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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA: LEGADO HOSPITALAR DE ANTÓNIO FEIJÓ ENCERRA CICLO DE HOMENAGEM AO POETA

A correspondência entre António Feijó e o 2.º visconde de Pindela foi o mote dominante da última conferência de tributo ao poeta ponte-limense que decorreu na passada quinta-feira, 7 de dezembro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Orientada pelo advogado e escritor, João Afonso Machado, a palestra recuperou as cartas trocadas entre 1886 – período em que Feijó exerceu Direito a contragosto no escritório do irmão José antes da partida para o Brasil em carreira diplomática – e 1916 – ano subsequente ao falecimento de Mercedes e anterior à morte do autor de “Sol de Inverno” -, numa sessão marcada pela evocação da amizade entre ambos – porventura iniciada por intermédio de um amigo comum, o conselheiro Luís de Magalhães -, e pela referência às notas predominantes e transversais a três décadas de conversas epistolares. Intercalando a comunicação com a leitura de uma seleção de missivas, o conferencista sublinhou a nostalgia sentida por efeito das saudades da “querida pátria”, destacou o espírito de sacrifício que lhes permitiu suportar as agruras dos “exílios” e salientou a recorrente menção aos achaques e padecimentos de cada um, reportados com mais ou menos pormenor. 

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Conhecedor da riqueza informativa contida na correspondência entre os dois diplomatas, João Afonso Machado realçou a importância dos retratos sociopolíticos das cartas coligidas, que permitem espelhar a complexa realidade do período finissecular português. Detendo-se especialmente no episódio do Regicídio, o palestrante enfatizou a consternação de ambos diante da morte inesperada de D. Carlos e do príncipe real, D. Luís Filipe, salientou a preocupação com o derradeiro tempo de governação monárquica – apesar de partidários da realeza, António Feijó e o 2.º visconde de Pindela mantinham um espírito crítico na apreciação do regime -, e registou a reação de ambos diante da implantação da República, viragem política que não impediu Feijó de se conservar no exercício de funções diplomáticas em Estocolmo, mas que ditou, por exclusiva vontade do visconde, o abandono de carreira.

Além das missivas já editadas na obra “Minhotos, diplomatas e amigos: correspondência (1886-1916) entre o 2.º visconde de Pindela e António Feijó” – livro que inspirou o título da quinta conferência de tributo ao autor de “Novas bailatas” -, João Afonso Machado revelou a existência de outras cartas inéditas, cujos excertos lidos permitiram conhecer um pouco mais da relação de ambos e dos seus posicionamentos em face da cultura, da política e da História em Portugal e no mundo.

A última conferência de homenagem a uma das figuras mais elevadas das letras ponte-limenses contou com a presença de familiares de António Feijó e com a intervenção do Dr. Paulo Barreiro de Sousa, vereador com o pelouro da Educação do Município de Ponte de Lima, que anunciou a publicação de um boletim cultural com a totalidade das cinco palestras de tributo ao poeta-diplomata realizadas no âmbito das comemorações dos 100 anos da morte.

O Município de Ponte de Lima encerra o ciclo de conferências dedicado a António Feijó com uma palestra intitulada - "Ainda os dois «minhotos, diplomatas e amigos»: (mais correspondência entre António Feijó e o 2.º Visconde de Pindela): da guerrilha portuguesa e da Europa da Grande Guerra" -, da responsabilidade do advogado e escritor portuense, João Afonso Machado. A sessão, agendada para a próxima quinta-feira, 7 de dezembro, pelas 19h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, versa sobre a troca epistolar entre duas proeminentes figuras do período finissecular português, unidas pela origem minhota, pelo curso de Direito na Universidade de Coimbra e pela escolha da diplomacia como carreira profissional. Uma oportunidade para explorar um pouco mais do valioso legado epistolográfico do poeta-diplomata ponte-limense, cujo centenário de morte (1917-2017) tem sido assinalado pelo Município de Ponte de Lima com um conjunto de eventos e de iniciativas de tributo.

ANA INÊS PEREIRA APRESENTA O LIVRO "POESIA ADOLESCENTE" NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA

Município de Ponte de Lima promove apresentação de livro de autora limiana no dia 25 de novembro – Biblioteca Municipal

O Município de Ponte de Lima promove a apresentação do livro “Poesia Adolescente” da autora limiana Ana Inês Pereira, amanhã, sábado, dia 25 de novembro, pelas 16h, no Auditório Municipal.

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Trata-se de um livro de poesia que retrata a vida de uma adolescente, todas as suas reflexões, dúvidas, sonhos e vivências.

Compareça nesta sessão cultural.

Contamos com a vossa presença.

Sobre o livro

Os sentimentos e dúvidas dos adolescentes são muitas vezes desprezados e desvalorizados, esta obra pretende demonstrar que, por muito ambíguos que sejam, as dúvidas são reais, o desespero existe e provoca muitas vezes sofrimento nas pessoas que estão em crescimento físico, psicológico e social. Poesia Adolescente expressa tudo o que caracteriza esta fase da vida. Os amores e desamores fatais, os sentimentos confusos, bem como os sonhos, desilusões e dramas.

Na Poesia encontra-se um abrigo, uma forma de perceber os sentimentos, este livro pretende essencialmente comunicar com os jovens adolescentes que sentem. Todas as dúvidas, toda a tristeza ou alegria, as paixões que sentem são reais, não são menores por serem adolescentes. Os erros, ou as perdas vão continuar a acontecer, e o sofrimento é parte da vida. A poesia transforma sofrimento em beleza e melodia, e ajuda quem lê a entender que não é o único.

