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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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COMÉDIAS DO MINHO TRAZ A MELGAÇO A FORMAÇÃO ‘QUE CINEMA É ESTE?’

Dias 20 e 21 de outubro

A Comédias do Minho regressa a Melgaço, desta vez com a formação ‘Que cinema é este?’. A ação acontece nos dias 20 e 21 de outubro (sexta-feira: 21h00 - 23h00 | sábado: 10h00 - 13h00), na Casa da Cultura. A ação insere-se no projeto Universidade Invisível, sob o tema ‘Que arte é esta? Pequenas histórias…’. O projeto tem vindo a ocupar um município do Vale do Minho, de cada vez, ao longo de um fim de semana.

que cinema é este

Para além da formação teórica (sujeita a inscrição prévia em www.comediasdominho.com), o município de Melgaço recebe, no sábado, mais ações: pelas 15h00, o espetáculo Cinema de Animação | Mostra de Animação; pelas 17h00, um filme, ou documentário, relacionado com o tema da formação ‘Que arte é esta? Pequenas histórias…’ e pelo meio, conversas sobre o que se vê e pensa; e às 21h30, a Performance MB6. Durantes os dois dias, decorrerá ainda uma feira do livro temática (sexta-feira: 21h00 - 23h00 | sábado: 10h00 - 23h00). ‘As únicas condições de acesso são: o gosto por ver filmes e a vontade de conversar’, alerta a organização. As ações são de entrada livre e gratuita (limitadas aos lugares disponíveis).

‘Aqui aprende-se através de aproximações diversas e valoriza-se o encontro individual com a arte, com o conhecimento. Também aqui nem sempre somos capazes de aferir no imediato o que aprendemos ou a importância do que aprendemos. As sementes germinam na invisibilidade. Orienta-nos a afirmação do escultor Rui Chafes: Não sei o que a arte pode mas sei o que deve. A arte deve manter as perguntas acesas.’, considera a Comédias do Minho.

O documentário observacional é muitas vezes visto como um ato de captação alheio a um pensamento complexo de construção. Neste módulo a companhia pretende mostrar como esta prática se tornou num 'modo de fazer' e num 'gesto de pensar', evoluindo através dos tempos. Hoje vive-se numa sociedade saturada de imagens, onde qualquer um tem à disposição inúmeros meios digitais capazes de filmar fragmentos díspares da realidade. Com a proliferação dos reality shows, o Big Brother de George Orwell ganhou uma dimensão lúdica e visível. ‘Somos todos apenas 'voyeurs'? Onde está a linha ténue que distingue o cinema de modo observacional do resto? E será o próprio cinema indiferente à sociedade digital onde se insere?’, chama a atenção a Comédias do Minho.

FORMADOR Pedro Filipe Marques

Porto, 1976. É licenciado em realização cinematográfica pela ESTC, tendo desenvolvido trabalhos no cinema desde 1999, nas áreas de montagem e realização. Colabora em projetos de teatro desde 2009, tanto na realização de vídeos como em dramaturgia. Em 2013, concluiu o seu mestrado em Comunicação e Artes na Universidade Nova de Lisboa. Do seu trabalho como realizador, destacam-se as longas-metragens documentais 'A Nossa Forma de Vida' (2011) e 'O Lugar Que Ocupas' (2016).

A saber que a Comédias do Minho é um projeto cultural que começou em 2003, com a colaboração dos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova da Cerveira, destinado a criar uma companhia de teatro profissional.

A sua missão é dotar o vale do Minho de um projeto cultural próprio, adaptado à sua realidade socioeconómica e, portanto, com um enfoque especial no envolvimento das populações, a partir da construção de propostas de efetivo valor participativo e simbólico, para as comunidades a que se dirigem.

BARCELENSES ORGANIZAM CICLO DE TEATRO EM BALUGÃES

PALCO DE TERRA’17 [Ciclo de Teatro] Balugães ∙ Minho

O auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos) recebe, no próximo dia 14 de outubro, às 21h30, o TPC - Teatro Popular de Carapeços com a peça de teatro “República de Mulheres”, adaptação do TPC a partir do texto original do escritor Ney Ferreira.

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O Palco de Terra é um ciclo de teatro organizado pelo Teatro de Balugas e pela Junta de Freguesia de Balugães e que está dividido em quatro partes, em que cada uma tem lugar numa estação do ano. A comédia do Teatro Popular de Carapeços (Barcelos) sobe ao palco para a edição de outono deste ano. A iniciativa resulta do intercâmbio entre o grupo de teatro de Balugães e as companhias convidadas, visando a promoção e a dinamização dos projetos teatrais na aldeia. 

A entrada é livre e o ciclo encerra em dezembro com o grupo de teatro mais antigo da Galiza, o Teatro de Airiños.

