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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO EXPÕE PINTURA NA CASA MUSEU

Exposição de pintura da 2ª Bienal Internacional de Gaia intitulada “Espaço residual”  na Casa Museu de Monção/UMinho, a partir de 21 de julho

Realiza-se no próximo dia 21 de julho (sexta-feira), pelas 16h00 a inauguração da exposição de pintura intitulada "Espaço residual", inserida na 2ª Bienal Internacional de Gaia.  A exposição estará patente ao público até ao dia 15 de setembro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Artistas participantes:

Ana Pérez Valdés, Macarena Montesinos, Marta Quinteiro Vilar, Alejandra Lago, Blanca Nieves, María Xosé Domingues, Irene Romero, Gabrielle Mendieta, Patrícia Coucheiro, Olivia Oltmanns, Vanesa Soares Loureiro, Aitana Tubío, Yatir Fernández, Ivan Lucas, Dimitri Pino Viktorov, Montse Martinez, Patrícia Oliveira e Ricardo de Campos.

Espaço residual – breve síntese

«No ano em que a Bienal de Gaia se pretende afirmar num contexto de internacionalização, impunha-se que o polo de Monção, pela sua localização geográfica transfronteiriça, fosse já um elo de integração de artistas provenientes de outros países.

Neste importante evento organizado pela Cooperativa Artistas de Gaia, participam artistas oriundos de vários pontos de Espanha, dos Estados Unidos da América e de Portugal, que na sua maioria frequentam o Mestrado em Arte Contemporânea, criação e investigação, da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Vigo em Pontevedra. Fica, desde logo, esta intenção de aproximação de culturas e saberes.

Para esta mostra os artistas partiram de um exercício de deposição objetual, no qual não existe um tema ou fio condutor que relacione os trabalhos entre si. São objetos que num determinado momento e num determinado contexto significaram algo para cada um dos seus autores. Trata-se de uma acumulação de “coisas” que agora vão repousar em jeito de resíduo na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e no Arquivo Municipal de Monção.

Esperamos que este encontro seja profícuo para os artistas, para a organização, para as populações».

A entrada é livre!

PINTORA GLÓRIA COSTA EXPÕE EM VIZELA

1 a 30 de Julho: Exposição ‘A Viagem pelo Mundo das Cores’, de Glória Costa, na Loja Interativa de Turismo

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A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição ‘A Viagem pelo Mundo das Cores’ de Glória Costa, de 1 a 30 de julho.

Título: ‘A Viagem pelo Mundo das Cores’

Sinopse da exposição:

Nas telas da pintora Glória Costa, há uma simbiose colorida, que se une à árvore da Vida, entrelaçada por ramos floridos, unidos a pétalas em flor, que são uma verdadeira dimensão, de braços dados com a Natureza.

Por esses ramos, viajamos por caminhos cruzados com a nossa visão, essa que nos entrega, a beleza infinita do acto de viver.

Glória Costa questiona a existência do amor, esse tesouro escondido, nas suas telas. São ramagens presentes no interior da sua vida, cujos tons azulados, celestiais, são o verdadeiro reflexo do seu lindo olhar.

É um prazer percorrer com a nossa visão, a verdadeira beleza das suas telas, que são encantos inebriantes, que abraçam, o pulsar doce e inquieto, do soluçar mágico da natureza.

Glória Costa é uma jovem promessa na arte da pintura, pois oferece-nos a magia, o colorido e a intensidade do seu pulsar inquieto, de viver e sorrir, contemplando a natureza, em todas as suas dimensões.

Jorge Vieira

Poeta-declamador

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Nota biográfica:

Maria da Glória Novais da Costa nasceu em 1975 na cidade de Fafe e atualmente reside em Rio Tinto.

Iniciou a sua atividade artística, em 2005. Ao longo destes anos desenvolveu e aprofundou as suas capacidades artísticas. Já participou em mais de uma centena de exposições coletivas e individuais, em Portugal de norte a sul do país. Em Espanha (Pontevedra, Galiza, Barcelona e em Oropesa) e no Brasil (Minas Gerais, Rio de Janeiro e Brasília). Também expôs na Noruega (Oslo), França (Carrossel do Louvre) e em Londres. Está representada em vários livros de arte internacional, livro de Arte Artits Across Continents, Livro State of The Art volume IV e no livro Bienal Guía de Arte, edição em Barcelona. As suas obras estão representadas, em galerias, em capas de livros de poesia, em ilustrações, em calendários, em postais, em museus, em várias coleções particulares nacionais, no estrangeiro, em galerias online em Portugal e em vários sites estrangeiros.

Atualmente e em paralelo à pintura, Glória Costa dedica-se ao artesanato e à escrita tendo já editado dois livros e participado em diversas coletâneas e antologias.

