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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA REVELA TÚMULO DE S. MARCOS

‘Braga à Lupa’ revela túmulo de São Marcos. Quarta-feira, 26 de Abril, Igreja do Hospital de S. Marcos

O túmulo de São Marcos vai estar em destaque na próxima sessão do ‘Braga à Lupa’, que se realiza esta Quarta-feira, 26 de Abril, às 21h15, na Igreja de S. Marcos. Organizada pelo Município de Braga, o ‘Braga à Lupa’ é uma iniciativa integrada no programa ‘À Descoberta de Braga’ e desafia os Bracarenses a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade.

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A sessão terá como convidados Eduardo Alves Duarte (Universidade de Lisboa) e Manuela Machado (Santa Casa da Misericórdia de Braga). As inscrições são limitadas, devendo ser feitas através do e-mail cultura@cm-braga.pt.

Há quem diga que é S. Marcos o evangelista. Há quem defenda ser S. João Marcos, discípulo de Cristo e evangelizador com S. Paulo e S. Barnabé, o mesmo que era proprietário da casa onde Cristo celebrou a Última Ceia e onde ocorreu o Pentecostes. Também se diz que os dois são a mesma pessoa. O certo é que existe em Braga, mais propriamente na igreja do Hospital, um túmulo cujos restos mortais são designados como sendo os de S. Marcos.

O túmulo terá sido lugar de grande veneração ao longo da Idade Média, tendo contribuído para o surgimento do topónimo ainda hoje subsistente naquele lugar. A última versão do túmulo é uma preciosa obra de arte, mandada fazer pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles em 1718, e sobre o qual subsistem uma série de questões.

MAFRA JÁ RECUPEROU O PALÁCIO DOS MARQUESES DE PONTE DE LIMA

Situado em Mafra, o Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima é um edifício austero do século XVII, edificado pelo arquiteto régio Diogo Marques Lucas sobre as fundações do castelo gótico romano e o Paço Medieval outrora ali existente.

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O período de maior fulgor desta casa, onde avultava a biblioteca dos Marqueses, os salões de tetos apainelados e a capela, ornamentada por um retábulo realizado pelo escultor Machado de Castro foi a primeira metade do séc. XVIII.

Sempre que viajava para Mafra, nomeadamente para inspecionar as obras de construção do Palácio Nacional de Mafra, era no Palácio do Marquês de Ponte de Lima que o Rei D. João V. O escritor José Saramago faz referência ao local e a estas ocorrências no seu livro “Memorial do Convento”.

Ali ocorreram episódios importantes da nossa História como a “conspiração de Mafra” contra D. João VI; albergou o General Loison durante a ocupação francesa e serviu de hospital improvisado de prevenção contra a peste bubónica.

O Palácio do Marquês de Ponte de Lima inclui ainda a chamada “Cerca do Marquêz” que constitui actualmente o Parque Desportivo Ministro dos Santos e que possuia outrora uma área mais vasta que foi entretanto ocupada com a construção da ETAR e de vários estabelecimentos de ensino no local. A “Cerca do Marquêz” dispunha de uma extensa área de bosque que incluia ermitérios, estátuas, lagos, fontes e tanques, uma casa de fresco e duas capelas, cujo interior era ornamentado por retábulos saídos das mãos dos célebres escultores de Mafra.

A revista “O Anunciador das Feiras Novas” que se edita anualmente em Ponte de Lima, tem vindo a publicar uma série de artigos acerca dos marqueses de Ponte de Lima e do seu palácio em Mafra.

Fotos: Manuel Santos

 

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“BRAGA QUIZ” TESTA CONHECIMENTOS SOBRE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA CIDADE

Jogo disponível para venda no gnration

Testar os conhecimentos sobre a História, Cultura, Arquitectura, Tradições e Património do Concelho de Braga é o objectivo do ‘Braga Quiz’, um jogo criado pela Fundação Bracara Augusta e o Município de Braga no âmbito da Capital Ibero-Americana da Juventude Braga 2016.

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O jogo apresenta 208 perguntas contidas em 52 cartas e pode ser jogado entre amigos, em família e nas escolas,proporcionando momentos únicos de convívio e de partilha de conhecimento.

Para a presidente da Fundação Bracara Augusta, Sameiro Araújo, este é um projecto que vai ao encontro dos objectivos da fundação, nomeadamente o de contribuir para um maior conhecimento da história e cultura da Cidade entre os mais jovens. “ A vertente pedagógica do ‘Braga Quiz’ ajuda ‘pequenos e graúdos’ a aumentar o interesse por Braga, uma Cidade riquíssima do ponto de vista histórico e patrimonial que é muitas vezes desconhecido”, sustenta Sameiro Araújo.

O jogo tem um custo de 4.99 euros, estando disponível para venda no edifício do gnration. O produto poderá ser também encontrado em lojas de souvenirs, livrarias e outros espaços comerciais aderentes. Todas as informações sobre o jogo e o seu processo de revenda poderão ser obtidas no gnration.

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ARCUENSES SAEM DA CASCA E VISITAM PAÇO DA GIELA

Primeira edição do "Sai da Casca" e vem ao Paço foi um sucesso!

Nos dias 14 e 15 de Abril, mais de 600 pessoas "Saíram da Casca" e vieram divertir-se no Paço de Giela.

Foram pensadas, especialmente para estes dias, um conjunto de atividades com fortes conteúdos históricos, dirigidas a pequenos e a graúdos. Desde pinturas faciais, esculturas de balões, caças ao ovo escondido, até aos jogos do tempo dos nossos avós, não faltou animação e brincadeira para todos.

Apostando também no lema que caracteriza o nosso concelho, “ARCOS DE VALDEVEZ ONDE PORTUGAL SE FEZ”, tivemos um conjunto de azulejos para recriar este episódio histórico ocorrido em 1141, decisivo na fundação da nacionalidade.

Esta foi mais uma atividade organizada pelo Paço de Giela, direcionada para as famílias, que se revelou uma aposta ganha, e que atraiu visitantes um pouco de todo o lado, incluindo muito público espanhol.

Durante estes dias o Paço de Giela ganhou uma outra vida e animação e foi o local de eleição para quem se quis divertir e desfrutar de momentos em família.

ARCOS DE VALDEVEZ COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

O Paço de Giela associa-se, mais uma vez, às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, criado pelo ICOMOS a 18 de abril de 1982 e aprovado pela UNESCO no ano seguinte.

Esta comemoração tem como objetivo sensibilizar o público para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para o esforço envolvido na sua proteção e conservação.

Para assinalar esta data, o Paço de Giela oferece a possibilidade de visitar gratuitamente o monumento, nos dias 22 e 23 de abril.

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GUIMARÃES DIVULGA PATRIMÓNIO CLASSIFICADO

Câmara de Municipal de Guimarães apresenta esta terça-feira roteiro do património classificado

Chama-se “Guimarães Cidade de Património” e é apresentado em dia simbólico. Documento cultural é o primeiro de uma série de partilhas públicas que serão efetuadas.

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A Câmara Municipal de Guimarães vai apresentar, em conferência de imprensa, o roteiro do património classificado do concelho “Guimarães Cidade de Património”, esta terça-feira, 18 de abril, às 11 horas, justamente no Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.

Da vontade de fazer chegar a todos a divulgação do riquíssimo património do concelho de Guimarães, e desta forma convidar residentes e visitantes a conhecê-lo melhor, surge a publicação “Guimarães Cidade de Património”, um roteiro dedicado ao património classificado do concelho e que será a primeira de uma série de partilhas públicas da diversidade da paisagem cultural vimaranense.

Divididos em diferentes categorias (monumentos, conjuntos ou sítios) e de acordo com o seu grau de importância, aos bens imóveis são atribuídas diferentes categorias de classificação: interesse nacional, interesse público e interesse municipal. A estas, corresponderá respetivamente a designação de monumento nacional, monumento de interesse público ou imóvel de interesse municipal.

ALDEIA DE SISTELO VALORIZA PATRIMÓNIO AMBIENTAL

Estudo de Enquadramento na aldeia de Sistelo promove e valoriza património cultural e ambiental

Sistelo, uma das 43 aldeias escolhidas pelo júri do concurso “7 Maravilhas de Portugal- Aldeias” e concorrente numa das sete categorias, a de Aldeia Rural, sendo a única a representar o Norte de Portugal; e reconhecida recentemente como Paisagem Cultural, pelo Ministério da Cultura, reúne as condições necessárias para vir a concorrer a apoios comunitários no âmbito da CONSERVAÇÃO,RECUPERAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO ARQUITETÓNICO E AMBIENTAL.

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Neste sentido a Câmara Municipal aprovou a realização de um estudo de enquadramento que tem por objetivo a recuperação, valorização e divulgação do património cultural e ambiental na área referida, com vista à sua preservação e sustentabilidade, e simultaneamente ao fomento do Ecoturismo, pedagógico, benéfico para o ambiente e para a economia local, baseado na observação e contemplação da natureza e no conhecimento das culturas tradicionais, pertencentes à comunidade local e com um carácter diferenciador, pela proximidade e integração na realidade cultural, social e económica destas comunidades.

O trabalho será desenvolvido e coordenado de uma forma integrada abrangendo o território e o edificado, nomeadamente, será feito o enquadramento da área objeto de intervenção; a definição de um percurso principal; e a identificação de estruturas edificadas e espaços de domínio público, incluindo, naturalmente, construções particulares mais relevantes. As áreas patrimoniais a considerar, serão informadas com base no estudo e conhecimento dos seguintes aspetos: património arquitetónico, etnográfico e histórico; património ambiental e dinâmica social.

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BRAGA REABILITA CAPELA DE SÃO MIGUEL-O-ANJO

Obras de reabilitação revertem degradação prolongada

Capela de São Miguel-o-Anjo pronta para servir a comunidade

Após um longo período de degradação, a capela de São Miguel-o-Anjo, em Braga, apresenta-se agora renovada e pronta para servir a comunidade. A inauguração das obras de reabilitação decorreu esta Terça-feira, 11 de Abril, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que elogiou o esforço conjunto de toda a comunidade para que esta intervenção fosse possível.

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“Este é um momento de particular satisfação para a Câmara e para todos os Bracarenses. Trata-se do renascimento de um património de altíssimo relevo histórico e monumental da Cidade e a sua recuperação representa o esforço de toda a Comunidade”, referiu o Autarca durante a cerimónia de inauguração que foi presidida pelo Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

O valor global da intervenção foi superior a 140 mil euros, tendo sido efectuada uma candidatura a financiamento por parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). Dessa candidatura resultou um apoio superior a 41 mil euros, sendo que o restante valor foi suportado por donativos ao longo de 20 anos.

Como explicou Ricardo Rio, o Município de Braga tem desenvolvido várias diligências para que intervenções desta natureza aconteçam um pouco por todo o Concelho. “O esforço materializado nesta recuperação é uma demonstração do que temos procurado realizar em várias outras circunstâncias”, referiu o Edil, defendendo que “é nesta aliança entre os cidadãos e as instituições públicas locais e nacionais que projectos como este podem e devem ser concretizados para que o legado patrimonial chegue às gerações vindouras em melhores condições do que o recebemos”.

Um templo pouco conhecido pelos Bracarenses, a capela de São Miguel-o-Anjo localiza-se na freguesia de Maximinos, muito próxima da estação da CP. Inicialmente construída entre as Carvalheiras e o Campo das Hortas, a capela foi desmantelada no último quartel do século XIX, tendo sido transferida para o actual local, juntamente com os retábulos da autoria de André Soares. Esta capela era o local onde tradicionalmente os Arcebispos se paramentavam para fazer a sua entrada solene na Sé de Braga.

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BRACARENSES CAMINHAM PELA PRESERVAÇÃO DO SANTUÁRIO DO SAMEIRO

Caminhada ‘Todos pelo Sameiro´ ajuda na preservação do Santuário. Iniciativa realiza-se dia 30 de Abril

Angariar verbas para ajudar a preservar o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro é o objectivo da caminhada que se realizará no próximo dia 30 de Abril, em Braga. Organizada pela Confraria do Sameiro com o apoio do Município de Braga, a iniciativa ‘Todos pelo Sameiro’, que vai já na sua terceira edição, proporcionará a todos os participantes a oportunidade de visitar o zimbório da basílica do Sameiro.

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Na apresentação da caminhada, que decorreu esta Sexta-feira, 7 de Abril, junto à basílica, a vereadora do Desporto e Juventude, Sameiro Araújo, realçou a importância da iniciativa que, a par do cariz solidário, constitui-se como “mais uma oportunidade para as pessoas praticarem desporto”. “O Sameiro é de todos e todos têm de contribuir neste trabalho de preservação deste que é um dos mais importantes santuários do país”, salientou a vereadora.

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Sameiro Araújo apelou ainda à participação dos Bracarenses, sublinhando o papel decisivo que os presidentes de Junta e os párocos podem ter na divulgação da iniciativa. “É preciso ter consciência que, enquanto comunidade, temos um papel a cumprir na preservação dos nossos monumentos. Quanto mais pessoas estiverem presentes, mais força terá esta causa e quem fica a ganhar são o Sameiro e todos os que dele usufruem”, assinalou.

Já o presidente da Confraria do Sameiro, Cónego José Paulo Abreu, referiu que a preservação do santuário é um trabalho contínuo que necessita do contributo de todos. “Queremos terminar a pintura interior da basílica, mas temos já três obras que gostaríamos de avançar, nomeadamente a requalificação da avenida principal e a reconstrução da primitiva imagem da Senhora do Sameiro”, avançou aquele responsável, lembrando que o Posto de Turismo/Informação será criado dentro em breve.

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A caminhada inicia-se pelas 10h00 no Complexo Desportivo da Rodovia, sendo antecedida por momentos de animação. Após a chegada ao Sameiro, prevista para as 11h30, os participantes poderão fazer o peddy paper e visitar o zimbório.

As inscrições têm um custo de cinco euros e podem ser feitas na Casa das Estampas do Sameiro, no Museu Pio XI e nos Serviços Centrais da Arquidiocese de Braga, na rua de S. Domingos. As inscrições também poderão ser feitas no próprio dia da caminhada, sendo contudo aconselhável a inscrição prévia para facilitar toda a logística necessária para a caminhada. Os participantes receberão um kit que inclui água, uma t-shirt e a documentação necessária para efectuar o peddy paper.

No final, os Transportes Urbanos de Braga irão assegurar o transporte de regresso à Cidade.

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PONTE DE LIMA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. 18 de Abril – Visita Guiada ao Centro Histórico de Ponte de Lima e seus Monumentos

O Município de Ponte de Lima promove, no próximo dia 18 de abril, uma visita guiada pelo seu antiquíssimo Centro Histórico e monumentos associados. Trata-se de uma iniciativa no âmbito da celebração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS), criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS), organização não-governamental associada à UNESCO e que tem como missão a conservação, proteção e valorização dos monumentos, centros urbanos e sítios.

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Neste ano de 2017 o tema proposto pelo ICOMOS Internacional é o Património Cultural e Turismo Sustentável, que tem vindo a ser divulgado pela Direção-Geral do Património Cultural.

Ponte de Lima associa-se a um extenso rol de atividades previstas para esse dia, em todo o mundo e no país, com uma visita ao Centro Histórico, oportunidade para dar a conhecer os seus espaços e monumentos mais significativos.

A Atividade, com participação livre dos interessados, terá início às 10h, junto da Torre da Cadeia. Venha conhecer Ponte de Lima.

UNIÃO EUROPEIA DISTINGUE GUIMARÃES COM PRÉMIO DO PATRIMÓNIO

Programa coordenado em Guimarães recebe o mais importante prémio europeu do património

Mestrado em Análise Estrutural de Monumentos e Construções Históricas conquista prémio da União Europeia para o Património Cultural / Prémio Europa Nostra 2017. Júris constituídos por peritos independentes analisaram um total de 202 candidaturas, apresentadas por organizações e indivíduos de 39 países de toda a Europa.

O Mestrado em Análise Estrutural de Monumentos e Construções Históricas, programa europeu coordenado em Guimarães, é um dos dois vencedores portugueses deste ano do Prémio da União Europeia para o Património Cultural / Prémios Europa Nostra, o mais importante prémio europeu no domínio do património. O anúncio foi feito esta quarta-feira, 05 de abril, pela Comissão Europeia e a Europa Nostra, que distinguiu também a reabilitação da Igreja e Torre dos Clérigos no Porto.

Entre os premiados, Guimarães oferece um programa de mestrado de um ano organizado conjuntamente por universidades parceiras de quatro países: Universidade do Minho (Portugal), Universidade Técnica Checa em Praga (República Checa), Universidade Politécnica da Catalunha / Barcelona Tech (Espanha) e Universidade de Pádua (Itália). O mestrado envolve ainda o Instituto de Mecânica Teórica e Aplicada da Academia Checa de Ciências como parceiro associado.

Iniciado em 2007, participaram, até agora, 300 estudantes, que completaram a sua parte escolar num país e a sua dissertação num outro, devido a financiamento atribuído pelo Erasmus+. Para além do seu significado a nível europeu, o programa tem um impressionante alcance global, com alunos provenientes de 62 países de todo o mundo. O projeto permite que os estudantes observem os sistemas estruturais em contextos culturais diferentes, encorajando-os a criar e a desenvolver os seus conhecimentos com uma perspetiva internacional.

«Este programa avançado, baseado nos princípios científicos da engenharia, conservação e restauro, e arquitetura, permite uma melhor compreensão dos sistemas construtivos, o que por sua vez ajuda a prolongar a sua existência», destacou o júri, considerando que a formação cria os «conhecimentos especializados necessários para promover a proteção do nosso património cultural construído, uma área de nicho cada vez mais importante», realça ainda o júri.

Distinção entregue em maio

Os vencedores serão celebrados durante um evento que contará com a participação do Comissário da UE Tibor Navracsics e do Maestro Plácido Domingo, também Presidente da Europa Nostra, no final da tarde de 15 de maio na Igreja de São Miguel em Turku. A cerimónia dos Prémios Europeus do Património reunirá cerca de 1.200 pessoas, incluindo profissionais do património, voluntários e apoiantes de toda a Europa, bem como representantes de alto nível das instituições da UE, do país de acolhimento e de outros Estados-Membros.

Os vencedores também apresentarão as suas iniciativas exemplares durante a Feira de Excelência, no dia 14 de maio, na Sala Sigyn do Conservatório de Música de Turku, e participarão em vários eventos no Congresso do Património Europeu em Turku (11-15 de Maio). Organizado pela Europa Nostra, o Congresso proporcionará uma plataforma inspiradora para debater os últimos desenvolvimentos europeus relacionados com o património, com especial destaque para o Ano Europeu do Património Cultural 2018. As candidaturas para a edição do próximo ano podem ser submetidas de 15 de maio a 01 de outubro de 2017, através do sítio da internet dedicado aos Prémios.

MUNICIPIO DE MONÇÃO APOIA REQUALIFICAÇÃO DO PATRIMÓNIO RELIGIOSO

Dando seguimento à valorização do património religioso no concelho, a Câmara Municipal de Monção acaba de apoiar a requalificação do adro da Igreja Paroquial de Tangil. O investimento, avaliado em 58.567,48 €, será suportado, em partes iguais, pela autarquia monçanense e Secretaria de Estado das Autarquias Locais.

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O respetivo protocolo de colaboração, presidido pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, foi celebrado no passado dia 29 de março, quarta-feira, ao final da tarde, no Centro Cultural do Vale do Mouro. Antes decorreu uma visita ao local de intervenção, espaço exterior da Igreja Paroquial de Tangil.

Perante uma assistência numerosa, reveladora da importância local desta intervenção, o Padre Joel Rodrigues mostrou-se satisfeito com a presente requalificação. Referiu: “Agradeço ao povo de Tangil a generosidade manifestada nas obras da Paróquia e às pessoas com responsabilidades, que Deus colocou no nosso caminho, o apoio dado às nossas necessidades e aspirações”.  

Lembrando o apoio do município às 24 freguesias do concelho, que dispõem de 1,5 milhões de euros para investir no presente ano, Augusto de Oliveira Domingues centrou-se no apoio municipal dado à requalificação do património religioso, sustentando que este género de investimentos é fundamental para a recuperação urbanística e valorização turística das nossas aldeias.

“Quando fomos confrontados com a necessidade de apoiar este investimento em metade do seu valor, não hesitamos um minuto. Estamos cientes da relevância destas intervenções para as populações locais e, como tal, demos o nosso aval para a sua concretização” sublinhou.

No fecho da cerimónia, o Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, surpreendido por ver tanta gente na plateia, referiu que a beneficiação do adro da igreja apenas foi possível porque houve total disponibilidade da autarquia local para comparticipar metade do investimento.

“A parceria funcionou à primeira” confirmou Carlos Miguel, permitindo “valorizar um património propriedade da igreja que é utilizado por todas as pessoas e que identifica a freguesia”. Adiantou: “sendo convidado, terei todo o gosto em voltar a Tangil no dia da inauguração”.

O protocolo de colaboração foi assinado entre a Direção Geral das Autarquias Locais, representada por Alexandra Ramalhinho, a Comissão de Coordenação da Região Norte, representada por Ricardo Magalhães, e a Fábrica da Igreja Paroquial do Divino Salvador de Tangil, Padre Joel Rodrigues.

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FAMALICÃO REQUALIFICA ADRO DA IGREJA DE S. MIGUEL DE SEIDE

Requalificação do adro da igreja de Seide S. Miguel dignifica conjunto camiliano envolvente. Paulo Cunha dedicou tarde de domingo a uma visita à União das Freguesias de Seide

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, dedicou a tarde, deste domingo, a uma visita de trabalho à União das Freguesias de Seide S. Miguel e Seide S. Paio. A jornada embelezada pelo calor da Primavera ficou também marcada pelo calor humano, tendo juntado mais de uma centena de pessoas. O autarca começou por inaugurar as obras de reabilitação do adro da igreja paroquial de Seide S. Miguel, que vieram valorizar o conjunto camiliano envolvente.

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“Com esta intervenção, valorizamos e dignificamos este conjunto camiliano da autoria do mestre Siza Vieira, constituído pelo Centro de Estudos Camilianos, a Junta de Freguesia e o Largo envolvente, e ainda pela Casa Museu do romancista”, assinalou Paulo Cunha, acrescentando que este centro “ficou mais harmonioso e com maior qualidade”.

De resto, para “este centro é um exemplo daquilo que queremos para o concelho, queremos criar condições para que as pessoas gostem dos espaços onde vivem e para que tenham uma centralidade em cada uma das  suas comunidades”.

Esta obra resultou de “uma grande entreajuda local, com contactos com as instituições e com a comunidade”, destacou, referindo que “é esta união de esforços que nos permite ir mais longe”.

Visivelmente satisfeito com a obra, Paulo Cunha salientou a “vontade de, em colaboração com a Junta de Freguesia, continuarmos a trabalhar por esta comunidade. É uma comunidade bem servida, mas sabemos que ainda há muito a fazer”, sublinhou.

Depois da inauguração das obras que tiveram um investimento de cerca de oito mil euros, Paulo Cunha visitou um  “castelo” de madeira, fruto do projeto de empreendedorismo das crianças do Jardim de Infância. Participou ainda na apresentação pública do novo autocarro da freguesia. E foi à boleia do autocarro que percorreu a Avenida Nova, em Seide S. Paio, que está a ser alvo de uma intervenção de requalificação.

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PAÇO DA GIELA É ATRACÇÃO TURÍSTICA DO ALTO MINHO

Paço de Giela recebe mais de 1000 visitantes no mês de Março

O mês de Março ainda não terminou e, no Paço de Giela já são mais de 1000 os visitantes no interior do monumento. Para estes números contribuíram turistas de nacionalidades diversas, desde portugueses, holandeses, espanhóis a americanos, brasileiros e franceses, assim como visitas coletivas de grupos organizados de várias regiões do país e associações concelhias.

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O Paço de Giela, monumento nacional com características únicas, atravessando o tempo desde o século XI, é atualmente um verdadeiro espaço de cultura, história, homenagem à memória coletiva e aos alvores da nacionalidade, que se vem consolidando como ex-libris concelhio, sendo cada vez mais solicitado para visitas.

Neste espaço realizam-se periodicamente espetáculos musicais, programas de férias para crianças, workshops, oficinas temáticas para famílias, a Recriação do Recontro de Valdevez, a comemoração do Haloween e bailes de Carnaval, visitas guiadas, apresentações de livros, entre outras.

Venha ao Paço de Giela!

Venha a Arcos de Valdevez Onde Portugal se fez!

Próximas atividades  - ABRIL E MAIO

ABRIL

5 e 6. ABR.  / 14H00 - 17H30 AVENTURAS DE PÁSCOA

9.ABR. DOM. / TRAIL CARLOS SÁ (passagem pela zona envolvente do Paço)

12 e 13. ABR.  / 14H00 - 17H30 AVENTURAS DE PÁSCOA

14 e 15. ABR.  / 10H30 – 12H30 / 14H30 - 17H30  “SAI DA CASCA” E VEM AO PAÇO

Pinturas faciais e esculturas com balões para crianças

Caça ao Ovo

Jogos de ontem para hoje

jogo do arco

jogo da malha

corrida do saco

pintura de azulejos (recriação do painel do recontro de valdevez)

22 e 23. ABR. SÁB. E DOM.  / TODO O DIA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

TEMA: "Desporto, Património Comum"

Visitas guiadas com entrada gratuita

  1. ABR. SÁB. / 16H00 APRESENTAÇÃO DE LIVRO

“Ameaça de um Anjo” de Patrícia Ferreira

VISITAS ESCOLARES: DE 20 DE ABRIL A 2 DE MAIO (Agrupamento de escolas de Valdevez e escolas de outros concelhos)

MAIO

  1. MAI. SÁB. / 15H00 PAÇO EM FAMÍLIA

OFICINA TEMÁTICA: HISTÓRIAS DO PAÇO

“O foto-livro: histórias do Paço de Giela”

FAMALICÃO REQUALIFICA ADRO DA IGREJA DE SEIDE S. MIGUEL

Paulo Cunha inaugura obras de requalificação do adro da igreja de Seide S. Miguel. Cerimónia realiza-se domingo, dia 2 de abril, pelas 16h00

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, inaugura domingo, dia 2 de abril, pelas 16h00, as obras de requalificação do adro da igreja de Seide S. Miguel. As obras da responsabilidade da Junta de Freguesia tiveram um investimento de cerca de oito mil euros.

