Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

ANTENAS PARABÓLICAS DESFIGURAM PAISAGEM URBANA DE PONTE DE LIMA

Mau grado o esforço que tem vindo a ser desenvolvido para tornar Ponte de Lima a mais bonita vila de Portugal, aparelhos de ar condicionado nas fachadas dos edifícios e antenas parabólicas e os ancestrais “aranhiços” para recepção do sinal de televisão nos telhados continuam a desfigurar a paisagem ubana do casco histórico medieval da “bila” como carinhosamente os limianos a tratam.

20264935_1664885796875113_9085622133204221697_n.jpg

Ponte de Lima foi o primeiro concelho do país, em meados da década de oitenta do século passado, a regulamentar a utilização de materiais e o emprego de cores e outros elementos estéticos com vista à preservação dos traços arquitectónicos que lhe são característicos.

Nos tempos que correm, nomeadamente a possibilidade de utilização da rede de cabo para recepção do sinal televisivo, não se justifica mais a proliferação de antenas numa vila que constitui um autêntico museu da Idade Média, tal é o seu valor histórico e patrimonial.

Não se trata de uma situação irreparável pelo que fazemos votos que Ponte de Lima não perca a sua “chieira”!

Fotos: José Costa Lima

20245780_1664885356875157_3394075065558536058_n.jpg

20246227_1664883726875320_5183102609184093350_n.jpg

20264741_1664883756875317_6176477499894081589_n.jpg

REABERTURA DA BICA DAS SETE FONTES VALORIZA ESPAÇO NOTÁVEL DE BRAGA

Cerimónia contemplou um concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga

Decorre hoje, dia 21 de Julho, a cerimónia pública de reabertura da Bica das Sete Fontes, que contemplou um concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga. A intervenção foi da responsabilidade do Hospital de Braga e contou com a colaboração do Município de Braga e da Junta de Freguesia de S. Victor.

CMB21072017SERGIOFREITAS0000008359.jpg

Na ocasião, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, referiu que esta intervenção tem um cunho ´essencialmente simbólico´ e que respeita o princípio da intervenção minimalista que se pretende aplicar ao conjunto do Parque, preservando o monumento e sua envolvente natural e criando condições para a sua fruição pública, diminuindo ao máximo o impacto da intervenção humana.

“Saudamos a parceria do Hospital de Braga e a disponibilidade para promover a intervenção, o que é bem ilustrativo de que este é um projecto transversal a toda a sociedade e que deve envolver e mobilizar todos os agentes”, disse, sublinhando que a realização do concerto é também demonstrativo que este património tem as condições ideias para ser usufruído e servir de palco a diversas manifestações que dêem a conhecer este ´espaço notável´ da Cidade.

CMB21072017SERGIOFREITAS0000008361.jpg

A requalificação da Bica Pública das Sete Fontes e dos arranjos exteriores na sua área envolvente surge na continuidade do projecto do Hospital de Braga, com o propósito de ser efectuada a “reposição” paisagística deste território, promovendo deste modo, a valorização da envolvente da Mãe d’Água Dr. Amorim.

Num terreno com características morfológicas extraordinárias, as preexistências são o ponto de partida para a intervenção. Como testemunhos de uma divisão cadastral e de vivências rurais surgiam muros, pontualmente desmontados, pequenos edifícios em ruína, uma eira, um tanque escondido no silvado e muita água a alimentar um coberto vegetal e uma densa massa arbórea. A partir deste pequeno núcleo rural o olhar capta um outro edifício com um carácter complemente diferente. É a Mãe d’Água Dr. Amorim, uma das mães d’águas ainda existente do sistema de abastecimento de águas à cidade de Braga do século XVIII.

É neste contexto que a proposta de intervenção se desenvolve, tendo por base o princípio do impacto mínimo, procurando ser o menos intrusiva possível.

A excelência da paisagem, aliada a um património natural e cultural, permitiu que intervenção realizada transformasse este pequeno território num magnífico espaço de estar e lazer para usufruto de todos.

CMB21072017SERGIOFREITAS0000008354.jpg

CMB21072017SERGIOFREITAS0000008356.jpg

BRAGA REABRE AMANHÃ BICA DAS SETE FONTES

Cerimónia de reabertura da Bica das Sete Fontes tem lugar amanhã, Sexta-feira, dia 21 de Julho, pelas 21h00, nas Sete Fontes, Braga

O Município de Braga, o Hospital de Braga e a Junta de Freguesia de S. Victor levam a efeito a cerimónia de reabertura da Bica das Sete Fontes, que se realiza amanhã, Sexta-feira, dia 21 de Julho, pelas 21h00, nas Sete Fontes, em Braga.

Bica Sete Fontes.jpg

A cerimónia contempla um concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga e contará com as intervenções do Presidente do Município de Braga, Ricardo Rio, e do Director do Hospital de Braga, João Ferreira.

A requalificação da Bica Pública das Sete Fontes e dos arranjos exteriores na sua área envolvente surge na continuidade do projecto do Hospital de Braga, com o propósito de ser efectuada a “reposição” paisagística deste território, promovendo deste modo, a valorização da envolvente da Mãe d’Água Dr. Amorim.

É neste contexto que a proposta de intervenção se desenvolve, tendo por base o princípio do impacto mínimo, procurando ser o menos intrusiva possível.

A excelência da paisagem, aliada a um património natural e cultural, permitiu que intervenção realizada transformasse este pequeno território num magnífico espaço de estar e lazer para usufruto de todos.

CERVEIRA RECUPERA O CASTELO

Castelo de Cerveira: passo a passo…

Ao fim de nove anos de abandono pelo Estado, enquanto proprietário (Direção Geral do Tesouro e Finanças), de terem passado três governos constitucionais e três executivos municipais, de várias petições e tomadas de posição por parte da Câmara e Assembleia Municipal de Vila Nova de Cerveira e da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe, e de inúmeras reuniões entre os executivos e as entidades gestoras do imóvel, vai finalmente ser assinado um Memorando de Entendimento entre a Câmara Municipal e as entidades governamentais incumbidas da missão de encontrar uma efetiva resolução para o impasse que envolve a utilização do Castelo de Cerveira, ao abrigo do Programa Revive.

CASTELO.jpg

É graças ao empenho e à fundamental intermediação da Sra. Secretária de Estado de Turismo, Dr.ªAna Mendes Godinho que – sob intenção anunciada, a 8 de junho, durante uma reunião na qual participou o Presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, e o Presidente da Assembleia Municipal, Vitor Nelson Torres, - está agendada, para a próxima terça-feira, 25 de julho, em Vila Nova de Cerveira, a cerimónia de assinatura de um Memorando de Entendimento, com vista à requalificação e aproveitamento turístico do Castelo de Vila Nova de Cerveira.

O presente ato vai contar com a presença da Diretora-Geral do Património Cultural, da Dr.ª Paula Araújo da Silva, do Diretor Regional de Cultura do Norte, Dr. António Manuel Torres da Ponte, do Presidente do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, Dr. Luís Inácio Garcia Pestana Araújo, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, de Fernando Nogueira.

