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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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AQUAMUSEU APRESENTA "RIO MINHO - PESCA NO FEMININO"

O papel fundamental das mulheres a nível familiar aliado à atividade pesqueira é o mote da exposição intitulada “Rio Minho – Pesca no Feminino” e que está patente no Aquamuseu, até 30 de setembro.

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O objetivo desta iniciativa é dar a conhecer alguns dados estatísticos relativos aos registos de mulheres na Capitania de Caminha, nos séculos XX e XXI, e que lhes permitindo desenvolver a atividade da pesca no rio Minho.

Apesar da informação relativa à temática ser algo escassa, a exposição tona-se interessante pelos registos já existentes e, acima de tudo, porque poderá servir como incentivo ao registo voluntário de memórias vivas.

De salientar que a pesca artesanal no rio Minho teve e continua a ter particular importância entre Caminha/A Guarda e Melgaço/Arbo, porção do rio sem barragens, ao longo destes 75 kms.

CABECEIRAS DE BASTO: NÚCLEO FERROVIÁRIO DO ARCO DE BAÚLHE RECEBE VISITA TÉCNICA

Dirigentes e técnicos da FMNF e da DGPC visitaram Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado do secretário da Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Carlos Teixeira, participou ontem à tarde, dia 6 de julho, na visita técnica que a Fundação do Museu Nacional Ferroviário (FMNF) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC) efetuaram ao Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe.

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Esta visita surge na sequência do ultimar do procedimento de acreditação do Museu Nacional Ferroviário para adesão à Rede Portuguesa de Museus junto da Direção Geral do Património Cultural, Ministério da Cultura.

Note-se que o Museu Nacional Ferroviário é um museu polinucleado, tornando-se, por isso, necessária e adequada a inclusão de informação e relativa a estes equipamentos na proposta submetida àquela Direção Geral.

O Núcleo Ferroviário encontra-se instalado na antiga estação ferroviária de Arco de Baúlhe, término da Linha do Tâmega, sendo um dos quatro núcleos que integram o Museu das Terras de Basto que é assim composto pelo já referido núcleo ferroviário, Núcleo de Arte Sacra, Casa da Lã e Casa do Pão.

Nesta visita ao Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe estiveram presentes o vice-presidente da Fundação, José Manuel Garcia, a responsável pela Gestão e Desenvolvimento de Projetos do Museu Nacional Ferroviário, Maria José Teixeira, e ainda Maria Miguel Lucas da Direção Geral do Património Cultural, que se inteiraram in loco das principais potencialidades e especificidades do núcleo, bem como das ideias e projetos futuros que a Câmara Municipal tem idealizados para aquele espaço que, nas palavras do presidente da Câmara, “diz muito aos Cabeceirenses”.

Estiveram também presentes nesta visita de trabalho Isabel Fernandes que em regime de voluntariado e numa relação de grande amizade com Cabeceiras de Basto presta assessoria científica e técnica ao Museu das Terras de Basto.

De referir que a Estação Ferroviária de Arco de Baúlhe foi inaugurada em 15 de Janeiro de 1949 e encerrada no dia 1 de Janeiro de 1990.

No ano de 2000, a REFER cedeu à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto o espaço da estação e os seus edifícios, ficando esta responsável pela sua conservação, manutenção e gestão, em estreita colaboração com a Fundação Museu Nacional Ferroviário, tendo sido criado o Museu das Terras de Basto que foi inaugurado em maio de 2004.

O complexo da estação de Arco de Baúlhe é constituído pelo edifício da estação propriamente dito, revestido com painéis azulejares executados, em 1940, por A. Lopes na Fábrica de Cerâmica Sant’Anna; pelo edifício destinado ao pessoal – a ‘casa dos maquinistas’; por um cais de carga e descarga de mercadorias com o respetivo armazém de despachos (espaço onde estão patentes exposições temporárias); por duas cocheiras (onde se expõe material circulante, com destaque para as duas carruagens-salão usadas pelo rei D. Carlos e a rainha D. Amélia na sua viagem às Pedras Salgadas, em 1907); por uma plataforma giratória, usada para proceder à inversão de marcha da locomotiva; por um depósito de carvão e um imponente depósito de água, bem como por uma ‘grua de abastecimento de locomotivas’.

No Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe localiza-se o Centro de Documentação do Museu, onde se podem consultar livros, fotografias e periódicos relacionados com a história e a vida do concelho de Cabeceiras de Basto.

