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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PÓVOA DE LANHOSO RECEBE EXPOSIÇÃO DE PINTURA SOBRE "IGUALDADE NA DEFICIÊNCIA"

Theatro Club da Póvoa de Lanhoso recebe exposição “Igualdade na Deficiência”

“Igualdade na Deficiência” é como se designa a exposição de pintura patente na Galeria do Theatro Club da Póvoa de Lanhoso entre os dias 14 de novembro e 7 de dezembro. Estão expostos diversos trabalhos de reconhecida qualidade.

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O Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva, foi uma das presenças na abertura desta mostra, assim como a artista Maria de Lurdes Oliveira. O autarca relembrou que, na edição de 2016 da Semana para a Igualdade, aquando da realização do I Theatro Concerto Inclusivo foi lançado o desafio, agora concretizado, de apresentar uma coleção de pinturas realizadas por pessoas portadoras de deficiência no Theatro Club. “É com enorme agrado que, como Presidente do município, faço a abertura desta exposição que junta o cultural e o social”, referiu, na ocasião, o autarca. Presente esteve ainda a artista

Esta exibição  da Associação dos Artistas Pintores com a Boca e os Pés insere-se no âmbito da VII Semana Municipal para a Igualdade, que tem o ponto alto de 19 a 25 de novembro, com momentos ligados à temática escolhida para este ano – “Educar para a Igualdade” -, tais como os workshops de braille, a marcha silenciosa contra a violência sobre as mulheres, o II Theatro Concerto Inclusivo e a abolição de uma barreira arquitetónica na Vila Povoense, de entre outras propostas, a par de um momento destinado à divulgação e formação da Carta Portuguesa da Diversidade, visto que se encontra no município Povoense o núcleo desta Carta, no Norte do país.

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ARTISTA GALEGO CHEMA MOSQUERA EXPÕE EM MONÇÃO

Exposição de pintura "Ritmos e Formas" de Chema Mosquera na Casa Museu de Monção/UMinho

Encontra-se patente ao público, desde hoje e até ao dia 30 de novembro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura do artista galego Chema Mosquera, intitulada "Ritmos e Formas".

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Sinopse da exposição, segundo o artista Chema Mosquera:  «No início do trabalho pictórico buscava o maior reconhecimento das formas e objetos quotidianos dentro de um espaço com profundidade. Numa segunda etapa, os objetos convertem-se em formas nuns cenários ou paisagens imprecisos. Mais adiante, as formas abstratas tornam-se atores principais de um espaço pictórico plano, acabando por buscar a abstração com manchas amorfas. Nesta exposição, estão os RITMOS e a COR como protagonistas, materializados com FORMAS de textura voluptuosa e como atores secundários em suportes quadrados desprovidos quase por completo de profundidade, no que as formas impressas pelo ritmo são totalmente casuais, sem recordar em absoluto os objetos».

A entrada é livre!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada 

PINTOR FAFENSE ORLANDO POMPEU INAUGURA EM GUIMARÃES EXPOSIÇÃO “COM TEXTOS PESSOAIS"

No passado sábado (21 de outubro) o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou na Galeria quarenta do Hotel Mestre de Avis, uma unidade hoteleira no centro de Guimarães, a exposição “ComTextos Pessoais”.

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Da esq. para a dir.: O mestre-pintor Orlando Pompeu, acompanhado da empresária Maria Roeder, da vereadora do Município de Guimarães, Paula Oliveira, e do historiador Daniel Bastos.

 

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai e Japão, encheu-se de amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Nesta nova exposição, composta por obras conceptuais, acrílico sobre tela e aguarelas, Orlando Pompeu acentua os elementos característicos da sua profícua carreira artística. Nomeadamente a sublimação do traço, da forma, do ritmo e do desenho que se revelam num conjunto significativo de trabalhos inéditos marcados pela criatividade, originalidade e contemporaneidade.

A apresentação da obra e do seu autor esteve a cargo do historiador Daniel Bastos, que comentou que a exposição “ComTextos Pessoais”, é marcada por uma mensagem onde predomina o afeto e a ternura feminina, na esteira da sensibilidade e da beleza do universo feminino que estão muito presentes ao longo do riquíssimo percurso cultural e artístico do mestre-pintor, que criou um inimitável estilo pompeuano.

Visivelmente emocionado, o artista agradeceu a presença dos inúmeros amigos, admiradores e colecionadores que lotaram o espaço da Galeria quarenta, entre eles a vereadora do Município de Guimarães, Paula Oliveira, e reconheceu a oportunidade desta nova exposição através do papel da empresária e colecionadora Maria Roeder, que esteve na base do impulso do novo ciclo temático do artista plástico. 

