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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO ALERTA PARA PESCA ILEGAL

Aquamuseu alerta para pesca ilegal expondo armadilha retirada do rio

Com o objetivo de sensibilizar para as consequências negativas da pesca ilegal, o Aquamuseu do rio Minho acaba de expor, no seu espaço exterior, uma armadilha apreendida no rio Minho, pela Autoridade Marítima.

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Sendo um dos seus compromissos a exploração de temáticas que visam aumentar a sensibilidade para a conservação dos valores naturais, privilegiando a atividade experimental como metodologia para a aquisição de conhecimento, o Aquamuseu do rio Minho decidiu exibir uma armadilha ilegal, procurando familiarizar as pessoas de forma a puderem informar ou denunciar as entidades competentes para eventuais casos ilegais. 

A prática de pesca com recurso a equipamentos proibidos ainda se regista no rio Minho. De sublinhar que as espécies mais vulneráveis a esta atividade neste troço de água internacional, são a lampreia, o sável, o salmão e a enguia.

De acordo com o descrito no portal da Comissão Europeia, a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (pesca INN) empobrece as unidades populacionais, destrói os habitats aquáticos, distorce a concorrência, coloca os pescadores honestos numa situação de desvantagem e enfraquece as comunidades costeiras, em especial nos países em desenvolvimento.

NAVIO GIL EANNES RECEBE COMUNIDADE DE SAINT MALO

No próximo dia 6 de setembro às 15h30, no Navio Gil Eannes, a Fundação Gil Eannes recebe a Comunidade de Saint Malo, a qual fará um tributo aos pescadores do arrastão português “Águas Santas” pelo resgate feito ao pescador francês Jean Baptiste, que em março de 1959 no navio francês “Colonel Pleven” caiu ao mar, precisamente no Golfo de São Lourenço, Banco da Pesca do Bacalhau na Terra Nova, mar do Atlântico Norte.

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A tripulação do “Águas Santas” conseguiu resgatar, são e salvo, este jovem pescador francês que foi descoberto por se encontrar a flutuar em cima de um bloco de gelo.

Jean Baptiste refere “Só via o Colonel Pleven afastar-se cada vez mais de mim e eu na água … Perdi a noção do tempo … Vi depois, um outro navio, de cor preta, aproximar-se. Era o Águas Santas. Desceram um dóri do navio e vieram até mim…”

PROJETO DE PRESERVAÇÃO DAS GENTES E MEMÓRIAS DA PESCA DO BACALHAU ENRIQUECIDO COM NOVO LIVRO E EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS EM VILA PRAIA DE ÂNCORA

As “marcas” são o tema da edição 2017 de “Viagens à Terra Nova”

A Praça da República, em Vila Praia de Âncora, encheu-se de gente na tarde do passado sábado, para assistir ao lançamento de um novo livro, no âmbito do projeto “Viagens à Terra Nova”. Trata-se de uma iniciativa lançada pelo Município há três anos, como forma de homenagem aos pescadores da faina do bacalhau, mas também de preservação deste importante pedaço da história do concelho. Uma exposição de fotografias complementa o programa da edição 2017.  

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Depois do lançamento, em 2016, de “Viagens à Terra Nova. Memórias de um Tempo”, as investigações desenvolvidas pela autora e funcionária da Câmara Municipal, Aurora Rego, abriram novas pistas e o Município decidiu avançar com um novo projeto literário, que se materializou agora com “Viagens à Terra Nova II (Marcas)” e com uma interessante exposição de fotografias, da autoria dos fotógrafos António Manuel Garrido Barreiros e Jorge Simão Meira, que também participam na edição.

O livro é, aliás, um trabalho conjunto dos três autores, assinando Aurora Rego a parte de escrita, enquanto a cerca de meia centena de fotos pertence aos dois fotógrafos. Esta é uma edição municipal, com mais de duas centenas de páginas, com fotos a cores, atuais, captadas expressamente para este projeto. Os protagonistas são 52 pessoas, entre pescadores e mulheres (esposas e viúvas).

A exposição, patente numa sala do antigo edifício da Assembleia Ancorense, na Praça da República, poderá ser visitada até ao dia 10 de setembro.

Recorde-se que a investigação iniciada em 2014 identificou mais de 700 pescadores do concelho que andaram na pesca do bacalhau, nos mares gelados da Terra Nova. Os livros e as exposições, assim como outras iniciativas, são a forma encontrada pelo Executivo para preservar e enriquecer, para memória presente e futura, um espólio que se encontrava disperso e em risco de desaparecer.