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BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE D. RODRIGO DE MOURA TELES

Os Sete Castelos: D. Rodrigo de Moura Teles: Vida e Obra

O Museu Pio XII, em parceria com o Tesouro-Museu da Sé de Braga e o Instituto de História e Arte Cristãs, inauguram a exposição Sete Castelos – D. Rodrigo de Moura Teles: Vida e Obra, que terá lugar a 6 de Julho, às 18 horas, no Museu Pio XII.

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Procurando mostrar de forma particular o património móvel e bibliográfico que D. Rodrigo de Moura Teles legou à Igreja de Braga e a instituições particulares às quais esteve ligado durante a sua prelatura, a exposição Sete Castelos – D. Rodrigo de Moura Teles: Vida e Obra divide-se em dois núcleos: um núcleo expositivo no Museu Pio XII, com peças associadas ao contacto que o arcebispo D. Rodrigo de Moura manteve com as mais diversas instituições bracarenses; e outro núcleo integrado na exposição permanente do Tesouro-Museu da Sé de Braga, que reúne algumas das suas peças mais emblemáticas, como o são os sapatos litúrgicos. 

O Museu Pio XII acolherá esta exposição de 6 de Julho a 29 de Outubro. Poderá ser visitada de Terça-feira a Domingo, no período da manhã entre as 09,30 horas e as 12,30 horas, e no período da tarde das 14,30 horas e as 18,00 horas.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO DÁ A CONHECER A SOLHA

E o ‘Peixe do Trimestre’ é a Solha

Mais um peixe em destaque no Aquamuseu do rio Minho. A partir desta terça-feira, 4 de julho, vai estar patente a exposição ‘O Peixe do Trimestre – A Solha’. Mostra informativa e fotográfica pode ser visitada até 30 de setembro.

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Com o apoio do Município, esta iniciativa visa dar a conhecer as caraterísticas gerais, o ciclo de vida, as tradições, períodos e artes de pesca da solha.

De sublinhar que as solhas estão presentes em todos os ambientes aquáticos e têm uma larga distribuição geográfica. A maioria das espécies, no entanto, prefere zonas costeiras, até aos 200m de profundidade. São predadoras que se alimentam de peixes e invertebrados que caçam de emboscada, com o auxílio de camuflagem. 

A exposição pode ser visitadade terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO CELEBRA 12 ANOS DE ACTIVIDADE

Aquamuseu celebra 12ª aniversário com programa interativo

Durante o fim-de-semana de 15 e 16 de julho, o Aquamuseu do rio Minho está de parabéns, mas são os visitantes que recebem os presentes.  Para assinalar o 12º aniversário, há um vasto conjunto de atividades gratuitas para crianças e jovens, como também para as famílias.

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Para além de visitas guiadas, dos ateliers “Pintar a Natureza” ede muita animação infantil, mantém-se a atividade “Dormir com os Peixes”que, ano após ano, é um sucesso. Pernoitar num espaço totalmente diferente, a ouvir histórias, conhecer e contactar com as espécies tem-se revelado uma experiência única. Dirigida a crianças entre os 7 e 13 anos, com um limite de 25 participantes, os interessados em fazer parte deste grupo devem inscrever-se previamente junto do Aquamuseu, seja presencialmente, via telefone (251708026) ou por email aquamuseu@cm-vncerveira.pt

Inaugurado em 2005, o Aquamuseu do rio Minho regista cerca de 200 milvisitantes. Para o 12º aniversário, a sugestão é uma festa de dois dias, com um programa de atividades gratuitas e que envolve a comunidade residente e visitante.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO ACOLHE REUNIÃO DE TRABALHO DO PROJETO APROVADO PELO POCTEP

Aquamuseu acolheu reunião de trabalho de projeto aprovado pelo POCTEP

Os vários parceiros envolvidos noprojeto "Migramiño-Minho, Proteção e conservação dos peixes migradores no rio Minho internacional e seus afluentes" reuniram, pela primeira vez, nas instalações do Aquamuseu do rio Minho, para definir e articular o processo de execução, após aprovação pelo Programa INTERREG V A (POCTEP).

