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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO INAUGURA SEDE PAROQUIAL DE TRUTE

A inauguração da Sede Paroquial de Trute teve lugar este domingo, 23 de abril, pelas 11h00, após a celebração da missa dominical. Com a bênção do padre Nélson Barros, pároco da freguesia, a cerimónia contou com a presença de muitos populares de Trute e freguesias vizinhas. 

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Além da sala mortuária, aquela estrutura social e cívica, situada junto à igreja e cemitério da freguesia, disponibiliza sala de apoio à atividade regular da paróquia e serviços sanitários. Servirá ainda como espaço de ensaio do grupo coral da freguesia.

Lembrando que a construção da sede paroquial é uma ideia antiga que ganhou forma nos últimos anos, o presidente da junta, Agostinho Fernandes, focou a importância desta estrutura para a comissão fabriqueira da igreja e para o grupo coral da freguesia, referindo que o trabalho efetuado até agora terá continuidade num local com melhores condições.

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Agostinho Fernandes traçou as vicissitudes do processo de construção, com alguns contratempos devidamente ultrapassados, e agradeceu a Maximino Ferreira pelo pontapé de saída e a José Emílio Moreira e Augusto de Oliveira Domingues por terem dado continuidade ao projeto através da imprescindível comparticipação financeira.

Após enaltecer o papel de Maximino Ferreira e Agostinho Fernandes no desenvolvimento deste projeto, Augusto de Oliveira Domingues referiu que o apoio presente do atual executivo municipal para a recuperação do património religioso é algo que vai continuar no futuro.

“Há quem pense e diga que não devemos investir no património religioso. Eu não penso assim. A requalificação desses espaços é importante porque, apesar de serem propriedade da igreja, são utilizados por muitas pessoas” afirmou Augusto de Oliveira Domingues, prometendo “continuar a investir em adros, altares e telhados para que estes espaços de fé e devoção tenham as melhores condições”.

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O autarca monçanense, que recentemente visitou a freguesia no âmbito do périplo pelo concelho, elogiou o trabalho de Agostinho Fernandes que, nestes anos, tem conseguido aliar a requalificação e limpeza da rede viária com a construção de estruturas importantes para a freguesia e a criação de postos de trabalho.

Por isso, Augusto de Oliveira Domingues pediu-lhe que continue a fazer de Trute uma terra em desenvolvimento: “ Não me quero ver livre de si. Desafio-o a ficar mais tempo para prosseguir o trabalho extraordinário que tem feito com a sua equipa. Penso que a freguesia tem muito a ganhar com a sua experiência e capacidade”.

Com acesso direto ao exterior da Igreja, a Sede Paroquial de Trute reveste-se de grande importância para a população da freguesia, contribuindo para a criação de uma área de vocação religiosa constituída por igreja, cemitério e sala mortuária. A oliveira à entrada e os acessos em calçada à portuguesa conferem-lhe uma imagem de sobriedade e elegância. 

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MONÇÃO: MERUFE DISPONIBILIZA MAIS DE 170 SERVIÇOS NUM ÚNICO ESPAÇO

O Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nunes Santos, presidiu, no passado sábado, à inauguração do Espaço do Cidadão de Merufe. Um dia de grande alegria e orgulho para a população local. Pela abertura daquele espaço com mais de 170 serviços num único balcão. Mas também pela celebração do 43º aniversário do Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe. 

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Cumpridas as formalidades do descerramento da lápide e da visita às instalações, seguiram-se os discursos oficiais. Muitas pessoas sentadas e de pé num salão nobre com uma panorâmica fantástica sobre vários lugares da freguesia e as ventoinhas que se vislumbram no horizonte. Ali ao lado, o imponente mosteiro.

O autarca local, Márcio Alves, considerou o espaço do cidadão como um ganho importante para a freguesia e uma mais-valia para a população que, em tempo célere e sem necessidade de deslocações, terá a oportunidade de resolver diversos assuntos da administração pública.

Lembrou os contornos do processo e sublinhou a ajuda preciosa do deputado na Assembleia da República, José Manuel Carpinteira, e do vereador da autarquia monçanense, Paulo Esteves. Sublinhou: “Foram duas pessoas que estiveram comigo nesta conquista para a freguesia. Estou-lhes grato pelo esforço. Peço-vos uma salva de palmas”.

Focando-se na necessidade em fixar as pessoas na freguesia, Márcio Alves abordou aquilo que tem sido feito para a concretização daquele objetivo, referindo a Cooperativa de Volantes do Mosteiro, que emprega duas dezenas de pessoas, o loteamento para sete habitações a baixo custo e um projeto turístico, em fase embrionária, que será objeto de candidatura a verbas do fundo de turismo.

Mencionou também a medida de incentivo à natalidade, com 50,00 € mês a cada criança até aos 2 anos, e o apoio aos alunos do ensino básico, através da entrega gratuita de livros escolares até ao 5º ano. “E se o governo, como parece, garantir esse apoio, nós vamos mais longe, continuando até ao 9º ano” acrescentou.

Conhecedor da importância que representa a floresta e a agricultura para a freguesia, o autarca alertou o governante presente para a necessidade de valorização do sector agrícola com disponibilização de instrumentos financeiros para abertura de acessos aos campos, complementando os apoios existentes para os regadios.

Fixação de pessoas e autonomia às juntas

O desafio de fixação das pessoas no mundo rural também esteve evidenciado no discurso do autarca monçanense. Socorrendo-se das estatísticas, Augusto de Oliveira Domingues, confirmou que a população no concelho está a diminuir, lembrando, no entanto, que a curva descendente é menos acentuada que em outros concelhos da região.

Deu nota da importância em manter as pessoas nas freguesias, referindo que o actual executivo desenvolve uma política descentralizadora que tem permitido a instalação de empresas e serviços nas freguesias, incrementando a empregabilidade no meio rural e, por acréscimo, a permanência da população no local de origem.

A par disso, acrescentou, garante autonomia aos presidentes de junta para escolherem a melhor estratégia de desenvolvimento: “todos os meses, transferimos uma verba para cada junta, segundo critérios de igualdade, população e território, para que os responsáveis locais possam investir. Penso que é a melhor opção porque tem está no terreno decide com maior conhecimento e eficácia”.

Abordando o novo espaço localizado na sede da junta de freguesia, Augusto de Oliveira Domingues realçou o facto de ficar localizado no meio rural e enalteceu as virtualidades deste “balcão único” para a população local que encontra aqui uma gama variada de serviços da administração pública.

“São quase duzentos serviços num espaço único. As vantagens são enormes e reflectem uma aposta muito clara deste governo, desta câmara e desta junta de freguesia nas pessoas que residem longe dos centros urbanos” sustentou Augusto de Oliveira Domingues, ciente da “valiosa importância desta estrutura no quotidiano das pessoas”.

“Tudo o que o governo faz tem em conta o respeito pelas pessoas”

O Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nunes Santos, denotava um semblante de satisfação. Talvez pelo acolhimento de quem sabe receber. Ou dos rostos radiantes de quem estava na plateia. E quando chegou a sua vez de discursar, as palavras saíram-lhe com a naturalidade de quem está entre amigos.

Falou do espaço do cidadão como algo precioso e fundamental para as populações que residem em locais distantes das sedes do concelho ou dos grandes centros urbanos. Revelou que outros serviços virão para engrossar a lista já existente. Esclareceu que não está ali para traçar cenários cor-de-rosa mas para assegurar melhor qualidade às pessoas.

À semelhança de outras medidas promovidas pelo governo, Pedro Nunes Santos referiu que a criação dos espaços do cidadão visa “uma maior aproximação das comunidades locais aos serviços públicos”, cuja génese assenta “no respeito e apreço que todos os portugueses merecem”. Sintetizou: “O que o governo faz, à velocidade que pode, tem sempre em conta o respeito pelas pessoas”.

O espaço do cidadão é um ponto de atendimento que reúne mais de 170 serviços de diferentes entidades num único balcão. Entre outras questões, as pessoas podem tratar da carta de condução, caderneta predial, assuntos relacionados com emprego e formação profissional, e solicitação do cartão europeu de seguro de doença.

Antes da cerimónia oficial, Pedro Nunes Santos visitou a cooperativa de volantes do Mosteiro, onde teve a oportunidade de tomar contacto com as diferentes etapas de produção de um volante. Depois do ato solene, não deixou de dar um pé de baile no “bira” geral do Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe. Passou com distinção. 

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MONÇÃO: BÊNÇÃO DA SEDE PAROQUIAL DE TRUTE REALIZA-SE NO PRÓXIMO DOMINGO

A bênção da Sede Paroquial de Trute realiza-se este domingo, 23 de abril, pelas 11h00. Além da casa mortuária, aquela estrutura social e cívica, situada junto à igreja e cemitério da freguesia, disponibiliza espaços de apoio à atividade regular da paróquia.

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Com acesso direto ao exterior da Igreja, a Sede Paroquial de Trute, equipamento apoiado pela autarquia monçanense, reveste-se de grande importância para a população da freguesia, contribuindo para a criação de uma área de vocação religiosa constituída por igreja, cemitério e casa mortuária.

No âmbito do périplo pelo concelho, o presidente da autarquia monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, visitou, em novembro, as obras da nova estrutura. Na ocasião, Agostinho Fernandes, autarca local, mostrou-se satisfeito com a valorização daquela zona. Disse: “Estes espaços, que dizem muito à população local, ficam juntos e com ótimas condições”.

- Registos fotográficos referem-se à visita de trabalho do Presidente da autarquia, Augusto de Oliveira Domingues, à freguesia de Tangil no mês de novembro do ano passado.

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MINI AGENTES DE MONÇÃO SENSIBILIZAM AUTOMOBILISTAS PARA PREVENÇÃO DE MAUS TRATOS NA INFÂNCIA E JUVENTUDE

No âmbito da programação local do Mês da Prevenção de Maus Tratos na Infância e Juventude, realizou-se esta manhã uma operação stop, denominada “Brigada de Direitos”, onde dois grupos de crianças, seis em cada um, alertaram os automobilistas para a problemática.

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Devidamente fardados, as crianças do 4º ano do Centro Escolar José Pinheiro Gonçalves e do 5º ano da EB 2.3 de Monção entregaram aos automobilistas um flyer alusivo à temática e um laço azul, símbolo da campanha de prevenção, para colocarem na antena ou no interior da viatura.

Esta ação, promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Monção com a colaboração da GNR e do Agrupamento de Escolas de Monção, teve lugar nas Portas do Sol, à entrada do Campo da Feira, e na Estrada dos Arcos, à entrada do Centro de Saúde de Monção.

No primeiro momento, os automobilistas estranharam a presença dos mini-agentes e a indicação, dada pelos elementos da GNR presentes, para pararem a viatura. No segundo momento, entranharam a mensagem transmitida pelas crianças, mostrando-se recetivos e agradados com a iniciativa.   

Inserida na programação, realiza-se hoje à noite, pelas 21h00, a primeira sessão das “Conversas em Família”. Com a participação da pedopsiquiatra Rute Teiga, será abordada “A pressão para o sucesso escolar. Como lidar com a ansiedade dos filhos”. O encontro, com entrada livre, decorre na Biblioteca Municipal de Monção.

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MONÇÃO INAUGURA ESPAÇO DO CIDADÃO EM MERUFE

Cerimónia conta com a presença do Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nunes Santos.

Merufe vai ter um espaço do cidadão. Localizado na sede da junta de freguesia, será inaugurado este sábado, 22 de abril, pelas 16h00, numa cerimónia presidida pelo Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nunes Santos.

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O espaço do cidadão funciona como um balcão único de atendimento, onde é possível resolver diversos assuntos relacionadas com a administração pública através da Internet. Em síntese, concentra num só espaço vários serviços relevantes para o dia-a-dia das pessoas.

Entre outras possibilidades, o espaço do cidadão vai permitir o requerimento de pensão de sobrevivência ou subsídio de funeral, renovação da carta de condução, certidões de nascimento e óbito e marcação de consultas no centro de saúde.

“DAR A MÃO AO PÃO” É A DIVISA DE MONÇÃO

No âmbito do projeto “Monção nas Mãos – Turismo Criativo”, decorre este domingo, 23 de abril, pelas 15h00, a oficina de trabalho “Dar a mão ao pão”, onde o Chef Rui Ribeiro oferece a possibilidade de descobrir alguns dos segredos da confeção do pão. Os participantes, em número limitado, irão amassar o pão e provar o fruto da sua própria experiência.

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O projeto “Monção nas Mãos – Turismo Criativo”, coordenado por Nélson Azevedo, pretende contribuir para que se recuperem alguns dos saberes ancestrais deste território através da experiência de vários parceiros envolvidos neste conceito abrangente e estruturante que visa valorizar o presente e futuro com os ensinamentos do passado.

O projeto reserva experiências em áreas da vida rural como a moagem de farinha, a confeção do pão, a tosquia de ovelhas ou a construção de instrumentos tradicionais. Focaliza-se também na recriação artística desses sabores e saberes com recurso à fotografia, desenho e escultura.

MONÇÃO ACOLHE CONCERTO INTIMISTA DE DAILY MISCONCEPTIONS

Com produção da Bulletseed e promoção do Município de Monção, a sala de exposições do Cine Teatro João Verde recebe esta sexta-feira, 21 de abril, pelas 21h30, mais um concerto intimista inserido no ciclo de música “Cicl-one”: Daily Misconceptions. A entrada é gratuita, encontrando-se sujeita aos lugares disponíveis.

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O universo de Daily Misconceptions (João Santos e Sara Esteves) é, como o universo em que vivemos, um organismo em constante expansão. Imaginado e criado num quarto de Lisboa há quase uma década, foi lentamente deixando o conforto caseiro para crescer, questionar, conhecer e, acima de tudo, criar um entusiasmo difícil de encontrar.

No âmbito do “Cicl-one”, que trouxe a Monção O Manipulador (janeiro), Gobi Bear (fevereiro) e Coelho Radioactivo (março), realiza-se, no mesmo dia, um workshop com alunos do ensino secundário, onde o artista dá a conhecer o seu percurso musical e suscita nos jovens apetência pelo cultura musical.

ARQUIVO DISTRITAL DE BRAGA INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES

No próximo dia 28 de abril, sexta-feira, pelas 11h00 serão inauguradas as novas instalações do Arquivo Distrital de Braga/Universidade do Minho, na Rua do Abade da Loureira, em Braga.

No mesmo dia, pelas 14h30, a Universidade do Minho, através das suas Unidades Culturais – Arquivo Distrital de Braga e Casa Museu de Monção, em colaboração com o Departamento de História realizará, no Salão Nobre da Universidade do Minho, no largo do Paço, as Conferências Entre a História e os Arquivos.

Estas Conferências serão uma homenagem da Universidade do Minho ao Prof. Doutor José Marques, figura notável da cultura e historiografia portuguesa com um papel destacado no estudo e valorização dos fundos arquivísticos do Arquivo Distrital de Braga.

A cerimónia será presidida por Sua Excelência o Ministro da Cultura.

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ROTUNDA EMBELEZADA COM MOTIVO ALUSIVO À UNIÃO ENTRE MONÇÃO E SALVATERRA DE MIÑO

A rotunda da Avenida da Galiza, junto ao Rio Park, está a ser embelezada com um motivo alusivo à Eurocidade Monção – Salvaterra de Miño, perpetuando, desta forma, a cooperação territorial, cultural, desportiva e social entre os dois municípios ribeirinhos unidos pelo rio Minho.

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Tratando-se de uma zona de grande sensibilidade paisagística e funcional devido à função que desempenha na organização do movimento automóvel, a estrutura em execução pretende assumir-se como um elemento identificativo da Eurocidade Monção – Salvaterra de Miño, enquadrando-se na funcionalidade original da rotunda.

Na conceção, foi pensada uma imagem em semicírculo, virada a Salvaterra de Miño, acolhendo quem vem da ponte internacional, revestindo o volume com pastilha cerâmica vidrada em cor azul, encimada por uma peça em aço corten com iluminação embutida.

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PRESTAÇÃO DE CONTAS 2016 MOSTRA EQUILIBRIO FINANCEIRO E CONFIANÇA NO FUTURO EM MONÇÃO

Mantendo-se o período de austeridade e contenção financeira, motivado por um conjunto de medidas restritivas a nível nacional e atrasos na canalização dos fundos comunitários, o Executivo Municipal de Monção aprovou, por maioria, a prestação de contas de 2016.