A entrada é livre e limitada à lotação da sala/ https://goo.gl/dUm1Qg

FAMALICÃO: TEATRO DA DIDASCÁLIA REALIZA FESTIVAL DE NARRAÇÃO ORAL

O festival de narração oral organizado pelo Teatro da Didascália encerrou no passado sábado, 30 de setembro, com uma festa de contos, cantos, danças e bombos, na belíssima Quinta da Bemposta, em Joane.

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E foi ao som de caixas e bombos, tocados por elementos do público, que se dirigiram ao pinhal onde, sentados em cima de um tronco de árvore, os esperavam os narradores Jorge Serafim e Luzia do Rosário. Casa espectador transportou a sua própria cadeira, à maneira familiar e descomprometida a que os Contos d’ Avó já nos habituaram. No final da sessão houve ainda tempo para ouvir Joaquim Azevedo, um espectador fiel do festival, que todos os anos nos brinda com o seu fabuloso repertório tradicional.

No regresso da sessão houve quem parasse para apanhar castanhas e avelãs, e cheirar a hortelã que se espraia pelos caminhos. De volta ao espaço onde já os esperava uma merenda e o aromático vinho verde Via Latina, tempo para um último conto, desta feita pela voz de Patrícia Amaral, coordenadora do festival: “Livro em branco”, o conto que nos fala da importância dos momentos de prazer intenso e que encerra o festival desde a sua primeira edição. Seguiu-se, então, o arraial, dinamizado pela Rusga de Joane, onde todos participaram.

A adesão do público tem vindo a crescer de edição para edição, razão pela qual os organizadores optaram por um formato mais aberto nesta edição. Sendo um festival dialógico, onde a auscultação do público e um relacionamento muito próximo são prioritários, a organização percebeu que a participação nas sessões realizadas em casas de ‘avós’ (formato das três primeiras edições), foi aumentando de ano para ano, evidenciando um interesse crescente pela arte da narração e por este convívio tão despojado. Por outro lado, o aumento da adesão a estas sessões exigia já outro tipo de espaços e, de certa forma, obstaculizava um dos grandes objetivos desta atividade: levar o próprio público a participar ativamente na sessão, partilhando o seu próprio repertório. Com mais pessoas a assistir e pessoas ‘estranhas’, o à-vontade não é o mesmo. Assim, num ano de transição para um projeto onde, idealmente, será possível manter os dois formatos (sessões íntimas em casas particulares, tendo em vista a partilha de memórias e saberes, e sessões em espaços públicos), o Teatro da Didascália ofereceu ao público de Joane (e arredores) um festival esteticamente cuidado, com momentos belíssimos na Casa da Igreja, na Capela dos Santos Passos e na Quinta da Bemposta, levando-o numa viagem de sabedoria, intuição e celebração: a viagem do herói. Não houve casamento no final, mas houve festa, tal como um final feliz exige.

“SABINA” ESTÁ EM EXIBIÇÃO NO VALADARES, TEATRO MUNICIPAL DE CAMINHA

Espetáculo vai decorrer no dia 7 de outubro, pelas 21H30

O Valadares, Teatro Municipal de Caminha vai acolher a peça de teatro “Sabina”, uma adaptação de “Sabina Freire” de Manuel Teixeira Gomes, pela companhia de teatro algarvia ALTEATRO, no dia 7 de outubro, pelas 21H30. O bilhete tem o valor de 5€ e pode ser adquirido nos Postos de Turismo do Concelho.

Foto 19_ SABINA_AL Teatro_Foto@Hugo Fernandes

Esta peça de teatro é promovida pela Krisálida, no âmbito do seu programa de acolhimento – KRISÁLIDA AKOLHE e conta com o apoio do Município de Caminha.

“Sabina” é uma adaptação de “Sabina Freire” de Manuel Teixeira Gomes. É de resto a única peça de teatro escrita por Manuel Teixeira Gomes, o sétimo presidente da Primeira República Portuguesa.

No Valadares, os espectadores vão poder assistir a uma comédia satírica, onde os atores nos vão apresentar “sem pudor, com humor e ironia, algumas características, hábitos e costumes bem portugueses”.

Na sinopse pode ler-se: “no espetáculo, D. Maria, dona da maior fortuna do Algarve, conservadora e somítica, vê o seu único filho casar com uma estrangeira, a livre e progressista Sabina. O atrito entre elas é inevitável e pode ter graves consequências. Vinda das grandes metrópoles, Sabina estranha alguns hábitos e formas de estar, de ver o mundo, sobretudo os da sua sogra e do seu séquito de seguidores”.

