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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUSEU NACIONAL FERROVIÁRIO DE LOUSADO INTEGRA REDE EUROPEIA DA HERANÇA INDUSTRIAL

Museu Nacional Ferroviário de Lousado na maior rota europeia de Turismo Industrial. A candidatura à European Route of Industrial Heritage foi aprovada

O Museu Nacional Ferroviário de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, acaba de integrar a maior rede europeia de divulgação e promoção de Turismo Industrial, que agrega e divulga mais de 1300 sítios e museus industriais em 13 países europeus. A candidatura do Museu Nacional Ferroviário – que abrangeu também o Museu do Entroncamento – à European Route of Industrial Heritage (RIH) – foi aprovada.

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A partir de agora estas duas estruturas integram a ERIH como Pontos-Âncora, a principal rota desta rede europeia. De acordo com os critérios da ERIH, obtêm a classificação de Pontos-Âncora os sítios que são considerados de excecional importância histórica em termos de património industrial e que oferecem uma experiência de qualidade aos visitantes, constituindo marcos do Património Industrial Europeu.

A notícia foi recebida em Vila Nova de Famalicão com muita satisfação. Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “é um orgulho para Vila Nova de Famalicão integrar esta rota que é a maior nesta área a nível da europa, onde estão representados os melhores museus com coleções e património industrial”. E acrescenta: “esta aceitação do nucelo de Lousado, vai dar uma grande visibilidade a este espaço museológico a nível internacional, com a possibilidade adicional de estabelecer parcerias e entrar em projetos e redes entre diferentes parceiros europeus”.

A candidatura agora aprovada contou com o apoio da Câmara Municipal de Famalicão e da APPI- Associação Portuguesa para o Património Industrial, integrando-se na estratégia do Museu Nacional Ferroviário para a divulgação do museu e captação de públicos.

Inaugurado em 2003, o Museu Nacional Ferroviário de Lousado tem expostas nos seus 1400m2 de área várias relíquias e diverso material associado ao mundo ferroviário. A exposição do material circulante, organizada cronologicamente, visa mostrar comboios de diversos tipos. O material construído entre 1875 e 1965 é oriundo de oito companhias e foi adquirido em seis países a quinze construtores.

Um verdadeiro tesouro que impressiona e cativa miúdos e graúdos, portugueses e estrangeiros, a cada visita. Não é por acaso que este é o museu que regista mais afluência de público em Vila Nova de Famalicão. A cada ano é visitado por cerca de dez mil pessoas.

A Câmara Municipal é responsável pela gestão do Museu Ferroviário de Lousado, mediante um protocolo assinado com a Fundação Museu Ferroviário Nacional que contemplou também a transferência para a alçada municipal do Núcleo Museológico de Nine onde está exposta a “Andorinha”, a mais antiga locomotiva a vapor existente em Portugal.

 

FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

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MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

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HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA PARTICIPA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Barquense Bento de Sousa foi um dos principais mentores do Jardim Zoológico de Lisboa

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa está presente na Bolsa de Turismo de Lisboa para dar a conhecer as suas ofertas aos visitantes.

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Actualmente localizado em Sete Rios, o Jardim Zoológico é desde sempre um dos espaços mais apreciados pelos portugueses, sobretudo pelos mais novos, constituindo simultaneamente um dos locais de grande atracção turística da capital.

Inaugurado em 28 de Maio de 1884, este foi o primeiro parque do género na Península Ibérica. Instalado inicialmente no Parque de São Sebastião da Pedreira, foi dez anos mais tarde transferido para os terrenos de Palhavã onde actualmente se situa a Fundação Calouste Gulbenkian e, em 1905, para a Quinta das Laranjeiras, propriedade do Conde de Burnay, junto a Sete Rios, onde ainda se mantém.

A ideia da criação do Jardim Zoológico surgira dois anos antes que formaram uma “sociedade zoológica”, contando-se entre os seus mentores o ilustre médico barquense Bento de Sousa, personalidade em relação à qual já aqui nos referimos em http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/manuel-bento-de-sousa-um-minhoto-que-5363962

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa conta actualmente com cerca de 2 mil animais de 332 espécies diferentes, representativas das mais diferentes regiões do mundo.

Fotos: Manuel Santos

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JOVENS CERVEIRENSES FAZEM FÉRIAS DA PÁSCOA NO AQUAMUSEU DO RIO MINHO

Vem divertir-te nas Férias da Páscoa no Aquamuseu!

De 10 a 13 de abril, entre as 14h00 e as 17h00, o Aquamuseu do rio Minho volta a convidar crianças dos 7 aos 13 anos de idade para participar numa série de atividades lúdico-pedagógicas relacionadas com as aves e a primavera. São as Férias da Páscoa que estão a chegar ao Aquamuseu e prometem surpreender.

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No decorrer dos quatro dias, as crianças inscritas vão ter a oportunidade de desenvolver experiências relacionadas com as caraterísticas especiais das aves, o seu ciclo de vida e ameaças, formas de as ajudar a reproduzirem-se, abrigarem-se e alimentarem-se e a importância da primavera para a reprodução de uma grande parte delas.

Assim sendo, as atividades estão distribuídas entre a teoria e a prática. Num dos dias fala-se das caraterísticas gerais das aves e das ameaças que elas enfrentam, criando um livro de registo que será utilizado ao longo das atividades para registar tudo o que for relevante; noutro dia, aborda-se o ciclo de vida das aves e da primavera, tendo como vertente prática a construção de uma espécie de ninhos em forma de caixa usando embalagens; haverá ainda um dia dedicado apenas à parte prática que consiste em criar ninhos usando fios para colocar dentro das caixas ninho; e por último, serão desenvolvidos comedouros através de garrafas de plástico para alimentar os pássaros.

A pausa letiva da Páscoa pode ser bem dinâmica, conciliando diversão e aprendizagem ao nível das suas competências sociais e cognitivas. Para mais informações e inscrições deverá ser contactado o Aquamuseu do Rio Minho, através do telefone 251 708 026 ou do endereço de e-mail aquamuseu@cm-vncerveira.pt

FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

FOLKLOURES’17: MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

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Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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NAVIO-HOSPITAL GIL EANNES: MEMÓRIA VIVA DA ASSISTÊNCIA À PESCA DO BACALHAU

O Navio-Hospital Gil Eannes foi construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955 tendo como missão, apoiar a frota bacalhoeira nos mares da Terra Nova e Gronelândia.

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Embora a sua principal função fosse prestar assistência hospitalar a todos os pescadores e tripulantes, o Gil Eannes foi também navio capitania, navio correio, navio rebocador e quebra-gelos, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.

A partir de 1963 passou a fazer viagens de comércio como navio frigorífico e de passageiros, entre as campanhas de pesca, realizando a sua última viagem de assistência à frota bacalhoeira em 1973, ano em que efetuou uma viagem diplomática ao Brasil como embaixada flutuante de Portugal, nas receções oferecidas pelo então embaixador Prof. José Hermano Saraiva.

Depois de estar parado durante 18 meses, em 1975 iniciou novamente atividade como navio comercial (frigorífico) fazendo cargas regulares de bacalhau seco da Noruega para Lisboa, ao serviço da Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau. Ainda, nesse mesmo ano, foi requisitado pelo Governo Português para participar na independência de Angola, como navio hospital.

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Após a chegada de Angola foi novamente armado para efetuar viagens comerciais, tendo navegado pela Noruega, Canadá, Nova Inglaterra, África do Sul, República dos Camarões e Espanha. Entre estas viagens fez algumas paragens para manutenção nos estaleiros de Viana do Castelo e Aveiro.

Terminada a sua atividade em 1984, andou de cais em cais do porto de Lisboa até ser vendido a um sucateiro para abate em 1997, quando já estava profundamente degradado e pilhado de muito do equipamento que o apetrechava.

Perante este inglorioso destino do emblemático navio hospital, a comunidade vianense foi mobilizada, pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, para o trazer à cidade onde nascera, resgatando-o à sucata para ser exposto no porto de mar de Viana do Castelo como memória viva do passado marítimo da cidade e do país.

Em 1997 foi constituída a Comissão Pró-Gil Eannes com o objetivo de angariar os meios financeiros necessários para resgatar o Navio Gil Eannes ao sucateiro que o ía desmantelar. Em 1998, aquela Comissão deu origem à Fundação Gil Eannes, atual proprietária do navio que se propôs transformá-lo num polo de atracão da cidade de Viana do Castelo, tendo sempre presente a transmissão de valores e conhecimentos das artes marítimas aos mais diversos públicos que visitam o navio.

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Em Janeiro de 1998 o navio chegou à cidade que o viu nascer, e entrou diretamente nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo para os primeiros trabalhos de limpeza e reabilitação, que contou com o apoio de várias instituições, empresas e cidadãos, criando-se assim as condições de segurança para a sua abertura ao público em Agosto do mesmo ano.

Em 2000, com o apoio da Iniciativa Comunitária Pesca, foram realizadas obras de beneficiação para assegurar o sistema de esgotos, abastecimento de águas, eletricidade e aquecimento, tornando o navio habitável e possibilitando a criação de uma Pousada da Juventude instalada nas antigas enfermarias, um bar/esplanada instalado na zona das copas de mestrança e marinheiros, uma sala de reuniões instalada na antiga sala de jantar dos oficias, uma loja de recordações e gabinete administrativo bem como, uma sala de exposições temporárias instalada na antiga enfermaria dos doentes contagiosos. Durante a criação daqueles serviços, o percurso de visita foi sendo alargado a novos compartimentos do navio que progressivamente foram reabilitados.

Hoje, os visitantes podem "navegar" pela ponte de comando, cozinha, padaria, casa das máquinas, consultório médico, sala de tratamentos, gabinete de radiologia, bloco operatório, diversos camarotes, capela e ainda, aceder a quatro Quiosques Multimédia com diversa informação histórica e fotográfica bem como, simular virtualmente a entrada na barra de Viana do Castelo e atracar o navio na doca comercial daquela cidade através de um Simulador de Navegação instalado no convés superior.

Informação recebida da Fundação Gil Eannes

Fotos: Luís Eiras / http://esposendealtruista.blogspot.pt/

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NAVIO GIL EANNES RECEBE EXPOSIÇÃO “ARTE & MEDICINA”

De 4 de março a 30 de abril, vai estar patente no Navio Museu Gil Eannes a exposição “Arte & Medicina”.

É uma exposição do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, a qual foi idealizada por uma equipa de curadoras Cristina Nogueira e Carolina Gomes.

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A exposição exibe 61 reproduções de pinturas e iluminuras de museus de todo o mundo tendo como objetivo induzir o visitante a refletir na forma como a arte representou a medicina, os médicos, as doenças e os hospitais, e a sua evolução história. Exibem-se ainda objetos de uso médico do acervo da Escola Superior de Saúde de Viana do Castelo.

A exposição que conta com o apoio da Fundação Gil Eannes, será inaugurada no próximo dia 4 de março às 18h, e poderá ser visitada todos os dias a partir das 9.30h.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO CRIA NOVA ÁREA PARA RÉPTEIS E ANFÍBIOS

Fruto da doação de um particular, o Aquamuseu do Rio Minho vai ter mais um motivo de atração para os milhares de visitantes anuais. O novo Aquaterrário para anfíbios e répteis integra um pequeno projeto de alargamento do Aquário Público, com execução prevista para este ano.

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O objetivo em alargar o conhecimento a outras espécies já existia e a recente doação de um Aquaterrário de maiores dimensões pelo Sr. Paulo Jorge Torres contribuiu para acelerar o processo.

O Município de Vila Nova de Cerveira, através do Aquamuseu, está a criar uma área mais extensa que permita albergar tritões, rãs e sapos, mas também cágados que, entretanto, foram entregues ao cuidado do serviço daquele equipamento por pessoas que não dispunham de condições para os ter em casa.

O novo Aquaterrário vem contribuir para uma maior valorização e diversidade da oferta didático-cultural, turística e científica do Aquamuseu, bem como dar continuidade à sensibilização pública de que os animais exóticos devem ser entregues em locais próprios e não libertá-los na natureza, sob risco de constituírem uma ameaça para as espécies nativas.

O pequeno projeto de alargamento do Aquário Público, onde o Aquaterrário ficará integrado, vai avançar no presente ano para ser apresentado como mais um motivo de visita ao Aquamuseu do Rio Minho.

EIXO ATLÂNTICO INAUGURA EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DOS 25 ANOS

Entidade reúne-se em assembleia-geral em Lugo

O Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular realiza amanhã, dia 15 de Fevereiro, no Museu Interactivo da História de Lugo, na Galiza, a sua assembleia-geral. A reunião coincide com o 25.º aniversário desta organização transfronteiriça e fica marcada pela inauguração de uma exposição comemorativa na Praça Maior de Lugo.

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A assembleia-geral irá contar com a presença do presidente do Eixo Atlântico, Ricardo Rio, do vice-presidente Alfredo Garcia, e do secretário-geral da organização, Xoán Mao. Presentes estarão ainda os representantes das 38 cidades e instituições que integram o Eixo.

A assembleia terá início às 10h30, com as boas-vindas da alcaidessa de Lugo, Lara Méndez. Segue-se a apresentação dos relatórios de gestão e contas, assim como do programa e orçamento para o ano de 2017.

O encerramento está previsto para as 13:30, com a presença do Secretário de Estado de Infra-estruturas do Governo espanhol, Júlio Gómez Pomar.

A exposição comemorativa do 25.º aniversário do Eixo Atlântico. Trata-se de um conjunto de 36 painéis onde o público poderá percorrer a história do Eixo Atlântico e as iniciativas mais marcantes no âmbito da cooperação transfronteiriça e estruturação do sistema urbano.

MUSEU MUNICIPAL DE CAMINHA TEM NOVO VISUAL

O Museu Municipal de Caminha foi alvo de uma intervenção. Foram criados novos espaços, conferindo à zona um visual atual e “user friendly”. Este trabalho vai integrar a obra de ampliação do Museu.

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Esta intervenção permitiu a reorganização interna do Museu. A receção passou a fazer-se na área que confronta com a nova praça, criada aquando da construção da Nova Biblioteca de Caminha, e ainda foram construídas duas salas: uma nova sala de exposições temporárias e uma sala destinada a serviços educativos.

Dos trabalhos fizeram parte a renovação e construção de novas paredes, colocação de pisos e regularização de cotas de circulação interiores, com o objetivo de tornar o edifício num espaço acessível para todos os públicos, cumprindo a legislação das acessibilidades.

“Palavras e Música_ Obras da Coleção de Serralves” para ver até 16 de abril

O Museu Municipal tem patente ao público duas exposições temporárias: “Música e Palavras – Obras da Coleção de Serralves” e Retrospetiva 2016.

 “Música e Palavras – Obras da Coleção de Serralves” está patente até 16 de abril. Esta exposição apresenta trabalhos que testemunham o interesse de artistas visuais nas últimas cinco décadas pelos universos da música, do som, da palavra dita. A aproximação a estes mundos serviu-lhes para saírem do contexto estrito da história das artes visuais e para produzirem obras que se inspiram na vitalidade da música, nomeadamente na música rock.

Evidência desta relação entre música e artes visuais são as capas de discos de vinil pertencentes à Coleção Salvador Massada, também apresentadas na exposição. Esta seleção conta com capas desenhadas por artistas portugueses e internacionais como Jean-Michel Basquiat, Robert Frabnk, Barbara Kruger, Jorge Martins, Paulo Nazolino, entre outros.

São apresentadas obras de Dara Birnbaum, Luís Paulo Costa, Luísa Cunha, Dan Graham, Ricardo Jacinto, Tony Oursler, Rui Toscano, Pedro Tudela.

Desde a visão estética do acontecimento, ao papel do artista como performer, passando por práticas sonoras experimentais, esta mostra propõe uma aproximação à experiência sonora a partir da sua dimensão social no contexto contemporâneo. A materialidade do som, o poder da palavra como ferramenta sonora, a catarse envolvente dos elementos musicais e alusões à frenética estética do videoclipe, criam, nesta exposição, um percurso com diferentes propostas, ligadas de maneira mais ou menos transversal, ao som, à música e à palavra.

Para além de estar patente no Museu Municipal, “Música e Palavras: Obras da Coleção de Serralves” pode ser admirada na Galeria de Arte Caminhense, edifício do antigo Posto de Turismo e Torre do Relógio.  A entrada é gratuita.

A exposição Retrospetiva 2016 está patente até ao dia 05 de março. Esta mostra reúne as obras cedidas ao Município pelos artistas que escolheram a Galeria de Arte Caminhense para expor o seu trabalho durante o ano de 2016.

Em 2016, foram mais de duas dezenas os artistas que escolheram uma das salas de visita do concelho para divulgarem o seu trabalho: Lúcio Danin Torres, Marcos Viana, Conchi Cuadrado, Joel Correia / Diana Pinheiro, José Luís Pais, Santarelli, João Barros, Puskas, Vitor Carneiro, Lucie Esteve, Isa Dora Cruz, João Marrocos, Dacha, Cachi / Tino Riveiro, Isabel Ferreira, Alfonso Vicente Rey, David Lopes / Rosário Pedro, Ricardo Dantas, Maria Mondim Pereira, José Manuel Rocha Pereira e Mário Rebelo de Sousa.

Ambas as exposições podem ser visitadas de terça-feira a domingo das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00.

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FUNDAÇÃO GIL EANNES APRESENTA LINHA EDITORIAL

Em dia de aniversário a Fundação Gil Eannes apresentou linha editorial

No âmbito das comemorações do 19º aniversário que decorreu no dia 31 de Janeiro a bordo do Navio Hospital Gil Eannes, a Fundação Gil Eannes apresentou a nova linha editorial da Fundação, que tem como objetivo a preservação da memória da pesca do bacalhau e das atividades conexas.

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Durante a sessão o historiador Senos da Fonseca fez uma palestra sobre a figura e obra do navegador vianense João Alvares Fagundes e apresentou livro acerca da mesma personalidade.

O autor Senos da Fonseca tem ligações familiares com os descendentes dos proprietários da antiga “Seca do Mendes” e da empresa de pesca “Sociedade Novas Pescarias de Viana” e no seu percurso profissional também por cá passou, quer como cliente dos ENVC, enquanto Oficial da Marinha de Guerra, durante as reparações dos navios em que estava embarcado, quer mais tarde como quadro dos ENVC.

Senos da Fonseca tem uma vasta obra publicada, de realçar “Artigos Profissionais”, “Nas Rotas dos Bacalhaus”, “Ílhavo – Ensaio Monográfico – séc. X – séc. XX”, “O Labareda”, “Costa Nova do Prado – 200 anos de História e Tradição”, entre outros.

Nesta nova publicação “João Álvares Fagundes - Um Homem dos Descobrimentos”, o autor escreve “Em Portugal e por todo o mundo que estuda essa grandiosa aventura que foram os Descobrimentos, o nome de Fagundes é referido como um dos que maior contributo deu para o conhecimento (e entendimento) dum novo mundo. (…), decidimos enquadrar Fagundes na época, (…), em que ir mar fora era aventura grandiosa.”

O livro pode ser adquirido na Loja de Recordações do navio museu pelo preço de 17,50€.

Durante a sessão a Fundação prestou homenagem ao seu trabalhador José Nicolau pela dedicação, empenho e profissionalismo que tem demonstrado no desempenho das suas funções enquanto responsável pelos trabalhos de reabilitação do navio museu.

O navio Gil Eannes que, no ano de 2016, bateu o numero recorde de visitantes, volta a apresentar no mês de janeiro de 2017 um crescimento de 24%, relativamente ao mês homologo do ano anterior.

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NAVIO GIL EANNES CHEGA AOS ECRÃS DO CINEMA

“nos mares da memória - estórias de uma faina maior…” filme apoiado pela Fundação Gil Eannes foi selecionado para integrar o cartaz do Roma Cinema DOC Film Festival.

Aberta que está a época da maioria dos Festivais de Cinema a nível mundial, "nos mares da memória - estórias de uma faina maior…”, um documento histórico audiovisual, estreado em Viana do Castelo no dia 31 de janeiro de 2016, aquando das comemorações do 18º aniversário da chegada no "Gil Eannes" à cidade, e apoiado pela Fundação "Gil Eannes", foi um dos filmes oficialmente selecionado para integrar o cartaz do Roma Cinema DOC Film Festival. Graças a este evento, os italianos e o resto do mundo vão ficar a perceber, ou a conhecer melhor, a presença dos lusos na Terra Nova e na Gronelândia e a grandeza que foi Portugal por mares outrora desconhecidos.

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Segundo a equipa de produção deste trabalho, durante os próximos meses, outros festivais da especialidade irão ocasionar mais novidades, pois está a concurso em vários países nos diversos certames da arte.

Com realização de Rui Bela, guião de Senos da Fonseca e colaboração de alguns dos últimos heróis que protagonizaram esta “saga”, este documentário expressa a arte que os portugueses perpetraram como um dos seus maiores feitos, ao longo de cinco séculos de história - a pesca do bacalhau.  Consubstancia ainda um tributo aos tripulantes dos navios bacalhoeiros considerados “homens de ferro em barcos de madeira”. Completamente isolados e entregues a si próprios enfrentavam um mar gelado, nevoeiros intensos, chuvas fortes ou neve e temperaturas muito baixas. Vida árdua, recheada de sacrifícios e provações...

