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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESTÚDIO DE DANÇA DE CARNAXIDE LEVA A CIRANDA AO MERCADO DE SANTA CLARA EM LISBOA

Quem disse que os mercados são só para comprar e vender?

No Mercado de Santa Clara também se dança!

Partindo das danças e cantares tradicionais portugueses, levamos ao Mercado um espetáculo que faz uma ponte entre o tradicional e o contemporâneo, entre o popular e o erudito: a Ciranda.

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Ciranda é uma dança comunitária, para todas as idades e sem limite de participantes.

Começa com uma roda pequena que vai crescendo, à medida que as pessoas vão entrando, abrindo o círculo e mãos nas mãos com quem já dança.

Simultaneamente, uma orquestra de câmara e músicos convidados interpretam canções tradicionais portuguesas, numa viagem pelo país de lés-a-lés, com paragens no Minho, em Trás-os-Montes, nas Beiras, no Ribatejo e Alentejo.

Cabe Portugal inteiro no Mercado de Santa Clara, um edifício datado de 1877 e situado num terreno que testemunhou momentos decisivos da história de Lisboa. 

Tragam a família, venham cirandar e aproveitem para olhar com outros olhos para um conjunto de edifícios que, num raio de alguns metros, contam inúmeras histórias da cidade.

MINHOTOS EM OEIRAS REALIZAM ENCONTRO DE TRADIÇÕES

A localidade da Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras, foi hoje palco do I Encontro de Tradições, numa iniciativa organizada pelo Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras e que contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e da Junta de Freguesia de Porto Salvo.

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A iniciativa teve lugar no Centro Cultural da Ribeira da Lage e atraiu largas centenas de pessoas que, durante toda a tarde, puderam assistir à reconstituição de diversos quadros etnográficos como a debulha do milho e a realização de uma procissão religiosa. Com os bombos abrindo caminho ao andor de Nossa Senhora da Conceição.

O eventou contou com a participação do Rancho Folclório de São João Batista de Cavez – Cabeceiras de Basto, o Rancho Folclórico Alegria do Minho – Assorpim, da Amadora, o Rancho Folclórico de Vila Facaia – Leiria e o Rancho Folclórico Cultural Danças e Cantares da Região do Forninho – Palmela, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras que, de dia para dia, tem vindo a surpreender com as sucessivas melhorias na sua forma de se apresentar e no arrojo das iniciativas que organiza.

O numeroso público que afluiu à Ribeira da Lage viveu hoje uma jornada de cultura popular tradicional num ambiente fraterno, rodeado da simpatia e alegria que muito bem caracteriza as gentes do Minho.

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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA LEVA CASTANHAS E MINHO AO CONCELHO DE OEIRAS

“Ponte da Barca,

Sempre formosa e contente!

É tanta a graça,

Que cativa toda a gente!”

- Hino de Ponte da Barca

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A festa é minhota e foram as gentes de Ponte da Barca que a organizaram lá para os lados de Linda-a-Pastora, no concelho de Oeiras, local aprazível e bucólico que, em tempos idos, foi recolhimento do poeta Cesário Verde e onde a descoberta da imagem de Nossa Senhora deu origem a uma das mais concorridas festas dos arredores de Lisboa – a romaria à Senhora da Rocha! – da qual o escritor Thomaz Ribeiro foi um dos seus maiores divulgadores.

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Sob o signo “Castanhas e Minho”, participaram ainda nesta festa o Rancho Folclórico da Casa do Minho e o Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre-Ambos-os-Rios, que se deslocou propositadamente de Ponte da Barca para participar nesta iniciativa.

O evento teve lugar no salão de festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora. E, apesar das condições climatéricas que convidavam mais ao refúgio no borralho e conforto do lar, os minhotos responderam à chamada, aplaudiram com entusiasmo os grupos folclóricos e não perderam mais uma oportunidade para dançar uma cana-verde e o vira-geral.

Fotos: Manuel Santos

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MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM O SÃO MARTINHO COM FOLCLORE, CASTANHAS E VINHO

Após terem levado a efeito o Serão Temático "Como há 100 anos...", eis que o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN), aqui deixa um novo convite; desta feita, para participarem no próximo dia 20 de Novembro no Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora (Queijas - Oeiras).