“Viagens à Terra Nova – Memórias da Pesca do Bacalhau”, como foi inicialmente designado, é um projeto que visa a valorização da atividade piscatória ao nível do legado histórico da pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova.

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“VIAGENS À TERRA NOVA” CENTRA-SE ESTE ANO NA SIMBOLOGIA DAS TATUAGENS DOS PESCADORES E NOS MEDALHÕES USADOS PELAS MULHERES

Um novo livro e uma exposição dão continuidade ao projeto de homenagens aos homens do mar e à preservação do espólio e da memória. Apresentação da obra e inauguração de mostra, sábado, às 17h00, na Praça da República, em Vila Praia de Âncora.

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“Marcas” é o tema da edição 2017 de Viagens à Terra Nova, um evento lançado há três anos, com um duplo objetivo: homenagear os mais de 700 pescadores do concelho que andaram na pesca do bacalhau nos mares gelados da Terra Nova e preservar e enriquecer, para memória presente e futura, um espólio que se encontrava disperso e em risco de desaparecer. No próximo sábado, dia 5 de agosto, será lançado um novo livro e inaugurada uma exposição de fotografias. “Viagens à Terra Nova – Marcas” é o tema, e a sessão terá lugar pelas 17h00, na Praça da República, em Vila Praia de Âncora. A organização é da Câmara Municipal de Caminha.

Consciente da importância deste pedaço da história do concelho, a Câmara Municipal iniciou este trabalho em 2014. “Viagens à Terra Nova – Memórias da Pesca do Bacalhau”, como foi inicialmente designado, é um projeto que visa a valorização da atividade piscatória ao nível do legado histórico da pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova. A iniciativa começou com a vinda a Caminha de Jean-Pierre Andrieux, autor do livro ‘The White Fleet – A History of Portuguese Handliners’, que retrata a pesca artesanal de bacalhau por portugueses nas águas da Terra Nova.

Sendo certo que a relação dos portugueses com a Terra Nova é secular e carrega consigo muitas memórias de aventuras da faina, a Câmara Municipal de Caminha quis prestar uma homenagem aos pescadores da terra, pela bravura demonstrada e pelas lutas travadas nos bancos gelados, mas foi muito mais longe.

Além das inúmeras iniciativas promovidas, que imortalizaram esta faina, no ano passado foi lançado o livro “Viagens à Terra Nova. Memórias de um Tempo”, da autoria de Aurora Botão Rego, investigadora e funcionária da Câmara. A edição municipal foi uma homenagem aos 740 pescadores, profissionais da Faina Maior.

Novas histórias, novas pistas, um novo livro

Durante a investigação surgiram novas informações e novas pistas e nasceu também um novo projeto, que a Câmara decidiu levar por diante “Na sequência do livro ‘Viagens à Terra Nova. Memórias de um Tempo’ decidimos agora aprofundar algumas práticas e tradições associadas que, devido ao seu caráter iminentemente simbólico, merecem uma análise mais detalhada”, refere a autora, que realizou este projeto com os fotógrafos António Manuel Garrido Barreiros e Jorge Simão Meira, os autores de mais de meia centena de fotografias que constituem a exposição, assim como da esmagadora maioria das fotos que constam do novo livro. 

Meia centena de “protagonistas”

Aurora Rego explica que a presente publicação - “Viagens à Terra Nova II (Marcas)” -  é centrada nas tatuagens dos pescadores e nos medalhões usados por esposas e viúvas, “imagens magistralmente captadas pelo olhar sensível de António Manuel Garrido Barreiros e de Jorge Simão Meira”.

“À superfície, os objetos de estudo pareciam de fácil compreensão. Porém, deparámo-nos com um universo surpreendentemente complexo de contextos, simbologias e emoções a que não poderíamos ficar indiferentes. Este trabalho é dedicado às Marcas deixadas pelas saudades, pelas ausências e fugazes permanências, pelos encontros e desencontros das vidas ligadas ao bacalhau. É dedicado ao amor que unia um homem e uma mulher separados pela imensidão do oceano, ao medo que se vivia em cada margem desta fronteira líquida, espessa e prenhe, seja de inclemências seja de novas gentes, paisagens e auroras boreais”, conclui Aurora Rego.

O livro, uma edição municipal, tem mais de duas centenas de páginas, com fotos a cores, atuais, captadas expressamente para este projeto. Os protagonistas são 52 pessoas, entre pescadores e mulheres (esposas e viúvas).

