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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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COURENSES TREINAM PREVENÇÃO DOS SISMOS

“A Terra treme”: “Dia Internacional de Prevenção de Catástrofes”

6ª feira | 13 out | EBS de Paredes de Coura

“A Terra treme” é o exercício público de prevenção de sismos, que esta 6ª feira, dia 13 de outubro, pelas 10h13, vai ser executado pelos alunos do 5º e 6º anos da Escola Básica e Secundária de Paredes de Coura, no âmbito do “Dia Internacional de Prevenção de Catástrofes” promovido pelo Comando Distrital da Autoridade Nacional de Proteção Civil de Viana do Castelo, em colaboração com o Município de Paredes de Coura.

Esta iniciativa que vai ocorrer no Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura, engloba também uma “Exposição de Meios dos Agentes da Proteção Civil”, que contará com a participação, para além da Autoridade Nacional de Proteção Civil, da Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública, Grupo de Intervenção Proteção e Socorro da GNR, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Autoridade Marítima e Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, entre outros.

Em simultâneo haverá também uma exposição de trabalhos realizados pelos meninos dos Jardins de Infância, do 1º ciclo e do 5º e 6º anos de escolaridade, bem como experiências que simulam catástrofes que serão realizadas pelas turmas do 7º ano de escolaridade.

Este “Dia Internacional de Prevenção de Catástrofes” promovido pelo Comando Distrital da Autoridade Nacional de Proteção Civil de Viana do Castelo contemplará também um pequeno momento musical a cargo dos alunos do 2º e 3º anos das Atividades de Enriquecimento Curricular - Música, que coincidirá com a visita à Escola Básica e Secundária de Paredes de Coura das entidades competentes que trabalham no âmbito da Proteção Civil.

PAREDES DE COURA ESTÁ NA ROTA DO AUTOMOBILISMO

Mini Fan Weekend: Paredes de Coura recebe o maior evento Mini do ano. 14 e 15 outubro

Aquele que é o terceiro mais velho Morris Mini Basic que se conhece no mundo -- é português, de agosto de 1959 e foi acabadinho de resgatar de um palheiro -- será exposto com todas as cicatrizes e alterações sofridas ao longo dos seus 58 anos de vida, antes de hibernar num merecido processo de rejuvenescimento, no Mini Fan Weekend, que tem lugar no fim de semana de 14 e 15 de outubro, em Paredes de Coura.

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Mas também, pela primeira vez a nível mundial, estará disponível uma carroçaria protótipo do Mini r50 -- o renascer do Mini tal como o conhecemos hoje – ou até o raríssimo Unipower GT n°37, um de 20 carros competição/cliente, numa ainda mais rara configuração 1275cc com volante à esquerda e até o 1275GT, que será um dos poucos em todo o mundo que mantém a sua excelente condição original sem nunca ter sofrido restauro.

Exemplares únicos da icónica marca britânica, que têm neste Mini Fan Weekend um espaço de celebração para todos os entusiastas do Mini, de 1959 a 2017. Sem clubismos, novos e velhos, com ou sem Mini, é também a celebração dos 16 anos do MiniPT, numa iniciativa promovida pelo Clube MiniPT em colaboração com o Município de Paredes de Coura.

A animação não faltará e estão previstos ralis de regularidade, visitas culturais, ‘after party’ na noite de sábado com karaoke e surpresas à mistura, campismo grátis em recinto coberto e com balneários para quem quiser dormir ‘à borla’, estacionamento coberto e vigiado para guardarem os Mini's durante a noite, segurança privada em todos os locais de concentração dos carros, sessão de cinema com Mini's, etc.

As ‘provas’ a realizar ao longo dos dois dias deste Mini Fan Weekend serão contempladas com prémios: um passe para o International Mini Meeting 2018, um passe para o Festival Vodafone Paredes de Coura ou uma assinatura semestral da Topos & Clássicos, entre outros.

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Programa

sábado dia 14:

14h00 – Bem vindos

15h30 - Início das atividades: regularidade, exposição, lanche, cinema, fala MiniPT 

20h00 - Jantar

23h00 – After party Mini

domingo dia 15:

10h00 - Bom dia

11h00 - Regularidade e passeio

12h30 - Almoço 

15h00 - Gymkhana 17.0

17h00 - Visita cultural, lanche e entrega de prémios

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QUEM JÁ OUVIU FALAR DE PAISAGENS RURAIS ‘MODERNISTAS’?

Investigadores do projeto internacional MODSCAPES reunidos em Paredes de Coura

Paredes de Coura, mais concretamente a colónia agrícola da Boalhosa, recebe por estes dias investigadores e bolseiros do projeto internacional MODSCAPES - Modernist Reinventions of the Rural Landscape, numa iniciativa que envolve a população local e representantes do Município.

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Paralelamente, decorre também no CEIA (Centro de Educação e Interpretação Ambiental da Paisagem Protegida do Corno de Bico) uma exposição e um workshop que promete sensibilizar culturas sobre o património cultural e arquitetónico.

MODSCAPES estuda as novas paisagens rurais produzidas pelo desenvolvimento agrícola e esquemas de colonização de grande escala, implementados no século XX em toda a Europa e para além desta, que foram fundamentais para a construção das nações e produziram Paisagens Rurais Modernistas.

Com o passar do tempo, edifícios e paisagens deterioraram-se e os seus habitantes originais desapareceram. O contexto político mudou, mas as Paisagens Rurais Modernistas ainda permanecem e tornam-se cada vez mais difíceis de perceber como formas únicas de assentamento e de património cultural.

MODSCAPES compara exemplos de Paisagens Rurais Modernistas (PRM) para responder a diferentes questões: quais foram os debates e os planos que produziram PRM?; o que foi realizado e o que resta?; quais foram os impactos mais importantes das PRM na sociedade e na cultura?; como é que as PRM são vistas hoje? e o que deve ser feito a este respeito?

Recorde-se que MODSCAPES é um projeto desenvolvido por cinco equipas baseadas em importantes universidades europeias, como a Université libre de Bruxelles (Bélgica), Politecnico di Milano (Itália), Escola Superior Artística do Porto (Portugal), Technische Universität Berlin (Alemanha) e Estonian University of Life Sciences (Estónia), tendo também como parceiros associados ‘Docomomo International’, ‘Civilscape: we are the landscape people!’ e ‘ECLAS - European Council of Landscape’.

As equipas, das quais constam os investigadores Alexandra Trevisan, Joaquim Flores, Maria Helena Maia e Paolo Marcolin (também docentes da ESAP), Joana Couto, Miguel Pinto e Rute Figueiredo (bolseiros do projeto) e as investigadoras Marta Prista e Isabel Matias, estão a realizar investigação e trabalho de campo sobre as Paisagens Rurais Modernistas até setembro 2019.