Aveiro, Viana do Castelo, Figueira da Foz, Nazaré, Ílhavo, Vila do Conde, Póvoa do Varzim, Esposende, Vila Nova de Gaia, Porto, Lisboa, Fuzeta, Açores, Caminha, "Navio Hospital Gil Eannes ", e todo o litoral português está em grande evidência nesta relevante apreciação internacional!

A Fundação "Gil Eannes" associa-se a esta efeméride enfatizando o contributo que o Navio Hospital "Gil Eannes" concedeu à faina maior e que tão nitidamente é retratado neste documentário. O “Anjo Branco”, como era conhecido, encontra-se hoje atracado em Viana do Castelo, onde foi recuperado, assumindo-se como pólo de atração e sendo considerado património cultural e afetivo desta cidade

NAVIO HOSPITAL GIL EANNES REGRESSOU A VIANA DO CASTELO HÁ 19 ANOS

Navio Hospital Gil Eannes celebra o 19º Aniversário no 31 de Janeiro

No próximo dia 31 de Janeiro, a Fundação Gil Eannes comemora o 19º aniversário do regresso do Navio Hospital Gil Eannes a Viana do Castelo.

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Para assinalar a data, a Fundação Gil Eannes tem programado para esse dia várias atividades:

9H30 às 18H00 - Visitas gratuitas ao navio museu e projeção do documentário “Mais Vale Tarde do que Nunca” do Prof. José Hermano Saraiva

17H30 – Palestra sobre João Álvares Fagundes, pelo historiador Senos da Fonseca, na sala de reuniões do navio museu

Apresentação da linha editorial da Fundação Gil Eannes com lançamento do primeiro livro “João Álvares Fagundes – Um Homem dos Descobrimentos”, autor Senos da Fonseca, na sala de reuniões do navio museu

21H00 – Projeção do vídeo do espetáculo “Anjo Branco”, no Centro Cultural de Viana do Castelo. Este espetáculo que foi gravado a bordo do Navio Hospital Gil Eannes durante a representação da peça de teatro realizada pelo Teatro do Noroeste – CDV.

O Navio Hospital Gil Eannes foi construído nos Estaleiros de Viana do Castelo em 1955, tendo como missão apoiar a frota bacalhoeira portuguesa nos mares da Terra Nova e Gronelândia.

A sua principal função foi prestar assistência hospitalar aos pescadores e tripulantes da frota bacalhoeira. Também foi navio capitania, navio correio, navio rebocador, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.

O Gil Eannes encontra-se aberto ao público como navio museu desde agosto de 1998 e ao longo destes anos já foi visitado por mais de 774 mil visitantes.

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FAMALICÃO INICIA NOVO CICLO DE CONFERÊNCIAS NO MUSEU BERNARDINO MACHADO

Arranque do novo ciclo de conferências e lançamento de obras marcam atividades no Museu

O Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão, preparou para este fim-de-semana, duas grandes iniciativas, relacionadas com o seu patrono.

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Esta sexta-feira, dia 27, pelas 21h30, arranca a primeira conferência do novo ciclo dedicado ao tema “Os partidos e as grandes questões da I República”. A sessão decorre na Sala Júlio Machado Vaz e conta com a intervenção do Prof. Doutor Paulo Ferreira da Cunha que vai debater “Os deputados republicanos e a Lei Fundamental de 1911: convergências e divergências”. O colóquio, com entrada livre, está acreditado para os professores dos grupos 200, 300, 400 e 410 que devem inscrever-se, para o efeito, através do email do Centro de Formação cf@esccb.pt.

O conferencista é professor catedrático e diretor do Instituto Jurídico Interdisciplinar da Faculdade de Direito da Universidade do Porto.

Entretanto, no sábado, pelas 15 horas, será lançada a Obra “Política III Tomo 6”, de Bernardino Machado, apresentada pelo Prof. Doutor Norberto Ferreira da Cunha, Coordenador Científico deste museu.

O Tomo VI das Obras Políticas de Bernardino Machado divide-se em 2 partes: A primeira contém uma introdução que sintetiza o pensamento de Bernardino Machado, durante o ano de 1920; a segunda é constituída por um conjunto de textos das suas intervenções parlamentares, desde os fins de 1919, até ao final de 1920. Os temas deste volume subdividem-se em estruturais e centrais, entre os primeiros, salienta-se o poder executivo, o poder legislativo, o poder judicial e as questões socioeconómicas; Entre os segundos, os partidos políticos, o dezembrismo e a revolta monárquica de 1919, a questão colonial e a política externa (a Conferência de Paz, a Sociedade das Nações e as relações com o Brasil). A entrada é livre.

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MUSEU BERNARDINO MACHADO EM FAMALICÃO ORGANIZA CICLO DE CONFERÊNCIAS

Museu Bernardino Machado dá as respostas ao longo de 2017 com ciclo de conferências, encontros, exposições e lançamento de obras. Como surgiram os partidos políticos em Portugal? E quais eram as suas convicções?

Arranca na última sexta-feira de janeiro, dia 27, no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão, um novo ciclo de conferências dedicado ao tema “Os partidos perante as grandes questões da I República”. A temática dá, de resto, o mote para a programação anual do Museu que, para além do ciclo de conferências, se destaca pela organização dos Encontros de Outono e de três exposições documentais.

A problemática dos partidos e movimentos políticos em Portugal no período entre 1910 e 1973 serve, assim, de “chapéu” aos vários eventos programados para 2017. A escolha do tema respeita duas grandes razões, sendo que a primeira tem a ver com o patrono do Museu. “Bernardino Machado demonstrou sempre ao longo da sua vida uma grande preocupação com os partidos políticos, desde logo, pela sua génese, pela sua dimensão e pela sua convergência, daí que esta seja a razão maior pela escolha do tema”, explica a propósito o coordenador científico de Museu, Norberto Cunha. De acordo com o responsável a segunda razão tem a ver com a atualidade do tema e a forma como os cidadãos lidam hoje em dia com os partidos políticos. “Há atualmente uma pressão e exigência enormes dos cidadãos para com os partidos políticos, o que até é saudável do ponto de vista da democracia, mas há também falta de conhecimento e de informação sobre a forma como os partidos surgiram e como se desenvolveram”. Daí que, para Norberto Cunha, com estas iniciativas e através dos oradores convidados – “todos especialistas nos temas abordados” – o Museu “dá um enorme contributo para o conhecimento da história e para compreensão da atualidade”.

O coordenador científico, que é atualmente professor catedrático aposentado da Universidade do Minho, explica ainda as diferentes dimensões dos vários eventos. “Enquanto o ciclo de conferências se centra na relação dos partidos com as grandes questões da I República, como por exemplo, a questão religiosa, a educação, a questão colonial, a operária, entre muitas outras, os Encontros de Outono irão incidir sobre os próprios partidos e a sua constituição, nomeadamente o Partido Republicano Português, Evolucionista, Unionista, entre muitos outros”. Por sua vez, as exposições darão uma perspetiva histórica nacional e internacional sobre a questão dos partidos políticos. Serão ainda divulgadas exposições sobre a realidade local de Vila Nova de Famalicão.

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, elogiou a escolha desta temática no âmbito das atividades anuais do Museu, referindo que “o resultado destas atividades enriquecerá ainda mais o Museu, contribuindo para a sua afirmação nacional como um centro de investigação histórica de referência”.

O Museu Bernardino Machado que completou recentemente 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal, por duas vezes, durante a I República, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

CICLO DE CONFERÊNCIAS ARRANCA DIA 27

São oito as conferências do ciclo “Os partidos perante as grandes questões da I República”. Decorrem ao longo dos meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, setembro e outubro, com entrada livre. A primeira é já no próximo dia 27, a partir das 21h30, e o conferencista convidado é o constitucionalista e cultor da filosofia do direito e da política Ferreira da Cunha, Professor Catedrático de Direito da Faculdade de Direito da Universidade do Porto (desde 2001) e Diretor do Instituto Jurídico Interdisciplinar (desde 2002). O tema é “Os deputados Republicanos e a Lei Fundamental de 1911: convergências e divergências”.

Segue-se “Os partidos republicanos e a educação”, com a conferencista Maria Cândida Proença; “Os partidos Republicanos e a questão religiosa”, com Luís Salgado de Matos; “Os partidos políticos da I República e a questão colonial”, com Pedro Aires de Oliveira; “Os partidos políticos e a questão operária”, com Manuel Guimarães; “Os partidos políticos e os contrarrevolucionários monárquicos (1910-1926) com Miguel Santos; “Os partidos políticos e Bolchevismo”, com Norberto Cunha; “Os partidos políticos e as Forças Armadas”, com Luís Alves de Fraga.

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Elegeu-se como tema privilegiado do Ciclo de conferências, do Colóquio de Outono e de uma das três desejáveis exposições do Museu, para o ano de 2017, a problemática Partidos e movimentos políticos em Portugal (1910-1973). Dada a proliferação dos partidos políticos em tão vasto arco temporal e dado que o Museu tem finalidades gerais, sobretudo ligadas ao seu patrono, Bernardino Machado, que obriga a estabelecer prioridades, excluem-se os partidos políticos que surgiram depois do 25 de Abril de 1974 e não se incluem, como é óbvio, todos os partidos e movimentos políticos da I República, da Ditadura Militar pós-28 de Maio de 1926 e do Estado Novo.

O tema tem sobeja atualidade. Um amplo setor da opinião pública, ignorando e/ou desvalorizando a conexão umbilical e genética entre partidos políticos e democracia, não apenas se mostra céptico quanto aos partidos políticos (solicitando, por isso, tantas vezes, o reforço dos poderes presidenciais, como se a representação da vontade geral estivesse melhor assegurada por um guardião do que muitos) como, frequentes vezes, os acusam de instituições clientelares e sorvedouros da riqueza dos cidadãos, mais servindo para servir-se a eles e aos seus correligionários do que aos interesses gerais da nação que os elegeu; daí até os considerarem inúteis e nefastos, a distância não é longa. É uma hostilidade presente, dissociada duma perspetiva de futuro, que ignora as consequências que traria a supressão dos partidos políticos ou mesmo os perigos que traria, ainda que sendo um mal menor, a sua redução ao famigerado rotativismo bipolar que tivemos durante o período da Regeneração monárquica (que tende a dissociar a base social de apoio dos partidos dos seus órgãos dirigentes e a retirar representatividade político-partidária às minorias; enfim, a diminuir o alcance social da democracia, como sublinhou Locke). Estas são duas das principais razões, a que genericamente se poderia chamar a crise dos partidos políticos, que nos levaram a eleger o tema supracitado, embora esta denominação genérica não seja a mais apropriada, porque os partidos políticos, em democracia, não são estáticos mas dinâmicos e evolutivos e, nessa medida, estão, continuamente, em crise. Mas há uma outra razão que me despertou especial atenção na escolha deste tema: a formação de movimentos cívicos de opinião, de duração efêmera, que se 2 constituem para reivindicarem ou chamarem a atenção da opinião pública e dos poderes instituídos (seja do Governo central e local, seja dos partidos) para determinados temas ou problemas; são movimentos, organicamente, débeis, unidos apenas por um determinado tema nuclear (resíduos tóxicos, violência doméstica, homossexuais, alimentos, geneticamente, manipulados, etc.). Não pretendendo substituir-se aos partidos, mas completá-los têm inúmeras virtualidades políticas: mobilizam a participação política da sociedade civil (condição fundamental de qualquer democracia), interagem com as instituições democráticas, obrigam os partidos políticos a manter a sua atenção desperta para os problemas que preocupam a sociedade civil ou uma parte dela, etc..

Temos, pois, expostas as razões da escolha do tema que predominará nas atividades do Museu para o ano de 1917 que incluirá:

 - Oito conferências sobre Os partidos e movimentos políticos da I República nas suas relações com determinadas questões fundamentais desse período (os partidos e a questão religiosa, os partidos e a Constituição de 1911, o partidarismo e o transpartidarismo, os partidos políticos e os ´adesivos´, os partidos e as greves, os partidos e as ditaduras de Pimenta de Castro e Sidónio Pais, os partidos e a questão colonial, os partidos e a I Guerra Mundial, os partidos e o operariado, etc.).

 - Doze conferências nos Encontros de Outono (Novembro) sobre Os partidos e movimentos políticos (1910-1973) que incidirão sobre os seguintes partidos: o Partido Republicano Português, o Partido Evolucionista, o Partido Unionista, o Integralismo Lusitano, o Partido Republicano Nacionalista, o Partido Liberal, o Partido Reconstituinte, os partidos no ocaso da I República, a Seara Nova, a Aliança Republicano-Socialista, o Grupo de Renovação Democrática, o Partido Comunista, a União Nacional, o MUNAF/MUD, o MDP/CDE, etc.

Exposições: O Museu, como tem vindo a fazer no passado, terá dois tipos de exposições: aquelas que solicita, de empréstimo, a outras instituições e as que ele mesmo elabora. Umas e outras procuram quer manter a contínua atenção do público sobre as atividades do Museu, quer contribuir para a educação cívica dos cidadãos, conjugando nessas exposições o elemento iconográfico com o prosaico. As principais exposições que nos propomos elaborar são as que se seguem:

 - Uma sobre Os partidos e movimentos políticos da I República que terá como fonte principal de informação a obra fundamental do Prof. Ernesto Castro Leal (Universidade de Lisboa) sobre o assunto em epígrafe, cuja presença procuraremos trazer à sua abertura para proferir uma palestra sobre o assunto;

- Uma exposição sobre A Revolução Russa de 1917: uma perspetiva histórica (não só nacional mas internacional e cuja abertura terá uma mesa redonda, constituída por historiadores de renome);

 - As Aparições de Fátima (1917): sociedade, política e religião (que seguirá o modelo prático de execução da exposição anterior).

Para além destas três exposições, iremos organizar as seguintes exposições de âmbito local:

- Os Partidos Políticos em Famalicão durante a I República;

 - A Oposição Democrática em Famalicão.

“Obras” de Bernardino Machado

Como se tem vindo a fazer, também em 2017, continuaremos a publicação das Obras (políticas) de Bernardino Machado. Deste modo, esperamos consolidar, ainda mais, este projeto e continuar o resgaste público deste eminente republicano (desiderato que, até hoje, não se concretizou ainda para qualquer outra grande figura política desse período).

Ciclo de Conferências 2017

"Os partidos perante as grandes questões da I República"

1 – Os deputados republicanos e a Lei Fundamental de 1911: convergências e divergências Conferencista: Prof. Doutor Paulo Ferreira da Cunha

Data: 27 de janeiro

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

2 – Os partidos republicanos e a educação

Conferencista: Prof. Doutora Maria Cândida Proença

Data: 24 de fevereiro

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

3 – Os partidos republicanos e a questão religiosa

Conferencista: Prof. Doutor Luís Salgado de Matos

Data: 24 de março

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

4- Os partidos políticos da I República e a questão colonial

Conferencista: Prof. Doutor Pedro Aires de Oliveira

5 Data: 28 de abril

Hora: 21h30

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5- – Os partidos políticos e a questão operária

Conferencista: Prof. Doutor Manuel Guimarães

Data: 20 ou 27 de maio

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

6 – Os partidos políticos e os contra-revolucionários monárquicos (1910-1926)

Conferencista: Prof. Doutor Miguel Santos

Data: 17 de junho

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

7 – Os partidos políticos e o Bolchevismo

Conferencista: Prof. Doutor Norberto Cunha

Data: 29 setembro

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

8 – Os partidos políticos e as Forças Armadas

Conferencista: Coronel Doutor Luís Alves de Fraga

Data: 13, 20 ou 27 de outubro

Hora: 21h30

Local: Museu Bernardino Machado

MELGAÇO INVESTE 107 MIL EUROS PARA REQUALIFICAR EDIFÍCIOS MUNICIPAIS

A Câmara Municipal de Melgaço está a requalificar vários edifícios municipais com o objetivo de proporcionar melhores condições para quem visita os espaços culturais, numa clara aposta no Património e na Educação. Os espaços serão alvo de diversas obras de beneficiação, num investimento que ronda os 107 mil euros.

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O Museu de Castro Laboreiro, a Porta de Lamas de Mouro e o Posto de informação/biblioteca em Castro Laboreiro são os edifícios culturais já requalificados. Atualmente é alvo de requalificação o Museu de Cinema – Jean Loup Passek estando encerrado por um determinado espaço de tempo: desde o dia 09 de janeiro e até dia 22. Também o Espaço Memória e Fronteira será alvo de intervenções, em data ainda a definir. Serão ainda alvo de remodelação as Piscinas Municipais e o Solar do Alvarinho. Para o efeito, o Solar do Alvarinho estará encerrado entre o dia 18 e 22 de janeiro.

‘A prioridade vai continuar a ser um conjunto de medidas assentes numa estratégia de desenvolvimento sustentável do concelho e de melhoria da qualidade de vida, promovendo a criação de novas oportunidades para os habitantes, para os agentes económicos e para os turistas.’, salienta Manoel Batista, Presidente da Câmara Municipal de Melgaço.

CASTELO DE LANHOSO BATE RECORDE DE VISITAS

Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso visitado por mais de 12 mil 500 pessoas. Dados referem-se a 2016

O Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso estabeleceu, em 2016, mais um recorde de visitantes, já que perto de 12 500 pessoas passaram pelo seu interior. Em 2015, cerca de 10 mil pessoas visitaram o referido local emblemático.

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“Este aumento justifica-se por uma aposta contínua na divulgação e na promoção do nosso património, de que o Castelo de Lanhoso é exemplo”, refere o Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues, acrescentando ainda “o bom trabalho dos técnicos municipais” e o “saber receber do nosso concelho”.

O ano que agora terminou ficou ainda marcado por uma programação diversificada, sendo que o destaque foi para a comemoração dos 20 anos do Núcleo Museológico do Castelo, através da realização de atividades diversas, como a instalação artística “Manto de Papoilas”, o I Concurso de Fotografia, a Caminhada com História, o Mercado Medieval, Exposições e Concertos.

Os Serviços Educativos do Castelo de Lanhoso, cada vez mais próximos e adaptados aos mais variados níveis de ensino, inclusive às Universidades Seniores, mas também aos Escuteiros, contribuíram igualmente para o incremento da procura deste ex libris concelhio.

De relembrar que, no alto do seu trono, na condição de vigilante do tempo e da história, o Castelo de Lanhoso assume-se como um dos monumentos militares medievais mais emblemáticos da consolidação e ampliação das linhas de fronteira do Condado Portucalense, sendo, simultaneamente, um dos que melhor evoca a memória de D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal.

Para os interessados em saber mais sobre este espaço municipal e em manter-se atualizado, pode seguir a página do Facebook do Castelo de Lanhoso.

NAVIO GIL EANNES BATE RECORDE DE VISITANTES EM 2016

O Navio Hospital Gil Eannes encerrou o ano de 2016 com 66 052 visitantes, um aumento de 39% das visitas em relação ao ano de 2015.

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Também em 2016 verificou-se um aumento dos visitantes estrangeiros, considerando um aumento de 57% de franceses, 61% de brasileiros, 75% de espanhóis e 168% de visitantes americanos.

O Gil Eannes que abriu ao público em 1998 já recebeu ao longo destes anos 773 281 pessoas.

É já no próximo dia 31 de janeiro que se comemora mais um aniversário do regresso do Navio Hospital Gil Eannes a Viana do Castelo, cidade onde foi construído em 1955 pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, encomenda feita pelo Grémio dos Armadores dos Navios da Pesca do Bacalhau, para servir de apoio hospitalar e logístico à frota bacalhoeira que pescava o “fiel amigo” na Terra Nova e Gronelândia.

Na comemoração deste 19º aniversário da chegada a Viana, a Fundação Gil Eannes está a programar alguns eventos, pelo que fica aqui o apontamento: (programa a publicar brevemente)

  • Palestra sobre João Álvares Fagundes, pelo historiador Senos da Fonseca
  • Apresentação da linha editorial da Fundação Gil Eannes com lançamento do primeiro livro “João Álvares Fagundes – Um Homem dos Descobrimentos”, autor Senos da Fonseca
  • Projeção do filme “Anjo Branco”, filmado a bordo do Navio Hospital Gil Eannes durante a representação da peça de teatro, com o mesmo nome, levada a cabo pelo Centro Dramático de Viana. Este evento terá lugar no Centro  Cultural do Alto Minho.

Após 19 anos ancorado na antiga doca comercial de Viana do Castelo e aberto ao público como um espaço museológico, o Navio Hospital Gil Eannes pode ser visitado todos os dias a partir das 9.30h.

CERTIFICAÇÃO DO TRAJE À VIANESA: COMO E PARA QUÊ?

