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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUSEU DE OLARIA DE BARCELOS RECEBE EXPOSIÇÃO PÓSTUMA DE JOÃO MACEDO CORREIA

“João Macedo Correia: o ceramista visionário” é o nome da exposição temporária que estará patente, de 27 de setembro de 2017 a 11 de março de 2018, no Museu de Olaria. Integradas no programa expositivo vão estar imagens inéditas de um dos mais emblemáticos ceramistas barcelenses.

A mostra, organizada pela Câmara Municipal de Barcelos, composta por mais de 90 peças, na sua maioria da coleção dos filhos Adélio Marinho Macedo Correia e Fernando Macedo Correia, é inaugurada na quarta-feira, dia 27 de setembro, às 18h00, onde também será apresentada a monografia “João Macedo Correia (1908-1987), o legado de um ceramista”, pelo Dr. António Augusto Joel.

João Correia Macedo é um dos grandes vultos da cerâmica barcelense. é um dos grandes vultos da cerâmica barcelense, exemplo perfeito da forma como a arte em torno da cerâmica moldou em termos sociais, culturais e económicos todo o território de Barcelos.

Oriundo de uma família de oleiros, cedo percebe que queria enveredar por um novo caminho. Estudou com alguns dos discípulos de Rafael Bordalo Pinheiro; implementou os seus conhecimentos na produção cerâmica, transformando a Fábrica do Macedo numa verdadeira Cerâmica artística.

Foram mais de 50 anos o tempo que se dedicou, com coragem, perseverança e persistência, ao ofício da cerâmica desde o tempo que passou na fábrica de cerâmica do seu pai ao período em que, fruto das circunstâncias da vida, recomeça a atividade, praticamente sozinho, numa pequena oficina junto à sua habitação.

Por tudo isto, João Macedo Correia tornou-se um exemplo pela defesa dos interesses dos oleiros e barristas de Barcelos em prol da salvaguarda do futuro da indústria cerâmica da região.

CANDIDATO DO BLOCO DE ESQUERDA ACUSA RESPONSÁVEL DO PELOURO DA CULTURA DA AUTARQUIA VIANENSE DE UTILIZAÇÃO INDEVIDA DOS TRAJES DO MUSEU DO TRAJE

AREJAR IDEIAS, POLÍTICAS E RESPONSÁVEIS

No recente debate entre candidatos à Câmara Municipal de Viana do Castelo, emitido pela RTP3, o candidato do Bloco de Esquerda Luís Louro denunciou o facto de um familiar direto da responsável do pelouro da cultura ter vestido e usado trajes que fazem parte do espólio do Museu do Traje e, com eles, ter integrado o cortejo etnográfico das Festas da Senhora da Agonia.

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Este episódio, que aconteceu na maior romaria do Alto Minho, é um exemplo que evidencia uma forma de governar que se tornou comum, particularmente no pelouro da cultura. O candidato do Partido Socialista justificou a situação argumentando que os fatos precisavam de “arejar”. Esta resposta foi, nas palavras de Luís Louro, “absurda, neste contexto, e também ela reveladora de uma despreocupação irresponsável.”

O candidato do BE argumenta ainda que “os trajes de Viana do Castelo são um espólio importante da cultura local e a criação do Museu do Traje teve precisamente em vista a guarda e a garantia da preservação deste património cultural, através da recolha de inúmeros trajes, muitos deles com mais de cem anos. Peças insubstituíveis, que documentam historicamente o nosso folclore. São peças de vestuário que devem ser tratadas como verdadeiras obras de arte e tesouros da nossa cultura, que têm de ser preservadas a todo o custo.”

Para os bloquistas esta situação mostra a inconsciência da responsável da cultura em ter permitido a utilização daqueles trajes e cria problemas de conservação óbvios, colocando essas peças sob riscos acrescidos, absolutamente injustificáveis do ponto de vista do interesse público da sua preservação. Luís Louro acrescenta que “é chocante a ligeireza com que o candidato do Partido Socialista respondeu à denúncia do facto, com a desculpa de que os fatos precisam de arejar.

Luís Louro concorda que os fatos precisem de arejar, mas considera que “como qualquer peça de valor cultural, é necessário que esse “arejamento” seja feito por técnicos especializados, em ambiente controlado, e não numa romaria e, ainda por cima, por familiar da responsável última pelo Museu do Traje, numa decisão de quem acha que pode dispor do que é de todos como se tudo fosse seu.”