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PAREDES DE COURA QUER RECUPERAR A “CASA GRANDE DE ROMARIGÃES”

Ministro da Cultura sensibilizado para a recuperação do legado arquitetónico de “A Casa Grande de Romarigães”

“Estou extremamente sensibilizado com as potencialidades que há aqui. Necessitamos trazer ao público leitor, para que estes espaços sejam melhor conhecidos”, sugeriu o Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, na visita à Quinta do Amparo, em Paredes de Coura, onde Aquilino Ribeiro criou uma das obras maiores da literatura portuguesa – “A Casa Grande de Romarigães”.

Casa Grande de Romarigães

Com este roteiro para conhecer a riqueza das paisagens literárias inscritas no concelho de Paredes de Coura, onde também se inclui o Centro de Estudos Mário Cláudio, o autarca Vitor Paulo Pereira procurou sensibilizar a importância de ser criado “um roteiro literário ligado ao turismo cultural e à fruição dos espaços. Seria insensato e imprudente não mostrar estes dois espaços ligados à literatura”, sublinhou o Presidente da Câmara de Paredes de Coura, defendendo que na cultura não se gasta dinheiro.

“Queremos jovens criativos do ponto de vista emocional e isso só se consegue com a arte. A cultura não é uma herança, mas uma conquista de todos os dias e como tal temos que cuidar dela”, reforçou Vitor Paulo Pereira, enquanto o Ministro da Cultura corroborava a ideia: “Temos a obrigação perante a nossa história e a nossa língua. Desejo o maior sucesso e vontade política para que possamos obter fundos disponíveis para obras como esta. A obra de Aquilino é uma celebração da vida”, sublinhou.

Casa Grande de Romarigães um

Neste roteiro literário por Paredes de Coura, Luís Filipe de Castro Mendes começou por celebrar os sessenta anos da primeira edição de “A Casa Grande de Romarigães”, no próprio cenário de efabulação da crónica romanceada, a Quinta do Amparo. Na presença física do sítio, que se revê nas evocações do texto e na memória dos feitos que ali terão ocorrido, foi apresentado o projeto de recuperação deste legado arquitetónico de cariz barroco que se encontra a ser desenvolvido pelos bisnetos Ricardo Pedroso de Lima e Maria Pedroso de Lima, e que consideramos condição indispensável para dinamizar uma estratégia de desenvolvimento local.

Apesar da atmosfera da Quinta do Amparo e da sua dimensão literária continuarem bem vivas para aqueles que visitem o local, haverá certamente uma oportunidade de o reinventar no quadro de uma estratégia territorial mais consistente e integrada para o concelho de Paredes de Coura, o que representaria, em última análise, uma homenagem a Aquilino Ribeiro e um importante contributo para a preservação do seu extraordinário legado literário.

Foi também associado a este percurso literário a visita ao Centro de Estudos Mário Cláudio, no Lugar de Venade, tendo como cicerone o escritor que lhe confere o nome, que também não esconde o propósito de criar no local um centro de pesquisa e em rede que abranja os escritores do Norte de Portugal e Galiza.

Casa Grande de Romarigães dois

MINISTRO DA CULTURA PERCORRE PAISAGENS LITERÁRIAS DE PAREDES DE COURA

‘A Casa Grande de Romarigães’ | Centro de Estudos Mário Cláudio

Os territórios literários e o turismo | 8 e 9 set

O Município de Paredes de Coura receberá no próximo dia 9 de setembro de 2017, às 10h00, o Sr. Ministro da Cultura, Embaixador Luís Filipe de Castro Mendes, para lhe dar a conhecer a riqueza das suas paisagens literárias inscritas no concelho de Paredes de Coura.

Retrato_oficial_Castro_Mendes

O roteiro literário começará por celebrar os sessenta anos da primeira edição de “A Casa Grande de Romarigães”, no próprio cenário de efabulação da crónica romanceada, a Quinta do Amparo. Na presença física do sítio, que se revê nas evocações do texto e na memória dos feitos que ali terão ocorrido, será apresentado o projeto de recuperação deste legado arquitetónico de cariz barroco que se encontra a ser desenvolvido pelos bisnetos Ricardo Pedroso de Lima e Maria Pedroso de Lima, e que consideramos condição indispensável para dinamizar uma estratégia de desenvolvimento local.

Associamos este percurso literário a visita ao Centro de Estudos Mário Cláudio, no Lugar de Venade, tendo como cicerone o escritor que lhe confere o nome, e à Biblioteca Municipal “Aquilino Ribeiro”, na sede de concelho, onde se encontra instalada uma exposição sobre a vida e a obra do autor de “A Casa Grande de Romarigães”.

Porque julgamos importante debater a importância que esta temática poderá assumir para uma estratégia de turismo cultural em Paredes de Coura, promoveremos uma sessão aberta à comunicação social, na 6ª Feira, pelas 17h00, a ter lugar na Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro, e que contará com a ajuda de Fernando Moreira (Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril) e de Aquilino Machado (Centro de Estudos Geográficos, IGOT, Universidade de Lisboa).

Que legado literário nos oferece essa obra-prima de escrita e de enredo chamada “A Casa Grande de Romarigães”? Que papel poderá assumir a Quinta do Amparo e a sua enorme teia ficcional no contexto de Paredes de Coura? Como se poderá captar a narrativa secreta e mágica que continua subjacente na atmosfera de Romarigães e valorizá-la num projeto de dinamização de todo o concelho de Paredes de Coura?

São algumas questões que tentaremos abordar e que nos permitem compreender a   ideia de que apesar da atmosfera da Quinta do Amparo e da sua dimensão literária continuarem bem vivas para aqueles que visitem o local, haverá certamente uma oportunidade de o reinventar no quadro de uma estratégia territorial mais consistente e integrada para o concelho de Paredes de Coura, o que representaria, em última análise, uma homenagem a Aquilino Ribeiro e um importante contributo para a preservação do seu extraordinário legado literário.

Programa

6ª Feira, dia 8 de setembro de 2017

17h00: Receção na Biblioteca Municipal;

17h10: Abertura Presidente da CM de Paredes de Coura;

17h20 Breves apresentações incidindo sobre os “Os territórios literários e os turismos: a memória e a literatura como agentes de transformação individual e colectiva” (Aquilino Machado, CEG - IGOT) e “O projeto de recuperação e revalorização da quinta do Amparo enquanto âncora de desenvolvimento turístico (Fernando João Moreira, ESHTE); 

17h50: Debate e questões apresentadas pela Comunicação de Social;

18h30: Encerramento da sessão.

Sábado, dia 9 de setembro de 2017

Casa Grande de Romarigães

O Lugar da criação das letras

10h00: Receção na Casa Grande. Senhor Ministro da Cultura, Presidente CM Paredes de Coura e convidados; 

10h10: Abertura Presidente da Câmara de Paredes de Coura;

10h15: Leitura do texto introdutório de “A Casa Grande de Romarigães”;

10h20: Os territórios e o turismo: A memória e literatura como agentes de transformação individual e colectiva – Aquilino Machado

10h35: Apresentação do Projeto de reabilitação da Quinta do Amparo – Miguel Pedroso de Lima, Maria Pedroso de Lima e Ricardo Pedroso de Lima;

11h00: Intervenção do Senhor Ministro da Cultura.