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Não se trata de um Festival de Folclore, no sentido mais formal do termo, nem de um Magusto de São Martinho, no sentido mais restritivo do termo. Trata-se de mais um evento de demonstração da Cultura Popular, Etnografia e Folclore a que chamámos "Castanhas & Minho" fazendo uma ponte entre um tradicional Magusto de São Martinho e uma Tarde de Folclore com grupos de representação etno-folclórica minhota.

Este ano, irão ter como convidados o Rancho Folclórico de Entre-Ambos-Os-Rios (Ponte da Barca), e o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

Iremos também ter petiscos e bebidas, castanhas e água-pé, venda de artesanato e muito mais. Acreditamos que será uma tarde bem passada e a presença do público apenas engrandecerá mais este evento.

CERVEIRENSES DE REBOREDA DANÇAM EM OEIRAS NO FESTIVAL DE INVERNO DA RIBEIRA DA LAGE

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, de Vila Nova de Cerveira, participou hoje no I Festival de Inverno que teve lugar no concelho de Oeiras, organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

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Além do rancho cerveirense e do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho – Santa Comba Dão e o Rancho Folclórico das Piçarras, de Vendas Novas.

A atuação em palco dos ranchos folclóricos foi antecedida de um desfile pelas artérias da localidade que S. Pedro, por marotice, resolveu abençoar com uns borrifos de água lançados por uma nuvem que por ali passava ocasionalmente.

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MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE REALIZAM FESTIVAL DE INVERNO NO CONCELHO DE OEIRAS

O Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras deu um extraordinário salto qualitativo na sua representação

Os “Minhotos” da Ribeira da Lage levaram hoje a efeito o I Festival de Inverno que terminou há instantes, no Centro Cultural da Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda – Vila Nova de Cerveira, o Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho – Santa Comba Dão e o Rancho Folclórico das Piçarras – Vendas Novas.

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Para surpresa geral de todos quantos tiveram o privilégio de assistir ao espetáculo, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage apresentou-se como uma imagem renovada, uma melhor apresentação em palco, uma exibição isenta de erros notórios e melhor trajado do ponto de vista do rigor e autenticidade. Estamos perante um rancho folclórico que está a trilhar um caminho de aperfeiçoamento que por certo prestigiará cada vez mais o Minho na região de Lisboa onde se encontra sediado.

O público que não se cansou de aplaudir a sua atuação, encheu por completo o salão do Centro Cultural da Ribeira da Lage. E, aquela localidade do concelho de Oeiras, despertou ao som das mais alegres rapsódias do nosso folclore e vestiu-se com as mais vivas cores dos trajes das lindas moças do Minho. Porque onde os minhotos se encontram existe festa a valer!

A atuação em palco dos ranchos folclóricos foi antecedida de um desfile pelas artérias da localidade que S. Pedro, por marotice, resolveu abençoar com uns borrifos de água lançados por uma nuvem que por ali passava ocasionalmente.

O Minho também esteve representado pelo Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, de Vila Nova de Cerveira, que levou ao palco as danças e cantares daquele concelho do Alto Minho.

Como é habitual, esta iniciativa contou com a presença do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, sr, Dinis Penela Antunes, que inclusivamente acompanhou o desfile à sua dianteira, transmitindo aos minhotos e a todos os participantes o seu apoio empenhado.

Mantendo a tradição, a organização levou desta vez a leilão uma cabra. Recorde-se que, em anteriores eventos, foram leiloados um leitão e um portentoso galo, ocasião que proporciona alguns momentos de pura diversão.

Entretanto, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, que tem em carteira uma série de novidades, prepara mais uma iniciativa que esperamos vir a anunciá-la muito brevemente.

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MINHOTOS JUNTAM-SE EM OEIRAS EM FESTIVAL DE CONCERTINAS

No próximo domingo, dia 6 de novembro, levam a efeito um festival de folclore - o “I Festival de Inverno”

O Centro Cultural da Lage foi pequeno para acolher as centenas de pessoas que participaram hoje no V Encontro de Tocadores de Concertina organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

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Perto de duas dezenas de grupos de tocadores afluíram hoje àquela localidade do concelho de Oeiras, nos arredores de Lisboa, para animarem uma festa como só os minhotos sabem fazer, com alegria e música tradicional. 