E importa lembrar que o Regulamento do Museu do Traje, não deixa dúvidas nesse aspeto, já que não permite que as peças que integram o seu espólio sejam emprestadas a particulares, sejam eles quem forem. A inconsciência da responsável da cultura e a ligeireza da resposta no debate mais não são do que o reflexo da forma como a cultura é encarada em Viana do Castelo.

É tempo de a população de Viana do Castelo arejar a vida política desta cidade e deste concelho, sacudindo o pó a estes comportamentos.

Cultura, uma preocupação real para Viana do Castelo

É tempo de termos uma verdadeira política de cultura, que nos permita dar consistência à candidatura à Capital Europeia da Cultura, e não uma política de entretenimento e de satisfação de clientelas.

Propomos, para isso:

1.- Um conselho de cultura independente que permita consensualizar objectivos para uma política cultural para o concelho, que faça uma avaliação permanente das iniciativas culturais, que promova o seu acesso e a livre iniciativa de bens culturais.

2.- Um programador cultural que permita projectar Viana do Castelo no contexto cultural regional e nacional, estabelecendo estratégias de diferenciação e que, simultaneamente, traga iniciativas capazes de fazer germinar projectos locais.

3.- Uma agenda cultural que seja um verdadeiro instrumento de promoção da cultura fazendo também uso das novas plataformas digitais para que a falta de informação não seja também um impedimento à fruição dos bens culturais.

4.- Estabelecimento de uma política transparente no acesso aos bens culturais, nomeadamente na venda de bilhetes para espetáculos, que faça uso também das plataformas digitais e não permita que os “lugares para convidados” sejam transformados num instrumento de perpetuação de uma cultura clientelar.

5.- Disseminação dos projectos culturais pelo território, promovendo a itinerância, a mobilidade dos públicos e o apoio às iniciativas locais.

6.- Um orçamento participativo para a cultura com um montante disponível não inferior a € 100 000,00

É TEMPO DE VOTAR BLOCO DE ESQUERDA. TAMBÉM NAS AUTARQUIAS O BLOCO FARÁ A DIFERENÇA.

Bloco de Esquerda / Viana do Castelo

VIANA DO CASTELO EXPÕE "COLECÇÃO SECRETA" DO MUSEU DE OLARIA DE BARCELOS

Coleção secreta do Museu de Olaria em exposição no Estação Viana Shopping

A Vice-Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Armandina Saleiro, esteve presente, no último sábado, na inauguração da exposição "Coleções Secretas da Região by Dina Maciel Costa", uma iniciativa 'Pulsar Viana', que visa desvendar os segredos mais bem guardados das artes e tradições de Viana do Castelo e do Minho.

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Até ao final de outubro, o Estação Viana Shopping acolhe esta mostra, com a curadoria da artista plástica vianense Dina Maciel Costa, que reúne peças de coleções menos conhecidas de museus da região – Museu de Olaria de Barcelos, Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima e Navio-Hospital Gil Eanes de Viana do Castelo.

A participação do Museu de Olaria de Barcelos nesta exposição decorre de uma parceria cultural entre o Município de Barcelos e a Sonae Sierra, no âmbito do seu Programa de Arte, que pretende estabelecer em alguns dos seus centros comerciais uma programação que inclui mostras, exposições e concertos.

Com esta exposição, pretende-se contribuir para a divulgação da diversidade das coleções da região, ao mesmo tempo que se procura oferecer conteúdo relevante e pedagógico a todos os que, diariamente, visitam esta plataforma comercial. 

NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO CASTELO DE LANHOSO JÁ RECEBEU 10 MIL VISITANTES ESTE ANO

Trata-se de um novo recorde de visitantes. O Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso recebeu o visitante número 10 mil, relativo ao ano de 2017.

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Como forma de assinalar este feito, além da entrada gratuita no espaço expositivo, o Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues, ofereceu um livro ilustrado sobre o Castelo de Lanhoso e material promocional da Rede de Monumentos e Sítios da Póvoa de Lanhoso.

Só nos meses de junho, julho e agosto registaram-se 5280 visitantes àquele espaço. Para além dos visitantes portugueses, aquele espaço recebeu espanhóis, franceses, norte americanos, brasileiros, australianos, filipinos, japoneses, russos, chineses, alemães, ingleses, irlandeses, tailandeses, indianos, polacos, israelitas, moçambicanos e angolanos.

Este aumento do número de visitas resulta, por um lado, de uma constante e melhorada aposta nos Serviços Educativos e, por outro lado, da promoção cultural daquele monumento, ex libris do concelho, incutindo-lhe novas dinâmicas, como exposições, palestras e outras iniciativas, como por exemplo, a Caminhada com História, que tem tido naquele local ponto de paragem obrigatória.

