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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CABECEIRAS DE BASTO PROTEGE MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS

Câmara Municipal garante área de proteção e total visibilidade ao Mosteiro de S. Miguel de Refojos

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto reuniu hoje, dia 23 de junho, no Paços do Concelho. De entre vários assuntos, destaca-se a aprovação, por unanimidade, de uma proposta do presidente da Câmara para a aquisição do lote 69 do Plano de Pormenor da Quinta do Mosteiro, com uma área total de 2.425 metros quadrados, que confina com o Parque do Mosteiro, pelo valor global de 363.867,50 euros.

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Apesar dos proprietários não terem vontade de vender o lote, compreenderam a fundamentação alegada pela Câmara Municipal e aceitaram cooperar com a autarquia vendendo aquela parcela de terreno, preservando-se, desta forma, toda a zona envolvente ao Mosteiro, mantendo-o livre de construções e outros obstáculos que retirem visibilidade a tão importante monumento beneditino.

De acordo com a proposta aprovada por unanimidade, “é inegável que o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, o NOSSO MOSTEIRO, se encontra destacado, sem construções nas zonas adjacentes que o possam encobrir, asfixiar ou tolher. A sua localização desafogada permite a quem chega a Cabeceiras de Basto e à proximidade do Mosteiro perceber de imediato a sua imponência e importância no contexto urbano em que se insere.

Para que tal fosse possível não se pode esquecer a assertiva opção política da Câmara Municipal que, na segunda metade dos anos noventa, tudo fez para que o atual Parque do Mosteiro ficasse livre de construções, para o que foi necessário proceder à expropriação da parcela de terreno localizada entre a Rua de S. Miguel, a Rua Dr. Agostinho Moutinho e a Av. Dr. Francisco Sá Carneiro. Da referida expropriação ficou de fora uma parcela que no Plano de Pormenor da Quinta do Mosteiro foi identificada como lote 69 e que se localiza no extremo sul do referido Parque do Mosteiro, no gaveto da Rua Dr. Agostinho Moutinho com a Av. Dr. Francisco Sá Carneiro.

Tendo sempre presente a necessidade de preservar livre toda a zona adjacente ao Mosteiro, mais tarde, já no final da primeira década de dois mil, a Câmara Municipal conseguiu adquirir metade das casas dos caseiros da Quinta do Mosteiro onde, respeitando a cércea existente, reconstruiu aquelas casas que deram lugar à Casa do Tempo, mantendo uma visão sobre o Mosteiro que em nada prejudicou a já mencionada imponência.

Também a Arquidiocese de Braga resolveu, em 2014, dar início às obras de requalificação da parte restante das casas dos caseiros, obras que ficaram concluídas em 2016, respeitando as mesmas regras de construção.

Aquelas e estas obras de reconstrução resolveram um problema de degradação das construções que já se arrastava há longos anos, dando assim uma enorme dignidade à zona envolvente do Mosteiro do lado nascente.

Recentemente, mais precisamente em 2016, a Câmara Municipal viu aprovadas duas importantes candidaturas a fundos comunitários, designadas ‘Município Mais’ e ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar’, que vão permitir fazer obras de beneficiação do Mosteiro - Paços do Concelho e Igreja - bem como na ribeira de Penoutas, conferindo ao conjunto, depois de concluídas, uma maior monumentalidade ainda pelo que representam de valorização do imóvel e de toda a zona adjacente.

Ora, importa continuar neste esforço de valorização e proteção do NOSSO MOSTEIRO ainda para mais porque, como é do conhecimento de todos, em 2013, demos início ao processo de Candidatura deste importante monumento à Lista Indicativa de Portugal do Património Cultural da Humanidade que, apesar de não ter merecido, por parte da Comissão Nacional da UNESCO, a, para nós, tão desejada inscrição, mantemos como objetivo para o futuro próximo. Aliás, refira-se que acabámos de criar, há poucos dias, conjuntamente com os Municípios de Amares, Braga, Felgueiras, Porto e Santo Tirso, a Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas, dando assim cumprimento à deliberação da Câmara Municipal de junho de 2016 que determinou a continuação do projeto de candidatura.

A possibilidade de construção de um edifício no gaveto da Rua Dr. Agostinho Moutinho, com a Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, no mencionado lote 69, que tem uma área total de 2.425 m2 e uma capacidade para receber uma edificação com uma área bruta de construção de 1.950 m2, afigura-se problemática para se manter a visão, a leitura ou a espetacularidade do NOSSO MOSTEIRO que atrás ficou já referida, designadamente para quem visita Cabeceiras de Basto e o seu rico património”.

Posto isto, o presidente da Câmara deu início a conversações com os proprietários do lote 69 para verificar a disponibilidade de se chegar a um acordo para a não construção de qualquer edifício naquela área.

Após a negociação, as partes concordaram que “o lote tem uma localização privilegiada, no centro da Vila sede do concelho, boas acessibilidades, encontra-se envolvido em zonas comerciais de serviços e próxima de equipamentos públicos, beneficiando de todas as infraestruturas básicas, tendo uma capacidade construtiva muito significativa e a possibilitar um tipo de construção expectável de gama alta”, pelo que, atendendo às avaliações efetuadas por peritos indicados pela Câmara e pelos proprietários, estes aceitaram vender o referido lote e a Câmara aceitou comprá-lo pelo valor global de 363.867,50 euros, pago em 24 prestações mensais de igual valor cada e sem acréscimo de qualquer valor de juros.

Fica, assim, garantida uma área de proteção ao Mosteiro que lhe confere toda a sua monumentalidade.

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ESPOSENDE QUER VER RECONHECIDA A "ROMARIA DE S. BARTOLOMEU DO MAR E BANHO SANTO" COMO PATRIMÓNIO IMATERIAL NACIONAL

Município de Esposende efetiva candidatura da “Romaria de S. Bartolomeu do Mar e Banho Santo” a Património Cultural Imaterial Nacional

A Câmara Municipal de Esposende efetivou a candidatura da “Romaria de S. Bartolomeu do Mar e Banho Santo” a Património Cultural Imaterial Nacional.

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Na continuidade do processo iniciado o ano passado, no passado dia 16 de junho, a Vereadora da Cultura, Jaqueline Areias, entregou no Museu Nacional de Etnologia o dossier com o pedido de inscrição na Lista Nacional do Património Imaterial desta manifestação cultural imaterial do concelho de Esposende. Este pedido será, agora, alvo de apreciação por parte de várias entidades, prevendo-se que o processo demore alguns meses, de acordo com Paulo Costa, Diretor do Museu Nacional de Etnologia e responsável pela coordenação do Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

Recorde-se que o Município de Esposende apresentou publicamente, a 3 de junho de 2016, a candidatura da “Romaria de S. Bartolomeu do Mar e Banho Santo” à Lista Nacional do Património Cultural Imaterial, em sessão realizada no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, no âmbito do 5.º Encontro Nacional da Rede da Cultura dos Mares e dos Rios. Na oportunidade, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, referiu que o Município, ciente da sua responsabilidade na promoção da salvaguarda das suas tradições e do seu passado, entendeu classificar uma das mais notáveis manifestações culturais ligadas à terra e ao mar, apoiando-se numa equipa de investigação de excelência, liderada por Álvaro Campelo. O Autarca assinalou que a Romaria de S. Bartolomeu do Mar e o Banho Santo constituem uma referência cultural indissociável do Município, e manifestou a expetativa de que a candidatura seja aprovada e se transforme também num motor de desenvolvimento da localidade de Mar e do próprio concelho.

Posteriormente, no dia 2 de julho, a Câmara Municipal apresentou a candidatura à comunidade de Mar, em sessão realizada no Salão Paroquial de S. Bartolomeu do Mar, com a presença do Vice-presidente da Autarquia, António Maranhão Peixoto, e da Vereadora Jaqueline Areias.

O projeto da candidatura, sendo sobre património imaterial, foi materializado por dois filmes sonoros sobre a romaria, um do início da década de 1980, com recurso a imagens dos anos de 1970, e outro de 2016, realizado por Hugo Morango da equipa de Antropólogos liderada por Álvaro Campelo, onde foram abordados os diversos aspetos da Festa, da Praia e da Paisagem antrópica, da Feira do Linho, do ritual do arranjo e do encontro dos Andores, da Procissão, do ritual do Frango Preto e do Banho Santo.

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CERTIFICAÇÃO DA VIOLA BRAGUESA DÁ PASSO DECISIVO

Município avança com projecto de formação na área da música tradicional

O processo de certificação da Viola Braguesa deu um passo decisivo com a apresentação do Caderno Normativo e Regras de Certificação na construção deste instrumento musical. O documento será apreciado a 7 de Julho pela Comissão Nacional para a Certificação e, após a sua aprovação, os construtores já se podem candidatar para ver o seu produto certificado.

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“Este é um momento muito importante para a promoção deste instrumento como factor de atracção e projecção do território”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a cerimónia de apresentação que decorreu esta Segunda-feira, 19 de Junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, adiantando que o Município irá desenvolver uma estratégia semelhante para a certificação do Cavaquinho.

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Segundo o Autarca, “Braga quer ser uma referência na vertente dos cordofones e dos instrumentos de corda, particularmente na Viola Braguesa e no Cavaquinho”. Nesse sentido, Ricardo Rio adiantou que o Município vai desenvolver um projecto de formação na área da música tradicional. “Para lá da mera promoção do património, o Município de Braga assumiu um compromisso com a arte popular, com os seus valores tradicionais e com a formação na área da música tradicional. Por isso, vamos desenvolver um projecto de formação abrangendo a comunidade escolar e a população em geral, que permita a preservação destes valores, das nossas tradições e a sua valorização para o futuro”, explicou.

Promovido pelo Município de Braga, o processo de certificação da Viola Braguesa é conduzido pela Adere-Certifica, uma entidade da Adere-Minho, com a missão de certificar produtos artesanais.

Após a aprovação do caderno normativo pela Comissão Nacional para a Certificação, os produtores podem candidatar-se à certificação. Depois, terá lugar uma visita técnica que vai avaliar todo o processo de construção de forma a conferir as características do produto. O processo de certificação levará cerca de 60 dias com um custo anual de 150€, com o Município a oferecer as primeiras 200 etiquetas de certificação a cada construtor.

Recorde-se que a existência da Viola Braguesa, também designada de viola de Braga, surge documentada desde o século XVII e é o instrumento mais popular do Noroeste Português entre o Douro e Minho. Toca-se a solo ou no acompanhamento do canto em “Rusgas”, “Chulas” e “Desafios”. Como todas as Violas Portuguesas, a Braguesa pertence a um género musical exclusivamente lúdico e festivo e integra o mesmo tipo fundamental comum a todos os cordofones da família das ”guitarras” espanholas e europeias, a que pertence.

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FORTE DA LAGARTEIRA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA ESTÁ ABERTO AO PÚBLICO

O Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora, foi uma das fortalezas edificadas durante o período da Restauração, para protecção da linha costeira portuguesa face aos ataques da armada espanhola. A sua estrutura obedece ao modelo estabelecido na época para a edificação das fortalezas implantadas no Alto Minho, cuja planimetria constituiu um avanço no sistema de defesa e vigia.

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A fortaleza apresenta planta estrelada, formada por quatro baluartes laterais e bateria de três faces na fachada posterior, voltada ao rio. Os panos murários do forte possuem em toda a sua extensão uma moldura curva encimada por parapeito, interrompida nos cunhais por guaritas facetadas. O balcão, fechado e com bueiros, assenta sobre três modilhões. Na fachada da fortaleza foi edificado portal de arco pleno com aduelas definidas, encimada por escudo com as armas de Portugal coroadas e ladeadas por volutas.

A praça de armas, no interior, é enquadrada por três edifícios e duas rampas de acesso ao adarve e eirado. Os aquartelamentos, de secção rectangular, possuem cobertura abobadada.

O Forte da Lagarteira concilia a sua concepção planimétrica e defensiva, de cariz seiscentista, com a persistência de algumas formas de raiz medieval, como o balcão fechado.

Catarina Oliveira

IPPAR/2005

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BRAGA DEBATE PRESERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PATRIMÓNIO EDIFICADO

Conferência internacional reúne especialistas internacionais

Ao longo de três dias, Braga discute a preservação e reabilitação do património edificado. A 3.ª Conferência Internacional sobre Preservação, Manutenção e Reabilitação de Edifícios e Estruturas Históricas (REHAB), reúne um conjunto de académicos e especialistas internacionais para debater os problemas actuais e partilhar experiências numa área cada vez mais fulcral para o desenvolvimento do território.

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“A reabilitação e regeneração urbanas são temas cruciais para todas a Cidades. Tradicionalmente, os centros históricos congregavam a maior parte dos esforços das autarquias em termos de reabilitação. Actualmente, essa reabilitação assenta numa maior iniciativa privada que tem de ser adequada aos novos tempos, tendo em conta o envelhecimento da população, os novos tipos de estrutura familiar, as alterações dos estilos de vida e dos modos de deslocação”, referiu Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo do Município de Braga, durante a sessão de abertura que decorreu esta Quarta-feira, 14 de Junho, no Museu D. Diogo de Sousa.

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Como explicou o Vereador, em Braga essa reabilitação “estende-se às próprias áreas empresariais com o intuito de as renovar e relançar, diversificando as suas actividades”. Nesse sentido, Miguel Bandeira entende que esta conferência irá servir para uma “profícua troca de ideias e experiências” numa área em que “o protagonismo dos proprietários do edificado tem de ser integrado nos domínios da sustentabilidade, mobilidade ecológica e nos novos objectivos de desenvolvimento das Cidades”.

Os participantes desta 3.ª Conferência REHAB, oriundos de todos os continentes, vão apresentar e debater um vasto leque de temas relacionados com as tecnologias de inspecção e monitorização de edifícios e de patologias, comportamento sísmico de edifícios históricos, análise de casos de estudo de reabilitação, preservação dos centros históricos, autenticidade e património edificado, inclusividade de sítios e edifícios históricos, novos materiais e tecnologias na preservação e reabilitação, integração de princípios de sustentabilidade e, ainda, um tópico especial dedicado à construção em terra.

“Em Braga estamos a assistir a uma animação dos pedidos de licenciamento para a reabilitação de edifícios que, naturalmente, terão que vir acompanhados de critérios de sustentabilidade. No entanto, os impactos na mobilidade, no ordenamento de trânsito, na qualidade de vida dos cidadãos ou na diminuição da pegada de carbono, têm de ser tidos em conta em matéria de reabilitação, sem nunca perder do foco dos valores identitários da própria Cidade”, concluiu Miguel Bandeira.

No decorrer desta conferência, os delegados irão conhecer o Centro Histórico de Braga, o Mosteiro de Tibães, onde se realizará uma visita técnica ao edifício, um laboratório de monitorização de edifícios históricos e uma sessão plenária dedicada à construção em terra em Portugal, à qual se seguirá a sessão de encerramento.

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MOSTEIRO DE SANTO ANDRÉ DE RENDUFE INTEGRA REDE DE MOSTEIROS BENEDITINOS QUE PRETENDE SER CANDIDATADA A PATRIMÓNIO CULTURAL DA HUMANIDADE

Foi assinado ontem, em Cabeceiras de Basto, um memorando de entendimento entre a Direção Regional da Cultura do Norte e os mosteiros de Santo André de Rendufe (Amares), Santa Maria de Pombeiro (Felgueiras), S. Bento da Vitória (Porto), S. Bento de Santo Tirso, S. Martinho de Tibães (Braga) e S. Miguel de Refojos (Cabeceiras de Basto), com vista à constituição de uma rede de trabalho, que tem por objetivo valorizar e promover o património cultural, particularmente, os mosteiros beneditinos.

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O memorando estabelece os termos de colaboração entre os signatários, tendo em vista a elaboração de uma proposta de inscrição dos Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinos na lista do Património Cultural da Humanidade, como "bem em série".

“Centramos hoje todos os nossos esforços na preservação e valorização deste património e olhamos para esta possibilidade de inscrevermos o Mosteiro de Santo André de Rendufe na rota dos Mosteiros Beneditinos, como Património Cultural da Humanidade, como uma excelente oportunidade potenciadora de promoção cultural e turística e que irá beneficiar, não só, o Mosteiro de Rendufe, mas também, o concelho de Amares, sublinhou o vice-presidente da Câmara Municipal de Amares, Isidro Araújo, após a assinatura do respetivo memorando, que decorreu no contexto do III Seminário Internacional “Ora et Labora”.

Os signatários comprometem-se a cooperar tendo em vista o desenvolvimento da marca “Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas”, assim como, a promover estudos que possibilitem uma leitura integrada dos mosteiros (construção de uma narrativa comum), e a publicar esses estudos, para além de realizar um congresso em 2018.

Espanha e Brasil foram eleitos territórios prioritários para a promoção, troca de experiências e estabelecimento de parcerias com os  Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas objeto do respetivo memorando.

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CABECEIRAS DE BASTO ORGANIZA SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE PATRIMÓNIO CONVENTUAL

Câmara Municipal organiza III Seminário Internacional «‘Ora et Labora’ em Refojos de Basto: Espacialidades, Materialidades, Espiritualidades»

No contexto do III Seminário Internacional será assinado um Memorando de Entendimento para a criação da Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas

III Seminário Internacional 'Ora et Labora em Refojos de Basto - Cartaz

Decorre nos dias 8 e 9 de junho em Cabeceiras de Basto o III Seminário Internacional dedicado ao tema «‘Ora et Labora’ em Refojos de Basto: Espacialidades, Materialidades, Espiritualidades» organizado pelo Município de Cabeceiras de Basto e pelo CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar ‘Cultura, Espaço e Memória’/Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Indissociável de um todo estratégico estruturado e fundamentado, como forma de cumprimento de um verdadeiro imperativo mobilizador em ação, em prol da valorização, conservação e utilização para fins de desenvolvimento territorial do património e memórias patrimoniais constituídas por este magnífico monumento, a realização deste III Seminário Internacional assume elevada relevância num tempo de debate público sobre a proposta de criação da Rede das Paisagens Culturais Beneditinas.

Vem este III Seminário Internacional colocar uma vez mais em evidência a importância de vastos, ricos e complexos campos de significado nos domínios religioso, socioeconómico, patrimonial e cultural, decorrentes da realidade histórica (passado, presente e futuro) do mosteiro beneditino de Refojos de Basto, às escalas local, regional, nacional e internacional.

‘Ora et Labora’, a grande consigna beneditina, acompanha-nos sempre neste Seminário, mesmo quando é a gestão do espaço, das formas arquitetónicas, da água, da produção e comercialização dos alimentos, do vestuário, da botica e da assistência aos enfermos que se trata.

Os especialistas nacionais e estrangeiros de várias universidades e instituições de cultura muito conceituadas, acolhidos pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto nos próximos dias 8 e 9 de junho, com as suas competências específicas, abordarão temáticas relacionadas com ‘Refojos: espiritualidades, espaços e artes’, ‘Beneditinos, liturgia e evangelização’, ‘OSB - Modelos, paradigmas e impactos’, ‘Trabalho, alimentação e saúde da Ordem de São Bento’.

No contexto do III Seminário Internacional Ora et Labora, está agendada para as 12h00 do dia 8 de junho a assinatura de um Memorando de Entendimento para a criação da Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas, tendo em vista a elaboração de proposta de inscrição dos Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas na lista do Património Cultural da Humanidade, como bem em série, rede que incluirá o Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, Felgueiras; o Mosteiro de Santo André de Rendufe, Amares; o Mosteiro de São Bento da Vitória, Porto; o Mosteiro de São Bento, Santo Tirso; o Mosteiro de São Martinho de Tibães, Braga; e o Mosteiro de São Miguel de Refojos, Cabeceiras de Basto.

Aproveitamos a oportunidade para convidar o vosso prestigiado Órgão de Comunicação Social a marcar presença na sessão de abertura do III Seminário Internacional ‘Ora et Labora em Refojos de Basto: Espacialidades, Materialidades, Espiritualidades’ que se vai realizar na próxima quinta-feira, dia 8 de junho, pelas 10h15, na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto e que contará com a presença do Diretor Regional de Cultura do Norte e dos representantes dos Municípios aderentes à Rede.

PROGRAMA

Dia 8 de junho (quinta-feira):

10h00 | Receção e entrega de documentação aos participantes

10h15 | Sessão de Abertura com a presença do Diretor Regional de Cultura do Norte

11h00 | Apresentação do Projeto Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas DRCN| Direção Regional da Cultura do Norte

. Mosteiro de Santo André de Rendufe (Amares)

. Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro (Felgueiras)

. Mosteiro de São Bento da Vitória (Porto)

. Mosteiro de São Bento de Santo Tirso (Santo Tirso)

. Mosteiro de São Martinho de Tibães (Braga)

. Mosteiro de São Miguel de Refojos (Cabeceiras de Basto)

11h30 | Debate

12h00 | Assinatura de Memorando de Entendimento entre a DRCNorte e os Municípios, tendo em visita a elaboração da proposta de inscrição dos Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas na lista do Património Cultural da Humanidade, como bem em série

12h30 | Almoço livre

15h00 | I PAINEL: REFOJOS - ESPIRITUALIDADES, ESPAÇOS E ARTES

A relação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos com os Mosteiros da Congregação Beneditina Portuguesa

Paulo Oliveira – DRCN |Direção Regional de Cultura do Norte

O Mosteiro de S. Miguel de Refojos no domínio da História da Arte

Eduardo Pires de Oliveira | ARTIS-IHA

Enquadramento Arquitetónico e Urbano do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, com incidência no edificado construído/transformado sobre influência dos emigrantes de torna-viagem

António Afonso de Deus | Universidade Lusófona do Porto

16h30 | Debate

Pausa para café

17h00 | II PAINEL: BENEDITINOS, LITURGIA E EVANGELIZAÇÃO

Pressupostos da Ciência Litúrgica na Regra de São Bento

Abade Dom Bernardino Costa | Abade do Mosteiro de Singeverga

Vivências e Práticas nos Mosteiros Beneditinos do Brasil

Eugénio de Ávila Lins – Presidente do ICOMOS/Brasil e membro do Conselho Consultivo do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional – IPHAN/Brasil

Modelos de Papel observados a partir de Refojos de Basto: a memória dos Monges à luz das fontes hagiográficas de seiscentos

Paula Almeida Mendes – Universidade do Porto| CITCEM

18h00 | Debate

21h30 | Noite Cultural com Espetáculo de Teatro ‘Salvação’ pelo CTCMCB

Claustros do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

Dia 9 de junho (sexta-feira):

09h30 | III PAINEL: OSB – MODELOS, PARADIGMAS E IMPACTOS

Os beneditinos e a cultura do livro: artes liberais e espiritualidade na Idade Média

José Francisco Meirinhos – Universidade do Porto | Instituto de Filosofia

A Regra de São Bento na sua Espiritualidade

Frei D. Luís Aranha – Mosteiro de Singeverga

11h00 | Pausa para café

11h15 | Formas, Modelos e Autores do Património Arquitetónico e Artístico do Mosteiro e Colégio de S. Miguel de Refojos (Sécs. XVII-XIX)

Manuel Joaquim Moreira da Rocha – Universidade do Porto | CITCEM

Livraria Monástica S. Miguel de Refojos: Letras e Artes

Ana Isabel Líbano Monteiro – Biblioteca Nacional de Portugal

12h00 | Debate

12h30 | Almoço livre

15h00 | IV PAINEL – TRABALHO, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NA ORDEM DE SÃO BENTO

Património(s) e Saber(es) vitivinícola(s) dos monges de São Miguel de Refojos de Basto

Gonçalo Maia Marques – Instituto Universitário da Maia | CETRAD

“Tamancas de frade, socas de lavradeira”. Notas sobre o fabrico e uso do “calçado de pau”

Teresa Soeiro – Universidade do Porto | CITCEM

16h00 | Pausa para café

16h15 | Botica e boticários no Mosteiro de S. Miguel de Refojos, conhecimentos e práticas

Jacobo Sebastián Sanz Hermida – Universidad de Salamanca | CITCEM

Entre a Regra e o Século: caminhos e descaminhos do património do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

Maria Luísa Jacquinet – Universidade de Coimbra | CITCEM

Debate

Sessão de Encerramento

BRACARENSES DEBATEM PATRIMÓNIO

Evento decorre de 14 a 16 de Junho, Braga discute preservação e reabilitação do património no Congresso REHAB 2017

O congresso REHAB 2017 - 3rd International Conference on Preservation, Maintenance and Rehabilitation of Historical Buildings and Structures, promovido pela associação Green Lines Instituto para o Desenvolvimento Sustentável, reunirá na cidade de Braga, nos dias 14 a 16 de Junho, um conjunto de especialistas internacionais em preservação e reabilitação do património edificado.

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Este grupo de delegados, oriundos de todos os continentes, exibirá e debaterá um conjunto de temas relacionados com as tecnologias de inspecção e monitorização de edifícios e de patologias, comportamento sísmico de edifícios históricos, análise de casos de estudo de reabilitação, preservação dos centros históricos, autenticidade e património edificado, inclusividade de sítios e edifícios históricos, novos materiais e tecnologias na preservação e reabilitação, integração de princípios de sustentabilidade e, ainda, um tópico especial dedicado à construção em terra.

O congresso decorrerá nas instalações do Museu D. Diogo de Sousa, onde se realizará a sessão de abertura e as sessões de debate, incluindo uma visita técnica ao centro histórico de Braga. Na tarde do último dia, os delegados serão recebidos no Mosteiro de Tibães onde se realizará igualmente uma visita técnica ao edifício, um laboratório de monitorização de edifícios históricos e uma sessão plenária dedicada à construção em terra em Portugal, à qual se seguirá a sessão de encerramento.

O evento conta com os apoios institucionais e parcerias do Município de Braga, da Direcção Regional de Cultura Norte, do Museu D. Diogo de Sousa, do Mosteiro de Tibães, do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, da Ordem dos Arquitectos, da Ordem dos Engenheiros, da associação Centro da Terra e da Universidade do Minho.