O trabalho de divulgação do BLOGUE DO MINHO também foi lembrado, tendo o seu administrador sido chamado ao palco para receber uma simpática lembrança.

Não se tratando propriamente de festival de folclore, estes encontros têm contido sido fundamentais para a divulgação das potencialidades da concertina, contribuindo através das numerosas escolas de tocadores para o aparecimento de novos talentos, contrariando desse modo uma tendência que há alguns anos se vinha verificando que consistia na falta de tocadores deste instrumento musical. E, esse aspeto refletia-se no funcionamento dos próprios ranchos folclóricos.

Entretanto, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage organiza no próximo dia 6 de novembro, a partir das 15 horas, no Centro Cultural da Lage, o “I Festival de Inverno”. Esta iniciativa conta com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, de Vila Nova de Cerveira; do Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho, de Santa Comba Dão, do Rancho Folclórico das Piçarras, de Vendas Novas e, naturalmente, do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage”.

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MINHOTOS JUNTAM-SE EM OEIRAS AO TOQUE DA CONCERTINA

Realizou-se hoje pela primeira vez na freguesia de Porto Salvo um encontro de tocadores de concertina. A iniciativa do Grupo Cultural de Vila Fria e realizou-se nas suas instalações, naquela localidade.

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A festa foi um sucesso, tendo registado a participação de perto de duas centenas de tocadores de concertina e outros instrumentos tradicionais que fizeram o acompanhamento. A repetição da iniciativa está já garantida para o próximo ano, valendo-se da experiência acumulada e esperando-se ainda uma maior adesão.

E, como onde há uma concertina está um minhoto, entre os tocadores que aderiram à iniciativa, registou-se a participação massiva de muitos minhotos radicados no concelho de Oeiras e arredores, entre os quais salientamos os grupos de tocadores do Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras, O Rancho Folclórico Alegria do Minho – Amadora e o Rancho Folclórico Verde Minho – Loures.

Estes encontros de tocadores vêm revelando-se de grande interesse na medida em que tem popularizado a concertina como instrumento musical popular, incentivando o aparecimento de novos tocadores e colmatando uma lacuna que se vinha verificando ao longo de muitas décadas a nível das tocatas dos ranchos folclóricos.

Uma nota digna de registo é a forma carinhosa como a Grupo Cultural de Vila Fria acolhe os idosos do lar que existe na vizinhança, proporcionando-lhes momentos de alegria, prática que como pudemos apurar é recorrente por parte daquela instituição e merecedora do maior apreço nomeadamente por parte das autarquias locais.

Apenas a lamentar a perda de oportunidade de iniciativas válidas como a que hoje teve lugar e a disponibilidade da entidade organizadora – o Grupo Cultural de Vila Fria – para promover os produtos característicos da região junto dos numerosos visitantes, mormente o delicioso vinho generoso de Carcavelos que, apesar de bastante prestigiado, permanece no desconhecimento da maioria dos portugueses.

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MINHOTOS ENCHEM DE ALEGRIA FESTEJOS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA ROCHA EM LINDA-A-PASTORA

Os minhotos radicados na região de Lisboa levaram consigo as concertinas, o folclore e a alegria até à festa de Nossa Senhora da Rocha, no concelho de Oeiras. No âmbito daquelas festividades, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega organizou hoje uma Mostra de Folclore que contou também com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos em representação do Ribatejo, do Grupo Etnográfico da Região de Coimbra representando a Beira Litoral, do Grupo Folclórico “Os Saloios” da Póvoa da Galega e do Rancho Folclórico “Flores da Beira” constituído por gente de Lafões que vive no concelho de Oeiras.

Às portas de Lisboa respira-se ainda o ar campestre de outros tempos, em torno do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, trazendo à lembrança o tipicismo de outrora de uma das mais concorridas festas da região saloia.

Remonta aos começos do século XIX a descoberta por um grupo de crianças de uma gruta natural na serra de Carnaxide e, no seu interior, uma pequena imagem de Nossa Senhora à qual deram o nome de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.