Neste momento, para além da exposição “Teresa, mãe de Portugal”, da autoria de Dinis Ribeiro, está patente naquele espaço a mostra que reúne as fotografias participantes no concurso “(Des)focar a História”, que teve como principal objetivo a descoberta, sensibilização, consciencialização e divulgação do Castelo de Lanhoso, enquanto símbolo identitário do concelho Povoense.

De lembrar que o Castelo de Lanhoso (núcleo museológico) pode ser visitado de junho a setembro, de terça a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 e de outubro a maio, de quarta a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30.

PONTE DE LIMA RECEBE ESPÓLIO PARA A OFICINA DO FERREIRO

O Município de Ponte de Lima assinou, esta sexta-feira, um Acordo de Doação de Espólio, para a Oficina do Ferreiro. A cerimónia teve lugar na Quinta de Pentieiros, em São Pedro D´ Arcos, e contou com a presença do Executivo Municipal e da família do doador, Armando Fernandes da Silva.

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Os artigos agora doados a título definitivo ao Município de Ponte de Lima, e que possuem um elevado valor pedagógico, pertenciam ao doador e faziam parte da Oficina do Ferreiro, situada na Rua do Carrezido, em Ponte de Lima, da qual era proprietário.

Este espólio, irá integrar a Oficina do Ferreiro da Quinta de Pentieiros, equipamento municipal de destaque em matéria ambiental, que recebe anualmente dezenas de milhares de visitantes, sejam eles crianças do concelho de Ponte de Lima e da região ou turistas nacionais e estrangeiros, é constituído por um fole, uma bigorna, um pilão, uma tenaz, um torno, um martelo e um berbequim manual.

O presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, agradeceu à família por este gesto e disse esperar que “este seja um exemplo a seguir por outros cidadãos do concelho que, na qualidade de proprietários de artigos que traduzam as tradições, usos e costumes de tempos passados, possam permitir que os mesmos sejam expostos para memória futura e para preservar o já elevado património cultural do nosso concelho.”

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PONTE DE LIMA RECEBE DOAÇÃO DA OFICINA DO FERREIRO

Município de Ponte de Lima celebra Acordo de Doação de Espólio para a Oficina do Ferreiro – Quinta de Pentieiros

O Município de Ponte de Lima vai celebrar hoje, sexta-feira, 08 de setembro, pelas 10h00, na Quinta Pedagógica de Pentieiros um Acordo de Doação de Espólio. Os artigos que irão ser doados, a título definitivo ao Município de Ponte de Lima, são propriedade da família de Armando Fernandes da Silva, e são parte integrante da antiga Oficina do Ferreiro do doador, situada na Rua do Carrezido, em Ponte de Lima.

Centro de Interpretação Ambiental da Quinta Pedagógica de Pentieiros_Fot. José Antunes (Medium)

Do material doado são peças constantes um fole, uma bigorna, um pilão, uma tenaz, um torno, um martelo e um berbequim manual. Devido ao seu valioso valor pedagógico, o espólio irá integrar a Oficina do Ferreiro da Quinta Pedagógica de Pentieiros, estando exposto ao público neste equipamento municipal de destaque em matéria de sensibilização ambiental, que recebe anualmente dezenas de milhares de crianças do concelho de Ponte de Lima e de toda a região, bem como visitantes nacionais e estrangeiros.

Em contrapartida, o Município de Ponte de Lima compromete-se a manter o espólio cedido em exposição, salvaguardando a sua qualidade e manutenção, enquanto tal for possível.

Esta doação vem enriquecer o já vasto património cultural existente no Município de Ponte de Lima e irá, seguramente, proporcionar a todos os visitantes a possibilidade de conhecer, ou relembrar, tempos passados.

O Acordo de Doação de Espólio será assinado no próximo dia 08 de setembro, pelas 10h00, na Quinta Pedagógica de Pentieiros, em S. Pedro d’Arcos, em Ponte de Lima.

CABECEIRAS DE BASTO PRESERVA NÚCLEO FERROVIÁRIO DO ARCO DE BAÚLHE

Cobertura de cocheira no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe ficou concluída

Ficou concluída a substituição integral da cobertura da cocheira que alberga as carruagens reais no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto, cobertura essa que se encontrava em avançado estado de degradação. Uma magnífica intervenção que teve como objetivo resolver os problemas recorrentes de infiltrações no espaço onde estão albergadas as duas carruagens-salão usadas pelo Rei D. Carlos e a Rainha D. Amélia de Orleães na sua viagem às Pedras Salgadas em 1907.