Toda a informação acerca do congresso poderá ser consultada em rehab.greenlines-institute.org.

FORTE DA LAGARTEIRA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA JÁ ESTÁ ABERTO AO PÚBLICO

Cerimónia de abertura contou com a apresentação do programa ‘Vila Praia – Âncora de Emoções’

Vila Praia de Âncora registou ontem ao final da tarde mais um acontecimento importante para a sua história e para as suas gentes. A abertura ao público do Forte da Lagarteira, um ícone para todos os ancorenses, ficou marcada pela apresentação do programa ‘Vila Praia – Âncora de Emoções’, que contem as mais de 50 atividades que vão marcar o verão na vila mais populosa do concelho.

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Decorreu ontem ao final da tarde a cerimónia de abertura do Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora. A sessão contou com a presença de Miguel Alves, presidente da Câmara Municipal de Caminha, Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, vereadores do Município de Caminha, representantes das associações que vão organizar algumas das atividades anunciadas, e muitos populares que se juntaram para fazer parte da história do Forte da Lagarteira e de Vila Praia de Âncora.

A partir de hoje, o Forte está aberto de terça-feira a domingo, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00. Tal como foi anunciado por Miguel Alves a 3 de maio, aquando da assinatura do protocolo de cooperação com a Autoridade Marítima Nacional, que permite a sua fruição pela população e pelos turistas, o Forte da Lagarteira abriu portas ontem, 1 de junho, com uma exposição, que conta a sua história e as circunstâncias em que foi construído e com a apresentação do programa ‘Vila Praia – Âncora de Emoções’. O presidente da Câmara realiza, assim, mais um sonho de todos os ancorenses acalentado há muitos anos. Recorda-se que o imóvel esteve até agora fechado e sem qualquer utilização sendo agora devolvido à população e ao turismo.

‘Vila Praia – Âncora de Emoções’ é um programa forte e de qualidade que vai colocar Vila Praia de Âncora e o concelho de Caminha nos roteiros turísticos mais apetecíveis.  São mais de 50 atividades culturais, desportivas, religiosas, gastronómicas que Vila Praia de Âncora tem para oferecer a quem cá vive e a quem a visita. O objetivo é fazer de Vila Praia de Âncora um destino turístico de sonho e ao mesmo tempo promover as associações e a economia do concelho. Com este programa, Vila Praia de Âncora tem tudo para oferecer a quem a procura: eventos de qualidade, com destaque para o concerto de Rodrigo Leão ou Camané; praias com bandeira azul; gastronomia e hotelaria de qualidade, equipamentos culturais, desportivos e de lazer, entre outros.

Os eventos são muitos e para todos os gostos e idades. Em junho, destacam-se o concerto de Ricardo Carriço, o I Trail do Vale do Âncora e o XTREM CHALLENGE; em julho, a elevação de Gontinhães com a apresentação do Cancioneiro do Concelho de Caminha; o concerto do Rodrigo Leão; o AMFF in Concert; o Festival Blues Soul; a Aposta Bacalhau; em agosto, o Concerto Antologia Opereta com a Orquestra do Norte, Coro Sinfónico Inês de Castro e Orfeão de Vila Praia de Âncora; Viagens à Terra Nova; Fado Forte com Camané; Âncora Folk; Festival Gastronómico do Espadarte; Festa do Mar e da Sardinha; em setembro, o II Open Internacional de Pesca Desportiva; a Festa em Honra de Nossa Senhora da Bonança com Quim Barreiros e Zé Amaro; a Feira Agrícola e dos Produtos Tradicionais e o VII Grande Trail da Serra d’Arga.

O Forte da Lagarteira foi mandado construir por D. Pedro II no século XVII na sequência das Guerras da Restauração da independência (1640-1668) para o reforço da costa portuguesa perante a ameaça espanhola, integrando-se na linha de defesa estrategicamente colocada nas margens do rio Minho e ao longo da costa atlântica.

De acordo com os registos, o Forte da Lagarteira, de arquitetura militar, “integra-se no grupo de fortes seiscentistas de planta estrelada, de pequenas dimensões e alçado simples. Cruzava fogo com o Forte de Santiago. Denota persistências de formas de caráter medieval, observável no balcão fechado, e sua conciliação com uma conceção planimétrica e militar completamente distinta e de cariz seiscentista”.

O Forte foi classificado como Imóvel de Interesse Público, pelo decreto nº 47 508, DG, 1.ª série, n.º 20 de 24 janeiro 1967.

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FAMALICÃO DIVULGA VINHO VERDE

Apresentação da revista “Vinho Verde: História e Património”

O Arquivo Municipal Alberto Sampaio, em Vila Nova de Famalicão, acolhe no próximo dia 9 de Junho, em que se assinala o Dia Internacional dos Arquivos, a apresentação do 2.º volume da revista Vinho Verde: História e Património – History and Heritage (2016), dedicada a Alberto Sampaio.

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A sessão acontece a partir das 18h30, seguindo-se uma mesa redonda sob o tema “Alberto Sampaio, um viticultor na região dos vinhos verdes”, na qual participam alguns destacados membros da Associação Portuguesa da História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID), também eles autores de artigos publicados no citado volume.

ORA BORA LÁ... AO MOSTEIRO DE TIBÃES!

Visita à iniciativa ´Ora Bora Lá...ao Mosteiro de Tibães´. Amanhã, Quinta-feira, dia 1 de Junho, pelas 15h00, no Mosteiro de Tibães, Braga

O Município de Braga promove a visita de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, à iniciativa ´Ora Bora Lá...ao Mosteiro de Tibães´, que terá lugar amanhã, Quinta-feira, dia 1 de Junho, pelas 15h00, no Mosteiro de Tibães.

O evento ´Ora Bora Lá...ao Mosteiro de Tibães´, integrado nas comemorações do Dia Mundial da Criança, contará com um conjunto diversificado de actividades culturais como o teatro, a música, a dança, jogos ou contos, entre muitas outras actividades, que irão decorrer em vários espaços do Mosteiro.

Nos dias 1 e 2 as actividades são dedicadas principalmente às crianças do Jardim-de-Infância e do 1º Ciclo e a partir da noite de sexta-feira e durante o fim-de-semana de 3 e 4 de Junho, às famílias e ao público em geral. A entrada é livre!

PAÇO DA GIELA EM ARCOS DE VALDEVEZ ATRAI CADA VEZ MAIS VISITANTES

Paço de Giela recebeu cerca de 1500 alunos entre Março e Maio de 2017

No âmbito do plano de sensibilização para a preservação e conhecimento do Património Histórico concelhio, cerca de 1500 alunos passaram pelo Paço de Giela, um dos mais importantes Monumentos Nacionais e um local de visitação obrigatória no concelho e na região, o qual, para além de turistas, tem ao nível da comunidade escolar um forte impacto e interesse.

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Pelo Monumento não só passaram turmas do Agrupamento de Escolas de Valdevez, como também de outros concelhos, nomeadamente Maia, Felgueiras e Gondomar.

Este ano, além da visita guiada ao monumento e aos seus recursos pedagógicos e de interpretação, alunos e professores tiveram também atividades complementares, pensadas de forma cuidada e rigorosa, destinas exclusivamente para grupos escolares, alusivas ao Recontro de Valdevez, contando eventos e contextos deste marco histórico ocorrido em 1141 e decisivo na fundação da nacionalidade; ficaram também a conhecer equipamentos bélicos usados no século XII, através de uma mostra de armas, e disfrutaram igualmente de uma aula de esgrima e combate medieval.

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MONÇÃO: NÚCLEO MUSEOLÓGICO TORRE DE LAPELA RECEBEU QUATRO MIL VISITANTES NUM ANO

Conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho, torre de menagem eleva-se a 35 metros do solo, proporcionando uma paisagem deslumbrante sobre aquele curso de água internacional, casario tradicional e margem galega. 

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O Núcleo Museológico Torre de Lapela assinala no próximo sábado, 27 de maio, um ano de abertura ao público. Até ao último fim de semana, recebeu um total de 3947 visitantes, repartidos por 1424 estrangeiros e 2523 nacionais, constatando-se uma maior procura nos meses de verão e nos fins de semana prolongados.

A requalificação desta valência turística do concelho de Monção englobou a restauração interior e exterior da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes, em execução, proporcionando uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional e margem galega. 

Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o troço internacional do rio Minho.

Conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho, a Torre de Menagem de Lapela mantem a sua postura imponente e mostra uma silhueta mais atraente para receber munícipes e visitantes, garantindo um maior contacto com a história do concelho de Monção.

Horário de verão:

Sexta-feira: 14h00 às 19h00

Sábados e domingos: 10h00 às 12h30 e 14h00 às 19h00

Entradas gratuitas

VILA VERDE: VILELA QUER VALORIZAR PATRIMÓNIO HISTÓRICO, RELIGIOSO E NATURAL ASSOCIADO AO TURISMO

«Vila Verde é, seguramente, uma terra de tradições e de património histórico, religioso e etnográfico com potencial turístico enorme e o Vale do Homem é um bom exemplo a explorar ainda mais»

A aposta no desenvolvimento turístico, assente no potencial de algumas áreas e zonas do Concelho, é uma das linhas fortes do programa de acção do (re)candidato do PSD à câmara de Vila Verde, António Vilela. Neste domínio, ganham destaque os roteiros turísticos do património, a valorização do património natural e paisagístico (praias e zonas fluviais, espaços de lazer, rota dos miradouros, entre outros), a construção da ecovia do Cávado-Homem, a instalação das ciclovias urbanas de Vila Verde e Vila de Prado, a expansão das zonas de lazer e praias fluviais, «associadas ao inigualável património gastronómico, histórico-etnográfico e promoção dos produtos locais». 

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«Vila Verde é, seguramente, uma terra de tradições e de património histórico e etnográfico com potencial turístico enorme», destacou o candidato António Vilela, nas suas incursões pelo Vale do Homem. «O potencial turístico das paisagens, locais e património religioso do Vale do Homem, alargado a outras ofertas do Concelho e com a enorme mais-valia de ter o Gerês mesmo à porta deste vale, têm que ser ainda mais valorizados», referiu António Vilela, que ainda foca «o potencial agrícola, dos produtos locais, das tradições ligadas ao campo e à fundação religiosa de muitos espaços».

Entende que «é importante promover e enriquecer a região em gentes e vivências».

ECOVIA CÁVADO-HOMEM

VALORIZAÇÃO DAS ZONAS FLUVIAIS E PATRIMÓNIO NATURAL E RELIGIOSO

E aponta projectos âncora que «ajudarão a consolidar estes destinos, a gerar oportunidades e riqueza e, por inerência, a fixar a sua população».

Dá como exemplo mais recente, a construção da Ecovia do Cávado-Homem, uma ligação entre o litoral e o interior do Vale do Homem, pelos rios Cávado e Homem, entre Esposende-Vila Verde-Braga-Amares-Terras de Bouro-Gerês-Espanha. «Daremos projecção à zona norte, que tem vindo a apostar na componente turística cada vez mais. A biodiversidade existente por terras minhotas, mais concretamente o Gerês, é também um factor de enorme importância para o desenvolvimento da região, pois possui todo um potencial localizado, capaz de satisfazer as exigências e experiências que o turismo comporta».

Vilela assinala ainda a importância de valorizar e projectar ainda mais o potencial do património histórico e religioso, dando como exemplo o lançamento da “Rotas dos Patrimónios Natural e dos Miradouros”.

As requalificações executadas em S. Frutuoso (Sande), Sra da Conceição (Oriz Sta Marinha), Santa Ana (Passô) e Mixões da Serra (Valdreu/Aboim), a juntar ao Santuário do Alívio (Soutelo), S. Miguel-o-Anjo (Prado S. Miguel), Bom-Despacho (Cervães), entre outras, vieram dar «qualidade aos espaços e torná-los em referências para quem visita o Concelho e a própria Região». 

«O Município quer avançar com a criação da Rota dos Miradouros, espaços de observação da paisagem e desfrute do ambiente e património natural e histórico edificado em zonas altas do concelho».

A aposta no turismo de natureza, «que coloca já Vila Verde no 6º lugar nacional dos concelhos emergentes nesta área», já está a dar os primeiros passos.

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PRAIAS E ZONAS FLUVIAIS (Homem, Cávado e Neiva)

Os recursos hidrográficos, «de excelência e com potencial enorme de desenvolvimento para aproveitamento turístico», servem de base à «expansão e criação» de novas zonas de lazer fluvial».

«Depois das intervenções na Ponte Nova (Loureira), Malheira (Sabariz), rio Homem (Oriz Sta Marinha)  e Faial (Vila de Prado), que «trouxeram um importante incremento à qualidade dos espaços», o candidato manterá a aposta na valorização das zonas ribeirinhas. «Estão em programa a requalificação das zonas  fluviais e de lazer do Gaião (Cabanelas), Porto Carrero (Soutelo) e  interiores do rio Homem (Oriz) e Neiva (Azões-Goães)», revela.

«Em muitos casos, basta apenas ajustar os espaços naturalizados, com algumas infra-estruturas de apoio», assinala. «E encaminhar para esses locais, que valem pela qualidade do património natural envolvente», remata.  

Não obstante o que já foi realizado, o candidato espera também «obter bandeira azul da Praia Fluvial do Faial, em 2018, aquando da realização do campeonato do mundo de canoagem. De acordo com a APA (Agência Portuguesa do Ambiente) é uma das praias fluviais mais frequentadas do País».

ALOJAMENTO TURÍSTICO E GASTRONOMIA

Todas estas vertentes, «que obedecem a um plano estruturado de turismo que o município tem vindo a desenvolver nos últimos anos», entroncam no apoio ao desenvolvimento de projectos de alojamento turístico, um bom meio de entrada de capital e valorização da região. Bem como a organização de eventos «que trazem forasteiros e projectam o nome do concelho para o exterior, como a Rota das Colheitas, Namorar Portugal, Festa das Colheitas e as próprias Festas Concelhias.

A gastronomia vilaverdense, «cujo cardápio preenche os requisitos dos mais exigentes comensais», é outro factor de atracção e valorização do território. «Traz visitantes e carrega consigo uma importante mais-valia económica, para além de ser complemento indispensável ao desenvolvimento da componente turística», refere António Vilela.

«Completam o cardápio os produtos locais, o artesanato e as aldeias históricas e da saudade», remata.

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BARQUENSES DEBATEM PATRIMÓNIO IMATERIAL

01 de junho | 21h30 | Casa da Cultura

Última sessão das “Quintas na Barca” debaterá o 'Património Imaterial – A Romaria de S. Bartolomeu'

'Património Imaterial – A Romaria de S. Bartolomeu' é a temática que vai dar por encerrada na próxima quinta-feira, 01 de junho, a VIII edição das “Quintas na Barca”, sessão que contará com a presença de António Ponte, Diretor Regional de Cultura Norte, Álvaro Campelo, Docente da Universidade Fernando Pessoa, e Hugo Morango, Antropólogo.

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Como salienta a Vereadora da Cultura, Sílvia Torres, 'as gentes de Ponte da Barca têm muito orgulho nas suas tradições e nesta Romaria em particular. E como estamos em fase de preparação de candidatura ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, motivo pelo qual lançámos o projeto de recolha de memórias e registo dos elementos distintivos da Romaria 'Ó Meu S. Bartolomeu', faz todo o sentido dedicar-lhe uma sessão de debate e reunir um leque de convidados em torno do mesmo. O património imaterial é um bem a ser promovido mas sobretudo a ser preservado para a posteridade.'

Recorde-se que, com três sessões distribuídas pelos meses de maio e junho, a iniciativa visa promover ciclos de debate informais, contando com a participação de conceituados especialistas em vários domínios.

MONÇÃO PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE O SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DOS MILAGRES

Conferência de Ernesto Português decorre no dia 26 de maio, sexta-feira, pelas 21h30, no Arquivo Municipal de Monção.

O Arquivo Municipal de Monção recebe no dia 26 de maio, sexta-feira, pelas 21h30, uma conferência sobre o “Santuário de Nossa Senhora dos Milagres, em Cambeses”, da autoria de Ernesto Português, licenciado em história e autor de diversas publicações sobre temas variados de Monção.

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Com estilo maneirista, o santuário foi mandado construir nos finais do século XVI em resultado do cumprimento de uma promessa de Francisco Pereira de Castro, senhor da Quinta do Sopegal. No exterior, a fachada revela uma cuidada decoração escultórica de feição clássica.

FAMALICÃO REABILITA PALÁCIO DA IGREJA VELHA

Telhabel adquiriu, reabilitou e deu vida a este património do século XIX. O novo Palácio da Igreja Velha deslumbra

No roteiro do património histórico e da arquitetura nacional, mas também do design, há mais “hotspot” para acrescentar. É o Palácio da Igreja Velha, em Vermoim, Vila Nova de Famalicão, que acaba de ser totalmente intervencionado, com projeto de arquitetura já premiado e pela mestria da Telhabel, grupo de construção civil famalicense.

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O renascimento do Palácio da Igreja Velha começou a escrever-se em 2012 quando a Telhabel adquiriu este singular património histórico, então degradado e com futuro incerto, para o recuperar e reabilitar. Terminada a intervenção, o resultado final, apreciado esta manhã pelo Presidente da Câmara Municipal numa visita a pretexto do roteiro Famalicão Made IN, representou um investimento de 5 milhões de euros.

Aliás, o Palácio da Igreja Velha é para Paulo Cunha, “talvez, um dos melhores exemplos no concelho de investimento privado com interesse de utilidade pública”.

Esta imponente construção, edificada em 1881 ao estilo barroco, com duas torres acasteladas e uma capela de estilo neogótico, dedicada a S. Francisco de Assis, está agora salvaguardada e valorizada, vocacionando-se para a realização de eventos e para hospedar quem neles participa.

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Recentemente o Palácio da Igreja Velha foi motivo de notícias positivas em Portugal e no mundo. A sua extensão venceu o conceito prémio da Architizer, plataforma online de arquitetura que reúne trabalhos de mais de 40 mil empresas de arquitetura do mundo, num projeto assinado por três arquitetos, entre os quais o famalicense Nuno Poiarez, do gabinete Visioarq.

A intervenção consistiu na ampliação de um palácio com elementos barrocos e neogóticos, respeitando o protagonismo, a essência e o ADN do espaço. “O desafio era fazê-lo sem disrupção visual no conjunto histórico. E, atendendo à peça modernista que tínhamos que integrar, revelou-se um grande desafio”, explicou Nuno Poiarez, acompanhado pelo responsável da Telhabel, Fernando Gonçalves, referindo que a resposta foi encontrada na recriação dos espigueiros, construção tradicional da região do Minho.

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Com quatro elementos construtivos – aço, vidro, pedra e madeira –, o novo volume foi executado em dez meses, mantendo a harmonia cromática e volumétrica do espaço, e, segundo Poiarez, “é uma obra de engenharia muito complexa”. O desenho “nasceu de um olhar metálico para o espigueiro do século XXI, que parece levitar com a sua fina pele em aço [cobertura com apenas 1,5 centímetros de espessura] sobre uma base de pedra e vidro”, explicou.

Fantástica e deslumbrante. São os qualitativos que Paulo Cunha emprega para descrever a intervenção no Palácio da Igreja Velha. “Não me canso de elogiar a atitude da Telhabel, que concretizou a intervenção da melhor forma possível para proteger e valorizar este património e deixar um legado histórico ao concelho. Muitas gerações de famalicenses, estou certo, vão reconhecer o trabalho que aqui foi realizado”, disse, salientando: “A Câmara Municipal sempre foi parte interessada neste processo e fez o que tinha que fazer para que ele fosse bem-sucedido. Ficamos muito satisfeitos quando soubemos que o grupo tinha adquirido este espaço, porque essa aquisição sinalizou que ia haver uma reconversão. A qualidade, a persistência e a relação muito forte da Telhabel com o nosso concelho são talvez as razões que mais pesaram para que tivéssemos chegado a este resultado.”

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FAMALICÃO: TELHABEL RESGATA, RESTAURA E REABILITA RELEVANTE PATRIMÓNIO HISTÓRICO

Visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, ao Palácio da Igreja Velha, em Vermoim, segunda-feira, 22 de maio, pelas 10h30

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Na primeira década do séc. XXI, o Palácio da Igreja Velha, em Vermoim, Vila Nova de Famalicão, viveu o período mais sombrio dos seus 136 anos de história, mas após a aquisição, em 2012, por parte do grupo Telhabel, este importante património histórico famalicense, edificado em 1881 ao estilo barroco com duas torres acasteladas e uma capela anexa, a Capela S. Francisco de Assis de estilo neogótico, está salvaguardado, valorizado e já é motivo de notícias positivas em Portugal e no mundo. A última foi motivada pela edificação de um novo espaço de restauração junto ao palácio, cujo projeto de arquitetura deu ao gabinete Visioarq o prémio do público na edição 2017 do conceituado concurso de Arquitetura Architizer.

Hoje o mercado da reabilitação representa uma fatia importante no conjunto de obras da Telhabel e o nível de profissionalismo da empresa vai poder ser apreciado numa visita ao Palácio da Igreja Velha do Presidente da Câmara Municipal no âmbito do roteiro Famalicão Made IN,  segunda-feira, 22 de maio, pelas 10h30, em Vermoim.

A Telhabel é uma empresa de construção civil fundada em 1973, em Vila Nova de Famalicão, por Manuel Sampaio Couto. Ao longo dos mais de 40 anos de história, a empresa soube sempre antecipar-se ao mercado e posicionar-se de forma segura no universo da construção civil. A atuar nos mercados nacional e internacional tem demonstrado uma grande capacidade em acompanhar e liderar os avanços do mercado da construção civil e obras públicas, sendo há muito tempo uma empresa de referência do setor.  

QUINTA DA BARROSA FINALMENTE LIVRE DE LITÍGIOS E NA POSSE DO MUNICÍPIO DE CAMINHA

Miguel Alves fez acordo com o proprietário e a Câmara vai pagar 75 mil euros pela última parcela

O Executivo aprovou hoje um acordo de compensação, que obrigará o Município a pagar 75 mil euros ao proprietário de uma parcela da Quinta da Barrosa pela alteração do destino do terreno. Miguel Alves, depois do acordo com os demais herdeiros, que envolveu o pagamento de 240 mil euros (já liquidados), conseguiu também negociar esta última parcela, encerrando um processo de muitos anos, e restituindo a propriedade a Vila Praia de Âncora e ao concelho.  

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Terminou finalmente o imbróglio que envolvia a Quinta da Barrosa. O diálogo entre o presidente da Câmara e o professor António Manuel Gomes de Carvalho, herdeiro de uma parcela da Quinta com 6090 m2, permitiu chegar a um acordo. A Câmara pagará 75 mil euros em duas parcelas, liquidando a primeira já este mês. 

O Município pagou, em abril deste ano, a segunda e última tranche dos 240 mil euros (120 mil euros) que a Câmara tinha em dívida com alguns dos herdeiros dos terrenos do Dólmen da Barrosa, em Vila Praia de Âncora. Nessa altura, como referimos, estava em fase de conclusão o acordo com o herdeiro que sempre ficou de fora nas propostas feitas pelo Município e que não obteve resposta, por parte do anterior Executivo, à sua última missiva.

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Como oportunamente anunciámos, a Câmara de Caminha e os herdeiros dos proprietários da Quinta da Barrosa celebraram um acordo que previa o pagamento de 240 mil euros pelos terrenos, em duas tranches iguais, liquidando imediatamente a primeira parcela, de 120 mil euros. Em abril último ficou resolvido este assunto.

Recorde-se que o anterior Executivo assumiu o compromisso, através de proposta aprovada em reunião de Câmara, de entregar aos herdeiros da propriedade três apartamentos de tipologia dois, até 31 de dezembro de 2013, o que nunca aconteceu. Como o Município também não dispunha, nem dispõe, desses imóveis, Miguel Alves viu-se obrigado a encetar novas negociações, que chegam agora ao seu termo.

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Recorde-se que, com a ajuda da população, que se mobilizou através do Orçamento Participativo, foi já recuperada a zona envolvente do Dólmen da Barrosa e os projetos para aquele local incluem a sua forte dinamização e projeção enquanto “porta” do Megalitismo no Alto Minho.

Na reunião de hoje tomou posse, como vereador, Manuel Luís Martins, em substituição de Rui Teixeira que, pela vontade unânime de todos os presidentes de Câmara do distrito, foi indicado pela CIM do Alto Minho como vogal do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.

O novo vereador, natural da freguesia de Âncora, é médico. Em 2008, conjuntamente com os profissionais que trabalhavam na Extensão de Saúde de Vila Praia de Âncora, criou a USF Vale do Âncora, sendo nomeado seu coordenador, cargo que mantém.

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VILA PRAIA DE ÂNCORA: FORTE DA LAGARTEIRA ABRE AO PÚBLICO A 1 DE JUNHO E VAI CONTAR A SUA HISTÓRIA

Câmara assinou protocolo com a Autoridade Marítima Nacional que permite a fruição pela população e turismo

O Forte da Lagarteira, em pleno Portinho de Vila Praia de Âncora, abre ao público no próximo dia 1 de junho e, na primeira exposição, vai contar a sua história e as circunstâncias em que foi construído. A Câmara Municipal de Caminha assinou ontem um protocolo de cooperação com a Autoridade Marítima Nacional que permitirá a fruição pela população e pelos turistas. A cerimónia decorreu no interior do Forte da Lagarteiro e contou com a presença do Diretor-Geral da Autoridade Marítima Nacional, o Vice-Almirante Luís Carlos de Sousa Pereira e do Secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello.

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A importância da manutenção da memória dos monumentos foi salientada por Luís Carlos de Sousa Pereira, que recordou palavras que reteve de um filme que viu, sublinhando que são as pessoas que fazem os sítios.