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O documento, analisado e votado em sessão camarária realizada ontem à tarde, foi aprovado com três votos a favor do PS e quatro abstenções, três do PSD e uma do CDS, sendo agora objeto de apreciação e votação em sessão da Assembleia Municipal do dia 25 de abril.

No exercício de 2016 assistiu-se a uma maior contenção na despesa e à diminuição da receita corrente devido, em grande parte, ao menor desempenho do IMI em virtude da opção de município em manter a taxa no limite mínimo com bonificações para quem tem filhos, favorecendo as famílias monçanenses em detrimento dos cofres municipais.

A receita de capital, onde se incluem os fundos comunitários, também decresceu, situação que vem acontecendo nos últimos anos. Exemplo: em 2016, foi arrecadado 1.212.828,46 € contrariamente a 2011, cujo montante situou-se em 8.751.258,92 €. Uma diferença abismal com reflexos no investimento que, registe-se, tem avançado graças à poupança corrente.

0s encargos com o pessoal, cuja diminuição tem sido uma realidade com passagem de 306 trabalhadores em 2010 para 248 em 2016, mantêm-se estáveis relativamente ao último ano. Em termos financeiros, passou-se para um gasto de 4.807.202,20 € em 2010 para 4.347.551,35 € em 2016.

O lado positivo deste período de grande adversidade económica está na evolução do endividamento. Não tendo sido um ano bom em termos financeiros, o município conseguiu reduzir o seu endividamento de médio e longo prazo em 14,76 %, abatendo 1.014.802,01 € ao montante global do ano anterior.

Esta curva descendente tem sido uma constante na última década com acentuação pronunciada nos últimos anos. Exemplo: a 31 de dezembro de 2006, a divida estava em 14.064.342,94 €. A 31 de dezembro de 2016, o valor situa-se em 5.860.144,63 €. Em dez anos, assistiu-se a uma redução de 8.204.198,31 €. 

No curto prazo, onde se incluem dívidas a fornecedores e outros credores, os valores tem vindo a diminuir significativamente. No final do atual exercício, situou-se em 781.808,60 €. Um valor controlado que é praticamente a faturação do mês de dezembro. Lembramos que em 2011 a divida de curto prazo estava em 2.999.484,74 €.

O saldo de gerência no presente exercício é de 1.004.964,42. Importa ainda referir que, no atual mandato, não foi necessário recorrer a empréstimos bancários, o que reflete a aposta feita pelo executivo numa gestão criteriosa e no equilíbrio sustentável das contas públicas.

Neste exercício, destaque ainda para o apoio dado aos estabelecimentos de ensino, instituições sociais e centros paroquiais do concelho, bem como às 24 freguesias através da distribuição de verbas correntes e de capital e aumento da autonomia para a definição de projetos e obras.

Referência também para o considerável auxílio às famílias mais desfavorecidas economicamente (subsídios escolares, incentivos ao ensino superior, comparticipação nos medicamentos, apoio habitacional…) e às coletividades recreativas, culturais e desportivas pelo inestimável papel que prestam à comunidade.

“O equilíbrio e a sustentabilidade financeira, a diminuição da divida a médio e longo prazo e a redução de encargos com o pessoal, refletem a preocupação do município no desenvolvimento de uma gestão criteriosa e realista sem perder de vista o investimento em áreas estruturais para o território concelhio”.

ENVOLVENTE DA ANTIGA ESTAÇÃO DA CP: AUTARQUIA MONÇANENSE PROCEDE À DEMOLIÇÃO DO QUARTO IMÓVEL DEVOLUTO

Os serviços camarários deram início ontem, segunda-feira, aos trabalhos de demolição de um prédio urbano situado na Travessa da Cova do Cão, zona de proteção do Castelo de Monção, monumento nacional desde 1910. Trata-se do quarto imóvel adquirido e demolido pela autarquia no âmbito do projeto de requalificação urbanística daquela zona.

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Após processo negocial, as intervenções arrancaram no terreno no dia 18 de janeiro do presente ano com a demolição de dois imóveis, propriedade da “Vianachandler, Abastecimento Alimentar Portuário, Lda”, seguindo-se, no dia 1 de fevereiro, a demolição do terceiro imóvel, propriedade dos herdeiros de Guilhermina Teixeira Ferreira.

Com a demolição do presente imóvel, cuja área bruta de construção é 230 metros quadrados e área total do terreno de 467 metros quadrados, sendo titular Maria Cândida Ventuzelo Gomes, aquela área fica disponível para o respetivo projeto de requalificação que abrangerá toda a envolvente da antiga estação da CP.

A demolição dos quatro imóveis, aos quais se acrescenta mais um junto ao muralhado no acesso à zona do rosal, representa um passo importante na requalificação daquele espaço amplo servido por vários estabelecimentos comerciais e serviços públicos, bem com um significativo fluxo de trânsito rodoviário.

Nesta estratégia de valorização daquela zona, presentemente uma das principais entradas no centro histórico de Monção, será inaugurada no dia 25 de abril, feriado nacional, a nova sede da Banda de Música de Monção que ficará instalada no antigo edifício da CP. 

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MONÇÃO REQUALIFICA CEMITÉRIO MUNICIPAL

Os trabalhos de requalificação do Cemitério Municipal de Monção decorrem segundo a calendarização prevista, devendo estar concluídos a breve prazo. Neste momento, realiza-se a segunda fase da intervenção, incidindo na regularização de terreno e pavimentações junto às sepulturas.

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Numa primeira fase, a empreitada baseou-se no melhoramento do sistema das águas pluviais e na pavimentação dos arruamentos laterais que se encontravam em terra batida. Procedeu-se igualmente ao nivelamento dos arruamentos em relação à cota dos vários talhões.

A empreitada incluiu ainda na remoção dos buchos existentes, o qual dificultavam a acessibilidade a diversas sepulturas, e a colocação de tampas pré-fabricadas em betão nas sepulturas localizadas na área ampliada do cemitério, garantindo maior segurança a quem circula naquela zona.

Este investimento tem como objetivo ultrapassar diversas adversidades sentidas pela população no acesso às sepulturas. Em dias de chuva, os arruamentos laterais ficavam cobertos de água e lama, provocando pequenos aluimentos de terras e a cedência da base de fundação das sepulturas. Situação que será ultrapassada com a presente intervenção.

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PÁSCOA: CORDEIRO À MODA DE MONÇÃO NOS RESTAURANTES E LARES DO CONCELHO

Os monçanenses são maioritariamente religiosos e participam ativamente nas celebrações da Semana Santa, envolvendo-se nas eucaristias e procissões que acontecem um pouco por todo o concelho e abrindo as suas portas ao compasso pascal que leva a figura de Jesus Cristo ao aconchego familiar.

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Esta devoção, que se manifesta nos atos e nas palavras, é acompanhada pela paixão que os monçanenses “emprestam” à gastronomia com pergaminhos e tradição. Neste período religioso e festivo, poucos dispensam um dos pratos mais característicos do concelho: O Cordeiro à Moda de Monção, localmente conhecido como “Foda à Monção”.

Depois de banhado com vinagre, pimenta, alho e salsa bem picada, o cordeiro vai inteiro ao forno de lenha num alguidar de barro juntamente com o arroz, cuja calda é feita com água de cozer as carnes e algumas pitadas de açafrão. A confeção é demorada e minuciosa. O sabor, genuíno e único, revela-se agradável aos palatos mais exigentes.

O nome brejeiro ou artístico, digamos assim, como é conhecido o Cordeiro à Moda de Monção, reflete o caráter afável, folião e bem-disposto da população monçanense. E porquê “Foda à Monção?” A história é tão antiga que perde-se no tempo, não sendo possível datá-la com exatidão.

Assim, conta-se que:

“Os habitantes do burgo, que não possuíam rebanhos, dirigiam-se às feiras para comprar o animal. E, como em todas as feiras, havia de tudo, bons e maus. A verdade é que os produtores de gado, quando os levavam para a feira queriam vendê-los pelo melhor preço e, para que parecessem gordos, punham-lhes sal na forragem, o que os obrigava a beber muita água.

Na feira, apareciam com uma barriga cheia de água e pesados, parecendo realmente gordos. Os incautos que não sabiam da manha compravam aqueles autênticos “sacos de água” e, quando se apercebiam do logro, exclamavam à boa maneira do Minho: “que grande foda!”

O termo tanto se vulgarizou que o prato passou a designar-se localmente como “Foda à Monção”. De tal modo que é frequente, em alturas festivas com particular destaque para a quadra pascal, ouvir o povo exclamar em jeito brincalhão: “Ó Maria, já meteste a foda?”

CINE TEATRO JOÃO VERDE TRANSFORMADO EM JARDIM DIVINO COM INTENSO AROMA A CAMÉLIA

O significado de camélia é jardim fértil ou jardim divino. O seu aroma é intenso, agradável e encantador. A sua elegância e simplicidade inspirou poetas e escritores como Alexandre Dumas que, em 1848, publicou o conhecido romance “A Dama das Camélias”.

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No último fim de semana, o Cine Teatro João Verde foi literalmente invadido por esta planta ornamental e decorativa com apresentação de trabalhos feitos por floristas e associações locais e galegas. Neste particular, destaque para a forte participação de pessoas de Salceda de Caselas.  

Os trabalhos expostos, disciplinarmente colocados nos corredores e na galeria de exposições daquela estrutura cultural, mostraram diferentes géneros de camélias com significado distinto. Exemplos: as brancas simbolizam beleza perfeita, as cor-de-rosa revelam grandeza de alma e as vermelhas sinal de reconhecimento. 

Os visitantes tiveram também a oportunidade de visualizar várias fotografias de camélias localizadas em espaços públicos e em casas particulares do nosso concelho. Umas com enquadramento aéreo. Outras com a criatividade inspiradora da camélia.

Na abertura da exposição, foram entregues diplomas e uma lembrança, feita pela APPACDM, delegação de Monção, a todos os participantes. A Vice-Presidente, Conceição Soares, sublinhou a importância deste evento como incentivo à promoção desta planta e agradeceu a presença e colaboração de todos nesta iniciativa. 

A Exposição de Camélias englobou ainda trabalhos de pintura de Joana Degues e de cerâmica artesanal de Patricia Oliveira que, na manhã de domingo, coordenou uma oficina de trabalho de desenho e técnicas de impressão sobre camélias com a presença de uma dezena de participantes.

Na noite de sábado, o Cine Teatro João Verde animou-se com a música tradicional do Grupo Popular “Os Teimosos” e as “Voces de Arrieiro”, agrupamento galego. Desta forma, à beleza natural juntou-se a criatividade artística num palco privilegiado de fruição cultural.

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“MONÇÃO NAS MÃOS - TURISMO CRIATIVO”

Este projeto, coordenado por Nélson Azevedo, pretende contribuir para que se recuperem alguns dos saberes ancestrais deste território através da experiência de vários parceiros envolvidos neste conceito abrangente e estruturante que visa valorizar o presente e futuro com os ensinamentos do passado.

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O projeto reserva experiências em áreas da vida rural como a moagem de farinha, a confeção do pão, a tosquia de ovelhas ou a construção de instrumentos tradicionais. Focaliza-se também na recriação artística desses sabores e saberes com recurso à fotografia, desenho e escultura.

Dia 23, domingo, 15h00

“DAR A MÃO AO PÃO”

Neste dia, “Monção nas Mãos – Turismo Criativo” oferece a possibilidade de descobrir alguns dos segredos da confeção do pão com o Chefe Rui Ribeiro, parceiro do projeto. Os participantes, em número limitado, irão amassar o pão e provar o fruto da sua própria experiência. Informações/Inscrições: moncaonasmaos@gmail.com

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EMPRESAS MONÇANENSES DISTINGUIDAS COM O ESTATUTO PME LIDER E PME EXCELÊNCIA 2016 RECEBEM VOTOS DE LOUVOR NO 25 DE ABRIL

As 15 empresas de Monção distinguidas com o estatuto de PME Líder e PME Excelência 2016, vão receber no dia 25 de abril, feriado nacional, pelas 16h00, no Cine Teatro João Verde, os votos de louvor aprovados na sessão ordinária do dia 20 de março por proposta do Presidente da Câmara Municipal de Monção.

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Na altura, Augusto de Oliveira Domingues agradeceu publicamente a notoriedade dada ao tecido empresarial local e o reforço que esta diferenciação positiva representa para a valorização da economia monçanense. Manifestou-se igualmente agradado com o facto de Monção ser o terceiro concelho do Alto Minho com maior número de PME Líder e o segundo com PME Excelência.

As empresas monçanenses reconhecidas com o estatuto de PME Líder 2016 foram: Adega Cooperativa Regional de Monção, CRL; Adriano Alves Rodrigues; Coca Hipermercados, Lda; Covas Transportes, Lda; Farmácia Vale do Mouro, Lda; Francisco Lourenço, Materiais de Construção e Decoração, Lda; Habimonção Construções, Lda; Heitor de Campos Amoedo, Lda; Impact Zero, Software Unipessoal, Lda; Irmãos Amorim, Lda; J. Oliveira & Domingues, Lda; Meireles & Sobrinhos, Lda; Roypasa, Lda; Sociedade Artística – Manufacturas Químicas e Metálicas, Lda: e Sociedade Transportes Floridos, Lda.

Deste universo, saíram as 6 PME Excelência 2016: Adega Cooperativa Regional de Monção, CRL; Farmácia Vale do Mouro, Lda; Francisco Lourenço, Materiais de Construção e Decoração, Lda; Impact Zero, Software Unipessoal, Lda; Irmãos Amorim, Lda; e Sociedade de Transportes Floridos, Lda.

Refira-se que o estatuto de PME Líder e PME Excelência é um selo de qualidade criado pelo IAPMEI como reconhecimento pelo desempenho económico-financeiro e pelo contributo dado à economia nacional, corporizando um instrumento de visibilidade acrescida para as empresas que se destacam pelos melhores resultados no meio empresarial.

MINISTRO DA EDUCAÇÃO INAUGURA SEDE DA BANDA MUSICAL DE MONÇÃO NO DIA DA LIBERDADE

A sede da Banda Musical de Monção, fruto da requalificação e adaptação do edifício da antiga estação da CP, vai ser inaugurada no dia 25 de abril, feriado nacional, pelas 18h00, numa cerimónia presidida pelo Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

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A presente inauguração, com valor de adjudicação de 322.656,00 € acrescida de imposto à taxa de 6%, é uma antiga aspiração da filarmónica monçanense e um compromisso eleitoral do atual executivo presidido por Augusto de Oliveira Domingues.

Nesse sentido, apresentou uma candidatura no âmbito da regeneração urbana, decidindo avançar com os trabalhos enquanto aguardava pela decisão governamental. A aprovação, cuja comparticipação comunitária é de 85 por cento, chegou em princípios de janeiro.  

Inserido numa área extensa com significativo movimento automóvel e pedonal, a sede da Banda Musical de Monção engloba um espaço para ensaios coletivos e salas individualizadas para a aprendizagem e aperfeiçoamento dos diferentes instrumentos.

Mantendo a traça arquitetónica original e a memória ferroviária de outrora, através de elementos identificativos e a cobertura nas traseiras, representa o ponto de partida de um projeto estruturante para a beneficiação daquele espaço situado à entrada do centro histórico da vila.

Presentemente, a filarmónica monçanense, cuja existência remonta a finais do seculo XVIII, ocupa o antigo quartel dos bombeiros voluntários de Monção, imóvel localizado no centro histórico disponibilizado pela autarquia local.

MONÇÃO: PIAS ASSINALA DOMINGO DE RAMOS COM REALIZAÇÃO DE PROCISSÃO COM MAIS DE 300 ANOS

A Função do Senhor dos Passos, procissão que se realiza na freguesia de Pias, em Monção, há mais de 300 anos, decorre na tarde do dia 9 de abril, domingo de ramos. Todos os anos, centenas de figurados e milhares de pessoas participam nesta cerimónia religiosa única no concelho.