Obras na cobertura de cocheira no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe concluídas (1)

A empreitada que consistiu na substituição da atual cobertura, designadamente de toda a estrutura em madeira e telhado, foi adjudicada por 46 mil euros, uma verba substancial do orçamento municipal justificada pela aposta da Câmara de Cabeceiras de Basto na beneficiação e conservação dos equipamentos públicos em particular e na valorização do património em geral.

No decurso da obra foi instalada uma plataforma sobre as carruagens reais para as proteger de eventuais danos que pudessem ocorrer com a queda de materiais e ferramentas, dado que não havia a possibilidade de as deslocar para local seguro. As carruagens foram também protegidas das poeiras próprias deste tipo de intervenção.

O Museu das Terras de Basto é um museu polinucleado que integra o Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, Núcleo de Arte Sacra, Casa da Lã e Casa do Pão.

O Núcleo Ferroviário encontra-se instalado na antiga estação ferroviária de Arco de Baúlhe, término da Linha do Tâmega. A Estação Ferroviária de Arco de Baúlhe foi inaugurada em 15 de Janeiro de 1949 e encerrada no dia 1 de Janeiro de 1990.

No ano de 2000, a REFER cedeu à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto o espaço da estação e os seus edifícios, ficando esta autarquia responsável pela sua conservação, manutenção e gestão, em estreita colaboração com a Fundação Museu Nacional Ferroviário, tendo sido criado o Museu das Terras de Basto que foi inaugurado em maio de 2004.

Obras na cobertura de cocheira no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe concluídas (2)

NAVIO GIL EANNES RECEBE COMUNIDADE DE SAINT MALO

No próximo dia 6 de setembro às 15h30, no Navio Gil Eannes, a Fundação Gil Eannes recebe a Comunidade de Saint Malo, a qual fará um tributo aos pescadores do arrastão português “Águas Santas” pelo resgate feito ao pescador francês Jean Baptiste, que em março de 1959 no navio francês “Colonel Pleven” caiu ao mar, precisamente no Golfo de São Lourenço, Banco da Pesca do Bacalhau na Terra Nova, mar do Atlântico Norte.

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A tripulação do “Águas Santas” conseguiu resgatar, são e salvo, este jovem pescador francês que foi descoberto por se encontrar a flutuar em cima de um bloco de gelo.

Jean Baptiste refere “Só via o Colonel Pleven afastar-se cada vez mais de mim e eu na água … Perdi a noção do tempo … Vi depois, um outro navio, de cor preta, aproximar-se. Era o Águas Santas. Desceram um dóri do navio e vieram até mim…”

CONSELHEIROS DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS VISITAM MUSEU DAS MIGRAÇÕES E DAS COMUNIDADES DE FAFE

O Conselho das Comunidades Portuguesas aproveitou o periodo das férias de verão para promover, na quinta-feira dia 17 de Agosto 2017, uma visita ao museu das Migrações e das Comunidades de Fafe.

RUI RIBEIRO BARATA

Os Conselheiros das Comunidades Portuguesas na Casa da Cultura de Fafe, na quinta-feira, dia 17 Agosto 2017.

 

Os Conselheiros eleitos pelas áreas consulares de Melbourne (Autrália), Paris, Lyon e Strasbourg de França, respectivamente, Silvia Renda, Raul Lopes, Manuel Cardia Lima e Rui Ribeiro Barata, foram conhecer o espólio, in locu, patente no museu das Migrações e das Comunidades que se encontra na Casa da Cultura da cidade de Fafe, no norte de Portugal.

O museu abriu oficialmente as portas no ano de 2009 e retrata o fenómeno da Emigração no Concelho de Fafe desde o século XIX até aos finais do século XX. Este procura ser : “Um Museu que pretende aprofundar o conhecimento das migrações na diáspora portuguesa”, como se pode ler no site internet do museu.  A criação deste espaço museulógico foi amplamente impulsionada pelo investigador Miguel Monteiro, com o contributo científico da Professora especialista na temática das migrações, Maria Beatriz Rocha Trindade. Para a concretização deste projecto o apoio da comunidade fafense residente no estrangeiro foi importante, pois sempre apoiou a criação deste espaço e continua a colaborar, no  sentido de recolher elementos para aumentar e enriquecer os arquivos históricos do museu.

Este encontro  tinha vários propósitos, sendo que um deles, era o de realçar a importância que reverte este museu para Portugal e para os portugueses, independentemente do seu local de residência. Esta acção veio reforçar a ideia, de que, existe uma real necessidade de trabalhar e investir na preservação da memória da Emigração portuguesa.