Para além da cerimónia de inauguração, Paulo Cunha vai efetuar uma visita de trabalho à freguesia com o seguinte programa:

- Inauguração da requalificação do adro da Igreja de S. Miguel de Seide;

- Apresentação e Inauguração do “castelo” de madeira, fruto do projeto de empreendedorismo das crianças do Jardim de Infância

- Apresentação pública do novo autocarro da freguesia

- Visita à requalificação da Avenida Nova, em Seide S. paio (Estas obras contam com um apoio financeiro municipal de 40 mil euros.)

TERRAS DE BOURO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Inscrições para as Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

No âmbito das Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, cuja temática é "Património Cultural e Turismo Sustentável", o Município de Terras de Bouro promoverá, no dia 18 de abril, visitas gratuitas ao Núcleo Museológico de Campo do Gerês, com a disponibilidade de 2 visitas guiadas em períodos diferentes, nomeadamente:

1.ª Visita guiada: 11h00

2.ª Visita guiada: 15h30.

 As inscrições para as visitas guiadas terão de ser efetuadas até ao dia 13 de abril através dos contactos:

Telf.: 253 351 888

Email: museudevilarinhodafurna@gmail.com

museu@cm-terrasdebouro.pt

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CENTRO HISTÓRICO DE MELGAÇO VAI COBRIR-SE DE AZÁLEAS JAPÓNICAS

No âmbito do Dia Nacional dos Centros Históricos

Melgaço assinala amanhã o Dia Nacional dos Centros Históricos oferecendo uma Azálea Japónica aos moradores do Centro Histórico. A iniciativa será dinamizada porta a porta e vai dinamizar e sensibilizar para a preservação e valorização do Centro Histórico. O momento está marcado para as 09h30, junto à Igreja Matriz.

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Uma Azálea Japónica porquê? Porque se trata de uma planta de grande durabilidade e o Centro Histórico melgacense tem as condições ideias para o seu habitat: a flor requer um determinado requisito de frio, locais soalheiros e com sombra ligeira. Por entre as ruelas estreitas do centro histórico da Vila de Melgaço, encontram-se encantos singulares, carregados de cultura e simbolismo que ficarão mais coloridos com esta flor: o Castelo de Melgaço, a Torre de Menagem e o seu Núcleo Museológico; o Solar do Alvarinho; a Igreja Matriz; a Igreja da Misericórdia e o Museu do Cinema Jean Loup Passek. De realçar ainda a estátua Inês Negra (uma homenagem à Mulher que ‘libertou’ Melgaço durante a guerra contra Castela) à entrada das muralhas do Castelo, Monumento Nacional desde 1926.

A saber…

O Dia Nacional dos Centros Históricos comemora-se anualmente a 28 de março, data do nascimento de Alexandre Herculano, seu patrono. Foi formalmente criado em 1993, sendo rapidamente adotado pela maioria das autarquias portuguesas com centro histórico com o propósito de promoverem todas as atividades com vista à defesa, salvaguarda, conservação, recuperação, reabilitação, revitalização e animação dos centros históricos dos aglomerados urbanos, através de uma estreita colaboração, embora sem fins lucrativos, dos municípios portugueses, zonas essas carecidas de proteção, como valores culturais que são da maior importância nacional e de indiscutível interesse público e, principalmente, como contributo para o progresso e bem-estar das populações que deles desfrutam e usufruem.

Este ano, é a vez de Tomar receber as cerimónias oficiais e em 2018 será a cidade do Machico, na ilha da Madeira.

MONÇÃO: GOVERNO APROVA CANDIDATURA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA A MERUFE

O presente investimento consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e reservatório em Santo André, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro. Com esta empreitada, o concelho de Monção fica coberto em termos de abastecimento de água. Motivo de grande satisfação para Augusto de Oliveira Domingues que aponta novo objetivo: “Com o ciclo da água fechado, viramo-nos para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

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No âmbito do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), o governo português aprovou a candidatura de abastecimento de água à freguesia de Merufe apresentada pela Câmara Municipal de Monção. O investimento ilegível é de 944.546,67 €, sendo a taxa de comparticipação comunitária de 85%.

A presente operação consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e novo reservatório em Santo André, abrangendo os lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias, Pereiras, Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real.

Os lugares abrangidos nesta candidatura correspondem à zona baixa de Merufe que ainda não se encontra servida pela rede de abastecimento de água ao domicílio, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro através de duas redes de distribuição com reservatórios em Merim e Santo André.

O reservatório de Merim, já existente, vai abastecer as populações dos lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias e Pereiras numa extensão total de 14,199 metros, fornecendo água, através de condutas adutoras a construir, ao futuro reservatório de Santo André.

Este servirá diretamente os lugares de Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real ao longo de uma rede com a extensão de 18.380 metros. As condutas adutoras serão instaladas sob caminhos e estradas existentes, partilhando em grande parte do trajeto da mesma vala que as redes de distribuição.

“Uma obra fundamental para a elevação da qualidade de vida das populações dos lugares abrangidos” afirma o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, satisfeito com o facto de “o concelho de Monção ficar coberto em termos de abastecimento de água ao domicílio”. “Fechamos o ciclo da água e agora o nosso objetivo vira-se para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

A propósito, refira-se que o governo português aprovou recentemente o financiamento das candidaturas apresentadas pela autarquia monçanense para o saneamento básico em Mazedo, Cambeses, Longos Vales, Troviscoso e Troporiz. O investimento consiste na construção de infraestruturas de saneamento de águas residuais, incluindo a rede de drenagem de saneamento residual, estações e condutas elevatórias.

VIZELA DÁ A CONHECER O PATRIMÓNIO

6 de Abril: “Visita pelo Património Cultural de Vizela”

Inserida nas comemorações do 19.º aniversário do Município de Vizela, a Câmara Municipal promove mais uma “Visita pelo Património Cultural de Vizela”.

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A visita terá lugar no dia 6 de abril, sendo que as inscrições devem ser feitas até ao dia 30 de março,presencialmente no edifício sede do Município de Vizela, sito na Praça do Município, ou por telefone: 253 489 640, por e-mail: cultura@cm-vizela.pt ou através do site:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSegTe9bKvu9N-bm_osCm40nFFpj1NQAaeq7xGWlDMa1saddQg/viewform

A visita terá um número limite de 25 participantes, sendo registados por ordem de marcação.

A visita será acompanhada por um técnico do Setor de Turismo da Câmara Municipal de Vizela, sendo também disponibilizado, gratuitamente, o transporte para a realização da visita.

Visita pelo Património Cultural de Vizela

06 de abril

14h30 – Jardim Manuel Faria e Praça da República (União das Freguesias de S. Miguel e S. João);

14h50 – Capela de Santa Ana e sítio do Monte de Alijó (Infias);

15h10 – Santuário de S. Bento das Peras (S. Miguel/Tagilde);

15h50 – Igreja de Tagilde e Padrão do Tratado de Tagilde (União das Freguesias de S. Paio e Tagilde);

16h10 – Capela e sítio de Nossa Senhora da Tocha (Santo Adrião);

16h30 – Centro Etnográfico do Grupo Folclórico de Santa Eulália (Santa Eulália);

Término às 16h45 no Parque das Termas de Vizela.

TERRAS DE BOURO ORGANIZA EXPOSIÇÃO SOBRE ALDEIAS HISTÓRICAS DE PORTUGAL

Museu dos Terceiros Organiza Viagem: Aldeias e Vilas Históricas da Beira Baixa e Alto Alentejo

Integrado na já habitual Viagem Cultural, O Museu dos Terceiros promove este ano uma visita a algumas das mais singulares e representativas aldeias e vilas históricas da Beira Baixa e do Alto Alentejo. Trata-se de uma excelente oportunidade para admirar alguns pequenos núcleos urbanos raianos, ricos em património construído, sabiamente integrados na paisagem circundante. A viagem ocorrerá a 20 e 21 de maio de 2017 e será comissariada e acompanhada pelo Diretor do Museu, Prof. Carlos A. Brochado de Almeida.

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O dia 21, sábado, será preenchido com a deslocação a Idanha-a-Velha, outrora cidade romana, mais tarde episcopal visigoda, hoje um museu ao ar livre, com inúmeras ruinas, um notável acervo de lápides funerárias e uma basílica catedral que é um dos templos cristãos mais antigos de toda a Península Ibérica.

Segue-se Monsanto, batizada nos anos Trinta como a “aldeia mais portuguesa de Portugal”, alcandorada, com o seu castelo, no cimo do monte, com o casario entre os penedos. Ao fim do dia, já em território espanhol, sobre o rio Tejo, poderemos contemplar a ponte romana de Alcântara, admirável peça de engenharia erguida a mando do imperador Trajano.

No dia 22, domingo, já no Alto Alentejo, a viagem prosseguirá por duas importantes localidades da região: Marvão, com o seu castelo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, e Castelo de Vide, vila que preserva como poucas o seu sabor medieval, com as suas ruas, edifícios, bairro judeu e sinagoga.

As inscrições, a efetuar na receção do Museu dos Terceiros, têm como prazo limite o dia 21 de abril de 2017. Para mais informações, contactar:

Museu dos Terceiros

Av. 5 de Outubro

Ponte de Lima

Tel.: 258 240 220

Email: mute.geral@museuspontedelima.com

MUNICÍPIO DE BRAGA DÁ A CONHECER A CAPELA IMACULADA

Programa ‘Conhecer para melhor promover’ juntou agentes turísticos do Concelho

O Município de Braga realizou mais uma sessão do programa ‘Conhecer para melhor promover’, uma iniciativa dirigida aos profissionais e empresários de Turismo do Concelho com o objectivo de reforçar o conhecimento da Cidade, do seu património e demais activos de interesse turístico.

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Nesta sessão, o programa deu a conhecer a Capela Imaculada, integrada no Seminário de Nossa Senhora da Conceição, em Braga. Trata-se de um espaço que proporciona uma experiência única a quem o visita e que se assume como um dos expoentes máximos da arquitectura contemporânea. Construída na década de 1940, a Capela foi alvo de uma intervenção de remodelação e readaptação do espaço, tendo sido concluída no final de 2015.

Durante a visita guiada, onde foi possível conhecer toda a história da Capela Imaculada, os espaços litúrgicos e os vários elementos artísticos, o padre Joaquim Félix, referiu que actualmente “Braga possui um património religioso contemporâneo ao nível do melhor que existe no Mundo”.

Segundo o professor de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, as intervenções nos espaços litúrgicos devem compreender e respeitar o ambiente já existente, ao mesmo tempo que constroem pontes entre os espaços religiosos e a Arte. “Hoje é fundamental construir pontes entre a Igreja, a Arte, os artistas e todos aqueles que podem encontrar-se com o melhor de si mesmos”, sublinhou.

A Capela Imaculada apresenta, no início do templo, uma construção em madeira, que remete para a ideia de uma floresta, e que se transforma na ‘Capela Cheia de Graça’, um oratório que tem a sustentar o altar, um pilar de pedra da Região com quase cinco toneladas.

“Na base do pilar está uma orelha que assinala a dimensão da escuta que o ambiente de reflexão”, explicou Joaquim Félix.

No centro da Capela, está instalada a representação da ‘Nossa Senhora da Humildade’, uma obra de arte que tem surpreendido muitas pessoas e as desafia para um trabalho de sensibilidade e devoção e para outra maneira de participação litúrgica e quegera no espaço “um ambiente de cenáculo”. O altar é uma pedra flutuante sobre água.

Segundo António Barroso, do Gabinete de Apoio à Presidência da Câmara Municipal, o programa ‘Conhecer para Melhor Promover” tem contribuído para “reforçar a notoriedade e a promoção da História e Cultura de Braga”.

Segundo o responsável, estas visitas contribuem para “aprofundar o conhecimento sobre os múltiplos espaços de interesse de Braga, e proporcionar momentos importantes de networking entre os vários empresários e colaboradores, passando também por um estreitar do relacionamento com os responsáveis pelos espaços visitáveis no sentido de, posteriormente, articularem visitas e pacotes a oferecer a quem nos visita”.

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FORTIM DA ATALAIA EM CERVEIRA É PATRIMÓNIO DE INTERESSE PÚBLICO

Aprovada classificação do Fortim da Atalaia como Imóvel de Interesse Público

Ao final de 38 anos, o processo de classificação do Fortim da Atalaia como Imóvel de Interesse Público (IIP) está a dar os últimos passos. O Ministério da Cultura acaba de emitir um parecer favorável ao projeto, reconhecendo definitivamente o enorme valor patrimonial daquela estrutura localizada no Alto de Lourido, na União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe. Projeto de Decisão vai ser colocado em Consulta Pública durante 30 dias, após publicação em Diário da República.

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Em 1979, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira deu início ao processo de classificação da Atalaia, tendo mesmo nessa altura saído em Diário da República. Contudo, até à passada semana, o processo encontrava-se definido como “em vias de classificação”. Após 38 anos, a autarquia cerveirense recebeu luz verde do Ministério da Cultura, para se avançar com a finalização do processo de classificação como Imóvel de Interesse Público a totalidade da Atalaia, incluindo a torre, os fosso e estruturas complementares.

Para o autarca cerveirense, Fernando Nogueira, “a conclusão deste processo é uma valiosa notícia para Cerveira e para os cerveirenses, constituindo-se como uma das formas de conseguir avançar com uma preservação e valorizarão digna e efetiva da Atalaia como merece. Para além de ficar legalmente protegida, abrem-se janelas de oportunidade para recorrer a fontes de financiamento para sua reabilitação”.

RENOVADA IGREJA MATRIZ ORGULHA FAMALICENSES

Obras de restauro foram inauguradas este domingo numa cerimónia que contou com a presença de largas centenas de pessoas

De cara lavada, mas sem perder os traços e as memórias que fizeram deste espaço centenário um dos corações fortes da cidade de Vila Nova de Famalicão.

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Foi desta forma que a renovada Igreja Matriz reabriu ontem portas à comunidade, depois de um conjunto de obras de restauro e de recuperação que começaram no início de 2015 e que implicaram um investimento total de 780 mil euros.

A cerimónia de inauguração das obras decorreu sob o olhar curioso e expectante de largas centenas de pessoas, tendo contado com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, entre outras personalidades da vida civil famalicense.

No final de uma cerimónia carregada de simbolismo, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, referiu que "esta intervenção valorizou o espaço citadino e voltou a dar condições para que a Igreja Matriz retome o papel de centralidade que tem na cidade".

O edil elogiou ainda a "audácia e a coragem" de todos quantos se esforçaram para que a obra se concretizasse, referindo-se particularmente ao movimento cívico "Eu Sou Matriz" que mobilizou a comunidade famalicense na angariação de fundos, conseguindo obter mais de 100 mil euros.

Já o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, confessou ter vivido este domingo em Famalicão uma tarde de grande alegria. "É um momento de grande jubilo, mas ao mesmo tempo de grande responsabilidade para todos. Se é difícil edificar fisicamente uma igreja, mais difícil ainda é construir uma igreja espiritual, uma igreja viva, de comunhão de pessoas responsáveis, que se empenham na vida civil e que estão disponíveis para servir a comunidade".

Para além da recuperação total e restauro do edifício, incluindo o altar barroco, a Capela das Santas Chagas e a Arte sacra, a grande novidade da obra, que contou com um apoio municipal superior a 250 mil euros, foi a criação de um novo altar, um novo ambão e presidência.

As portas exteriores do edifício, considerado um dos mais valiosos do património religioso e cultural do concelho, ganharam novos elementos simbólicos, sendo que uma tem representada a ressurreição de Cristo e outra o anúncio a Santa Maria Madalena.

No interior, o caminho até ao altar representa o caminho dos discípulos no reconhecimento de Jesus. As portas têm também um significado: através da pega em forma de cajado representa-se o peregrino que vai ao encontro de Jesus.

Refira-se ainda que nos anexos foram criadas novas valências: Capela da Esperança (para velórios), a Capela da Misericórdia e sacristia.

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ARCUENSES CAMINHAM À DESCOBERTA DAS BRANDAS

Dispersas nas brumas da montanha, por caminhos carreteiros da memória de um povo que desde sempre teve a montanha como companheira na faina diária do pastoreio e cultivos encontram-se brandas que ainda hoje estão vivas.

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Branda da Portelinha, Branda da Cachadinha, Branda das Ínsuas, Branda do Murço, socalcos que nos enchem a alma, caminhos carreteiros, cachenas, garranos e muito mais para nos mostrar o quão pequeno é o homem no meio natural.

No próximo dia 19 de Fevereiro, venha participar numa caminhada de uma beleza paisagística fenomenal, acompanhados pela serra do Soajo.

Venha ouvir o eco das Brandas, sentir a sua presença através do chilrear dos seus habitantes e ver como ainda hoje são utilizadas para guardar o gado.

Com cerca de 7 km, esta aventura à descoberta das brandas, terá o ponto de encontro na Porta do Mezio, pelas 9h30.

Os interessados devem inscrever-se em www.portadomezio.pt ou através do telefone n.º 258510100 ou ainda através do correio eletrónico:

portadomezio@ardal.pt

Venha com a Ardal-Porta do Mezio deslumbrar-se num território rico que vale a pena descobrir passo a passo!

PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Próximo Dia Internacional dos Monumentos e Sítios será assinalado a 18 de Abril de 2017 (Terça-feira)

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é celebrado a 18 de abril.

A data visa promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, ao mesmo tempo que tenta alertar para a necessidade da sua conservação e proteção.

O tema de 2017 é " Património Cultural e Turismo Sustentável".

Neste dia decorrem várias iniciativas para celebrar a data, como visitas e entradas gratuitas nos monumentos. Ao longo da semana que integra este dia, também se realizam comemorações por todo o país, todos os anos com um novo tema.

Monumentos e sítios abertos em Portugal

Neste dia estarão abertos ao público locais como:

  • Serralves
  • Museu do Vinho do Porto
  • Casa do Infante
  • Museu Nacional Soares dos Reis
  • Teatro Nacional São João
  • Museu Bordalo Pinheiro
  • Museu Nacional do Azulejo
  • Padrão dos Descobrimentos
  • Palácio de São Bento
  • Panteão Nacional
  • Museu dos Biscainhos

Pode conhecer todo o programa de atividades do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios por localidade no site da Direção-Geral do Património Cultural.

Monumentos mais visitados em Portugal

  1. Mosteiro dos Jerónimos
  2. Torre de Belém
  3. Mosteiro da Batalha

O Palácio Nacional de Mafra é o palácio mais visitado, enquanto que o Museu Nacional dos Coches é o museu mais visitado em Portugal.

Os estrangeiros representam 85% das entradas nos monumentos nacionais, enquanto que 61% das entradas nos museus e palácios são feitas por portugueses.

Origem da data

A data foi instituída a 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios), uma associação de profissionais da conservação do património, e aprovada pela UNESCO em 1983.

HISTÓRIAS “CORREM” NA FONTE DO ÍDOLO EM BRAGA

Iniciativa decorre de Fevereiro a Julho

A partir de Fevereiro e até Julho, vai ser possível ouvir histórias na Fonte do Ídolo. ‘Da Fonte Correm as Histórias’ é o tema desta actividade que o Município de Braga promove no âmbito da divulgação e promoção daquele espaço arqueológico musealizado.

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A iniciativa conta com a coordenação de António Castanheira e consiste no relato de um conjunto de histórias, sendo algumas delas cantadas e musicadas.

No início decorre uma visita à Fonte do Ídolo e é destinada ao público em geral, sendo privilegiados os alunos do 1º, 2º e 3º ciclo do ensino básico. As actividades realizam-se nos dias 2, 9 e 23 de Fevereiro; 7, 9 e 14 de Março; 20 e 27 de Abril; 9 e 16 de Maio; 6 e 13 de Junho, e em Julho nos dias 4 e 6.

As actividades começam às 10h00 com a duração aproximada de uma hora e meia, sendo necessário a marcação prévia pelo endereço electrónico fonte.idolo@cm-braga.pt ou telefonicamente através do número 253 218 011

AMARES PROMOVE PATRIMÓNIO CONCELHIO

Município de Amares reforça promoção aos trilhos e património (i)material do concelho

O Município de Amares mantém em 2017 a forte aposta no programa “Amares a Caminhar”, uma iniciativa de promoção dos trilhos do concelho que conjuga a valorização do património natural, turístico, religioso e cultural local e, ao mesmo tempo, pretende fomentar hábitos de vida saudáveis entre os participantes.

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“Em 2016 a iniciativa foi um verdadeiro sucesso, envolvendo 1840 amantes do pedestrianismo, num total de cerca de 20 caminhadas”, sublinha o vice-presidente da Câmara Municipal de Amares e vereador do desporto Isidro Araújo, garantindo a sua continuidade.

“Foi um projeto novo iniciado em 2016 que tinha dois objetivos fundamentais, por um lado promover os trilhos e a beleza natural e patrimonial do concelho de Amares e, por outro, fazermos a nossa parte naquilo que é a promoção da saúde e do bem-estar. O programa de caminhadas foi muito bem acolhido, pelo que nos sentimos motivados para continuar.”

Quanto ao sucesso desta iniciativa, Isidro Araújo não tem dúvidas de que se deveu ao empenho e dedicação de um vasto conjunto de pessoas envolvidas na sua concretização.

“Os excelentes resultados devemo-los, sobretudo, ao GADJ – Gabinete de Associativismo Desporto e Juventude da Câmara Municipal, aos 1840 participantes que aderiram positivamente e partiram à descoberta de Amares e ainda aos parceiros locais, instituições, juntas de freguesias e associações que connosco promoveram a iniciativa”, refere o vice-presidente, reforçando a importância da envolvência de todos os parceiros.

“Todos eles foram excelentes e são a prova do dinamismo e da motivação que está criada em termos associativos no nosso concelho”, concluiu.

A primeira caminhada do ano 2017 aconteceu já durante o mês de janeiro, com o Trilho dos Presépios, participada por cerca de 180 caminhantes.

Toda a informação sobre os trilhos sinalizados e ainda do programa para 2017, pode ser consultada no site da Câmara Municipal de Amares: www.cm-amares.pt e qualquer esclarecimento sobre a iniciativa pode ser obtido junto do GADJ : associativismo@municipioamares.pt.

BRAGA E GUIMARÃES PROTEGEM PAISAGEM DOS SACROMONTES

COOPERAÇÃO INTERMUNICIPAL

Programa pioneiro criado por Guimarães e Braga vai salvaguardar paisagem dos Sacro Montes

Extensa mata, com cerca de 2.500 hectares, envolve cinco imóveis de interesse nacional. Recurso único do ponto de vista ambiental, patrimonial, histórico, económico e turístico será potenciado no futuro.

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As Câmaras Municipais de Guimarães e Braga apresentaram um programa pioneiro para a salvaguarda da paisagem dos Sacro Montes, que abrange uma área florestal de 2.500 hectares e que tem por objetivo «concertar ações» para promover e qualificar um território que une os dois concelhos. O Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes, que surge sob o mote “Dois territórios e uma paisagem”, representa uma «importante passo» para salvaguardar e «promover economicamente» os dois territórios.

A área dos Sacro Montes integra imóveis de «valor incalculável» para ambos os municípios, como é o caso do Santuário de Santa Maria Madalena, o Caminho Real que liga o templo religioso a Guimarães, a Citânia de Briteiros, o Castro Sabroso, o Bom Jesus do Monte e o seu Funicular e o Santuário do Sameiro.

Ainda na sua fase inicial, um dos objetivos do programa, segundo o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, é «convergir esforços para tratar um território comum aos dois concelhos». Nesse sentido, indicou a «reabilitação da área envolvente» do Santuário de Santa Maria Madalena, reconhecido como Monumento Nacional desde o dia 02 de janeiro deste ano, incluindo no plano a «reflorestação da zona de montanha e a criação de percursos pedonais entre o Santuário, a Citânia e o Castro de Sabroso».

O Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes será o primeiro do país, de acordo com a Lei de Bases Gerais da Política Pública de Solos, de Ordenamento do Território e de Urbanismo. «Este projeto inclui a requalificação dos espaços e a valorização patrimonial, a salvaguarda ambiental com ações de florestação e de qualificação», salientou o Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

A cerimónia contou também com a presença dos vereadores José Bastos e Miguel Bandeira, da Câmara Municipal de Guimarães e de Braga, respetivamente. Miguel Santos, Presidente da Mesa da Comissão Administrativa da Irmandade de Santa Maria Madalena do Monte e de Santa Marta da Falperra, e Isilda Silva, Presidente da Junta de Freguesia de Longos, estiveram igualmente presentes na apresentação de um programa que visa uma dinamização turística e referenciais identitários e paisagísticos

GUIMARÃES E BRAGA QUEREM PROTEGER PAISAGEM DOS SACRO MONTES

ESTA QUARTA-FEIRA, 25 DE JANEIRO (14H)

Guimarães e Braga apresentam programa para a salvaguarda da paisagem dos Sacro Montes

Santuário de Santa Maria Madalena é o local para a sessão de apresentação. Cerimónia decorre ao início da tarde desta quarta-feira.

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Os Municípios de Guimarães e de Braga vão proceder à apresentação do Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes, que terá lugar esta quarta-feira, 25 de janeiro, às 14 horas, no Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra, em Guimarães.

