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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESCRITOR GALEGO MANUEL MIRAGAIA APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POEMAS “GALEGUIA”

A apresentação ao público do livro “Galeguia”, da autoria de Manuel Miragaia, tem lugar em Lisboa, no próximo dia 6 de Outubro, pelas 18 horas, no CHIADO Café Literário, situado na Galeria Comercial Tivoli Fórum, na avenida da Liberdade.

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GALEGUIA, um livro poético para conhecer e sentir as relações históricas entre a Galiza e Portugal, as origens da Galiza e de Portugal e o essencial das ideias e da utopia do movimento cultural e político do Galeguismo.

A ilustração da capa é da autoria de Manel Crâneo, apresentando um galo de Barcelos como elemento figurativo simbólico de Portugal.

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Manuel Miragaia é licenciado em Filosofia pela Universidade de Santiago de Compostela e diplomado no Maxisterio por Ciencias Sociais. É especialista na Língua Galega e diplomado em galego pela Escola Oficial de Idiomas da Corunha. Trabalha actualmente como professor no IES Cruceiro Baleares, em Culleredo. Tem realizado diversos trabalhos de investigação e inovação educativa e realiza conferências e recitais de poesia.

O ESPÍRITO DE CASTELAO EM "GALEGUIA"

"Dentro de Portugal ficou a metade da nossa terra, do nosso espírito, da nossa língua, da nossa vida, do nosso ser nacional."

"A dominação da Galiza nunca será efetiva enquanto se fale um idioma diferente do castelhano."

"Chegam a dizer que o problema galego, o mesmo que o basco e o catalão, depende da solução que acorde a maioria dos espanhóis... Estávamos bem aviados!"

"Sendo galego não devo ser mais que galeguista."

Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao (Rianjo, 1886 – Buenos Aires, 1950) foi um dos grandes vultos galegos de todos os tempos. Artista, desenhador, escritor e político, de ideologia galeguista.
Estudou Medicina, mas não quis exercer como médico, para se dedicar à arte, nomeadamente ao desenho e à pintura. Fundou com outros destacados galeguistas as Irmandades da Fala e a Revista Nós. Duas vezes esteve como deputado nas Cortes da II República Espanhola e participou na criação do Partido Galeguista.

O golpe de estado franquista que deu origem à guerra civil colheu-o na cidade de Madrid. Na zona republicana esteve os três anos que durou. Depois exiliou-se no México, em Nova Iorque e, por último, em Buenos Aires. Formou parte do governo republicano no exílio. Foi também o primeiro presidente do governo galego no exílio, o denominado “Conselho da Galiza”.

O seu livro de ensaio “Sempre em Galiza” constitui a sua obra ideológica principal, considerada por muitos como a “Bíblia do Galeguismo”. A Castelao foi-lhe dedicado o segundo Dia das Letras Galegas, no ano 1964.

Licenciado en Filosofía pura pola Universidade de Santiago de Compostela e diplomado en Maxisterio por Ciencias Sociais, é especialista en lingua galega e diplomado en galego pola Escola Oficial de Idiomas da Coruña. Na actualidade, traballa como profesor no IES Cruceiro Baleares, en Culleredo. Realizou diversos traballos de investigación e innovación educativa, impartiu cursos e actuou en diversas ocasións como conferenciante e en recitais de poesía.

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CASA MUSEU DE MONÇÃO LANÇA POEMAS INÉDITOS DE JOÃO VERDE

A Casa Museu de Monção promove o lançamento de Álbum de versos – inédito de João Verde, a realizar-se no dia 15 de julho (Sábado), nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, sitas em Monção, conforme programa em anexo.

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Trata-se da publicação de uma edição facsimilada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho de um álbum de versos inédito de João Verde, cujos direitos de publicação foram cedidos a esta Unidade Cultural da Universidade do Minho pelas proprietárias da obra Senhoras Regina e Adelaide Barreto Rodrigues.

Num texto de apresentação da edição desta obra pode ler-se uma breve descrição do álbum manuscrito por João Verde, cerca de 1890, sobre o qual Henrique Barreto Nunes organizador do volume, escreveu: «José Rodrigues Vale utilizou este exemplar intitulado “Poesie” para escrever alguns dos seus versos, certamente já passados a limpo, provavelmente com intenção de os publicar. O álbum, de 20x13 cm, é cartonado e revestido por um tecido decorado com flores que emoldura, na capa, uma pequena gravura reproduzindo uma cena com duas crianças patinando no gelo. Em relevo aparece-nos a palavra “Poesie”. As guardas são constituídas por papel tipo “conqueror”, que protegem 3 cadernos de 10 folhas cada debruadas a ouro. No primeiro encontramos, como se de frontispício se tratasse, uma outra gravura a cores de um cenário idílico e florido, ao gosto neo-romântico, em que de novo surge o título “Poesie” em caracteres bem desenhados em tons dourados, protegido por uma fina folha de papel de seda».

No programa consta também um Recital de Poesia que será feito pelo Sindicato de Poesia.

O SINDICATO DE POESIA é uma associação cultural informal, de múltiplas vozes, que a partir de 1996 começou a surpreender, a sobressaltar os bracarenses com inesperados recitais e intervenções poéticas, divulgando poetas de nome consagrado ou outros que poucos conheciam, mantendo sempre uma coerência estética e de linguagem e uma qualidade performativa que rapidamente conquistaram e envolveram os amantes da palavra escrita e (bem) dita. Em Monção fará uma leitura original sobre a obra poética de João Verde.