Esta obra é composta por poemas escritos em várias fases da vida da poetisa, e expõe o crescimento de uma personalidade, as suas vivências e reflexões.

Sobre a autora

Ana Inês Lima Pereira natural de Poiares, concelho de Ponte de Lima.

Teve uma infância e adolescência ativa, pertenceu a vários grupos nomeadamente ao Grupo Folclórico da Casa do Povo de Poiares, Grupo Paulo da Cruz, em Barroselas, onde fez teatro de rua, folclore, e faz parte de um grupo de jovens acólitos.

Desde sempre, gostou de escrever. Graças a um tio paterno que obrigava os sobrinhos a escreverem textos sobre as férias, durante as mesmas. No entanto, onde se sobressaiu foi na poesia.

Descobriu a poesia numa taberna em Estremoz, e desde aí que começou a sua aventura no mundo das estrofes e das rimas. A sua poesia é fortemente influenciada por Florbela Espanca e Fernando Pessoa. Estudou na Escola Básica e Secundária de Barroselas entre 2006 e 2012.

Entretanto licenciou-se em Enfermagem na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Encontra-se agora a trabalhar como enfermeira numa Unidade de Cuidados Continuados em Santiago do Cacém, Setúbal.

Publicou o seu primeiro livro em Agosto de 2017 na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, intitulado “Poesia Adolescente”.

PONTE DE LIMA HOMENAGEIA ANTÓNIO FEIJÓ

Município de Ponte de Lima lança quarta conferência de tributo a António Feijó

O Município de Ponte de Lima promove a quarta conferência de homenagem a António Feijó – figura elevada das letras ponte-limenses – no próximo dia 17 de novembro, pelas 19h00, no Auditório da Biblioteca Municipal. Orientada por João Pimenta, a palestra intitulada “Malefícios da doença na poética de António Feijó” insere-se num ciclo de cinco sessões evocativas do primeiro centenário da morte do autor de “Sol de Inverno” que pretende dar a conhecer as diferentes facetas da obra feijosiana.

À sessão de 17 de novembro segue-se “Ainda os dois «minhotos, diplomatas e amigos»: (mais correspondência entre António Feijó e o 2.º Visconde de Pindela): da guerrilha portuguesa e da Europa da Grande Guerra”, conferência a cargo de João Afonso Machado que, agendada para 7 de dezembro, encerra o programa de tributo a uma das personalidades mais proeminentes da literatura local.

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ENCONTRO DE QUADRAS DE SÃO MARTINHO JUNTA CABECEIRENSES EM MAGUSTO

Encontro de Quadras de S. Martinho juntou 24 grupos

Vinte e quatro grupos apresentaram-se ontem, dia 12 de novembro, ao 17º Encontro de Quadras de S. Martinho, uma iniciativa organizada pela Basto Vida e pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, em colaboração com a Junta Freguesia de Arco de Baúlhe e Vila Nune, um convívio de S. Martinho repleto de animação, onde não faltaram as castanhas assadas e o vinho novo.

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Neste evento marcaram presença os presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, Francisco Alves e Eng. Joaquim Barreto, respetivamente, vereadores e presidentes das Juntas de Freguesia, entre outros autarcas do município e das freguesias e público em geral.

Felicitando todos os participantes no Encontro de Quadras de S. Martinho, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, enalteceu a realização de mais uma edição deste Encontro, iniciativa que dá visibilidade às freguesias e à cultura local.

Mais de 350 cantadores/tocadores em representação das associações, coletividades e instituições do concelho de Cabeceiras de Basto subiram ao palco do Pavilhão Desportivo do Arco de Baúlhe e interpretaram músicas e letras originais ou adaptadas alusivas à época, revivendo a tradição e estimulando a defesa do património cultural que são as cantigas populares.

O encontro teve como principal objetivo a apresentação de cantares de quadras inspiradas em São Martinho, nas suas formas mais genuínas e autênticas, proporcionando ao mesmo tempo uma jornada de convívio entre as associações/coletividades do concelho e o público em geral.

Todos os grupos participantes receberam um prémio no valor de 100 euros.

No final da tarde, realizou-se o já típico magusto com castanhas assadas, caldo verde e vinho novo para todos os presentes.

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PONTE DE LIMA EVOCA ANTÓNIO FEIJÓ

Prémios do concurso Retratos de Feijó abriram conferência de tributo ao poeta

A cerimónia de entrega dos prémios do concurso “Retratos de Feijó” – competição destinada a envolver a comunidade educativa e a população em geral na representação artística de um dos maiores génios da literatura ponte-limense -, decorreu na passada sexta-feira, 20 de outubro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Numa noite com casa cheia, foram distinguidos os alunos Rafael Neiva – do 5.º ano -, Sofia Gomes Viana – do 6.º -, Eva Direito – do 12.º -, e, na categoria do público, Madalena Macedo, que apresentou uma escultura em pasta de papel.