“Sabina” vai ser interpretada por Ana Bárbara Soares, André Cabrita, Filipe Gonçalves, Jorge Freitas,

Lisete Martins, Miguel Telmo, Neuza Correia e Pedro Ramos. Os figurinos estão a cargo de Miguel Morazzo; a cenografia de Pedro Ramos e Tó Quintas; a sonoplastia de Coletivo e Susana Nunes; a costura do Atelier Maria Gonzaga e a fotografia, produção e operação técnica de Hugo Fernandes. A Dramaturgia e encenação são da responsabilidade de Pedro Ramos.

Os bilhetes têm o preço de 5€ e podem ser adquiridos nos Posto de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora e no próprio dia no Valadares, Teatro Municipal de Caminha.

BARCELOS REALIZA FESTIVAL DE TEATRO

30ª edição do Festival de Teatro de Barcelos aposta em grupos  internacionais

De 7 de outubro a 26 de novembro, no Teatro Gil Vicente, com entrada gratuita

A 30ª edição do Festival de Teatro de Barcelos, organizada pela Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos, e apoiada pela Câmara Municipal de Barcelos, arranca no sábado, dia 7 de outubro, e prolonga-se até ao dia 26 de novembro.

O espetáculo inaugural  acontece no dia 7 de outubro, às 21h30, trazido pelo Loucomotiva - Grupo de Teatro de Taveiro. “3 Yoricks” apresenta três atores em palco que atravessam uma crise existencial e tentam responder a questões como: “Qual é o sentido das coisas? O que é que nos move? O que é que faz a terra girar à volta do sol? Onde é que assenta a relação entre o ser humano e o mundo? Qual é a ação afinal?”.

Ao todo são quinze espetáculos de grupos nacionais e internacionais que passarão pelo palco do Gil Vicente nos meses de outubro e novembro.

A edição deste ano conta com a participação dos grupos do concelho A Capoeira - Companhia de Teatro Barcelos – grupo da casa-, o Teatro Experimental de Feitos, o TPC - Teatro Popular de Carapeços, Os Pioneiros da Ucha, a Oficina de Teatro AVAI, a Associação D'Improviso Artes do Espectáculo e os Amigos do Pato; de fora do concelho: Loucomotiva - Grupo de Teatro de Taveiro,  Nova Comédia Bracarense,  Ajidanha, Associação Juvenil de Rabo de Peixe,  Gambuzinos com 1 pé de fora, Só Podia Teatrices & Companhia; e internacionais: diretamente de Espanha, Taller Teatro de Pinto (Madrid) e, de Itália,  Teatro Fuori Rotta (Pádua).

Os espetáculos decorrem às sextas-feiras e sábados, às 21h30, e aos domingos, às 16h, dos meses de outubro e novembro no Teatro Gil Vicente e têm entrada gratuita, limitada à lotação da sala. 

BARCELOS ACOLHE FESTIVAL DE TEATRO, ESPETÁCULO DE DANÇA E CONCERTO MUSICAL EM OUTUBRO

Festival de Teatro, espetáculo de dança e concerto musical marcam um mês de outubro repleto de atividades no Gil Vicente

Neste mês de outubro, o teatro é o rei do Gil Vicente, com a 30ª edição do Festival de Teatro de Barcelos, mas ainda há lugar para a música, dança e as habituais sessões de cinema.

A Associação Zoom apresenta duas sessões de cinema no dia 5, com “Fire walk with me - David Lynch”, e no dia 12 “Paterson– - Jim Jarmusch . As sessões de cinema têm início às 21h30 e têm entrada paga.

No dia 18, às 21h00, o Teatro Gil Vicente recebe o espetáculo “Folk Sessions Barcelos”,da Coreto – Associação para a Promoção de Artes e Culturas Tradicionais que tem como objetivo a promoção e divulgação de artes e culturas tradicionais originárias de todo o Mundo.

A música marca presença, no dia 26 e 27, com “Dear Telephone”, na apresentação do álbum “Cut”.

A programação do Teatro do mês de outubro inclui ainda os espetáculos do Festival de Teatro de Barcelos, no dia 7, “3 Yoricks” pela Loucomotiva – Grupo de Teatro de Taveiro; no dia 8, “As Guerras de Alecrim e Manjerona”, pela Nova Comédia Barcelense; no dia 14, “Opus”, pela Ajidanha; no dia 15, “Lagartito Poeta e Maria lagarto” pela Associação Amigos do Pato; no dia 19, “Dona Conceição” pela Associação Juvenil de Rabo de Peixo; no dia 20, “A Casa de Bernarda Alba” pela Associação D’Improviso – Artes do Espetáculo; no dia 21, “A ver as Estrelas”, pelos Gambuzinos com 1 pé de fora; no dia 22, “ A Revolta dos Micróbios” pela Oficina de Teatro AVAI e, no dia 28, “A Rainha da Beleza de Leenane”, pela Taller Teatro de Pinto ( Madrid-Espanha).

