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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA APRESENTA "JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO"

“Jardim Zoológico de Vidro”, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, dia 08 de dezembro _ 21h30

“Uma colecção rara e excepcional de quatro actores” e “uma encenação delicada e inspirada de Jorge Silva Melo”.

Um espectáculo brilhante é apresentado na noite de sexta-feira, 8 de Dezembro, às 21h30, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.

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Trata-se de Jardim Zoológico de Vidro, texto de Tennessee Williams, pela Companhia Artistas Unidos e com encenação de Jorge Silva Melo, encenador de relevo no panorama teatral português.

Jardim Zoológico de Vidro foi o primeiro êxito de Tennessee Williams na Broadway. Trata-se de uma peça exemplar, sobretudo quando se pretende ficar a conhecer o modo como o autor traduz as disfunções da sociedade por meio de crises pessoais e familiares. Neste caso, descreve-se a história de Amanda, mãe de Tom e Laura, abandonada pelo marido e empenhada em encontrar um pretendente para a filha aleijada. Tom, por sua vez, é o sustento da mãe e da irmã, e trabalha, contra o seu desejo, num armazém de calçado, mas nos tempos livres escreve poemas nas tampas das caixas de sapatos que vende.

Tom, é um “poeta num mundo prosaico, que se refugia na sua escrita, para se abstrair das verdades dolorosas da sua existência, num apartamento delapidado na cidade de St. Louis”.

A peça decorre na década de 1930, quando os Estados Unidos vivem a Grande Depressão.

Numa família de parcos recursos, Laura esconde-se no mundo íntimo da sua colecção de pequenas figuras de animais de vidro, e Amanda deposita toda a expectativa na recuperação da família no casamento de Laura com um dos colegas de Tom, Jim O`Connor, personagem desempenhada por Guilherme Gomes.

À sua maneira, todos perseguem uma vida à medida dos seus sonhos. Helena Simões, no Jornal de Letras, fala de “uma colecção rara e excepcional de quatro actores” e de “uma encenação delicada e inspirada de Jorge Silva Melo”.

“Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.” (Jorge Silva Melo)

O elenco é composto por Isabel Muñoz Cardoso, João Pedro Mamede, nomeado na categoria Melhor Actor nos Globos de Ouro 2017 com o presente espectáculo, Guilherme Gomes e Vânia Rodrigues.

Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes (3,00€). Para mais informações contacte através do email teatrodb@cm-pontedelima.pt ou pelo telefone 258900414.

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FAMALICÃO LEVA O TEATRO ÀS ALDEIAS

Há “Teatro n’Aldeia” a partir de amanhã em Famalicão. Iniciativa decorre nos dias 1,2,8 e 9 de dezembro e vai passar por quatro freguesias famalicenses

Nos dois primeiros fins-de-semana do mês dezembro, o município de Vila Nova de Famalicão vai levar o teatro a vários palcos do concelho. A iniciativa “Teatro n’Aldeia” arranca amanhã, sexta-feira, para a sua terceira edição, com a apresentação de espetáculos nas freguesias de Arnoso Santa Maria, Vale São Martinho, Riba d’Ave e Vilarinho das Cambas.

Iniciativa decorre desde 2005 (1)

A comédia “Cabeça com dois cabritos”, uma adaptação de Catarina Gomes do original “O Juíz de Paz da Roça”, do dramaturgo brasileiro Martins Pena, é a primeira peça a ser apresentada no âmbito da edição deste ano da iniciativa. Interpretada pelo Núcleo de Teatro da Associação Cultural de Vermoim, o espetáculo vai estar em cena esta sexta, dia 1, na sede da Banda Marcial de Arnoso, em Arnoso Santa Maria, e no sábado, dia 2, no auditório do Grupo Recreativo e Cultural de Vale São Martinho.

Segue-se, nos dias 8 e 9 de dezembro, a apresentação da peça “Os Brilhantes do Brasileiro”, de Camilo Castelo Branco, pelo GRUTACA – Grupo de Teatro Amador Camiliano. A primeira apresentação decorrerá no Salão Paroquial de Riba de Ave, no dia 8, e a última, no Salão Paroquial de Vilarinho das Cambas, no dia 9.

Promovido desde 2015 pela autarquia famalicense, através do pelouro da Cultura e Turismo e com o apoio das várias juntas de freguesia de concelho, o “Teatro n’Aldeia” é para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “um belo exemplo da política de descentralização das atividades culturais promovida pelo executivo municipal”. O edil convida ainda os famalicenses a assistirem aos espetáculos agendados, “até para conhecerem o enorme talento dos grupos de teatro amador do nosso concelho”.  

Iniciativa decorre desde 2005 (2) (1)

MONÇÃO RECEBE TEATRO MUSICAL “O PRINCIPEZINHO”

Dia 10 de dezembro, domingo, pelas 15h00, no Cine Teatro João Verde

O Cine Teatro João Verde recebe no dia 10 de dezembro, domingo, pelas 15h00, a peça de teatro musical “O Principezinho”, com texto a partir de Antoine Saint-Exupéry, produção da companhia “Jangada Teatro”e encenação/adaptação de Xico Alves.

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Para maiores de 3 anos e com duração de 70 minutos, a entrada tem o valor unitário de 7,00 €, podendo ser adquirida na Loja Interativa de Turismo (T. 251 649 013) ou, uma hora antes, no local do espectáculo. Uma oportunidade para juntar a família e passar uma tarde mágica.

Quando Antoine Saint-Exupéry, escritor e ilustrador, apaixonado pela mecânica e aviação, escreveu “O Principezinho” estava longe de imaginar a força ecuménica de uma narrativa envolvente e profunda que exponencia o apreço pela vida, enaltecendo valores como a perda, a amizade e o amor.

