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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA SENSIBILIZA CRIANÇAS PARA O PATRIMÓNIO

Museu dos Terceiros - Início dos Serviços Educativos 2017/2018 – “O Nosso Património”

O Museu dos Terceiros de Ponte de Lima inicia este mês de outubro as atividades educativas dirigidas à comunidade escolar.

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Podem participar as crianças dos Jardins de Infância e os alunos do 1º e 2º ciclo deste concelho nas diversas ações.

Neste ano letivo, e no âmbito da Área de Projeto, o tema a desenvolver será: "O Nosso Património". As 12 turmas inscritas dos vários agrupamentos, irão deslocar-se mensalmente, de outubro a maio, para atividades específicas e diversas, ao Museu, à vila e a outros edifícios relevantes do património limiano.

Além da Área de Projeto, as escolas poderão também inscrever-se em atividades isoladas e visitas guiadas, que permitem uma familiarização com o espaço e o acervo do Museu.

MONÇÃO COMEMORA DIA NACIONAL DOS CASTELOS

7 de Outubro, sábado

Comemorado desde 1984, o Dia Nacional dos Castelos revela-se como um momento de reflexão e aproximação ao património fortificado. Constitui uma viagem ao passado, o reviver da memória coletiva de um povo e o aprofundar de conhecimentos sobre a nossa identidade cultural e histórica.

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Neste dia, convidamo-lo(a) a visitar MONÇÃO. A nossa fortaleza. Monumento nacional, desde 16 de junho de 1910, que proporciona um “caminhar” tranquilo e um “olhar” deslumbrante sobre o rio Minho. Também o Núcleo Museológico Torre de Lapela, edifício carregado de história e memória com uma paisagem inspiradora sobre o “Pai Minho”, casario tradicional e margem galega. Seguramente, a melhor varanda sobre o rio Minho.

Ou a Penha da Rainha, em Abedim. Para conhecer um antigo castelo roqueiro e, ao mesmo tempo, desfrutar de magníficas vistas panorâmicas sobre a região. Aventure-se pela parte sul do coto, onde está a modesta ermida de São Martinho, preciosidade digna de adoração. Descubra passadiços entre os enormes pedregulhos e pequenos miradouros naturais, onde o olhar se perde num manto de felicidade.

AMARES VALORIZA PATRIMÓNIO

O património (i)material e a prática desportiva de mãos dadas na II Caminhada entre Mosteiros em Amares

Decorreu no passado domingo, dia 24 de setembro, mais uma iniciativa integrada no programa anual de caminhadas do Município: “Amares a Caminhar”, numa organização da Associação dos Amigos do Mosteiro de Rendufe. A caminhada realizou-se entre os Mosteiros de Rendufe e o de Santa Maria de Bouro e permitiu aos cerca de 50 participantes desfrutar, não só, das belas paisagens do concelho, mas também, apreciar o património arquitetónico e cultural de Amares.

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Esta iniciativa integrou-se, ainda, nas Jornadas Europeias do Património, este ano dedicadas ao tema "Património e Natureza - Pessoas, Lugares e Histórias", assinaladas pela Direção Regional da Cultura do Norte nos dias 23 e 24 de setembro, no Mosteiro de Santo André, em Rendufe.

O programa incluiu, no dia 23, a conferência "Arte e Devoção no Mosteiro de Rendufe: o canto litúrgico dos monges beneditinos", proferida por Elisa Lessa, professora no Departamento de Música do Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho. A sessão decorreu no antigo refeitório dos monges, com entrada livre.

FORTE DA LAGARTEIRA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA JÁ RECEBEU QUASE 13 MIL VISITANTES

Câmara assinou protocolo com a Autoridade Marítima Nacional e abriu o imóvel ao público

O número de pessoas que, desde o dia 1 de junho último, visitaram o Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora, está já muito próximo das 13 mil, prevendo-se que este valor seja atingido ou até superado até ao final do mês. Neste momento, o Forte continua de portas abertas e tem patente uma exposição sobre a sua própria história. Mas durante este período acolheu eventos emblemáticos, com destaque para exposição de homenagem a Francisco Sampaio, promovida pelo Município, e que assinalou os 80 anos de vida um homem que dedicou a sua vida à promoção da Vila e da Região do Alto Minho.

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O passado dia 1 de junho foi uma data muito especial para Vila Praia de Âncora. Fruto do entendimento da Câmara Municipal com a Autoridade Marítima Nacional foi possível abrir ao público a fortaleza, que até àquela data esteve fechada e inacessível à população e aos turistas.

Recorde-se que, após negociações, a Câmara Municipal de Caminha assinou um protocolo de cooperação com a Autoridade Marítima Nacional, durante uma cerimónia que decorreu no interior do próprio Forte da Lagarteiro e contou com a presença do Diretor-Geral da Autoridade Marítima Nacional, o Vice-Almirante Luís Carlos de Sousa Pereira, do Secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, de Melchior Moreira, o presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, vereadores do Município de Caminha, representantes das associações e muitos populares que se juntaram para fazer parte da história do Forte da Lagarteira e de Vila Praia de Âncora.

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O documento firmado com a Autoridade Marítima Nacional prevê um período de cinco anos, renovável. De acordo com o protocolo, o Município compromete-se a garantir a conservação, manutenção e custos de funcionamento do imóvel, podendo, em contrapartida, utilizar o espaço para a realização de eventos.

A primeira exposição que o Forte acolheu teve como tema a sua própria história e é essa que ainda pode ser visitada até ao final deste mês de setembro.