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Liderado pela DirecciónXeral de Conservación da Natureza, Consellería de Medio Ambiente, Territorio e Infraestructuras, o projeto conta com uma dotação financeira de 2.131.550 €, cujo objectivo principal visa a melhoriada proteção e conservação do habitat fluvial da bacia do rio Minho, compreendendo o troço internacional e afluentes, assim como das espécies de peixes migradores presentes, nomeadamente lampreia, salmão, sável, savelha, truta marisca e enguia.

"Migramiño-Minho, Proteção e conservação dos peixes migradores no rio Minho internacional e seus afluentes" tem ainda como parceiros: Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Confederación Hidrográfica delMiño - Sil, Administração da Região Hidrográfica do Norte ARH Norte (APA), Estación de Hidrobiloxía «Encoro do Cón» da Universidade de Santiago de Compostela, Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR), Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira (Aquamuseu do Rio Minho).

CASA MUSEU DE MONÇÃO PROMOVE COLÓQUI SOBRE "AS MULHERES NA CIDADE MODERNA"

Colóquio "As mulheres na cidade moderna" | 30 de junho (sexta feira) | Casa Museu de Monção/UMinho

O Presidente e a Direção da Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho realizam o colóquio "As mulheres na cidade moderna", no próximo dia 30 de junho (sexta feira), na Sala de Conferências da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

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Este Colóquio pretende reunir especialistas nesta matéria e homenagear a patrona desta Casa, Senhora D. Maria Teresa Cardeal Andrade Martins Salgueiro, no ano de comemoração do centenário do seu nascimento.

PROGRAMA:

10h00 – Sessão de abertura

10h30 - Conferência Género, sexo y mística popular en la España del siglo XVII: a propósito de los entornos de Catalina de Jesús - TOMÁS MANTÉCON, Universidade de Cantábria

11h15 - Conferência Mujeres, sexo e Inquisición en la Sevilla Moderna - MARIA LUISA CANDAU, Universidade de Huelva

12h00 – Período de debate

12h45 – Pausa para almoço

14h30 – Conferência Huérfanas, educandas y maestras de oficios. El potencial cultural urbano en Galicia a finales del Antiguo Régimen - ANA SIXTO BARCIA, Universidade de Vigo

15h15 – Período de debate

16h00 - Lançamento da obra "Da caridade à Solidariedade: políticas e práticas particulares no mundo Ibérico”,organização de José Viriato Capela, Maria Marta Lobo de Araújo, Alexandra Esteves e Sandra Castro. Trata-se da compilação dos textos dos participantes no Seminário Internacional “Da Caridade à Solidariedade: políticas públicas e práticas particulares no mundo ibérico”, realizado nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho nos dias 5 e 6 de maio de 2016. A apresentação do livro será efetuada pela PROF. DOUTORA OFELIA REY CASTELAO da Universidade de Santiago de Compostela.

16h45 – Encerramento dos trabalhos

Organização:

Casa Museu de Monção/Universidade do Minho

Lab2PT/Universidade do Minho

Coordenadores Científicos:

José Viriato Capela

Maria Marta Lobo de Araújo

A entrada é livre!

MUSEU DE CEPÃES RECEBE BICICLETA BENZIDA PELO PAPA

Museu de Cepães enriquecido com bicicleta benzida pelo Papa Francisco

No passado domingo à tarde, Cepães, uma freguesia do concelho de Fafe com intensa atividade industrial e aptidão agrícola, foi palco de uma cerimónia para entrega simbólica ao Museu de N. S. de Guadalupe – Espaço de Memórias de S. Mamede de Cepães, de uma bicicleta benzida pelo Papa Francisco.

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A iniciativa, dinamizada pelo padre José Marques Domingues, partiu do grupo de militares portugueses que ligaram no âmbito da recente visita do Papa Francisco à Cova da Iria, por ocasião do Centenário das Aparições, o Vaticano ao Santuário de Fátima de bicicleta, e que teve como objetivo ressaltar a atualidade da mensagem de Fátima e saudar o Santo Padre por também se fazer peregrino da Cova da Iria.

A entrega simbólica da bicicleta benzida pelo Papa Francisco, que contou com a presença dos dez militares que participaram na peregrinação, todos da Brigada de Reação Rápida (Tancos), que percorreram cerca de três mil quilómetros em 17 dias, assim como dos patrocinadores da iniciativa, e das forças vivas da União de Freguesias de Cepães e Fareja, decorreu no decurso de uma celebração eucarística presidida pelo padre Constâncio Gusmão, capelão militar reformado, mas que continua ao serviço do Ordinariato Castrense para Portugal, e que deu assistência espiritual ao grupo que incorporou a peregrinação em bicicleta.