Com interpretações de Daniel Silva, Filipe Gouveia, Rita Calatré e Vítor Fernandes, a presente criação aposta numa dimensão de espectáculo musicado, onde a expressão do texto, além de dito, é também cantado. Assim, a música reforçara a leveza poética de uma das obras mais editadas e representadas em todo o mundo.

Fernando Silva

BARCELOS: TEATRO DE BALUGAS APRESENTA EM BALUGÃES O LIVRO "BONS DIABOS"

Hoje, às 21h30, o Teatro de Balugas apresenta, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães, o livro "Bons Diabos".

"Bons Diabos" é o resultado do encontro, de apenas um dia, do fotógrafo Paulo Alegria com o grupo Teatro de Balugas. Um conjunto de fotografias que nos mostram a dedicação e o envolvimento do colectivo de teatro na preparação do evento num palco improvisado pelo próprio elenco, no adro da igreja de São Martinho de Balugães.

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MONÇÃO APRESENTA TEATRO DE COMÉDIA “A NOITE DA DONA LUCIANA”

Dia 9 de dezembro, sábado, pelas 21h30, no Cine Teatro João Verde

A peça de teatro “A Noite da Dona Luciana” sobe ao palco do Cine Teatro João Verde no próximo dia 9 de dezembro, sábado, pelas 21h30. Os bilhetes, no valor de 10,00 € cada, podem ser adquiridos na Loja Interativa de Turismo (T. 251 649 013) ou, uma hora antes, no local do espectáculo.

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“A Noite da Dona Luciana” (1985) é uma comédia irreverente e florida, ao estilo de Copi. A peça dilui as fronteiras entre a imaginação e os estereótipos vinculados pelo inconsciente coletivo, estabelecendo uma ácida caricatura humorística que vai desde a realidade quotidiana aos confins do absurdo e da extravagância.

A sinopse revela que “num teatro acontece um ensaio tardio, onde estão presentes o encenador, a atriz e o técnico. O ensaio é interrompido por uma velha stripper transsexual, que se envolve num confronto com a companhia, lançando o espetador numa espiral entre a verdade e o delírio, a paixão e o humor negro”.

Este espectáculo, que recebeu duas nomeações para os prémios da Sociedade Portuguesa de Autores (melhor espectáculo do ano e melhor atriz do ano – Rita Cruz), é uma produção do Teatro do Elétrico, com encenação de Ricardo Neves-Neves, figurinos de José António Tenente, e interpretação de Custódia Galego, José Leite, Márcia Cardoso, Rafael Gomes, Rita Cruz e Vítor Oliveira.   

Fernando Silva

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“UM POR TODOS” SOBE AO PALCO DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Espetáculo de circo protagonizado por cidadãos portadores de deficiência acontece no próximo dia 5 de dezembro, no âmbito do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

Meia centena de jovens e adultos famalicenses, portadores de deficiência, sobem ao palco da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, no próximo dia 5 de dezembro, para apresentarem um espetáculo de circo único, carregado de simbolismo e magia. 

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“Um por Todos” é o título do espetáculo que resulta do projeto Envolv’arte, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em parceria com o Instituto Nacional das Artes do Circo (INAC) e várias instituições sociais do concelho. 

Desde o passado mês de maio que todas as quartas-feiras, decorrem os ensaios nas instalações do INAC, sitas no Lago Discount, em Ribeirão. O espetáculo final insere-se no âmbito das comemorações municipais do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que se assinala a 3 de dezembro.

Superação, partilha, descoberta e surpresa são os conceitos associados ao espetáculo que promete conquistar a atenção e o coração do público do primeiro ao último minuto.

Os sorrisos, a boa-disposição, a descontração e o empenho com que encararam as várias sessões de atividades são desde já um bom sinal do sucesso deste projeto que segundo o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, pretende “quebrar a rotina destas pessoas, desafiando-as para arte, a cultura e o circo, valorizando-as e motivando-as a chegar mais longe”.

As sessões são coordenadas por dois formadores do INAC, Ana Dora Borges, que trabalha a dança e o movimento, e Fábio Constantino, que trabalha os movimentos aéreos, durante mais ou menos 1h30.

Para Ana Dora Borges este é um projeto de grande importância na inclusão de pessoas com deficiência porque “em primeiro lugar, estamos a sensibilizá-los para a arte e depois estamos a envolve-los no próprio processo de criação artística, envolvendo-os também com os alunos do INAC. É um projeto que se vai construindo passo-a-passo através de diversas atividades e desafios até ao grande final, que é o espetáculo”.

Para a formadora, o projeto trabalha essencialmente “a auto-confiança, a capacidade de superação e valorização de cada pessoa envolvida, amplificando caraterísticas que já detêm, mas que muitas vezes estão escondidas”.

O projeto conta com a participação das seguintes instituições; APPACDM, a ACIP, a AFPAD, a Associação Teatro Construção, o Centro Social de Landim e o Centro Social e Paroquial de Ribeirão.

Assista ao vídeo das atividades em https://youtu.be/KKnhAman_ro

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"ROMEU E XULIETA" SOBE AO PALCO EM GUIMARÃES

O auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos) recebe, no próximo dia 2 de dezembro, às 21h30, o Teatro de Airiños com a peça “Romeo e Xulieta”, uma adaptação de Esther F. Carrodeguas a partir do clássico de William Shakespeare.

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O Palco de Terra é um ciclo de teatro organizado pelo Teatro de Balugas e pela Junta de Freguesia de Balugães e que está dividido em quatro partes, em que cada uma tem lugar numa estação do ano. A comédia do Teatro de Airiños (Galiza) sobe ao palco para a edição de inverno deste ano. A iniciativa resulta do intercâmbio entre o grupo de teatro de Balugães e as companhias convidadas, visando a promoção e a dinamização dos projetos teatrais na aldeia.