O presidente da Câmara destacou o significado da fortaleza, como sinal de afirmação do que somos enquanto território e país, mas também como algo que faz parte da cultura e das gentes de Vila Praia de Âncora. Miguel Alves adiantou que, no próximo dia 1 de junho, o dia em que o Forte da Lagarteira abrirá as portas, será também anunciada a programação para o espaço. O imóvel esteve até agora fechado e sem qualquer utilização sendo agora devolvido à população e ao turismo. Entretanto, a câmara vai proceder à limpeza do imóvel e à colocação de placas informativas sobre a sua história e significado, estando prevista a possibilidade de visitas guiadas, por marcação.

Miguel Alves agradeceu o emprenho da Marinha e do Secretário de Estado para que este protocolo fosse possível e anunciou que, no âmbito da descentralização de competências do Estado, decorrem negociações que incluem a possibilidade de todos os edifícios localizados na área do Portinho, pertencentes à Docapesca, poderem ficar sob gestão do Município, fator que dá ainda mais sentido ao protocolo agora assinado. 

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O presidente da Câmara agradeceu também a presença da população e dos responsáveis de várias instituições da Vila, como a Associação Humanitária de Bombeiros, Voluntários, Academia de Música Fernandes Fão e Orfeão de Vila Praia de Âncora, entre outras.

Miguel Alves informou também que a Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora recusou subscrever com a Câmara Municipal de Caminha um protocolo que a habilitava a usar o Forte da Lagarteira na mesma medida e em igualdade de circunstâncias, com o Município, à exceção dos encargos financeiros, que ficariam do lado da câmara. Apesar disso, reiterou que a Junta poderá voltar a trás quando assim o entender e usar o Forte, tal como outras Juntas e instituições, no âmbito das condições estabelecidas no protocolo.

Intervindo no final da cerimónia, que tinha sido iniciada com a atuação de um Trio de Cordas da Academia de Música Fernandes Fão, o Secretário de Estado congratulou-se com a devolução do Forte à população, que cria assim as condições de perpetuação da sua história e memória. “Esta cerimónia é o exemplo de como a Autoridade Marítima pode servir as pessoas, pode servir um concelho”, referiu o governante.

Marcos Perestrello, recordando que também ele foi autarca, saudou a “visão determinada” do presidente da Câmara, um “amigo” que conhece bem, sublinhando: “foi essa visão que nos trouxe aqui hoje”, a visão de um homem que “tem a capacidade de fazer ouvir a sua voz”, reconhecendo que nem sempre os autarcas que estão fora da capital têm facilidade em chegar aos centros de poder e de fazer valer a vontade das suas populações.

O documento firmado com a Autoridade Marítima Nacional prevê um período de cinco anos, renovável. De acordo com o protocolo, o município compromete-se a garantir a conservação, manutenção e custos de funcionamento do imóvel, podendo, em contrapartida, utilizar o espaço para a realização de eventos.

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O Forte da Lagarteira foi mandado construir por D. Pedro II no século XVII na sequência das Guerras da Restauração da independência (1640-1668) para o reforço da costa portuguesa perante a ameaça espanhola, integrando-se na linha de defesa estrategicamente colocada nas margens do rio Minho e ao longo da costa atlântica.

Recorde-se que este Executivo já tinha utilizado o Forte da Lagarteira pontualmente, com autorização da Marinha, para realização de eventos de grande sucesso, casos, em 2014, de um concerto com Teresa Salgueiro, e em 2015, a iniciativa Fado Forte, evento integrado nas Viagens à Terra Nova, uma exposição que homenageou os mais de 700 pescadores do concelho que se dedicaram à pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova.

De acordo com os registos, o Forte da Lagarteira, de arquitetura militar, “integra-se no grupo de fortes seiscentistas de planta estrelada, de pequenas dimensões e alçado simples. Cruzava fogo com o Forte de Santiago. Denota persistências de formas de caráter medieval, observável no balcão fechado, e sua conciliação com um conceção planimétrica e militar completamente distinta e de cariz seiscentista”.

O Forte foi classificado como Imóvel de Interesse Público, pelo decreto nº 47 508, DG, 1.ª série, n.º 20 de 24 janeiro 1967.

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ARQUEOLOGIA À NOITE VISITA IGREJA DE SANTA MARIA DE ABADE DE NEIVA

O programa “Arqueologia à Noite” está de regresso e o destino é a Igreja de Santa Maria de Abade de Neiva. A iniciativa realiza-se na próxima sexta-feira, dia 5 de maio, pelas 21h00.

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Trata-se de uma iniciativa que pretende promover as potencialidades turísticas do concelho, na vertente cultural, paisagística e o turismo religioso que predominam no património construído e natural do concelho de Barcelos, desta vez na freguesia de Abade de Neiva. A visita tem início às 21h00, diante do portal da igreja. O Gabinete de Arqueologia Municipal irá guiar os participantes pelos sete séculos deste templo românico/gótico, classificado como Monumento Nacional desde 1927.

As inscrições estão abertas e são limitadas. Podem ser feitas através do correio eletrónico arqueologia@cm-barcelos.pt ou por telemóvel para 915 288 428, recomendando-se que participem na atividade munidos de lanterna e com vestuário adequado às baixas temperaturas.

BRAGA REVELA TÚMULO DE S. MARCOS

‘Braga à Lupa’ revela túmulo de São Marcos. Quarta-feira, 26 de Abril, Igreja do Hospital de S. Marcos

O túmulo de São Marcos vai estar em destaque na próxima sessão do ‘Braga à Lupa’, que se realiza esta Quarta-feira, 26 de Abril, às 21h15, na Igreja de S. Marcos. Organizada pelo Município de Braga, o ‘Braga à Lupa’ é uma iniciativa integrada no programa ‘À Descoberta de Braga’ e desafia os Bracarenses a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade.

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A sessão terá como convidados Eduardo Alves Duarte (Universidade de Lisboa) e Manuela Machado (Santa Casa da Misericórdia de Braga). As inscrições são limitadas, devendo ser feitas através do e-mail cultura@cm-braga.pt.

Há quem diga que é S. Marcos o evangelista. Há quem defenda ser S. João Marcos, discípulo de Cristo e evangelizador com S. Paulo e S. Barnabé, o mesmo que era proprietário da casa onde Cristo celebrou a Última Ceia e onde ocorreu o Pentecostes. Também se diz que os dois são a mesma pessoa. O certo é que existe em Braga, mais propriamente na igreja do Hospital, um túmulo cujos restos mortais são designados como sendo os de S. Marcos.

O túmulo terá sido lugar de grande veneração ao longo da Idade Média, tendo contribuído para o surgimento do topónimo ainda hoje subsistente naquele lugar. A última versão do túmulo é uma preciosa obra de arte, mandada fazer pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles em 1718, e sobre o qual subsistem uma série de questões.

MAFRA JÁ RECUPEROU O PALÁCIO DOS MARQUESES DE PONTE DE LIMA

Situado em Mafra, o Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima é um edifício austero do século XVII, edificado pelo arquiteto régio Diogo Marques Lucas sobre as fundações do castelo gótico romano e o Paço Medieval outrora ali existente.

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O período de maior fulgor desta casa, onde avultava a biblioteca dos Marqueses, os salões de tetos apainelados e a capela, ornamentada por um retábulo realizado pelo escultor Machado de Castro foi a primeira metade do séc. XVIII.

Sempre que viajava para Mafra, nomeadamente para inspecionar as obras de construção do Palácio Nacional de Mafra, era no Palácio do Marquês de Ponte de Lima que o Rei D. João V. O escritor José Saramago faz referência ao local e a estas ocorrências no seu livro “Memorial do Convento”.

Ali ocorreram episódios importantes da nossa História como a “conspiração de Mafra” contra D. João VI; albergou o General Loison durante a ocupação francesa e serviu de hospital improvisado de prevenção contra a peste bubónica.

O Palácio do Marquês de Ponte de Lima inclui ainda a chamada “Cerca do Marquêz” que constitui actualmente o Parque Desportivo Ministro dos Santos e que possuia outrora uma área mais vasta que foi entretanto ocupada com a construção da ETAR e de vários estabelecimentos de ensino no local. A “Cerca do Marquêz” dispunha de uma extensa área de bosque que incluia ermitérios, estátuas, lagos, fontes e tanques, uma casa de fresco e duas capelas, cujo interior era ornamentado por retábulos saídos das mãos dos célebres escultores de Mafra.

A revista “O Anunciador das Feiras Novas” que se edita anualmente em Ponte de Lima, tem vindo a publicar uma série de artigos acerca dos marqueses de Ponte de Lima e do seu palácio em Mafra.

Fotos: Manuel Santos

 

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“BRAGA QUIZ” TESTA CONHECIMENTOS SOBRE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA CIDADE

Jogo disponível para venda no gnration

Testar os conhecimentos sobre a História, Cultura, Arquitectura, Tradições e Património do Concelho de Braga é o objectivo do ‘Braga Quiz’, um jogo criado pela Fundação Bracara Augusta e o Município de Braga no âmbito da Capital Ibero-Americana da Juventude Braga 2016.

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O jogo apresenta 208 perguntas contidas em 52 cartas e pode ser jogado entre amigos, em família e nas escolas,proporcionando momentos únicos de convívio e de partilha de conhecimento.

Para a presidente da Fundação Bracara Augusta, Sameiro Araújo, este é um projecto que vai ao encontro dos objectivos da fundação, nomeadamente o de contribuir para um maior conhecimento da história e cultura da Cidade entre os mais jovens. “ A vertente pedagógica do ‘Braga Quiz’ ajuda ‘pequenos e graúdos’ a aumentar o interesse por Braga, uma Cidade riquíssima do ponto de vista histórico e patrimonial que é muitas vezes desconhecido”, sustenta Sameiro Araújo.

O jogo tem um custo de 4.99 euros, estando disponível para venda no edifício do gnration. O produto poderá ser também encontrado em lojas de souvenirs, livrarias e outros espaços comerciais aderentes. Todas as informações sobre o jogo e o seu processo de revenda poderão ser obtidas no gnration.

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ARCUENSES SAEM DA CASCA E VISITAM PAÇO DA GIELA

Primeira edição do "Sai da Casca" e vem ao Paço foi um sucesso!

Nos dias 14 e 15 de Abril, mais de 600 pessoas "Saíram da Casca" e vieram divertir-se no Paço de Giela.

Foram pensadas, especialmente para estes dias, um conjunto de atividades com fortes conteúdos históricos, dirigidas a pequenos e a graúdos. Desde pinturas faciais, esculturas de balões, caças ao ovo escondido, até aos jogos do tempo dos nossos avós, não faltou animação e brincadeira para todos.

Apostando também no lema que caracteriza o nosso concelho, “ARCOS DE VALDEVEZ ONDE PORTUGAL SE FEZ”, tivemos um conjunto de azulejos para recriar este episódio histórico ocorrido em 1141, decisivo na fundação da nacionalidade.

Esta foi mais uma atividade organizada pelo Paço de Giela, direcionada para as famílias, que se revelou uma aposta ganha, e que atraiu visitantes um pouco de todo o lado, incluindo muito público espanhol.

Durante estes dias o Paço de Giela ganhou uma outra vida e animação e foi o local de eleição para quem se quis divertir e desfrutar de momentos em família.

ARCOS DE VALDEVEZ COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

O Paço de Giela associa-se, mais uma vez, às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, criado pelo ICOMOS a 18 de abril de 1982 e aprovado pela UNESCO no ano seguinte.

Esta comemoração tem como objetivo sensibilizar o público para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para o esforço envolvido na sua proteção e conservação.

Para assinalar esta data, o Paço de Giela oferece a possibilidade de visitar gratuitamente o monumento, nos dias 22 e 23 de abril.

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GUIMARÃES DIVULGA PATRIMÓNIO CLASSIFICADO

Câmara de Municipal de Guimarães apresenta esta terça-feira roteiro do património classificado

Chama-se “Guimarães Cidade de Património” e é apresentado em dia simbólico. Documento cultural é o primeiro de uma série de partilhas públicas que serão efetuadas.

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A Câmara Municipal de Guimarães vai apresentar, em conferência de imprensa, o roteiro do património classificado do concelho “Guimarães Cidade de Património”, esta terça-feira, 18 de abril, às 11 horas, justamente no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.

Da vontade de fazer chegar a todos a divulgação do riquíssimo património do concelho de Guimarães, e desta forma convidar residentes e visitantes a conhecê-lo melhor, surge a publicação “Guimarães Cidade de Património”, um roteiro dedicado ao património classificado do concelho e que será a primeira de uma série de partilhas públicas da diversidade da paisagem cultural vimaranense.

Divididos em diferentes categorias (monumentos, conjuntos ou sítios) e de acordo com o seu grau de importância, aos bens imóveis são atribuídas diferentes categorias de classificação: interesse nacional, interesse público e interesse municipal. A estas, corresponderá respetivamente a designação de monumento nacional, monumento de interesse público ou imóvel de interesse municipal.

ALDEIA DE SISTELO VALORIZA PATRIMÓNIO AMBIENTAL

Estudo de Enquadramento na aldeia de Sistelo promove e valoriza património cultural e ambiental

Sistelo, uma das 43 aldeias escolhidas pelo júri do concurso “7 Maravilhas de Portugal- Aldeias” e concorrente numa das sete categorias, a de Aldeia Rural, sendo a única a representar o Norte de Portugal; e reconhecida recentemente como Paisagem Cultural, pelo Ministério da Cultura, reúne as condições necessárias para vir a concorrer a apoios comunitários no âmbito da CONSERVAÇÃO,RECUPERAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO ARQUITETÓNICO E AMBIENTAL.

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Neste sentido a Câmara Municipal aprovou a realização de um estudo de enquadramento que tem por objetivo a recuperação, valorização e divulgação do património cultural e ambiental na área referida, com vista à sua preservação e sustentabilidade, e simultaneamente ao fomento do Ecoturismo, pedagógico, benéfico para o ambiente e para a economia local, baseado na observação e contemplação da natureza e no conhecimento das culturas tradicionais, pertencentes à comunidade local e com um carácter diferenciador, pela proximidade e integração na realidade cultural, social e económica destas comunidades.

O trabalho será desenvolvido e coordenado de uma forma integrada abrangendo o território e o edificado, nomeadamente, será feito o enquadramento da área objeto de intervenção; a definição de um percurso principal; e a identificação de estruturas edificadas e espaços de domínio público, incluindo, naturalmente, construções particulares mais relevantes. As áreas patrimoniais a considerar, serão informadas com base no estudo e conhecimento dos seguintes aspetos: património arquitetónico, etnográfico e histórico; património ambiental e dinâmica social.

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BRAGA REABILITA CAPELA DE SÃO MIGUEL-O-ANJO

Obras de reabilitação revertem degradação prolongada

Capela de São Miguel-o-Anjo pronta para servir a comunidade

Após um longo período de degradação, a capela de São Miguel-o-Anjo, em Braga, apresenta-se agora renovada e pronta para servir a comunidade. A inauguração das obras de reabilitação decorreu esta Terça-feira, 11 de Abril, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que elogiou o esforço conjunto de toda a comunidade para que esta intervenção fosse possível.

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“Este é um momento de particular satisfação para a Câmara e para todos os Bracarenses. Trata-se do renascimento de um património de altíssimo relevo histórico e monumental da Cidade e a sua recuperação representa o esforço de toda a Comunidade”, referiu o Autarca durante a cerimónia de inauguração que foi presidida pelo Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

O valor global da intervenção foi superior a 140 mil euros, tendo sido efectuada uma candidatura a financiamento por parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). Dessa candidatura resultou um apoio superior a 41 mil euros, sendo que o restante valor foi suportado por donativos ao longo de 20 anos.

Como explicou Ricardo Rio, o Município de Braga tem desenvolvido várias diligências para que intervenções desta natureza aconteçam um pouco por todo o Concelho. “O esforço materializado nesta recuperação é uma demonstração do que temos procurado realizar em várias outras circunstâncias”, referiu o Edil, defendendo que “é nesta aliança entre os cidadãos e as instituições públicas locais e nacionais que projectos como este podem e devem ser concretizados para que o legado patrimonial chegue às gerações vindouras em melhores condições do que o recebemos”.

Um templo pouco conhecido pelos Bracarenses, a capela de São Miguel-o-Anjo localiza-se na freguesia de Maximinos, muito próxima da estação da CP. Inicialmente construída entre as Carvalheiras e o Campo das Hortas, a capela foi desmantelada no último quartel do século XIX, tendo sido transferida para o actual local, juntamente com os retábulos da autoria de André Soares. Esta capela era o local onde tradicionalmente os Arcebispos se paramentavam para fazer a sua entrada solene na Sé de Braga.

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BRACARENSES CAMINHAM PELA PRESERVAÇÃO DO SANTUÁRIO DO SAMEIRO

Caminhada ‘Todos pelo Sameiro´ ajuda na preservação do Santuário. Iniciativa realiza-se dia 30 de Abril

Angariar verbas para ajudar a preservar o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro é o objectivo da caminhada que se realizará no próximo dia 30 de Abril, em Braga. Organizada pela Confraria do Sameiro com o apoio do Município de Braga, a iniciativa ‘Todos pelo Sameiro’, que vai já na sua terceira edição, proporcionará a todos os participantes a oportunidade de visitar o zimbório da basílica do Sameiro.

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Na apresentação da caminhada, que decorreu esta Sexta-feira, 7 de Abril, junto à basílica, a vereadora do Desporto e Juventude, Sameiro Araújo, realçou a importância da iniciativa que, a par do cariz solidário, constitui-se como “mais uma oportunidade para as pessoas praticarem desporto”. “O Sameiro é de todos e todos têm de contribuir neste trabalho de preservação deste que é um dos mais importantes santuários do país”, salientou a vereadora.

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Sameiro Araújo apelou ainda à participação dos Bracarenses, sublinhando o papel decisivo que os presidentes de Junta e os párocos podem ter na divulgação da iniciativa. “É preciso ter consciência que, enquanto comunidade, temos um papel a cumprir na preservação dos nossos monumentos. Quanto mais pessoas estiverem presentes, mais força terá esta causa e quem fica a ganhar são o Sameiro e todos os que dele usufruem”, assinalou.

Já o presidente da Confraria do Sameiro, Cónego José Paulo Abreu, referiu que a preservação do santuário é um trabalho contínuo que necessita do contributo de todos. “Queremos terminar a pintura interior da basílica, mas temos já três obras que gostaríamos de avançar, nomeadamente a requalificação da avenida principal e a reconstrução da primitiva imagem da Senhora do Sameiro”, avançou aquele responsável, lembrando que o Posto de Turismo/Informação será criado dentro em breve.

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A caminhada inicia-se pelas 10h00 no Complexo Desportivo da Rodovia, sendo antecedida por momentos de animação. Após a chegada ao Sameiro, prevista para as 11h30, os participantes poderão fazer o peddy paper e visitar o zimbório.

As inscrições têm um custo de cinco euros e podem ser feitas na Casa das Estampas do Sameiro, no Museu Pio XI e nos Serviços Centrais da Arquidiocese de Braga, na rua de S. Domingos. As inscrições também poderão ser feitas no próprio dia da caminhada, sendo contudo aconselhável a inscrição prévia para facilitar toda a logística necessária para a caminhada. Os participantes receberão um kit que inclui água, uma t-shirt e a documentação necessária para efectuar o peddy paper.

No final, os Transportes Urbanos de Braga irão assegurar o transporte de regresso à Cidade.

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PONTE DE LIMA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. 18 de Abril – Visita Guiada ao Centro Histórico de Ponte de Lima e seus Monumentos

O Município de Ponte de Lima promove, no próximo dia 18 de abril, uma visita guiada pelo seu antiquíssimo Centro Histórico e monumentos associados. Trata-se de uma iniciativa no âmbito da celebração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS), criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS), organização não-governamental associada à UNESCO e que tem como missão a conservação, proteção e valorização dos monumentos, centros urbanos e sítios.

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Neste ano de 2017 o tema proposto pelo ICOMOS Internacional é o Património Cultural e Turismo Sustentável, que tem vindo a ser divulgado pela Direção-Geral do Património Cultural.

Ponte de Lima associa-se a um extenso rol de atividades previstas para esse dia, em todo o mundo e no país, com uma visita ao Centro Histórico, oportunidade para dar a conhecer os seus espaços e monumentos mais significativos.

A Atividade, com participação livre dos interessados, terá início às 10h, junto da Torre da Cadeia. Venha conhecer Ponte de Lima.

UNIÃO EUROPEIA DISTINGUE GUIMARÃES COM PRÉMIO DO PATRIMÓNIO

Programa coordenado em Guimarães recebe o mais importante prémio europeu do património

Mestrado em Análise Estrutural de Monumentos e Construções Históricas conquista prémio da União Europeia para o Património Cultural / Prémio Europa Nostra 2017. Júris constituídos por peritos independentes analisaram um total de 202 candidaturas, apresentadas por organizações e indivíduos de 39 países de toda a Europa.

O Mestrado em Análise Estrutural de Monumentos e Construções Históricas, programa europeu coordenado em Guimarães, é um dos dois vencedores portugueses deste ano do Prémio da União Europeia para o Património Cultural / Prémios Europa Nostra, o mais importante prémio europeu no domínio do património. O anúncio foi feito esta quarta-feira, 05 de abril, pela Comissão Europeia e a Europa Nostra, que distinguiu também a reabilitação da Igreja e Torre dos Clérigos no Porto.

Entre os premiados, Guimarães oferece um programa de mestrado de um ano organizado conjuntamente por universidades parceiras de quatro países: Universidade do Minho (Portugal), Universidade Técnica Checa em Praga (República Checa), Universidade Politécnica da Catalunha / Barcelona Tech (Espanha) e Universidade de Pádua (Itália). O mestrado envolve ainda o Instituto de Mecânica Teórica e Aplicada da Academia Checa de Ciências como parceiro associado.

Iniciado em 2007, participaram, até agora, 300 estudantes, que completaram a sua parte escolar num país e a sua dissertação num outro, devido a financiamento atribuído pelo Erasmus+. Para além do seu significado a nível europeu, o programa tem um impressionante alcance global, com alunos provenientes de 62 países de todo o mundo. O projeto permite que os estudantes observem os sistemas estruturais em contextos culturais diferentes, encorajando-os a criar e a desenvolver os seus conhecimentos com uma perspetiva internacional.

«Este programa avançado, baseado nos princípios científicos da engenharia, conservação e restauro, e arquitetura, permite uma melhor compreensão dos sistemas construtivos, o que por sua vez ajuda a prolongar a sua existência», destacou o júri, considerando que a formação cria os «conhecimentos especializados necessários para promover a proteção do nosso património cultural construído, uma área de nicho cada vez mais importante», realça ainda o júri.

Distinção entregue em maio

Os vencedores serão celebrados durante um evento que contará com a participação do Comissário da UE Tibor Navracsics e do Maestro Plácido Domingo, também Presidente da Europa Nostra, no final da tarde de 15 de maio na Igreja de São Miguel em Turku. A cerimónia dos Prémios Europeus do Património reunirá cerca de 1.200 pessoas, incluindo profissionais do património, voluntários e apoiantes de toda a Europa, bem como representantes de alto nível das instituições da UE, do país de acolhimento e de outros Estados-Membros.

Os vencedores também apresentarão as suas iniciativas exemplares durante a Feira de Excelência, no dia 14 de maio, na Sala Sigyn do Conservatório de Música de Turku, e participarão em vários eventos no Congresso do Património Europeu em Turku (11-15 de Maio). Organizado pela Europa Nostra, o Congresso proporcionará uma plataforma inspiradora para debater os últimos desenvolvimentos europeus relacionados com o património, com especial destaque para o Ano Europeu do Património Cultural 2018. As candidaturas para a edição do próximo ano podem ser submetidas de 15 de maio a 01 de outubro de 2017, através do sítio da internet dedicado aos Prémios.

MUNICIPIO DE MONÇÃO APOIA REQUALIFICAÇÃO DO PATRIMÓNIO RELIGIOSO

Dando seguimento à valorização do património religioso no concelho, a Câmara Municipal de Monção acaba de apoiar a requalificação do adro da Igreja Paroquial de Tangil. O investimento, avaliado em 58.567,48 €, será suportado, em partes iguais, pela autarquia monçanense e Secretaria de Estado das Autarquias Locais.

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O respetivo protocolo de colaboração, presidido pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, foi celebrado no passado dia 29 de março, quarta-feira, ao final da tarde, no Centro Cultural do Vale do Mouro. Antes decorreu uma visita ao local de intervenção, espaço exterior da Igreja Paroquial de Tangil.

Perante uma assistência numerosa, reveladora da importância local desta intervenção, o Padre Joel Rodrigues mostrou-se satisfeito com a presente requalificação. Referiu: “Agradeço ao povo de Tangil a generosidade manifestada nas obras da Paróquia e às pessoas com responsabilidades, que Deus colocou no nosso caminho, o apoio dado às nossas necessidades e aspirações”.  

Lembrando o apoio do município às 24 freguesias do concelho, que dispõem de 1,5 milhões de euros para investir no presente ano, Augusto de Oliveira Domingues centrou-se no apoio municipal dado à requalificação do património religioso, sustentando que este género de investimentos é fundamental para a recuperação urbanística e valorização turística das nossas aldeias.

“Quando fomos confrontados com a necessidade de apoiar este investimento em metade do seu valor, não hesitamos um minuto. Estamos cientes da relevância destas intervenções para as populações locais e, como tal, demos o nosso aval para a sua concretização” sublinhou.

No fecho da cerimónia, o Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, surpreendido por ver tanta gente na plateia, referiu que a beneficiação do adro da igreja apenas foi possível porque houve total disponibilidade da autarquia local para comparticipar metade do investimento.

“A parceria funcionou à primeira” confirmou Carlos Miguel, permitindo “valorizar um património propriedade da igreja que é utilizado por todas as pessoas e que identifica a freguesia”. Adiantou: “sendo convidado, terei todo o gosto em voltar a Tangil no dia da inauguração”.