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A premiação, que contou com as presenças do presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, e do vereador com o Pelouro da Educação, Dr. Paulo Barreiro de Sousa, antecedeu a terceira conferência de tributo a António Feijó, orientada pelos familiares do poeta, Luísa Castro Feijó e António Maciel Feijó. Intitulada “Conversa sobre o tio António”, a sessão intimista em torno da vida e obra do autor de “Sol de Inverno” incidiu na leitura de uma seleção epistolar retirada dos volumes “Cartas a Luís de Magalhães”, obra organizada por Rui Feijó – pai da palestrante -, que reúne a vasta correspondência trocada entre o poeta-diplomata ponte-limense e o jornalista, escritor e político lisboeta – amigo fraterno e devoto que acompanhou Feijó deste os tempos de Coimbra até à derradeira fase em Estocolmo.

A intensa e comovedora história de amor entre António Feijó e Mercedes Lewin foi o momento biográfico escolhido por Luísa Castro Feijó para sublinhar alguns traços da personalidade do poeta, cuja curiosidade, melancolia, genialidade e humor mereceram da sobrinha-bisneta particular referência. Já a completitude dos registos epistolográficos do autor de “Líricas e bucólicas”, que permitem o retrato político, social e cultural do período finissecular em Portugal e no mundo, foi o elemento destacado por António Maciel Feijó, que sublinhou também o virtuosismo técnico da obra feijosiana.

A sessão de tributo, integrada no ciclo de conferências evocativo de um dos grandes nomes das letras nacionais, incluiu ainda uma referência à filha do poeta, Mercedes de Castro Feijó (Ninette), cuja obra epistolar – “Lettres du Portugal” (1935) -, justificará, segundo António Maciel Feijó, uma futura edição em língua portuguesa pelo valor informativo e pendor humorístico que encerra.

ESCRITOR GALEGO MANUEL MIRAGAIA APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POEMAS “GALEGUIA”

A apresentação ao público do livro “Galeguia”, da autoria de Manuel Miragaia, tem lugar em Lisboa, no próximo dia 6 de Outubro, pelas 18 horas, no CHIADO Café Literário, situado na Galeria Comercial Tivoli Fórum, na avenida da Liberdade.

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GALEGUIA, um livro poético para conhecer e sentir as relações históricas entre a Galiza e Portugal, as origens da Galiza e de Portugal e o essencial das ideias e da utopia do movimento cultural e político do Galeguismo.

A ilustração da capa é da autoria de Manel Crâneo, apresentando um galo de Barcelos como elemento figurativo simbólico de Portugal.

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Manuel Miragaia é licenciado em Filosofia pela Universidade de Santiago de Compostela e diplomado no Maxisterio por Ciencias Sociais. É especialista na Língua Galega e diplomado em galego pela Escola Oficial de Idiomas da Corunha. Trabalha actualmente como professor no IES Cruceiro Baleares, em Culleredo. Tem realizado diversos trabalhos de investigação e inovação educativa e realiza conferências e recitais de poesia.

O ESPÍRITO DE CASTELAO EM "GALEGUIA"

"Dentro de Portugal ficou a metade da nossa terra, do nosso espírito, da nossa língua, da nossa vida, do nosso ser nacional."

"A dominação da Galiza nunca será efetiva enquanto se fale um idioma diferente do castelhano."

"Chegam a dizer que o problema galego, o mesmo que o basco e o catalão, depende da solução que acorde a maioria dos espanhóis... Estávamos bem aviados!"

"Sendo galego não devo ser mais que galeguista."

Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao (Rianjo, 1886 – Buenos Aires, 1950) foi um dos grandes vultos galegos de todos os tempos. Artista, desenhador, escritor e político, de ideologia galeguista.
Estudou Medicina, mas não quis exercer como médico, para se dedicar à arte, nomeadamente ao desenho e à pintura. Fundou com outros destacados galeguistas as Irmandades da Fala e a Revista Nós. Duas vezes esteve como deputado nas Cortes da II República Espanhola e participou na criação do Partido Galeguista.

O golpe de estado franquista que deu origem à guerra civil colheu-o na cidade de Madrid. Na zona republicana esteve os três anos que durou. Depois exiliou-se no México, em Nova Iorque e, por último, em Buenos Aires. Formou parte do governo republicano no exílio. Foi também o primeiro presidente do governo galego no exílio, o denominado “Conselho da Galiza”.

O seu livro de ensaio “Sempre em Galiza” constitui a sua obra ideológica principal, considerada por muitos como a “Bíblia do Galeguismo”. A Castelao foi-lhe dedicado o segundo Dia das Letras Galegas, no ano 1964.

Licenciado en Filosofía pura pola Universidade de Santiago de Compostela e diplomado en Maxisterio por Ciencias Sociais, é especialista en lingua galega e diplomado en galego pola Escola Oficial de Idiomas da Coruña. Na actualidade, traballa como profesor no IES Cruceiro Baleares, en Culleredo. Realizou diversos traballos de investigación e innovación educativa, impartiu cursos e actuou en diversas ocasións como conferenciante e en recitais de poesía.

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CASA MUSEU DE MONÇÃO LANÇA POEMAS INÉDITOS DE JOÃO VERDE

A Casa Museu de Monção promove o lançamento de Álbum de versos – inédito de João Verde, a realizar-se no dia 15 de julho (Sábado), nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, sitas em Monção, conforme programa em anexo.

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Trata-se da publicação de uma edição facsimilada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho de um álbum de versos inédito de João Verde, cujos direitos de publicação foram cedidos a esta Unidade Cultural da Universidade do Minho pelas proprietárias da obra Senhoras Regina e Adelaide Barreto Rodrigues.