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A procissão, com início às 15h30, é precedida, na madrugada desse dia, pelo “andar dos passos”. Marcada para as 5h30, consiste numa caminhada penitencial pelas capelinhas, onde se reza uma oração apropriada e se cantam os Martírios até à Senhora do Encontro. A partir daqui, começa-se o cântico à Senhora das Dores.

Pelas 9h30, grandes e pequenos reúnem-se na Capela da Senhora do Encontro para benzer os ramos de palma e oliveira, De seguida, todos se encaminham para a Igreja Paroquial, onde terá lugar a missa. Neste dia, a igreja está ornamentada de escuro em sinal de luto.

Por volta das 15h30, com centenas de figurados prontos, iniciam-se as cerimónias na Igreja Paroquial. Após uma demorada pregação, o figurado começa o “desfile” pela igreja, enquanto o pregador explica o significado de cada uma das figuras na vida de Jesus Cristo.

De seguida, cantam-se os “Misereres” e sai a procissão que irá percorrer as capelinhas da Paixão de Cristo até à Lapa (Calvário). Além do figurado, integra a cruz do penitente, o andor e as bandeiras do Senhor dos Passos, senates e misericórdia (tôla), o pálio, as personalidades representativas da freguesia e do concelho, o grupo coral e a banda de música.

Um dos pontos mais emocionantes da procissão ocorre na Senhora do Encontro com dois momentos de acentuada carga religiosa: o beijo de Nossa Senhora a Jesus Cristo e o cântico de Verónica. A partir daqui, também segue em procissão o andor de Nossa Senhora do Encontro.

Quando a procissão chega à Lapa (Calvário) há um sermão final e ouve-se, de novo, o cântico da Verónica. Depois de um pequeno descanso, regressa-se. Em sinal de luto, as bandeiras já não vêm hasteadas e as pessoas cantam, invocando misericórdia ao senhor. Chegados à Igreja Paroquial, as crianças despem os vestidos, as velas das promessas apagam-se e o sino deixa de tocar. É o fim da procissão. 

MONÇÃO DÁ LUZ VERDE PARA REDE DE SANEAMENTO EM MESSEGÃES E ZONAS BAIXAS DE VALADARES E SÁ – 1ª FASE

Apresentada pela Câmara Municipal de Monção, a candidatura para instalação da rede de saneamento em Messegães e nas zonas baixas de Valadares e Sá, 1ª fase, acaba de ser aprovada no âmbito do POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos.

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O investimento ilegível situa-se em 667.800,00 €, beneficiando de uma taxa de financiamento comunitária na ordem dos 85%. O objetivo geral incide na melhoria das condições de vida dos residentes nos locais abrangidos, bem como na proteção e valorização do meio ambiente.

Em linhas gerais, a presente intervenção na União de Freguesias de Messegães, Valadares e Sá consta da construção de seis redes de saneamento numa extensão ligeiramente superior a oito quilómetros, cinco condutas adutoras, cinco estações elevatórias e uma ETAR.

Em Messegães, os poços de bombagem e as respetivas redes de drenagem gravíticas serão localizados nos lugares de Pereiro, Vila e Cachada. A partir daqui, através de condutas elevatórias, os efluentes serão conduzidos para uma caixa de visita situada no local mais alto da rede de drenagem.

Chegados aqui, serão drenados para um poço de bombagem situado numa área intermédia entre Messegães e o lugar da Cova, em Valadares. Neste ponto, os efluentes serão conduzidos para a ETAR. Em Valadares, o poço de bombagem ficará situado no lugar da Portela enquanto os efluentes dos lugares de Albergaria e Bemposta serão conduzidos por gravidade para a ETAR.

A luz verde desta candidatura, muito ansiada pela autarquia monçanense, executivo local e população residente, surge no seguimento da aprovação de outras candidaturas apresentadas pelo município com o objetivo de elevar a qualidade de vida dos munícipes e potenciar a defesa do meio ambiente. 

Referência para o abastecimento de água ao domicílio na freguesia de Merufe, investimento que fecha o ciclo da água no concelho de Monção, constando da construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e reservatório em Santo André.

Também para o saneamento básico em Mazedo, Cambeses, Longos Vales, Troviscoso e Troporiz. A intervenção consiste na construção de infraestruturas de saneamento de águas residuais, incluindo a rede de drenagem de saneamento residual, estações e condutas elevatórias.

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MONÇÃO COMEMORA 25 DE ABRIL

O município de Monção celebra a passagem do 43º aniversário do 25 de abril com um programa simbólico que tem como finalidade comemorar esta importante data para todos os portugueses, reforçar os seus ideais junto das gerações mais novas e projetar um futuro sustentável e estruturante para todos os monçanenses.

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O programa inicia-se pelas 10h00 com saudação da Banda Musical de Monção, no Largo da Alfândega, seguindo-se, no Cine Teatro João Verde, a sessão solene comemorativa do 25 de abril com distribuição de cravos à população presente e discursos oficiais alusivos à data. 

Após uma pausa de 15 minutos, realiza-se, com início às 11h00, a reunião ordinária da Assembleia Municipal de Monção com a discussão e votação dos pontos constantes na ordem de trabalhos.

Pelas 16h00, no Cine Teatro João Verde, decorre a cerimónia de entrega de votos de louvor às dezasseis empresas monçanenses distinguidas como PME Líder e PME Excelência, selo de qualidade criado pelo IAPMEI como reconhecimento pelo desempenho económico-financeiro e pelo contributo dado à economia nacional.

O programa comemorativo da “Revolução dos Cravos” termina com a inauguração da Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção no edifício da antiga estação da CP. A cerimónia, presidida pelo Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, realiza-se às 18h00.

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MONÇÃO EXPÕE CAMÉLIAS NO CINE TEATRO JOÃO VERDE

Monção promete um fim-de-semana com intenso aroma a camélia. O Cine Teatro João Verde recebe uma exposição dedicada aquela planta complementada com apresentação de trabalhos de pintura e cerâmica artesanal, oficina de trabalho e momentos musicais.

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Nestes dois dias, serão mostrados diversos trabalhos feitos com camélias e realçada a importância do cultivo desta planta. Além de floristas e viveiristas, estarão presentes associações locais e galegas. A abertura oficial, com a presença da vice-presidente da autarquia monçanense, Conceição Soares, está marcada para as 15h00.

Pelas 21h30, realiza-se um sarau musical com o Grupo Popular “Os Teimosos” e as “Voces de Arrieiro”, agrupamento galego. As entradas são gratuitas, contudo, é necessário fazer o respetivo levantamento do bilhete na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu, T. 251 649 013.

No dia seguinte, domingo, decorre uma oficina de trabalho de desenho e técnicas de impressão sobre camélias, orientado pelo ateliê Flor Agreste. Destinada a maiores de 15 anos, realiza-se entre as 9h30 e as 12h30, com inscrições gratuitas para o seguinte correio eletrónico: agresteflor@gmail.com.

A exposição de camélias encerra às 20h00. Ao longo dos dois dias, na galeria do Cine Teatro João Verde, estão patentes ao público trabalhos de pintura, da autoria de Joana Degues, e de cerâmica artesanal, da autoria de Patricia Oliveira. Desta forma, a beleza natural junta-se à criatividade artística num palco privilegiado de fruição cultural

MONÇÃO PRESENTE NA FEIRA DE NANTERRE

O Município de Monção, representado pelo presidente da autarquia, Augusto de Oliveira Domingues, e pelo vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, estará presente na Feira de Nanterre, arredores de Paris, que decorre este fim de semana, 7, 8 e 9 de abril. A abertura oficial realiza-se na sexta-feira, pelas 18h00, hora local.

Entre outros setores, a representação monçanense far-se-á notar com empresas ligadas à produção de vinho Alvarinho, fumeiros tradicionais, transportes e logística. A Comissão de Festas em Honra à Virgem das Dores também marca presença. O objetivo geral é divulgar o melhor do concelho de Monção junto da comunidade portuguesa e francófona.

Naquele certame, com organização da Associação Recreativa e Cultural de Originários de Portugal (ARCOP), o Grupo Roconorte, muito acarinhado pelos nossos emigrantes, voltará a animar o recinto. Além de Monção, estão representados mais 22 municípios portugueses.

Na habitual intervenção na abertura oficial do certame, Augusto de Oliveira Domingues, vai deixar a mensagem que “Monção é, cada vez mais, um concelho onde vale a pena viver, passar férias e investir”. Para os monçanenses, acrescenta, estão reservados abraços e beijos e um brinde pelo futuro da nossa terra.

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MUNICIPIO DE MONÇÃO APOIA REQUALIFICAÇÃO DO PATRIMÓNIO RELIGIOSO

Dando seguimento à valorização do património religioso no concelho, a Câmara Municipal de Monção acaba de apoiar a requalificação do adro da Igreja Paroquial de Tangil. O investimento, avaliado em 58.567,48 €, será suportado, em partes iguais, pela autarquia monçanense e Secretaria de Estado das Autarquias Locais.

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O respetivo protocolo de colaboração, presidido pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, foi celebrado no passado dia 29 de março, quarta-feira, ao final da tarde, no Centro Cultural do Vale do Mouro. Antes decorreu uma visita ao local de intervenção, espaço exterior da Igreja Paroquial de Tangil.

Perante uma assistência numerosa, reveladora da importância local desta intervenção, o Padre Joel Rodrigues mostrou-se satisfeito com a presente requalificação. Referiu: “Agradeço ao povo de Tangil a generosidade manifestada nas obras da Paróquia e às pessoas com responsabilidades, que Deus colocou no nosso caminho, o apoio dado às nossas necessidades e aspirações”.  

Lembrando o apoio do município às 24 freguesias do concelho, que dispõem de 1,5 milhões de euros para investir no presente ano, Augusto de Oliveira Domingues centrou-se no apoio municipal dado à requalificação do património religioso, sustentando que este género de investimentos é fundamental para a recuperação urbanística e valorização turística das nossas aldeias.

“Quando fomos confrontados com a necessidade de apoiar este investimento em metade do seu valor, não hesitamos um minuto. Estamos cientes da relevância destas intervenções para as populações locais e, como tal, demos o nosso aval para a sua concretização” sublinhou.

No fecho da cerimónia, o Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, surpreendido por ver tanta gente na plateia, referiu que a beneficiação do adro da igreja apenas foi possível porque houve total disponibilidade da autarquia local para comparticipar metade do investimento.

“A parceria funcionou à primeira” confirmou Carlos Miguel, permitindo “valorizar um património propriedade da igreja que é utilizado por todas as pessoas e que identifica a freguesia”. Adiantou: “sendo convidado, terei todo o gosto em voltar a Tangil no dia da inauguração”.

O protocolo de colaboração foi assinado entre a Direção Geral das Autarquias Locais, representada por Alexandra Ramalhinho, a Comissão de Coordenação da Região Norte, representada por Ricardo Magalhães, e a Fábrica da Igreja Paroquial do Divino Salvador de Tangil, Padre Joel Rodrigues.

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LOURDES MAGALHÃES EXPÕE EM MONÇÃO

A Casa Museu de Monção da Universidade do Minho acolhe a partir do próximo dia 1 de abril, pelas 16 horas, a exposição Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, da artista Lourdes Magalhães.

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«A obra de Maria de Lourdes desoculta (mas não desnuda) um imaginário íntimo, de formas voláteis e frágeis, que me lembra o sincelo pictórico de Matisse, a musicalidade de Chagall, a alegria de Klimt; e todos esses retalhos do seu imaginário estão ora imersos num espaço amniótico (os peixes) ora vicejam (frutos, seios, lábios) em terra úbere, sem espaço nem barreiras, onde interroga e contempla (pelos olhos de uma mulher comum) o fascinante e inacessível infinito (as estrelas) num desafio erótico e naif, amoroso e intáctil. E que dizer das suas obras de atelier? Não lembram a angústia sombria e dilacerante de Munch? E aquelas duas obras, que mais parecem o verso e o reverso de uma mesma mater dolorosa não exalam um cheiro de santidade e atemporalidade que dá vontade de morrer para ocupar esse lugar, e lembram Boticelli?! Mas tudo isto são palavras de um "fala-só", não guiam ninguém, antes são uma floresta de enganos; não se fiem, pois, delas….» por Norberto Ferreira da Cunha, Professor Catedrático Ap. da Universidade do Minho.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de abril.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

MONÇANENSES REALIZAM 1ª FEIRA DA FODA

Certame decorre nos dias 25 e 26 de março, em Pias, Monção. Além da degustação do cordeiro confecionado em alguidar de barro e levado ao forno de lenha juntamente com o arroz, conhecido localmente como “Foda à Monção”, programa compreende diversos motivos para uma visita. Prevista a inauguração dos Tanques do Encontro e do Forno Comunitário, bem como a primeira entronização da recém-constituída Confraria da Foda - Pias.

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A Feira da Foda, primeira edição, realiza-se nos dias 25 e 26 de março, na freguesia de Pias, concelho de Monção. Além da degustação do cordeiro confecionado em alguidar de barro e levado ao forno de lenha juntamente com o arroz, conhecido localmente como “Foda à Monção”, o certame apresenta produtores de rês, maquinaria agrícola, tasquinhas tradicionais, artesanato regional, peça de teatro, espetáculo de dança e animação musical.

Com organização da Junta de Freguesia de Pias e a Confraria da Foda, a feira decorre no largo da sede de junta, tendo inicio às 8h00 com abertura do recinto e atuação do grupo de bombos de Pias. Segue-se, pelas 9h00, demonstração de tosquias (ESA – IPVC) e inauguração, pelas 10h45, dos Tanques do Encontro e do Forno Comunitário, momentos acompanhados pela Fanfarra Deu-la-Deu – S. Tiago de Pias.  

A abertura oficial está marcada para as 11h15, seguindo-se, durante o final da manhã, toda a tarde e início da noite, atuações de grupos populares e ranchos folclóricos. Referência para a apresentação da peça de teatro “A nossa foda” do Grupo de Teatro “Tuka-Tuka”, pelas 16h30, e para a atuação da Escola de Dança “All Styles”, pelas 17h30.

Apoiado pela Câmara Municipal de Monção e diversos patrocinadores, o certame torna-se mais jovem com o andar das horas. Depois da sessão de fogo- de-artifício, marcado para as 22h45, os corpos prometem agitar-se ao som do Grupo Roconorte, que sobe ao palco às 23h00, e do animador e DJ Steven Rod, pronto para “incendiar” o recinto a partir das 02h00.

No dia seguinte, domingo, a feira abre às 10h30 ao som do Grupo de Bombos “Bombolásticos”, continuando com muita animação de cariz popular. Pelas 16h00, a organização agradece em palco aos patrocinadores do evento. Uma hora mais tarde, realiza-se a primeira entronização da Confraria da Foda - Pias. A fechar, atuação do grupo “Sons do Minho”.

De acordo com a organização, a 1ª Feira da Foda é uma iniciativa gastronómica que se insere na promoção turística e cultural de Monção e na divulgação de produtos endógenos que promovem o rico, eclético e ancestral património do território concelhio.

A entidade promotora sustenta ainda que o certame é uma forma de impulsionar as atividades da nossa região, assim como o seu valor gastronómico, turístico e cultural. Por outro lado, contribui para a preservação e valorização de um prato típico oriundo do concelho: "Foda à Monção".

E porquê o nome “Foda a Monção”?

A confeção deste prato em alguidar levado ao forno de lenha não só recupera o saber dos nossos antepassados como lhe adiciona um pouco de arte, carinho e profissionalismo das atuais cozinheiras. O nome artístico, digamos assim, reflete bem o caráter afável e bem-disposto dos monçanenses. Reza a história que:

“Os habitantes do burgo, que não possuíam rebanhos, dirigiam-se às feiras para comprar o animal. E, como em todas as feiras, havia de tudo, bons e maus. A verdade é que os produtores de gado, quando os levavam para a feira queriam vendê-los pelo melhor preço e, para que parecessem gordos, punham-lhes sal na forragem, o que os obrigava a beber muita água.

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MONÇÃO: GOVERNO APROVA CANDIDATURA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA A MERUFE

O presente investimento consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e reservatório em Santo André, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro. Com esta empreitada, o concelho de Monção fica coberto em termos de abastecimento de água. Motivo de grande satisfação para Augusto de Oliveira Domingues que aponta novo objetivo: “Com o ciclo da água fechado, viramo-nos para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

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No âmbito do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), o governo português aprovou a candidatura de abastecimento de água à freguesia de Merufe apresentada pela Câmara Municipal de Monção. O investimento ilegível é de 944.546,67 €, sendo a taxa de comparticipação comunitária de 85%.

