meu agradecimento, e p’ró ano é para continuar.

CARLOS – Para eles não ficarem tristes, aos meninos da bateria, vou deixar as minhas peles em agua fria. Depois de bem esticadas, irão tocar com mais energia. (Eh, eh, ehhhhhh).

JOÃO – Aos atletas do “Braga a Correr”, não pensem que me esqueci de vocês. Como diz o nosso povo: “Os últimos serão os primeiros, e, os primeiros os últimos”.

 CARLOS – Para vós caras e caros amigos das correrias, deixovos cremes massajadores para todos os gostos. Leite de cabra, mel silvestre e Banha dunto. Se de outras massagens precisarem, não liguem ao ‘Libório Caturra’, consultem outro massagista defunto. 

JOÃO – Aos Bravos da Boa Luz, e, esta é para terminar. Deixo as minhas lanternas, p’ró Santo António enfeitar.

CARLOS – E a todos os presentes, sem exceção, lembro-vos que não vos deixo dívidas. Mas antes, a minha carteira vazia. Já que morro tísico, que nem um cão.

JOÃO – Este testamento foi revisto e aprovado pelo tribunal Constitucional. É carnaval e ninguém leva a mal! 

 CARLOS – Há 12 anos que arde o Home e, nunca ninguém passou fome. Vamos p’ra S. Vicente e queimámos o Home à vossa frente.

JOÃO – Agora que está lido o Testamento do Libório, vamos até ao adro de S. Vicente, ligamos o Cromatório, bebemos uma pinga e, comemos chouriço quente. 

 FIM

 São Vicente de Braga, 27 de Fevereiro de 2017 O Testador: LIBÓRIO CATURRA

Os testamenteiros:  - Dona Rosita Fina Penugem e, - Sr. Laranjo Casca Grossa

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VIZELA DIVULGA SERRAÇÃO DA VELHA

Concurso, oficina e exposição divulgam tradição da ‘Serra-a-velha’

A Câmara Municipal de Vizela e a Fundação Jorge Antunes, em parceria com a Universidade Sénior de Rotary Club de Vizela, os Escuteiros de São João, a Coração Azul, o escritor Hélder Magalhães e a ACIV, vão promover uma série de atividades subordinadas à temática da ‘Serra-a-velha’.

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A tradição de Serrar a velha em Vizela assume uma grande importância e é um ritual recordado por avós e pais e praticado por filhos e netos.

Durante o mês de março serão promovidas diversas atividades pensadas para perpetuar e fazer crescer esta tradição.

PROGRAMA:

4 março

Oficina de construção de velhas na Biblioteca Municipal FJA. Implica inscrição prévia.

21 fev a 17 mar.

Concurso de Velhas Gigantes (ver regulamento próprio)

20 mar a 13 abr.

Exposição das Velhas Gigantes na Praça da República

22 março

20h30 - Entrega de velhas para concurso infantil

21h00 - Divulgação dos vencedores do concurso de Velhas Gigantes e do Concurso de Velhas infantis.

21h15 - Dramatização da Queima da Velha com a turma de teatro da Universidade Sénior de Rotary Clube Vizela e Coração Azul a partir de texto de Hélder Magalhães. Música com a turma de Cavaquinhos da Universidade Sénior de Rotary Clube Vizela.

21h30 - Grande Queima da Velha com uma Velha de 3 metros construída pelos Escuteiros de São João.

Organização: Câmara Municipal de Vizela / Fundação Jorge Antunes.

Parceiros: Universidade Sénior de Rotary Club de Vizela, Escuteiros de São João, Coração Azul, Hélder Magalhães, ACIV.

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PONTE DA BARCA FESTEJA ENTERRO DO PAI VELHO

Câmara de Ponte da Barca disponibiliza transporte para o Entrudo Tradicional de Lindoso - Enterro do Pai Velho

No âmbito da realização do Entrudo tradicional de Lindoso - Enterro do Pai Velho, a Câmara Municipal de Ponte da Barca disponibiliza transporte gratuito para os interessados em assistir às festividades do Pai Velho no domingo, dia 26, nos seguintes horários: partida às 9h00 e regresso às 13h00; ou partida às 14h00 e regresso às 18h00, com ponto de encontro na paragem de autocarros junto à fonte de São João. As inscrições podem ser feitas para o email portalindoso@cmpb.ptindicando o nome e contacto, ou presencialmente na Loja Interativa de Turismo, até sexta feira, dia 24, às 12h30.

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Recorde-se que o Entrudo Tradicional de Lindoso – o Pai Velho arranca no dia 26 de Fevereiro, 'Domingo Gordo', e prolonga-se até ao dia 28 de Fevereiro, Terça – Feira de Carnaval. A iniciativa, levada a cabo em estreita parceria com a Junta de Freguesia de Lindoso e a Associação 'Os Amigos de Lindoso', realiza-se neste magnifico cenário das terras altas, onde tem lugar o engalanado cortejo que transporta o Pai Velho pelos lugares para que o povo se junte à festa e celebre os dias de Carnaval. Em frente dos espigueiros e da eira comunitária, e tendo como pano de fundo o Castelo Medieval, o busto de madeira do Pai Velho é transportado, sempre nas manhãs de domingo e terça-feira. Atrás, seguem as rusgas de concertinas, bombos, ferrinhos e castanholas, não faltando as máscaras dos foliões, disfarçados com trajes tradicionais. À meia-noite de terça-feira é feito o enterro do Pai Velho e lido o testamento. Uma Feira de Produtos Locais, Concertinas, Bailes Populares até ao Enterro do Pai Velho e Leitura do Testamento, que encerram esta festividade, fazem do Carnaval do Lindoso – Ponte da Barca, uma das últimas celebrações mais tradicionais do Entrudo no nosso país.

LINDOSO FESTEJA O PAI VELHO

Ponte da Barca promove animado fim-de-semana Carnavalesco

Desfile de Carnaval das Escolas, Festa da Pequenada, Domingo Gastronómico do Cozido à Portuguesa, Baile e Concurso de Carnaval e o Entrudo Tradicional do Lindoso – O Pai Velho são as iniciativas que vão decorrer.

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A Câmara Municipal de Ponte da Barca promove a partir da próxima sexta feira24 de fevereiro, um conjunto de atividade que prometem animar o fim de semana de carnaval. Já na sexta feira, a partir das 14h30, tem lugar pelas ruas da vila, o Cortejo de Carnaval pelos alunos das Escolas de Ponte da Barca. É também nesse dia que se procede à abertura da Festa da Pequenada (15h) que vai estar instalada na Praça da República até domingo, dia 26. Com entrada gratuita, esta iniciativa vai contar com inúmeras atividades comoinsufláveis, pinturas faciais, mascotes, entre outras atividades, além de várias gulodices como pipocas, crepes, gomas, que vão fazer as delícias dos mais pequenos. Estas iniciativas inauguram um intenso programa cultural no concelho que inclui ainda o Domingo Gastronómico do Cozido à Portuguesa (26 de Fevereiro), o Baile de Carnaval e Concurso de Máscaras (27 de Fevereiro) e o Entrudo Tradicional do Lindoso – O Pai Velho (26 a 28 de Fevereiro).

Na verdade, existem motivos de sobra para visitar Ponte da Barca no fim de semana carnavalesco como sublinha o presidente da autarquia, António Vassalo Abreu: 'O conjunto de iniciativas que animarão o município nos próximos dias é o reflexo da vitalidade que por estes tempos reina no concelho. Uma política cultural que pretende não só oferecer aos barquenses atividades diversas de lazer, recreação e divertimento, mas procura paralelamente criar razões de interesse para atrair mais visitantes a Ponte da Barca'.

A confeção do tradicional Cozido à Portuguesa, incluído na iniciativa Domingos Gastronómicos, constituirá decerto um desses mobiles, onde iguaria como os enchidos, as carnes e legumes da região, aliados ao saber – fazer tradicional da 'mão barquense' que o prepara lhe confere o seu tão especial sabor irão, de certeza, deliciar os amantes da boa gastronomia.

A iguaria pode ser degustada em qualquer um dos 14 restaurantes que aderiram à rota do bom gosto (Adega Do Artur, Barca Velha, Churrasqueira Barquense, In Tapas Veritas, Jaime Gomes, Lindo Verde, O Churrasco, O Emigrante, O Kibom, O Moinho, Retiro, S. Martinho (Crasto), Santana e Tempus Hotel & Spa), casas de bem comer que vão oferecer, de resto, durante seis fins de semana (entre os meses de Fevereiro e Novembro), os melhores aromas e sabores do Alto Minho.

Na segunda-feira, 27 de Fevereiro, a partir das 21h30, no centro da Vila de Ponte da Barca (Praça da República) tem lugar um Baile de Carnaval animado pela Orquestra Ympério Show, seguido do Concurso de Máscaras.

Entrudo Tradicional de Lindoso – o Pai Velho, esse, arranca no dia 26 de Fevereiro, 'Domingo Gordo', e prolonga-se até ao dia 28 de FevereiroTerça – Feira de Carnaval. A iniciativa, levada a cabo em estreita parceria com a Junta de Freguesia de Lindoso e a Associação 'Os Amigos de Lindoso', realiza-se neste magnifico cenário das terras altas, onde tem lugar o engalanado cortejo que transporta o Pai Velho pelos lugares para que o povo se junte à festa e celebre os dias de Carnaval. Em frente dos espigueiros e da eira comunitária, e tendo como pano de fundo o Castelo Medieval, o busto de madeira do Pai Velho é transportado, sempre nas manhãs de domingo e terça-feira. Atrás, seguem as rusgas de concertinas, bombos, ferrinhos e castanholas, não faltando as máscaras dos foliões, disfarçados com trajes tradicionais. À meia-noite de terça-feira é feito o enterro do Pai Velho e lido o testamento. Uma Feira de Produtos Locais, Concertinas, Bailes Populares até ao Enterro do Pai Velho e Leitura do Testamento, que encerram esta festividade, fazem do Carnaval do Lindoso – Ponte da Barca, uma das últimas celebrações mais tradicionais do Entrudo no nosso país.

A Câmara Municipal disponibiliza transporte gratuito para os interessados em assistir às festividades do Pai Velho no domingo, nos seguintes horários: partida às 9h00 e regresso às 13h00; ou partida às 14h00 e regresso às 18h00, com ponto de encontro na paragem de autocarros junto à fonte de São João. As inscrições podem ser feitas para o email portalindoso@cmpb.pt indicando o nome e contacto, ou presencialmente na Loja Interativa de Turismo, até sexta feira, dia 24, às 12h30.

CARPEADA VAI MOSTRAR COSTUMES DAS GENTES DE CASTRO LABOREIRO

Dia 22 de fevereiro, na casa da Cultura de Melgaço, pelas 14h30

No próximo dia 22 de fevereiro, os utentes do Centro de Dia de Castro Laboreiro, em Melgaço, vão recriar uma CARPEADA - transformação da lã depois de tosquiada e lavada até à obtenção do fio. Uma representação de usos e costumes das gentes de Castro Laboreiro que acontece na Casa da Cultura, pelas 14h30.

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‘Antigamente, quando ainda o comunitarismo era uma prática constante, os vizinhos juntavam-se em casa uns dos outros para fazerem o processo de transformação da lã que, depois de lavada e seca, era preparada até obter o fio.’, conta Elisabete Lima, organizadora da ação, confessando que ‘durante a CARPEADA havia momentos de pausa onde as pessoas dançavam e no final tinham um pequeno lanche: pão com chocolate e uma maçã’.

Antes da recriação do momento, pelas 14h45, os utentes irão visualizar um documentário sobre Castro Laboreiro na década de 70. E para cumprir a tradição, a meio da CARPEADA haverá baile entre os participantes, seguindo-se depois um lanche, ‘como antigamente’, diz Elisabete Lima.

No âmbito desta tradição, a Casa da Cultura tem também patente a exposição temporária ‘O Ciclo da Lã’, até ao dia 1 de março. A mostra representa as fases do processo e transformação da lã: ‘A lã desde sempre que está associada às zonas de montanha e aos pastores, e em Melgaço não é exceção’, afirma Elisabete Lima. (Horários: das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 – de segunda a sexta-feira, e aos sábados das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.)

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RANCHO DE CABECEIRAS DE BASTO DANÇA EM OEIRAS

O Rancho Folclórico de São João Batista de Cavez, de Cabeceiras de Basto, desloca-se no próximo dia 5 de Março ao concelho de Oeiras, nos arredores de Lisboa, a fim de participar no I Encontro de Tradições que vai ter lugar no Centro Cultural da Ribeira da Lage.

Trata-se de um espectáculo de cariz etnográfico no qual cada grupo efectua representação tradicional da sua região, lembrando os usos e costumes das suas gentes, como por exemplo os romeiros, ou os trabalhos no campo, ou as carpideiras logo seguida da actuação do grupo em termos de representação de danças e cantares.

Além do Rancho de Cabeceiras de Basto, participarão ainda neste evento o Rancho Folclórico de Vila Facaia – Leiria, Rancho Folclórico Cultural Danças e Cantares da Região do Forninho – Palmela, Rancho Folclórico Alegria do Minho Assorpim – Amadora e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras.

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CELORICENSES CANTAM AS JANEIRAS

Celorico a Mexer encerra cantares das Janeiras em Celorico de Basto

Cerca de 80 idosos do programa Celorico a Mexer estiveram ontem, 31 de janeiro, nos Paços do Concelho de Celorico de Basto a cantar as janeiras ao executivo.

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“E foi com esta alegria, com esta boa disposição, com esta música tão bem cantada que encerramos o mês das janeiras” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, na receção ao grupo que entoou “Somos Estrelas”. “No último fim-de-semana tivemos 25 grupos no encontro “Vamos cantar as janeiras” e estou certo de que se vocês participassem iriam abrilhantar ainda mais aquela tarde de domingo. Muito obrigada a todos por terem vindo visitar a autarquia, gostei muito de os ouvir” destacou.