Em causa está uma extensa mata, com cerca de 2.500 hectares, que envolve cinco imóveis de interesse nacional e que possuem um incalculável valor patrimonial, constituindo-se fortes elementos de dinamização turística e referenciais identitários e paisagísticos com uma grande relevância para os concelhos de Guimarães e Braga.

O Programa Intermunicipal de Salvaguarda da Paisagem dos Sacro Montes “Dois territórios e uma só paisagem!” será o primeiro do país, de acordo com a Lei de Bases Gerais da Política Pública de Solos, de Ordenamento do Território e de Urbanismo.

A sessão de apresentação deste programa irá contar com as presenças de Domingos Bragança, Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, e Ricardo Rio, Presidente da Câmara Municipal de Braga.

“BRAGA À LUPA” REVELA LÁPIDE DE REMISNUERA

Quarta-feira, 25 de Janeiro, na Igreja de S. Vicente

A iniciativa "Braga à Lupa" dará a conhecer, no próximo dia 25 de Janeiro, um tesouro ‘escondido’ na sacristia da igreja de S. Vicente, e um dos testemunhos mais relevantes da acção civilizadora de S. Martinho de Dume na comunidade Bracarense.

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Trata-se da lápide funerária de Remisnuera datada do ano de 618, que terá pertencido a uma necrópole localizada junto a uma basílica paleo-cristã antecessora do actual templo, na qual se faz a mais antiga referência à designação dos dias da semana tal como ainda hoje utilizamos em Portugal. Recorde-se que foi S. Martinho de Dume quem alterou uma das designações que mais usamos no quotidiano – os dias da semana – e que tornam o nosso País na mais original nação da Europa.

A sessão, agendada para as 21h30, na sacristia da Igreja de S. Vicente, terá como convidados Luís Fontes (Universidade do Minho) e Pedro Calafate (Universidade de Lisboa). As inscrições são limitadas e deverão ser efectuadas através de cultura@cm-braga.pt.

Organizado pelo Município de Braga, o programa ‘Braga à Lupa’ desafia os Bracarenses a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade, sejam obras de arte, documentos históricos, curiosidades arquitectónicas, gastronomia, personalidades, lendas ou tradições.

O ‘Braga à Lupa’ tem uma periodicidade mensal, realizando-se a uma quarta-feira. Cada sessão terá a duração máxima de 90 minutos e será conduzida um ou dois convidados que farão a abordagem aos elementos seleccionados.

Segundo a vereadora da Cultura, Lídia Dias, o ‘Braga à Lupa’ é “mais uma oportunidade para a descoberta do nosso valioso património, nos seus mais diversos âmbitos”.

«Não se trata de mais uma visita guiada ou de uma sessão sobre a história local, mas sim uma conversa sobre um momento do nosso Património que merece atenção. Pode ser uma tela, uma receita culinária, um documento de arquivo ou uma estátua que nos habituamos a ver na rua», acrescenta Lídia Dias.

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PAÇO DA GIELA É UM DOS MONUMENTOS VAIS VISITADOS DE ARCOS DE VALDEVEZ

Paço de Giela supera todas as expectativas em 2016: mais de 30 mil pessoas passam por este Monumento Nacional.

Ao longo do ano de 2016 foram mais de 30 000 os visitantes que embarcaram numa viagem entre passado e presente no Paço de Giela, entre visitas guiadas ao monumento e presenças em múltiplos eventos aí ocorridos.

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Monumento com características únicas, atravessando o tempo desde o século XI, é atualmente um verdadeiro espaço de cultura, história, homenagem à memória coletiva e aos alvores da nacionalidade.

Neste sentido, e de forma a dar continuidade aos projetos iniciados no ano transato, em 2016 foram promovidas diversas atividades dirigidas a públicos de diferentes faixas etárias, com o principal objetivo de dinamização e valorização do património histórico. Desde apresentações de livros, exposições, workshops, desfiles de moda criativa, sessões fotográficas, aos programas educativos e programas para famílias, casos do “Paço em Família” e “Aventuras no Paço”, o Monumento revela uma capacidade contínua para cativar, educar e surpreender o público; no âmbito do plano de sensibilização para a preservação e conhecimento do Património Histórico concelhio e através do projeto “Conhece a tua terra”, por exemplo, mais de 800 alunos do Ensino Básico e Secundário do concelho visitaram o Monumento.

A zona envolvente do Paço de Giela foi também um dos pontos de passagem de várias provas desportivas, destacando-se o campeonato do mundo de Trail Running, organizado por Carlos Sá. Já no interior do monumento, centenas de pessoas assistiram aos espetáculos musicais apresentados e inseridos na programação das “Noites no Paço”; esta iniciativa pretendeu realçar os projetos numa envolvência única com o espaço que os acolheu, pelo que entre os meses de julho e setembro nomes como Old Jerusalem, Lasers, Nix Kaos, Elmo, Nicole Eitner e a conceituada Lufthansa Jazz Band passaram pelo Paço.

A Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, ocorrida em Julho, levou até ao Monumento milhares de pessoas provenientes de diversas geografias nacionais e internacionais, que tiveram oportunidade de viajar no tempo até ao século XII e aos alvores da nacionalidade, numa encenação e produção que colheu os mais rasgados elogios, fazendo deste evento, indubitavelmente, uma referência nacional.

Também na noite mais terrífica do ano, 31 de Outubro, durante o evento “Paço Assombrado”, foram muito os milhares de arcuenses, e não só, que percorreram o espaço e sobretudo o interior do Paço, transformado assustadoramente para os receber, numa noite que ficou registada na memória das múltiplas gerações que usufruíram do programa produzido pela edilidade arcuense.

O Paço de Giela serviu também de cenário para programas e inúmeras reportagens televisivas, destacando, assim, a importância do monumento para o concelho e para o país.

Entramos em 2017 e a dinamização deste espaço continua. Fica a promessa de um novo ano cheio de muitas surpresas…

Visite o Paço de Giela!

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PONTE DE LIMA APRESENTA PROGRAMA DE REABILITAÇÃO URBANA

Sessão Pública de Apresentação e Esclarecimento das Áreas de Reabilitação Urbana de Ponte de Lima e do Programa: “Reabilitar para Arrendar – Habitação Acessível”

Considerando que a reabilitação das áreas urbanas antigas, em especial os centros históricos, é um desígnio nacional, o Município de Ponte de Lima realiza no próximo dia 18 de janeiro, às 18 horas, na Clara Penha - Casa dos Sabores a apresentação pública da nova Área de Reabilitação Urbana de Ponte de Lima, assim como a apresentação do programa “Reabilitar para Arrendar - Habitação Acessível” e da Alteração ao Regulamento do Programa Municipal Terra Reabilitar.

As Áreas de Reabilitação Urbana têm por objetivo a reabilitação dos edifícios, num contexto de concessão de incentivos e apoios aos proprietários e titulares de outros direitos, com vista à realização de obras de reabilitação que dotem os edifícios de boas condições de utilização e funcionalidade, travem o declínio demográfico e o abandono e que permitam a valorização do património cultural e o reforço da atividade económica.

Existem diversos benefícios e incentivos para todos aqueles que decidam reabilitar os seus edifícios, no que às Áreas de Reabilitação Urbana diz respeito, nomeadamente a isenção de IMT e IMI, redução de mais-valias, redução de rendimentos prediais, redução de IRS, possibilidade de se candidatar ao Terra Reabilitar, entre outros.

O programa “Reabilitar para Arrendar - Habitação Acessível” tem como objetivo o financiamento de operações de reabilitação de edifícios, que após reabilitação deverão destinar-se a fins habitacionais, de arrendamento em regime de renda condicionada.

Durante esta sessão, o Presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), Vítor Reis, procederá à apresentação do referido programa, seguindo-se a assinatura de protocolo entre a Câmara Municipal de Ponte de Lima e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana.

 A Câmara Municipal de Ponte de Lima convida a população geral a participar nesta sessão, agradecendo o empenho e o contributo de todos.

VIZELENSES QUEREM RECUPERAR FÁBRICAS EM RUÍNA JUNTO À PONTE ROMANA

Autarquia e alunos da Universidade do Minho juntos em projeto de intervenção nas estruturas fabris em ruína

No âmbito do protocolo entra a Câmara Municipal de Vizela e a Universidade do Minho, os estudantes da área de Espaço Público do 5º ano de Arquitetura daquela universidade estão a preparar um projeto de intervenção nas estruturas fabris em ruína junto à ponte românica.

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Os estudantes da área de Espaço Público do 5º ano de Arquitetura da Universidade do Minho, durante os últimos meses, têm trabalhado na cidade de Vizela, em parceria com a Autarquia e com o grupo de trabalho Cittaslow. Iniciaram o trabalho, através de autocolantes-inquérito, questionando a opinião dos vizelenses sobre a cidade,  as suas angústias e sentimentos, as suas necessidades, o que acabou por se revelar muito importante para o entendimento dos problemas e necessidades da cidade e que possibilitaram chegar a algumas conclusões.

Atualmente, em parceria com o projeto Cittaslow Vizela, estes alunos estão a preparar um projeto de intervenção nas estruturas fabris em ruína junto à ponte românica.

O objetivo é que esta intervenção efémera ajude, de certa forma, a mudar o modo como todos os Vizelenses olham para aquele ponto da cidade, esquecido mas com tanto potencial.

Por isso, juntamente com a ajuda da população, estes alunos gostariam de criar um pequeno espaço cultural e de atividades lazer/físicas que, com materiais económicos e de simples construção, permitam transformar um espaço devoluto num espaço atrativo e cheio de movimento ao ar livre, trazendo uma nova vida àquelas ruínas.

O próximo passo deste trabalho será a limpeza de todo o lixo e detritos existentes pelo chão das estruturas fabris, pelo que se apela a toda a população que se junte a nós nesta limpeza, ajudando a limpar a imagem negativa daquelas ruínas.

A limpeza terá lugar no próximo sábado, dia 14 de janeiro, às 10.00h, junto à Ponte Velha.

BRACARENSES VISITAM CAPELA DE S. SEBASTIÃO DAS CARVALHEIRAS

‘À Descoberta de Braga’ assinala III Centenário da Capela de S. Sebastião das Carvalheiras. Evento inclui sessão de história local e visita guiada

O III Centenário da Capela de S. Sebastião das Carvalheiras é o mote para a próxima iniciativa do programa ‘À Descoberta de Braga’ que inclui, no dia 19 de Janeiro, uma sessão de história local e, no dia 21, uma visita guiada à capela.

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A sessão de história local, intitulada ‘Capela de S. Sebastião das Carvalheiras: o orago, a história e a festa’, tem lugar no dia 19, às 21h30, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. O cónego Manuel Joaquim Costa, Rui Ferreira e José Hermínio Machado são os convidados da sessão que terá animação musical a cargo da Associação Cultural e Festiva ‘Os Sinos da Sé’.

A capela de São Sebastião das Carvalheiras, localizada no alto de uma pequena elevação, junto da colina da Cividade, fica situada no preciso local onde outrora estava o cerne da cidade romana de Bracara Augusta. A capela terá surgido algures nos séculos XIII ou XIV, tempo de frequentes carestias e epidemias.

Reedificada em 1715 sob patrocínio do Arcebispo D. Rodrigo de Moura Telles (1704-1728), foi solenemente benzida a 20 de Janeiro de 1717, perfazendo este ano 300 anos sobre a sua edificação. O projecto é atribuído a Manuel Pinto de Vilalobos, tendo ainda o contributo de Manuel Fernandes da Silva, mestre responsável pela execução da obra.

A visita guiada à capela está agendada para o dia 21 de Janeiro, às 10h00. As inscrições são limitadas e devem ser feitas através do e-mail cultural@cm-braga.pt.

CERVEIRA CONSERVA CAPELA DE SANTA LUZIA

Iniciado processo de conservação da Capela de Santa Luzia

Considerado um importante exemplar da arquitetura e da arte das épocas românica e gótica a nível nacional, a Capela de Santa Luzia, na freguesia de Campos, está a ser alvo de trabalhos de conservação e valorização executados pela Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, em parceria com a Fábrica da Igreja de Campos. Objetivo é conseguir financiamento comunitário para uma requalificação mais profunda de forma a colocar aquele edifício no roteiro do turismo religioso.

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Nesta primeira fase, a intervenção a decorrer incide essencialmente na reabilitação da cobertura, após a elaboração de um diagnóstico das necessidades em parceria com a Direção Regional da Cultura do Norte (DRCN). Durante o mês de dezembro, e atendendo ao avançado estado de degradação dos frescos, procedeu-se não só à proteção, mas também à consolidação das pinturas nos murais do interior. Nas próximas semanas, avança-se com a remodelação total do telhado.

Contudo, pela classificação como imóvel de interesse público desde 1982, a Câmara Municipal pretende executar um projeto mais ambicioso, através de uma candidatura denominada ”Conservação e Valorização da Capela de Santa Luzia” que abrange o restauro das pinturas murais, a estabilização das paredes da capela e a beneficiação do adro e dos caminhos de acesso.

“Com o turismo a afirmar-se de enorme importância estratégica para o desenvolvimento do nosso concelho, a preservação do património edificado e, neste caso concreto, do património religioso também deve acolher a atenção da autarquia”, refere o presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, acrescentando: “A Capela de Santa Luzia não é só um ícone religioso de extrema importância, num edifício rico em termos de arquitetura românica e gótica, como é também um símbolo da nacionalidade portuguesa uma vez que nela surge a primeira referência a D. Afonso Henriques enquanto Rei de Portugal”.

Adquirida pela Fábrica da Igreja Paroquial de Campos, a Capela de Santa Luzia estará ligada a um desconhecido mosteiro que, eventualmente, se instalou naquele local numa época muito recuada. Datado pelo menos do século XII, o seu enquadramento rural, algo isolado do conjunto populacional, associado ao facto de ser erigida sob uma nascente de água e inserida no meio de campos agrícolas alagadiços, acentua os problemas de degradação.

CAPELA DE SANTA MARIA MADALENA NA FALPERRA É MONUMENTO NACIONAL

UM DOS MAIS RELEVANTES EM PORTUGAL DO ESTILO ROCOCÓ

Placa assinala classificação de Santa Maria Madalena da Falperra como Monumento Nacional

Santuário partilhado por Guimarães e Braga é composto por um conjunto de elementos (capelas, cruzeiro e alameda) integrados no seu contexto paisagístico e organizados ao longo de um percurso de romaria, em função da Capela de Santa Maria Madalena.

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A cerimónia de descerramento de uma placa informativa, esta quarta-feira, por parte do vereador da Câmara Municipal de Guimarães, José Bastos, e do vereador do Município de Braga, Miguel Bandeira, assinalou a classificação do Santuário de Santa Maria Madalena da Falperra como Monumento Nacional, o 21º em Guimarães, oficializada no dia 02 de janeiro com a publicação em Diário da República do respetivo decreto governamental, o primeiro do ano de 2017.

Constituindo um dos monumentos do estilo rococó mais relevantes nacionais, o templo, atravessado pela linha que separa administrativamente os territórios de Guimarães e Braga, possui a sua génese numa pequena ermida dedicada a Santa Maria Madalena, já referenciada em documentos datados do século XVI. A sua área de implantação abrange a freguesia de Longos, no concelho de Guimarães, e a União das Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, em Braga.

«Esta classificação permite dar outra notoriedade ao monumento e ao território onde está inserido, uma vez que possui potencial turístico e, com toda a certeza, irá aumentar a sua visitação. O Santuário é riquíssimo e muito importante do ponto de vista patrimonial», considera José Bastos, que está já a diligenciar novas parcerias com o objetivo de «trabalhar a reabilitação das encostas de Briteiros e da Falperra». «A paisagem florestal que envolve este património comum já não é um motivo de divisão, mas sim uma alavanca para um projeto comum», referiu, por sua vez, Miguel Bandeira.

A Capela de Santa Maria Madalena da Falperra separa administrativamente os territórios de Guimarães e Braga. Terá sofrido a primeira intervenção mais significativa no tempo do Arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532). É, contudo, durante o século XVIII, sob o traço do arquiteto André Soares, que o templo adquire a imagem monumental que hoje se lhe conhece. «É um local de convergência de romeiros e de concelhos», disse Miguel Santos, Presidente da Mesa da Comissão Administrativa da Irmandade de Santa Maria Madalena do Monte e de Santa Marta da Falperra.

No santuário, destaca-se ainda a frontaria antecedida pelo escadório, obra mista de arquitetura e escultura, com realce para o trabalho minucioso em torno do granito. O interior do monumento tem igualmente um património integrado em altares e retábulos, que enfatizam o valor simbólico e paisagístico da envolvente ao santuário, onde pontificam uma alameda de sobreiros e carvalhos, uma estação arqueológica, um antigo convento franciscano, capelas e um cruzeiro.

CERTIFICAÇÃO DO TRAJE À VIANESA: COMO E PARA QUÊ?

O Dr. João Alpuim Botelho dedicou à questão da certificação do Traje à Vianesa a sua última crónica, da série “Política Cultural em Viana do Castelo”, publicada no passado dia 29 de Novembro no jornal vianense “A Aurora do Lima”. Como é do conhecimento geral, o Dr. João Alpuim Botelho é uma autoridade neste domínio. Foi Director do Museu do Traje de Viana do Castelo e, conjuntamente com Benjamim Pereira e António Medeiros, um dos autores da obra “Traje à Vianesa – Uma Imagem da Nação”. Pela importância que o tema assume para a preservação e divulgação do património cultural e artístico das gentes minhotas e do folclore em geral, o BLOGUE DO MINHO transcreve com a devida vénia o referido artigo de opinião.

Política Cultural em Viana do Castelo (4 - continuação)

  1. A Certificação do Traje à Vianesa

No mesmo caminho de afastamento da comunidade que vimos em relação às Festas, outra questão que tem levantado muitas preocupações é a sua excessiva institucionalização, que facilmente deriva num autoritarismo inconsequente. Já foi criada uma exigência de inscrição para o Cortejo da Mordomia (nomeadamente para os próprios Grupos Folclóricos, tratando-os como se não tivessem o saber ou a chieira para apresentar as suas Mordomas bem trajadas) e surge agora uma outra notícia: o processo de Certificação do Traje, de que tomámos conhecimento através das notícias do encerramento do respectivo período de Consulta “Pública”. 

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Uma vez mais o rol de equívocos é grande, desde logo a começar pela necessidade e utilidade desta certificação. Alguém sentiu necessidade dela e a pediu, ou foi apenas mais um desejo de protagonismo?

Conhecendo as pessoas que fizeram o trabalho acredito na sua qualidade, o que ponho em causa é a sua forma. Seria excelente se se tratasse de mais um estudo sobre o nosso traje, ao lado do “Traje à Vianesa”, de Cláudio Basto, de 1930, ou do “Traje à Vianesa Uma Imagem da Nação”, de Benjamim Pereira e António Medeiros em que também colaborei, de 2009 (que esgotou em poucos meses e continua à espera de reedição) ou do próprio “Catálogo do Museu do Traje”, de 2010, ou de tantos outros estudos mais parcelares que têm sido feitos.

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Mas o que agora se pretende é regulamentar o que pode ser considerado Traje à Vianesa. As questões que se levantam são muito complexas e exigiriam – acreditando que esta certificação tenha alguma utilidade – uma enorme participação de todos. É certo que houve reuniões, por convite, com os grupos (apenas duas para um tema que levanta tantas questões), mas faltaram as sessões públicas e verdadeiramente abertas onde pudessem participar as pessoas que continuam a fazer os trajes e principalmente as que participam nas Festas, desfilando e dançando com os seus trajes, ao lado doos que têm estudado e publicado trabalhos sobre o traje.

Pior do que isto é a má consciência que se nota do facto de ter sido amplamente divulgado o encerramento do período de Consulta “Pública” mas nunca ter sido anunciada a abertura dessa mesma consulta. Tentei informar-me, procurei no site da Câmara e não consegui ver o documento final, o tal que deveria ter sido “público”. E, se não se conhece o documento, nunca poderia ser feita uma “declaração de oposição devidamente fundamentada” a que alude o Aviso 10542/16 no Diário da República de 24.08.2016?

Porque o traje não é uma farda, este processo de certificação parece inútil e corre mesmo o risco de ser contrário aos princípios que a legislação estabelece para o Património Cultural Imaterial, quando determina a necessidade de “Participação, através do estímulo e garantia do envolvimento das comunidades, dos grupos e dos indivíduos no processo de salvaguarda e gestão do património cultural imaterial, designadamente do património que criam, mantêm e transmitem” (Dec.-Lei 139/09, art. 2º, c).

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O autoritarismo deste processo denuncia um desvario solitário que não compreende os ritmos próprios da evolução, com as suas discussões e tensões. O processo é contrário ao espírito da lei e potencialmente nocivo ao voluntarismo e empenho pessoal que deu às Festas a sua grandeza, correndo o risco de ser perigoso, por poder provocar o afastamento das pessoas que todos os anos se oferecem para participar.

E chamo a atenção aos Grupos Folclóricos e a todos os que participam anualmente nos cortejos: este documento cria normas sobre o que é ou não é Traje à Vianesa e é provável que nas Festas de 2017 haja a imposição de novas regras baseadas neste documento. É por isso fundamental esclarecer exactamente o que pretende fazer com ele.

João Alpuim Botelho

(Museólogo e ex funcionário da CM Viana do Castelo)

abjoao@gmail.com

~Fotos: João Alpuim Botelho

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ESTADO COLOCA FORTE DA ÍNSUA A CONCURSO PARA FINS TURÍSTICOS

Estado lança programa Revive para dar nova vida a património sem utilização ou degradado 

O Forte da Ínsua, ao largo de Moledo, é um dos imóveis do Estado que vaiser colocado em concurso para ser convertido num projeto turístico, no âmbito do programa Revive. Esta é uma boa notícia para o concelho e o presidente da Câmara considera que “estão reunidas as condições para, dentro das regras definidas e com respeito pelo passado monumental do Forte da Ínsua, darmos a oportunidade aos investidores para resgatarmos um património que é um emblema do concelho de Caminha”.

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Conforme foi anunciado, o Estado vai integrar no programa Revive um total de 30 edifícios, entre mosteiros, fortes, antigos quartéis ou conventos que, sem utilização, têm sido condenados ao abandono, encontrando-se alguns mesmo em estado de ruína.

“Desde há algum tempo que temos vindo a insistir para a necessidade de darmos projeção ao Forte da Ínsua através da sua conservação e, sobretudo, do seu aproveitamento. Infelizmente, nos últimos anos, aquele monumento tem sido votado a um certo esquecimento que só é combatido pela população e pelos turistas que, de vez em quando, se deslocam até lá para conhecer o forte, pescar ou descansar serenamente na ilha deserta”, refere Miguel Alves.

O presidente da Câmara de Caminha considera ainda que “hoje temos condições para aproveitar melhor aquela monumentalidade, sobretudo no quadro de um concelho apostado no turismo e na preservação do património e especialmente quando estamos a candidatar o estuário do rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO. O Ministério da Economia foi sensível a esta reivindicação e a Senhora Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, teve sempre o cuidado de falar comigo ao longo do percurso que nos trouxe até aqui”.

O projeto “Revive” é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças, que abre o património ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos.

Forte da Ínsua é um monumento nacional construído entre 1649 e 1652 e encontra-se numa pequena ilha rochosa, na foz do Rio Minho, perto da costa.

MUNICÍPIO DE CAMINHA VAI DEVOLVER ESPAÇO ENVOLVENTE AO DÓLMEN DA BARROSAÀS PESSOAS

Primeira fase da recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa a realizar no âmbito do Orçamento Participativo de Caminha já começou

A recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa a realizar no âmbito do Orçamento Participativo de Caminha já começou. Miguel Alves esteve esta manhã no local para acompanhar os trabalhos desta primeira fase da obra.

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“Este é o lançamento da primeira fase de uma obra de recuperação de todo o Dólmen da Barrosa e deste espaço fantástico que nós queremos colocar para usufruto das pessoas”, disse Miguel Alves, acrescentando que foi submetida uma candidatura para a criação de um núcleo museológico que projete o megalitismo no concelho. “Imagino por isso, dentro de poucos anos, o parque da Barrosa como um parque urbano de usufruto dos adultos e das crianças, um parque biológico onde se pode aprender muito sobre a flora, mas também uma alternativa à nossa praia. Será a partir daqui que vamos poder projetar o megalitismo no concelho de Caminha”, sublinhou.

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A visita ao espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa em Vila Praia de Âncora, contou com a presença de Miguel Alves, presidente da Câmara Municipal de Caminha; Guilherme Lagido Domingos, vice-presidente da Câmara Municipal; Carlos Castro, presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora; Álvaro Meira, proponente da proposta, e dos técnicos responsáveis pela obra.

“Esta obra regenera urbanisticamente este parque, devolve este parque às pessoas, e vai criar condições de segurança para usufruto das crianças e dos adultos”, sublinhou Miguel Alves sobre a importância da obra.

Também Carlos Castro admitiu tratar-se de uma obra muito importante: “a requalificação desta zona envolvente do Dólmen da Barrosa é um sonho. E ainda bem que se concretiza porque vai ser uma zona muito bonita, vai ser uma zona de lazer e vai ser uma atratividade para Vila Praia de Âncora e para todos aqueles que nos visitam”.

O presidente da Câmara lembrou que esta é uma obra que “nasceu do Orçamento Participativo de Caminha”. Trata-se de uma intervenção no montante de 22.378,39 +IVA. Dos trabalhos fazem parte: o rebaixamento do muro existente no topo nascente para uma altura de 1,20m, bem como está prevista a sua reconstrução nas zonas em falta, com características idênticas ao existente; a demolição do muro atualmente existente no topo norte e reconstrução do mesmo com uma altura de 1,20m em toda a extensão. Já foram removidas as rampas de e vai ser demolida a respetiva base em betão.