A presente operação consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e novo reservatório em Santo André, abrangendo os lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias, Pereiras, Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real.

Os lugares abrangidos nesta candidatura correspondem à zona baixa de Merufe que ainda não se encontra servida pela rede de abastecimento de água ao domicílio, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro através de duas redes de distribuição com reservatórios em Merim e Santo André.

O reservatório de Merim, já existente, vai abastecer as populações dos lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias e Pereiras numa extensão total de 14,199 metros, fornecendo água, através de condutas adutoras a construir, ao futuro reservatório de Santo André.

Este servirá diretamente os lugares de Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real ao longo de uma rede com a extensão de 18.380 metros. As condutas adutoras serão instaladas sob caminhos e estradas existentes, partilhando em grande parte do trajeto da mesma vala que as redes de distribuição.

“Uma obra fundamental para a elevação da qualidade de vida das populações dos lugares abrangidos” afirma o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, satisfeito com o facto de “o concelho de Monção ficar coberto em termos de abastecimento de água ao domicílio”. “Fechamos o ciclo da água e agora o nosso objetivo vira-se para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

A propósito, refira-se que o governo português aprovou recentemente o financiamento das candidaturas apresentadas pela autarquia monçanense para o saneamento básico em Mazedo, Cambeses, Longos Vales, Troviscoso e Troporiz. O investimento consiste na construção de infraestruturas de saneamento de águas residuais, incluindo a rede de drenagem de saneamento residual, estações e condutas elevatórias.

MONÇÃO RECOLHE E IDENTIFICA EQUINOS

Ação conjunta da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, GNR/SEPNA e Câmara Municipal de Monção resultou na captura de oito fêmeas. Esta operação, acompanhada pelo autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, surge no seguimento de várias queixas apresentadas pela população devido à destruição de culturas agrícolas e plantações de vinha provocadas pelos animais que “andam” à solta nos montes.

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A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, a GNR/SEPNA (Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente), e a Câmara Municipal de Monção realizaram ontem, quinta-feira, uma ação conjunta de recolha e identificação de equinos que “andam” à solta nos montes.

Nesta ação, que decorreu nos limites das freguesias de Moreira e Trute, as equipas começaram por fazer uma exploração ao terreno e escolher os melhores locais para se proceder à sua captura. Depois da primeira avaliação, foram estabelecidos perímetros de intervenção e colocadas grades nos locais previamente definidos.

Deste trabalho coletivo resultou a recolha de oito fêmeas. Colocadas no interior do veículo para transporte de animais, exercício paciente e perseverante, foram registadas com as suas caraterísticas físicas e identificadas através da colocação de um microchip.

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Esta operação, acompanhada pelo autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, surge no seguimento de várias queixas apresentadas pela população do concelho devido à destruição de culturas agrícolas e plantações de vinha provocadas por estes animais errantes que, dizem os populares, entram pelos campos e devastam tudo.

Uma constatação confirmada ontem junto de várias pessoas. A opinião geral é que os animais enquadram-se bem na pintura verdejante da paisagem mas que provocam enormes estragos por andam passam. Como atravessam estradas municipais e até nacionais, alertam também para o facto de constituírem perigo para os automobilistas.

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MUNICÍPIO DE MONÇÃO REUNE-SE COM INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL

Autarca monçanense desloca-se hoje a Lisboa para fazer um ponto de situação dos investimentos rodoviários previstos para o concelho. Em cima da mesa, a construção de uma rotunda no cruzamento de S. Pedro. Augusto de Oliveira Domingues vai alertar para a perigosidade daquela estrutura epara a necessidade urgente em avançar com aquele investimento inscrito no plano rodoviário de proximidade para o presente ano.

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O presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues,vai a caminho de Lisboa para uma reunião, ao início da tarde, com o presidente do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal, António Laranjo. A seu lado, segue a Vice-Presidente, Conceição Soares.

Este encontro, agendado a pedido do autarca monçanense, tem como finalidade fazer um ponto da situação dos investimentos rodoviários previstos para o concelho, destacando-se, entre outros, a reabilitação da EN 101 entre a rotunda de Cortes e a rotunda de acesso ao centro urbano/ponte internacional, bem como a construção de uma rotunda no cruzamento de S. Pedro.

Augusto de Oliveira Domingues vai apresentar o projeto de reabilitação da EN 101, investimento aprovado na reunião do executivo do passado dia 13 de fevereiro, solicitando apoio na componente do asfaltamento da via, responsabilidade da Infraestruturas de Portugal.

Constando no plano rodoviário (ou de proximidade) nacional para 2017, o autarca monçanense vai interceder junto daquele responsável para que a calendarização de execução da rotunda de S. Pedro seja cumprida, argumentando com a constante perigosidade e insegurança causada a peões e automobilistas.

O autarca monçanense vai reforçar a sua posição favorável à construção daquela estrutura, lembrando ao responsável daquele organismo o compromisso estabelecido com a população local durante a discussão e aprovação do projeto de reabilitação da EN 101.

CHEGARAM A MONÇÃO OS “DIAS DE CAÇA”

Espetáculo de cinema e teatro, produzido pela Comédias do Minho, percorre os cinco concelhos do Vale do Minho, estreando-se amanhã, 9 de março, pelas 21h00, na sede da Junta de Freguesia de Riba de Mouro, seguindo-se o Cine Teatro João Verde (dia 10, 21h30), a Casa Paroquial de Moreira (dia 11, 21h00), e a sede da Junta de Freguesia da Bela (dia 12, 15h30). As entradas são gratuitas.

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O espetáculo de cinema e teatro “Dias de Caça”, produção da companhia de teatro “Comédias do Minho” com criação e vídeo de Pedro Filipe Marques, estreia amanhã em Monção com apresentação, pelas 21h00, na sede da Junta de Freguesia de Riba de Mouro.

Segue-se o Cine Teatro João Verde (dia 10, 21h30), a Casa Paroquial de Moreira (dia 11, 21h00), e a sede da Junta de Freguesia da Bela (dia 12, 15h30). Todos os espetáculos têm entrada gratuita, encontrando-se sujeitos aos lugares disponíveis.Depois de Monção, os “Dias de Caça” disparam em direção a Paredes de Coura, Valença, Vila Nova de Cerveira e Melgaço.

Na sinopse, pode ler-se: “O  gesto do documentário observacional implica, por vezes, ficar à espera muito tempo até que o objeto a filmar se coloque no lugar exato para ser enquadrado com a mira da objetiva. No Vale do Minho, vários homens continuam a vaguear pela serra até conseguirem capturar as suas presas. A estes dois fenómenos, poderíamos chamar de caça. 

Vamos caçar os caçadores do Vale do Minho com uma câmara para podermos ver se é mais difícil apanhar um javali ou conseguir enquadrar um coelho para o poder mostrar, um dia mais tarde, no cinema. Entretanto, perdidas também no meio da serra e com tanto tempo a perder, as histórias à volta de uma simples comparação talvez fujam para outros sítios, tal como presas que deixam rasto mas que nunca são capturadas.

Com assistência de criaçãode Luis Filipe Silva e Tânia Almeida, assistência na realização e montagem de Rita Palma e assistência de som (documentário)de Hannah Bailliu, o desenho de luz leva a assinatura de Vasco Ferreira e as interpretações pertencem a Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luis Filipe Silva, Rui Mendonça e Tânia Almeida. Os novos caçadores são alunos da EPRAMI e ETAP.

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PROFESSORES DE ARTES DA ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA EXPÕEM EM MONÇÃO

Monção inaugura a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia,  hoje, pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Trata-se de uma iniciativa da, Unidade Cultural da Universidade do Minho que conta com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira. Os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

AUTARQUIA MONÇANENSE RECUPERA PASSADIÇO DE MADEIRA JUNTO AO RIO MINHO

Os trabalhos arrancaram ontem e terminam na sexta-feira, prevendo-se, entre outras intervenções, a reposição dos elementos em faltae a consolidação de algumas estruturas. O objetivo é recuperar as “mazelas” do inverno para que, na primavera e verão, continue a servir convenientemente todas as pessoas que procuram usufruir da serenidade e quietude proporcionada por aquele percurso colado ao rio minho.

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O passadiço de madeira junto ao rio Minho, no Parquedas Caldas, está a ser objeto de recuperação, prevendo-se, entre outras intervenções, a reposição dos elementos em falta (bancos, papeleiras, tábuas, troncos ….) e a consolidação de algumas estruturas (ponte, ligações ….)

Os trabalhos iniciaram-se ontem, decorrendo durante toda a semana. Ao início da tarde, o presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, passou no local para inteirar-sedo andamento dos trabalhos e das alterações pontuais previstas.

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A estrutura de madeira, que acompanha o ritmo das águas do rio Minho, é muito procurada nos meses temperados e quentes do ano por munícipes e visitantes para passagem de momentos agradáveis dedicadosao descanso, lazer ou exercício físico.

Dada a proximidade ao rio, nos meses de inverno as águas sobem e inundam a estrutura, causando-lhe “mazelas” que tem de ser reparadas para que continue a servir convenientemente todas as pessoas que procuram usufruir da serenidade e quietude proporcionada por aquele percurso colado ao rio Minho.

Além do passadiço de madeira, o Parque das Caldas reserva um conjunto de atrativos para famílias inteiras. Servido por balneário termal, complexo de piscinas municipal e parque desportivo para a prática de futebol e ténis, dispõe ainda de uma área infantil e de um parque de merendas. Bons motivos para visitar Monção.

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ABERTURA DE COOPERATIVA DE REVESTIMENTO DE VOLANTES DO MOSTEIRO, EM MERUFE

Parceria com a multinacional ZF/TRW, garante a criação de 24 novos postos de trabalho. Trata-se da quinta estrutura do género no concelho de Monção que, no seu conjunto, assegura uma ocupação laboral e 103 pessoas. Augusto de Oliveira Domingues considera aquele investimento “umaexcelente ideia” que “a junta agarrou com as duas mãos”, contribuindo para “aumentar a qualidade de vida e autonomia financeira da população local”. Márcio Alves fala em orgulho detodos os merufenses que permitirá rendimento e fixação das pessoas.

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A cooperativa de revestimento de volantes do Mosteiro, em Merufe, foi inaugurada esta manhã numa cerimónia marcada pela simplicidade com grande significado para a freguesia. Por um lado, impulsiona a atividade industrial naquela área do concelho de Monção e, por outro, garante a criação de 24 novos postos de trabalho.

Com o presidente da Junta de Freguesia de Merufe, Márcio Alves, a fazer as honras da casa, marcaram presença, entre outros, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, o deputado eleito pelo círculo de Viana do Castelo, José Manuel Carpinteira, e o representante da Multinacional ZF/TRW, Jorge Castro.

Um orgulho para todos os merufenses, afirmou Márcio Alves, tendo considerado este investimento como uma oportunidade única para apoiar a população localsem ocupação laboral, facilitando a sua fixação na freguesia e contribuindo para contrariar a tendência de despovoamento que acontece nos locais mais afastados dos grandes centros.

O presidente da Junta de Freguesia de Merufe referiu ainda que, durante o primeiro ano, todas as despesas decorrentes da atividade serão suportadas pela junta, permitindo a redução de custos aos cooperantes. Lembrou também que este apoio complementa outros existentes como entrega de livros escolares e mensalidade de 50,00 € a cada criança da freguesia durante dois anos.

Satisfeito com o investimento e a possibilidade de assegurar uma ocupação laboral às pessoas, Augusto de Oliveira Domingues referiu-se à cooperativa como “uma excelente ideia” que “a junta agarrou com as duas mãos”, contribuindo para “aumentar a qualidade de vida e autonomia financeira da população local”.

“Temos feito tudo para elevar o emprego no concelho e, em abono da verdade, o nosso esforço tem dado frutos. Somos o concelho do Minho com a menor percentagem de desemprego. Os números são oficiais, não são nossos. Vamos continuar. O nosso maior objetivo é criar emprego e dar rentabilidade económica às pessoas” adiantou.

José Manuel Carpinteira felicitou os responsáveis da ZF/TRW e a Junta de Freguesia de Merufe pela aposta neste investimento. Sublinhou a importância da cooperativa como ocupação laboral e suporte financeiro para as famílias e recordou os primeiros passos da instalação da empresa em Vila Nova de Cerveira.

Disse: “nos primeiros anos muita gente era contra este género de investimentos, contudo, passado quase 25 anos, a opinião alterou-se substancialmente, sendo bastante favorável. Os trabalhadores sentem a responsabilidade de fazer um bom trabalho mas também tem autonomia para gerir o seu dia-a-dia. Sou testemunha do sucesso desta fórmula”.

A cooperativa de revestimento de volantes do Mosteiro é a quinta no concelho de Monção (duas no Polo Empresarial da Lagoa, uma em Mazedo e outra em Trute) que, no seu conjunto, ocupam 103 pessoas do concelho maioritariamente do sexo feminino. Antes da laboração, as trabalhadoras vão receber a formação adequada à especificidade da atividade exercida.

MONÇÃO: “SE CAMINHAR, ESTÁ A AJUDAR”

No dia 12 de março, domingo, pelas 9h00, realizam-se duas caminhadas solidárias no concelho de Monção. Uma destina-se a angariar fundos para os “soldados da paz” monçanenses. Outra reverte a favor da Liga Portuguesa contra o Cancro (Núcleo Regional Norte). Causas nobres e altruístas. Participe.

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No dia 12 de março, domingo, realizam-se duas caminhadas solidárias no concelho de Monção, cujo objetivo consiste em proporcionar uma jornada agradável aos participantes e, ao mesmo tempo, angariar fundos para duas instituições: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção e Núcleo Regional Norte da Liga Portuguesa contra o Cancro.

 Com apoio da Terra Minhota Aventura, a caminhada solidária organizada pelos “soldados da paz” monçanenses tem início às 9h00 no quartel da corporação, percorrendo parte do amuralhado da localidade e Ecopista do Rio Minho até Lapela. A participação, no valor de 8,00 €, inclui almoço e brinde. Informações/Inscrições: Quartel dos Bombeiros Voluntários de Monção T. 251 652 303.

A outra caminhada solidária, com organização da Associação “Segadas de Maio”, tem uma extensão aproximada de 7 quilómetros. Inicia-se às 9h00 na Igreja Paroquial de Moreira, continuando por vários espaços ribeirinhos e patrimoniais do Vale do Gadanha. Inscrições, no dia e no local da caminhada a partir das 08h00, têm o valor de 5,00 € e inclui oferta de t-shirt e água.

MONÇÃO REQUALIFICA CAMINHO MUNICIPAL EM GAVIÃO

Passeios largos para peões e vias largas e seguras para os veículos. Paulo Cunha visitou obras de reabilitação do Caminho Municipal 1480 em Gavião

O Caminho Municipal 1480 em Gavião, que vai desde a Escola EB1 até ao limite da freguesia está em obras de ampliação e reabilitação. A intervenção envolve um investimento municipal de cerca de 450 mil euros e deverá ficar concluída em meados do verão. Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal e Joaquim Rodrigues, presidente da Junta de Freguesia efetuaram esta quinta-feira, uma visita de trabalho para avaliarem o decorrer das obras.

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De resto, esta intervenção exemplifica bem a aposta delineada por Paulo Cunha para as vias do concelho, com passeios largos para os peões e uma faixa de rodagem ampla com segurança para veículos e pessoas.

“O que era uma via estreita já com alguns sinais de deterioração vai transformar-se numa faixa de rodagem larga, com passeios em toda a sua extensão e maior segurança para todos”, explicou Paulo Cunha, salientando que com “a existência de várias empresas nas proximidades e a passagem constante de veículos pesados a via ficou deteriorada e a intervenção era urgente”.

Por sua vez, o presidente da Junta de Freguesia, Joaquim Rodrigues, destacou a importância deste caminho municipal. “Esta é uma via estruturante, que está localizada no coração da freguesia e que é muito utlizada diariamente”, referiu mostrando-se muito satisfeito com o decorrer das obras. “É um desejo concretizado”, rematou.