O protocolo de colaboração foi assinado entre a Direção Geral das Autarquias Locais, representada por Alexandra Ramalhinho, a Comissão de Coordenação da Região Norte, representada por Ricardo Magalhães, e a Fábrica da Igreja Paroquial do Divino Salvador de Tangil, Padre Joel Rodrigues.

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FAMALICÃO REQUALIFICA ADRO DA IGREJA DE S. MIGUEL DE SEIDE

Requalificação do adro da igreja de Seide S. Miguel dignifica conjunto camiliano envolvente. Paulo Cunha dedicou tarde de domingo a uma visita à União das Freguesias de Seide

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, dedicou a tarde, deste domingo, a uma visita de trabalho à União das Freguesias de Seide S. Miguel e Seide S. Paio. A jornada embelezada pelo calor da Primavera ficou também marcada pelo calor humano, tendo juntado mais de uma centena de pessoas. O autarca começou por inaugurar as obras de reabilitação do adro da igreja paroquial de Seide S. Miguel, que vieram valorizar o conjunto camiliano envolvente.

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“Com esta intervenção, valorizamos e dignificamos este conjunto camiliano da autoria do mestre Siza Vieira, constituído pelo Centro de Estudos Camilianos, a Junta de Freguesia e o Largo envolvente, e ainda pela Casa Museu do romancista”, assinalou Paulo Cunha, acrescentando que este centro “ficou mais harmonioso e com maior qualidade”.

De resto, para “este centro é um exemplo daquilo que queremos para o concelho, queremos criar condições para que as pessoas gostem dos espaços onde vivem e para que tenham uma centralidade em cada uma das  suas comunidades”.

Esta obra resultou de “uma grande entreajuda local, com contactos com as instituições e com a comunidade”, destacou, referindo que “é esta união de esforços que nos permite ir mais longe”.

Visivelmente satisfeito com a obra, Paulo Cunha salientou a “vontade de, em colaboração com a Junta de Freguesia, continuarmos a trabalhar por esta comunidade. É uma comunidade bem servida, mas sabemos que ainda há muito a fazer”, sublinhou.

Depois da inauguração das obras que tiveram um investimento de cerca de oito mil euros, Paulo Cunha visitou um  “castelo” de madeira, fruto do projeto de empreendedorismo das crianças do Jardim de Infância. Participou ainda na apresentação pública do novo autocarro da freguesia. E foi à boleia do autocarro que percorreu a Avenida Nova, em Seide S. Paio, que está a ser alvo de uma intervenção de requalificação.

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PAÇO DA GIELA É ATRACÇÃO TURÍSTICA DO ALTO MINHO

Paço de Giela recebe mais de 1000 visitantes no mês de Março

O mês de Março ainda não terminou e, no Paço de Giela já são mais de 1000 os visitantes no interior do monumento. Para estes números contribuíram turistas de nacionalidades diversas, desde portugueses, holandeses, espanhóis a americanos, brasileiros e franceses, assim como visitas coletivas de grupos organizados de várias regiões do país e associações concelhias.

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O Paço de Giela, monumento nacional com características únicas, atravessando o tempo desde o século XI, é atualmente um verdadeiro espaço de cultura, história, homenagem à memória coletiva e aos alvores da nacionalidade, que se vem consolidando como ex-libris concelhio, sendo cada vez mais solicitado para visitas.

Neste espaço realizam-se periodicamente espetáculos musicais, programas de férias para crianças, workshops, oficinas temáticas para famílias, a Recriação do Recontro de Valdevez, a comemoração do Haloween e bailes de Carnaval, visitas guiadas, apresentações de livros, entre outras.

Venha ao Paço de Giela!

Venha a Arcos de Valdevez Onde Portugal se fez!

Próximas atividades  - ABRIL E MAIO

ABRIL

5 e 6. ABR.  / 14H00 - 17H30 AVENTURAS DE PÁSCOA

9.ABR. DOM. / TRAIL CARLOS SÁ (passagem pela zona envolvente do Paço)

12 e 13. ABR.  / 14H00 - 17H30 AVENTURAS DE PÁSCOA

14 e 15. ABR.  / 10H30 – 12H30 / 14H30 - 17H30  “SAI DA CASCA” E VEM AO PAÇO

Pinturas faciais e esculturas com balões para crianças

Caça ao Ovo

Jogos de ontem para hoje

jogo do arco

jogo da malha

corrida do saco

pintura de azulejos (recriação do painel do recontro de valdevez)

22 e 23. ABR. SÁB. E DOM.  / TODO O DIA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

TEMA: "Desporto, Património Comum"

Visitas guiadas com entrada gratuita

  1. ABR. SÁB. / 16H00 APRESENTAÇÃO DE LIVRO

“Ameaça de um Anjo” de Patrícia Ferreira

VISITAS ESCOLARES: DE 20 DE ABRIL A 2 DE MAIO (Agrupamento de escolas de Valdevez e escolas de outros concelhos)

MAIO

  1. MAI. SÁB. / 15H00 PAÇO EM FAMÍLIA

OFICINA TEMÁTICA: HISTÓRIAS DO PAÇO

“O foto-livro: histórias do Paço de Giela”

FAMALICÃO REQUALIFICA ADRO DA IGREJA DE SEIDE S. MIGUEL

Paulo Cunha inaugura obras de requalificação do adro da igreja de Seide S. Miguel. Cerimónia realiza-se domingo, dia 2 de abril, pelas 16h00

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, inaugura domingo, dia 2 de abril, pelas 16h00, as obras de requalificação do adro da igreja de Seide S. Miguel. As obras da responsabilidade da Junta de Freguesia tiveram um investimento de cerca de oito mil euros.

Para além da cerimónia de inauguração, Paulo Cunha vai efetuar uma visita de trabalho à freguesia com o seguinte programa:

- Inauguração da requalificação do adro da Igreja de S. Miguel de Seide;

- Apresentação e Inauguração do “castelo” de madeira, fruto do projeto de empreendedorismo das crianças do Jardim de Infância

- Apresentação pública do novo autocarro da freguesia

- Visita à requalificação da Avenida Nova, em Seide S. paio (Estas obras contam com um apoio financeiro municipal de 40 mil euros.)

TERRAS DE BOURO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Inscrições para as Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

No âmbito das Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, cuja temática é "Património Cultural e Turismo Sustentável", o Município de Terras de Bouro promoverá, no dia 18 de abril, visitas gratuitas ao Núcleo Museológico de Campo do Gerês, com a disponibilidade de 2 visitas guiadas em períodos diferentes, nomeadamente:

1.ª Visita guiada: 11h00

2.ª Visita guiada: 15h30.

 As inscrições para as visitas guiadas terão de ser efetuadas até ao dia 13 de abril através dos contactos:

Telf.: 253 351 888

Email: museudevilarinhodafurna@gmail.com

museu@cm-terrasdebouro.pt

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CENTRO HISTÓRICO DE MELGAÇO VAI COBRIR-SE DE AZÁLEAS JAPÓNICAS

No âmbito do Dia Nacional dos Centros Históricos

Melgaço assinala amanhã o Dia Nacional dos Centros Históricos oferecendo uma Azálea Japónica aos moradores do Centro Histórico. A iniciativa será dinamizada porta a porta e vai dinamizar e sensibilizar para a preservação e valorização do Centro Histórico. O momento está marcado para as 09h30, junto à Igreja Matriz.

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Uma Azálea Japónica porquê? Porque se trata de uma planta de grande durabilidade e o Centro Histórico melgacense tem as condições ideias para o seu habitat: a flor requer um determinado requisito de frio, locais soalheiros e com sombra ligeira. Por entre as ruelas estreitas do centro histórico da Vila de Melgaço, encontram-se encantos singulares, carregados de cultura e simbolismo que ficarão mais coloridos com esta flor: o Castelo de Melgaço, a Torre de Menagem e o seu Núcleo Museológico; o Solar do Alvarinho; a Igreja Matriz; a Igreja da Misericórdia e o Museu do Cinema Jean Loup Passek. De realçar ainda a estátua Inês Negra (uma homenagem à Mulher que ‘libertou’ Melgaço durante a guerra contra Castela) à entrada das muralhas do Castelo, Monumento Nacional desde 1926.

A saber…

O Dia Nacional dos Centros Históricos comemora-se anualmente a 28 de março, data do nascimento de Alexandre Herculano, seu patrono. Foi formalmente criado em 1993, sendo rapidamente adotado pela maioria das autarquias portuguesas com centro histórico com o propósito de promoverem todas as atividades com vista à defesa, salvaguarda, conservação, recuperação, reabilitação, revitalização e animação dos centros históricos dos aglomerados urbanos, através de uma estreita colaboração, embora sem fins lucrativos, dos municípios portugueses, zonas essas carecidas de proteção, como valores culturais que são da maior importância nacional e de indiscutível interesse público e, principalmente, como contributo para o progresso e bem-estar das populações que deles desfrutam e usufruem.

Este ano, é a vez de Tomar receber as cerimónias oficiais e em 2018 será a cidade do Machico, na ilha da Madeira.

MONÇÃO: GOVERNO APROVA CANDIDATURA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA A MERUFE

O presente investimento consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e reservatório em Santo André, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro. Com esta empreitada, o concelho de Monção fica coberto em termos de abastecimento de água. Motivo de grande satisfação para Augusto de Oliveira Domingues que aponta novo objetivo: “Com o ciclo da água fechado, viramo-nos para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

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No âmbito do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), o governo português aprovou a candidatura de abastecimento de água à freguesia de Merufe apresentada pela Câmara Municipal de Monção. O investimento ilegível é de 944.546,67 €, sendo a taxa de comparticipação comunitária de 85%.

A presente operação consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e novo reservatório em Santo André, abrangendo os lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias, Pereiras, Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real.

Os lugares abrangidos nesta candidatura correspondem à zona baixa de Merufe que ainda não se encontra servida pela rede de abastecimento de água ao domicílio, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro através de duas redes de distribuição com reservatórios em Merim e Santo André.

O reservatório de Merim, já existente, vai abastecer as populações dos lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias e Pereiras numa extensão total de 14,199 metros, fornecendo água, através de condutas adutoras a construir, ao futuro reservatório de Santo André.

Este servirá diretamente os lugares de Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real ao longo de uma rede com a extensão de 18.380 metros. As condutas adutoras serão instaladas sob caminhos e estradas existentes, partilhando em grande parte do trajeto da mesma vala que as redes de distribuição.

“Uma obra fundamental para a elevação da qualidade de vida das populações dos lugares abrangidos” afirma o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, satisfeito com o facto de “o concelho de Monção ficar coberto em termos de abastecimento de água ao domicílio”. “Fechamos o ciclo da água e agora o nosso objetivo vira-se para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

A propósito, refira-se que o governo português aprovou recentemente o financiamento das candidaturas apresentadas pela autarquia monçanense para o saneamento básico em Mazedo, Cambeses, Longos Vales, Troviscoso e Troporiz. O investimento consiste na construção de infraestruturas de saneamento de águas residuais, incluindo a rede de drenagem de saneamento residual, estações e condutas elevatórias.

VIZELA DÁ A CONHECER O PATRIMÓNIO

6 de Abril: “Visita pelo Património Cultural de Vizela”

Inserida nas comemorações do 19.º aniversário do Município de Vizela, a Câmara Municipal promove mais uma “Visita pelo Património Cultural de Vizela”.

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A visita terá lugar no dia 6 de abril, sendo que as inscrições devem ser feitas até ao dia 30 de março,presencialmente no edifício sede do Município de Vizela, sito na Praça do Município, ou por telefone: 253 489 640, por e-mail: cultura@cm-vizela.pt ou através do site:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSegTe9bKvu9N-bm_osCm40nFFpj1NQAaeq7xGWlDMa1saddQg/viewform

A visita terá um número limite de 25 participantes, sendo registados por ordem de marcação.

A visita será acompanhada por um técnico do Setor de Turismo da Câmara Municipal de Vizela, sendo também disponibilizado, gratuitamente, o transporte para a realização da visita.

Visita pelo Património Cultural de Vizela

06 de abril

14h30 – Jardim Manuel Faria e Praça da República (União das Freguesias de S. Miguel e S. João);

14h50 – Capela de Santa Ana e sítio do Monte de Alijó (Infias);

15h10 – Santuário de S. Bento das Peras (S. Miguel/Tagilde);

15h50 – Igreja de Tagilde e Padrão do Tratado de Tagilde (União das Freguesias de S. Paio e Tagilde);

16h10 – Capela e sítio de Nossa Senhora da Tocha (Santo Adrião);

16h30 – Centro Etnográfico do Grupo Folclórico de Santa Eulália (Santa Eulália);

Término às 16h45 no Parque das Termas de Vizela.

TERRAS DE BOURO ORGANIZA EXPOSIÇÃO SOBRE ALDEIAS HISTÓRICAS DE PORTUGAL

Museu dos Terceiros Organiza Viagem: Aldeias e Vilas Históricas da Beira Baixa e Alto Alentejo

Integrado na já habitual Viagem Cultural, O Museu dos Terceiros promove este ano uma visita a algumas das mais singulares e representativas aldeias e vilas históricas da Beira Baixa e do Alto Alentejo. Trata-se de uma excelente oportunidade para admirar alguns pequenos núcleos urbanos raianos, ricos em património construído, sabiamente integrados na paisagem circundante. A viagem ocorrerá a 20 e 21 de maio de 2017 e será comissariada e acompanhada pelo Diretor do Museu, Prof. Carlos A. Brochado de Almeida.

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O dia 21, sábado, será preenchido com a deslocação a Idanha-a-Velha, outrora cidade romana, mais tarde episcopal visigoda, hoje um museu ao ar livre, com inúmeras ruinas, um notável acervo de lápides funerárias e uma basílica catedral que é um dos templos cristãos mais antigos de toda a Península Ibérica.

Segue-se Monsanto, batizada nos anos Trinta como a “aldeia mais portuguesa de Portugal”, alcandorada, com o seu castelo, no cimo do monte, com o casario entre os penedos. Ao fim do dia, já em território espanhol, sobre o rio Tejo, poderemos contemplar a ponte romana de Alcântara, admirável peça de engenharia erguida a mando do imperador Trajano.

No dia 22, domingo, já no Alto Alentejo, a viagem prosseguirá por duas importantes localidades da região: Marvão, com o seu castelo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, e Castelo de Vide, vila que preserva como poucas o seu sabor medieval, com as suas ruas, edifícios, bairro judeu e sinagoga.

As inscrições, a efetuar na receção do Museu dos Terceiros, têm como prazo limite o dia 21 de abril de 2017. Para mais informações, contactar:

Museu dos Terceiros

Av. 5 de Outubro

Ponte de Lima

Tel.: 258 240 220

Email: mute.geral@museuspontedelima.com

MUNICÍPIO DE BRAGA DÁ A CONHECER A CAPELA IMACULADA

Programa ‘Conhecer para melhor promover’ juntou agentes turísticos do Concelho

O Município de Braga realizou mais uma sessão do programa ‘Conhecer para melhor promover’, uma iniciativa dirigida aos profissionais e empresários de Turismo do Concelho com o objectivo de reforçar o conhecimento da Cidade, do seu património e demais activos de interesse turístico.

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Nesta sessão, o programa deu a conhecer a Capela Imaculada, integrada no Seminário de Nossa Senhora da Conceição, em Braga. Trata-se de um espaço que proporciona uma experiência única a quem o visita e que se assume como um dos expoentes máximos da arquitectura contemporânea. Construída na década de 1940, a Capela foi alvo de uma intervenção de remodelação e readaptação do espaço, tendo sido concluída no final de 2015.

Durante a visita guiada, onde foi possível conhecer toda a história da Capela Imaculada, os espaços litúrgicos e os vários elementos artísticos, o padre Joaquim Félix, referiu que actualmente “Braga possui um património religioso contemporâneo ao nível do melhor que existe no Mundo”.

Segundo o professor de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, as intervenções nos espaços litúrgicos devem compreender e respeitar o ambiente já existente, ao mesmo tempo que constroem pontes entre os espaços religiosos e a Arte. “Hoje é fundamental construir pontes entre a Igreja, a Arte, os artistas e todos aqueles que podem encontrar-se com o melhor de si mesmos”, sublinhou.

A Capela Imaculada apresenta, no início do templo, uma construção em madeira, que remete para a ideia de uma floresta, e que se transforma na ‘Capela Cheia de Graça’, um oratório que tem a sustentar o altar, um pilar de pedra da Região com quase cinco toneladas.

“Na base do pilar está uma orelha que assinala a dimensão da escuta que o ambiente de reflexão”, explicou Joaquim Félix.

No centro da Capela, está instalada a representação da ‘Nossa Senhora da Humildade’, uma obra de arte que tem surpreendido muitas pessoas e as desafia para um trabalho de sensibilidade e devoção e para outra maneira de participação litúrgica e quegera no espaço “um ambiente de cenáculo”. O altar é uma pedra flutuante sobre água.

Segundo António Barroso, do Gabinete de Apoio à Presidência da Câmara Municipal, o programa ‘Conhecer para Melhor Promover” tem contribuído para “reforçar a notoriedade e a promoção da História e Cultura de Braga”.

Segundo o responsável, estas visitas contribuem para “aprofundar o conhecimento sobre os múltiplos espaços de interesse de Braga, e proporcionar momentos importantes de networking entre os vários empresários e colaboradores, passando também por um estreitar do relacionamento com os responsáveis pelos espaços visitáveis no sentido de, posteriormente, articularem visitas e pacotes a oferecer a quem nos visita”.

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FORTIM DA ATALAIA EM CERVEIRA É PATRIMÓNIO DE INTERESSE PÚBLICO

Aprovada classificação do Fortim da Atalaia como Imóvel de Interesse Público

Ao final de 38 anos, o processo de classificação do Fortim da Atalaia como Imóvel de Interesse Público (IIP) está a dar os últimos passos. O Ministério da Cultura acaba de emitir um parecer favorável ao projeto, reconhecendo definitivamente o enorme valor patrimonial daquela estrutura localizada no Alto de Lourido, na União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe. Projeto de Decisão vai ser colocado em Consulta Pública durante 30 dias, após publicação em Diário da República.

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Em 1979, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira deu início ao processo de classificação da Atalaia, tendo mesmo nessa altura saído em Diário da República. Contudo, até à passada semana, o processo encontrava-se definido como “em vias de classificação”. Após 38 anos, a autarquia cerveirense recebeu luz verde do Ministério da Cultura, para se avançar com a finalização do processo de classificação como Imóvel de Interesse Público a totalidade da Atalaia, incluindo a torre, os fosso e estruturas complementares.

Para o autarca cerveirense, Fernando Nogueira, “a conclusão deste processo é uma valiosa notícia para Cerveira e para os cerveirenses, constituindo-se como uma das formas de conseguir avançar com uma preservação e valorizarão digna e efetiva da Atalaia como merece. Para além de ficar legalmente protegida, abrem-se janelas de oportunidade para recorrer a fontes de financiamento para sua reabilitação”.

RENOVADA IGREJA MATRIZ ORGULHA FAMALICENSES

Obras de restauro foram inauguradas este domingo numa cerimónia que contou com a presença de largas centenas de pessoas

De cara lavada, mas sem perder os traços e as memórias que fizeram deste espaço centenário um dos corações fortes da cidade de Vila Nova de Famalicão.

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Foi desta forma que a renovada Igreja Matriz reabriu ontem portas à comunidade, depois de um conjunto de obras de restauro e de recuperação que começaram no início de 2015 e que implicaram um investimento total de 780 mil euros.

A cerimónia de inauguração das obras decorreu sob o olhar curioso e expectante de largas centenas de pessoas, tendo contado com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, entre outras personalidades da vida civil famalicense.

No final de uma cerimónia carregada de simbolismo, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, referiu que "esta intervenção valorizou o espaço citadino e voltou a dar condições para que a Igreja Matriz retome o papel de centralidade que tem na cidade".

O edil elogiou ainda a "audácia e a coragem" de todos quantos se esforçaram para que a obra se concretizasse, referindo-se particularmente ao movimento cívico "Eu Sou Matriz" que mobilizou a comunidade famalicense na angariação de fundos, conseguindo obter mais de 100 mil euros.

Já o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, confessou ter vivido este domingo em Famalicão uma tarde de grande alegria. "É um momento de grande jubilo, mas ao mesmo tempo de grande responsabilidade para todos. Se é difícil edificar fisicamente uma igreja, mais difícil ainda é construir uma igreja espiritual, uma igreja viva, de comunhão de pessoas responsáveis, que se empenham na vida civil e que estão disponíveis para servir a comunidade".

Para além da recuperação total e restauro do edifício, incluindo o altar barroco, a Capela das Santas Chagas e a Arte sacra, a grande novidade da obra, que contou com um apoio municipal superior a 250 mil euros, foi a criação de um novo altar, um novo ambão e presidência.

As portas exteriores do edifício, considerado um dos mais valiosos do património religioso e cultural do concelho, ganharam novos elementos simbólicos, sendo que uma tem representada a ressurreição de Cristo e outra o anúncio a Santa Maria Madalena.

No interior, o caminho até ao altar representa o caminho dos discípulos no reconhecimento de Jesus. As portas têm também um significado: através da pega em forma de cajado representa-se o peregrino que vai ao encontro de Jesus.

Refira-se ainda que nos anexos foram criadas novas valências: Capela da Esperança (para velórios), a Capela da Misericórdia e sacristia.

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ARCUENSES CAMINHAM À DESCOBERTA DAS BRANDAS

Dispersas nas brumas da montanha, por caminhos carreteiros da memória de um povo que desde sempre teve a montanha como companheira na faina diária do pastoreio e cultivos encontram-se brandas que ainda hoje estão vivas.

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Branda da Portelinha, Branda da Cachadinha, Branda das Ínsuas, Branda do Murço, socalcos que nos enchem a alma, caminhos carreteiros, cachenas, garranos e muito mais para nos mostrar o quão pequeno é o homem no meio natural.

No próximo dia 19 de Fevereiro, venha participar numa caminhada de uma beleza paisagística fenomenal, acompanhados pela serra do Soajo.

Venha ouvir o eco das Brandas, sentir a sua presença através do chilrear dos seus habitantes e ver como ainda hoje são utilizadas para guardar o gado.

Com cerca de 7 km, esta aventura à descoberta das brandas, terá o ponto de encontro na Porta do Mezio, pelas 9h30.

Os interessados devem inscrever-se em www.portadomezio.pt ou através do telefone n.º 258510100 ou ainda através do correio eletrónico:

portadomezio@ardal.pt

Venha com a Ardal-Porta do Mezio deslumbrar-se num território rico que vale a pena descobrir passo a passo!

PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Próximo Dia Internacional dos Monumentos e Sítios será assinalado a 18 de Abril de 2017 (Terça-feira)

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é celebrado a 18 de abril.

A data visa promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, ao mesmo tempo que tenta alertar para a necessidade da sua conservação e proteção.

O tema de 2017 é " Património Cultural e Turismo Sustentável".

Neste dia decorrem várias iniciativas para celebrar a data, como visitas e entradas gratuitas nos monumentos. Ao longo da semana que integra este dia, também se realizam comemorações por todo o país, todos os anos com um novo tema.

Monumentos e sítios abertos em Portugal

Neste dia estarão abertos ao público locais como:

  • Serralves
  • Museu do Vinho do Porto
  • Casa do Infante
  • Museu Nacional Soares dos Reis
  • Teatro Nacional São João
  • Museu Bordalo Pinheiro
  • Museu Nacional do Azulejo
  • Padrão dos Descobrimentos
  • Palácio de São Bento
  • Panteão Nacional
  • Museu dos Biscainhos

Pode conhecer todo o programa de atividades do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios por localidade no site da Direção-Geral do Património Cultural.

Monumentos mais visitados em Portugal

  1. Mosteiro dos Jerónimos
  2. Torre de Belém
  3. Mosteiro da Batalha

O Palácio Nacional de Mafra é o palácio mais visitado, enquanto que o Museu Nacional dos Coches é o museu mais visitado em Portugal.

Os estrangeiros representam 85% das entradas nos monumentos nacionais, enquanto que 61% das entradas nos museus e palácios são feitas por portugueses.

Origem da data

A data foi instituída a 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios), uma associação de profissionais da conservação do património, e aprovada pela UNESCO em 1983.

HISTÓRIAS “CORREM” NA FONTE DO ÍDOLO EM BRAGA

Iniciativa decorre de Fevereiro a Julho

A partir de Fevereiro e até Julho, vai ser possível ouvir histórias na Fonte do Ídolo. ‘Da Fonte Correm as Histórias’ é o tema desta actividade que o Município de Braga promove no âmbito da divulgação e promoção daquele espaço arqueológico musealizado.

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A iniciativa conta com a coordenação de António Castanheira e consiste no relato de um conjunto de histórias, sendo algumas delas cantadas e musicadas.

No início decorre uma visita à Fonte do Ídolo e é destinada ao público em geral, sendo privilegiados os alunos do 1º, 2º e 3º ciclo do ensino básico. As actividades realizam-se nos dias 2, 9 e 23 de Fevereiro; 7, 9 e 14 de Março; 20 e 27 de Abril; 9 e 16 de Maio; 6 e 13 de Junho, e em Julho nos dias 4 e 6.

As actividades começam às 10h00 com a duração aproximada de uma hora e meia, sendo necessário a marcação prévia pelo endereço electrónico fonte.idolo@cm-braga.pt ou telefonicamente através do número 253 218 011

AMARES PROMOVE PATRIMÓNIO CONCELHIO

Município de Amares reforça promoção aos trilhos e património (i)material do concelho

O Município de Amares mantém em 2017 a forte aposta no programa “Amares a Caminhar”, uma iniciativa de promoção dos trilhos do concelho que conjuga a valorização do património natural, turístico, religioso e cultural local e, ao mesmo tempo, pretende fomentar hábitos de vida saudáveis entre os participantes.