No decurso da celebração eucarística foi reafirmado por todos os envolvidos na iniciativa a importância da mensagem de esperança e de paz que o Papa Francisco trouxe ao povo português aquando do Centenário das Aparições de Fátima.  

Refira-se que além do Museu de N. S. de Guadalupe, um espaço museológico, que se assume como um local de preservação e divulgação das tradições, costumes e heranças sociais da freguesia de Cepães, que agora fica mais enriquecido com esta oferta simbólica, o grupo de militares da Brigada de Reação Rápida (Tancos), tinha já ofertado igualmente uma bicicleta que o grupo usou na peregrinação ao Museu do Vaticano e outra ao Museu do Santuário de Fátima.

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FOLKLOURES’17 EXPÕE CONCERTINAS NO MUSEU MUNICIPAL DE LOURES

O Museu Municipal de Loures inaugura no dia 24 de Junho a exposição temporária “A Evolução ds Concertina”, a qual ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira), com entrada gratuita. Os visitantes têm ainda a oportunidade de visitar a exposição permanente do Museu Municipal de Loures que inclui uma magnífica colecção de carroças tradicionais da região saloia.

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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "A Evolução da Concertina". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “A Evolução da Concertina”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

CRIANÇAS DE CERVEIRA FAZEM FÉRIAS DE VERÃO NO AQUAMUSEU DO RIO MINHO

‘Férias de Verão’ com o Aquamuseu do rio Minho

Crianças e jovens voltam a ter a oportunidade de passar quatro dias preenchidos de atividades e animação no Aquamuseu do rio Minho. De 4 a 7 de julho, a sugestão é para aprender e brincar em torno do tema “Os Peixes Migradores”. Inscrições abertas.

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Seja na Páscoa, seja no Verão, o Aquamuseu do rio Minho promove, anualmente, um programa específico de atividades pedagógicas dirigidas para crianças e jovens, cujo denominador comum é a sensibilização ambiental, de forma a suscitar o espírito crítico e criativo dos participantes.

Neste sentido, de 4 a 7 de julho, o Aquamuseu do rio Minho dinamiza as ‘Férias de Verão’ sob o tema “Os Peixes Migradores”. Ao longo destes quatro dias, os participantes com idades entre os 7 e os 13 anos vão aprender as caraterísticas gerais, as artes e períodos de pesca e a importância para as pessoas da nossa zona raiana de cada peixe migrador que se pode encontrar e pescar no rio Minho. Lampreia, truta marisca, sável e salmão e a enguia são os peixes selecionados para esta aprendizagem.

A participação nestas atividades requer a inscrição prévia com um preço de 15€ e, para tal, deve-se contactar o Aquamuseu do Rio Minho, entre as 14h00 e as 17h00.

FAFE INAUGURA MUSEU DA EDUCAÇÃO

Espaço recria escola do passado

No próximo Sábado, 10 de Junho, pelas 15h30, vai ser inaugurado o Museu da Educação de Fafe, situado na antiga Escola Deolinda Leite, em Silvares S. Martinho.

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O espaço pretende recriar a evolução da educação no concelho, sobretudo no âmbito do ensino básico.

Por iniciativa do Município de Fafe e da Junta de Freguesia de S. Martinho de Silvares, foi organizado o Museu da Educação, ocupando o espaço arquitetónico da centenária Escola Deolinda Leite, naquela freguesia, que, datada de 1892, representa um investimento na educação por iniciativa de emigrantes fafenses no Brasil, os chamadosbrasileiros de torna viagem.

O museu apresenta painéis com textos e imagens dedicados aos instituidores da Escola Deolinda Leite (João Pinto da Costa Ferreira Leite, em honra e louvor de sua esposa Deolinda Emília Correia Martins Leite), às marcas dos brasileiros de torna-viagem na instrução primária, à instrução ao longo do Estado Novo e ao ensino no concelho após o 25 de Abril, do básico ao superior.

No âmbito do museu, que sumaria ainda cronologicamente a evolução da educação no concelho ao longo dos séculos XVIII a XXI, é recriada uma sala de aula do passado, com as suas carteiras, a secretária do professor, os mapas, as caixas métricas e outros aspectos.

Dezenas de manuais escolares, originais ou fasimilados, completam o espólio de um museu que se pretende aberto e em permanente recriação!

