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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MÚSICA E TEATRO ANIMAM NOITES DE VERÃO EM FAMALICÃO

Agosto chegou e a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão volta a lançar o convite aos famalicenses para que saiam de casa e venham até à rua desfrutar do espaço público.

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A Praça D. Maria II é, por estes dias, local de excelência para um passeio em família e é lá que nos próximos dois fins de semana vão atuar alguns nomes do panorama cultural famalicense.

É o caso da banda de rock alternativo Grandfather’s House, que atuam esta sexta-feira, dia 11, e dos fadistas José Manuel e Cláudia Madur, com concerto marcado para este sábado, 12 de agosto.

A animação continua no terceiro fim-de-semana deste mês com a atuação dos Díssono, na sexta-feira, dia 18, e com a apresentação, no dia 19, do Teatro Bus - um novo conceito que convida a um passeio de autocarro pelas ruas da cidade, ao mesmo tempo que se assiste a uma peça de teatro a bordo.

Todos os espetáculos começam às 22h00 e são gratuitos.

POETA SÁ DE MIRANDA DEU NOME AO FESTIVAL DE TEATRO EM AMARES

O grande poeta quinhentista português, Francisco de Sá de Miranda, que viveu os últimos anos da sua vida na Casa da Tapada, em Amares, local onde redigiu parte importante da sua obra, inspirou nos últimos meses o Festival de Teatro Sá de Miranda, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Amares, com o intuito de fomentar hábitos culturais entre os amarenses e divulgar o teatro amador.

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O Grupo de Teatro de Bouro e os Fantoches Humanos da Torre foram os protagonistas das peças dinamizadas para levar até ao público um pouco de entretenimento, percorrendo vários locais do concelho, como sendo o Auditório da Junta de Freguesia da Torre, o Auditório Conde de Ferreira, o Auditório da Junta de Freguesia de Bouro Santa Marta, o Centro Social Paroquial de Lago e o Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Amares.

O Festival de Teatro Sá de Miranda contou com o apoio das juntas de freguesia e associações locais e decorreu entre os meses de março e julho

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TEATRO DE RUA INVADE ESPOSENDE

3.º Festival do Teatro de Rua anima Esposende de 21 a 23 de agosto

No âmbito do projeto CREARTE, o Município de Esposende vai promover, entre os dias 21 e 23 de agosto, o 3.º Festiteatro – Festival do Teatro de Rua.

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Este ano o evento aposta na descentralização, estendendo-se às freguesias, com espetáculos em Fonte Boa, Fão e Forjães, para além da própria cidade de Esposende, palco das duas anteriores edições.

Tendo como objetivos motivar e dar a conhecer novas possibilidades criativas de Teatro de Rua, bem como criar condições que garantam aos cidadãos o acesso às artes e à cultura no espaço da rua, o Festiteatro tem vindo a afirmar-se com assinalável êxito, dando expressão a esta vertente artística.

Esta edição vai contar com as prestações de Rui Paixão, a revelação do clown em Portugal, selecionado para o Cirque du Soleil, do projeto Ganso &Cia, do Circo Culipardo e do Palhaço Ativista espanhol Enano, esperando-se, por isso, momentos muito divertidos e animados e, certamente, mais uma edição de sucesso.

Assim, no arranque do Festiteatro 2017, a 21 de agosto, a Praça do Município, em Esposende será palco das apresentações de Sr. Limpinho e Rui Paixão, e na Avenida da Igreja, em Fonte Boa, apresentam-se o Circo Culipardo e o Palhaço Enano.

No dia 22, o Circo Culipardo e o Palhaço Enano animarão a Praça do Município, em Esposende, e o Sr. Limpinho e Ganso & Cia levarão o teatro de rua à Praça Conde de Agrolongo, em Fão.

A encerrar esta terceira edição do Festiteatro, no dia 23, na mesma praça em Esposende, aturarão o Circo Culipardo e Ganso &Cia, sendo que, em Forjães, no Centro Cultural, apresentam-se o Sr. Limpinho e o Palhaço Enano.

As sessões são todas gratuitas e iniciam-se sempre às 22h00.

O projeto CREARTE está a ser promovido e dinamizado pelo Município, sob a orientação do encenador e formador Jorge Alonso, com o intuito de incentivar o crescimento da arte teatral no concelho.

TEATRO DE BALUGAS ESTREIA “A BODA DOS RABUDOS”

O Teatro de Balugas estreia no dia 5 de agosto, pelas 21h30, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães, a peça “A Boda dos Rabudos”. A nova produção teatral integra a programação das 11.ªs Jornadas Culturais de Balugães (Barcelos).

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A “Boda dos Rabudos” é um resgate financeiro familiar forjado pelo astuto do Romão Rabudo. A filha a estudar em Lisboa engravidou, o namoro com um político da capital parecia abafar a vergonha na aldeia, se não tivesse sido o marialva da terra, o Tone Rola, a bulir na moça! Diz o ditado “Quem parte e reparte e não fica com a maior parte, ou é tolo ou não tem arte” e o Rabudo velho engendra um plano: casar a rapariga, descasar, voltar a casar e alguém pagar o padre, o sacristão e a boda! O resgate funciona às mil maravilhas, o cheque ao portador é passado, mas o pior é mesmo o número de credores para dividir a quantia.