Refira-se que a exposição estará patente ao público até ao dia 31 de janeiro do próximo ano, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira integrada no território classificado pela UNESCO. E que 20% das vendas das obras expostas será doado à Associação Vencedores do Cancro Unidos pela Vida, uma Associação sem fins lucrativos e que pretende que doentes e seus familiares tenham um apoio na luta contra o Cancro.

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MUSEU PIO XII RECEBE DUAS NOVAS TELAS DE HENRIQUE MEDINA

Oferta oficializada durante sessão de história local

A Galeria Henrique Medina, que integra o percurso do Museu Pio XII, foi enriquecida com duas novas telas do pintor falecido em 1988 que ofereceu uma parte significativa do seu espólio à Arquidiocese de Braga. A oferta foi oficializada durante a sessão de história local que o Município de Braga realizou esta Sexta-feira, dia 20 de Outubro, no âmbito do programa ‘À Descoberta de Braga’.

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Para o vereador do Património do Município de Braga, Miguel Bandeira, que presidiu a esta sessão, este legado representa um «orgulho imenso para Braga e para os bracarenses», fazendo votos que o Museu Pio XII e, particularmente a Galeria dedicada a Henrique Medina, sejam «mais visitados, conhecidos e reconhecidos».

A oferta partiu da família de Joaquim Correia da Silva, que ficou conhecido no meio literário como “Joaquim Paço d’Arcos”, tendo sido entregues ao Museu Pio XII duas telas, uma com o retrato do escritor falecido em 1979 e outra de sua esposa Maria da Graça Spencer Corrêa da Silva.

«Este é um momento histórico para o Museu Pio XII que queremos assinalar com a devida solenidade», referiu o director do Museu Pio XII, cónego José Paulo Abreu, numa sessão que contou com a presença do Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

Para José Paulo Abreu, este é «mais um passo no enriquecimento do espólio do principal retratista português do século XX», deixando subentender o desejo de ver alargado o núcleo museológico que lhe é devotado.

A entrega deste legado, que apenas foi revelada no final desta iniciativa, integrou mais uma sessão de história local integrada no programa “À Descoberta de Braga” que o Município leva a efeito todos os meses. A temática da noite era “Henrique Medina: o pintor e a obra” sob orientação de Luís Casimiro, historiador de arte e especialista na obra do homenageado.

Recorde-se que o pintor Henrique Medina, fruto da amizade com as mais altas figuras da Arquidiocese, vai legar em 1982 à Igreja bracarense um conjunto de 52 telas e 21 desenhos da sua autoria. Dada a natureza e valia do acervo, resolveu-se dar casa própria ao legado, fundando-se o Museu Medina, que atualmente integra o circuito museológico do Museu Pio XII. Abriu as portas a 21 de Junho de 1984 e tornou-se no único espaço museológico da região minhota, dedicado integralmente à pintura. Desde aí a direção do Museu Pio XII tem-se esforçado por enriquecer o espólio que se encontra à sua guarda.

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PINTOR ORLANDO POMPEU EXPÕE EM GUIMARÃES

No próximo sábado (21 de outubro) o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugura às 18h00 na Galeria quarenta do Hotel Mestre de Avis, uma unidade hoteleira no centro de Guimarães, integrada no território classificado pela UNESCO, a exposição de pintura “ComTextos Pessoais”.

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Um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, Orlando Pompeu é detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai e Japão.

Nesta nova exposição que apresenta ao público, composta por obras conceptuais, acrílico sobre tela e aguarelas, Orlando Pompeu acentua os elementos característicos sua carreira artística. Nomeadamente a sublimação do traço, da forma, do ritmo e do desenho que se revelam num conjunto significativo de trabalhos inéditos marcados pela criatividade, originalidade e contemporaneidade.

Refira-se que a apresentação da obra e do mestre-pintor estará a cargo do escritor e historiador Daniel Bastos, e quem caso de vendas, 20% será doado à Associação Vencedores do Cancro Unidos pela Vida, uma Associação sem fins lucrativos e que pretende que doentes e seus familiares tenham um apoio na luta contra o Cancro.

FAMALICÃO EXPÕE DESENHO E PINTURA

O desenho de Jorge Queiroz vai passar pela Ala da Frente. Exposição de desenho e pintura é inaugurada este sábado, dia 7, pelas 18h00

Desde a sua inauguração, em maio de 2015, foram vários os grandes nomes do panorama artístico nacional que já passaram pela Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão. A próxima exposição não será exceção, com a galeria de arte contemporânea famalicense a receber a obra de Jorge Queiroz, recentemente galardoado com o “Prémio Artes Plásticas” pela Associação Internacional de Críticos de Arte.