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“Em 2016 a iniciativa foi um verdadeiro sucesso, envolvendo 1840 amantes do pedestrianismo, num total de cerca de 20 caminhadas”, sublinha o vice-presidente da Câmara Municipal de Amares e vereador do desporto Isidro Araújo, garantindo a sua continuidade.

“Foi um projeto novo iniciado em 2016 que tinha dois objetivos fundamentais, por um lado promover os trilhos e a beleza natural e patrimonial do concelho de Amares e, por outro, fazermos a nossa parte naquilo que é a promoção da saúde e do bem-estar. O programa de caminhadas foi muito bem acolhido, pelo que nos sentimos motivados para continuar.”

Quanto ao sucesso desta iniciativa, Isidro Araújo não tem dúvidas de que se deveu ao empenho e dedicação de um vasto conjunto de pessoas envolvidas na sua concretização.

“Os excelentes resultados devemo-los, sobretudo, ao GADJ – Gabinete de Associativismo Desporto e Juventude da Câmara Municipal, aos 1840 participantes que aderiram positivamente e partiram à descoberta de Amares e ainda aos parceiros locais, instituições, juntas de freguesias e associações que connosco promoveram a iniciativa”, refere o vice-presidente, reforçando a importância da envolvência de todos os parceiros.

“Todos eles foram excelentes e são a prova do dinamismo e da motivação que está criada em termos associativos no nosso concelho”, concluiu.

A primeira caminhada do ano 2017 aconteceu já durante o mês de janeiro, com o Trilho dos Presépios, participada por cerca de 180 caminhantes.

Toda a informação sobre os trilhos sinalizados e ainda do programa para 2017, pode ser consultada no site da Câmara Municipal de Amares: www.cm-amares.pt e qualquer esclarecimento sobre a iniciativa pode ser obtido junto do GADJ : associativismo@municipioamares.pt.

BRAGA E GUIMARÃES PROTEGEM PAISAGEM DOS SACROMONTES

COOPERAÇÃO INTERMUNICIPAL

Programa pioneiro criado por Guimarães e Braga vai salvaguardar paisagem dos Sacro Montes

Extensa mata, com cerca de 2.500 hectares, envolve cinco imóveis de interesse nacional. Recurso único do ponto de vista ambiental, patrimonial, histórico, económico e turístico será potenciado no futuro.

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As Câmaras Municipais de Guimarães e Braga apresentaram um programa pioneiro para a salvaguarda da paisagem dos Sacro Montes, que abrange uma área florestal de 2.500 hectares e que tem por objetivo «concertar ações» para promover e qualificar um território que une os dois concelhos. O Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes, que surge sob o mote “Dois territórios e uma paisagem”, representa uma «importante passo» para salvaguardar e «promover economicamente» os dois territórios.

A área dos Sacro Montes integra imóveis de «valor incalculável» para ambos os municípios, como é o caso do Santuário de Santa Maria Madalena, o Caminho Real que liga o templo religioso a Guimarães, a Citânia de Briteiros, o Castro Sabroso, o Bom Jesus do Monte e o seu Funicular e o Santuário do Sameiro.

Ainda na sua fase inicial, um dos objetivos do programa, segundo o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, é «convergir esforços para tratar um território comum aos dois concelhos». Nesse sentido, indicou a «reabilitação da área envolvente» do Santuário de Santa Maria Madalena, reconhecido como Monumento Nacional desde o dia 02 de janeiro deste ano, incluindo no plano a «reflorestação da zona de montanha e a criação de percursos pedonais entre o Santuário, a Citânia e o Castro de Sabroso».

O Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes será o primeiro do país, de acordo com a Lei de Bases Gerais da Política Pública de Solos, de Ordenamento do Território e de Urbanismo. «Este projeto inclui a requalificação dos espaços e a valorização patrimonial, a salvaguarda ambiental com ações de florestação e de qualificação», salientou o Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

A cerimónia contou também com a presença dos vereadores José Bastos e Miguel Bandeira, da Câmara Municipal de Guimarães e de Braga, respetivamente. Miguel Santos, Presidente da Mesa da Comissão Administrativa da Irmandade de Santa Maria Madalena do Monte e de Santa Marta da Falperra, e Isilda Silva, Presidente da Junta de Freguesia de Longos, estiveram igualmente presentes na apresentação de um programa que visa uma dinamização turística e referenciais identitários e paisagísticos

GUIMARÃES E BRAGA QUEREM PROTEGER PAISAGEM DOS SACRO MONTES

ESTA QUARTA-FEIRA, 25 DE JANEIRO (14H)

Guimarães e Braga apresentam programa para a salvaguarda da paisagem dos Sacro Montes

Santuário de Santa Maria Madalena é o local para a sessão de apresentação. Cerimónia decorre ao início da tarde desta quarta-feira.

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Os Municípios de Guimarães e de Braga vão proceder à apresentação do Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes, que terá lugar esta quarta-feira, 25 de janeiro, às 14 horas, no Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra, em Guimarães.

Em causa está uma extensa mata, com cerca de 2.500 hectares, que envolve cinco imóveis de interesse nacional e que possuem um incalculável valor patrimonial, constituindo-se fortes elementos de dinamização turística e referenciais identitários e paisagísticos com uma grande relevância para os concelhos de Guimarães e Braga.

O Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes “Dois territórios e uma só paisagem!” será o primeiro do país, de acordo com a Lei de Bases Gerais da Política Pública de Solos, de Ordenamento do Território e de Urbanismo.

A sessão de apresentação deste programa irá contar com as presenças de Domingos Bragança, Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, e Ricardo Rio, Presidente da Câmara Municipal de Braga.

“BRAGA À LUPA” REVELA LÁPIDE DE REMISNUERA

Quarta-feira, 25 de Janeiro, na Igreja de S. Vicente

A iniciativa "Braga à Lupa" dará a conhecer, no próximo dia 25 de Janeiro, um tesouro ‘escondido’ na sacristia da igreja de S. Vicente, e um dos testemunhos mais relevantes da acção civilizadora de S. Martinho de Dume na comunidade Bracarense.

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Trata-se da lápide funerária de Remisnuera datada do ano de 618, que terá pertencido a uma necrópole localizada junto a uma basílica paleo-cristã antecessora do actual templo, na qual se faz a mais antiga referência à designação dos dias da semana tal como ainda hoje utilizamos em Portugal. Recorde-se que foi S. Martinho de Dume quem alterou uma das designações que mais usamos no quotidiano – os dias da semana – e que tornam o nosso País na mais original nação da Europa.

A sessão, agendada para as 21h30, na sacristia da Igreja de S. Vicente, terá como convidados Luís Fontes (Universidade do Minho) e Pedro Calafate (Universidade de Lisboa). As inscrições são limitadas e deverão ser efectuadas através de cultura@cm-braga.pt.

Organizado pelo Município de Braga, o programa ‘Braga à Lupa’ desafia os Bracarenses a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade, sejam obras de arte, documentos históricos, curiosidades arquitectónicas, gastronomia, personalidades, lendas ou tradições.

O ‘Braga à Lupa’ tem uma periodicidade mensal, realizando-se a uma quarta-feira. Cada sessão terá a duração máxima de 90 minutos e será conduzida um ou dois convidados que farão a abordagem aos elementos seleccionados.

Segundo a vereadora da Cultura, Lídia Dias, o ‘Braga à Lupa’ é “mais uma oportunidade para a descoberta do nosso valioso património, nos seus mais diversos âmbitos”.

«Não se trata de mais uma visita guiada ou de uma sessão sobre a história local, mas sim uma conversa sobre um momento do nosso Património que merece atenção. Pode ser uma tela, uma receita culinária, um documento de arquivo ou uma estátua que nos habituamos a ver na rua», acrescenta Lídia Dias.

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PAÇO DA GIELA É UM DOS MONUMENTOS VAIS VISITADOS DE ARCOS DE VALDEVEZ

Paço de Giela supera todas as expectativas em 2016: mais de 30 mil pessoas passam por este Monumento Nacional.

Ao longo do ano de 2016 foram mais de 30 000 os visitantes que embarcaram numa viagem entre passado e presente no Paço de Giela, entre visitas guiadas ao monumento e presenças em múltiplos eventos aí ocorridos.

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Monumento com características únicas, atravessando o tempo desde o século XI, é atualmente um verdadeiro espaço de cultura, história, homenagem à memória coletiva e aos alvores da nacionalidade.

Neste sentido, e de forma a dar continuidade aos projetos iniciados no ano transato, em 2016 foram promovidas diversas atividades dirigidas a públicos de diferentes faixas etárias, com o principal objetivo de dinamização e valorização do património histórico. Desde apresentações de livros, exposições, workshops, desfiles de moda criativa, sessões fotográficas, aos programas educativos e programas para famílias, casos do “Paço em Família” e “Aventuras no Paço”, o Monumento revela uma capacidade contínua para cativar, educar e surpreender o público; no âmbito do plano de sensibilização para a preservação e conhecimento do Património Histórico concelhio e através do projeto “Conhece a tua terra”, por exemplo, mais de 800 alunos do Ensino Básico e Secundário do concelho visitaram o Monumento.

A zona envolvente do Paço de Giela foi também um dos pontos de passagem de várias provas desportivas, destacando-se o campeonato do mundo de Trail Running, organizado por Carlos Sá. Já no interior do monumento, centenas de pessoas assistiram aos espetáculos musicais apresentados e inseridos na programação das “Noites no Paço”; esta iniciativa pretendeu realçar os projetos numa envolvência única com o espaço que os acolheu, pelo que entre os meses de julho e setembro nomes como Old Jerusalem, Lasers, Nix Kaos, Elmo, Nicole Eitner e a conceituada Lufthansa Jazz Band passaram pelo Paço.

A Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, ocorrida em Julho, levou até ao Monumento milhares de pessoas provenientes de diversas geografias nacionais e internacionais, que tiveram oportunidade de viajar no tempo até ao século XII e aos alvores da nacionalidade, numa encenação e produção que colheu os mais rasgados elogios, fazendo deste evento, indubitavelmente, uma referência nacional.

Também na noite mais terrífica do ano, 31 de Outubro, durante o evento “Paço Assombrado”, foram muito os milhares de arcuenses, e não só, que percorreram o espaço e sobretudo o interior do Paço, transformado assustadoramente para os receber, numa noite que ficou registada na memória das múltiplas gerações que usufruíram do programa produzido pela edilidade arcuense.

O Paço de Giela serviu também de cenário para programas e inúmeras reportagens televisivas, destacando, assim, a importância do monumento para o concelho e para o país.

Entramos em 2017 e a dinamização deste espaço continua. Fica a promessa de um novo ano cheio de muitas surpresas…

Visite o Paço de Giela!

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PONTE DE LIMA APRESENTA PROGRAMA DE REABILITAÇÃO URBANA

Sessão Pública de Apresentação e Esclarecimento das Áreas de Reabilitação Urbana de Ponte de Lima e do Programa: “Reabilitar para Arrendar – Habitação Acessível”

Considerando que a reabilitação das áreas urbanas antigas, em especial os centros históricos, é um desígnio nacional, o Município de Ponte de Lima realiza no próximo dia 18 de janeiro, às 18 horas, na Clara Penha - Casa dos Sabores a apresentação pública da nova Área de Reabilitação Urbana de Ponte de Lima, assim como a apresentação do programa “Reabilitar para Arrendar - Habitação Acessível” e da Alteração ao Regulamento do Programa Municipal Terra Reabilitar.

As Áreas de Reabilitação Urbana têm por objetivo a reabilitação dos edifícios, num contexto de concessão de incentivos e apoios aos proprietários e titulares de outros direitos, com vista à realização de obras de reabilitação que dotem os edifícios de boas condições de utilização e funcionalidade, travem o declínio demográfico e o abandono e que permitam a valorização do património cultural e o reforço da atividade económica.

Existem diversos benefícios e incentivos para todos aqueles que decidam reabilitar os seus edifícios, no que às Áreas de Reabilitação Urbana diz respeito, nomeadamente a isenção de IMT e IMI, redução de mais-valias, redução de rendimentos prediais, redução de IRS, possibilidade de se candidatar ao Terra Reabilitar, entre outros.

O programa “Reabilitar para Arrendar - Habitação Acessível” tem como objetivo o financiamento de operações de reabilitação de edifícios, que após reabilitação deverão destinar-se a fins habitacionais, de arrendamento em regime de renda condicionada.

Durante esta sessão, o Presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), Vítor Reis, procederá à apresentação do referido programa, seguindo-se a assinatura de protocolo entre a Câmara Municipal de Ponte de Lima e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana.

 A Câmara Municipal de Ponte de Lima convida a população geral a participar nesta sessão, agradecendo o empenho e o contributo de todos.

VIZELENSES QUEREM RECUPERAR FÁBRICAS EM RUÍNA JUNTO À PONTE ROMANA

Autarquia e alunos da Universidade do Minho juntos em projeto de intervenção nas estruturas fabris em ruína

No âmbito do protocolo entra a Câmara Municipal de Vizela e a Universidade do Minho, os estudantes da área de Espaço Público do 5º ano de Arquitetura daquela universidade estão a preparar um projeto de intervenção nas estruturas fabris em ruína junto à ponte românica.

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Os estudantes da área de Espaço Público do 5º ano de Arquitetura da Universidade do Minho, durante os últimos meses, têm trabalhado na cidade de Vizela, em parceria com a Autarquia e com o grupo de trabalho Cittaslow. Iniciaram o trabalho, através de autocolantes-inquérito, questionando a opinião dos vizelenses sobre a cidade,  as suas angústias e sentimentos, as suas necessidades, o que acabou por se revelar muito importante para o entendimento dos problemas e necessidades da cidade e que possibilitaram chegar a algumas conclusões.

Atualmente, em parceria com o projeto Cittaslow Vizela, estes alunos estão a preparar um projeto de intervenção nas estruturas fabris em ruína junto à ponte românica.

O objetivo é que esta intervenção efémera ajude, de certa forma, a mudar o modo como todos os Vizelenses olham para aquele ponto da cidade, esquecido mas com tanto potencial.

Por isso, juntamente com a ajuda da população, estes alunos gostariam de criar um pequeno espaço cultural e de atividades lazer/físicas que, com materiais económicos e de simples construção, permitam transformar um espaço devoluto num espaço atrativo e cheio de movimento ao ar livre, trazendo uma nova vida àquelas ruínas.

O próximo passo deste trabalho será a limpeza de todo o lixo e detritos existentes pelo chão das estruturas fabris, pelo que se apela a toda a população que se junte a nós nesta limpeza, ajudando a limpar a imagem negativa daquelas ruínas.

A limpeza terá lugar no próximo sábado, dia 14 de janeiro, às 10.00h, junto à Ponte Velha.

BRACARENSES VISITAM CAPELA DE S. SEBASTIÃO DAS CARVALHEIRAS

‘À Descoberta de Braga’ assinala III Centenário da Capela de S. Sebastião das Carvalheiras. Evento inclui sessão de história local e visita guiada

O III Centenário da Capela de S. Sebastião das Carvalheiras é o mote para a próxima iniciativa do programa ‘À Descoberta de Braga’ que inclui, no dia 19 de Janeiro, uma sessão de história local e, no dia 21, uma visita guiada à capela.

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A sessão de história local, intitulada ‘Capela de S. Sebastião das Carvalheiras: o orago, a história e a festa’, tem lugar no dia 19, às 21h30, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. O cónego Manuel Joaquim Costa, Rui Ferreira e José Hermínio Machado são os convidados da sessão que terá animação musical a cargo da Associação Cultural e Festiva ‘Os Sinos da Sé’.

A capela de São Sebastião das Carvalheiras, localizada no alto de uma pequena elevação, junto da colina da Cividade, fica situada no preciso local onde outrora estava o cerne da cidade romana de Bracara Augusta. A capela terá surgido algures nos séculos XIII ou XIV, tempo de frequentes carestias e epidemias.

Reedificada em 1715 sob patrocínio do Arcebispo D. Rodrigo de Moura Telles (1704-1728), foi solenemente benzida a 20 de Janeiro de 1717, perfazendo este ano 300 anos sobre a sua edificação. O projecto é atribuído a Manuel Pinto de Vilalobos, tendo ainda o contributo de Manuel Fernandes da Silva, mestre responsável pela execução da obra.

A visita guiada à capela está agendada para o dia 21 de Janeiro, às 10h00. As inscrições são limitadas e devem ser feitas através do e-mail cultural@cm-braga.pt.

CERVEIRA CONSERVA CAPELA DE SANTA LUZIA

Iniciado processo de conservação da Capela de Santa Luzia

Considerado um importante exemplar da arquitetura e da arte das épocas românica e gótica a nível nacional, a Capela de Santa Luzia, na freguesia de Campos, está a ser alvo de trabalhos de conservação e valorização executados pela Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, em parceria com a Fábrica da Igreja de Campos. Objetivo é conseguir financiamento comunitário para uma requalificação mais profunda de forma a colocar aquele edifício no roteiro do turismo religioso.

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Nesta primeira fase, a intervenção a decorrer incide essencialmente na reabilitação da cobertura, após a elaboração de um diagnóstico das necessidades em parceria com a Direção Regional da Cultura do Norte (DRCN). Durante o mês de dezembro, e atendendo ao avançado estado de degradação dos frescos, procedeu-se não só à proteção, mas também à consolidação das pinturas nos murais do interior. Nas próximas semanas, avança-se com a remodelação total do telhado.

Contudo, pela classificação como imóvel de interesse público desde 1982, a Câmara Municipal pretende executar um projeto mais ambicioso, através de uma candidatura denominada ”Conservação e Valorização da Capela de Santa Luzia” que abrange o restauro das pinturas murais, a estabilização das paredes da capela e a beneficiação do adro e dos caminhos de acesso.

“Com o turismo a afirmar-se de enorme importância estratégica para o desenvolvimento do nosso concelho, a preservação do património edificado e, neste caso concreto, do património religioso também deve acolher a atenção da autarquia”, refere o presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, acrescentando: “A Capela de Santa Luzia não é só um ícone religioso de extrema importância, num edifício rico em termos de arquitetura românica e gótica, como é também um símbolo da nacionalidade portuguesa uma vez que nela surge a primeira referência a D. Afonso Henriques enquanto Rei de Portugal”.

Adquirida pela Fábrica da Igreja Paroquial de Campos, a Capela de Santa Luzia estará ligada a um desconhecido mosteiro que, eventualmente, se instalou naquele local numa época muito recuada. Datado pelo menos do século XII, o seu enquadramento rural, algo isolado do conjunto populacional, associado ao facto de ser erigida sob uma nascente de água e inserida no meio de campos agrícolas alagadiços, acentua os problemas de degradação.

CAPELA DE SANTA MARIA MADALENA NA FALPERRA É MONUMENTO NACIONAL

UM DOS MAIS RELEVANTES EM PORTUGAL DO ESTILO ROCOCÓ

Placa assinala classificação de Santa Maria Madalena da Falperra como Monumento Nacional

Santuário partilhado por Guimarães e Braga é composto por um conjunto de elementos (capelas, cruzeiro e alameda) integrados no seu contexto paisagístico e organizados ao longo de um percurso de romaria, em função da Capela de Santa Maria Madalena.

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A cerimónia de descerramento de uma placa informativa, esta quarta-feira, por parte do vereador da Câmara Municipal de Guimarães, José Bastos, e do vereador do Município de Braga, Miguel Bandeira, assinalou a classificação do Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra como Monumento Nacional, o 21º em Guimarães, oficializada no dia 02 de janeiro com a publicação em Diário da República do respetivo decreto governamental, o primeiro do ano de 2017.

Constituindo um dos monumentos do estilo rococó mais relevantes nacionais, o templo, atravessado pela linha que separa administrativamente os territórios de Guimarães e Braga, possui a sua génese numa pequena ermida dedicada a Santa Maria Madalena, já referenciada em documentos datados do século XVI. A sua área de implantação abrange a freguesia de Longos, no concelho de Guimarães, e a União das Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, em Braga.

«Esta classificação permite dar outra notoriedade ao monumento e ao território onde está inserido, uma vez que possui potencial turístico e, com toda a certeza, irá aumentar a sua visitação. O Santuário é riquíssimo e muito importante do ponto de vista patrimonial», considera José Bastos, que está já a diligenciar novas parcerias com o objetivo de «trabalhar a reabilitação das encostas de Briteiros e da Falperra». «A paisagem florestal que envolve este património comum já não é um motivo de divisão, mas sim uma alavanca para um projeto comum», referiu, por sua vez, Miguel Bandeira.

A Capela de Santa Maria Madalena da Falperra separa administrativamente os territórios de Guimarães e Braga. Terá sofrido a primeira intervenção mais significativa no tempo do Arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532). É, contudo, durante o século XVIII, sob o traço do arquiteto André Soares, que o templo adquire a imagem monumental que hoje se lhe conhece. «É um local de convergência de romeiros e de concelhos», disse Miguel Santos, Presidente da Mesa da Comissão Administrativa da Irmandade de Santa Maria Madalena do Monte e de Santa Marta da Falperra.

No santuário, destaca-se ainda a frontaria antecedida pelo escadório, obra mista de arquitetura e escultura, com realce para o trabalho minucioso em torno do granito. O interior do monumento tem igualmente um património integrado em altares e retábulos, que enfatizam o valor simbólico e paisagístico da envolvente ao santuário, onde pontificam uma alameda de sobreiros e carvalhos, uma estação arqueológica, um antigo convento franciscano, capelas e um cruzeiro.

CERTIFICAÇÃO DO TRAJE À VIANESA: COMO E PARA QUÊ?

O Dr. João Alpuim Botelho dedicou à questão da certificação do Traje à Vianesa a sua última crónica, da série “Política Cultural em Viana do Castelo”, publicada no passado dia 29 de Novembro no jornal vianense “A Aurora do Lima”. Como é do conhecimento geral, o Dr. João Alpuim Botelho é uma autoridade neste domínio. Foi Director do Museu do Traje de Viana do Castelo e, conjuntamente com Benjamim Pereira e António Medeiros, um dos autores da obra “Traje à Vianesa – Uma Imagem da Nação”. Pela importância que o tema assume para a preservação e divulgação do património cultural e artístico das gentes minhotas e do folclore em geral, o BLOGUE DO MINHO transcreve com a devida vénia o referido artigo de opinião.

Política Cultural em Viana do Castelo (4 - continuação)

  1. A Certificação do Traje à Vianesa

No mesmo caminho de afastamento da comunidade que vimos em relação às Festas, outra questão que tem levantado muitas preocupações é a sua excessiva institucionalização, que facilmente deriva num autoritarismo inconsequente. Já foi criada uma exigência de inscrição para o Cortejo da Mordomia (nomeadamente para os próprios Grupos Folclóricos, tratando-os como se não tivessem o saber ou a chieira para apresentar as suas Mordomas bem trajadas) e surge agora uma outra notícia: o processo de Certificação do Traje, de que tomámos conhecimento através das notícias do encerramento do respectivo período de Consulta “Pública”. 

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Uma vez mais o rol de equívocos é grande, desde logo a começar pela necessidade e utilidade desta certificação. Alguém sentiu necessidade dela e a pediu, ou foi apenas mais um desejo de protagonismo?

Conhecendo as pessoas que fizeram o trabalho acredito na sua qualidade, o que ponho em causa é a sua forma. Seria excelente se se tratasse de mais um estudo sobre o nosso traje, ao lado do “Traje à Vianesa”, de Cláudio Basto, de 1930, ou do “Traje à Vianesa Uma Imagem da Nação”, de Benjamim Pereira e António Medeiros em que também colaborei, de 2009 (que esgotou em poucos meses e continua à espera de reedição) ou do próprio “Catálogo do Museu do Traje”, de 2010, ou de tantos outros estudos mais parcelares que têm sido feitos.

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Mas o que agora se pretende é regulamentar o que pode ser considerado Traje à Vianesa. As questões que se levantam são muito complexas e exigiriam – acreditando que esta certificação tenha alguma utilidade – uma enorme participação de todos. É certo que houve reuniões, por convite, com os grupos (apenas duas para um tema que levanta tantas questões), mas faltaram as sessões públicas e verdadeiramente abertas onde pudessem participar as pessoas que continuam a fazer os trajes e principalmente as que participam nas Festas, desfilando e dançando com os seus trajes, ao lado doos que têm estudado e publicado trabalhos sobre o traje.

Pior do que isto é a má consciência que se nota do facto de ter sido amplamente divulgado o encerramento do período de Consulta “Pública” mas nunca ter sido anunciada a abertura dessa mesma consulta. Tentei informar-me, procurei no site da Câmara e não consegui ver o documento final, o tal que deveria ter sido “público”. E, se não se conhece o documento, nunca poderia ser feita uma “declaração de oposição devidamente fundamentada” a que alude o Aviso 10542/16 no Diário da República de 24.08.2016?

Porque o traje não é uma farda, este processo de certificação parece inútil e corre mesmo o risco de ser contrário aos princípios que a legislação estabelece para o Património Cultural Imaterial, quando determina a necessidade de “Participação, através do estímulo e garantia do envolvimento das comunidades, dos grupos e dos indivíduos no processo de salvaguarda e gestão do património cultural imaterial, designadamente do património que criam, mantêm e transmitem” (Dec.-Lei 139/09, art. 2º, c).

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O autoritarismo deste processo denuncia um desvario solitário que não compreende os ritmos próprios da evolução, com as suas discussões e tensões. O processo é contrário ao espírito da lei e potencialmente nocivo ao voluntarismo e empenho pessoal que deu às Festas a sua grandeza, correndo o risco de ser perigoso, por poder provocar o afastamento das pessoas que todos os anos se oferecem para participar.

E chamo a atenção aos Grupos Folclóricos e a todos os que participam anualmente nos cortejos: este documento cria normas sobre o que é ou não é Traje à Vianesa e é provável que nas Festas de 2017 haja a imposição de novas regras baseadas neste documento. É por isso fundamental esclarecer exactamente o que pretende fazer com ele.