A entrada é livre e limitada à lotação da sala

[FICHA ARTÍSTICA]
[texto original e direção artística] Cândido Sobreiro
[interpretação] 
Ana Magalhães, André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cândido Sobreiro, Cristina Faria, Cristiano Esteves, Diana Gonçalves, David Pereira, Davide Faria, Gilda Silva, Juliana Pereira, Matilde Esteves e Rui Pereira
[equipa técnica]
[produção] Diana Gonçalves
[sonoplastia . luminotécnica] Matilde Esteves
[cenografia . carpintaria] Cristina Faria e David Pereira
[figurinos] Manuela Rosas e Diana Gonçalves
[fotografia] Cristina Faria
[design] André Sobreiro | ID3 
[apoios]
Junta de Freguesia de Balugães
Município de Barcelos
Barcelos Cidade Educadora/ Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras
Fundação INATEL
[parceiros]
ID3 - Design e Publicidade

[Teatro de Balugas]
Fundado em 2007, o Teatro de Balugas inspira-se na cultura popular do Minho.
É teatro feito na aldeia, acreditando que este trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.
É uma história de resiliência e continuidade, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães.

COMÉDIAS DO MINHO APRESENTA ESPECTÁCULO “QUE FESTA É ESTA?”

Espetáculo itinerante pelo Vale do Minho, produzido pela Comédias do Minho, chega a Monção entre o dia 20, quinta-feira, e o dia 23, domingo. Sobe ao palco na Bela, Monção, Riba de Mouro e Moreira. As entradas são gratuitas e o pano sobe às 21h30.

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O espetáculo de teatro “Que festa é esta?”, da Comédias do Minho, é apresentado no concelho de Monção entre os dias 20 e 23 do corrente. No primeiro dia, pode ser visto no Largo da Sede da Junta Bela, no segundo no Largo de Camões, em Monção, no terceiro no Lugar do Cruzeiro, em Riba de Mouro e, no quarto e último, no Terreiro de Santa Luzia, em Moreira. Com entrada gratuita, têm início às 21h30.

Com encenação de Ricardo Alves (a partir de William Shakespeare e improvisos), espetáculo de teatro tem criação e interpretação de Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva, Rui Mendonça e Tânia Almeida, contando com direção musical de Vasco Ferreira e figurinos de Inês Mariana Moitas.

Fica a sinopse: “Um petisco? Um copinho? Cerveja ou vinho? Bebem-se os risos, engolem-se as mágoas. Hoje há festa no largo, no descampado. Hoje há teatro e música e pezinho de quem dança. Hoje é dia de sair à rua para dar de beber aos olhos, para dar de comer aos ouvidos e cantar os dias quentes.

Sai de casa, vem para a rua, junta as mesas e agarra-me na mão antes que, perdido de amor, caia no chão. Sai de casa, areja a graça, vem rasgado e de rosto aberto, vem connosco que o dia é certo e a noite acossa. Que festa é esta?!” – É a nossa!”

CELORICO DE BASTO EXIBE PEÇA DE TEATRO "RAÍZES"

Cerca de 40 idosos do programa Celorico a Mexer foram os protagonistas da peça de teatro “Raízes” exibida no Cineteatro dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, no dia 7 de julho.

O Cineteatro encheu para assistir à peça “raízes”

 “Durante cerca de 1hora assistimos, vemos e sentimos a nossa cultura, os nossos usos e costumes, as nossas tradições, numa peça protagonizada pelos nossos idosos. Uma iniciativa de louvar que trabalhou a vertente da inclusão com distinção e deu a importância devida aos nossos idosos, capazes de fazer coisas absolutamente incríveis caso sejam bem estimulados” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, que assistiu a peça. O autarca reconheceu o trabalho de todos aqueles que procuram atuar no sentido de salvaguardar os idosos promovendo ações inclusivas, de pertença e de conforto sobretudo junto dos mais isolados. “O programa Celorico a Mexer tem vindo a fazer um trabalho exemplar com ações proactivas e que reconhecem as capacidades dos idosos. Hoje, assistimos a uma peça que envolve também o CLDS 3G que tem procurado atuar no sentido de estar mais próximo dos que mais precisam com ações de parceria muito benéficas”.

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A peça foi impulsionada pelo CLDS 3G Geração Eco que procurou trabalhar “a inclusão e o sentimento de competência na aprendizagem junto dos idosos” como referiu o coordenador do CLDS 3G, Manuel Maria Afonso. A iniciativa contou com os idosos que integram o programa Celorico a Mexer, das freguesias de Borba da Montanha e Fervença, e contou com o apoio do GTC.

De outubro a julho, os 41 idosos tiveram ensaios para a performance teatral incidindo nas tradições para salvaguardar a cultura local. Uma peça idealizada pelos técnicos de teatro e educação, Fátima Fernandes e Tiago Pires.