“Não é a solução definitiva dos problemas subjacentes ao Castelo, mas é seguramente um passo muito importante para que se concretize o propósito de devolver este imóvel ao serviço dos cerveirenses, da economia local e dos inúmeros turistas que elegem o Castelo como um dos ex-libris do concelho. Em boa hora, o Governo lançou o programa Revive”, afirma o edil cerveirense, Fernando Nogueira.

De sublinhar que o Castelo de Cerveira integra o conjunto de 30 imóveis públicos degradados que o Governo quer recuperar para concessionar a privados, conferindo-lhes uma utilização de âmbito turístico, através do Programa Revive, anunciado nos finais de 2016. No lote dos primeiros 12 edifícios, o Governo integrou o Castelo de Cerveira como uma das prioridades, e cujo processo se prevê que vá agora avançar.

BRANDA DA AVELEIRA E CASTRO LABOREIRO SÃO AS ÚNICAS CANDIDATAS NO NORTE DE PORTUGAL, NA CATEGORIA DE ALDEIAS REMOTAS

7 maravilhas: votação arranca às 11h30 do dia 30 de julho

Branda da Aveleira e Castro Laboreiro, estão a concurso no dia 30 de julho para as 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias. A votação por chamada telefónica* vai arrancar logo no domingo de manhã, no início do programa a emitir pela RTP a partir das 11h30, em Castro Laboreiro. A votação decorre ao longo de todo o dia e durante a Gala à noite, após o telejornal. As linhas são fechadas no final da Gala.

image019.jpg

As aldeias melgacenses são as únicas candidatas no Norte de Portugal, na categoria de Aldeias Remotas e têm dois atores portugueses como padrinhos: Pedro Górgia é o padrinho da Branda da Aveleira e Melania Gomes madrinha de Castro Laboreiro.

‘Acredito que temos qualidade para nos batermos com qualquer outra candidatura do país. Só o facto de termos conseguido que duas aldeias tenham sido selecionadas para estas «semifinais» já é uma vitória para o nosso Município. Uma vitória que dá nota da qualidade daquilo que nós temos, do nosso território e daquilo que ele tem para oferecer’, considerou o autarca melgacense, Manoel Batista. As aldeias de Melgaço concorrem com Aldeia da Pena (São Pedro do Sul), Curral das Freiras (Câmara de Lobos), Fajã de São João (Calheta), Gondramaz (Miranda do Corvo) e Piódão (Arganil).

No total são 7 Galas eliminatórias por categoria e 49 aldeias a concurso. A votação começou no dia 9 de julho, onde foram apuradas as duas Aldeias Ribeirinhas finalistas - Dornes (Ferreira do Zêzere) e Santa Clara-a-Velha (Odemira); seguiu-se a 16 de julho a Gala Aldeias Rurais - Sistelo (Arcos de Valdevez) e Paderne (Albufeira). Próximas galas: Azenhas do Mar (Aldeias de Mar) a 23 de julho; Branda da Aveleira (Aldeias Remotas) a 30 de julho; Podence (Aldeias Autênticas) a 6 de agosto; Monsanto (Aldeias Monumento) a 13 de agosto; e a 20 de agosto nos Açores (Aldeias em Áreas Protegidas), em Porto Martins, na ilha Terceira. A 27 de agosto a RTP emite um programa de best of, sobre as 14 finalistas apuradas nas Galas anteriores, e começa uma semana inteira de votação, até ao domingo seguinte. As 7 eleitas são conhecidas a 3 de setembro, no Piódão, na Declaração Oficial das 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias.

As performances artísticas das Galas retratam, de forma abstrata, as vivências, a diversidade, a essência, a beleza e orgulho pelo território português. ‘Um património valioso e diferenciador, repleto de tradições e costumes ancestrais’, evidencia Manoel Batista.

Sobre as 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias

As candidatas a 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias são organizadas em 7 categorias e as 7 vencedoras serão apuradas pelo maior número de votos, uma por categoria, não podendo ser eleitas mais do que três aldeias por região. As categorias são: Aldeias-Monumento; Aldeias de Mar; Aldeias Ribeirinhas; Aldeias Rurais; Aldeias Remotas; Aldeias Autênticas; e Aldeias em Áreas Protegidas.

Todo o processo de eleição das 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias é auditado pela empresa internacional de auditores PwC.

O projeto conta com o apoio institucional do Gabinete do Ministro Adjunto, do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, da Secretária de Estado do Turismo, da Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, do Turismo de Portugal, da Unidade de Missão para a Valorização do Interior, ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, do Centro Nacional de Cultura, do Instituto de História Contemporânea, da Federação Minha Terra, e da Associação Portugal Genial.

As 7 Maravilhas de Portugal® - Aldeias são patrocinadas pela Iki Mobile, primeira marca portuguesa de telemóveis em cortiça. A Kia é o Carro Oficial do projeto, acompanhando este roadshow por todo o país.

Recorde-se que Melgaço concorreu com três aldeias, em várias categorias: Branda da Aveleira – Aldeia Remota e Aldeias Autênticas, Castro Laboreiro – Aldeia Remota e Aldeias em áreas protegidas –  e Parada do Monte – Aldeias autênticas e Aldeias rurais. Foram apresentadas 446 candidaturas de 332 aldeias das 7 Regiões do país.

BRANDA DA AVELEIRA situa-se à entrada do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), nas encostas da serra da Peneda, a cerca de 1100 m de altitude, onde são ainda visíveis os vestígios da era glaciar (Glaciação de Wurm).

Desde o século XII, que os brandeiros da Gave sobem com os rebanhos para os pastos desta Branda, libertando os terrenos mais baixos para o cultivo agrícola. Permaneciam na montanha durante todo o verão, só descendo até à povoação (5 Km) para levarem mantimentos, facto que explica o isolamento destes pastores.

Classificada como ‘Aldeia de Portugal’ pela Associação de Turismo de Aldeia (ATA), representa a tipicidade da região e o ‘modus vivendi’ de uma época. Para além da beleza da paisagem e do conjunto arquitetónico que a define, a aldeia é o testemunho de uma tradição agrícola e cultural de grande valor antropológico, que a torna tão especial e singular. É constituída por um conjunto de 80 casas rústicas e cardenhas de grande beleza e tipicismo, algumas, recuperadas para turismo.

A fauna e a flora no seu estado mais puro coexistem com os brandeiros que se dedicam à pastorícia (gado bovino e cavalar), à recolha dos fenos e à apicultura, e aos turistas que podem desfrutar da diversidade paisagística, trilhos pedestres, megalitismo, festas populares, cascatas de águas límpidas e deliciarem-se com a gastronomia típica.

CASTRO LABOREIRO pertence ao concelho de Melgaço e situa-se no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Possui um dos mais ricos patrimónios pré-históricos do país que reúne gravuras e pinturas rupestres, 120 Dólmenes (datados de há 5000 anos) e Cistas (monumentos megalíticos funerários).

Esta aldeia possui um património histórico e arquitetónico de grande riqueza, destacando-se um tipo próprio de construções castrejas existentes em Castro Laboreiro: o Castelo de Castro Laboreiro – classificado como monumento nacional; a Igreja Matriz de Castro Laboreiro; o Pelourinho de Castro Laboreiro, datado do século XVI, classificado como imóvel de interesse público; igrejas medievais; os fornos comunitários; os espigueiros; e os moinhos.