João Alpuim Botelho

(Museólogo e ex funcionário da CM Viana do Castelo)

abjoao@gmail.com

~Fotos: João Alpuim Botelho

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ESTADO COLOCA FORTE DA ÍNSUA A CONCURSO PARA FINS TURÍSTICOS

Estado lança programa Revive para dar nova vida a património sem utilização ou degradado 

O Forte da Ínsua, ao largo de Moledo, é um dos imóveis do Estado que vaiser colocado em concurso para ser convertido num projeto turístico, no âmbito do programa Revive. Esta é uma boa notícia para o concelho e o presidente da Câmara considera que “estão reunidas as condições para, dentro das regras definidas e com respeito pelo passado monumental do Forte da Ínsua, darmos a oportunidade aos investidores para resgatarmos um património que é um emblema do concelho de Caminha”.

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Conforme foi anunciado, o Estado vai integrar no programa Revive um total de 30 edifícios, entre mosteiros, fortes, antigos quartéis ou conventos que, sem utilização, têm sido condenados ao abandono, encontrando-se alguns mesmo em estado de ruína.

“Desde há algum tempo que temos vindo a insistir para a necessidade de darmos projeção ao Forte da Ínsua através da sua conservação e, sobretudo, do seu aproveitamento. Infelizmente, nos últimos anos, aquele monumento tem sido votado a um certo esquecimento que só é combatido pela população e pelos turistas que, de vez em quando, se deslocam até lá para conhecer o forte, pescar ou descansar serenamente na ilha deserta”, refere Miguel Alves.

O presidente da Câmara de Caminha considera ainda que “hoje temos condições para aproveitar melhor aquela monumentalidade, sobretudo no quadro de um concelho apostado no turismo e na preservação do património e especialmente quando estamos a candidatar o estuário do rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO. O Ministério da Economia foi sensível a esta reivindicação e a Senhora Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, teve sempre o cuidado de falar comigo ao longo do percurso que nos trouxe até aqui”.

O projeto “Revive” é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças, que abre o património ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos.

Forte da Ínsua é um monumento nacional construído entre 1649 e 1652 e encontra-se numa pequena ilha rochosa, na foz do Rio Minho, perto da costa.

MUNICÍPIO DE CAMINHA VAI DEVOLVER ESPAÇO ENVOLVENTE AO DÓLMEN DA BARROSAÀS PESSOAS

Primeira fase da recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa a realizar no âmbito do Orçamento Participativo de Caminha já começou

A recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa a realizar no âmbito do Orçamento Participativo de Caminha já começou. Miguel Alves esteve esta manhã no local para acompanhar os trabalhos desta primeira fase da obra.

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“Este é o lançamento da primeira fase de uma obra de recuperação de todo o Dólmen da Barrosa e deste espaço fantástico que nós queremos colocar para usufruto das pessoas”, disse Miguel Alves, acrescentando que foi submetida uma candidatura para a criação de um núcleo museológico que projete o megalitismo no concelho. “Imagino por isso, dentro de poucos anos, o parque da Barrosa como um parque urbano de usufruto dos adultos e das crianças, um parque biológico onde se pode aprender muito sobre a flora, mas também uma alternativa à nossa praia. Será a partir daqui que vamos poder projetar o megalitismo no concelho de Caminha”, sublinhou.

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A visita ao espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa em Vila Praia de Âncora, contou com a presença de Miguel Alves, presidente da Câmara Municipal de Caminha; Guilherme Lagido Domingos, vice-presidente da Câmara Municipal; Carlos Castro, presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora; Álvaro Meira, proponente da proposta, e dos técnicos responsáveis pela obra.

“Esta obra regenera urbanisticamente este parque, devolve este parque às pessoas, e vai criar condições de segurança para usufruto das crianças e dos adultos”, sublinhou Miguel Alves sobre a importância da obra.

Também Carlos Castro admitiu tratar-se de uma obra muito importante: “a requalificação desta zona envolvente do Dólmen da Barrosa é um sonho. E ainda bem que se concretiza porque vai ser uma zona muito bonita, vai ser uma zona de lazer e vai ser uma atratividade para Vila Praia de Âncora e para todos aqueles que nos visitam”.

O presidente da Câmara lembrou que esta é uma obra que “nasceu do Orçamento Participativo de Caminha”. Trata-se de uma intervenção no montante de 22.378,39 +IVA. Dos trabalhos fazem parte: o rebaixamento do muro existente no topo nascente para uma altura de 1,20m, bem como está prevista a sua reconstrução nas zonas em falta, com características idênticas ao existente; a demolição do muro atualmente existente no topo norte e reconstrução do mesmo com uma altura de 1,20m em toda a extensão. Já foram removidas as rampas de e vai ser demolida a respetiva base em betão.

Estes são os trabalhos que integram esta primeira fase. Quanto à segunda fase, Miguel Alves assegurou que já foi submetida uma candidatura ao Programa 2020 para a criação de um núcleo museológico que potencie o megalitismo de Vila Praia de Âncora e de todo o concelho de Caminha e que vai “potenciar a oferta turística que vila praia oferece”.

Miguel Alves sublinhou ainda “só foi possível fazer esta obra porque a Câmara Municipal de Caminha resolveu uma trapalhada de mais de 20 anos com a família e os herdeiros do Dólmen da Barrosa”. O autarca relembrou: “estes terrenos estavam em litigio judicial, a Câmara Municipal já pagou a primeira metade da indemnização e vai pagar até ao final de março de 2017 a outra tranche à família, de modo a que estes terrenos possam ser do município. Para já os terrenos ainda não são do município, mas já temos autorização para fazer esta obra aqui. É a resolução de mais uma trapalhada do passado que nos ajuda a construir o futuro”.

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ENTIDADE DE TURISMO DO NORTE DE PORTUGAL APRESENTA EM CABECEIRAS DE BASTO A BROCHURA “MONUMENTOS DO NORTE DE PORTUGAL”

Foi ontem, dia 13 de dezembro, apresentada na Casa do Tempo em Cabeceiras de Basto o Guia ‘Monumentos Norte de Portugal’, o mais recente trabalho de promoção turística levado a efeito pela Entidade de Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP) que tem como objetivo dar a conhecer o território através dos seus aspetos diferenciadores.

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Ser monumento nacional e ter asseguradas as condições necessárias à visitação pública foram os critérios básicos para integrar esta brochura. São 129 monumentos a descobrir em 74 municípios do Porto e Norte de Portugal.

A brochura que dá sugestões de visita através dos Monumentos do Norte foi desenvolvida em parceria com a Direção Regional da Cultura do Norte no que respeita à organização, seleção e estruturação de conteúdos.

Durante a apresentação do guia, que foi lançado em português mas brevemente terá versões em espanhol, inglês e francês, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto deu os “parabéns ao Turismo Porto e Norte de Portugal e à Direção Regional da Cultura do Norte pela concretização de uma brochura que há de servir para promover a nossa região e o país”.

De acordo com as palavras do autarca, “apesar do esforço que vem sendo realizado por inúmeros agentes económicos, sociais, culturais, políticos e outros, o conhecimento de grande parte dos monumentos é ainda incipiente para a grande maioria dos portugueses e ainda mais para os estrangeiros que nos visitam. Por isso, tudo o que puder continuar a ser feito para elevar esse conhecimento é bem-vindo”, considerou Francisco Alves.

O autarca lembrou a este propósito a intenção da Câmara Municipal continuar o processo de candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos a Património Cultural da Humanidade, trabalho que não mereceu, por agora, o parecer favorável da Comissão Nacional da UNESCO para integrar a Lista Indicativa de Portugal. Contudo, todo este trabalho “veio dar uma outra visibilidade ao NOSSO MOSTEIRO”, aumentando significativamente o número de visitantes, bem como o número de pessoas interessadas em aprofundar o conhecimento sobre o Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

“Fizemos já um excelente trabalho, aliás corroborado pela própria Comissão. Mas, o elevado número de Mosteiros e outros monumentos candidatos desta natureza foi, de certa forma, razão impeditiva da sua inclusão. Na verdade, consta da avaliação daquela Comissão que o Mosteiro de S. Miguel de Refojos não colmata lacuna na Lista Indicativa de Portugal e na Lista do Património Mundial. Sabemos que é um desafio muito grande. Assumimos, no entanto, esta intenção como um desígnio e, por isso mesmo, a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal decidiram dar continuidade ao processo, prosseguindo os estudos sobre o Mosteiro, as suas origens e a sua importância no contexto nacional e internacional. Estamos agora focados na possibilidade de apresentar à UNESCO uma candidatura conjunta com outros Mosteiros Beneditinos de Portugal e da Europa”, afirmou.

Com o apoio da Direção Regional da Cultura, a Câmara Municipal viu recentemente aprovada uma candidatura a Fundos Comunitários de 2 milhões de euros para a reabilitação do Mosteiro (Igreja) e para a sua promoção e divulgação, através de um vasto programa cultural. Mas “muito mais há para fazer”, atestou Francisco Alves, recordando que “ a defesa e valorização do Património é uma responsabilidade coletiva”.

A propósito de monumentos classificados, de que esta brochura é uma ferramenta de divulgação tão importante, “Cabeceiras de Basto orgulha-se de ter classificados para além dos pelourinhos (das Pereiras e de Abadim), a Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos e o teto do Salão Nobre dos Paços do Concelho - imóveis de interesse público e ainda a Ponte de Cavez - monumento nacional. Na Direção Geral do Património temos atualmente o pedido de classificação de todo o Mosteiro, como património nacional, que esperamos possa ficar concluído brevemente”, concluiu Francisco Alves.

Na sua intervenção, o Diretor Regional de Cultura do Norte, Dr. António Ponte, falou da política e estratégia que tem vindo a ser desenvolvida da direção de Cultura, destacando que “o património é um legado valioso que nos traz a responsabilidade de o preservar para as gerações futuras”, referindo também a necessidade de se “continuar a criar património”, sob pena de não deixarmos testemunhos da nossa época.

No que à brochura ‘Monumentos Norte de Portugal’ diz respeito, António Ponte disse “esperar com este trabalho contribuir para a divulgação dos valores patrimoniais e culturais do Norte de Portugal e contribuir para a dinamização socioeconómica da região”.

Quanto ao Património da Unesco, o Diretor Regional de Cultura desafiou a Câmara Municipal a enveredar caminho pela criação de uma ‘Rede de Mosteiros Beneditinos de Portugal’, através de uma visão intercontinental.

Nas suas palavras, o presidente da TPNP, Dr. Melchior Moreira, explicou que o Guia ‘Monumentos Norte de Portugal’ é “mais um instrumento fundamental para dar visibilidade ao nosso património”, elogiando o trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto neste setor do Turismo.

Destacando a importância do trabalho em rede para a captação de turistas, Melchior Moreira salientou a mais-valia de ‘vender’ o território de uma forma integrada através de um roteiro da região que contemple o património edificado, a gastronomia e vinhos, bem como o património paisagístico.

A Entidade de Turismo Porto e Norte de Portugal alberga, no conjunto dos seus municípios, “um rico e vasto espólio cultural, material e imaterial, permitindo com que a oferta disponível seja cada vez mais sólida e diversificada”, destacou Melchior Moreira.

Note-se que coube ao Dr. Paulo Amaral da Direção Regional de Cultura do Norte fazer a apresentação da brochura, momento que ficou marcado pela atuação do músico Cabeceirense Hélder Gonçalves.

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VIRGÍLIO REIS, DIRECTOR DO GRUPO DE FOLCLORE AS LAVADEIRAS DA RIBEIRA DA LAGE, SUGERE O APROFUNDAMENTO DO DEBATE SOBRE PATRIMÓNIO IMATERIAL

PROMOVER, INCENTIVAR E DIVULGAR O DEBATE E DESENVOLVIMENTO DE NOVAS IDEIAS E CONCEITOS SOBRE A EXPLORAÇÃO DO POTENCIAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL, NAS SUAS DIVERSAS DIMENSÕES, PELAS ASSOCIAÇÕES CULTURAIS (GRUPOS/RANCHOS FOLCLÓRICOS OU ETNOGRÁFICOS)

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 Felizmente hoje e cada vez mais verificamos não só a necessidade de formação e debate mas também a realização destas actividades por parte de algumas regiões. A Associação do Distrito de Lisboa (ADLPDCTP) tem de forma constante levado a cabo acções de formação nas diversas áreas da etnografia, com uma assistência interessante, não ideal mas suficientemente animadora para que a vontade de divulgar, debater, discutir e naturalmente aprender se mantenha acesa. Encontros anuais e centralizados não são de forma nenhuma o caminho ideal para a divulgação de conhecimento. Descentralizar, desafiar, incutir discussão, abordar todos os temas com mais regularidade é imprescindível. Hoje as “novas tecnologias” colocam-nos à disposição meios que até há pouco tempo eram impensáveis.

O aproveitamento destes meios para debate e divulgação é prioridade. Ao invés a utilização dos mesmos meios tem apenas servido para a passagem de vaidades e ofensa gratuita quando a opinião não coincide.

REFLECTIR SOBRE O PROCESSO DE VALORIZAÇÃO DA CULTURA TRADICIONAL E POPULAR NA PERSPECTIVA DO ARTESÃO.

Mudar mentalidades e abordagens é necessário. Naquilo que temos por hábito denominar Festivais de Folclore (espectáculos de folclore), a inclusão do artesão faz todo o sentido. Esta inclusão que pode ser no palco ou fora dele, apenas engrandece o conjunto, valorizando de forma consistente a representação entro-folclórica.

RELAÇÃO QUE DEVA EXISTIR ENTRE OS GRUPOS DE FOLCLORE E O PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL.

O maior problema nesta área é sem dúvida nenhuma a relação entre os grupos, essa sim é na maior parte das vezes a maior limitadora ao desenvolvimento por via da falta troca de ideias e preconceitos de exclusividade. A relação aberta, troca de impressões e experiencias entre grupos resultaria sem duvida num geral melhoramento do conhecimento e consequente melhor representação e preservação.

A relação com o património imaterial, mais que desejável é sem dúvida fundamental. Por via de imposições da UNESCO a salvaguarda deste bem precioso é uma responsabilidade de cada estado, delegado com alguma regularidade no poder autárquico. Pouco conhecedores do trabalho realizado nesta área pelos inúmeros grupos de folclore dedicados de corpo e alma à investigação, as autarquias não têm sabido aproveitar a riqueza existente e à “mão de semear”. É de primordial importância melhorar a ligação com o poder autárquico e com os responsáveis pela área do património no sentido da união de esforços e gestão de recursos.

SENSIBILIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DOS JOVENS

Nos dias de hoje, se um adulto tiver uma atitude displicente para com a reciclagem caseira, é facilmente alvo de atitude reprovatória por parte dos mais novos. Ora este fenómeno não é espontâneo mas sim fruto da introdução de temas como a reciclagem nos programas escolares do 1º ciclo básico. Isto para dizer que se a intenção é a assimilação natural de conceitos, a mesma deve ser feita o mais cedo possível.

Ora continuar a debater como única forma de alcançar o objectivo de salvaguarda futura do património imaterial, a sensibilização de jovens para esse fim, parece-me à partida um erro estrutural básico. Pois estes temas deveriam sim, fazer parte de educação permanente desde as mais tenras idades. Tentar mobilizar e sensibilizar jovens para uma área desconhecida em terrível concorrência com a oferta hoje disponível e atraente, efémera mas atraente, é uma tarefa herculeana e na maior parte das vezes reservada ao insucesso.

Hoje é mais fácil encontrar nas actividades escolares abordagens à cultura popular Anglosaxónica como por exemplo o “Halloween”, maior parte das vezes em detrimento de outras como o “Pão por Deus”.

É necessário sim “mobilizar” e “sensibilizar” a educação escolar de forma a incluir nos seus programas abordagens à cultura popular essencialmente local, pois assim é mais fácil cativar mentes sedentas de informação a entender a razão de muitas das coisas que fazem e vêm fazer no dia-a-dia.

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CAMINHA RECUPERA DÓLMEN DA BARROSA

A Câmara Municipal de Caminha organiza amanhã, dia 14 de dezembro, pelas 10 horas, uma visita ao Dólmen da Barrosa, em Vila Praia de Âncora, no âmbito da intervenção a realizar com base no Orçamento Participativo.

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A Recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa (Vila Praia de Âncora) foi um dos projetos vencedores do 1º Orçamento Participativo de Caminha. Trata-se de um projeto avaliado em 60 mil euros e prevê intervenção nos muros, plantação de espécies autóctones, instalação de mobiliário urbano e remoção da pista de skate.

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CENTRO HISTÓRICO DE GUIMARÃES É PATRIMÓNIO MUNDIAL HÁ 15 ANOS

COMEMORAÇÃO ESTA TERÇA-FEIRA, 13 DE DEZEMBRO

Programa repleto com atividades da manhã à noite. Festas Nicolinas são inscritas no Inventário Nacional em dia simbólico para Guimarães. Câmara Municipal vai lançar livro para crianças sobre Património. Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago terão balões gigantes iluminados até ao dia de Natal.

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O Centro Histórico de Guimarães comemora o 15º aniversário da sua inclusão na lista do Património Mundial da UNESCO, esta terça-feira, 13 de dezembro. A submissão da inscrição das Festas Nicolinas no Inventário Nacional do Património Cultural e Imaterial da Direção Geral do Património Cultural, que decorrerá durante uma conferência agendada para a Plataforma das Artes e da Criatividade, é uma das cinco principais iniciativas que a Câmara Municipal promove para assinalar a classificação do Centro Histórico como Património Cultural da Humanidade.

Além da submissão da inscrição, o programa comemorativo inclui o lançamento de um livro para crianças sobre Património, a colocação de uma instalação artística com 22 balões gigantes iluminados no Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago, a Corrida pelo Património e a inauguração da terceira edição do projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com intervenções artísticas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro urbano de Guimarães.

A inscrição no Inventário Nacional, resultado do trabalho que tem sido desenvolvido pelo antropólogo Jean-Yves Durand, que foi já objeto de uma apresentação pública no dia 21 de março de 2014, será efetuada durante uma conferência com início às 09:30 horas do dia 13 de dezembro, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães. A sessão vai prolongar-se até às 16:30 horas, com intervenções de Jean-Yves Durand (09h45 e 11h15), Clara Cabral, Comissão Nacional da UNESCO (10h), Isabel Fernandes, Diretora do Museu Alberto Sampaio e do Paço dos Duques de Bragança (10h30), Maria João Nunes, bolseira de investigação (11h30), Catarina Pereira, Diretora da Casa da Memória (14h30), Hugo Morango, Diretor Criativo (15h) e Marco Novo (15h30). No final, decorrerá um debate e visitas à Casa da Memória e ao arraial de Santa Luzia.

Educação patrimonial nas escolas

O livro para crianças, intitulado “Onde Nasceu Portugal”, cuja apresentação decorrerá às 16:30 horas na Biblioteca Municipal Raul Brandão, será oferecido a todas as escolas do concelho de Guimarães e nele estão mencionadas as principais figuras históricas ligadas à cidade, além de ser valorizado o património material e a fundação do berço da nacionalidade. A oferta enquadra-se num dos principais objetivos do Plano Estratégico Educativo, agora em discussão pública, que pretende dar uma verdadeira educação patrimonial a todos os alunos do concelho de Guimarães. A obra, com assinatura do autor de livros infantis João Manuel Ribeiro e ilustrações de Susana Lima, é publicada pela editora vimaranense Opera Omnia. O Município vai igualmente oferecer 1500 exemplares do “Manual (para um pequeno) Nicolino”, da autoria de Paulo César Gonçalves e Gabriela Cunha.

Também esta terça-feira, dia 13 de dezembro, às 17 horas, o Presidente do Município, Domingos Bragança, fará uma intervenção no Centro Histórico sobre os 15 anos da classificação como Património Cultural da Humanidade, enquanto meia hora depois é inaugurada a instalação artística “Património Iluminado”, com 22 balões gigantes que vão permanecer ligados até ao dia 25 de dezembro. Às 17:45 horas, em parceria com a Escola Superior Artística de Guimarães (ESAG) e a empresa ARRIVA, a Câmara Municipal inaugura, na Alameda de S. Dâmaso, o projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com abrigos intervencionados a mostrarem arte nas paragens de autocarro de Guimarães. À noite, com início às 21 horas, realiza-se a “Corrida Pelo Património”.

Programa: http://www.cm-guimaraes.pt/frontoffice/pages/991?news_id=2836

COBERTURA DA IGREJA MATRIZ DE CAMINHA VAI SER REPARADA

Diretor Regional de Cultura do Norte visitou o templo e assinou o contrato

O diretor regional de Cultura do Norte, António Ponte, esteve esta semana em Caminha para assinar o contrato de consignação da obra de reparação da cobertura da Igreja Matriz, que deverá iniciar-se dentro de dias. A intervenção, motivada pelas intempéries do último inverno, deverá demorar pouco mais de um mês e orça em cerca de 25 mil euros.

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A assinatura do contrato com o empreiteiro foi precedida de uma visita à Igreja Matriz de Caminha, em que participaram o diretor regional, António Ponte; o presidente da Câmara, Miguel Alves; o presidente da Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho, Miguel Gonçalves e o padre Rui Rodrigues, responsável pelas paróquias de Caminha e Vilarelho. O contrato foi assinado na própria Matriz, devendo as obras decorrer, a partir do seu início, num prazo de cerca de 40 dias, se as condições atmosféricas o permitirem.

Na sequência dos danos do último inverno, a Direção Regional de Cultura do Norte desencadeou um processo de avaliação técnica dos danos, decidindo proceder à respetiva reparação.

Entretanto, foi executado um sistema para contrariar a ação dos pombos e o acesso à torre, com a instalação e redes especiais, que vai também ser reparado.

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GUIMARÃES EDITA REVISTA "MONUMENTOS"

DIA 25 DE NOVEMBRO, NO CCVF (18H30)

Edição impressa da revista “Monumentos” dedicada a Guimarães é apresentada esta sexta-feira

Interesse e uma procura cada vez maior de investigadores e público em geral motivou publicação em papel. Sessão de apresentação decorre no CCVF. Entrada livre.

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A versão impressa do número 33 da revista “Monumentos”, dedicada a Guimarães e publicada em 2013, vai ser apresentada publicamente esta sexta-feira, 25 de novembro, às 18:30 horas, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. A sessão, cuja apresentação estará a cargo do arquiteto Alexandre Alves Costa, assinala também o regresso da revista como publicação periódica, agora na esfera da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

A Monumentos 33, até agora apenas disponível em formato digital, conta com vários estudos e reflexões sobre a riqueza patrimonial vimaranense, do seu Centro Histórico aos projetos urbanísticos, à indústria da curtimenta, passando pelos edifícios notáveis ou pelas intervenções arquitetónicas mais recentes. Participam neste número vários investigadores e colaboradores especialistas das áreas em questão.

A revista, que teve o apoio institucional da Fundação Cidade de Guimarães, é uma publicação técnico-científica destinada à divulgação do património construído. No número dedicado a Guimarães, destaca-se a importância que a cidade assume, no presente como no passado, nos contextos regional e nacional, refletindo-se sobre a evolução, o desenho e as diversas funções assumidas pelo seu Centro Histórico até aos dias de hoje, sem esquecer o passado industrial da cidade.

Património material e imaterial

A edição identifica, estuda e (re)interpreta alguns dos principais valores patrimoniais, como a Colegiada, a Pousada de Santa Marinha ou o Campus de Azurém, além de analisar experiências arquitetónicas e urbanísticas de construção, reabilitação, restauro e de valorização de iniciativa pública municipal, como a recente intervenção realizada no Largo do Toural.

A revista inclui um vasto conjunto de documentos fotográficos do património de Guimarães selecionado nos arquivos do SIPA - Sistema de Informação para o Património Arquitetónico, bem como cartografia especialmente concebida para esta edição, contando ainda com o valioso contributo de conceituados investigadores nacionais das áreas da arquitetura, da geografia e da história da arquitetura e do urbanismo.

GUIMARÃES COMEMORA CLASSIFICAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO COMO PATRIMÓNIO MUNDIAL

COMEMORAÇÃO A 13 DE DEZEMBRO

Programa dos 15 anos da classificação do Centro Histórico de Guimarães como Património Mundial

Festas Nicolinas são inscritas no Inventário Nacional em dia simbólico para Guimarães. Câmara Municipal vai lançar livro para crianças sobre Património. Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago terão balões gigantes iluminados até ao dia de Natal.

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A submissão da inscrição das Festas Nicolinas no Inventário Nacional do Património Cultural e Imaterial da Direção Geral do Património Cultural, que decorrerá durante uma conferência agendada para a Plataforma das Artes e da Criatividade, é uma das cinco principais iniciativas que a Câmara Municipal de Guimarães vai promover no dia 13 de dezembro para assinalar a comemoração dos 15 anos da classificação do Centro Histórico como Património Cultural da Humanidade.

Além da submissão da inscrição, o programa comemorativo inclui o lançamento de um livro para crianças sobre Património, a colocação de uma instalação artística com 22 balões gigantes iluminados no Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago, a Corrida pelo Património e a inauguração da terceira edição do projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com intervenções artísticas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro urbano de Guimarães.

A inscrição no Inventário Nacional, resultado do trabalho que tem sido desenvolvido pelo antropólogo Jean-Yves Durand, que foi já objeto de uma apresentação pública no dia 21 de março de 2014, será efetuada durante uma conferência com início às 09:30 horas do dia 13 de dezembro, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães. A sessão vai prolongar-se até às 16:30 horas, com intervenções de Jean-Yves Durand (09h45 e 11h15), Clara Cabral, Comissão Nacional da UNESCO (10h), Isabel Fernandes, Diretora do Museu Alberto Sampaio e do Paço dos Duques de Bragança (10h30), Maria João Nunes, bolseira de investigação (11h30), Catarina Pereira, Diretora da Casa da Memória (14h30), Hugo Morango, Diretor Criativo (15h) e Marco Novo (15h30). No final, decorrerá um debate e visitas à Casa da Memória e ao arraial de Santa Luzia.