Conta-nos o escritor Thomaz Ribeiro na sua obra “A Rocha, poemeto-prologo do poema inédito O Mensageiro de Fez” que “No dia 28 de maio de 1822, perseguindo um coelho que alli se escondera, entraram na gruta do Jamor percorrendo de rastos a furna por onde elle entrára, sete rapazes que andavam brincando e chapinhando nas margens e nas ilhotas de Jamor. Os seus nomes são: Nicoláo Francisco, Joaquim Nunes, Joaquim Antonio da Silva, Antonio de Carvalho, Diogo, José da Costa e Simão Rodrigues. Os mais novos tinham 11 annos, 15 os mais velhos. Entrando e recuando apavorados, no que levaram longo tempo, conseguiram emfim chegar onde puderam erguer se e respirar. Sondando e apalpando acharam e tomaram nas mãos ossos humanos como poderam verificar quando voltaram ao rio. As familias que ha muito os esperavam em suas cazas não receberam bem os retardatarios e não crêram mesmo na historia phantastica do descobrimento.

No dia seguinte porém começou de levantar-se e avolumar-se nos differentes logares donde eram naturaes os pastoritos, o boato da existencia d’uma gruta desconhecida, e a apresentação dos ossos e a insistencia dos exploradores foi firmando, se não certezas, desejos de apurar a verdade. No dia 30 bastantes pessoas acompanhando os retardatarios da ante-vespera ao rio, abrindo as franças dos salgueiros acharam uma lura na grande rocha que se afundava no Jamor.

Não ousaram porém aventurar-se, os mais prudentes; mandaram entrar os rapazes com ordem de trazerem outros ossos. Era a prova evidente de que elles disseram a verdade. E desde que a conheceram destinaram para o dia 31 procurar com luz que dentro accenderiam, o que podesse achar-se na gruta onde era certo haver estado gente. No dia 31 foram pois, com tochas, para dentro serem accendidas. Entraram na frente os sete moços, lá d'outros acompanhados, e accesa uma tocha, encontraram a pequenina imagem da Virgem”.

À semelhança de outras romarias da região outrora bastante concorridas e da qual destacamos as que na localidade de Belas eram dedicadas ao Senhor da Serra, as festas de Nossa Senhora da Rocha entraram em declínio e deixaram inclusive de realizar-se durante largos anos. Mas, qual Fénix das cinzas renascida, eis que renascem, adquirindo de novo fama e cada vez maior aderência, concorrendo para o seu êxito os minhotos que vivem na região ombreando com as gentes locais, anunciando para o próximo ano mais uma edição desta Mostra de Folclore.

MINHOTOS DANÇAM NO CONCELHO DE OEIRAS NO SANTUÁRIO DA SENHORA DA ROCHA

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN) anuncia a sua II Mostra de Folclore.

A referida Mostra realiza-se no próximo dia 22 de Maio, pelas 15 horas, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha em Linda-a-Pastora e está integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2016".

É sua pretensão e firme propósito que este evento exalte o Folclore e a Etnografia do Minho, Beira Alta, Beira Litoral, Ribatejo e Estremadura Centro-Saloia que ali será trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.

Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os minhotos e galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canas-verdes pela noite fora.

Os romeiros vão certamente nesse dia passar umas belas horas a ver e ouvir a alegria minhota, a cadência quase bucólica beirã, o garbo ribatejano e a simplicidade saloia.

SUB-18 SOFREM DERROTA INESPERADA

Os jovens jogadores sub-18 do CRAV cumpriram mais uma jornada do campeonato nacional frente ao St. Julian’s, em Carcavelos. Neste confronto contra o último classificado da tabela, o CRAV viria a ser surpreendido ao perder por 22-0.

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A equipa do CRAV apresentou-se determinada a vencer este encontro, mas logo após iniciar a partida, numa falha defensiva, acabou por sofrer o primeiro ensaio.

Os visitantes não desmoralizam e pressionaram a equipa adversária, equilibrando o jogo, mas mesmo sobre o apito final da primeira parte sofreu mais um ensaio, saindo para intervalo a perder por 12-0.

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A segunda parte foi praticamente um reflexo da primeira parte. Quando a equipa técnica do CRAV se apercebeu que o encontro dificilmente teria outro rumo, aproveitou para efetuar algumas substituições e lançar em jogo os jogadores menos utilizados ao longo da época.

O CRAV saiu deste confronto com um resultado algo inesperado e que pode comprometer a passagem à fase final, mas, de uma maneira geral a equipa sentiu um grande orgulho uma vez que o resultado não foi somente fracasso seu.