Fafe é pelo seu passado uma cidade, profundamente marcada pelo fenómeno da Emigração. O contributo das gentes desta terra no desenvolvimento da agora cidade de Fafe, outrora terras de Montelongo, foi preponderante e está bem patente na influência, nomeadamente arquitectónica de vários edifícios, que hoje são símbolos emblemáticos da cidade. Aqui foram construídas e doadas no passado, escolas, igrejas, hospitais, entre outros, pelos fafenses emigrados no Brasil.

Após a visita guiada ao museu, a comitiva de Conselheiros foi recebida nos Paços do Concelho pelo actual Presidente do Município, Raul Cunha. Nesta reunião foram debatidas questões relacionadas com a presença e a importância das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo nos territórios do Norte do país, aqui incluíndo a cidade e Concelho de Fafe. A questão da importância do museu e da necessidade de vitalizar aquele espaço dedicado à memória das comunidades foi evocada.

Houve também tempo para abordar o tema das eleições autarquicas que se avizinham e a necessidade de integrar o fenómeno da desertificação do interior, da emigração e da participação cívica das comunidades portuguesas residentes no estrangeiro no debate político local.

No final do encontro os Conselheiros fizeram questão de agradecer, a forma hospitaleira e cordeal como foram recebidos e acompanhados pelo executivo e pela equipa técnica da autarquia de Fafe.

Rui Ribeiro Barata

CM FAFE

No Salão Nobre dos Paços do Concelho de Fafe, com o Presidente da autarquia Raul Cunha.

 

BRAGA INAUGURA NÚCLEO MUSEOLÓGICO DAS RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DE SÃO MARTINHO DE DUME

União de Freguesias e Município promovem musealização das ´Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume´. Inauguração do Núcleo Museológico terá lugar este Sábado

Realizar-se-á este Sábado, dia 26 de Agosto, pelas 10h30, a Inauguração do Núcleo Museológico de São Martinho de Dume (2. fase), um projecto promovido pela União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe e pelo Município de Braga.

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A intervenção realizada visou a musealização das ruínas da antiga Catedral, que se localizam sob a actual igreja paroquial de Dume e seus espaços circundantes - um espólio muito significativo e exemplar da antiga arquitectura cristã da Europa Ocidental.

No plano nacional, a salvaguarda e valorização deste monumento nacional assume uma importância impar pela sua singularidade e valia patrimonial, constituindo-se como exemplar único. A sua valorização permitirá projectar as Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume para o mesmo patamar dos grandes conjuntos europeus similares, integrando-o nos circuitos internacionais de arquitectura cristã antiga.

Pelo valor patrimonial que se encontra enraizado nestes chãos, pretende-se com o projecto apresentado proporcionar uma melhor interpretação e estudo do passado. Com a concretização deste projecto estarão criadas as condições para que o Núcleo Museológico de Dume, enquanto centro de interpretação do monumento, funcione como polo cultural e lúdico, podendo albergar exposições, recepcionar visitas organizadas de público escolar e público indiferenciado mas também de especialistas em Arqueologia e História.

Mandada construir pelo Rei Suevo Charrarico no ano 550, a antiga Catedral foi consagrada a S. Martinho de Tours, como voto de agradecimento pela cura do filho. Ao longo dos tempos até ao presente, todo o espaço em causa e envolvente, foi vivido e marcado pelas várias épocas sendo os períodos mais significativos, os vividos pelos Romanos, Suevos e Visigodos, Época Medieval e o passado mais próximo com a construção de uma Igreja e Capela.

O papel de Braga na afirmação do cristianismo é internacionalmente reconhecido e encontra as suas raízes precisamente no contexto histórico dos séculos V-VII, pois o estatuto de capital religiosa cristã do Noroeste Peninsular, que desde o final do século III acumulou com a capitalidade provincial de Bracara Augusta, beneficiou da afirmação da cidade como capital do reino suevo e da notável acção organizadora de São Martinho Dumiense, bispo de Dume e Arcebispo de Braga.

As “Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume” estão classificadas como Monumento Nacional (Decreto n.º 45/93, de 30-11-1993. DR 280 – I Série-B, p. 6699), com Zona Especial de Protecção (Portaria nº 227/97 (2ª série), de 13-5-1997. DR 110 – II Série, p. 5522-5523).