As cerca de 80 pessoas presentes nos Paços do Concelho para cantar as Janeiras integram vários grupos do Celorico a Mexer nomeadamente Cerdeira/Vacaria, Nespereira/Basto S. Clemente, Codessoso, Veade, Borba da Montanha e Carvalho. Por iniciativa própria ensaiaram nos locais de animação, com os professores de educação musical e os animadores, a música das Janeiras “Somos estrelas tão lindas a brilhar”.

Para além do presidente da Câmara Municipal a receber os idosos, esteve também o vereador da Cultura, Fernando Peixoto, o chefe de Gabinete da Presidência, Paulo Mota, e o presidente de Junta de Freguesia de Borba da Montanha, Eurico Magalhães.

Recordar que os grupos do Celorico a Mexer cantaram as janeiras nas instituições de cada freguesia por forma a vivenciar as tradições e dar mais vida às freguesias durante o mês de janeiro. Terminada esta ação, o Celorico a Mexer vai preparar-se para as tertúlias de amor, atividade usualmente muito acarinhada pelos idosos e que celebra o S. Valentim.

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RUSGA DE S. VICENTE DE BRAGA LEVA AS JANEIRAS AO CENTRO COMERCIAL "NOVA ARCADA"

Fim das Janeiras - "A tradição vai e vem ao Shopping

Se “Rusgas - é gente que bai, faz e bem das festas…”, é hoje hoje, dia 31, pelas 21h:30, que terminámos a tradição de cantar os Reis e Janeiras 2017. Desta vez no Shopping 'NOVA ARCADA’, da cidade dos arcebispos. As vozes e respetiva tocata da Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, voltarão aquele espaço comercial - com as sonoridades dos Reis/Janeiras minhotas -, percorrendo os diferentes espaços, divulgando e promovendo as tradições herdadas, alusivas ao términus do 'ciclo natalício', o Cantar da Janeiras.

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As janeiras já se cantam,

Aos ricos e aos fidalgos.

E também aos pobrezinhos,

Que dão tigelas de caldo.

 

Abram as vossas janelas,

Que a Rusga vai a passar.

Trazei as vossas ofertas,

Pois temos muito que andar.

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A iniciativa, "A tradição bai e bem ao shopping", tem por principal propósito, levar as mais diversas manifestações da nossa cultura popular de tradição, às grandes superfícies comerciais, por forma a poder chegar a outros novos públicos. Foi assim que já levamos a efeito, nas ditas superfícies comerciais, exposições temáticas itinerantes, como, a do 'Trajo e o Trajar Popular no Baixo Minho' e 'Presépio - o sentido do Natal', e os espetáculos, 'O Casamento Minho', 'Olha a roda que a saia tem', entre outros.

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CELORICENSES CANTAM AS JANEIRAS

Celorico de Basto recebeu o XVII Encontro “Vamos Cantar as Janeiras”: “Tarde de domingo dedicada às tradições”

25 grupos subiram ao palco, em Celorico de Basto, para cantar as “mais belas” músicas das janeiras e assim manter as tradições bem vincadas. Tudo aconteceu no último domingo do mês, ontem, 29 de janeiro, no pavilhão gimnodesportivo da EB 2,3/S de Celorico de Basto.

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“É fundamental manter as tradições bem enraizadas porque são parte da nossa identidade. São estes usos e costumes que nos realçam enquanto comunidade por isso, tudo faremos para continuar a criar meios de incentivo à participação da população nestas iniciativas” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. “Vamos já na XVII edição de um evento que atrai cada vez mais participantes, este ano contamos com 25 grupos a mostrar o melhor das janeiras, o que demonstra o dinamismo das associações locais, que participam com brio e empenho. Ao mesmo tempo, atraímos centenas de pessoas que gostam, que valorizam e que aplaudem ações criadas em prol das tradições” realçou.

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Os 25 grupos participantes tiveram que se cingir às normas impostas no regulamento para participar no encontro “Vamos Cantar as Janeiras”. Normas que tornam o encontro mais rico e mais interessante do ponto de vista musical e visual.

A participar esteve, por ordem de atuação, o Grupo de Catequese de Agilde, o Amar e Partilhar 21, a Universidade Sénior, a Associação Cultural e Recreativa de Caçarilhe e Amigos, o Rancho Recreativo e Cultural de Sta. Maria de Canedo, a ACRSD – Molares com Vida, a Associação Cultural e Recreativa de Ourilhe, o Grupo Coral de S. Pedro Britelo, o Centro Cultural Folclórico de Gandarela, a União de Freguesias de Carvalho, o Grupo Coral do Divino Salvador de Fervença, o Grupo Cultural Recreativo Núcleo Infantil de Gandarela de Basto, os Suspensórios, o rancho Folclórico do rego, o Grupo de Teatro Celoricense – GTC, a Associação de Pais e Encarregados de Educação de Celorico de Basto e Arnoia, o Grupo Coral do Rego, o Grupo de Amigos da Santa Casa da Misericórdia, ADIC – Associação Dinamizadora dos Interesses do Corgo, o Grupo das Cordas, a Junta de Freguesia de Agilde, o Grupo de Cantares da Escola Profissional Fermil e Celorico de Basto, a CRCD amigos do Castelo, o Clube Desportivo Celoricense e o Futebol Clube da Gandarela.

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Pelo palco passaram variadíssimas músicas de janeiras com letras como “janeiras”, “Vós que estais à janela”, “Cantamos boas festas com alegria”, “Em Belém nasceu”, “Reisadas 2017”, “Janeiras lindas Janeiras”, “Um pastor vindo de longe” e muitas outras que prenderam o público até ao fim do espetáculo.

No final, todos os grupos participantes receberam o diploma e o prémio de participação das mãos do Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, do Vereador da Cultura, Fernando Peixoto, e do Chefe de Gabinete da Presidência, Paulo Mota.

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MINHOTOS CANTAM AS JANEIRAS EM ANDORRA SOB O FRIO E A NEVE DOS PIRINÉUS

“As Janeiras despedem-se desafiando o frio e a neve de Andorra

Este domingo, dia 29, os elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ despediram, na paróquia de Escaldes-Engordany, a 12ª edição das Janeiras. Desde o sábado, dia 14, até ao dia 29, cerca de trinta cantadores do Grupo, trajados para a ocasião, percorreram as paróquias de Andorra la Vella, Escaldes-Engordany, Encamp, Ordino e La Massana para levar a tradição portuguesa de cantar de porta em porta e desejar votos de bom ano 2017 em diferentes estabelecimentos comerciais, casas particulares, lares de idosos e nas Igrejas do Principado, Santa Eulália em Encamp, Sant Cornelí e Sant Cebrià em Ordino, Sant Esteve em Andorra la Vella e Sant Pere Mártir em Escaldes-Engordany.

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Durante três fim-de-semanas duas dezenas de espaços no Principado puderam desfrutar dos cânticos das Janeiras e no domingo, dia 22, foi a vez da visita à Catedral de Santa Maria d’Urgell, em Catalunha, onde os cantadores participaram na missa dominical, na presença do Arcebispo e Copríncipe de Andorra, Joan-Enric Vives.

O frio e a neve foram o melhor pretexto para os elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ trajar a roupa de linho e de lã  e percorrer as belas estampas nevadas de Andorra recreando um ambiente festivo e de alegria principalmente junto dos idosos dos Lares: El Cedre, Clara Rabassa e Sar Quavitae Salita.

Este ano a entidade cultural prepara-se para celebrar o 21º aniversario e já está a programar o calendário cultural que se iniciará no dia 30 de Abril com a apresentação do 6º Festival de Folclore Ibérico – Principado de Andorra.”

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CELORICENSES CANTAM AS JANEIRAS

Encontro “Vamos Cantar as Janeiras” é este fim-de-semana em Celorico de Basto

Está tudo preparado para receber o tradicional encontro de janeiras em Celorico de Basto. Uma iniciativa que já conta com 17 grupos inscritos e que acontece no dia 29 de janeiro, domingo, pelas 15h00, no Gimnodesportivo da EB 2,3/S de Celorico de Basto.

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“Temos plena noção que estas tradições, ao longo dos anos, se vão perdendo no tempo, o que nos preocupa, por isso atuamos por forma a desenvolver iniciativas apelativas que incitem à participação e que mantenham bem vivos estes costumes que fazem parte da nossa identidade” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. O autarca realçou ainda que este encontro “demonstra o dinamismo das associações locais que se organizam para participar com brio e empenho deliciando o público com as interpretações apresentadas”.

Estes cantares das janeiras vão na XVII edição tendo sido concurso, até há dois anos a esta parte, que classificava os grupos tendo em conta vários parâmetros de avaliação. Agora, os Cantares das Janeiras são um encontro que procura sobretudo, preservar as tradições das janeiras e promover o convívio entre as várias associações locais.

Neste momento, a organização do evento, Câmara Municipal de Celorico de Basto, conta com 17 grupos inscritos que irão interpretar letras com títulos como “Estrelas que cantam”, “o pastor vindo de longe”, “Ó anjos anunciai”, “Vimos Cantar as Janeiras”, “Janeiras pelas crianças” e muitas outras letras, na sua maioria originais.

Os grupos participantes deverão respeitar as normas impostas no regulamento e, no final do espetáculo, serão agraciados com um diploma de participação e um prémio monetário, igual para todos.

FAFENSES CANTAM OS REIS

Grupo Coral de Armil vence XXXII Encontro de Cantadores de Reis de Fafe

Decorreu, na tarde de ontem, mais uma edição do Encontro de Cantadores de Reis de Fafe.

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O Grupo Coral de Armil sagrou-se o vencedor desta 32ª edição, perante centenas de pessoas que assistiram à final no Pavilhão Multiusos de Fafe.

O segundo lugar foi arrecadado pelos Amiguinhos de Jesus e em terceiro lugar ficou o Grupo Recreativo de Ardegão.

Antes da final, os 34 grupos participantes atuaram em diversos locais emblemáticos da cidade, tendo ainda feito pequenas paragens em vários cafés.

Eleitos para a final foram 12 grupos que, durante mais de duas horas, cumpriram a tradição do Cantar de Reis.

“O Encontro de Cantadores de Reis vai já na sua 32ª edição, o que revela o sucesso desta iniciativa que é sobretudo uma forma de preservar a tradição e o património cultural e imaterial de Fafe.

Quero deixar uma palavra de agradecimento e saudar os 34 grupos participantes por, mais uma vez, cumprirem a tradição e proporcionarem estes momentos a todos os presentes.”, revelou o Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha.

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CABECEIRENSES CANTAM AS JANEIRAS

Grupo Coral de S. Martinho vence Concurso de Cantares das Janeiras de Cabeceiras de Basto

O Grupo Coral de S. Martinho do Arco de Baúlhe venceu ontem, dia 22 de janeiro, o XXI Concurso de Cantares das Janeiras de Cabeceiras de Basto, um evento que contou com a participação de 17 grupos, 6 dos quais que estiveram a concurso e os restantes 11 que marcaram presença no encontro, proporcionando, assim, ao público presente um verdadeiro encontro intergeracional e cultural.

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Em segundo lugar classificaram-se os Cantadores do Grupo Desportivo de Cavez e, em terceiro lugar, o Grupo Folclórico de S. Nicolau, num evento organizado pela Câmara Municipal que teve como palco o Pavilhão Desportivo de Refojos.

A iniciativa organizada pela Câmara Municipal teve uma vez mais como objetivo reviver a tradição e estimular a defesa do património cultural imaterial como são os Cantares das Janeiras, promovendo a sua recolha e recriação, revelando-se desta forma, também, a vivacidade e vigor do movimento associativo local.

Trajados a rigor, de boinas e lenços na cabeça e candeias nas mãos, perto de meio milhar de cantadores e tocadores exibiram em palco os mais variados instrumentos, interpretando os mais genuínos cantares das Janeiras.

Além dos três primeiros classificados que receberam os montantes de 300 euros (1º classificado), 250 euros (2º classificado) e 200 euros (3º classificado), a todos os grupos participantes foram entregues prémios de presença no valor de 50 euros, verba destinada ao associativismo local que desta forma incentiva a participação neste como noutros eventos.

Na oportunidade, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado pelo presidente da Assembleia Municipal, Eng. Joaquim Barreto, pelo vereador Prof. Mário Leite, bem como pelos presidentes das Juntas de Freguesia, felicitou todos os grupos participantes que protagonizaram um belo espetáculo ao público presente.

Francisco Alves agradeceu ao júri - constituído por Prof. João Soares, Dr. Gil Santos e Dr. Vítor Ferreira Silva - a quem coube a tarefa de selecionar os vencedores desta 21ª edição do Concurso de Janeiras de Cabeceiras de Basto.

Agradeceu também a todos os que direta ou indiretamente contribuíram com o seu trabalho e a sua presença num espetáculo que uma vez mais afirmou as tradições e a cultura das gentes desta terra de Basto.

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VIANENSES CANTAM AS JANEIRAS

Os bilhetes para as JANEIRAS, a realizar no próximo dia 28 de janeiro, no Centro Cultural de Viana do Castelo já se encontram disponíveis.

  • Entrada Gratuita- Disponibilidade de lugares sujeita à lotação.
  • Levantamento e / ou reserva de bilhetes: Teatro Municipal Sá de Miranda, nos horários habituais da bilheteira (segunda a sexta-feira, das 9h00 às 19h00; em dias de espetáculo: das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00); sábado e domingos em dias de espetáculos, (2 horas antes).
  • Classificação etáriaM6 anos

No dia do espetáculo, se a lotação não estiver esgotada, poderão levantar bilhetes na bilheteira do Centro Cultural entre as 18h00 e as 21h30.

  • Aceitam-se reservas de bilhetes, unicamente, por  email: tmsm@cm-viana-castelo.pt, com um prazo de levantamento de 24 horas, caso contrário a reserva ficará sem efeito.
  • Não há lugares marcados.

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TERRABOURENSES CANTAM OS REIS NA CÂMARA MUNICIPAL

Cumprindo a tradição, os alunos do Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro e Jardins de Infância deslocaram-se aos Paços do Concelho, nos dias 6 e 20 de janeiro, para apresentarem várias composições alusivas à comemoração dos Reis Magos e às Janeiras.