A entrada é livre e limitada à lotação da sala/ https://goo.gl/MrpY91  

O FASCISMO [AQUI] NUNCA EXISTIU – TEATRO ART’IMAGEM

24 de Novembro – 21h30 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Estreado no fim-de-semana passado, a 107.ª criação do Teatro Art’Imagem, na segunda apresentação do espectáculo ao público, numa co-produção do Teatro Diogo Bernardes para a temporada de estreia, O Fascismo [Aqui] Nunca Existiu! sobe à cena nesta sala, em Ponte de Lima, sexta-feira, dia 24 de Novembro, às 21h30.

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Da pequena história.

Uma família numerosa, avôs, pais, tios, irmãos e a visita regular de familiares que vinham da terra à grande cidade. Uma casa portuguesa, pobre mas honrada, num país que a Igreja Católica velava e a ensinava a ser pobre e agradecido aos que nos governavam por desígnio divino.

A sua bênção meu pai, dizia o menino, beijando as costa da mão direita do seu progenitor. Deus te abençoe meu filho, era a resposta acompanhada de um toque de mão, também direita, na sua cabeça.

Eram os anos sessenta.

Sabe minha senhora, falava a mãe, o meu filho mais velho, é muito esperto e inteligente, podia falar dele ao senhor doutor. Sabe, com doze anos fez a comunhão solene e o crisma e passou nos exames de admissão para o ensino técnico e também para o liceu. Precisava tanto de lhe arranjar um emprego.

Foi para o Curso Comercial, o liceu era apenas para os filhos da patroa, no segundo ano lectivo, com 14 anos, passou para o curso nocturno, o senhor doutor tinha-lhe arranjado um emprego. Agradece ao senhor, dizia-me sempre a minha mãe. Eu agradecia corado, envergonhado.

Os primeiros tremores e amores, o pecado e o medo moravam sempre ao lado.

Só pecava depois de se confessar e comungar, esforçava-se o menino.

A reza diária do terço em casa e a visita da sagrada família. O senhor Padre Luís que apagava a televisão para que os rapazes não pecassem a ver as raparigas de fato de banho (os biquínis ainda não tinham aparecido) ou os beijos que os filmes mostravam.

Os primeiros teatros na catequese de peças só com meninos. As revistas aos quadradinhos que seu pai lhe comprava. O cavaleiro andante, o mundo de aventuras, o condor popular, ansiosamente lidos e partilhados...

Depois os livros maiores que começaram com Verne e Salgari, as sessões duplas no Carlos Alberto no Central-Cine ou no Cine-Foz com idas a pé ao domingo do Palácio à foz do Douro, sempre com medo de não entrar porque o filme nunca era para a sua idade. A descoberta do TEP-Teatro Experimental do Porto...

Da grande história.

As eleições com Delgado, o movimento sindical e as lutas da oposição, a tropa e a ida para a guerra colonial. A pide e tudo...

A história do país, do mundo.

Ficha artística e técnica: » Texto, Dramaturgia e Encenação José Leitão » Assistente de Encenação Daniela Pêgo » Interpretação Flávio Hamilton, Inês Marques, Luís Duarte Moreira, Patrícia Garcez e Susana Paiva » Direção Técnica, Desenho de Luz e Vídeo André Rabaça » Direção de Movimento Daniela Cruz e Constanza Givone » Figurinos Luísa Pinto » Espaço Cénico José Leitão e José Lopes » Direção Musical e Sonoplastia Pedro ´Peixe` Cardoso » Fotografia Paulo Pimenta » Produção Sofia Leal e Daniela Pêgo » Classificação Etária: M/12 » Duração Aproximada: 90m » 107.ª Criação do Teatro Art'Imagem – 2017.

Bilhetes à venda (3,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

CABECEIRAS DE BASTO RECEBE COMPANHIA TEATRAL DO BRASIL NOS PAÇOS DO CONCELHO

Presidente da Câmara recebeu Companhia brasileira no Salão Nobre

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado do vice-presidente da Câmara, Dr. Mário Oliveira, e dos vereadores Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa, recebeu ontem, dia 20 de novembro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a Companhia brasileira Etc que está em digressão ao longo deste mês em Portugal e esta semana, mais concretamente, em Cabeceiras de Basto.

Companhia brasileira Etc surpreendeu na feira semanal (1)

A Cia. (Companhia) Etc. está no nosso concelho por intermédio do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) que acolhe os artistas brasileiros até à próxima sexta-feira, dia 24 de novembro.

Depois de dar as boas vindas ao grupo do Brasil, composto por sete pessoas, o presidente da Câmara desejou uma boa estadia, realçando a importância e impacto dos intercâmbios culturais na comunidade.

Por seu turno, os elementos da Companhia agradeceram a receção que tiveram em Cabeceiras de Basto, enaltecendo a aposta da Câmara Municipal na Cultura e mais concretamente na implementação e dinamização do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto no concelho.

Presidente da Câmara recebeu companhia brasileira no Salão Nobre

Companhia brasileira Etc surpreendeu cabeceirenses na feira semanal

Os cabeceirenses foram surpreendidos ontem de manhã, dia 20 de novembro, na feira semanal com a intervenção urbana ‘Involuntário’ protagonizada pela Companhia brasileira Etc que completa 17 anos de existência com uma digressão internacional, em Portugal, mais concretamente nos municípios de Coimbra, Braga, Cabeceiras de Basto e Lisboa, entre 10 e 30 de novembro. O grupo congrega dança, performance, mostra de videodanças e workshops nas suas apresentações.

Ontem o público cabeceirense assistiu à intervenção urbana ‘Involuntário’ criada para ser apresentada em espaços públicos abertos, e hoje poderá apreciar, às 17h30, o espetáculo ‘Os Superficiais’ na Praça da República. Amanhã, dia 22 de novembro, os cabeceirenses serão convidados a assistir a uma mostra de videodanças da companhia, especificamente de videodanças de Maxixe, Bokeh, Rebu e Dança Macabra.