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VIANA DO CASTELO HOMENAGEIA O CAPITÃO DO NAVIO HOSPITAL GIL EANNES

Homenagem a bordo do Navio Gil Eannes

Mário da Costa Fernandes Esteves, Capitão do Navio Hospital Gil Eannes, e após dois anos do seu falecimento, foi hoje, dia 17 de agosto, homenageado pelo seu filho e familiares nos aposentos do capitão, mais precisamente no salote situado na ponte deste emblemático navio.

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Na cerimónia para além dos convidados do filho do Capitão, esteve presente José Maria Costa, Presidente da Fundação Gil Eannes e João Lomba da Costa, vogal no Conselho de Administração da Fundação Gil Eannes.

Durante a sessão assistiu-se a dois discursos, um do filho do Capitão e outro de Ulla Birkved Jensen, antiga trabalhadora dos correios de Godthaab, a qual há 50 anos fazia o tratamento de toda a correspondência que o Capitão Mário Esteves levava dos pescadores, que andavam na pesca do bacalhau por mares da Terra Nova e Gronelândia, para seguir destino aos familiares em Portugal.

Do discurso de homenagem ao Pai e Capitão do Gil Eannes ficam as seguintes palavras “… alguém que conhecia profundamente a sua profissão, que honrou, e que o levou a locais proibidos pelo regime politico da altura, nunca tendo negado aos marinheiros de outras nacionalidades ou credo o seu apoio ou dos seus homens.”

Recorde-se que o Capitão Mário Esteves foi o segundo capitão deste navio hospital, durante 12 anos comandou o Gil Eannes, mais precisamente entre 1 de abril de 1959 e 5 de março de 1971.

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MUSEU DA IMAGEM EM BRAGA ASSINALA DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA

Efeméride comemora-se a 19 de Agosto

O Museu da Imagem, em Braga, vai assinalar o Dia Mundial da Fotografia com um workshop de iniciação à fotografia, ministrado pelo fotógrafo António Rocha, artista cujo trabalho está patente na exposição Art-Map 2017.

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A iniciativa terá lugar entre as 14h30 e as 17h30 de Sábado, 19 de Agosto, no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Fotografia. Esta oficina pretende proporcionar uma primeira abordagem ao mundo da fotografia e dotar os participantes dos primeiros conhecimentos técnicos relevantes para efectuarem registos em modo manual, além de conhecerem e explorarem as funções básicas do equipamento fotográfico.

Este workshop de iniciação à fotografia requer a presença mínima de cinco participantes e máxima de dez. Os interessados em participar nesta iniciativa terão que se fazer acompanhar por uma câmara fotográfica que possibilite o controlo manual da exposição, com as baterias carregadas.

A participação nesta oficina é gratuita, sendo necessário efectuar a inscrição através do endereço electrónico cultura@cm-braga.pt

Além do workshop, os visitantes do Museu da Imagem poderão fruir a exposição patente Art-Map Pensar Barroco, projecto curatorial que procura trazer à cidade de Braga obras que reinterpretem nas mais diversas expressões artísticas da contemporaneidade o universo do barroco.

No Museu da Imagem de Braga estão patentes expressões artísticas como fotografia, instalação e ready-made, a escultura e ainda a colagem fotográfica.

CABECEIRAS DE BASTO SUBSTITUI COBERTURA DE COCHEIRA NO NÚCLEO FERROVIÁRIO DO ARCO DE BAÚLHE

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto encontra-se a proceder à substituição integral da cobertura da cocheira que alberga as carruagens reais no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto que se encontrava presentemente em avançado estado de degradação. Os trabalhos em curso têm como objetivo resolver os problemas de infiltrações recorrentes nesta cocheira, estando para o efeito a ser substituída a atual cobertura, designadamente toda a estrutura em madeira e telhado.

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Não sendo possível deslocar as carruagens reais para local seguro, a preocupação de as não danificar e manter em segurança, exigiu a instalação de uma plataforma sobre as mesmas para as proteger de eventuais danos que pudessem ocorrer com a queda de materiais e ferramentas no decurso da obra. As carruagens foram também protegidas das poeiras próprias deste tipo de intervenção.

De referir que a empreitada foi adjudicada por 46 mil euros, uma verba substancial do orçamento municipal justificada pela aposta da Câmara na beneficiação e conservação dos equipamentos públicos em particular e na valorização do património em geral.

O Museu das Terras de Basto é um museu polinucleado que integra o Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, Núcleo de Arte Sacra, Casa da Lã e Casa do Pão.

O Núcleo Ferroviário encontra-se instalado na antiga estação ferroviária de Arco de Baúlhe, término da Linha do Tâmega. A Estação Ferroviária de Arco de Baúlhe foi inaugurada em 15 de Janeiro de 1949 e encerrada no dia 1 de Janeiro de 1990.