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FAMALICÃO FOMENTA CRIAÇÃO ARTÍSTICA

Frame IT no sábado, 15 de julho, com moda e teatro

Tem lugar no próximo sábado, 15 de julho, a apresentação pública dos trabalhos da terceira edição do FRAME IT – Laboratório de Formação e Criação Artística.

A sessão está agendada para as 10h00 (depois de inicialmente marcada para 8 de julho e adiada devido às condições climáticas adversas) e consiste numa performance artística desde a Praça 9 de Abril até à Praça D. Maria II, no centro da cidade, protagonizada pelos 24 jovens e pelos formadores que participaram nesta edição. 

O FRAME IT decorreu entre abril e julho na Casa da Juventude de Famalicão e proporcionou aos jovens formações artísticas nas áreas do design de moda e do teatro, com uma duração aproximada de 35 horas, que serão combinadas nessa performance artística. As formações foram coordenadas por Susana Bettencourt, designer de moda, e por Rui Leitão e Neuza Fangueiro, atores, produtores e encenadores da associação Fértil Cultural. 

PONTE DE LIMA APOIA O TEATRO

Câmara Municipal de Ponte de Lima aprova protocolos com Grupos de Teatro Limianos. O Município investe mais de 17 mil euros em associativismo cultural e estudantil

Apenas um mês após ter acedido à celebração de protocolos com cinco grupos de teatro do concelho e uma associação de estudantes, o Município de Ponte de Lima parte para a celebração dos protocolos decorrentes da decisão.

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Na próxima quarta-feira, dia 12 de julho, a apresentação dos supra mencionados protocolos, decorre a partir das 18h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ponte de Lima.

O investimento municipal de 17.604,09€ (dezassete mil seiscentos e quatro euros e nove cêntimos), vem novamente dar coerência à política do Executivo Municipal, de grande preocupação e de total apoio ao associativismo cultural e estudantil, enquanto dinamizadores culturais fundamentais para o concelho.

Os cinco grupos de teatro contemplados com a verba supra dita foram o Grupo de Teatro da Casa do Povo de S. Julião de Freixo, o Grupo de Teatro Duplaface, o Grupo de Teatro Gacel, o Grupo de Teatro de Pequenos Atores do Lima, e também o Grupo de Teatro da Associação “Unhas do Diabo”. Sendo que a associação estudantil a quem a verba foi atribuída, foi a Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima.

A descentralização cultural, a dinamização e de iniciativas culturais numa base concelhia, e o desenvolvimento cultural e recreativo, são apenas alguns dos objetivos visados pela concessão deste apoio financeiro.

A celebração de cada um dos protocolos do género, por via da aprovação do Executivo Municipal, vem reafirmar ideais que têm vindo a ser defendidos pela Câmara Municipal de Ponte de Lima, nomeadamente na dinâmica da cultura.

TEATRO EM CELORICO DE BASTO É UM FESTIVAL

O Grupo de Teatro Celoricense promoveu o Festival “À Mostra” durante o mês de junho

O GTC em parceria com o Município de Celorico de Basto e o apoio de várias entidades promoveu o Festival “À Mostra” durante os fins-de-semana de junho.

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“Fizemos um festival para mostrar o teatro a toda a comunidade, é uma arte que está a ganhar a aceitação de toda a comunidade e que está a entrar no panorama cultural de Celorico de Basto, o que muito nos alegra” disse o Presidente do GTC, Filipe Gonçalves.

O GTC conta com a parceria do Município de Celorico de Basto na formação a todas as turmas que compõem o grupo e na logística para o festival “À Mostra”.

“Apoiar a cultura e o teatro é uma boa aposta neste concelho. É muito interessante ver o gosto das crianças em cima do palco, a representar tão bem, a entrar tão bem no papel que lhes é atribuído. E é muito interessante ver o envolvimento da comunidade, a participação ativa para que o teatro se consolide, efetivamente, no concelho” realçou Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

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No dia 1 e 2 de junho, decorreu a peça infantil “o Príncipe Nabo”, baseada na obra de Ilse Losa. “A hesitação entre dois universos, testemunhados quer pela presença de dois grupos distintos de personagens, os “pobres” e os “ricos”, representa a linha temática orientadora desta peça”.

No dia 10 de junho decorreu a revolta dos Micróbios.  Peca infantil baseada na obra de Carlos Correia.  Trata-se de uma peça com preocupações didáticas. Focalizada na problemática da higiene oral apresentada de uma forma simples e divertida. Em parceria com o CLDS 3G geração eco.

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Nos dias 16 e 17 de junho decorreu a peça “Um pedido de Casamento”, escrita por Anton Tchekhov, é uma das comédias clássicas do teatro russo. Trata-se de um enredo simples à volta de um grande proprietário de terras e pai viúvo com o dilema de tentar casar a sua filha. À volta deste dilema surgem cenas hilariantes, através de situações banais, que chegam mesmo a transformar-se em pequenas tragédias individuais. 