Jorge Queiroz

“Uma certa quantidade” é o nome da exposição de desenho e pintura que vai ser inaugurada este sábado, dia 7 de outubro, pelas 18h00, na Ala da Frente, espaço que a acolherá até 20 de janeiro de 2018, com entrada gratuita.

Sobre a obra de Jorge Queiroz, António Gonçalves, curador da Ala da Frente, refere que“em cada um dos seus trabalhos vamos sendo surpreendidos por formas que se pronunciam com sugestões de espaços e de eventuais seres que os habitam, levando-nos por uma relação de incursão no espaço”.

E acrescenta: “Há um uso da linguagem do desenho pela exploração dos seus meios técnicos, conjugando-os e retirando deles soluções capazes de garantir que cada linha, cada mancha, cada textura revela um imaginário desafiante e surpreendente”.

Já sobre a exposição “Uma Certa Quantidade”, António Gonçalves explica que “desafia a atenção para o exercício de observação e que potencia uma contemplação e fruição muito particulares onde se possibilita aceder a outros espaços”.

Jorge Queiroz nasceu em Lisboa, em 1966. Expôs o seu trabalho nos Estados Unidos da América e pela Europa, destacando-se as exposições individuais na Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2012), Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto (2007); Horst-Janssen-Museum, Oldenburgo (2006) e no Künstlerhaus Bethanien, Berlin (2004), onde fez uma residência artística.

Queiroz participou na Bienal de Rennes (2016); 4ª Bienal de Berlim (2006), 26ª Bienal de São Paulo (2004) e na 50ª Bienal de Veneza (2003). Após um longo período a viver em Berlim, Queiroz atualmente vive e trabalha em Lisboa.

Recorde-se que a Galeria Municipal Ala da Frente, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, foi inaugurada em 30 de maio de 2015, tendo iniciado o seu percurso com uma exposição de obras de Jorge Molder. Seguiu-se Rui Chafes, o vencedor do Prémio Pessoa 2015, com a mostra “Exúvia”, João Queiroz, com “Encaústicas”, José Pedro Croft, com “Prova de Estado”, Pedro Cabrita Reis com “Ridi Pagliaccio”, Pedro Casqueiro com “Desordem Vertical” e Alberto Carneiro com “Árvores e Rios”.

VIZELA EXPÕE PINTURA DE ANTÓNIO JOSÉ MENDES RODRIGUES

1 a 30 de outubro: Exposição de António José Mendes Rodrigues na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição de António José Mendes Rodrigues, de 1 a 30 de outubro.

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António José Mendes Rodrigues, mais conhecido na cidade como “Valença”, é um vizelense de 49 anos, que assume com grande entusiasmo a sua paixão pela pintura.

Este gosto não será de estranhar, uma vez que esta arte tem vindo a ser desenvolvida pelos seus antepassados.

Desde os 16 de idade que trabalha como pintor, particularmente no restauro de igrejas e capelas.

Decidido a expandir as suas ideias, iniciou a sua atividade artística, enquanto autodidata, há cerca de oito anos, onde a influência e incentivo de um amigo foram cruciais.

Tem desenvolvido e aprofundado as suas capacidades artísticas, ao longo destes últimos anos, tendo inclusivamente já realizado exposições no concelho.

PINTOR GALEGO ZACARIAS EXPÕE EM MONÇÃO CUJAS PAISAGENS INSPIRAM A SUA OBRA

Encontra-se patente ao público, desde hoje e até ao dia 31 de outubro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura do artista galego Zacarias, intitulada "Últimos trabalhos".

Zacarias

Com mais de 50 anos dedicados à pintura, Zacarias escolheu a freguesia de Pias, Monção, para o local de refúgio, usando as paisagens monçanenses como inspiração.

Não perca esta exposição composta por cerca de três dezenas de trabalhos!!

A entrada é livre!

BRAGA EXPÕE OBRAS DE JOSEFA DE ÓBIDOS

Exposição no Palácio do Raio mostra obras de Josefa de Óbidos

No âmbito da Braga Barroca, que se realiza entre os dias 20 e 24 de Setembro, é inaugurada esta Sexta-feira, dia 15 de Setembro, pelas 18h00, no Palácio do Raio, a exposição ‘Josefa de Óbidos: Pintura em tempo barroco’.

Josefa de Óbidos

Até 20 de Outubro, o público poderá apreciar obras de referência de um vulto da pintura barroca em Portugal. Para amanhã, dia 15, está igualmente agendada uma sessão de história local sobre a pintora, orientada por Joaquim Caetano. A sessão terá lugar às 21h30, no Auditório de S. Marcos (Antigo Hospital de S. Marcos). Também entre os dias 20 a 23 de Setembro, às 17h00, irão decorrer visitadas guiadas à exposição.