Este evento organizado pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho tem o apoio da Adega Cooperativa de Monção.

MONÇÃO EDITA POEMAS INÉDITOS DE JOÃO VERDE

O Reitor da Universidade do Minho e o Presidente da Casa Museu de Monção levam a efeito a cerimónia de lançamento de Álbum de versos inédito de João Verde, a realizar-se no dia 15 de julho (Sábado), nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, sitas em Monção, conforme o seguinte programa.

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Trata-se da publicação de uma edição facsimilada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho de um álbum de versos inédito de João Verde, cujos direitos de publicação foram cedidos a esta Unidade Cultural da Universidade do Minho pelas proprietárias da obra Senhoras Regina e Adelaide Barreto Rodrigues.

Num texto de apresentação da edição desta obra pode ler-se uma breve descrição do álbum manuscrito por João Verde, cerca de 1890, sobre o qual Henrique Barreto Nunes organizador do volume, escreveu: «José Rodrigues Vale utilizou este exemplar intitulado “Poesie” para escrever alguns dos seus versos, certamente já passados a limpo, provavelmente com intenção de os publicar. O álbum, de 20x13 cm, é cartonado e revestido por um tecido decorado com flores que emoldura, na capa, uma pequena gravura reproduzindo uma cena com duas crianças patinando no gelo. Em relevo aparece-nos a palavra “Poesie”. As guardas são constituídas por papel tipo “conqueror”, que protegem 3 cadernos de 10 folhas cada debruadas a ouro. No primeiro encontramos, como se de frontispício se tratasse, uma outra gravura a cores de um cenário idílico e florido, ao gosto neo-romântico, em que de novo surge o título “Poesie” em caracteres bem desenhados em tons dourados, protegido por uma fina folha de papel de seda».

No programa consta também um Recital de Poesia que será feito pelo Sindicato de Poesia.

O SINDICATO DE POESIA é uma associação cultural informal, de múltiplas vozes, que a partir de 1996 começou a surpreender, a sobressaltar os bracarenses com inesperados recitais e intervenções poéticas, divulgando poetas de nome consagrado ou outros que poucos conheciam, mantendo sempre uma coerência estética e de linguagem e uma qualidade performativa que rapidamente conquistaram e envolveram os amantes da palavra escrita e (bem) dita. Em Monção fará uma leitura original sobre a obra poética de João Verde.

Este evento organizado pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho tem o apoio da Adega Cooperativa de Monção.

Mais informações em: www.casamuseumoncao.uminho.pt

PONTE DE LIMA COMEMORA CENTENÁRIO DA MORTE DE ANTÓNIO FEIJÓ

Exposição e palestra abrem comemorações dos 100 anos da morte de António Feijó

O programa comemorativo do primeiro centenário da morte de António Feijó, dinamizado pelo Município de Ponte de Lima, arrancou na passada quarta-feira, 20 de junho, com um conjunto de iniciativas de tributo ao poeta-diplomata ponte-limense – considerado um dos maiores vultos da literatura portuguesa finissecular -, que decorreu na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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A cerimónia oficial, que contou com as presenças do Eng.º Victor Mendes, Presidente do Município de Ponte de Lima, do Dr. Paulo Barreiro de Sousa, Vereador com o pelouro da Educação, e do Eng. Vasco Ferraz, Vereador com o pelouro da Juventude, abriu com a atuação da Academia de Música Fernandes Fão, que interpretou o hino da histórica vila alto minhota, retirado das últimas quadras do celebrizado poema “Inverno” da obra feijosiana “Ilha dos Amores”.

Seguiu-se uma visita guiada pela mostra comemorativa “António Feijó, 1917-2017: memórias e revisitações” que, além de 14 painéis, generalistas e temáticos, evocativos dos principais momentos da vida e obra do autor de “Sol de Inverno”, reúne livros deixados por António Feijó, diversos títulos versados no legado feijosiano e artigos vários de jornais da época, nacionais e estrangeiros, com particular destaque para os periódicos suecos.

A sessão de abertura das comemorações do primeiro centenário de António Feijó ficou também marcada pela palestra “Cancioneiro chinez (1890): tradução e exotismo”, da investigadora Marta Pacheco Pinto, que abordou a faceta de tradutor do poeta ponte-limense, apresentou uma análise da obra que colige vários poemas recriados a partir de “Le livre de Jade”, de Judith Gautier, abordou as diferenças entre as duas edições do “Cancioneiro” e sublinhou o perfil orientalista do escritor de “Novas bailatas”.

Uma comunicação que inaugura um ciclo de conferências dedicado a António Joaquim de Castro Feijó e que mereceu o interesse de todos os presentes, mormente dos familiares do eminente poeta.

A próxima sessão, agendada para 20 de julho - por ocasião da XXII edição da Feira do Livro de Ponte de Lima -, será da responsabilidade de Maria de Fátima Melo que versará sobre a visão poética da mulher em António Feijó.

SESSÃO DE POESIA ENCERRA HOMENAGEM A ANTÓNIO FEIJÓ

“Poesia à Sexta” encerra com homenagem a António Feijó

A quarta e última edição de 2017 de “Poesia à Sexta” – projeto do Município de Ponte de Lima para dinamização de um dos mais reverenciados géneros literários locais – vai ser integralmente dedicada à recitação de poemas da autoria de António Feijó, cujo primeiro centenário de morte se assinala este ano.