Os espetáculos de teatro decorrem às sextas-feiras e sábados, às 21h30, e aos domingos, às 16h, e têm entrada gratuita, limitada à lotação da sala.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no Teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

AgendaOutubro2017

“TU QUERES É REVISTA” NO CINE TEATRO JOÃO VERDE EM MONÇÃO

Uma divertida sátira social e política com muitas gargalhadas, música e dança através de uma viagem ao Portugal de hoje. Sobe ao palco este sábado, 30 de setembro,pelas 22h00. A entrada, no valor unitário de 10,00 €, pode ser adquirida na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu (T. 251 649 013).

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“Tu Queres é Revista”, espetáculo de revista na boa tradição portuguesa, chega ao Cine Teatro João Verde este sábado, 30 de setembro, pelas 22h00. A entrada, no valor de 10,00 €, pode ser adquirida na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu (T. 251 649 013).

Com direção de Tozé Martinho e textos de Flávio Gil e Renato Pinto, "Tu Queres é Revista" é um espetáculo recheado de humor e muita crítica social e política que mantem a tradição da revista à portuguesa e apresenta um espírito renovado e refrescante, chegando a todas as faixas etárias.

Constituída por vários números musicais que transportam o público para o quotidiano dos portugueses, o elenco é constituído por Tozé Martinho, Carla Janeiro, Miguel Linares, Carolina Santarino, Thora Jorge e Bruno Paredes que assina também a coreografia. Na música, está Carlos Dionísio.

“Tu Queres é Revista” assume-se como uma divertida sátira social e política com muitas gargalhadas, música e dança através de uma viagem ao Portugal de hoje. O conselho é “abaixo as depressões, abaixo a crise…chegou a altura de rir e cantar…”

TEATRO DA DIDASCÁLIA APRESENTA EM FAMALICÃO CONTOS D'AVÓ

É já nesta quinta-feira que arrancam os Contos d’ Avó, o festival de narração oral que invade espaços privados e públicos para levar a arte da palavra e da escuta a todos os que desejem viajar por umas horas no maravilhoso mundo da memória coletiva. Este ano, o festival realizar-se-á exclusivamente em Joane, visitando espaços icónicos da vila.

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Estão todos convocados para a abertura do festival, no Largo 3 de Julho (centro de Joane), onde o público se concentrará, sendo então convidado a percorrer a pé os cerca de 50m que separam o Largo da Casa da Igreja, onde ocorrerá a primeira sessão do evento. O percurso será acompanhado pelos percussionistas da CAISA - Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação CRL, numa arruada festiva.

A Casa da Igreja, edifício centenário com origem no século XIV, tem um espírito muito próprio, que todos adorarão conhecer, pelo que o público será conduzido num breve percurso por esta casa histórica, ao som de textos ocultistas de Fernando Pessoa, pela voz de Mauro Amaral, já que esta casa tem fortes ligações à Ordem de Cristo, de quem foi pertença. O percurso finalizará no antiquíssimo salão da casa, onde os narradores desta edição (Jorge Serafim, Luzia do Rosário e Cláudia Fonseca) os esperarão para uma sessão de contos mágica.

O festival continua sexta e sábado, nomeadamente na Capela dos Santos Passos e na Quinta da Bemposta. Na Capela poderemos assistir à versão de câmara do espetáculo Prelúdio: a mulher selvagem, um espetáculo inspirado nos Contos d’ Avó e seu repertório, especialmente no que diz respeito à essência feminina. À performance segue-se, naturalmente, uma sessão de contos, que segue o mote Mulher, com os narradores Cláudia Fonseca e Jorge Serafim.

Finalmente, no sábado, dia 30, o festival encerra com uma ode à celebração (porque é de celebração que os Contos d’ Avó são feitos!), na Quinta da Bemposta, com contos na natureza, com Jorge Serafim e Luzia do Rosário, e um arraial a cargo da Rusga de Joane. O início da tarde ficará a cargo de Alberto Fernandes (CAISA) e Ricardo Carneiro (Rusga), que orientarão workshops de percussão e danças tradicionais, respetivamente, para que os espíritos e os corpos se preparem para o bailarico final.

ESPOSENDE REFLECTE SOBRE O FUTURO ATRAVÉS DO TEATRO

Projeto social e comunitário AMAReMAR apresenta-se em público no Porto

Depois da estreia do espetáculo “Quando o Mar é Mais”, em Esposende, no passado mês de junho, o Projeto AMAReMAR, promovido pelo Município de Esposende, vai atuar no Teatro Carlos Alberto, no Porto, no próximo sábado, dia 23 de setembro, às 21h00, ao abrigo do MEXE 2017 - IV Encontro Internacional de Arte e Comunidade, evento organizado pela PELE - Espaço de Contacto Social e Cultural.