Num texto de apresentação da edição desta obra pode ler-se uma breve descrição do álbum manuscrito por João Verde, cerca de 1890, sobre o qual Henrique Barreto Nunes organizador do volume, escreveu: «José Rodrigues Vale utilizou este exemplar intitulado “Poesie” para escrever alguns dos seus versos, certamente já passados a limpo, provavelmente com intenção de os publicar. O álbum, de 20x13 cm, é cartonado e revestido por um tecido decorado com flores que emoldura, na capa, uma pequena gravura reproduzindo uma cena com duas crianças patinando no gelo. Em relevo aparece-nos a palavra “Poesie”. As guardas são constituídas por papel tipo “conqueror”, que protegem 3 cadernos de 10 folhas cada debruadas a ouro. No primeiro encontramos, como se de frontispício se tratasse, uma outra gravura a cores de um cenário idílico e florido, ao gosto neo-romântico, em que de novo surge o título “Poesie” em caracteres bem desenhados em tons dourados, protegido por uma fina folha de papel de seda».

No programa consta também um Recital de Poesia que será feito pelo Sindicato de Poesia.

O SINDICATO DE POESIA é uma associação cultural informal, de múltiplas vozes, que a partir de 1996 começou a surpreender, a sobressaltar os bracarenses com inesperados recitais e intervenções poéticas, divulgando poetas de nome consagrado ou outros que poucos conheciam, mantendo sempre uma coerência estética e de linguagem e uma qualidade performativa que rapidamente conquistaram e envolveram os amantes da palavra escrita e (bem) dita. Em Monção fará uma leitura original sobre a obra poética de João Verde.

Este evento organizado pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho tem o apoio da Adega Cooperativa de Monção.

MONÇÃO EDITA POEMAS INÉDITOS DE JOÃO VERDE

O Reitor da Universidade do Minho e o Presidente da Casa Museu de Monção levam a efeito a cerimónia de lançamento de Álbum de versos inédito de João Verde, a realizar-se no dia 15 de julho (Sábado), nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, sitas em Monção, conforme o seguinte programa.

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Trata-se da publicação de uma edição facsimilada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho de um álbum de versos inédito de João Verde, cujos direitos de publicação foram cedidos a esta Unidade Cultural da Universidade do Minho pelas proprietárias da obra Senhoras Regina e Adelaide Barreto Rodrigues.

Num texto de apresentação da edição desta obra pode ler-se uma breve descrição do álbum manuscrito por João Verde, cerca de 1890, sobre o qual Henrique Barreto Nunes organizador do volume, escreveu: «José Rodrigues Vale utilizou este exemplar intitulado “Poesie” para escrever alguns dos seus versos, certamente já passados a limpo, provavelmente com intenção de os publicar. O álbum, de 20x13 cm, é cartonado e revestido por um tecido decorado com flores que emoldura, na capa, uma pequena gravura reproduzindo uma cena com duas crianças patinando no gelo. Em relevo aparece-nos a palavra “Poesie”. As guardas são constituídas por papel tipo “conqueror”, que protegem 3 cadernos de 10 folhas cada debruadas a ouro. No primeiro encontramos, como se de frontispício se tratasse, uma outra gravura a cores de um cenário idílico e florido, ao gosto neo-romântico, em que de novo surge o título “Poesie” em caracteres bem desenhados em tons dourados, protegido por uma fina folha de papel de seda».

No programa consta também um Recital de Poesia que será feito pelo Sindicato de Poesia.

O SINDICATO DE POESIA é uma associação cultural informal, de múltiplas vozes, que a partir de 1996 começou a surpreender, a sobressaltar os bracarenses com inesperados recitais e intervenções poéticas, divulgando poetas de nome consagrado ou outros que poucos conheciam, mantendo sempre uma coerência estética e de linguagem e uma qualidade performativa que rapidamente conquistaram e envolveram os amantes da palavra escrita e (bem) dita. Em Monção fará uma leitura original sobre a obra poética de João Verde.

Este evento organizado pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho tem o apoio da Adega Cooperativa de Monção.

Mais informações em: www.casamuseumoncao.uminho.pt

PONTE DE LIMA COMEMORA CENTENÁRIO DA MORTE DE ANTÓNIO FEIJÓ

Exposição e palestra abrem comemorações dos 100 anos da morte de António Feijó

O programa comemorativo do primeiro centenário da morte de António Feijó, dinamizado pelo Município de Ponte de Lima, arrancou na passada quarta-feira, 20 de junho, com um conjunto de iniciativas de tributo ao poeta-diplomata ponte-limense – considerado um dos maiores vultos da literatura portuguesa finissecular -, que decorreu na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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A cerimónia oficial, que contou com as presenças do Eng.º Victor Mendes, Presidente do Município de Ponte de Lima, do Dr. Paulo Barreiro de Sousa, Vereador com o pelouro da Educação, e do Eng. Vasco Ferraz, Vereador com o pelouro da Juventude, abriu com a atuação da Academia de Música Fernandes Fão, que interpretou o hino da histórica vila alto minhota, retirado das últimas quadras do celebrizado poema “Inverno” da obra feijosiana “Ilha dos Amores”.

Seguiu-se uma visita guiada pela mostra comemorativa “António Feijó, 1917-2017: memórias e revisitações” que, além de 14 painéis, generalistas e temáticos, evocativos dos principais momentos da vida e obra do autor de “Sol de Inverno”, reúne livros deixados por António Feijó, diversos títulos versados no legado feijosiano e artigos vários de jornais da época, nacionais e estrangeiros, com particular destaque para os periódicos suecos.