Josefa de Ayala e Cabrera - mais conhecida por Josefa de Óbidos - nasceu em 1630, em Sevilha, vindo mais tarde para Óbidos, de onde era natural o seu pai, Baltasar Gomes Figueira, e onde veio a falecer em 1684, com 54 anos. Desta vila portuguesa adoptou o nome artístico, iniciando aqui uma intensa actividade na área da pintura e não só.

Na exposição que estará patente no Palácio do Raio estarão algumas das obras desta artista espalhadas pelo país, vindas de várias instituições, sobretudo Misericórdias. Figura central do século XVII e do barroco português, Josefa de Óbidos distinguiu-se pelo seu estilo original, marcando a pintura portuguesa, num meio artístico predominantemente masculino.

A Braga Barroca, que se realiza de 20 a 24 de Setembro, pretende não apenas assinalar as Jornadas Europeias do Património, mas igualmente dar uma oportunidade mais visível para os Bracarenses desfrutarem e conhecerem o seu património. Ao longo do ano não faltam outras iniciativas visando a promoção e salvaguarda do Barroco na cidade de Braga, no entanto, dada a sua relevância, entendemos que deveria ter reservado um momento especial no calendário que, graças ao empenho e participação dos bracarenses, se solidificou nas dinâmicas culturais da cidade.

Sons, sabores, visitas guiadas, encenações, entre outros momentos de aprendizagem serão proporcionados a todos os públicos na edição de 2017.

PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE FOTOGRAFIA E PINTURA

"Reflexos da espera", exposição no Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso

O Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso recebe, a partir de dia 16 de setembro, a mostra de pintura e fotografia "Reflexos da espera", promovida pelo CAPA - Clube de Adoção e Proteção de Animais. 

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A mostra "Reflexos da Espera", composta por 28 pinturas e fotografias, vai estar patente até 6 de outubro. A exposição inclui pinturas e fotografias dos animais que se encontram no canil Municipal da Póvoa de Lanhoso, dando a conhecer que os cães estão disponíveis para adoção.

As pinturas e as fotografias dos cães do canil, são da autoria da pintora e voluntária Sónia Novais e as fotografias do fotógrafo Marco Santos. Esta exposição, a cargo do Clube de Adoção e Proteção de Animais, de entre outros objetivos, pretende alterar comportamentos e mentalidades relativamente aos animais de companhia, visando em especial os cães, e fomentar a sua adoção.

Durante a mostra, será dada uma cópia das fotografias a quem se tornar associado do CAPA – Clube de Adoção e Proteção de Animais da Póvoa de Lanhoso.

O Clube de Adoção e Proteção de Animais é uma associação sem fins lucrativos, constituída exclusivamente por voluntários que cuidam, principalmente, dos cães abandonados e maltratados, acolhidos no canil municipal da Póvoa de Lanhoso.

Com esta exposição no Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso pretende-se divulgar e promover todo o trabalho desenvolvido por esta associação, em prol do bem-estar daquele que muitos consideram o melhor amigo do ser humano, o cão.

A abertura está marcada para as 16 horas. 

ORLANDO POMPEU INAUGURA EXPOSIÇÃO NA GALIZA

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O mestre-pintor Orlando Pompeu (dir.), acompanhado do casal Angela e Alaitz do ArteCafe, e do historiador Daniel Bastos

No início do mês de agosto, o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou no ArteCafe, no centro da cidade galega de A Guarda, a exposição de pintura com aguarela “Metáforas Pompeuanas”.

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai e Japão, assinala a relação umbilical do pintor com a região da Galiza, onde o mesmo tem realizado várias exposições ao longo dos últimos anos, e possui vários admiradores e colecionadores.

A exposição de Orlando Pompeu, artista plástico que detém uma carreira e currículo nacional e internacional cimeiro, estará patente ao público durante o mês de agosto, época balnear em que a cidade de A Guarda recebe milhares de visitantes.

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PAULA BRANCO PEREIRA EXPÕE NA ORDEM DOS MÉDICOS EM VIANA DO CASTELO

Esta bem conhecida artista vianense, muita premiada extra-fronteiras, apesar de ainda jovem, vai expor na sede da Ordem dos Médicos local, sita na Rua da Bandeira, nº 472. A mostra, denominada “afinidades”, é inaugurada no próximo dia 4, pelas 21,30 horas e estará patente até 30 de Setembro.

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As exposições de Paula Pereira surpreendem-nos sempre, não só pela riqueza da sua pintura, de pincelada segura e bem combinada, onde normalmente o feminino predomina, mas também porque nos apresenta projectos arrojados, resultantes de criações sempre bem amadurecidas.