Estes são os trabalhos que integram esta primeira fase. Quanto à segunda fase, Miguel Alves assegurou que já foi submetida uma candidatura ao Programa 2020 para a criação de um núcleo museológico que potencie o megalitismo de Vila Praia de Âncora e de todo o concelho de Caminha e que vai “potenciar a oferta turística que vila praia oferece”.

Miguel Alves sublinhou ainda “só foi possível fazer esta obra porque a Câmara Municipal de Caminha resolveu uma trapalhada de mais de 20 anos com a família e os herdeiros do Dólmen da Barrosa”. O autarca relembrou: “estes terrenos estavam em litigio judicial, a Câmara Municipal já pagou a primeira metade da indemnização e vai pagar até ao final de março de 2017 a outra tranche à família, de modo a que estes terrenos possam ser do município. Para já os terrenos ainda não são do município, mas já temos autorização para fazer esta obra aqui. É a resolução de mais uma trapalhada do passado que nos ajuda a construir o futuro”.

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ENTIDADE DE TURISMO DO NORTE DE PORTUGAL APRESENTA EM CABECEIRAS DE BASTO A BROCHURA “MONUMENTOS DO NORTE DE PORTUGAL”

Foi ontem, dia 13 de dezembro, apresentada na Casa do Tempo em Cabeceiras de Basto o Guia ‘Monumentos Norte de Portugal’, o mais recente trabalho de promoção turística levado a efeito pela Entidade de Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP) que tem como objetivo dar a conhecer o território através dos seus aspetos diferenciadores.

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Ser monumento nacional e ter asseguradas as condições necessárias à visitação pública foram os critérios básicos para integrar esta brochura. São 129 monumentos a descobrir em 74 municípios do Porto e Norte de Portugal.

A brochura que dá sugestões de visita através dos Monumentos do Norte foi desenvolvida em parceria com a Direção Regional da Cultura do Norte no que respeita à organização, seleção e estruturação de conteúdos.

Durante a apresentação do guia, que foi lançado em português mas brevemente terá versões em espanhol, inglês e francês, o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto deu os “parabéns ao Turismo Porto e Norte de Portugal e à Direção Regional da Cultura do Norte pela concretização de uma brochura que há de servir para promover a nossa região e o país”.

De acordo com as palavras do autarca, “apesar do esforço que vem sendo realizado por inúmeros agentes económicos, sociais, culturais, políticos e outros, o conhecimento de grande parte dos monumentos é ainda incipiente para a grande maioria dos portugueses e ainda mais para os estrangeiros que nos visitam. Por isso, tudo o que puder continuar a ser feito para elevar esse conhecimento é bem-vindo”, considerou Francisco Alves.

O autarca lembrou a este propósito a intenção da Câmara Municipal continuar o processo de candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos a Património Cultural da Humanidade, trabalho que não mereceu, por agora, o parecer favorável da Comissão Nacional da UNESCO para integrar a Lista Indicativa de Portugal. Contudo, todo este trabalho “veio dar uma outra visibilidade ao NOSSO MOSTEIRO”, aumentando significativamente o número de visitantes, bem como o número de pessoas interessadas em aprofundar o conhecimento sobre o Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

“Fizemos já um excelente trabalho, aliás corroborado pela própria Comissão. Mas, o elevado número de Mosteiros e outros monumentos candidatos desta natureza foi, de certa forma, razão impeditiva da sua inclusão. Na verdade, consta da avaliação daquela Comissão que o Mosteiro de S. Miguel de Refojos não colmata lacuna na Lista Indicativa de Portugal e na Lista do Património Mundial. Sabemos que é um desafio muito grande. Assumimos, no entanto, esta intenção como um desígnio e, por isso mesmo, a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal decidiram dar continuidade ao processo, prosseguindo os estudos sobre o Mosteiro, as suas origens e a sua importância no contexto nacional e internacional. Estamos agora focados na possibilidade de apresentar à UNESCO uma candidatura conjunta com outros Mosteiros Beneditinos de Portugal e da Europa”, afirmou.

Com o apoio da Direção Regional da Cultura, a Câmara Municipal viu recentemente aprovada uma candidatura a Fundos Comunitários de 2 milhões de euros para a reabilitação do Mosteiro (Igreja) e para a sua promoção e divulgação, através de um vasto programa cultural. Mas “muito mais há para fazer”, atestou Francisco Alves, recordando que “ a defesa e valorização do Património é uma responsabilidade coletiva”.

A propósito de monumentos classificados, de que esta brochura é uma ferramenta de divulgação tão importante, “Cabeceiras de Basto orgulha-se de ter classificados para além dos pelourinhos (das Pereiras e de Abadim), a Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos e o teto do Salão Nobre dos Paços do Concelho - imóveis de interesse público e ainda a Ponte de Cavez - monumento nacional. Na Direção Geral do Património temos atualmente o pedido de classificação de todo o Mosteiro, como património nacional, que esperamos possa ficar concluído brevemente”, concluiu Francisco Alves.

Na sua intervenção, o Diretor Regional de Cultura do Norte, Dr. António Ponte, falou da política e estratégia que tem vindo a ser desenvolvida da direção de Cultura, destacando que “o património é um legado valioso que nos traz a responsabilidade de o preservar para as gerações futuras”, referindo também a necessidade de se “continuar a criar património”, sob pena de não deixarmos testemunhos da nossa época.

No que à brochura ‘Monumentos Norte de Portugal’ diz respeito, António Ponte disse “esperar com este trabalho contribuir para a divulgação dos valores patrimoniais e culturais do Norte de Portugal e contribuir para a dinamização socioeconómica da região”.

Quanto ao Património da Unesco, o Diretor Regional de Cultura desafiou a Câmara Municipal a enveredar caminho pela criação de uma ‘Rede de Mosteiros Beneditinos de Portugal’, através de uma visão intercontinental.

Nas suas palavras, o presidente da TPNP, Dr. Melchior Moreira, explicou que o Guia ‘Monumentos Norte de Portugal’ é “mais um instrumento fundamental para dar visibilidade ao nosso património”, elogiando o trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto neste setor do Turismo.

Destacando a importância do trabalho em rede para a captação de turistas, Melchior Moreira salientou a mais-valia de ‘vender’ o território de uma forma integrada através de um roteiro da região que contemple o património edificado, a gastronomia e vinhos, bem como o património paisagístico.

A Entidade de Turismo Porto e Norte de Portugal alberga, no conjunto dos seus municípios, “um rico e vasto espólio cultural, material e imaterial, permitindo com que a oferta disponível seja cada vez mais sólida e diversificada”, destacou Melchior Moreira.

Note-se que coube ao Dr. Paulo Amaral da Direção Regional de Cultura do Norte fazer a apresentação da brochura, momento que ficou marcado pela atuação do músico Cabeceirense Hélder Gonçalves.

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VIRGÍLIO REIS, DIRECTOR DO GRUPO DE FOLCLORE AS LAVADEIRAS DA RIBEIRA DA LAGE, SUGERE O APROFUNDAMENTO DO DEBATE SOBRE PATRIMÓNIO IMATERIAL

PROMOVER, INCENTIVAR E DIVULGAR O DEBATE E DESENVOLVIMENTO DE NOVAS IDEIAS E CONCEITOS SOBRE A EXPLORAÇÃO DO POTENCIAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL, NAS SUAS DIVERSAS DIMENSÕES, PELAS ASSOCIAÇÕES CULTURAIS (GRUPOS/RANCHOS FOLCLÓRICOS OU ETNOGRÁFICOS)

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 Felizmente hoje e cada vez mais verificamos não só a necessidade de formação e debate mas também a realização destas actividades por parte de algumas regiões. A Associação do Distrito de Lisboa (ADLPDCTP) tem de forma constante levado a cabo acções de formação nas diversas áreas da etnografia, com uma assistência interessante, não ideal mas suficientemente animadora para que a vontade de divulgar, debater, discutir e naturalmente aprender se mantenha acesa. Encontros anuais e centralizados não são de forma nenhuma o caminho ideal para a divulgação de conhecimento. Descentralizar, desafiar, incutir discussão, abordar todos os temas com mais regularidade é imprescindível. Hoje as “novas tecnologias” colocam-nos à disposição meios que até há pouco tempo eram impensáveis.

O aproveitamento destes meios para debate e divulgação é prioridade. Ao invés a utilização dos mesmos meios tem apenas servido para a passagem de vaidades e ofensa gratuita quando a opinião não coincide.

REFLECTIR SOBRE O PROCESSO DE VALORIZAÇÃO DA CULTURA TRADICIONAL E POPULAR NA PERSPECTIVA DO ARTESÃO.

Mudar mentalidades e abordagens é necessário. Naquilo que temos por hábito denominar Festivais de Folclore (espectáculos de folclore), a inclusão do artesão faz todo o sentido. Esta inclusão que pode ser no palco ou fora dele, apenas engrandece o conjunto, valorizando de forma consistente a representação entro-folclórica.

RELAÇÃO QUE DEVA EXISTIR ENTRE OS GRUPOS DE FOLCLORE E O PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL.

O maior problema nesta área é sem dúvida nenhuma a relação entre os grupos, essa sim é na maior parte das vezes a maior limitadora ao desenvolvimento por via da falta troca de ideias e preconceitos de exclusividade. A relação aberta, troca de impressões e experiencias entre grupos resultaria sem duvida num geral melhoramento do conhecimento e consequente melhor representação e preservação.

A relação com o património imaterial, mais que desejável é sem dúvida fundamental. Por via de imposições da UNESCO a salvaguarda deste bem precioso é uma responsabilidade de cada estado, delegado com alguma regularidade no poder autárquico. Pouco conhecedores do trabalho realizado nesta área pelos inúmeros grupos de folclore dedicados de corpo e alma à investigação, as autarquias não têm sabido aproveitar a riqueza existente e à “mão de semear”. É de primordial importância melhorar a ligação com o poder autárquico e com os responsáveis pela área do património no sentido da união de esforços e gestão de recursos.

SENSIBILIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DOS JOVENS

Nos dias de hoje, se um adulto tiver uma atitude displicente para com a reciclagem caseira, é facilmente alvo de atitude reprovatória por parte dos mais novos. Ora este fenómeno não é espontâneo mas sim fruto da introdução de temas como a reciclagem nos programas escolares do 1º ciclo básico. Isto para dizer que se a intenção é a assimilação natural de conceitos, a mesma deve ser feita o mais cedo possível.

Ora continuar a debater como única forma de alcançar o objectivo de salvaguarda futura do património imaterial, a sensibilização de jovens para esse fim, parece-me à partida um erro estrutural básico. Pois estes temas deveriam sim, fazer parte de educação permanente desde as mais tenras idades. Tentar mobilizar e sensibilizar jovens para uma área desconhecida em terrível concorrência com a oferta hoje disponível e atraente, efémera mas atraente, é uma tarefa herculeana e na maior parte das vezes reservada ao insucesso.

Hoje é mais fácil encontrar nas actividades escolares abordagens à cultura popular Anglosaxónica como por exemplo o “Halloween”, maior parte das vezes em detrimento de outras como o “Pão por Deus”.

É necessário sim “mobilizar” e “sensibilizar” a educação escolar de forma a incluir nos seus programas abordagens à cultura popular essencialmente local, pois assim é mais fácil cativar mentes sedentas de informação a entender a razão de muitas das coisas que fazem e vêm fazer no dia-a-dia.

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CAMINHA RECUPERA DÓLMEN DA BARROSA

A Câmara Municipal de Caminha organiza amanhã, dia 14 de dezembro, pelas 10 horas, uma visita ao Dólmen da Barrosa, em Vila Praia de Âncora, no âmbito da intervenção a realizar com base no Orçamento Participativo.

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A Recuperação do espaço envolvente ao Dólmen da Barrosa (Vila Praia de Âncora) foi um dos projetos vencedores do 1º Orçamento Participativo de Caminha. Trata-se de um projeto avaliado em 60 mil euros e prevê intervenção nos muros, plantação de espécies autóctones, instalação de mobiliário urbano e remoção da pista de skate.

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CENTRO HISTÓRICO DE GUIMARÃES É PATRIMÓNIO MUNDIAL HÁ 15 ANOS

COMEMORAÇÃO ESTA TERÇA-FEIRA, 13 DE DEZEMBRO

Programa repleto com atividades da manhã à noite. Festas Nicolinas são inscritas no Inventário Nacional em dia simbólico para Guimarães. Câmara Municipal vai lançar livro para crianças sobre Património. Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago terão balões gigantes iluminados até ao dia de Natal.

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O Centro Histórico de Guimarães comemora o 15º aniversário da sua inclusão na lista do Património Mundial da UNESCO, esta terça-feira, 13 de dezembro. A submissão da inscrição das Festas Nicolinas no Inventário Nacional do Património Cultural e Imaterial da Direção Geral do Património Cultural, que decorrerá durante uma conferência agendada para a Plataforma das Artes e da Criatividade, é uma das cinco principais iniciativas que a Câmara Municipal promove para assinalar a classificação do Centro Histórico como Património Cultural da Humanidade.

Além da submissão da inscrição, o programa comemorativo inclui o lançamento de um livro para crianças sobre Património, a colocação de uma instalação artística com 22 balões gigantes iluminados no Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago, a Corrida pelo Património e a inauguração da terceira edição do projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com intervenções artísticas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro urbano de Guimarães.

A inscrição no Inventário Nacional, resultado do trabalho que tem sido desenvolvido pelo antropólogo Jean-Yves Durand, que foi já objeto de uma apresentação pública no dia 21 de março de 2014, será efetuada durante uma conferência com início às 09:30 horas do dia 13 de dezembro, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães. A sessão vai prolongar-se até às 16:30 horas, com intervenções de Jean-Yves Durand (09h45 e 11h15), Clara Cabral, Comissão Nacional da UNESCO (10h), Isabel Fernandes, Diretora do Museu Alberto Sampaio e do Paço dos Duques de Bragança (10h30), Maria João Nunes, bolseira de investigação (11h30), Catarina Pereira, Diretora da Casa da Memória (14h30), Hugo Morango, Diretor Criativo (15h) e Marco Novo (15h30). No final, decorrerá um debate e visitas à Casa da Memória e ao arraial de Santa Luzia.

Educação patrimonial nas escolas

O livro para crianças, intitulado “Onde Nasceu Portugal”, cuja apresentação decorrerá às 16:30 horas na Biblioteca Municipal Raul Brandão, será oferecido a todas as escolas do concelho de Guimarães e nele estão mencionadas as principais figuras históricas ligadas à cidade, além de ser valorizado o património material e a fundação do berço da nacionalidade. A oferta enquadra-se num dos principais objetivos do Plano Estratégico Educativo, agora em discussão pública, que pretende dar uma verdadeira educação patrimonial a todos os alunos do concelho de Guimarães. A obra, com assinatura do autor de livros infantis João Manuel Ribeiro e ilustrações de Susana Lima, é publicada pela editora vimaranense Opera Omnia. O Município vai igualmente oferecer 1500 exemplares do “Manual (para um pequeno) Nicolino”, da autoria de Paulo César Gonçalves e Gabriela Cunha.

Também esta terça-feira, dia 13 de dezembro, às 17 horas, o Presidente do Município, Domingos Bragança, fará uma intervenção no Centro Histórico sobre os 15 anos da classificação como Património Cultural da Humanidade, enquanto meia hora depois é inaugurada a instalação artística “Património Iluminado”, com 22 balões gigantes que vão permanecer ligados até ao dia 25 de dezembro. Às 17:45 horas, em parceria com a Escola Superior Artística de Guimarães (ESAG) e a empresa ARRIVA, a Câmara Municipal inaugura, na Alameda de S. Dâmaso, o projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com abrigos intervencionados a mostrarem arte nas paragens de autocarro de Guimarães. À noite, com início às 21 horas, realiza-se a “Corrida Pelo Património”.

Programa: http://www.cm-guimaraes.pt/frontoffice/pages/991?news_id=2836

COBERTURA DA IGREJA MATRIZ DE CAMINHA VAI SER REPARADA

Diretor Regional de Cultura do Norte visitou o templo e assinou o contrato

O diretor regional de Cultura do Norte, António Ponte, esteve esta semana em Caminha para assinar o contrato de consignação da obra de reparação da cobertura da Igreja Matriz, que deverá iniciar-se dentro de dias. A intervenção, motivada pelas intempéries do último inverno, deverá demorar pouco mais de um mês e orça em cerca de 25 mil euros.

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A assinatura do contrato com o empreiteiro foi precedida de uma visita à Igreja Matriz de Caminha, em que participaram o diretor regional, António Ponte; o presidente da Câmara, Miguel Alves; o presidente da Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho, Miguel Gonçalves e o padre Rui Rodrigues, responsável pelas paróquias de Caminha e Vilarelho. O contrato foi assinado na própria Matriz, devendo as obras decorrer, a partir do seu início, num prazo de cerca de 40 dias, se as condições atmosféricas o permitirem.

Na sequência dos danos do último inverno, a Direção Regional de Cultura do Norte desencadeou um processo de avaliação técnica dos danos, decidindo proceder à respetiva reparação.

Entretanto, foi executado um sistema para contrariar a ação dos pombos e o acesso à torre, com a instalação e redes especiais, que vai também ser reparado.

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GUIMARÃES EDITA REVISTA "MONUMENTOS"

DIA 25 DE NOVEMBRO, NO CCVF (18H30)

Edição impressa da revista “Monumentos” dedicada a Guimarães é apresentada esta sexta-feira

Interesse e uma procura cada vez maior de investigadores e público em geral motivou publicação em papel. Sessão de apresentação decorre no CCVF. Entrada livre.

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A versão impressa do número 33 da revista “Monumentos”, dedicada a Guimarães e publicada em 2013, vai ser apresentada publicamente esta sexta-feira, 25 de novembro, às 18:30 horas, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. A sessão, cuja apresentação estará a cargo do arquiteto Alexandre Alves Costa, assinala também o regresso da revista como publicação periódica, agora na esfera da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

A Monumentos 33, até agora apenas disponível em formato digital, conta com vários estudos e reflexões sobre a riqueza patrimonial vimaranense, do seu Centro Histórico aos projetos urbanísticos, à indústria da curtimenta, passando pelos edifícios notáveis ou pelas intervenções arquitetónicas mais recentes. Participam neste número vários investigadores e colaboradores especialistas das áreas em questão.

A revista, que teve o apoio institucional da Fundação Cidade de Guimarães, é uma publicação técnico-científica destinada à divulgação do património construído. No número dedicado a Guimarães, destaca-se a importância que a cidade assume, no presente como no passado, nos contextos regional e nacional, refletindo-se sobre a evolução, o desenho e as diversas funções assumidas pelo seu Centro Histórico até aos dias de hoje, sem esquecer o passado industrial da cidade.

Património material e imaterial

A edição identifica, estuda e (re)interpreta alguns dos principais valores patrimoniais, como a Colegiada, a Pousada de Santa Marinha ou o Campus de Azurém, além de analisar experiências arquitetónicas e urbanísticas de construção, reabilitação, restauro e de valorização de iniciativa pública municipal, como a recente intervenção realizada no Largo do Toural.

A revista inclui um vasto conjunto de documentos fotográficos do património de Guimarães selecionado nos arquivos do SIPA - Sistema de Informação para o Património Arquitetónico, bem como cartografia especialmente concebida para esta edição, contando ainda com o valioso contributo de conceituados investigadores nacionais das áreas da arquitetura, da geografia e da história da arquitetura e do urbanismo.

GUIMARÃES COMEMORA CLASSIFICAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO COMO PATRIMÓNIO MUNDIAL

COMEMORAÇÃO A 13 DE DEZEMBRO

Programa dos 15 anos da classificação do Centro Histórico de Guimarães como Património Mundial

Festas Nicolinas são inscritas no Inventário Nacional em dia simbólico para Guimarães. Câmara Municipal vai lançar livro para crianças sobre Património. Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago terão balões gigantes iluminados até ao dia de Natal.

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A submissão da inscrição das Festas Nicolinas no Inventário Nacional do Património Cultural e Imaterial da Direção Geral do Património Cultural, que decorrerá durante uma conferência agendada para a Plataforma das Artes e da Criatividade, é uma das cinco principais iniciativas que a Câmara Municipal de Guimarães vai promover no dia 13 de dezembro para assinalar a comemoração dos 15 anos da classificação do Centro Histórico como Património Cultural da Humanidade.

Além da submissão da inscrição, o programa comemorativo inclui o lançamento de um livro para crianças sobre Património, a colocação de uma instalação artística com 22 balões gigantes iluminados no Largo da Oliveira e Praça de S. Tiago, a Corrida pelo Património e a inauguração da terceira edição do projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com intervenções artísticas em dezassete abrigos de paragens de transportes públicos no centro urbano de Guimarães.

A inscrição no Inventário Nacional, resultado do trabalho que tem sido desenvolvido pelo antropólogo Jean-Yves Durand, que foi já objeto de uma apresentação pública no dia 21 de março de 2014, será efetuada durante uma conferência com início às 09:30 horas do dia 13 de dezembro, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães. A sessão vai prolongar-se até às 16:30 horas, com intervenções de Jean-Yves Durand (09h45 e 11h15), Clara Cabral, Comissão Nacional da UNESCO (10h), Isabel Fernandes, Diretora do Museu Alberto Sampaio e do Paço dos Duques de Bragança (10h30), Maria João Nunes, bolseira de investigação (11h30), Catarina Pereira, Diretora da Casa da Memória (14h30), Hugo Morango, Diretor Criativo (15h) e Marco Novo (15h30). No final, decorrerá um debate e visitas à Casa da Memória e ao arraial de Santa Luzia.

Património: pedagogia, educação, cultura e desporto

O livro para crianças sobre Património será oferecido a todas as escolas do concelho de Guimarães e nele estão mencionadas as principais figuras históricas ligadas à cidade, além de ser valorizado o património material e a fundação do berço da nacionalidade. A oferta enquadra-se num dos principais objetivos do Plano Estratégico Educativo, agora em discussão pública, que pretende dar uma verdadeira educação patrimonial a todos os alunos do concelho de Guimarães. A obra tem a assinatura do autor de livros infantis João Manuel Ribeiro, sendo publicado pela editora vimaranense Opera Omnia. O Município vai igualmente oferecer 1500 exemplares do “Manual (para um pequeno) Nicolino”, da autoria de Paulo César Gonçalves e Gabriela Cunha.

Também no dia 13 de dezembro, às 17 horas, o Presidente do Município, Domingos Bragança, fará uma intervenção no Centro Histórico sobre os 15 anos da classificação como Património Cultural da Humanidade, enquanto meia hora depois é inaugurada a instalação artística com 22 balões gigantes, que vão permanecer ligados até ao dia 25 de dezembro. Às 17:45 horas, em parceria com a ESAG e a empresa ARRIVA, a Câmara Municipal inaugura, na Alameda de S. Dâmaso, o projeto “As Paragens onde o Tempo Habita”, com abrigos intervencionados a mostrarem arte nas paragens de autocarro de Guimarães. À noite, com início às 21 horas, realiza-se a “Corrida Pelo Património”.

VIMARANENSES CORREM PELO PATRIMÓNIO

INSCRIÇÕES ABERTAS

Guimarães promove “Corrida pelo Património” nos 15 anos da classificação da UNESCO

Largo do Toural é o local de partida e chegada de um evento desportivo e cultural que inclui passagens por monumentos emblemáticos de Guimarães. Participantes serão surpreendidos com evento no interior do Castelo.

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As inscrições para a segunda edição da “Corrida pelo Património”, que se realiza em Guimarães no próximo dia 13 de dezembro, pelas 21 horas, estão abertas até ao dia 09 de dezembro. Integrada nas comemorações do 15º aniversário da elevação do Centro Histórico a Património Cultural da Humanidade, a Câmara Municipal de Guimarães e o movimento “Guimarães Corre Corre” vão organizar um evento que terá no interior do Castelo um dos momentos altos do percurso.

A iniciativa, com a duração estimada de uma hora e meia, não tem características competitivas e está aberta à participação de todas as pessoas. O itinerário, com 7 quilómetros de extensão, percorrerá cerca de meia centena de ruas e vielas do centro da cidade de Guimarães, com passagem pelo interior de monumentos e espaços públicos, como é o caso dos Jardins do Palácio de Vila Flor, Instituto de Design / Fábrica da Ramada, em Couros, Museu de Alberto Sampaio ou Castelo.

Este ano, o Largo do Toural foi o local escolhido para a partida e chegada deste evento desportivo e cultural, com inscrição gratuita, mas limitada a um número máximo de 1.000 participantes. A organização garante o seguro de responsabilidade civil a todos os intervenientes nesta iniciativa, que tem o apoio da Tempo Livre, Bombeiros Voluntários de Guimarães, Polícia de Segurança Pública, Paço dos Duques de Bragança, Museu de Alberto Sampaio e Centro Cultural Vila Flor.

As inscrições devem ser efetuadas através do website da Câmara Municipal de Guimarães, Balcão Único da Autarquia ou na Tempo Livre. O kit do atleta, composto por uma t-shirt técnica, terá de ser levantado até às 17:30 horas dos dias 12 e 13 de dezembro, no Welcome Centre, situado na Rua Paio Galvão, mediante a apresentação do comprovativo de inscrição.

DEPUTADA DO PCP CARLA CRUZ QUESTIONA MINISTRO DA CULTURA SOBRE MOSTEIRO DE RENDUFE

O PCP tem, no decurso de várias legislaturas, feito várias iniciativas para intervir, requalificar e valorizar o património edificado existente no distrito de Braga, designadamente do Mosteiro de Rendufe.

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Sobre o Mosteiro de Rendufe, o Grupo Parlamentar do PCP tem no decurso das várias legislaturas feito um acompanhamento regular, designadamente com contactos com a Associação de Amigos do Mosteiro, e exigido dos sucessivos governos resposta acerca dos planos para a intervenção e recuperação do imóvel.