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O Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Dr. Joaquim Cracel, agradeceu os votos de bom ano, simpaticamente formulados por todos e retribuiu esse desejo, não deixando de enaltecer o espírito e a dedicação de todos aqueles que ano após ano se dedicam a este importante reavivar e à celebração desta tradição.

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CABECEIRAS DE BASTO: SAMÃO HONRA S. SEBASTIÃO E CELEBRA TRADIÇÃO DA FESTA DAS PAPAS

A aldeia do Samão celebrou hoje, dia 20 de janeiro, a tradicional e peculiar Festa das Papas em honra de S. Sebastião, ‘padroeiro da fome, da peste e da guerra’. Todos os anos, neste dia 20 de janeiro, realiza-se a ‘Festa das Papas’ de forma alternada, ora no lugar do Samão, em anos ímpares, ora no lugar de Gondiães, em anos pares.

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O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado pelo vereador Mário Leite, pelo presidente da Junta de Freguesia de Gondiães e Vilar de Cunhas, Manuel Ramos, e outros autarcas, associou-se esta manhã à romaria em honra de S. Sebastião.

A jornada começou de manhã cedo com a celebração de uma missa em honra de S. Sebastião, seguindo-se no largo do Samão, também hoje inaugurado, a bênção dos alimentos e o cortejo até ao campo na sede do GAS – Grupo Associativo do Samão, onde foi posta a ‘mesa’ em toalhas de linho em pleno campo. Ao longo de dezenas de metros foram colocados os alimentos para serem distribuídos pelos romeiros. A distribuição das papas, do pão e do vinho é tradicionalmente feita com uma vara de madeira, que vai marcando o espaço nesta ‘mesa’ improvisada ao longo da qual se vão distribuindo os alimentos e os romeiros.

Terminada a refeição, algumas pessoas levam consigo os pedaços de broa que lhes coube para guardarem durante alguns dias porque acreditam na afamada ‘mezinha’ que existe no pão que foi benzido. Até há quem acredite que a broa nunca ganhará bolor e que serve de remédio para as doenças que afetam as pessoas e os animais.

Reza a lenda local que, na Idade Média, os povos que habitavam aquelas serras foram assolados por uma grande peste que atingiu humanos e animais. Para se verem livres da doença, os habitantes daquelas aldeias sertanejas recorreram a S. Sebastião de quem eram devotos e que os terá libertado de tal ‘maldição’.

Então, como forma de gratidão, as pessoas prometeram que daí em diante fariam uma festa e ofereceriam o que de melhor o povo tinha, ou seja, o pão, o vinho e a carne, a todos quantos ali se deslocassem para honrar o santo. Desde então, todos os anos, a promessa renova-se e a festa repete-se, honrando assim um compromisso antigo assumido pelos seus antepassados.

A festa tem lugar no dia 20 de janeiro, mas os preparativos começam uma semana antes. O pão é confecionado e cozido pelas mulheres da aldeia e armazenado na ‘casa do Santo’ para que no dia de S. Sebastião seja benzido, assim como as tradicionais papas e o vinho para serem oferecidos a todos os que se desloquem à aldeia para honrar o padroeiro.

Trata-se por isso, de uma tradicional e peculiar romaria minhota que todos os anos atrai centenas de forasteiros que sobem a serra para participar na ‘Festa das Papas’.

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CRIANÇAS DE CABECEIRAS DE BASTO CANTAM AS JANEIRAS

Novecentas crianças cantaram os Reis no Pavilhão Desportivo de Refojos

Cerca de 900 crianças do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto protagonizaram esta tarde, dia 20 de janeiro, um magnífico espetáculo musical, onde cantaram os reis aos professores, educadores, pais e avós que se associaram à iniciativa promovida pelo Município de Cabeceiras de Basto, neste que foi o XVIII Encontro de Cantares de Reis das Escolas.

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À semelhança dos anos anteriores, de vozes afinadas, trajadas à moda antiga, de cestas na mão e cabaças às costas, as crianças cantaram e encantaram o numeroso público que se juntou no Pavilhão Desportivo de Refojos.

A iniciativa teve como objetivo reviver a tradição e estimular a defesa do património cultural, promovendo a recolha e recriação dos cantares dos reis por parte das escolas e dos seus alunos. Pretendeu-se também preservar a memória coletiva do passado, enriquecer o presente e solidificar o futuro.

Cabeceiras de Basto viveu, assim, momentos de grande alegria e animação com as atuações de 14 grupos constituídos pelas crianças do pré-escolar e pelos alunos da Escola Básica do Arco de Baúlhe, da Escola Básica Padre Dr. Joaquim dos Santos, da Escola Básica Profª. Filomena Mesquita, da Escola Básica de Cavez, da Escola Básica de Pedraça e da Escola Básica da Faia.

Os petizes interpretaram os mais genuínos cantares dos reis, levando o público a recordar memórias de outrora ao som das violas, tambores, ferrinhos e cavaquinhos. O público vibrou com o brilhante espetáculo, aplaudindo as atuações com grande entusiasmo.

De destacar o grande envolvimento das crianças, pais, professores, educadores e funcionários neste evento de grande sucesso.

O XVIII Encontro de Cantares de Reis das Escolas contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, dos vereadores, do presidente da Junta de Freguesia de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela, dos membros da direção do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, familiares dos pequenos reis das escolas e público em geral.

De salientar que todos os grupos participantes receberam um prémio de presença no valor de 60 euros para a aquisição de material didático-pedagógico.

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CANTADORES DE REIS MARCAM ENCONTRO EM FAFE

XXXII Encontro de Cantadores dos Reis de Fafe. Iniciativa procura manter a tradição

Em tempos de se cantar os Reis cumpre-se, mais uma vez, a tradição. O Município de Fafe organiza, no próximo domingo, 22 de Janeiro, o XXXII Encontro de Cantadores de Reis.

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À semelhança do ano passado, também este ano, a iniciativa decorre em vários locais emblemáticos da cidade, a partir das 15h00.

Os 34 participantes serão organizados em seis grupos, distribuídos, em sorteio, por um primeiro local de atuação – Igreja Matriz, Igreja Nova, Teatro Cinema, Escola Secundária de Fafe, Escola Professor Carlos Teixeira e o Auditório da Câmara Municipal. Esta primeira fase, contará com a atribuição de uma pontuação a cada participante, em função da sua performance.

Antes de se conhecerem os finalistas, os participantes terão de fazer um percurso pela cidade , efetuando algumas paragens para pequenas atuações.

Reunidos no centro da cidade, serão eleitos dois finalistas por cada um dos seis grupos. Os 12 finalistas escolhidos farão uma última atuação, da qual sairá o grupo vencedor. Esta atuação terá lugar no Pavilhão Multiusos e está marcada para as 17h00.

Pompeu Martins, Vereador da Cultura, revela que esta é uma forma manter viva a tradição de se cantar as janeiras.

Este ano, optamos por manter as atuações em diversos locais pela cidade, porque queremos que esta iniciativa assegure a proximidade com os fafenses, que estes a sintam como deles e para eles.

O Encontro de Cantadores de Reis, que já vai na 32º edição, é sobretudo uma forma de preservar a tradição e o património cultural e imaterial de Fafe. ”, afirmou.

Os participantes têm direito a um prémio de presença, sendo que os três primeiros classificados receberão um prémio diferente que será atribuído em função do lugar ocupado na eliminatória (1º, 2º ou 3º classificado).

Listagem de grupos e locais de atuação:

Grupo 1 – Igreja Matriz

- “Amiguinhos de Jesus”- Santa Cristina de Arões

- Grupo de Cavaquinhos dos Bombeiros Voluntários de Fafe

- Grupo de Reis de Arões S. Romão

- Grupo Coral de Santo Estevão de Vinhós

- Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Fafe

- Tuna Estefina- Fafe

Grupo 2 – Igreja Nova

- Grupo Recreativo de Ardegão

- Grupo de Adolescentes e Pais da Fábrica da Igreja Paroquial de S. Martinho de Seidões

- Grupo de Cantares dos Reis do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Cepães e Fareja

- Grupo Cultural e Desportivo de Regadas

- Grupo Cultural e Desportivo de Armil

- Grupo “Leo Clube de Fafe”

Grupo 3 – Teatro- cinema

- Futebol Clube de Marinhão

- Agrupamento CNE n.º 966- Medelo

- Grupo Coral e Paroquial de Estorãos

- Rancho Folclórico de Fafe

- Grupo Coral Cultural e Recreativo de Medelo

Grupo 4 – Secundária de Fafe

- Grupo Coral de Santa Maria de Várzea Cova

- Associação Desportiva e Cultural de Silvares S.Clemente

- Rancho Folclórico de Santo Estevão de Regadas

- Grupo de Cavaquinhos “Castiços” de Regadas

- Coro de Natal da Freguesia de Monte e Queimadela

- Agrupamento CNE nº 619- S. Lourenço de Golães

Grupo 5 – Escola Professor Carlos Teixeira

- Grupo de Jovens “Criar Asas”

- Associação Cultural e Recreativa de S.Miguel do Monte

- Coral “Regina Coeli”- Vinhós

- Agrupamento de Escuteiros 1175 Fafe

- Centro Cultural Social e Desportivo dos Trabalhadores da CM Fafe

- Grupo de Bombos “Só Dava Assim”- Estorãos

Grupo 6 – Auditório da Câmara Municipal de Fafe

- Grupo Coral de Ardegão

- Grupo Folclórico da Casa do Povo de Arões

- Centro Social da Paróquia de Golães

- Grupo Coral de Armil

- Associação Recreativa e Cultural de Santo Ovídio

VIMARANENSES CANTAM OS REIS NOS PAÇOS DO CONCELHO

Grupos de Guimarães cantaram os Reis a Domingos Bragança na Câmara Municipal

“Janeiras” foram cantadas nos Paços do Concelho. Grupos vimaranenses mantiveram tradição e desejaram um próspero ano novo a Guimarães.

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O Grupo Cultural e Recreativo Trovadores do Cano, a Comissão de Festas de S. Tiago de Lordelo e a Comissão de Festas de S. Tiago de Ronfe deslocaram-se à Câmara Municipal de Guimarães para o Cantar dos Reis ao Presidente do Município, Domingos Bragança, a quem apresentaram votos de Boas Festas e desejaram um Bom Ano de 2017.

«Há gestos simples e cada vez mais valorizo as atitudes com simbolismo», começou por referir o responsável pela Autarquia, depois de ouvir as Janeiras. «Gostamos que nos desejem que tudo corra bem, que tenhamos saúde e que tenhamos sucesso nos nossos projetos. As palavras cantadas típicas das Reisadas são uma tradição bonita. Por isso, transmitam o vosso saber e a vossa experiência às gerações vindouras para consolidarmos este costume tão vimaranense», realçou o Presidente do Município.

«Viemos desejar um bom ano ao Dr. Domingos Bragança, a todos os funcionários e colaboradores da Câmara Municipal de Guimarães e aos vimaranenses em geral, na pessoa do senhor Presidente», referiram, por sua vez, os representantes dos grupos recebidos no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

"PASSEIOS NATALÍCIOS" DÃO A CONHECER PRESÉPIOS DE RUA EM AMARES

A manhã e o início de tarde de domingo em Amares ficaram marcados por uma longa e diferente caminhada, “Passeios Natalícios”, pelos presépios de rua criados pela comunidade paroquial de São Paio de Seramil, São Tiago de Goães, Santa Marta de Bouro e Santa Maria de Bouro.

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A iniciativa, fruto de um repto lançado à população pelo grupo de jovens ACReditar de Santa Marta de Bouro e o seu pároco, Pe. Paulo Alexandre Neiva, para motivar e envolver a comunidade na construção de presépios de rua,juntou cerca de 180 participantes, entre eles, todos os presidentes de junta envolvidos e o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira.

Reconhecendo a importância destas ações “para criar laços e fortalecer o espírito de partilha entre os amarenses”, Manuel Moreira, enalteceu“o esforço e a dedicação da comunidade na construção destes presépios, bem como, de todos os responsáveis por esta iniciativa”.

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Este roteiro de visitaspelos presépios de rua que teve como intuito, “engrandecer e valorizar o esforço que a comunidade, alegre e orgulhosamente, empregou na construção dos presépios, ajudando os participantes a contemplar a arte rural”, conforme explicou o Grupo de Jovens ACReditarde Santa Marta de Bouro, contou com a colaboração da Câmara Municipal de Amares, das diferentes paróquias envolvidas, com as juntas de freguesias de Seramil, Goães, Bouro Santa Marta e BouroSanta Maria, com a Associação Recreativa Desportiva e Cultural “os Camponeses de Goães” e o Grupo de Catequistas de Bouro Santa Maria.

Note-se que nos últimos anos, o Grupo de Jovens ACReditarde Santa Marta de Bouro e o seu pároco têm vindo a motivar e a envolver a comunidade de SantaMarta de Bouro na construção de presépios de rua, de forma “a estimular e envolver cada um no espírito de entrega, alegria e jubilo”, tão própria da época natalícia. Tendo em conta elevada adesão, este natal decidiu estender o projeto às restantes comunidades paroquiais para produzir, nos diferentes lugares, os presépios de rua.

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CELORICENSES CANTAM AS JANEIRAS NOS PAÇOS DO CONCELHO

Utentes da Associação de Solidariedade Sto. André de Codessoso cantaram as Janeiras nos Paços do Concelho

Executivo da Câmara Municipal de Celorico de Basto recebeu no dia 12 de janeiro, alguns dos utentes do Centro Social Manuel António da Mota que, e procurando manter a tradição, visitaram os Paços do Concelho para cantar as Janeiras ao presidente do Município.

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Tradicionalmente vários grupos visitam, ao longo do mês de janeiro, os Paços do Concelho, para cantar as janeiras ao presidente, este foi o segundo grupo a visitar a autarquia.