Espetáculo ‘Os Superficiais’ decorre hoje na Praça da República

Dedica-se à investigação dos tipos de relações estabelecidas com o mundo pós-moderno marcado pela velocidade e superficialidade nas interações sociais, partindo das memórias pessoais de seus artistas criadores Elis Costa, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira. Com direção de Marcelo Sena, o espetáculo inspira-se nas redes sociais virtuais para propor uma obra, um jogo ou uma brincadeira que aposta na tão recorrente exposição pessoal, na cópia compartilhada como original, na velocidade e volume da informação, na superficialidade do conteúdo, na interrupção das ação e na dificuldade de manter um só foco de atenção.

De salientar que o projeto Cia. Etc. descobrindo Portugal tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura - FUNCULTURA, com a produção de Hudson Wlamir e conta com os apoios do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Teatrão, Mosaico - Plataforma de Projetos Inclusivos Artísticos e Educativos, Fundação Bracara Augusta e do Festival InShadow – Vídeo, Performance e Tecnologia, do qual a Cia. Etc. integra a programação do festival na cidade de Lisboa.

Companhia brasileira Etc surpreendeu na feira semanal (2)

Companhia brasileira Etc surpreendeu na feira semanal (3)

Companhia brasileira Etc surpreendeu na feira semanal (4)

CABECEIRAS DE BASTO RECEBE COMPANHIA BRASILEIRA ETC

O Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) acolhe na próxima semana, de 20 a 22 de novembro, a Cia. Etc, companhia brasileira que apresenta a sua arte universal por quatro cidades de Portugal ao longo deste mês.

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A Cia. Etc completa 17 anos de existência com uma digressão internacional, desta vez em Portugal. O grupo congrega dança, performance, mostra de videodanças e workshops nas suas apresentações. As cidades que serão contempladas com a passagem do grupo em 2017 são Coimbra, Braga, Cabeceiras de Basto e Lisboa, entre os dias 10 e 30 de novembro.

A companhia leva nesta circulação por Portugal, o espetáculo ‘Os Superficiais’, a intervenção urbana ‘Involuntário’, ambos criados para serem apresentados em espaços públicos abertos, e uma mostra de videodanças da companhia, que vem investindo desde 2008, ainda no Brasil, nas pesquisas que envolvem o diálogo entre a dança e o cinema. A companhia apresenta também as suas mais recentes criações de videodanças. Esta é uma linguagem que está presente na companhia há quase 10 anos e que já gerou diversas pesquisas, cursos, intercâmbios e participação em muitos festivais de cinema e videodança do mundo. Para Portugal, especificamente, Cia. Etc leva videodanças de Maxixe, Bokeh, Rebu e Dança Macabra. De referir que a itinerância internacional conta com o incentivo do Funcultura (Brasil).

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Enquanto projeto cultural de Cabeceiras de Basto, o CTCMCB, que acolhe a companhia brasileira na próxima semana, pretende através desta iniciativa acrescentar uma dinâmica ainda maior ao concelho, com uma programação que extrapola as fronteiras e expande a cultura local conectando-a com pensamentos artísticos contemporâneos de diferentes partes do mundo. Com cinco anos de existência, o Centro de Teatro, para além da programação com os artistas locais, já conseguiu desenvolver projetos com o Brasil e com a Grécia, num constante fortalecimento de uma rede de contactos e de parcerias que envolve diversos segmentos das artes e que promove uma efervescência cultural ativa, trazendo à população local uma programa rico e promovendo fora do concelho a cultura cabeceirense.

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OS SUPERFICIAIS

Dedica-se à investigação dos tipos de relações estabelecidas com o mundo pós-moderno marcado pela velocidade e superficialidade nas interações sociais, partindo das memórias pessoais de seus artistas criadores Elis Costa, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira. Com direção de Marcelo Sena, o espetáculo inspira-se nas redes sociais virtuais para propor uma obra, um jogo ou uma brincadeira que aposta na tão recorrente exposição pessoal, na cópia compartilhada como original, na velocidade e volume da informação, na superficialidade do conteúdo, na interrupção das ação e na dificuldade de manter um só foco de atenção.

INVOLUNTÁRIO

Na intervenção urbana os artistas estão envoltos numa bolha vermelha e interagem com os passantes dos espaços públicos de grande movimentação do centro urbano, além de gerar posteriormente uma versão em vídeo com a duração de 1 minuto, que fica disponibilizado na internet. A intervenção foi inicialmente criada para ser unicamente uma videodança feita com celular, mas extrapolou os limites da tela, encontrando sua própria trajetória independente em seu formato presencial. Involuntário conta com quatro performers, Elis Costa, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira, que traçam um caminho em meio à cidade buscando aguçar a sensibilidade das pessoas para o momento presente.

O projeto Cia. Etc. descobrindo Portugal tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura - FUNCULTURA, com a produção de Hudson Wlamir e conta com os apoios do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Teatrão, Mosaico - Plataforma de Projetos Inclusivos Artísticos e Educativos, Fundação Bracara Augusta e do Festival InShadow – Vídeo, Performance e Tecnologia, do qual a Cia. Etc. integra a programação do festival na cidade de Lisboa.

PROGRAMAÇÃO

20 de novembro, 10h

INVOLUNTÁRIO

Local: Feira semanal do Concelho

21 de novembro, 17h30

OS SUPERFICIAIS

Local: Praça da República (próximo ao Posto de Turismo)

22 de novembro, 21h30

MOSTRA DE VIDEODANÇAS

Local: Casa do Tempo

FICHA TÉCNICA DA CIRCULAÇÃO

Coordenação do projeto: Marcelo Sena

Dança: Elis Costa, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira

Produção e administração: Hudson Wlamir

Assistência de produção: Júnior Bandeira

Assessoria de Imprensa: Aline Galvão

Fotografia e vídeo: Filipe Marcena

Identidade visual: Raul Kawamura

Tradução dos textos em inglês: Filipe Marcena

Assessoria contábil: Embraccon

Site: Alux Net

Realização: Cia. Etc.