A sessão de abertura das comemorações do primeiro centenário de António Feijó ficou também marcada pela palestra “Cancioneiro chinez (1890): tradução e exotismo”, da investigadora Marta Pacheco Pinto, que abordou a faceta de tradutor do poeta ponte-limense, apresentou uma análise da obra que colige vários poemas recriados a partir de “Le livre de Jade”, de Judith Gautier, abordou as diferenças entre as duas edições do “Cancioneiro” e sublinhou o perfil orientalista do escritor de “Novas bailatas”.

Uma comunicação que inaugura um ciclo de conferências dedicado a António Joaquim de Castro Feijó e que mereceu o interesse de todos os presentes, mormente dos familiares do eminente poeta.

A próxima sessão, agendada para 20 de julho - por ocasião da XXII edição da Feira do Livro de Ponte de Lima -, será da responsabilidade de Maria de Fátima Melo que versará sobre a visão poética da mulher em António Feijó.

SESSÃO DE POESIA ENCERRA HOMENAGEM A ANTÓNIO FEIJÓ

“Poesia à Sexta” encerra com homenagem a António Feijó

A quarta e última edição de 2017 de “Poesia à Sexta” – projeto do Município de Ponte de Lima para dinamização de um dos mais reverenciados géneros literários locais – vai ser integralmente dedicada à recitação de poemas da autoria de António Feijó, cujo primeiro centenário de morte se assinala este ano.

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Agendada para 16 de junho, pelas 21h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, a sessão contará com a participação do declamador Carlos Revez, de Luís Dantas – jovem estudante apreciador das composições feijosianas – e do grupo Pequenos Atores do Lima que, alternadamente, recitarão alguns dos textos líricos que notabilizaram o autor de “Transfigurações”, considerado uma das mais notáveis figuras da literatura finissecular portuguesa.

A noite de homenagem ficará também marcada pela atuação de João Barreiro, pequeno artista que entoará dois fados nos momentos de abertura e fecho do recital, designadamente o “Fado Alfacinha” em que Amália interpreta António Feijó.

Marque presença no encerramento de “Poesia à Sexta” e associe-se ao tributo consagrado ao poeta maior de Ponte de Lima.

Esperamos por si!

PONTE DE LIMA EVOCA ANTÓNIO FEIJÓ

Município de Ponte de Lima promove ciclo de conferências dedicado a António Feijó

No quadro das comemorações do primeiro centenário da morte de António Feijó (1917-2017), o Município de Ponte de Lima vai promover um ciclo de conferências destinado a homenagear uma das personalidades mais elevadas da cultura local. A primeira palestra, intitulada “Cancioneiro chinez (1890): tradução e exotismo”, arranca a 20 de junho - dia da inauguração da exposição biobibliográfica de tributo ao poeta-diplomata - com a investigadora Marta Pacheco Pinto a centrar-se numa atividade pouco conhecida do grande público – a da versão para Português de poemas e textos em língua estrangeira.

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Segue-se, a 20 de julho, a conferência “António Feijó: uma visão poética da mulher”, por Maria de Fátima Melo, sessão que decorrerá na Expolima por ocasião da XXII edição da Feira do Livro de Ponte de Lima. 

Depois de um hiato para férias de Verão, o ciclo de palestras regressa a 20 de outubro ao Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima com uma “Conversa sobre o tio António”, orientada por Luísa Castro Feijó e António Maciel Feijó, familiares do autor de “Bailatas”, seguindo-se, a 17 de novembro, João Pimenta, que se debruçará sobre os “Malefícios da doença na poética de António Feijó”.

A 7 de dezembro é a vez de João Afonso Machado ministrar a palestra “Ainda os dois «minhotos, diplomatas e amigos»: (mais correspondência entre António Feijó e o 2.º Visconde de Pindela): da guerrilha portuguesa e da Europa da Grande Guerra”, sessão que encerra o ciclo de conferências dedicado ao poeta-diplomata.

De reiterar que as conversas literárias de tributo a António Feijó – num total de cinco - realizam-se sempre no mesmo horário – 19h00 – e têm como palco privilegiado o Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, à exceção do segundo encontro temático que decorre no recinto da Expolima.

Associe-se às comemorações dos 100 anos da morte de António Feijó e marque presença nas palestras evocativas da vida e obra do grande poeta ponte-limense.

Esperamos por si!

PONTE DE LIMA ASSINALA CENTENÁRIO DA MORTE DE ANTÓNIO FEIJÓ

Município de Ponte de Lima inaugura exposição evocativa dos 100 anos da morte de António Feijó

A 20 de junho - dia em que se assinala o primeiro centenário da morte de António Feijó (1917-2017) -, o Município de Ponte de Lima abre uma exposição de homenagem ao poeta-diplomata ponte-limense, considerado um dos maiores vultos da literatura portuguesa finissecular.

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Intitulada “António Feijó, 1917-2017: memórias e revisitações”, a mostra biobibliográfica de tributo - patente ao público na varanda interior da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) -, congregará 14 painéis, generalistas e temáticos, que evocam os principais momentos da vida e obra do autor de “Sol de Inverno”. Além das telas informativas, os visitantes poderão apreciar os livros deixados por António Feijó, os diversos títulos versados no legado feijosiano e artigos vários de jornais da época, nacionais e estrangeiros, com particular destaque para os periódicos suecos e brasileiros.