“Recebemos todos, os que nos queiram visitar, de braços abertos, porque é uma alegria sentir que as tradições se mantêm firmes na nossa comunidade. E ver estes “jovens” de idade avançada a cantar assim deixa-nos particularmente felizes” realçou o autarca, Joaquim Mota e Silva.

Este grupo interpretou a música “Boas noites meus senhores” ensaiadas pelo técnico de educação musical durante as atividades de animação promovidas pela entidade.

A diretora técnica da instituição, Marlene Silva, disse tratar-se de uma atividade que os deixa particularmente bem-dispostos. “Os nossos utentes querem sempre vir à autarquia cantar as janeiras e por isso, procuram saber a letra na ponta da língua para que a atuação decorra da melhor forma. Dos 60 aos 96 anos todos cantam e todos participam nestas atividades com gosto”.

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BRACARENSES CANTAM AS JANEIRAS

"A tradição vai e vem ao Shopping - Cantar das Janeiras"
Se “Rusgas - é gente que bai, faz e bem das festas…”, é já amanhã domingo, pelas 15h:30, que a ‘Tradição bai e bem ao Shopping 'Braga Parque’, para cantar os Reis e Janeiras. Tal como em anos anteriores, as vozes e respetiva tocata da Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, voltarão a preencher e animar - com sonoridades e a policromia do trajar minhoto -, os diferentes espaços do 'Braga Parque', divulgando e promovendo as tradições herdadas, alusivas ao términus do 'ciclo natalício', o Cantar da Janeiras.

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As janeiras já se cantam,
Aos ricos e aos fidalgos.
E também aos pobrezinhos,
Que dão tigelas de caldo.

Abram as vossas janelas,
Que a Rusga vai a passar.
Trazei as vossas ofertas,
Pois temos muito que andar.

A iniciativa, "A tradição bai e bem ao shopping", tem por principal propósito, levar as mais diversas manifestações da nossa cultura popular de tradição, às grandes superfícies comerciais, por forma a poder chegar a outros novos públicos. Foi assim que já levamos a efeito, nas ditas superfícies comerciais, exposições temáticas itinerantes, como, a do 'Trajo e o Trajar Popular no Baixo Minho' e 'Presépio - o sentido do Natal', e os espetáculos, 'O Casamento Minho', 'Olha a roda que a saia tem', entre outros

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CERVEIRENSES CANTAM AS JANEIRAS

16 grupos cantam as Janeiras este domingo

O Cineteatro de Cerveira volta a encher-se de tradição, convívio e intercâmbio cultural com a 8ª edição do ‘Cantar as Janeiras’, agendada para este domingo, pelas 15h00. Ao todo, 15 grupos cerveirenses e um oriundo da Galiza vão saudar os presentes com mensagens de Bom Ano, através das mais belas melodias populares.

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Mantendo a mesma tendência das edições anteriores, o evento volta a registar, este ano, um número recorde de participantes, 16, revelando o interesse e empenho das várias coletividades do concelho em manter viva esta tradição, transmitindo-a às novas gerações. Quer em palco quer na plateia, o entusiamo é enorme, assistindo-se cada vez mais a um maravilhoso encontro de gerações.

Trajados a rigor, com letras e sonoridades muito próprias e sempre surpreendentes, as atuações dos participantes vão decorrer por ordem de entrega da inscrição, ou seja, Clube Desportivo de Cerveira, Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Gondarém, “Amigos da Misericórdia”, Tuna da Universidade Sénior de Cerveira, Orballo – Ás Nove Alí, Coral Polifónico de Vila Nova de Cerveira, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira, Colégio de Campos, Rancho Folclórico de Campos, Associação Cultural e Recreativa do Divino Salvador de Covas, Se Eu Podia Viver Sem Conhecer Cerveira? Podia Mas Não Era a Mesma Coisa, Pauta dos Caprichos – Associação Musical de Vila Nova de Cerveira, Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, Centro Paroquial de Reboreda, Grupo de Cavaquinhos de Lovelhe, Rancho Folclórico de Sopo.

O Município cerveirense convida a população para ‘Cantar as Janeiras’, este domingo, a partir das 15h00, no Cineteatro. Entrada livre.

SENIORES CANTAM AS JANEIRAS AO PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE CERVEIRA

Cumprindo-se a tradição, a Tuna da Unisénior de Vila Nova de Cerveira brindou, esta tarde, o autarca Fernando Nogueira, os membros da vereação e os funcionários do Município, com os belos cânticos das Janeiras, deixando publicamente votos de um feliz 2017.

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Recebidos no Salão Nobre dos Paços do Concelho, os cerca de 20 membros, de vozes bem afinadas e com muita alegria e boa disposição, entoaram uma melodia popular, transmitindo uma mensagem de bom ano para os presentes.

O presidente Fernando Nogueira, acompanhado pela vereação, ouviu atentamente as Janeiras e, no final, agradeceu a amável presença e homenagem do grupo à Câmara Municipal, retribuindo os votos de um 2017 repleto de realizações.

Recorde-se que Vila Nova de Cerveira ainda mantém viva esta tradição graças à vontade e dedicação de associações e coletividades do concelho, e do próprio Município, em prol da defesa e divulgação do património imaterial e etnográfico.

Já este domingo, 15 de janeiro, 15 grupos e associações cerveirenses, e um da Galiza, vão participar em mais uma edição do ‘Cantar as Janeiras’, prometendo um Cineteatro lotado à semelhança dos anos anteriores. O evento tem início às 15h00, com entrada livre.

SEMANA SANTA DE BRAGA AFIRMA-SE COMO UMA DAS MAIS EMBLEMÁTICAS DA EUROPA E DO MUNDO

Município reforça apoio financeiro à organização do evento

A Semana Santa continua a ser o melhor momento da vida da Cidade de Braga e tem todas as condições para se afirmar como uma das mais emblemáticas da Europa. A afirmação foi proferida hoje, 12 de Janeiro, por Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a apresentação do programa das comemorações da Quaresma e Semana Santa que voltarão a encher as ruas da Cidade.

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Na ocasião, o Autarca Bracarense salientou a “extraordinária capacidade que a Semana Santa possui em termos de mobilização da comunidade”, defendendo que esta deve ser cada vez mais “participada, sentida, conhecida e reconhecida”.

“Os eventos não são propriedade do Município e não foi a Câmara Municipal que criou a Semana Santa. Ainda assim, cumpre realçar que este Executivo tem dado, na medida das suas possibilidades, um contributo importante para que a Semana Santa seja um momento cada vez mais relevante na vida da Cidade”, afirmou, notando que este ano a Autarquia reforça o apoio financeiro através da atribuição de 45 mil euros.

A par de reconhecer a crescente participação dos Bracarenses nos diversos momentos que compõem o programa, Ricardo Rio defendeu a necessidade de se continuar o trabalho de promoção da Semana Santa. O reconhecimento do evento passa, igualmente, pela candidatura a Património Imaterial da Humanidade, um processo que, segundo Ricardo Rio, está a cumprir as etapas necessárias.

“Esta candidatura colocará a Semana Santa de Braga no patamar que ela merece e que todos ambicionamos. Queremos que este seja um evento de referência não apenas para Braga, para a Região e para o país, mas um evento único a nível internacional neste período da Quaresma”, frisou.

Já o presidente da Comissão Organizadora do evento, as solenidades a Quaresma e Semana Santa, sendo um acontecimento de origem religiosa, é “gerador de inúmeras sinergias na Cidade e na região que actualmente ultrapassa, e muito, esta circunscrição”.

“É dentro deste quadro que nos situamos ao falarmos da Semana Santa em Braga como um acontecimento religioso, que tem implicações culturais e económicas nos diversos sectores da sociedade. O que estamos aqui a procurar é a realização de um serviço de qualidade à população, que visa a promoção de uma maior e melhor vivência dos tempos que nos levam até à Páscoa”, salientou o cónego Luís Miguel Figueiredo.

Para além da componente religiosa, a Comissão preparou um programa cultural rico e diversificado que só é possível graças ao trabalho das diversas instituições que integram a Comissão, concretamente o Cabido da Sé de Braga, Santa Casa da Misericórdia de Braga, Irmandade de Santa Cruz, a Câmara Municipal de Braga, Entidade do Turismo Porto e Norte, e Associação Comercial de Braga. Este ano, a comissão passa também a contar com a Associação Industrial do Minho.

Recorde-se que, desde 2011, a Semana Santa de Braga possui o título de “Interesse para o Turismo”, outorgado pelo Turismo de Portugal. “Entendemos que este património é de todos e valioso demais para ficar por aqui. O processo de candidatura a Património Imaterial de Portugal, está terminado. Depois de 14 meses de trabalho na sua preparação, a candidatura foi já submetida na plataforma da Direcção Geral do Património Cultural”, explicou o cónego Luís Miguel Figueiredo. A partir de agora segue-se um período de 30 dias de avaliação da candidatura e 120 dias de consulta pública. Findo o qual será anunciada a integração na Lista do Inventário Nacional do Património Cultural e Imaterial.

Entretanto, uma equipa composta por diversos membros da Comissão continua a preparação da candidatura da Semana Santa de Braga a Património Imaterial da Humanidade junto da UNESCO.

O programa completo das Solenidades da Quaresma e Semana Santa pode ser consultado através do seguinte link https://goo.gl/RxFw6E

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RUSGA DE S. VICENTE DE BRAGA CANTA AS JANEIRAS

'A tradição vai e vem ao shopping'

Se “Rusgas - é gente que vai, faz e vem das festas…”, no próximo domingo, dia 15, pelas 15h:30, a ‘Tradição vai e vem ao Shopping Braga Parque’, para cantar os Reis e Janeiras. Tal como em anos anteriores, as vozes e respetiva tocata da Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, voltarão a preencher e animar - com sonoridades e a policromia do trajar baixo-minhoto -, os diferentes espaços do BragaParque, divulgando e promovendo as tradições herdadas, alusivas ao términus do 'ciclo natalício', o Cantar dos Reis e Janeiras.

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As janeiras já se cantam,

Aos ricos e aos fidalgos.

E também aos pobrezinhos,

Que dão tigelas de caldo.

Abram as vossas janelas,

Que a Rusga vai a passar.

Trazei as vossas ofertas,

Pois temos muito que andar.

A iniciativa, "A tradição vai e vem ao shopping", tem por principal propósito, levar as mais diversas manifestações da nossa cultura popular de tradição, às grandes superfícies comerciais, por forma a poder chegar a outros novos públicos. Foi assim que já levamos a efeito, nas ditas superfícies comerciais, exposições temáticas itinerantes, como, a do 'Trajo e o Trajar Popular no Baixo Minho' e 'Presépio - o sentido do Natal', e os espetáculos, 'O Casamento Minho', 'Olha a roda que a saia tem', entre outros.

RUSGA DE S. VICENTE DE BRAGA REALIZA CONCERTO DE REIS

'4ª edição do Concerto de Reis'

A Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho leva a efeito a 4ª edição do Concerto de Reis, a levar a efeito no próximo dia 13 de janeiro (sexta), às 21h:30, na Igreja paroquial de São Vicente de Braga.

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Esta é, mais uma iniciativa da Irmandade do Mártir São Vicente e respetiva paróquia, no âmbito do projeto “Abrigar São Vicente” .

Conta com a participação dos seguintes grupos:

- Agrupamento XIX do C.N.E. (Escutismo Católico) de São Vicente;

- Coro das 10H;

- Grupo de Cavaquinhos da Associação de Idosos Centro Histórico de Braga;

- Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho;

- Grupo Coral e Instrumental de São Vicente.

MELGAÇO PROMOVE MAIS UMA EDIÇÃO DO ENCONTRO SOLIDÁRIO DE REIS E JANEIRAS

28 de janeiro, na Casa da Cultura. Com entrega de géneros alimentares para a APPACDM

A Câmara Municipal de Melgaço realiza mais um Encontro Solidário de Reis e Janeiras, onde se pretende que o público marque presença através da entrega de géneros alimentares para ajudar uma instituição do concelho, este ano a APPACDM Melgaço - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental. O evento acontece no próximo dia 28 de janeiro, pelas 21h30, na Casa da Cultura.

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Os grupos interessados em integrarem este momento têm até ao dia 18 de janeiro para se inscreverem, através do telefone 251 410 060, do e-mail mcodesso@cm-melgaco.pt (Margarida Codesso) ou diretamente nas instalações da Casa da Cultura.

A edição solidária deste encontro realizou-se pela primeira vez em 2015, com a entrega de mais de uma centena de bens alimentares. Em 2016 a adesão da população registou um crescendo: cerca de duas centenas e meia de bens alimentares, desde massa, arroz, açúcar, salsichas, leite, bolachas, cereais, atum, feijão, grão-de-bico, sal grosso, polpa de tomate, entre outros.

A Câmara Municipal apela à participação de todos, aliando assim o evento a uma causa nobre em prol da APPACDM de Melgaço.

VIANENSES CANTAM AS JANEIRAS

Os bilhetes para as JANEIRAS, a realizar no próximo dia 28 de janeiro, no Centro Cultural de Viana do Castelo já se encontram disponíveis.

  • Entrada Gratuita-Disponibilidade de lugares sujeita à lotação.
  • Levantamento e / ou reserva de bilhetes: Teatro Municipal Sá de Miranda, nos horários habituais da bilheteira (segunda a sexta-feira, das 9h00 às 19h00; em dias de espetáculo: das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00); sábado e domingos em dias de espetáculos, (2 horas antes).
  • Classificação etáriaM6 anos

No dia do espetáculo, se a lotação não estiver esgotada,poderão levantar bilhetes na bilheteira do Centro Cultural entre as 18h00 e as 21h30.

  • Aceitam-se reservas de bilhetes, unicamente, por  email: tmsm@cm-viana-castelo.pt, com um prazo de levantamento de 24 horas, caso contrário a reserva ficará sem efeito.
  • Não há lugares marcados.

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RUSGA DE S. VICENTE DE BRAGA CANTA AS JANEIRAS

"A tradição vai e vem ao Shopping - Cantar das Janeiras"

Se “Rusgas - é gente que vai, faz e vem das festas…”, no próximo domingo, dia 15, pelas 15h:30, a ‘Tradição vai e vem ao Shopping Braga Parque’, para cantar os Reis e Janeiras.