Nessa altura foi também apresentado o programa “Vila Praia – Âncora de Emoções’, uma aposta cultural e de lazer forte, promovida pela Câmara com vista a colocar Vila Praia de Âncora e o concelho de Caminha nos roteiros turísticos mais apetecíveis. Do programa constaram mais de 50 atividades culturais, desportivas, religiosas, gastronómicas que Vila Praia de Âncora teve ocasião de oferecer a quem aí vive e a quem a visita. O objetivo, com o referiu na altura o presidente da Câmara, foi fazer de Vila Praia de Âncora um destino turístico de sonho e ao mesmo tempo promover as associações e a economia do concelho.

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Emoção na homenagem a Francisco Sampaio

Cerca de uma semana após a abertura, o Forte da Lagarteira acolheu uma exposição e uma cerimónia emblemáticas. No dia 7 de junho, dia de aniversário de Francisco Sampaio, abriu oficialmente a exposição “Francisco Sampaio – 80 anos”. Esta foi uma homenagem da Câmara Municipal a um dos grandes impulsionadores do turismo do concelho e de toda a região do Alto Minho.

Detentor de um curriculum invejável, Francisco Sampaio dedicou a sua vida ao turismo. Tem mais de quatro dezenas de obras publicadas nas áreas da sociologia e do turismo e viu o seu mérito reconhecido cerca de duas dezenas de vezes. Com provas dadas no associativismo, foi diretor artístico e maestro do Grupo Coral do Orfeão de Vila Praia de Âncora, presidente da direção da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, fundador do Lions Clube de Vila Praia de Âncora, presidente da Assembleia Geral do Centro Cultural e Social de Vila Praia de Âncora e presidente da Comissão de Festas de Nossa Senhora da Bonança.

A exposição sobre a vida e obra de Francisco Sampaio foi um ato de justiça, mas a Câmara reservou para a noite de homenagem uma novidade, em honra do antigo presidente da Região de Turismo, mas que foi também uma ótima notícia para a Vila e para o concelho. Trata-se da ponte à cota da água, cuja construção está prestes a começar, sobre o rio Âncora, no âmbito da Ecovia do Litoral Norte. Conforme foi então anunciado por Miguel Alves, o troço especial, que será enquadrado por uma grande beleza natural, vai chamar-se “Passeio Dr. Francisco Sampaio”.

Recorde-se que esta obra já estava adjudicada na altura e constitui a segunda parte da empreitada “Infraestruturas para valorização e visitação de áreas classificadas no concelho de Caminha”, no âmbito da Polis Litoral Norte, que ligou por ecovia o troço entre a Capela de Santo Isidoro e as Camboas. Essa obra está concluída e a construção da ponte é o passo seguinte.

Palco de bons eventos e boas notícias

Desde o dia 1 de junho, o Forte da Lagarteira tem sido palco de eventos excecionais e de notícias muito boas para Vila Praia de Âncora e para o concelho. Foi aí que ficamos a saber, por exemplo, que o concelho de Caminha lidera no turismo nacional com um crescimento recorde de dormidas em 2016. A notícia foi dada pelo presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto.

Conforme anunciou Melchior Moreira, o número de dormidas nas unidades hoteleiras do concelho de Caminha, em 2016, cresceu 37% face ao ano anterior. Um resultado “histórico”, nas palavras do próprio presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Os números são também um recorde ao nível do país e de toda a Região Norte. Na opinião de Miguel Alves, este resultado excecional, é a confirmação de que estamos no rumo certo: “é o concelho, o nosso concelho, os nossos empresários, a nossa terra quem está a bater todos os números do passado”.

Mas os números do sucesso, como então foi referido, são ainda mais marcantes no nosso concelho, que é o líder do crescimento turístico em toda a Região Norte. O responsável referiu que Caminha ainda cresceu mais do que o Alto Minho: o concelho de Caminha cresceu 37%, o que se traduz em mais 18 mil dormidas do que em 2015. O presidente da Porto e Norte sublinhou: “este é um resultado histórico ao longo destes anos. É um resultado que contribui para o crescimento do Minho e do Porto e Norte de Portugal”.

Entre os eventos que neste período tiveram por palco o Forte da Lagarteira, destaque para o Fado Forte e, noutro âmbito, a receção aos professores, já no ano letivo que está a começar.

Séculos de história acessíveis ao público

O Forte da Lagarteira foi mandado construir por D. Pedro II no século XVII na sequência das Guerras da Restauração da independência (1640-1668) para o reforço da costa portuguesa perante a ameaça espanhola, integrando-se na linha de defesa estrategicamente colocada nas margens do rio Minho e ao longo da costa atlântica.

De acordo com os registos, o Forte da Lagarteira, de arquitetura militar, “integra-se no grupo de fortes seiscentistas de planta estrelada, de pequenas dimensões e alçado simples. Cruzava fogo com o Forte de Santiago. Denota persistências de formas de caráter medieval, observável no balcão fechado, e sua conciliação com uma conceção planimétrica e militar completamente distinta e de cariz seiscentista”.

O Forte foi classificado como Imóvel de Interesse Público, pelo decreto nº 47 508, DG, 1.ª série, n.º 20 de 24 janeiro 1967.

Recorde-se que este Executivo já tinha utilizado o Forte da Lagarteira pontualmente, com autorização da Marinha, para realização de eventos de grande sucesso, casos, em 2014, de um concerto com Teresa Salgueiro, e em 2015, a iniciativa Fado Forte, evento integrado nas Viagens à Terra Nova, uma exposição que homenageou os mais de 700 pescadores do concelho que se dedicaram à pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova.