Pode conhecer melhor o seu trabalho através https://www.facebook.com/gloria.costa.374

A VALSA É UMA DANÇA DE ORIGEM POPULAR E FOLCLÓRICA E NÃO ARISTOCRÁTICA

Afirmou Mikhail Glinka – o famoso compositor que viveu no século XIX e é reconhecido como o fundador da escola nacional da música russa – que “Quem cria a música é o povo; nós, os artistas, só fazemos os arranjos”. Quer isto também significar que, de igual modo, também não possui origem aristocrática nem burguesa e, toda a criação erudita, se inspira nas raízes culturais genuinamente populares e nacionais.

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A dança dos camponeses, de Pieter Bruegel (1525-1569)

Muitos foram os compositores que inclusivamente interpretaram composições do nosso folclore como se verificou com Domenico Scarlatti. Os exemplos são tantos que não caberiam num pequeno artigo que se pretende para publicação num blogue.

Vem isto a propósito da ideia errónea insistentemente propagada segundo a qual a valsa é uma dança com origem aristocrática, geralmente executada nos grandes salões da nobreza dos países do centro da Europa.

Sucede que, à semelhança de muitos outros divertimentos populares que os nobres levaram para os seus palácios a fim de os aliviar um pouco da sua vida enfadonha, também a valsa era uma dança de origem rural que remonta pelo menos a meados do século XVI, na região da Provença, em França, com a denominação de “Volte” e também no norte de Itália, sob a deignação “La Volta”. Só a partir dos começos do século XIX passa a ser conhecida entre os germanos, nas regiões que actualmente formam a Áustria e a Alemanha, também no meio rural e mantendo as suas características folclóricas. É então que surge o termo “valsa” a partir do vocábulo germânico “waltzen” que, às semelhança das designações francesa e italiana, quer dizer “dar voltas”.

Enquanto a valsa adquiria cada vez maior aceitação entre o povo sobretudo do meio campestre que a assimilava no seu folclore, ela chegou a ser proibida na corte alemã por ser considerada vulgar e até imoral, sendo geralmente repudiada pelas classes mais elevadas da sociedade, incluindo a própria aristocracia.

Só após a derrota de Napoleão Bonaparte e, mais precisamente por ocasião da realização na Áustria, em 1815, do Congresso de Viena, na qual esteve presente a nata da nobreza e dos políticos de diversos países europeus, é que a valsa passou a ser introduzida nos salões da nobreza europeia, tendo cabido tal feito ao músico austríaco Sigismund Neukomm.

Foi este mesmo músico que, a convite do Conde da Barca, António de Araújo e Azevedo, se deslocou em 1816 ao Brasil para ser professor de D. Pedro I, ao qual ensinou composição e harmonia, e da Princesa Leopoldina, a quem ensinou piano. Aliás, segundo vários historiadores e de acordo com registos no diário de Sigismund Neukomm, terão sido da autoria de D. Pedro I as primeiras valsas compostas no Brasil. Tradição que teve continuação através de outros compositores brasileitos famosos como Villa Lobos, Carlos Gomes, Ernesto Nazaré, Chiquinha Gonzaga, entre outros.

Em jeito de conclusão, parafraseamos o que disse o grande compositor Mikhail Glinka, adaptando as suas palavras à razão deste texto: O povo criou a valsa; a nobreza limitou-se a dançá-la!

Carlos Gomes

EXPOSIÇÃO PINTURA DE JOANA DEGUES “GESTOS D`ALMA”

Casa Museu de Monção/UM

Joana Degues, natural de Monção, tem 24 anos. Licenciada em Arte e Design, dedicou-se à pintura há sensivelmente dois anos, tendo já participado em várias exposições em Portugal e Espanha. Os trabalhos apresentados nesta exposição revelam “Gestos D`Alma” desta jovem e promissora pintora monçanense.

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As telas transpiram emoções e retratam estados de espírito através de rostos e corpos carismáticos com um cromático distinto” Joana Degues

Terça a sexta-feira: 09h30 às 12h00 e 14h00 às 17h00. Sábados: 14h00 às 18h00.

10 de junho, sábado, 7h30

GPS EPIC SERIES 5ª ETAPA

NA ROTA DA COCA

Promovida pelo Clube de Cicloturismo de Monção com apoio da autarquia monçanense, 5ª etapa deste circuito engloba provas de 35, 55 e 75 quilómetros pelas magníficas paisagens e bosques do concelho de Monção. Inscrição, no valor de 5,00 €, garante brinde, seguro, banho e track GPS. Orientação exclusiva por GPS. Abertura do secretariado às 7h30.

Informações/Inscrições: www.gpsepic.com

Os mais belos recantos de Monção à distância de uma pedalada.

10 e 11 de junho

VI SEMANA CULTURAL DO VALE DO GADANHA

Terreiro de Santa Luzia, Moreira

Com organização do Centro Desportivo, Recreativo e Cultural de Moreira, a VI Semana Cultural do Vale do Gadanha proporciona a residentes e visitantes um vasto programa cultural e etnográfico. Um dos pontos altos tem lugar no domingo com a Feira de Sabores Tradicionais e Artesanato. Apresentação de artigos e produtos genuínos que saem do amanho da terra e da criatividade empírica da gente do campo.