Castro Laboreiro é uma das aldeias mais emblemáticas do Parque Nacional da Peneda Gerês, resultado do isolamento que sofreu no passado, o qual permitiu que chegassem intactos nos nossos dias, aspetos do património histórico e cultural da aldeia, como a arquitetura, a paisagem e o modo de vida das suas gentes, ainda hoje marcado por um forte espírito comunitário.

Situada no extremo Norte do Alto Minho e de Portugal. Está localizada no cimo da montanha, a mais de mil metros de altitude, levou a que os castrejos defendessem os seus costumes, e tradições de todas as influências estranhas, e que ainda hoje persistem. Uma dessas tradições é a das inverneiras e das brandas. Em meados de Dezembro, com a chegada do frio e dos nevões, as populações de Castro Laboreiro pegam nas suas roupas, utensílios caseiros e de lavoura e ‘tangendo o gado, migram em massa para os vales, onde possuem uma segunda casa e uma segunda aldeia.’ (Rocha, 1993, p. 127). E ficam nas Inverneira, abrigados do frio, até meados de março.

No Núcleo Museológico de Castro Laboreiro é possível conhecer os hábitos, costumes e tradições das gentes da terra. Terra das ‘viúvas dos vivos’, nome a que os seus habitantes davam às mulheres cujos maridos, filhos e netos emigravam em busca de condições de vida melhores.

É uma região de grande beleza, serpenteada pelo rio Laboreiro, que é atravessado por inúmeras pontes representativas das épocas romana ou medieval, das quais sobressaem a Ponte da Dorna, a Ponte da Capela, a Ponte Nova ou da Cava Velha e a Ponte Velha.

Castro Laboreiro é também conhecido pelo seu fumeiro e enchidos, confecionados de forma tradicional, por mãos hábeis e com o saber de anos e anos.

O guardião desta localidade é o Cão de Castro Laboreiro, defendendo o gado do grande predador, o Lobo Ibérico, conhecido pela sua rusticidade, caráter e nobreza desde tempos idos.

*A votação (a nível nacional) é realizada através de chamada telefónica para números de tarifa plana (760). O custo de cada chamada (IVR) é de 0,60€ + iva.

image020.jpg

BRAGA ACOLHE COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE PATRIMÓNIO CULTURAL RELIGIOSO

Especialistas reúnem-se no Palácio do Raio

Até amanhã, Sábado, dia 15 de Julho, o Património Cultural Religioso estará em destaque na Cidade de Braga, num colóquio internacional que reúne vários investigadores de renome nacional e internacional de universidades especialistas em diversas áreas, nomeadamente, em História, História de Arte ou Ciências Musicais. Sob o mote ‘A Misericórdia de Braga: devoção, generosidade e arte’, o evento detém-se no património artístico da Igreja Católica em Portugal e em particular no património sacro-artístico da Cidade de Braga e da sua Misericórdia.

1 (5).jpg

O Colóquio contempla uma exposição e um concerto de música sacra a ter lugar esta Sexta-feira, às 21h30, na Igreja de S. Marcos, com entrada livre.

Durante a sessão de abertura, que decorreu esta Sexta-feira, 14 de Julho, no Palácio do Raio, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, reconheceu a “grande relevância do trabalho desenvolvido pela Santa Casa da Misericórdia de Braga na preservação do património da Cidade e da valorização da sua identidade em diversos domínios”.

Segundo o Autarca, “além da dimensão social, o empenho da Misericórdia de Braga tem sido notado ao longo dos últimos anos, com especial destaque para a vertente cultural e patrimonial, com o Centro de Memórias Interpretativas, instalado no Palácio do Raio, a ser o apogeu do esforço e dedicação desta instituição”, sustentou Ricardo Rio.

Os templos e mosteiros, a imaginária sacra, as alfaias litúrgicas, a talha, os livros litúrgicos, os órgãos, as criações literárias, plásticas e musicais constituem expressão do barroco português em que Braga é particularmente rica. Numa abordagem transversal, contextualizada do ponto de vista histórico, religioso e cultural, o colóquio engloba diferentes áreas de conhecimento. Os especialistas abordarão temas ligados à teatralidade do ritual sacro, ao poder retórico da palavra e da música, à arte da talha e do imaginário, à história das instituições nas suas práticas sagradas e de interacção com a sociedade.

O Colóquio é complementado por uma Exposição, dedicada ao património musical da Santa Casa da Misericórdia de Braga, por meio da qual se pretende oferecer ao visitante uma mostra de painéis e fontes documentais manuscritas e impressas alusivas à prática musical na Santa Casa da Misericórdia de Braga desde a sua fundação no século XVI, contando com a colaboração do Arquivo Distrital de Braga, da Biblioteca Pública da Universidade do Minho e do Arquivo da própria Santa Casa da Misericórdia. A exposição acolhe resultados de conhecimento diverso incluindo a iconografia musical, o espólio musical, a prática musical e o seu contexto e ambiciona dar a conhecer, preservar e valorizar o património musical da Santa Casa da Misericórdia de Braga, tornando-o também acessível ao público em geral.

A Exposição está patente ao público no Centro de Memórias Interpretativas da Santa Casa da Misericórdia de Braga – Palácio do Raio, inserindo-se no projecto em curso ‘O Património Musical do Concelho de Braga’.

A iniciativa é organizada por diversos departamentos da Universidade do Minho, pela Misericórdia de Braga e pela Câmara Municipal, com a colaboração da Arquidiocese de Braga, da Associação Suonart e do Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães.

2 (4).jpg

4 (4).jpg

CAMINHADAS COM PASSAGEM POR IGREJAS COM DEVOÇÃO MARIANA DO ARCIPRESTADO DE CAMINHAARRANCAM SÁBADO

Primeira caminhada dá a conhecer igrejas paroquiais de Arga de Cima, Arga de Baixo e Arga de São João

Arga de Baixo 5205.jpg

‘Caminhar com Maria’, caminhadas com passagem por igrejas com devoção Mariana do Arciprestado de Caminha, tem inicio sábado, dia 1 de julho. Esta iniciativa integra o programa celebrativo do Centenário das Aparições de Fátima que está a decorrer no concelho de Caminha até outubro.  As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias.

‘Caminhar com Maria’ integra 4 caminhadas, uma por mês. Em julho, o percurso engloba as freguesias de Arga de Cima, Arga de Baixo e Arga de São João; em agosto,Seixas, Vilar de Mouros e Lanhelas; em setembro, Vila Praia de Âncora, Moledo, Cristelo eCaminha e, em outubro, Vile, Riba de Âncora e Dem.

Com ponto de encontro agendado para as 8H30, na Igreja Paroquial de Arga de Cima, este primeiro percurso ‘Caminhar com Maria’ é de cerca de 8 quilómetros e apresenta um grau de dificuldade moderado. Os participantes vão ficar a conhecer as igrejas paroquiais das freguesias de Arga de Cima, Arga de Baixo e Arga de São João onde existe culto Mariano.

Como já foi referido as inscrições são gratuitas, mas obrigatórias. Os interessados em participar devem proceder à respetiva inscrição até ao dia 30 de junho, através dos telefones 258 721 708 ou 914 476 461 ou do email: cisa@cm-caminha.pt.