Ora, estando em discussão na Assembleia da República, em sede de especialidade, a proposta de orçamento do estado para 2017, a deputada eleita pelo circulo eleitoral de Braga, questionou o Ministro da Cultura sobre a disponibilidade do Governo para alocar uma verba do orçamento da Direcção Regional de Cultura do Norte para realizar uma candidatura, no âmbito dos fundos comunitários, que contemple um plano integrado de reconstrução e requalificação, assim como um estudo das potencialidades de aproveitamento do conjunto dos edifícios.

Em resposta, o Ministro apenas confirmou a integração do Mosteiro de Rendufe na candidatura -Rota dos Mosteiros-, candidatura já conhecida. Porém, às questões específicas colocadas não foi mencionada qualquer resposta.

Na ausência de referência à proposta apresentada pelo PCP, a deputada do PCP irá questionar por escrito o Governo. Assim como reitera que continuará a acompanhar e intervir sobre esta matéria em prol da valorização do património e do acesso à cultura.

O Gabinete de Imprensa da DORB do PCP

Foto: http://www.pressminho.pt/

PORTA DO MEZIO QUER VALORIZAR PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO

ARDAL/Porta do Mezio aprova candidatura para a promoção e valorização da Área Arqueológica Mezio-Gião

O projeto Vozes das Pedras - Promoção e Valorização da Área Arqueológica Mezio-Gião visa dar resposta a uma crescente procura do turista do Parque Nacional da Peneda-Gerês e da Porta do Mezio, em particular, por estes monumentos culturais, oferecendo-lhe novos suportes e experiências relativas a esta temática.

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Esta iniciativa irá remeter os turistas para a relação do Homem com os elementos culturais e naturais. Com pedras enquadradas numa paisagem delimitada, o Homem do Mezio-Gião criou arte rupestre e espaços de rituais de enterramento (mamoas), mas criou-os num profundo relacionamento com o espaço natural, lendo-o, interpretando-o e experienciando-se a si e à paisagem como um só. Com este projeto a ARDAL/Porta do Mezio vai valorizar e promover as 100 rochas identificadas num dos maiores santuários de arte rupestre do Noroeste Peninsular – o Gião, bem como nas 11 mamoas da Área Arqueológica do Mezio.

Pretende-se que o conhecimento que estes espaços encerram seja partilhado com o grande público, num trabalho coordenado pelo Arqueólogo Martinho Baptista, diretor Parque Arqueológico Vale do Côa.

Com um valor elegível de cerca de 350 mil euros, apoiado no âmbito do Programa Operacional da Região Norte – Património Cultural, pretende-se que este trabalho venha, também, reforçar a atratividade da Porta do Mezio, enquanto estrutura de promoção, receção, animação e interpretação do território do Parque Nacional da Peneda Gerês.

PONTE DA BARCA APROVA PROPOSTA DE OPERAÇÃO DE REABILITAÇÃO URBANA DO CENTRO HISTÓRICO

Intervenções estruturadas vão permitir uma qualificação e valorização substanciais dos edifícios, do espaço público e dos equipamentos existentes

A Operação de Reabilitação Urbana (ORU) do Centro Histórico de Ponte da Barca, surge da necessidade de reabilitar imóveis que evidenciem níveis de degradação assinalável e do interesse em que se consolide a dinâmica em curso de requalificação dos espaços e equipamentos públicos, bem como o incrementar da dinamização do tecido económico e social.

Segundo o Presidente Vassalo Abre 'esta operação apoia-se numa estratégia coerente que visa a reabilitação articulada do espaço público, melhorando as condições de mobilidade e estadia, a requalificação e valorização dos equipamentos e o património cultural, bem como a reabilitação do edificado privado que apresente avançado estado de degradação, por forma a dotá-lo de condições de uso que respondam aos requisitos atuais de utilização'.

Para a concretização desta operação prevê-se o acesso a fundos comunitários através do programa operacional Norte 2020 e de instrumento financeiro de reabilitação urbana (IFRRU), bem assim como a aplicação dos incentivos aos proprietários, e titulares de outros direitos, nos termos aprovados no âmbito da delimitação da ARU (área de Reabilitação Urbana), na reabilitação do edificado privado.

A estratégia de intervenção da ORU do centro histórico de Ponte da Barca assenta no cumprimento de três tipos de ações estruturantes: reabilitar e qualificar edifícios e equipamentos; qualificar o espaço público e dinamizar e viver a Vila de Ponte da Barca. No seu todo, estas ações traduzir-se-ão numa melhoria substancial do espaço intervencionado, ao mesmo tempo que criam sinergias com o tecido económico local.

Em breve será publicado em Diário da República o período de discussão pública do projeto, altura em que o mesmo, será, também, disponibilizado para consulta na página oficial do Município de Ponte da Barca.

CEMITÉRIOS SÃO GALERIAS DE ARTE FUNERÁRIA E PANTEÃO DE FIGURAS ILUSTRES

Os municípios deveriam organizar roteiros culturais de modo a dar a conhecer a História e a arte que ali se guarda

Desde as suas origens, o Homem procurou sempre superar a sua própria morte, constituindo essa uma das essências de todas as religiões. Através de determinados ritos garantia a viagem eterna para uma nova vida, colocando-se na posição fetal ou levando consigo a moeda com que haveria de pagar a Caronte a travessia para o Hades.

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As antas e dolmens, as lanternas etruscas, as pirâmides egípcias e as técnicas de mumificação não são mais do que expressões de arte funerária de diferentes civilizações de épocas distintas que são atualmente estudadas e conservadas, classificadas como património cultural.

Durante muitos séculos, entre nós, o sepultamento era feito no interior das igrejas ou no terreno adjacente considerado campo santo. Ainda atualmente se conservam em muitos locais as pedras tumulares com as respetivas inscrições e, não raras as vezes, brasões de família. Nalguns casos, porém, uma certa falta de sensibilidade para a necessidade de se preservar o património tem levado à destruição das sepulturas existentes no interior das igrejas e capelas com a realização de obras alegadamente de melhoramento.

Em 1835, passou a ser proibido o enterro dentro das igrejas, decisão que juntamente com outras medidas tomadas pelo governo de Costa Cabral vieram a estar na origem da Revolução da Maria da Fonte.

Durante o século XIX, fortemente marcado pelo Romantismo, a arte funerária regista um grande desenvolvimento que se traduz na construção de grandes jazigos repletos de esculturas e motivos arquitetónicos, o emprego de novos símbolos associados nomeadamente a profissões e a obediências maçónicas, figuras alegóricas, motivos vegetalistas e uma profusão de epitáfios.

Com efeito, a arte funerária reflete a visão do cosmos e a interpretação da vida e da morta feita a partir de um determinado contexto histórico, social e ideológico, revelando a estrutura social e a mentalidade da sociedade em que a mesma foi produzida. Devido ao seu elevado interesse patrimonial e cultural, alguns cemitérios tornaram-se visitas obrigatórias e estão incluídas nos roteiros turísticos como sucede com o cemitério de Pére Lachaise, em Paris, ou o cemitério dos Prazeres, em Lisboa, onde se encontram magníficas obras de arte e em cujos jazigos repousam os restos mortais dos nossos mais ilustres poetas e outras figuras ilustres.

No dia em que muitos minhotos vão aos cemitérios visitar as sepulturas dos seus entes queridos já falecidos, o BLOGUE DO MINHO deixa aqui a sugestão para que aquele espaço de meditação seja também visto noutra perspetiva, contemplando as obras de arte, procurando decifrar os símbolos e descobrindo as figuras notáveis que ali repousam, algumas das quais marcaram em suas vidas o desenvolvimento da sociedade local.

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CABECEIRAS DE BASTO QUER MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS RECONHECIDO COMO PATRIMÓNIO MUNDIAL

Mosteiro de S. Miguel de Refojos. Comissão Científica da Candidatura à UNESCO debate caminho a seguir

Em maio último, a Comissão Nacional da UNESCO decidiu não inscrever o Bem ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos’ na Lista Indicativa de Portugal ao Património Mundial.

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A Câmara Municipal tomou conhecimento e deliberou em junho, por unanimidade, dar continuidade ao processo tendo em vista a inscrição do Mosteiro numa futura Lista Indicativa.

A continuação do processo compreende a elaboração de novos estudos científicos para o aprofundamento do conhecimento da história e da importância deste Mosteiro e da presença dos Beneditinos em Cabeceiras de Basto, mas também ações e iniciativas de promoção e divulgação do Mosteiro.

A par destas atividades, a Câmara Municipal continua empenhada, com a colaboração da Paróquia mas também da Direção Regional de Cultura do Norte, em promover ações de salvaguarda, valorização, conservação e manutenção do Mosteiro. Exemplo disso mesmo foi a recente aprovação de uma candidatura a apoios financeiros da União Europeia para a realização de obras para a substituição da cobertura da Igreja, a reabilitação da fachada e torres sineiras e a melhoria do nível freático da área envolvente, ao mesmo tempo que viu aprovado um vasto programa cultural a levar a cabo até 2018 e que tem o Mosteiro como centro.

Hoje, dia 29 de outubro, a Comissão Científica da Candidatura à UNESCO esteve reunida na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto sob a presidência de Francisco Alves, presidente da Câmara Municipal, para dar seguimento ao trabalho e definir o caminho a seguir nos próximos meses.

A Câmara Municipal está empenhada em continuar este trabalho para o qual continua a contar com todos os Cabeceirenses e as suas instituições que, desde a primeira hora, abraçaram esta causa de uma forma entusiástica e apaixonada.

BRAGA MOBILIZA COMUNIDADE NA CANDIDATURA A CIDADE DA UNESCO

Conferência ´Media Arts e Planeamento Estratégico de Cidades´

“A candidatura a Cidade Criativa das Media Arts da Unesco é uma forma de mobilizarmos toda a comunidade e seus agentes para um posicionamento diferente de Braga, que quer ser vista como uma Cidade moderna, inovadora, arrojada, criativa, jovem e culturalmente activa, bem como tecnológica e potenciadora dos recursos económicos e de investigação existentes no território”, afirmou Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a Conferência ´Media Arts e Planeamento Estratégico de Cidades´, que se realizou hoje, dia 28 de Outubro, no Mosteiro de Tibães.

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Neste encontro foram partilhadas as experiências internacionais de outras Cidades Criativas da rede UNESCO e foram igualmente divulgados os projectos e iniciativas em curso na Cidade de Braga, discutindo-se as tendências e desafios internacionais neste contexto.

Como sublinhou o Edil, este processo é um ´extraordinário´ desafio para Braga. “É um processo de mobilização colectiva em que cada um, na sua área de intervenção, está a dar o seu valioso contributo. Queremos continuar a desenvolver iniciativas diferenciadoras e o Concelho tem os recursos e iniciativas que nos dão um importante lastro para podermos aspirar ao reconhecimento da UNESCO. Criamos parcerias e mecanismos de colaboração que fortalecem o posicionamento de Braga como Cidade de media arts”, afirmou, garantindo que o projecto é abrangente e ´extremamente benéfico´ para toda a região e para o país.

O Autarca anunciou ainda que o Município irá avançar, no próximo ano, a nível experimental, com a actividade extracurricular na área das artes digitais em todas as turmas de duas Escolas do 1º ciclo do Concelho. “É uma forma de demonstrarmos o nosso compromisso em manter actividades e projectos nesta área no futuro e de incentivarmos uma cultura transversal de envolvimento a toda a sociedade”, sublinhou.

Actualmente existem nove Cidades Criativas Media Arts: York (Reino Unido, 2014), Linz (Áustria, 2014), Enghien-Les-Bains (Fança, 2013), Lyon (França, 2008), Austin (EUA - Texas, 2015), Dakar (Senegal, 2014), Tel Aviv-Yafo (Israel, 2014), Gwangju (Coreia do Sul, 2014), Sapporo (Japão, 2013).

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BRACARENSES FOTOGRAFAM AZULEJOS NO CENTRO HISTÓRICO DE BRAGA

XIII Concurso Municipal de Fotografia: Município desafia Bracarenses a fotografar património azulejar do Centro Histórico

‘O Património Azulejar do Centro Histórico de Braga’ é o tema do XIII Concurso Municipal de Fotografia, uma iniciativa organizada pelo Município de Braga que visa aproximar os Bracarenses do património da Cidade.

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O concurso tem por base a utilização de máquinas descartáveis com flash, uma por concorrente, a disponibilizar de forma gratuita a um número máximo de 50 concorrentes. A participação implica a formalização da inscrição e o pagamento de uma caução de 10€, que será devolvida, uma vez recebida a máquina de acordo com o regulamento do concurso.

As inscrições vão decorrer no Museu da Imagem entre os dias 5 a 25 de Novembro (todos os dias das 14:30 às 18:30 horas).

As máquinas poderão ser levantadas no Museu de Imagem nos dias 25 e 26 de Novembro entre as 14h30 e as 18h30. O período para captação de imagens inicia-se no dia 26 de Novembro, devendo os concorrentes entregar as respectivas máquinas no Museu da Imagem, até às 18h00 horas do dia 27 de Novembro.

Este concurso visa despertar o interesse e a sensibilidade dos cidadãos relativamente ao património azulejar que reveste e decora muitos edifícios do Centro Histórico da Cidade. Naturalmente que os elementos azulejares mais vetustos e com maior qualidade e singularidade artística e histórica poderão suscitar fotografias de grande plasticidade e sentido artístico, que gerarão um testemunho de um património que importa conhecer, fruir e salvaguardar.

Também os azulejos que decoram muitas fachadas de edifícios comuns do Centro Histórico possuem inequívoco sentido estético, sobressaindo as cores fortes que conferem ao edificado e ao espaço envolvente, um brilho e uma luminosidade ímpares. O concorrente poderá no entanto sentir o apelo e a inspiração pelo lado menos rebuscado e, por vezes, até dissonante de alguns revestimentos azulejares de fachadas de edifícios, apontando para estes a sua objectiva.

A Autarquia através do júri, para além da atribuição do primeiro prémio e menções honrosas nos termos do regulamento do concurso, seleccionará um conjunto vasto de trabalhos destinados a integrar uma exposição alusiva à presente edição a inaugurar em 2017 na Fonte do Ídolo.

O regulamento do concurso está disponível através do link https://goo.gl/RUlvlH

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BRAGA DIVULGA FONTE DO ÍDOLO

‘Da Fonte Correm as Histórias’ e ‘hojÀfonte’

Actividades divulgam espaço museológico da Fonte do Ídolo

No âmbito da promoção e divulgação do espaço museológico Fonte do Ídolo, o Município de Braga promove, de Outubro a Dezembro, a actividade ‘Da Fonte Correm as Histórias’.

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Esta iniciativa, constituída por três sessões mensais, consiste no relato de um conjunto de histórias cantadas e musicadas por António Castanheira. A actividade, que começa por uma visita à Fonte Ídolo, destina-se ao público em geral, sendo privilegiados os alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclo do ensino básico.

Em Outubro, a actividade decorre nos dias 25, 27 e 28; em Novembro nos dias 8, 17 e 24; e em Dezembro nos dias 7, 13 e 20. Com início às 10h00, a duração de cada sessão é de aproximadamente uma hora e meia.

Atelier ‘hojÀfonte’ inicia-se em Novembro

‘hojÀfonte’ é o título de outra actividade que irá decorrer já a partir do próximo mês de Novembro na ‘Fonte do Ídolo’. Trata-se de um conjunto de visitas guiadas combinadas com ateliês pedagógicos que incluem a técnica de modelagem da porcelana fria para a construção de elementos que caracterizem aquele Monumento Nacional.

À semelhança da iniciativa anterior, a ‘hojÀfonte’ é também uma actividade mais direccionada para o público infanto-juvenil. As sessões têm a duração de duas horas, sendo que os ateliês se realizam às segundas-feiras. Esta iniciativa irá desenvolver-se até Janeiro do próximo ano.

Em ambas as actividades a participação é sujeita a marcação prévia junto da Câmara Municipal de Braga/Serviço de Arqueologia, através do número 253 218 011 ou pelo e-mail fonte.idolo@cm-braga.pt.

VIANA DO CASTELO DÁ A CONHECER PATRIMÓNIO RELIGIOSO

Roteiro Turístico-Religioso: Percurso pelas principais igrejas da cidade de Viana do Castelo

No âmbito de um projeto de Roteiro Turístico-Religioso da cidade de Viana do Castelo, as entidades envolvidas realizam no próximo sábado, dia 22, com início às 14h30, um percurso guiado que inclui, além do Santuário de Nossa Senhora da Agonia, as igrejas de S. Domingos, Sé Catedral, Misericórdia, Congregação da Caridade e Ordem do Carmo.

O local de concentração é no adro de Nossa Senhora da Agonia, iniciando-se ás 14h30 a  visita às igrejas selecionadas para este percurso experimental, sob a orientação Dr. Fernando Lopes, professor de História da Arte.

O projeto de um Roteiro Turístico-Religioso resulta da consciência da riqueza história, artística e cultural que as igrejas de Viana encerram e das potencialidades de atracão que do ponto de vista turístico e cultural podem oferecer a naturais e forasteiros.

Da iniciativa da Santa Casa da Misericórdia, para a sua concretização o projeto envolve parcerias entre esta entidade a Câmara Municipal e as demais instituições responsáveis pelos vários templos da cidade: Confraria de Santa Luzia, Congregação de Nossa Senhora da Caridade, Real Confraria de Nossa Senhora da Agonia, Paróquias de Santa Maria Maior, Nossa Senhora de Fátima, Monserrate e a Ordem do Carmo.

Avaliar as caraterísticas de uma sugestão de roteiro de modo a melhorá-lo tornando-o mais rico e motivador para o visitante, tal é o objetivo deste percurso experimental.

Além da participação das entidades parceiras, o percurso é aberto ao público, pelo que se convidam os interessados a realizar a sua inscrição através do e-mail dos Serviços de Turismo da Câmara Municipal (e-mail: sturismo@cm-viana-castelo.pt), até ao dia 20 de outubro (quinta-feira) deixando, para eventuais contactos, o seu endereço de email, nome e contacto telefónico. Inscrições limitadasPara mais informações por favor contactar através do tel.: 967 160 962 (Albino Ramalho – Santa Casa da Misericórdia).

Atenciosamente,

BRACARENSES DESCOBREM PATRIMÓNIO DE BRAGA

Primeira sessão a 12 de Outubro, na Igreja da Cividade

‘Braga à Lupa’ desafia Bracarenses a descobrir curiosidades do património da Cidade

O Município de Braga inicia na próxima Quarta-feira, 12 de Outubro, mais um ciclo de iniciativas, integradas no programa ‘À Descoberta de Braga’. Com o ‘Braga à Lupa’, como é designado este programa, os Bracarenses serão desafiados a descobrir e a reflectir sobre um aspecto desconhecido e aliciante da Cidade, sejam obras de arte, documentos históricos, curiosidades arquitectónicas, gastronomia, personalidades, lendas ou tradições.

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O ‘Braga à Lupa’ terá uma periodicidade mensal, realizando-se a uma quarta-feira. Cada sessão terá a duração máxima de 90 minutos e será conduzida um ou dois convidados que farão a abordagem aos elementos seleccionados.

A primeira sessão realiza-se já na próxima Quarta-feira, dia 12 de Outubro, pelas 21h30, na Igreja da Cividade. O objectivo é descobrir a versão bracarense do ‘Fons Vitae’, uma tela seiscentista inspirada na jóia da coroa do novel Museu da Misericórdia do Porto e um dos momentos mais celebrados da pintura exposta em território nacional.

Poucos saberão que também na Cidade de Braga existe uma iconografia análoga gravada numa tela existente na igreja de Santiago da Cividade. Este templo, remodelado na última década do século XVIII, detém uma capela lateral, com retábulo em talha dourada onde se enquadra o painel a óleo identificado com a iconografia do ‘Fons Vitae’.

Para esta primeira sessão são convidados Luís Silva Pereira, da Universidade Católica Portuguesa, e o padre Paulo Duarte, da Companhia de Jesus.

Segundo a vereadora da Cultura, Lídia Dias, o ‘Braga à Lupa’ é “mais uma oportunidade para a descoberta do nosso valioso património, nos seus mais diversos âmbitos”. «Não será mais uma visita guiada ou uma sessão sobre a história local, mas sim uma conversa sobre um momento do nosso Património que merece atenção. Pode ser uma tela, uma receita culinária, um documento de arquivo ou uma estátua que nos habituamos a ver na rua», acrescenta Lídia Dias.

Para o mês de Novembro está a ser preparada uma sessão sobre o Mapa das Ruas de Braga e, em Dezembro, está prevista uma sessão comentada sobre o Pudim Abade de Priscos.

As sessões são de participação livre, implicando uma inscrição prévia para cultura@cm-braga.pt devido à limitação de espaço nos locais onde irão decorrer as sessões.

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CELORICO DE BASTO CANDIDATA IGREJA DE SANTA MARIA DE VEADE A CENTRO INTERPRETATIVO

Município de Celorico de Basto submete candidatura para Centro Interpretativo da Igreja de Santa Maria de Veade

A candidatura submetida ao Programa Operacional Regional Norte 2020 – Património Cultural incide na recuperação e adaptação de um edifício localizado junto à igreja de Veade que será transformado em Centro Interpretativo da Igreja de Santa Maria de Veade, integrado com a Rota do Românico. Esta candidatura visa também, a valorização da envolvente com recuperação do Calvário.

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“Esta candidatura pretende valorizar e reaproveitar o património arquitetónico e cultural da igreja de Veade, uma igreja inserida na Rota do Românico com marcas indissolúveis do estilo arquitetónico” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva. “Esta candidatura assenta na reabilitação do edifício, preservando as características arquitetónicas que ele possui, repondo e/ou substituindo elementos que se encontrem num estado de degradação avançado. Será um espaço que irá reforçar a oferta cultural da região” disse.

Esta candidatura irá permitir uma intervenção parcial no edifício dotando-o de estruturas necessárias ao seu bom funcionamento com condições de acolhimento ao público, condições de exposição e divulgação cultural que permitam o desenvolvimento de projetos pedagógicos.

O edifício compreende 2 pisos mas a intervenção crucial irá decorrer no piso superior correspondendo à área de exposição e interpretação da Rota do Românico e das origens e transformações da Igreja de Santa Maria de Veade. Este espaço expositivo será apoiado por 3 salas para apoio pedagógico, 1 sala para apoio administrativo e uma instalação sanitária acessível a pessoas com mobilidade condicionada.

A outra parte da empreitada tem por objetivo a recuperação do percurso da Via-Sacra, um percurso com cerca de 290 metros e uma diferença altimétrica de 23 metros. A intervenção proposta consiste na pavimentação da totalidade do percurso e na criação de plataformas niveladas definindo as várias estações do calvário, bem como, a reconstrução dos cruzeiros danificados e em falta.

O valor estimado para esta empreitada rondará os 150 mil euros.

BRAGA DÁ A CONHECER O TRILHO DOS SOLARES

‘Aventuras pelo Ambiente’ deram a conhecer Trilho dos Solares. Iniciativa deu a conhecer belezas naturais de Crespos e Pousada

Cerca de 60 pessoas participaram hoje, 5 de Outubro, nas ‘Aventuras pelo Ambiente’ uma iniciativa promovida pelo Município de Braga e que deu a conhecer o Trilho dos Solares, na União de Freguesias de Crespos e Pousada.

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A iniciativa consistiu na realização de um percurso pedestre com cerca de 9 quilómetros, com início no Largo da Igreja de Crespos, no qual se procurou evidenciar a beleza natural e ambiental daquela zona do Concelho. No final realizou-se um lanche-convívio entre os todos os participantes na Junta de Freguesia de Pousada.

Com o programa ‘Aventuras pelo Ambiente’, o Município de Braga pretende dar a conhecer o património ambiental existente no Concelho, principalmente nas suas freguesias periféricas, criando uma aproximação entre as duas realidades e, ao mesmo tempo, promover as suas potencialidades turísticas e económicas.

No âmbito deste programa, já se realizaram caminhadas em Adaúfe, Este S. Mamede e Este S. Pedro, Guisande e Oliveira S. Pedro, Mire de Tibães, Padim da Graça e Semelhe, Priscos, Merelim S. Paio, Sobreposta, Palmeira, Penedo das Letras e em muitos outros locais do Concelho.

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FAMALICÃO VAI REABILITAR ANTIGA FÁBRICA SAMPAIO E FERREIRA

Concurso internacional de ideias para reabilitar antiga fábrica Sampaio e Ferreira: Procura-se nova vida para Riba de Ave

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, está determinado e empenhado em fazer renascer das cinzas o legado industrial devoluto de Riba de Ave devolvendo à vila o fulgor, a prosperidade e a qualidade de vida que se vivia no início do século XX, quando o dinamismo económico era tal que a freguesia se destacava a nível nacional, como sendo uma das primeiras comunidades a beneficiar de eletricidade e a possuir iluminação pública.

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O autarca abriu esta segunda-feira, o evento “Riba d’Ave Desafios Urbanos’16”, que decorreu na histórica Sampaio Ferreira e C.ª Lda, e que ficou marcado pelo lançamento de um concurso internacional de ideias de arquitetura para a reabilitação da fábrica Sampaio Ferreira. Na sessão esteve também presente o arquiteto Noé Dinis que fez o enquadramento histórico de Riba de Ave.

“Queremos somar ao investimento público o investimento privado de forma a tornarmos este património funcional e útil à população, dignificando este legado histórico”, afirmou Paulo Cunha, desafiando os privados a acompanharem a autarquia neste “desígnio do concelho de Famalicão”.

Para já Paulo Cunha conseguiu captar um investimento superior a cinco milhões de euros para Riba de Ave, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), que será desenvolvido até 2020.

Perante uma audiência vasta e diversificada, o autarca não escondeu a satisfação por ver a“grande afluência a esta iniciativa, reflexo da importância que este edificado mantém para esta comunidade e para o seu futuro.” O espaço acabou mesmo por ser pequeno para acolher as várias dezenas de pessoas que quiseram participar nesta reflexão conjunta sobre as estratégias a adotar na regeneração urbana dos territórios de Riba de Ave e Oliveira S. Mateus.