Refira-se que a intervenção surge na continuidade de uma obra já concluída. A primeira fase decorreu até à Escola Básica, agora as obras seguem até ao limite da freguesia.

Para além do alargamento da via e da criação de passeios, a obra contempla ainda a renovação da rede de águas pluviais, o pavimento da faixa de rodagem, a construção de estacionamento e colocação de nova sinalização.

PROFESSORES DE ARTES EXPÕEM EM MONÇÃO

O Presidente e a Direção da Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho, promovem a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia, no próximo dia 8 de março (quarta feira), pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira, os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

15 EMPRESAS MONÇANENSES DISTINGUIDAS COM O ESTATUTO PME LIDER E PME EXCELÊNCIA 2016

Monção é o terceiro concelho no distrito com maior número de PME Líder e o segundo com PME Excelência.Em sessão do executivo, Augusto de Oliveira Domingues irá propor um voto de louvor às empresas distinguidas pela notoriedade dada ao tecido empresarial local e o reforço que esta diferenciação positiva representa para a valorização da economia monçanense.

15empresas de Monção de diferentes setores foram galardoadas com o estatuto de PME Líder 2016, selo de qualidade criado pelo IAPMEI como reconhecimento pelo desempenho económico-financeiro e pelo contributo dado à economia nacional. No total nacional, foram escolhidas 7120 empresas. No total distrital, 157 empresas.

Do universo das PME Líder, foram selecionadas as PME Excelência, contabilizando-se 1786 de norte a sul do paíse 33 no distrito de Viana do Castelo. Monção é o terceiro concelho no Alto Minho com maior número de PME Líder, depois de Viana do Castelo e Ponte de Lima, e o segundo com PME Excelência (6 empresas), logo a seguir à capital de distrito.

Na última reunião camarária, realizada na passada segunda-feira, Augusto de Oliveira Domingues agradeceu às empresas a notoriedade dada ao tecido empresarial local e o reforço que esta diferenciação positiva representa para a valorização da economia monçanense.

O autarca monçanense adiantou que numa próxima reunião do executivo será apresentada uma proposta para atribuição de votos de louvor às empresas distinguidas. Estes serão entregues em cerimónia pública a realizar no dia da celebração da democracia, 25 de abril, no Cine Teatro João Verde.

As empresas monçanenses reconhecidas com o estatuto de PME Líder 2016 foram: Adega Cooperativa Regional de Monção, CRL; Adriano Alves Rodrigues; Coca Hipermercados, Lda; Covas Transportes, Lda; Farmácia Vale do Mouro, Lda; Francisco Lourenço, Materiais de Construção e Decoração, Lda; Granitos Galrão Norte, Lda; Habimonção Construções, Lda; Heitor de Campos Amoedo, Lda; ImpactZero, Software Unipessoal, Lda; Irmãos Amorim, Lda; J. Oliveira & Domingues, Lda; Meireles & Sobrinhos, Lda; Roypasa, Lda; Sociedade Artística – Manufacturas Químicas e Metálicas, Lda: eSociedade Transportes Floridos, Lda.

Relativamente a PME Excelência 2016, as empresas distinguidas foram: Adega Cooperativa Regional de Monção, CRL;Farmácia Vale do Mouro, Lda; Francisco Lourenço, Materiais de Construção e Decoração, Lda;ImpactZero, Software Unipessoal, Lda; Irmãos Amorim, Lda; e Sociedade de Transportes Floridos, Lda.

Refira-se que a seleção das PME excelência éfeita a partir do universo das PME Líder com o intuito de corporizar um instrumento de visibilidade acrescida para as empresas que, em cada ano, se destacam pelos melhores resultados no universo empresarial.

PORTELA: ABERTURA DE ACESSOS ÀS ZONAS FLORESTAIS E VALORIZAÇÃO DA ÁREA RIBEIRINHA JUNTO À PONTE EM MONÇÃO

Englobada no périplo que o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, efetua às 24 freguesias do concelho para inteirar-se das preocupações locais e visitar os investimentos efetuados pelas respetivas juntas, esta deslocação à freguesia da Portela permitiu conhecer mais de perto a realidade local.

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As prioridades da Junta de Freguesia da Portela relacionam-se com a construção de acessos às zonas florestais, valorização da área ribeirinha próxima da ponte e o encaminhamento de águas que, nesta freguesia, correm em abundância pela maioria dos lugares.

Este “caderno de encargos” foi comunicado pelo autarca local, Emílio Rodrigues Afonso, ao presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, que recentemente visitou a freguesia na companhia da vice-presidente, Conceição Soares.  

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Englobada no périplo que o autarca monçanense efetua às 24 freguesias do concelho para inteirar-se das preocupações locais e visitar os investimentos efetuados pelas respetivas juntas, esta deslocação à freguesia da Portela permitiu conhecer mais de perto a realidade local.

Desta forma, foi possível verificar as intervenções efetuadas na construção de acessos às zonas florestais, trabalho que aponta em duas direções: valorização da mancha florestal existente na freguesia e garantia de passagem facilitada aos bombeiros em caso de incêndio.

No âmbito da rede viária, destaca-se a limpeza nas estradas e caminhos, importando, neste aspeto, como referiu Emílio Rodrigues Afonso, reforçar/modernizar a sinalética atual. Refira-se também que a junta procede à construção de um anexo para o trator.

Aspiração do executivo local prende-se com a valorização da área ribeirinha junto à ponte. Aquele espaço aprazível servido por uma pequena represa tem condições ótimas para o convívio e lazer, sendo necessária a aquisição de alguns terrenos para a execução de um projeto devidamente estruturado.

Nesta visita de trabalho, Emílio Rodrigues Afonso assinalou ainda alguns problemas na Estrada Nacional 101 relacionados com limpeza das bermas, iluminação pública e acessos às habitações. O executivo monçanense tomou nota e comprometeu-se a interceder junto dos organismos estatais para a resolução das referidas questões.

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REAL CONFRARIA DO VINHO VERDE TINTO ENTRONIZA CONFRADES EM MONÇÃO

Apresentada oficialmente na passada sexta-feira, 24 de fevereiro, no Centro Cultural do Vale do Mouro, os primeiros confrades serão entronizados no próximo sábado, 4 de março, naquele espaço cultural situado na freguesia de Tangil.

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Relançar a produção e comercialização de vinho verde tinto da Sub-Região de Monção é Melgaço é o principal objetivo da Real Confraria de Vinho Verde Tinto, a primeira da região dos vinhos verdes dedicada em exclusivo à defesa e valorização daquela casta.

Apresentada na passada sexta-feira, 24 de fevereiro, no Centro Cultural do Vale do Mouro, a nova confraria, foi constituída em outubro de 2016, estando a primeira entronização prevista para o dia 4 de março, sábado, naquele espaço cultural localizado na freguesia de Tangil.

Nesta cerimónia, que engloba ainda um desfile entre a Casa do Povo de Tangil e o Centro Cultural do Vale do Mouro, serão entronizados os 14 membros fundadores da confraria. Na Feira do Vinho Tinto, em finais de maio, realizar-se-á uma nova entronização.

Para o Grão-Mestre Aurélio Alves, a confraria tem como missão colocar o vinho verde tinto no lugar que merece. Por outras palavras, promover e defender uma casta singular que, nos últimos anos, foi relegada para segundo plano devido à aposta dos viticultores na produção de vinho Alvarinho.

Procura igualmente contribuir para a preservação da tipicidade rural e valorização da autenticidade paisagística da Sub-Região de Monção e Melgaço, recorrendo, nesse sentido, à divulgação do seu vasto e rico património construído, vitivinícola e gastronómico.

Além dos membros fundadores, na apresentação da confraria marcou presença o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, e diversas personalidades ligadas ao setor vinícola: Anselmo Mendes, enólogo/produtor de vinhos, José Emílio Moreira, Grão-Mestre da Real Confraria do Vinho Alvarinho, e Armando Fontainhas, Presidente da Adega Cooperativa Regional de Monção.

CENTRO FUNERÁRIO DO ALTO MINHO INSTALA-SE NO POLO EMPRESARIAL DA LAGOA EM MONÇÃO

Localizada junto ao Cemitério Municipal de Monção desde dezembro de 2010, empresa inaugurou um novo espaço (CFAM Bioconser) no Polo Empresarial da Lagoa, potenciando a oferta dos serviços existentes e abrindo portas a outros objetivos.

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O Centro Funerário do Alto Minho, com instalações junto ao Cemitério Municipal de Monção desde dezembro de 2010, inaugurou, no passado sábado, um novo espaço (CFAM Bioconser) no Polo Empresarial da Lagoa, potenciando a oferta dos serviços existentes e abrindo portas a outros objetivos.

Um dia de festa com o olhar no futuro e a presença de diversos convidados, vindos de várias localidades do nosso pais e do estrangeiro. Entre estes, responsáveis da empresa italiana Ceabis, representada em Portugal pelo Centro Funerário do Alto Minho.

Depois do corte da fita e bênção pelo padre Jorge Agostinho, brindou-se ao sucesso da empresa nesta nova etapa. António Vilarinho agradeceu a presença de todos, referindo que este investimento é a resposta da CFAM às necessidades de um mercado competitivoque exige soluções modernas e eficazes. Agora, adiantou, vamos ao trabalho com a dedicação e o esforço quecarateriza todos os trabalhadores da empresa.

Presente na cerimónia, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, congratulou-se com o investimento dos empresários monçanenses no Polo Empresarial da Lagoa e desejou-lhes a melhor sorte do mundo no crescimento e consolidação deste projeto inovador.

Fazendo um balanço da atividade empresarial monçanense, em franca expansão nos últimos anos com instalação de novos investidores no concelho, Augusto de Oliveira Domingues mostrou-se confiante no forte impulso que será dado com a entrada em funcionamento do Minho Park Monção.

Sublinhou ainda o nível de empregabilidade existente em Monção, lembrando que, no último ano, fomos o concelho em todo o Minho com a descida percentual mais acentuada. Afirmou: “No espaço de um ano, descemos cerca de 30 por cento, colocando no mercado de trabalho perto de 200 pessoas. É bom mas não chega. Vamos continuar”.

Com apostas claras na formação dos colaboradores e modernização do parque de viaturas num quadro de responsabilidade, profissionalismo e compromisso com os clientes, este novo espaço possibilitará ganhos acrescidos na funcionalidade da empresa, potenciando a oferta existente e reforçando os serviços prestados.

Além da apresentação de mais de 20 mil artigos com uma ótima relação preço/ qualidade, demonstrações práticas dos produtos comercializados e fortalecimento da componente internacional, a CFAM Bioconser disponibiliza também uma completa sala de preparação do serviço fúnebre e soluções inovadoras adequadas à especificidade de cada caso.

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LAMPREIA SOBRE RODAS VOLTOU A REVELAR-SE UMA RECEITA DE SUCESSO EM MONÇÃO

Os pingos de chuva ao início da tarde não foram suficientes para demover o público que encheu a Praça Deu-la-Deu de amantes do desporto automóvel e os restaurantes de apaixonados pela Lampreia do Rio Minho. A 40ª edição do Rali à Lampreia, com balanço positivo, prestou homenagem a António Paiva, responsável da organização da prova durante quatro décadas falecido recentemente. A vitória ficou em casa com o primeiro lugar a ser conquistado por Alex Pereira que ganhou as duas provas complementares. A única mulher em competição, Sofia Mouta, classificou-se na 28ª posição.

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Apesar do tempo indiciar alguma chuva para a tarde de domingo, confirmando-se com meia dúzia de chuviscos sem expressão, a 40ª edição do Rali à Lampreia trouxe à simpática vila de Monção (palavras do speaker que nós subscrevemos por inteiro), milhares de pessoas de ambas as margens para assistirem às duas provas (11h00 e 16h00) de uma das perícias automóveis em circuito urbano (não competitiva) mais antigas do noroeste peninsular.

Na presente edição, marcada por uma homenagem muito sentida a António Paiva, responsável da organização da prova durante quatro décadas falecido recentemente, inscreveram-se 47 concorrentes de diferentes localidades de Portugal e da Galiza, tendo terminado a prova 37. Mais uma vez, a organização esteve a cargo do Sport Clube do Porto.

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A adrenalina própria deste género de provas, complementada pelo barulho, aceleração e cheiro a pneu queimado, teve pontuação positiva. O público vibrou com a habilidade dos concorrentes e, entre uma prova e outra, os restaurantes aderentes à iniciativa encheram-se de comensais para degustarem uma lampreia do rio Minho, bem batida e deliciosa, e os vinhos da região, bons em qualquer parte do mundo.

A lampreia sobre rodas, juntando gastronomia e perícia automóvel, voltou a revelar-se uma receita de sucesso. Na restauração, todos passaram com distinção. A autarquia local agradeceu o esforço e o profissionalismo de todos. Na perícia, a luta pelo primeiro lugar fez-se nos detalhes. De resto, convívio e camaradagem marcaram toda a jornada.    

O vencedor absoluto da prova foi o monçanense Alex Pereira, em Daihatsu Flow, com o tempo global de 1.16,977 minutos. Em segundo lugar, António Borges, em Caterham Lotus 7, com 1,17,743 minutos. Em terceiro lugar, outro monçanense: Luis Miguel Guedes, em Sado 550, com 1.20,905 minutos. A única senhora em prova, Sofia Mouta, em Skoda Fabia, obteve a 28ª posição geral com o tempo de 2.06,570 minutos.

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Homenagem a António Paiva

Na entrega dos prémios, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues felicitou a organização e os concorrentes, agradeceu o apoio das empresas patrocinadoras e dos empresários de restauração, e realçou a importância desta prova como motor da economia local ligada aos setores do alojamento e restauração.

“Gostei de ver a nossa casa cheia de visitantes e o convívio dos participantes e familiares no almoço. Sem dúvida, uma jornada de promoção da nossa gastronomia e do nosso concelho. Com o tempo adverso, o meu coração fica pequenino com algo que possa acontecer. Correu tudo muito bem. Parabéns a todos e fica o convite para regressarem no próximo ano” salientou.

Tal como já fizera no almoço convívio, onde apresentou pessoalmente os pêsames à viúva e aos dois filhos, Augusto de Oliveira Domingues voltou a abordar o papel fundamental de António Paiva no crescimento e consolidação do Rali à Lampreia.

Disse: “convive com o Sr. Paiva durante quase vinte anos e percebi logo a paixão que tinha por esta prova e pelos monçanenses. O desporto automóvel em geral e esta prova de perícia em particular ficam-lhe a dever muito. Aprovamos um voto de pesar em reunião de câmara e dedicamos-lhe esta edição. A forma como correu e a garantia de futuro é o nosso tributo à sua memória”.

“Monção 2017: Promoção à Lampreia”

A 40ª edição do Rali à Lampreia enquadrou-se na programação “Monção 2017: Promoção à Lampreia”, iniciativa que engloba a promoção deste prato em dois fins-de-semana, 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março, com a participação de 27 restaurantes do concelho e diversas atividades complementares.

No sábado seguinte, 4 de março, pelas 10h00, realiza-se o “Trilho das Pesqueiras”, percurso com uma extensão ligeiramente superior a 6 quilómetros com um grau de dificuldade moderado/fácil. No período da tarde, com início às 15h00, decorre um peddy paper familiar. Um convite ao conhecimento das “coisas” do concelho de Monção e à passagem de momentos agradáveis com familiares e amigos

A partir das 18h00, realiza-se o 2º Rali Gastronómico da Lampreia. Sete bares convidam a uma noite diferente com apresentação de acepipes de lampreia. Cada participante neste “rali” terá um passaporte que deverá selar, comprovando a sua passagem (com degustação e consumo de bebida) por cada um dos bares aderentes. Os três primeiros a completar o circuito recebem prémios.

O primeiro prémio é um jantar de lampreia para duas pessoas no Restaurante Sabores, o segundo uma oferta termal para duas pessoas nas Termas de Monção e, o terceiro, uma caixa de Vinho Alvarinho MQ Vinhos – Vale dos Ares. Participam Cafetaria Lux, Chaplin Burger, Lés-a-Lés, Margem Bar, Pedrinha Bar, Porta 11, e Zoom Café. A noite termina com atuação do Grupo Melmusic, na Praça Deu-la-Deu.