No dia 29 e 30 decorreu a peça Não se paga! Não se paga! Um texto da autoria de Dario Fo. Um olhar mordaz e irónico sobre os problemas de uma sociedade na qual os menos favorecidos são os mais penalizados. No palco as personagens vivenciam os dramas sociais característicos de meados do século passado. Uma peça divertida que nos ajuda a refletir sobre a atualidade.

Importa realçar que os diferentes espaços que acolheram este festival estiveram sempre esgotados o que demonstra a aceitação desta arte pelas gentes locais.

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COMÉDIAS DO MINHO APRESENTA ‘QUE FESTA É ESTA?’

Em digressão pelos cinco municípios do Vale do Minho

‘QUE FESTA É ESTA?’ é o próximo espetáculo de teatro que a Comédias do Minho traz a Melgaço, de 13 a 16 de julho. Parada do Monte, Vila, Paços e Alvaredo são os locais a receber a cena. O espetáculo, com criação de Ricardo Alves, e já em digressão, vai percorrer os cinco municípios do Vale do Minho.

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‘Há um festim no teatro. É uma festança que mistura cores de muitas partituras, sons de muitas paletas e palavras de silêncios vários. O teatro é sempre encontro. Como devem ser todas as festas. Um cruzamento de múltiplas vontades que se expõem a quem tem vontade de ver as coisas expostas. E depois a responsabilidade de vos ocupar o tempo, num tempo em que é o tempo o nosso bem mais precioso e que tanta falta nos faz para o podermos deitar fora em deliciosos momentos inúteis. Temos a responsabilidade de vos dar um tempo, útil ou inútil mas bom. Um tempo que dedicais a ouvir o que temos a dizer. Que seja bom o ato de sair de casa e estar com os vizinhos, em sítio público, a ocupar a praça ou a rua para função que não só passar mas nela permanecer, comer, beber, conversar e ouvir o que os doidos em cima do triângulo têm para partilhar.’, sustenta Ricardo Alves em modo de incentivo a assistirem a peça.

VN CERVEIRA: 22 - 25 JUN

P COURA: 29 JUN a 2 JUL

29 JUN | Padornelo Sra. das Angústias| 21h30

30 JUN | P Coura Largo Hintze Ribeiro | 21h30

1 JUL | Formariz Largo da Chão do Abade | 21h30

2 JUL | S. Martinho de Coura Largo da Igreja| 21h30

VALENÇA: 6 a 9 JUL

6 JUL | S. Pedro da Torre Largo da Igreja| 21h30

7 JUL | Valença Fortaleza| 21h30

8 JUL | Verdoejo S. Tomé | 21h30

9 JUL | Gandra Largo da Igreja | 21h30

MELGAÇO: 13 a 16 JUL 

13 JUL | Parada do Monte Largo da Igreja | 21h30

14 JUL | Melgaço Largo Hermenegildo Soalheiro | 21h30

15 JUL | Paços Largo da Igreja | 21h30

16 JUL | Alvaredo Ass. A Batela | 21h30

MONÇÃO: 20 a 23 JUL

20 JUL | Bela Largo da Sede da Junta | 21h30

21 JUL | Monção Largo de Camões | 21h30

22 JUL | Riba de Mouro Lugar do Cruzeiro | 21h30

23 JUL | Moreira Terreiro de Santa Luzia | 21h30

A entrada é gratuita.

Sinopse

Um petisco? Um copinho? Cerveja ou vinho? Bebem-se os risos, engolem-se as mágoas. Hoje há festa lá no largo, no descampado. Hoje há teatro e música e pezinho de quem dança. Hoje é dia de sair à rua para dar de beber aos olhos, para dar de comer aos ouvidos e cantar os dias quentes.

Sai de casa, vem para a rua, junta as mesas e agarra-me na mão antes que, perdido de amor, caia no chão.

Sai de casa, areja a graça, vem rasgado e de rosto aberto, vem connosco que o dia é certo e a noite acossa.

‘Que festa é esta?!’ – É a nossa!

ENCENAÇÃO Ricardo Alves

TEXTO a partir da obra ‘Como vos Aprouver’ de William Shakespeare e improvisos

CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva, Rui Mendonça e Tânia Almeida

DIREÇÃO MUSICAL Vasco Ferreira

FIGURINOS Inês Mariana Moitas

SOBRE RICARDO ALVES

Começou a sua atividade profissional no Teatro ArtImagem em 1992. Desde então colaborou com vários grupos de teatro e dança, Teatro ArtImagem, Cair-te, Arquipel, Nec, Drama Per Música, Companhia Instável, Centro de Dança do Porto, Seiva Trupe, Comédias do Minho, Porta 27, etc.

Enquanto desenhador de luz trabalhou com diversos encenadores e coreógrafos como José Leitão, Roberto Merino, José Caldas, António Capelo, Carlos Curto, Bruno Listopad, Ronit Ziv, Win Wandekeybus, Madalena Vitorino, Rui Horta, Pedro Carvalho, Vera Santos, Mariana Amorim e Hofesh Shechte. Foi diretor técnico de vários festivais de teatro e dança: Serralves em Festa, Fazer a Festa - Festival Internacional de Teatro Para a Infância e Juventude, Festival de Teatro Cómico da Maia, Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade que Dança, Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, Festival em Obra Aberta na Casa da Música, Festival Internacional de Tangos da Cidade do Porto, etc.