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Agendada para 16 de junho, pelas 21h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, a sessão contará com a participação do declamador Carlos Revez, de Luís Dantas – jovem estudante apreciador das composições feijosianas – e do grupo Pequenos Atores do Lima que, alternadamente, recitarão alguns dos textos líricos que notabilizaram o autor de “Transfigurações”, considerado uma das mais notáveis figuras da literatura finissecular portuguesa.

A noite de homenagem ficará também marcada pela atuação de João Barreiro, pequeno artista que entoará dois fados nos momentos de abertura e fecho do recital, designadamente o “Fado Alfacinha” em que Amália interpreta António Feijó.

Marque presença no encerramento de “Poesia à Sexta” e associe-se ao tributo consagrado ao poeta maior de Ponte de Lima.

Esperamos por si!

PONTE DE LIMA EVOCA ANTÓNIO FEIJÓ

Município de Ponte de Lima promove ciclo de conferências dedicado a António Feijó

No quadro das comemorações do primeiro centenário da morte de António Feijó (1917-2017), o Município de Ponte de Lima vai promover um ciclo de conferências destinado a homenagear uma das personalidades mais elevadas da cultura local. A primeira palestra, intitulada “Cancioneiro chinez (1890): tradução e exotismo”, arranca a 20 de junho - dia da inauguração da exposição biobibliográfica de tributo ao poeta-diplomata - com a investigadora Marta Pacheco Pinto a centrar-se numa atividade pouco conhecida do grande público – a da versão para Português de poemas e textos em língua estrangeira.

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Segue-se, a 20 de julho, a conferência “António Feijó: uma visão poética da mulher”, por Maria de Fátima Melo, sessão que decorrerá na Expolima por ocasião da XXII edição da Feira do Livro de Ponte de Lima. 

Depois de um hiato para férias de Verão, o ciclo de palestras regressa a 20 de outubro ao Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima com uma “Conversa sobre o tio António”, orientada por Luísa Castro Feijó e António Maciel Feijó, familiares do autor de “Bailatas”, seguindo-se, a 17 de novembro, João Pimenta, que se debruçará sobre os “Malefícios da doença na poética de António Feijó”.

A 7 de dezembro é a vez de João Afonso Machado ministrar a palestra “Ainda os dois «minhotos, diplomatas e amigos»: (mais correspondência entre António Feijó e o 2.º Visconde de Pindela): da guerrilha portuguesa e da Europa da Grande Guerra”, sessão que encerra o ciclo de conferências dedicado ao poeta-diplomata.

De reiterar que as conversas literárias de tributo a António Feijó – num total de cinco - realizam-se sempre no mesmo horário – 19h00 – e têm como palco privilegiado o Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, à exceção do segundo encontro temático que decorre no recinto da Expolima.

Associe-se às comemorações dos 100 anos da morte de António Feijó e marque presença nas palestras evocativas da vida e obra do grande poeta ponte-limense.

Esperamos por si!

PONTE DE LIMA ASSINALA CENTENÁRIO DA MORTE DE ANTÓNIO FEIJÓ

Município de Ponte de Lima inaugura exposição evocativa dos 100 anos da morte de António Feijó

A 20 de junho - dia em que se assinala o primeiro centenário da morte de António Feijó (1917-2017) -, o Município de Ponte de Lima abre uma exposição de homenagem ao poeta-diplomata ponte-limense, considerado um dos maiores vultos da literatura portuguesa finissecular.

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Intitulada “António Feijó, 1917-2017: memórias e revisitações”, a mostra biobibliográfica de tributo - patente ao público na varanda interior da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) -, congregará 14 painéis, generalistas e temáticos, que evocam os principais momentos da vida e obra do autor de “Sol de Inverno”. Além das telas informativas, os visitantes poderão apreciar os livros deixados por António Feijó, os diversos títulos versados no legado feijosiano e artigos vários de jornais da época, nacionais e estrangeiros, com particular destaque para os periódicos suecos e brasileiros.

A abertura da exposição comemorativa, que poderá ser visitada de 20 de junho a 31 de outubro de 2017, contará com a presença de um coro da Academia de Música Fernandes Fão, que interpretará o hino oficial de Ponte de Lima extraído das últimas quadras do poema “Inverno”, da obra feijosiana “Ilha dos Amores”, e com a palestra “Cancioneiro chinez (1890): tradução e exotismo”, da investigadora Marta Pacheco Pinto, sessão que, agendada para as 19h00, inaugura um ciclo de conferências dedicado ao poeta.

Associe-se à justa homenagem a uma das figuras mais proeminentes da cultura local e compareça na cerimónia de inauguração da mostra evocativa dos 100 anos da morte de António Feijó, agendada para as 18h30, do dia 20 de junho.

Esperamos por si!

POETA JOÃO VERDE NASCEU EM MONÇÃO HÁ 150 ANOS

JOÃO VERDE, 150 - VIDA E OBRA

Dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00, no Cine Teatro João Verde, com entrada a 3,00 €. Uma peça de teatro da Associação Filarmónica Milagrense e da comunidade monçanense para assinalar o nascimento dos 150 anos do nascimento do poeta maior das letras monçanenses. Um espetáculo genuíno e genial. Como João Verde.