A abertura da exposição comemorativa, que poderá ser visitada de 20 de junho a 31 de outubro de 2017, contará com a presença de um coro da Academia de Música Fernandes Fão, que interpretará o hino oficial de Ponte de Lima extraído das últimas quadras do poema “Inverno”, da obra feijosiana “Ilha dos Amores”, e com a palestra “Cancioneiro chinez (1890): tradução e exotismo”, da investigadora Marta Pacheco Pinto, sessão que, agendada para as 19h00, inaugura um ciclo de conferências dedicado ao poeta.

Associe-se à justa homenagem a uma das figuras mais proeminentes da cultura local e compareça na cerimónia de inauguração da mostra evocativa dos 100 anos da morte de António Feijó, agendada para as 18h30, do dia 20 de junho.

Esperamos por si!

POETA JOÃO VERDE NASCEU EM MONÇÃO HÁ 150 ANOS

JOÃO VERDE, 150 - VIDA E OBRA

Dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00, no Cine Teatro João Verde, com entrada a 3,00 €. Uma peça de teatro da Associação Filarmónica Milagrense e da comunidade monçanense para assinalar o nascimento dos 150 anos do nascimento do poeta maior das letras monçanenses. Um espetáculo genuíno e genial. Como João Verde.

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Com estreia no 7º Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho (FITAVALE), que decorreu nos dias 19, 20 e 21 deste mês, a peça de teatro “João Verde,150 - Vida e Obra”, protagonizada pela Associação Filarmónica Milagrense, sobe ao palco do Cine Teatro João Verde no dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00. A entrada tem o valor de 3,00 €.

Com encenação e dramaturgia de Rui Mendonça, da Comédias do Minho, espetáculo teatral conta com a colaboração da comunidade monçanense, visando assinalar os 150 anos do nascimento do poeta e jornalista monçanense João Verde, pseudónimo de José Rodrigues Vale (1866 – 1934).

Na sinopse, pode lê-se: “construímos um espetáculo sobre a vida e obra de João Verde. Porque ambas estão interligadas, ambas se complementam, explicam e se valorizam. A obra de João Verde ganha dimensão ao conhecer-se o autor, ao perceber-se de quanto transborda de genuinidade e genialidade, de feitio e convicções, de ideias e ideais. Duma vida e duma época e para além delas”.

E como ainda há muito a dizer do poeta maior das letras monçanense, ficam mais algumas palavras de Gentil de Valadares: “O nome de João Verde – nome que consubstancia o português de lei, o regionalista fervoroso, o poeta da Galiza mail`o Minho, o funcionário por excelência serviçal, o cidadão amigo do semelhante -, brilhará em letras de oiro, com incontestável direito, legitimamente, no pergaminho monçanense. Quanto dariam outras terras por ter o amor de tal filho”.

Com pesquisa, assistência dramaturgia, desenho de luz e voz off de Paulo Lobato Costa e coreografias e apoio ao movimento de Ana Silva (AllStyles), as interpretações estão a cargo de Ana Silva, Beatriz Felgueiras, Cíntia Guimarães, Cláudia Afonso, Eduarda Pereira, Fernanda Luz, Fernanda Salgado, Gina Mendes, Isabel Nóvoas, José Luis Dias, Lurdes Alegre, Mané Frasco, Maria de Lurdes Gonçalves, Maria Inácia, Marina Sousa, Matilde Oliveira, Paula Gomes, Piedade Coelho, Polycarpo Aperta, Regina Além, Renato Pereira, Rosário Antunes, Sara Além e Tiago Viana.

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FAMALICÃO REALIZA CONCURSO DE QUADRAS A SANTO ANTÓNIO

Concurso de quadras a Santo António arranca amanhã

Arranca amanhã, 1 de junho, o concurso de quadras que decorre no âmbito das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão. A iniciativa promovida pelo pelouro da mobilidade da Câmara Municipal, em colaboração com o pelouro da Família e a Divisão Municipal de Cultura e Turismo tem como tema “A mobilidade e as Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão”.

O concurso decorre até 19 de junho e os interessados em participar devem consultar o regulamento e fazer a sua inscrição através do link https://goo.gl/mVa66l.

Serão atribuídos quatro prémios (1.º, 2.º, 3.º e 4.º) e menções honrosas.

PONTE DE LIMA ATRIBUI GRANDE PRÉMIO DE POESIA ANTÓNIO FEIJÓ

Ponte de Lima - Grande Prémio de Poesia António Feijó. 7 de junho – 15h30 – Auditório Rio Lima

O Grande Prémio de Poesia António Feijó 2017 foi atribuído a Hélder Moura Pereira, pelo livro "Golpe de Teatro", editado pela Assírio & Alvim.

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De acordo com o júri, esta obra “culmina um percurso poético longo e consistente, apresentando uma poesia enraizada nos detalhes da experiência comum e enriquecida por uma cativante energia imagética.”

A entrega do prémio está marcada para o dia 7 de junho, às 15h30, no Auditório Rio Lima.

Instituído em 2016 pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com o patrocínio da Câmara Municipal de Ponte de Lima e da Caixa Agrícola, o Grande Prémio de Poesia António Feijó, evoca este grande Poeta natural de Ponte de Lima, reconhecido como uma das mais notáveis personalidades da cultura local e nacional. Com um valor monetário de € 10.000,00 (dez mil euros) atribuído ao autor distinguido, este Grande Prémio destina-se a galardoar em cada ano um livro em português e de autor português, publicado integralmente e em 1.ª edição.