Em 2001 fundou o Teatro da Palmilha Dentada e é, desde então, o diretor da companhia, assinando os textos e as encenações da maioria dos espetáculos.

A saber que a Comédias do Minho é um projeto cultural que começou em 2003, com a colaboração dos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova da Cerveira, destinado a criar uma companhia de teatro profissional.

A sua missão é dotar o vale do Minho de um projeto cultural próprio, adaptado à sua realidade socioeconómica e, portanto, com um enfoque especial no envolvimento das populações, a partir da construção de propostas de efetivo valor participativo e simbólico, para as comunidades a que se dirigem.

Para marcar na agenda

Universidade Invisível

Formação: QUE ARTE É ESTA? PEQUENAS HISTÓRIAS…

20 e 21 OUT | Melgaço | Que cinema é este?

(sexta-feira: 21h00 – 23h00 | sábado: 10h00 - 13h00 e das 15h00 -16h30)

Mais informações em www.comediasdominho.com.

PÓVOA DE LANHOSO ACOLHE MOSTRA DE TEATRO

Theatro Club acolhe III Mostra de Teatro de 29 de junho a 4 de julho

De 29 de junho a 4 de julho, o Theatro Club da Póvoa de Lanhoso recebe a III Mostra de Teatro, que visa mostrar o resultado das Oficinas de Teatro promovidas, gratuitamente, pela Câmara Municipal através do Theatro Club.

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No Theatro Club, a formação começou no ano letivo 2013/2014 e contava com 40 formandos. Hoje, já são 80 os formandos e as formandas dos clubs do Theatro Club. A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, terra onde a arte de talma tem tradição, continua a investir na formação da sua população, formação em termos teatrais, em termos de cidadania e em termos de criação de públicos.

Durante a III Mostra de Teatro serão seis dias de apresentações, com a participação de seis grupos internos e de um grupo convidado. Prevê-se a participação de 105 pessoas, atores e atrizes com idades entre os 7 e os 70 anos. São 90 os formandos dos clubs de teatro que sobem ao palco.

Os grupos participantes são os seguintes: Oficina de Adultos do Tin.Bra; Club de Teatro Adultos do Theatro Club; Clubinho 7-9 anos; Club de Teatro de Taíde; Clubinho 10-11 anos; Clubinho 12-15 anos; e o Club de Teatro da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso. 

Programa:

  • 29 junho – 21h45 – “Com as nossas mãos” – Oficina de Teatro Adultos da Associação Tin.Bra (grupo convidado) / M12
  • 30 junho – 21h45 - “Principezinho” – Club de Teatro Adultos / M6
  • 1 julho – 15h30 - “Babine, o Parvo” – Clubinho 7-9 anos / M6
  • 1 julho – 21h45 - “A pequena vendedora de fósforos” – Club de Teatro Taíde / M6
  • 2 julho – 21h45 - “Zé das Moscas” – Clubinho 10-11 anos / M6
  • 3 julho – 21h45 - “Despertar da Primavera” – Clubinho 12-15 anos / M12
  • 4 julho - 10h30, 15h00 e 21h45 - “Decifra-me ou devoro-te” – Club de Teatro da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso / M6

Horários para o próximo ano letivo:

  • Clubinho de Teatro 7-10 anos (quarta-feira, das 17h45 às 19h00)
  • Clubinho de Teatro 11-13 anos (terça-feira, das 18h30 às 19h45)
  • Club de Teatro 14-16 anos (quinta-feira, das 18h45 às 19h00)
  • Club de Teatro Adultos (quinta-feira, das 21h00 às 22h30)

FAFE VAI SEM PALCO DE ESPETÁCULOS COM BONECOS E FORMAS ANIMADAS

Cidade vai ser invadida por Marionetes, Fantoches e muita animação. Mais de 30 espetáculos de 22 companhias de teatro de todo o mundo

Arranca, amanhã, a 2ª edição da Feira de Teatro de Bonecos e Formas Animadas, em Fafe. Durante os próximo três dias (28, 29 e 30 de Junho), Fafe vai receber mais de 30 espetáculos de teatro de bonecos, marionetas, fantoches e formas animadas, distribuídos por espaços emblemáticos, como o a Casa da Cultura, a Biblioteca Municipais, a Escola Professor Carlos Teixeira e ainda por várias ruas da cidade.

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A ideia é resgatar as memórias dos “Dom Roberto” das feiras e praças, que nas terras do Minho deixaram como principal herança os grupos de “cabeçudos e gigantones”, promovendo, de igual forma, não só o mercado artístico, mas também o turismo.

Cerca de 22 companhias de teatro de formas animadas das mais diversas variantes e estéticas passarão pela cidade, prometendo muita animação a quem decide assistir aos espetáculos programados.