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E rodeado por estas gentes e por este património, que apesar de tudo se mantém vivo e imponente, com as suas chaminés a tocarem o céu, Paulo Cunha recordou os danos da crise têxtil que fez com que “a indústria abandonasse o edifício, no entanto, o edifício manteve-se, o património está cá, só a atividade deixou de se desenvolver. Não podemos continuar assistir ao arruinar deste património.” Por isso, “hoje temos que olhar para estes imóveis como um verdadeiro legado histórico. Temos que recriar, refazer e reconstruir, olhando para este enorme pedaço da nossa história e da nossa identidade e dar-lhe uma caraterização diferente, respeitando o seu traçado histórico, mas atribuindo-lhe uma nova funcionalidade”.

Procurando a força para a sua vontade de reconstruir este edificado, Paulo Cunha salientou que “é importante que as pessoas se associem a este projeto e que os privados nos acompanhem para que possamos aqui edificar o futuro”.

Para já, com os cinco milhões de euros do Portugal 2020 estão programadas as intervenções referentes à reabilitação do Teatro Narciso Ferreira, à reconversão da Unidade Industrial Sampaio e Ferreira e ainda à regeneração da frente ribeirinha do Rio Ave, com uma ligação pedonal a Oliveira S. Mateus.

Agora com a iniciativa do portal Espaço de Arquitetura avança o concurso internacional de ideias para a revitalização da fábrica Sampaio Ferreira.

As candidaturas estão abertas até 7 de novembro, sendo que os trabalhos têm que ser entregues até 19 de janeiro de 2017. As inscrições podem ser realizadas através do sitewww.espacodearquitectura.com, onde também está disponível o regulamento do concurso.

O objetivo é repensar de que forma se pode revitalizar um imóvel, de carater industrial, que pela sua história, localização e dimensão merece ser alvo de reflexão.

Refira-se que a fábrica Sampaio Ferreira em Riba de Ave foi uma das primeiras unidades fabris do Vale do Ave construída pelo empresário Narciso Ferreira e implantada numa área de cerca de 35 mil metros quadrados.

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MUNICÍPIO CERVEIRENSE CONGRATULA GOVERNO POR DESBLOQUEAR IMPASSE DO CASTELO DE CERVEIRA

Na sequência da apresentação do programa Revive e do conhecimento da integração do Castelo como um dos edifícios prioritários para intervenção, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira endereçou ao Senhor Primeiro Ministro, Dr. António Costa, uma congratulação por atender ao anseio dos cerveirenses de dar dignidade aquele monumento.

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Na missiva enviada, o edil cerveirense refere que este desfecho resulta na concretização de mais um compromisso que o Senhor Primeiro-Ministro, enquanto candidato, expressou aquando da sua deslocação a Vila Nova de Cerveira para visitar a XVIII Bienal Internacional de Arte, na qual manifestou disponibilidade para ajudar a desbloquear este processo, colocando aquele conjunto edificado ao serviço dos cerveirenses, da economia local e dos inúmeros turistas que elegem o Castelo como um dos ex-libris do concelho.

“Para Vila Nova de Cerveira, este programa de valorização do património do Estado representa o desbloquear de um processo que já se arrastava há sete anos e comprova a atenção do atual Governo para com o património e a sua utilização em prol do desenvolvimento económico local e nacional, como de enorme potencial turístico-cultural”, afirma Fernando Nogueira.

O programa Revive, articulado pelos ministérios da Economia, Cultura e das Finanças, e liderado pelo Turismo de Portugal, visa concessionar a privados 30 imóveis históricos que se encontrem degradados, para que sejam recuperados e possam acolher projetos diferenciadores de âmbito turístico. Numa primeira fase, que deverá decorrer até ao final do ano, irão ser concessionados 12 edifícios, encontrando-se entre eles o Castelo de Cerveira.

VILA VERDE DÁ A PROVAR OS SABORES DO PATRIMÓNIO

A fama dos Sabores da Terra de Escariz extravasou as fronteiras do concelho e do distrito!

A reputação dos genuínos ‘Sabores da Terra’, de Escariz S. Mamede, já extravasou as fronteiras do concelho de Vila Verde e do distrito de Braga. A edição deste ano não foi exceção e, no passado fim-de-semana (1 e 2 de outubro), chegaram a Escariz visitantes de toda a região para recordarem os saberes e sabores da tradição minhota, numa iniciativa que se assume como uma fidedigna montra do que de melhor e mais tradicional a freguesia tem para oferecer.

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A maior enchente registou-se na tarde de domingo, que começou com um autêntico hino à música popular portuguesa, num encontro que juntou mais de 200 tocadores de concertina vindos de vários pontos do país (Gouveia, Vila Nova de Gaia, Ponte de Lima…).

A rainha do Minho animava um recinto repleto de atrativos. Nas imediações do palco decorria a feirinha tradicional, onde se comercializam os viçosos produtos agrícolas caseiros, cultivados de forma artesanal e colhidos da terra pelas mãos calejadas dos produtores escarizenses. Não muito longe, a tasquinha regional brindava vilaverdenses e visitantes com algumas das mais apreciadas iguarias da gastronomia minhota, em que assumiu lugar de destaque o famoso Pica no Chão. Apesar dos vários motivos de interesse, a estrela maior do evento continua a ser o trabalho artesanal de ornamentação da igreja paroquial com arranjos de produtos agrícolas. Um trabalho de minúcia, dedicação e muita criatividade, em que se produzem autênticas obras de arte inspiradas na época das colheitas, que dão um brilho renovado ao templo escarizense.

Preservar e promover a identidade cultural

O presidente da Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho não escondeu a satisfação pelo sucesso de um evento que “registou uma afluência popular acima das expectativas”. Adelino Machado deixou uma palavra de apreço para todos os habitantes locais que ajudam a dar vida a uma iniciativa que, além de ser autossustentável, ainda permite anualmente angariar receita para algumas obras da freguesia. Impossível não salientar também o talento artístico evidenciado nas obras que ornamentam a igreja local, com o tema ‘O Ano Mariano’. Este ano a decoração foi acompanhada pela exposição de um artesão local, o que ajudou a enriquecer o programa e a visita dos milhares de pessoas que passaram por Escariz durante os dois dias da festa.

Adelino Machado prosseguiu sublinhando que, uma vez mais, se cumpriu o objetivo de preservar a identidade cultural e valorizar o património imaterial da freguesia e a da região, divulgando os saberes e sabores da tradição Minhota.  A iniciativa Sabores da Terra é organizada pela Junta da União de Freguesias de Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, com a colaboração da paróquia local, e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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GOVERNO REABILITA EDIFÍCIOS PÚBLICOS PARA O TURISMO

Programa REVIVE reabilita 30 edifícios públicos para fins turísticos. Conhecidos os primeiros 11 edifícios da lista

O programa REVIVE vai permitir restaurar e reabilitar, com fins turísticos, 30 edifícios públicos, tornando-os acessíveis ao público. Os primeiros 11 imóveis da lista são já conhecidos e são os seguintes: Convento de São Paulo (Elvas), Pavilhão do Parque (Caldas da Rainha), Quinta do Paço de Valverde (Évora), Mosteiro de Santa Clara-a-Nova (Coimbra), Castelo de Vila Nova de Cerveira, Fortaleza de Peniche, Mosteiro de São Salvador de Travanca (Amarante), Mosteiro de Arouca, Paço Real de Caxias (Oeiras), Forte do Guincho (Cascais), Castelo de Portalegre. A recuperação será feita por investidores privados a quem serão concessionados os imóveis.

O projeto REVIVE é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças. Na prática trata-se da criação de uma bolsa de edifícios históricos a serem concessionados a privados, nacionais e estrangeiros, para investimento através de concurso público. Muitos dos 30 edifícios estão em estado de degradação, classificado como ‘Mau’ pela Direcção-Geral do Património e Cultura (DGPC) e a necessitar de intervenção. Os 19 imóveis ainda não anunciados vão ser divulgados, de forma faseada, até ao final do ano.

A concessão a privados fica sujeita a compromisso de reabilitação, preservação e conservação, sendo que o património continua a pertencer ao Estado. Cada edifício terá o seu caderno de encargos, com o seu próprio calendário.

Pretende-se valorizar o património através da reabilitação e da sustentabilidade dos equipamentos em causa, dando vida a locais subaproveitados ou ao abandono e devolvendo os espaços à fruição pública. Os equipamentos estão em diversos pontos do país, o que ajuda à desconcentração e diferenciação da oferta turística, valorizando todo o território nacional.

O modelo de concessão adotado pelo programa REVIVE retira despesa ao estado e cria riqueza, pela atração de mais turistas e criação de postos de trabalho.

A sessão de apresentação oficial do REVIVE contou com a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, do Secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, do Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e do Presidente do Turismo do Centro de Portugal, Pedro Machado.

Para informação sobre o Programa:

revive.turismodeportugal.pt

Para mais informações sobre os 11 edifícios já anunciados:

1 – Convento de S. Paulo (também conhecido como antigo Quartel de S. Paulo ou edifício do Tribunal Militar de Elvas), Elvas - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70353

2 - Castelo de Vila Nova de Cerveira - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70700

 3 - Fortaleza de Peniche - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71147

 4 – Mosteiro de S. Salvador de Travanca, Amarante  - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/69880 - fotografias em anexo

 5 - Mosteiro de Arouca - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70519

 6 -  Mosteiro de Santa Clara-a-Nova - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70695

 7 -  Pavilhões do Parque,  Caldas da Rainha - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/4032391

 8 - Paço Real de Caxias, Oeiras - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74866

 9 – Forte do Guincho, Cascais - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74121

 10 – Castelo de Portalegre - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70706

 11 – Quinta do Paço de Valverde, Évora - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/11152902  - concessão para exploração de hotel de aplicação

FAMALICÃO E SANTO TIRSO PROMOVEM PATRIMÓNIO ORGANEIRO COM CICLO DE CONCERTOS

Iniciativa decorre entre 7 e 16 de outubro em seis igrejas dos dois concelhos

Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso acolhem, entre 7 e 16 de outubro, o II Ciclo de Concertos de Órgão. A iniciativa é promovida pela Associação Cultural Tagus Atlanticus, com o apoio das duas autarquias, e vai decorrer nas igrejas matrizes de Calendário (dia 7), Bairro (dia 8) e Ribeirão (dia 9), no concelho de Famalicão. Em Santo Tirso, os concertos animam as igrejas de Roriz (dia 14); Burgães (dia 15) e Santo Tirso (dia 16).

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De acordo com o diretor artístico, Marco Brescia, a iniciativa tem como objetivo principal “a valorização do património organeiro histórico dos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso, quer na sua vertente material, quer imaterial”, sendo que esta edição visa“a música de qualidade interpretada por artistas nacionais e estrangeiros, dando ao público a oportunidade de assistir às atuações de excelência de nomes consagrados ao lado de jovens músicos de inegável valor em franca afirmação no panorama artístico-musical”.

Para o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, a realização da II edição do Ciclo de Concertos de Órgãos é uma “excelente notícia” porque para além “dos créditos assegurados quanto à qualidade da sua programação e excelência dos músicos é um evento que vem enriquecer a oferta cultural da região, contribuindo ao mesmo tempo, para a valorização do património organístico, um precioso legado histórico que importa salvaguardar e divulgar cada vez mais”.

O evento conta com os seguintes convidados: Paulo Bernardino (órgão); Marco Brescia (órgão); Il Combattimento (ensemble barroco); Veronica Febbi (harpa barroca); José Luis González Uriol (órgão); Tomoko Matsuoka (órgão e contínuo); Rosana Orsini (soprano); Guilhermo Turina (violoncelo barroco) e João Vaz (órgão).

Refira-se que a primeira edição do Ciclo de Concertos de Órgãos decorreu no ano passado tendo-se revelado um êxito.

BARCELOS DÁ A CONHECER O PATRIMÓNIO NO DIA MUNDIAL DA MÚSICA

Património histórico recebe Visita Musicada no Dia Mundial da Música

Entre ruínas, igrejas e capelas emblemáticas da cidade contam-se e cantam-se histórias."Diálogos entre a história e a música: Visita Musicada" é o título deste encontro inédito, onde o som dos instrumentos, as partituras, os artistas, os músicos e os cânticos inebriantes prometem lembrar a história. O cenário é único e a encenação, que promete ficar na memória de todos aqueles que passarem por Barcelos no dia 1 de outubro, foi criada a pensar no Dia Mundial da Música.

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São várias as iniciativas, de cinema, concertos, workshop, atuações do Orfeão e do Conservatório de Música de Barcelos a visitas musicadas, espalhadas por toda a cidade. No dia 1 de outubro, Dia Mundial da Música, as vozes do Coro de Câmara de Barcelos vão dar música à visita guiada pelo arqueólogo municipal, Cláudio Brochado, a várias capelas do centro histórico da cidade. "Diálogos entre a história e a música: Visita Musicada" é o título deste encontro inédito que vai decorrer entre as 10h e as 12h de sábado e cujo percurso pedonal passará pela Capela da Senhora da Ponte, Capela de S. Francisco, Capela de S. José, Capela de S. Bento, terminando na Capela do Recolhimento das Beatas do Menino de Deus.

Como a música ocupa um espaço privilegiado nas salas de cinema, o Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos, pela manhã de sábado, a partir das 10h30, acolherá a exibição das curtas-metragens de animação experimental do japonês Osamu Tezuka, numa parceria da autarquia com a Zoom - Associação Cultural.

O Museu de Olaria reserva a tarde do dia 1 para os mais novos, com a realização do workshop "Acuidade Sonora: o espaço e eu, narrativas sonoras", esta atividade, uma parceria entre o município e a Zoom, vai decorrer entre as 14h e as 18h, e é dirigida a jovens entre os 11 e os 13 anos e as inscrições devem ser feitas através do e-mail culturabarcelos@cm-barcelos.pt.

As Comemorações do Dia Mundial da Música encerram com uma noite de grandes concertos. A noite começa com um concerto do Orfeão de Barcelos e do Grupo Coral Villa Gallegus, na Igreja de Areias de Vilar, às 21h, e termina com uma conferência-concerto de homenagem a Miguel Ângelo Pereira (maestro, professor de música, organista e compositor barcelense, cuja obra tem vindo a ser resgatada do esquecimento a que esteve devota), protagonizada pela musicóloga Ana Maria Liberal e por alunos das classes de canto e piano do Conservatório de Música de Barcelos, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos, a partir das 21h30.

 

CABECEIRAS DE BASTO RESTAURA PATRIMÓNIO

Anjos tocheiros restaurados na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

A Capela do Santíssimo Sacramento da Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos ficou esta semana mais rica com a chegada dos dois Anjos Tocheiros restaurados no âmbito da campanha ‘Benfeitor do Mosteiro’ que o Lions iniciou em junho de 2016.

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De acordo com Ernesto Oliveira, presidente do Lions Clube Cabeceiras de Basto, “a espera valeu a pena” pois as Oficinas Santa Bárbara fizeram “um trabalho extraordinário”.

Agradecendo a todos que contribuíram para esta causa através dos peditórios que foram realizados, Ernesto Oliveira reconheceu o empenho dos sócios do clube, da Paróquia e do pároco, bem como da Câmara Municipal, estas duas últimas entidades que “muito já têm feito no âmbito do restauro e conservação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos”.

Convidando todas as pessoas a visitar e a apreciar as peças restauradas, Ernesto Oliveira destacou que é objetivo do Lions “continuar com iniciativas como esta na tentativa de preservar o Mosteiro, a nossa cultura e a identidade de Cabeceiras de Basto”.

Para o Padre Manuel Batista, “a valorização do Mosteiro pode servir novamente para alavancar Cabeceiras”, lembrando o engenho do antigo presidente da Câmara, Dr. China Pereira, que teve “o mérito de ter posto toda a gente a falar do Mosteiro, fruto da Candidatura à Lista Indicativa de Portugal ao Património da Unesco”.

“Já temos feito algumas obras mas para um património desta dimensão que é valiosíssimo pode parecer que são coisas insignificantes”, considerou o padre Batista, que vê na candidatura de 2 milhões de euros que foi aprovada para a valorização do Mosteiro “uma solução para os problemas de humidade que vêm do telhado da Igreja” e para a realização de obras de fundo no Mosteiro.

De salientar, ainda, que a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tem vindo a investir desde há largos anos na conservação e restauro do Mosteiro, designadamente, no órgão de tubos, coro alto, telhados, claustros, núcleo museológico de arte sacra na antiga sacristia, entre muitas outras intervenções, sendo seu objetivo continuar a trabalhar no sentido de preservar O Nosso Mosteiro Beneditino, ex-líbris do concelho Cabeceirense.

Depois de realizados os trabalhos de conservação e restauro dos quatro altares da nave da Igreja em 2015, no âmbito da candidatura designada ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos: cuidando do passado e perspetivando o futuro’ que foi financiada por fundos comunitários, concluíram-se em junho passado os trabalhos de restauro dos dois púlpitos da Igreja.

Os trabalhos foram executados pelas Oficinas Santa Bárbara, um investimento do Município, desta feita suportado integralmente pelo orçamento municipal, na defesa do Património e valorização deste Nosso Mosteiro.

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MONÇÃO REALIZA JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

Subordinadas à temática geral “Comunidades e cultura”, realizam-se este sábado, a partir das 15h30, no auditório da Biblioteca Municipal de Monção. A entrada é livre.

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Com organização do Projeto Arqueológico de Longos Vales e apoio da Câmara Municipal de Monção realiza-se este sábado, 24 de setembro, a partir das 15h30, as Jornadas Europeias do Património subordinadas à temática geral “Comunidades e Cultura”.

Decorrendo no auditório da Biblioteca Municipal de Monção, consta de duas comunicações: “Primeiras Ocupações Humanas no Baixo Minho”, a cargo do Professor Doutor João Pedro Ribeiro e “Arte Rupestre. O Tempo e a Paisagem” proferida pelo Professor Doutor Manuel Santos Estévez.

No âmbito desta temática, refira-se que a prospeção arqueológica realizada em julho passado no Lugar da Bemposta, em Valadares, por uma equipa de investigadores portugueses e espanhóis resultou na descoberta de utensílios arqueológicos (machados de mão, bifaces e lascas)com mais de 200 mil anos.

Estes utensílios, que constituem testemunhos interessantes e inéditos sobre a ocupação primitiva do baixo Minho, são entendidos pelos especialistas como emblemáticos e representativos da presença do homem do paleolítico inferior nesta região, testemunhando a chegada do homem a estas paragens nesse período.

BARCELOS ADERE ÀS JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

Oficina de pesca com cana-da-índia e caminhada pelas margens do Cávado marcam o dia

A Câmara Municipal de Barcelos adere, no próximo sábado, dia 24 de setembro, às Jornadas Europeias do Património.

A iniciativa começa às 10h00, junto à Casa da Azenha, com uma oficina de pesca com cana-da-índia para pais e filhos. Esta iniciativa tem como objetivo demonstrar a pesca lúdica tradicional, com cana-da-índia, nas margens do Rio Cávado, ensinada pela “Gente do Rio”, no âmbito do ciclo à Roda do Rio, na Casa da Azenha. A atividade é gratuita com inscrição obrigatória, e limitada a 16 participantes.

Às 15h00, as atividades  prosseguem com uma caminhada pelas margens do Cávado, a jusante da Ponte Medieval, de forma  reconhecer e interpretar os sítios, as vivências e as memórias do rio e das suas margens. É um percurso de dificuldade muito reduzida, entre as pontes de Barcelos, visitando-se os lugares conhecidos e desconhecidos, ao longo de quatro quilómetros, durante cerca de duas horas. A iniciativa é limitada a 40 participantes e tem como ponto de encontro a Casa da Azenha.

“Comunidades e Culturas” é o tema em destaque para as Jornadas Europeias do Património 2016, que tem como objetivo destacar e envolver as múltiplas formas de comunidade, comunidades locais, associações de desenvolvimento, organizações não-governamentais, sejam de caráter cultural, recreativo, ou outras, preocupadas e vocacionadas para o conhecimento, proteção, desenvolvimento, utilização e organização dos seus próprios ambientes culturais, nas mais variadas formas.
As atividades são destinadas a todos os interessados maiores de seis anos, tem a duração de cerca de duas horas cada e carece de inscrição prévia em arqueologia@cm-barcelos.pt ou 253 824 741.

NAVIO GIL EANNES INTEGRA AS “JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2016”

A Fundação Gil Eannes associa-se às comemorações das Jornadas Europeias do Património 2016, que decorre nos próximos dias 23, 24 e 25 de setembro, uma organização da Direção-Geral do Património Cultural em associação com o Conselho da Europa.

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O programa previsto consiste:

- na habitual “visita museológica” aos espaços do navio museu Gil Eannes, no período das 9h30 às 19h00;

- na visualização do documentário “Nos mares da memória… estórias de uma faina maior”, que relata a história da pesca do bacalhau durante 66 minutos;

a visita à exposição temporária “Medicina Interna – A Visão Global do Doente”: exposição organizada pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna em colaboração com a Fundação Gil Eannes, que tem como objetivo dar a conhecer o percurso histórico da Medicina Interna, especialidade que centra a abordagem na avaliação do doente como um todo, estudando as interações entre os vários órgãos e sistemas.

Este ano as Jornadas Europeias são subordinadas ao tema “Comunidades e Culturas” e tem como objetivo destacar e envolver as múltiplas formas de comunidade sejam de carácter cultural, religioso, filosófico, científico, desportivo ou recreativo, e outras que se preocupam pela proteção, desenvolvimento, utilização e organização dos seus próprios ambientes culturais, nas mais variadas formas.

FAMALICÃO COMEMORA MIL ANOS DE INCURSÃO NORMANDA AO CASTELO DE VERMOIM

Paulo Cunha abre colóquio comemorativo dos “Mil anos de incursão normanda ao Castelo de Vermoim”. Amanhã, sábado, dia 17 de setembro, pelas 10h00, na Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, abre, amanhã, sábado, dia 17 de setembro, pelas 10h00, o colóquio comemorativo dos “Mil anos de incursão normanda ao Castelo de Vermoim”, que vai decorrer ao longo de todo o dia, no Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide.

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O colóquio conta com a presença de alguns dos mais destacados especialistas internacionais no tema das incursões normandas ou vikings na Europa. É o caso de Gareth Williams (British Museum, Londres), Stefan Brink (University of Aberdeen, Escócia), Alban Gautier (Université du Littoral, Boulogne, França), Irene García Losquiño (University of Aberdeen, Escócia), Fernando Alonso Romero (Universidade de Santiago de Compostela), Hermenegildo Fernandes (Universidade de Lisboa), Hélio Pires (IEM - FCSH, Universidade Nova de Lisboa), André Oliveira Marques (IEM - FCSH, Universidade Nova de Lisboa), Luís Amaral (Universidade do Porto), Mário Barroca (Universidade do Porto) e Francisco Queiroga (Universidade Fernando Pessoa).

O tema é debatido pela primeira vez em Portugal, num colóquio internacional de cariz científico. Promovido pela Câmara Municipal de Famalicão, o evento é coordenado pelos professores doutores Armando Coelho Ferreira da Silva e Mário Jorge Barroca da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e CITCEM e decorrerá no Centro de Estudos Camilianos em S. Miguel de Seide.

Refira-se que, de acordo com os relatos patentes na Chronica Gothorum, o registo mais antigo da história da fundação do reino português, o Castelo de Vermoim foi tomado pelos vikings a 6 de setembro de 1016, durante a sua incursão militar demolidora na região Entre-Douro-e-Minho. Reza a história que o Castelo foi totalmente destruído provocando a morte do conde de Portugal, Alvito Nunes que governava o Condado Portucalense no século XI e defendia o castelo. Os estragos foram de tal forma violentos que o castelo nunca mais recuperou.

De acordo com o presidente da autarquia famalicense, Paulo Cunha, este colóquio “será um acontecimento muito importante para o país a nível histórico e científico, que para além de trazer até Famalicão cerca de uma dezena de prestigiados investigadores internacionais, para abordar a questão da passagem dos vikings pela nossa região irá explorar também a questão do nosso Castelo de Vermoim”.

Com esta iniciativa pretende-se debater, compreender e esclarecer um pouco melhor este período histórico e cronológico que ainda hoje suscita a curiosidade e o interesse de muitas pessoas sobre as implicações e relações estabelecidas que são ainda atualmente por desconhecidas.

De acordo com o programa, o colóquio irá decorrer ao longo de todo o dia. Armando Coelho abre o debate, pelas 10h10, com o tema “O espírito do tempo e do lugar”. Seguem-se Gareth Williams com “O Mundo Viking” e Stefan Brink com “Vikings escandinavos de volta para casa, fora da Europa; e o caso especial de Bjorn e Háteinn.

Da parte da tarde, pelas 15h00, é a vez de Alban Gautier falar sobre os “Grupos armados em ambos os lados do canal (865 – 899): Podemos investigar gangues vikings individuais?”. Seguem-se Irene Garcia Losqiño com o tema “Os Vikings na Península Ibérica: Novas perspetivas sobre o caso da Galiza”; Fernando Alonso Romero com “A navegação e itinerário do exército normando de Gunderedo (967 – 969); e Hermenegildo Fernandes com “Os Vikings e o mundo mulçumano”.

Por fim, a partir das 17h30, decorrem as intervenções de Hélio Pires “De Norte para Sul: os vikings em Portugal”; André Oliveira Marques com “As incursões vikings no Norte de Portugal: uma revisitação historiográfica”; e Francisco Queiroga com o tema do “Castelo de Vermoim”.