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MONÇÃO EXPÕE PINTURA NA CASA MUSEU

Exposição de pintura da 2ª Bienal Internacional de Gaia intitulada “Espaço residual”  na Casa Museu de Monção/UMinho, a partir de 21 de julho

Realiza-se no próximo dia 21 de julho (sexta-feira), pelas 16h00 a inauguração da exposição de pintura intitulada "Espaço residual", inserida na 2ª Bienal Internacional de Gaia.  A exposição estará patente ao público até ao dia 15 de setembro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Artistas participantes:

Ana Pérez Valdés, Macarena Montesinos, Marta Quinteiro Vilar, Alejandra Lago, Blanca Nieves, María Xosé Domingues, Irene Romero, Gabrielle Mendieta, Patrícia Coucheiro, Olivia Oltmanns, Vanesa Soares Loureiro, Aitana Tubío, Yatir Fernández, Ivan Lucas, Dimitri Pino Viktorov, Montse Martinez, Patrícia Oliveira e Ricardo de Campos.

Espaço residual – breve síntese

«No ano em que a Bienal de Gaia se pretende afirmar num contexto de internacionalização, impunha-se que o polo de Monção, pela sua localização geográfica transfronteiriça, fosse já um elo de integração de artistas provenientes de outros países.

Neste importante evento organizado pela Cooperativa Artistas de Gaia, participam artistas oriundos de vários pontos de Espanha, dos Estados Unidos da América e de Portugal, que na sua maioria frequentam o Mestrado em Arte Contemporânea, criação e investigação, da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Vigo em Pontevedra. Fica, desde logo, esta intenção de aproximação de culturas e saberes.

Para esta mostra os artistas partiram de um exercício de deposição objetual, no qual não existe um tema ou fio condutor que relacione os trabalhos entre si. São objetos que num determinado momento e num determinado contexto significaram algo para cada um dos seus autores. Trata-se de uma acumulação de “coisas” que agora vão repousar em jeito de resíduo na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e no Arquivo Municipal de Monção.

Esperamos que este encontro seja profícuo para os artistas, para a organização, para as populações».

A entrada é livre!

PINTORA GLÓRIA COSTA EXPÕE EM VIZELA

1 a 30 de Julho: Exposição ‘A Viagem pelo Mundo das Cores’, de Glória Costa, na Loja Interativa de Turismo

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A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição ‘A Viagem pelo Mundo das Cores’ de Glória Costa, de 1 a 30 de julho.

Título: ‘A Viagem pelo Mundo das Cores’

Sinopse da exposição:

Nas telas da pintora Glória Costa, há uma simbiose colorida, que se une à árvore da Vida, entrelaçada por ramos floridos, unidos a pétalas em flor, que são uma verdadeira dimensão, de braços dados com a Natureza.

Por esses ramos, viajamos por caminhos cruzados com a nossa visão, essa que nos entrega, a beleza infinita do acto de viver.

Glória Costa questiona a existência do amor, esse tesouro escondido, nas suas telas. São ramagens presentes no interior da sua vida, cujos tons azulados, celestiais, são o verdadeiro reflexo do seu lindo olhar.

É um prazer percorrer com a nossa visão, a verdadeira beleza das suas telas, que são encantos inebriantes, que abraçam, o pulsar doce e inquieto, do soluçar mágico da natureza.

Glória Costa é uma jovem promessa na arte da pintura, pois oferece-nos a magia, o colorido e a intensidade do seu pulsar inquieto, de viver e sorrir, contemplando a natureza, em todas as suas dimensões.

Jorge Vieira

Poeta-declamador

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Nota biográfica:

Maria da Glória Novais da Costa nasceu em 1975 na cidade de Fafe e atualmente reside em Rio Tinto.

Iniciou a sua atividade artística, em 2005. Ao longo destes anos desenvolveu e aprofundou as suas capacidades artísticas. Já participou em mais de uma centena de exposições coletivas e individuais, em Portugal de norte a sul do país. Em Espanha (Pontevedra, Galiza, Barcelona e em Oropesa) e no Brasil (Minas Gerais, Rio de Janeiro e Brasília). Também expôs na Noruega (Oslo), França (Carrossel do Louvre) e em Londres. Está representada em vários livros de arte internacional, livro de Arte Artits Across Continents, Livro State of The Art volume IV e no livro Bienal Guía de Arte, edição em Barcelona. As suas obras estão representadas, em galerias, em capas de livros de poesia, em ilustrações, em calendários, em postais, em museus, em várias coleções particulares nacionais, no estrangeiro, em galerias online em Portugal e em vários sites estrangeiros.