As companhias de teatro participantes, que irão mostrar as suas produções e tentar lançá-las no mercado, são oriundas de diversos países, além de Portugal, como Espanha, Brasil e Inglaterra.

Para todos os públicos e especialmente para as famílias, esta grande Feira de Teatro de Bonecos e Formas Animadas vai contar com a presença de mais de 20 programadores profissionais, representantes de importantes festivais internacionais, no papel de observadores e possíveis “compradores” de espetáculos.

Os fafenses que vão ter a oportunidade de assistir ao que se faz de melhor no mundo do teatro dos bonecos, uma arte que é parte da memória e da tradição de todos os povos.

A Feira pretende ser um espaço de criatividade, desenvolvimento artístico, cultural e social. Associa-se a uma causa social: parte das receitas reverte para o Banco de Leite de São Tomé e Príncipe.

Pompeu Martins, Vereador da Cultura, sublinha a “o sucesso que a iniciativa teve o ano passado e que se espera que também tenha este ano. Esta segunda edição trará a Fafe um conjunto de espectáculos de grande qualidade, protagonizado por excelentes artistas que darão um colorido diferente à cidade.

É um óptimo programa para as famílias que, durante três dias, vão poder ter acesso a diferentes espetáculos e atividades.

Este, como outros eventos que o Município de Fafe tem promovido, pretendem elevar o nível cultural do concelho, com uma oferta artística cada vez mais alargada e direcionada para diferentes públicos.”

O preço do bilhete é de 3,00€/dia, dando acesso a seis espectáculos num só dia.

Reservas para espetáculos diários: 916220521

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"ROBERTOS" ANIMAM FAFE

Fafe será palco de espetáculos com bonecos e formas animadas. Cidade vai ser invadida por Marionetes, Fantoches e muita animação. Mais de 30 espetáculos de 22 companhias de teatro de todo o mundo

Fafe será palco, na próxima semana, da 2ª edição da Feira de Teatro de Bonecos e Formas animadas, promovida pela Câmara Municipal, através da plataforma artística Fafe Cidade das Artes.

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Durante três dias (28, 29 e 30 de Junho), Fafe vai receber mais de 30 espetáculos de teatro de bonecos, marionetas, fantoches e formas animadas, distribuídos por espaços emblemáticos, como o a Casa da Cultura, a Biblioteca Municipais, a Escola Professor Carlos Teixeira e ainda por várias ruas da cidade.

A ideia é resgatar as memórias dos “Dom Roberto” das feiras e praças, que nas terras do Minho deixaram como principal herança os grupos de “cabeçudos e gigantones”, promovendo, de igual forma, não só o mercado artístico, mas também o turismo.

Cerca de 22 companhias de teatro de formas animadas das mais diversas variantes e estéticas passarão pela cidade, prometendo muita animação a quem decide assistir aos espetáculos programados.

As companhias de teatro participantes, que irão mostrar as suas produções e tentar lançá-las no mercado, são oriundas de diversos países, além de Portugal, como Espanha, Brasil e Inglaterra.

Para todos os públicos e especialmente para as famílias, esta grande Feira de Teatro de Bonecos e Formas Animadas vai contar com a presença de mais de 20 programadores profissionais, representantes de importantes festivais internacionais, no papel de observadores e possíveis “compradores” de espetáculos.

Os fafenses que vão ter a oportunidade de assistir ao que se faz de melhor no mundo do teatro dos bonecos, uma arte que é parte da memória e da tradição de todos os povos.

A Feira pretende ser um espaço de criatividade, desenvolvimento artístico, cultural e social. Associa-se a uma causa social: parte das receitas reverte para o Banco de Leite de São Tomé e Príncipe.

Pompeu Martins, Vereador da Cultura, sublinha a “o sucesso que a iniciativa teve o ano passado e que se espera que também tenha este ano. Esta segunda edição trará a Fafe um conjunto de espectáculos de grande qualidade, protagonizado por excelentes artistas que darão um colorido diferente à cidade.

É um óptimo programa para as famílias que, durante três dias, vão poder ter acesso a diferentes espetáculos e atividades.

Este, como outros eventos que o Município de Fafe tem promovido, pretendem elevar o nível cultural do concelho, com uma oferta artística cada vez mais alargada e direcionada para diferentes públicos.”

O preço do bilhete é de 3,00€/dia, dando acesso a seis espectáculos num só dia.

“QUE FESTA É ESTA?” ESTREIA EM CERVEIRA

As Comédias do Minho apresentam, nos cinco municípios do Vale do Minho, “QUE FESTA É ESTA?”. Trata-se de um espetáculo de teatro, com criação de Ricardo Alves, cuja estreia está agendada para Vila Nova de Cerveira, entre esta quinta-feira e domingo.