O Município assegurará o transporte de Arga de São João até ao ponto de encontro, em Arga de Cima.

Para além de ‘Caminhar com Maria’, este programa engloba diversas atividades.  Estão a decorrer os concertos Marianos “Te Canto Maria”, a cargo do Orfeão de Vila Praia de Âncora. O primeiro realizou-se Igreja da Misericórdia de Caminha. No próximo dia 13 de julho, a Igreja Paroquial de Moledo acolhe o segundo concerto. No mês de agosto, decorrer na Igreja de Nossa Senhora da Bonança e, em setembro na Igreja Paroquial de Âncora.

A Peregrinação a Fátima é outra das atividades que já está em curso. No total serão realizadas oito peregrinações. É de referir que as viagens até Fátima são financiadas pelo Município de Caminha.

De 15 de julho a 29 de outubro, o Museu Municipal de Caminha vai ter patente ao público a exposição “Os Rostos da Mãe de Deus”, composta como imagens da Virgem Maria das paróquias do Arciprestado de Caminha.

No dia 22 de julho, vai decorrer o concerto “Música Sacra Barroca Mariana e de Cânticos de Fátima” pela Associação VoxAngelis.

Está programada a conferência “As Aparições de Fátima: contexto, mensagem e futuro”, ainda em data a agendar.

Em agosto, o cinema vai marcar este programa. No Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora vão ser exibidos os filmes “Jacinta”; “O13º dia” e “Fátima”.

Em outubro, a vila de Caminha vai acolher o Encontro Mariano Arciprestal com Procissão de Velas.

Arga de Cima 5214.jpg

Arga S Joao 5201.jpg

fatima Caminhar.jpg

CABECEIRAS DE BASTO PROTEGE MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS

Câmara Municipal garante área de proteção e total visibilidade ao Mosteiro de S. Miguel de Refojos

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto reuniu hoje, dia 23 de junho, no Paços do Concelho. De entre vários assuntos, destaca-se a aprovação, por unanimidade, de uma proposta do presidente da Câmara para a aquisição do lote 69 do Plano de Pormenor da Quinta do Mosteiro, com uma área total de 2.425 metros quadrados, que confina com o Parque do Mosteiro, pelo valor global de 363.867,50 euros.

Parque do Mosteiro e Lote (1).JPG

Apesar dos proprietários não terem vontade de vender o lote, compreenderam a fundamentação alegada pela Câmara Municipal e aceitaram cooperar com a autarquia vendendo aquela parcela de terreno, preservando-se, desta forma, toda a zona envolvente ao Mosteiro, mantendo-o livre de construções e outros obstáculos que retirem visibilidade a tão importante monumento beneditino.

De acordo com a proposta aprovada por unanimidade, “é inegável que o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, o NOSSO MOSTEIRO, se encontra destacado, sem construções nas zonas adjacentes que o possam encobrir, asfixiar ou tolher. A sua localização desafogada permite a quem chega a Cabeceiras de Basto e à proximidade do Mosteiro perceber de imediato a sua imponência e importância no contexto urbano em que se insere.

Para que tal fosse possível não se pode esquecer a assertiva opção política da Câmara Municipal que, na segunda metade dos anos noventa, tudo fez para que o atual Parque do Mosteiro ficasse livre de construções, para o que foi necessário proceder à expropriação da parcela de terreno localizada entre a Rua de S. Miguel, a Rua Dr. Agostinho Moutinho e a Av. Dr. Francisco Sá Carneiro. Da referida expropriação ficou de fora uma parcela que no Plano de Pormenor da Quinta do Mosteiro foi identificada como lote 69 e que se localiza no extremo sul do referido Parque do Mosteiro, no gaveto da Rua Dr. Agostinho Moutinho com a Av. Dr. Francisco Sá Carneiro.

Tendo sempre presente a necessidade de preservar livre toda a zona adjacente ao Mosteiro, mais tarde, já no final da primeira década de dois mil, a Câmara Municipal conseguiu adquirir metade das casas dos caseiros da Quinta do Mosteiro onde, respeitando a cércea existente, reconstruiu aquelas casas que deram lugar à Casa do Tempo, mantendo uma visão sobre o Mosteiro que em nada prejudicou a já mencionada imponência.

Também a Arquidiocese de Braga resolveu, em 2014, dar início às obras de requalificação da parte restante das casas dos caseiros, obras que ficaram concluídas em 2016, respeitando as mesmas regras de construção.

Aquelas e estas obras de reconstrução resolveram um problema de degradação das construções que já se arrastava há longos anos, dando assim uma enorme dignidade à zona envolvente do Mosteiro do lado nascente.

Recentemente, mais precisamente em 2016, a Câmara Municipal viu aprovadas duas importantes candidaturas a fundos comunitários, designadas ‘Município Mais’ e ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar’, que vão permitir fazer obras de beneficiação do Mosteiro - Paços do Concelho e Igreja - bem como na ribeira de Penoutas, conferindo ao conjunto, depois de concluídas, uma maior monumentalidade ainda pelo que representam de valorização do imóvel e de toda a zona adjacente.

Ora, importa continuar neste esforço de valorização e proteção do NOSSO MOSTEIRO ainda para mais porque, como é do conhecimento de todos, em 2013, demos início ao processo de Candidatura deste importante monumento à Lista Indicativa de Portugal do Património Cultural da Humanidade que, apesar de não ter merecido, por parte da Comissão Nacional da UNESCO, a, para nós, tão desejada inscrição, mantemos como objetivo para o futuro próximo. Aliás, refira-se que acabámos de criar, há poucos dias, conjuntamente com os Municípios de Amares, Braga, Felgueiras, Porto e Santo Tirso, a Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas, dando assim cumprimento à deliberação da Câmara Municipal de junho de 2016 que determinou a continuação do projeto de candidatura.

A possibilidade de construção de um edifício no gaveto da Rua Dr. Agostinho Moutinho, com a Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, no mencionado lote 69, que tem uma área total de 2.425 m2 e uma capacidade para receber uma edificação com uma área bruta de construção de 1.950 m2, afigura-se problemática para se manter a visão, a leitura ou a espetacularidade do NOSSO MOSTEIRO que atrás ficou já referida, designadamente para quem visita Cabeceiras de Basto e o seu rico património”.

Posto isto, o presidente da Câmara deu início a conversações com os proprietários do lote 69 para verificar a disponibilidade de se chegar a um acordo para a não construção de qualquer edifício naquela área.

Após a negociação, as partes concordaram que “o lote tem uma localização privilegiada, no centro da Vila sede do concelho, boas acessibilidades, encontra-se envolvido em zonas comerciais de serviços e próxima de equipamentos públicos, beneficiando de todas as infraestruturas básicas, tendo uma capacidade construtiva muito significativa e a possibilitar um tipo de construção expectável de gama alta”, pelo que, atendendo às avaliações efetuadas por peritos indicados pela Câmara e pelos proprietários, estes aceitaram vender o referido lote e a Câmara aceitou comprá-lo pelo valor global de 363.867,50 euros, pago em 24 prestações mensais de igual valor cada e sem acréscimo de qualquer valor de juros.

Fica, assim, garantida uma área de proteção ao Mosteiro que lhe confere toda a sua monumentalidade.