Atualmente e em paralelo à pintura, Glória Costa dedica-se ao artesanato e à escrita tendo já editado dois livros e participado em diversas coletâneas e antologias.

Pode conhecer melhor o seu trabalho através https://www.facebook.com/gloria.costa.374

A VALSA É UMA DANÇA DE ORIGEM POPULAR E FOLCLÓRICA E NÃO ARISTOCRÁTICA

Afirmou Mikhail Glinka – o famoso compositor que viveu no século XIX e é reconhecido como o fundador da escola nacional da música russa – que “Quem cria a música é o povo; nós, os artistas, só fazemos os arranjos”. Quer isto também significar que, de igual modo, também não possui origem aristocrática nem burguesa e, toda a criação erudita, se inspira nas raízes culturais genuinamente populares e nacionais.

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A dança dos camponeses, de Pieter Bruegel (1525-1569)

Muitos foram os compositores que inclusivamente interpretaram composições do nosso folclore como se verificou com Domenico Scarlatti. Os exemplos são tantos que não caberiam num pequeno artigo que se pretende para publicação num blogue.

Vem isto a propósito da ideia errónea insistentemente propagada segundo a qual a valsa é uma dança com origem aristocrática, geralmente executada nos grandes salões da nobreza dos países do centro da Europa.

Sucede que, à semelhança de muitos outros divertimentos populares que os nobres levaram para os seus palácios a fim de os aliviar um pouco da sua vida enfadonha, também a valsa era uma dança de origem rural que remonta pelo menos a meados do século XVI, na região da Provença, em França, com a denominação de “Volte” e também no norte de Itália, sob a deignação “La Volta”. Só a partir dos começos do século XIX passa a ser conhecida entre os germanos, nas regiões que actualmente formam a Áustria e a Alemanha, também no meio rural e mantendo as suas características folclóricas. É então que surge o termo “valsa” a partir do vocábulo germânico “waltzen” que, às semelhança das designações francesa e italiana, quer dizer “dar voltas”.

Enquanto a valsa adquiria cada vez maior aceitação entre o povo sobretudo do meio campestre que a assimilava no seu folclore, ela chegou a ser proibida na corte alemã por ser considerada vulgar e até imoral, sendo geralmente repudiada pelas classes mais elevadas da sociedade, incluindo a própria aristocracia.

Só após a derrota de Napoleão Bonaparte e, mais precisamente por ocasião da realização na Áustria, em 1815, do Congresso de Viena, na qual esteve presente a nata da nobreza e dos políticos de diversos países europeus, é que a valsa passou a ser introduzida nos salões da nobreza europeia, tendo cabido tal feito ao músico austríaco Sigismund Neukomm.

Foi este mesmo músico que, a convite do Conde da Barca, António de Araújo e Azevedo, se deslocou em 1816 ao Brasil para ser professor de D. Pedro I, ao qual ensinou composição e harmonia, e da Princesa Leopoldina, a quem ensinou piano. Aliás, segundo vários historiadores e de acordo com registos no diário de Sigismund Neukomm, terão sido da autoria de D. Pedro I as primeiras valsas compostas no Brasil. Tradição que teve continuação através de outros compositores brasileitos famosos como Villa Lobos, Carlos Gomes, Ernesto Nazaré, Chiquinha Gonzaga, entre outros.

Em jeito de conclusão, parafraseamos o que disse o grande compositor Mikhail Glinka, adaptando as suas palavras à razão deste texto: O povo criou a valsa; a nobreza limitou-se a dançá-la!

Carlos Gomes

EXPOSIÇÃO PINTURA DE JOANA DEGUES “GESTOS D`ALMA”

Casa Museu de Monção/UM

Joana Degues, natural de Monção, tem 24 anos. Licenciada em Arte e Design, dedicou-se à pintura há sensivelmente dois anos, tendo já participado em várias exposições em Portugal e Espanha. Os trabalhos apresentados nesta exposição revelam “Gestos D`Alma” desta jovem e promissora pintora monçanense.

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As telas transpiram emoções e retratam estados de espírito através de rostos e corpos carismáticos com um cromático distinto” Joana Degues

Terça a sexta-feira: 09h30 às 12h00 e 14h00 às 17h00. Sábados: 14h00 às 18h00.

10 de junho, sábado, 7h30

GPS EPIC SERIES 5ª ETAPA

NA ROTA DA COCA

Promovida pelo Clube de Cicloturismo de Monção com apoio da autarquia monçanense, 5ª etapa deste circuito engloba provas de 35, 55 e 75 quilómetros pelas magníficas paisagens e bosques do concelho de Monção. Inscrição, no valor de 5,00 €, garante brinde, seguro, banho e track GPS. Orientação exclusiva por GPS. Abertura do secretariado às 7h30.