Em 2016, ano primeiro do Grande Prémio de Poesia António Feijó, o galardão foi atribuído por um júri constituído por José Manuel Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Escritores, pelo Prof. Doutor José Cândido de Oliveira Martins e pela Prof.ª Doutora Rita Patrício, ao poeta, ficcionista e tradutor, Armando Silva Carvalho, pela obra “A sombra do mar” (Assírio & Alvim), publicada no ano de 2015, obra que, segundo o júri, se destaca “pelo rigoroso domínio da arquitetura poética, considerada quer ao nível da composição de cada poema, quer na sequência de poemas que constitui o livro”.

O autor premiado nesta edição de 2017, Hélder Moura Pereira é um escritor e tradutor setubalense, de 68 anos, que soma vários prémios literários, entre os quais o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif.

Licenciado em Filologia Germânica, Hélder Moura Pereira começou a publicar poesia na década de 1970, com "Cartucho", e tornou-se na década seguinte "um dos representantes do minimalismo pós-moderno", segundo biografia publicada na Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas.

"A sua poesia, devedora da tradição anglo-saxónica, ópera, numa urdidura de pequenas cintilações, um minucioso rastreio dos sinais do quotidiano mais prosaico", lê-se na nota biográfica.

Hélder Moura Pereira é autor de, entre outros, "Pela parte que me toca", "Segredos do reino animal", "mútuo consentimento", "Um raio de sol", "Se as coisas não fossem o que são", "Em cima do acontecimento" e "A pensar morreu um burro e outras histórias".

O autor agora premiado foi leitor de literatura portuguesa na Universidade de Londres, deu aulas de português, participou em cursos de educação para adultos e trabalhou no Estabelecimento Prisional de Lisboa.

Hélder Moura Pereira traduziu ainda obras de autores como Marquês de Sade, Guy Debord, Ernest Hemingway, Silvia Plath e Jorge Luís Borges.

O júri, que atribuiu o Grande Prémio de Poesia António Feijó por unanimidade a Hélder Moura Pereira, integrou, nesta segunda edição, o Prof. Doutor José Cândido de Oliveira Martins, a Prof.ª Doutora Isabel Pires de Lima, ex-Ministra da Cultura, e o Escritor Manuel Frias Martins.

MONÇÃO EVOCA POETA JOÃO VERDE

JOÃO VERDE, 150 - VIDA E OBRA

Dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00, no Cine Teatro João Verde, com entrada a 3,00 €. Uma peça de teatro da Associação Filarmónica Milagrense e da comunidade monçanense para assinalar o nascimento dos 150 anos do nascimento do poeta maior das letras monçanenses. Um espetáculo genuíno e genial. Como João Verde.

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Com estreia no 7º Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho (FITAVALE), que decorreu nos dias 19, 20 e 21 deste mês, a peça de teatro “João Verde,150 - Vida e Obra”, protagonizada pela Associação Filarmónica Milagrense, sobe ao palco do Cine Teatro João Verde no dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00. A entrada tem o valor de 3,00 €.

Com encenação e dramaturgia de Rui Mendonça, da Comédias do Minho, espetáculo teatral conta com a colaboração da comunidade monçanense, visando assinalar os 150 anos do nascimento do poeta e jornalista monçanense João Verde, pseudónimo de José Rodrigues Vale (1866 – 1934).

Na sinopse, pode lê-se: “construímos um espetáculo sobre a vida e obra de João Verde. Porque ambas estão interligadas, ambas se complementam, explicam e se valorizam. A obra de João Verde ganha dimensão ao conhecer-se o autor, ao perceber-se de quanto transborda de genuinidade e genialidade, de feitio e convicções, de ideias e ideais. Duma vida e duma época e para além delas”.

E como ainda há muito a dizer do poeta maior das letras monçanense, ficam mais algumas palavras de Gentil de Valadares: “O nome de João Verde – nome que consubstancia o português de lei, o regionalista fervoroso, o poeta da Galiza mail`o Minho, o funcionário por excelência serviçal, o cidadão amigo do semelhante -, brilhará em letras de oiro, com incontestável direito, legitimamente, no pergaminho monçanense. Quanto dariam outras terras por ter o amor de tal filho”.

Com pesquisa, assistência dramaturgia, desenho de luz e voz off de Paulo Lobato Costa e coreografias e apoio ao movimento de Ana Silva (All Styles), as interpretações estão a cargo de Ana Silva, Beatriz Felgueiras, Cíntia Guimarães, Cláudia Afonso, Eduarda Pereira, Fernanda Luz, Fernanda Salgado, Gina Mendes, Isabel Nóvoas, José Luis Dias, Lurdes Alegre, Mané Frasco, Maria de Lurdes Gonçalves, Maria Inácia, Marina Sousa, Matilde Oliveira, Paula Gomes, Piedade Coelho, Polycarpo Aperta, Regina Além, Renato Pereira, Rosário Antunes, Sara Além e Tiago Viana.

FAFE ENTREGA PRÉMIOS DE CONCURSO DE POESIA

Entrega dos prémios do II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim"

Decorreu, esta tarde, a entrega dos prémios do II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim".

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Com o intuito de promover o gosto pela poesia e a descoberta de novos talentos, a Rede Bibliotecas de Fafe (RBF), promoveu, nas escolas, o Concurso de poesia 'O Poeta em Mim.'

Pompeu Martins, Vereador da Educação, revelou que "esta iniciativa procura promover o gosto pela poesia e estimular a produção de textos originais.

