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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MINHOTOS LEVAM O NOSSO FOLCLORE À FEIRA SALOIA DAS MERCÊS NO CONCELHO DE SINTRA

A feira das Mercês é considerada uma das mais castiças feiras saloias e das mais concorridas da região de Lisboa. Mas este ano vestiu-se com as alegres cores do Minho e, durante a tarde de hoje, mais pareceu uma autêntica romaria minhota.

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O Grupo As Florinhas do Alto Minho encontra-se sediado perto do recinto da feira e, a convite da autarquia sintrense, exibiu para largas centenas de pessoas o folclore da nossa região e desfilou pelos arruamentos da feira, por entre tendas que ofereciam aos visitantes as especialidades da gastronomia da região de entre as quais sobressaem a carne de porco às Mercês e a pera parda.

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O Grupo As Florinhas do Alto Minho é constituído por minhotos e seus descendentes, muitos deles jovens cujos pais, oriundos de Paredes de Coura e outros concelhos do Alto Minho, migraram um dia para a região de Lisboa à procura de melhores condições de vida. Mas não esquecem as suas origens, os seus costumes e tradições e teimam em preservá-las: é a sua identidade!

Em 2003, já lá vai mais de uma década, decidiram constituir o seu agrupamento de folclore – o Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

Encontram-se sediados no concelho de Sintra, mais concretamente na localidade de Sacotes, na Freguesia de Mem Martins. E, desde então, não mais pararam de cantar e dançar tal como outrora sucedia na nossa região, ao som do cavaquinho e da concertina, exibindo os trajes caraterísticos.

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MINHOTOS CANTAM E DANÇAM NA FEIRA SALOIA DAS MERCÊS NO CONCELHO DE SINTRA

Já abriu no concelho de Sintra a Feiras das Mercês, considerada uma das mais emblemáticas feiras tradicionais da região saloia. E, consequência da fixação de gentes minhotas naquela localidade, o Rancho Folclórico “As Florinhas” do Alto Minho, sediado na Algueirão, vai amanhã dançar a chula e o vira na feira tipicamente saloia.

A Feira das Mercês está a recuperar a sua autenticidade e a grandeza que durante muito tempo fez dela a mais típica das feiras saloias do concelho de Sintra e de toda a região à volta de Lisboa. Após anos consecutivos de descaraterização e de ocorrências que chegaram a obrigar a sua suspensão, eis que a Feira das Mercês renasce nos moldes que sempre a caraterizaram ou seja, uma feira rural onde os agricultores da região saloia se divertem e vendem os primeiros frutos das suas colheitas de outono. E, como não podia deixar de acontecer, uma romaria à pequena mas graciosa capelinha de Nossa Senhora das Mercês, integrada no espaço patrimonial da quinta pertencente aos atuais marqueses de Pombal.

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As moças já não se “derretem” a ver os rapazes passar junto ao famoso muro do derrete e os frequentadores já são sobretudo os habitantes das novas urbanizações do concelho de Sintra, gente com as mais diversas origens. Saloios de verdade, nem vê-los!

Cabe aos componentes dos grupos folclóricos conferirem o ambiente típico de outros tempos, com os seus quadros etnográficos e a música solta dos acordeões. Mas, nas tasquinhas, não falta o vinho e a água-pé, o leitão assado, a carne de porco às Mercês e a famosa pera parda. E ainda as tendas onde se vende o feijão e o grão, os queijos e as castanhas e ainda as grandes barracas de comes e bebes.

Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

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Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

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Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

Para além da magnífica vista panorâmica que do local se disfruta para a serra de Sintra, a Feira das Mercês era também conhecida pela algazarra das suas gentes e os pregões, o colorido dos trajes das saloias e o aspeto patusco dos homens, ambiente excelentemente retratado pelo caricaturista e aguarelista Leal da Câmara cuja habitação, atualmente transformada em casa-museu, se situa paredes meias com o recinto da feira. Lembramos, a propósito, que Leal da Câmara foi contemporâneo do caricaturista limiano Sebastião de Sousa Sanhudo com quem aliás colaborou.