Incentivo: Funcultura

Apoio: CTCMCB - Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto

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TEATRO DA DIDASCÁLIA APRESENTA EM PONTE DE LIMA O ESPECTÁCULO "PRELÚDIO: A MULHER SELVAGEM"

PRELÚDIO: A MULHER SELVAGEM – TEATRO DA DIDASCÁLIA

17 de Novembro – 21h30 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

A programação do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, que se pretende diversificada para fidelizar os distintos públicos, regressa ao teatro na próxima sexta-feira, 17 de Novembro, às 21h30, com o espectáculo Prelúdio: A Mulher Selvagem, pelo Teatro da Didascália.

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Prelúdio: subs. masc.; ato ou exercício preliminar; peça que serve de introdução a uma obra musical; o que vem antes; aquilo que anuncia, que prevê; INDÍCIO, PRENÚNCIO, SINAL.

Prelúdio é um grito interior, visceral mesmo, que aponta directamente à natureza selvagem das mulheres.

A peça é uma performance poética que nos revela um emaranhado de simbolismos, de arquétipos, reacendendo no nosso inconsciente a crença no poder intuitivo e sobrenatural das mulheres, intimamente ligado à natureza e aos ciclos de morte e renovação.

Reprimido por todo um conjunto de convenções sociais, religiosas e por uma sociedade dominada pelo homem, o ser selvagem primitivo das mulheres é, nesta peça, libertado na forma de um poema cantado e contado, uma espécie de grito melódico onde ecoam os instintos mais profundos da natureza feminina.

A bela e sensível composição musical, aliada à narração oral, enlaça as histórias da peça e toca o nosso íntimo. Ao ouvi-la, somos como que abalados por um turbilhão de imagens e emoções guardadas na voz de quem a canta e conta, e no íntimo de quem a escuta. Esta é a chave para transportar o público numa viagem sensitiva, quase hipnótica, rumo às profundezas da memória emocional de cada espectado.

Um espectáculo entretecido com fios colhidos na memória colectiva, tendo a tradição oral como fonte primordial dos materiais para esta construção: arquétipos, símbolos, rituais - a essência humana dita e retornada.

“Prelúdio” é uma viagem profundamente emocional. Um exercício de renovação e de recuperação da mulher selvagem que existe dentro de cada um de nós.

Mesmo dos homens.

Encenação: Bruno Martins | Interpretação: Catarina Gomes, Cláudia Berkeley, Daniela Marques | Pesquisa e Apoio Dramatúrgico / Técnicas de Narração Oral: Patrícia Amaral | Composição e Direcção Musical: Rui Souza | Cenografia e Figurinos: Sandra Neves | Desenho de Luz: Valter Alves | Confecção de Figurinos: Joaquim Azevedo | Consultoria Científica: José Joaquim Dias Marques, Paulo Correia | Produção: Ludmila Teixeira | Coprodução: Teatro da Didascália / Casa das Artes de V. N. de Famalicão / Centro Cultural Vila Flor | Estrutura financiada por: Direcção Geral das Artes / Secretaria de Estado da Cultura | Duração aprox.: 60 min. | Classificação Etária: M/12 | Agradecimentos: Maria de Lurdes Martins; CEAO (Centro de Estudos Ataíde de Oliveira - Universidade do Algarve), Kiara Maria; Maria do Carmo

Bilhetes à venda (3,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

PAREDES DE COURA DEBATE “A INTERVENÇÃO TEATRAL EM PORTUGAL NO SÉCULO XXI

A Intervenção Teatral em Portugal no século XXI

Formação, produção, programação, gestão, descentralização, animação e intervenção social, cultural e educativa

16, 17 e 18 de nov | Paredes de Coura

Paredes de Coura acolhe a partir de quinta-feira, dia 16 de novembro, o Congresso “A Intervenção Teatral em Portugal no século XXI”, que tem por objetivo questionar as práticas teatrais existentes face aos emergentes desafios deste século, numa iniciativa promovida pela Intervenção - Associação para a Promoção e Divulgação Cultural –, com o apoio do Município de Paredes de Coura.

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Painéis temáticos subordinados à importância do Teatro na sociedade, nomeadamente a formação teatral em Portugal, a produção teatral (programação, gestão, descentralização teatral), Teatro e intervenção terapêutica (saúde, bem-estar, deficiência...), Teatro e Intervenção Social (teatro de amadores, teatro e desenvolvimento, teatro na comunidade...), mas também conferências temáticas sobre Teatro e educação, a produção e a gestão teatral em Portugal, Teatro e animação ou o Teatro e intervenção comunitária, completam estes três dias do congresso, também com mesas redondas, oficinas, workshops, grupos de trabalho, atividades de animação teatral com a comunidade, espetáculos e exercícios teatrais.

O objetivo é analisar o papel do Teatro no século XXI, incentivando o debate e a reflexão à volta do Teatro e dos seus diferentes contributos em programas de intervenção social, cultural e educativa, num congresso que reúne importantes nomes das artes de palco.

Painéis:

Teatro e Intervenção educativa

Mascaras, Rituais, Formas Animadas e Teatro Religioso

Produção, Descentralização e Gestão Teatral

Teatro, Animação Sociocultural e Intervenção Comunitária

Teatro, Saúde, Bem-estar e Intervenção terapêutica         

Teatro, Jogo, Drama e Intervenção social

Conferência Temática:

Teatro e políticas de acessibilidade

Rede Nacional de Teatros e Cineteatros? Uma viagem por Portugal desde os anos 90 do século XX…

Teatro comunitário, teatro social, teatro político. Os teatros das pessoas, na perspectiva de Nikolai Evreinov, Anton Gramsci e Paulo Freire.

À procura da teatralidade do impossível...