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ESPOSENDE ASSOCIA-SE ÀS JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

O Município de Esposende vai associar-se às Jornadas Europeias do Património, entre 22 a 24 de setembro e que este ano tem como tema “Património e Natureza”, desenvolvendo atividades que pretendem evidenciar a relação entre o património e a natureza como fonte inesgotável de conhecimento, de criatividade e de recreação.

Sementeiras em tabuleiro, ações de limpeza, teatro de marionetas, percursos e escavação arqueológica são as atividades previstas e que pretendem atrair a comunidade em geral, sendo a participação gratuita. Os interessados deverão inscrever-se até dia 21 de setembro, através do e-mail arqueologia@cm-esposende.pt ou do telefone 253 960 179.

Residindo na natureza enorme potencial para um equilibrado desenvolvimento cultural, social e económico, o programa projetado para assinalar, em Esposende, as Jornadas Europeias do Património associam a vertente lúdica do convívio em locais com História.

Sexta-feira, 22 de setembro, realizam-se diversas sementeiras em tabuleiro de espécies florestais autóctones, dirigidas aos utentes dos jardins de infância e aos alunos do 1.º ciclo. Aos participantes será apresentada uma breve explicação sobre a importância da floresta e as suas mais-valias biológicas, ecológicas e económicas. As espécies plantadas serão utilizadas, posteriormente, na reconversão do coberto vegetal do monte de S. Lourenço. A ação decorre no Centro de Educação Ambiental, em Marinhas, devendo os interessados inscrever-se previamente através do e-mail cea@esposendeambiente.pt

No sábado, 23 de setembro, com o tema “Limpar Ideias”, voluntários procedem à limpeza, recolha de sobrantes vegetais e desmatamento do monte de S. Lourenço. O objetivo é alertar para as consequências da falta de manutenção e limpeza da floresta, fomentando a responsabilização para a preservação do património. Participam na iniciativa os funcionários da Câmara Municipal, membros da Associação Desportiva, Cultural, Recreativa e Social do Município de Esposende e a comunidade em geral. Uma vez que a atividade irá decorrer ao longo do dia, propõe-se a realização de um piquenique, promovendo-se assim o convívio e a partilha, sugerindo-se que cada um leve o seu e depois se faça a partilha. A inscrição poderá ser realizada por e-mail para geral@adcrsme.com

Ainda no sábado, pelas 18 horas, o espetáculo “Bzzzoira Moira”, desenvolvido pelo Grupo de Teatro e Marionetas Mandrágora, aborda as lendas das mouras como lendas protetoras dos elementos, neste caso das fontes e dos poços, e do guarda bouças, figura mal-amada por muitos, responsável por vigiar e guardar a floresta.

Caso as condições climatéricas o permitam, a iniciativa terá lugar ao ar livre, junto ao Centro Interpretativo de S. Lourenço. Para domingo está reservado o roteiro patrimonial “Regresso ao Passado”, pelas 8h30, percurso circular que abrange valências culturais (arqueológicas e etnográficas) e naturais (fauna, flora e paisagem). Tem como ponto de partida o bimilenar castro de S. Lourenço, partindo para a descoberta de monumentos funerários Pré-Históricos, atravessando matas, florestas e a arriba fóssil.

“Arqueólogo por um dia” encerra as comemorações, propondo a atividade prática associada à simulação de uma escavação arqueológica e que terá lugar no Castro de S. Lourenço.

O Serviço de Património Cultural conta, para o efeito, com a parceria e apoio da Esposende Ambiente, através do Centro de Educação Ambiental e a colaboração do Gabinete Técnico Florestal da CME, dos Sapadores Florestais e da Associação Desportiva, Cultural, Recreativa e Social do Município de Esposende.

DOUTORA ELISA LESSA PROFERE EM AMARES CONFERÊNCIA ALUSIVA AO MOSTEIRO DE RENDUFE

Seminário dedicado ao Mosteiro de Rendufe. Conferência “Arte e Devoção no Mosteiro de Rendufe: o canto litúrgico dos monges beneditinos”

Dando continuidade ao Seminário dedicado ao Mosteiro de Rendufe, em Amares, a Direção Regional de Cultura do Norte promove, no próximo dia 23 de setembro, pelas 16 horas, a Conferência “Arte e Devoção no Mosteiro de Rendufe: o canto litúrgico dos monges beneditinos”, proferida pela Doutora Elisa Lessa, professora no Departamento de Música do ILCH da Universidade do Minho. A iniciativa, integrada no programa de comemoração das Jornadas Europeias do Património, decorre no Mosteiro de Rendufe, com entrada livre.

O referido Seminário consiste num conjunto de Conferências intituladas «Conhecer e divulgar o Mosteiro de Rendufe» que contam com a participação de alguns especialistas, com o objetivo de impulsionar o conhecimento e a divulgação do Mosteiro Beneditino de S.º André de Rendufe.

Com origem anterior a 1090, o Mosteiro de Rendufe foi uma das principais casas beneditinas entre os séculos XII-XIV. 

“O papel e ação dos centros beneditinos do ponto de vista cultural, social e económico foram de primordial importância para o desenvolvimento das populações. O seu princípio era o da ocupação constante. As suas obrigações consistiam na celebração do Ofício Divino e na sua preparação para que fosse celebrado com dignidade e esplendor. A liturgia e consequentemente o seu suporte musical foi sempre o principal fundamento da vida monástica, sendo a ocupação principal dos monges, como modo de expressão espiritual e meio de identificação da sua existência. A importância que os beneditinos atribuíam à música, e o desenvolvimento que alcançaram neste domínio, permite afirmar que a congregação teve um papel de relevo na história da música sacra em Portugal.