O Dr. João Alpuim Botelho dedicou à questão da certificação do Traje à Vianesa a sua última crónica, da série “Política Cultural em Viana do Castelo”, publicada no passado dia 29 de Novembro no jornal vianense “A Aurora do Lima”. Como é do conhecimento geral, o Dr. João Alpuim Botelho é uma autoridade neste domínio. Foi Director do Museu do Traje de Viana do Castelo e, conjuntamente com Benjamim Pereira e António Medeiros, um dos autores da obra “Traje à Vianesa – Uma Imagem da Nação”. Pela importância que o tema assume para a preservação e divulgação do património cultural e artístico das gentes minhotas e do folclore em geral, o BLOGUE DO MINHO transcreve com a devida vénia o referido artigo de opinião.

Política Cultural em Viana do Castelo (4 - continuação)

  1. A Certificação do Traje à Vianesa

No mesmo caminho de afastamento da comunidade que vimos em relação às Festas, outra questão que tem levantado muitas preocupações é a sua excessiva institucionalização, que facilmente deriva num autoritarismo inconsequente. Já foi criada uma exigência de inscrição para o Cortejo da Mordomia (nomeadamente para os próprios Grupos Folclóricos, tratando-os como se não tivessem o saber ou a chieira para apresentar as suas Mordomas bem trajadas) e surge agora uma outra notícia: o processo de Certificação do Traje, de que tomámos conhecimento através das notícias do encerramento do respectivo período de Consulta “Pública”. 

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Uma vez mais o rol de equívocos é grande, desde logo a começar pela necessidade e utilidade desta certificação. Alguém sentiu necessidade dela e a pediu, ou foi apenas mais um desejo de protagonismo?

Conhecendo as pessoas que fizeram o trabalho acredito na sua qualidade, o que ponho em causa é a sua forma. Seria excelente se se tratasse de mais um estudo sobre o nosso traje, ao lado do “Traje à Vianesa”, de Cláudio Basto, de 1930, ou do “Traje à Vianesa Uma Imagem da Nação”, de Benjamim Pereira e António Medeiros em que também colaborei, de 2009 (que esgotou em poucos meses e continua à espera de reedição) ou do próprio “Catálogo do Museu do Traje”, de 2010, ou de tantos outros estudos mais parcelares que têm sido feitos.

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Mas o que agora se pretende é regulamentar o que pode ser considerado Traje à Vianesa. As questões que se levantam são muito complexas e exigiriam – acreditando que esta certificação tenha alguma utilidade – uma enorme participação de todos. É certo que houve reuniões, por convite, com os grupos (apenas duas para um tema que levanta tantas questões), mas faltaram as sessões públicas e verdadeiramente abertas onde pudessem participar as pessoas que continuam a fazer os trajes e principalmente as que participam nas Festas, desfilando e dançando com os seus trajes, ao lado doos que têm estudado e publicado trabalhos sobre o traje.

Pior do que isto é a má consciência que se nota do facto de ter sido amplamente divulgado o encerramento do período de Consulta “Pública” mas nunca ter sido anunciada a abertura dessa mesma consulta. Tentei informar-me, procurei no site da Câmara e não consegui ver o documento final, o tal que deveria ter sido “público”. E, se não se conhece o documento, nunca poderia ser feita uma “declaração de oposição devidamente fundamentada” a que alude o Aviso 10542/16 no Diário da República de 24.08.2016?

Porque o traje não é uma farda, este processo de certificação parece inútil e corre mesmo o risco de ser contrário aos princípios que a legislação estabelece para o Património Cultural Imaterial, quando determina a necessidade de “Participação, através do estímulo e garantia do envolvimento das comunidades, dos grupos e dos indivíduos no processo de salvaguarda e gestão do património cultural imaterial, designadamente do património que criam, mantêm e transmitem” (Dec.-Lei 139/09, art. 2º, c).

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O autoritarismo deste processo denuncia um desvario solitário que não compreende os ritmos próprios da evolução, com as suas discussões e tensões. O processo é contrário ao espírito da lei e potencialmente nocivo ao voluntarismo e empenho pessoal que deu às Festas a sua grandeza, correndo o risco de ser perigoso, por poder provocar o afastamento das pessoas que todos os anos se oferecem para participar.

E chamo a atenção aos Grupos Folclóricos e a todos os que participam anualmente nos cortejos: este documento cria normas sobre o que é ou não é Traje à Vianesa e é provável que nas Festas de 2017 haja a imposição de novas regras baseadas neste documento. É por isso fundamental esclarecer exactamente o que pretende fazer com ele.

João Alpuim Botelho

(Museólogo e ex funcionário da CM Viana do Castelo)

abjoao@gmail.com

~Fotos: João Alpuim Botelho

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AQUAMUSEU DE CERVEIRA PREPARA 2017 DINÂMICO E INTERATIVO

 

 

São cerca de 40 as iniciativas que integram o Plano de Atividades do Aquamuseu do rio Minho para 2017. Visitas guiadas, atividades, exposições e eventos têm como denominador comum a interação com toda a comunidade e a sensibilização para a conservação do património natural.

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Para todos os meses e para todas as faixas etárias, o Aquamuseu apresenta diferentes sugestões lúdico-pedagógicas que motivam a visita àquele espaço. Para os mais curiosos é também uma oportunidade para aprofundar conhecimentos sobre espécies e recursos naturais, bem como a delineação de estratégias para o seu usufruto e preservação.

Os alunos do pré-escolar ao ensino secundário continuam a ser convidados a participar num conjunto de atividades pedagógicas apropriadas a cada ano escolar e programa curricular. Para além da componente teórica, onde podem contextualizar conceitos, há também uma grande preocupação por parte da direção daquele equipamento municipal em aplicar a vertente prática através da experiência. As sugestões são diversas, desde‘Pintar os peixes do rio Minho’; ‘Conhecer os animais’;‘Conhecer as plantas’; ‘Pedipaper’; ‘Os pequenos animais que vivem no sedimento’; ‘Asformas das folhas’; ‘O meio físico e químico’; ‘Alterações climáticas e ciclo da água’; entre outras.

Para a ocupação de tempos livres das crianças e jovens do concelho, especificamentenas interrupções letivas, o Aquamuseu do rio Minho também já tem organizado um conjunto de ações. Para as Férias da Páscoa, a temática sugerida é “As Aves e a Primavera” (10 a 13 de abril), para as Férias de Verão estarão em destaque “Os Peixes Migradores” (4 a 7 de julho), e nos ateliers de Verão será abordadaa “Reutilização de Materiais” (18 a 25 de agosto).

Mas as atividades também são alargadas a toda a comunidade, propondo a participação na iniciativa “Do rio para o mar… a ver o lixo passar – Os valores do Ribeiro de São Gonçalo”, patente ao longo de todo o ano, assim como na “Recolha do Lixo das margens do rio Minho”, entre abril e maio.

Ao nível de exposições temporárias, há aquelas com caráter trimestral, nomeadamente sobre a lampreia, o sável, a solha e a enguia; e depois as bimestrais dedicadas à truta comum, à truta marisca, à boga, ao ruivaco, ao barbo e ao salmão. Em parceria com o CMIA de Viana do Castelo, entre fevereiro a março, vai estar patente ainda a mostra intitulada “Florestas, um património a descobrir”; e no período de verão, entre julho e setembro, “O rio Minho, a Pesca no Feminino” e “Comunicar a Ciência: Biologia no Verão”.

Nos dias 15 e 16 de julho, oXII aniversáriodo Aquamuseu do rio Minho volta a ser celebrado com um vasto programa, convidando a população a desfrutar.

O Plano de Atividades para 2017 do Aquamuseu do rio Minho pode ser consultado no portal online, em http://aquamuseu.cm-vncerveira.pt/

MUSEU DE ARTE POPULAR REABRE HOJE AO PÚBLICO

O Museu de Arte Popular reabre hoje ao público com a mostra “Da Fotografia ao Azulejo”. Dentro de pouco tempo haverá um centro interpretativo sobre a história, com mais de 70 anos, do museu.

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De acordo com a directora-geral do Património Cultural, Paula Silva, os primeiros passos desse centro interpretativo vão ser dados em breve, com a abertura de uma sala que conterá uma maqueta do museu e um filme sobre a história da sua actividade, iniciada em 1948.

Durante uma visita guiada aos jornalistas, Paula Silva e o director do Museu de Arte Popular (MAP), Paulo Costa, mostraram o conteúdo da exposição que reabre metade do espaço expositivo, na sequência de obras de conservação, que consiste numa viagem pelo Portugal da primeira metade do século XX, através de azulejos e das fotografias que os inspiraram.

A exposição constitui o culminar da pesquisa de Jose Luis Mingote Calderon, conservador da Colecção Europeia do Museu Nacional de Antropologia de Madrid, que, ao longo de diversos anos, desenvolveu pesquisa de terreno em Portugal e fez uma recolha de imagens usadas para a criação dos azulejos sobre monumentos, actividades tradicionais e paisagens simbólicas.

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Organizada e inicialmente apresentada pelo Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, a exposição esteve em Espanha, no Museo Etnográfico Provincial de León e, mais recentemente, no Museo Nacional de Antropología.

Paula Silva disse ainda que o objectivo é prosseguir no MAP as obras de conservação, e abrir gradualmente todo o espaço expositivo do museu, imprimindo nele uma programação própria que passará não só por exposições, mas por outras actividades.

À entrada da primeira sala surge um percurso de fotografias de antigas estações de caminho-de-ferro, começando por Vilar Formoso, cujos edifícios estão em parte revestidos de azulejos, e estão expostas seis ampliações de imagens estudadas pelo investigador, que deram origem a painéis de azulejos.

A exposição percorre três salas do museu com as fontes gráficas que deram origem aos azulejos: fotografias, ilustrações, imagens retiradas de jornais e postais que os criadores depois compunham com vários elementos.

No interior foram também colocadas algumas peças do acervo do Museu Nacional de Etnologia: um carro de bois do Douro e artefactos das vindimas, um traje de lavradeira de Viana do Castelo, e uma capa típica de Miranda do Douro.

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O comissário e investigador Jose Luis Mingote Calderon, que também acompanhou a visita, disse que "existe uma tradição antiga de criar azulejos a partir de gravuras e [que], depois do surgimento da fotografia, foi muito ampliada".

"Com o surgimento da fotografia no início do século XX, deu-se um grande desenvolvimento das artes gráficas. A fotografia forneceu a verdade do país e lançou o movimento da modernidade", salientou, em declarações aos jornalistas.

Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Popular nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940, com projeto da autoria dos arquitetos António Reis Camelo e João Simões.

Foi concebido de acordo com o programa formulado, em 1946, por António Ferro, então diretor do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) sob a denominação de “Museu do Povo” e organizado de acordo com a divisão administrativa do território nacional da Constituição Portuguesa de 1933. (A exposição está encerrada ao público, mantendo-se a loja do museu aberta ao público).

Fonte: http://rr.sapo.pt/

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FAMALICÃO: MUSEU BERNARDINO MACHADO ASSINALA AMANHÃ 15 ANOS DE EXISTÊNCIA COM HOMENAGENS

Comemorações decorrem a partir das 15h00, no Palacete Barão da Trovisqueira

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, convida os órgãos de comunicação social a participar nas comemorações do 15.º aniversário do Museu Bernardino Machado, que se realiza esta quinta-feira, 15 de dezembro, pelas 15h00.

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Elzira Dantas Machado e Júlio Machado Vaz, esposa e neto de Bernardino Machado respetivamente, vão ser os grandes homenageados das comemorações.

O equipamento cultural que está localizado no Palacete Barão da Trovisqueira, bem no centro da cidade famalicense irá evocar duas grandes personalidades da sua história. Elzira Dantas Machado será homenageada com a atribuição do seu nome à praceta contígua ao Museu, entretanto requalificada, enquanto o nome de Júlio Machado Vaz será atribuído à sala de conferências e exposições temporárias do Museu.

“É uma homenagem justa e oportuna que reaviva a memória daqueles que estando próximos de Bernardino Machado contribuíram para a criação do Museu Bernardino Machado e para o seu reconhecimento nacional”, afirma a propósito o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

O programa comemorativo contará com as presenças de Elzira Machado Rosa, neta de Bernardino Machado e Elzira Dantas Machado, e de  Júlio Guilherme Ferreira Machado Vaz, filho de Júlio Machado Vaz e bisneto de Bernardino Machado.

Refira-se que Elzira Dantas Machado teve um papel de grande relevância na sociedade portuguesa e na defesa dos direitos das mulheres, tendo sido uma das fundadoras da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, em 1909, e mais tarde, em 1916, presidente da Associação de Propaganda Feminista. Com o eclodir da 1.ª Guerra e a participação de Portugal no conflito, ajudou a criar a Cruzada das Mulheres Portuguesas, cuja principal missão era apoiar os soldados e as suas famílias.

Por sua vez, Júlio Machado Vaz, médico e professor, foi um dos grandes entusiastas da criação do Museu Bernardino Machado, tendo doado o seu riquíssimo espólio documental, correspondência, fotografias e postais ilustrados legado pelo seu avô ao município de Vila Nova de Famalicão para a fundação do Museu.

Ao longo destes 15 anos, o Museu Bernardino Machado tem-se afirmado no país como um centro de investigação histórica de referência, sendo reconhecido nos meios académicos nacionais. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal, por duas vezes, durante a I República, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

MUSEU BERNARDINO MACHADO CELEBRA 15 ANOS DE EXISTÊNCIA

Homenagem a Elzira Dantas Machado e Júlio Machado Vaz marcam comemorações

Elzira Dantas Machado e Júlio Machado Vaz, esposa e bisneto de Bernardino Machado respetivamente, vão ser os grandes homenageados nas comemorações do 15.º aniversário do Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão.

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O equipamento cultural que está localizado no Palacete Barão da Trovisqueira, bem no centro da cidade famalicense, celebra no próximo dia 15 de dezembro, quinta-feira, 15 anos de existência, evocando duas grandes personalidades da sua história. Elzira Dantas Machado será homenageada com a atribuição do seu nome à praceta contígua ao Museu, entretanto requalificada, enquanto o nome de Júlio Machado Vaz será atribuído à sala de conferências e exposições temporárias do Museu.

“É uma homenagem justa e oportuna que reaviva a memória daqueles que estando próximos de Bernardino Machado contribuíram para a criação do Museu Bernardino Machado e para o seu reconhecimento nacional”, afirma a propósito o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

O programa comemorativo que vai decorrer a partir das 15h00, contará com as presenças de Elzira Machado Rosa, neta de Bernardino Machado e Elzira Dantas Machado, e de  Júlio Guilherme Ferreira Machado Vaz, filho de Júlio Machado Vaz e bisneto de Bernardino Machado.

Refira-se que Elzira Dantas Machado teve um papel de grande relevância na sociedade portuguesa e na defesa dos direitos das mulheres, tendo sido uma das fundadoras da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, em 1909, e mais tarde, em 1916, presidente da Associação de Propaganda Feminista. Com o eclodir da 1.ª Guerra e a participação de Portugal no conflito, ajudou a criar a Cruzada das Mulheres Portuguesas, cuja principal missão era apoiar os soldados e as suas famílias.

Por sua vez, Júlio Machado Vaz, médico e professor, foi um dos grandes entusiastas da criação do Museu Bernardino Machado, tendo doado o seu riquíssimo espólio documental, correspondência, fotografias e postais ilustrados legado pelo seu avô ao município de Vila Nova de Famalicão para a fundação do Museu.

Ao longo destes 15 anos, o Museu Bernardino Machado tem-se afirmado no país como um centro de investigação histórica de referência, sendo reconhecido nos meios académicos nacionais. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal, por duas vezes, durante a I República, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

GENERAL ROVISCO DUARTE VISITA CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA HISTÓRIA MILITAR DE PONTE DE LIMA

Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima. Visita do Chefe do Estado-Maior do Exército – General Rovisco Duarte. Dia 30 de novembro – 16h00

O Chefe do Estado-Maior do Exercito Português, General Rovisco Duarte, visita amanhã, 30 de novembro, às 16h00, o Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima – CIHMPL.

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Recentemente inaugurado este novo equipamento, instalado no Paço do Marquês, enquadra-se numa estratégia de promoção de uma rede de equipamentos de vocação cultural e turística, de promoção dos recursos endógenos, do património histórico e religioso local.

Recorde-se, que este novo espaço de cultura, resultou de um protocolo entre o Município de Ponte de Lima e o Exército Português, com o objetivo de criar um museu vivo, interativo, abordando a história militar no contexto da região e do país, mas com uma incidência especial sobre Ponte de Lima e o território circundante. Ao abrigo desta parceria, o Exército Português cedeu do seu vasto espólio diversas peças (armas de fogo, armas brancas e outras) que integram a exposição permanente do CIHMPL.

Desta forma, a preocupação central deste Centro de Interpretação é o conhecimento da história local, dos seus lugares, suas gentes e protagonistas, procurando perpetuar memórias de factos históricos relevantes e consciencializar as populações de hoje para a importância desses episódios, bem como a necessidade de se envolverem efetivamente num projeto que é de todos os ponte-limenses e que engloba todo o território do concelho.

O programa expositivo, reflexo de um discurso museológico simultaneamente rigoroso e atraente, com recurso também às novas tecnologias, incorpora um vasto conjunto de materiais, desde réplicas, maquetes 3D, documentos gráficos, reproduções fotográficas, bem como algumas peças originais cedidas pelo Exército Português e por particulares, procurando também dar conta da evolução da indumentária militar e dos uniformes, bem como de diversas tipologias de armas.

O Centro de Interpretação da História Militar dispõe de várias salas, cada uma referente a uma época específica: da época antiga à época moderna, sempre numa perspetiva histórica evolutiva, exibindo os pergaminhos militares de Ponte de Lima.

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PROTOCOLO DE INTERCÂMBIO DE VISITAS ESCOLARES GRATUITAS ENTRE CAMINHA E CERVEIRA É UM EXEMPLO A SEGUIR EM TODA A REGIÃO!

Os municípios de Caminha e Vila Nova de Cerveira celebraram recentemente um protocolo de cooperação para intercâmbio de visitas escolares gratuitas aos espaços museológicos dos dois concelhos, dando assim início a uma programação lúdico-pedagógica conjunta que também agrega Melgaço.

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Com o objetivo de dar a conhecer os museus de referência entre municípios vizinhos, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira avançou com a constituição uma parceria intermunicipal com Caminha e Melgaço na área da educação, visando a promoção da qualidade da aprendizagem das crianças e jovens, com a programação de visitas escolares gratuitas a vários espaços dos três concelhos.

O referido protocolo visa criar condições para que os alunos do pré-escolar e do 1º ciclo dos concelhos de Caminha e de Melgaço possam explorar, de forma concertada e gratuita, o Aquamuseu do rio Minho e os Moinhos da Gávea, localizados em Vila Nova de Cerveira e, em contrapartida, as crianças cerveirenses a frequentar os mesmos níveis de ensino usufruam de uma visita à Torre do Relógio e ao Centro de Interpretação da Serra d'Arga - CISA, em Caminha e, por Melgaço, contactem de perto com o Núcleo Museológico da Torre de Menagem, as Ruínas Arqueológicas da Praça da República, o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, o Museu de Cinema de Melgaço – Jean LoupPassek, o Espaço de Memória e Fronteira e a Porta Lamas de Mouro.

As visitas escolares a estes espaços referenciados em cada concelho podem ocorrer durante o ano letivo, mas também durante as pausas letivas mediante calendarização previamente acertada.

Este intercâmbio constitui um exemplo a seguir por outros concelhos da nossa região, podendo mesmo estender-se a todo o Minho. Tal como referiu Fernando Nogueira, Presidente do município cerveirense, na cerimónia de celebração do protocolo, “Temos as nossas semelhanças, mas também aspetos diferenciadores em cada concelho. Acredito que a região, no seu todo, tem de desempenhar um papel interventivo na promoção e oferta das mais diversas vertentes, mais ainda quando se trata da melhoria das práticas pedagógicas e de um crescente envolvimento da comunidade educativa”.

CAMINHA E CERVEIRA CELEBRAM PROTOCOLO PARA LEVAR ALUNOS AOS MUSEUS DE AMBOS OS CONCELHOS

Assinado protoloco de cooperação para intercâmbio de visitas escolares a museus

Vila Nova de Cerveira e Caminha formalizaram, esta manhã, o processo de intercâmbio de visitas escolares gratuitas aos espaços museológicos dos dois concelhos, dando assim início a uma programação lúdico-pedagógica conjunta que também agrega Melgaço. A assinatura do protocolo de colaboração mútua contou com os autarcas Fernando Nogueira e Miguel Alves, acompanhados dos respetivos Vereadores da Educação Aurora Viães e Rui Fernandes.

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Com o objetivo de dar a conhecer os museus de referência entre municípios vizinhos, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira avançou com a constituição uma parceria intermunicipal com Caminha e Melgaço na área da educação, visando a promoção da qualidade da aprendizagem das crianças e jovens, com a programação de visitas escolares gratuitas a vários espaços dos três concelhos.