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De acordo com a sinopse: “Um petisco? Um copinho? Cerveja ou vinho? Bebem-se os risos, engolem-se as mágoas. Hoje há festa lá no largo, no descampado. Hoje há teatro e música e pezinho de quem dança. Hoje é dia de sair à rua para dar de beber aos olhos, para dar de comer aos ouvidos e cantar os dias quentes. Sai de casa, vem para a rua, junta as mesas e agarra-me na mão antes que, perdido de amor, caia no chão. Sai de casa, areja a graça, vem rasgado e de rosto aberto, vem connosco que o dia é certo e a noite acossa. “Que festa é esta?!” – É a nossa!”

Assim, entre esta quinta-feira e domingo, quatro freguesias do concelho de Vila nova de Cerveira acolhem mais um espetáculo de teatro marcado animação e boa disposição. Segundo a programação, no dia 22, o espetáculo está presente no Largo de S. João, em Campos; no dia 23, no Terreiro, em Vila Nova de Cerveira; no dia 24, acontece na Junta de Freguesia de Covas; e no último dia, 25, a festa teatral promete animar o Largo da Sede da Junta de Loivo. Todos os espetáculos têm início às 21h30.

Ricardo Alves afirma: “Temos a responsabilidade de vos dar um tempo, útil ou inútil mas bom. Um tempo que dedicais a ouvir o que temos a dizer. Que seja bom o ato de sair de casa e estar com os vizinhos, em sítio público, a ocupar a praça ou a rua para função que não só passar mas nela permanecer, comer, beber, conversar e ouvir o que os doidos em cima do triângulo têm para partilhar.”

E assim, o convite é para perceber e viver “QUE FESTA É ESTA?”

‘VOVÓ GANZA’: ESTREIA NACIONAL NO VALADARES, TEATRO MUNICIPAL DE CAMINHA NO DIA 24 DE JUNHO

Caminha foi eleita para a estreia a nível nacional de uma peça de teatro. ‘Vovó Ganza! Uma Comédia de Faca e Alguidar…’, da Companhia Vidas de A a Z dá-se a conhecer no sábado, dia 24 de junho, no Valadares Teatro Municipal de Caminha, pelas 22H00. No domingo, dia 25, estará em Vila Praia de Âncora, no Cineteatro dos Bombeiros, pelas 16H00. Os bilhetes encontram-se à venda nos Postos de Turismo do concelho.

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Depois de ‘Auto da Índia’, o Valadares, Teatro Municipal de Caminha conta com mais uma estreia, desta feita uma peça de teatro de âmbito nacional.  ‘Vovó Ganza! Uma Comédia de Faca e Alguidar…’ “é um alerta cultural e humano cuja história se desenvolve no coração de Lisboa e um retrato pouco ortodoxo do dia-a-dia de uma família tipicamente bairrista, onde se veem esbatidas as fronteiras entre o popular e o erudito, a mentira e a verdade, a liberdade e o poder”.

Sobre o espetáculo podemos dizer que se trata “num bairro muito pouco popular, instala-se um 31: a polícia investiga um caso de tráfico. Quando o aparente inofensivo vizinho do 4º andar é preso por posse de droga, todo o bairro fica alerta e o prédio sob escuta. É aí que a porca torce o rabo! Adelaide de Jesus é a idosa simpática do rés-do-chão, que vive à míngua com a sua filha Hortência, uma encalhada que nunca juntou os trapinhos e desandou. Hortência esconde uma atração por Brocas, o afilhado problemático, que está de olho na miúda do amigo. Mas ainda a procissão vai no adro! Em apenas dois meses Lailai, mais conhecida por Vovó Ganza, vê o marido partir para terra da verdade, a sua casa ser penhorada e a filha perder o emprego, vendo-se obrigada a arregaçar as mangas antes que estale o verniz. Para mal dos seus pecados, inicia um negócio de família muito pouco convencional que chama a atenção de Antonieta, a coscuvilheira, o que a leva a ser eleita a principal dealer do bairro! Vovó Ganza é inocente e o resto são cantigas…”.

O espetáculo é produzido pela Companhia Vidas de A a Z, com encenação de Mónica Gomes, texto, cenografia e desenho de luz de Sílvia Raposo e Mónica Gomes e figurinos de Helena Raposo. No elenco conta com Márcio Piósi, Sílvia Raposo, Liane Bravo, Anabela Pires e Rui Afonso Martins.

Os bilhetes custam 3€ e já estão à venda nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora e, no próprio dia, no local do espetáculo. A comédia está agendada para as 22H00.

CABECEIRAS DE BASTO: CENTRO DE TEATRO DÁ ESPECTÁCULO NOS CLAUSTROS DO MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS

‘Salvação’ comoveu centenas de espetadores e encerrou com ‘chave de ouro’ o primeiro dia do III Seminário Internacional

Centenas de pessoas juntaram-se ontem à noite, 8 de junho, nos Claustros do Mosteiro de S. Miguel de Refojos para assistir ao magnífico momento cultural ‘Salvação’ proporcionado pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, cujos atores comoveram e fascinaram todos os presentes.