A exposição poderá ser visitada até ao dia 10 de setembro.

SÁB 05 AGOSTO

17H00  

VIAGENS À TERRA NOVA

APRESENTAÇÃO DE LIVRO E INAUGURAÇÃO DE EXPOSIÇÃO

“Viagens à Terra Nova – Marcas”

Local: Praça da República - Vila Praia de Âncora

Organização: Câmara Municipal de Caminha

NAVIO GIL EANNES É UM DOS MAIS VISITADOS MUSEUS DE VIANA DO CASTELO

Navio Gil Eannes recebe 44 378 visitantes

De 1 de janeiro a 31 de julho do corrente ano o Navio Museu Gil Eannes recebeu 44 378 visitas, um aumento de 39% (12 560 pessoas) relativamente a 2016.

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Dos 44 378 visitantes destaca-se 30 499 nacionais, 13 879 estrangeiros sendo que 8 083 integraram visitas guiadas a grupos na sua maioria oriundos de entidades de ensino.

Desde que o Navio Gil Eannes abriu ao público em agosto de 1998 e até à data, a Fundação Gil Eannes já contabilizou 817 659 pessoas que fizeram visita a este emblemático navio museu.

A Fundação Gil Eannes tem apostado na reabilitação de vários espaços do navio hospital tendo o último restauro sido feito nas antigas enfermarias gerais, onde se encontra patente a exposição “Navios Construídos nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo”, constituída por 59 navios pintados a aguarela pelo Arqº Telmo Gomes.

A exposição “Heróis que o tempo não apaga” localizada na sala de exposições temporárias, pode ser visitada até 31 de dezembro. Esta exposição composta por 25 painéis alusivos à faina da pesca do bacalhau à linha, retrata a vida a bordo de um lugre da pesca do bacalhau.

Na sala “José Hermano Saraiva” encontra-se a exposição de “Cirurgia Cardiotorácica” do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia. Constituída por 39 fotografias de autoria do Dr. Filipe Carneiro, as quais representam o trabalho de toda a equipa que diariamente presta os mais diversos cuidados na área da cirurgia cardíaca e cirurgia torácica geral.

O Navio Museu Gil Eannes pode ser visitado todos os dias das 9h30 às 19h00.

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PONTE DE LIMA DIVULGA RESULTADOS DAS PROVAS QUE SE REALIZARAM NA FEIRA DE CAÇA, PESCA E LAZER

Ponte de Lima _ IX Feira de Caça, Pesca e Lazer 2017

No âmbito do Projeto Ponte de Lima Convida, realizou-se este fim-de-semana a IX edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, repleta de atividades de lazer, de desportos de aventura, caça e pesca.

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Inaugurada na sexta-feira pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Dr. Carlos Miguel, realçou a aposta das autarquias no desenvolvimento local, “hoje são instituições que desenvolvem territórios, tornando-os cada vez mais atrativos”.

A Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, que este ano cumpre a 9ª edição, foi considerada pelo Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Engº Victor Mendes, como um evento que se “enquadra na estratégia de desenvolvimento dos nossos recursos endógenos, como forma de valorização do mundo rural, sendo de realçar um número cada vez maior de jovens empreendedores que tempo apostada nesta área.”

As provas de caça e pesca, englobaram várias atividades, nomeadamente o IV Troféu de St Huberto de Ponte de Lima; a prova de pesca no Rio Lima; o concurso de Mel; as diversas demonstrações de aves de cetraria; Obediência, Ordem Pública, Busca e Salvamento – Unidade Especial da PSP, espetáculos de música e desfile de carros clássicos, proporcionaram dinâmica e envolveram associações e diversas entidades, que juntamente com o Município de Ponte de Lima e a Escola Profissional de Desenvolvimento, organizaram esta edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima.

À semelhança de anos anteriores, o sucesso deste evento deve-se à envolvência de entidades e associações de setores da caça, pesca e lazer, nomeadamente a colaboração da FENCAÇA, Associação de Pesca Desportiva de Viana do Castelo, Associações do Concelho, de Caça e Pesca, Associações de Apicultores, Recreativas, Desportivas, Florestais, e Clubes de Lazer, que com êxito promoveram um conjunto de ações, proporcionando momentos de lazer e muita animação a todos aqueles que visitam a feira. A IX Feira de Caça, Pesca e Lazer confirma o desenvolvimento desta temática como um sector de importância significativa para o desenvolvimento socioeconómico da região.