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Com estreia no 7º Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho (FITAVALE), que decorreu nos dias 19, 20 e 21 deste mês, a peça de teatro “João Verde,150 - Vida e Obra”, protagonizada pela Associação Filarmónica Milagrense, sobe ao palco do Cine Teatro João Verde no dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00. A entrada tem o valor de 3,00 €.

Com encenação e dramaturgia de Rui Mendonça, da Comédias do Minho, espetáculo teatral conta com a colaboração da comunidade monçanense, visando assinalar os 150 anos do nascimento do poeta e jornalista monçanense João Verde, pseudónimo de José Rodrigues Vale (1866 – 1934).

Na sinopse, pode lê-se: “construímos um espetáculo sobre a vida e obra de João Verde. Porque ambas estão interligadas, ambas se complementam, explicam e se valorizam. A obra de João Verde ganha dimensão ao conhecer-se o autor, ao perceber-se de quanto transborda de genuinidade e genialidade, de feitio e convicções, de ideias e ideais. Duma vida e duma época e para além delas”.

E como ainda há muito a dizer do poeta maior das letras monçanense, ficam mais algumas palavras de Gentil de Valadares: “O nome de João Verde – nome que consubstancia o português de lei, o regionalista fervoroso, o poeta da Galiza mail`o Minho, o funcionário por excelência serviçal, o cidadão amigo do semelhante -, brilhará em letras de oiro, com incontestável direito, legitimamente, no pergaminho monçanense. Quanto dariam outras terras por ter o amor de tal filho”.

Com pesquisa, assistência dramaturgia, desenho de luz e voz off de Paulo Lobato Costa e coreografias e apoio ao movimento de Ana Silva (AllStyles), as interpretações estão a cargo de Ana Silva, Beatriz Felgueiras, Cíntia Guimarães, Cláudia Afonso, Eduarda Pereira, Fernanda Luz, Fernanda Salgado, Gina Mendes, Isabel Nóvoas, José Luis Dias, Lurdes Alegre, Mané Frasco, Maria de Lurdes Gonçalves, Maria Inácia, Marina Sousa, Matilde Oliveira, Paula Gomes, Piedade Coelho, Polycarpo Aperta, Regina Além, Renato Pereira, Rosário Antunes, Sara Além e Tiago Viana.

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FAMALICÃO REALIZA CONCURSO DE QUADRAS A SANTO ANTÓNIO

Concurso de quadras a Santo António arranca amanhã

Arranca amanhã, 1 de junho, o concurso de quadras que decorre no âmbito das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão. A iniciativa promovida pelo pelouro da mobilidade da Câmara Municipal, em colaboração com o pelouro da Família e a Divisão Municipal de Cultura e Turismo tem como tema “A mobilidade e as Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão”.

O concurso decorre até 19 de junho e os interessados em participar devem consultar o regulamento e fazer a sua inscrição através do link https://goo.gl/mVa66l.

Serão atribuídos quatro prémios (1.º, 2.º, 3.º e 4.º) e menções honrosas.

PONTE DE LIMA ATRIBUI GRANDE PRÉMIO DE POESIA ANTÓNIO FEIJÓ

Ponte de Lima - Grande Prémio de Poesia António Feijó. 7 de junho – 15h30 – Auditório Rio Lima

O Grande Prémio de Poesia António Feijó 2017 foi atribuído a Hélder Moura Pereira, pelo livro "Golpe de Teatro", editado pela Assírio & Alvim.

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De acordo com o júri, esta obra “culmina um percurso poético longo e consistente, apresentando uma poesia enraizada nos detalhes da experiência comum e enriquecida por uma cativante energia imagética.”

A entrega do prémio está marcada para o dia 7 de junho, às 15h30, no Auditório Rio Lima.

Instituído em 2016 pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com o patrocínio da Câmara Municipal de Ponte de Lima e da Caixa Agrícola, o Grande Prémio de Poesia António Feijó, evoca este grande Poeta natural de Ponte de Lima, reconhecido como uma das mais notáveis personalidades da cultura local e nacional. Com um valor monetário de € 10.000,00 (dez mil euros) atribuído ao autor distinguido, este Grande Prémio destina-se a galardoar em cada ano um livro em português e de autor português, publicado integralmente e em 1.ª edição.

Em 2016, ano primeiro do Grande Prémio de Poesia António Feijó, o galardão foi atribuído por um júri constituído por José Manuel Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Escritores, pelo Prof. Doutor José Cândido de Oliveira Martins e pela Prof.ª Doutora Rita Patrício, ao poeta, ficcionista e tradutor, Armando Silva Carvalho, pela obra “A sombra do mar” (Assírio & Alvim), publicada no ano de 2015, obra que, segundo o júri, se destaca “pelo rigoroso domínio da arquitetura poética, considerada quer ao nível da composição de cada poema, quer na sequência de poemas que constitui o livro”.

O autor premiado nesta edição de 2017, Hélder Moura Pereira é um escritor e tradutor setubalense, de 68 anos, que soma vários prémios literários, entre os quais o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif.

Licenciado em Filologia Germânica, Hélder Moura Pereira começou a publicar poesia na década de 1970, com "Cartucho", e tornou-se na década seguinte "um dos representantes do minimalismo pós-moderno", segundo biografia publicada na Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas.