Os monges músicos tinham privilégios próprios que se traduziam na criação de condições e incentivos ao seu trabalho, fruto do reconhecimento dos seus conhecimentos e dons e da importância do serviço prestado à comunidade. O sinal de agradecimento pela música então ouvida manifestava-se no tempo maior de lazer, na dispensa de algumas Horas Litúrgicas, na alimentação especial e nos doces em ocasiões especiais como o Natal, a Páscoa e as festas dos Santos Padroeiros, momento altos de música polifónica, utilizando-se vários instrumentos, destacando-se o órgão com um papel preponderante na liturgia, com seus Versos, Fantasias, Glosas. O costume de mandar vir músicos de fora em dias de festa era frequente nos mosteiros. Das redondezas vinham até ao mosteiro tocadores de charamelas, que em sintonia com a população celebravam a Festa de S. Bento, de Nossa Senhora do Rosário, dia de Reis, entre outras festividades”. (Elisa Lessa, in «O património artístico musical do Mosteiro de Santo André de Rendufe: conhecer o passado para intervir no presente»)

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CABECEIRAS DE BASTO REMODELA MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS

Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto visitou obras de remodelação do piso térreo do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado do arquiteto Miguel Gomes, dirigente do município, visitou esta tarde, dia 18 de setembro, as obras de ‘Remodelação do Piso Térreo da Ala Poente dos Paços do Concelho de Cabeceiras de Basto’, um projeto que foi objeto de uma candidatura designada ‘Município Mais’, apresentada ao Aviso nº NORTE-50-2016-12 - Promoção das TIC na Administração e Serviços Públicos.

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A empreitada, com um montante de investimento de 262 mil euros, arrancou no dia 12 de junho e implicou a transferência do Serviço de Atendimento Único, do Posto de Atendimento ao Cidadão e da Tesouraria para o Posto de Turismo, onde é atualmente e provisoriamente feito o atendimento aos munícipes, enquanto decorrem as obras de beneficiação do rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho, onde, no futuro, ficará a funcionar o Espaço do Cidadão. A Polícia Municipal foi transferida para a Central de Camionagem de Refojos.

Dada a complexidade e a especificidade dos trabalhos e os cuidados que os mesmos exigem por se tratar de um monumento de elevado interesse público como é o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, as intervenções que contam com o acompanhamento da Direção Regional da Cultura foi necessário prorrogar o prazo por mais 30 dias, prevendo-se, por isso, a sua conclusão na segunda quinzena de outubro.

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BRAGA É CIDADE BARROCA

Braga Barroca contribui para valorizar Património e reforçar identidade Bracarense. Evento decorre de 20 a 24 de Setembro

Concertos, visitas guiadas, workshops, teatro, um concurso nacional de cravo e recriações históricas integram o programa da Braga Barroca 2017, um evento que o Município de Braga realiza entre os dias 20 e 24 de Setembro e que celebra um dos períodos áureos da história da Cidade.

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Na apresentação da quarta edição do evento, que decorreu hoje, dia 18 de Setembro, no Palácio do Raio, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, salientou o facto de estar a surgir em Braga uma “verdadeira indústria cultural com a realização de iniciativas e eventos que têm um impacto muito positivo em termos económicos, contribuindo ainda para o reforço da nossa identidade e da salvaguarda do património”.

O Autarca lembrou que a Braga Barroca não surge por acaso, integrando uma estratégia de valorização patrimonial. “Ano após ano temos tido um programa que cresce em ambição e diversidade, demonstrando que esta foi uma aposta ganha por parte deste Executivo Municipal, desde logo pelo envolvimento das entidades parceiras, mas sobretudo pela receptividade que os Bracarenses tiveram desde a primeira edição”, salientou Ricardo Rio.

A Braga Barroca 2017 – que assinala também as Jornadas Europeias do Património - pretende fornecer uma experiência abrangente, através de acções de âmbito artístico que procuram recriar hábitos e tipologias de vida, e envolver progressivamente a Cidade e os seus agentes.

Já para a vereadora da Cultura, Lídia Dias, o evento “cresceu de forma sustentada e com a parceria das instituições e associações do Concelho”. “A Braga Barroca conta com as parcerias da Santa Casa da Misericórdia de Braga, a Biblioteca Pública, a BLCS, o Cabido Metropolitano da Sé, Conselho Cultural da UMinho, do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, da Irmandade de Santa Cruz, do Seminário de S. Pedro e S. Paulo e ainda do movimento associativo do Concelho que fazem da Braga Barroca um evento único e muito apelativo”, referiu Lídia Dias.

Este ano não faltarão ensejos para a descoberta da Braga Barroca. Sons, sabores, visitas guiadas, encenações, entre outros momentos de aprendizagem serão proporcionados a todos os públicos. Este ano o programa conta com uma exposição dedicada a um dos vultos da pintura barroca em Portugal. No Palácio do Raio estarão reunidas obras referência de Josefa de Óbidos, provenientes de diversas localidades, e que podem ser vista até 20 de Outubro.

Concertos com a Orquestra Barroca da Casa da Música, com a Sinfonieta de Braga, com o ensemble Harawi e com a Capella Musical da Fundação Cupertino de Miranda, o Sarau Barroco, as visitas encenadas fazem parte do programa deste ano que inclui, igualmente, animação de ria, uma mostra de sabores setecentistas e a demonstração de artes e ofícios da época.