Durante a assinatura do protocolo entre Cerveira e Caminha, os dois autarcas, Fernando Nogueira e Miguel Alves, foram consensuais em reforçar a importância dos municípios não adotarem posições de concorrência entre si, mas de apostarem na cooperação em prol de uma oferta mais diversificada de condições e acessos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das respetivas populações. “Temos as nossas semelhanças, mas também aspetos diferenciadores em cada concelho. Acredito que a região, no seu todo, tem de desempenhar um papel interventivo na promoção e oferta das mais diversas vertentes, mais ainda quando se trata da melhoria das práticas pedagógicas e de um crescente envolvimento da comunidade educativa”, assegura Fernando Nogueira.

Na prática, o presente protocolo visa criar condições para que os alunos do pré-escolar e do 1º ciclo dos concelhos de Caminha e de Melgaço possam explorar, de forma concertada e gratuita, o Aquamuseu do rio Minho e os Moinhos da Gávea, localizados em Vila Nova de Cerveira e, em contrapartida, as crianças cerveirenses a frequentar os mesmos níveis de ensino usufruam de uma visita à Torre do Relógio e ao Centro de Interpretação da Serra d'Arga - CISA, em Caminha e, por Melgaço, contactem de perto com o Núcleo Museológico da Torre de Menagem, as Ruínas Arqueológicas da Praça da República, o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, o Museu de Cinema de Melgaço – Jean Loup Passek, o Espaço de Memória e Fronteira e a Porta Lamas de Mouro.

Após a assinatura entre as entidades envolvidas, o protocolo entra em vigor, sendo que cada agrupamento de escolas deve elaborar uma programação das visitas que pretenda efetuar para, posteriormente, dar conhecimento desse plano de atividades às entidades responsáveis, de modo a preparar a logística necessária para a sua concretização.

As visitas escolares a estes espaços referenciados em cada concelho podem ocorrer durante o ano letivo, mas também durante as pausas letivas mediante calendarização previamente acertada.

BRAGA DIVULGA FONTE DO ÍDOLO

‘Da Fonte Correm as Histórias’ e ‘hojÀfonte’

Actividades divulgam espaço museológico da Fonte do Ídolo

No âmbito da promoção e divulgação do espaço museológico Fonte do Ídolo, o Município de Braga promove, de Outubro a Dezembro, a actividade ‘Da Fonte Correm as Histórias’.

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Esta iniciativa, constituída por três sessões mensais, consiste no relato de um conjunto de histórias cantadas e musicadas por António Castanheira. A actividade, que começa por uma visita à Fonte Ídolo, destina-se ao público em geral, sendo privilegiados os alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclo do ensino básico.

Em Outubro, a actividade decorre nos dias 25, 27 e 28; em Novembro nos dias 8, 17 e 24; e em Dezembro nos dias 7, 13 e 20. Com início às 10h00, a duração de cada sessão é de aproximadamente uma hora e meia.

Atelier ‘hojÀfonte’ inicia-se em Novembro

‘hojÀfonte’ é o título de outra actividade que irá decorrer já a partir do próximo mês de Novembro na ‘Fonte do Ídolo’. Trata-se de um conjunto de visitas guiadas combinadas com ateliês pedagógicos que incluem a técnica de modelagem da porcelana fria para a construção de elementos que caracterizem aquele Monumento Nacional.

À semelhança da iniciativa anterior, a ‘hojÀfonte’ é também uma actividade mais direccionada para o público infanto-juvenil. As sessões têm a duração de duas horas, sendo que os ateliês se realizam às segundas-feiras. Esta iniciativa irá desenvolver-se até Janeiro do próximo ano.

Em ambas as actividades a participação é sujeita a marcação prévia junto da Câmara Municipal de Braga/Serviço de Arqueologia, através do número 253 218 011 ou pelo e-mail fonte.idolo@cm-braga.pt.

PONTE DE LIMA EXPÕE BRINQUEDOS MÁGICOS NO MUSEU DO BRINQUEDO PORTUGUÊS

Exposição no Museu do Brinquedo Português – Ponte de Lima. Brinquedos Mágicos – A Marca Arlo. 15 de outubro a 15 de abril de 2017

O Museu do Brinquedo Português, em Ponte de Lima, apresenta uma nova exposição temporária, intitulada “Brinquedos Mágicos – A Marca Arlo”.

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A mostra vai ser inaugurada no próximo dia 15 de outubro, às 17 horas, e vai ficar patente até 15 de abril de 2017.

A fábrica de Construções ARLO, fundada por Arnaldo Luizello da Rocha-Brito, nasceu em 1939 no Porto curiosamente na mesma data de uma também igualmente importante e famosa marca ligada à manufatura de jogos e brinquedos em Portugal: A MAJORA

Sita na Rua de Passos Manuel nº178, teve como objetivo principal a criação de caixas de construção de variados modelos nas suas mais variadas disciplinas temáticas, de forma a tentar proporcionar aos aficionados de trabalhos manuais a aquisição de modelos que após construídos, pudessem colmatar então, a onerosa obtenção de brinquedos e miniaturas importados, dado o grave período de contenção inerente à beligerante época e seu infeliz cortejo de calamidades inerente ao mundo de então.

A sua vertente de caixas de construção, que incluíam todo o material necessário à montagem dos modelos, apelando assim também à criatividade dos aficionados a esta tipologia de entretenimento, foi inclusive patenteada e pode considerar-se como sendo a pioneira deste género de passatempo a que modernamente se apelida como sendo a "montagem de kits".

A empresa extinguiu-se em 1964, por força da necessidade do espaço ocupado para o então já proeminente negócio de representação de automóveis tidos pela família desde 1916. Hoje a marca, essa ainda existente e registada mantém-se em mãos da quarta geração.

RODAGEM DE FILME ENCERRA TEMPORARIAMENTE NAVIO GIL EANNES

O Navio Museu Gil Eannes estará encerrado a visitas na próxima semana

A Fundação Gil Eannes informa que o Navio Gil Eannes estará encerrado a visitas de 9 a 14 de Outubro, devido a filmagens que vão decorrer a bordo do navio para a realização de um filme.

O filme intitula-se “9 Dedos” é uma co-produção franco-portuguesa da produtora “10:15 Production” e “O Som e a Fúria”, com realização de FJ Ossang.

O Navio Hospital Gil Eannes reabre a visitas no dia 15 de Outubro às 9H30.

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“TEMPOS DE PESCA EM TEMPOS DE GUERRA”: LIVRO VAI SER APRESENTADO NO NAVIO GIL EANNES

No próximo dia 1 de outubro, pelas 17H00, no Navio Gil Eannes será apresentado o livro “Tempos de Pesca em Tempos de Guerra” de Licínio Ferreira Amado.

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O livro retrata a história do bacalhoeiro O Maria da Glória, lugre de 3 mastros da praça de Aveiro que foi bombardeado a 5 de Junho de 1942 pelo submarino alemão U-94. Dos seus 44 tripulantes só 8 se salvaram.

“Tempos de Pesca em Tempos de Guerra” dá a conhecer aspectos da pesca do bacalhau nos mares do Atlântico Norte e da tragédia dos referidos tripulantes, mas também constitui, acima de tudo, uma sentida homenagem a todos os Homens do Mar.

NAVIO GIL EANNES INTEGRA AS “JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2016”

A Fundação Gil Eannes associa-se às comemorações das Jornadas Europeias do Património 2016, que decorre nos próximos dias 23, 24 e 25 de setembro, uma organização da Direção-Geral do Património Cultural em associação com o Conselho da Europa.

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O programa previsto consiste:

- na habitual “visita museológica” aos espaços do navio museu Gil Eannes, no período das 9h30 às 19h00;

- na visualização do documentário “Nos mares da memória… estórias de uma faina maior”, que relata a história da pesca do bacalhau durante 66 minutos;

a visita à exposição temporária “Medicina Interna – A Visão Global do Doente”: exposição organizada pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna em colaboração com a Fundação Gil Eannes, que tem como objetivo dar a conhecer o percurso histórico da Medicina Interna, especialidade que centra a abordagem na avaliação do doente como um todo, estudando as interações entre os vários órgãos e sistemas.

Este ano as Jornadas Europeias são subordinadas ao tema “Comunidades e Culturas” e tem como objetivo destacar e envolver as múltiplas formas de comunidade sejam de carácter cultural, religioso, filosófico, científico, desportivo ou recreativo, e outras que se preocupam pela proteção, desenvolvimento, utilização e organização dos seus próprios ambientes culturais, nas mais variadas formas.

PARTICIPANTES DO CAMPEONATO DO MUNDO DE VELEIROS ROBÓTICOS VISITAM NAVIO HOSPITAL GIL EANNES EM VIANA DO CASTELO

Grupo de participantes do World Robotic Sailing Championship visitou o NAVIO HOSPITAL GIL EANNES

No decorrer do Campeonato do Mundo de Veleiros Robóticos que decorreu em Viana do Castelo na semana de 5 a 10 de setembro, o navio museu Gil Eannes recebeu a visita de um grupo de 57 participantes daquele evento, vindos de Portugal (17), Espanha (5), França (7), Inglaterra (16), Nova Zelândia (2), Estados Unidos América (4), Finlândia (5) e Japão (1).

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Na sala de reuniões “José Hermano Saraiva”, o grupo assistiu a uma introdução histórica sobre o navio hospital e a pesca do bacalhau e posteriormente, circularam pelo percurso de visita, demonstrando grande interesse pela construção deste emblemático navio museu a qual remonta à década de 50, motivo de maior curiosidade em pequenos pormenores que encontraram ao longo da visita devido ao facto do grupo ter formação na área da navegação robótica – no desenvolvimento de veleiros autónomos.

O Navio Museu Gil Eannes está aberto a visitas todos os dias a partir das 9h30.

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VILA VERDE COMEMORA 3º ANIVERSÁRIO DO MUSEU DO LINHO

A freguesia de Marrancos, em Vila Verde, comemorou o 3º aniversário do Museu do Linho e recriou uma espadelada tradicional

A chama da tradição continua bem viva em Marrancos!

A freguesia de Marrancos voltou a celebrar a riqueza da herança cultural minhota com a recriação de uma tradicional Espadelada do Linho. A iniciativa, que teve lugar durante a tarde de ontem (3 de setembro), serviu também para festejar o terceiro aniversário do Museu do Linho, o único museu nacional dedicado integralmente ao ciclo do linho, desde a sementeira até aos belos bordados que chegam às nossas casas. S. Pedro deu uma ajuda e brindou organização e participantes com uma soalheira tarde de Verão.

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A recriação da espadelada abriu as hostilidades e deu o mote para uma viagem no tempo, que levou participantes e intervenientes a recuarem dezenas de anos na história vilaverdense. Trajadas a preceito, com as vestes de outrora, mais de duas dezenas de mulheres manuseavam as alfaias artesanais utilizadas no processo de transformação da viçosa e verdejante planta do linho, que depois da colheita ainda tem de percorrer várias etapas até chegar ao tear. De seguida, começou o encontro de cantares tradicionais do ciclo do linho, que contou com a participação da associação Cultural e Recreativa de Marrancos e de grupos convidados do vizinho concelho de Ponte de Lima. Para o final da tarde estava marcado um convívio à boa moda minhota com uma farta merenda e muita alegria à mistura.

Visitantes de vários continentes

Pelo meio, decorreram também algumas visitas guiadas ao Museu do Linho, que celebrava o terceiro aniversário. As visitas foram conduzidas pelo Sr. Abílio Ferreira, um especialista na matéria e um dos principais responsáveis pela preservação e divulgação desta prática ancestral, que divertidamente foi elucidando os visitantes sobre todo o ciclo do linho, desde a sementeira até ao tear. Com três anos de existência, o Museu do Linho conta já com milhares de visitantes vindos de vários pontos do planeta. Além de inúmeros países europeus, já recebeu visitas da Nova Zelândia, Argélia, Israel e Venezuela, entre outros.

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Valorizar a tradição e promover o território

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde não poupou elogios à organização do evento. António Vilela felicitou o presidente da ARC de Marrancos, Abílio Ferreira, o grande mentor do projeto e mecenas que doou o espólio existente no museu, e a presidente da Junta da União de Freguesias de Arcozelo e Marrancos, Anabela Fernandes, pelo afinco e determinação na divulgação desta prática ancestral que faz parte da cultura da nossa região. Um esforço meritório que permitiu preservar a tradição pela transmissão destes saberes às gerações mais novas e, em simultâneo, valorizar e promover o território.

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O linho e os Lenços de Namorados

“Hoje é um dia de particular felicidade por celebrarmos o aniversário do Museu, que representa as nossas origens, e por participarmos numa iniciativa de promoção da tradição e dinamização do território. Em tempos o linho foi importante na nossa economia e hoje consegue continuar a sê-lo. Esta herança cultural foi muito bem aproveitada e gera atratividade para o território, mobiliza a economia e o impulsiona o desenvolvimento”, afirmou o edil, recordando os belos bordados de linho que se faziam na região, entre os quais se destacaram os Lenços de Namorados, que hoje são um dos maiores ícones culturais vilaverdenses.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA INAUGURA EM PONTE DE LIMA CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA HISTÓRIA MILITAR

Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima – Inauguração Oficial a 10 de setembro – Por sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República, Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, preside à inauguração do Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima. Nesta cerimónia marcará ainda presença o Chefe do Governo de Andorra, Jaume Bartumeu. Este novo equipamento enquadra-se na estratégia de promoção de uma rede de equipamentos de vocação cultural e turística, de promoção dos recursos endógenos, do património histórico e religioso local.

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O edifício do Paço do Marquês, situado em pleno centro histórico de Ponte de Lima, vai transformar-se num espaço museológico. Este novo lugar de cultura, tendo como ponto de partida um protocolo entre o Município de Ponte de Lima e o Exército Português, vai denominar-se Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima.

O espaço pretende ser um museu vivo, interativo, abordando a história militar também no contexto da região e do país, mas com uma incidência especial sobre Ponte de Lima e o território circundante.

Desta forma, a preocupação central deste Centro de Interpretação é o conhecimento da história local, dos seus lugares, suas gentes e protagonistas, procurando perpetuar memórias de factos históricos relevantes e consciencializar as populações de hoje para a importância desses episódios, bem como a necessidade de se envolverem efetivamente num projeto que é de todos os ponte-limenses e que engloba todo o território do concelho.

O programa expositivo, reflexo de um discurso museológico simultaneamente rigoroso e atraente, com recurso também às novas tecnologias, incorporará um vasto conjunto de materiais, desde réplicas, maquetes 3D, documentos gráficos, reproduções fotográficas, bem como algumas peças originais cedidas pelo Exército Português e por particulares, procurando também dar conta da evolução da indumentária militar e dos uniformes, bem como de diversas tipologias de armas.

O Centro de Interpretação da História Militar vai dispor de várias salas, cada uma referente a uma época específica: da época antiga à época moderna, sempre numa perspetiva histórica evolutiva, exibindo os pergaminhos militares de Ponte de Lima.

A abertura oficial está marcada para o dia 10 de setembro, às 11h30, tendo como convidado especial o Presidente da República, Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.

Neste contexto, convidamos o V/ órgão de comunicação a acompanhar esta visita, a partir das 11h30, registando-se o primeiro momento no Monumento dos Combatentes em missão no Ultramar, sito na Praça da República.

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NAVIO GIL EANNES CONTINUA A BATER RECORDE DE VISITAS

O Navio Hospital Gil Eannes, atracado na antiga doca comercial de Viana do Castelo, bateu o recorde de visitas neste mês de Agosto.

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A Fundação Gil Eannes registou durante o mês de agosto de 2016, o melhor de sempre com 18 042 pessoas que passaram em visita por este emblemático navio.

De referência na cidade de Viana do Castelo, o Navio Hospital Gil Eannes aberto ao público desde Agosto de 1998, obteve de janeiro a agosto do corrente ano 49 860 visitas, ultrapassando assim o número de visitantes obtidos durante o ano de 2015 o qual encerrou com 47 659.

A Fundação Gil Eannes iniciou o ano 2016 com a abertura ao público de espaços que foram reabilitados na zona hospitalar como a sala de operações, sala de esterilização, sala de desinfeção, laboratório de análise, RX de emergência e ainda, duas enfermarias. Esta reabilitação que contou com o apoio de várias entidades vianenses.

É intenção da Fundação Gil Eannes continuar com novas reabilitações dos espaços que integram o percurso de visita bem como, até ao final do ano, surgirão novos eventos como exposições temporárias e palestras. Não esquecendo que o produto de merchandising foi renovado, novos produtos encontram-se à venda na loja de recordações do Gil Eannes.

Patente ao público até final de setembro, e integrada no percurso de visita, encontra-se a exposição “Medicina Interna – A Visão Global do Doente”.

O Navio Museu Gil Eannes pode ser visitado todos os dias das 9.30h às 19.00h.

A marcação de visitas guiadas a grupos deve ser feita atempadamente para o telefone 258 809 710 ou por emailvisitas@fundacaogileannes.pt

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GE - lab analises

VILA VERDE REALIZA FESTA DO LINHO

Marrancos organiza espadelada tradicional e festeja o 3º aniversário do Museu do Linho!

A tradição continua bem viva na freguesia de Marrancos, que organiza no próximo sábado (3 de setembro) a recriação da prática ancestral da espadelada do linho, garantindo a preservação dos saberes da cultura popular, que são transmitidos às gerações mais jovens.

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Uma iniciativa aberta a toda a população, em que vilaverdenses e visitantes poderão assistir ao vivo aos vários processos artesanais de transformação da planta do linho. A iniciativa vai decorrer nas imediações do Museu do Linho, que celebra o 3º aniversário. Este é o único museu nacional dedicado integralmente ao ciclo do linho, desde a sementeira até aos belos bordados que chegam às nossas casas.

O evento arranca pelas 15h30, com a recriação das várias etapas do ciclo do linho. Os trajes de outrora, as alfaias agrícolas, os métodos artesanais… tudo como manda a tradição. Uma espadelada preparada a preceito para levar os visitantes numa autêntica viagem no tempo à descoberta da herança cultural da região minhota. Pelo meio são esperadas as divertidas visitas dos ‘Mascarados Sem Juízo’, que vêm animar a festa com as suas diabruras. Uma hora mais tarde começa o encontro de cantares tradicionais do ciclo do linho, que conta com a participação da associação local e de grupos convidados.

Visitas guiadas, folclore e uma boa merenda

Durante a tarde, os interessados podem ainda participar numa das visitas guiadas ao Museu do Linho. A animação continua pela tarde dentro, com a atuação do Rancho Folclórico de Marrancos, que deverá começar às 17h30, seguindo-se um encontro de concertinas, cantares e danças minhotas. Ao final da tarde, pelas 19h00, é hora de repor energias e aconchegar o estômago com uma farta merenda à boa moda minhota. Espera-se uma tarde carregada de simbolismo e com muita animação à mistura, numa mostra genuína do verdadeiro pulsar do mundo rural e da cultura popular.

Décadas a recriar a espadelada do linho

A recriação da espadelada tradicional do linho é começou a ser organizada na freguesia ainda nos anos oitenta do século passado, impulsionado pelo especialista local, Abílio Ferreira, numa ação que permitiu preservar e divulgar esta tradição local. A iniciativa é organizada pela Associação Cultural e Recreativa de Marrancos em conjunto com a União de Freguesia de Marrancos e Arcozelo e insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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AMADEU COSTA FOI O GRANDE DIVULGADOR DAS MAIS GENUÍNAS TRADIÇÕES DAS GENTES DE VIANA DO CASTELO

Vianenses pretendem que seja prestada a homenagem que lhe é devida

Amadeu Costa é uma figura incontornável da cultura tradicional de Viana do Castelo, pelo estudo e divulgação que dela realizou ao longo de toda a sua vida. A ele se deve, entre outros aspetos, o incansável estudo dedicado a Viana do Castelo e aos usos e costumes locais, mormente o traje tradicional, além da organização das Festas de Nossa Senhora d'Agonia.

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Em devido tempo, a Câmara Municipal de Viana do Castelo publicou as suas obras completas. Na coleção dedicada ao folclore conta-se “Festas e tradições populares (2001), “Traje, artesanato e tradição” (2012), “Tradições da Ribeira” (1998). Por seu turno, a coleção “História e Memórias de Viana” inclui “Figuras e personalidades”, “Sítios, monumentos e obras de arte”, “Teatro” e “Tradições várias”

A Amadeu Costa deve Viana do Castelo, em grande medida, a criação de um museu dedicado ao traje regional – o Museu do Traje – o qual veio a instalar-se em 1996, no edifício do Banco de Portugal.

Foi ele que organizou a exposição Traje Regional, a primeira que aqui se realizou e, no ano seguinte, organizou também a exposição que marcou a inauguração do Museu: Ambientes Regionais e Trajes, razão pela qual foi atribuído o seu nome a uma das suas salas do Museu do Traje. Um museu, aliás, que deveria merecer maior atenção por parte de muitos responsáveis de grupos folclóricos representativos da nossa região com vista a uma representação mais rigorosa dos nossos trajes tradicionais.