No ano de 2000, a REFER cedeu à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto o espaço da estação e os seus edifícios, ficando esta autarquia responsável pela sua conservação, manutenção e gestão, em estreita colaboração com a Fundação Museu Nacional Ferroviário, tendo sido criado o Museu das Terras de Basto que foi inaugurado em maio de 2004.

O complexo da estação de Arco de Baúlhe é constituído pelo edifício da estação propriamente dito, revestido com painéis azulejares executados, em 1940, por A. Lopes na Fábrica de Cerâmica Sant’Anna; pelo edifício destinado ao pessoal – a ‘casa dos maquinistas’; por um cais de carga e descarga de mercadorias com o respetivo armazém de despachos (espaço onde estão patentes exposições temporárias); por duas cocheiras (onde se expõe material circulante, com destaque para as duas carruagens-salão usadas pelo Rei D. Carlos e a Rainha D. Amélia de Orleães na sua viagem às Pedras Salgadas, em 1907); por uma plataforma giratória, usada para proceder à inversão de marcha da locomotiva; por um depósito de carvão e um imponente depósito de água, bem como por uma ‘grua de abastecimento de locomotivas’.

No Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe localiza-se também o Centro de Documentação do Museu, onde se podem consultar livros, fotografias e periódicos relacionados com a história e a vida do concelho de Cabeceiras de Basto.

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NAVIO GIL EANNES É UM DOS MAIS VISITADOS MUSEUS DE VIANA DO CASTELO

Navio Gil Eannes recebe 44 378 visitantes

De 1 de janeiro a 31 de julho do corrente ano o Navio Museu Gil Eannes recebeu 44 378 visitas, um aumento de 39% (12 560 pessoas) relativamente a 2016.

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Dos 44 378 visitantes destaca-se 30 499 nacionais, 13 879 estrangeiros sendo que 8 083 integraram visitas guiadas a grupos na sua maioria oriundos de entidades de ensino.

Desde que o Navio Gil Eannes abriu ao público em agosto de 1998 e até à data, a Fundação Gil Eannes já contabilizou 817 659 pessoas que fizeram visita a este emblemático navio museu.

A Fundação Gil Eannes tem apostado na reabilitação de vários espaços do navio hospital tendo o último restauro sido feito nas antigas enfermarias gerais, onde se encontra patente a exposição “Navios Construídos nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo”, constituída por 59 navios pintados a aguarela pelo Arqº Telmo Gomes.

A exposição “Heróis que o tempo não apaga” localizada na sala de exposições temporárias, pode ser visitada até 31 de dezembro. Esta exposição composta por 25 painéis alusivos à faina da pesca do bacalhau à linha, retrata a vida a bordo de um lugre da pesca do bacalhau.

Na sala “José Hermano Saraiva” encontra-se a exposição de “Cirurgia Cardiotorácica” do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia. Constituída por 39 fotografias de autoria do Dr. Filipe Carneiro, as quais representam o trabalho de toda a equipa que diariamente presta os mais diversos cuidados na área da cirurgia cardíaca e cirurgia torácica geral.

O Navio Museu Gil Eannes pode ser visitado todos os dias das 9h30 às 19h00.

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AQUAMUSEU APRESENTA "RIO MINHO - PESCA NO FEMININO"

O papel fundamental das mulheres a nível familiar aliado à atividade pesqueira é o mote da exposição intitulada “Rio Minho – Pesca no Feminino” e que está patente no Aquamuseu, até 30 de setembro.

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O objetivo desta iniciativa é dar a conhecer alguns dados estatísticos relativos aos registos de mulheres na Capitania de Caminha, nos séculos XX e XXI, e que lhes permitindo desenvolver a atividade da pesca no rio Minho.

Apesar da informação relativa à temática ser algo escassa, a exposição tona-se interessante pelos registos já existentes e, acima de tudo, porque poderá servir como incentivo ao registo voluntário de memórias vivas.

De salientar que a pesca artesanal no rio Minho teve e continua a ter particular importância entre Caminha/A Guarda e Melgaço/Arbo, porção do rio sem barragens, ao longo destes 75 kms.

CABECEIRAS DE BASTO: NÚCLEO FERROVIÁRIO DO ARCO DE BAÚLHE RECEBE VISITA TÉCNICA

Dirigentes e técnicos da FMNF e da DGPC visitaram Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado do secretário da Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Carlos Teixeira, participou ontem à tarde, dia 6 de julho, na visita técnica que a Fundação do Museu Nacional Ferroviário (FMNF) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC) efetuaram ao Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe.