"A sua poesia, devedora da tradição anglo-saxónica, ópera, numa urdidura de pequenas cintilações, um minucioso rastreio dos sinais do quotidiano mais prosaico", lê-se na nota biográfica.

Hélder Moura Pereira é autor de, entre outros, "Pela parte que me toca", "Segredos do reino animal", "mútuo consentimento", "Um raio de sol", "Se as coisas não fossem o que são", "Em cima do acontecimento" e "A pensar morreu um burro e outras histórias".

O autor agora premiado foi leitor de literatura portuguesa na Universidade de Londres, deu aulas de português, participou em cursos de educação para adultos e trabalhou no Estabelecimento Prisional de Lisboa.

Hélder Moura Pereira traduziu ainda obras de autores como Marquês de Sade, Guy Debord, Ernest Hemingway, Silvia Plath e Jorge Luís Borges.

O júri, que atribuiu o Grande Prémio de Poesia António Feijó por unanimidade a Hélder Moura Pereira, integrou, nesta segunda edição, o Prof. Doutor José Cândido de Oliveira Martins, a Prof.ª Doutora Isabel Pires de Lima, ex-Ministra da Cultura, e o Escritor Manuel Frias Martins.

MONÇÃO EVOCA POETA JOÃO VERDE

JOÃO VERDE, 150 - VIDA E OBRA

Dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00, no Cine Teatro João Verde, com entrada a 3,00 €. Uma peça de teatro da Associação Filarmónica Milagrense e da comunidade monçanense para assinalar o nascimento dos 150 anos do nascimento do poeta maior das letras monçanenses. Um espetáculo genuíno e genial. Como João Verde.

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Com estreia no 7º Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho (FITAVALE), que decorreu nos dias 19, 20 e 21 deste mês, a peça de teatro “João Verde,150 - Vida e Obra”, protagonizada pela Associação Filarmónica Milagrense, sobe ao palco do Cine Teatro João Verde no dia 3 de junho, sábado, pelas 22h00. A entrada tem o valor de 3,00 €.

Com encenação e dramaturgia de Rui Mendonça, da Comédias do Minho, espetáculo teatral conta com a colaboração da comunidade monçanense, visando assinalar os 150 anos do nascimento do poeta e jornalista monçanense João Verde, pseudónimo de José Rodrigues Vale (1866 – 1934).

Na sinopse, pode lê-se: “construímos um espetáculo sobre a vida e obra de João Verde. Porque ambas estão interligadas, ambas se complementam, explicam e se valorizam. A obra de João Verde ganha dimensão ao conhecer-se o autor, ao perceber-se de quanto transborda de genuinidade e genialidade, de feitio e convicções, de ideias e ideais. Duma vida e duma época e para além delas”.

E como ainda há muito a dizer do poeta maior das letras monçanense, ficam mais algumas palavras de Gentil de Valadares: “O nome de João Verde – nome que consubstancia o português de lei, o regionalista fervoroso, o poeta da Galiza mail`o Minho, o funcionário por excelência serviçal, o cidadão amigo do semelhante -, brilhará em letras de oiro, com incontestável direito, legitimamente, no pergaminho monçanense. Quanto dariam outras terras por ter o amor de tal filho”.

Com pesquisa, assistência dramaturgia, desenho de luz e voz off de Paulo Lobato Costa e coreografias e apoio ao movimento de Ana Silva (All Styles), as interpretações estão a cargo de Ana Silva, Beatriz Felgueiras, Cíntia Guimarães, Cláudia Afonso, Eduarda Pereira, Fernanda Luz, Fernanda Salgado, Gina Mendes, Isabel Nóvoas, José Luis Dias, Lurdes Alegre, Mané Frasco, Maria de Lurdes Gonçalves, Maria Inácia, Marina Sousa, Matilde Oliveira, Paula Gomes, Piedade Coelho, Polycarpo Aperta, Regina Além, Renato Pereira, Rosário Antunes, Sara Além e Tiago Viana.

FAFE ENTREGA PRÉMIOS DE CONCURSO DE POESIA

Entrega dos prémios do II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim"

Decorreu, esta tarde, a entrega dos prémios do II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim".

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Com o intuito de promover o gosto pela poesia e a descoberta de novos talentos, a Rede Bibliotecas de Fafe (RBF), promoveu, nas escolas, o Concurso de poesia 'O Poeta em Mim.'

Pompeu Martins, Vereador da Educação, revelou que "esta iniciativa procura promover o gosto pela poesia e estimular a produção de textos originais.

É importante potenciar a criatividade e o espírito crítico, juntos dos mais novos."

A sessão de entrega de prémios contou com a atuação do Grupo Azul Diferente, da CERCIFAF. 

O Município de Fafe felicita todos os participantes.

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VIZELA APRESENTA "CURTAS POÉTICAS"

Apresentação do livro Curtas Poéticas – Amor dia 3 de junho

No próximo dia 3 de Junho, pelas 17h, decorrerá a apresentação do livro Curtas Poéticas - Amor e a respetiva entrega de prémios, no âmbito da 14ª Feira do Livro de Vizela, que se realiza no Jardim Manuel Faria.

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O júri do concurso foi composto por: Drª Conceição Lima, locutora do programa da Rádio Vizela "Hora da Poesia"; Belmira Paiva, professora no Agrupamento de Escolas de Infias; José Manuel Costa, responsável da Editora Opera Omnia.