Património: pedagogia, educação, cultura e desporto

O livro para crianças sobre Património será oferecido a todas as escolas do concelho de Guimarães e nele estão mencionadas as principais figuras históricas ligadas à cidade, além de ser valorizado o património material e a fundação do berço da nacionalidade. A oferta enquadra-se num dos principais objetivos do Plano Estratégico Educativo, agora em discussão pública, que pretende dar uma verdadeira educação patrimonial a todos os alunos do concelho de Guimarães. A obra tem a assinatura do autor de livros infantis João Manuel Ribeiro, sendo publicado pela editora vimaranense Opera Omnia. O Município vai igualmente oferecer 1500 exemplares do “Manual (para um pequeno) Nicolino”, da autoria de Paulo César Gonçalves e Gabriela Cunha.

Também no dia 13 de dezembro, às 17 horas, o Presidente do Município, Domingos Bragança, fará uma intervenção no Centro Histórico sobre os 15 anos da classificação como Património Cultural da Humanidade, enquanto meia hora depois é inaugurada a instalação artística com 22 balões gigantes, que vão permanecer ligados até ao dia 25 de dezembro. Às 17:45 horas, em parceria com a ESAG e a empresa ARRIVA, a Câmara Municipal inaugura, na Alameda de S. Dâmaso, o projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com abrigos intervencionados a mostrarem arte nas paragens de autocarro de Guimarães. À noite, com início às 21 horas, realiza-se a “Corrida Pelo Património”.

VIMARANENSES CORREM PELO PATRIMÓNIO

INSCRIÇÕES ABERTAS

Guimarães promove “Corrida pelo Património” nos 15 anos da classificação da UNESCO

Largo do Toural é o local de partida e chegada de um evento desportivo e cultural que inclui passagens por monumentos emblemáticos de Guimarães. Participantes serão surpreendidos com evento no interior do Castelo.

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As inscrições para a segunda edição da “Corrida pelo Património”, que se realiza em Guimarães no próximo dia 13 de dezembro, pelas 21 horas, estão abertas até ao dia 09 de dezembro. Integrada nas comemorações do 15º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade, a Câmara Municipal de Guimarães e o movimento “Guimarães Corre Corre” vão organizar um evento que terá no interior do Castelo um dos momentos altos do percurso.

A iniciativa, com a duração estimada de uma hora e meia, não tem características competitivas e está aberta à participação de todas as pessoas. O itinerário, com 7 quilómetros de extensão, percorrerá cerca de meia centena de ruas e vielas do centro da cidade de Guimarães, com passagem pelo interior de monumentos e espaços públicos, como é o caso dos Jardins do Palácio de Vila Flor, Instituto de Design / Fábrica da Ramada, em Couros, Museu de Alberto Sampaio ou Castelo.

Este ano, o Largo do Toural foi o local escolhido para a partida e chegada deste evento desportivo e cultural, com inscrição gratuita, mas limitada a um número máximo de 1.000 participantes. A organização garante o seguro de responsabilidade civil a todos os intervenientes nesta iniciativa, que tem o apoio da Tempo Livre, Bombeiros Voluntários de Guimarães, Polícia de Segurança Pública, Paço dos Duques de Bragança, Museu de Alberto Sampaio e Centro Cultural Vila Flor.

As inscrições devem ser efetuadas através do website da Câmara Municipal de Guimarães, Balcão Único da Autarquia ou na Tempo Livre. O kit do atleta, composto por uma t-shirt técnica, terá de ser levantado até às 17:30 horas dos dias 12 e 13 de dezembro, no Welcome Centre, situado na Rua Paio Galvão, mediante a apresentação do comprovativo de inscrição.

DEPUTADA DO PCP CARLA CRUZ QUESTIONA MINISTRO DA CULTURA SOBRE MOSTEIRO DE RENDUFE

O PCP tem, no decurso de várias legislaturas, feito várias iniciativas para intervir, requalificar e valorizar o património edificado existente no distrito de Braga, designadamente do Mosteiro de Rendufe.

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Sobre o Mosteiro de Rendufe, o Grupo Parlamentar do PCP tem no decurso das várias legislaturas feito um acompanhamento regular, designadamente com contactos com a Associação de Amigos do Mosteiro, e exigido dos sucessivos governos resposta acerca dos planos para a intervenção e recuperação do imóvel.

Ora, estando em discussão na Assembleia da República, em sede de especialidade, a proposta de orçamento do estado para 2017, a deputada eleita pelo circulo eleitoral de Braga, questionou o Ministro da Cultura sobre a disponibilidade do Governo para alocar uma verba do orçamento da Direcção Regional de Cultura do Norte para realizar uma candidatura, no âmbito dos fundos comunitários, que contemple um plano integrado de reconstrução e requalificação, assim como um estudo das potencialidades de aproveitamento do conjunto dos edifícios.

Em resposta, o Ministro apenas confirmou a integração do Mosteiro de Rendufe na candidatura -Rota dos Mosteiros-, candidatura já conhecida. Porém, às questões específicas colocadas não foi mencionada qualquer resposta.

Na ausência de referência à proposta apresentada pelo PCP, a deputada do PCP irá questionar por escrito o Governo. Assim como reitera que continuará a acompanhar e intervir sobre esta matéria em prol da valorização do património e do acesso à cultura.

O Gabinete de Imprensa da DORB do PCP

Foto: http://www.pressminho.pt/

PORTA DO MEZIO QUER VALORIZAR PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO

ARDAL/Porta do Mezio aprova candidatura para a promoção e valorização da Área Arqueológica Mezio-Gião

O projeto Vozes das Pedras - Promoção e Valorização da Área Arqueológica Mezio-Gião visa dar resposta a uma crescente procura do turista do Parque Nacional da Peneda-Gerês e da Porta do Mezio, em particular, por estes monumentos culturais, oferecendo-lhe novos suportes e experiências relativas a esta temática.

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Esta iniciativa irá remeter os turistas para a relação do Homem com os elementos culturais e naturais. Com pedras enquadradas numa paisagem delimitada, o Homem do Mezio-Gião criou arte rupestre e espaços de rituais de enterramento (mamoas), mas criou-os num profundo relacionamento com o espaço natural, lendo-o, interpretando-o e experienciando-se a si e à paisagem como um só. Com este projeto a ARDAL/Porta do Mezio vai valorizar e promover as 100 rochas identificadas num dos maiores santuários de arte rupestre do Noroeste Peninsular – o Gião, bem como nas 11 mamoas da Área Arqueológica do Mezio.

Pretende-se que o conhecimento que estes espaços encerram seja partilhado com o grande público, num trabalho coordenado pelo Arqueólogo Martinho Baptista, diretor Parque Arqueológico Vale do Côa.

Com um valor elegível de cerca de 350 mil euros, apoiado no âmbito do Programa Operacional da Região Norte – Património Cultural, pretende-se que este trabalho venha, também, reforçar a atratividade da Porta do Mezio, enquanto estrutura de promoção, receção, animação e interpretação do território do Parque Nacional da Peneda Gerês.

PONTE DA BARCA APROVA PROPOSTA DE OPERAÇÃO DE REABILITAÇÃO URBANA DO CENTRO HISTÓRICO

Intervenções estruturadas vão permitir uma qualificação e valorização substanciais dos edifícios, do espaço público e dos equipamentos existentes

A Operação de Reabilitação Urbana (ORU) do Centro Histórico de Ponte da Barca, surge da necessidade de reabilitar imóveis que evidenciem níveis de degradação assinalável e do interesse em que se consolide a dinâmica em curso de requalificação dos espaços e equipamentos públicos, bem como o incrementar da dinamização do tecido económico e social.

Segundo o Presidente Vassalo Abre 'esta operação apoia-se numa estratégia coerente que visa a reabilitação articulada do espaço público, melhorando as condições de mobilidade e estadia, a requalificação e valorização dos equipamentos e o património cultural, bem como a reabilitação do edificado privado que apresente avançado estado de degradação, por forma a dotá-lo de condições de uso que respondam aos requisitos atuais de utilização'.

Para a concretização desta operação prevê-se o acesso a fundos comunitários através do programa operacional Norte 2020 e de instrumento financeiro de reabilitação urbana (IFRRU), bem assim como a aplicação dos incentivos aos proprietários, e titulares de outros direitos, nos termos aprovados no âmbito da delimitação da ARU (área de Reabilitação Urbana), na reabilitação do edificado privado.

A estratégia de intervenção da ORU do centro histórico de Ponte da Barca assenta no cumprimento de três tipos de ações estruturantes: reabilitar e qualificar edifícios e equipamentos; qualificar o espaço público e dinamizar e viver a Vila de Ponte da Barca. No seu todo, estas ações traduzir-se-ão numa melhoria substancial do espaço intervencionado, ao mesmo tempo que criam sinergias com o tecido económico local.

Em breve será publicado em Diário da República o período de discussão pública do projeto, altura em que o mesmo, será, também, disponibilizado para consulta na página oficial do Município de Ponte da Barca.

CEMITÉRIOS SÃO GALERIAS DE ARTE FUNERÁRIA E PANTEÃO DE FIGURAS ILUSTRES

Os municípios deveriam organizar roteiros culturais de modo a dar a conhecer a História e a arte que ali se guarda

Desde as suas origens, o Homem procurou sempre superar a sua própria morte, constituindo essa uma das essências de todas as religiões. Através de determinados ritos garantia a viagem eterna para uma nova vida, colocando-se na posição fetal ou levando consigo a moeda com que haveria de pagar a Caronte a travessia para o Hades.

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As antas e dolmens, as lanternas etruscas, as pirâmides egípcias e as técnicas de mumificação não são mais do que expressões de arte funerária de diferentes civilizações de épocas distintas que são atualmente estudadas e conservadas, classificadas como património cultural.

Durante muitos séculos, entre nós, o sepultamento era feito no interior das igrejas ou no terreno adjacente considerado campo santo. Ainda atualmente se conservam em muitos locais as pedras tumulares com as respetivas inscrições e, não raras as vezes, brasões de família. Nalguns casos, porém, uma certa falta de sensibilidade para a necessidade de se preservar o património tem levado à destruição das sepulturas existentes no interior das igrejas e capelas com a realização de obras alegadamente de melhoramento.

Em 1835, passou a ser proibido o enterro dentro das igrejas, decisão que juntamente com outras medidas tomadas pelo governo de Costa Cabral vieram a estar na origem da Revolução da Maria da Fonte.

Durante o século XIX, fortemente marcado pelo Romantismo, a arte funerária regista um grande desenvolvimento que se traduz na construção de grandes jazigos repletos de esculturas e motivos arquitetónicos, o emprego de novos símbolos associados nomeadamente a profissões e a obediências maçónicas, figuras alegóricas, motivos vegetalistas e uma profusão de epitáfios.

Com efeito, a arte funerária reflete a visão do cosmos e a interpretação da vida e da morta feita a partir de um determinado contexto histórico, social e ideológico, revelando a estrutura social e a mentalidade da sociedade em que a mesma foi produzida. Devido ao seu elevado interesse patrimonial e cultural, alguns cemitérios tornaram-se visitas obrigatórias e estão incluídas nos roteiros turísticos como sucede com o cemitério de Pére Lachaise, em Paris, ou o cemitério dos Prazeres, em Lisboa, onde se encontram magníficas obras de arte e em cujos jazigos repousam os restos mortais dos nossos mais ilustres poetas e outras figuras ilustres.

No dia em que muitos minhotos vão aos cemitérios visitar as sepulturas dos seus entes queridos já falecidos, o BLOGUE DO MINHO deixa aqui a sugestão para que aquele espaço de meditação seja também visto noutra perspetiva, contemplando as obras de arte, procurando decifrar os símbolos e descobrindo as figuras notáveis que ali repousam, algumas das quais marcaram em suas vidas o desenvolvimento da sociedade local.

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CABECEIRAS DE BASTO QUER MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS RECONHECIDO COMO PATRIMÓNIO MUNDIAL

Mosteiro de S. Miguel de Refojos. Comissão Científica da Candidatura à UNESCO debate caminho a seguir

Em maio último, a Comissão Nacional da UNESCO decidiu não inscrever o Bem ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos’ na Lista Indicativa de Portugal ao Património Mundial.

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A Câmara Municipal tomou conhecimento e deliberou em junho, por unanimidade, dar continuidade ao processo tendo em vista a inscrição do Mosteiro numa futura Lista Indicativa.

A continuação do processo compreende a elaboração de novos estudos científicos para o aprofundamento do conhecimento da história e da importância deste Mosteiro e da presença dos Beneditinos em Cabeceiras de Basto, mas também ações e iniciativas de promoção e divulgação do Mosteiro.

A par destas atividades, a Câmara Municipal continua empenhada, com a colaboração da Paróquia mas também da Direção Regional de Cultura do Norte, em promover ações de salvaguarda, valorização, conservação e manutenção do Mosteiro. Exemplo disso mesmo foi a recente aprovação de uma candidatura a apoios financeiros da União Europeia para a realização de obras para a substituição da cobertura da Igreja, a reabilitação da fachada e torres sineiras e a melhoria do nível freático da área envolvente, ao mesmo tempo que viu aprovado um vasto programa cultural a levar a cabo até 2018 e que tem o Mosteiro como centro.

Hoje, dia 29 de outubro, a Comissão Científica da Candidatura à UNESCO esteve reunida na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto sob a presidência de Francisco Alves, presidente da Câmara Municipal, para dar seguimento ao trabalho e definir o caminho a seguir nos próximos meses.

A Câmara Municipal está empenhada em continuar este trabalho para o qual continua a contar com todos os Cabeceirenses e as suas instituições que, desde a primeira hora, abraçaram esta causa de uma forma entusiástica e apaixonada.

BRAGA MOBILIZA COMUNIDADE NA CANDIDATURA A CIDADE DA UNESCO

Conferência ´Media Arts e Planeamento Estratégico de Cidades´

“A candidatura a Cidade Criativa das Media Arts da Unesco é uma forma de mobilizarmos toda a comunidade e seus agentes para um posicionamento diferente de Braga, que quer ser vista como uma Cidade moderna, inovadora, arrojada, criativa, jovem e culturalmente activa, bem como tecnológica e potenciadora dos recursos económicos e de investigação existentes no território”, afirmou Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a Conferência ´Media Arts e Planeamento Estratégico de Cidades´, que se realizou hoje, dia 28 de Outubro, no Mosteiro de Tibães.

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Neste encontro foram partilhadas as experiências internacionais de outras Cidades Criativas da rede UNESCO e foram igualmente divulgados os projectos e iniciativas em curso na Cidade de Braga, discutindo-se as tendências e desafios internacionais neste contexto.

Como sublinhou o Edil, este processo é um ´extraordinário´ desafio para Braga. “É um processo de mobilização colectiva em que cada um, na sua área de intervenção, está a dar o seu valioso contributo. Queremos continuar a desenvolver iniciativas diferenciadoras e o Concelho tem os recursos e iniciativas que nos dão um importante lastro para podermos aspirar ao reconhecimento da UNESCO. Criamos parcerias e mecanismos de colaboração que fortalecem o posicionamento de Braga como Cidade de media arts”, afirmou, garantindo que o projecto é abrangente e ´extremamente benéfico´ para toda a região e para o país.

O Autarca anunciou ainda que o Município irá avançar, no próximo ano, a nível experimental, com a actividade extracurricular na área das artes digitais em todas as turmas de duas Escolas do 1º ciclo do Concelho. “É uma forma de demonstrarmos o nosso compromisso em manter actividades e projectos nesta área no futuro e de incentivarmos uma cultura transversal de envolvimento a toda a sociedade”, sublinhou.

Actualmente existem nove Cidades Criativas Media Arts: York (Reino Unido, 2014), Linz (Áustria, 2014), Enghien-Les-Bains (Fança, 2013), Lyon (França, 2008), Austin (EUA - Texas, 2015), Dakar (Senegal, 2014), Tel Aviv-Yafo (Israel, 2014), Gwangju (Coreia do Sul, 2014), Sapporo (Japão, 2013).

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BRACARENSES FOTOGRAFAM AZULEJOS NO CENTRO HISTÓRICO DE BRAGA

XIII Concurso Municipal de Fotografia: Município desafia Bracarenses a fotografar património azulejar do Centro Histórico

‘O Património Azulejar do Centro Histórico de Braga’ é o tema do XIII Concurso Municipal de Fotografia, uma iniciativa organizada pelo Município de Braga que visa aproximar os Bracarenses do património da Cidade.

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O concurso tem por base a utilização de máquinas descartáveis com flash, uma por concorrente, a disponibilizar de forma gratuita a um número máximo de 50 concorrentes. A participação implica a formalização da inscrição e o pagamento de uma caução de 10€, que será devolvida, uma vez recebida a máquina de acordo com o regulamento do concurso.

As inscrições vão decorrer no Museu da Imagem entre os dias 5 a 25 de Novembro (todos os dias das 14:30 às 18:30 horas).

As máquinas poderão ser levantadas no Museu de Imagem nos dias 25 e 26 de Novembro entre as 14h30 e as 18h30. O período para captação de imagens inicia-se no dia 26 de Novembro, devendo os concorrentes entregar as respectivas máquinas no Museu da Imagem, até às 18h00 horas do dia 27 de Novembro.

Este concurso visa despertar o interesse e a sensibilidade dos cidadãos relativamente ao património azulejar que reveste e decora muitos edifícios do Centro Histórico da Cidade. Naturalmente que os elementos azulejares mais vetustos e com maior qualidade e singularidade artística e histórica poderão suscitar fotografias de grande plasticidade e sentido artístico, que gerarão um testemunho de um património que importa conhecer, fruir e salvaguardar.

Também os azulejos que decoram muitas fachadas de edifícios comuns do Centro Histórico possuem inequívoco sentido estético, sobressaindo as cores fortes que conferem ao edificado e ao espaço envolvente, um brilho e uma luminosidade ímpares. O concorrente poderá no entanto sentir o apelo e a inspiração pelo lado menos rebuscado e, por vezes, até dissonante de alguns revestimentos azulejares de fachadas de edifícios, apontando para estes a sua objectiva.

A Autarquia através do júri, para além da atribuição do primeiro prémio e menções honrosas nos termos do regulamento do concurso, seleccionará um conjunto vasto de trabalhos destinados a integrar uma exposição alusiva à presente edição a inaugurar em 2017 na Fonte do Ídolo.

O regulamento do concurso está disponível através do link https://goo.gl/RUlvlH

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BRAGA DIVULGA FONTE DO ÍDOLO

‘Da Fonte Correm as Histórias’ e ‘hojÀfonte’

Actividades divulgam espaço museológico da Fonte do Ídolo

No âmbito da promoção e divulgação do espaço museológico Fonte do Ídolo, o Município de Braga promove, de Outubro a Dezembro, a actividade ‘Da Fonte Correm as Histórias’.

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Esta iniciativa, constituída por três sessões mensais, consiste no relato de um conjunto de histórias cantadas e musicadas por António Castanheira. A actividade, que começa por uma visita à Fonte Ídolo, destina-se ao público em geral, sendo privilegiados os alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclo do ensino básico.

Em Outubro, a actividade decorre nos dias 25, 27 e 28; em Novembro nos dias 8, 17 e 24; e em Dezembro nos dias 7, 13 e 20. Com início às 10h00, a duração de cada sessão é de aproximadamente uma hora e meia.

Atelier ‘hojÀfonte’ inicia-se em Novembro

‘hojÀfonte’ é o título de outra actividade que irá decorrer já a partir do próximo mês de Novembro na ‘Fonte do Ídolo’. Trata-se de um conjunto de visitas guiadas combinadas com ateliês pedagógicos que incluem a técnica de modelagem da porcelana fria para a construção de elementos que caracterizem aquele Monumento Nacional.

À semelhança da iniciativa anterior, a ‘hojÀfonte’ é também uma actividade mais direccionada para o público infanto-juvenil. As sessões têm a duração de duas horas, sendo que os ateliês se realizam às segundas-feiras. Esta iniciativa irá desenvolver-se até Janeiro do próximo ano.

Em ambas as actividades a participação é sujeita a marcação prévia junto da Câmara Municipal de Braga/Serviço de Arqueologia, através do número 253 218 011 ou pelo e-mail fonte.idolo@cm-braga.pt.

VIANA DO CASTELO DÁ A CONHECER PATRIMÓNIO RELIGIOSO

Roteiro Turístico-Religioso: Percurso pelas principais igrejas da cidade de Viana do Castelo

No âmbito de um projeto de Roteiro Turístico-Religioso da cidade de Viana do Castelo, as entidades envolvidas realizam no próximo sábado, dia 22, com início às 14h30, um percurso guiado que inclui, além do Santuário de Nossa Senhora da Agonia, as igrejas de S. Domingos, Sé Catedral, Misericórdia, Congregação da Caridade e Ordem do Carmo.

O local de concentração é no adro de Nossa Senhora da Agonia, iniciando-se ás 14h30 a  visita às igrejas selecionadas para este percurso experimental, sob a orientação Dr. Fernando Lopes, professor de História da Arte.

O projeto de um Roteiro Turístico-Religioso resulta da consciência da riqueza história, artística e cultural que as igrejas de Viana encerram e das potencialidades de atracão que do ponto de vista turístico e cultural podem oferecer a naturais e forasteiros.

Da iniciativa da Santa Casa da Misericórdia, para a sua concretização o projeto envolve parcerias entre esta entidade a Câmara Municipal e as demais instituições responsáveis pelos vários templos da cidade: Confraria de Santa Luzia, Congregação de Nossa Senhora da Caridade, Real Confraria de Nossa Senhora da Agonia, Paróquias de Santa Maria Maior, Nossa Senhora de Fátima, Monserrate e a Ordem do Carmo.

Avaliar as caraterísticas de uma sugestão de roteiro de modo a melhorá-lo tornando-o mais rico e motivador para o visitante, tal é o objetivo deste percurso experimental.

Além da participação das entidades parceiras, o percurso é aberto ao público, pelo que se convidam os interessados a realizar a sua inscrição através do e-mail dos Serviços de Turismo da Câmara Municipal (e-mail: sturismo@cm-viana-castelo.pt), até ao dia 20 de outubro (quinta-feira) deixando, para eventuais contactos, o seu endereço de email, nome e contacto telefónico. Inscrições limitadasPara mais informações por favor contactar através do tel.: 967 160 962 (Albino Ramalho – Santa Casa da Misericórdia).

Atenciosamente,

BRACARENSES DESCOBREM PATRIMÓNIO DE BRAGA

Primeira sessão a 12 de Outubro, na Igreja da Cividade

‘Braga à Lupa’ desafia Bracarenses a descobrir curiosidades do património da Cidade

O Município de Braga inicia na próxima Quarta-feira, 12 de Outubro, mais um ciclo de iniciativas, integradas no programa ‘À Descoberta de Braga’. Com o ‘Braga à Lupa’, como é designado este programa, os Bracarenses serão desafiados a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade, sejam obras de arte, documentos históricos, curiosidades arquitectónicas, gastronomia, personalidades, lendas ou tradições.

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O ‘Braga à Lupa’ terá uma periodicidade mensal, realizando-se a uma quarta-feira. Cada sessão terá a duração máxima de 90 minutos e será conduzida um ou dois convidados que farão a abordagem aos elementos seleccionados.

A primeira sessão realiza-se já na próxima Quarta-feira, dia 12 de Outubro, pelas 21h30, na Igreja da Cividade. O objectivo é descobrir a versão bracarense do ‘Fons Vitae’, uma tela seiscentista inspirada na jóia da coroa do novel Museu da Misericórdia do Porto e um dos momentos mais celebrados da pintura exposta em território nacional.

Poucos saberão que também na Cidade de Braga existe uma iconografia análoga gravada numa tela existente na igreja de Santiago da Cividade. Este templo, remodelado na última década do século XVIII, detém uma capela lateral, com retábulo em talha dourada onde se enquadra o painel a óleo identificado com a iconografia do ‘Fons Vitae’.

Para esta primeira sessão são convidados Luís Silva Pereira, da Universidade Católica Portuguesa, e o padre Paulo Duarte, da Companhia de Jesus.

Segundo a vereadora da Cultura, Lídia Dias, o ‘Braga à Lupa’ é “mais uma oportunidade para a descoberta do nosso valioso património, nos seus mais diversos âmbitos”. «Não será mais uma visita guiada ou uma sessão sobre a história local, mas sim uma conversa sobre um momento do nosso Património que merece atenção. Pode ser uma tela, uma receita culinária, um documento de arquivo ou uma estátua que nos habituamos a ver na rua», acrescenta Lídia Dias.

Para o mês de Novembro está a ser preparada uma sessão sobre o Mapa das Ruas de Braga e, em Dezembro, está prevista uma sessão comentada sobre o Pudim Abade de Priscos.

As sessões são de participação livre, implicando uma inscrição prévia para cultura@cm-braga.pt devido à limitação de espaço nos locais onde irão decorrer as sessões.

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CELORICO DE BASTO CANDIDATA IGREJA DE SANTA MARIA DE VEADE A CENTRO INTERPRETATIVO

Município de Celorico de Basto submete candidatura para Centro Interpretativo da Igreja de Santa Maria de Veade

A candidatura submetida ao Programa Operacional Regional Norte 2020 – Património Cultural incide na recuperação e adaptação de um edifício localizado junto à igreja de Veade que será transformado em Centro Interpretativo da Igreja de Santa Maria de Veade, integrado com a Rota do Românico. Esta candidatura visa também, a valorização da envolvente com recuperação do Calvário.

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“Esta candidatura pretende valorizar e reaproveitar o património arquitetónico e cultural da igreja de Veade, uma igreja inserida na Rota do Românico com marcas indissolúveis do estilo arquitetónico” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. “Esta candidatura assenta na reabilitação do edifício, preservando as características arquitetónicas que ele possui, repondo e/ou substituindo elementos que se encontrem num estado de degradação avançado. Será um espaço que irá reforçar a oferta cultural da região” disse.