O Teatro na Educação

"OS GUARDAS DO TAJ" VÃO ESTAR EM CENA EM FAMALICÃO

Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi em Famalicão com “Os Guardas do Taj”. Peça vai estar em cena na Casa das Artes de 23 a 26 de novembro

“Extremamente cómica e surpreendentemente trágica”. Assim é a peça “Os Guardas do Taj”, onde os atores brasileiros Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi interpretam o papel de dois soldados da guarda imperial encarregues de proteger um dos monumentos mais conhecidos do mundo - o Taj Mahal, em Acra, na Índia.

Os Guardas do Taj

A peça, da autoria do norte-americano Rajiv Joseph, vai estar em cena no grande auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, de 23 a 26 de novembro, de quinta a domingo. 

A curiosidade humana, a prepotência dos poderosos e a amizade entre dois homens são os temas centrais deste espetáculo, baseado numa das muitas lendas que cercam o Taj Mahal, segundo a qual os guardas do palácio não podiam falar nem olhar o edifício.

A peça, explicam os dois atores, quebra com o lado romântico associado à construção do Taj Mahal, mandado construir pelo imperador Shah Jahan em homenagem à sua esposa favorita Mumtaz Mahal, mostrando também o lado mais tenso e “menos bonito” da construção deste monumento.

O confronto entre o pragmatismo e o idealismo estará sempre em palco, através das duas personagens. Ricardo Tozzi representa o idealismo e a rebelião que põe em causa o imperador que mandara cortar as mãos aos 20 mil homens que construíram o Taj Mahal. Já a personagem de Gianecchini encarna o pragmatismo, a preocupação em agradar e a obediência cega ao imperador.

Nos primeiros três dias de cena em Famalicão, dias 23, 24 e 25, a peça começa às 21h30. No último dia, domingo, 26, a peça está marcada para as 17h00.

Os bilhetes já se encontram à venda. Têm o custo de 18 euros, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

Encenada por Rafael Primot, “Os Guardas do TAJ” é apresentada em Portugal, antes da estreia da peça no Brasil, agendada para janeiro de 2018.

TEATRO DE BALUGAS APRESENTA “AUTO DOS BONS DIABOS” NO CICLO “TEATRO NO OUTONO” DA FUNDAÇÃO INATEL

O Teatro de Balugas apresenta no dia 19 de novembro, pelas 16h00, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos), a peça “Auto dos Bons Diabos”. A produção teatral integra a programação do ciclo “Teatro no Outono 2017”, uma organização da Fundação INATEL.

A peça é o relato de um artista de teatro popular que se desdobra em histórias e personagens dessa mesma história, do desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.

– Estou a ficar velho, mas hei-de morrer a cavar a terra, ou nas tábuas do palco, Ela já mo disse, ó homem cava já o buraco que com as tábuas do teatro faz-se o caixote e assim não se gasta dinheiro com o funeral”.

Baltasar Diabo e a sua companhia são últimos resistentes do que resta de um vale outrora rural, esvaziado em grande parte pela fuga para as cidades, vilas e estrangeiro. Aqui habitam histórias de resiliência e sobrevivência, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos.

Teatro no Outono 2017 | Fundação INATEL

Teatro Coelima - Sol no Miral Associação Cultural

Teatro de Balugas

A Capoeira Companhia de Teatro de Barcelos

Nova Comédia Bracarense

Teatro D'ART - Associação Recreativa de Trandeiras

Programa_Teatro no Outono 2017_Fundação INATEL

MELGAÇO ASSISTE À COMÉDIA "O ASSASSINATO DE MACÁRIO"

Comédias do Minho trazem a Melgaço nova peça: ‘O ASSASSINATO DE MACÁRIO’

De 16 a 19 de novembro

Na próxima semana há teatro: as Comédias do Minho estão de volta com ‘O ASSASSINATO DE MACÁRIO’, o novo espetáculo da companhia, com criação de Tânia Almeida, atriz residente das Comédias do Minho. A peça de teatro, criada a partir da obra de Camilo Castelo Branco, é ‘Uma comédia, das antigas, do tempo da Maria Cachucha e da expressão prosódia, de um tempo em que não havia google nem wikipédia para procurar o significado da figura e estilo supracitados’, relata a autora.

O Assassinato de Macário - foto

‘O ASSASSINATO DE MACÁRIO’ vai estar em quatro locais de Melgaço e com entrada gratuita:

16 NOV | Alvaredo - Associação A Batela | 21H00

17 NOV | Melgaço - Casa da Cultura | 21H30

18 NOV | Parada do Monte - Junta de Freguesia | 21H00

19 NOV | Paços - Junta de Freguesia | 18H00

Sinopse

«A melodia do coração tem um ritmo próprio. Ele há amores que juram somente finar com as notas da Sra. Morte.

Contudo, também os há que acabam em ‘quatro tempos’, desafinam mesmo antes de chegar ao altar. É neste verdadeiro compasso que Itelvina se encontra em relação a Macário e, por conta disso, a ‘tropicaliente’ mexicana transtorna a pulsação de se pai Barnabé, cujo único ensejo é descansar numa casa de campo com repuxo.

O Assassinato de Macário é uma comédia, das antigas, do tempo da Maria Cachucha e da expressão ‘prosódia’, dum tempo em que não havia google nem wikipédia para procurar o significado da figura e estilo supracitados. Mas, apesar do pó que a obra de Camilo Castelo Branco tem, é um pó do bom, é pó cómico e pertinente. Porque haver humor no mundo e fazer rir de vez em quando é imperativo. E não digam que não dá para o público pensar, sendo o recurso ao dicionário recomendado e isto das expressões cool do futuro estarem esquecidas no passado.

Então, tal como uma nota musical ou a mola de um sofá, vamos tentar vergar, distender ou comprimir uma cena. Como artífices do tablado iremos afinar todas as peças, almejando construir uma só, feita de teatro, cómico.»