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O espetáculo “Quando o Mar é Mais” que propõe uma reflexão poética sobre o passado, presente e futuro de Esposende, teve a sua encenação a cargo de Susana Madeira e Hugo Cruz, e a interpretação a cargo do Triumph’Arte - Grupo de Teatro Comunitário do AMAReMAR -, e contou com a colaboração do Coro Ars Vocalis e do Clube Náutico de Fão. O espetáculo resulta de uma criação coletiva da comunidade que integra o projeto e respetivos formadores, das áreas da música, cenografia, figurinos, fotografia e vídeo.

A encerrar a IV edição do MEXE, o AMAReMAR participará numa Parada e Baile Comunitário, que decorrerá entre o Teatro Carlos Alberto e o Coreto da Cordoaria. Neste evento, os S90 - coletivo de hip-hop que se desenvolveu no âmbito do projeto - apresentarão alguns dos seus temas originais e integrarão algumas performances coletivas com outros agrupamentos artísticos.

O Município de Esposende teve já a oportunidade de dar a conhecer a experiência do projeto AMAReMAR, pela voz da Técnica de Intervenção Social e Comunitária, Dra. Marina, uma das responsáveis pelo projeto no Município, no passado dia 19 de setembro, num Painel apresentado no II Encontro Internacional de Reflexão Sobre Práticas Artísticas Comunitárias, integrado na programação do MEXE.

Em atividade desde 2016, o projeto AMAReMAR, um projeto social e comunitário, tem vindo a promover a coesão social, valorizando a educação pela arte com as diversas Oficinas que integra - Teatro, Música, Ilustração, Fotografia e Vídeo - no enriquecimento da formação integral do indivíduo e do seu coletivo, e no desenvolvimento de uma sociedade mais solidária e participativa.

O MEXE 2017 - IV Encontro Internacional de Arte e Comunidade decorre até domingo em diversos espaços da cidade do Porto, sob o tema "Cidade - Corpo Coletivo". Este evento tem vindo a afirmar-se nos últimos anos como um espaço incontornável, a nível nacional e internacional, de cruzamento e aprofundamento de práticas artísticas comunitárias, sendo que nas três edições anteriores contou com mais de mil participantes e cerca de 15 mil espectadores, em mais de 70 ações dispersas por 30 espaços diferentes da cidade. Na edição de 2017 são sete os países representados.

Atendendo à sua dimensão e importância, a participação do Projeto AMAReMAR neste evento é da maior relevância, constituindo uma oportunidade para dar a conhecer o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Município junto da comunidade esposendense.

TEATRO DA DIDASCÁLIA APRESENTA EM FAMALICÃO CONTOS D'AVÓ

Contos d’Avó. De 28 a 30 de Setembro, a freguesia de Joane em Vila Nova de Famalicão, será palco de uma viagem sensorial pelos caminhos da sua memória coletiva

Os Contos d’ Avó promovidos pelo Teatro da Didascália, regressam a Joane, V. N. de Famalicão. O festival arranca já no dia 28 de setembro e ao longo de três dias consecutivos, público e narradores convidados percorrerão três caminhos: o caminho da sabedoria, o caminho da intuição e o caminho da celebração.

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No dia 28 – o caminho da sabedoria – o público será convocado para uma concentração no Largo 3 de Julho (Joane), de onde partirá, a pé, para a Casa da Igreja, acompanhado pelos sons da CAISA – Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação, sob direção de Alberto Fernandes. A Casa da Igreja, edifício icónico em Joane, tem as suas origens nos finais do século XIV (dizem que talvez até antes) e pertenceu, durante largos anos, à Ordem de Cristo, ordem religiosa que substituiu a extinta Ordem dos Templários, expulsa da Europa no início do século XIV. Para além da sua longa história, o edifício albergou a famosa papelaria Cindinha, que encerrou as portas em 1995 mantendo, até hoje, e no mesmo estado, todo o seu recheio. É uma viagem aos anos 80 e 90, onde podemos encontrar brinquedos, material escolar, postais e outros tesouros ainda mais antigos. O público será convidado a visitar a casa, acompanhado por uma instalação sonora evocativa dos mistérios templários, onde a voz de Mauro Amaral, músico algarvio, o transportará para rituais de iniciação. No final da visita, seremos brindados com uma sessão de contos igualmente místicos, pelas vozes dos narradores Cláudia Fonseca (Lisboa), Jorge Serafim (Beja) e Luzia do Rosário (Beja).