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Há 5 anos, os seus descendentes doaram ao Museu do Traje de Viana do Castelo uma valiosa coleção de trajes que pertenciam a Amadeu Costa, a qual inclui algibeiras, aventais, saias, coletes, casacas, camisas, lenços, calçado, meias, toalhas e trajes de homem e mulher.

Garantem muitos vianenses que, no seu tempo, por ocasião das Festas de Nossa Senhora d’Agonia, Amadeu Costa não autorizava a entrada no cortejo de meninas com unhas pintadas ou de gel, com maquilhagem ou outros assessórios que desvirtuam a autenticidade da representação das nossas tradições, condição que nos tempos que correm parece não estar completamente garantida.

O semanário vianense “Falcão do Minho” apresenta o ilustre etnógrafo nos seguintes termos: “Amadeu Costa, de seu nome completo Amadeu Alberto Lima da Costa, nasceu no Bairro da Ribeira, mais propriamente na Rua do Loureiro (no troço hoje denominado Rua Monsenhor Daniel Machado), a 23 de Outubro de 1920, filho de Manuel José Costa, piloto-mor da Barra do Porto de Viana do Castelo.

O seu espírito aberto, a sua inata simpatia, a sua admirável comunicabilidade, a bonomia, tolerância e humildade de que sempre deu provas, fizeram dele uma pessoa muito considerada e respeitada.

Amadeu Costa dedicou-se à investigação e a interpretar, nos mais íntimos pormenores, os usos e costumes e as tradições tanto da cidade (principalmente da Ribeira) como de todo o concelho.

Todo esse imenso saber que adquiriu, aliado à sua fina sensibilidade para as artes e bom gosto de decorador, revelaram Amadeu Costa em diversificados eventos e dotaram-no de um aureado estatuto de artista no campo da decoração, etnografia, caligrafia, etc. Em reforço de tudo isto, deve dizer-se que, além da família, ou juntamente com ela, a Princesa do Lima era a sua grande paixão. Na realidade, foram inúmeras as actividades desenvolvidas e promovidas por Amadeu Costa em prol da manutenção dos costumes, das tradições e da cultura regional.”

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MUSEU DO BRINQUEDO DE PONTE DE LIMA PARTICIPA EM JORNADAS NA GUARDA

Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima nas jornadas internacionais e nos jogos tradicionais a decorrer na Guarda

O Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima vai marcar presença numa ação de índole cultural, a acontecer a 22 de agosto na Guarda.

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A iniciativa é promovida pela Associação de Jogos Tradicionais da Guarda e consta de uma exposição subordinada ao tema “Brincadeira ao longo do tempo” temática que se enquadra na ação do Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima.

Esta mostra está incluída nas jornadas internacionais de jogos tradicionais que esta associação está a promover até outubro.

O Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima, associa-se a este evento como forma de contribuir para a promoção e conhecimento da história do Brinquedo Português, apresentando as suas peças, que constam de brinquedos e outras peças representativas do Museu.

Para conhecer melhor este espaço de cultura, brincadeira e tradição, visite o Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima, de terça a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18 horas.

MUSEU DE PAREDES DE COURA RECEBE FESTA DO EMIGRANTE

Lançamento do catálogo da exposição “Impressão Digital”

9 agosto | 20h00 | Paredes de Coura

O Museu Regional de Paredes de Coura volta a acolher esta terça-feira, 9 de agosto, pelas 20h00, a Festa do Emigrante. Uma manifestação de alegria, afetos e boas vindas a estes filhos da terra com os quais os courenses têm uma “dívida de gratidão e reconhecimento”.

“Os emigrantes são pessoas corajosas, dispostas aos maiores sacrifícios e a fazer aquilo que nunca fizeram em prol das suas famílias e do bem-estar daqueles que lhes são mais próximos”, acrescentou o presidente da Câmara de Paredes de Coura, Vitor Paulo Pereira, que mais uma vez elegeu o Museu Regional como o espaço privilegiado para receber tão ilustres courenses.

Petiscos tradicionais e muita música, nomeadamente pelo Grupo de Cantigas da Associação de Padornelo e pelo Grupo de Cantares Ré Maior da Associação de Mozelos dão as boas vindas a estes filhos da terra, num reencontro em ambiente descontraído com courenses dos quatro cantos do Mundo: “Queremos criar um ambiente familiar de regresso a casa, a esta que é a casa de nós todos”, explica Vitor Paulo Pereira, para quem a música e os cantares tradicionais “contribuirão para criar a desejada atmosfera familiar”, à qual também se juntam as indispensáveis iguarias e petiscos do Alto Minho e tão características de Paredes de Coura.

Aproveitando o simbolismo da iniciativa, será também lançado o catálogo da exposição “Impressão Digital em Terras de Coura”, concebida por Cláudia Freire e Jorge Murteira, que recentemente foi galardoada com uma menção honrosa do Prémio Inovação e Criatividade atribuído pela APOM – Associação Portuguesa de Museologia.

Num calendário recheado de iniciativas, a Festa do Emigrante é mais um dos pontos altos destas Festas do Concelho que se prolongam até 14 de agosto -- o Dia do Concelho é a 10 de agosto --, e que trazem a Paredes de Coura muita música, zés pereiras, grupos de bombos, ranchos folclóricos, bandas de música, cortejo etnográfico, fogo-de-artifício e a majestosa procissão em honra de Nossa Senhora das Dores. Há ainda a registar os arraiais noturnos com os Kalhambeke, Hugo Band, Orquestra Royal e Night Shadow, que oferecem por estes dias um colorido ímpar a esta vila no coração do Alto Minho.

ARQUIVO MUNICIPAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA E AQUA MUSEU DO RIO MINHO RECEBEM CERTIFICADO DE QUALIDADE

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, recebeu, esta quarta-feira, das mãos do representante da AENOR, Dr. Luís Osório, o Certificado de Sistema de Gestão da Qualidade, atestando o Arquivo Municipal e o Aquamuseu do rio Minho. Autarquia pretende que esta primeira certificação seja exemplo para implementar noutros serviços.

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Esta certificação consiste numa avaliação realizada por um organismo certificador devidamente acreditado, reconhecendo que estes dois serviços do Município de Vila Nova de Cerveira cumprem todos os requisitos da norma internacional ISO 9001:2008, e que incorporam nas suas atividades importantes princípios de gestão, como a focalização nos clientes, liderança, envolvimento das pessoas e melhoria contínua.

Durante a cerimónia simbólica de entrega do certificado e da bandeira, o autarca cerveirense sublinhou que “reunindo vontades, potenciando sinergias e adquirindo uma visão empreendedora com horizonte no desenvolvimento sustentável, o Município assume a Política de Qualidade como um exercício de modernização administrativa dos serviços públicos e da gestão autárquica”. Felicitando o empenho e trabalho dos colaboradores na concretização de um processo bastante exigente e difícil, Fernando Nogueira realçou a aposta na qualidade e inovação, e que este reconhecimento “é um bom exemplo de que estamos e queremos continuar a prestar o melhor serviço aos nossos munícipes”. E assegurou: “Está lançada a semente, pois o desafio é alargar a certificação de qualidade a novas áreas municipais, mas com passos firmes”.

O representante da AENOR, Dr. Luís Osório, felicitou o Município pelo excelente trabalho desenvolvido em prol da implementação do Sistema da Gestão de Qualidade que se traduz “numa demonstração de inteligência e de uma estrutura de conhecimento que fica no Município, independentemente da política”.

De sublinhar que a Câmara Municipal tem procurado acompanhar a evolução tecnológica e os seus benefícios, tendo na política de proximidade um eixo prioritário de ação. Desta forma, o processo de implementação da Política de Qualidade visa apresentar novas soluções que contribuam para um salto qualitativo do desempenho interno com repercussões na facilidade de acesso à informação e na celeridade de resposta às necessidades e expetativas dos Munícipes.

MUSEU DE CAMINHA ACOLHE SESSÃO SOBRE A ABERTURA DE CANDIDATURAS NO ÂMBITO DO DLBC RURAL – MEDIDA 10. LEADER DO PDR2020

Sessão de divulgação vai decorrer na quarta-feira, dia 20 de julho, pelas 10 horas

O Museu Municipal de Caminha vai acolher uma sessão de esclarecimento para divulgação da abertura e prazo de candidaturas no âmbito do DLBC Rural – Medida 10. Leader do PDR2020, no dia 20 de julho, pelas 10 horas. A sessão dirige-se à população ligada ao setor agrícola.

Esta sessão vai ser promovida pela ADRIMINHO em parceria com a Câmara Municipal de Caminha e visa apresentar as oportunidades de financiamento disponíveis para investimentos na área agrícola, incluídas nas medidas a gerir pela ADRIMINHO, nomeadamente: Pequenos investimentos na exploração agrícola (prazo de candidatura - 1 de julho a 15 de setembro) e Pequenos investimentos na transformação e comercialização de produtos agrícolas (prazo de candidatura - 1 de julho a 30 de setembro). 

A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória. Assim, os interessados deverão proceder à respetiva inscrição através do email ambiente@cm-caminha.pt ou dos telefones 258721708 / 914476461.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO COMEMORA ONZE ANOS DE EXISTÊNCIA

O Aquamuseu assinala, entre 8 e 10 de julho, o seu XI aniversário com atividades para todas as idades. ‘Dormir com os peixes’ e o Concerto ‘Portugal no Festival Eurovisão da Canção – Coro Infantojuvenil de Vila Nova de Cerveira’ são os destaques deste ano.

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De referência ibérica, o Aquamuseu do rio Minho propõe três dias de festa,em Vila Nova de Cerveira, com um vasto e gratuito programa de atividades dedicados à comunidade e visitantes.

As comemorações começam já na sexta-feira, 8 de julho, pelas 14h00, com a atividade “Aquaciência – Sedimentos com vida”,onde os jovenssão convidados a serem biólogos por um dia através do contacto com as metodologias de investigação da Biologia e Ecologia Aquática.Direcionada a jovens dos 15 aos 18 anos, esta iniciativa implica marcação prévia.

No sábado, para além das visitas guiadas e do ateliê “Pintar a Natureza, irá decorrer a atividade “Dormir com os peixes”, que volta a proporcionar às crianças,dos 7 aos 13 anos,a experiência única de passar uma noite junto dos aquários a ouvir histórias e a contactar com as espécies. Esta atividade possui um limite de 25 participantes e está sujeita a inscrição.

Outro ponto alto deste aniversárioserá o concerto “Portugal no Festival Eurovisão da Canção” do Coro Infantojuvenil de Vila Nova de Cerveira. Durante cerca de uma hora, poderá viajar no tempo com este espetáculo que apresenta músicas desde os anos 60 até aos dias de hoje.

O último dia de comemorações, domingo, 10 de julho, para alémda animação infantil (15h30-17h00) reserva, ainda, uma visita guiada gratuitapara miúdos e graúdos(10h30), sendo que o Museu terá entrada livre durante a tarde.

De salientar que oAquamuseudo rio Minho possui uma área de exposição permanente, que se divide no Aquário Público do Rio onde os visitantes simulam uma viagem ao longo do rio Minho, desde a nascente até à foz e têm a oportunidade de conhecer cerca de 60 espécies de peixes, moluscos e crustáceos da região. Por outro lado, no Museu das Pescas mantém-se viva a memória da atividade da pesca artesanal, mostrando utensílios, maquetas de barcos, documentos e artes de pesca.

As inscrições nas atividades poderão ser feitas por telefone (251 708 026) ou via email (aquamuseu@cm-vncerveira.pt).

Programa

Sexta-feira, 8 de julho

14h00 – Aquaciência “Sedimentos com Vida”1

Sábado, 9 de julho

10h30 – Visita guiada gratuita

14h30 – Ateliê “Pinta a Natureza”

16h00 – Visita guiada gratuita

21h00 – Receção das crianças – Atividade “Dormir com os peixes”2

21h30 – Portugal no Festival Eurovisão da Canção – Coro Infantojuvenil de Vila Nova de Cerveira

(Local: Jardim do Aquamuseu / Organização: Pauta de Caprichos – Associação Musical de Vila Nova de Cerveira)

Domingo, 10 de julho

10h30 – Visita guiada gratuita

14h00 – 18h00 – Entrada gratuita

15h30 – 17h00 – Animação infantil

1Atividade direcionada para jovens dos 15 aos 18 anos. Marcação prévia no Aquamuseu do Rio Minho.

2 Atividade dirigida a crianças dos 7 aos 13 anos de idade, e é limitado a 25 crianças. Requer inscrição prévia no Aquamuseu do Rio Minho

CERVEIRA INCENTIVA VISITAS AOS MUSEUS

Cerveira, Caminha e Melgaço dinamizam intercâmbio de visitas escolares a museus

Procurando dar oportunidade de conhecer os espaços museológicos de referência entre municípios vizinhos, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira vai celebrar um protocolo de colaboração mútua com Caminha e Melgaço para a programação de visitas escolares gratuitas a vários museus dos três concelhos.

Aquamuseu Exterior.jpga prática, o presente protocolo visa criar condições para que os alunos do pré-escolar e do 1º ciclo dos concelhos de Caminha e de Melgaço possam explorar, de forma concertada e gratuita, o Aquamuseu do rio Minho e os Moinhos da Gávea, localizados em Vila Nova de Cerveira e, em contrapartida, as crianças cerveirenses a frequentar os mesmos níveis de ensino usufruam de uma visita à Torre do Relógio e à Arte na Leira da Serra d’Arga, em Caminha e, por Melgaço, contactem de perto com o Núcleo Museológico da Torre de Menagem, as Ruínas Arqueológicas da Praça da República, o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, o Museu de Cinema de Melgaço – Jean Loup Passek, o Espaço de Memória e Fronteira e a Porta Lamas de Mouro.

Com entrada em vigor no início do próximo ano letivo, cada agrupamento de escolas deve elaborar uma programação das visitas que pretenda efetuar para, posteriormente, dar conhecimento desse plano de atividades às entidades responsáveis, de modo a preparar a logística necessária para a sua concretização. As visitas escolares a estes espaços referenciados em cada concelho podem ocorrer durante o ano letivo, mas também durante as pausas letivas mediante calendarização previamente acertada.

Com este intercâmbio de visitas escolares, os Municípios de Vila Nova de Cerveira, Caminha e Melgaço apostam num contínuo processo de aperfeiçoamento do serviço público de educação no desiderato estratégico de promoção da qualidade da aprendizagem das crianças e jovens, através de respostas mais eficazes e mensuráveis que permitam uma melhoria das suas práticas pedagógicas e de um crescente envolvimento da comunidade educativa proporcionado pela cooperação entre os municípios da região.

O presente protocolo já aprovado pela autarquia cerveirense em reunião de Câmara e vai ser remetido à apreciação e votação da Assembleia Municipal, e também à União de Freguesias de Reboreda e Nogueira para que o analisem no que diz respeito ao Núcleo Interpretativo dos Moinhos da Gávea.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO PROPÕE ATIVIDADES AOS MAIS JOVENS

II Aquaciência propõe atividades para todas as sextas-feiras de julho

O Aquamuseu do rio Minho volta a desafiar os jovens a serem biólogos por um dia. A segunda edição do Aquaciência decorre todas as sextas-feiras de julho, com temáticas diferentes. Inscrições estão abertas.

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Fora ou dentro de portas, o Aquamuseu do rio Minho propõe a aprendizagem interativa e divertida em tempo de férias escolares através de um conjunto de atividades.

OAquaciência pretende promover o conhecimento sobre as metodologias de investigação e o espírito científico relativo a diferentes temas da área da Biologia e Ecologia Aquática. O objetivo é explorar a componente prática da investigação, dividida entre o laboratório e o rio, e permitir que os participantes, de uma forma descontraída, participem em ações cujo conhecimento adquirido lhes possa ser útil ao percurso académico e como cidadãos.

Dirigido a grupos de 15 jovens com idades entre os 15 e os 18 anos, a calendarização dos temas será a seguinte: ‘Água: suporte de vida e poluentes’ (01 de julho); ‘Sedimentos com vida?’ (08 de Julho); ‘Plâncton do mar ou do rio?’ (15 de julho); ‘Espécies Exóticas’ (22 de julho); ‘Peixes’ (29 de julho).

Os interessados podem inscrever-se no Aquamuseu do Rio Minho através do telefone 251 708 026 ou email: aquamuseu@cm-vncerveira.pt.

O II Aquaciência decorrerá todas as sextas-feiras de julho, das 14h00 às 18h00, no Aquamuseu do rio Minho.

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE MUSEOLOGIA DISTINGUE MUSEU DO ALVARINHO COM PRÉMIO NACIONAL DE MUSEOLOGIA

Com pouco mais de um ano de existência, a Associação Portuguesa de Museologia considerou o Museu do Alvarinho como um dos três melhores no país na categoria “Coleção visitável”. Um orgulho para todos os monçanenses.

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O Museu do Alvarinho foi distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia com um dos prémios nacionais de museologia 2016: Prémio Coleção Visitável. A cerimónia de entrega de prémios decorreu na passada sexta-feira, no Museu do Dinheiro, em Lisboa, tendo contado com a presença da Vice-Presidente da Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares.

Congratulando-se com a distinção, Conceição Soares revela que o reconhecimento do Museu do Alvarinho no contexto nacional é sinal que o objetivo de promoção do município, assente na criação de locais visitáveis, é o caminho correto para a preservação do património construído e fortalecimento da nossa identidade cultural.

“Em pouco mais de um ano, o Museu do Alvarinho tornou-se uma referência no território nacional, destacando-se pela qualidade expositiva, capacidade interativa e afluência de público” adianta Conceição Soares, frisando: “Este reconhecimento sabe bem porque evidencia, com clareza, que a nossa estratégia está certa”.

Os prémios nacionais de museologia tem como finalidade distinguir a imaginação e criatividade dos museus portugueses, bem como o seu contributo efetivo na melhoria da qualidade daqueles espaços. Constitui também uma forma de garantir mais visibilidade ao que de melhor se faz em Portugal no âmbito da museologia.

Promovidos pela Associação Portuguesa de Museologia, dividem-se em várias categorias. A saber: melhor museu português, melhor exposição, melhor incorporação (depósito, doação e aquisição), melhor intervenção em conservação e restauro, melhor projeto internacional, melhor coleção visitável, melhor estudo sobre museologia e melhor trabalho jornalístico.

Museu do Alvarinho inaugurado a 28 de fevereiro de 2015

O Museu do Alvarinho, localizado na Casa do Curro, imóvel do século XVII, foi inaugurado no dia 28 de fevereiro do último ano, contabilizando, no primeiro ano de vida, a visita de cerca de 12 mil pessoas de diferentes idades e nacionalidades. Sensivelmente 25 por cento dos visitantes foram estrangeiros.

Com um investimento próximo dos 150 mil euros com comparticipação PRODER de 90 mil euros, o Museu do Alvarinho assume-se, cada vez mais, como um espaço de promoção e degustação daquele produto demarcado e singular com elevada importância na economia de muitas famílias monçanenses.

Distribuído por diferentes áreas, este espaço proporciona aos visitantes uma autêntica viagem pelo mundo deste famoso néctar, disponibilizando informação sobre a origem, evolução e empresas dedicadas à produção deste verdadeiro suporte da identidade cultural e histórica do concelho.

As empresas de Vinho Alvarinho com produto rotulado, tantas e tantas vezes premiadas em concursos nacionais e internacionais, encontram neste espaço “uma porta de acesso” para a valorização dos seus produtos, bem como um “ponto de encontro” para provas comentadas, encontros promocionais e estabelecimento de parcerias negociais. 

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NÚCLEO MUSEOLÓGICO TORRE DE LAPELA RECEBE 158 VISITANTES NO PRIMEIRO FIM-DE-SEMANA ABERTO AO PÚBLICO

86 cidadãos nacionais e 72 estrangeiros. Números oficiais de afluência de público no primeiro fim-de-semana. Com entrada gratuita, nova valência cultural permanecerá aberta, até finais de setembro, no seguinte horário: sexta-feira (14h00/19h00) e sábados e domingos (10h00/12h30 e 14h00/19h00).

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 Inaugurado no dia 27 de maio, o Núcleo Museológico Torre de Lapela assume-se como mais um valioso cartão-de-visita cultural e turístico do concelho de Monção. Este fim de semana abriu ao público pela primeira vez, tendo recebido a visita de 158 pessoas, 86 nacionais e 72 estrangeiros.

Com entrada gratuita, o novo equipamento cultural permanecerá aberto, até finais de setembro, no seguinte horário: sexta-feira (14h00/19h00) e sábados e domingos (10h00/12h30 e 14h00/19h00).

A Torre de Menagem de Lapela, conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho agora batizada como Núcleo Museológico Torre de Lapela, mantem a sua postura imponente e mostra uma silhueta mais atraente, garantindo um maior contacto com a história local e uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional de Lapela e margem galega.

A nova valência turística do concelho de Monção englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes. No total, cerca de 70 mil euros financiados no âmbito do “QREN – Valorização e Qualificação Ambiental – Eixo III – Património Cultural”.