Parque do Mosteiro e Lote (3).jpg

ESPOSENDE QUER VER RECONHECIDA A "ROMARIA DE S. BARTOLOMEU DO MAR E BANHO SANTO" COMO PATRIMÓNIO IMATERIAL NACIONAL

Município de Esposende efetiva candidatura da “Romaria de S. Bartolomeu do Mar e Banho Santo” a Património Cultural Imaterial Nacional

A Câmara Municipal de Esposende efetivou a candidatura da “Romaria de S. Bartolomeu do Mar e Banho Santo” a Património Cultural Imaterial Nacional.

DSCF0002.JPG

Na continuidade do processo iniciado o ano passado, no passado dia 16 de junho, a Vereadora da Cultura, Jaqueline Areias, entregou no Museu Nacional de Etnologia o dossier com o pedido de inscrição na Lista Nacional do Património Imaterial desta manifestação cultural imaterial do concelho de Esposende. Este pedido será, agora, alvo de apreciação por parte de várias entidades, prevendo-se que o processo demore alguns meses, de acordo com Paulo Costa, Diretor do Museu Nacional de Etnologia e responsável pela coordenação do Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

Recorde-se que o Município de Esposende apresentou publicamente, a 3 de junho de 2016, a candidatura da “Romaria de S. Bartolomeu do Mar e Banho Santo” à Lista Nacional do Património Cultural Imaterial, em sessão realizada no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, no âmbito do 5.º Encontro Nacional da Rede da Cultura dos Mares e dos Rios. Na oportunidade, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, referiu que o Município, ciente da sua responsabilidade na promoção da salvaguarda das suas tradições e do seu passado, entendeu classificar uma das mais notáveis manifestações culturais ligadas à terra e ao mar, apoiando-se numa equipa de investigação de excelência, liderada por Álvaro Campelo. O Autarca assinalou que a Romaria de S. Bartolomeu do Mar e o Banho Santo constituem uma referência cultural indissociável do Município, e manifestou a expetativa de que a candidatura seja aprovada e se transforme também num motor de desenvolvimento da localidade de Mar e do próprio concelho.

Posteriormente, no dia 2 de julho, a Câmara Municipal apresentou a candidatura à comunidade de Mar, em sessão realizada no Salão Paroquial de S. Bartolomeu do Mar, com a presença do Vice-presidente da Autarquia, António Maranhão Peixoto, e da Vereadora Jaqueline Areias.

O projeto da candidatura, sendo sobre património imaterial, foi materializado por dois filmes sonoros sobre a romaria, um do início da década de 1980, com recurso a imagens dos anos de 1970, e outro de 2016, realizado por Hugo Morango da equipa de Antropólogos liderada por Álvaro Campelo, onde foram abordados os diversos aspetos da Festa, da Praia e da Paisagem antrópica, da Feira do Linho, do ritual do arranjo e do encontro dos Andores, da Procissão, do ritual do Frango Preto e do Banho Santo.

DSCF0007_2.jpg

CERTIFICAÇÃO DA VIOLA BRAGUESA DÁ PASSO DECISIVO

Município avança com projecto de formação na área da música tradicional

O processo de certificação da Viola Braguesa deu um passo decisivo com a apresentação do Caderno Normativo e Regras de Certificação na construção deste instrumento musical. O documento será apreciado a 7 de Julho pela Comissão Nacional para a Certificação e, após a sua aprovação, os construtores já se podem candidatar para ver o seu produto certificado.

CMB19062017SERGIOFREITAS0000007749.jpg

“Este é um momento muito importante para a promoção deste instrumento como factor de atracção e projecção do território”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a cerimónia de apresentação que decorreu esta Segunda-feira, 19 de Junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, adiantando que o Município irá desenvolver uma estratégia semelhante para a certificação do Cavaquinho.

CMB19062017SERGIOFREITAS0000007746.jpg

Segundo o Autarca, “Braga quer ser uma referência na vertente dos cordofones e dos instrumentos de corda, particularmente na Viola Braguesa e no Cavaquinho”. Nesse sentido, Ricardo Rio adiantou que o Município vai desenvolver um projecto de formação na área da música tradicional. “Para lá da mera promoção do património, o Município de Braga assumiu um compromisso com a arte popular, com os seus valores tradicionais e com a formação na área da música tradicional. Por isso, vamos desenvolver um projecto de formação abrangendo a comunidade escolar e a população em geral, que permita a preservação destes valores, das nossas tradições e a sua valorização para o futuro”, explicou.

Promovido pelo Município de Braga, o processo de certificação da Viola Braguesa é conduzido pela Adere-Certifica, uma entidade da Adere-Minho, com a missão de certificar produtos artesanais.

Após a aprovação do caderno normativo pela Comissão Nacional para a Certificação, os produtores podem candidatar-se à certificação. Depois, terá lugar uma visita técnica que vai avaliar todo o processo de construção de forma a conferir as características do produto. O processo de certificação levará cerca de 60 dias com um custo anual de 150€, com o Município a oferecer as primeiras 200 etiquetas de certificação a cada construtor.

Recorde-se que a existência da Viola Braguesa, também designada de viola de Braga, surge documentada desde o século XVII e é o instrumento mais popular do Noroeste Português entre o Douro e Minho. Toca-se a solo ou no acompanhamento do canto em “Rusgas”, “Chulas” e “Desafios”. Como todas as Violas Portuguesas, a Braguesa pertence a um género musical exclusivamente lúdico e festivo e integra o mesmo tipo fundamental comum a todos os cordofones da família das ”guitarras” espanholas e europeias, a que pertence.

CMB19062017SERGIOFREITAS0000007742.jpg

FORTE DA LAGARTEIRA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA ESTÁ ABERTO AO PÚBLICO

O Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora, foi uma das fortalezas edificadas durante o período da Restauração, para protecção da linha costeira portuguesa face aos ataques da armada espanhola. A sua estrutura obedece ao modelo estabelecido na época para a edificação das fortalezas implantadas no Alto Minho, cuja planimetria constituiu um avanço no sistema de defesa e vigia.

Capturarlagart2.PNG

A fortaleza apresenta planta estrelada, formada por quatro baluartes laterais e bateria de três faces na fachada posterior, voltada ao rio. Os panos murários do forte possuem em toda a sua extensão uma moldura curva encimada por parapeito, interrompida nos cunhais por guaritas facetadas. O balcão, fechado e com bueiros, assenta sobre três modilhões. Na fachada da fortaleza foi edificado portal de arco pleno com aduelas definidas, encimada por escudo com as armas de Portugal coroadas e ladeadas por volutas.

A praça de armas, no interior, é enquadrada por três edifícios e duas rampas de acesso ao adarve e eirado. Os aquartelamentos, de secção rectangular, possuem cobertura abobadada.

O Forte da Lagarteira concilia a sua concepção planimétrica e defensiva, de cariz seiscentista, com a persistência de algumas formas de raiz medieval, como o balcão fechado.