ENCENAÇÃO Tânia Almeida

TEXTO a partir de Camilo Castelo Branco

INTERPRETAÇÃO Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva e Rui Mendonça

ESPAÇO SONORO E DESENHO DE LUZ Vasco Ferreira

CENOGRAFIA E FIGURINOS Ana Limpinho e Maria João Castelo

APOIO AO MOVIMENTO Leonor Keil

A peça de teatro está em digressão pelos cinco municípios do Vale do Minho: Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova da Cerveira.

A saber que a Comédias do Minho é um projeto cultural que começou em 2003, com a colaboração dos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova da Cerveira, destinado a criar uma companhia de teatro profissional.

A sua missão é dotar o vale do Minho de um projeto cultural próprio, adaptado à sua realidade socioeconómica e, portanto, com um enfoque especial no envolvimento das populações, a partir da construção de propostas de efetivo valor participativo e simbólico, para as comunidades a que se dirigem.

PONTE DE LIMA APRESENTA TROPICAL – ELEFANTE ELEGANTE TEATRO

10 de Novembro – 21h30 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

A 10 de Novembro, sexta-feira, às 21h30, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, sobe à cena o espectáculo Tropical, teatro visual baseado no gesto e no movimento, uma criação de Elefante Elegante Teatro, companhia oriunda da Corunha, em Espanha.

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Tropical é um espectáculo sensitivo, universal e evocador que mergulha no universo da viagem e na sua vasta riqueza de matizes e dimensões.

Um navio habitado por viajantes com destinos cruzados. Turistas, migrantes, músicos e refugiados protegidos por uma vigilante e diligente tripulação. Do norte ao sul num cruzeiro seductor e do sul ao norte fugindo da fome e dos destroços.

Desde a ironia e o absurdo, Tropical reflecte situações que se estão a produzir não muito longe do nosso cantinho de calma e tranquilidade. Em terra, paisagens de guerras e muros. No mar, infinitas histórias, desejos e sonhos que se cruzam. Ao ritmo das ondas, este barco convida a subir a bordo para navegar o presente com um novo olhar.

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Com uma linguagem visual baseada na imagem, no movimento, na música e na dança, Tropical é a procura da poética da viagem desde uma Europa que naufraga no Mediterrâneo.

O Elefante Elegante cria espectáculos de teatro visual baseados no gesto e no movimento.

As suas criações visam a universalidade, surgindo da fusão de diferentes linguagens: o teatro físico, a dança, as artes plásticas e as artes visuais.

A companhia, de origem galego-portuguesa, foi criada em 2007 por María Torres e Gonçalo Guerreiro e tem a sua sede na Galiza. Nasce para dar forma artística às suas inquietações sociais e existenciais.

O Elefante Elegante começou como um projecto experimental no ano 2000 com o nome de Teatro Escondido. Este projecto viajou durante sete anos entre a Galiza, a Bélgica e Portugal e dele faziam parte actrizes e actores de diferentes países europeus. A sua interpretação baseava-se no jogo corporal com o objectivo de desenvolver uma linguagem teatral universal.

Estes anos de experimentação foram fundamentais para que pudesse nascer o Elefante Elegante. Os seus espectáculos têm sido acolhidos na Galiza, em Portugal, na Bélgica, na Suíça, em França e em Itália.

Autoria, Dramaturgia e Encenação: María Torres e Gonçalo Guerreiro | Antropologia: Carlos Díz | Interpretação: Marta Alonso Tejada, Ánxela Blanco, Fredi Muíño, Gonçalo Guerreiro e María Torres | Espaço cénico: María Torres e Gonçalo Guerreiro | Figurinos: Beatriz Clara | Música: Gonçalo Guerreiro, Antonio Romero, Rosalía Vázquez, Richi Casás, Iago Blanco, Kibitka, Juanma Ons e Manuel Ares | Desenho de Iluminação e Sonoplastia: Dani Pais | Adereços: Anahí Taraburelli | Técnico de cena: Javier Pérez Piñón | Produção e distribuição: Agustín Bolaños

Bilhetes à venda (3,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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CERVEIRA RECEBE "O ASSASSINATO DE MACÁRIO" PELAS COMÉDIAS DO MINHO

“O Assassinato de Macário” chega ao palco da ‘Vila das Artes’

As Comédias do Minho estão a apresentar, nos cinco municípios do Vale do Minho, “O Assassinato de Macário”, o novo espetáculo de teatro, com criação de Tânia Almeida, atriz residente desta companhia de teatro. O encerramento deste roteiro teatral está marcado para Vila Nova de Cerveira, de 23 a 26 de novembro, com quatro representações em outras tantas freguesias do concelho.

O Assassinato de Macário - foto

A partir da obra de Camilo Castelo Branco, “O Assassinato de Macário” é uma comédia, das antigas, do tempo da Maria Cachucha e da expressão "prosódia", de um tempo em que não havia google nem wikipédia para procurar o significado da figura e estilo supracitados. Para Tânia Almeida, “tal como uma nota musical ou a mola de um sofá, vamos tentar vergar, distender ou comprimir uma cena. Como artífices do tablado iremos afinar todas as peças, almejando construir uma só, feita de teatro, cómico”.

De acordo com a sinopse do espetáculo de teatro: “A melodia do coração tem um ritmo próprio. Ele há amores que juram somente finar com as notas da Sra. Morte. Contudo, também os há que acabam em “quatro tempos”, desafinam mesmo antes de chegar ao altar. É neste verdadeiro compasso que Itelvina se encontra em relação a Macário e, por conta disso, a “tropicaliente” mexicana transtorna a pulsação de se pai Barnabé, cujo único ensejo é descansar numa casa de campo com repuxo”.

De entrada gratuita, “O Assassinato de Macário” está a percorrer os cinco concelhos do Vale do Minho, com passagem marcada para Vila Nova de Cerveira de 23 a 26 de novembro. São quatro espetáculos, em quatro freguesias do concelho, a saber: dia 23 (quinta-feira), às 21h00, no Salão Paroquial de Covas; dia 24 (sexta-feira), às 21h30, no Cineteatro de Cerveira; no dia 25 (sábado) é a vez da freguesia de Loivo acolher a peça, às 21h30 na sede da Junta; e para encerrar, no domingo 26 de novembro, às 17h00, no Centro de Cultura de Campos.