O segundo dia de festival (29/09) – o caminho da intuição – levará o público até ao cimo do monte, onde podemos encontrar a Capela dos Santos Passos, uma capela que andou de local em local, até se fixar definitivamente na parte alta da vila de Joane. No adro da capela teremos a maravilhosa oportunidade de assistir à versão de câmara do espetáculo «Prelúdio: a mulher selvagem», dirigido por Bruno Martins, onde as delicadas, mas potentes vozes das atrizes Catarina Gomes, Cláudia Berkeley e Daniela Marques nos transportarão para o mundo interior feminino. Ao espetáculo segue-se uma sessão de narração, com Cláudia Fonseca e Jorge Serafim, que explorarão este universo feminino tão apetecível quanto belo e, por vezes, tenebroso.

O festival termina em festa, na esplêndida Quinta da Bemposta (Joane), no sábado, 30 de setembro – o caminho da celebração.As actividades começarão às 15h, com um workshop de danças tradicionais, por Ricardo Carneiro, diretor da Rusga de Joane, seguido por um workshop de percussão (às 16h), por Alberto Fernandes, coordenador da CAISA. Após os workshops, o público será convidado para um passeio pela quinta, onde encontrarão, pelo caminho, contadores de histórias que darão uma outra cor à paisagem verde. A viagem terminará num arraial, animado pelos joviais membros da Rusga de Joane, com baile e cantigas. O público é desafiado a trazer a sua merenda, para que se possa fazer um piquenique partilhado, entre cantos, contos e danças.

O festival sai, assim, da esfera exclusiva do espaço privado, como foi usual nas três primeiras edições, e entra num misto de espaço privado e espaço público. Dinamizar espaços icónicos de Joane, estimular a viagem metafórica dos sentidos e da imaginação, promover o sonho, o riso e a partilha, continuam a ser os grandes objetivos deste evento.

Uma viagem sensorial, onde a narração se alia a espaços não convencionais, na busca dessa partilha maior que se chama memória coletiva. Este ano os Contos d’ Avó prometem!

FAMALICÃO: ASSOCIAÇÃO TEATRO CONSTRUÇÃO GANHA ESTATUTO DE PROPRIETÁRIA

Terrenos da ATC deixam de pertencer à autarquia e passam para as mãos da associação joanense

A Associação Teatro Construção (ATC), de Joane, não podia ter recebido melhor prenda no ano em que comemora o seu 40.º aniversário. A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão passou para a propriedade da associação joanense os dois edifícios e respetivos terrenos onde estão implementadas as diversas valências da ATC e que tinham sido cedidos em regime de direito de superfície em 1987 e 1998 para a construção de equipamentos sociais. 

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A escritura de doação dos dois prédios urbanos foi assinada na passada quarta-feira, 6 de setembro, no edifício dos Paços do Concelho, pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e pela Presidente e Tesoureiro da Direção da Associação Teatro Construção, Ivânia Fernandes e José Oliveira, respetivamente.

“À exceção do centro cultural e do ginásio, todas as outras valências da ATC funcionam nestes edifícios e esta doação é muito importante para que possamos prosseguir com os nossos objetivos e dar continuidade ao trabalho que temos vindo a desenvolver”, refere a presidente da associação famalicense.

A responsável explica ainda que o passo é particularmente importante ao nível das candidaturas aos Programas de Apoio ao Desenvolvimento Social promovidos pelo Instituto da Segurança Social, nomeadamente o PROCOOP, que exigem a apresentação de documentos comprovativos da titularidade das infraestruturas onde a instituição desenvolve a sua resposta social. “Agora que as instalações são nossas, ficamos mais descansados”, refere Ivânia Fernandes.

O Presidente da Câmara Municipal não pensou duas vezes quando recebeu o pedido de cedência definitiva das instalações. “Não fazia sentido que a ATC continuasse a usufruir deste espaço em regime de comodato. A ATC tem provas dadas da sua competência, tem desenvolvido um trabalho notável em áreas tão diversas como a solidariedade social, cultura, desporto e educação e, por isso, esta doação é mais do que merecida”.

Ivânia Fernandes deixou ainda uma palavra de agradecimento à autarquia famalicense, pela forma sempre “muito prestável” como tem acompanhado e apoiado o trabalho da ATC.

Refira-se que a Associação Teatro Construção é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de referência no desenvolvimento da comunidade, na prestação de serviços sociais e de educação, bem como na cultura e no desporto. Sediada em Joane, a associação foi fundada em maio de 1977.

“TU QUERES É REVISTA” CHEGA NO FINAL DO MÊS A MONÇÃO

Uma divertida sátira social e política com muitas gargalhadas, música e dança através de uma viagem ao Portugal de hoje. Sobe ao palco no dia 30 de setembro, sábado, pelas 22h00. A entrada, no valor unitário de 10,00 €, pode ser adquirida na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu (T. 251 649 013).