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Resultados das provas que decorreram na IX Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima:

Concurso do Alto Minho e Concurso de Mel de Ponte de Lima- destinado aos apicultores, foi mais uma vez um sucesso. Dar a conhecer a diversidade do mel dos produtores e premiar a sua qualidade, é o objetivo deste concurso:

III Concurso de Mel do Alto Minho

1.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Eucalipto

2.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Urze

3.º Lugar - Hexágono Perfeito Lda. de Guilherme Pereira

VI Concurso de Mel de Ponte de Lima

1.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Eucalipto

2.º Lugar - João da Cunha de Sousa com Mel de Urze

3.º Lugar - Hexágono Perfeito Lda. de Guilherme Pereira

Prova de Pesca no Rio Lima

- Equipas: 1º lugar – Rola – CPC – Clube de Pesca e Competição

                  2º- Lugar – Equipa Sá Taqueiro 

                  3º Lugar – Clube de Caça e Pesca de Ruílhe

- Individuais: 1º lugar – Fernando Pimentel – Equipa Sá Taqueiro – 1420 pontos

                       2º Lugar – Augusto Simões -  Equipa Sá Taqueiro   - 1025 pontos

                       3º Lugar – Manuel Silva – Aveiro                              -  815 pontos

                        4ª Lugar – Caçador Marinho – Rola – CPC              -  745 pontos

                        5º Lugar – António0 Dias – Rola – CPC                  -  570 pontos

- IV Troféu Stº Huberto:

- 1º Lugar – Paulo Fernandes

- 2º Lugar – Miguel Martins

- 3º Lugar – Carlos Santos

- 4º Lugar David Faria

- 5º Rui Bonito

- 6º Manuel Agonia

IV Concurso de Beldades Caninas

Classificação geral

1º Lugar – EIFI – Podengo Português – Rui Dantas

2º Lugar – Akila – Pitbull x Americam Staff – Márcio Costa

3º Lugar – Kuka – Bulldog Francês – Ana Viães

Melhor Ping Pong

1º Lugar – Kuka – Bulldog Francês – Ana Viães

Olhar mais meigo

1º Lugar - EIFI – Podengo Português – Rui Dantas

Cauda mais irrequieta

- 1º Lugar – Pablo – Golden Retriever – João Pedro

Dono mais parecido com o cão:

- 1º lugar – Doly – Bulldog Inglês – Diana Barreiras

Melhores 6 pernas

- 1º lugar – Benny – Chihuahua – Rui Faria

Cachorro mais bonito

- 1º lugar – Akila – Pitbull x Americam Staff – Márcio Costa

Cão de caça mais bonito

1º lugar – Yany – Setter Inglês – Miguel Martins

Idoso mais em forma

- 1º lugar –  Yany – Setter Inglês – Miguel Martins

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AQUAMUSEU APRESENTA "RIO MINHO - PESCA NO FEMININO"

O papel fundamental das mulheres a nível familiar aliado à atividade pesqueira é o mote da exposição intitulada “Rio Minho – Pesca no Feminino” e que está patente no Aquamuseu, até 30 de setembro.

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O objetivo desta iniciativa é dar a conhecer alguns dados estatísticos relativos aos registos de mulheres na Capitania de Caminha, nos séculos XX e XXI, e que lhes permitindo desenvolver a atividade da pesca no rio Minho.

Apesar da informação relativa à temática ser algo escassa, a exposição tona-se interessante pelos registos já existentes e, acima de tudo, porque poderá servir como incentivo ao registo voluntário de memórias vivas.

De salientar que a pesca artesanal no rio Minho teve e continua a ter particular importância entre Caminha/A Guarda e Melgaço/Arbo, porção do rio sem barragens, ao longo destes 75 kms.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO DÁ A CONHECER A SOLHA

E o ‘Peixe do Trimestre’ é a Solha

Mais um peixe em destaque no Aquamuseu do rio Minho. A partir desta terça-feira, 4 de julho, vai estar patente a exposição ‘O Peixe do Trimestre – A Solha’. Mostra informativa e fotográfica pode ser visitada até 30 de setembro.

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Com o apoio do Município, esta iniciativa visa dar a conhecer as caraterísticas gerais, o ciclo de vida, as tradições, períodos e artes de pesca da solha.

De sublinhar que as solhas estão presentes em todos os ambientes aquáticos e têm uma larga distribuição geográfica. A maioria das espécies, no entanto, prefere zonas costeiras, até aos 200m de profundidade. São predadoras que se alimentam de peixes e invertebrados que caçam de emboscada, com o auxílio de camuflagem. 