No sábado à noite, pelas 22h00, realiza-se o espetáculo “Os sons que nos unem”, no Cine Teatro João Verde. A entrada tem o custo de 3,5 €. Participação do Grupo de Cantares Terras de Santa Maria de Ervedal, Academia de Música da Fortaleza de Valença, Grupo de Cavaquinhos Flores da Terra, Grupo Coral Infantil de Moreira e Rusga Cantares da Ribeira. 

Envolva-se neste som que nos une. Assista ao espetáculo.

11 de junho, domingo, 15h00

XV FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE MAZEDO

Largo da Igreja

Concentração dos grupos na creche do Grémio Social de Mazedo. Atuações no Largo da Igreja com a participação do agrupamento anfitrião, Grupo de Danças e Cantares de Mazedo, do Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos (Satão), do Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates (Póvoa de Varzim), do Grupo Folclórico de Stª Cristina de Valeixe (Espanha). Presença também do Grupo de Teatro Amador Tuka-Tuka.

A voz e o som da tradição. Em Mazedo. Venha assistir.

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PINTORA JOANA DEGUES EXPÕE EM MONÇÃO

Monção expõe pintura "Gestos D'Alma" de Joana Degues na Casa Museu de Monção/UMinho

Serve o presente para informar V. Exas que se encontrará patente ao público a partir do dia 9 de junho e até ao dia 18 de julho, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura da jovem artista monçanense Joana Degues, intitulada "Gestos D'Alma".

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Segundo a jovem artista:

«As telas transpiram emoções e retratam estados de espírito através de rostos e corpos carismáticos com um cromático distinto».

A entrada é livre!

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

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VIZELA EXPÕE PINTURA

Exposição de Pintura de Paulo Gonçalves na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição de pintura “Desassossegos” de Paulo Gonçalves, de 1 a 30 de junho.

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Título: “Desassossegos”

Sinopse da exposição:

A Pintura de Paulo Gonçalves é feita de inquietações, de emoções ao rubro e da impotência em inverter os caminhos do tempo. A sua Pintura nasce da necessidade de criar, de expor emoções e finalmente da busca da sua paz interior.

Pinta profusamente na ânsia de voos ousados ao inconsciente onde enxuga linhas de fuga de desassossegos e de incongruências.

Os pigmentos que mistura em linhas, luz e sombras fazem da tela um poema que sabe de cor, onde esconde o grito dos dias em que se reinventa.

Nota biográfica:

Paulo Manuel Fonseca Gonçalves nasceu em Beja a 15 de agosto de 1977.

A sua paixão pelo Desenho desde a infância, fez despertar, mais tarde, uma outra grande paixão: a paixão pela Pintura, na qual se iniciou como autodidata. Contudo, devido à sua insatisfação artística e necessidade de adquirir novos conhecimentos, frequentou aulas de Pintura prática na Fundação Jorge Antunes.

Para o artista, a Pintura é o meio pictórico de eleição que lhe permite exprimir sentimentos, inquietações e anseios. As suas obras artísticas estão carregadas de metáforas e simbolismo.

Tem participado desde 2010 em várias exposições individuais e coletivas. Assina as suas obras como “Fonseca”, em homenagem à mãe.

CERVEIRA HOMENAGEIA PINTOR JAIME ISIDORO

Inaugurado mural de homenagem ao pintor Jaime Isidoro

A fachada principal da Casa do Artista apresenta-se, desde esta quinta-feira, como mais um atrativo de visita à ‘Vila das Artes’. Integrada no evento ‘Desencaminharte’, a intervenção artística da autoria de Ana Torrie resulta num mural de homenagem ao pintor Jaime Isidoro, cuja inauguração contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, do presidente da CCDR-N, Prof. Dr. Fernando Freire de Sousa, e do primeiro Secretário Executivo da CIM Alto Minho, Eng.º Júlio Pereira.

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Promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, o ‘Desencaminharte’ – Festival de Arte Pública em meio rural e natural -, decorre, entre 1 e 4 de junho, nos 10 municípios alto-minhotos em 10 locais distintos, nos quais acontecem 10 intervenções de 10 artistas convidados.

Cerveira, ‘Vila das Artes’ recebeu, esta quinta-feira, o arranque oficial deste evento com a inauguração da primeira intervenção artística. Trata-se de um mural em homenagem a um dos fundadores das bienais de Cerveira, Jaime Isidoro, que nasceu na parede principal da Casa do Artista e cujo perfil do pinto, acompanhado do seu gato de estimação, é perfeitamente reconhecido. “Motivada a criar uma imagem que representasse Jaime Isidoro, o pai da Bienal de Cerveira, e mantendo um tema recorrente no meu trabalho, desenhos de retratos de família, decidi inaugurar uma nova fase do meu trabalho. O desafio de retratar este “pai”, Jaime Isidoro e as suas histórias de família, foi concretizado em apenas dois dias, e o trabalho está à vista de todos”, disse a artista Ana Torrie.