O programa completo do evento pode ser consultado em https://goo.gl/nZYQ71

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PONTE DA LAGONCINHA EM FAMALICÃO INTEGRA ROTA DO ROMÂNICO E VAI BENEFICIAR DE OBRAS

Intervenção arranca até ao final do ano e prevê a conservação e salvaguarda deste património arquitetónico de grande interesse

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão acaba de ver aprovada a candidatura da adesão da Ponte da Lagoncinha, na freguesia de Lousado, à Rota do Românico – Ave, integrando assim este importante roteiro turístico de património arquitetónico da região.

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No âmbito da candidatura foi também aprovado o financiamento de um conjunto de obras de conservação e valorização da ponte, que deverão arrancar até ao final deste ano.

“É uma ótima notícia para Vila Nova de Famalicão e para a promoção do nosso património arquitetónico”, afirma a propósito o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. “A aprovação desta candidatura permite-nos avançar de imediato com as obras de recuperação da Ponte da Lagoncinha, assegurando a sua rápida salvaguarda de modo a proporcionar as condições adequadas para a sua fruição por visitantes e turistas”, acrescenta o autarca.

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A intervenção que implica um investimento total de cerca de 154 mil euros conta com cofinanciamento de cerca de 128 mil euros, pelo Programa Operacional Regional do Norte – Norte 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Com uma duração prevista de 6 meses, o programa de intervenção integra o tratamento e limpeza das cantarias em granito, o restauro e nivelamento do tabuleiro da ponte com pendentes para a drenagem das águas pluviais e consolidações estruturais e pontuais de fissuras existentes nos paramentos e intradorso do tabuleiro da ponte.

No fundo, pretende-se, por um lado, eliminar os fatores de risco e de degradação infraestrutural e melhorar as condições de segurança e, por outro, proteger e salvaguardar os elementos patrimoniais e melhorar as condições de fruição.

Refira-se que a Rota do Românico criada, em 1998, no seio dos concelhos que integram a VALSOUSA - Associação de Municípios do Vale do Sousa - e ampliada, em 2010, aos restantes municípios da NUT III – Tâmega e Sousa, e posteriormente ao Douro, foi recentemente alargada ao território da CIM do Ave através da investigação e validação dos bens patrimoniais do românico no Ave. Este alargamento da Rota implica um estudo e inventariação aprofundada de cada imóvel, validando o seu valor artístico e histórico, e organizando as bases de informação para posteriores conteúdos de promoção e divulgação.

Até 2018, pretende-se reunir as condições para a candidatura da Rota do Românico à Lista Indicativa de Bens Portugueses a Património Mundial, Cultural e Natural da Unesco.

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VALENÇA REQUALIFICA FORTALEZA

Aprovada Candidatura da Fortaleza de Valença. Mais Acessibilidade, Comodidade e Valorização do Património

A candidatura da 4ª fase de Requalificação da Fortaleza já foi aprovada. Obras avançam no espaço de um mês, com a duração de um ano e um valor de investimento de 1 milhão e oitocentos e quarenta e sete mil euros.

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Esta é uma obra que fecha o ciclo de intervenções no espaço público urbano do Centro Histórico.

8,5 Milhões de Euros Investidos

Com esta fase fecha-se o ciclo de requalificação do Centro Histórico que começou em 2004 e que, com esta fase, implicou um investimento superior a 8,5 milhões de euros.

Completa-se Requalificação da Fortaleza

Com esta empreitada o espaço público da Fortaleza, intra-muros, fica completamente remodelado, no que toca às infra-estruturas, desenho e funcionalidades das ruas e pracetas. Uma obra que eliminará definitivamente os cabos elétricos e de telefones suspensos e as antenas recuperando a zona histórica uma matriz mais original. As infra-estruturas passam todas para as galerias técnicas, ganhando esta área da Fortaleza novos serviços como a tvcabo e o gás.

Mais Acessibilidade, Comodidade e Valorização do Património

Estacionamento ordenado, mais espaços verdes, circuitos pedonais nos topos da muralha, novo mobiliário urbano serão algumas das notas da obra, adaptando os os conceitos base já estabelecidos nas intervenções anteriores, no Centro Histórico e contam com o cunho do arquiteto Eduardo Souto Moura.

As obras no Centro Histórico de Valença tem proporcionado mais conforto e modernidade a quem a visita, sendo uma mais-valia para a potencialização da atividade comercial, turística e cultural e preservadora deste importante legado patrimonial.

Área de Intervenção da Obra

A obra vai incidir na parte norte da Fortaleza, na área compreendida entre a rua José Augusto Vieira, o largo Visconde de Guaratiba, a rua de São Francisco, a rua Maestro Sousa Morais, calçada da Gaviarra e a zona envolvente à Igreja da Colegiada de Santo Estêvão. Os Largos Visconde da Guaratiba e a zona envolvente à Igreja da Colegiada de Stº Estêvão vão ganhar outro figurino. Está programada o nascimento de uma nova praceta na confluência das ruas de São Francisco, com as ruas da Trindade e do Maestro Sousa Morais.

Esta obra vai ser financiada pelo programa comunitário Norte 2020, através do Plano de Ação de Regeneração Urbana, com uma taxa de 85%, do valor elegível.

MONÇÃO ACOLHE JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

Programa em Monção, marcado para o dia 23 de setembro, sábado, contempla deslocações à branda de Santo António de Vale de Poldros, casa rural/arquitetura popular em Longos Vales, recriação de alguns quadros da Função do Senhor dos Passos, em Pias, terminando com visita guiada e prova de vinhos na Quinta da Pedra, em Longos Vales.