A exposição pode ser visitadade terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

PESCADORES DE CERVEIRA CAPTURAM SALMÃO DE 13 QUILOS

‘Pai Minho’ continua a ser generoso com a comunidade cerveirense

Um salmão com 13kgs foi capturado das águas do rio Minho por dois pescadores de Vila Nova de Cerveira. O exemplar, com um metro de comprimento é, nos dias de hoje, um caso raro pelo peso e dimensão. Adquirido por um restaurante local – Casa Lau -, esta captura revela que o rio Minho mantém-se pródigo em recompensar as populações ribeirinhas que muito se sustentam nas dádivas do rio.

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Foi na noite desta terça para quarta-feira que as redes de dois irmãos pescadores cerveirenses - Jorge e Ricardo Alves - ficaram bem mais pesadas, quando se encontravam no Porto Pesqueiro da Furna na União de Freguesias de Campos e Vila Meã: um salmão com 13kgs e um metro de comprimento foi a novidade.

Este exemplar vem na continuidade de outros que, embora de menor dimensão, nos últimos dias têm sido retirados das águas do rio Minho na área de Vila Nova de Cerveira e que são servidos à mesa dos restaurantes locais para deleite dos apreciadores deste requintado prato. Em Cerveira oferece-se a gastronomia com sabor do rio, reveladora dos usos e costumes e, sobretudo, da forte ligação que a população ribeirinha tem com este troço internacional.

O Município cerveirense agradece a gentileza da Casa Lau em proporcionar o conhecimento desta captura, através do registo fotográfico para documentação informativa, como também para conhecimento científico aportado ao Aquamuseu.

De acordo com os registos históricos da Consejería do Medio Ambiente, nas décadas de 60 e 70 era normal capturarem-se salmões do rio Minho com cerca de 20kgs. No entanto, e apesar dos poucos indicadores relativos aos últimos anos, estima-se que estes casos são muito raros, sendo a dimensão mais comum entre os 4 e 8 kgs.

CERVEIRA CONTROLA SALMÃO DO RIO MINHO

Pedido de colaboração para registo informativo de salmão no rio Minho

Com o intuito de obter informação mais detalhada sobre a população de salmões existente no rio Minho, o Aquamuseu pretende lançar um pedido a pescadores, intermediários, consumidores, restaurantes e população em geral no sentido de colaborarem no registo e comunicação da presença ou captura deste peixe.

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O objetivo é conservar um recurso que, embora presente, suscita sempre grande interesse por parte de investigadores dado o desconhecimento real da sua exploração, conseguindo um maior número de dados para futuros trabalhos.

Neste sentido, apela-se ao registo do comprimento, peso, presença ou ausência de barbatana adiposa e se possível recolher 15 escamas (ver figura). A ausência de barbatana adiposa significa que foram salmões identificados quando juvenis e que saíram do rio Minho, sendo importante conhecer o número de salmões que regressam ao rio onde nasceram.

Em prol da investigação, o Aquamuseu do rio Minho agradece, desde já, a colaboração.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO COLABORA COM CIIMAR NO PROJETO ECOSERVICES

Até 31 de dezembro de 2018, o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) está a desenvolver o projeto INNOVMAR e, para o qual, conta com a colaboração do Aquamuseu do Rio Minho numa das linhas de investigação, o ECOSERVICES.

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O objetivo geral do ECOSERVICES passa pela avaliação da qualidade ambiental, da vulnerabilidade e dos riscos para a gestão sustentável dos recursos naturais e dos serviços dos ecossistemas da costa Noroeste. No caso específico do rio Minho, a colaboração do Aquamuseu diz respeito ao trabalho de investigação que pretende avaliar o impacto do bivalve exótico, como por exemplo a amêijoa asiática, sobre espécies residentes e com importância ecológica e económica, nomeadamente a solha.

O projeto mais abrangente, INNOVMAR, tem a duração de três anos e recebeu um financiamento de 4.2 milhões de euros.

De sublinhar que a espécie invasora em causa (o bivalve exótico Corbiculafluminea) é altamente resistente, reproduz-se duas vezes por ano e têm uma capacidade de adaptação ambiental e alimentar elevada. Por isso, quando introduzida num novo local, competem com os organismos já existentes pelo habitat e pelo alimento. Vários quilómetros do Rio Minho estão colonizados pela amêijoa asiática que se adaptou às condições e ocupou o espaço, eliminando parcialmente as outras espécies de moluscos.