Louvando a realização de uma iniciava desta natureza, o presidente do Município de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, realçou “um mural muito bem conseguido e que dignifica o homem que quebrou a utopia”. “Jaime Isidoro é um dos responsáveis por trazer cultura desta grandiosidade para Vila Nova de Cerveira, uma pequena vila gravada no território do Vale do Minho e que era quase que desconhecida no final da década de 70. A utopia foi quebrada, vencida e, hoje, todos nós atestamos essa realidade, com as bienais de Cerveira a comemorarem em 2018 o seu 40º aniversário, e a colocarem no mapa Cerveira”.

Por sua vez, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Prof. Dr. Fernando Freire de Sousa, enunciou dez razões para aceitar o convite para a inauguração. “É na cultura que vamos encontrar a raiz da sociedade; é um evento de arte pública; tem subjacente o cruzamento de vários tipos de intervenção em espaço rural; o cruzamento entre cultura e economia, e a consequente projeção que o turismo está a ter em Portugal, nomeadamente no Norte; o prazer de testemunhar a realização de um grande evento que conta com o apoio de uma CIM; a homenagem à descentralização cultural;  por ser a casa de Jaime Isidoro; a referência da bienal no contexto de afirmação desta localidade; o incentivo a novos artistas e novos trabalhos; e o desencaminhar os turistas a conhecer outras localidades”, afirmou.

Entre os vários artistas e entidades locais e distritais presentes nesta inauguração destacou-se o filho do artista, Daniel Isidoro, acompanhado pela esposa, que se manifestou muito satisfeito com o resultado final da intervenção artística de Ana Torrie.

A primeira edição do ‘Desencaminharte’ acontece desde o nascer do sol de dia 1 até ao pôr-do-sol de dia 4 de junho. Valorizar o Alto Minho como destino cultural e turístico, passa por desencaminhar a comunidade para este evento de reforço da região na qualidade de plataforma do Alto Minho. A programação do festival apoia-se na atividade diária de (a)gentes locais que promovem o meio rural e propõe a mobilização de visitantes para o seu trabalho, para a natureza, a paisagem, a arte, as múltiplas atividades ao ar livre, um pretexto para dormir sob as estrelas e descansar da cidade. Mais informação em: http://www.desencaminharte.altominho.pt

CARLOS CALHEIROS EXPÕE PINTURA EM PONTE DE LIMA

Município de Ponte de Lima inaugura exposição de pintura de Carlos Calheiros

O Município de Ponte de Lima inaugura no próximo dia 3 de junho, pelas 18h00, uma exposição de pintura de Carlos Calheiros, intitulada “A terra que me viu crescer”. A mostra, que estará patente ao público na varanda interior da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, integra trabalhos de pintura a óleo e a aguarela sobre a histórica vila alto minhota e os elétricos do Porto.

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A cerimónia de abertura da exposição individual de pintura incluirá momentos de declamação de poesia e apontamentos musicais.

“A terra que me viu crescer” poderá ser visitada até ao dia 17 de junho.

Sobre o artista:

Natural de Refoios do Lima, concelho de Ponte de Lima, Carlos Calheiros exerce funções de Técnico Superior na ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho. Profundamente ligado ao mundo do desporto, Carlos Calheiros ocupa o cargo de vice-presidente da AFVC – Associação de Futebol de Viana do Castelo –, tendo passado pela A. D. “Os Limianos” e pelo “Viana Taurino Clube” na qualidade de atleta.

Desenvolve há cerca de um ano trabalhos de pintura, estando atualmente inscrito na escola SOARTE de Viana do Castelo.

PAULA PICUETA EXPÕE EM VIZELA

2 a 31 de maio: Exposição de Paula Picueta na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição de Paula Picueta, de 2 a 31 de maio.

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Biografia:

‘A obra de Paula Picueta nasce, primeiramente, de uma pesquisa formal e cromática que se destaca brilhantemente na fluidez da composição e na ligação surpreendente das cores. É importante também, destacar duas formas bastante distintas de pintura na sua obra, que dividem, de certa forma, os seus trabalhos. Por um lado, na pintura em tinta acrílica nota-se uma composição muito pensada e cuidada que, depois, revela uma enorme atenção aos pormenores, tornando-se um trabalho mais íntimo e, por sua vez, com dimensões, por norma, mais pequenas. No entanto, na pintura a óleo sente-se um grande afastamento da anterior, Existe uma agressividade com as formas e com a própria composição que complementam o trabalho em si. Ou seja, a quase obsessiva pormenorização transforma-se numa liberdade compositiva que se sente em cada pincelada. Sentimos uma ligação à sua terra natal que, no entanto, nos levam por outros caminhos e nos lembram das planícies e cores africanas que ganham grande impacto na sua obra depois de ter exposto em Angola junto com alguns dos mais conceituados artistas do país. Todo o percurso da artista é transparente na sua pintura. O seu caminho, também nós o podemos percorrer ao contemplar e observar cada uma das suas obras.’