MUSEU DAS MIGRAÇÕES E DAS COMUNIDADES PRESENTE EM PARIS NA CONFERÊNCIA “MEMÓRIAS DAS MIGRAÇÕES”

A Associação Memória das Migrações, presidida pelo conhecido emigrante fafense Parcídio Peixoto, levou a efeito no Consulado Geral de Portugal em Paris (França), na tarde do passado dia 1 de Junho, uma conferência intitulada “Memória das Migrações”.

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O evento juntou na Sala Eça de Queirós largas dezenas de emigrantes portugueses (e fafenses), dirigentes associativos e responsáveis políticos das comunidades portuguesas.

Depois das boas vindas do Cônsul Geral de Portugal, António A. Moniz, que aludiu aos protocolos do Consulado relacionados com as migrações, Parcídio Peixoto apresentou a Associação que dirige e as mudanças que decidiram introduzir no seu funcionamento.

“A experiência migratória não é uma realidade própria da nossa era, foi desde o início da história da humanidade algo que se praticou, que se viveu. Memórias são experiências, são factos vividos, conservados, guardados, preservados em mente e outros suportes materiais, para mais tarde lembrar, relembrar, contar, comunicar, principalmente transmitir. Conservar e transmitir memórias, ou seja, factos passados, é contributo importante de todos nós para que se possa compreender e escrever a história de um povo, de um país, da humanidade: a nossa História” - sublinhou Parcídio Peixoto.

A Conferência começou com a intervenção de Felícia Glória da Assunção Pailleux, 91 anos, presidente da Associação Liga dos Antigos Combatentes de Lillers, que falou da sua experiência de filha de um soldado do Corpo Expedicionário Português que combateu no norte de França durante a I Guerra Mundial, João Manuel Assunção.

A socióloga Maria Beatriz Rocha-Trindade, a maior autoridade nacional na temática das migrações, abordou longamente os seus vastos conhecimentos sobre a história da emigração dos portugueses pelo mundo e concretamente sobre os Museus da Emigração que existem em Portugal (entre os quais o de Fafe) e no estrangeiro.

Gérald Bloncourt, o fotojornalista franco-haitiano que melhor retratou a saga dos emigrantes portugueses para França nos anos de 1960 e 1970, não pode estar presente, devido a um delicado problema de saúde de última hora.

Coube ainda ao Director do Museu das Migrações e das Comunidades, sediado em Fafe, Artur Ferreira Coimbra, representar esta instituição e o município em Paris. Aquele responsável historiou o surgimento do Museu, em 2001, abordou as suas actividades, falou das suas propostas para a melhoria da instituição e expressou confiança para o futuro de um espaço de memória que Fafe e o país necessitam.

O deputado socialista Paulo Pisco explicou aos presentes o alcance da proposta que apresentou recentemente na Assembleia da República visando a criação de um Museu Nacional da Emigração, em Portugal, o qual se tem revelado controverso.

Relembra-se que a Associação Memória das Migrações foi criada para ajudar o Museu das Migrações na recolha de documentos e testemunhos dos portugueses que sairam de Portugal nos anos de 1960-70 e ainda continuam a deixar Portugal. Em Maio de 2013 foram assinados protocolos com o Consulado Geral de Portugal em Paris, o Museu das Migrações e das Comunidades e a Associação Memória das Migrações, no sentido da recolha de documentos, objectos e histórias de viuda ligados às migrações dos portugueses para França.

Como referiu Parcídio Peixoto, felicitando Fafe pela criação do Museu: “quando se fala na História da Emigração, fala-se de Fafe. Fafe fez o que o Governo ainda não foi capaz de realizar! Fafe está investido a honrar o seu nome, os seus Emigrantes e a sua História. O Museu é o local certo para que hoje, amanhã e depois se possa compreender os movimentos da Emigração, não só dos anos de 1960 mas no seu todo. O Museu é uma Instituição da Câmara, é a ela que cabe decidir do que pretende para o seu futuro”.

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FOLKLOURES’17: EXPOSIÇÕES, PALESTRAS, TRADIÇÕES E FOLCLORE NUM GRANDIOSO FESTIVAL DURANTE UMA SEMANA EM LOURES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA HISTÓRIA MILITAR DE PONTE DE LIMA É ALVO DE ELOGIO INTERNACIONAL

Ponte de Lima impressionou Ex-Chefes de Estado-Maior do Exército de França, da Alemanha e Portugal

Ponte de Lima foi um dos três locais escolhidos a nível nacional para acolher o encontro dos Generais “EX-CEME” - Ex-Chefes de Estado-Maior do Exército de França, da Alemanha e Portugal.