11h30: Partida para o Centro de Estudos Mário Cláudio, Venade;

Centro de Estudos Mário Cláudio 

11h45: Visita ao Centro de Estudos Mário Cláudio;

12h50: Partida para a Vila de Paredes de Coura;

Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro

13h00: Visita do Ministro da Cultura à Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro

PAREDES DE COURA É TERRA VEGETARIANA

Paredes Coura Vegetariana 2017. Para os amantes da comida saudável. 8 – 10 setembro

Steven Wise, da Nonhuman Rights Foundation, e Alexandra Clark, da Humane Society International, são apenas alguns dos nomes internacionais que se juntarão entre amanhã e domingo, 8 e 10 de setembro, para a 3ª edição do Congresso Internacional Paredes de Coura Vegetariana, juntamente com os nossos especialistas nacionais e figuras públicas que abraçaram um modo de vida mais ético e sustentável, como João Manzarra e Heitor Lourenço.

Organizado pelo Município de Paredes de Coura em parceria com a Associação Quinta das Águias, o Congresso Internacional Paredes de Coura Vegetariana tem como ponto de partida o facto de as nossas escolhas alimentares terem um impacte muito forte na nossa saúde, no meio ambiente, na economia e no bem-estar animal.

Amanhã, sexta-feira, arranca com o filme “What the Health”, dos realizadores do premiado “Cowspiracy”. No dia seguinte também é projetado “Unlocking the Cage”, que acompanha Steven Wise, advogado de defesa dos direitos dos animais, no desafio sem precedentes de quebrar o muro legal que separa animais e humanos.

Alguns intervenientes:

Steven M. Wise é o fundador e Presidente do Nonhuman Rights Project, a única organização de direitos civis dedicada à obtenção de direitos legais fundamentais para os animais não-humanos nos Estados Unidos da América. Possui uma licenciatura em Direito da Boston University Law School e um bacharelato em Química do College of William and Mary. O seu trabalho com o Nonhuman Rights Project é o tema do documentário da HBO, “Unlocking the Cage".

Alexandra Clark é uma ativista de alimentação sustentável para a Humane Society International/Europe. Antes de trabalhar com a HSI, trabalhou para o Vice-Presidente do Parlamento Europeu, onde foi responsável por um número de iniciativas parlamentares de alto nível sobre sistemas de alimentação sustentável.

Andrew Knight é Diretor de Investigação e Educação da organização nacional de apoio animal SAFE, na Nova Zelândia. É também professor de Ética e Bem-Estar Animal, assim como Diretor do Centro para o Bem-Estar Animal, da Universidade de Winchester.

Harry Eckman é co-fundador da Change For Animals Foundation e consultor no International Fund for Animal Welfare (IFAW). Trabalhou com a RSPCA, a World Society for the Protection of Animals (WSPA), a Mayhew Animal Home and Wood Garden, onde o seu trabalho incluiu a gestão de um projeto de controlo populacional humano de cães e gatos, assim como a prestação de apoio ao planeamento estratégico e desenvolvimento de capacidades a ONGs de bem-estar animal.

Diego Hangartner foi diretor de operações do Mind and Life Institute nos Estados Unidos e diretor do Mind and Life Institute na Europa até 2015. Atualmente, investiga e ensina no Instituto Max Planck, no ETH (o Instituto Nacional Suíço da Tecnologia) e na Universidade de Zurique.

Vincent Post estudou Ciências da Terra na Vrije Universiteit, em Amesterdão, e doutorou-se em Hidrogeologia na mesma universidade. Trabalhou como professor assistente na Vrije Universiteit em Amesterdão e foi professor universitário na Flinders University em Adelaide, na Austrália, bem como investigador no National Centre for Groundwater Research and Training, tendo estado envolvido em vários projetos ligados ao abastecimento de água e à qualidade da água subterrânea na Europa, na Austrália, na região do Pacífico e em África.

Ana Sofia Rois é Bióloga, doutorada em Genética e Conservação de Plantas, trabalha como investigadora no Research Group Landscape Architecture, Biodiversity and Conservation do Instituto Superior de Agronomia (ISA) da Universidade de Lisboa. É professora na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

Alexandra Pereira formou-se em Medicina Veterinária na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa. Mestre em Etologia Clínica e Bem-Estar Animal pela Universidade Complutense de Madrid. Certificada em Animal Welfare Science, Ethics and Law pelo Royal College of Veterinary Surgeons em Londres.

João Malva é licenciado em Biologia (1987), doutorado em Biologia Celular (1997) e possui Agregação em Biomedicina (2009) pela Universidade de Coimbra. A sua área de investigação principal desenvolve-se no domínio das neurociências, sendo Investigador Coordenador na área de Envelhecimento Ativo e Saudável, na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

Elisa Nair Ferreira é advogada e Coordenadora do Observatório Animal, um projeto da Associação Vida Animal, que dispõe de uma bolsa de Advogados voluntários que representam as Associações Zoófilas enquanto Assistentes nos processos penais de crimes contra animais.

Alexandra Teixeira é Licenciada em Bioquímica pela Universidade do Porto, Doutorada em Ciências Biomédicas pela Universidade do Porto (em colaboração com o Institut Cochin de Genétique Moleculaire, Universidade de Paris VII). Foi Professora Auxiliar Convidada de Biologia Celular e Molecular na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto entre 2005 e 2014 e Coordenadora de Eventos Científicos e Pedagógicos da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto entre 2009 e 2014. 

PAREDES DE COURA É TERRA VEGETARIANA

Paredes Coura Vegetariana 2017 para os amantes da comida saudável, de 8 a 10 setembro

Steven Wise, da Nonhuman Rights Foundation, e Alexandra Clark, da Humane Society International, são apenas alguns dos nomes internacionais que se juntarão entre os dias 8 e 10 de setembro para a 3ª edição do Congresso Internacional Paredes de Coura Vegetariana, juntamente com os nossos especialistas nacionais e figuras públicas que abraçaram um modo de vida mais ético e sustentável, como João Manzarra e Heitor Lourenço.

cartaz

Organizado pelo Município de Paredes de Coura em parceria com a Associação Quinta das Águias, o Congresso Internacional Paredes de Coura Vegetariana tem como ponto de partida o facto de as nossas escolhas alimentares terem um impacte muito forte na nossa saúde, no meio ambiente, na economia e no bem-estar animal.

As primeiras duas edições do congresso anual sobre escolhas alimentares responsáveis deixaram claro o quão urgente é mudarmos os nossos hábitos alimentares para outros mais sustentáveis.

Por conseguinte, a terceira edição do congresso irá não só aprofundar o estudo do impacto das nossas escolhas alimentares no planeta, na economia, na saúde humana e no bem estar animal, mas também debater estratégias para a inevitável mudança para uma cultura alimentar mais sustentável e saudável.

Estamos orgulhosos por apresentar um painel de oradores nacionais e internacionais de excelência, que nos trazem reflexões e abordagens pioneiras, questionadoras e cientificamente fundamentadas sobre este tema que é, cada vez mais, uma preocupação geral das sociedades contemporâneas.