Catarina Oliveira

IPPAR/2005

Capturarvplagar1.PNG

DSCF3635.JPG

DSCF3639.JPG

DSCF3640.JPG

DSCF3642.JPG

DSCF3643.JPG

DSCF3644.JPG

DSCF3647.JPG

DSCF3648.JPG

DSCF3652.JPG

DSCF3655.JPG

DSCF3656.JPG

DSCF3657.JPG

DSCF3659.JPG

DSCF3660.JPG

DSCF3661.JPG

DSCF3662.JPG

DSCF3663.JPG

DSCF3665.JPG

DSCF3666.JPG

DSCF3667.JPG

DSCF3670.JPG

DSCF3671.JPG

BRAGA DEBATE PRESERVAÇÃO E REABILITAÇÃO DO PATRIMÓNIO EDIFICADO

Conferência internacional reúne especialistas internacionais

Ao longo de três dias, Braga discute a preservação e reabilitação do património edificado. A 3.ª Conferência Internacional sobre Preservação, Manutenção e Reabilitação de Edifícios e Estruturas Históricas (REHAB), reúne um conjunto de académicos e especialistas internacionais para debater os problemas actuais e partilhar experiências numa área cada vez mais fulcral para o desenvolvimento do território.

CMB14062017SERGIOFREITAS0000007697.jpg

“A reabilitação e regeneração urbanas são temas cruciais para todas a Cidades. Tradicionalmente, os centros históricos congregavam a maior parte dos esforços das autarquias em termos de reabilitação. Actualmente, essa reabilitação assenta numa maior iniciativa privada que tem de ser adequada aos novos tempos, tendo em conta o envelhecimento da população, os novos tipos de estrutura familiar, as alterações dos estilos de vida e dos modos de deslocação”, referiu Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo do Município de Braga, durante a sessão de abertura que decorreu esta Quarta-feira, 14 de Junho, no Museu D. Diogo de Sousa.

CMB14062017SERGIOFREITAS0000007698.jpg

Como explicou o Vereador, em Braga essa reabilitação “estende-se às próprias áreas empresariais com o intuito de as renovar e relançar, diversificando as suas actividades”. Nesse sentido, Miguel Bandeira entende que esta conferência irá servir para uma “profícua troca de ideias e experiências” numa área em que “o protagonismo dos proprietários do edificado tem de ser integrado nos domínios da sustentabilidade, mobilidade ecológica e nos novos objectivos de desenvolvimento das Cidades”.

Os participantes desta 3.ª Conferência REHAB, oriundos de todos os continentes, vão apresentar e debater um vasto leque de temas relacionados com as tecnologias de inspecção e monitorização de edifícios e de patologias, comportamento sísmico de edifícios históricos, análise de casos de estudo de reabilitação, preservação dos centros históricos, autenticidade e património edificado, inclusividade de sítios e edifícios históricos, novos materiais e tecnologias na preservação e reabilitação, integração de princípios de sustentabilidade e, ainda, um tópico especial dedicado à construção em terra.

“Em Braga estamos a assistir a uma animação dos pedidos de licenciamento para a reabilitação de edifícios que, naturalmente, terão que vir acompanhados de critérios de sustentabilidade. No entanto, os impactos na mobilidade, no ordenamento de trânsito, na qualidade de vida dos cidadãos ou na diminuição da pegada de carbono, têm de ser tidos em conta em matéria de reabilitação, sem nunca perder do foco dos valores identitários da própria Cidade”, concluiu Miguel Bandeira.

No decorrer desta conferência, os delegados irão conhecer o Centro Histórico de Braga, o Mosteiro de Tibães, onde se realizará uma visita técnica ao edifício, um laboratório de monitorização de edifícios históricos e uma sessão plenária dedicada à construção em terra em Portugal, à qual se seguirá a sessão de encerramento.

CMB14062017SERGIOFREITAS0000007695.jpg

MOSTEIRO DE SANTO ANDRÉ DE RENDUFE INTEGRA REDE DE MOSTEIROS BENEDITINOS QUE PRETENDE SER CANDIDATADA A PATRIMÓNIO CULTURAL DA HUMANIDADE

Foi assinado ontem, em Cabeceiras de Basto, um memorando de entendimento entre a Direção Regional da Cultura do Norte e os mosteiros de Santo André de Rendufe (Amares), Santa Maria de Pombeiro (Felgueiras), S. Bento da Vitória (Porto), S. Bento de Santo Tirso, S. Martinho de Tibães (Braga) e S. Miguel de Refojos (Cabeceiras de Basto), com vista à constituição de uma rede de trabalho, que tem por objetivo valorizar e promover o património cultural, particularmente, os mosteiros beneditinos.

20170608_124336.jpg

O memorando estabelece os termos de colaboração entre os signatários, tendo em vista a elaboração de uma proposta de inscrição dos Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinos na lista do Património Cultural da Humanidade, como "bem em série".

“Centramos hoje todos os nossos esforços na preservação e valorização deste património e olhamos para esta possibilidade de inscrevermos o Mosteiro de Santo André de Rendufe na rota dos Mosteiros Beneditinos, como Património Cultural da Humanidade, como uma excelente oportunidade potenciadora de promoção cultural e turística e que irá beneficiar, não só, o Mosteiro de Rendufe, mas também, o concelho de Amares, sublinhou o vice-presidente da Câmara Municipal de Amares, Isidro Araújo, após a assinatura do respetivo memorando, que decorreu no contexto do III Seminário Internacional “Ora et Labora”.

Os signatários comprometem-se a cooperar tendo em vista o desenvolvimento da marca “Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas”, assim como, a promover estudos que possibilitem uma leitura integrada dos mosteiros (construção de uma narrativa comum), e a publicar esses estudos, para além de realizar um congresso em 2018.

Espanha e Brasil foram eleitos territórios prioritários para a promoção, troca de experiências e estabelecimento de parcerias com os  Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas objeto do respetivo memorando.

20170608_124527.jpg

20170608_124739.jpg

CABECEIRAS DE BASTO ORGANIZA SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE PATRIMÓNIO CONVENTUAL

Câmara Municipal organiza III Seminário Internacional «‘Ora et Labora’ em Refojos de Basto: Espacialidades, Materialidades, Espiritualidades»

No contexto do III Seminário Internacional será assinado um Memorando de Entendimento para a criação da Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas

III Seminário Internacional 'Ora et Labora em Refojos de Basto - Cartaz

Decorre nos dias 8 e 9 de junho em Cabeceiras de Basto o III Seminário Internacional dedicado ao tema «‘Ora et Labora’ em Refojos de Basto: Espacialidades, Materialidades, Espiritualidades» organizado pelo Município de Cabeceiras de Basto e pelo CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar ‘Cultura, Espaço e Memória’/Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Indissociável de um todo estratégico estruturado e fundamentado, como forma de cumprimento de um verdadeiro imperativo mobilizador em ação, em prol da valorização, conservação e utilização para fins de desenvolvimento territorial do património e memórias patrimoniais constituídas por este magnífico monumento, a realização deste III Seminário Internacional assume elevada relevância num tempo de debate público sobre a proposta de criação da Rede das Paisagens Culturais Beneditinas.

Vem este III Seminário Internacional colocar uma vez mais em evidência a importância de vastos, ricos e complexos campos de significado nos domínios religioso, socioeconómico, patrimonial e cultural, decorrentes da realidade histórica (passado, presente e futuro) do mosteiro beneditino de Refojos de Basto, às escalas local, regional, nacional e internacional.