No domingo, dia 5, realiza-se o 1º Encontro de Clássicos da Lampreia. O secretariado abre às 8h00 e, duas horas depois, inicia-se uma rota pelo concelho. À tarde, pelas 15h00, realiza-se a prova de regularidade. Informações/Inscrições: tmaventura@gmail.com

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MONÇÃO APRESENTA REAL CONFRARIA DO VINHO VERDE TINTO

Dia 24 de fevereiro, sexta-feira, pelas 15h00, no Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil, Monção. Objetivo geral incide na promoção e valorização do vinho verde tinto, preservando o potencial endógeno e a autenticidade paisagística da Sub-Região de Monção e Melgaço.

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A Real Confraria do Vinho Verde Tinto, a primeira da região dos vinhos verdes dedicada em exclusivo à defesae valorização do vinho verde tinto, vai ser apresentada amanhã, sexta-feira, pelas 15h00, no Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil, Monção.

Além dos elementos dos órgãos sociais da confraria, marcam presença os autarcas de Monção e Melgaço, Augusto de Oliveira Domingues e Manoel Baptista, respetivamente, bem como produtores de vinho e enólogos, entre os quais, Anselmo Mendes.Na ocasião, será apresentado o logotipo etraje oficial da confraria.

Com escritura pública no dia 24 de novembro do último ano, a Real Confraria do Vinho Verde Tinto,fruto de grande paixão à terra e vivência em redor da atividade vinícola, tem como objetivo geral a promoção e valorização do vinho verde tinto,preservando o potencial endógeno e a autenticidade paisagística da Sub-Região de Monção e Melgaço.

RALI À LAMPREIA ANIMA MONÇÃO

Este domingo, 26 de fevereiro, Monção recebe meia centena de participantesna perícia automóvel e milhares de portugueses e galegos nas ruas e varandas do centro histórico numa jornada de promoção da Lampreia do Rio Minho. Provas às 11h00 e 16h00. Restaurantes de portas abertas para receber visitantes e munícipes.

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Nos fins de semana 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março, o Município de Monção aposta forte na Lampreia do Rio Minho com diversas atividades destinadas a todos os públicos. O ponto altoserá o Rali à Lampreia, perícia automóvel no centro histórico da localidade que decorre este domingo, 26 de fevereiro.

Promovida pela Câmara Municipal de Monção e Sport Clube do Porto, a 40ª edição deste emblemático e entusiasmante rali urbano engloba duas provas marcadas para as 11h00 e 16h00, prevendo-se a presença de meia centena de participantes portugueses e espanhóis e milhares de portugueses e galegos nas ruas e varandas do casco urbano monçanense.

Na hora do almoço, os restaurantes estão de portas abertas para receber visitantes e munícipes. Participam 27 restaurantes do concelho com uma ementa dedicada à lampreia, desde a mais tradicional, com arroz ou à bordalesa, às abordagens mais contemporâneas como empanada ou sushi. 

No dia anterior, sábado, está prevista a iniciativa “Rali a Pedais”. Provas de karts abertas ao público durante o dia, a partir das 15h00, onde o público poderá sentir a emoção de conduzir um kart a pedais num circuito criado na Praça Deu-la-Deu Martins. A partir das 21h00, no Largo do Loreto, decorre uma prova inter-freguesias.

No sábado seguinte, 4 de março, pelas 10h00, realiza-se o “Trilho das Pesqueiras”, percurso com uma extensão ligeiramente superior a 6 quilómetros com um grau de dificuldade moderado/fácil. Oportunidade para caminhar junto ao rio Minho, vivenciar a pesca de outrora e desfrutar de um património secular identitário da nossa realidade ribeirinha: pesqueiras e moinhos. Informações/Inscrições: turismo@cm-moncao.pt

No período da tarde, com início às 15h00, decorre um peddypaper familiar. Um convite ao conhecimento das “coisas” do concelho de Monção e à passagem de momentos agradáveis com familiares e amigos. Ocasião para juntar o útil ao agradável: aprender e conviver. Informações/Inscrições: patrimonio@cm-moncao.pt

A partir das 18h00, realiza-se o 2º Rali Gastronómico da Lampreia. Sete bares convidam a uma noite diferente com apresentação de acepipes de lampreia. Cada participante neste “rali” terá um passaporte que deverá selar, comprovando a sua passagem (com degustação e consumo de bebida) por cada um dos bares aderentes. Os três primeiros a completar o circuito recebem prémios.

O primeiro prémio é um jantar de lampreia para duas pessoas no Restaurante Sabores, o segundo uma oferta termal para duas pessoas nas Termas de Monção e, o terceiro, uma caixa de Vinho Alvarinho MQ Vinhos – Vale dos Ares. Participam Cafetaria Lux, Chaplin Burger, Lés-a-Lés, Margem Bar, Pedrinha Bar, Porta 11, e Zoom Café. A noite termina com atuação do Grupo Melmusic, na Praça Deu-la-Deu.

No domingo, dia 5, realiza-se o 1º Encontro de Clássicos da Lampreia. O secretariado abre às 8h00 e, duas horas depois, inicia-se uma rota pelo concelho. À tarde, pelas 15h00, realiza-se a prova de regularidade. Informações/Inscrições: tmaventura@gmail.com

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MONÇÃO FESTEJA O CARNAVAL

Desfile de crianças, caminhada noturna, recriações nas freguesias, concursos para grupos de mascarados e animação musical são os pontos fortes de uma quadra festiva “disfarçada” de fantasia, magia, criatividade e animação. É carnaval, ninguém leva a mal. Não há outro tempo assim. Aproveite.

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O carnaval proporciona libertação criativa e momentos humorísticos. Em Monção, a autarquia local e diversas juntas de freguesia e associações culturais do concelho cumprem esta tradição enraizada na interioridade de cada pessoa através da realização de atividades que prometem animar miúdos e graúdos em dias festivos que apelam à fantasia, magia e folia.

Assim, esta quinta-feira, a partir das 10h00, decorre o desfile de carnaval dos alunos do pré-escolar e 1º CEB do Agrupamento de Escolas de Monção, Colégio do Minho e Santa Casa da Misericórdia. Serão cerca de 900 crianças que prometem animar as ruas e praças de Monção. O epicentro da festa será a Praça Deu-la-Deu. A câmara tem uma surpresa reservada para cada menino/a. 

No dia 25, sábado, pelas 20h30, realiza-se a Caminhada Noturna de Carnaval Ponte do Mouro Medieval. A organização promete espalhar magia e alegria numa caminhada divertida e animada. E aconselha a utilização de roupa e calçado adequado.

Com trajeto aproximado de 10 quilómetros, o valor de participação é de 7,50 € englobando seguro, reforço e brinde. A receita destina-se a apoiar a realização da recriação histórica “Ponte do Mouro Medieval”. O disfarce mais original será premiado. Informações/inscrições: pontedomouromedieval@gmail.com.

No dia 26, domingo, algumas freguesias do concelho promovem concursos e recriam aspetos da vida local e nacional, proporcionando momentos de diversão nas comunidades locais. As críticas abordam assuntos e personalidades próximas, contudo, as figuras nacionais também são alvejadas. Por vezes, com tiro de canhão.

No dia 27, à noite, o centro histórico da vila anima-se com grupos de mascarados, muitos deles vindos da outra margem do rio Minho. Haverá animação musical com a Orquestra Norwest, na Praça Deu-la-Deu, e desfile/concurso de carnaval para as juntas de freguesia e associações culturais do concelho com prémios para os 5 primeiros classificados.

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MONÇÃO APRESENTA CONFRARIA DO VINHO VERDE TINTO

Monção procede à apresentação pública da Real Confraria do Vinho Verde Tinto na próxima sexta-feira, 24 de fevereiro, pelas 15h00, no Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil.

Além dos elementos dos órgãos sociais da confraria, marcam presença os autarcas de Monção e Melgaço, Augusto de Oliveira Domingues e Manoel Baptista, respetivamente, bem como produtores de vinho e enólogos, entre os quais, Anselmo Mendes.

Na ocasião, será apresentado o logotipo e traje oficial da confraria, a primeira da região dos vinhos verdes dedicada em exclusivo à defesa, divulgação e valorização do vinho verde tinto.

MONÇÃO REALIZA “PROMOÇÃO À LAMPREIA DO RIO MINHO”

Nos dias 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março, o município aposta forte neste prato tradicional com diversas atividades destinadas a todos os públicos. 27 restaurantesdo concelho estão de portas abertas para receber munícipes e visitantes. O ponto forte será a 40ª edição do Rali à Lampreia, perícia automóvel no centro histórico da localidade que decorre no próximo domingo, 26 de fevereiro. Esta manhã, no Museu do Alvarinho, realizou-se a apresentação pública do programa.

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A iniciativa “Promoção da Lampreia do Rio Minho” decorre nos dois próximos fins-de-semana, 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março. Esta manhã, no Museu do Alvarinho, decorreu a apresentação pública do programa aos meios de comunicação social e aos empresários de restauração participantes nesta iniciativa gastronómica e turística.

Além do presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, marcaram presença nesta apresentação pública o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, e o diretor do Sport Clube do Porto, secção de automobilismo, Sousa Magalhães.

Na mesa, esteve ainda Joaquim Meira, em representação do Rotary Clube de Monção, que apresentou o habitual almoço da lampreia daquela instituição. Decorre no dia 11 de março, sábado, com um programa que compreende concentração e desfile de confrarias entre a antiga estação e o Museu do Alvarinho, almoço convívio e animação com o grupo “Sons do Gadanha”.

Augusto de Oliveira Domingues deu conta que a presente iniciativa engloba um conjunto diversificado de atividades lúdicas e desportivas que, em conjunto, visam constituir motivos apelativos para uma deslocação ao concelho de Monção, contribuindo para a valorização turística da localidade raiana e para a dinamização dos setores da restauração e hotelaria.

O autarca monçanense reforçou ainda a sua posição relativamente à abertura da pesca na zona das pesqueiras, defendendo que a data atual, 15 de fevereiro, devia ser revista. Afirmou: “A pesca nesta zona abre muito tarde. Penso que esta situação prejudica seriamente pescadores e restaurantes. Defendo a sua antecipação para inícios de fevereiro. Tanto eu como o Alcalde de Salvaterra temos feito sentir essa necessidade aos responsáveis”

O diretor do Sport Clube do Porto, secção de automobilismo,Sousa Magalhães, lembrou o papel de António Paiva, falecido recentemente, na afirmação do Rali à Lampreia, realçando que a edição deste ano promete muita participação e, tal como nos anos anteriores, constituirá um palco privilegiado para quem gosta de desporto motorizado e boa gastronomia.

Convidando à presença de todos, o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, focou-se na apresentação do programa destes dois fins de semana, destacando, entre as iniciativas propostas, a realização do 40º Rali à Lampreia, evento que promete juntar milhares de pessoas nas ruas e varandas do núcleo histórico monçanense.

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Rali à Lampreia, Rali a Pedais e Rali Gastronómico

Promovida pela Câmara Municipal de Monção e Sport Clube do Porto, a 40ª edição do Rali à Lampreia realiza-se no dia 26 de fevereiro, domingo. Engloba duas provas marcadas para as 11h00 e 16h00, prevendo-se a presença de meia centena de participantes portugueses e espanhóis.

Na hora do almoço, os restaurantes estão de portas abertas para receber visitantes e munícipes nesta jornada de promoção da Lampreia do Rio Minho. Participam 27 restaurantes do concelho com uma ementa dedicada à lampreia, desde a mais tradicional, com arroz ou à bordalesa, às abordagens mais contemporâneas como empanada ou sushi.

No dia anterior, sábado, está prevista a iniciativa “Rali a Pedais”. Provas de karts abertas ao público durante o dia, a partir das 15h00, onde o público poderá sentir a emoção de conduzir um kart a pedais num circuito criado na Praça Deu-la-Deu Martins. A partir das 21h00, no Largo do Loreto, decorre uma prova inter-freguesias.

No sábado seguinte, 4 de março, pelas 10h00, realiza-se o “Trilho das Pesqueiras”, percurso com uma extensão ligeiramente superior a 6 quilómetros com um grau de dificuldade moderado/fácil. Oportunidade para caminhar junto ao rio Minho, vivenciar a pesca de outrora e desfrutar de um património secular identitário da nossa realidade ribeirinha: pesqueiras e moinhos. Informações/Inscrições: turismo@cm-moncao.pt

No período da tarde, com início às 15h00, decorre um peddypaper familiar. Um convite ao conhecimento das “coisas” do concelho de Monção e à passagem de momentos agradáveis com familiares e amigos. Ocasião para juntar o útil ao agradável: aprender e conviver. Informações/Inscrições: patrimonio@cm-moncao.pt

A partir das 18h00, realiza-se o 2º Rali Gastronómico da Lampreia. Sete bares convidam a uma noite diferente com apresentação de acepipes de lampreia. Cada participante neste “rali” terá um passaporte que deverá selar, comprovando a sua passagem (com degustação e consumo de bebida) por cada um dos bares aderentes. Os três primeiros a completar o circuito recebem prémios.

O primeiro prémio é um jantar de lampreia para duas pessoas no Restaurante Sabores, o segundo uma oferta termal para duas pessoas nas Termas de Monção e, o terceiro, uma caixa de Vinho Alvarinho MQ Vinhos – Vale dos Ares. Participam Cafetaria Lux, Chaplin Burger, Lés-a-Lés, Margem Bar, Pedrinha Bar, Porta 11, e Zoom Café. A noite termina com atuação do Grupo Melmusic, na Praça Deu-la-Deu.

No domingo, dia 5, com organização da Terra Minhota Aventura e apoio da autarquia monçanense, realiza-se o 1º Encontro de Clássicos da Lampreia. O secretariado abre às 8h00 e, duas horas depois, inicia-se uma rota pelo concelho. À tarde, pelas 15h00, realiza-se a prova de regularidade. A entrega de lembranças, marcada para as 18h00, decorre no Museu do Alvarinho. Informações/Inscrições: tmaventura@gmail.com

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PORTUGUESES E ESPANHÓIS DEBATEM DESAFIOS E OPORTUNIDADES DO PROGRAMA ERASMUS +

Na abertura deste “seminário de contacto”, como lhe chamou a diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho, a vice-presidente da autarquia monçanense, Conceição Soares, sublinhou a importância do programa como partilha de conhecimentos e enriquecimento sociocultural.

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A Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, o Servicio Español para la Internacionalización de la Educación (SEPIE), e o Centro de Formação do Vale do Minho promovem uma sessão transfronteiriça de informação e apoio às instituições que queiram apresentar candidaturas ao Programa Erasmus +, ação chave 2, parcerias estratégicas.

Com a colaboração da Câmara Municipal de Monção, a sessão realiza-se hoje e amanhã no Cine Teatro João Verde, contando com a presença de técnicos especializados de ambos os países, cujas conferências abordam diversas questões relacionadas com o Programa Erasmus +.

O ponto de partida, às 14h30, foi dado pelo diretor do Servicio Español para la Internacionalización de la Educación, Pablo Martin Gonzalez, e pela diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho. Ambos enalteceram o papel do Programa Erasmus + na valorização pessoal dos estudantes.

Representando a Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares deu as boas vindas aos presentes, desejou-lhes uma boa estadia na localidade e sublinhou a importância do Programa Erasmus + como instrumento fundamental para a partilha de conhecimentos e enriquecimento sociocultural. “O meu Erasmus foi em Espanha, na cidade de Bilbao, e a experiência foi gratificante e enriquecedora” adiantou.

Ao longo dos dois dias, serão constituídos grupos de trabalho com participantes de ambos os países e debatidas questões como desafios e oportunidades do Programa Erasmus +, cooperação para a inovação e intercâmbio de boas práticas, partilha de experiências e casos de sucesso e apresentação de ideias e projetos.

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MONÇÃO: BARROÇAS E TAIAS APOSTA NA VALORIZAÇÃO/SEGURANÇA RODOVIÁRIA E NO MELHORAMENTO DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

Nesta visita de trabalho, Augusto de Oliveira Domingues constatou o investimento feito pela junta de freguesia e trouxe a novidade que a requalificação da Estrada Intermunicipal Barroças e Taias – Pias, desejo antigo do executivo local, já está adjudicada. Os trabalhos avançam a qualquer momento.