Para o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, o Núcleo Museológico Tore de Lapela reforçaa aposta empenhada e responsável do atual executivo na efetivação da estratégia municipal assente na valorização do património construído e na revitalização da memória coletiva dos monçanenses.

Imóvel classificado como monumento nacional desde 23 de junho de 1910, a Torre de Menagem de Lapela constitui uma edificação com elevado significado histórico-cultural e um apelativo enquadramento sobre a envolvente fluvial e paisagística.  

Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o troço internacional do rio Minho.

NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO CASTELO DE LINDOSO DOI VISITADO POR PERTO DE 3.900 PESSOAS ESTE ANO

Cerca de 600 no arranque do aniversário

Cerca de 600 pessoas visitaram o Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso nos dias 21 e 22 de maio. No arranque das comemorações dos 20 anos daquele espaço, na Torre de Menagem do Castelo de Lanhoso, a Câmara Municipal ofereceu visitas gratuitas. Os números dão conta, porém, que, desde o início do ano, bem perto de 3900 pessoas entraram naquele local, ou seja, quase mais duas mil do que em igual período de 2015.

Mensagens no sobreiro

O programa do início das comemorações englobou ainda a abertura da instalação artística “Manto de Papoilas no Castelo”, elaborada em colaboração com Centros de Convívio e IPSS’s do nosso concelho; e a segunda edição de “O concerto ainda mais pequeno do mundo”, no interior do Núcleo, para cerca de 30 pessoas. Houve ainda oportunidade para deixar mensagens no sobreiro existente na praça de armas.

“O núcleo museológico é um dos atrativos para quem visita o nosso ex libris que é o Castelo de Lanhoso. Estamos satisfeitos por tanta gente ter aproveitado a oportunidade de vir até aqui, neste primeiro fim de semana de comemorações. Aproveito para lembrar que, até ao final do ano, teremos outras atividades comemorativas e espero que as pessoas adiram. A instalação artística que inaugurámos na sexta-feira e o concerto foram mesmo momentos inesquecíveis”, refere o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista.

Promovidas pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, estas comemorações irão encerrar no Dia Nacional dos Castelos (7 de outubro).

Mas até lá o programa prevê ainda mais exposições (entre julho e outubro), mais música (julho e agosto) e atividades ao ar livre, como caminhadas (agosto) e um acampamento (setembro), para além de um mercado medieval (julho).

Em 2015, 10 mil pessoas visitaram o Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso, espaço museológico inaugurado a 28 de outubro de 1996. Desde então, tem-se assumido como uma referência patrimonial e cultural para o concelho povoense.

Em 2010, o Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso sofreu uma profunda reformulação do espaço expositivo, destacando-se a maior visibilidade conferida às paredes e às siglas aí inscritas e a criação de mais um piso, através do qual é possível observar não só a laje onde a torre foi erguida, mas também um monumento descoberto no decorrer dos trabalhos arqueológicos e que se suspeita ser pré-romano.

Estas comemorações integram também essa mesma estratégia de divulgação e dinamização turística e cultural do ex-libris do concelho, ou seja, o Castelo de Lanhoso.

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MONÇÃO INAUGURA NÚCLEO MUSEOLÓGICO NA TORRE DE LAPELA

Cerimónia teve lugar ao final da tarde da última sexta-feira, 27 de maio, inserindo-se na estratégia municipal de promoção do território concelhio através da requalificação do património construído e revitalização da memória coletiva dos monçanenses. A Sentinela do Minho, conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho, assume-se agora como um valioso cartão-de-visita do concelho que contribuirá para colocar Monção no roteiro turístico nacional, no mapa dos lugares atrativos e no GPS de quem procura boas sensações.

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A Torre de Menagem de Lapela, conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho agora batizada como Núcleo Museológico Torre de Lapela, mantem a sua postura imponente e mostra uma silhueta mais atraente para receber munícipes e visitantes, garantindo um maior contacto com a história local e uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional de Lapela e margem galega.

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Inaugurada na passada sexta-feira ao final da tarde, a nova valência turística do concelho de Monção englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes. No total, cerca de 70 mil euros financiados no âmbito do “QREN – Valorização e Qualificação Ambiental – Eixo III – Património Cultural”.

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A presidir à inauguração esteve o Diretor Regional da Cultura do Norte, António Ponte, contando-se ainda as presenças, entre outros, dos deputados na Assembleia da República Portuguesa, José Manuel Carpinteira e Sandra Pontedeira, e os autarcas galegos de Salvaterra de Miño, Arturo Grandal Vaqueiro, e de As Neves, Xosé Manuel Rodríguez Méndez.

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Após historiar o conturbado processo de sobrevivência do Castelo de Lapela ao longo dos séculos, o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, sublinhou a aposta empenhada e responsável do atual executivo na valorização do património construído e na revitalização da memória coletiva dos monçanenses.

Lembrou a conclusão recente de obras importantes de cariz cultural e turístico como a Loja Interativa de Turismo, o Museu do Alvarinho e o Centro Cultural do Vale do Mouro e o arranque no terreno de outros equipamentos igualmente relevantes. Casos da Casa da Música, futura sede da Banda Musical de Monção, e requalificação do antigo balneário termal.

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Investimentos que, adiantou, têm um único propósito: “beneficiação de locais memoráveis e criação de espaços visitáveis que coloquem a nossa comunidade no roteiro turístico nacional, no mapa dos lugares atrativos e no GPS de quem procura boas sensações”.

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Razão que leva o município a “continuar neste caminho de valorização do património monumental local e enriquecimento da nossa oferta turística junto dos visitantes” com o objetivo de “fazer com que os monçanenses vendam os produtos de excelência que criam quer seja no vinho, gastronomia e lazer quer seja com a hospitalidade e simpatia que nos carateriza”.

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“O Núcleo Museológico Torre de Lapela insere-se nesta estratégia de promoção do território concelhio, passando, desde hoje, a ser mais um valioso cartão-de-visita da nossa terra” adiantou Augusto de Oliveira Domingues, terminando com uma sugestão: “aconselho vivamente uma visita ao interior e subida ao topo para apreciarem uma paisagem fabulosa do rio e da outra margem”.

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Imóvel classificado como monumento nacional desde 23 de junho de 1910, a Torre de Menagem de Lapela constitui uma edificação com elevado significado histórico-cultural e um apelativo enquadramento sobre a envolvente fluvial e paisagística.

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Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o troço internacional do rio Minho.

MONÇÃO INAUGURA NÚCLEO MUSEOLÓGICO “TORRE DE LAPELA”

Imóvel histórico, classificado como monumento nacional desde 23 de junho de 1910, abre ao público no dia 27 de maio, sexta-feira, pelas 21h00, permitindo um maior contacto com a história e uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional de Lapela e margem galega.

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Os trabalhos de requalificação estão concluídos e o Núcleo Museológico Torre de Lapela já tem data marcada para a abertura ao público. Será no dia 27 de maio, sexta-feira, pelas 21h00, no âmbito das festas concelhias do Corpo de Deus/Festa da Coca

A empreitada, adjudicada por cerca de 70 mil euros com financiamento no âmbito do “QREN – Valorização e Qualificação Ambiental – Eixo III – Património Cultural”, englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes.

Trata-se, segundo o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, de uma aposta clara do atual executivo na valorização do património construído e na revitalização da memória coletiva dos monçanenses, assumindo-se como mais um motivo de visita para quem se desloca a Monção. Convida: “Aconselho vivamente uma subida à torre porque a paisagem é simplesmente magnífica”

Imóvel classificado como monumento nacional desde 23 de junho de 1910, a Torre de Menagem de Lapela constitui uma edificação com elevado significado histórico-cultural e um apelativo enquadramento paisagístico sobre o casario tradicional de Lapela, rio Minho e margem galega.

Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o troço internacional do rio Minho.

Edificação com valor histórico e cultural, a sua construção é austera e minimalista, onde o supérfluo não existe e a beleza reside na simplicidade. Apresenta uma tipologia de torre isolada, com remate ameado e acesso principal e único num patamar elevado.

Cumprindo a sua função defensiva na linha do rio Minho, possui cisterna, paredes em alvenaria de granito aparelhado com 2,5 metros de espessura e passadiço ao nível da cobertura, terminado em telha tradicional. Tem 27 metros de altura e cerca de 11,50 metros de largura.

Nos últimos anos, talvez derivado da proximidade da Ecopista do Rio Minho, a torre de menagem tem sido muito procurada por turistas nacionais e estrangeiros. A dificuldade e precaridade do acesso ao interior e à cobertura, tem constituído, no entanto, uma grande adversidade para a promoção deste espaço singular.

Situação que será agora ultrapassada com a sua abertura ao público, passando Monção a contar com mais um local visitável. Desta vez, emoldurado num cenário verdejante aprazível debruçado sobre o Pai Minho, como gentilmente os galegos tratam o rio Minho.

VIANA DO CASTELO APRESENTA EXPOSIÇÃO MEDICINA INTERNA NO NAVIO GIL EANNES

Inauguração da exposição Medicina Interna no Navio Gil Eannes

Ontem foi inaugurada a exposição temática de “Medicina Interna – A Visão Global do Doente”, na sala de exposições temporárias do navio museu Gil Eannes, a qual contou com a presença de José Maria Costa, Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da Fundação Gil Eannes, Manuel Teixeira Veríssimo, Presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, José Martins Nunes, Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar dos Hospitais da Universidade de Coimbra e António Arnault, considerado o pai do serviço nacional de saúde.

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Exposição organizada pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna em colaboração com a Fundação Gil Eannes, que tem como objetivo dar a conhecer o percurso histórico da Medicina Interna, especialidade que centra a abordagem na avaliação do doente como um todo, estudando as interações entre os vários órgãos e sistemas. Integrada no âmbito do Congresso de Medicina Interna, organizado em Viana do Castelo, esta exposição pode ser visitada até 30 de setembro das 9h30 às 19h00.

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CABECEIRAS DE BASTO ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS COM REPRESENTAÇÃO DA PEÇA DE TEATRO "A PRIMEIRA VIAGEM"

‘A Primeira Viagem’: uma história da gente, da gente do Arco de Baúlhe, da gente de Cabeceiras de Basto

‘A Primeira Viagem’. Uma emocionante história inspirada no dia da inauguração da Estação Ferroviária do Arco de Baúlhe que conta a despedida de dois irmãos: António e Natália. Uma história da gente, da gente do Arco de Baúlhe, da gente de Cabeceiras de Basto. Uma mega produção do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto que celebrou ontem, dia 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus no Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe.

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Mais de meio milhar de pessoas assistiu, em cima da linha do caminho-de-ferro, à história daqueles dois irmãos do Arco de Baúlhe. Um que queria partir e seguir o sonho de descobrir o mundo e a outra, sua irmã, que queria permanecer na terra a que pertence e não queria ver o seu irmão seguir naquela primeira viagem de comboio. Um espetáculo que mergulhou no tempo e viajou numa narrativa sobre festa e adeus, risos e lágrimas, chegadas e partidas… sobre um caminho-de-ferro que mudou a vida de muita gente.

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Com texto de Neto Portela, um magnífico elenco composto por 40 pessoas – crianças, jovens e menos jovens – e a participação especial da Lira - Associação Amigos da Música, esta encenação teatral encantou e emocionou as largas centenas de pessoas que se juntaram no Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe.

No Museu das Terras de Basto aconteceu Cultura, numa noite em que o público presente viajou no tempo e recordou momentos da história coletiva do povo do Arco de Baúlhe, da sua vila, mas também do concelho de Cabeceiras de Basto.

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Ao espetáculo não faltaram o presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, e a presidente da Junta da União de Freguesias do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Dra. Carla Lousada, entre muitos outros autarcas do Município e das freguesias.

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Refira-se que a Estação do Caminho de Ferro do Arco de Baúlhe, fim da Linha do Tâmega, via estreita, foi inaugurada em 1949 e funcionou até 1989. Em 23 de maio de 2004, em resultado de um protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, a REFER e a CP, abriu ao público nesta antiga estação o Museu das Terras de Basto, que integra hoje quatro núcleos museológicos – o Núcleo de Arte Sacra, a Casa da Lã, a Casa do Pão e o Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe que faz parte dos dez núcleos que integram o Museu Nacional Ferroviário.

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FAMALICÃO PROMOVE ENCONTRO DA REDE DE MUSEUS

Famalicão promoveu primeiro encontro da Rede de Museus

“Ter valor e qualidade não chega. Temos que ser suficientemente apelativos e cativantes para que as pessoas visitem os nossos museus”. Esta foi a principal mensagem deixada hoje pelo Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, na abertura do I Encontro da Rede de Museus do concelho.

I Encontro da Rede de Museus

A iniciativa, inserida no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus, decorreu esta quinta-feira, 19 de maio, no Museu Bernardino Machado, numa ação que o edil famalicense considerou ser fundamental, “não só para o crescimento dos museus, mas também para que o conceito de rede saia mais fortalecido”.

E acrescentou: “queremos que as pessoas que visitem um museu em Famalicão, sintam vontade de conhecer outros que integram a nossa rede”.

Para além de debates e das conferências “Trabalhar em equipa: o papel de cada um na promoção da instituição” e “Participação Cultural: motivações e barreiras”, o programa do evento contou ainda com uma visita à Fundação Cupertino de Miranda e à Casa-Museu de Camilo.

Recorde-se que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão abrange atualmente treze espaços museológicos do concelho.

PÓVOA DE LANHOSO COMEMORA 20 ANOS DO NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO CASTELO DE LANHOSO

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso está a preparar as comemorações dos 20 anos de existência do Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso. As primeiras iniciativas decorrem já neste próximo fim-de-semana.

Preparativos Manto de Papoilas no Castelo de Lanho

“O Castelo de Lanhoso é o nosso ex libris e o espaço museológico existente na Torre é um dos atrativos deste local, contribuindo para que os turistas e também os povoenses venham até cá conhecer um pouco mais da nossa história. Em 2015, tivemos cerca de 10 mil visitantes só no núcleo museológico, mas ambicionamos aumentar este número”, refere o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista.

Assim, na sexta-feira, dia 20 de maio, o programa apresenta a abertura de uma instalação artística designada “Manto de Papoilas no Castelo”, que irá revestir a fachada exterior e principal da Torre de Menagem e que foi desenvolvida em articulação com diversas entidades do nosso concelho, como IPSS’s e Centros de Convívio. Esta abertura está marcada para as 21h00.

No mesmo dia segue-se “O concerto ainda mais pequeno do mundo”, a partir das 22h00, já no interior da Torre de Menagem do Castelo de Lanhoso. As entradas estão sujeitas a reserva e a lotação é limitada. Trata-se da segunda edição de uma iniciativa que visa criar maior cumplicidade entre visitantes e o espaço museológico, num clima de maior proximidade e intimidade. É uma oportunidade a não perder, pois permite conhecer o núcleo de uma forma não usual.

O programa deste fim-de-semana fica completo no sábado e no domingo, dias 21 e 22 de maio, altura em que serão possíveis visitas gratuitas ao núcleo museológico. De referir que esta proposta dirige-se, em particular, às pessoas que, no domingo, irão tomar parte da peregrinação do arciprestado ao Pilar, tendo as mesmas (e todas as outras) uma oportunidade para voltarem a visitar ou conhecerem aquele espaço.

As comemorações terminam quase no final deste ano, no Dia Nacional dos Castelos (7 de outubro). O programa engloba mais exposições (entre julho e outubro), mais música (julho e agosto) e atividades ao ar livre, como caminhadas (agosto) e um acampamento (setembro), para além de um mercado medieval (julho).

Este espaço museológico, inaugurado a 28 de outubro de 1996, assume-se, desde então, como uma referência patrimonial e cultural para o concelho povoense, sendo que esta área expositiva alberga espólio arqueológico, proveniente do Castro de Lanhoso, relevante para o estudo da Cultura Castreja do noroeste peninsular.

Para melhorar as condições de visita, em 2010, o Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso sofreu uma profunda reformulação do espaço expositivo, destacando-se a maior visibilidade conferida às paredes e às siglas aí inscritas e a criação de mais um piso, através do qual é possível observar não só a laje onde a torre foi erguida, mas também um monumento descoberto no decorrer dos trabalhos arqueológicos e que se suspeita ser pré-romano. Associando este aspeto a uma nova forma de comunicar este espaço museológico, registou-se um notável aumento do número de visitantes. A reformulação do preçário e uma maior aproximação das instituições de ensino foram, também, fatores fundamentais para que, a partir do dia 1 de julho de 2014, o registo de visitantes tenha aumentado significativamente, alcançando 10 mil visitantes no interior do Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso, no ano de 2015.

Estas comemorações integram também essa mesma estratégia de divulgação e dinamização turística e cultural do ex libris do concelho, ou seja, o Castelo de Lanhoso.

NAVIO GIL EANNES EXPÕE SOBRE MEDICINA

“Medicina Interna – A Visão Global do Doente” em exposição no Navio Gil Eannes

De 23 de maio a 30 de setembro estará patente no Navio Hospital Gil Eannes a primeira exposição temática sobre medicina: “Medicina Interna – A Visão Global do Doente”, uma organização da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna em colaboração com a Fundação Gil Eannes.

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A esta exposição pretende conduzir o visitante pelo percurso histórico da Medicina Interna, especialidade que centra a abordagem na avaliação do doente como um todo,

estudando as interações entre os vários órgãos e sistemas. Através de imagens, documentos e aparelhos médicos antigos utilizados para diagnóstico e tratamento dos doentes, o visitante terá oportunidade de viajar pela história da medicina e conhecer o percurso com mais de 60 anos bem como, a atividade da Sociedade Portuguesa de Medicina interna.

Integrada no âmbito do Congresso de Medicina Interna que decorrerá em Viana do Castelo, esta exposição que integra o percurso de visita do Navio Museu Gil Eannes poderá ser visitada todos os dias das 9h30 às 19h00.

QUE RELAÇÃO EXISTE ENTRE OS BEATLES E O MUSEU DO TRAJE DE VIANA DO CASTELO?

Encontra-se patente ao público, até ao próximo dia 26 de junho, no Museu do Traje de Viana do Castelo, uma exposição alusiva à célebre banda inglesa dos anos sessenta “Os Beatles” A exposição denomina-se “The Beatles - Sons e Tons” e apresenta 2600 dos mais de 36 mil discos em vinil e CD do espólio de Vítor Coutinho, um empresário vianense da área da ourivesaria. A iniciativa conta com o apoio do pelouro da Cultura da Câmara de Viana do Castelo.

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Trata-se de uma coleção valiosa e uma exposição interessante para se visitar, levando-nos até à música dos anos sessenta, a qual merece um espaço privilegiado na cidade de Viana do Castelo, simultaneamente convidativo à visita de muitos vianenses. Porém, não se entende qual a relação existente entre os Beatles e o Museu do Traje de Viana do Castelo.

Tratando-se de um Museu Regional – e não de um mero museu municipal, apesar de se encontrar sob a tutela da Câmara Municipal de Viana do Castelo – espera-se que este sirva essencialmente para conservar e divulgar o traje tradicional da nossa região, naturalmente com especial ênfase para o magnífico traje domingueiro de lavradeira, vulgo traje à vianesa. Além, naturalmente, de outras peças de valor etnográfico associadas à nossa cultura regional.

A ocupação daquele espaço por uma exposição de cariz tão desigual, por mais valiosa que seja, dá-nos a sensação de uma certa desorientação em termos museológicos ou, pior ainda, o recurso a qualquer coisa com vista a adiar a falência de um projeto museológico que interessa a toda a comunidade e ao país. É que, por mais que nos esforcemos, não conseguimos encontrar qualquer explicação plausível na escolha deste local para a realização desta exposição! Resta sabermos quais serão as surpresas que o Museu do Traje ainda nos reserva…

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FAMALICÃO: HÁ COPOS NO MUSEU BERNARDINO MACHADO!

Famalicão assinala Noite Europeia dos Museus com festa no Museu Bernardino Machado

Ir ao museu beber um copo, estar com os amigos, ouvir música e, já agora, aproveitar para conhecer o espólio que acolhe. É este o desafio que o Museu Bernardino Machado de Vila Nova de Famalicão lança para a noite de sábado, 21 de maio. A Noite dos Museus vai ser Preto no Branco entre as 23h00 e as 4h00 da manhã e conta com a dinâmica de um dos mais movimentados e conhecidos bares noturnos de Famalicão que nesse dia transfere as suas instalações para o museu.

Museu Bernardino Machado

Assim, enquanto no primeiro piso, na sala de conferências do Palacete Barão da Trovisqueira, teremos os DJs Manuel Fonseca, Miguel Parente e Humberto Faria a animar a noite, no segundo piso teremos os técnicos superiores José Leite e Amadeu Gonçalves para uma visita guiada à coleção permanente.

A iniciativa está inserida na programação da Noite Europeia dos Museus e é uma proposta para um sábado à noite diferente. A entrada é livre.

Recorde-se que o Museu Bernardino Machado abriu as suas portas ao público, com a exposição permanente, em 15 de Dezembro de 2001. A exposição retrata as várias facetas do Presidente da República Bernardino Machado: o Homem, o Pedagogo, o Cientista e o Político. O Museu também disponibiliza à consulta, um dos acervos mais ricos e significativos para o estudo da história da 1.ª República, pelo facto de Bernardino Machado ser um dos vultos mais notáveis deste período histórico.