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“Tu Queres é Revista”, espetáculo de revista na boa tradição portuguesa, chega ao Cine Teatro João Verde no dia 30 de setembro, sábado, pelas 22h00. A entrada, no valor de 10,00 €, pode ser adquirida na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu (T. 251 649 013).

Com direção de Tozé Martinho e textos de Flávio Gil e Renato Pinto, "Tu Queres é Revista" é um espetáculo recheado de humor e muita crítica social e política que mantem a tradição da revista à portuguesa e apresenta um espírito renovado e refrescante, chegando a todas as faixas etárias.

Constituída por vários números musicais que transportam o público para o quotidiano dos portugueses, o elenco é constituído por Tozé Martinho, Carla Janeiro, Miguel Linares, Carolina Santarino, Thora Jorge e Bruno Paredes que assina também a coreografia. Na música, está Carlos Dionísio.

“Tu Queres é Revista” assume-se como uma divertida sátira social e política com muitas gargalhadas, música e dança através de uma viagem ao Portugal de hoje. O conselho é “abaixo as depressões, abaixo a crise…chegou a altura de rir e cantar…”

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MÚSICA E TEATRO ANIMAM NOITES DE VERÃO EM FAMALICÃO

Agosto chegou e a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão volta a lançar o convite aos famalicenses para que saiam de casa e venham até à rua desfrutar do espaço público.

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A Praça D. Maria II é, por estes dias, local de excelência para um passeio em família e é lá que nos próximos dois fins de semana vão atuar alguns nomes do panorama cultural famalicense.

É o caso da banda de rock alternativo Grandfather’s House, que atuam esta sexta-feira, dia 11, e dos fadistas José Manuel e Cláudia Madur, com concerto marcado para este sábado, 12 de agosto.

A animação continua no terceiro fim-de-semana deste mês com a atuação dos Díssono, na sexta-feira, dia 18, e com a apresentação, no dia 19, do Teatro Bus - um novo conceito que convida a um passeio de autocarro pelas ruas da cidade, ao mesmo tempo que se assiste a uma peça de teatro a bordo.

Todos os espetáculos começam às 22h00 e são gratuitos.

POETA SÁ DE MIRANDA DEU NOME AO FESTIVAL DE TEATRO EM AMARES

O grande poeta quinhentista português, Francisco de Sá de Miranda, que viveu os últimos anos da sua vida na Casa da Tapada, em Amares, local onde redigiu parte importante da sua obra, inspirou nos últimos meses o Festival de Teatro Sá de Miranda, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Amares, com o intuito de fomentar hábitos culturais entre os amarenses e divulgar o teatro amador.

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O Grupo de Teatro de Bouro e os Fantoches Humanos da Torre foram os protagonistas das peças dinamizadas para levar até ao público um pouco de entretenimento, percorrendo vários locais do concelho, como sendo o Auditório da Junta de Freguesia da Torre, o Auditório Conde de Ferreira, o Auditório da Junta de Freguesia de Bouro Santa Marta, o Centro Social Paroquial de Lago e o Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Amares.

O Festival de Teatro Sá de Miranda contou com o apoio das juntas de freguesia e associações locais e decorreu entre os meses de março e julho

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TEATRO DE RUA INVADE ESPOSENDE

3.º Festival do Teatro de Rua anima Esposende de 21 a 23 de agosto

No âmbito do projeto CREARTE, o Município de Esposende vai promover, entre os dias 21 e 23 de agosto, o 3.º Festiteatro – Festival do Teatro de Rua.

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Este ano o evento aposta na descentralização, estendendo-se às freguesias, com espetáculos em Fonte Boa, Fão e Forjães, para além da própria cidade de Esposende, palco das duas anteriores edições.

Tendo como objetivos motivar e dar a conhecer novas possibilidades criativas de Teatro de Rua, bem como criar condições que garantam aos cidadãos o acesso às artes e à cultura no espaço da rua, o Festiteatro tem vindo a afirmar-se com assinalável êxito, dando expressão a esta vertente artística.

Esta edição vai contar com as prestações de Rui Paixão, a revelação do clown em Portugal, selecionado para o Cirque du Soleil, do projeto Ganso &Cia, do Circo Culipardo e do Palhaço Ativista espanhol Enano, esperando-se, por isso, momentos muito divertidos e animados e, certamente, mais uma edição de sucesso.

Assim, no arranque do Festiteatro 2017, a 21 de agosto, a Praça do Município, em Esposende será palco das apresentações de Sr. Limpinho e Rui Paixão, e na Avenida da Igreja, em Fonte Boa, apresentam-se o Circo Culipardo e o Palhaço Enano.

No dia 22, o Circo Culipardo e o Palhaço Enano animarão a Praça do Município, em Esposende, e o Sr. Limpinho e Ganso & Cia levarão o teatro de rua à Praça Conde de Agrolongo, em Fão.