CABECEIRAS DE BASTO PROMOVE TEATRO

Centro de Teatro leva espetáculo ‘Eu Sou o Meu Avô’ às freguesias do concelho. Projeto DEZcentralizar estende-se ao longo do mês de novembro

Este mês de novembro o Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) leva às freguesias do concelho ‘Eu sou o meu avô’, um espetáculo que exalta a figura dos avós num jogo informal entre intérpretes e plateia.

Teatro - ‘Eu Sou o Meu Avô’ (1)

“É uma conversa com café. Uma peça com memórias vividas e não vividas, onde os atores-narradores convidam o público a relembrar e a partilhar durante alguns minutos o sentimento de serem netos”, lê-se na sinopse.

Com este espetáculo, o Centro de Teatro propõe uma proximidade despojada e divertida com muita música e poucas barreiras, na qual as experiências pessoais passam a ser de todos e o espectador vê-se a si abraçado, porque tem avô, porque teve avô, porque quis um avô ou porque já o é.

Teatro - ‘Eu Sou o Meu Avô’ (2)

A peça realizará, assim, uma tournée pelas freguesias no âmbito do projeto ‘DEZcentralizar’, uma iniciativa que desde há quatro anos promove a disseminação da cultura nos diversos pontos do concelho através da descentralização das apresentações de espetáculos teatrais.

A estreia deste espetáculo ‘Eu sou o meu avô’ aconteceu na passada sexta-feira, dia 3 de novembro, na freguesia de Bucos, rumando o CTCMCB até Pedraça no dia 4 e até Basto no dia 5, domingo.

O CTCMCB tem atuado como agente cultural dinamizando um conjunto de iniciativas que cada vez mais abrange um número maior de pessoas e conquista um espaço de relevância dentro da programação cultural e social do Município. Este projeto, teatro de comunidade, vai de encontro ao objetivo da descentralização das ações artísticas e representa uma participação ativa de integração pois liga e une os cabeceirenses dos diferentes lugares e freguesias por intermédio de um elemento fundamental para a formação dos cidadãos e para as relações humanas: a Cultura.

O CTCMCB é já uma marca importante ligada aos cabeceirenses, às suas raízes e tradições.

Próximos espetáculos:

Dia 17 novembro - Casa do Povo do Arco de Baúlhe | 21h00

Dia 18 novembro - Junta de Freguesia de Abadim | 21h00

Dia 19 novembro - Cabeceiras de Basto |15H30

Dia 24 novembro - Gondiães | 21h00

Dia 25 novembro - Junta de Freguesia de Riodouro (Cambezes) | 21h00

Dia 26 novembro - Faia | 15h30

Dia 30 novembro - Junta de Freguesia de Alvite | 21h00

Dia 1 Dezembro - Junta de Freguesia de Cavez | 21h00

Teatro - ‘Eu Sou o Meu Avô’ (3)

“O ASSASSINATO DE MACÁRIO” NO CINE TEATRO JOÃO VERDE E NAS FREGUESIAS DO CONCELHO DE MONÇÃO

A companhia de teatro residente no vale do minho “Comédias do Minho” apresenta, nos dias 9, 10, 11 e 12 de novembro, no Cine Teatro João Verde e em três freguesias do concelho (Riba de Mouro, Bela e Moreira), a peça de teatro “O Assassinato de Macário”.

cartaz

A entrada é gratuita, estando limitada aos lugares existentes. No caso do Cine Teatro João Verde, é necessário levantar bilhete na Loja Interativa de Turismo (T. 251 649 013) ou, meia hora antes, no local do espetáculo.

A peça, em regime de itinerância pelos municípios da região, estreia-sena Junta de Freguesia de Riba de Mouro (dia 9, 21h00), continuando no Cine Teatro João Verde (dia 10, 21h30), no Salão Paroquial da Bela (dia 11, 21h00) e no Salão Paroquial de Moreira (dia 12, 17h00). 

Com encenação de Tânia Almeida, a partir de texto de Camilo Castelo Branco, “O Assassinato de Macário” conta com interpretações de Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luis Filipe Silva e Rui Mendonça. O desenho de luz pertence a Vasco Ferreira e a cenografia e figurinos a Ana Limpinho e Maria João Castelo.

Na sinopse, pode ler-se: “ A melodia do coração tem um ritmo próprio. Há amores que juram somente finar com as notas da Sra Morte. Outros que acabam em “quatro tempos”, desafinando mesmo antes de chegar ao altar.

É neste verdadeiro compasso que Etelvina se encontra em relação a Macário e, por conta disso, a “tropicaliente” mexicana transforma a pulsação de seu pai Barnabé, cujo único ensejo é descansar numa casa de campo com repuxo”.

Fernando Silva

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COMPANHIA OLGA RORIZ APRESENTA “SÍNDROME” EM VIANA DO CASTELO

Espetáculo SÍNDROME da Companhia OLGA RORIZ - 4 de novembro - Teatro Municipal Sá de Miranda | 21h30

Informamos que os bilhetes para o espetáculoSÍNDROME da Companhia Olga Roriz, a realizar no Teatro Municipal Sá de Miranda, no próximo dia 4  de novembro, já se encontram à venda.

LOCAL DE VENDA:

  • Teatro Municipal Sá de Miranda:

                Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 19h00

                Dias de espetáculo: das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00

                Sábado e domingos em dias de espetáculos:  2 horas antes.

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12 anos

CUSTO DO BILHETE: 8€

NOTA : Aceitam-se reservas de bilhetes, unicamente, para o  email: tmsm@cm-viana-castelo.pt.

                       Prazo de levantamento de 24 horas, caso contrário a reserva ficará sem efeito.

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