João Miguel

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BARCELOS HOMENAGEIA O ARTISTA CARLOS BASTO NO SEU 85º ANIVERSÁRIO

Galeria Municipal de Arte expõe as escolhas de uma vida dedicada à cultura. São 85 obras, cada uma a 85 euros para assinalar os seus 85 anos

Durante cinco dias, o Município de Barcelos vai homenagear o pintor e aguarelista barcelense Carlos Basto, que completa 85 anos no dia 20 de Abril, realizando uma exposição na Galeria Municipal de Arte, em que estarão patentes 85 obras, realizadas ao longo da sua vida artística.

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Para o Presidente da autarquia Miguel Costa Gomes, esta homenagem é “ uma forma que o Município de Barcelos encontrou para agradecer ao artista Carlos Basto o contributo que deu e que continua a dar para que Barcelos tenha mais visibilidade e projeção. Com esta exposição, teremos a oportunidade de celebrar os 85 anos de um ilustre e dedicado cidadão barcelense, um artista multifacetado que em todas as suas obras faz questão de refletir o orgulho que sente em ser barcelense e a extraordinária história e cultura do nosso concelho. E tenho a a certeza de que a galeria estará repleta de amigos ansiosos por brindar com Carlos Basto a mais um ano de arte, cultura e alegrias”.

Carlos Basto, grato pela forma como se sente acarinhado pelos barcelenses e pelo público em geral, vai, durante o evento, disponibilizar as suas obras pelo valor simbólico de 85 euros.

No dia 20 de Abril, dia do seu aniversário, pelas 21h00, decorrerá uma tertúlia com a participação de pintores, críticos de arte e o público em geral, em que o tema é “A Cor e o Traço na Pintura Barcelense”.

ARCUENSE MUTES EXPÕE NA SUÉCIA

The Merging of feelings and colours

Mutes e Gudrun Regel, são dois amigos que se conheceram decorria o ano de 2013 ou 2014, onde Gudrun iniciava os seus primeiros passos na pintura. A convite de Mutes, visitou Arcos de Valdevez, onde rapidamente se apaixonou pelo clima e pela nossa Serra. Após alguns dias no atelier a experimentar técnicas, chegaram propostas para exposições. Braga, mais tarde Ponte da Barca e Arcos de Valdevez foram os 3 locais por onde Gudrun já expos entre 2014 e 2016.  Desta feita o convite estendeu-se para Mutes, onde a sua Arte de Des-Cubismo Contornismo, vai conhecer novos Países, desta feita no museu da cidade de Ulricehamn, na Suécia, com inauguração a dia 28 de Abril até ao dia 15 de Maio.

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- Expor na Suécia ou em outro Pais é sempre um desafio para mim, a oportunidade de levar minha arte a outros pontos deste Globo é algo que nos satisfaz imenso, para isso é que trabalho todos os dias na arte, independentemente de ter um trabalho de 7 horas diárias. Nos últimos 3 anos este é já o sétimo Pais onde exponho internacionalmente, nunca deixando de fazer exposições em território nacional, numa média de 15 anuais. Tudo isso dá-me imensa força e vontade para pintar ainda mais, conhecer novas culturas novos locais e levar a minha arte a novos rumos onde ela é pedida, apreciada e comprada.

Mutes,  nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmente em Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções  nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política em alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projeta várias exposições, foi fundador e curador dos coletivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

GudRun Regel, nasceu na Alemanha e vive atualmente na Suécia desde 2008. É pintora Autodidacta.  A pintura entrou na sua vida relativamente cedo, começou a pintar depois de um verão de inspiração na Sicília em 2011. Já fez cerca de 2 dezenas de exposições, 4 delas em Portugal, Alemanha e outras no seu País de residência, a Suécia. Além da arte, trabalha diariamente na area da saúde, com pessoas física e mentalmente debelitadas, essencialmente pessoas autistas.  Toda esta experiencia, enriquece-a. O lado sentimental é por vezes um peso para si, pois não é facil digerir aquilo com que se depara no seu dia-a-dia, quase que sendo obrigada a fazer-se de inflexível e muda. Todas essa emoções refletem-se no seu trabalho artistico, mexendo com a pintora  interiormente. Quando pinta encontra-se num outro mundo, elevando a sua carga emocional.

- Os meus sentimentos influenciam as minhas pinturas, libertando-me. Aquilo que não consigo exprimir sentimentalmente na profissão, tento faze-lo  através da minha Arte. Nas minhas criações não utiliza pinceis, pinto essencialemnte com os dedos, esta é uma forma tenho de  sentir ainda mais a arte, a forma como pinto transmite em mim um bem estar, agrada-me que a pintura comunique comigo.