E, para completar essa aguarela tão característica dos usos e costumes das gentes da região saloia, recortamos o namoro pitoresco das moçoilas que, “trajadas com as suas melhores vestes se sentavam e esperavam pacientemente que algum dos rapazes vestidos de jaleca parasse e lhes piscasse o olho e assim declarasse o seu amor”. O local ficou para sempre conhecido como o “Muro do Derrete” e está consagrado na toponímia!

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FOLCLORE DO MINHO TEM FLORINHAS EM SINTRA

O Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho comemora 13 anos de existência a representar o folclore do Minho na região de Lisboa. Sediado no concelho de Sintra, mais concretamente em Sacotes, na Freguesia de Algueirão-Mem Martins, este agrupamento é constituído maioritariamente por minhotos oriundos do concelho de Paredes de Coura e seus descendentes.

A festa do seu aniversário vai ter lugar no próximo dia 6 de março, a partir das 12h30, nas suas instalações sitas em Sacotes, na Rua da Beijoquinha, Vivenda Esteves, no Algueirão.

Para participar nesta festa basta fazer a reserva de lugares (contribuição de 10 Florinhas por pessoa) para o seguinte número: 917242171 - Sr. Manuel Esteves

Programa:

13:00 - Almoço de convívio em celebração ao aniversário do grupo. A ementa será Feijoada à Minhota.

15:30 - Início da atuação de Eugénio Palma e seu acordeão num lindo cantar alentejano, seguido da atuação do Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

17:30 - Cantar dos Parabéns ao Grupo Folclórico e partilha do seu bolo de Aniversário.

FOLCLORE JUNTA MINHOTOS NO CONCELHO DE SINTRA NO FESTIVAL DO GRUPO FLORINHAS DO ALTO MINHO

Courenses radicados na região de Lisboa abraçaram familiares e amigos dos ranchos folclóricos de Paredes de Coura que se deslocaram ao festival

Perto de meio milhar de pessoas afluíu hoje à Freguesia do Algueirão, no concelho de Sintra, para assistir ao festival de folclore organizado pelo Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho que constituiu ao mesmo tempo um grandioso encontro de minhotos e beirões de Pampilhosa da Serra.

Numa esplêndida quinta rural e sob uma frondosa latada de uvas morangueiras a fazer lembrar a paisagem caraterística das aldeias mais pitorescas do Minho, os ranchos folclóricos desfilaram e subiram ao palco perante a numerosa assistência que não se cansou de aplaudir os grupos participantes.

De Paredes de Coura estiveram presentes o Grupo Etnográfico de Paredes de Coura e o Grupo da Associação Cultural de Rubiães, os quais atraíram àquela festa muitos courenses radicados na região de Lisboa que, desse modo, tiveram também uma oportunidade para abraçar familiares e amigos. A Beira Litoral esteve representada pelo Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, uma associação regionalista fundada em 1941 e que reúne à sua volta uma comunidade bastante numerosa cuja migração ficou registada inclusive na cinematografia através do filme “Maria Papoila”, de Leitão de Barros. E, como não podia deixar de suceder, o próprio grupo organizador, o Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho a quem coube abrir o festival para que, após a atuação, os seus componentes pudessem assegurar os serviços de apoio á festa.

O Grupo As Florinhas do Alto Minho é constituído por minhotos e seus descendentes, muitos deles jovens cujos pais, oriundos de Paredes de Coura e outros concelhos do Alto Minho, migraram um dia para a região de Lisboa à procura de melhores condições de vida. Mas não esquecem as suas origens, os seus costumes e tradições e teimam em preservá-las: é a sua identidade!

Em 2003, já lá vai mais de uma década, decidiram constituir o seu agrupamento de folclore – o Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

Encontram-se sediados no concelho de Sintra, mais concretamente na localidade de Sacotes, na Freguesia de Mem Martins. E, desde então, não mais pararam de cantar e dançar tal como outrora sucedia na nossa região, ao som do cavaquinho e da concertina, exibindo os trajes caraterísticos.