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No passado dia 27 de maio, o Executivo Municipal de Ponte de Lima acompanhou o General Elrick Irastorza, o General Hans-Otto Budde, e o General José Luís Pinto Ramalho, respetivamente ex-Chefes de Estado-Maior do Exército de França, Alemanha e Portugal, numa visita, sob a coordenação do Coronel António Feijó ao Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima. Este encontro não podia terminar sem um Verde de Honra no Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, espaço que tem como principal missão contribuir para a promoção do Vinho Verde através da investigação e divulgação do seu lastro patrimonial. O Festival Internacional de Jardins foi também ponto de paragem, numa visita que terminou por entre percursos do Centro Histórico.

Após a visita aos vários espaços o Comité não hesitou em elogiar a qualidade das infraestruturas e do acervo museológico, assim como também dos recursos endógenos que permitiram e motivaram a sua construção.

A visita seguiu para o FIJ, inaugurado no dia anterior, para a sua 13ª edição consecutiva, não sem antes se ter realizado uma visita ao Centro Histórico da vila mais antiga de Portugal. Alvo do elogio dos ex-Chefes de Estado-Maior do Exército das três nações, Ponte de Lima marcou esta visita transnacional pelas melhores razões.

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MUSEU DOS TERCEIROS EM PONTE DE LIMA PROMOVE VIAGEM CULTURAL

Ponte de Lima - Museu dos Terceiros em Viagem Cultural

Cumpriu-se no passado fim-de-semana de 20 e 21 de maio mais uma Viagem Cultural promovida pelo Museu dos Terceiros e comissariada pelo Prof. Carlos Brochado de Almeida. Um extenso grupo de 56 elementos rumou à Beira Baixa e ao Alto Alentejo para conhecer a história e o património de algumas das mais emblemáticas vilas e aldeias daquele território.

O sábado foi passado a norte do Tejo. O itinerário começou por Idanha-a-Velha, a antiga Egitania, percorrendo o recinto amuralhado e as ruas desta antiga localidade, notável sítio arqueológico declarado Monumento Nacional. Neste admirável conjunto histórico foram apreciadas com mais demora a vetusta Basílica, a velha ponte de origem romana sobre o rio Pônsul e, junto ao Posto de Turismo, o bem preservado Lagar de Varas.

A visita continuou com a subida à aldeia de Monsanto, cujos habitantes souberam ao longo dos tempos levantar pequenas construções harmoniosamente associadas à penedia natural. Quase todos os limianos venceram as alturas do castelo, situado ainda bem acima da aldeia. Já ao fechar do dia seguiu-se uma romagem ao Santuário de Nossa Senhora do Almortão, um dos mais importantes e conhecidos locais de peregrinação da Beira Baixa.

No domingo a viagem continuou para o sul do Tejo com uma visita à vila de Marvão, com o seu casario e o imponente castelo assentes numa poderosa escarpa. Ao descer dos novecentos metros de altitude houve ainda oportunidade para conhecer o Convento de Nossa Senhora da Estrela, uma fundação franciscana do século XV hoje ao cuidado da Santa Casa da Misericórdia de Marvão.

O périplo por aquelas terras terminou com uma passagem por Castelo de Vide, onde Carolino Tapadejo, antigo Presidente da Câmara e apaixonado investigador, nos levou pelo antigo Bairro da Judiaria e pela sinagoga, mostrando diversos recantos e peculiaridades associadas à vivência judaica naquela Terra. Foi exibida uma chave com cinco séculos, levada por uma família de judeus que residia em Castelo de Vide aquando da sua expulsão. Recentemente, volvido meio milénio, uma descendente na diáspora fez questão de dirigir-se à terra dos seus antepassados para deixá-la a Castelo de Vide. Esta chave, única e plena de simbologia, podemos também dizer que encerrou a Viagem Cultural do Museu dos Terceiros.

MONÇÃO: NÚCLEO MUSEOLÓGICO TORRE DE LAPELA RECEBEU QUATRO MIL VISITANTES NUM ANO

Conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho, torre de menagem eleva-se a 35 metros do solo, proporcionando uma paisagem deslumbrante sobre aquele curso de água internacional, casario tradicional e margem galega. 