PONTE DE LIMA COMEMORA 120 ANOS DO TEATRO DIOGO BERNARDES

COMEMORAÇÕES DO 120.º ANIVERSÁRIO | 19 de Setembro de 1896 - 19 de Setembro de 2016

Na próxima segunda-feira, dia 19 de Setembro de 2016, a partir das 21h30, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, comemora 120 anos sobre a data da sua inauguração, com o espectáculo de dança contemporânea “A Festa (da insignificância)”, de Paulo Ribeiro, para maiores de 12 anos, considerado por muitos um dos melhores espectáculos produzidos em Portugal em 2015, fruto de uma co-produção em que participaram o Théâtre National de Chaillot, Les 2 Scènes – Scène Nationale de Besançon, Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest, Teatro Nacional São João e Teatro Viriato, para além dos apoios do Município de Viseu e da Companhia Nacional de Bailado.

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Antes, a partir das 9h00 da manhã, “O Teatro Diogo Bernardes vai à Feira”, dando a conhecer à população e aos visitantes a efeméride que se comemorará ao longo de todo o ano, com término a 19 de Setembro de 2017. A “Batucada Radical”, com cerca de 10 músicos percussionistas, far-se-á acompanhar por um malabarista, um equilibrista, um manipulador de fogo e dois animadores circenses, de maneira a animar as ruas num dia em que a festa será o mote – A Festa dos 120 Anos do Teatro Diogo Bernardes.

Voltando ao espectáculo da noite, segundo o criador, Paulo Ribeiro, “O processo criativo é quase sempre angustiante, mas também festivo. Inevitavelmente celebramos a totalidade das nossas possibilidades físicas e mentais. Há sempre uma entrega que nos ultrapassa. Há sempre surpresa, há sempre festa! Há sempre uma dimensão de ritual que nos transforma, que vivifica, que altera, que nos aproxima do outro.

E é esta a minha festa. Quero festejar para dar corpo às motivações interiores e secretas. Dar corpo à utopia, à expectativa, à vontade de criar uma plataforma de entendimentos e cumplicidades. E isso não se limita ao espaço circunscrito do palco. Estende-se a todos os que estão presentes, sejam eles passivos ou activos.

Porque a festa é a todas as dimensões...

A festa é já um múltiplo poliédrico de emoções provocadas pela relação com a natureza, com o outro e com as forças imanentes que se gozam na alegria com que se exterioriza a sua própria evocação. Uma são muitas; muitas são uma!

É sempre evasão do quotidiano; carnaval de transgressão; má(s)cara que oculta personagens de convencionais rotinas. Sempre corpo e alma, grito explosivo de alegria e liberdade.

Enfim, a festa pode ser tudo, desde que manifestação de prazer. Até mesmo a simples carícia é uma festa...

A 19 de Setembro o acesso ao Teatro Diogo Bernardes destina-se a convidados e, para além do espectáculo referido, haverá lugar ainda para algumas surpresas.

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De maneira a que todos os interessados possam fruir do espectáculo e também participar desta festa, que se quer de todos e para todos, será apresentada uma segunda sessão no dia 20 de Setembro, também às 21h30, cujas entradas são a 2,00€.

Até ao final de Setembro, o Teatro Diogo Bernardes apresenta a peça de teatro “A Justiça, um Drama de Faca e Alguidar”, de Camilo Castelo Branco, pela Companhia de Teatro de Braga, a 24 às 22h00, o espectáculo de comunidade e de teatro de rua “Duas Caras”, pela Associação Outra Voz, de Guimarães, na Alameda de S. João, às 22h00; e a banda de jazz de Bristol “Get The Blessing”, quarteto do qual fazem parte músicos que integram bandas como Portishead ou Radiohead, a 28 também às 22h00.

Para Outubro estão previstos espectáculos com muita qualidade: a comédia “God”, com Joaquim Monchique, Diogo Mesquita e Rui Andrade; duas sessões do espectáculo de teatro infanto-juvenil “Dom Quixote (de Coimbra)”, pelo Teatrão, de Coimbra; o concerto de Selma Uamusse que esteve recentemente no Teatro Diogo Bernardes a acompanhar, na voz, Rodrigo Leão; o concerto duplo de Daily Misconceptions + Sensible Soccers; a peça de teatro “A Casa de Bernarda Alba”, de Federico García Lorca, pela Companhia Pequeno Palco de Lisboa, na área do ilusionismo teatralizado, apresentaremos o espectáculo “Mário Daniel – Fora do Baralho”, que tem esgotado inúmeras salas por todo o país; o concerto de Scott Matthews acompanhado pela respectiva banda e o espectáculo de teatro e comédia “Macbeth”, pela Companhia do Chapitô.

Em Novembro contaremos com o fadista Marco Rodrigues, o cantor de fado argentino Daniel Melingo, que dará uma maior afirmação internacional do Teatro Diogo Bernardes, a par de alguns concertos já referidos, como os de Scott Matthews ou dos Get The Blessing, a banda Ratere, a ópera a cargo do Quarteto Contratempus, o teatro pela Companhia de Teatro Mosca e mais música: Pensão Flor acompanhados pelo quarteto Opus Quatro, Sean Riley & The Slowriders que actuaram nos mais conceituados festivais de verão realizados recentemente em Portugal e ainda Rão Kyao, com o concerto “Coisas que a Gente Sente”.

Dezembro será mês de teatro infantil e juvenil, pelo Teatrão, de Coimbra e pelo Teatro do Bolhão / Academia Contemporânea do Espectáculo, do Porto; na área do teatro destaque para “As Três Irmãs (Making Of)”, a partir de “Três Irmãs” de Tchekhov, pela Companhia O Teatrão – Oficina Municipal do Teatro, de Coimbra; no que concerne à conjugação entre a música e a poesia, o espectáculo “Poesia Homónima” por Júlio Resende, ao piano e Júlio Machado Vaz, na voz; a festa de aniversário, de novo a festa, dos a jigsaw e o Concerto de Natal com a soprano Marina Pacheco e a pianista Olga Amaro.

Mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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CIDADÃOS PROTESTAM CONTRA A DESTRUIÇÃO DOS BRASÕES FLORAIS DA PRAÇA DO IMPÉRIO EM BELÉM

Está a correr um abaixo-assinado na internet promovido por um grupo de cidadãos entre os quais se contam muitas personalidades conhecidas ligadas à cultura, insurgindo-se contra a intenção da Câmara Municipal de Lisboa em destruir os brasões florais da Praça do Império, em Lisboa.

O abaixo-assinado é dirigido à Assembleia Municipal de Lisboa e encontra-se no endereço http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=pt82251

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Preservar a Praça do Império é defender a Portugalidade

Para: Assembleia Municipal de Lisboa

A Nova Portugalidade, grupo de cidadãos que visa o estudo, promoção e defesa do património material e espiritual da Portugalidade, lastima a decisão, anunciada ontem por diversos órgãos de comunicação social, de remover da Praça do Império o conjunto de brasões florais que presentemente a adornam. A Câmara Municipal de Lisboa, iniciadora do processo, fá-lo precipitadamente, pois não podemos – não no-lo permitiria a fé que temos nessa alta instituição - crer que o faça por preconceito ideológico e em atentado à nossa memória colectiva. Parece claro, contudo, que a decisão obedece à visão, aliás conhecida e insistentemente difundida, de importantes responsáveis camarários para o local. Ora, os canteiros alusivos às antigas províncias portuguesas do ultramar não são marca de anacronismo, mas dessa história que a Praça evoca e deve celebrar. 
Os canteiros floridos da Praça do Império são, pese embora o desprezo que lhes parecem votar alguns espíritos menos avisados, um símbolo vivo, actual, da viva e actual globalização portuguesa. Representam-se ali, com os seus brasões de armas, os pedaços de Portugalidade que mais longamente se mantiveram ligados entre si; hoje, o jardim é testemunho forte de uma aventura colectiva que marcou o nosso passado e pode bem determinar o nosso futuro. Como atestado pelas impressivas manifestações de carinho com que os povos da Portugalidade nos brindaram aquando do Euro 2016, o mundo português é bem mais que um slogan: o largo espaço que os portugueses descobriram, habitaram e abraçaram é uno no sentimento que lhe é comum, fecundo nos benefícios que promete e sólido como fórum alternativo de afirmação do Estado português. É hoje tão actual como em 1500. 
Não pode existir argumento financeiro, estético ou histórico que concorra para a destruição de algo tão belo e pleno de significado. Se avançar com o projecto de requalificação agora aprovado para a Praça do Império, a CML cometerá um crime contra Lisboa, o património nacional e a profunda amizade que mantemos com os povos da Portugalidade. Mais, tratar-se-ia de um crime contra a História e, portanto, contra o próprio país. O povo português, residente ou não em Lisboa, não pode permitir semelhante barbaridade. A Câmara Municipal de Lisboa, crêem os signatários, também não. A Praça do Império, com tudo o que nela sugere a grandeza passada e potencial futuro do país, não pode ser devorada pela falsa religião do progresso. 
Pela memória, 
Rafael Pinto Borges, Fundador da Nova Portugalidade 
Abel Matos Santos, Psicólogo clínico 
Ana Cristina Pinto, Escritora 
António Carvalho Capela, Economista 
Alexandre Franco de Sá, Professor Universitário 
Aline Gallasch-Hall de Beuvink, Professora universitária e historiadora 
Benigno Guterres, Estudante timorense residente em Lisboa 
Carlos Fino, Jornalista 
Eurico Barros, Crítico de cinema 
Fernando Ribeiro Rosa, presidente da Junta de Belém 
Filipe Anacoreta Correia, Jurista e deputado do CDS – Partido Popular 
Francisco Quelhas Lima, presidente da AE da Faculdade de Direito da Universidade Católica do Porto 
Hugo Dantas, Jurista 
Isabel Santiago Henriques, Fotógrafa e assistente de realização 
Jaime Nogueira Pinto, jurista, professor universitário, escritor 
Joaquim Magalhães de Castro, Fotógrafo e escritor 
José António Rodrigues Pereira, Oficial superior na situação de Reforma, investigador de história marítima 
João Borges, Designer e museógrafo 
Luís Bonifácio, Engenheiro 
Luís Farinha Franco, Assessor do Ministério da Cultura, heraldista 
Mamede Broa Fernandes, Estudante 
Manuel Azevedo Graça, Historiador da Arte 
Manuel Ribeiro de Faria, Oficial Superior na Reserva, ex-director do Museu Militar 
Marcelo Mendes Pinto, Arqueólogo e investigador 
Maria do Guadalupe Mègre Pinto Teixeira, Jurista, quadro superior dirigente da ONU 
Mário Cunha Reis, Engenheiro 
Pe. Mário Tavares de Oliveira 
Miguel Castelo-Branco, Assessor do Ministério da Cultura, investigador 
Nuno Canas Mendes, Professor universitário 
Nuno da Motta Veiga C. Alves, Arquitecto 
Pedro Pestana Bastos, Jurista 
Pedro Quartin Graça, Jurista e ex-deputado independente eleito pelo PSD 
Pedro Sanchez, Arquitecto 
Raul Almeida, Gestor, politólogo e ex-deputado do CDS - Partido Popular 
Rui Brito Fonseca, Professor universitário, investigador, consultor 
Vasco Silva, Editor 

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CERVEIRENSES RECORDAM ESCOLAS DOS CENTENÁRIOS

Arquivo Municipal recorda Escolas Primárias enquanto ‘Espaços de Memória’

Aberta ao público desde esta segunda-feira, a exposição “Escolas Primárias – Espaços de Memória” do Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira apresenta um conjunto de informação histórica associada a estes espaços de aprendizagem complementada com a recriação de uma sala de aula do Estado Novo.

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O encerramento das escolas primárias e a congregação de alunos em centros escolares deixou edifícios com história e estórias para contar.

A presente exposição visa dar uma perspetiva sobre o ensino e os estabelecimentos escolares existentes em Vila Nova de Cerveira desde finais do século XIX até à implementação do Plano dos Centenários, projeto de construção de escolas em larga escala, levado a cabo pelo Estado Novo em Portugal, entre 1941 e 1969.

A exposição contém diversos documentos manuscritos e bibliográficos, registos fotográficos da época e outra documentação recolhida no Arquivo, junto da população e nos próprios edifícios das antigas escolas primárias existentes em todas as freguesias. O fator de interatividade e curiosidade desta mostra surge com a recriação de uma sala de aula do Estado Novo, com a secretária da professora e do aluno, os mapas, o crucifixo e os quadros do Presidente da República e do Primeiro-Ministro, a lousa, as sebentas e uma palmatória, entre outro material.

Esta iniciativa permite, por um lado, que os menos jovens façam uma viagem no tempo para recordar o seu percurso escolar, com os momentos bons e os menos bons e, por outro lado, apresenta-se aos mais jovens como uma fonte de conhecimento e exploração de conceitos de aprendizagem.

“Escolas Primárias - Espaços de Memória” vai estar patente no Arquivo Municipal ao longo do ano letivo, de segunda a sexta-feira das 09h00 às 12h30 e das 13h30 às 17h00. Entrada livre.

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GUIMARÃES VAI TER ELEVADOR PANORÂMICO NAS VISITAS PÚBLICAS À TORRE DA ALFÂNDEGA

Município vimaranense já concluiu o projeto

Pessoas com mobilidade reduzida também vão poder visitar um dos símbolos da identidade de Guimarães e do país. Proposta será submetida a apoios comunitários. Candidatura vimaranense integra quatro projetos: Torre de Alfândega, Muralha de Guimarães, Casa da Rua Nova e o projeto Hereditas.

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A Torre de Alfândega, associada à fundação da nacionalidade, com a afixação nas suas pedras da inscrição “Aqui Nasceu Portugal”, terá uma utilização pública com uma exposição e uma explicação detalhada do que consiste a muralha de Guimarães, bem como as suas torres defensivas, podendo ser visitável por pessoas com mobilidade reduzida através de um elevador panorâmico que permitirá uma leitura diferente do interior da torre e que será colocado a partir da Rua do Anjo, de onde será efetuado o acesso público.

A proposta contempla a visualização e fruição interior dos seus muros em granito, garantindo a acessibilidade ao interior da torre até ao último piso (terraço) no qual se detém a vista sobre a Alameda de S. Dâmaso, Largo do Toural, rua do Anjo, Castelo, Paço dos Duques e restante edificado envolvente, podendo ainda observar-se as suas coberturas e texturas diferenciadas. «Este projeto reforça e qualifica a dimensão turística de Guimarães», considera José Bastos, Vereador do Município com competências delegadas nas áreas da Cultura, Turismo e Centro Histórico.

O edifício que se ergueu no interior do muro da torre deixará de existir e será criada uma caixa de escadas em ferro que introduz um percurso ao longo dos pisos e permitirá uma interpretação diferenciada, piso a piso, do património construído. Os materiais utlizados interiormente terão a mesma linguagem e materiais previstos para o percurso pedonal no adarve, no tramo da Muralha de Guimarães, cuja intervenção será visitável através de um passadiço ao longo da Avenida Alberto Sampaio.

Estes dois projetos, já com parecer favorável da DGPC - Direção Geral do Património Cultural, serão candidatados ao programa comunitário Portugal 2020 - Património Cultural, conjuntamente com a Casa da Rua Nova e o projeto “Hereditas - Inventário do Património de Guimarães”, que reunirá todo o património do concelho com o objetivo de disponibilizar publicamente toda a informação sobre os recursos existentes. A Casa da Rua Nova, por sua vez, será um Centro Interpretativo do Centro Histórico onde as pessoas poderão conhecer as metodologias e técnicas adotadas na sua reconstrução, que o tornam numa referência de boas práticas ao nível da reabilitação.

Rua do Anjo será reabilitada

O edifício contíguo à fachada do edifício da rua do Anjo, que permite o acesso à torre, deixará de estar em ruína. Esta parcela de terreno tem a particularidade de conter no seu limite posterior um pano da muralha, onde são claramente visíveis as ameias, dado que esta construção encostava ao pano da muralha. O troço constitui simultaneamente a fachada posterior do edifício voltado para a rua do Anjo e a fachada posterior do edifício voltado para a Alameda de S. Dâmaso.

Com o projeto já concluído para a Torre de Alfândega, apresenta-se uma solução para o muro da muralha, que será caiado até às ameias, enquanto das ameias até à cota do piso térreo será mantida a leitura da pedra existente. Este troço da muralha passará ainda a ter visibilidade desde as escadas da rua do Anjo, que será igualmente reabilitada pela Câmara Municipal, com a adoção de materiais e texturas características do Centro Histórico de Guimarães, conferindo mais dignidade ao espaço de acesso à Torre da Alfândega.

MUNICÍPIO DE AMARES E CONFRARIA DA ABADIA CELEBRAM PROTOCOLO COM VISTA A CANDIDATAR REQUALIFICAÇÃO DO SANTUÁRIO DA ABADIA

O presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, e o presidente da Confraria da Abadia, Carlos Portela, assinaram um protocolo de colaboração com o intuito de formalizar uma candidatura para recuperação do Santuário da Nossa Senhora da Abadia – o Santuário Mariano mais antigo da Península Ibérica. A candidatura vai ser apresentada no âmbito do aviso Nº Norte- 14-2016-03 “Património Cultural”, publicado pela Comissão Diretiva do Programa Operacional Regional do Norte2020, e tem como objetivo a recuperação do edificado, da talha e pinturas, assim como, a requalificação dos quartéis, num dos quais se pretende instalar o Centro Interpretativo da Memória da Abadia.

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Reconhecendo o “interesse público, religioso, cultural e turístico” do Santuário da Abadia, o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, lembra que “o Município será parceiro em todas as ações a desenvolver tendo por base a promoção turística da Abadia como ponto de interesse e local estratégico para cativar novos públicos ao concelho, assim como, a preservação e valorização do património religioso da Abadia”.

Também o presidente da Confraria da Abadia, Carlos Portela, congratulando-se com a assinatura deste protocolo de cooperação, reconhece que a requalificação dos espaços que serão contemplados nesta candidatura, “vão permitir tornar mais atrativo o Santuário que já é um sitio turístico por excelência, atraindo visitantes.”

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BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA PRAIA DE ÂNCORA QUEREM DEVOLVER O CINE-TEATRO AOS ANCORENSES

Já lá vão três anos desde que os Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora iniciaram uma campanha de angariação de fundos com vista à recuperação do Cine-Teatro da localidade.

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As obras no telhado já se encontram concluídas mas falta ainda muito por fazer no seu interior e, a este ritmo, não sabemos quanto tempo ainda vai ser necessário esperar para ver as obras concluídas e, consequentemente, aquela sala de espetáculos devolvida às gentes de Vila Praia de Âncora. Talvez seja precisamente por isso que o aviso municipal afixado no local não se encontre preenchido como deveria…

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Após décadas de utilização como quartel dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora, a ideia da recuperação do edifício colocou-se na ordem do dia, sobretudo após a construção de novas instalações para a corporação. Porém, a falta de recursos financeiros por parte da autarquia caminhense ditou o arrastamento do projeto e, com ele, o avanço da degradação do interior do edifício.

Agora, a ideia vai avançar e os Bombeiros apelam á contribuição de todos para que a recuperação do Cine-teatro venha a ser uma realidade a breve prazo e possam, finalmente, devolver aquela magnífica sala de espetáculos aos ancorenses. Também já vai sendo tempo dos ancorenses e caminhenses em geral se unirem a fim de ajudarem a recuperar o seu património!

AMARES QUER REABILITAR IGREJA DE SANTA MARIA DE BOURO

Reabilitação da Igreja de Santa Maria de Bouro e instalação do Núcleo de interpretação do Mosteiro são objetivos de Candidatura do Município de Amares ao Portugal 2020

O presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, a presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria de Bouro, Elisabete Cunha, e o Pároco da freguesia, Paulo Neiva, assinaram, no passado domingo, um protocolo de cooperação, formalizando a intenção de candidatar uma intervenção no Mosteiro de Santa Maria de Bouro ao Portugal 2020, nomeadamente ao Aviso NORTE-14-2016-03 “Património Cultural”, para promover a proteção, valorização, conservação e divulgação do património histórico-cultural da Igreja de Santa Maria do Bouro, sacristia e espaços adjacentes.

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Esta candidatura, há muito ambicionada, conta, para além do Município de Amares, Fábrica da Igreja Paroquial e Junta de Freguesia, com a parceria fundamental da Direção Regional de Cultura do Norte e com o Gabinete do Arquiteto Souto Moura, que está responsável pela elaboração do projeto de arquitetura.

Para da além da reabilitação da Igreja, sacristia e espaços adjacentes, a candidatura tem em vista a instalação do Núcleo de interpretação do Mosteiro de Santa Maria de Bouro.

Recorde-se que a Igreja e Convento de Santa Maria de Bouro é um imóvel classificado como de Interesse Público, pelo decreto n.º 42007, Diário do Governo, I série, n.º 265, de 6 de dezembro de 1958, assumindo uma relevância patrimonial, cuja respetiva valorização e proteção representa um valor cultural de grande significado.

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PONTE DE PARADA FOI CLASSIFICADA COMO MONUMENTO DE INTERESSE PÚBLICO

A Ponte de Parada, também conhecida como Ponte do Bôco, foi classificada como Monumento de Interesse Público (MIP).

Construída entre 1908 e 1909, esta ponte faz a ligação entre o Lugar de Aldeia, freguesia de Parada do Bouro, concelho de Vieira do Minho, e o lugar de Dornas, freguesia de Bouro (Santa Maria), concelho de Amares, e é atualmente a mais antiga ponte de betão armado portuguesa.

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CABECEIRAS DE BASTO: MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS ESTÁ EM FESTA!

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Iniciativa “Mosteiro em Festa” decorre entre 12 e 14 de agosto, em Cabeceiras de Basto

O Mosteiro de S. Miguel de Refojos, ex-libris do concelho de Cabeceiras de Basto, serve de palco para mais um evento cultural. São três dias de festa que vão mostrar o que de melhor se faz nesta região, com a gastronomia, o vinho e o património como embaixadores da iniciativa. Vários momentos musicais, com atuações de DJ’s e talentos locais bem como provas gastronómicas e exposição e venda de produtos da região são motivos para levar os visitantes a Cabeceiras de Basto.

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“Esta iniciativa foi pensada para enaltecer os valores locais, o sentimento de pertença ao Mosteiro S. Miguel de Refojos enquanto marca identitária do nosso território, reforçando a atratividade de Cabeceiras de Basto. Queremos unir os jovens, as comunidades que residem fora do concelho, designadamente os emigrantes, mas também os visitantes e a população em geral numa grande festa, cheia de alegria, de sabores, de cores e com muita animação, num contexto monacal improvável”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves. “A gastronomia, o património, a cultura e as pessoas são ativos importantes para o desenvolvimento e para a sustentabilidade de Cabeceiras de Basto, daí a escolha do Mosteiro de S. Miguel para a realização do evento. Todos nos orgulhamos de fazer parte de uma história secular”, acrescenta.

José Luís Carneiro, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, será o convidado de honra no dia 13 de agosto e será recebido numa Sessão Solene, que terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal. Após a cerimónia o representante do Governo visitará o evento e estará em contacto com os emigrantes.

Mosteiro em Festa

12 a 14 de Agosto

Juventude| Comunidades| Jogos sem fronteiras | Animação | Fins de Semana Gastronómicos|

12 de Agosto | Sexta |             Dia Internacional da Juventude “ Jovens com atitude”

|18h00 |          Conversas  fora de horas “Jovens… com atitude“

                      no Auditório  da Casa do Tempo

|19hh00|          Abertura da Exposição Venda de produtos locais

                        Cocktails de vinhos Agostinho Peixoto, da Espumanteria Portuguesa

                        Animação com o Dj Pedro Pulido
| 20h00|           Da terra para a Mesa

                                              Fim de semana Gastronómico nos  restaurantes aderentes

| 22h00|           Pequeno concerto de Música clássica na Igreja

Grupo de Metais da Banda Cabeceirense

|23h00|            Mosteiro Party – jovens revelações cabeceirenses

            Ana Carolina| Diana Fernandes| Mariana Carneiro|

                                                Marcelo Teixeira |João Ramos (Baixo)

|24h00 |           Largada de balões “ Ser jovem é…”

                                               Animação com o Dj Epirex

                          |02h00Encerramento da Exposição Venda de produtos locais

Mosteiro em Festa

12 a 14 de Agosto

Juventude| Comunidades| Jogos sem fronteiras | Animação | Fins de Semana Gastronómicos|

13 de Agosto | Sábado  |  “Festa das Comunidades”

|18h30|   Receção ao Sr. Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. José Luís Carneiro no Salão Nobre da Câmara Municipal e assinatura do protocolo de colaboração – Gabinete de Apoio ao Emigrante

|19h00|            Abertura da Exposição Venda de produtos locais

Provas comentadas  e degustações de vinho e carnes com o Enólogo Pedro Mota e a Chef Marta Pereira

                                               Animação com o DJ Pedro Pulido

|20h00|       Da terra para a Mesa

                                    Fim de semana Gastronómico nos  restaurantes aderentes

                       |22h00| Jogos sem Fronteiras | Parque do Mosteiro

                       | 24h00|           Encerramento da Exposição Venda de produtos locais

Mosteiro em Festa

12 a 14 de Agosto

Juventude| Comunidades| Jogos sem fronteiras | Animação | Fins de Semana Gastronómicos|

14 de Agosto | Domingo |  “Mosteiro Fest”

|12h30|       Da Terra para a Mesa

                       Fim de semana Gastronómico nos  restaurantes aderentes

|19hh00|          Abertura da Exposição Venda de produtos locais

Provas comentadas e degustações de vinho e carnes com o Enólogo Pedro Mota e a Chef Marta Pereira

                                   Animação com o DJ Pedro Pulido

 |20h00|       Da Terra para a Mesa

                       Fim de semana Gastronómico nos restaurantes aderentes

            |22h00|        “Eu Sou Mosteiro”  - Animação musical com  o artista Jorge Lomba

            |24h00|            Sessão de fogo preso

Encerramento da Exposição do Mosteiro em Festa

IGREJA DO ESPÍRITO SANTO EM ARCOS DE VALDEVEZ VAI RECEBER CENTRO INTERPRETATIVO DO BARROCO

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez viu ser aprovado o projeto de criação do Centro Interpretativo do Barroco na Igreja do Espírito Santo. O projeto, integrado no próprio monumento religioso de grande valor estilístico, cultural e arquitetónico, é uma aposta da autarquia dos Arcos de Valdevez, que pretende assim promover a recuperação do edifício e do valiosíssimo espólio arquitetónico; potenciar o uso cultural com programa alusivo ao estilo artístico do Barroco; divulgar junto do público em geral e do educativo o conhecimento da arte, da sociedade e do pensamento da época barroca.