É importante potenciar a criatividade e o espírito crítico, juntos dos mais novos."

A sessão de entrega de prémios contou com a atuação do Grupo Azul Diferente, da CERCIFAF. 

O Município de Fafe felicita todos os participantes.

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VIZELA APRESENTA "CURTAS POÉTICAS"

Apresentação do livro Curtas Poéticas – Amor dia 3 de junho

No próximo dia 3 de Junho, pelas 17h, decorrerá a apresentação do livro Curtas Poéticas - Amor e a respetiva entrega de prémios, no âmbito da 14ª Feira do Livro de Vizela, que se realiza no Jardim Manuel Faria.

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O júri do concurso foi composto por: Drª Conceição Lima, locutora do programa da Rádio Vizela "Hora da Poesia"; Belmira Paiva, professora no Agrupamento de Escolas de Infias; José Manuel Costa, responsável da Editora Opera Omnia.

As Curtas Poéticas são uma parceria entra a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes e a Microliteratura.

Finalistas Curtas Poéticas - Infantil:

Jorge Pereira. EB Enxertos 1º A
Inês EB Infias 2º B
Maria Clara Macedo. EB Enxertos 1º B
Margarida Oliveira Enxertos 1º B
João EB Infias 2ºB
Luana EB Infias 2º B
Vitor Oliveira. EB Enxertos 1º B
Matilde. Escola Portuguesa de Dili
Eloá Silva. EB S. Miguel 2º E
Jéssica Infias EB Infias 2ºB
Inês EB Infias 2ºB

 

Finalistas Curtas Poéticas - Juvenil:

Diana Azevedo, 9.ºA EB Caldas de Vizela
Carlos Eduardo Carneiro, 9.ºB EB Caldas de Vizela
Mariana Sá, 9.ºB EB Caldas de Vizela
Carlos Daniel Coelho, 9.ºA, EB Caldas de vizela
José João, 9º B EB Caldas de Vizela
Beatriz Lima 9º B EB Caldas de Vizela
Beatriz Pinto, 9.ºA, EB Caldas de Vizela

 

Finalistas Curtas Poéticas - Adulto:

Joaquim Ribeiro
Cristóvão Oliveira 
Custódia Pereira 
Isabel Vilhena 
Renato Costa
Sofia Moraes
Ana Reis
Paulo Marques 
Melissa Aveiro 
Maria Resgate Salta

 

Ilustrações a cargo do Agrupamento de Escolas de Vizela:

Rui Jorge 9º B

Helder Martins 9º B

Bruna Ribeiro 9 C

Carla Freitas 9º E

Carlos Maia 9º C

Carolina 9º D

Cláudia Pereira 9º D

Vera Costa 9º B

Beatriz Teixeira

Ricardo Costa

Tiago 9º D

PONTE DE LIMA LANÇA POESIA DE JOÃO LUÍS DIAS

Sessão de “Poesia à Sexta” acolhe lançamento de livro de João Luís Dias

A terceira edição de “Poesia à Sexta” – projeto do Município de Ponte de Lima para dinamização de um dos mais reverenciados géneros literários locais – vai acolher o lançamento do livro “Olhares in versos”, da autoria de João Luís Dias. A sessão, agendada para 26 de maio, pelas 21h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, permitirá conhecer o último trabalho poético do escritor terra-bourense, que alia aos versos produzidos as ilustrações da pintora e designer Marlene Almeida Soares.

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A apresentação da obra, que estará a cargo de Joaquim Cracel Viana, Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, incluirá momentos de recitação de poesia e de música.

As receitas obtidas com a venda de livros reverterão a favor da uma instituição de Ponte de Lima à escolha do município local.

Celebre a escrita em língua portuguesa e venha conhecer a mais recente criação literária de João Luís Dias.

Esperamos por si!

Sobre o autor:

Vocacionado para a escrita literária e para a produção jornalística, João Luís Dias tem vários livros publicados - de que se destacam “Ecos dum silêncio” (1988), “Sonho em hora de ponta” (1992), “Um poema, uma flor” (2008) e “Coração de algodão” (2011) – e colaborações diversas em órgãos de comunicação social de expansão local e nacional. Fundou a CALIDUM, Clube de Autores Minhoto/Galaicos – associação cultural que preside desde o início –, foi homenageado em 1999 pelo Secretário de Estado da Administração Local pelo seu envolvimento em prol da cultura, e arrecadou o prémio literário de 2012 promovido pela Associação “Amatur” – Pico de Regalados.

João Luís Dias é funcionário do Instituto dos Registos e Notariado, IP e aluno da licenciatura em Relações Internacionais na Universidade do Minho.

FAFE ENTREGA PRÉMIOS DE CONCURSO DE POESIA

II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim" - Entrega dos prémios

No próximo dia 22 Maio (Dia do Autor Português), vai decorrer, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Fafe, a entrega dos prémios do II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim".

Com o intuito de promover o gosto pela poesia e a descoberta de novos talentos, a Rede Bibliotecas de Fafe (RBF), promove, nas escolas, o Concurso de poesia O Poeta em Mim, destinado aos alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário do concelho de Fafe. Para cada escalão (A e B) haverá três prémios (1.º, 2.º e 3.º lugares).

Esta iniciativa visa, essencialmente, fomentar o gosto pela poesia, estimular a produção de textos originais, potenciar a criatividade e o espírito crítico e premiar e divulgar textos inéditos de alunos dos Ensinos Básico e Secundário de Fafe.