Informações/Inscrições: www.gpsepic.com

Os mais belos recantos de Monção à distância de uma pedalada.

10 e 11 de junho

VI SEMANA CULTURAL DO VALE DO GADANHA

Terreiro de Santa Luzia, Moreira

Com organização do Centro Desportivo, Recreativo e Cultural de Moreira, a VI Semana Cultural do Vale do Gadanha proporciona a residentes e visitantes um vasto programa cultural e etnográfico. Um dos pontos altos tem lugar no domingo com a Feira de Sabores Tradicionais e Artesanato. Apresentação de artigos e produtos genuínos que saem do amanho da terra e da criatividade empírica da gente do campo.

No sábado à noite, pelas 22h00, realiza-se o espetáculo “Os sons que nos unem”, no Cine Teatro João Verde. A entrada tem o custo de 3,5 €. Participação do Grupo de Cantares Terras de Santa Maria de Ervedal, Academia de Música da Fortaleza de Valença, Grupo de Cavaquinhos Flores da Terra, Grupo Coral Infantil de Moreira e Rusga Cantares da Ribeira. 

Envolva-se neste som que nos une. Assista ao espetáculo.

11 de junho, domingo, 15h00

XV FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE MAZEDO

Largo da Igreja

Concentração dos grupos na creche do Grémio Social de Mazedo. Atuações no Largo da Igreja com a participação do agrupamento anfitrião, Grupo de Danças e Cantares de Mazedo, do Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Rio de Moinhos (Satão), do Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates (Póvoa de Varzim), do Grupo Folclórico de Stª Cristina de Valeixe (Espanha). Presença também do Grupo de Teatro Amador Tuka-Tuka.

A voz e o som da tradição. Em Mazedo. Venha assistir.

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PINTORA JOANA DEGUES EXPÕE EM MONÇÃO

Monção expõe pintura "Gestos D'Alma" de Joana Degues na Casa Museu de Monção/UMinho

Serve o presente para informar V. Exas que se encontrará patente ao público a partir do dia 9 de junho e até ao dia 18 de julho, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura da jovem artista monçanense Joana Degues, intitulada "Gestos D'Alma".

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Segundo a jovem artista:

«As telas transpiram emoções e retratam estados de espírito através de rostos e corpos carismáticos com um cromático distinto».

A entrada é livre!

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

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VIZELA EXPÕE PINTURA

Exposição de Pintura de Paulo Gonçalves na Loja Interativa de Turismo

A Loja Interativa de Turismo de Vizela recebe a exposição de pintura “Desassossegos” de Paulo Gonçalves, de 1 a 30 de junho.

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Título: “Desassossegos”

Sinopse da exposição:

A Pintura de Paulo Gonçalves é feita de inquietações, de emoções ao rubro e da impotência em inverter os caminhos do tempo. A sua Pintura nasce da necessidade de criar, de expor emoções e finalmente da busca da sua paz interior.

Pinta profusamente na ânsia de voos ousados ao inconsciente onde enxuga linhas de fuga de desassossegos e de incongruências.

Os pigmentos que mistura em linhas, luz e sombras fazem da tela um poema que sabe de cor, onde esconde o grito dos dias em que se reinventa.

Nota biográfica:

Paulo Manuel Fonseca Gonçalves nasceu em Beja a 15 de agosto de 1977.

A sua paixão pelo Desenho desde a infância, fez despertar, mais tarde, uma outra grande paixão: a paixão pela Pintura, na qual se iniciou como autodidata. Contudo, devido à sua insatisfação artística e necessidade de adquirir novos conhecimentos, frequentou aulas de Pintura prática na Fundação Jorge Antunes.

Para o artista, a Pintura é o meio pictórico de eleição que lhe permite exprimir sentimentos, inquietações e anseios. As suas obras artísticas estão carregadas de metáforas e simbolismo.

Tem participado desde 2010 em várias exposições individuais e coletivas. Assina as suas obras como “Fonseca”, em homenagem à mãe.

CERVEIRA HOMENAGEIA PINTOR JAIME ISIDORO

Inaugurado mural de homenagem ao pintor Jaime Isidoro

A fachada principal da Casa do Artista apresenta-se, desde esta quinta-feira, como mais um atrativo de visita à ‘Vila das Artes’. Integrada no evento ‘Desencaminharte’, a intervenção artística da autoria de Ana Torrie resulta num mural de homenagem ao pintor Jaime Isidoro, cuja inauguração contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, do presidente da CCDR-N, Prof. Dr. Fernando Freire de Sousa, e do primeiro Secretário Executivo da CIM Alto Minho, Eng.º Júlio Pereira.