As Curtas Poéticas são uma parceria entra a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes e a Microliteratura.

Finalistas Curtas Poéticas - Infantil:

Jorge Pereira. EB Enxertos 1º A
Inês EB Infias 2º B
Maria Clara Macedo. EB Enxertos 1º B
Margarida Oliveira Enxertos 1º B
João EB Infias 2ºB
Luana EB Infias 2º B
Vitor Oliveira. EB Enxertos 1º B
Matilde. Escola Portuguesa de Dili
Eloá Silva. EB S. Miguel 2º E
Jéssica Infias EB Infias 2ºB
Inês EB Infias 2ºB

 

Finalistas Curtas Poéticas - Juvenil:

Diana Azevedo, 9.ºA EB Caldas de Vizela
Carlos Eduardo Carneiro, 9.ºB EB Caldas de Vizela
Mariana Sá, 9.ºB EB Caldas de Vizela
Carlos Daniel Coelho, 9.ºA, EB Caldas de vizela
José João, 9º B EB Caldas de Vizela
Beatriz Lima 9º B EB Caldas de Vizela
Beatriz Pinto, 9.ºA, EB Caldas de Vizela

 

Finalistas Curtas Poéticas - Adulto:

Joaquim Ribeiro
Cristóvão Oliveira 
Custódia Pereira 
Isabel Vilhena 
Renato Costa
Sofia Moraes
Ana Reis
Paulo Marques 
Melissa Aveiro 
Maria Resgate Salta

 

Ilustrações a cargo do Agrupamento de Escolas de Vizela:

Rui Jorge 9º B

Helder Martins 9º B

Bruna Ribeiro 9 C

Carla Freitas 9º E

Carlos Maia 9º C

Carolina 9º D

Cláudia Pereira 9º D

Vera Costa 9º B

Beatriz Teixeira

Ricardo Costa

Tiago 9º D

PONTE DE LIMA LANÇA POESIA DE JOÃO LUÍS DIAS

Sessão de “Poesia à Sexta” acolhe lançamento de livro de João Luís Dias

A terceira edição de “Poesia à Sexta” – projeto do Município de Ponte de Lima para dinamização de um dos mais reverenciados géneros literários locais – vai acolher o lançamento do livro “Olhares in versos”, da autoria de João Luís Dias. A sessão, agendada para 26 de maio, pelas 21h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, permitirá conhecer o último trabalho poético do escritor terra-bourense, que alia aos versos produzidos as ilustrações da pintora e designer Marlene Almeida Soares.

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A apresentação da obra, que estará a cargo de Joaquim Cracel Viana, Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, incluirá momentos de recitação de poesia e de música.

As receitas obtidas com a venda de livros reverterão a favor da uma instituição de Ponte de Lima à escolha do município local.

Celebre a escrita em língua portuguesa e venha conhecer a mais recente criação literária de João Luís Dias.

Esperamos por si!

Sobre o autor:

Vocacionado para a escrita literária e para a produção jornalística, João Luís Dias tem vários livros publicados - de que se destacam “Ecos dum silêncio” (1988), “Sonho em hora de ponta” (1992), “Um poema, uma flor” (2008) e “Coração de algodão” (2011) – e colaborações diversas em órgãos de comunicação social de expansão local e nacional. Fundou a CALIDUM, Clube de Autores Minhoto/Galaicos – associação cultural que preside desde o início –, foi homenageado em 1999 pelo Secretário de Estado da Administração Local pelo seu envolvimento em prol da cultura, e arrecadou o prémio literário de 2012 promovido pela Associação “Amatur” – Pico de Regalados.

João Luís Dias é funcionário do Instituto dos Registos e Notariado, IP e aluno da licenciatura em Relações Internacionais na Universidade do Minho.

FAFE ENTREGA PRÉMIOS DE CONCURSO DE POESIA

II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim" - Entrega dos prémios

No próximo dia 22 Maio (Dia do Autor Português), vai decorrer, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Fafe, a entrega dos prémios do II Concurso Concelhio de Poesia "Poeta em Mim".

Com o intuito de promover o gosto pela poesia e a descoberta de novos talentos, a Rede Bibliotecas de Fafe (RBF), promove, nas escolas, o Concurso de poesia O Poeta em Mim, destinado aos alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário do concelho de Fafe. Para cada escalão (A e B) haverá três prémios (1.º, 2.º e 3.º lugares).

Esta iniciativa visa, essencialmente, fomentar o gosto pela poesia, estimular a produção de textos originais, potenciar a criatividade e o espírito crítico e premiar e divulgar textos inéditos de alunos dos Ensinos Básico e Secundário de Fafe.

PONTE DE LIMA EVOCA OS SEUS POETAS

Poetas do Lima evocados em Sarau Literário. Poesias à Sexta – Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

A segunda edição de “Poesia à Sexta”, que decorreu no passado dia 28 de abril, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, foi inteiramente dedicada a grandes personalidades das Letras que se inspiraram no rio Lima, e nas paisagens bucólicas da histórica vila alto minhota, para a composição de aprumados textos poéticos. Num sarau que recolheu o entusiasmo do público, Cláudio Lima e Fernando Aldeia – orientadores da sessão evocativa - selecionaram trabalhos de 12 figuras de renome literário, local e nacional, que foram sendo declamados em intercalação com a leitura de notas biográficas para melhor entendimento do percurso de cada escritor.