LIMIANOS VÃO ÀS TRUTAS

Campeonato Nacional de Pesca à Truta com Isco Artificial. Rio Estorãos │Ponte de Lima. 11 e 12 Março 2017

Realiza-se nos próximos dias 11 e 12 de março, no rio Estorãos, na freguesia de Estorãos, no concelho de Ponte de Lima, a 1.ª e 2.ª Prova do Campeonato Nacional de Pesca à Truta com Isco Artificial.

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Esta prova enquadra-se no campeonato nacional de Pesca à Truta com Isco Artificial, sendo esta etapa, organizado pela Associação de Pesca do Vale do Lethes, com o apoio do Município de Ponte de Lima.

De ano para ano, esta prova suscita e cativa o interesse dos visitantes e dos amantes desta modalidade, sendo de realçar que a Associação de Pesca do Vale do Lethes, tem um membro Campeão Nacional de Pesca à Truta com Isco Artificial 2016 – Paulo Santos.

Para mais informações aceda à página do facebook: /pescavaledolethes

CAPTURA DA LAMPREIA: AUTARCAS DEFENDEM ABERTURA MAIS CEDO A MONTANTE DO RIO MINHO

Autarcas de Monção e Salvaterra de Miño, Augusto de Oliveira Domingues e ArturoGrandal, defendem que a pesca à lampreia nas pesqueiras, com início no dia 15 de fevereiro, deve iniciar-se mais cedo. E disso tem dado conta aos comandantes das capitanias de Caminha e Tui.

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A pesca à lampreia a jusante do rio Minho abriu no passado dia 3 de janeiro, contudo, a captura daquele ciclóstomo a montante, feita essencialmente em pesqueiras, construções de pedra junto ao rio Minho existentes nos concelhos de Monção e Melgaço, só é possível a partir de 15 de fevereiro.

Uma diferença de mês de meio que não agrada a autarcas, pescadores e empresários da restauração, considerando, em uníssono, que é muito tarde para quem vive exclusivamente da pesca ou encontra naquela atividade um complemento económico à sua profissão.  

Desta forma, todos os intervenientes na pesca da pesca, direta ou indiretamente, defendem que a abertura da pesca a montante do rio Minho deveria fazer-se mais cedo, permitindo que antes do 15 de fevereiro seja possível a comercialização e confeção da lampreia capturada nas pesqueiras.

Considerada mas gostosa e batida em virtude do trajeto entre a foz e a zona das pesqueiras, pescadores e empresários da restauração alertam para a importância económica da pesca da lampreia, lamentando que a abertura tardia esteja a prejudicar o “negócio”.

A autarquia monçanense, à semelhança da sua congénere de Salvaterra de Miño, tem consciência dessa realidade e, por diferentes meios, tem feito chegar essa reivindicação aos responsáveis, procurando sensibilizá-los para uma antecipação da presente data.

“Mês e meio de diferença entre o jusante e o montante do rio Minho é muito tempo. Penso que esta situação prejudica seriamente pescadores e restaurantes, algo que não pode acontecer” refere Augusto de Oliveira Domingues, completando:

“Tanto eu, como o Alcalde de Salvaterra de Miño, ArturoGrandal, temos falado com oscomandantes das capitanias de Caminha e Tui, fazendo-os sentir a necessidade em alterar a data, encurtando o tempo entre a foz e os nossos concelhos. O dia 1 de fevereiro parece-nos uma data razoável”.

Refira-se que, entre 15 de janeiro e 15 de abril, decorre a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência”. Os restaurantes de Monção que participam nesta promoção, 18 no total, tem servido lampreiade várias formas que, contranatura, tem de ser compradas fora do concelho.

LANÇADO CONCURSO PARA EXECUÇÃO DA OBRA DE MODERNIZAÇÃO DO CAIS DOS PESCADORES EM CAMINHA

Ministra do Mar presidiu em Caminha à apresentação pública das ações Mar 2020 da Polis Litoral Norte

O concurso para execução da obra de modernização do Cais dos Pescadores, em Caminha, já está a decorrer e os trabalhos deverão ficar concluídos até ao final deste ano.

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Com um investimento global associado de 880 mil euros, esta é a primeira intervenção de fundo na marginal do concelho, em mais de três décadas, que vem beneficiar os pescadores. A obra vai ser realizada no quadro do Programa Operacional Mar 2020, que só foi operacionalizado pelo Governo no último ano, e o projeto foi construído em diálogo entre a Polis Litoral Norte, os pescadores, o Município de Caminha, a Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho e o anterior comandante da Capitania do Porto de Caminha, Gonzalez dos Paços.