A sexta-feira, dia 8, arranca com o filme “What the Health”, dos realizadores do premiado “Cowspiracy”. O filme segue o intrépido cineasta Kip Andersen no seu caminho para desvendar o segredo da prevenção e mesmo reversão de doenças crónicas – e a sua investigação dos motivos pelos quais as principais organizações nacionais de saúde não querem que esse segredo seja revelado. No dia seguinte também é projetado “Unlocking the Cage”, que acompanha Steven Wise, advogado de defesa dos direitos dos animais, no desafio sem precedentes de quebrar o muro legal que separa animais e humanos.

Iniciativas que fazem deste Congresso Internacional em Paredes de Coura uma plataforma de comunicação e partilha de experiências sobre a busca por um estilo de vida mais saudável e equilibrado, contando para o efeito com um excelente painel de oradores com conhecimento e experiência em diferentes áreas, bem como mesas redondas para discussão e resposta a perguntas da audiência.

sexta

sábado um

sábado dois

domingo

REVISTA “ÍPSILON” DO JORNAL “PÚBLICO” DESCREVE COMO COMEÇOU O FESTIVAL DE PAREDES DE COURA

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A VILA DO ROCK DEU UM SALTO DE GIGANTE

É numa noite de fados, em 1993, que se traça o destino dos anos seguintes de uma vila pacata do Minho. Agora chamam-lhe a “vila do rock”, na época, no concelho de Paredes de Coura, as festas grandes eram a das Angústias e a da Nossa Senhora do Livramento. Nessa altura, o festival de Vilar de Mouros estava adormecido há uns anos e os grandes festivais de rock no Verão estavam longe de ser uma realidade.

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Há um grupo de jovens, na casa dos 20 anos, que parava na rua principal, onde se encontravam nessa noite, que decide descer à praia Fluvial do Taboão para espreitar o espectáculo montado para que a população pudesse ver o resultado da obra de requalificação de uma mata junto a uma das margens do rio Coura. Desse grupo faziam parte Vítor Paulo Pereira, José Barreiro, Filipe Lopes e João Carvalho. Quando lá chegaram viram um espaço “deslumbrante”. Alguém tem uma epifania: “E se fizéssemos aqui um festival de música para jovens?”.

Lá, na noite de fados de Coimbra, estavam presentes o presidente da câmara e um vereador. Num “impulso”, João Carvalho toma a iniciativa e apresenta a ideia aos autarcas. No dia seguinte têm uma reunião nos Paços do Concelho, onde lhes são dispensados “180 contos” (900 euros) do orçamento para montar o evento. Nasce o festival Paredes de Coura (PdC) que este ano celebra 25 edições que puseram a vila, que agora se confunde com o próprio festival, no mapa.

Eram 12 no início. Agora são três os fundadores que continuam a teimar em organizar o evento todos os anos: José Barreiro, Filipe Lopes e João Carvalho. O presidente da câmara já não é o mesmo. Quem lá está é Vítor Paulo Pereira, outro dos fundadores. O palco principal também já não é no mesmo sítio. No local onde se montou pela primeira vez é onde está actualmente o do Jazz na Relva, próximo da margem do rio onde João Carvalho voltou a mergulhar no dia em que visitamos Paredes de Coura, desta vez com roupa.

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A 20 de Agosto de 1993 tocavam ali ao lado os cabeças de cartaz Ecos da Cave, os “metaleiros” Gangrena, Boucabaca, Cosmic City Blues e os Purple Lips, compostos pelos irmãos Praça, na altura nos Turbojunkie, que por não poderem levar a banda toda apresentaram-se com outro nome. Todas as bandas foram contactadas a partir da cabine telefónica que existia no centro da vila, recorda João Carvalho, que até à terceira edição diz ter sido “o escritório do festival”. Foi o cartaz possível, com o orçamento que havia para o arranque do evento que nasce de “obra do acaso”.

Os contactos das bandas descobriram-nos na secção de divulgação do Blitz. “Na altura era a forma mais fácil de os conseguir”, conta. Apesar do orçamento limitado, a escolha foi consciente e apostaram em nomes que estavam a despontar no cenário musical nacional. Do dinheiro que tinham para gastar nada sobrou para o palco. Tiveram de o construir em madeira e montá-lo à custa de esforço próprio: “Nas primeiras edições, a meio da montagem, muitas vezes tínhamos de sacudir a terra da roupa para ir ao banco assinar um empréstimo para fazer um pagamento”.

Pouco havia para fazer em Paredes de Coura naquela altura. Do grupo de amigos, João Carvalho era dos poucos que estava na vila. Os outros estudavam fora. Lá, tinha um programa na Rádio Voz do Coura, onde passava The Cure e The Smiths. Dia de festa e “momento mágico” era quando ia ao posto dos Correios para levantar as encomendas que fazia com regularidade na Tubitek. A casa chegava com discos dos Diesel Park West, Gene Loves Jezebel, “que na altura eram uma banda boa”, dos The Sundays, Inspiral Carpets e “outras tendências da altura”. “Não havia outra forma de conseguir discos em Coura”, diz. Para combater o “isolamento” serviam também as reuniões para organizar o festival: “Nas três primeiras edições era um dos pretextos que tinha para arrastar para cá o pessoal que estava fora."

Em 1996 trazem as primeiras bandas internacionais, uma delas são os Shed Seven, para quem marcaram uma viagem a menos de avião no regresso dos britânicos a casa. “Era outra estrutura e eram outros tempos. Enquanto uns distraíam a banda, outros tentavam comprar um bilhete sem que ninguém reparasse." A coisa resolveu-se sem ninguém dar por isso. Tocaram ainda os Raincoats. Nesse ano mudam-se para o anfiteatro natural onde ainda é montado o palco principal. “A câmara não queria que estragássemos a relva e arranjou-nos um espaço maior." Na verdade, explica que o chamado “anfiteatro natural” sofreu intervenção humana: “Para aquilo ficar assim tiraram-se alguns camiões de terra."

Foi aí que tiveram a percepção de que o festival ia crescer. Monta-se um “palco a sério” e cobra-se pela primeira vez um bilhete. Mil escudos para três dias de festival com mais de uma dezena de bandas. “Naquela altura o valor da entrada ainda gerou discussão. Ninguém fazia aquilo por dinheiro. Tinha aquele medo serôdio de que com um bilhete as pessoas já não viessem”, recorda. No ano seguinte trazem um nome internacional de peso para encabeçar cada um dos dias, os Paradise Lost, Smoke City e Rollins Band. “Foi emocionante ver no local onde costumava brincar uma banda que até à altura só era possível ver na MTV. Caíram-me as lágrimas durante o concerto”, diz referindo-se à banda de Henry Rollins.