A encerrar esta terceira edição do Festiteatro, no dia 23, na mesma praça em Esposende, aturarão o Circo Culipardo e Ganso &Cia, sendo que, em Forjães, no Centro Cultural, apresentam-se o Sr. Limpinho e o Palhaço Enano.

As sessões são todas gratuitas e iniciam-se sempre às 22h00.

O projeto CREARTE está a ser promovido e dinamizado pelo Município, sob a orientação do encenador e formador Jorge Alonso, com o intuito de incentivar o crescimento da arte teatral no concelho.

TEATRO DE BALUGAS ESTREIA “A BODA DOS RABUDOS”

O Teatro de Balugas estreia no dia 5 de agosto, pelas 21h30, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães, a peça “A Boda dos Rabudos”. A nova produção teatral integra a programação das 11.ªs Jornadas Culturais de Balugães (Barcelos).

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A “Boda dos Rabudos” é um resgate financeiro familiar forjado pelo astuto do Romão Rabudo. A filha a estudar em Lisboa engravidou, o namoro com um político da capital parecia abafar a vergonha na aldeia, se não tivesse sido o marialva da terra, o Tone Rola, a bulir na moça! Diz o ditado “Quem parte e reparte e não fica com a maior parte, ou é tolo ou não tem arte” e o Rabudo velho engendra um plano: casar a rapariga, descasar, voltar a casar e alguém pagar o padre, o sacristão e a boda! O resgate funciona às mil maravilhas, o cheque ao portador é passado, mas o pior é mesmo o número de credores para dividir a quantia.

A entrada é livre e limitada à lotação da sala

[FICHA ARTÍSTICA]
[texto original e direção artística] Cândido Sobreiro
[interpretação] 
Ana Magalhães, André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cândido Sobreiro, Cristina Faria, Cristiano Esteves, Diana Gonçalves, David Pereira, Davide Faria, Gilda Silva, Juliana Pereira, Matilde Esteves e Rui Pereira
[equipa técnica]
[produção] Diana Gonçalves
[sonoplastia . luminotécnica] Matilde Esteves
[cenografia . carpintaria] Cristina Faria e David Pereira
[figurinos] Manuela Rosas e Diana Gonçalves
[fotografia] Cristina Faria
[design] André Sobreiro | ID3 
[apoios]
Junta de Freguesia de Balugães
Município de Barcelos
Barcelos Cidade Educadora/ Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras
Fundação INATEL
[parceiros]
ID3 - Design e Publicidade

[Teatro de Balugas]
Fundado em 2007, o Teatro de Balugas inspira-se na cultura popular do Minho.
É teatro feito na aldeia, acreditando que este trabalho comunitário manterá viva a identidade desta, enquanto espaço de criação, numa luta contra o desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.
É uma história de resiliência e continuidade, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos que pisam o palco de balugas ou borzeguins, botas altas com atacadores, de onde deriva o topónimo da aldeia de Balugães.

COMÉDIAS DO MINHO APRESENTA ESPECTÁCULO “QUE FESTA É ESTA?”

Espetáculo itinerante pelo Vale do Minho, produzido pela Comédias do Minho, chega a Monção entre o dia 20, quinta-feira, e o dia 23, domingo. Sobe ao palco na Bela, Monção, Riba de Mouro e Moreira. As entradas são gratuitas e o pano sobe às 21h30.

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O espetáculo de teatro “Que festa é esta?”, da Comédias do Minho, é apresentado no concelho de Monção entre os dias 20 e 23 do corrente. No primeiro dia, pode ser visto no Largo da Sede da Junta Bela, no segundo no Largo de Camões, em Monção, no terceiro no Lugar do Cruzeiro, em Riba de Mouro e, no quarto e último, no Terreiro de Santa Luzia, em Moreira. Com entrada gratuita, têm início às 21h30.

Com encenação de Ricardo Alves (a partir de William Shakespeare e improvisos), espetáculo de teatro tem criação e interpretação de Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva, Rui Mendonça e Tânia Almeida, contando com direção musical de Vasco Ferreira e figurinos de Inês Mariana Moitas.

Fica a sinopse: “Um petisco? Um copinho? Cerveja ou vinho? Bebem-se os risos, engolem-se as mágoas. Hoje há festa no largo, no descampado. Hoje há teatro e música e pezinho de quem dança. Hoje é dia de sair à rua para dar de beber aos olhos, para dar de comer aos ouvidos e cantar os dias quentes.

Sai de casa, vem para a rua, junta as mesas e agarra-me na mão antes que, perdido de amor, caia no chão. Sai de casa, areja a graça, vem rasgado e de rosto aberto, vem connosco que o dia é certo e a noite acossa. Que festa é esta?!” – É a nossa!”