Esta candidatura irá permitir uma intervenção parcial no edifício dotando-o de estruturas necessárias ao seu bom funcionamento com condições de acolhimento ao público, condições de exposição e divulgação cultural que permitam o desenvolvimento de projetos pedagógicos.

O edifício compreende 2 pisos mas a intervenção crucial irá decorrer no piso superior correspondendo à área de exposição e interpretação da Rota do Românico e das origens e transformações da Igreja de Santa Maria de Veade. Este espaço expositivo será apoiado por 3 salas para apoio pedagógico, 1 sala para apoio administrativo e uma instalação sanitária acessível a pessoas com mobilidade condicionada.

A outra parte da empreitada tem por objetivo a recuperação do percurso da Via-Sacra, um percurso com cerca de 290 metros e uma diferença altimétrica de 23 metros. A intervenção proposta consiste na pavimentação da totalidade do percurso e na criação de plataformas niveladas definindo as várias estações do calvário, bem como, a reconstrução dos cruzeiros danificados e em falta.

O valor estimado para esta empreitada rondará os 150 mil euros.

BRAGA DÁ A CONHECER O TRILHO DOS SOLARES

‘Aventuras pelo Ambiente’ deram a conhecer Trilho dos Solares. Iniciativa deu a conhecer belezas naturais de Crespos e Pousada

Cerca de 60 pessoas participaram hoje, 5 de Outubro, nas ‘Aventuras pelo Ambiente’ uma iniciativa promovida pelo Município de Braga e que deu a conhecer o Trilho dos Solares, na União de Freguesias de Crespos e Pousada.

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A iniciativa consistiu na realização de um percurso pedestre com cerca de 9 quilómetros, com início no Largo da Igreja de Crespos, no qual se procurou evidenciar a beleza natural e ambiental daquela zona do Concelho. No final realizou-se um lanche-convívio entre os todos os participantes na Junta de Freguesia de Pousada.

Com o programa ‘Aventuras pelo Ambiente’, o Município de Braga pretende dar a conhecer o património ambiental existente no Concelho, principalmente nas suas freguesias periféricas, criando uma aproximação entre as duas realidades e, ao mesmo tempo, promover as suas potencialidades turísticas e económicas.

No âmbito deste programa, já se realizaram caminhadas em Adaúfe, Este S. Mamede e Este S. Pedro, Guisande e Oliveira S. Pedro, Mire de Tibães, Padim da Graça e Semelhe, Priscos, Merelim S. Paio, Sobreposta, Palmeira, Penedo das Letras e em muitos outros locais do Concelho.

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FAMALICÃO VAI REABILITAR ANTIGA FÁBRICA SAMPAIO E FERREIRA

Concurso internacional de ideias para reabilitar antiga fábrica Sampaio e Ferreira: Procura-se nova vida para Riba de Ave

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, está determinado e empenhado em fazer renascer das cinzas o legado industrial devoluto de Riba de Ave devolvendo à vila o fulgor, a prosperidade e a qualidade de vida que se vivia no início do século XX, quando o dinamismo económico era tal que a freguesia se destacava a nível nacional, como sendo uma das primeiras comunidades a beneficiar de eletricidade e a possuir iluminação pública.

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O autarca abriu esta segunda-feira, o evento “Riba d’Ave Desafios Urbanos’16”, que decorreu na histórica Sampaio Ferreira e C.ª Lda, e que ficou marcado pelo lançamento de um concurso internacional de ideias de arquitetura para a reabilitação da fábrica Sampaio Ferreira. Na sessão esteve também presente o arquiteto Noé Dinis que fez o enquadramento histórico de Riba de Ave.

“Queremos somar ao investimento público o investimento privado de forma a tornarmos este património funcional e útil à população, dignificando este legado histórico”, afirmou Paulo Cunha, desafiando os privados a acompanharem a autarquia neste “desígnio do concelho de Famalicão”.

Para já Paulo Cunha conseguiu captar um investimento superior a cinco milhões de euros para Riba de Ave, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), que será desenvolvido até 2020.

Perante uma audiência vasta e diversificada, o autarca não escondeu a satisfação por ver a“grande afluência a esta iniciativa, reflexo da importância que este edificado mantém para esta comunidade e para o seu futuro.” O espaço acabou mesmo por ser pequeno para acolher as várias dezenas de pessoas que quiseram participar nesta reflexão conjunta sobre as estratégias a adotar na regeneração urbana dos territórios de Riba de Ave e Oliveira S. Mateus.

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E rodeado por estas gentes e por este património, que apesar de tudo se mantém vivo e imponente, com as suas chaminés a tocarem o céu, Paulo Cunha recordou os danos da crise têxtil que fez com que “a indústria abandonasse o edifício, no entanto, o edifício manteve-se, o património está cá, só a atividade deixou de se desenvolver. Não podemos continuar assistir ao arruinar deste património.” Por isso, “hoje temos que olhar para estes imóveis como um verdadeiro legado histórico. Temos que recriar, refazer e reconstruir, olhando para este enorme pedaço da nossa história e da nossa identidade e dar-lhe uma caraterização diferente, respeitando o seu traçado histórico, mas atribuindo-lhe uma nova funcionalidade”.

Procurando a força para a sua vontade de reconstruir este edificado, Paulo Cunha salientou que “é importante que as pessoas se associem a este projeto e que os privados nos acompanhem para que possamos aqui edificar o futuro”.

Para já, com os cinco milhões de euros do Portugal 2020 estão programadas as intervenções referentes à reabilitação do Teatro Narciso Ferreira, à reconversão da Unidade Industrial Sampaio e Ferreira e ainda à regeneração da frente ribeirinha do Rio Ave, com uma ligação pedonal a Oliveira S. Mateus.

Agora com a iniciativa do portal Espaço de Arquitetura avança o concurso internacional de ideias para a revitalização da fábrica Sampaio Ferreira.

As candidaturas estão abertas até 7 de novembro, sendo que os trabalhos têm que ser entregues até 19 de janeiro de 2017. As inscrições podem ser realizadas através do sitewww.espacodearquitectura.com, onde também está disponível o regulamento do concurso.

O objetivo é repensar de que forma se pode revitalizar um imóvel, de carater industrial, que pela sua história, localização e dimensão merece ser alvo de reflexão.

Refira-se que a fábrica Sampaio Ferreira em Riba de Ave foi uma das primeiras unidades fabris do Vale do Ave construída pelo empresário Narciso Ferreira e implantada numa área de cerca de 35 mil metros quadrados.

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MUNICÍPIO CERVEIRENSE CONGRATULA GOVERNO POR DESBLOQUEAR IMPASSE DO CASTELO DE CERVEIRA

Na sequência da apresentação do programa Revive e do conhecimento da integração do Castelo como um dos edifícios prioritários para intervenção, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira endereçou ao Senhor Primeiro Ministro, Dr. António Costa, uma congratulação por atender ao anseio dos cerveirenses de dar dignidade aquele monumento.

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Na missiva enviada, o edil cerveirense refere que este desfecho resulta na concretização de mais um compromisso que o Senhor Primeiro-Ministro, enquanto candidato, expressou aquando da sua deslocação a Vila Nova de Cerveira para visitar a XVIII Bienal Internacional de Arte, na qual manifestou disponibilidade para ajudar a desbloquear este processo, colocando aquele conjunto edificado ao serviço dos cerveirenses, da economia local e dos inúmeros turistas que elegem o Castelo como um dos ex-libris do concelho.

“Para Vila Nova de Cerveira, este programa de valorização do património do Estado representa o desbloquear de um processo que já se arrastava há sete anos e comprova a atenção do atual Governo para com o património e a sua utilização em prol do desenvolvimento económico local e nacional, como de enorme potencial turístico-cultural”, afirma Fernando Nogueira.

O programa Revive, articulado pelos ministérios da Economia, Cultura e das Finanças, e liderado pelo Turismo de Portugal, visa concessionar a privados 30 imóveis históricos que se encontrem degradados, para que sejam recuperados e possam acolher projetos diferenciadores de âmbito turístico. Numa primeira fase, que deverá decorrer até ao final do ano, irão ser concessionados 12 edifícios, encontrando-se entre eles o Castelo de Cerveira.

VILA VERDE DÁ A PROVAR OS SABORES DO PATRIMÓNIO

A fama dos Sabores da Terra de Escariz extravasou as fronteiras do concelho e do distrito!

A reputação dos genuínos ‘Sabores da Terra’, de Escariz S. Mamede, já extravasou as fronteiras do concelho de Vila Verde e do distrito de Braga. A edição deste ano não foi exceção e, no passado fim-de-semana (1 e 2 de outubro), chegaram a Escariz visitantes de toda a região para recordarem os saberes e sabores da tradição minhota, numa iniciativa que se assume como uma fidedigna montra do que de melhor e mais tradicional a freguesia tem para oferecer.

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A maior enchente registou-se na tarde de domingo, que começou com um autêntico hino à música popular portuguesa, num encontro que juntou mais de 200 tocadores de concertina vindos de vários pontos do país (Gouveia, Vila Nova de Gaia, Ponte de Lima…).

A rainha do Minho animava um recinto repleto de atrativos. Nas imediações do palco decorria a feirinha tradicional, onde se comercializam os viçosos produtos agrícolas caseiros, cultivados de forma artesanal e colhidos da terra pelas mãos calejadas dos produtores escarizenses. Não muito longe, a tasquinha regional brindava vilaverdenses e visitantes com algumas das mais apreciadas iguarias da gastronomia minhota, em que assumiu lugar de destaque o famoso Pica no Chão. Apesar dos vários motivos de interesse, a estrela maior do evento continua a ser o trabalho artesanal de ornamentação da igreja paroquial com arranjos de produtos agrícolas. Um trabalho de minúcia, dedicação e muita criatividade, em que se produzem autênticas obras de arte inspiradas na época das colheitas, que dão um brilho renovado ao templo escarizense.

Preservar e promover a identidade cultural

O presidente da Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho não escondeu a satisfação pelo sucesso de um evento que “registou uma afluência popular acima das expectativas”. Adelino Machado deixou uma palavra de apreço para todos os habitantes locais que ajudam a dar vida a uma iniciativa que, além de ser autossustentável, ainda permite anualmente angariar receita para algumas obras da freguesia. Impossível não salientar também o talento artístico evidenciado nas obras que ornamentam a igreja local, com o tema ‘O Ano Mariano’. Este ano a decoração foi acompanhada pela exposição de um artesão local, o que ajudou a enriquecer o programa e a visita dos milhares de pessoas que passaram por Escariz durante os dois dias da festa.

Adelino Machado prosseguiu sublinhando que, uma vez mais, se cumpriu o objetivo de preservar a identidade cultural e valorizar o património imaterial da freguesia e a da região, divulgando os saberes e sabores da tradição Minhota.  A iniciativa Sabores da Terra é organizada pela Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, com a colaboração da paróquia local, e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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GOVERNO REABILITA EDIFÍCIOS PÚBLICOS PARA O TURISMO

Programa REVIVE reabilita 30 edifícios públicos para fins turísticos. Conhecidos os primeiros 11 edifícios da lista

O programa REVIVE vai permitir restaurar e reabilitar, com fins turísticos, 30 edifícios públicos, tornando-os acessíveis ao público. Os primeiros 11 imóveis da lista são já conhecidos e são os seguintes: Convento de São Paulo (Elvas), Pavilhão do Parque (Caldas da Rainha), Quinta do Paço de Valverde (Évora), Mosteiro de Santa Clara-a-Nova (Coimbra), Castelo de Vila Nova de Cerveira, Fortaleza de Peniche, Mosteiro de São Salvador de Travanca (Amarante), Mosteiro de Arouca, Paço Real de Caxias (Oeiras), Forte do Guincho (Cascais), Castelo de Portalegre. A recuperação será feita por investidores privados a quem serão concessionados os imóveis.

O projeto REVIVE é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças. Na prática trata-se da criação de uma bolsa de edifícios históricos a serem concessionados a privados, nacionais e estrangeiros, para investimento através de concurso público. Muitos dos 30 edifícios estão em estado de degradação, classificado como ‘Mau’ pela Direcção-Geral do Património e Cultura (DGPC) e a necessitar de intervenção. Os 19 imóveis ainda não anunciados vão ser divulgados, de forma faseada, até ao final do ano.

A concessão a privados fica sujeita a compromisso de reabilitação, preservação e conservação, sendo que o património continua a pertencer ao Estado. Cada edifício terá o seu caderno de encargos, com o seu próprio calendário.

Pretende-se valorizar o património através da reabilitação e da sustentabilidade dos equipamentos em causa, dando vida a locais subaproveitados ou ao abandono e devolvendo os espaços à fruição pública. Os equipamentos estão em diversos pontos do país, o que ajuda à desconcentração e diferenciação da oferta turística, valorizando todo o território nacional.

O modelo de concessão adotado pelo programa REVIVE retira despesa ao estado e cria riqueza, pela atração de mais turistas e criação de postos de trabalho.

A sessão de apresentação oficial do REVIVE contou com a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, do Secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, do Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e do Presidente do Turismo do Centro de Portugal, Pedro Machado.

Para informação sobre o Programa:

revive.turismodeportugal.pt

Para mais informações sobre os 11 edifícios já anunciados:

1 – Convento de S. Paulo (também conhecido como antigo Quartel de S. Paulo ou edifício do Tribunal Militar de Elvas), Elvas - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70353

2 - Castelo de Vila Nova de Cerveira - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70700

 3 - Fortaleza de Peniche - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71147

 4 – Mosteiro de S. Salvador de Travanca, Amarante  - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/69880 - fotografias em anexo

 5 - Mosteiro de Arouca - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70519

 6 -  Mosteiro de Santa Clara-a-Nova - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70695

 7 -  Pavilhões do Parque,  Caldas da Rainha - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/4032391

 8 - Paço Real de Caxias, Oeiras - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74866

 9 – Forte do Guincho, Cascais - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74121

 10 – Castelo de Portalegre - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70706

 11 – Quinta do Paço de Valverde, Évora - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/11152902  - concessão para exploração de hotel de aplicação

FAMALICÃO E SANTO TIRSO PROMOVEM PATRIMÓNIO ORGANEIRO COM CICLO DE CONCERTOS

Iniciativa decorre entre 7 e 16 de outubro em seis igrejas dos dois concelhos

Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso acolhem, entre 7 e 16 de outubro, o II Ciclo de Concertos de Órgão. A iniciativa é promovida pela Associação Cultural Tagus Atlanticus, com o apoio das duas autarquias, e vai decorrer nas igrejas matrizes de Calendário (dia 7), Bairro (dia 8) e Ribeirão (dia 9), no concelho de Famalicão. Em Santo Tirso, os concertos animam as igrejas de Roriz (dia 14); Burgães (dia 15) e Santo Tirso (dia 16).

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De acordo com o diretor artístico, Marco Brescia, a iniciativa tem como objetivo principal “a valorização do património organeiro histórico dos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso, quer na sua vertente material, quer imaterial”, sendo que esta edição visa“a música de qualidade interpretada por artistas nacionais e estrangeiros, dando ao público a oportunidade de assistir às atuações de excelência de nomes consagrados ao lado de jovens músicos de inegável valor em franca afirmação no panorama artístico-musical”.

Para o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, a realização da II edição do Ciclo de Concertos de Órgãos é uma “excelente notícia” porque para além “dos créditos assegurados quanto à qualidade da sua programação e excelência dos músicos é um evento que vem enriquecer a oferta cultural da região, contribuindo ao mesmo tempo, para a valorização do património organístico, um precioso legado histórico que importa salvaguardar e divulgar cada vez mais”.

O evento conta com os seguintes convidados: Paulo Bernardino (órgão); Marco Brescia (órgão); Il Combattimento (ensemble barroco); Veronica Febbi (harpa barroca); José Luis González Uriol (órgão); Tomoko Matsuoka (órgão e contínuo); Rosana Orsini (soprano); Guilhermo Turina (violoncelo barroco) e João Vaz (órgão).

Refira-se que a primeira edição do Ciclo de Concertos de Órgãos decorreu no ano passado tendo-se revelado um êxito.

BARCELOS DÁ A CONHECER O PATRIMÓNIO NO DIA MUNDIAL DA MÚSICA

Património histórico recebe Visita Musicada no Dia Mundial da Música

Entre ruínas, igrejas e capelas emblemáticas da cidade contam-se e cantam-se histórias."Diálogos entre a história e a música: Visita Musicada" é o título deste encontro inédito, onde o som dos instrumentos, as partituras, os artistas, os músicos e os cânticos inebriantes prometem lembrar a história. O cenário é único e a encenação, que promete ficar na memória de todos aqueles que passarem por Barcelos no dia 1 de outubro, foi criada a pensar no Dia Mundial da Música.

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São várias as iniciativas, de cinema, concertos, workshop, atuações do Orfeão e do Conservatório de Música de Barcelos a visitas musicadas, espalhadas por toda a cidade. No dia 1 de outubro, Dia Mundial da Música, as vozes do Coro de Câmara de Barcelos vão dar música à visita guiada pelo arqueólogo municipal, Cláudio Brochado, a várias capelas do centro histórico da cidade. "Diálogos entre a história e a música: Visita Musicada" é o título deste encontro inédito que vai decorrer entre as 10h e as 12h de sábado e cujo percurso pedonal passará pela Capela da Senhora da Ponte, Capela de S. Francisco, Capela de S. José, Capela de S. Bento, terminando na Capela do Recolhimento das Beatas do Menino de Deus.

Como a música ocupa um espaço privilegiado nas salas de cinema, o Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos, pela manhã de sábado, a partir das 10h30, acolherá a exibição das curtas-metragens de animação experimental do japonês Osamu Tezuka, numa parceria da autarquia com a Zoom - Associação Cultural.

O Museu de Olaria reserva a tarde do dia 1 para os mais novos, com a realização do workshop "Acuidade Sonora: o espaço e eu, narrativas sonoras", esta atividade, uma parceria entre o município e a Zoom, vai decorrer entre as 14h e as 18h, e é dirigida a jovens entre os 11 e os 13 anos e as inscrições devem ser feitas através do e-mail culturabarcelos@cm-barcelos.pt.

As Comemorações do Dia Mundial da Música encerram com uma noite de grandes concertos. A noite começa com um concerto do Orfeão de Barcelos e do Grupo Coral Villa Gallegus, na Igreja de Areias de Vilar, às 21h, e termina com uma conferência-concerto de homenagem a Miguel Ângelo Pereira (maestro, professor de música, organista e compositor barcelense, cuja obra tem vindo a ser resgatada do esquecimento a que esteve devota), protagonizada pela musicóloga Ana Maria Liberal e por alunos das classes de canto e piano do Conservatório de Música de Barcelos, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos, a partir das 21h30.

 

CABECEIRAS DE BASTO RESTAURA PATRIMÓNIO

Anjos tocheiros restaurados na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

A Capela do Santíssimo Sacramento da Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos ficou esta semana mais rica com a chegada dos dois Anjos Tocheiros restaurados no âmbito da campanha ‘Benfeitor do Mosteiro’ que o Lions iniciou em junho de 2016.

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De acordo com Ernesto Oliveira, presidente do Lions Clube Cabeceiras de Basto, “a espera valeu a pena” pois as Oficinas Santa Bárbara fizeram “um trabalho extraordinário”.

Agradecendo a todos que contribuíram para esta causa através dos peditórios que foram realizados, Ernesto Oliveira reconheceu o empenho dos sócios do clube, da Paróquia e do pároco, bem como da Câmara Municipal, estas duas últimas entidades que “muito já têm feito no âmbito do restauro e conservação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos”.

Convidando todas as pessoas a visitar e a apreciar as peças restauradas, Ernesto Oliveira destacou que é objetivo do Lions “continuar com iniciativas como esta na tentativa de preservar o Mosteiro, a nossa cultura e a identidade de Cabeceiras de Basto”.

Para o Padre Manuel Batista, “a valorização do Mosteiro pode servir novamente para alavancar Cabeceiras”, lembrando o engenho do antigo presidente da Câmara, Dr. China Pereira, que teve “o mérito de ter posto toda a gente a falar do Mosteiro, fruto da Candidatura à Lista Indicativa de Portugal ao Património da Unesco”.

“Já temos feito algumas obras mas para um património desta dimensão que é valiosíssimo pode parecer que são coisas insignificantes”, considerou o padre Batista, que vê na candidatura de 2 milhões de euros que foi aprovada para a valorização do Mosteiro “uma solução para os problemas de humidade que vêm do telhado da Igreja” e para a realização de obras de fundo no Mosteiro.

De salientar, ainda, que a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tem vindo a investir desde há largos anos na conservação e restauro do Mosteiro, designadamente, no órgão de tubos, coro alto, telhados, claustros, núcleo museológico de arte sacra na antiga sacristia, entre muitas outras intervenções, sendo seu objetivo continuar a trabalhar no sentido de preservar O Nosso Mosteiro Beneditino, ex-líbris do concelho Cabeceirense.

Depois de realizados os trabalhos de conservação e restauro dos quatro altares da nave da Igreja em 2015, no âmbito da candidatura designada ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos: cuidando do passado e perspetivando o futuro’ que foi financiada por fundos comunitários, concluíram-se em junho passado os trabalhos de restauro dos dois púlpitos da Igreja.

Os trabalhos foram executados pelas Oficinas Santa Bárbara, um investimento do Município, desta feita suportado integralmente pelo orçamento municipal, na defesa do Património e valorização deste Nosso Mosteiro.

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MONÇÃO REALIZA JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

Subordinadas à temática geral “Comunidades e cultura”, realizam-se este sábado, a partir das 15h30, no auditório da Biblioteca Municipal de Monção. A entrada é livre.

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Com organização do Projeto Arqueológico de Longos Vales e apoio da Câmara Municipal de Monção realiza-se este sábado, 24 de setembro, a partir das 15h30, as Jornadas Europeias do Património subordinadas à temática geral “Comunidades e Cultura”.

Decorrendo no auditório da Biblioteca Municipal de Monção, consta de duas comunicações: “Primeiras Ocupações Humanas no Baixo Minho”, a cargo do Professor Doutor João Pedro Ribeiro e “Arte Rupestre. O Tempo e a Paisagem” proferida pelo Professor Doutor Manuel Santos Estévez.

No âmbito desta temática, refira-se que a prospeção arqueológica realizada em julho passado no Lugar da Bemposta, em Valadares, por uma equipa de investigadores portugueses e espanhóis resultou na descoberta de utensílios arqueológicos (machados de mão, bifaces e lascas)com mais de 200 mil anos.

Estes utensílios, que constituem testemunhos interessantes e inéditos sobre a ocupação primitiva do baixo Minho, são entendidos pelos especialistas como emblemáticos e representativos da presença do homem do paleolítico inferior nesta região, testemunhando a chegada do homem a estas paragens nesse período.

BARCELOS ADERE ÀS JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

Oficina de pesca com cana-da-índia e caminhada pelas margens do Cávado marcam o dia

A Câmara Municipal de Barcelos adere, no próximo sábado, dia 24 de setembro, às Jornadas Europeias do Património.

A iniciativa começa às 10h00, junto à Casa da Azenha, com uma oficina de pesca com cana-da-índia para pais e filhos. Esta iniciativa tem como objetivo demonstrar a pesca lúdica tradicional, com cana-da-índia, nas margens do Rio Cávado, ensinada pela “Gente do Rio”, no âmbito do ciclo à Roda do Rio, na Casa da Azenha. A atividade é gratuita com inscrição obrigatória, e limitada a 16 participantes.

Às 15h00, as atividades  prosseguem com uma caminhada pelas margens do Cávado, a jusante da Ponte Medieval, de forma  reconhecer e interpretar os sítios, as vivências e as memórias do rio e das suas margens. É um percurso de dificuldade muito reduzida, entre as pontes de Barcelos, visitando-se os lugares conhecidos e desconhecidos, ao longo de quatro quilómetros, durante cerca de duas horas. A iniciativa é limitada a 40 participantes e tem como ponto de encontro a Casa da Azenha.

“Comunidades e Culturas” é o tema em destaque para as Jornadas Europeias do Património 2016, que tem como objetivo destacar e envolver as múltiplas formas de comunidade, comunidades locais, associações de desenvolvimento, organizações não-governamentais, sejam de caráter cultural, recreativo, ou outras, preocupadas e vocacionadas para o conhecimento, proteção, desenvolvimento, utilização e organização dos seus próprios ambientes culturais, nas mais variadas formas.
As atividades são destinadas a todos os interessados maiores de seis anos, tem a duração de cerca de duas horas cada e carece de inscrição prévia em arqueologia@cm-barcelos.pt ou 253 824 741.

NAVIO GIL EANNES INTEGRA AS “JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2016”

A Fundação Gil Eannes associa-se às comemorações das Jornadas Europeias do Património 2016, que decorre nos próximos dias 23, 24 e 25 de setembro, uma organização da Direção-Geral do Património Cultural em associação com o Conselho da Europa.

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O programa previsto consiste:

- na habitual “visita museológica” aos espaços do navio museu Gil Eannes, no período das 9h30 às 19h00;

- na visualização do documentário “Nos mares da memória… estórias de uma faina maior”, que relata a história da pesca do bacalhau durante 66 minutos;

a visita à exposição temporária “Medicina Interna – A Visão Global do Doente”: exposição organizada pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna em colaboração com a Fundação Gil Eannes, que tem como objetivo dar a conhecer o percurso histórico da Medicina Interna, especialidade que centra a abordagem na avaliação do doente como um todo, estudando as interações entre os vários órgãos e sistemas.

Este ano as Jornadas Europeias são subordinadas ao tema “Comunidades e Culturas” e tem como objetivo destacar e envolver as múltiplas formas de comunidade sejam de carácter cultural, religioso, filosófico, científico, desportivo ou recreativo, e outras que se preocupam pela proteção, desenvolvimento, utilização e organização dos seus próprios ambientes culturais, nas mais variadas formas.