‘Ora et Labora’, a grande consigna beneditina, acompanha-nos sempre neste Seminário, mesmo quando é a gestão do espaço, das formas arquitetónicas, da água, da produção e comercialização dos alimentos, do vestuário, da botica e da assistência aos enfermos que se trata.

Os especialistas nacionais e estrangeiros de várias universidades e instituições de cultura muito conceituadas, acolhidos pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto nos próximos dias 8 e 9 de junho, com as suas competências específicas, abordarão temáticas relacionadas com ‘Refojos: espiritualidades, espaços e artes’, ‘Beneditinos, liturgia e evangelização’, ‘OSB - Modelos, paradigmas e impactos’, ‘Trabalho, alimentação e saúde da Ordem de São Bento’.

No contexto do III Seminário Internacional Ora et Labora, está agendada para as 12h00 do dia 8 de junho a assinatura de um Memorando de Entendimento para a criação da Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas, tendo em vista a elaboração de proposta de inscrição dos Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas na lista do Património Cultural da Humanidade, como bem em série, rede que incluirá o Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, Felgueiras; o Mosteiro de Santo André de Rendufe, Amares; o Mosteiro de São Bento da Vitória, Porto; o Mosteiro de São Bento, Santo Tirso; o Mosteiro de São Martinho de Tibães, Braga; e o Mosteiro de São Miguel de Refojos, Cabeceiras de Basto.

Aproveitamos a oportunidade para convidar o vosso prestigiado Órgão de Comunicação Social a marcar presença na sessão de abertura do III Seminário Internacional ‘Ora et Labora em Refojos de Basto: Espacialidades, Materialidades, Espiritualidades’ que se vai realizar na próxima quinta-feira, dia 8 de junho, pelas 10h15, na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto e que contará com a presença do Diretor Regional de Cultura do Norte e dos representantes dos Municípios aderentes à Rede.

PROGRAMA

Dia 8 de junho (quinta-feira):

10h00 | Receção e entrega de documentação aos participantes

10h15 | Sessão de Abertura com a presença do Diretor Regional de Cultura do Norte

11h00 | Apresentação do Projeto Rede de Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas DRCN| Direção Regional da Cultura do Norte

. Mosteiro de Santo André de Rendufe (Amares)

. Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro (Felgueiras)

. Mosteiro de São Bento da Vitória (Porto)

. Mosteiro de São Bento de Santo Tirso (Santo Tirso)

. Mosteiro de São Martinho de Tibães (Braga)

. Mosteiro de São Miguel de Refojos (Cabeceiras de Basto)

11h30 | Debate

12h00 | Assinatura de Memorando de Entendimento entre a DRCNorte e os Municípios, tendo em visita a elaboração da proposta de inscrição dos Mosteiros e Paisagens Culturais Beneditinas na lista do Património Cultural da Humanidade, como bem em série

12h30 | Almoço livre

15h00 | I PAINEL: REFOJOS - ESPIRITUALIDADES, ESPAÇOS E ARTES

A relação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos com os Mosteiros da Congregação Beneditina Portuguesa

Paulo Oliveira – DRCN |Direção Regional de Cultura do Norte

O Mosteiro de S. Miguel de Refojos no domínio da História da Arte

Eduardo Pires de Oliveira | ARTIS-IHA

Enquadramento Arquitetónico e Urbano do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, com incidência no edificado construído/transformado sobre influência dos emigrantes de torna-viagem

António Afonso de Deus | Universidade Lusófona do Porto

16h30 | Debate

Pausa para café

17h00 | II PAINEL: BENEDITINOS, LITURGIA E EVANGELIZAÇÃO

Pressupostos da Ciência Litúrgica na Regra de São Bento

Abade Dom Bernardino Costa | Abade do Mosteiro de Singeverga

Vivências e Práticas nos Mosteiros Beneditinos do Brasil

Eugénio de Ávila Lins – Presidente do ICOMOS/Brasil e membro do Conselho Consultivo do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional – IPHAN/Brasil

Modelos de Papel observados a partir de Refojos de Basto: a memória dos Monges à luz das fontes hagiográficas de seiscentos

Paula Almeida Mendes – Universidade do Porto| CITCEM

18h00 | Debate

21h30 | Noite Cultural com Espetáculo de Teatro ‘Salvação’ pelo CTCMCB

Claustros do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

Dia 9 de junho (sexta-feira):

09h30 | III PAINEL: OSB – MODELOS, PARADIGMAS E IMPACTOS

Os beneditinos e a cultura do livro: artes liberais e espiritualidade na Idade Média

José Francisco Meirinhos – Universidade do Porto | Instituto de Filosofia

A Regra de São Bento na sua Espiritualidade

Frei D. Luís Aranha – Mosteiro de Singeverga

11h00 | Pausa para café

11h15 | Formas, Modelos e Autores do Património Arquitetónico e Artístico do Mosteiro e Colégio de S. Miguel de Refojos (Sécs. XVII-XIX)

Manuel Joaquim Moreira da Rocha – Universidade do Porto | CITCEM

Livraria Monástica S. Miguel de Refojos: Letras e Artes

Ana Isabel Líbano Monteiro – Biblioteca Nacional de Portugal

12h00 | Debate

12h30 | Almoço livre

15h00 | IV PAINEL – TRABALHO, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NA ORDEM DE SÃO BENTO

Património(s) e Saber(es) vitivinícola(s) dos monges de São Miguel de Refojos de Basto

Gonçalo Maia Marques – Instituto Universitário da Maia | CETRAD

“Tamancas de frade, socas de lavradeira”. Notas sobre o fabrico e uso do “calçado de pau”

Teresa Soeiro – Universidade do Porto | CITCEM

16h00 | Pausa para café

16h15 | Botica e boticários no Mosteiro de S. Miguel de Refojos, conhecimentos e práticas

Jacobo Sebastián Sanz Hermida – Universidad de Salamanca | CITCEM

Entre a Regra e o Século: caminhos e descaminhos do património do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

Maria Luísa Jacquinet – Universidade de Coimbra | CITCEM

Debate

Sessão de Encerramento

BRACARENSES DEBATEM PATRIMÓNIO

Evento decorre de 14 a 16 de Junho, Braga discute preservação e reabilitação do património no Congresso REHAB 2017

O congresso REHAB 2017 - 3rd International Conference on Preservation, Maintenance and Rehabilitation of Historical Buildings and Structures, promovido pela associação Green Lines Instituto para o Desenvolvimento Sustentável, reunirá na cidade de Braga, nos dias 14 a 16 de Junho, um conjunto de especialistas internacionais em preservação e reabilitação do património edificado.

cartaz.cdr

Este grupo de delegados, oriundos de todos os continentes, exibirá e debaterá um conjunto de temas relacionados com as tecnologias de inspecção e monitorização de edifícios e de patologias, comportamento sísmico de edifícios históricos, análise de casos de estudo de reabilitação, preservação dos centros históricos, autenticidade e património edificado, inclusividade de sítios e edifícios históricos, novos materiais e tecnologias na preservação e reabilitação, integração de princípios de sustentabilidade e, ainda, um tópico especial dedicado à construção em terra.