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Tal como em anos anteriores, as vozes e respetiva tocata da Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, voltarão a preencher e animar - com sonoridades e a policromia do trajar minhoto -, os diferentes espaços do BragaParque, divulgando e promovendo as tradições herdadas, alusivas ao términus do 'ciclo natalício', o Cantar da Janeiras.

As janeiras já se cantam,

Aos ricos e aos fidalgos.

E também aos pobrezinhos,

Que dão tigelas de caldo.

 

Abram as vossas janelas,

Que a Rusga vai a passar.

Trazei as vossas ofertas,

Pois temos muito que andar.

 

A iniciativa, "A tradição vai e vem ao shopping", tem por principal propósito, levar as mais diversas manifestações da nossa cultura popular de tradição, às grandes superfícies comerciais, por forma a poder chegar a outros novos públicos. Foi assim que já levamos a efeito, nas ditas superfícies comerciais, exposições temáticas itinerantes, como, a do 'Trajo e o Trajar Popular no Baixo Minho' e 'Presépio - o sentido do Natal', e os espetáculos, 'O Casamento Minho', 'Olha a roda que a saia tem', entre outros.

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4º Concerto de Reis

Na próxima sexta, dia 13, pelas 21h:30, na igreja paroquial de São Vicente de Braga, a Rusga participará na 4ª edição do Concerto de Reis, promovido pela Irmandade do Mártir São Vicente e respetiva paróquia, no âmbito da iniciativa "Abrigar São Vicente".

Ceia de Reis 2017

No passado fim-de-semana, na sua sede social, a Rusga levou a efeito a tradicional “Ceia de Reis”, extensiva aos familiares dos elementos rusgueiros. Com esta iniciativa, encerrou-se formalmente o ano de actividades de 2016, ano em que terminamos o programa comemorativo do 50º aniversário da associação (1965/2015), sob o mote "Há 50 anos a Rusgar - 50 anos, 50 iniciativas, 05 temas".

Com esta Ceia de Reis - a última das celebrações do ciclo natalício -, pretende-se por um lado, proporcionar um encontro/convívio alargado, tendo em vista o fortalecimento do espírito e vivência rusgueira, entre elementos e respectivos familiares e, por outro, reconhecer em jeito de agradecimento, a todos os elementos, que ao longo do ano transato se disponibilizaram de forma responsável e abnegada, para que o Plano de Actividades e respectivo programa comemorativo do cinquentenário delineado, se tornasse uma realidade.

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IRMANDADE DE SÃO VICENTE DE BRAGA ORGANIZA CONCERTO DE REIS

A Irmandade do Mártir São Vicente de Braga e a Paróquia de São Vicente, levam a efeito o Concerto de Reis, que vai ter lugar no próximo dia 13 de janeiro (sexta feira), às 21h:30, na Igreja paroquial de São Vicente.

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Esta '4ª edição do Concerto de Reis' insere-se na iniciativa “Abrigar São Vicente” e conta com a participação dos seguintes grupos:

- Agrupamento XIX do C.N.E. (Escutismo Católico) de São Vicente;

- Coro das 10H;

- Grupo de Cavaquinhos da Associação de Idosos do Centro Histórico de Braga;

- Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho;

- Grupo Coral e Instrumental de São Vicente.

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“AQUI VIMOS NÓS, TODOS REUNIDOS, CANTAR OS REIS, AOS NOSSOS AMIGOS….”

Na passada quinta-feira, as crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção percorreram as ruas do centro histórico de Monção, cantando os reis nos estabelecimentos comerciais. Esta manhã estiveram nos Paços do Concelho, tendo sido recebidos pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves.

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A habitual Cantata dos Reis das crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção realizou-se na passada quinta-feira, dia de mercado, com passagem pelas principais artérias do centro histórico da localidade e paragens em alguns estabelecimentos comerciais e instituições públicas.

Esta manhã estiveram nos Paços do Concelho, tendo sido recebidos pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves. Acompanhado pelo secretário da União de Freguesias de Monção e Troviscoso, Fernando Coração de Maria, desejou um bom ano a todos e presenteou os pequenos com uma lembrança simbólica: porta-chaves da coquinha. No final, a habitual foto de família.

Neste período, as crianças da Santa Casa e as educadoras e auxiliares da instituição, com pandeiretas e ferrinhos a acompanhar o ritmo da concertina, entoam cânticos próprios desta época festiva, alegrando as ruas e estabelecimentos comerciais de Monção.

Fiéis à tradição, as crianças apresentam-se com a tradicional coroa e capa, envolvendo-se no espírito desta quadra que, por estes dias, anima ao concelho de Monção com muitas associações e clubes a cumprirem esta tradição de porta em porta, deixando quadras rimadas e divertidas.

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BARCELENSES CANTAM OS REIS

300 pessoas juntam-se no Pavilhão Municipal para dar as Boas-Vindas ao Novo Ano. Grupos populares vão cantar e encantar o concelho a 15 de janeiro no Pavilhão Municipal

Partindo de vários pontos da cidade, quase duas dezenas de ranchos folclóricos do concelho vão desfilar pelas ruas de Barcelos, trazendo nas vozes os Cantares dos Reis. Uma tradição antiga que se tem vindo a recuperar e a afirmar como uma das manifestações culturais mais ricas desta quadra festiva, reunindo, num só momento, o calor de dezoito de grupos de canto e dança etnográficos da região.

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A iniciativa, que tem início às 14h30, no dia 15 de janeiro de 2017, culmina com o encontro de todos os ranchos no Pavilhão Municipal de Barcelos, onde irão atuar. Esta será uma das maiores produções de sempre dos Cantares dos Reis e fica marcada pela realização deste evento no pavilhão, depois de ter passado pelo Teatro Gil Vicente e pela Câmara Municipal de Barcelos.

Associado ao nascimento de Cristo e à visita dos reis magos à gruta de Belém, a comemoração dos Reis marca o fim da época natalícia e carrega em si um grande simbolismo, uma certa nostalgia e muita esperança para o novo ano.

CRIANÇAS DE FAFE REALIZAM ENCONTRO DE REIS

Encontro de Reis das Escolas de Fafe: 2000 crianças celebram a tradição dos Reis

Esta sexta-feira, o Pavilhão Multiusos de Fafe vai ser palco do Encontro de Reis das Escolas.

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A partir das 9h30, e durante três horas, as escolas e jardins de infância do concelho vão encher o espaço com cerca de 2000 crianças.

No total, são 16 as escolas e jardins de infância que vão marcar presença na iniciativa que promete uma manhã bem animada.

Vão participar neste Encontro de Reis o Jardim Infância Montelongo, o Centro para Formação e Juventude de Arões, o Jardim Infância de Antime, o Infantário 1 e 2 da Santa Casa da Misericórdia, o Centro Infantil de Golães, a Associação Cultural e Recreativa de Travassós, a EB Cepães, a EB Fareja, a EB S. Romão, a EB Sta. Cristina, a EB Quinchães, a EB Devesinha, a EB Montelongo, a EB Regadas, a EB Padre Joaquim Flores e a Cercifaf.

De acordo com o Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, o espetáculo é uma forma de preservar a tradição junto dos mais novos.

Esta iniciativa é importante para se manter a tradição dos Cantadores de Reis viva entre os mais novos. O evento tem também presente uma importante vertente cultural e pedagógica, contando com o apoio e dedicação de todos os educadores.”

MINHOTOS EM ANDORRA MANTÊM TRADIÇÃO DAS JANEIRAS

A tradição das Janeiras vai ser apresentada no Principado de Andorra, numa iniciativa do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’, por 12º ano consecutivo. A partir do próximo sábado, dia 14 e até ao dia 29 de Janeiro os elementos do Grupo irão percorrer o Principado aproximando a cultura tradicional portuguesa à sociedade andorrana e junto da comunidade portuguesa que procura com esta iniciativa reviver uma das tradições da infância.

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Este ano o cante das Janeiras vai iniciar-se no dia 14 às 18 horas no palco da Praça Coprínceps, na cidade de Escaldes-Engordany, o que vai permitir que os turistas e residentes do Principado possam desfrutar em praça pública da musica tradicional portuguesa e das cantigas dedicadas a enaltecer o ano novo.

Além da visita a estabelecimentos comerciais, principalmente bares e restaurantes portugueses, as Janeiras tem suscitado interesse junto das igrejas do Principado destacando na edição deste ano a visita à Igreja de Andorra la Vella, Escaldes-Engordany, Ordino e Encamp. Além de apresentar as Janeiras no final do ato religioso, os elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ participam na celebração eucarística com cânticos que recriam um ambiente de devoção e fé.

No dia 22 de Janeiro o Grupo participará também na celebração eucarística na Catedral de Santa Maria de Urgell, na cidade da Seu d’Urgell, em Espanha, na presença de Mn. Joan-Enric Vives, Arcebispo e Copríncipe de Andorra.

A vertente solidária das Janeiras tem encontrado resposta no interesse manifestado pela gerência dos lares de idosos da Residência el Cedre, Clara Rabassa e Sarquavitae Salita em proporcionar momentos de cultura tradicional e de convívio aos séniores, familiares e colaboradores das três instituições.

Esta iniciativa irá terminar no dia 29 depois de percorrer quatro das sete paróquias do Principado, desafiando temperaturas negativas e um espesso manto branco de neve característico nos vales de Andorra.”

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SENIORES FAMALICENSES REVIVEM TRADIÇÃO DOS REIS

Depois das crianças, na passada sexta-feira, 6 de janeiro, foi a vez dos seniores famalicenses assinalarem a quadra dos Reis com o tradicional “Cantar dos Reis Sénior”.

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A iniciativa, organizada todos os anos pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, contou com a participação de mais de um milhar de seniores do projeto municipal “Mais e Melhores Anos” que, conforme referiu o edil famalicense, Paulo Cunha, “voltaram a mostrar que vitalidade é coisa que não lhes falta”.

Refira-se que este ano, e com o intuito de conseguir reunir o maior número de participantes, a autarquia optou por deslocar o evento da Casa das Artes para o Pavilhão Municipal das Lameiras.

Uma decisão que veio a confirmar-se acertada por parte do executivo municipal, tendo em conta o elevado número – mais de três dezenas – de instituições que não quis perder o momento.

TERRABOURENSES CANTAM OS REIS

Município de Terras de Bouro promoveu XVIII Encontro Concelhio de Cantares de Natal e Reis

No dia 8 de janeiro, a Igreja Matriz de Terras de Bouro acolheu o Encontro Concelhio de Cantares de Natal e de Reis.

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O acontecimento, na sua décima oitava edição, teve a participação de sete grupos que, com entusiasmo e vivacidade, proporcionaram a todos os que estiveram presentes uma tarde de alegria, convívio e fraternidade, sentimentos bem representativos da quadra natalícia que agora finda e que simbolizam também a tradição das Janeiras.

Participantes na 18ª edição do Encontro Concelhio de Cantares de Natal e de Reis:

 Banda Musical da Carvalheira, Orfeão de Terras de Bouro,  Grupo Coral Infantil de Chorense,  Grupo da Igreja Metodista de Valdosende (Alunos da Escola Dominical, Grupo de Jovens e o Grupo “Trevo Alegre”), Grupo Coral de Moimenta, Grupo Coral Intergeracional de Souto (Grupo Coral e Grupo da Catequese) e da Associação Sociocultural e Desportiva de Paradela de Valdosende.

MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO RECEBE VISITA DOS REIS MAGOS

“Os Reis” visitaram a Câmara Municipal de Celorico de Basto

Em pleno dia de Reis, no dia 5 de janeiro, utentes e colaboradores do CAO, Residência Autónoma e Lar Residencial, visitaram a Câmara Municipal de Celorico de Basto e cantaram as janeiras ao presidente da Autarquia.

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Joaquim Mota e Silva, presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto recebeu o grupo e alegrou-se com a visita. “É sempre agradável receber “os reis” e “as janeiras” nesta casa, uma casa que a todos pertence e que valoriza as tradições. São tradições que fomentam a felicidade, a alegria, a boa disposição de quem participa e de quem assiste”.

O grupo apresentou uma música tradicional das janeiras com alguns arranjos na letra intitulada “Aqui estamos nós, todos reunidos”. Durante a semana, o técnico de Educação Musical preparou os utentes e os colaboradores para a apresentação pública da música à comunidade. A letra apresenta quadras como “Somos bons meninos e vimos cantar; Dar as boas festas para vos alegrar; Neste novo ano que Deus vos ajude; Que dê muita paz, amor e saúde”.  

Para além do presidente da Câmara a assistir à atuação dos utentes esteve o Vereador da Cultura, Fernando Peixoto e o Chefe de Gabinete do Presidência, Paulo Mota.

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AMARES CUMPRIU A TRADIÇÃO NO “XVI CANTAR DE REIS E AO MENINO”

Uma plateia repleta de gente assistiu, esta tarde, a uma das mais enraizadas tradições culturais do concelho de Amares naquela que foi a XVI edição do “Cantar de Reis e ao Menino”. O evento, que já conquistou um lugar de destaque no programa de animação cultural dos amarenses por esta época, contou com a participação de onze grupos e associações locais, que brindaram o público com brilhantes atuações, a marcar o fim das celebrações natalícias.

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Na abertura do espetáculo, o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, lembrou que o “Cantar deReise ao Menino”“é já uma tradição com 16 anos que faz parte da memória e da identidade das gentes de Amares” e congratulou-se com a sua continuidade e vitalidade. O autarca agradeceu, ainda, a todos os participantes que abrilhantaram o evento pelo seu “precioso” contributo para a preservação das raízes e saberes concelhios.