É em 1999, ano em que tocam os dEUS, Suede, Lamb e Mogwai, que há uma enchente com a qual ninguém contava. “Ficámos todos assustados. Começam a chegar camionetas cheias de gente e a empresa de transportes entra em pânico. Receámos que as infra-estruturas não aguentassem." Em cima do joelho alugam-se mais uns campos para poder acolher mais pessoas. É este o primeiro ano em que conseguem ter lucro. No final do festival surge a questão: “O que é que vamos fazer com este dinheiro todo?”. Distribuem parte dos lucros por algumas instituições do concelho e vão os quatro de férias juntos “passar um bom bocado”.

Aprenderam na edição seguinte que nada pode ser tomado como garantido. “Há uma chuva imensa e o festival correu muito mal, com um grande prejuízo no final. Aprendemos nesse ano a ser empresários. Se um ano dá não quer dizer que no outro a coisa funcione."

O mesmo acontece em 2004. Os LCD Soundsystem mudam-se para o palco principal na sequência do desabamento do secundário. A chuva não parava e por isso há uma reunião de emergência com o chefe da segurança, a empresa do sistema de som e de luz e a câmara. Toda a gente acha que o festival deve ser cancelado por estar em causa a possibilidade de um curto-circuito, de desabamento do palco principal e a segurança do terreno e das pessoas. Todos menos a organização: “Víamos cerca de quatro mil pessoas frente ao palco, algumas em roupa interior, a quererem ver concertos. Dissemos sempre que não." O festival continuou com um “prejuízo brutal”, que foi aumentando com o investimento para tratar da lama, reforçar o palco e a segurança e para comprar capas de chuva para distribuir pelo público. Para a história fica a imagem de Jon Spencer a pontapear a lama enquanto dizia que foi uma das melhores noites da carreira dos Blues Explosion, recorda João Carvalho, que o testemunhou.

Essa edição ficou também na memória de Luís Rocha, funcionário da Agrilcoura, na rua Bernardino António Gomes, que não se lembra de outra altura em que tivesse vendido tantas galochas ou plástico. “Foram sete rolos, cada um com 80 quilos. Esgotámos o stocke tivemos de recorrer a Braga para poder vender mais." Embora diga que este não seja o negócio da vila que mais beneficie com o festival, quando chove é enchente garantida: “Tivemos de fechar a porta e deixar entrar apenas alguns clientes de cada vez, tal era a enchente."

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O responsável pelo festival diz que talvez tenha sido a decisão de continuar com o evento até ao fim que contribuiu para a relação de respeito que foi sendo criada com o público. “Teria sido muito mais cómodo e menos dispendioso ter cancelado tudo. Acho que as pessoas perceberam isso."

No rescaldo desse ano, pela primeira vez, os fundadores questionam a continuidade do evento: “Foram dez segundos até mudarmos de opinião. Os anos de 2000 e 2004 foram muito importantes para fortalecer o festival”.

Ditaria o bom senso que a próxima edição fosse “mais pequena” ou que se tentasse primeiro “encontrar novo patrocinador”. Entendeu a organização que se “entrasse com tudo” e se garantisse o maior cartaz de sempre até à altura. Não fazê-lo seria “fragilizar” o festival. “Se acabar, acaba em grande”, foi o mote. É o ano de Queens of the Stone Age, Foo Fighters, Nick Cave, Pixies, The National, Arcade Fire, um dos melhores concertos que João Carvalho diz ter visto, Juliette & the Licks e da descoberta dos Wovenhand, que saltam para o palco principal depois do cancelamento dos Killing Joke. “Fazer um festival desta dimensão sem patrocinador é absolutamente surreal. Quando acabou, o lucro deu para pagar o telefone. Não deu para abater o prejuízo do ano anterior”, conta, mas deu para solidificar o festival e para o catapultar além fronteiras. “Entrou no roteiro internacional. Ganhámos uma nova alma”. Alma que se alastrou a toda a vila. Hoje o festival consegue garantir sempre casa cheia e encontrar patrocínio deixou de ser um problema.

O festival também se faz na vila

A faltar mais de uma semana para o festival, percorremos a pé as ruas de Paredes de Coura. Existe uma simbiose entre a vila e o festival, como se um e outro fossem uma e a mesma coisa. No Largo 5 de Outubro, a esplanada do café Carla já está preparada para os forasteiros, que costumam chegar uma semana mais cedo, diz-nos a proprietária, Maria Sousa. Há 30 anos que é comerciante e desde o início do evento que se habituou a receber caras desconhecidas na vila. Nos primeiros anos fazia o negócio num bar perto do recinto. A vila que não chega aos dez mil habitantes transforma-se em Agosto numa “cidade grande”, diz. “São duas semanas de festa." É a melhor altura do ano para o negócio e a “mais animada”. “O festival passou a ser a maior festa do concelho”, afirma.

Depois do largo, começa a “rua principal” que acaba na praça onde está a Câmara Municipal. A fachada do edifício está decorada com nomes de bandas do cartaz, feitos com luzes néon. Em frente, nuns bancos de pedra, está um grupo de courenses de gema, na faixa dos 60-70 anos. “É a vila do rock”, diz Isaura Bandeira. O grupo concorda. “Aqui toda a gente gosta do festival”, interrompe Franklin Loureiro. “Dantes ninguém conhecia a terra, agora até lá fora sabem que é onde se faz o rock”, volta Isaura à conversa.

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Há um orgulho na terra que surge na sequência do reconhecimento que o festival foi conquistando. Na Rua da Quinta Nova, não muito longe dali, está o Paulo's Bar, que Paulo Junqueira abriu há 24 anos, altura em que o festival começou. Esse orgulho está à vista de todos nas paredes do café. Estão lá quase uma dezena de cartazes de várias edições do festival. Já estiveram os cartazes todos, que foram guardados porque alguns “foram descolando”. Na “reserva” continua a coleccioná-los todos. Por altura do festival, Paulo fica “uma semana sem dormir” e quase sem sair do bar. Fê-lo uma vez. O Nick Cave tocava “lá em baixo” e aí “não havia outro remédio” se não deixar o bar nas mãos de outra pessoa para poder ver uma das suas referências a nível musical.

Toda a vila se envolve com o festival, diz João Carvalho. Ao longo dos anos foram também surgindo outras infra-estruturas que acompanharam o crescimento do evento. Exemplo disso é a Escola do Rock, projecto que lança o convite aos músicos nacionais para todos os anos poderem participar na banda criada por Nuno Ferros, também um dos fundadores do PdC, que este ano toca num dos palcos. Outro projecto na área da música criado nos últimos anos pela autarquia é a Caixa da Música, espaço de concertos com programação regular. Diz o organizador que há também bandas novas que vão sendo criadas.

Quem já frequentou o espaço localizado na praça frente ao edifício da câmara é José Castro, que está sentado na esplanada do Xapas Bar, local que já os fundadores frequentavam. Tem 32 anos e já foi “várias vezes” ao festival. Natural da vila só falta quando tem de trabalhar. Ao longo dos anos diz ter assistido a uma mudança nos hábitos dos courenses, “mais predispostos” a participar em eventos culturais. O festival diz ter contribuído para formar os gostos musicais dos que foram crescendo com o evento. Há agora um público mais exigente e “mal habituado”. “Há mais eventos durante o ano, mas muitos queixam-se de que não é suficiente. Quando o termo de comparação é o festival é difícil ficarmos satisfeitos."