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MINHOTOS DAS TERRAS DA NÓBREGA FESTEJAM NA REGIÃO DE LISBOA SÃO MARTINHO A DANÇAR

Terminou há instantes mais uma jornada de convívio entre as gentes minhotas que vivem na região de Lisboa. O Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora, no concelho de Oeiras, foi pequeno para receber o grande número de pessoas que ali afluiu para assistir e participar em mais um excelente evento organizado pelo Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

Sob a designação genérica “Castanhas e Minho”, o grupo organizador procurou fazer “uma ponte entre um tradicional Magusto de São Martinho e uma Tarde de Folclore com grupos de representação etno-folclórica”. Não se tratou, pois, de “um Festival de Folclore, no sentido mais formal do termo, nem de um Magusto de São Martinho, no sentido mais restritivo do termo” como a própria organização sublinhou ao divulgar a iniciativa.

Para além do grupo organizador – o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – participaram ainda o Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto, de Ponte da Barca, e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima, sediado em Lisboa.

A festa incluiu ainda venda de artesanato tradicional e, como não podia deixar de acontecer, a prova da água-pé a acompanhar as castanhas e outros petiscos a lembrar a tradição de S. Martinho e os costumes das gentes do Minho, terra onde por vezes até os castanheiros dão uvas.

 

MINHOTOS EM LISBOA REALIZAM FESTIVAL ETNOGRÁFICO

“Serão Temático” organizado pelo Grupo de Folclore Terras da Nóbrega foi um autêntico Festival de Etnografia

Terminou há instantes no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide, no concelho de Oeiras, o Serão Temático “Como há 100 anos…”. A iniciativa foi do Grupo de Folclore Terras da Nóbrega e contou também com a participação do Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo), do Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura) e do Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul), os quais apresentaram diversos quadros etnográficos que complementaram a exibição das danças e cantares tradicionais.

Este espetáculo constitui um formato novo em termos de etnografia e folclore, indo além da mera exibição dos trajes tradicionais, das danças e dos cantares do povo, procurando recriar as vivências das gentes de antigamente. Aliás, é a própria organização que o refere: “Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.”

Cada grupo participante apresentou em palco um quadro etnográfico como o “Batizado da Meia-noite”, “O Casamento da Monda”, “A Arte Xávega” e o ciclo “Da palha ao chapéu”.

GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NÓBREGA REALIZA SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE, NO CONCELHO DE OEIRAS

O Grupo de Folclore Terras da Nóbrega realiza o Serão Temático “Como há 100 anos...”. É um espetáculo único, de cariz etnográfico, que ultrapassa o formato usual próprio dos festivais de folclore, através de quadros da vida e dos usos e costumes tradicionais, a serem representados pelos vários ranchos folclóricos participantes, todos de qualidade reconhecida.

A iniciativa tem lugar no próximo dia 1 de Novembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide - Oeiras), no Serão Temático "Como há 100 anos...", uma organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

“Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão.

A ideia subjacente a esta organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é que cada Grupo participante traga para o palco a recriação de cenas da vida quotidiana da região que representa. Um “Baptizado da Meia Noite”, o ciclo “Da palha ao chapéu” ou até mesmo um “Casamento da Monda” serão alguns dos momentos a apreciar apresentados pelos Grupos participantes, todos eles lídimos representantes e embaixadores maiores do Folclore e Etnografia de cada uma das suas regiões. A saber:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior)

Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo)

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura)

Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul)

Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.

GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NÓBREGA REALIZA SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE

O Grupo de Folclore Terras da Nóbrega realiza o Serão Temático “Como há 100 anos...”. É um espetáculo único, de cariz etnográfico, que ultrapassa o formato usual próprio dos festivais de folclore, através de quadros da vida e dos usos e costumes tradicionais, a serem representados pelos vários ranchos folclóricos participantes, todos de qualidade reconhecida.

A iniciativa tem lugar no próximo dia 1 de Novembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide - Oeiras), no Serão Temático "Como há 100 anos...", uma organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

“Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão.