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Diogo Bernardes foi o autor escolhido para abertura do serão, seguindo-se o irmão Frei Agostinho da Cruz e o poeta e pedagogo Sebastião da Gama que, não sendo natural de Ponte de Lima, consagrou em versos o fascínio retirado da contemplação do mítico “rio do esquecimento”. Mas a noite fez-se também de textos de Delfim Guimarães, de Amélia Janny, de Teófilo Carneiro, de António Ferreira, de António Vieira Lisboa, de João Marcos, de António Manuel Couto Viana e de Luís Dantas – refinado leque de escritores que, ligados por nascimento ou afeição a Ponte de Lima, traduziram nas suas composições poéticas a beleza natural do Lima e da terra que o circunda.

Em ano de centenário da morte de António Feijó, o poeta-diplomata ponte-limense foi o protagonista da sessão evocativa. Depois da recuperação dos principais momentos da vida e obra do eminente autor por Cláudio Lima, o escritor Fernando Aldeia leu as últimas quadras do poema “Inverno”, retirado da obra “Ilha dos amores”, que serve de hino à vila que o viu nascer. Hino que se ouviu musicado e que acabou entoado pelos presentes, num momento de partilha e comoção.

A sessão de “Poesia à Sexta” – a segunda num total de quatro encontros – contou com a habitual presença do Dr. Paulo Barreiro de Sousa, Vereador com o Pelouro da Educação do Município de Ponte de Lima. Segue-se, a 26 de maio, pelas 21h00, a apresentação do livro “Olhares in versos”, de João Luís Dias.

PAREDES DE COURA DÁ LUGAR À POESIA

REALIZAR: poesia | Paredes de Coura. De 21 a 25 de Abril de 2017. 2ª edição

Nos dias 21 a 25 de Abril, o REALIZAR:poesia regressa com a sua segunda edição, procurando estabelecer afinidades entre apoesia e as demais atitudes artísticas – literatura, música, cinema, artes performativas, e também aquelas de menos evidente convergência, política, ciência, filosofia, et cetera.  Constitui-se como uma reunião de eventos de múltiplas linguagens e origens em que as leituras, os debates, as conferências, as exposições, os lançamentos de livros, os espetáculos de artes performativas, a exibição de filmes, os concertos musicais se reencontram em Paredes de Coura na esfera da sua essencial afinidade: a poética, no seu sentido mais vasto. Com afinidades às efemérides: 10 anos do desaparecimento de Mário Cesariny e 150 anos dos nascimentos de Raúl Brandão e Camilo Pessanha.

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Acreditando que, para lá da materialidade da linguagem, há uma metalinguagem do imaginário, é nesse lugar exótico de liberdade, de verdadeira sugestão poética, que existe o REALIZAR:poesia - um lugar da e com a população do município.  Repetindo esta utopia, propondo os amigos à inquietação. Em Paredes de Coura, chamam "amigo" a todos os que chegam. A razão do mesmo poema que serviu de mote ao nome da festa, Agora Escrevo” de Alexandre O’Neill, donde se salienta o verso "Nos nossos sonhos entrava gente viva".

Esta edição do REALIZAR:poesia comporta uma dinâmica muito direcionada para a comunidade escolar, levando as afinidades da poesia com o teatro, a dança e a edição aos alunos do Município de Paredes de Coura. O REALIZAR:poesia irá versar em vários espaços da vila de Paredes de Coura. O Centro Cultural será o palco privilegiado de várias iniciativas, no entanto terá lugar em outros espaços como a Caixa de Brinquedos, a Biblioteca Municipal, a feira quinzenal e ruas da vila, intervenções em bares e outros estabelecimentos comerciais da vila.

Após a estreia em 2016, o REALIZAR:poesia volta a receber convidados da mais variada origem que, afinal, se reúne na poesia: Abysmo, Ana Cristina Leonardo, André da Loba, André Gago, António de Castro Caeiro, António Gonçalves, Carla Solano, Carlos Barretto, Carlos Tê, Carlos Veríssimo, Do Lado Esquerdo, Douda Correria, Fernando Echevarría, Fernando Guimarães, Frederica Vieira Campos, Fundação Cupertino de Miranda, Hernâni Lopes da Silva Maia, Inês Veiga de Macedo, Jaime Rocha, Jesús Jiménez Domínguez, João Canijo, João Gesta, João Habitualmente, João Paulo Cotrim, João Paulo Esteves da Silva, João Pedro Azul, João Rios, José Anjos, José Luís Fernandes, JP Simões, Leonor Barata, Manuel Freire, Manuel João Vieira, Manuela Ribeiro, Maria Bochicchio, María José Martin-Velasco, Maria Sousa, Mia Soave, Nazaré da Silva, Nuno Moura, Paulo Campos dos Reis, Paulo Pinto, Pedro Mexia, Raquel Gonçalves-Maia, Regina Guimarães, Rui Lage, Samuel Dias, Livraria Snob, +TAC -Teatro

Amador Courense, Vasco Gato,entre outros.

Este encontro reflete a vontade de querer estar com a poesia,num município a 833 metros de altitude e com 138 quilómetros quadrados sempre aberto a mais um desafio, com um olhar muito atento e concreto para o que há na poesia portuguesa e além-fronteiras.