Texto: André Vieira / Fotos: Paulo Pimenta / https://www.publico.pt/2017/08/11/culturaipsilon/noticia/e-se-fizessemos-aqui-um-festival-de-musica-para-jovens-1781696

PAREDES DE COURA ESTÁ EM FESTA

Festa do Emigrante + Raquel Tavares. Dia do Concelho homenageia Presidentes de Câmara eleitos após 25 de abril de 1974

A Festa do Emigrante voltou a encher de alegria e afetos no passado dia 9 de agosto, o Museu Regional de Paredes de Coura, antecedendo o Dia do Concelho que este ano teve a particularidade de homenagear os antigos Presidentes de Câmara eleitos após o 25 de abril de 1974

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Com muita música e os incontornáveis petiscos tradicionais, Paredes de Coura vestiu o seu melhor traje para receber com fidalguia os filhos da terra com os quais tem uma dívida de gratidão e reconhecimento.

Um reencontro animado pelo Grupo de Cantigas da Associação de Padornelo e pela Escola de Concertinas - Bento Macedo, que deram as boas vindas a estes heróis do nosso tempo que procuraram outras paragens em busca de melhores condições para os seus.

No dia seguinte, 10 de agosto, celebrou-se o Dia do Concelho. Dia em que os courenses também evocaram os Combates de Travanca, quando em 1662 rechaçaram o exército castelhano e demonstraram a sua fidelidade a D. João IV. A sessão evocativa do Dia do Concelho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, tem este ano a particularidade de homenagear os antigos Presidentes de Câmara eleitos após o 25 de abril de 1974. A noite convida a um salto até ao Escadório da Igreja do Espírito Santo para ouvir os fados de Raquel Tavares, nomeadamente o muito aclamado ‘O Meu Amor de Longe’, desta intérprete que cresceu a ouvir fado pelos bairros de típicos de Lisboa, sendo agora um dos nomes incontornáveis e mais requisitados da canção nacional, pelo que promete um momento mágico que os courenses saberão como ninguém partilhar.

Nestas duas semanas recheadas de iniciativas que se prolongam até 13 de agosto com as Festas do Concelho, trazem a esta bonita vila no coração do Alto Minho muita música, zés pereiras, grupos de bombos, ranchos folclóricos, bandas de música, cortejo etnográfico, fogo-de-artifício e a majestosa procissão em honra de Nossa Senhora das Dores. Há ainda a registar os arraiais noturnos com os Kalhambeke, Grupo IRA e Hugo Band, mas também o Festival de Folclore com o Grupo Etnográfico da Associação de Paredes de Coura, Grupo Folclórico de Penafiel, Rancho Folclórico das Carvalheiras de Argivai - Póvoa de Varzim e Rancho Folclórico Serradores do Monte - Viana do Castelo, que oferecem por estes dias um colorido ímpar e sempre acolhedor a esta vila que tão bem sabe receber quantos a visitam.

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PAREDES DE COURA HOMENAGEIA OS PRESIDENTES DE CÂMARA ELEITOS APÓS O 25 DE ABRIL DE 1974

“A história dos territórios também está associada à gratidão”, reconheceu Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, que no Dia do Concelho deste município do Alto Minho homenageou os antigos Presidentes de Câmara eleitos após o 25 de abril de 1974.

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O autarca courense acrescentou que o Dia do Concelho é para Paredes de Coura “um dia especial. Não queremos que se torne num dia normal”, justificando que a história também se faz “de pessoas simples que fazem avançar e empurrar o mundo para a frente”, elogiando os agraciados Armando Bernardino Figueiredo, José Sousa Guerreiro e António Pereira Júnior, bem como a professora Maria José Brandão.

De José Sousa Guerreiro, o presidente da Câmara recordou que foi “o primeiro presidente a captar investimento para Paredes de Coura e que trouxe um novo pulsar económico e dinamismo ao concelho”. Sobre Pereira Júnior lembrou a construção do Centro Cultural, sem o qual “Paredes de Coura não seria hoje o que é. É uma herança de liberdade e de cultura. Queremos alunos competentes do ponto de vista curricular, mas também estimulados do ponto de vista criativo”, explicou Vitor Paulo Pereira, recordando ainda o primeiro autarca Armando Figueiredo: “Não foram tempos fáceis os de transição. E ainda hoje é recordado pela qualidade de cidadão exemplar, por quem a comunidade de Paredes de Coura tinha muito carinho”.

Nesta cerimónia do Dia do Concelho, Vitor Paulo Pereira relevou acima de tudo “a coragem e ousadia, pelo que muito deram por Paredes de Coura”, num dia que também serve para evocar os Combates de Travanca, quando em 1662 os courenses rechaçaram o exército castelhano e demonstraram a sua fidelidade a D. João IV.

O Dia do Concelho de Paredes de Coura ficou ainda marcado pelos protocolos assinados com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL), bem como com Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP): “Tenho uma visão positiva dos sindicatos, pelo seu importante papel como parceiros do desenvolvimento. Todo o trabalho que temos feito aqui na Câmara de Paredes de Coura não seria possível sem o empenho e dedicação dos seus funcionários”, concluiu.

COURENSES VIRAM O "MUNDO AO CONTRÁRIO"

Sucesso do ‘Mundo ao Contrário’ esgotou dinheiro nas caixas Multibanco

Traduziu-se em enorme êxito a edição deste ano do ‘Mundo ao Contrário’ em Paredes de Coura, com centenas de famílias e respetivos filhos a encherem por completo as ruas desta bonita vila no coração do Alto Minho, ao ponto de no último fim de semana se ter esgotado o dinheiro a disponibilizar pelas muitas caixas Multibanco do concelho.

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Ao longo da semana e especialmente no último sábado e domingo, foram muitas as famílias que acorreram com os seus filhos para ver artistas dos quatro cantos do mundo, como Nino Costrini (Argentina), Elastic (Bélgica), Fausto Giori (Itália), Mina Clown (Argentina), Mandrágora (Portugal), Tuto Tul (Argentina), Rene Bazinet (Alemanha/Canadá), O Grande Embrulho (Portugal/Alemanha), Santos Circus (Alemanha) e Ale Risori (Portugal/Alemanha), bem como as bandas dos portugueses Dixie Gringos e Sinfo Dixie, que proporcionaram momentos inesquecíveis de magia, sonhos e fantasia a todos quantos passaram por estes dias por Paredes de Coura.

Foram tantas as famílias que acorreram ao centro da vila, que as caixas Multibanco já não puderam disponibilizar dinheiro a quem o solicitava, traduzindo-se nalgum desconforto para quem o solicitava e enorme prejuízo para restaurantes, cafés e comércio: “Naturalmente que estamos muito satisfeitos por mais uma vez ver cheias as praças e ruas da nossa vila e com um colorido ímpar proporcionado por tantas crianças e suas famílias. O ‘Mundo ao Contrário’ foi feito para elas. No entanto, acreditamos que no futuro não mais vão acontecer falhas na resposta a dar pelas caixas Multibanco”.

Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, não esconde o orgulho pelo sucesso alcançado pela ‘universidade de verão’ dos mais pequenos que é o ‘Mundo ao Contrário’, mas também admite algum desconforto pelas falhas no reforço das caixas Multibanco: “Esta é uma situação que não se pode repetir e já tivemos o cuidado de o manifestar às entidades competentes. Tanto mais que por estes dias são muitas as famílias de emigrantes que voltam à terra para rever as suas famílias e participar nas Festas do Concelho, mas também está à porta o festival Vodafone Paredes de Coura que quadruplica o número de pessoas na vila”, advertiu.

Ao longo de uma semana, as ruas e largos desta bonita vila no coração do Alto Minho ganharam animação sem igual com espetáculos de teatro, música, novo circo, cinema, animações de rua, residências artísticas, instalações e oficinas, numa iniciativa dirigida a toda a família e com entrada livre. Organizado pelo Município de Paredes de Coura, ‘O Mundo ao Contrário’  reuniu artistas nacionais e internacionais que transportaram os participantes para um mundo ao contrário onde o riso, o deslumbre, a fantasia, a criatividade, o risco e o absurdo assumem um lugar especial na imaginação dos pequenos e graúdos.

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MUNDO DANÇA EM PAREDES DE COURA

‘Mundo a Dançar’ na abertura das Festas do Concelho de Paredes de Coura. 31 julho – 13 agosto

‘O Mundo a Dançar’ - Festival Internacional de Folclore com grupos do Chile, Quénia, Tailândia e Rússia, a ‘Festa do Emigrante’ e a fadista Raquel Tavares, bem como as celebrações em torno do Dia do Concelho são alguns dos pontos altos das tradicionais Festas do Concelho de Paredes de Coura, que todos os anos dão um colorido ímpar a esta vila do Alto Minho reunindo milhares de pessoas entre as quais os muitos filhos que um dia tiveram que partir para o exterior na procura de dias melhores.

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O Mundo a Dançar – Festival Internacional de Folclore reúne este ano grupos do Chile, Quénia, Tailândia e Rússia. Abre esta 2ª feira, dia 31 de julho, o programa das Festas do Concelho de Paredes de Coura, que se prolonga até 13 de agosto.

O Ballet Folclórico Municipal de Rancagua (Chile), o African Tumbas of Kenya Dancers (Quénia), o Khok Khon Witthayakhom School Dance Group (Tailândia) e o Folk Dance Ensemble Katalyk (Yakutia (Sakha)) são os grupos que vão desfilar esta 2ª feira pelo Largo Visconde de Mozelos, proporcionando a todos os que passam por Paredes de Coura os tons e os sons de algum do melhor folclore do Mundo, como também dão a conhecer as suas músicas, danças, coreografias, trajes e o encanto de culturas mais distantes.

Com um cartaz apelativo que se estende por duas semanas, as Festas do Concelho de Paredes de Coura são motivo de orgulho para muitos courenses que, por estes dias, reencontram amigos e familiares e regressam à sua terra para a confraternização entre as suas gentes.

Assim, no dia 9 de agosto, a Festa do Emigrante volta a encher de alegria e afetos o Museu Regional de Paredes de Coura, com petiscos tradicionais e muita música. Um reencontro animado pelo Grupo de Cantigas da Associação de Padornelo e pela Escola de Concertinas - Bento Macedo, que dão as boas vindas a estes filhos da terra com os quais Paredes de Coura tem uma dívida de gratidão e reconhecimento.

Dia do Concelho homenageia antigos Presidentes de Câmara

No dia seguinte, 10 de Agosto, é o Dia do Concelho. Dia em que os courenses também evocam os Combates de Travanca, quando em 1662 rechaçaram o exército castelhano e demonstraram a sua fidelidade a D. João IV. A sessão evocativa do Dia do Concelho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, tem este ano a particularidade de homenagear os antigos Presidentes de Câmara eleitos após o 25 de abril de 1974. A noite convida a um salto até ao Escadório da Igreja do Espírito Santo para ouvir os fados de Raquel Tavares, nomeadamente o super aclamado ‘O Meu Amor de Longe’, desta intérprete que cresceu a ouvir fado pelos bairros de típicos de Lisboa, sendo agora um dos nomes mais requisitados da canção nacional.

Nestas duas semanas recheadas de iniciativas que se prolongam até 13 de agosto e que trazem a Paredes de Coura muita música, zés pereiras, grupos de bombos, ranchos folclóricos, bandas de música, cortejo etnográfico, fogo-de-artifício e a majestosa procissão em honra de Nossa Senhora das Dores, há ainda a registar o desfile de moda ‘Arte e Tendências’, os arraiais noturnos com os Kalhambeke, Grupo IRA e Hugo Band, mas também o Festival de Folclore com o Grupo Etnográfico da Associação de Paredes de Coura, Grupo Folclórico de Penafiel, Rancho Folclórico das Carvalheiras de Argivai - Póvoa de Varzim e Rancho Folclórico Serradores do Monte - Viana do Castelo, que oferecem por estes dias um colorido ímpar e sempre acolhedor a esta vila no coração do Alto Minho.

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VITOR PAULO PEREIRA É O RECANDIDATO PELO PS À CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES DE COURA

Nova centralidade, inovação e economia bandeiras de Coura para ganhar o futuro

“Coura é uma terra sem paredes, uma terra aberta ao mundo. Uma terra que prefere criar uma nova centralidade em vez de reclamar do centro. É uma terra ousada, criativa e trabalhadora. É uma terra que gosta de correr riscos e está no mapa. É uma terra que gosta de existir. É uma terra forte, orgulhosa e capaz. No fundo: Coura É”.

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Foi desta forma que Vitor Paulo Pereira concluiu a comunicação com que se dirigiu aos courenses na apresentação da sua recandidatura à Câmara Municipal de Paredes de Coura, numa sessão que encheu por completo o auditório do Centro Cultural desta vila do Alto Minho e que contou, entre os presentes, com o Ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, o líder da Federação do Partido Socialista de Viana do Castelo, Miguel Alves, e o mandatário Pereira Júnior.

“Trazer às pessoas um projeto novo e de desenvolvimento” é o propósito do candidato do Partido Socialista, para quem o segredo está em fazer resistência: “fecharam-nos o Tribunal, abrimos uma fábrica”, recordou Vitor Paulo Pereira, acrescentando que agora “temos um Governo que acredita nos concelhos, acredita no Poder Local e tem feito um esforço notável para ajudar no reforço do poder do Estado no território”.

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Vitor Paulo Pereira insiste que o futuro das terras afastadas de Lisboa “não depende do fatalismo da geografia”. O autarca de Paredes de Coura recorre de uma velha máxima de Walt Disney, defendendo que gosta de “tentar o impossível, porque lá a concorrência é menor”.