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‘Salvação’ é uma criação artística baseada no universo beneditino do Mosteiro de São Miguel de Refojos. A rigidez da disciplina seguida pelos monges foram o ponto de partida para este espetáculo, que teve como inspiração imagens e textos relacionados aos hábitos do Mosteiro, às regras beneditinas e a outras obras teatrais, como O Santo Inquérito de Dias Gomes.

“Aninhas é uma boa moça. Costuma banhar-se todos os dias no rio. Numa certa tarde, salvou um frade que estava a afogar-se. Para que respirasse encostou a sua boca na dele. E desde esse momento, eles nunca mais seriam os mesmos. Ela o tinha salvo. Duas vezes”, lê-se na sinopse da peça brilhantemente interpretada pelos atores do Centro de Teatro que contou com a participação especial dos Cavaquinhos da Raposeira.

Fazendo jus àquilo a que o público cabeceirense já está habituado, os atores pisaram o palco montado nos belíssimos Claustros do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, numa emocionante história inspirada nas vivências dos monges beneditinos do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, representando a ‘Ceia de S. Bento e o Corvo’ quadro que pode ser visitado no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Apesar de ser uma quinta-feira à noite, dia de semana, o elevado número de pessoas presente demonstra bem o interesse dos Cabeceirenses por este projeto cultural que valoriza o teatro de comunidade, trazendo à cena muito da história local e das nossas gentes, em resultado de pesquisa e recolha permanente que o próprio Centro de Teatro faz.

A peça inserida no programa do III Seminário Internacional dedicado ao tema «‘Ora et Labora’ em Refojos de Basto: Espacialidades, Materialidades, Espiritualidades» contou com a presença do presidente da Câmara Municipal e dos vereadores, presidentes das Juntas de Freguesia, membros da Assembleia Municipal, bem como dos oradores deste III Seminário que encerra esta tarde em Cabeceiras de Basto.

Ontem, durante o primeiro dia III Seminário Internacional estiveram em destaque os dois primeiros painéis deste seminário que versaram sobre as temáticas ‘Refojos - Espiritualidades, Espaços e Artes’ e ‘Beneditinos, Liturgia e Evangelização’.

‘A relação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos com os Mosteiros da Congregação Beneditina Portuguesa’ foi abordada por Paulo Oliveira da Direção Regional de Cultura do Norte; sendo o tema ‘O Mosteiro de S. Miguel de Refojos no domínio da História da Arte’ abordado por Eduardo Pires de Oliveira do ARTIS-IHA; coube a António Afonso de Deus da Universidade Lusófona do Porto expor o tema ‘Enquadramento Arquitetónico e Urbano do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, com incidência no edificado construído/transformado sobre influência dos emigrantes de torna-viagem’.

No segundo painel estiveram em destaque os ‘Pressupostos da Ciência Litúrgica na Regra de São Bento’ pelo Abade Dom Bernardino Costa Mosteiro de Singeverga; as ‘Vivências e Práticas nos Mosteiros Beneditinos do Brasil’ por Eugénio de Ávila Lins, presidente do ICOMOS/Brasil e membro do Conselho Consultivo do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional – IPHAN/Brasil; e os ‘Modelos de Papel observados a partir de Refojos de Basto: a memória dos Monges à luz das fontes hagiográficas de seiscentos’, a cargo de Paula Almeida Mendes da Universidade do Porto/CITCEM.

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PONTE DE LIMA APOIA O TEATRO

Câmara Municipal de Ponte de Lima celebra protocolos com Grupos de Teatro Limianos

Na reunião realizada no passado dia 22 de maio, a Câmara Municipal de Ponte de Lima aprovou a celebração de protocolos com cinco grupos de teatro da região e uma associação de estudantes, cujo valor total atribuído foi de 17.604,09€ (dezassete mil seiscentos e quatro euros e nove cêntimos).

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Desde sempre, o Município tem demonstrado uma grande preocupação com o associativismo cultural e estudantil prestando, por diversas vezes, o seu total apoio em causas que considera fundamentais para o concelho. Neste contexto, os grupos de teatro contemplados com esta verba foram os seguintes: Grupo de Teatro da Casa do Povo de S. Julião de Freixo; Grupo de Teatro Duplaface; Grupo de Teatro Gacel; Grupo de Teatro de Pequenos Atores do Lima; Grupo de Teatro da Associação “Unhas do Diabo”. Quanto à associação estudantil, a verba foi atribuída à Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima.

Este apoio financeiro visa fomentar a realização de iniciativas culturais por todo o concelho, no âmbito de uma política de descentralização cultural, o que por sua vez, contribui para o desenvolvimento cultural e recreativo, constituindo também, no caso dos grupos de teatro, uma aposta no entretenimento dos munícipes. Relativamente à Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária, o Município pretende apoiar e incentivar o associativismo nas camadas mais jovens, de maneira a promover o espírito crítico e democrático e, também, estimular a capacidade de responsabilidade e entreajuda.

A celebração de todos estes protocolos por via da aprovação do executivo municipal, contempla alguns ideais que têm vindo a ser defendidos pela Câmara Municipal de Ponte de Lima, nomeadamente ao nível cultural e recreativo.