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Dando continuidade ao périplo pelas 24 freguesias do concelho, verificando no terreno os investimentos feitos e inteirando-se das preocupações e prioridades locais, o presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, deslocou-se, na passada quarta-feira, à freguesia de Barroças e Taias.

Acompanhado pela vice-presidente da autarquia, Conceição Soares, foi recebido por Almerindo Marinho, presidente, e Laurindo Teixeira, tesoureiro, que conduziram a visita à freguesia. Mais tarde, na habitual reunião de trabalho, juntar-se-ia Magda Andreia Rei, secretária.

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Com toponímia instalada em todos os lugares da freguesia e uma limpeza exemplar dos caminhos, estradas e espaços públicos, nota sublinhada por Augusto de Oliveira Domingues, as prioridades maiores do executivo de Barroças e Taias prendem-se com a valorização/segurança rodoviária e o melhoramento de abastecimento de água.

A comitiva visitou algumas ruas e caminhos objeto de intervenção ao nível de alargamento, construção de muros/valetas e beneficiação do pavimento. Empreitadas fundamentais para elevar a qualidade de vida da população local que, no caso do Caminho do Souto, assume enorme relevância, uma vez que o investimento permitiu o acesso de ambulâncias, até então impossível, a determinadas habitações.

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Neste capítulo da rede viária, tornava-se evidente, a cada passo, a preocupação de Almerindo Marinho e Laurindo Teixeira com a segurança de pessoas e bens. Defenderam mais sinalização, algumas com indicação da proximidade de animais, e alertaram para a necessidade de colocar lombas (Caminho da Fonte da Preguiça) e instalação de proteções metálicas (Caminho do Forno Velho e Rua do Temporão).

Conceição Soares tomava notas e telefonava para os serviços. Algumas situações ficaram resolvidas naquele dia. Outras demorarão mais algum tempo com o compromisso de serem resolvidas em tempo útil. Outras ainda, fora da esfera municipal, serão comunicadas às entidades competentes, “forçando” a sua resolução.

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Nesta deslocação, que englobou uma visita aos serviços sanitários públicos em execução junto à Igreja de Barroças, a autarquia monçanense trouxe a novidade que a requalificação da Estrada Intermunicipal Barroças e Taias – Pias, desejo antigo do executivo local, já está adjudicada. Os trabalhos avançam a qualquer momento.

Antes da conclusão do périplo pelos lugares da freguesia, a qual terminou com uma abordagem empresarial numa visita informal à empresa “Irmãos Amorim, Lda”, Augusto de Oliveira Domingues e Conceição Soares tomaram conhecimento de outra prioridade para a junta: uma nova linha de abastecimento de água para dois lugares fronteiros à freguesia de Pias, a qual abrange também o lugar de Retorta.

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MONÇÃO REALIZA WORKSHOP TRANSFRONTEIRIÇO ERASMUS +

Dias 20 e 21 de fevereiro, segunda e terça-feira, no Cine Teatro João Verde.

Responsáveis e técnicos especialistas portugueses e espanhóis abordam os desafios e oportunidades do Programa Erasmus +, partilham experiências, cooperam na inovação e apresentam ideias e projetos. O lema é “ enriqueciendo vidas, abriendo mentes”.

A Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, o ServicioEspañol para la Internacionalización de la Educación (SEPIE), e o Centro de Formação do Vale do Minho promovem uma sessão transfronteiriça de informação e apoio às instituições que queiram apresentar candidaturas ao Programa Erasmus +, ação chave 2, parcerias estratégicas.

Com a colaboração da Câmara Municipal de Monção, a sessão realiza-se nos dias 20 e 21 de fevereiro, segunda e terça-feira, no Cine Teatro João Verde, contando com técnicos especializados de ambos os países que abordarão diversas questões relacionadas com o Programa Erasmus +.

Na sessão de abertura, marcada para as 14h00, estão presentes os autarcas de Monção e Salvaterra de Miño, Augusto de Oliveira Domingues e ArturoGrandal,respetivamente, bem como a diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho, e o diretor do ServicioEspañol para la Internacionalización de la Educación, Pablo Martin Gonzalez.

Ao longo destes dois dias, serão constituídos grupos de trabalho com participantes de ambos os países e debatidas questões como desafios e oportunidades do Programa Erasmus +, cooperação para a inovação e intercâmbio de boas práticas, partilha de experiências e casos de sucesso e apresentação de ideias e projetos.

MONÇÃO: SÓ NAMORO SEM VIOLÊNCIA É AMOR!

“TENS QUE RESPEITAR SE QUERES NAMORAR”

No dia dos namorados, 14 de fevereiro, alunos do ensino regular e profissional apresentaram trabalhos (músicas RAP, cartazes e slogans) contra a violência no namoro. Paulo Esteves esteve presente na iniciativa e sensibilizou os alunos para a necessidade de criarem e manterem relações saudáveis no namoro, apoiando e respeitando a pessoa que gosta de nós. 

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No dia 14 de fevereiro, terça-feira, dia dos namorados, teve lugar a apresentação de trabalhos referentes a dois concursos lançados no âmbito do programa de prevenção contra a violência no namoro. Destinados a alunos do ensino secundário e profissional, a iniciativa, bastante participada, realizou-se no Cine Teatro João Verde.

Um dos concursos consistiu na criação de uma música RAP contra a violência no namoro e outro na conceção de um slogan/cartaz alusivo à temática. Anteriormente, realizaram-se diversas ações de sensibilização/informação com alunos da Escola Secundária de Monção e EPRAMI, polo de Monção.

No concurso de música RAP, concorreram oito alunos/grupos, tendo o primeiro lugar sido entregue a Ricardo, do 12º B, da Escola Secundária de Monção. Quanto ao slogan/cartaz, a escolha recaiu em Jéssica, Marta, Jorge e Guilherme, do Curso de Restauração: Cozinha/Pastelaria, 2º ano, da EPRAMI, polo de Monção, com a mensagem “Tens que respeitar se queres namorar”. Participaram 38 alunos/grupos.

O Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, esteve presente na iniciativa e sensibilizou os alunos para a necessidade de criarem e manterem relações saudáveis no namoro, apoiando e respeitando a pessoa que gosta de nós. “Ter alguém tão perto, ao ponto de ouvir as batidas do nosso coração, é um privilégio muito grande. Não desperdicem isso” afirmou.

O júri foi constituído por um representante da CAP do Agrupamento de Escolas de Monção, Filipe Francisco, pela diretora da EPRAMI, polo de Monção, Cristina Dias, e pelo músico Jorge Nande. Os trabalhos premiados serão agora utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro. Todos os alunos receberam diplomas de participação.

Desenvolvida em parceria pelo Município de Monção, EPRAMI, polo de Monção, Agrupamento de Escolas de Monção, através do Projeto Haja Saúde, e Projeto Doequ@l, do Gabinete de Apoio à Família (GAF), a presente iniciativa teve como objetivo central assinalar a data e capacitar os alunos para a importância de um relacionamento amoroso positivo. 

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MONÇÃO REABILITA EN 101 ENTRE A ROTUNDA DE CORTES/MAZEDO E A ROTUNDA DE ACESSO AO CENTRO URBANO/PONTE INTERNACIONAL

Aprovado por maioria com votos contra do PSD (3) e abstenção do CDS/PP (1), projeto estruturante para Monção será complementado com um forte investimento na requalificação urbanística do centro histórico. Em março, será apresentado e votado o projeto de reabilitação da Praça da República e artérias envolventes.

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O projeto de reabilitação da Estrada Nacional 101 entre a rotunda de Cortes e a rotunda de acesso ao centro urbano/ponte internacional, numa extensão aproximada de 700 metros, foi apresentado, apreciado e votado na última reunião camarária, na passada segunda-feira à tarde, tendo sido aprovado por maioria com votos contra do PSD (3) e abstenção do CDS/PP (1).

O projeto, que corresponde à 1ª fase de um investimento global que termina na futura rotunda de S. Pedro, prevê a criação de separador central, beneficiação do pavimento, zonas verdes e arborização, passeios em ambos os lados e reforço da iluminação pública.

O preço base da empreitada, que servirá de referência para as empresas interessadas, é de 525.000,00 €, acrescido do respetivo imposto à taxa de 6%. Embora não sendo seguro, é provável que, à semelhança de outras empreitadas, o valor da adjudicação seja inferior.   

A presente intervenção constitui uma mais-valia em termos de segurança para veículos e pessoas, otimização económica daquela zona e valorização estética da entrada no centro histórico, permitindo dar continuidade à empreitada realizada na chamada “reta da lagoa”.

Este projeto estruturante para o concelho de Monção será complementado com um forte investimento na requalificação urbanística do centro histórico. Em março, será apresentado e votado em sessão camarária o projeto de reabilitação da Praça da República e artérias envolventes.

Neste capítulo, referência ainda para o trabalho executado pelo município com vista à requalificação da zona envolvente da antiga estação da CP. Por um lado, foram adquiridas algumas casas, entretanto demolidas, para facilitar uma intervenção profunda e marcante naquele local de significativa afluência de pessoas e automóveis e crescente atividade comercial

Por outro, o edifício da antiga estação da CP, praticamente recuperado e adaptado à nova funcionalidade, será previsivelmente inaugurado no dia 25 de abril, feriado nacional, passando a ser Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção. Uma antiga aspiração da filarmónica centenária finalmente concretizada para alegria dos músicos e orgulho dos monçanenses.

Constando no plano rodoviário (ou de proximidade) nacional para 2017, está igualmente prevista a criação de uma rotunda no cruzamento de S. Pedro. Na reunião do executivo, Augusto de Oliveira Domingues prometeu interceder junto dos responsáveis para o cumprimento temporal daquela obra, deixando o compromisso que, pelo poder central ou pelo poder local, a rotunda será construída.

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MONÇÃO: “FIGURA DE JOÃO VERDE TERÁ MAIS ESCALA E VISIBILIDADE NOS PRÓXIMOS ANOS”

Apresentado no passado sábado, no Cine Teatro João Verde, volume dois de “Prosas e Alguns Versos de João Verde”, recolha e compilação de textos de Fernando Prego, é um contributo importante para que a obra do autor de Ares da Raya fique mais completa e a nossa terra, Monção, mais enriquecida. Paulo Esteves referiu que a presente publicação é “uma achega importante ao universo de João Verde” que “ajuda a compreender melhor a versatilidade literária e dimensão poética e humanista do poeta maior das letras monçanenses”.

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A publicação “Prosas e Alguns Versos de João Verde II”, fruto da recolha e compilação de textos de João Verde por parte de Fernando Prego, foi apresentada no passado sábado, 11 de fevereiro, no Cine Teatro João Verde perante um público bastante interessado e interventivo que compareceu em número significativo.

Nesta sessão, englobada nos 150 anos de nascimento do poeta monçanense, realizou-se ainda a conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, da autoria de Artur Anselmo, presidente da Academia das Ciências de Lisboa. Palestra esclarecedora e elucidativa sobre o papel e influência de João Verde na literatura galaico-minhota.

Na abertura, o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, referiu que a presente publicação é “uma achega importante ao universo de João Verde” que “ajuda a compreender melhor a versatilidade literária e dimensão poética e humanista do nosso ilustre conterrâneo”, contribuindo para que “ a obra do autor de Ares da Raya fique mais completa e a nossa terra, Monção, mais rica”.

Seguiram-se algumas novidades: “É nossa intenção dar mais escala à figura de João Verde. Há muito a fazer. Em quantidade e em qualidade. Vamos reforçar aquilo que já temos e avançar com outras iniciativas dinamizadoras e inovadoras. Temos algumas ideias que estamos a amadurecer para transformar em projeto e, numa fase posterior, numa realidade palpável”.

A propósito, deixou “um compromisso firme e sério que João Verde terá uma maior visibilidade nos próximos anos” e agradeceu o trabalho de Fernando Prego, dizendo: “Monção fica-lhe reconhecido pelas horas de pesquisa e investigação, pelo tempo precioso que tirou à família e pela homenagem prestada a João Verde. Obrigado por nos facultar a oportunidade de ficarmos mais esclarecidos sobre a figura e a obra de João Verde”.

Valorizar universo literário de João Verde

A presença de público serviu como um incentivo extra para Fernando Prego que, bastante satisfeito com a afluência de pessoas, sublinhou as motivações que estiveram na origem desta publicação. Primeira: trazer à tona crónicas até agora desconhecidas. Segunda: juntá-las num volume para disponibilizar ao público interessado. Terceira: valorizar o brilhante universo literário de João Verde.

Um trabalho que Fernando Prego promete continuar a fazer ou, como diz, socorrendo-se de Saramago, ”vida havendo e saúde não faltando”, para que seja possível disponibilizar o precioso legado do poeta maior das letras monçanenses. “O tempo há de chegar”, acrescenta, desta vez, “bebendo” as palavras de Saavedra, amigo de João Verde.

E enquanto aguardamos por mais, o que podemos esperar deste volume? Na resposta, Fernando Prego referiu que há muito que ler e assimilar porque, adiantou, João Verde aborda nas suas crónicas temas variados e sempre atuais, “amparando-se”, para isso, nos diferentes pseudónimos que utilizou nos seus textos, umas vezes acutilantes, outras vezes ternurentos.  

Obra literária multifacetada e universal

Na conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, Artur Anselmo sublinhou o amor à terra e a vontade de aproximação à Galiza por parte de João Verde, enaltecendo a obra multifacetada do poeta monçanense com palavras de apreço, arrebatamento e admiração.

Fica uma amostra: “….a vida tranquila de uma vila de província e dos seus habitantes desliza agilmente nas suas crónicas, muitas vezes, sobressaltadas por excesso de lirismo, deslumbramento perante a paisagem, grande emoção quando escreve sobre as romarias e enorme candura quando aborda tradições e um passado grandioso que existe na sua sensibilidade de poeta e coração monçanense”.

Na apresentação da obra, Henrique Barreto Nunes, antigo diretor da Biblioteca Pública de Braga, enalteceu a sensibilidade universal e criatividade do poeta, realçando a forma mordaz, assertiva e brejeira na hora de escrever. Destacou a sua obra literária, em poesia e prosa, como uma referência obrigatória no contexto literário da região transfronteiriça.

Contrariamente ao primeiro volume, que “guarda” apenas crónicas inseridas no jornal “O Regional”, este segundo volume apresenta textos e poemas que João Verde assinou em outros periódicos e revistas (O Alto Minho, Independente, Branco e Negro, Almanaque Vianense) através dos pseudónimos Marcos de Portela, Brás Inácio, Fernão Menino, Rip e João Seco.  

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MONÇÃO SENSIBILIZA PARA POR UM NAMORO SEM VIOLÊNCIA

No dia dos namorados, 14 de fevereiro, alunos do ensino regular e profissional apresentam trabalhos (músicas RAP, cartazes e slogans) contra a violência no namoro. O objetivo central é capacitar os alunos para a importância de estabelecer e manter relações saudáveis de namoro. No fundo, respeitar quem gosta de nós. A um coração puro corresponde um amor seguro.

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No dia 14 de fevereiro, terça-feira, dia dos namorados, decorre a apresentação de trabalhos referentes a dois concursos lançados no âmbito do programa de prevenção contra a violência no namoro. Destinados a alunos do ensino secundário e profissional, a iniciativa, com início às 9h30, realiza-se no Cine Teatro João Verde.

Um dos concursos consiste na criação de uma música RAP contra a violência no namoro e outro na conceção de um slogan/cartaz alusivo à temática. Anteriormente, realizaram-se diversas ações de sensibilização/informação com alunos da Escola Secundária de Monção e EPRAMI, polo de Monção.  

O júri é constituído por um representante da CAP do Agrupamento de Escolas de Monção, pela diretora da EPRAMI, polo de Monção, Cristina Dias, e pelo músico Jorge Nande. Os trabalhos premiados serão utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro.

A presente iniciativa é desenvolvida em parceria pelo Município de Monção, EPRAMI, polo de Monção, Agrupamento de Escolas de Monção, através do Projeto Haja Saúde, e Projeto Doequ@l, do Gabinete de Apoio à Família (GAF). O objetivo central é capacitar os alunos para a importância de estabelecer e manter relações saudáveis de namoro.