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O Núcleo Museológico Torre de Lapela assinala no próximo sábado, 27 de maio, um ano de abertura ao público. Até ao último fim de semana, recebeu um total de 3947 visitantes, repartidos por 1424 estrangeiros e 2523 nacionais, constatando-se uma maior procura nos meses de verão e nos fins de semana prolongados.

A requalificação desta valência turística do concelho de Monção englobou a restauração interior e exterior da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes, em execução, proporcionando uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional e margem galega. 

Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o troço internacional do rio Minho.

Conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho, a Torre de Menagem de Lapela mantem a sua postura imponente e mostra uma silhueta mais atraente para receber munícipes e visitantes, garantindo um maior contacto com a história do concelho de Monção.

Horário de verão:

Sexta-feira: 14h00 às 19h00

Sábados e domingos: 10h00 às 12h30 e 14h00 às 19h00

Entradas gratuitas

FAMALICENSES DEBATEM "OS PARTIDOS POLÍTICOS E A QUESTÃO OPERÁRIA"

“Os partidos políticos e a questão operária” na próxima conferência do Museu Bernardino Machado

“Os partidos políticos e a questão operária (1910-1926)” é o tema da quinta sessão do ciclo de conferências de 2017 do Museu Bernardino Machado, que terá lugar amanhã, sexta-feira, dia 26 de maio, neste museu do concelho famalicense.

Museu Bernardino Machado

Presente para falar sobre o tema estará Paulo Guimarães, doutorado em História Contemporânea e atual Professor Auxiliar na Universidade Évora.

O colóquio decorrerá na Sala Júlio Machado Vaz, a partir das 21h30 e é de entrada livre.

Recorde-se que “Os partidos e as grandes questões da I República” é o tema da edição deste ano do ciclo de conferências do Museu Bernardino Machado.

APITA O COMBOIO EM ARCO DE BAÚLHE

Automotora saiu à linha férrea no Dia Internacional dos Museus

Para assinalar o Dia Internacional dos Museus, a automotora ME5 percorreu hoje, dia 18 de maio, um curto trajeto da linha da antiga estação ferroviária do Arco de Baúlhe onde está sediado o Núcleo Ferroviário do Museu das Terras de Basto. O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, juntou-se aos alunos da Escola do Arco de Baúlhe e embarcou nesta viagem de comboio.

Automotora saiu à linha férrea no Dia Internacional dos Museus (1)

A automotora ME5, construída em 1948 nas Oficinas Gerais de Santa Apolónia e movida a gasolina, saiu assim ‘à linha’ desfilando e encantando miúdos e graúdos que se divertiram à brava com esta experiência.

De salientar que esta automotora, a par das carruagens reais e de outras máquinas a vapor integram o espólio do Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto, um museu polinucleado que integra também a Casa da Lã em Bucos e o Núcleo de Arte Sacra na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

Cerca de uma centena de pessoas, entre crianças e adultos, designadamente um grupo de holandeses, participaram nas comemorações do Dia Internacional dos Museus no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe que para além da circulação da automotora incluiu outras atividades como pinturas faciais, esculturas de balões, jogos lúdicos e pedagógicos dirigidos às crianças da escola e jardim de infância do Arco de Baúlhe e da EB1 Prof. Filomena Mesquita.

Recorde-se que ao longo da sua existência, o Museu Terras de Basto, tem vindo a dinamizar diversas ações com o intuito de sensibilizar a população em geral, mas sobretudo as crianças e jovens para a importância do museu como parceiro pedagógico.

Ao assinalar esta data, a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto está a associar-se a um conjunto de atividades que se desenvolvem tanto no país como na Europa nesta data, permitindo não só a descoberta dos museus a diferentes públicos, como também, observar uma outra luz projetada por iniciativas apelativas e criativas, envolvendo a comunidade e sensibilizando as pessoas para a importância dos museus na sociedade. Recorde-se que os Museus, enquanto instituições culturais, apresentam hoje uma programação cada vez mais dinâmica e diversificada de que se destacam as atividades pedagógicas, tecnológicas e lúdicas, que procuram ir ao encontro, sobretudo, do público mais jovem, estabelecendo formas inovadoras de diálogo entre gerações e culturas.