Património

As Jornadas Europeias do Património 2017, este ano subordinadas à temática “Património e Natureza”, realizam-se no território nacional nos dias 22, 23 e 24 de setembro. Monção associa-se à iniciativa com diversas atividades culturais que decorrem no dia 23 de setembro, sábado.

No nosso concelho, o programa compreende percurso orientado pela branda de Santo António de Vale de Poldros, entre as 9h30 e as 13h00, visita a casa rural/arquitetura popular em Longos Vales, entre as 14h30 e as 16h00, com atuação do Grupo de Folclore “Amigos de Longos Vales”.

O programa continua com recriação de alguns quadros da Função do Senhor dos Passos, em Pias, entre as 16h15 e as 17h45, terminando na Quinta da Pedra, em Longos Vales, com visita guiada à adega e prova de vinhos, entre as 18h00 e as 19h30.

A relação “Património e Natureza” pode ser uma fonte inesgotável de conhecimento, de criatividade e de recreação, nela residindo um enorme potencial para um desenvolvimento harmonioso e equilibrado ao nível cultural, social e económico.

Desta forma, a temática em questão pretende chamar a atenção para a importância da relação entre as pessoas, as comunidades, os lugares e a sua história, mostrando como o património e a natureza se cruzam nas suas diferentes expressões, mais urbanas ou mais rurais.

Pretende-se também afirmar a necessidade de preservar e valorizar esta relação fundamentalpara a qualificação do território e reforço da identidade local, bem como a promoção de um desenvolvimento harmonioso e sustentável, de forma a não comprometer as perspetivas de futuro.

MUNICÍPIOS DE CAMINHA E A GUARDA VÃO PROMOVER O PERCURSO ‘FORTALEZAS DO BAIXO MIÑO’ NO DIA 16 DE SETEMBRO

Iniciativa conjunta dos municípios de Caminha e A Guarda realizada no âmbito da candidatura do “Rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO

‘Fortalezas do Baixo Miño’ é o próximo percurso pedestre que os municípios de Caminha e A Guarda vão promover no âmbito das iniciativas conjuntas da candidatura do Estuário do Rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO. O percurso pelas margens do Rio Minho terá lugar no dia 16 de setembro, pelas 07H30.

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Com esta iniciativa pretende-se dar a conhecer os territórios de ambas as margens do Rio Minho e promover a cooperação e o intercâmbio cultural entre os dois povos, isto é promover a riqueza histórica, cultural, paisagística, ambiental, económica, etnográfica e humana destes dois concelhos.

‘Fortalezas do Baixo Miño’ é um percurso com uma distância de 22 Km, com um grau de dificuldade considerado fácil. A saída de Caminha está prevista para as 07H30. Este percurso é marcado por um trajeto ao longo das margens do Rio Minho, desde Goian até A Guarda, passando por Vila Nova de Cerveira e Caminha, localidades onde será possível apreciar e visitar as fortalezas existentes.

Até outubro, os Municípios de Caminha e A Guarda estão a promover a iniciativa “Andainas”, que consiste na promoção de vários percursos pedestres, a realizar tanto em território português como espanhol, no âmbito das iniciativas conjuntas da candidatura do Estuário do Rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO. Já se realizaram os percursos ‘Caminho dos Burros (S. Xián (O Rosal) – A Guarda)’; ‘Allariz – Augas Santas (Ourense)’e ‘Romaria de S. João d’Arga’. “Andainas” termina com o percurso ‘Rota das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro d’Arcos’.

O custo de participação será de 12 euros por pessoa, para cada um dos percursos. Os dois municípios assegurarão o apoio logístico e o transporte dos participantes até aos pontos de partida e no regresso das etapas. As inscrições são obrigatórias e deverão ser realizadas para o mail ambiente@cm-caminha.pt ou para os telefones 258 721 708 ou 914 476 461.

PAREDES DE COURA QUER RECUPERAR A “CASA GRANDE DE ROMARIGÃES”

Ministro da Cultura sensibilizado para a recuperação do legado arquitetónico de “A Casa Grande de Romarigães”

“Estou extremamente sensibilizado com as potencialidades que há aqui. Necessitamos trazer ao público leitor, para que estes espaços sejam melhor conhecidos”, sugeriu o Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, na visita à Quinta do Amparo, em Paredes de Coura, onde Aquilino Ribeiro criou uma das obras maiores da literatura portuguesa – “A Casa Grande de Romarigães”.

Casa Grande de Romarigães

Com este roteiro para conhecer a riqueza das paisagens literárias inscritas no concelho de Paredes de Coura, onde também se inclui o Centro de Estudos Mário Cláudio, o autarca Vitor Paulo Pereira procurou sensibilizar a importância de ser criado “um roteiro literário ligado ao turismo cultural e à fruição dos espaços. Seria insensato e imprudente não mostrar estes dois espaços ligados à literatura”, sublinhou o Presidente da Câmara de Paredes de Coura, defendendo que na cultura não se gasta dinheiro.

“Queremos jovens criativos do ponto de vista emocional e isso só se consegue com a arte. A cultura não é uma herança, mas uma conquista de todos os dias e como tal temos que cuidar dela”, reforçou Vitor Paulo Pereira, enquanto o Ministro da Cultura corroborava a ideia: “Temos a obrigação perante a nossa história e a nossa língua. Desejo o maior sucesso e vontade política para que possamos obter fundos disponíveis para obras como esta. A obra de Aquilino é uma celebração da vida”, sublinhou.