A ideia subjacente a esta organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é que cada Grupo participante traga para o palco a recriação de cenas da vida quotidiana da região que representa. Um “Baptizado da Meia Noite”, o ciclo “Da palha ao chapéu” ou até mesmo um “Casamento da Monda” serão alguns dos momentos a apreciar apresentados pelos Grupos participantes, todos eles lídimos representantes e embaixadores maiores do Folclore e Etnografia de cada uma das suas regiões. A saber:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior)

Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo)

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura)

Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul)

Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.

GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NÓBREGA REALIZA SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE

O Grupo de Folclore Terras da Nóbrega realiza o Serão Temático “Como há 100 anos...”. É um espetáculo único, de cariz etnográfico, que ultrapassa o formato usual próprio dos festivais de folclore, através de quadros da vida e dos usos e costumes tradicionais, a serem representados pelos vários ranchos folclóricos participantes, todos de qualidade reconhecida.

A iniciativa tem lugar no próximo dia 1 de Novembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide - Oeiras), no Serão Temático "Como há 100 anos...", uma organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

“Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão.

A ideia subjacente a esta organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é que cada Grupo participante traga para o palco a recriação de cenas da vida quotidiana da região que representa. Um “Baptizado da Meia Noite”, o ciclo “Da palha ao chapéu” ou até mesmo um “Casamento da Monda” serão alguns dos momentos a apreciar apresentados pelos Grupos participantes, todos eles lídimos representantes e embaixadores maiores do Folclore e Etnografia de cada uma das suas regiões. A saber:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior)

Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo)

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura)

Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul)

Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.

MINHOTOS DANÇAM NAS FESTAS DE CARNAXIDE

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega levou o folclore minhoto à festa da região saloia

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, um agrupamento folclórico constituído por gentes minhotas radicadas na região de Lisboa e sediado na localidade de Queijas, freguesia agora unificada com Carnaxide, levou à região saloia os usos e costumes das gentes da nossa região.

As origens de Carnaxide remontam ao século XII, sendo uma das mais antigas paróquias do país. Descrita como “aprazível e de bons ares e muito abundante de excelentes águas”, Carnaxide foi outrora local de veraneio de nobres e fonte de inspiração de poetas, integrando o Reguengo de Algés que da Ribeira de Alcântara se estendia até ao Reguengo de Oeiras. Ao que consta, o topónimo Carnaxide deriva provavelmente do árabe “carna-axide” que significa “monte de terra vermelha” ou ainda do celta “carn-achad”, que refere “terra de pedras soltas”.

Porém, nas últimas décadas, Carnaxide viu crescer de forma notável a sua população com a fixação de gentes oriundas das mais diversas proveniências, nomeadamente do Minho. Atualmente, constitui uma zona fortemente urbanizada que, contudo, conserva as suas tradições, nas quais se inserem as tradicionais festas de São Romão, conciliando a tradição e a modernidade, mantendo vivo o seu associativismo popular e o gosto pelo folclore e o pitoresco das antigas feiras de província.

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é também parte integrante desta comunidade e, como tal, participou nos festejos com a alegria e vivacidade que carateriza as gentes minhotas.

RANCHO FOLCLÓRICO DE CABREIROS CANTA E DANÇA NO CONCELHO DE OEIRAS

O Rancho Folclórico de Cabreiros levou à localidade de Tercena, nos arredores de Lisboa, os usos e costumes das gentes da região de Braga. Tratou-se do XXV Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena, no concelho de Oeiras.

Além do Rancho Folclórico de Cabreiros e do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico “As Tricaninhas” de Antuã, de Salreu, Estarreja, e o Rancho Folclórico da Associação Desportiva e Cultural de Arreciadas, de Abrantes.

Prestes a atingir 30 anos de existência, o Rancho Folclórico de Cabreiros tem por objetivos a recolha, conservação e divulgação da cultura popular tradicional do Baixo Minho. Apresenta-se trajado à moda camponesa de finais do séc. XIX e princípios do séc. XX, com trajos de cerimónia ou domingueiros, donde se salientam os trajes femininos do Vale do Cavado, Vale d’Este, Encosta, Ribeira, Sequeira, Mordomia e Noiva. Dança viras e malhões, polcas, gotas e chulas. Recria quadros etnográficos como as desfilhadas e as vindimas, as vessadas e as espadeladas. E ainda cerimónias religiosas como Romeiros, Promessas, Mordomia e Casamentos Regionais.