PAREDES DE COURA ENVIA DOIS RANCHOS FOLCLÓRICOS AO FESTIVAL DE FOLCLORE ORGANIZADO PELO GRUPO “AS FLORINHAS DO ALTO MINHO”

Courenses em Lisboa fazem festa no Algueirão, concelho de Sintra

As gentes courenses radicadas na região de Lisboa vão no próximo dia 26 de julho, afluir à localidade de Algueirão, no concelho de Sintra, para receber e confraternizar com os dois ranchos folclóricos que, de Paredes de Coura, vão deslocar-se propositadamente a fim de participarem no Festival de Folclore organizado pelo Grupo Folclórico “As Florinhas do Alto Minho”. São eles o Grupo Etnográfico de Paredes de Coura e o Grupo da Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Paredes de Coura.

O Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho é constituído por minhotos e seus descendentes, muitos deles jovens cujos pais, oriundos de Paredes de Coura e outros concelhos do Alto Minho, migraram um dia para a região de Lisboa à procura de melhores condições de vida. Mas não esquecem as suas origens, os seus costumes e tradições e teimam em preservá-las: é a sua identidade!

Em 2003, já lá vai mais de uma década, decidiram constituir o seu agrupamento de folclore – o Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

Encontram-se sediados no concelho de Sintra, mais concretamente na localidade de Sacotes, na Freguesia de Mem Martins. E, desde então, não mais pararam de cantar e dançar tal como outrora sucedia na nossa região, ao som do cavaquinho e da concertina, exibindo os trajes caraterísticos.

No próximo dia 26 de julho, muitos minhotos vão rumar ao concelho de Sintra para participarem na sua festa e conviverem com os nossos conterrâneos. E, como muitas das “florinhas” são oriundas de Paredes de Coura, deste concelho deslocam-se nada menos do que dois grupos folclóricos. São eles o Grupo Etnográfico de Paredes de Coura e o Grupo da Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Paredes de Coura.

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A comunidade courense radicada não região de Lisboa é bastante numerosa e possui inclusive a sua representação concelhia, a Casa Courense em Lisboa. A participação de dois grupos folclóricos do seu concelho na festa organizada pelas “Florinhas do Alto Minho” será certamente uma oportunidade que os courenses saberão aproveitar para a realização de uma grandiosa jornada de confraternização.

O festival conta ainda com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra e, naturalmente, do anfitrião Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

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FOLCLORE DO MINHO TEM FLORINHAS EM SINTRA

O Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho realiza o seu Festival de Folclore no próximo dia 26 de julho. De Paredes de Coura deslocam-se ao festival dois grupos folclóricos.

São minhotos e seus descendentes, muitos deles jovens cujos pais, oriundos de Paredes de Coura e outros concelhos do Alto Minho, migraram um dia para a região de Lisboa à procura de melhores condições de vida. Mas não esquecem as suas origens, os seus costumes e tradições e teimam em preservá-las: é a sua identidade!

Em 2003, já lá vai mais de uma década, decidiram constituir o seu agrupamento de folclore – o Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

Encontram-se sediados no concelho de Sintra, mais concretamente na localidade de Sacotes, na Freguesia de Mem Martins. E, desde então, não mais pararam de cantar e dançar tal como outrora sucedia na nossa região, ao som do cavaquinho e da concertina, exibindo os trajes caraterísticos.

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No próximo dia 26 de julho, muitos minhotos vão rumar ao concelho de Sintra para participarem na sua festa e conviverem com os nossos conterrâneos. E, como muitas das “florinhas” são oriundas de Paredes de Coura, deste concelho deslocam-se nada menos do que dois grupos folclóricos. São eles o Grupo Etnográfico de Paredes de Coura e o Grupo da Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Paredes de Coura.

A comunidade courense radicada não região de Lisboa é bastante numerosa e possui inclusive a sua representação concelhia, a Casa Courense em Lisboa. A participação de dois grupos folclóricos do seu concelho na festa organizada pelas “Florinhas do Alto Minho” será certamente uma oportunidade que os courenses saberão aproveitar para a realização de uma grandiosa jornada de confraternização.

O festival conta ainda com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra e, naturalmente, do anfitrião Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

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