PONTE DE LIMA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

18 DE MAIO - MUSEUS DE PONTE DE LIMA. JAZZ. ENTRADA GRATUITA DE DIA E NOITE. PASSE ANUAL

No Dia Internacional dos Museus que se comemora na quarta-feira, 18 de maio, convidamo-lo a visitar todos os espaços museológicos e a participar no programa.

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Durante o dia, no Museu do Brinquedo Português, Museu dos Terceiros e Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde a entrada é gratuita, bem como à noite das 21h às 23 horas.

Em todos, pode adquirir o seu PASSE anual que lhe vai permitir a entrada durante o resto do ano de 2016 em todos os espaços museológicos quantas vezes o pretender. Este PASSE é um bilhete único com um valor simbólico para poder usufruir do melhor que temos para lhe oferecer.

No dia 18 de maio, às 22h00, Há... Jazz no CIPVV - Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde em Ponte de Lima, pela Escola de Jazz do Porto, numa organização conjunta com o Teatro Diogo Bernardes, sob a responsabilidade geral do  Município Ponte de Lima.

O combo terá por tema Cherokee, o qual é o nome da música que inspira a interpretação de um repertório tradicional do cancioneiro americano, situado entre as décadas de 40 e 50 do século passado. Preparado com uma abordagem angular; quer nas transposições de tonalidade constantes ao longo das progressões harmónicas, como também nas métricas rítmicas escolhidas. A formação é composta por Inês Pereira na voz/piano, Eduardo Ferreira na guitarra elétrica, Pedro Barreiros no baixo elétrico e Cecília Costa na bateria.

Esteja atento, durante todos os meses, haverá jazz no Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde.

Na quarta-feira, dia 18 de maio, marque na sua agenda: Ponte de Lima!

Esperamos por si!

TERRAS DE BOURO ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

A comunidade mundial de museus vai comemorar o próximo Dia Internacional dos Museus, a 18 de Maio, em torno do tema "Museus e paisagens culturais".

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No sentido de assinalar este importante evento anual que celebra a importância dos museus na sociedade contemporânea, o Município de Terras de Bouro promove a abertura do Núcleo Museológico de Campo do Gerês, no próximo dia 22 de maio, com uma iniciativa de “Portas Abertas”.

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O Dia Internacional dos Museus, criado pelo ICOM - Conselho Internacional de Museus, pretende celebrar e dar voz aos museus e ao papel que desempenham na sociedade atual, através da escolha de um tema de reflexão a nível mundial que permita uma discussão alargada e sobre distintos pontos de vista. Este ano esse tema recai na interligação entre museus e paisagens culturais, um tema interessante que certamente será abordado de formas muito diversas pelos museus portugueses.

A celebração da data é feita desde o dia 18 de maio de 1977, por proposta do ICOM – Conselho Internacional de Museus (organismo da UNESCO).

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Museu de Vilarinho da Furna

Museu da Geira

CERVEIRA COMEMORA DIA MUNDIAL DOS PEIXES

Dia Mundial dos Peixes Migradores assinalado no Aquamuseu

Dia 21 de maio, o Aquamuseu do rio Minho adere à comemoração do Dia Mundial dos Peixes Migradores, com um conjunto de iniciativas que visam dar a conhecer estas espécies no rio Minho. Atividades sujeitas a inscrição.

As espécies migratórias, como o salmão, o sável, a lampreia e a enguia dependem de “rios abertos” e dos fluxos naturais dos caudais para a reprodução, alimentação e completarem o seu ciclo de vida.

Sob este tipo de informação e conhecimento, o período da manhã, entre as 10h00 e as 12h00, é dedicado a atividades com os mais jovens, até aos 16 anos, onde serão exploradas as caraterísticas de cada espécie. Os trabalhos finais poderão ser expostos no Aquamuseu. À tarde, das 15h00 às 17h00, está programado um percurso no estuário do rio Minho, com embarcação, onde se transmitirá a importância destas espécies para a região, as pressões a que estão sujeitas e a importância ecológica da sua conservação.

Mais de 1500 organizações de todos os continentes comemoraram o Dia Mundial dos Peixes Migradores. Organizada pela Fundação Mundial do Peixes Migradores, esta iniciativa global chama a atenção para a necessidade de assegurar a qualidade dos ecossistemas ao nível da conectividade fluvial, minimizando os impactos da fragmentação originada pelos obstáculos artificiais (ex. barragens). As celebrações globais começarão na Nova Zelândia e terminarão na costa oeste do continente americano.

Pelo Vale do Minho, o Aquamuseu convida a participar nas iniciativas propostas, para as quais os interessados devem efetuar inscrição através do telefone 251708026 ou via correio eletrónico paraaquamuseu@cm-vncerveira.pt

FAMALICÃO CELEBRA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS A 34 METROS DE ALTURA

Programa vasto e diversificado inclui a visita à Torre da Fundação Cupertino de Miranda

É preciso subir 10 pisos e percorrer 21 salas com exposições até atingir os 34 metros de altitude que mede a emblemática torre da Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão. Daqui é possível aceder a um terraço que proporciona uma vista única e panorâmica sobre toda a cidade. O acesso habitualmente restrito vai ser aberto ao público, nos dias 18 e 21 de maio, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus.

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A visita guiada é uma das iniciativas promovidas pelos museus de Famalicão. As comemorações que incluem também a Noite Europeia dos Museus, decorrem entre 15 e 21 de maio, e envolvem cerca de uma dezena de museus, entre os quais a Casa de Camilo, o Museu Bernardino Machado, o Museu da Industria Têxtil, o Ferroviário, entre outros.

A visita guiada à torre da Fundação Cupertino de Miranda é de entrada livre e não necessita de marcação prévia. Tem uma duração aproximada de 30 minutos e a lotação é de 10 participantes. Na visita será explorada a vista panorâmica sobre a cidade, que proporciona novas leituras das paisagens culturais que marcam o território. A torre da Fundação Cupertino de Miranda, emblemática pelo seu revestimento azulejar da autoria de Charters de Almeida (n. 1935), foi inaugurada a 8 de Dezembro de 1972 e tem uma estrutura helicoidal com 10 pisos, 21 salas e 34 m de altura. No dia 18, as visitas decorrem de hora em hora entre as 10h00 e as 21h00, com exceção das 20h00. No dia 21, as visitas irão acontecer às 14h00, 17h00, 18h00, 19h00, 21h00, 22h00 e 23h00. O horário alargado irá permitir admirar a cidade de diferentes perspetivas, de dia, ao entardecer e à noite. Será uma oportunidade única visto que o acesso ao terraço da torre raramente está disponível ao público em geral. Refira-se ainda que o percurso de acesso ao terraço da Torre não está adaptado para pessoas com mobilidade reduzida.

ROTEIRO LITERÁRIO RELIGIOSO CAMILIANO COM APRESENTAÇÃO DE CONTO

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus, destaque ainda para a organização do roteiro literário religioso camiliano, que vai decorrer no dia 20, a partir das 20h00, com concentração na Casa de Camilo e seguindo depois para as igrejas de Requião, Abade de Vermoim, Esmeriz, Landim e Seide. Em Esmeriz será apresentado o conto “Beatriz de Vilalba”, retirado da obra “Noites de Insónia (1874). O conto é o primeiro volume da coleção “Biografias Enoveladas”, a editar pela Casa de Camilo, que compreende pequenos livros de bolso com algumas particularidades: as edições são enriquecidas com significados e notas de rodapé, iconografia relacionada com a narrativa e um mapa sobre a localidade onde se desenrola a ação.

Entretanto, no dia 21 será apresentado no Centro de Estudos Camilianos, pelas 17h00, o n.º 10 da coleção “Estudos Camilianos” subordinado ao tema “As Ficções do Mal em Camilo Castelo Branco”. O volume reúne um conjunto diversificado de trabalho de investigadores camilianos que procuraram aclarar na obra do escritor as múltiplas formas de que se reveste o tema do Mal.

EXPOSIÇÕES, OFICINAS, VISITAS-GUIADAS E MUITA ANIMAÇÃO

São mais de 20 iniciativas que decorrem nas várias estruturas museológicas de Famalicão. Do rol de atividades que incluem a inauguração de exposições, ateliers, cinema, visitas guiadas, entre outras, referência ainda para a programação da noite europeia dos museus.

Enquanto a grande maioria das casas mantém as portas abertas pela noite dentro, o Museu Bernardino Machado veste-se de “Preto no Branco” e abre portas à animação, com muita cultura e festa à mistura.

Refira-se que o Dia Internacional dos Museus, criado pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, celebra-se anualmente a 18 de Maio, através da organização de diversas atividades. Este ano é dedicado ao tema “Museus e paisagens culturais”. Por sua vez, a Noite Europeia dos Museus foi criada pelo Ministério Francês da Cultura e da Comunicação.

Comemorações do Dia Internacional dos Museus e Noite Europeia dos Museus 2016

15 de Maio

15:30, inauguração da exposição “Identidade” de Carlos Daniel Pimenta, Museu Soledade Malvar

De 16 de maio a 20 de maio

10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00, Anjos com material para reciclar, velas decorativas e visitas, Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa

10:00 e 17:00, Eco atelier Ferroviário, Atelier Almofadinhas de Sonho, Atelier Postais Originais, Museu Nacional Ferroviário-Núcleo de Lousado

17 de maio

10:30 às 14:30, Oficina das Artes – Fantoches, Museu Soledade Malvar

18 de maio

10:00 às 22:00, Visita guiada ao Terraço da Torre (uma subida por hora, até 10 participantes), Fundação Cupertino de Miranda

10:00 às 17:00, Atelier Café-Costura e Cultura, Museu da Indústria Têxtil

10:00 às 17:30, Visitas guiadas à exposição permanente, Museu Bernardino Machado

10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00, Entrada livre, Museu da Confraria de Nª Sª do Carmo de Lemenhe

10:00, Exibição do filme “O Principezinho” (Classificação: Animação/2015/M6/108min), Fundação Cupertino de Miranda

10:30 às 14:30, Oficina das Artes – Baú das Joias, Museu Soledade Malvar

14:30 Exibição do filme “O Artista” (Classificação: Romance/2011/M12/100min), Fundação Cupertino de Miranda

15:00, Inauguração da exposição de fotografia “Paisagens industriais”, Museu da Indústria Têxtil

15:30, Apresentação pública da revista de Arqueologia Industrial, 4ª série, Vol. 6,nos I e II, Museu da Indústria Têxtil

17:00, Vista sobre a Cidade: conversa com o Departamento de Ordenamento e Gestão Urbanística da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (até 20 participantes), Terraço da Torre da Fundação Cupertino de Miranda

19 de maio

10:30 às 14:30, Oficina das Artes – Especial Flores, Museu Soledade Malvar

20 de maio

10:30 às 14:30, Oficina das Artes – Fantoches, Museu Soledade Malvar

Roteiro Literário Religioso Camiliano, Igrejas de Requião, Abade de Vermoim, Esmeriz, Landim e Seide, (limitado a 20 participantes)

20:00, Concentração na Casa de Camilo

21:30, Apresentação do conto “Beatriz de Vilalba”, Igreja de Esmeriz

22:30, Chegada à Casa de Camilo

21 de maio

10:00 às 00:00, entradas gratuitas, Casa de Camilo

10:00 às 17:00, Ferro-modelismo e Exposição LEGO, Museu Nacional Ferroviário-Núcleo de Lousado

11:30, Recital dos alunos CCM/FCA, Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves

14:00 às 17:00, Entrada livre, Museu da Confraria de Nª Sª do Carmo de Lemenhe

14:00 às 00:00, Visita guiada ao Terraço da Torre (uma subida por hora, até 10 participantes), Fundação Cupertino de Miranda

15:00 e 21:00, Oficina Sábados em Família “Famalicão do cimo da torre” (até 15 participantes, mínimo 6 participantes, Fundação Cupertino de Miranda

15:30 Inauguração da exposição “Arte Francesa e Pintura” de Deolinda Silva, atuação do Centro Cultural de Música de Vila Nova de Famalicão, Museu Nacional Ferroviário-Núcleo de Lousado

17:00, Apresentação do nº 10 dos “Estudos Camilianos”, subordinados ao tema “As ficções do Mal em Camilo Castelo Branco”, Centro de Estudos Camilianos

21:00, Exibição do documentário “O grande museu” (Classificação: Documentário/2014/M12/94min), Fundação Cupertino de Miranda

23:00 às 04:00, Noite dos Museus “Preto no Branco”

FOTÓGRAFO LUÍS QUINTA EXPÕE PORTUGAL SUBAQUÁTICO NO AQUAMUSEU DO RIO MINHO

O reconhecido fotógrafo português, Luís Quinta,apresenta, entre esta terça-feira e o 12 de junho, no Aquamuseu do rio Minho, uma exposição itinerante intitulada ‘Portugal Subaquático’. A mostra exibe uma pequena parte da beleza do mundo subaquático que compõe a biodiversidade associada ao vasto património natural de Portugal.

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Tendo como missãoa promoção e divulgação do património natural da bacia hidrográfica do rio Minho, o Aquamuseu, em colaboração com CMIA de Viana do Castelo, acolhe uma exposição de âmbito nacional que aborda uma riqueza subaquático à qual dificilmente temos acesso.

A objetiva de Luís Quinta tem captado alguns animais marinhos em águas portuguesas, cuja vida está diretamente relacionada com o fundo do mar (bentónicos), ou que vivem no seio de massas de água e dependem das suas propriedades físico-químicas e alimento nelas existentes (pelágicos). A mostra versa igualmente sobre um universo de organismos vegetais que permitem a existência desta diversidade animal marinha tão significativa.

Luís Quinta é um fotógrafo português de renome com diversos trabalhos publicados e que, em Novembro de 2004, foi homenageado pelo Governo Português pelo seu trabalho na área da fotografia subaquática, sendo designado um dos "Novos Heróis do Mar". Em 2009 integrou o “DreamTeam" de fotógrafos de natureza no maior projeto de fotografia sobre o mundo natural - WildWondersofEurope.

Esta exposição ‘Portugal Subaquático’ pretende ser mais um passo no gosto e respeito por espécies mais desconhecidas, o que levará a descobrir novas formas de preservar os seus habitas naturais. Estará patente no Aquamsueu do rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, entre esta terça-feira e o dia 12 de junho, no período de funcionamento daquele equipamento.

CERVEIRA APRESENTA CERVO COMO ÍCONE PAISAGÍSTICO

‘Museus Fora de Portas’ apresentam Cervo como ícone paisagístico-cultural

A escultura ‘O Cervo’ de José Rodrigues é a essência da 3ª edição do evento ‘Museus Fora de Portas’, a decorrer entre 14 e 18 de maio, em Vila Nova de Cerveira. A imponência da obra, da localização e da relação com o rio Minho vai envolver diversos públicos para um debate mais alargado sobre a carga cultural que a paisagem absorve.

Ateliês-oficinas, conferências, ações de formação para professores, espetáculo multimédia e de pianosão algumas das propostas do ‘Museus Fora de Portas’, cuja 3ª edição é inspirada natemática dos “Museus e Paisagens Culturais”lançado pelo ICOM para as comemorações do Dia Internacional dos Museus (18 de Maio).

Uma vez mais, oAquamuseu do Rio Minho, o Museu da Bienal de Cerveira, o Convento de Sampaio e a Câmara Municipal unem esforços para promover os museus junto da comunidade local e, desta vez, com um tema muito próximo dos cerveirenses: olhar para o Cervo altaneiro sobre a Serra da Gávea, símbolo por excelência desta margem do Rio Minho e das Terras de Cerveira.

Um dos destaques do vasto programa está reservado para a noite de 14 de maio. Após a iluminação do Cervo às 21h00, os jardins do Aquamuseu do rio Minho acolhem um espetáculo multimédia acompanhado ao piano por Ricardo Amorim, intitulado ‘O Cervo’, às 21h30.

Outra atividade em relevo acontece no período da tarde do dia 18 de maio, com a dinamização de uma mesa redonda sob o tema da “Apropriação simbólica da paisagem: do José Rodrigues ao IKEA”. 30 Anos volvidos sobre a implantação da Escultura do Cervo por José Rodrigues, o local e a escultura em si tornaram-se ícones da paisagem e identidade cerveirense e do Alto Minho. A proposta é refletir sobre este percurso de apropriação simbólica através de diferentes abordagens e cruzando as perfectivas da geografia, história, arte, marketing e publicidade.

Procurando envolver alunos e professores na iniciativa, nos dias 12, 13 e 16 de maio decorrem as oficinas escolares ‘Do Cervo até ao Rio’, dinamizadas nas escolas do concelho pelo Aquamuseu, Convento de Sampaio e Museu da Bienal de Cerveira. No dia 14 decorre uma sessão de formação para professores subordinada ao tema “Museus e Património Cultural como ferramenta pedagógica” para dar a conhecer alguns conceitos e estratégias de trabalho desenvolvidas pelos museus e que podem ter uma finalidade pedagógica.

Ainda a 17 de maio, no Largo do Terreiro, os alunos das escolas de Vila Nova de Cerveira são desafiados a participar no atelier “A minha Paisagem”, com a realização de duas atividades: a criação da sua t-shirt (individual) e a formação de um painel que ficará em exposição no Largo do Terreiro, recorrendo à técnica base de impressão por gravura (coletivo).

O ‘Museu Fora de Portas’ promete um contacto direto entre comunidade e museus fora do espaço formal, suscitando diálogo e interação sobre o território, a cultura e a sociedade. O objetivo passa por destacar as valências museológicas do concelho e sensibilizar para a conservação e valorização do património cultural.

MUSEU ETNOGRÁFICO DE VILARINHO DAS FURNAS PROMOVE SESSÃO À VOLTA DAS ORQUÍDEAS

Sessão “À volta das Orquídeas” no dia 14 de maio no Campo do Gerês

No próximo dia 14 de maio o Museu Etnográfico de Vilarinho das Furnas irá acolher uma sessão sobre a avifauna e a flora, nomeadamente, as orquídeas do Parque Nacional da Peneda Gerês.

A organização do evento, que conta com o apoio do Município de Terras de Bouro, estará a cargo da Associação de Orquídeas Silvestres de Portugal e sujeita a inscrição prévia através do contacto eletrónico: aospficalhoana@gmail.com

“À volta das Orquídeas” - Capa

MONÇÃO INAUGURA NÚCLEO MUSEOLÓGICO “TORRE DE LAPELA”

Imóvel histórico, classificado como monumento nacional desde 23 de junho de 1910, abre ao público no dia 27 de maio, sexta-feira, pelas 21h00, permitindo um maior contacto com a história e uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional de Lapela e margem galega.

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Os trabalhos de requalificação estão concluídos e o Núcleo Museológico Torre de Lapela já tem data marcada para a abertura ao público. Será no dia 27 de maio, sexta-feira, pelas 21h00, no âmbito das festas concelhias do Corpo de Deus/Festa da Coca

A empreitada, adjudicada por cerca de 70 mil euros com financiamento no âmbito do “QREN – Valorização e Qualificação Ambiental – Eixo III – Património Cultural”, englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes.

Trata-se, segundo o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, de uma aposta clara do atual executivo na valorização do património construído e na revitalização da memória coletiva dos monçanenses, assumindo-se como mais um motivo de visita para quem se desloca a Monção. Convida: “Aconselho vivamente uma subida à torre porque a paisagem é simplesmente magnífica”

Imóvel classificado como monumento nacional desde 23 de junho de 1910, a Torre de Menagem de Lapela constitui uma edificação com elevado significado histórico-cultural e um apelativo enquadramento paisagístico sobre o casario tradicional de Lapela, rio Minho e margem galega.

Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o Pai Minho, como gentilmente os galegos tratam o rio Minho.

Edificação com valor histórico e cultural, a sua construção é austera e minimalista, onde o supérfluo não existe e a beleza reside na simplicidade. Apresenta uma tipologia de torre isolada, com remate ameado e acesso principal e único num patamar elevado.

Cumprindo a sua função defensiva na linha do rio Minho, possui cisterna, paredes em alvenaria de granito aparelhado com 2,5 metros de espessura e passadiço ao nível da cobertura, terminado em telha tradicional. Tem 27 metros de altura e cerca de 11,50 metros de largura.

Nos últimos anos, talvez derivado da proximidade da Ecopista do Rio Minho, a torre de menagem tem sido muito procurada por turistas nacionais e estrangeiros. A dificuldade e precaridade do acesso ao interior e à cobertura, tem constituído, no entanto, uma grande adversidade para a promoção deste espaço singular.

Situação que será agora ultrapassada com a sua abertura ao público, passando Monção a contar com mais um local visitável. Desta vez, emoldurado num cenário verdejante aprazível debruçado sobre o Pai Minho, como gentilmente os galegos tratam o rio Minho.