Por seu turno, o agrupamento anfitrião deste festival de folclore – o Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena – tomou o nome das moças que, integrando uma comunidade migratória, no início do século XX, fixaram-se nas terras agrícolas das localidades de Tercena, Queluz e Barcarena, próximos da capital.

A escassa distância de Lisboa, a velha fábrica da pólvora de Barcarena viu surgir à sua volta, nos começos do século passado, uma população de gente jovem à procura de trabalho nos campos férteis que estendem desde a encosta de São Marcos até Barcarena e Porto Salvo. As moças eram conhecidas por “macanitas” que, em 1990, deram o nome a um agrupamento folclórico – o Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena.

Vieram sobretudo da região do Oeste e, como nos elucida Fernando Silva no seu livro “As Macanitas”, os “casais mais importantes eram os de Cabanas, S, Miguel da Serra, Álvaro da Pinta e Sobreiro, em Barcarena, Manuel Roque em Tercena, Casal do Cotão e do Chouriço em São Marcos, Vaz Meirinho, Barroca em Queluz de Baixo e tantos outros que recebiam pessoal em menor escala”.

Distantes vão os tempos em que, procurando dar os primeiros passos, os componentes do Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena trajavam todos de forma idêntica. Mas, o estudo aturado das tradições locais aliado à modéstia de quem procura melhor o seu trabalho transformaram este grupo folclórico num digno representante dos usos e costumes das gentes que, vindas de outras paragens, um dia se fixaram nas áreas rurais do concelho de Oeiras transportando consigo modos de ser que eram até então estranhos à região – as macanitas!

Fotos: Artur Morgado

VINHO "VINHAS DO CRUZEIRO - LOUREIRO" DE PONTE DE LIMA OBTÉM MEDALHA DE PRATA EM CONCURSO DE ENOLOGIA

Premiados do XIV Concurso La Selezione del Sindaco: Medalha de Prata para “Vinhas do Cruzeiro – Loureiro”

O Município de Ponte de Lima marcou presença no Concurso La Selezione del Sindaco, no âmbito do Concurso Enológico Internacional delle Cittá des Vino, que decorreu em Oeiras no final de maio.

O vinho “Vinhas do Cruzeiro – Loureiro” da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima ganhou a medalha de prata.

Mais de 1100 vinhos oriundos da Europa e do Brasil foram postos à prova no XIV Concurso Internacional de Vinhos “La Selezione del Sindaco”, sendo que cerca de 400 desses vinhos participantes são portugueses.

A Associação de Municípios de Portugueses do Vinho – AMPV distingue a grande adesão dos municípios e dos produtores nacionais no concurso assim como a qualidade dos vinhos. No total de 301 medalhas atribuídas, 147 foram entregues aos Vinhos Portugueses.

As amostras de vinho foram avaliadas por um júri internacional composto por 80 provadores que, auxiliados por um software especialmente criado para o efeito, procederam à apreciação e qualificação dos vinhos.

PONTE DE LIMA PARTICIPA NO FESTIVAL DE VINHOS E DO ENOTURISMO

5 a 7 de junho / Oeiras

O Município de Ponte de Lima vai marcar presença num evento europeu que realça e destaca o Enoturismo.

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Com um stand próprio, onde a imagem principal é o Vinho Verde, néctar produzido com excelência neste concelho, Ponte de Lima participa no Festival de Vinhos Europeus e do Enoturismo, que se realiza no fim-de-semana de 5 a 7 de junho em Oeiras.

O Município de Ponte de Lima, para além da promoção ao Vinho Verde, com destaque para o Loureiro e o Vinhão promove uma mostra de produtos endógenos da região, apresentando-se como um Destino Enoturístico de excelência.

O afamado Vinho Verde Ponte de Lima, vai estar representado pela Casa das Buganvílias; Casa da Cuca; Quinta do Ameal; Quinta da Freiria e Vinhas do Cruzeiro – Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima.

Durante estes dias dá-se principal destaque ao Vinho e à sua produção sendo que os seus visitantes poderão provar mais de mil vinhos seleccionados e classificados por um conjunto de 70 jurados. Além disso, poderão ainda saborear diversos produtos regionais pertencentes às regiões que estarão lá presentes.