O Centro de Estudos Musicais Luís Capela, a Associação de Fomento Amarense, o Grupo de Cantares de Bouro Santa Marta, o Grupo Coral de Ferreiros, o Rancho Folclórico de Vilela, a Associação de Professores e Educadores de Amares, o Rancho Folclórico de São Vicente do Bico, o Grupo de Cantares Amigos de Fiscal, o Grupo Folclórico de Lago, o Grupo Amigos da Ramboia e Grupo Cantares de Reis da Comunidade de Dornelas e Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, foram os grupos e associações que subiram ao palco e cumpriram de forma honrosa e entusiástica a tradição de cantar os Reis.

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MINHOTOS CANTAM AS JANEIRAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES

Os minhotos que vivem no concelho de Loures, agrupados no Rancho Folclórico Verde Minho, cantaram as Janeiras aos vereadores e outros autarcas do município local.

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Trata-se de uma autarquia com a qual as gentes do Minho desde há muitos anos que mantêm as melhores relações e laços de amizade e colaboração. Uma autarquia que recebe sempre os nossos conterrâneos de braços abertos, franqueando as suas portas nomeadamente por altura da realização do Encontro de Culturas que ali tem lugar anualmente.

Neste ano, prepara-se já a realização do FolkLoures’17, uma iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures. Não podias, pois, os minhotos deixar de desejar aos autarcas um Bom Ano Novo, nem outra forma melhor podia ser escolhida do que o Cantar das Janeiras de acordo com as nossas tradições.

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MAIS DE UM MILHAR DE REIS MAGOS CANTARAM AS JANEIRAS NO CENTRO HISTÓRICO DE GUIMARÃES

Largo da Oliveira foi o palco de uma atuação coletiva que reuniu 19 instituições vimaranenses ligadas à infância. Iniciativa destinou-se também às famílias.

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1.200 crianças cantaram os Reis no Centro Histórico de Guimarães esta sexta-feira, 06 de janeiro, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal, em conjunto com os Jardins de Infância e os ATL do concelho. O encontro, preparado por cerca de duas dezenas de instituições vimaranenses ligadas à infância, evocou tradições musicais ancestrais numa das praças mais emblemáticas de Guimarães.

«Cuidar das nossas crianças é salvaguardarmos o nosso futuro. As crianças são as autoras e as destinatárias de uma iniciativa repleta de afetos. Agradeço a todos, às instituições, aos professores e a todos os colaboradores que organizaram este cantar de Reis num local tão simbólico como é o Largo da Oliveira», referiu Domingos Bragança, Presidente da Câmara Municipal.

Fazendo questão de assistir às atuações de todas as entidades participantes, o responsável pelo Município enfatizou as «tradições vimaranenses» de um evento destinado ao público infantil, mas também aos familiares das crianças. «A alegria é fundamental num encontro desta natureza e o entusiasmo, a capacidade de fazer e criar algo, deu outra envolvência ao nosso Centro Histórico neste dia especial», acrescentou Domingos Bragança, depois da interpretação coletiva de uma iniciativa cuja imagem do cartaz deste ano foi elaborada por crianças do Centro Infantil de Pevidém.

Na edição deste ano, estiveram presentes no Largo da Oliveira crianças da Casa do Povo de Creixomil, Casa do Povo de Fermentões, Centro de Solidariedade Social Cultura e Desporto de Somelos, Centro Paroquial de São Romão de Mesão Frio, Centro Social da Paróquia de Polvoreira e Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa.

A lista de participações completou-se com o Centro Social Paroquial de Fermentões, Centro Social Paroquial São Dâmaso, Colégio do Ave, Colégio Nossa Senhora da Conceição, Fraterna, Grupo Desportivo e Recreativo “Os Amigos de Urgeses”, Infantário Nuno Simões, Lar de Santa Estefânia, Obra Social Sagrado Coração de Maria (Vila Pouca), Patronato de S. Sebastião, Patronato Nossa Senhora da Oliveira, S.A.R.C – Salgueiral e Venerável Ordem Terceira de S. Francisco.

A celebração dos Reis continua este sábado, com uma dezena de grupos de música tradicional e popular de Guimarães a participar nas Reisadas, no Largo da Oliveira, a partir das 21:30 horas. No dia 11 de janeiro, o Multiusos de Guimarães volta a ser palco de um Encontro de Reis, das 14:30 às 17 horas, para o cantar de Reis das IPSS da terceira idade, que vai reunir cerca de 800 idosos, pertencentes a 27 instituições do concelho.

COURENSES CANTAM AS JANEIRAS

Encontro de Janeiras de Paredes de Coura. sábado | 21h00 | Centro Cultural

São treze as Associações do concelho de Paredes de Coura que se reúnem em mais um Encontro de Janeiras, que este sábado, 7 de janeiro, pelas 21h00, no Centro Cultural, volta a dar corpo a uma das tradições mais ricas e bonitas do cancioneiro popular courense.

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O Rancho Camponês do Bico, Sporting Clube Courense, Associação de Vascões, Clube de Natação e Cultura, Associação de Cunha, Associação de Paredes de Coura, Universidade Sénior, Associação de Rubiães, Confraria Senhora da Pena, Associação de Padornelo, União de Freguesias de Insalde e Porreiras, Associação de Formariz e Associação de Mozelos, num total de cerca de 300 elementos, entre cantadores e músicos, proporcionam o som e o tom ao XVI Encontro de Janeiras de Paredes de Coura, depois de terem percorrido as aldeias do concelho a cantar os Reis e as Janeiras. 

Como habitualmente, este XVI Encontro de Janeiras tem entrada livre e é precedido por um desfile pelas ruas centrais de Paredes de Coura, com concentração no Largo Visconde de Mozelos, junto aos Paços do Concelho, e percorrendo em animada marcha pela Rua Conselheiro Miguel Dantas até ao Centro Cultural.

Posteriormente, os grupos das associações culturais, recreativas e desportivas, estabelecimentos de ensino locais, grupos de catequese, Lar de Idosos e Centros de Dia, provenientes de todo o município, continuarão durante todo o mês de janeiro a visitar as casas e a Cantar as Janeiras, como é tradição neste concelho do Alto Minho, e que todos os anos rejuvenesce partilhando saberes e experiências de geração em geração.

Hoje estamos cá, mas não só para dar

Queremos receber o calor do vosso lar

Olhem para nós, estamos esfomeados

Mas ainda assim, cantamos afinados.

 

Está na hora de ir embora, tem de ser é já agora

Mas o frio que esta lá fora

Arrepia, podem crer

Não nos tira o prazer,

De saber que para o ano cá voltamos.

 

Ohhhh

Não há por aí um salpicão ou um licorzinho

Para aquecer o coração?

Está na hora de ir embora e vamos desejar

O melhor que a vida tem p'ra dar.

*Letra da associação de Parada

CRIANÇAS DE GUIMARÃES COMEMORAM DIA DE REIS

ESTA SEXTA-FEIRA, 06 DE JANEIRO

Dia de Reis em Guimarães com crianças no Largo da Oliveira e idosos no Multiusos

Centro Histórico terá mais de um milhar de crianças a cantar as Reisadas esta sexta-feira. No Multiusos, cerca de duas mil pessoas com mais de 65 anos participam no convívio de Reis.

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A Câmara Municipal de Guimarães vai assinalar a comemoração do Dia de Reis, esta sexta-feira, 06 de janeiro, com a realização de duas iniciativas distintas envolvendo duas gerações. De manhã, o Centro Histórico será animado por 1.200 crianças que vão cantar as Reisadas no Largo da Oliveira. Ao início da tarde, o Multiusos de Guimarães será palco de um Almoço de Reis com 1.800 pessoas maiores de 65 anos, portadoras do Cartão Municipal do Idoso.

A partir das 10 horas, um total de 19 instituições, pertencentes a Jardins de Infância e ATL do concelho, vão celebrar o Dia de Reis numa iniciativa destinada ao público infantil, mas também aos familiares das crianças. Participam a Casa do Povo de Creixomil, Casa do Povo de Fermentões, Centro de Solidariedade Social Cultura e Desporto de Somelos, Centro Paroquial de São Romão de Mesão Frio, Centro Social da Paróquia de Polvoreira e Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa.

A lista de participações completa-se com o Centro Social Paroquial de Fermentões, Centro Social Paroquial São Dâmaso, Colégio do Ave, Colégio Nossa Senhora da Conceição, Fraterna, Grupo Desportivo e Recreativo “Os Amigos de Urgeses”, Infantário Nuno Simões, Lar de Santa Estefânia, Obra Social Sagrado Coração de Maria (Vila Pouca), Patronato de S. Sebastião, Patronato Nossa Senhora da Oliveira, S.A.R.C – Salgueiral e Venerável Ordem Terceira de S. Francisco.

A partir das 12:30 horas, tem início o convívio de Reis no Multiusos de Guimarães, com o Presidente do Município, Domingos Bragança, a almoçar com vimaranenses que são portadores do Cartão Municipal do Idoso. Neste encontro, estarão igualmente representadas cerca de 40 IPSS - Instituições Particulares de Solidariedade Social da Terceira Idade. A tarde será preenchida com atividades musicais.

A celebração dos Reis continua no sábado, com uma dezena de grupos de música tradicional e popular de Guimarães a participar nas Reisadas, no Largo da Oliveira, a partir das 21:30 horas. No dia 11 de janeiro, o Multiusos de Guimarães volta a ser palco de um Encontro de Reis, das 14:30 às 17 horas, para o cantar de Reis das IPSS da terceira idade, que vai reunir cerca de 800 idosos, pertencentes a 27 instituições do concelho.

CRIANÇAS FAMALICENSES CANTAM OS REIS

Vozes bem afinadas, coreografia ensaiada, coroas na cabeça e com um enorme sorriso nos lábios. Foi desta forma que mais de um milhar de crianças famalicenses subiram esta quinta-feira ao palco do grande auditório da Casa das Artes de Famalicão para cantar os Reis.

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O “Cantar dos Reis Infantil”, assim se chama a iniciativa promovida todos os anos pela Câmara Municipal, contou com a participação de uma dezena de instituições educativas do concelho – Jardim de Infância do ACB; Associação Gerações; Mais Plural; Creche Lapa e Creche Guia; Centro Social Pousada Saramagos; Creche Mãe; Associação de Moradores das Lameiras; EB1 Conde São Cosme; Centro Escolar Luís de Camões e APPACDM de Famalicão.

Na plateia, e entre aqueles que não quiseram perder o momento, estava o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. O edil não escondeu o agrado por ver que as tradições são levadas a sério pelos mais novos e aproveitou para desejar um bom ano a toda a comunidade educativa famalicense.

Amanhã, sexta-feira, dia 6, é a vez dos seniores. O “Cantar dos Reis Sénior” realiza-se a partir das 14h30, no Pavilhão das Lameiras, com a participação de perto de 800 seniores que integram o projeto municipal “Mais e Melhores Anos”.

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PARQUE DE EXPOSIÇÕES DE BRAGA ACOLHE ENCONTRO DE REIS E JANEIRAS

Evento decorre Domingo, dia 8 de Janeiro, pelas 15h00

O Município de Braga promove no próximo Domingo, 8 de Janeiro, a XXX Edição do Cantar de Reis e Janeiras, uma iniciativa que visa a recolha e a preservação desta tradição. O espectáculo terá início às 15h00, no auditório do Parque de Exposições de Braga, e vai contar com a participação de 13 grupos do Concelho.

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Recolher e preservar a tradição de Cantar de Reis é o objectivo desta iniciativa que inclui três vertentes: Cantar de Reis em Instituições de Solidariedade Social, Cânticos na Rua e o Encontro de Grupos de Reis no Parque de Exposições.

Pelo Auditório do Parque de Exposições vão passar os seguintes grupos:

  • Associação do Grupo Folclórico de Lamaçães;
  • ACIJE – Associação do Coro Infanto-Juvenil de Esporões;
  • Associação Cultural e Recreativa de Cabreiros;
  • Conservatório de Música Calouste Gulbenkian – ‘Coro Real’;
  • Associação Cultural E Recreativa ‘Semear Alegria’ – Celeirós;
  • Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro;
  • Grupo Folclórico de S. Martinho de Tibães;
  • Orfeão de Braga;
  • Grupo Folclórico A.C.R. ‘Hélios’ de Figueiredo;
  • Grupo Folclórico Santa Maria de Aveleda;
  • Congregação Espírito Santo de Fraião;
  • Associação Letras da Nossa Terra;
  • Conjunto Típico ‘Voz Do Povo’.

Este evento representa um dos momentos altos do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido com vista à revitalização das tradições locais. “Este encontro é uma forma de perpetuar a tradição do Cantar de Reis e Janeiras e é também a melhor prova do dinamismo associativo de Braga, com o qual temos mantido uma relação de diálogo e proximidade”, refere Lídia Dias, vereadora da Cultura.

VALENÇA RECEBE CAVALGATA DOS REIS MAGOS

Noite Mágica dos Reis na Eurocidade Tui Valença. 150 Figurantes e 1 Tonelada de Caramelos

A magia dos Reis Magos chega à Eurocidade Valença Tui, a 5 de janeiro, numa Cavalgata Internacional que entusiasmará pequenos e graúdos. 1 Tonelada de caramelos adoçará os assistentes, num percurso de 5 Kms onde a cor, os sons e a magia dos três Reis Magos proporcionará uma grande festa.

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1000 Kgs de Caramelos Adoçam os Pequenotes

Os caramelos, sem gluten, 1 tonelada, lançados pelos Reis Magos e seus pajens, farão a alegria, sobretudo, dos mais jovens, num fim de tarde e inicio de noite que promete ser único no ano.

Cavalgata com Carros Alegóricos

As três carroças alegóricas, magnificamente adornadas, dignas de levar suas majestades os Reis Magos vão sobressair numa cavalgata que contará, ainda, com carros alegóricos de várias instituições de Tui e Valença.  Como manda a tradição a Cavalgata abrirá com a Rondalla do Centro Cultural O Mosteiro de Pexegueiro. No total serão 150 os figurantes que darão corpo à oitava Cavalgata Internacional de Reis da Eurocidade Tui Valença, quinta-feira, 5 de janeiro, a partir das 16h.