De referir que desde a abertura do Museu das Terras de Basto ao público, em 2004, a Câmara Municipal tem vindo a recuperar e conservar o património edificado mas também o espólio existente, dinamizando um vasto conjunto de atividades agregadoras de novos públicos.

Ao longo destes últimos 13 anos, o Museu das Terras de Basto – que integra o Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, a Casa da Lã e o Núcleo de Arte Sacra – tem cumprido a sua missão com investigação, realização de encontros de património, renovações de exposições, serviço pedagógico/educativo, entre outras iniciativas destinadas à comunidade educativa e ao público em geral.

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MELGAÇO ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

Hoje, Dia Internacional dos Museus

Melgaço é eleito por turistas nacionais e estrangeiros

Os espaços museológicos de Melgaço têm hoje as portas abertas para assinalar o Dia Internacional dos Museus que se assinala hoje, 18 de maio, sob o tema ‘Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus’. A Torre de Menagem, o Espaço Memória e Fronteira, o Museu de Cinema Jean Loup Passek, o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro e a Porta de Lamas de Mouro são os espaços com entrada gratuita e onde os turistas têm muito para descobrir sobre as tradições e costumes de Melgaço. Haverá ainda a oportunidade de visitarem o Solar do Alvarinho, espaço que está aberto ao público gratuitamente todo o ano e oferece provas de Alvarinho.

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Dados da Loja Interativa de Turismo de Melgaço demonstram que Melgaço é eleito por turistas nacionais e estrangeiros: em 2016, 3314 visitantes passaram pelo espaço. Foram turistas de diversos pontos do País e do Mundo: 1708 nacionais e 1606 internacionais. O Solar o Alvarinho é o espaço preferencial, com 16561 visitantes. Segue-se a Porta de Lamas de Mouro – 9922; a Torre de Menagem – 8301; o Posto de Castro Laboreiro – 4196; o Museu de Cinema Jean Loup Passek – 2647; o Museu de Castro Laboreiro – 2446; e o Espaço Memória e Fronteira – 1971.

Horários:

Museus e Porta de Lamas de Mouro: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Solar do Alvarinho (Sala de Prova, Loja e Bar: das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 19h00).

E ainda…

No âmbito do Dia Internacional dos Museus, Castro Laboreiro acolhe o evento ‘CHOCOLATE SEM FRONTEIRAS’, uma ação que vai permitir recriar a antiga Fábrica de Chocolate da Vila de Castro Laboreiro, em Melgaço, do qual todos poderão fazer parte, durante os dias 26, 27 e 28 de maio. A proximidade com a natureza, as entidades envolvidas e os próprios residentes, convida os participantes a entenderem a cultura e as vivências de Castro Laboreiro noutros tempos.

Será um fim de semana diferente, em harmonia com a história, os usos e os costumes locais. A organização vai proporcionar experiências únicas, de contacto com a tradição e com o Património da vila Melgacensecomo sendo as visitas ao castelo de Castro Laboreiro, ao Núcleo Museológico de Castro Laboreiro e a recriação da história da Fábrica de Chocolate, conseguida com a ajuda do grupo de teatro Fora D´Horas. Também o Centro de dia de Castro Laboreiro se associa ao evento, reavivando a tradição da Carpeada(ciclo da lã), lembrando que no final havia chocolate no lanche tradicional.

Programa:

sexta dia 26 (Centro Cívico de Castro Laboreiro)
21h00 Welcome Drink
22h00 
Noite de cinema com chocolate quente

sábado dia 27
10h30 
Trilho guiado ao Castelo de Castro Laboreiro, com animação (encontro: Pastelaria Castrejinha)
14h00 Fábrica do Chocolate com animação teatral (Núcleo Museológico de Castro Laboreiro)
17h00 Carpeada tradicional (Centro de Dia de Castro Laboreiro)
18h30 
Workshop de Chocolate artesanal (Centro Cívico de Castro Laboreiro)
20h00 Petiscos e feira de produtos regionais (Centro Cívico de Castro Laboreiro)
23h00 Queimada
domingo dia 28
11h00 
Trilho solidário Geocaching (Núcleo Museológico de Castro Laboreiro)

A saber…O Dia Internacional dos Museus, criado pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, celebra-se anualmente a 18 de maio, através da organização de diversas atividades. A temática deste ano apela a uma reflexão, naturalmente diferenciada e respondendo aos contextos nacionais, do papel dos museus nas comunidades e na sociedade em geral.