MINHOTOS LEVAM A FESTA AO CONCELHO DE OEIRAS

A localidade da Ribeira da Lage, no Concelho de Oeiras, despertou hoje ao som das mais alegres rapsódias do folclore minhoto – as nossas gentes radicadas naquela região levaram consigo as concertinas, os cavaquinhos, os reque-reques e sobretudo a alegria e a sua maneira tão genuína de fazer a festa.

O Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, agrupamento sediado no Concelho de Oeiras no qual pontificam numerosos courenses, levou a efeito uma “Tarde de Folclore” tendo como palco o Centro Cultural da Ribeira da Lage, localidade da Freguesia de Porto Salvo. Para o efeito convidaram também o Rancho Folclórico “As Florinhas do Alto Minho”, grupo sediado em Mem Martins, no Concelho de Sintra, e ainda o Rancho Etnográfico de Borbela, Vila Real; o Rancho Infantil e Juvenil de Ventosa do Bairro, da Mealhada e o Rancho Folclórico e Cultural da Rinchoa, do Concelho de Sintra, representando este os usos e costumes das gentes da região saloia.

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Ascende a mais de uma dezena o número de agrupamentos folclóricos minhotos sediados na região de Lisboa, refletindo a dinâmica associativa e o apego às tradições das nossas gentes que, apesar da distância, não esquecem por um momento as suas origens e identidade. De resto, o Minho constitui a região do país melhor representada na capital do país, não apenas pela quantidade de grupos folclóricos como ainda de associações regionalistas. Bem poderia, pois, construir um elo de solidariedade e entreajuda de modo a tornar ainda melhor e mais visível a presença da nossa região em Lisboa!

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PRIMEIRA APARIÇÃO PÚBLICA DO GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA CONFIRMA O RIGOR E A REPRESENTATIVIDADE DO SEU TRABALHO E PRENUNCIA UM FUTURO AUSPICIOSO

O Largo do Mercado Municipal de Queijas, nos arredores de Lisboa, encheu-se hoje de gente para assistir à primeira atuação pública do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega. E, a apadrinhar o mais jovem agrupamento folclórico minhoto nascido em Lisboa, estiveram presentes e participaram na Mostra de Folclore o Grupo Folclórico de São Torcato, de Guimarães; o Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca e a Associação Cultural e Etnográfica “Gentes de Almeirim”.

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Tal como se previa, a brilhante atuação do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega confirmou-o como um digno representante do folclore da região que representa e que abrange sobretudo os concelhos de Ponte da Barca e Vila Verde, estendendo a sua influência a algumas freguesias dos concelhos de Ponte de Lima e Arcos de Valdevez.

Em dia de festa na localidade de Queijas, no concelho de Oeiras, os minhotos emprestaram um colorido e uma alegria que mais parecia uma romaria minhota às portas da capital.

A receção aos grupos convidados teve lugar na Sede da Junta de Freguesia, com a presença do respetivo presidente, Arqº Jorge Vilhena e da Drª Sofia Tomaz, Coordenadora do Núcleo de Etnografia do INATEL, seguindo-se o desfile pelas ruas de Queijas em direção ao Largo do Mercado Municipal onde teve lugar o espetáculo.

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Fundado há cerca de um ano, e após longos meses de trabalho e preparação, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é o mais jovem agrupamento folclórico minhoto surgido em Lisboa. E, para quem conhece o trabalho anteriormente desenvolvido pelos seus responsáveis no domínio do folclore, jamais poderia esperar outro resultado que não fosse o rigor na representação que seguramente augurará grandes sucessos no seu trabalho.

Conforme nos esclarece o seu diretor, Dr. José Artur Brito, as Terras da Nóbrega constituem “uma região povoada já desde tempos imemoriais, na sua maioria representadas geograficamente pelo atual Concelho de Ponte da Barca, no nordeste da Província do Minho. Originalmente chamada de “Annofrica”, uma das 30 paróquias em que a Arquidiocese de Braga foi dividida pelo Concílio de Lugo em 569 AD, as Terras da Nóbrega eram delimitadas, como a maioria dos Coutos e Circunscrições Territoriais em que Portugal se encontrava dividido na Idade Média, por acidentes geográficos. Tendo o Rio Lima a percorrer em toda a sua extensão, as Terras da Nóbrega eram assim delimitadas pelas Serras Amarela e do Soajo, a norte e nordeste, e pela Serra de Oural, a sul.

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