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Neste roteiro literário por Paredes de Coura, Luís Filipe de Castro Mendes começou por celebrar os sessenta anos da primeira edição de “A Casa Grande de Romarigães”, no próprio cenário de efabulação da crónica romanceada, a Quinta do Amparo. Na presença física do sítio, que se revê nas evocações do texto e na memória dos feitos que ali terão ocorrido, foi apresentado o projeto de recuperação deste legado arquitetónico de cariz barroco que se encontra a ser desenvolvido pelos bisnetos Ricardo Pedroso de Lima e Maria Pedroso de Lima, e que consideramos condição indispensável para dinamizar uma estratégia de desenvolvimento local.

Apesar da atmosfera da Quinta do Amparo e da sua dimensão literária continuarem bem vivas para aqueles que visitem o local, haverá certamente uma oportunidade de o reinventar no quadro de uma estratégia territorial mais consistente e integrada para o concelho de Paredes de Coura, o que representaria, em última análise, uma homenagem a Aquilino Ribeiro e um importante contributo para a preservação do seu extraordinário legado literário.

Foi também associado a este percurso literário a visita ao Centro de Estudos Mário Cláudio, no Lugar de Venade, tendo como cicerone o escritor que lhe confere o nome, que também não esconde o propósito de criar no local um centro de pesquisa e em rede que abranja os escritores do Norte de Portugal e Galiza.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA APADRINHA CANDIDATURA DAS FORTALEZAS ABALUARTADAS DE VALENÇA A PATRIMÓNIO MUNDIAL

Marcelo Apadrinha Candidatura das Fortalezas Abaluartadas a Património Mundial. Candidatura de Valença Ganha Mais Força

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considera a candidatura das Fortalezas de Valença, Almeida, Marvão e Elvas um imperativo nacional. Marcelo Rebelo de Sousa apadrinha a candidatura das Fortalezas Abaluartadas da Raia, a Património Mundial, junto da UNESCO.

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As declarações do Presidente da República foram produzidas este fim de semana, em Almeida, perante o Presidente da Câmara de Valença e demais responsáveis pelas candidaturas dos municípios envolvidos.

Marcelo Rebelo de Sousa Recebe Presidentes de Câmara

O Presidente de República vai receber os presidentes de Câmara das quatro fortificações candidatas no próximo 11 de setembro, em Lisboa, com vista a dar um apoio diplomático à candidatura, junto dos órgãos decisórios.

Na Lista Indicativa de Portugal a Património Mundial

A candidatura, promovida por Almeida, Elvas, Marvão e Valença, já está inscrita na Lista Indicativa de Portugal, da UNESCO, rumo à classificação como Património Mundial. Aguarda-se a apresentação de Portugal junto do comité internacional da UNESCO.

A candidatura foca-se no Sistema Defensivo das Fortalezas Abaluartadas da Raia

Luso-Espanhola, na cultura raiana e numa das fronteiras mais antigas do mundo. Com este argumento, os municípios proponentes alcançaram da Comissão Nacional da UNESCO (passo obrigatório para a obtenção da classificação), a inclusão destas fortalezas na Lista Indicativa de Portugal a Património Mundial da UNESCO.

Conjunto Patrimonial Único à Escala Mundial

As Fortalezas Abaluartadas foram estruturas defensivas de guerra que, nos últimos séculos, se transformaram em monumentos de paz e em espaços únicos de história, de cultura e de relação e vivência humanas.

Único à escala mundial, este sistema defensivo apresenta-se excecional, potenciador da conservação patrimonial e dinamizador da cultura e do turismo. A obtenção do galardão da UNESCO trará grandes vantagens para este território raiano e para Portugal, enriquecendo também a lista de bens já classificados como Património Mundial.

ANTENAS PARABÓLICAS DESFIGURAM PAISAGEM URBANA DE PONTE DE LIMA

Mau grado o esforço que tem vindo a ser desenvolvido para tornar Ponte de Lima a mais bonita vila de Portugal, aparelhos de ar condicionado nas fachadas dos edifícios e antenas parabólicas e os ancestrais “aranhiços” para recepção do sinal de televisão nos telhados continuam a desfigurar a paisagem ubana do casco histórico medieval da “bila” como carinhosamente os limianos a tratam.

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Ponte de Lima foi o primeiro concelho do país, em meados da década de oitenta do século passado, a regulamentar a utilização de materiais e o emprego de cores e outros elementos estéticos com vista à preservação dos traços arquitectónicos que lhe são característicos.

Nos tempos que correm, nomeadamente a possibilidade de utilização da rede de cabo para recepção do sinal televisivo, não se justifica mais a proliferação de antenas numa vila que constitui um autêntico museu da Idade Média, tal é o seu valor histórico e patrimonial.

Não se trata de uma situação irreparável pelo que fazemos votos que Ponte de Lima não perca a sua “chieira”!

Fotos: José Costa Lima

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REABERTURA DA BICA DAS SETE FONTES VALORIZA ESPAÇO NOTÁVEL DE BRAGA

Cerimónia contemplou um concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga

Decorre hoje, dia 21 de Julho, a cerimónia pública de reabertura da Bica das Sete Fontes, que contemplou um concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga. A intervenção foi da responsabilidade do Hospital de Braga e contou com a colaboração do Município de Braga e da Junta de Freguesia de S. Victor.

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Na ocasião, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, referiu que esta intervenção tem um cunho ´essencialmente simbólico´ e que respeita o princípio da intervenção minimalista que se pretende aplicar ao conjunto do Parque, preservando o monumento e sua envolvente natural e criando condições para a sua fruição pública, diminuindo ao máximo o impacto da intervenção humana.