PINTORES MUTES DE ARCOS DE VALDEVEZ E MIGUEL MOREIRA E SILVA DE BRAGANÇA EXPÕEM EM LISBOA

Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes  & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio

Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.

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Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.

Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.

Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."

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CELORICO DE BASTO CELEBRA O AMOR E A VIDA

“Celebração” ao amor e à vida em exposição em Celorico de Basto

A exposição “Celebração” de José Rodrigues em colaboração com a pintora Raquel Rocha está presente no Centro Cultural Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, de 10 a 31 de março. Na cerimónia de abertura da exposição os convidados tiveram a oportunidade de conhecer a “obra” ao pormenor meticulosamente explicada pela coautora Raquel Rocha.

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“É uma honra para Celorico de Basto ter patente no centro cultural uma exposição tão rica de tão prestigiada figura das artes e autor da estátua do cardeal D. António Ribeiro, José Rodrigues. Como diz a Raquel Rocha, artista fantástica e coautora deste trabalho, o mestre era de facto um homem de quem só se pode ter uma admiração profunda pela entrega, pelo preciosismo, pela dedicação à arte”, disse o vereador da Cultura da Câmara Municipal de Celorico de Basto, presente na abertura da exposição.

Uma exposição que não é mais que a “celebração ao amor e à vida, tendo como tema o erotismo, em que o mestre tem um gesto livre e solto e eu um traço minucioso” disse Raquel Rocha. A coautora percebeu que tinha algo em comum com José Rodrigues, também o mestre nos seus desenhos se centrava na temática do erotismo então, por intermédio de Filha Ágata Rodrigues, em 2012, foi apresentada ao mestre que aceitou fazer este trabalho conjunto. “A minha admiração pelo mestre é de tal forma profunda que tive que pedir de forma indireta para desenvolver este trabalho conjunto, eu propôs mas temi ao mesmo tempo. E, de facto, ter os olhos do mestre sobre a minha obra não foi fácil mas, nos momentos em que me vi fraquejar o mestre ensinou-me a ter coragem e incentivou-me sempre a trabalhar sem nunca perder o meu traço, muito complexo, minucioso e estruturado. É um trabalho que se complementa, o traço de um vai ao encontro do traço do outro. É um gosto particular de falar sobre amor e representa-lo na obra de arte” reforçou a pintora.

A filha de José Rodrigues mostrou-se muito agradecida e diz que esta exposição vem “celebrar José Rodrigues, o amor e vida”.

A abertura contou com uma série de convidados nomeadamente com a esposa de José Rodrigues, Deolinda Rodrigues.

Importa salientar que a exposição estará em exposição até ao dia 31 de março e que no dia 19 a coautora fará uma visita guiada à mesma com todos os interessados.

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PINTOR MANUEL MALHEIRO EXPÕE EM BARCELOS

A exposição do pintor Manuel Malheiro, "Metamorfoses Solares II", inaugura a 11 de março, na Sala Gótica dos Paços do Concelho, e pode ser visitada até 16 de abril.

O artista expõe em Barcelos um conjunto de obras que versa sobre a figura do galo em múltiplos contextos e culturas. Ao longo da História, o galo assimilou diferentes simbolismos um pouco por todo o mundo, desde o país do sol nascente às terras gaulesas. Na exposição, o artista propõe novos olhares sobre o galo à luz destas representações.

Informação adicional

Nasceu em Monção. Reside e trabalha em Matosinhos. Possui o Curso Superior de Desenho e o Mestrado em Artes Visuais e Intermédia da Escola Superior Artística do Porto, ESAP, onde foi professor. Foi assistente do Prof. Sá Nogueira na Escola Superior – Gallaecia, Vila Nova de Cerveira. Entre 1994 e 1998 lecionou no CLIP – Escola Internacional do Porto e no ensino oficial, em Viana do Castelo. Estágio de Desenho na National Academy of Design School of Fine Arts of New York. Leciona Artes Visuais no curso superior de Artes e Multimédia do ISMAI.

Participou em várias exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais: Mónaco / Alemanha / França / Espanha. Presente em várias coleções particulares.

FAMALICÃO EXPÕE UNIVERSO PICTÓRICO DE PEDRO CASQUEIRO

Universo pictórico de Pedro Casqueiro na Ala da Frente em Famalicão. Exposição “Desordem Vertical” patente ao público até 27 de maio com entrada livre

Há ordem e desordem em simultâneo na Galeria Municipal de Arte Contemporânea em Vila Nova de Famalicão. Não se trata propriamente de uma coexistência, mas antes da forma como cada visitante pode interpretar os quadros que Pedro Casqueiro trouxe até à cidade famalicense com uma temática “suficientemente vaga para abranger o conjunto das coisas”.