É sobretudo, como sublinhou o presidente da Câmara, uma vitória dos pescadores. A obra foi apresentada esta tarde, em Caminha, numa cerimónia presidida pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, em que foi feita a apresentação pública das ações Mar 2020 da Polis Litoral Norte.

A intervenção no Cais da Rua, uma estrutura completamente degradada, era urgente e reivindicada repetidamente pelos pescadores, cujas vozes, como referiu Miguel Alves, nunca foram ouvidas. “Este é o momento de colocar o século XXI ao serviço dos pescadores”, referiu o presidente, vincando também a sua alegria pelo cumprimento de um compromisso assumido pessoalmente com os pescadores.

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“Os pescadores estiveram esquecidos e abandonados durante demasiado tempo. Durante décadas não se fez nada, mesmo nada, pelos pescadores de Caminha. Nós recuperamos o cais de atracação da Foz do Minho; nós pusemos um ponto de água nos Estaleiros do Quintas como era pedido há anos; nós colocamos escadas de acesso às embarcações (os pescadores antes tinham que escorregar pela marginal e foram muitas as quedas por causa disso); nós recuperámos já a rampa existente no cais da vila e vamos fazer uma segunda intervenção para a prolongar junto à areia” – elencou Miguel Alves.

O presidente agradeceu a colaboração de todos os que participaram na construção do projeto que vai agora ser executado, designadamente, os técnicos da Polis Litoral Norte, do Município de Caminha, os pescadores, a Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho e o anterior comandante da Capitania do Porto de Caminha, Gonzalez dos Paços: “Acabou o tempo do desinvestimento, o tempo em que não havia capacidade para chegar aos meios próprios e para fazer ouvir a voz dos pescadores. Não ficamos pelos desenhos que nos deixaram, havia assim uns ‘macaquinhos’, nós fizemos um projeto, candidatámo-lo e vamos ter um Cais da Rua moderno e funcional, do século XXI”.  

A obra de modernização do Cais dos Pescadores em Caminha prevê o aumento da área útil do cais, o prolongamento da ponte-cais, a reparação/beneficiação da rampa-varadouro e das estruturas para amarração de embarcações, a recuperação das escadas para acesso às embarcações, a instalação de um novo guincho na rampa e o incremento da capacidade de atracação de barcos.

O investimento global associado é de 880 mil euros, sendo a taxa de cofinanciamento comunitário de 75%. A previsão de conclusão da obra édezembro deste ano de 2017.

A Polis Litoral Norte - Sociedade para a Requalificação e Valorização do Litoral Norte, SA existe há vários anos, mas só com este Executivo se iniciaram os investimentos no concelho. “Quando cheguei à Câmara, a Polis já existia há cinco anos, tinha investimentos em Viana do Castelo e Esposende, mas não tinha qualquer investimento em Caminha. Até 2013 não se fez um único investimento no âmbito da Polis Litoral Norte, não se fez uma única obra no concelho de Caminha. Mas desde 2013 até agora foram já feitas 5 obras e investidos 1 milhão e 100 mil euros no território de Caminha. E até final de 2017 prevemos ter mais 5 obras concluídas e investidos 2,5 milhões de euros. Passamos dum tempo em 2013 em que tínhamos zeros obras, zero cêntimos investidos no concelho e Caminha, para termos 10 obras e 4 milhões de euros investidos no concelho de Caminha”, afirmou Miguel Alves.

O presidente da Câmara agradeceu a presença da Ministra do Mar, realçando também que é, graças a Ana Paula Vitorino, que foi criado um grupo de trabalho que está a estudar o Portinho de Vila Praia de Âncora: “esta é a primeira vez que um Governo toma uma atitude concreta para resolver os problemas estruturais do Portinho de Vila Praia de Âncora”.

Também a Ministra do Mar deu conta da evolução recente do Programa Mar 2020, explicando que, à sua chegada ao Governo, praticamente nada tinha sido feito, tendo sido realizados durante o ano de 2016 os regulamentos, portarias, candidaturas e alguns concursos. Ana Paula Vitorino congratulou-se por terem sido atingidos os objetivos que fixou para o último ano.

A Ministra realçou a ainda importância das pescas e revelou que, na altura em que foi convidada por António Costa para assumir a pasta, colocou duas condições: que as Pescas voltassem a ter uma Secretaria de Estado e que a pessoa com essa responsabilidade fosse José Apolinário.