“Saudamos a parceria do Hospital de Braga e a disponibilidade para promover a intervenção, o que é bem ilustrativo de que este é um projecto transversal a toda a sociedade e que deve envolver e mobilizar todos os agentes”, disse, sublinhando que a realização do concerto é também demonstrativo que este património tem as condições ideias para ser usufruído e servir de palco a diversas manifestações que dêem a conhecer este ´espaço notável´ da Cidade.

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A requalificação da Bica Pública das Sete Fontes e dos arranjos exteriores na sua área envolvente surge na continuidade do projecto do Hospital de Braga, com o propósito de ser efectuada a “reposição” paisagística deste território, promovendo deste modo, a valorização da envolvente da Mãe d’Água Dr. Amorim.

Num terreno com características morfológicas extraordinárias, as preexistências são o ponto de partida para a intervenção. Como testemunhos de uma divisão cadastral e de vivências rurais surgiam muros, pontualmente desmontados, pequenos edifícios em ruína, uma eira, um tanque escondido no silvado e muita água a alimentar um coberto vegetal e uma densa massa arbórea. A partir deste pequeno núcleo rural o olhar capta um outro edifício com um carácter complemente diferente. É a Mãe d’Água Dr. Amorim, uma das mães d’águas ainda existente do sistema de abastecimento de águas à cidade de Braga do século XVIII.

É neste contexto que a proposta de intervenção se desenvolve, tendo por base o princípio do impacto mínimo, procurando ser o menos intrusiva possível.

A excelência da paisagem, aliada a um património natural e cultural, permitiu que intervenção realizada transformasse este pequeno território num magnífico espaço de estar e lazer para usufruto de todos.

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BRAGA REABRE AMANHÃ BICA DAS SETE FONTES

Cerimónia de reabertura da Bica das Sete Fontes tem lugar amanhã, Sexta-feira, dia 21 de Julho, pelas 21h00, nas Sete Fontes, Braga

O Município de Braga, o Hospital de Braga e a Junta de Freguesia de S. Victor levam a efeito a cerimónia de reabertura da Bica das Sete Fontes, que se realiza amanhã, Sexta-feira, dia 21 de Julho, pelas 21h00, nas Sete Fontes, em Braga.

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A cerimónia contempla um concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga e contará com as intervenções do Presidente do Município de Braga, Ricardo Rio, e do Director do Hospital de Braga, João Ferreira.

A requalificação da Bica Pública das Sete Fontes e dos arranjos exteriores na sua área envolvente surge na continuidade do projecto do Hospital de Braga, com o propósito de ser efectuada a “reposição” paisagística deste território, promovendo deste modo, a valorização da envolvente da Mãe d’Água Dr. Amorim.

É neste contexto que a proposta de intervenção se desenvolve, tendo por base o princípio do impacto mínimo, procurando ser o menos intrusiva possível.

A excelência da paisagem, aliada a um património natural e cultural, permitiu que intervenção realizada transformasse este pequeno território num magnífico espaço de estar e lazer para usufruto de todos.

CERVEIRA RECUPERA O CASTELO

Castelo de Cerveira: passo a passo…

Ao fim de nove anos de abandono pelo Estado, enquanto proprietário (Direção Geral do Tesouro e Finanças), de terem passado três governos constitucionais e três executivos municipais, de várias petições e tomadas de posição por parte da Câmara e Assembleia Municipal de Vila Nova de Cerveira e da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe, e de inúmeras reuniões entre os executivos e as entidades gestoras do imóvel, vai finalmente ser assinado um Memorando de Entendimento entre a Câmara Municipal e as entidades governamentais incumbidas da missão de encontrar uma efetiva resolução para o impasse que envolve a utilização do Castelo de Cerveira, ao abrigo do Programa Revive.

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É graças ao empenho e à fundamental intermediação da Sra. Secretária de Estado de Turismo, Dr.ªAna Mendes Godinho que – sob intenção anunciada, a 8 de junho, durante uma reunião na qual participou o Presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, e o Presidente da Assembleia Municipal, Vitor Nelson Torres, - está agendada, para a próxima terça-feira, 25 de julho, em Vila Nova de Cerveira, a cerimónia de assinatura de um Memorando de Entendimento, com vista à requalificação e aproveitamento turístico do Castelo de Vila Nova de Cerveira.

O presente ato vai contar com a presença da Diretora-Geral do Património Cultural, da Dr.ª Paula Araújo da Silva, do Diretor Regional de Cultura do Norte, Dr. António Manuel Torres da Ponte, do Presidente do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, Dr. Luís Inácio Garcia Pestana Araújo, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, de Fernando Nogueira.

“Não é a solução definitiva dos problemas subjacentes ao Castelo, mas é seguramente um passo muito importante para que se concretize o propósito de devolver este imóvel ao serviço dos cerveirenses, da economia local e dos inúmeros turistas que elegem o Castelo como um dos ex-libris do concelho. Em boa hora, o Governo lançou o programa Revive”, afirma o edil cerveirense, Fernando Nogueira.

De sublinhar que o Castelo de Cerveira integra o conjunto de 30 imóveis públicos degradados que o Governo quer recuperar para concessionar a privados, conferindo-lhes uma utilização de âmbito turístico, através do Programa Revive, anunciado nos finais de 2016. No lote dos primeiros 12 edifícios, o Governo integrou o Castelo de Cerveira como uma das prioridades, e cujo processo se prevê que vá agora avançar.