O candidato do PS garante: “não vamos ficar à espera que Lisboa resolva os nosso problemas ou à espera das suas dádivas, porque isso representa paternalismo, servidão e resignação. É sempre preferível criar bem e criar para fora”, argumentou Vitor Paulo Pereira, esclarecendo que isso se chama “uma nova centralidade, chama-se inovação e economia”.

Perante um auditório completamente cheio e que conhece como ninguém o trabalho desenvolvido nos últimos quatro anos, Vitor Paulo Pereira apontou que “o futuro dos territórios dependerá da sua capacidade de criar, inovar e, sobretudo, da sua capacidade de ousar e trilhar caminhos de desenvolvimento económico alternativos e sustentáveis”, esclarecendo que não vai ser possível “mudar a curva demográfica, porque para isso teria que se mudar a mentalidade de hoje”.

O candidato socialista sustenta que a resposta está na “criação de emprego, para fixar os jovens e apostando na educação e cultura”. Neste âmbito, não escondeu a satisfação pelo facto de no próximo ano letivo Paredes de Coura poder vir a contar com mais 130 alunos, desafiando os presentes a que se devem desenvolver esforços para criar “uma Academia de Música” e tendo em conta que o município também já faculta o ensino da música clássica desde o pré-primário.

As boas notícias para Paredes de Coura não se ficam por aqui: “vamos ter uma escola completamente nova, que representa um investimento de 2 milhões de euros”, explicou Vitor Paulo Pereira, desafiando o amigo Tiago Brandão Rodrigues para a inauguração. O candidato do Partido Socialista não esconde o orgulho pelo facto do Governo estar atento ao trabalho desenvolvido em Paredes de Coura, testemunhado pelas visitas do Primeiro Ministro, bem como dos Ministros do Planeamento e da Economia.

“Nas exportações tivemos o maior crescimento registado nos 85 concelhos do Norte e nos últimos quatro anos criámos em Paredes de Coura mais de 500 postos de trabalho”, sublinhou o candidato socialista, para quem a ligação da A3 ao parque industrial de Formariz “será determinante”, mas também pelo que representa no encurtar da distância para o parque industrial de Castanheiro e também para a captação de novos investimentos: “pretendemos um modelo de desenvolvimento em que não deixe ninguém para trás. Um modelo de desenvolvimento que considere as nossas tradições, mas que também esteja aberto à mudança. Que esteja aberto a modelos alternativos de desenvolvimento, que respeitem a sustentabilidade, a liberdade, a ética e a tolerância”, concluiu.

Antes, Tiago Brandão Rodrigues havia elogiado “alguém que é especial, verdadeiramente único, que nos faz pasmar por aquilo que nos faz sonhar e que é capaz de concretizar”, sublinhando que Coura tem sido “visibilidade, transparência, emprego, exportações e cultura. Tem sido um sonho e concretização”, vincou o Ministro da Educação, enquanto Miguel Alves, pela Federação PS do distrito de Viana do Castelo, elogiou “o projeto de modernidade que colocou Paredes de Coura no mapa”.

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PAREDES DE COURA APRESENTA “MUNDO AO CONTRÁRIO”

teatro : música : novo circo : cinema : animação de rua

residências artísticas : instalações : robótica

24 - 30 de julho | Paredes de Coura

Nino Costrini (Argentina), Elastic (Bélgica), Fausto Giori (Itália), Mina Clown (Argentina), Mandrágora (Portugal), Tuto Tul (Argentina), Rene Bazinet (Alemanha/Canadá), O Grande Embrulho (Portugal/Alemanha), Santos Circus (Alemanha) e Ale Risori (Portugal/Alemanha), bem como as bandas dos portugueses Dixie Gringos e Sinfo Dixie prometem voltar a proporcionar muita magia, sonhos e fantasia a todos quantos vão passar por Paredes de Coura entre 24 e 30 de julho, para mais uma edição de ‘O Mundo ao Contrário’.

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Ao longo de uma semana, as ruas e largos desta bonita vila no coração do Alto Minho ganham uma animação sem igual com espetáculos de teatro, música, novo circo, cinema, animações de rua, residências artísticas, instalações e oficinas, numa iniciativa dirigida a toda a família e com entrada livre. Organizado pelo Município de Paredes de Coura, ‘O Mundo ao Contrário’  reúne artistas nacionais e internacionais que transportam os participantes para um mundo ao contrário onde o riso, o deslumbre, a fantasia, a criatividade, o risco e o absurdo assumem um lugar especial na imaginação dos pequenos e graúdos.

Um leque de excelência de artistas do fantástico e promotores de sonhos trazem ao público de todas as idades a oportunidade de sorrir e até integrar os espetáculos, mas também as oficinas de artes plásticas, construções LEGO®, novo circo, ciência, pinturas faciais e leitura vão dar possibilidade a grandes e pequenos também darem liberdade à imaginação e criatividade.

As residências artísticas, asseguradas por Gonçalo Fonseca -- ator e criador das Comédias do Minho --, decorrerão durante a semana, de 24 a 28 de julho, no Centro Cultural, e destinam-se sobretudo aos jovens que vão criar o espetáculo ‘Bon Appétit’, baseado no filme "Playtime" de Jacques Tati, com todos convidados para um jantar que, tal como no ‘O Mundo ao Contrário’, vai virar tudo de pernas para o ar. Mas também há artes plásticas para bebés, de 25 a 27 de julho, numa criação de Rita Nicolau, tendo por público-alvo as creches.

A imagem do evento e a instalação artística ao longo da rua principal de Paredes de Coura, em construção durante a semana pelas mãos de Madalena Martins, trazem à vila uma nova estética que promete também marcar a diferença.

As oficinas de movimento, robótica e impressão 3D, mas também construção em LEGO® e artes plásticas acrescentam valor a um programa recheado de talento e animação. Por exemplo, no âmbito da robótica e impressão 3D, o projeto “All Aboard” é uma plataforma pedagógica, suportada por uma equipa de formação, manuais e vídeos, que tem como base de trabalho um kit de hardware para programação e robótica. O utilizador com um kit All Aboard aprende a programar através da realização de diferentes desafios lançados pela plataforma, que conjugam hardware e software, e recebe, como num jogo, uma pontuação sempre que os supera. Neste workshop os visitantes poderão experimentar três atividades da plataforma All Aboard: desenho e impressão em 3D; montagem de um robot All Aboard e programação de um exercício All Aboard.

Já a oficina “Arte em Peças”- Comunidade 0937 vai decorrer na Caixa de Brinquedos, enquanto a oficina de artes plásticas “E tu quem és?”, de Rita Nicolau, tem lugar no Largo Visconde de Mozelos. Esta mesma praça acolhe as pinturas faciais assinadas por Celina Sousa, enquanto no fim de semana de 28, 29 e 30 de julho as ruas de Paredes de Coura são percorridas por um divertido comboio turístico, como que dando-se a conhecer a miúdos e graúdos os cantos e recantos desta nossa bonita vila, entre muitas outras propostas para rir e divertir, num evento muito especial, onde se vira “de pernas para o ar” a rotina e a rigidez, permitindo que reine o inesperado e a fantasia.

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