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Esta visita surge na sequência do ultimar do procedimento de acreditação do Museu Nacional Ferroviário para adesão à Rede Portuguesa de Museus junto da Direção Geral do Património Cultural, Ministério da Cultura.

Note-se que o Museu Nacional Ferroviário é um museu polinucleado, tornando-se, por isso, necessária e adequada a inclusão de informação e relativa a estes equipamentos na proposta submetida àquela Direção Geral.

O Núcleo Ferroviário encontra-se instalado na antiga estação ferroviária de Arco de Baúlhe, término da Linha do Tâmega, sendo um dos quatro núcleos que integram o Museu das Terras de Basto que é assim composto pelo já referido núcleo ferroviário, Núcleo de Arte Sacra, Casa da Lã e Casa do Pão.

Nesta visita ao Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe estiveram presentes o vice-presidente da Fundação, José Manuel Garcia, a responsável pela Gestão e Desenvolvimento de Projetos do Museu Nacional Ferroviário, Maria José Teixeira, e ainda Maria Miguel Lucas da Direção Geral do Património Cultural, que se inteiraram in loco das principais potencialidades e especificidades do núcleo, bem como das ideias e projetos futuros que a Câmara Municipal tem idealizados para aquele espaço que, nas palavras do presidente da Câmara, “diz muito aos Cabeceirenses”.

Estiveram também presentes nesta visita de trabalho Isabel Fernandes que em regime de voluntariado e numa relação de grande amizade com Cabeceiras de Basto presta assessoria científica e técnica ao Museu das Terras de Basto.

De referir que a Estação Ferroviária de Arco de Baúlhe foi inaugurada em 15 de Janeiro de 1949 e encerrada no dia 1 de Janeiro de 1990.

No ano de 2000, a REFER cedeu à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto o espaço da estação e os seus edifícios, ficando esta responsável pela sua conservação, manutenção e gestão, em estreita colaboração com a Fundação Museu Nacional Ferroviário, tendo sido criado o Museu das Terras de Basto que foi inaugurado em maio de 2004.

O complexo da estação de Arco de Baúlhe é constituído pelo edifício da estação propriamente dito, revestido com painéis azulejares executados, em 1940, por A. Lopes na Fábrica de Cerâmica Sant’Anna; pelo edifício destinado ao pessoal – a ‘casa dos maquinistas’; por um cais de carga e descarga de mercadorias com o respetivo armazém de despachos (espaço onde estão patentes exposições temporárias); por duas cocheiras (onde se expõe material circulante, com destaque para as duas carruagens-salão usadas pelo rei D. Carlos e a rainha D. Amélia na sua viagem às Pedras Salgadas, em 1907); por uma plataforma giratória, usada para proceder à inversão de marcha da locomotiva; por um depósito de carvão e um imponente depósito de água, bem como por uma ‘grua de abastecimento de locomotivas’.

No Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe localiza-se o Centro de Documentação do Museu, onde se podem consultar livros, fotografias e periódicos relacionados com a história e a vida do concelho de Cabeceiras de Basto.

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BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE D. RODRIGO DE MOURA TELES

Os Sete Castelos: D. Rodrigo de Moura Teles: Vida e Obra

O Museu Pio XII, em parceria com o Tesouro-Museu da Sé de Braga e o Instituto de História e Arte Cristãs, inauguram a exposição Sete Castelos – D. Rodrigo de Moura Teles: Vida e Obra, que terá lugar a 6 de Julho, às 18 horas, no Museu Pio XII.

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Procurando mostrar de forma particular o património móvel e bibliográfico que D. Rodrigo de Moura Teles legou à Igreja de Braga e a instituições particulares às quais esteve ligado durante a sua prelatura, a exposição Sete Castelos – D. Rodrigo de Moura Teles: Vida e Obra divide-se em dois núcleos: um núcleo expositivo no Museu Pio XII, com peças associadas ao contacto que o arcebispo D. Rodrigo de Moura manteve com as mais diversas instituições bracarenses; e outro núcleo integrado na exposição permanente do Tesouro-Museu da Sé de Braga, que reúne algumas das suas peças mais emblemáticas, como o são os sapatos litúrgicos. 

O Museu Pio XII acolherá esta exposição de 6 de Julho a 29 de Outubro. Poderá ser visitada de Terça-feira a Domingo, no período da manhã entre as 09,30 horas e as 12,30 horas, e no período da tarde das 14,30 horas e as 18,00 horas.