5 Kms da Cavalgata

Pelo oitavo ano consecutivo o ponto de partida será o Albergue de Peregrinos de Valença. Daqui parte a Cavalgata num percurso de 5 Kms que se desenvolve pelas avenidas dos Bombeiros Voluntários e da Espanha e atravessa a Ponte Internacional. Já em Tui o percurso prosseguirá pela avenida de Portugal, rua Martínez Padín, Augusto González e Passeio da Corredoira.

A cavalgata terminará em frente ao Seminário Menor, onde pelo segundo ano, estará localizado o Presépio Vivo, onde os Reis Magos vão fazer a sua oferta e  ler a mensagem real. Depois Melchior, Gaspar e Baltasar vão receber todas as crianças.

MUNICÍPIO DE FAFE PROMOVE O XXXII ENCONTRO DE CANTADORES DE REIS EM 22 DE JANEIRO

A Câmara Municipal de Fafe, através do seu Pelouro da Cultura, organiza o XXXII Encontro de Cantadores de Reis do Concelho visando, como habitualmente, reviver a tradição e estimular a defesa do património cultural que são os cantadores de reis, promovendo a sua recolha e recriação.

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O objetivo final da iniciativa é a apresentação das reisadas nas suas formas mais genuínas e autênticas, concretizadas na antiguidade dos cantares, na riqueza dos trajes e na adequação dos instrumentos.

O Encontro realizar-se-á no dia 22 de janeiro de 2017 (domingo), a partir das 15h00, em vários locais da cidade.

Numa primeira fase e à semelhança do ano anterior, haverá uma eliminatória, com uma actuação em local a definir, para a selecção de seis finalistas. A final realizar-se-á pelas 17h00, no Pavilhão Multiusos.

As inscrições decorrem até ao dia 13 de Janeiro de 2017, na Casa Municipal de Cultura ou através do endereço de email: decd@cm-fafe.pt.

Podem participar grupos de cantadores de reis ligados a associações e coletividades do concelho, que se deverão fazer acompanhar por trajes, adereços e instrumentos musicais adequados.

Os grupos participantes devem fazer entrega de um exemplar da letra e da música a apresentar, até dez dias antes do Encontro, indicando, e sempre que possível, a data e local onde foi feita a respetiva recolha.

A apresentação dos grupos participantes, no dia do Encontro, far-se-á segundo sorteio a realizar no dia 16 de Janeiro, pelas 18h00, no Auditório Municipal.

Todos os grupos participantes têm o direito a um Prémio de Presença, no valor de 150,00 €.

São premiados os três primeiros classificados com montantes de 125,00 €, 100,00 € e 75,00 €, respetivamente, por um Júri constituído por personalidades idóneas a indigitar pela Câmara Municipal de Fafe.

TERRABOURENSES CANTAM OS REIS

XVIII Encontro Concelhio de Cantares de Natal e Reis a 8 de janeiro

O Município de Terras de Bouro irá promover, uma vez mais, o Encontro Concelhio de Cantares de Natal e de Reis, desta feita a décima oitava edição e que acontecerá já no próximo dia 8 de Janeiro, pelas 14:30, na Igreja Matriz de Terras de Bouro, situada na sede do concelho.

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O evento irá contar com a participação de várias associações e grupos corais do concelho que irão dar corpo à atividade com entusiasmo, proporcionando, certamente, uma tarde de alegria e convívio e contribuindo assim para manter bem viva a tradição das Janeiras.

As canções a apresentar no evento irão caracterizar-se pelo seu aspeto e teor, ou seja, do mais inédito ou mais tradicional, mas todas dentro do espírito da quadra que se vive e que também não passará, certamente, despercebida junto dos mais novos.

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CASTRO LABOREIRO QUEIMA DO ANO VELHO

À descoberta dos costumes e do Património da vila melgacense, o povo sai à rua entre gaitas de foles e queimadas…

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Castro Laboreiro, em Melgaço, vai ter um final de ano diferente: a ‘Queima do Ano Velho’ vai animar a terra castreja no dia 30 de dezembro. O evento, com início às 23h00 junto ao Posto de Turismo de Castro, promete ser um encontro de culturas e de gerações: um pequeno cortejo do Ano Velho com os Gaiteiros da Lobeira pelas ruas de Castro Laboreiro rumo ao Centro Cívico, onde será queimado o Ano Velho em jeito de despedida e oferecida uma queimada e outras surpresas aos participantes.

Esta é mais uma iniciativa que visa animar a Vila de Castro Laboreiro e abre assim a possibilidade gratuita a todos os que se queiram juntar à festa: a tradicional queimada galega e os sons celtas muito assentes nas tradicionais gaitas de foles serão trazidos para este evento relembrando, assim, tempos idos. ‘Na esperança de um ano melhor queima-se a figura do pai velho e deixam-se votos de um excelente 2017’, diz Sónia Nogueira, responsável pelo evento.

O objetivo é ‘dar a conhecer os locais que compõem o Parque Nacional Peneda-Gerês, incentivando à cooperação entre diferentes stakeholders (partes interessadas) num esforço conjunto de promoção do turismo da região. Por esta via, ganham as entidades envolvidas e ganham os turistas que, de outra forma, nunca teriam a oportunidade de conhecer, explorar, perceber e degustar tudo o que estas regiões e estas gentes têm para oferecer.’, explica Sónia Nogueira, sublinhando que ‘recuperar tradições e rituais de tempos remotos, incentivando à participação quer de turistas quer de gentes da terra, revela-se cada vez mais importante no sentido de não deixarmos perder hábitos e costumes que são, afinal, os pilares da nossa cultura popular. O potencial turístico associado a este tipo de iniciativas é enorme, tal tem vindo a ser visível pela evolução que o turismo tem vindo a ter no nosso país. Castro Laboreiro emerge como uma região com elevado potencial e o turista que vai a Castro Laboreiro sai sempre com o desejo de regressar dentro do peito.’

A iniciativa partiu de Sónia Nogueira, administradora da página facebook.com/turismopnpg e doutorada em Marketing, com especialização na vertente do Marketing de Turismo em espaços naturais, e tem o apoio da Câmara Municipal de Melgaço e da Junta de Freguesia de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro. ‘Sem dúvida uma iniciativa que se pretende poder vir a repetir em anos futuros!’, promete a responsável.

Castro Laboreiro é uma das localidades mais emblemáticas do Parque Nacional Peneda-Gerês. A freguesia está localizada no planalto com o mesmo nome, em plena serra da Peneda, numa extensa área dentro do Parque Nacional da Peneda-Gerês, distando vinte e cinco quilómetros da sede do concelho.

A aldeia possui ainda um milenar e riquíssimo legado histórico, arqueológico e arquitetónico, designadamente os monumentos megalíticos, o Castelo de Castro Laboreiro (classificado como monumento nacional), as pontes e igrejas medievais, os fornos comunitários, os moinhos, a atividade agro-pastoril e as singulares brandas, inverneiras e lugares fixos, testemunhos, também aqui, da prática da transumância.

IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA ENCHE-SE DE GENTE PARA OUVIR OS MINHOTOS CANTAR AO MENINO JESUS

                                            Ó meu Menino tão lindo,

                                                 Ó meu Menino tão belo,

                                                Vinde, vinde já ao mundo

                                                Que por vossa vinda espero.

 

                                               Ó meu Menino tão lindo,

                                               Vinde, vinde já ao mundo,

                                              Livrar-nos do cativeiro

                                             Deste abismo tão profundo.

A igreja da Graça em Lisboa ficou hoje quase repleta de público a assistir aos cantares ao menino Jesus, conforme era tradição no Minho. A iniciativa partiu da parceria entre o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares Besclore, aliás Novo Banco. Ao evento associaram-se o Rancho Folclórico da Casa do Minho e o Rancho Folclórico Alegria do Minho, todos eles sediados na região de Lisboa.

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Cumprindo a tradição em ambiente solene e respeitoso, os quatro grupos folclóricos recriaram o ambiente de devoção religiosa que outrora se vivia por esta ocasião, entoando os cantares ao menino Jesus. Em breve seguem-se as Janeiras e as reisadas, tradições do povo português que consiste basicamente na formação espontânea de grupos que vão de porta em porta anunciando o nascimento de Jesus e pedindo alvíssaras, geralmente algo que ficou no fumeiro ou sobrou das festividades natalícias.

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A etnografia passa também pela preservação da cultura tradicional na sua vertente religiosa, conservando os cantares e outros costumes característicos também da época natalícia, não se restringindo pois ao desfiar de uma série de danças e cantares cujo enquadramento nem sempre é devidamente explicado. Os grupos folclóricos que hoje recriaram os cantares ao menino Jesus proporcionaram um magnífico espectáculo cultural, sobretudo a muitos lisboetas e aos turistas estrangeiros que não perderam a oportunidade de assistir de elevado interesse cultural.

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MUSEU DE ARTE POPULAR REABRE HOJE AO PÚBLICO

O Museu de Arte Popular reabre hoje ao público com a mostra “Da Fotografia ao Azulejo”. Dentro de pouco tempo haverá um centro interpretativo sobre a história, com mais de 70 anos, do museu.

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De acordo com a directora-geral do Património Cultural, Paula Silva, os primeiros passos desse centro interpretativo vão ser dados em breve, com a abertura de uma sala que conterá uma maqueta do museu e um filme sobre a história da sua actividade, iniciada em 1948.

Durante uma visita guiada aos jornalistas, Paula Silva e o director do Museu de Arte Popular (MAP), Paulo Costa, mostraram o conteúdo da exposição que reabre metade do espaço expositivo, na sequência de obras de conservação, que consiste numa viagem pelo Portugal da primeira metade do século XX, através de azulejos e das fotografias que os inspiraram.

A exposição constitui o culminar da pesquisa de Jose Luis Mingote Calderon, conservador da Colecção Europeia do Museu Nacional de Antropologia de Madrid, que, ao longo de diversos anos, desenvolveu pesquisa de terreno em Portugal e fez uma recolha de imagens usadas para a criação dos azulejos sobre monumentos, actividades tradicionais e paisagens simbólicas.

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Organizada e inicialmente apresentada pelo Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, a exposição esteve em Espanha, no Museo Etnográfico Provincial de León e, mais recentemente, no Museo Nacional de Antropología.

Paula Silva disse ainda que o objectivo é prosseguir no MAP as obras de conservação, e abrir gradualmente todo o espaço expositivo do museu, imprimindo nele uma programação própria que passará não só por exposições, mas por outras actividades.

À entrada da primeira sala surge um percurso de fotografias de antigas estações de caminho-de-ferro, começando por Vilar Formoso, cujos edifícios estão em parte revestidos de azulejos, e estão expostas seis ampliações de imagens estudadas pelo investigador, que deram origem a painéis de azulejos.

A exposição percorre três salas do museu com as fontes gráficas que deram origem aos azulejos: fotografias, ilustrações, imagens retiradas de jornais e postais que os criadores depois compunham com vários elementos.

No interior foram também colocadas algumas peças do acervo do Museu Nacional de Etnologia: um carro de bois do Douro e artefactos das vindimas, um traje de lavradeira de Viana do Castelo, e uma capa típica de Miranda do Douro.

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O comissário e investigador Jose Luis Mingote Calderon, que também acompanhou a visita, disse que "existe uma tradição antiga de criar azulejos a partir de gravuras e [que], depois do surgimento da fotografia, foi muito ampliada".

"Com o surgimento da fotografia no início do século XX, deu-se um grande desenvolvimento das artes gráficas. A fotografia forneceu a verdade do país e lançou o movimento da modernidade", salientou, em declarações aos jornalistas.

Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Popular nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940, com projeto da autoria dos arquitetos António Reis Camelo e João Simões.

Foi concebido de acordo com o programa formulado, em 1946, por António Ferro, então diretor do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) sob a denominação de “Museu do Povo” e organizado de acordo com a divisão administrativa do território nacional da Constituição Portuguesa de 1933. (A exposição está encerrada ao público, mantendo-se a loja do museu aberta ao público).

Fonte: http://rr.sapo.pt/

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“CÂNTICOS NATALÍCIOS” EM PORTUGUÊS EN(CANTAM) EM ANDORRA

A Aldeia de Natal do Principado de Andorra acolheu no passado sábado o primeiro encontro de “Nadales” ou cânticos natalícios, uma organização do Comú (Câmara Municipal) de Andorra la Vella.

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O evento contou com participação lusitana através do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ que proporcionou aos visitantes da Aldeia cânticos tradicionais portugueses de Natal e cantares ao Menino.

A temperatura negativa que se fez sentir na Praça do Povo da capital andorrana não foi desculpa para que os elementos que integraram o Grupo de cantadores e tocadores apresentassem publicamente cinco peças do cancioneiro português dedicado à quadra natalícia. Temas como “O menino está dormindo”, “Foi na noite de Natal”, Ó menino Jesus”, “Natal de Elvas” e “Entrai pastores, entrai” deleitaram o publico assistente não quis perder a oportunidade de assistir às típicas “Nadales” no idioma de Camões.

Os elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ concluem desta forma um ano repleto de iniciativas culturais para celebrar duas décadas de existência das quais se destaca: a inicio de ano as Janeiras, a organização em Abril do concerto com o artista Mike da Gaita e a sua banda e em Maio do Festival de Folclore “Danças do Mundo”, a organização em Julho da terceira edição do Mercado Tradicional “O Feirão” que este ano contou com a presença do grupo de Cante Alentejano da Casa do Povo de Serpa e a viagem, em Setembro, a Maiorca (Espanha) para intercâmbio com a Agrupación Aires d’Andratx.”

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CARDADORES DE VALE DE ÍLHAVO E CARETOS DE PODENCE INTEGRAM A COLEÇÃO DE 11 VOLUMES SOBRE OS RITUAIS COM MÁSCARA

No passado dia 6 de Dezembro foram apresentados, no Museu Nacional de Arqueologia, mais dois volumes inseridos na coleção "Rituais com Máscara", fazendo um total de seis volumes que levam até ao leitor as maiores festas portuguesas cuja atração principal é a máscara.