O congresso decorrerá nas instalações do Museu D. Diogo de Sousa, onde se realizará a sessão de abertura e as sessões de debate, incluindo uma visita técnica ao centro histórico de Braga. Na tarde do último dia, os delegados serão recebidos no Mosteiro de Tibães onde se realizará igualmente uma visita técnica ao edifício, um laboratório de monitorização de edifícios históricos e uma sessão plenária dedicada à construção em terra em Portugal, à qual se seguirá a sessão de encerramento.

O evento conta com os apoios institucionais e parcerias do Município de Braga, da Direcção Regional de Cultura Norte, do Museu D. Diogo de Sousa, do Mosteiro de Tibães, do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, da Ordem dos Arquitectos, da Ordem dos Engenheiros, da associação Centro da Terra e da Universidade do Minho.

Toda a informação acerca do congresso poderá ser consultada em rehab.greenlines-institute.org.

FORTE DA LAGARTEIRA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA JÁ ESTÁ ABERTO AO PÚBLICO

Cerimónia de abertura contou com a apresentação do programa ‘Vila Praia – Âncora de Emoções’

Vila Praia de Âncora registou ontem ao final da tarde mais um acontecimento importante para a sua história e para as suas gentes. A abertura ao público do Forte da Lagarteira, um ícone para todos os ancorenses, ficou marcada pela apresentação do programa ‘Vila Praia – Âncora de Emoções’, que contem as mais de 50 atividades que vão marcar o verão na vila mais populosa do concelho.

abertura Forte da Lagarteira (1)

Decorreu ontem ao final da tarde a cerimónia de abertura do Forte da Lagarteira, em Vila Praia de Âncora. A sessão contou com a presença de Miguel Alves, presidente da Câmara Municipal de Caminha, Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, vereadores do Município de Caminha, representantes das associações que vão organizar algumas das atividades anunciadas, e muitos populares que se juntaram para fazer parte da história do Forte da Lagarteira e de Vila Praia de Âncora.

A partir de hoje, o Forte está aberto de terça-feira a domingo, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00. Tal como foi anunciado por Miguel Alves a 3 de maio, aquando da assinatura do protocolo de cooperação com a Autoridade Marítima Nacional, que permite a sua fruição pela população e pelos turistas, o Forte da Lagarteira abriu portas ontem, 1 de junho, com uma exposição, que conta a sua história e as circunstâncias em que foi construído e com a apresentação do programa ‘Vila Praia – Âncora de Emoções’. O presidente da Câmara realiza, assim, mais um sonho de todos os ancorenses acalentado há muitos anos. Recorda-se que o imóvel esteve até agora fechado e sem qualquer utilização sendo agora devolvido à população e ao turismo.

‘Vila Praia – Âncora de Emoções’ é um programa forte e de qualidade que vai colocar Vila Praia de Âncora e o concelho de Caminha nos roteiros turísticos mais apetecíveis.  São mais de 50 atividades culturais, desportivas, religiosas, gastronómicas que Vila Praia de Âncora tem para oferecer a quem cá vive e a quem a visita. O objetivo é fazer de Vila Praia de Âncora um destino turístico de sonho e ao mesmo tempo promover as associações e a economia do concelho. Com este programa, Vila Praia de Âncora tem tudo para oferecer a quem a procura: eventos de qualidade, com destaque para o concerto de Rodrigo Leão ou Camané; praias com bandeira azul; gastronomia e hotelaria de qualidade, equipamentos culturais, desportivos e de lazer, entre outros.

Os eventos são muitos e para todos os gostos e idades. Em junho, destacam-se o concerto de Ricardo Carriço, o I Trail do Vale do Âncora e o XTREM CHALLENGE; em julho, a elevação de Gontinhães com a apresentação do Cancioneiro do Concelho de Caminha; o concerto do Rodrigo Leão; o AMFF in Concert; o Festival Blues Soul; a Aposta Bacalhau; em agosto, o Concerto Antologia Opereta com a Orquestra do Norte, Coro Sinfónico Inês de Castro e Orfeão de Vila Praia de Âncora; Viagens à Terra Nova; Fado Forte com Camané; Âncora Folk; Festival Gastronómico do Espadarte; Festa do Mar e da Sardinha; em setembro, o II Open Internacional de Pesca Desportiva; a Festa em Honra de Nossa Senhora da Bonança com Quim Barreiros e Zé Amaro; a Feira Agrícola e dos Produtos Tradicionais e o VII Grande Trail da Serra d’Arga.

O Forte da Lagarteira foi mandado construir por D. Pedro II no século XVII na sequência das Guerras da Restauração da independência (1640-1668) para o reforço da costa portuguesa perante a ameaça espanhola, integrando-se na linha de defesa estrategicamente colocada nas margens do rio Minho e ao longo da costa atlântica.

De acordo com os registos, o Forte da Lagarteira, de arquitetura militar, “integra-se no grupo de fortes seiscentistas de planta estrelada, de pequenas dimensões e alçado simples. Cruzava fogo com o Forte de Santiago. Denota persistências de formas de caráter medieval, observável no balcão fechado, e sua conciliação com uma conceção planimétrica e militar completamente distinta e de cariz seiscentista”.

O Forte foi classificado como Imóvel de Interesse Público, pelo decreto nº 47 508, DG, 1.ª série, n.º 20 de 24 janeiro 1967.

abertura Forte da Lagarteira (2)

abertura Forte da Lagarteira (3)

abertura Forte da Lagarteira (4)

FAMALICÃO DIVULGA VINHO VERDE

Apresentação da revista “Vinho Verde: História e Património”

O Arquivo Municipal Alberto Sampaio, em Vila Nova de Famalicão, acolhe no próximo dia 9 de Junho, em que se assinala o Dia Internacional dos Arquivos, a apresentação do 2.º volume da revista Vinho Verde: História e Património – History and Heritage (2016), dedicada a Alberto Sampaio.

Cartaz _ 1ª versão

A sessão acontece a partir das 18h30, seguindo-se uma mesa redonda sob o tema “Alberto Sampaio, um viticultor na região dos vinhos verdes”, na qual participam alguns destacados membros da Associação Portuguesa da História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID), também eles autores de artigos publicados no citado volume.

ORA BORA LÁ... AO MOSTEIRO DE TIBÃES!

Visita à iniciativa ´Ora Bora Lá...ao Mosteiro de Tibães´. Amanhã, Quinta-feira, dia 1 de Junho, pelas 15h00, no Mosteiro de Tibães, Braga

O Município de Braga promove a visita de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, à iniciativa ´Ora Bora Lá...ao Mosteiro de Tibães´, que terá lugar amanhã, Quinta-feira, dia 1 de Junho, pelas 15h00, no Mosteiro de Tibães.

O evento ´Ora Bora Lá...ao Mosteiro de Tibães´, integrado nas comemorações do Dia Mundial da Criança, contará com um conjunto diversificado de actividades culturais como o teatro, a música, a dança, jogos ou contos, entre muitas outras actividades, que irão decorrer em vários espaços do Mosteiro.

Nos dias 1 e 2 as actividades são dedicadas principalmente às crianças do Jardim-de-Infância e do 1º Ciclo e a partir da noite de sexta-feira e durante o fim-de-semana de 3 e 4 de Junho, às famílias e ao público em geral. A entrada é livre!