TERRAS DE BOURO ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

O ICOMOS pretende dedicar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios deste ano ao património do desporto que se desenvolveu desde a origem da humanidade e deixou testemunhos da diversidade de instalações e de equipamentos relacionados com a sua prática, alguns dos quais representam valores excecionais ligados à evolução da arquitetura, da arte e das técnicas.

Porta do PNPG

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, a 18 de abril, o Município de Terras de Bouro proporcionará, a 17 de abril, entradas gratuitas ao Núcleo Museológico de Campo do Gerês (Museu da Geira, Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna e Porta do PNPG), sendo que, no mesmo dia e no mesmo local, com início previsto para as 09:00h, irá decorrer uma caminhada pelo Trilho Águia do Sarilhão, localizado na freguesia do Campo do Gerês.

Museu de Vilarinho da Furna

Museu da Geira

AQUAMUSEU DO RIO MINHO TEM ENTRADA PELA INTERNET

Aquamuseu está mais perto de si!

Um novo click transporta os utilizadores para uma experiência virtual de contacto com o rio Minho. Localizado em Vila Nova de Cerveira, o Aquamuseu tem disponível uma nova Página Web baseada num conceito mais funcional, mais dinâmico e mais apelativo.

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A atualização desta ferramenta tecnológica nasce da aposta do Município numa política de reformulação de toda a componente web institucional, no âmbito da modernização dos serviços municipais e consequente melhoria na relação Município/Munícipe.

A nova página do Aquamuseu do rio Minho em www.aquamuseu.cm-vncerveira.pt já está disponível, assumindo o layout do Portal do Município, de forma a uniformizar a imagem institucional.

Segundo a vereadora Aurora Viães, este trabalho em prol de uma projeção homogénea dos serviços municipais para o exterior constitui-se como mais um fator de atratividade e de afirmação da marca ‘Cerveira, Vila das Artes’. Aurora Viães sublinha que, “pela importância nacional e internacional, o Aquamuseu do rio Minho merece uma maior divulgação fora de portas, permitindo que qualquer utilizador navegue pelo conhecimento e pela experiência adquirida”.

Com uma página mais apelativa, mais funcional e mais eficaz na comunicação, estudantes, investigadores e público em geral, através de menus de linguagem direta e convidativa, ficam a conhecer a história, os objetivos, os projetos, as publicações, as atividades e os eventos deste equipamento cultural. À simplicidade de navegação junta-se uma maior rapidez no acesso e otimização para dispositivos móveis.

De portas abertas desde 13 de julho de 2005, o Aquamuseu do rio Minho tornou-se num dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média de 25 mil visitantes por ano.

NAVIO GIL EANNES EM VIANA DO CASTELO RECEBE CADA VEZ MAIOR NÚMERO DE VISITANTES

NAVIO GIL EANNES aumenta em 29% os visitantes

O Navio Hospital Gil Eannes alcançou no primeiro trimestre de 2016 um aumento de 29% das visitas em relação ao mesmo período de 2015. Também em 2016, os visitantes estrangeiros aumentaram em 139%, ou seja, duplicou o número de visitantes espanhóis e ingleses e triplicou o número de franceses.

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No primeiro trimestre de 2015, a Fundação Gil Eannes registou 5 634 visitantes e em igual período de 2016, visitaram o navio 8 027.

Recorde-se que no início de 2016 o percurso de visita ao navio museu beneficiou dos novos espaços reabilitados do bloco operatório como sala de operações, sala de esterilização, sala de desinfeção, laboratório de análise, RX de emergência e ainda, duas enfermarias. Esta reabilitação contou com o apoio de várias entidades como Manuel Pimenta – Laboratório de Análises; José Manso – Laboratório de Análises; Douro Azul; Estaleiros West Sea; Carlos José Fernandes & Ca, Lda; Instituto Politécnico de Viana do Castelo; Escola Superior de Saúde, Unidade Local de Saúde do Alto Minho e a empresa Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo SA.

Após 18 anos ancorado em Viana do Castelo e aberto ao público como um espaço museológico, o Navio Hospital Gil Eannes continua a ser um polo de atração de visita da cidade onde o visitante contacta com diversas temáticas tais como os espaços de um navio, um hospital à data dos anos de 50, bem como, o dia-a-dia dos pescadores a bordo dos navios bacalhoeiros, que durante décadas pescaram “o fiel amigo” nos mares da Terra Nova e Gronelândia.

O Navio Museu Gil Eannes pode ser visitado todos os dias das 9.30h às 19.00h. A marcação de visitas guiadas a grupos deve ser feita atempadamente para o telefone 258 809 710 ou por email visitas@fundacaogileannes.pt

A Fundação Gil

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MUSEU DA OLARIA EM BARCELOS APRESENTA EXPOSIÇÕES “GERAÇÃO RAMALHO” E “JÚLIA RAMALHO 60/70”

Centenas de obras da coleção particular da família Ramalho marcam o início de um ciclo dedicado às famílias mais carismáticas do figurado de Barcelos

Exposições dedicadas ao trabalho de olaria da família Ramalho inauguram no próximo dia 9 de abril, às 18h30, no Museu de Olaria, em Barcelos. “Geração Ramalho”, patente até ao final do ano na Sala de Exposições Temporárias, reúne os trabalhos mais representativos de cada protagonista dos Ramalhos, inclusive Rosa Ramalho.  A neta e discípula de Rosa Ramalho apresenta na Sala da Capela do Museu da Olaria a exposição “Júlia Ramalho 60/70”, uma mostra comemorativa dos 60 anos de carreira e 70 de idade da barrista, que estará patente até ao dia 3 de Julho.

Mais de um século após o nascimento de Rosa Ramalho, matriarca da geração, exibe-se  uma seleção dos trabalhos mais representativos de cada um dos protagonistas da família de oleiros. Traçar a história de uma linguagem familiar e compreender diferenças e  aproximações entre obras e artistas é o objetivo desta iniciativa marcando o início de um ciclo dedicado às famílias mais carismáticas do figurado de Barcelos.

“Geração Ramalho” é o título da exposição a inaugurar no próximo dia 9 de de Abril, e que estará patente até 31 de Dezembro, na Sala de de Exposições Temporárias do Museu de Olaria. Esta mostra marca o início de um ciclo dedicado às famílias mais carismáticas do figurado de Barcelos.

A neta e discípula de Rosa Ramalho apresenta na Sala da Capela do Museu da Olaria a exposição “Júlia Ramalho 60/70”, uma mostra comemorativa dos 60 anos de carreira e 70 de idade da barrista, que estará patente até ao dia 3 de Julho.

O figurado é uma arte popular de dimensão simbólica que exorciza mitos, lendas e medos mas fortemente ancorada nos símbolos do tradicionalismo religioso, evocando assim para uma constante tensão entre o divino e o mundano. A família Ramalho, mas também tantos outros homens e mulheres incógnitos a quem a História não reconheceu, contribuiu de forma indelével para a construção da identidade da olaria local e nacional e, subsequentemente, fixou-se no imaginário e na memória coletiva do povo português.

Ernesto de Sousa, crítico de arte e um dos principais divulgadores do trabalho de Rosa Ramalho no meio 'culto', reconhecia na arte popular (e no figurado) um começo do homem, um regresso à origem, onde o criador (artista) é alheio a todo e qualquer cânone ou formalismo e, portanto, dotado de um olhar ingénuo e livre. Para Ernesto de Sousa “o figurado posiciona-se nas fronteiras entre a arte popular e a arte erudita, entre sagrado e profano, entre tradição e vanguarda, entre o real e o imaginário”.

MUSEU DO BRINQUEDO PORTUGUÊS EM PONTE DE LIMA É A CASA DA BRINCADEIRA

Museu do Brinquedo Português – Há… brincadeira aos sábados

19 de março / “Vamos brincar à Primavera”

O Museu do Brinquedo Português vai assinalar a chegada da Primavera. No âmbito do programa “HÁ… Brincadeira aos sábados” realiza-se no dia 19 de março, a ação “Vamos brincar à Primavera.”

HÁ… noite nos Museus, HÁ… arte no jardim, HÁ… música às 6.ªs, HÁ… ir e vir ao museu e voltar, HÁ… mais a descobrir, HÁ… brincadeira aos sábados, este é o slogan do HÁ Programa, dinamizado pelos Museus de Ponte de Lima.

Trata-se de um conjunto de atividades que se desenvolvem nos museus, centros de interpretação, monumentos ou sítios históricos, cujo objetivo é o de promover o conhecimento e o lazer através da animação, no sentido de captar mais visitantes aos Museus de Ponte de Lima. No Museu do Brinquedo Português esta ação é mensal.

A iniciativa destina-se às famílias, no sentido de proporcionar momentos de lazer, aventura e muita brincadeira, entre adultos e crianças até aos 12 anos. Dedique-se à brincadeira no último sábado de cada mês no Museu do Brinquedo Português. Marque na sua agenda as próximas brincadeiras:

19 de março – “Vamos brincar à Primavera”

30 de abril – “Vamos brincar ao Livro Infantil”

28 de maio – “Vamos brincar à Família”

25 de junho – “Vamos brincar ao Dia da Criança”

30 de julho – “Vamos brincar ao dia dos Avós”

24 de setembro – “Vamos brincar ao regresso às Aulas”

29 de outubro – “ Vamos brincar à Música”

26 de novembro – “Vamos brincar ao Halloween”

17 de dezembro – “Vamos brincar ao Natal”

Inscreva-se através do email: geral@museubrinquedoportugues.com. Venha conhecer os Museus de Ponte de Lima. Para mais informações consulte o site: www.museuspontedelima.com.

CERVEIRA PROMOVE AQUAMUSEU DO RIO MINHO

Á descoberta do Aquamuseu do Rio Minho de comboio

O Município de Vila Nova de Cerveira e a CP – Comboios de Portugal firmaram um protocolo de cooperação para integrar o Aquamuseu do Rio Minho nos “Programas Combinados com Viagem de Comboio”. Promoção deste museu em toda a região Norte é mais-valia turística para o concelho.

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Partilhando conceitos de responsabilidade ambiental e turística, a CP e a Câmara Municipal, através da promoção do Aquamuseu do Rio Minho, juntaram-se para proporcionar uma experiência única a quem viajar de comboio. Os utentes que pretendam visitar este museu, individualmente ou em grupo, recebem um souvenir mediante a apresentação do bilhete de comboio nos serviços de receção.

A vereadora Aurora Viães sublinha que este protocolo vem reforçar o posicionamento do Aquamuseu através de valores e divulgação da CP e contribuir para o aumento do número de visitantes. A CP – Comboios de Portugal refere que um dos objetivos é associar o comboio a um projeto de prestígio local e nacional que promova toda uma região colaborando para um ambiente mais sustentável.

O convite está lançado: descobrir a ‘Vila Das Artes’ e toda a sua riqueza cultural e ambiental num programa combinado de comboio com visita cultural ao Aquamuseu do Rio Minho. A viagem efetua-se a partir de qualquer estação dos comboios do Porto com destino a Vila Nova de Cerveira e regresso à estação de origem.

Junte-se à comunidade de viajantes da CP - Comboios de Portugal rumo a ‘Cerveira, Vila das Artes’.

MINISTÉRIO DA CULTURA DEVERIA REPOR A GRATUITIDADE TODOS OS DOMINGOS DO MÊS NO ACESSO AOS MUSEUS NACIONAIS

O Estado deve incentivar o acesso dos cidadãos à cultura

Estabelece a Constituição da República Portuguesa, no seu Artigo 78º, alínea 2, que “Incumbe ao Estado, em colaboração com todos os agentes culturais: Incentivar e assegurar o acesso de todos os cidadãos aos meios e instrumentos de acção cultural, bem como corrigir as assimetrias existentes no país em tal domínio”.

Não obstante, ao invés do que desde sempre se verificou em Portugal e é prática usual na maioria dos países europeus, a partir de 1 de junho de 2014, deixaram os museus nacionais, de conceder acesso gratuito todos os domingos do mês para passarem a fazê-lo apenas no primeiro domingo de cada mês. Alegou, na altura, o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, que eram as entrada pagas “necessárias para conservar” os museus… desconhecemos quantos beneficiaram desse financiamento mas, a avaliar pela forma como tem sido tratado o Museu de Arte Popular, ficamos com sérias dúvidas da utilidade de tal medida!

Quando é a própria Constituição da República Portuguesa que consagra o “direito à fruição e criação cultural” por parte dos cidadãos, não pode a cultura ser entendida numa mera perspetiva mercantilista. Por essa razão, espera-se que o atual governo, através do Ministério da Cultura, venha a repor o princípio da gratuitidade que antes vigorava, concedendo o acesso gratuito um dia por semana ou seja, todos os domingos do mês.

MUSEU DO ALVARINHO EM MONÇÃO SUPERA 11 MIL VISITANTES NO PRIMEIRO ANO DE VIDA

Equipamento dedicado à história e cultura do Vinho Alvarinho é uma aposta consolidada e um trunfo valioso na defesa e divulgação daquela casta singular e suporte da nossa identidade coletiva. Inaugurado no dia 28 de fevereiro de 2015, recebeu cerca de mil pessoas por mês.

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O Museu do Alvarinho, localizado na Casa do Curro, imóvel do século XVII, foi inaugurado no dia 28 de fevereiro do último ano, contabilizando, no primeiro ano de vida, a visita de 11.129 pessoas de diferentes idades e nacionalidades. Destes, 8.712 são de nacionalidade portuguesa e 2.610 são estrangeiros dos cinco continentes.

Estes números revelam que aquele equipamento, situado em pleno centro histórico da localidade, representa, no dia de hoje, uma aposta consolidada e um trunfo valioso na defesa e divulgação do Vinho Alvarinho, potenciando as suas características endógenas e as empresas locais dedicadas à sua produção.

Com um investimento próximo dos 150 mil euros com comparticipação PRODER de 90 mil euros, o Museu do Alvarinho assume-se, cada vez mais, como um espaço de promoção e degustação daquele produto demarcado e singular com elevada importância na economia de muitas famílias monçanenses.

Distribuído por diferentes áreas, este espaço proporciona aos visitantes uma autêntica viagem pelo mundo deste famoso néctar, disponibilizando informação sobre a origem, evolução e empresas dedicadas à produção deste verdadeiro suporte da identidade cultural e histórica do concelho.

As empresas de Vinho Alvarinho com produto rotulado, tantas e tantas vezes premiadas em concursos nacionais e internacionais, encontram neste espaço “uma porta de acesso” para a valorização dos seus produtos, bem como um “ponto de encontro” para provas comentadas, encontros promocionais e estabelecimento de parcerias negociais.

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TERTÚLIA NO MUSEU BORDALO PINHEIRO DEBATE “O MODERNISMO E O FOLCLORE”

O debate em torno de “O Modernismo e o Folclore” marcaram a tarde de ontem no Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Tratou-se de uma conversa amena que teve lugar no âmbito da exposição Luís Filipe e a Farsa da Vida. Na ocasião, foi também inaugurada na sala “A Paródia”, do Museu Bordalo Pinheiro, uma mostra de peças “Pixeladas vianenses”.

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Esta foi a primeira de uma série de três tertúlias programadas acerca de Luís Filipe (1887-1949) que foi um dos artistas pioneiros do primeiro Modernismo em Portugal.

Esta tertúlia contou como convidados para a conversa o Musicólogo João Soeiro de Carvalho da Universidade Nova de Lisboa, a Historiadora da Arte Ana Vasconcelos do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, o Antropólogo Carlos Mendes e os Designers Liliana Soares e Ermanno Aparo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Fotos: Museu Bordalo Pinheiro

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MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA PROMOVE HOJE TERTÚLIA SOBRE “MODERNISMO E FOLCLORE”

A obra de Luís Filipe (1887-1949), que foi um dos pioneiros do primeiro Modernismo em Portugal é muito pouco conhecida e, no âmbito da exposição Luís Filipe e a Farsa da Vida, vamos fazer um conjunto de três tertúlias sobre o artista.

A primeira será sobre Modernismo e Folclore no Museu Bordalo Pinheiro, no sábado, dia 13, às 5 da tarde.

Será uma conversa sobre a forma como a arte popular é reinterpretada pelos diferentes movimentos artísticos e, muito particularmente, como Luís Filipe o fez nos anos 1930.

Convidámos para a conversa o Musicólogo João Soeiro de Carvalho (FCSH/UNL), a Historiadora da Arte Ana Vasconcelos (Centro de Arte Moderna/Fundação Calouste Gulbenkian) o Antropólogo Carlos Mendes e os Designers Liliana Soares e Ermanno Aparo (Esc. Sup Tecnologia e Gestão / Instituto Politécnico de Viana do Castelo).

Será também inaugurada a mostra “Pixeladas Vianenses: Luís Filipe, um modernista revisitado”, de trabalhos dos alunos de Design do Produto do IPVC inspirados na obra de Luís Filipe

VIANA DO CASTELO EM DESTAQUE NO MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA

O Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, leva a efeito uma tertúlia, no próximo sábado, dia 13 de Fevereiro, às 17 horas, no âmbito da exposição Luís Filipe e a Farsa da Vida.

Luís Filipe (1887-1949) é um artista vianense surpreendente e pouco conhecido do primeiro Modernismo. Em Viana ficou conhecido principalmente pelos cartazes das festas de 1932, 34 e 48.

A tertúlia será sobre Modernismo e Folclore, com João Soeiro de Carvalho, Sub-diretor da Faculdade de Ciências e Humanidade da Universidade Nova de Lisboa, Ana Vasconcelos, Curadora no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian e os professores no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Mendes, Liliana Aparo e Ermanno Aparo.

Vai ser também inaugurada uma mostra de trabalhos dos alunos de Design do Produto da ESTG /IPVC.

GERÊS COMEMORA DIA DOS NAMORADOS

Casais com entrada grátis no Núcleo Museológico de Campo do Gerês a 13 e 14 de fevereiro

A Câmara Municipal de Terras de Bouro irá assinalar, no fim-de-semana de 13 e 14 de fevereiro, mais uma edição do “Dia dos Namorados”, proporcionando, aos casais interessados, uma visita grátis ao Núcleo Museológico de Campo do Gerês.

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Será, certamente, uma excelente oportunidade de celebrar este “fim de semana romântico” percorrendo e constatando tudo o que o Museu da Geira, o Museu de Vilarinho da Furna e a Porta do Parque Nacional da Peneda-Gerês têm para oferecer: os principais símbolos representativos do património histórico, cultural, etnográfico e natural de Terras de Bouro e do Gerês.

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Museu de Vilarinho da Furna

Museu de Vilarinho - Porta do PNPG

Museu da Geira

MUSEU BORDALO PINHEIRO MOSTRA VIANA DO CASTELO

Viana do Castelo é um festival de cores e movimento, onde o folclore vianense é rei e, neste caso concreto, a festa maior da cidade: a Romaria d'Agonia.

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Para aguçar o apetite, mostramos um cartaz em exposição alusivo às Festas da Cidade de Viana do Castelo, em 1934.

Não espere por Agosto para entrar no espírito.

Visite o Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, e deixe-se contagiar pela linguagem modernista de Luís Filipe.

Vai ver que vale a pena!

O vianense João Alpuim Botelho, anterior diretor do Museu do Traje em Viana do Castelo, é atualmente o responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa.

NAVIO HOSPITAL GIL EANNES COMEMORA 18 º ANIVERSÁRIO DA CHEGADA A VIANA DO CASTELO

No próximo dia 31 de Janeiro, a Fundação Gil Eannes comemora o 18º aniversário do regresso do Navio Hospital Gil Eannes a Viana do Castelo.

6 N Gil Eannes _entrada docas dos Estaleiros Navai

Para assinalar a data, a Fundação Gil Eannes tem programado para o dia 31 de Janeiro:

9H30 às 18H00 - Visitas gratuitas ao navio museu

18H00 - Apresentação dos livros do Comandante Valdemar Aveiro “80 Graus Norte - Recordações da Pesca do Bacalhau “, “Histórias Desconhecidas dos Grandes Trabalhadores do Mar - Recordações da Pesca do Bacalhau “,”Murmúrios do Vento - Recordações da Pesca do Bacalhau “ e ”Ecos do Grande Norte - Recordações da Pesca do Bacalhau “

- Visita à requalificação do Bloco Operatório do Navio Gil Eannes

- Dramatização -“Ah, Mar d’um Cão!”

                               ATIVAjúnior / ATIVAsénior / Enquanto Navegávamos

                               Teatro do Noroeste – CDV | Projeto Comunidade

9 N Gil Eannes_atracado doca comercial de Viana do

O Navio Hospital Gil Eannes foi construído nos Estaleiros de Viana do Castelo em 1955, tendo como missão apoiar a frota bacalhoeira portuguesa nos mares da Terra Nova e Gronelândia.

A sua principal função foi prestar assistência hospitalar aos pescadores e tripulantes da frota bacalhoeira mas também foi navio capitania, navio correio, navio rebocador, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.

O Gil Eannes encontra-se aberto ao público como navio museu desde agosto de 1998 e ao longo destes anos já foi visitado por mais de 708 mil visitantes.

Sala operações - gileannes - após reabilitaçã