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A apresentação dos livros dedicados aos Cardadores de Vale de Ílhavo e aos Caretos de Podence contou com a presença de várias personalidades envolvidas no projeto entre as quais o presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, o vereador de turismo e cultura da Câmara Municipal de Ílhavo, Paulo Costa, a diretora de cultura da Fundação Inatel, Carla Raposeira, o diretor do MNA, António Carvalho, o presidente da Progestur de Hélder Ferreira, o conselheiro de Estado, Adriano Moreira e as autoras destes dois volumes da coleção, Elisa Martins Alves (Rituais com Máscara - Ílhavo) e Patrícia Cordeiro (Rituais com Máscara – Macedo de Cavaleiros).

Os convidados foram recebidos num pequeno cocktail e brindados com o inconfundível barulho dos chocalhos dos Caretos de Podence e com o característico aroma dos Cardadores de Vale de Ílhavo que desfilaram pela sala as suas imponentes máscaras.

Ao longo da apresentação foi reforçada a importância de se fazer uma coleção que pretende dar voz àqueles que vivem genuinamente estas tradições, beneficiando a perspetiva de quem é parte integrante destas festas, mostrando assim a importância das populações na preservação e continuidade destas origens carregadas de simbolismo.

Cada livro foi apresentado pela respetiva autora, tendo sido igualmente referenciado o prazer que as mesmas tiveram na realização da obra, destacando a disponibilidade e amabilidade com que foram recebidas pelos protagonistas destas celebrações, responsáveis por transmitir a verdadeira essência destas tradições que fazem dos Caretos e Cardadores fortes figuras da cultura popular portuguesa.

A “Rota das Máscaras em Portugal”, uma parceria entre a Fundação INATEL e a Progestur, foi abordada pela diretora da cultura da Fundação Inatel, que deu a conhecer mais sobre esta iniciativa que congrega não só as festas de rituais com máscara mas também a gastronomia, património cultural material e imaterial, paisagens, entre muitas outras atrações dos municípios envolvidos.

Foram muitos os interessados na coleção que procuram o posto de venda de livros, não só para comprar alguns exemplares, mas também para obter mais informações acerca do projeto e possíveis colaborações.

Não perca os seis livros, já editados, da coleção "Rituais com Máscara" no site da Progestur e esteja atento/a aos futuros lançamentos já em 2017.

MINHOTOS EM ANDORRA CANTAM AO MENINO

“Cantares Natalícios portugueses vão ser ouvidos em Andorra

No próximo dia 10 de Dezembro, sábado, às 19h30 o “Poblet de Nadal” de Andorra la Vella irá acolher pela primeira vez uma audição de cantares de Natal em português a cargo dos elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’.

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A iniciativa insere-se na mostra de cantares de Natal “Nadales” que organiza o Comú (Câmara Municipal) da capital do Principado de Andorra e que irá mostrar diferentes vertentes dos cânticos natalícios.

O primeiro encontro de Cânticos de Natal composto por 13 grupos corais e 10 grupos de musica e de folclore, está inserido na Aldeia de Natal situada na Plaça del Poble formada por casinhas de madeira com diversos produtos alimentares e de artesanato alusivo à quadra natalícia assim como uma pista de gelo para os mais pequenos.

Os cânticos ao Menino e de Natal serão ouvidos através de peças do cancioneiro português como: “O menino está dormindo”, “Foi na noite de Natal”, Ó menino Jesus”, “Natal de Elvas” e “Entrai pastores, entrai”, repertorio escolhido para ocasião pelos elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ que concluem o ano 2016 repleto de atividades para celebrar duas décadas de cultura e amizade nos vales de Andorra.”

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ORIGENS E SIGNIFICADO DA COROA DO ADVENTO

A Coroa do Advento constitui um dos símbolos da época do Natal a anunciar o nascimento do Messias. Nos domingos do Advento, considerado o primeiro tempo do Ano Litúrgico correspondendo às quatro semanas que antecedem o Natal, as quais surgem representadas nas quatro velas. A família reúne-se à sua volta para rezar e celebrar. Seguindo a sua liturgia, é acesa a vela que corresponde à respectiva semana, entoando cânticos e fazendo leitura de passagens da Bíblia alusivas ao Advento.

As origens desta tradição remontam a antigos ritos colares praticados pelos povos europeus através dos quais celebravam o nascimento do Sol ou seja, o solstício de Dezembro, os quais vieram mais tarde a dar origem às saturnais romanas.

A sua forma circular representava precisamente a divindade solar que ocupava um lugar central em todos os ritos pagãos e está presente nas danças de roda que os povos sempre executaram desde as suas origens mais remotas.

Durante o inverno, os povos faziam fogueiras que, simbolizando a luz e o calor em cujo regresso se depositavam as esperanças, aparecem simbolizadas nas velas que fazem parte dos rituais da nossa fé.

Com efeito, através do rito, os povos antigos celebravam a acção criadora dos Deuses, assegurando dessa forma a ininterrupção do ciclo da vida e da morte num perpétuo renascimento e conferindo ao ritual um cunho de magia.

Porém, a religiosidade pagã ou seja, do camponês, cedeu o lugar ao Cristianismo e a novas formas de espiritualidade. E, desse modo, também a Coroa do Advento adquiriu uma nova simbologia e um novo significado.

Para o cristão, a infinidade do círculo representado na forma circular da Coroa do Advento representa o amor de Deus e a sua eternidade, bem assim como a aliança entre Deus e o Homem.

Os seus ramos verdes simbolizam a Esperança e a Vida na crença da Vida Eterna e da Ressurreição que constitui precisamente aquilo que distingue o verdadeiro cristão.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

CRIANÇAS VIVEM TRADIÇÃO DO “PINHEIRO” NO CENTRO HISTÓRICO DE GUIMARÃES

FESTAS NICOLINAS 2016

Cortejo do Retábulo ligou Capela de S. Nicolau à Torre dos Almadas. Mais novos trajados a rigor associaram-se às comemorações das Festas Nicolinas.

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Centenas de crianças participaram esta terça-feira, 29 de novembro, no Cortejo do Retábulo de São Nicolau, também conhecido por “Pinheirinho”, que antecede o início das Festas Nicolinas. Cumprindo-se a tradição, o Pinheiro dos mais novos juntou crianças de diversos jardins de infância de Guimarães, que saíram à rua trajadas a rigor e ao som do toque nicolino.

A concentração, que decorreu no Largo José Maria Gomes, em frente ao edifício da Câmara Municipal, seguiu até à Capela de S. Nicolau, onde o Juiz da Irmandade entregou o retábulo de São Nicolau à Comissão de Festas Nicolinas 2016. Dali, os participantes seguiram para a Torre dos Almadas, sede dos Velhos Nicolinos, onde o retábulo ficará exposto durante o período festivo.

«O que nós vivenciamos aqui é exatamente o espírito e a essência das Nicolinas, com a alegria e o entusiasmo das crianças partilhada pela presença dos pais e dos avós! Só quem vive as Festas Nicolinas, com a sua cultura estudantil e comunitária, é que sabe o que representa ser Nicolino!», referiu Domingos Bragança, Presidente da Câmara Municipal.

Realizado há dezasseis anos, o Cortejo do Retábulo de São Nicolau é uma organização dos infantários da cidade de Guimarães, com a colaboração da Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães - Velhos Nicolinos, Irmandade de São Nicolau e Comissão de Festas.

Tradição com séculos

O desfile do Pinheiro na noite de 29 de novembro, com milhares de nicolinos na rua, inaugura anualmente as Festas Nicolinas, conhecidas como os festejos dos estudantes de Guimarães, cuja origem remonta à devoção religiosa dedicada a São Nicolau, oriundo da Ásia Menor que terá vivido nos séculos III e IV.

O culto terá chegado a Guimarães através dos peregrinos de vários pontos do país e do estrangeiro que aqui se deslocavam para venerarem Nossa Senhora de Guimarães (Padroeira de Portugal até ao séc. XVII) e, também, através da passagem de romeiros de/e para Santiago de Compostela, que terão deixado como marca a sua devoção a São Nicolau.

Inicialmente, as festas só eram celebradas a 06 de dezembro, dia que está reservado no calendário religioso a São Nicolau. Nesse dia de manhã, os estudantes participavam na missa com sermão e, de tarde, as celebrações assumiam um carácter profano com a realização de jogos populares.

Com o passar dos tempos, verificou-se que um dia para festejos a São Nicolau não era suficiente e incluiu-se também o dia 5, data em que era anunciado o programa do dia 6 através de um pregoeiro que percorria as ruas da cidade. Mais tarde, os festejos foram alargados a oito dias, entre 29 de novembro e 07 de dezembro. Novenas, Posses, Magusto, Roubalheiras, Pregão, Maçãzinhas, Danças São Nicolau e Baile Nicolino completam o programa, além do Cortejo do Pinheiro.

A COLEÇÃO RITUAIS COM MÁSCARA ESTÁ DE VOLTA! É TEMPO DE COLOCAR A MÁSCARA E VIAJAR ENTRE CARETOS E CARDADORES

A Progestur tem o prazer de anunciar o lançamento de mais dois livros, inseridos na coleção “Rituais com Máscara”dedicados inteiramente às máscaras dos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. A apresentação das duas publicações está agendada para o próximo dia 6 de Dezembro, pelas 18h30, no Museu Nacional de Arqueologia.

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A apresentação contará com a presença de personalidades de várias áreas da cultura portuguesa dando espaço para uma conversa reveladora sobre tradições, rituais das máscaras e seus simbolismos e significados nos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. Moderada pelo Dr. Francisco José Viegas, o lançamento dos livros contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Fernando Caçoilo, presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, presidente da Progestur, Hélder Ferreira e ainda a representação da Fundação Inatel.

Depois das publicações dedicadas aos rituais com máscara de Lamego, Mira, Miranda do Douro e Mogadouro, a coleção, editada em português e inglês, apresenta-se mais uma vez com uma forte componente informativa e cultural abordando ao pormenor os as máscaras e rituais dos Cardadores de Vale de Ílhavo e Caretos de Podence. 

Ao leitor é transmitido um sentimento de pertença nestas celebrações ancestrais, contadas por quem vive de perto estes rituais, evidenciando a importância das regiões e populações na garantia da perpetuidade das tradições culturais como marca da sua identidade. 

Esta coleção, composta por 11 volumes, contêm, para além da explicação das origens, significados e simbolismos destas manifestações culturais, dez páginas dedicadas à promoção da região da festa apresentada, funcionando como um roteiro turístico, possibilitando a divulgação e promoção da oferta turística dos municípios envolvidos. 

Inseridas nos “Rituais com Máscara” e resultantes de uma parceria entre a Progestur e o INATEL, foram criadas três rotas turísticas com base nas festas com rituais de máscaras - uma no centro de Portugal e duas no Nordeste Trasmontano – que estarão presentes na totalidade da coleção.

Anunciamos também que já estão a ser iniciados os trabalhos de investigação e recolha de registos fotográficos para a produção de mais livros inseridos nesta coleção, a ser publicados em 2017. Em breve revelaremos quais os municípios e máscaras que terão destaque nas próximas publicações.

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CHEGA DE BOIS FOI GRANDE ATRACÇÃO NA FEIRA DE SANTA CATARINA EM CELORICO DE BASTO

Feira anual da Sta. Catarina uma feira de tradições em Celorico de Basto. “Chega de bois foi a novidade numa feira de tradições”

Celorico de Basto recebeu a feira anual da Sta. Catarina de 25 a 27 de novembro, uma feira colocada pela avenida central da vila de Celorico que destacou, como habitualmente, o Concurso pecuário das raças autóctones, com a presença dos melhores exemplares de gado do concelho e da região e o concurso Pecuário Inter escolas Agrícolas da Raça Frísia. Este ano, particularmente, o município de Celorico de Basto, entidade organizadora, promoveu uma chega de Bois que arrastou, no dia 27, milhares de pessoas a Celorico de Basto.

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“A feira anual da Sta. Catarina é de facto, uma feira de tradições, que procura valorizar da melhor forma o que nos identifica enquanto região, sobretudo, no que respeita ao setor primário. Tivemos um concurso pecuário das raças autóctones muito participativo, com os nossos produtores locais a mostrar que a raça de carne continua a ser muito produzida no concelho” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. Presente em todas as ações promovidas durante a feira anual da Sta. Catarina, o autarca ressalvou a necessidade de inovar para atrair ainda mais visitantes a esta feira. “Este ano promovemos uma chega de bois, uma iniciativa que correu muito bem, com milhares de pessoas a assistir”. Durante os dois primeiros dias de feira as condições meteorológicas assustaram a organização do evento. “A organização de algumas atividades carece também de condições meteorológicas que felizmente estiveram a nosso favor. No domingo, dia de maior atividade, tivemos bom tempo e todas as ações promovidas decorreram com êxito. É de salientar a participação de várias escolas do país no concurso pecuário da Raça Frísia e os milhares de pessoas que se deslocaram para fazer boas compras pela tradicional feira” disse o edil celoricense.

A Feira Anual da Sta. Catarina teve um vasto programa e este ano teve a transmissão em direto do programa “Somos Portugal” da TVI.

A feira decorreu de 25 a 27 pela avenida principal da vila de Celorico de Basto, durante estes dias os visitantes puderam comprar roupas de inverno como cobertores, casacos e meias, árvores de fruto e alfaias agrícolas. No dia 27 decorreu, acopladas às atividades da Sta. Catarina, o Trail dos Moinhos, na zona de Fervença. Foi destaque o concurso pecuário das raças autóctones com a presença da Raça Maronesa, Minhota e Barrosa, o concurso pecuário da Raça Frísia e as chegas de bois na vila de Celorico de Basto. Este ano algumas associações locais estiveram na feira a promover as suas atividades, destaque para a I mostra Educativa e Profissional que juntou, no Mercado Municipal, algumas entidades de cariz educativo e profissional. 

A organização da Feira Anual da Sta. Catarina é da responsabilidade da Câmara Municipal de Celorico de Basto e contou com a parceria da Cooperbasto, CRL, e a Escola Profissional de Fermil, Celorico de Basto.

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