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Promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, o ‘Desencaminharte’ – Festival de Arte Pública em meio rural e natural -, decorre, entre 1 e 4 de junho, nos 10 municípios alto-minhotos em 10 locais distintos, nos quais acontecem 10 intervenções de 10 artistas convidados.

Cerveira, ‘Vila das Artes’ recebeu, esta quinta-feira, o arranque oficial deste evento com a inauguração da primeira intervenção artística. Trata-se de um mural em homenagem a um dos fundadores das bienais de Cerveira, Jaime Isidoro, que nasceu na parede principal da Casa do Artista e cujo perfil do pinto, acompanhado do seu gato de estimação, é perfeitamente reconhecido. “Motivada a criar uma imagem que representasse Jaime Isidoro, o pai da Bienal de Cerveira, e mantendo um tema recorrente no meu trabalho, desenhos de retratos de família, decidi inaugurar uma nova fase do meu trabalho. O desafio de retratar este “pai”, Jaime Isidoro e as suas histórias de família, foi concretizado em apenas dois dias, e o trabalho está à vista de todos”, disse a artista Ana Torrie.

Louvando a realização de uma iniciava desta natureza, o presidente do Município de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, realçou “um mural muito bem conseguido e que dignifica o homem que quebrou a utopia”. “Jaime Isidoro é um dos responsáveis por trazer cultura desta grandiosidade para Vila Nova de Cerveira, uma pequena vila gravada no território do Vale do Minho e que era quase que desconhecida no final da década de 70. A utopia foi quebrada, vencida e, hoje, todos nós atestamos essa realidade, com as bienais de Cerveira a comemorarem em 2018 o seu 40º aniversário, e a colocarem no mapa Cerveira”.

Por sua vez, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Prof. Dr. Fernando Freire de Sousa, enunciou dez razões para aceitar o convite para a inauguração. “É na cultura que vamos encontrar a raiz da sociedade; é um evento de arte pública; tem subjacente o cruzamento de vários tipos de intervenção em espaço rural; o cruzamento entre cultura e economia, e a consequente projeção que o turismo está a ter em Portugal, nomeadamente no Norte; o prazer de testemunhar a realização de um grande evento que conta com o apoio de uma CIM; a homenagem à descentralização cultural;  por ser a casa de Jaime Isidoro; a referência da bienal no contexto de afirmação desta localidade; o incentivo a novos artistas e novos trabalhos; e o desencaminhar os turistas a conhecer outras localidades”, afirmou.

Entre os vários artistas e entidades locais e distritais presentes nesta inauguração destacou-se o filho do artista, Daniel Isidoro, acompanhado pela esposa, que se manifestou muito satisfeito com o resultado final da intervenção artística de Ana Torrie.

A primeira edição do ‘Desencaminharte’ acontece desde o nascer do sol de dia 1 até ao pôr-do-sol de dia 4 de junho. Valorizar o Alto Minho como destino cultural e turístico, passa por desencaminhar a comunidade para este evento de reforço da região na qualidade de plataforma do Alto Minho. A programação do festival apoia-se na atividade diária de (a)gentes locais que promovem o meio rural e propõe a mobilização de visitantes para o seu trabalho, para a natureza, a paisagem, a arte, as múltiplas atividades ao ar livre, um pretexto para dormir sob as estrelas e descansar da cidade. Mais informação em: http://www.desencaminharte.altominho.pt

CARLOS CALHEIROS EXPÕE PINTURA EM PONTE DE LIMA

Município de Ponte de Lima inaugura exposição de pintura de Carlos Calheiros

O Município de Ponte de Lima inaugura no próximo dia 3 de junho, pelas 18h00, uma exposição de pintura de Carlos Calheiros, intitulada “A terra que me viu crescer”. A mostra, que estará patente ao público na varanda interior da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, integra trabalhos de pintura a óleo e a aguarela sobre a histórica vila alto minhota e os elétricos do Porto.

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A cerimónia de abertura da exposição individual de pintura incluirá momentos de declamação de poesia e apontamentos musicais.

“A terra que me viu crescer” poderá ser visitada até ao dia 17 de junho.

Sobre o artista:

Natural de Refoios do Lima, concelho de Ponte de Lima, Carlos Calheiros exerce funções de Técnico Superior na ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho. Profundamente ligado ao mundo do desporto, Carlos Calheiros ocupa o cargo de vice-presidente da AFVC – Associação de Futebol de Viana do Castelo –, tendo passado pela A. D. “Os Limianos” e pelo “Viana Taurino Clube” na qualidade de atleta.

Desenvolve há cerca de um ano trabalhos de pintura, estando atualmente inscrito na escola SOARTE de Viana do Castelo.