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O projeto contempla a recuperação da Igreja do Espírito Santo e do valioso artístico e incorporará novas tecnologias de realidade aumentada e virtual para dar a conhecer esta Igreja e outras da região, bem como o enquadramento histórico e social da época Barroca.

O Centro será uma porta de entrada da Rede do Barroco na região.

A Igreja do Espírito Santo está classificada como imóvel de interesse público, sendo um dos mais icónicos monumentos do estilo de arte Barroca do alto Minho.

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São também objetivos primordiais o estímulo à visita de novos públicos, enfocados num turismo cultural, ciente da importância e originalidade do monumento e das suas abordagens tecnológicas de última geração em relação à interpretação do templo e do Barroco, inclusive na região, bem como do desenvolvimento de uma programação artística, aproveitando o facto de existir um notável espaço cénico e acústico; será igualmente alargada a perspetiva da potenciação de eventos diversos, usando o espaço como “âncora” local, que permita o retomar do templo como edifício centralizador, e difusor, das dinâmicas sociais inter-relações da comunidade.

Este projeto insere-se na operação “NORTE-04-2114-FEDER-000114 - Centro Interpretativo do Barroco - Igreja do Espírito Santo / Arcos de Valdevez”, cofinanciada pelo Fundo Europeu, Programa Operacional NORTE 2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 978.467,62 € e Comparticipação Comunitária de 831.697,48 €. Esta candidatura contou o apoio da Direção Regional de Cultura Norte, através da inserção do projeto no modelo de rotas do Barroco, e com a parceria da Fábrica da Igreja de Arcos Valdevez (Salvador).

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CABECEIRAS DE BASTO APOSTA NA VALORIZAÇÃO DO MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS

Câmara Municipal viu aprovada candidatura de 2 milhões de euros para a valorização do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto viu agora aprovada uma candidatura de 2 milhões de euros, designada ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar’, para a afirmação do património histórico-cultural como produto turístico de afirmação do território de Cabeceiras de Basto na oferta turística da região.

Claustros do Mosteiro de S. Miguel de Refojos - edifício da Câmara Municipal.JPG

A candidatura, aprovada no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte (Norte 2020), prevê a concretização de projetos e diversos estudos, que visam, entre outras, a execução de obras de beneficiação das coberturas da Igreja e da ala nascente do Mosteiro, reabilitação de vãos e pinturas das fachadas; conservação e restauro da fachada principal da Igreja e torres sineiras; bem como o desassoreamento da Ribeira de Penoutas que visa baixar o nível freático na envolvente ao Mosteiro; e ainda a reabilitação do espaço onde antigamente funcionou a livraria.

A candidatura prevê, ainda, estudos diversos sobre patologias e outros problemas estruturais que afetam o imóvel, sobre a antiga Botica e sobre o sistema hidráulico do Mosteiro, entre outros, para a melhoria do conhecimento científico e histórico deste bem.

Um vasto programa de animação cultural, aliado à criação de um percurso de visitação ao Mosteiro integram também esta candidatura que tem subjacente a valorização do Património edificado, ex-líbris do concelho de Cabeceiras de Basto.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto – que recentemente deliberou continuar a trabalhar na candidatura à Lista Indicativa de Portugal ao Património Mundial da UNESCO e continuar com o projeto para que numa futura avaliação possa ocupar o lugar que se considera merecer pelos valores materiais e imateriais de caráter excecional que o Mosteiro testemunha – regozija-se, agora, pela aprovação desta importante candidatura ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar’ que contou também com o apoio da Direção Regional de Cultura do Norte e que vai permitir intervir para a sua valorização.

Apesar da decisão da Comissão Nacional da UNESCO de não inscrever, em 2016, o Bem Mosteiro de S. Miguel de Refojos na Lista Indicativa de Portugal ao Património Mundial,

Cabeceiras de Basto não vai desistir de continuar este projeto e espera que num futuro próximo esta candidatura, abraçada por todos os Cabeceirenses, pela autarquia e pelas suas instituições e associações, possa ter o sucesso desejado.

Com a aprovação desta candidatura e do respetivo financiamento de 2 milhões de euros, a Câmara Municipal dará início de imediato aos procedimentos para a execução das ações propostas.

Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos (interior).JPG

Mosteiro de S. Miguel de Refojos - vista da Praça da República.JPG

VILAVERDENSES PASSEIAM DE MOTORIZADA À DESCOBERTA DO PATRIMÓNIO DE VILA VERDE

Moto Melão: Passeio de motorizadas de 50cc ao encontro do património natural e edificado do concelho de Vila Verde

O Moto Melão está a chegar e prepara-se para fazer as delícias dos amantes das duas rodas. O passeio de motorizadas 50cc, inserido no VII Arraial do Melão Casca de Carvalho, vai para a estrada no próximo domingo, 7 de fevereiro, levando os participantes ao encontro da beleza natural das paisagens do concelho de Vila Verde e da imponência do património edificado, predicados a que se soma o ambiente de descontração, convívio e diversão que vai tomar conta do passeio.

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As inscrições começam pelas 09h00, na zona do Ténis, em Soutelo, onde uma hora mais tarde os motociclistas vão arrancar em direção a Vila Verde, passando pelo Pico e pelo Alto da Portela até chegarem à Ribeira do Neiva. Na freguesia de Rio Mau haverá paragem para o reforço. Depois de recarregar baterias os participantes viram em direção ao ‘Ângulo 40’ e descem, atravessando freguesias como Carreiras S, Tiago, Freiriz; Parada de Gatim, Cervães e Prado, até regressarem ao ponto de partida.

Estão reunidos todos os condimentos para uma manhã muito bem passada, que vai culminar com um convívio entre os participantes. A inscrição tem o custo de 15€ por pessoa e inclui T-Shirt, reforço e o almoço convívio. A iniciativa resulta de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia de Soutelo e o Moto Club do Alívio.

BRAGA INAUGURA REQUALIFICAÇÃO DO MOINHO DE ESTE

Inauguração do Moinho de Este (S. Pedro) e espaços envolventes. Amanhã, Sábado, dia 16 de Julho de 2016, pelas 16h00, na Variante do Fojo, em Braga

O Município de Braga realiza uma sessão púbica de inauguração da obra de requalificação do ancestral moinho de água de Este (S. Pedro e S. Mamede) e da revitalização de toda a zona envolvente, que terá lugar amanhã, Sábado, dia 16 de Julho de 2016, pelas 16h00, na Variante do Fojo (cruzamento do Alto da Vela), junto ao Rio Este, em Braga.

A iniciativa contará com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, que assim cumprirá a inauguração de mais um projecto vencedor do Orçamento Participativo de Braga.

Este projecto, um dos vencedores da edição 2014 do Orçamento Participativo, colocou em prática a recuperação e revitalização de toda uma zona nobre daquela freguesia, contígua ao Rio Este.

BRAGA APRESENTA EM LIVRO ARTE TUMULAR DO CEMITÉRIO DE MONTE D’ARCOS

Obra assinala 146.º aniversário do ‘Campo Sagrado’ Bracarense

 ‘Memorial do Cemitério de Monte D’arcos de Braga - Arte Tumular e seus Eméritos’ é o título do livro que foi apresentado esta Sexta-feira, 1 de Julho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, e que contribui para a memória futura da história da Cidade e do País.

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A obra, da autoria da escritora Bracarense Alexandra Maria Ferreira de Castro, conta com uma nota introdutória de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, prefácio do arcebispo primaz, D. Jorge Ortiga, e com o registo fotográfico de D. Lourenço José de Almada.

Segundo a autora, o livro “é o resultado de uma pesquisa intensa e de um trabalho diário exaustivo, desvendando segredos desde 1 de Julho de 1870”, data da inauguração do cemitério de Braga. “Os cemitérios são espaços de devoção e oração, de cultura e de história familiar, patrimonial e artística, onde se pode encontrar verdadeiras obras de arte. Neste livro, é possível comprovar a grande riqueza do cemitério de Braga, onde repousam diversas personalidades, desde as mais conhecidas aos mais comuns, que tiveram um papel fundamental na história da sociedade Bracarense e do País”, referiu.

Trata-se de um livro pioneiro, que se debruça sobre a história do cemitério Bracarense, e que dá destaque, as personalidades de grande relevo religioso, social e político.

Para Ricardo Rio, esta obra um “excelente roteiro para uma visita ao cemitério de Monte D’arcos”. Segundo o Autarca, “é importante prestar as condições de dignidade aos nossos antepassados ali sepultados e, ao mesmo tempo, proporcionar condições de conforto aos que diariamente lhes prestam homenagem”. Nesse sentido, continuou, o Município de Braga tem vindo a “cumprir esse desígnio e, em conjunto com toda a equipa do cemitério, são muitas as benfeitorias e transformações que têm contribuído para melhorar significativamente o funcionamento do cemitério de Braga”.

Uma das necessidades mais prementes prende-se com a construção de um tanatório e Ricardo Rio garantiu que esse projecto será uma realidade muito em breve, uma vez que “já foi assinado o contrato com a empresa concessionária, estimando-se que o tanatório esteja em pleno funcionamento em 2017”.

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CABECEIRAS DE BASTO RESTAURA PATRIMÓNIO

Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto restaurou dois púlpitos da Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos. Município continua a defender o Património e a valorizar o Mosteiro Beneditino

Depois de realizados os trabalhos de conservação e restauro dos quatro altares da nave da Igreja no ano passado, no âmbito da candidatura designada ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos: cuidando do passado e perspetivando o futuro’ que foi financiada por fundos comunitários, concluem-se hoje os trabalhos de restauro dos dois púlpitos da Igreja.

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Esta intervenção surgiu na sequência de problemas estruturais visíveis em pequenos desaprumos, resultado da perda de resistência mecânica devido à ação da humidade e variações de temperatura. A madeira apresentava, ainda, fendas e fissuras dispersas devido à sua desidratação e às variações das condições ambientais que provocam movimentações na estrutura.

Os trabalhos, cujo orçamento ascendeu a cerca de 7.000 euros, foram executados pelas Oficinas Santa Bárbara. Mais um investimento do Município, desta feita suportado integralmente pelo orçamento municipal, na defesa do Património e valorização deste Mosteiro.

De sublinhar, ainda, que a Câmara Municipal tem vindo a investir desde há largos anos na conservação e restauro do Mosteiro, designadamente, no órgão de tubos, coro alto, telhados, claustros, núcleo museológico de arte sacra na antiga sacristia, entre muitas outras intervenções, sendo seu objetivo continuar a trabalhar no sentido de preservar O Nosso Mosteiro Beneditino, ex-líbris do concelho Cabeceirense.

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ESPECIALISTAS DEBATEM EM CABECEIRAS DE BASTO RELAÇÃO DO MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS COM A EUROPA

O Diretor Regional de Cultura do Norte, Dr. António Ponte, presidiu esta manhã, dia 16 de junho, à abertura do II Seminário Internacional, segunda edição dedicada ao tema ‘Religião, Letras e Armas: da Europa Renascentista para Basto’ que decorre até amanhã na Casa do Tempo em Cabeceiras de Basto, onde se encontram especialistas nacionais e estrangeiros de várias universidades e instituições de cultura muito conceituadas que ao longo destes dois dias se centrarão sobretudo na figura de humanistas de Quinhentos, do talhe de D. Diogo de Murça, Sá de Miranda, ou António Pereira, cuja obra e perfis são bem reveladores de um intercurso cultural de ideias e projetos de reforma que não conhecia fronteiras nacionais nem regionais.

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 Nesta sessão de abertura, que teve lotação esgotada e que junta mais de 100 pessoas, marcaram também presença o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, e os vereadores; a presidente do CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar ‘Cultura, Espaço e Memória’ (sediado na Faculdade de Letras da Universidade do Porto – FLUP), Dra. Cristina Cunha; o Prof. Pedro Vilas Boas Tavares que é investigador do CITCEM e membro da Comissão Organizadora do Seminário Internacional; e o presidente da Junta da União de Freguesias de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela, Leandro Campos, entre outros autarcas.

Na oportunidade e depois de cumprimentar os conferencistas, participantes e restantes convidados, o presidente da Câmara começou por afirmar que “apesar da Comissão Nacional da Unesco não ter incluído agora o Mosteiro de S. Miguel de Refojos na Lista Indicativa de Portugal a Património Mundial, a Câmara Municipal aprovou, por unanimidade, esta segunda-feira, uma deliberação onde se decide que vamos continuar com o processo de candidatura do Nosso Mosteiro a Património Cultural da Humanidade”.

E continuou: “vamos continuar porque no Mosteiro, com natural destaque para o Templo Religioso, vemos valores excecionais de extraordinária beleza; vamos continuar porque não somos gente de desistir perante as dificuldades; vamos continuar porque queremos também que a curto prazo o Nosso Mosteiro seja declarado Monumento Nacional; vamos continuar os estudos com iniciativas como esta e outras no sentido de aprofundarmos cada vez mais o conhecimento da história deste Bem que consideramos universal”.

Perguntando à plateia “como se explica que metade dos bens da Lista sejam da cidade de Lisboa (5) e do Alentejo (6)?, Francisco Alves reafirmou a vontade da Câmara Municipal em continuar com o projeto de candidatura “porque o trabalho feito valeu a pena. Sabemos mais sobre o Mosteiro do que alguma vez se soube antes. Reforçamos a identidade do Mosteiro com os Cabeceirenses e com a Região. Nunca o Mosteiro foi tanto visitado como nos últimos dois anos”, justificou.

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Por fim, Francisco Alves agradeceu à Comissão Organizadora deste II Seminário todo o trabalho e empenho neste evento que será certamente mais um passo marcante na investigação sobre a história e a importância do Mosteiro, nomeadamente no que diz respeito a Frei Diogo de Murça, um intelectual de dimensão europeia, mostrando-se também honrado com a presença do Diretor Regional da Cultura “que sempre tem estado ao nosso lado na defesa, valorização, proteção e também divulgação do Nosso Mosteiro”.

Na sua intervenção, o Diretor Regional de Cultura do Norte salientou que “a Europa precisa de um novo renascimento”, congratulando-se com o facto de a Câmara Municipal não desistir da candidatura a Património da UNESCO.

Sobre a inclusão do Mosteiro de S. Miguel de Refojos na Lista Indicativa a Património Mundial, António Ponte disse acreditar numa inclusão futura “à luz de uma nova égide cultural” de que é exemplo o roteiro cultural em torno de S. Bento. 

Por seu turno, os investigadores do CITCEM, Dra. Cristina Cunha e Prof. Pedro Vilas Boas Tavares, explicaram à plateia os objetivos deste segundo seminário que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto e o CITCEM/FLUP, dando também a conhecer todos os conferencistas, bem como todo o trabalho desenvolvido pelos mais de 300 investigadores CITCEM/FLUP em prol da divulgação e conservação do nosso Património.

Ao longo do dia de hoje estiveram em cima da mesa temas como ‘Courants réformateurs et irénique de la première moitié du XVI Siècle au Portugal et en Castille’ por Michel Boeglin da Universidade de Montpellier Paul-Valéry Montpellier 3; ‘Canela, clabo y otras cosas orientales: especias para reformar la vida monástica en Refojos’, um trabalho da autoria de Jacobo Sebastián Sanz Hermida da Universidade de Salamanca; ‘O culto litúrgico dos monges de Basto’ por José Amadeu Coelho Dias da Universidade do Porto/CITCEM; ‘Ora et labora: a interpretação franciscana de um lema beneditino. Exemplos Quinhentistas’ por Thiago Maerki, UNICAMP, Bolseiro CAPES/Brasil; ‘Leituras profanas em campo sagrado’ por Isabel Almeida da Universidade de Lisboa/CITCEM; ‘Leituras e letrados: exemplos beneditinos na livraria monástica antiga’ por Ana Isabel Líbano Monteiro da Biblioteca Nacional de Portugal; ‘Irmão Pedro de Basto (S.J.): a construção da sua memória hagiográfica’, um trabalho da autoria de Paula Almeida Mendes da Universidade do Porto/CITCEM; e ainda ‘Práticas e representações devotas em S. Miguel de Refojos’ por Luísa Jacquinet da Universidade de Coimbra.

O II Seminário Internacional ‘Religião, Letras e Armas: da Europa Renascentista para Basto’ organizado pelo Município de Cabeceiras de Basto e pelo CITCEM/FLUP vem, assim, de novo colocar em evidência a importância e significado patrimonial e cultural do Mosteiro Beneditino de Refojos de Basto às escalas regional e nacional mas também europeia.

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CABECEIRAS DE BASTO CANDIDATA MOSTEIROS DE S. MIGUEL DE REFOJOS A PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

Câmara de Cabeceiras de Basto delibera continuar a trabalhar na candidatura do Mosteiro a Património Mundial

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto, sob a presidência de Francisco Alves, aprovou, por unanimidade, ontem, dia 14 de junho, na sua reunião camarária, uma deliberação sobre ‘A Candidatura do Nosso Mosteiro a Património Mundial da UNESCO’, na sequência da decisão da Comissão Nacional da UNESCO de “não inscrever o Bem ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos’ na Lista Indicativa de Portugal ao Património Mundial”.

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Porque a presente decisão da UNESCO “é apenas um ato, datado no tempo, não existindo qualquer norma nas Orientações Técnicas para aplicação da Convenção do Património Mundial que impeça que se continue a desenvolver o projeto no sentido da sua inclusão em futura Lista do Património Mundial”, a Câmara Municipal deliberou: tomar “boa nota da decisão da Comissão Nacional da UNESCO” e “continuar com o projeto para que numa futura avaliação possa ocupar o lugar que se considera merecer pelos valores materiais e imateriais de caráter excecional que testemunha”; dar “o maior destaque ao II Seminário Internacional ‘Religião, Letras e Armas da Europa Renascentista para Basto’, como elemento relevante do processo de candidatura do Nosso Mosteiro a Património Cultural da Humanidade”; intensificar “as diligências junto da Administração Central do Estado e do Governo para que o Mosteiro seja declarado Monumento Nacional”; realizar brevemente uma reunião da Comissão Científica da Candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, para ouvir os ilustres membros da Comissão e decidir das ações futuras; bem como ultimar o Plano de Citymarketing centrado no Mosteiro, uma vez que a sua história “deve continuar a ser amplamente investigada, divulgada e valorizada tendo em vista a sua defesa e preservação”.

O Executivo Municipal Cabeceirense deliberou, ainda, dar conhecimento desta decisão à Comissão Nacional da UNESCO, à Comissão de Honra, à Comissão Científica, à Assembleia Municipal, às Juntas de Freguesia, às Instituições e Associações que abraçaram esta causa e aos Cabeceirenses em geral.

Das considerações tecidas pela Comissão Nacional da UNESCO sobre a candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, designadamente que o “o Bem não colmata lacuna na Lista Indicativa de Portugal nem na Lista do Património Mundial”, importa salientar que a proposta do “Mosteiro de S. Miguel de Refojos” se destacou pelo “excelente trabalho realizado pelos seus promotores”.

De acordo com as considerações daquela Comissão, “a candidatura encontra-se bem fundamentada”, considerando-se que “os atuais usos são compatíveis com a autenticidade do Bem”. Note-se ainda que o trabalho preliminar de candidatura foi considerado “cuidadoso e rigoroso e também mobilizador da comunidade local e científica”.

Apesar de decisão legítima da UNESCO, ficou, desde já, garantido que Cabeceiras de Basto não vai desistir de continuar este projeto porque o Nosso Mosteiro “fez a nossa terra, que foi pilar da Universidade Coimbra; foi participante ativo de períodos cruciais da história do país; impulsionou a arte da farmacologia monástica e posteriormente do Estado; esteve presente em movimentos de ideias à escala da Europa e do mundo, nomeadamente no período quinhentista, com frei Diogo de Murça, como deverá ser demonstrado no II Seminário Internacional a realizar nos próximos dias 16 e 17 de junho; tem um templo religioso com valores diversos de caráter excecional: o zimbório monumental, caso único nas dezenas de igrejas monacais beneditinas em Portugal; e possui um Tesouro Nacional o “Cálice de Prata Dourada”, obra-prima da ourivesaria românica, que se encontra no Museu Machado de Castro, em Coimbra, testemunho vivo da ligação e relevância deste Mosteiro a D. Afonso Henriques. Também a Igreja do Nosso Mosteiro é o expoente máximo de toda a obra desenvolvida pelo grande artista beneditino Frei José Santo António de Vilaça.

Cabeceiras de Basto não desiste e espera que num futuro próximo esta candidatura à Lista Indicativa do Património da UNESCO, abraçada por todos os Cabeceirenses, pela autarquia e pelas suas instituições e associações, possa ter o sucesso desejado.

CELORICO DE BASTO CANDIDATA CASTELO DE ARNOIA A PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE

Castelo de Arnoia, em Celorico de Basto, reforça candidatura a Património Mundial da Humanidade da UNESCO

O município de Celorico de Basto e a VALSOUSA - Associação de Municípios do Vale do Sousa aprovaram protocolo de cooperação para a candidatura a Património Mundial da Humanidade da UNESCO dos monumentos que integram a Rota do Românico. Uma candidatura integrada pelo Castelo de Arnoia, único Castelo da Rota do Românico.

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“A aprovação deste protocolo advém do interesse comum de valorizar o património arquitectónico que nos identifica enquanto território. Em junho de 2015 manifestamos a vontade de arrancar com a candidatura do Castelo de Arnoia e Villa de Basto a Património da Unesco e em dezembro vimos a Rota do Românico a manifestar o mesmo interesse em todos os monumentos que integram a Rota. Tratando-se de interesses comuns, que visam a valorização, promoção, e dinamização de um mesmo território, da história e da memória, faz todo o sentido que nos juntemos num protocolo de cooperação para que, juntos possamos ter maior hipótese de consolidar e conseguir o tão ambicionado título” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e silva.

Efetivamente, com este protocolo pretende-se que as partes envolvidas respeitem devidamente aquilo a que se comprometem articulando todos os esforços para promover o ordenamento do território da “Rota do Românico” através da valorização do património regional. Dinamizar o setor turístico cultural mais forte capaz de gerar riqueza. Contribuir para a mudança da imagem interna e externa da região através do valioso património Românico estruturado numa Rota. Qualificar os recursos humanos da região e promover a empregabilidade.

Vinculados os objectivos descritos entende-se reforçar o processo de candidatura a Património Mundial da Humanidade da UNESCO, que obriga a que o procedimento seja devidamente detalhado e inventariado, com qualidade e consistência da informação de forma a reforçar substancialmente o processo. Em todo este processo a participação da comunidade local é essencial, com vista a permitir que a comunidade compartilhe com a “Rota do Românico” parte da responsabilidade pela manutenção do bem patrimonial devendo ser fortemente incentivada. Todo este processo visa primeiramente a divulgação e proteção do extraordinário património cultural que ainda se encontra encerrado na Rota do Românico.

Este protocolo foi aprovado na reunião de Câmara de 6 de junho de 2015.

RESTOS MORTAIS DO 1º MARQUÊS DE VALENÇA REPOUSAM NA VILA MEDIEVAL DE OURÉM

Os restos mortais de D. Afonso de Portugal que foi o 1º Marquês de Valença, título de juro e herdade criado pelo Rei D. Afonso V de Portugal, repousam na vila medieval de Ourém.

Afonso era filho primogénito de D. Afonso, 1º Duque de Bragança, e neto primogénito do Condestável D. Nuno Álvares Pereira que foi 3º Conde de Ourém. Criado por carta régia em 11 de outubro de 1451, o título de Marquês de Valença foi o primeiro título de marquês concedido em Portugal.

O título foi extinto por morte de D. Afonso de Portugal e em virtude de não ter deixado descendência. Veio posteriormente a ser restabelecido por D. João V, em 10 de março de 1716, tendo então sido concedido ao 8º Conde do Vimioso, descendente direto de D. Afonso de Portugal.

Ao Marquês de Valença, D. Afonso de Portugal, deve Ourém grande parte da sua grandeza. Em meados do século XV, edificou o Paço, magnífico exemplar de arquitetura militar de clara influência renascentista e italiana, ligado ao castelo por meio de passagens secretas.

O crescimento e importância da vila medieval de Ourém foram notórias até à destruição causada pelo terramoto de 1755 e, meio século depois, agravada pelas invasões francesas. Aliás, o próprio túmulo de D. Afonso IV – Marquês de Valença e Conde de Ourém – localizado na cripta da Igreja da Colegiada, encontra-se danificado em virtude da pilhagem praticada pelos invasores franceses chefiados por Massena.

No local, encontra-se gravado o seguinte epitáfio:

«Aqui jaz o Ilustre Príncipe D. Afonso, Marquês de Valença, conde de Ourém, primogênito de D. Afonso, Duque de Bragança, e conde de Barcelos, e neto del Rei D. João de gloriosa memória, e do virtuoso, e de grandes virtudes D. Nuno Alvares Pereira, Condestável de Portugal. Faleceu em vida de seu pai, antes de lhe dar a dita herança, de que era herdeiro, o qual foi fundador desta Igreja, em que jaz, cuja fama e feitos este dia florescem. Finou-se a 29 de agosto do ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1460 anos.»