Aliás, o Secretário de Estado das Pescas esteve também em Caminha e explicou que o Cais da Rua é um excelente exemplo de como o Programa Mar 2020 pode ser utilizado para beneficiar a pesca.

Pimenta Machado, pela Polis Litoral Norte, fez a apresentação das ações Mar 2020 que asociedade vai concretizar, em 2017. Trata-se de um conjunto de obras em Caminha, Viana do Castelo e Esposende, de modernização de estruturas fundamentais de apoio às atividades económicas ligadas aos recursos naturais do litoral, em particular a pesca tradicional, com financiamento aprovado pelo Programa Operacional Mar 2020, enquadrado no Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas.

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MUNICÍPIO DE CAMINHA QUER COMPENSAR COMUNIDADE PISCATÓRIA DO ABANDONO A QUE FOI VOTADA NO PASSADO

Obra no Cais da Rua avança de imediato se a respetiva candidatura for aprovada

A Câmara Municipal espera uma resposta positiva em relação à candidatura apresentada para uma profunda intervenção no Cais da Rua.A decisão será conhecida dentro de algumas semanas e, se a expectativa se concretizar, a obra avança de imediato. Como frisou Miguel Alves na reunião descentralizada de ontem, “a comunidade piscatória foi abandonada, nos últimos anos, no concelho de Caminha” e é tempo de inverter esta situação. Em causa está uma obra orçada em 800 mil euros, que obrigará a um esforço financeiro do Município ainda considerável, mas cuja prioridade é absoluta.

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A última reunião descentralizada da segunda ronda pelas freguesias decorreu ao final da tarde de ontem, na sede dos Bombeiros Voluntários de Caminha, respeitando à freguesia de Caminha (Matriz) e Vilarelho. O pescador Augusto Porto foi um dos munícipes que interveio, para expor as suas preocupações sobre a pesca no Rio Minho. Também o presidente da Junta de Freguesia, Miguel Gonçalves, se tinha referido à pesca, lembrando que quase nunca foi tratada devidamente no concelho e “os pescadores estiveram longos anos esquecidos”.

Em resposta, presidente e vice-presidente da Câmara foram perentórios: a pesca é essencial à economia concelhia, diferencia-nos e tem de ser apoiada, para além das várias intervenções que têm sido feitas.

Miguel Alves sublinhou que o abandono a que foram votados os pescadores no passado, assim como os erros cometidos, são questões que este Executivo não admite. “Quando cheguei mandei fazer um projeto para o Cais da Rua, ouvindo os pescadores e a Capitania. Chamei cá o secretário de Estado das Pescas, sem dar nota disso, e sensibilizei-o. Não se pode cometer em Caminha o mesmo erro que se cometeu em Vila Praia de Âncora, onde o Estado pagou uma grande obra, mas onde não foram ouvidos os pescadores”, com as consequências que se conhecem, a obrigar a obras constantes, estando já prevista mais uma ação de desassoreamento orçada em meio milhão de euros.    

O presidente lamentouainda que o projeto encomendado pelo anterior Executivo para a marginal de Caminha ignorasse o Cais da Rua, e isso, frisou, foi mais uma atitude de abandono em relação aos pescadores –“nem o projeto para o Cais se fez”.

Agora, a poucas semanas de se conhecer a decisão sobre a candidatura, o presidente da Câmara avisou que não se importará com críticas e, tratando-se deum ano eleitoral, a obra avançará mesmo em 2017, caso, como espera, a candidatura seja aprovada, porque já se perdeu demasiado tempo.

Miguel Alves lembrou também que, ao chegar à Câmara no início deste mandato, encontrou uma situação terceiro-mundista no acesso dos pescadores às embarcações: “o que fizemos foi colocar escadas de acesso às embarcações - os pescadores antes tinham que escorregar pela marginal e foram muitas as quedas por causa disso”.

Além disso, recordou, foram feitas várias intervenções: “recuperamos o cais de atracação da Foz do Minho;pusemos um ponto de água nos Estaleiros do Quintas como era pedido há anos;recuperámos já a rampa existente no cais da vila e vamos fazer uma segunda intervenção para a prolongar junto à areia”.

Também em resposta a Augusto Porto, o vice-presidente, Guilherme Lagido, tinha já dito que o concelho, tal como o conhecemos, “é impensável sem a pesca”, salientando o modo como condiciona positivamente a restauração e o turismo. 

 

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