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A exposição “Desordem Vertical” foi inaugurada no passado sábado, 4 de março, com a presença do autor, e estará patente ao público até ao dia 27 de maio de 2017, com entrada livre.

Na pequena sala do Palacete Barão da Trovisqueira pode assim ser apreciado o universo pictórico de Pedro Casqueiro, que explora formas, registos, diagramas, estruturas mentais e visuais, denunciando uma pintura de pendor abstratizante.

“Na Ala da Frente apresentam-se obras que nos permitem aceder a este onde somos desafiados a uma observação cuidada e de atenção demorada, tempo necessário para convivermos com o corpo da pintura”, refere a propósito da exposição António Gonçalves, curador da galeria.

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Pedro Casqueiro tem tido um percurso singular, coerente e com uma prática exigente do exercício da pintura. A pintura como forma de pensamento que vai sendo explorada nas mais cuidadas pesquisas, com recurso à cor, às formas geométricas que constroem universos de reflexão, de ironia, de profundidade de observação.

Pedro Casqueiro nasceu em Lisboa em 1959 onde vive e trabalha. Frequentou o curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Desde de 1981 que tem apresentado o seu trabalho em numerosas exposições individuais e coletivas.

Recorde-se que a Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia”, José Pedro Croft, com “Prova de Estado”, e Pedro Cabrita Reis com “Ridi Pagliaccio”.

FICHA TÉCNICA

Título da exposição: "Desordem Vertical"

Autor: Pedro Casqueiro

Data: 4 de março de 2017 a 27 de maio de 2017

Horário: Terça a Sexta das 10h00 às 17h30. Sábado das 14h30 às 17h30.

Encerra aos domingos e feriados.

Entrada: Gratuita

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PINTORA BARCELENSE SABINA FIGUEIREDO EXPÕE EM VIZELA

13 de fevereiro a 30 de março: Exposição de Sabina Figueiredo na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição ‘Contrastes’, de Sabina Figueiredo, de 13 de fevereiro a 30 de março.

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“Contrastes”

“Contrastes” foi o nome que escolhi para esta exposição onde quis mostrar dois estilos (o figurativo e o abstrato), em dois suportes distintos (o papel e a tela) e tonalidades diversas (o preto, o branco e o colorido).

Em estilo figurativo apresento várias representações do corpo humano nu. Imagens que criei, desenhei e pintei com a sensibilidade que o tema merece, tendo procurado para cada uma delas uma visão poética, que parta de imagens vulgares e as torne singulares. O corpo humano é na realidade uma obra de arte e o “nu artístico” tem a capacidade de inspirar e despertar emoções.

Em estilo abstrato, apresento apenas duas obras, a carvão, que têm como base o contraste em traços rectos e curvos (que definem a imagem) e entre tons claros e escuros (que preenchem os espaços). Foram desenhados sem a intenção de mostrar “algo”, mas sempre com a inspiração artística em mente. Não são uns “rabiscos”. Isso ninguém pode dizer. Também não precisam de parecer alguma coisa… são simplesmente abstratos! Deixo ao critério dos diferentes observadores a sua interpretação. 

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SABINA FIGUEIREDO

Pintura

Sabina Figueiredo nasceu em Vila Seca, no concelho de Barcelos, a 1 de Julho de 1958, mas foi em Moçambique que estudou e viveu até aos 17 anos. Regressada desta ex-colónia, em 1975, prosseguiu os seus estudos em Barcelos, onde iniciou também o seu percurso profissional. Desde 1984, trabalha como Agente da Polícia de Segurança Pública, em Braga, cidade onde vive desde então.

O seu interesse pela pintura e pelo desenho foram notados desde cedo e já na adolescência, esboços, aguarelas e desenhos ocupavam parte do tempo livre de Sabina. No entanto, apenas em 1996, decidiu retomar este hoby e apostar sua formação artística, de forma maioritariamente autodidata. No sentido de aprofundar e consolidar os seus conhecimentos, entre 2005 e 2009, frequentou o curso de formação em Artes Plásticas, no Atelier Livre da junta de freguesia de S. Tiago da Cividade, em Braga.

Exposições anteriores

2006 | Excertos do Real – Galeria da Junta de Freguesia de S. Victor (Braga)

2007 | Formas e Natureza – Torre de Menagem (Braga)

           Formas e Natureza – Posto de Turismo de Esposende

           Exposição coletiva de artes plásticas no Instituto Português da Juventude (Braga)

           Dias da Criação – Exposição coletiva na Casa da Eira Longa (Boticas)

2007-11 | I, II, III, IV e V Encontros de Pintura do Regimento de Cavalaria n.º 6 (Braga)

2007-10 | Exposição Aberta – Exposição coletiva de artes plásticas no Theatro Club (Póvoa de Lanhoso)

2008 | Arte e Criação II – Exposição coletiva em Vieira do Minho

2008 | Filo-café “Salvação e Justiça” no Orfeão do Porto

2009 | Tons de Laranja – Bar Gato Escaldado (Braga)