De 21 a 25 de Abril, o convite é para REALIZAR:poesia em Coura, sem paredes.

PONTE DE LIMA APRESENTA "POESIA À SEXTA"

Segunda edição de “Poesia à Sexta” dedicada ao Rio Lima

No mês do livro e da leitura, a sessão de “Poesia à Sexta” – projeto do Município de Ponte de Lima para dinamização de um dos mais reverenciados géneros literários locais - será inteiramente dedicada ao Lima - rio de memórias e fonte de inspiração de poetas que originou dezenas de textos de louvor, de que se destacam os trabalhos de António Feijó, eminente autor cujo aniversário de morte (1917-2017) se assinala no decurso do ano.

Fernando Aldeia e Cláudio Lima serão os oradores da sessão que decorrerá a 28 de abril, pelas 21h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

Celebre connosco o rio Lima e marque presença na segunda edição de “Poesia à Sexta”.

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JOVENS DE AMARES "PINTAM O CÉU"

“Pintar o Céu II” reúne talento para escrita e desenho dos pequenos amarenses

“Esta compilação espelha a qualidade do ensino que se pratica em Amares”. É desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, se refere à publicação “Pintar o Céu II”, uma coletânea que reúne uma diversidade de poemas elaborados pelos alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas de Amares (AEA).

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A par da visita a todos os Centros Escolares do concelho para oferta dos livros a todos os meninos que fizeram parte deste projeto, o autarca e a vereadora da Educação, Cidália Abreu, que se fizeram acompanhar por Sérgio Silva adjunto do diretor do AEA, congratularam-se com o resultado final “brilhante” deste trabalho, cuja publicação foi apadrinhada pela Autarquia, deixando uma palavra de agradecimento e apreço “a todos os alunos pelo empenho na criação dos trabalhos e aos docentes que os orientaram na conceção do mesmo com toda a dedicação e carinho”.

A obra “Pintar o Céu II” surgiu no âmbito do Plano Anual de Atividades do Departamento do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Amares para o ano letivo 2016/2017. Através desta iniciativa todas as turmas foram desafiadas a escrever poemas com autoria individual ou coletiva, dispondo de toda a liberdade criativa. A seleção dos poemas foi fruto das escolhas de cada turma, respeitando integralmente a forma e o conteúdo definido pelos autores. As representações gráficas, criadas pelos alunos, serviram como ilustração dos temas abordados.

A edição deste livro teve na sua génese, mais uma vez, a motivação para o desenvolvimento da escrita criativa e a valorização dos saberes dos alunos deste nível de ensino, bem como, a melhoria das competências de escrita.

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PONTE DE LIMA PREMEIA POESIA

Entrega de prémios de concurso literário abrilhanta sessão de estreia de Poesia à Sexta

“Poesia à Sexta” – 28 de Abril – 21h00 | Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

A primeira sessão de 2017 de “Poesia à Sexta”, que decorreu na passada sexta-feira, 24 de março, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, revelou os vencedores do “Concurso de Poesia” - competição destinada a premiar trabalhos inéditos e não publicados e a valorizar um dos géneros mais nobres da literatura local.

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Maria Carlos Paredinha Pereira foi distinguida com o “Prémio Revelação”, enquanto José Cândido Rodrigues arrecadou o galardão na categoria “Modalidade Geral”. Depois da leitura dos poemas laureados, os restantes concorrentes envolvidos no desafio literário foram contemplados com certificados de participação, distribuídos pelo Presidente do Município de Ponte de Lima, Eng.º Víctor Mendes.

À cerimónia de encerramento do concurso, seguiu-se a iniciativa “Caminhos da Poesia” – momento marcado pela leitura musicada de poemas que influenciaram o crescimento, intelectual e emotivo, de Laura Correia, declamadora e mediadora da sessão. Perante uma sala lotada, a meia-luz, foram lidos textos de Tarcísio Trindade, Miguel Torga e Fernando Pessoa ortónimo – autores que lhe pautaram a infância e cuja recitação, acompanhada ao piano por João Jardel, foi rematada com “Eu sei que vou te amar”, de Vinicius de Moraes, interpretada por Paula Lima.

A segunda parte de “Caminhos da Poesia” – uma das mais emotivas da noite – fez-se de palavras cantadas. Depois da intensa leitura de “Menino Jesus”, do heterónimo pessoano Alberto Caeiro, ouviu-se a adaptação musicada por Adriana Calcanhotto dos versos de “O outro”, de Mário de Sá-Carneiro, e entoou-se – com a colaboração massiva do público – “Ser poeta”, de Florbela Espanca.

A declamação de três poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen – “Para atravessar contigo o deserto do mundo”, “Retrato de uma princesa desconhecida” e “Nesta hora” – e a interpretação de “Porto sentido” – música celebrizada por Rui Veloso, da autoria do letrista Carlos Tê – encerraram a sessão de estreia de “Poesia à Sexta”, projeto dinamizado pela Biblioteca Municipal com o objetivo de divulgar composições poéticas em Língua Portuguesa.

O segundo “Poesia à Sexta” está agendado para o dia 28 de abril, mês do livro e da leitura. Nesse encontro homenagear-se-á o “Rio Lima”, com poemas vários sobre um elemento paisagístico de reverência literária, por Fernando Aldeia e Cláudio Lima.