           Arte e Criação III – Exposição coletiva em Vieira do Minho

2010 | Aromas da Natureza – Galeria da Junta de Freguesia de S. Victor (Braga)

           Arte do Carvalho – Exposição coletiva em Travassos (Póvoa de Lanhoso)

2011 | Pintura é dança, Pintura é melodia – Auditório da Junta de Freguesia de Real (Braga)

2012 | Arte no feminino – Galeria Nimbus (Braga)

           Pintura é dança, Pintura é melodia – Bragatruthotel (Braga)

           Vivências – Junta de freguesia de S. Vítor (Braga)

2013 | Vivências – Espaço Só Arte (Braga)

           Sunset Ballet – Bar Casa Velha (Braga)

2014 | A vida – Space Feng Shui (Braga)

           Exposição Aberta – Exposição coletiva de artes plásticas no Theatro Club (Póvoa de Lanhoso)

           O sentido da Mudança – Fundação Jorge Antunes (Vizela)

           O sentido da Mudança – Galeria da Junta de Freguesia de S. Victor (Braga)

           Vivências – Museu Municipal de Esposende

2015 | A vida – Pastelaria Belsarini (Vizela) 2015

           Encontro de Artes – Exposição coletiva no Museu D. Diogo de Sousa (Braga)

           Encontro de Artes – Exposição coletiva no Cine Teatro João Verde (Monção)

           Exposição Aberta – Exposição coletiva no Theatro Club (Póvoa de Lanhoso)

           Traces et taches – Les Forgerons (Paris)

2016 I Perspectivas – Casa Museu Mestre Adelino Ângelo (Vieira do Minho)

           Belsarini Pastelaria (Vizela)

           Café Galeria  (Guimarães)

           Teatro dos Sonhos (Vizela)

           Café Astória (Braga)

           Polícia de Segurança Pública de Braga

           Expoética de Braga 

           Espaço Alquimik (Braga)

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CASA DOS CRIVOS EM BRAGA MOSTRA OBRA DE LUÍS DE CAMPOS

Exposição patente ao público na Casa dos Crivos até 12 de Fevereiro

Casa dos Crivos mostra obra de Luís de Campos

Foi inaugurada hoje, 13 de Janeiro, na Casa dos Crivos, em Braga, uma exposição de pintura de Luís de Campos (1913-1982) considerado o artista plástico mais proeminente da história de Braga no século XX.

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Segundo Lídia Dias, vereadora da Cultura do Município de Braga, esta exposição é uma forma de dar a conhecer a obra de Luís da Campos, cujo espólio faz parte do quotidiano da Autarquia. “Muitos destes quadros estão expostos nas paredes dos gabinetes da Câmara, pelo que esta é também uma forma de homenagear este pintor que doou a sua obra à Autarquia”, referiu Lídia Dias, notando que outro dos objectivos da exposição passa por divulgar ao público “toda a riqueza do espólio municipal”.

A exposição de Luís de Campos pode ser visitada até 12 de Fevereiro, de Terça a Sexta, das 9h30 às 18h30 e às Segundas e Sábados das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h30.

A vida e obra do pintor

Nascido em Lisboa, Luís de Campos fez de Braga a sua casa a partir da década de 1950 e daqui jamais partiu.

Apaixonado pela paisagem minhota, deixou-se encantar pela candura e espontaneidade das gentes e pela genuinidade dos lugares, onde foi aguçar o seu génio e buscar a inspiração que regeu uma parte da sua obra.

Formado na Academia de Belas Artes de Lisboa, rapidamente se integrou na comunidade Bracarense onde beneficiou da ausência de operários da sua arte. Foi muito procurado para pintar retratos individuais, tendo-se dedicado particularmente a ministrar cursos de pintura, além da realização de exposições e execução de ilustrações para monografias.

Nas Festas de São João de 1957 foi um dos responsáveis pela realização do I Salão de Escultura e Pintura, que pretendia promover os artistas independentes residentes no Minho. O edifício do Turismo foi um dos baluartes do seu labor, tendo ainda efectuado diversas iniciativas culturais com a Biblioteca Pública, Junta Distrital de Braga, Grémio do Comércio, Associação Jurídica, Museu D. Diogo de Sousa ou Sociedade Martins Sarmento.

A 30 de Abril de 1982, pressentindo o epílogo da sua vida em virtude de doença prolongada, efectiva a doação de cerca de duas centenas de telas e ilustrações da sua autoria à Câmara Municipal de Braga. Na mesma data, a edilidade deliberou agraciá-lo com a Medalha de Mérito da Cidade.

Faleceu a 22 de Setembro de 1982 na Cidade que adoptou como sua. O espólio que legou ao Município de Braga encontra-se exposto nos gabinetes da Câmara Municipal de Braga, estando outra parte em depósito no Arquivo Municipal.

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