SÉRGIO GODINHO ATUA NO CINE TEATRO JOÃO VERDE EM MONÇÃO

O espetáculo realiza-se no dia 4 de março, sábado, pelas 21h30. Os bilhetes, ao preço unitário de 10,00 €, podem ser adquiridos ou reservados, até 5 dias antes do espetáculo, na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu Martins, T. 251 649 013.

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Sérgio Godinho atua no Cine Teatro João Verde no dia 4 de março, sábado, pelas 21h30. Os bilhetes, ao preço unitário de 10,00 €, podem ser adquiridos ou reservados, até 5 dias antes do espetáculo, na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu Martins, T. 251 649 013.

Cantor, compositor, escritor (para adultos e crianças), ator (de teatro e cinema), realizador, Sérgio Godinho é, para citar uma das suas canções clássicas, o verdadeiro “homem dos sete instrumentos”, cujo trabalho tem sido admirado e aplaudido por gerações de portugueses.

Numa carreira artística de invejável longevidade, que se prolonga há mais de 40 anos de modo quase intocável, foi o seu trabalho enquanto cantor-compositor que o tornou num ícone capaz de reunir à volta das suas canções pessoas de diferentes idades, vivências e aspirações.

A presença de Sérgio Godinho em Monção insere-se no projeto “Conta-me Histórias”, ciclo de conversas-concerto com conhecidos músicos portugueses, onde estes revelam alguns pormenores menos “falados” das suas carreiras. Estas histórias são acompanhadas por algumas das suas músicas mais relevantes em registo acústico.

MONÇÃO ACOLHE SEGUNDO “CICL-ONE” COM GOBI BEAR

Depois da estreia em janeiro com “O Manipulador”, “Cicl-one” ciclo de concertos de canta-autores, regressa esta sexta-feira, 10 de fevereiro, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde, com atuação de Gobi Bear. A entrada é gratuita, encontrando-se limitada aos lugares disponíveis. Durante a tarde, decorre um workshop para alunos do ensino secundário, onde o artista aborda o processo criativo na construção dos textos e das músicas.

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A segunda edição de “Ciclo-ne”, ciclo de música entre janeiro e abril com canta-autores emergentes nacionais e internacionais, continua esta sexta-feira, 10 de fevereiro, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde. A entrada é gratuita, encontrando-se limitada aos lugares disponíveis.

Mais do quem uma banda de um homem só, Gobi Bear é um alter-ego. Deixa as cordas soar como querem, apontando-lhe caminhos simples ou labirintos de distorções sustentados em canções guiadas por uma voz meiga. Ao vivo, camufla-se no ambiente ou provoca-o com barulho. Sozinho, desliga-se do mundo para o recriar.

Com produção da Bulletseed e apoio da autarquia monçanense,“Cicl-one” compreende ainda workshops para os alunos do ensino secundário, onde os artistas abordarão o processo criativo na construção dos textos e músicas. Depois de “O Manipulador” e Gobi Bear, segue-se Coelho Radioactivo, em março, e Daily Misconceptions, em abril. Sempre no Cine Teatro João Verde.

XXVIII JORNADAS TEOTONIANAS DEBATEM EM MONÇÃO “FÁTIMA EM CEM (100) ANOS - 1917/2017”

As jornadas deste ano, nos dias 17 e 18 de fevereiro, assinalam o centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima com conferências de Pedro Valinho Gomes e Dário Pedroso. O Arciprestado de Monção refere que as conferências ajudarão a compreender melhor a mensagem de Fátima, um caminho que se percorre nas estradas nacionais ou no interior de cada um de nós.

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O Arciprestado de Monção promove nos dias 17 e 18 de fevereiro, sexta-feira e sábado, a XXVIII edição das Jornadas Teotonianas. Este ano, que assinala o centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, o tema central é “Fátima em Cem (100) Anos – 1917/2017”.

As conferências decorrem no Salão Paroquial de Monção, tendo início às 21h00. A semelhança das edições anteriores, a sala promete estar bem preenchida com público interessado e interventivo. Na sexta-feira, o palestrante será Pedro Valinho Gomes e, no sábado, Dário Pedroso.

Pedro Valinho Gomes é licenciado em Teologia com uma especialização em Estudos Bíblicos e doutoramento em Filosofia da Religião. Dário Pedroso é um sacerdote jesuíta com dezenas de obras publicadas, em particular sobre temas de espiritualidade cristã.

Sobre a temática deste ano, o Arciprestado de Monção refere que as conferências ajudarão a compreender melhor a mensagem de Fátima, tão esquecida e ignorada por tanta gente, adiantando que, cem anos depois dos acontecimentos narrados pelos pastorinhos, permanece a oportunidade de uma mensagem que continue a chamar e envolver o homem num caminho de conversão e mudança de vida.

Fátima é um caminho que se percorre nas estradas nacionais ou no interior de cada um de nós. Ainda temos na memória a visita da imagem peregrina a todas as dioceses de Portugal, onde se incluiu o Arciprestado de Monção, arrastando consigo multidões de fiéis que, jubilosamente, acompanharam a imagem peregrina e se concentraram em momentos de oração.

Em 1917, Nossa Senhora apareceu em Fátima a três crianças, trazendo uma mensagem revolucionária de ternura e afeto que transforma as pessoas por dentro e as leva a descobrir o sentido da vida e a alegria de viver em harmonia e saudável convivência.

Paulatinamente, juntaram-semultidões de pessoas que aspiravam por uma mensagem que, em dias de guerra, falava de paz e da conversão. Uma mensagem que Bento XVI definiu como “uma visão de paz e uma luz de esperança que se projeta sobre a história e que nela assumiu um lugar central”.

MONÇÃO APRESENTA PUBLICAÇÃO SOBRE JOÃO VERDE

“Prosas e Alguns Versos de João Verde II (e outros pseudónimos de José R. Vale)”, recolha e compilação de poemas e textos do autor por Fernando Prego, é apresentado este sábado, 11 de fevereiro, pelas 16h00, no Cine Teatro João Verde.

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A publicação“Prosas e Alguns Versos de João Verde II (e outros pseudónimos de José R. Vale)”, recolha e compilação de poemas e textos do autorpor Fernando Prego, é apresentado no próximo sábado, 11 de fevereiro, no Cine Teatro João Verde.

Antes decorre a conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, proferida por Artur Anselmo, presidente da Academia das Ciências de Lisboa. A cerimónia, realizada no âmbito dos 150 anos do nascimento de João Verde, tem início à 16h00, encontrando-se aberta a todos os interessados.

Neste segundo volume, Fernando Prego apresenta poemas e crónicas publicadas em jornais onde João Verde escrevia com certa regularidade, bem como determinados textos escritos pelo autor com recurso a outros pseudónimos, alguns totalmente desconhecidos do público. 

Complementando o primeiro volume, onde estão apenas inseridos textos do jornal “O Regional”, a presente publicação contribui para um conhecimento mais profundo do autor monçanense, enriquecendo o universo literário do poeta nascido a 2 de novembro de 1866, no Largo da Palma, e falecido a 7 de fevereiro de 1934, na Casa do Arco.

CAPTURA DA LAMPREIA: AUTARCAS DEFENDEM ABERTURA MAIS CEDO A MONTANTE DO RIO MINHO

Autarcas de Monção e Salvaterra de Miño, Augusto de Oliveira Domingues e ArturoGrandal, defendem que a pesca à lampreia nas pesqueiras, com início no dia 15 de fevereiro, deve iniciar-se mais cedo. E disso tem dado conta aos comandantes das capitanias de Caminha e Tui.

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A pesca à lampreia a jusante do rio Minho abriu no passado dia 3 de janeiro, contudo, a captura daquele ciclóstomo a montante, feita essencialmente em pesqueiras, construções de pedra junto ao rio Minho existentes nos concelhos de Monção e Melgaço, só é possível a partir de 15 de fevereiro.

Uma diferença de mês de meio que não agrada a autarcas, pescadores e empresários da restauração, considerando, em uníssono, que é muito tarde para quem vive exclusivamente da pesca ou encontra naquela atividade um complemento económico à sua profissão.  

Desta forma, todos os intervenientes na pesca da pesca, direta ou indiretamente, defendem que a abertura da pesca a montante do rio Minho deveria fazer-se mais cedo, permitindo que antes do 15 de fevereiro seja possível a comercialização e confeção da lampreia capturada nas pesqueiras.

Considerada mas gostosa e batida em virtude do trajeto entre a foz e a zona das pesqueiras, pescadores e empresários da restauração alertam para a importância económica da pesca da lampreia, lamentando que a abertura tardia esteja a prejudicar o “negócio”.

A autarquia monçanense, à semelhança da sua congénere de Salvaterra de Miño, tem consciência dessa realidade e, por diferentes meios, tem feito chegar essa reivindicação aos responsáveis, procurando sensibilizá-los para uma antecipação da presente data.

“Mês e meio de diferença entre o jusante e o montante do rio Minho é muito tempo. Penso que esta situação prejudica seriamente pescadores e restaurantes, algo que não pode acontecer” refere Augusto de Oliveira Domingues, completando:

“Tanto eu, como o Alcalde de Salvaterra de Miño, ArturoGrandal, temos falado com oscomandantes das capitanias de Caminha e Tui, fazendo-os sentir a necessidade em alterar a data, encurtando o tempo entre a foz e os nossos concelhos. O dia 1 de fevereiro parece-nos uma data razoável”.

Refira-se que, entre 15 de janeiro e 15 de abril, decorre a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência”. Os restaurantes de Monção que participam nesta promoção, 18 no total, tem servido lampreiade várias formas que, contranatura, tem de ser compradas fora do concelho.

DESEMPREGO: MONÇÃO É O CONCELHO DO MINHO COM MAIOR DIMINUIÇÃO PERCENTUAL NO ÚLTIMO ANO

Entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, Monção teve uma descida de 29,88%, equivalente a menos 188 desempregados. Estes dados, publicados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, colocam o nosso concelho como o melhor, em termos de redução percentual, entre os 24 municípios da região do Minho.Para Augusto de Oliveira Domingues, este resultado positivo deve-se à atratividade fiscal do município e à vontade dos empresários nacionais e locais em investirem na nossa terra.

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Entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, o desemprego em Monção diminuiu 29,88%, passando de 629 para 441 pessoas, equivalente a menos 188 desempregados. Este resultado, que remonta a números de uma década atrás, coloca o nosso concelho como o melhor, em termos de redução percentual, entre os 24 municípios da região do Minho.

Estes valores, publicados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional na habitual avaliação mensal, refletem a opção fiscal e a estratégia de desenvolvimento do atual executivo municipal mas também a vontade e a capacidade dos empresáriosnacionais e locais que, nos últimos tempos, tem investido no nosso território.

O autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, denota satisfação pelos resultados obtidos e persistência em trilhar o mesmo caminho: “Cerca de duzentas pessoas que, em finais de 2015 estavam no desemprego, encontram-se agora numa situação melhor. É positivo mas não chega. Faltam os restantes. Épor eles que prometemos continuar a trabalhar com a mesma firmeza e determinação”.

Lembra ainda a importância do tecido empresarial na concretização deste resultado: “Tem havido um forte investimento privado no nosso concelho. Fruto da atratividade que oferecemos em termos de fiscalidade mas também da sua vontade em investirem na nossa terra. Um agradecimento a todos com destaque para os empreendedores monçanenses”.

O desemprego desceu em todos os concelhos da região minhota. No distrito de Braga, contabilizam-se agora 37 236 desempregados, menos 9 115 que em finais de 2015. No distrito de Viana do Castelo, assistiu-se à redução de 1 856 desempregados, situando-se agora em 8 440.  

Os concelhos de Vila Nova de Cerveira, com 24,85%, e Ponte de Lima, com 20,97%, acompanham Monção nos lugares cimeiros do posicionamento distrital. Relativamente ao distrito de Braga, a descida mais acentuada verificou-se no concelho de Amares com 25,55%. 

Aposta no emprego e fixação de pessoas

A criação de emprego e fixação de pessoas na sua terra é, desde sempre, o grande objetivo do atual executivo. Nesse sentido, a autarquia tem encetado diversas ações em distintas direções, evidenciando argumentos e medidas atrativas junto dos empresários.

Estas relacionam-se com taxas, tarifas e licenças a preços reduzidos, a ausência de derrama (Monção não tem imposto sobre o lucro tributável das empresas) e as condições criadas no Pólo Empresarial da Lagoa com acessos funcionais, lotes infraestruturados a valores favoráveis e instalação de rede de fibra ótica.

Outra razão de atratividade prende-se com a proximidade à Galiza. A cidade de Vigo, servida por aeroporto e porto de mar, está à distância de trinta quilómetros. Referência ainda para a criação do Gabinete de Apoio à Criação de Emprego, Empreendedorismo e Captação de Emprego (GACEECI), ajudando os cidadãos a “arranjar” emprego e esclarecendo os empresários sobre as vantagens de investirem em Monção.

EXECUTIVO MONÇANENSE APROVA EXPROPIAÇÃO DE IMÓVEL NA ENVOLVENTE DA ANTIGA ESTAÇÃO

Após um processo negocial inconclusivo, executivo aprova início de expropriação da única parcela em falta para a reabilitação urbanística daquela área. Segue-se agora uma proposta formal aos proprietários do imóvel que tem um período de vinte dias, após a receção da mesma, para se pronunciarem. Entretanto, esta manhã teve início a demolição de mais uma habitação, dando seguimento ao processo iniciado no passado dia 18 de janeiro com a demolição de dois imóveis.

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O Executivo Municipal de Monção, reunido na noite da passada segunda-feira, 30 de janeiro, na Biblioteca Municipal de Monção, deliberou, por unanimidade, iniciar o processo de expropriação de um prédio urbano situado na Travessa da Cova do Cão, zona de proteção do Castelo de Monção, monumento nacional desde 1910.

A presente deliberação prende-se com a necessidade de demolir aquele prédio urbano devoluto e sem condições de habitabilidade com a finalidade de permitir a reabilitação urbanística daquela zona que teve início com a beneficiação, em curso, do edifício da antiga estação da CP. Trata-se da parcela em falta para a reabilitação daquele espaço.

Esta decisão surge após um processo negocial inconclusivo. Segue-se agora uma proposta formal aos proprietários do imóvel que tem um período de vinte dias, após a receção da mesma, para se pronunciar. Caso não haja resposta ou esta seja negativa, cumpre-se a deliberação do executivo municipal.

Entretanto, esta manhã teve início a demolição de mais uma habitação naquela área, propriedade dos herdeiros de Guilhermina Teixeira Ferreira, dando seguimento ao processo iniciado no passado dia 18 de janeiro com a demolição de dois imóveis, propriedade da “Vianachandler, Abastecimento Alimentar Portuário, Lda”.

A presente intervenção, executada pelos serviços camarários, representa mais um passo na requalificação do antigo largo da estação da CP, espaço servido por vários estabelecimentos comerciais e serviços públicos e com um significativo fluxo de trânsito rodoviário.

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GOD: ESPETÁCULO DIVINAL SOBE AO PALCO DO CINE TEATRO JOÃO VERDE ESTE SÁBADO EM MONÇÃO

Joaquim Monchique, rei do universo e criador do espaço e do tempo, agora também estrela nos palcos, promete momentos hilariantes e doses de gargalhadas. A comédia “God” está a escassos lugares de ficar esgotada. Últimos bilhetes, a 10.00 € cada, podem ser adquiridos na Loja Interativa de Turismo (T. 251 649 013).

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A comédia “God”, protagonizada por Joaquim Monchique, sobe ao palco do Cine Teatro João Verde este sábado, 4 de fevereiro, pelas 21h30. A sala, com capacidade para 292 lugares sentados, está praticamente completa. Últimos bilhetes, a 10.00 € cada, podem ser adquiridos na Loja Interativa de Turismo (t. 251 649 013).  

Neste espetáculo divinal, com texto original de David Javerbaum (vencedor de 13 emmys e 2 grammys) e encenação de António Pires, Joaquim Monchique, rei do universo e criador do espaço e do tempo, agora também estrela nos palcos, promete proporcionar vários momentos hilariantes e arrancar doses de gargalhadas ao público presente.

Na sinopse, pode ler-se: “No dia e à hora marcada para este espetáculo, Deus vai descer à terra. Para que o público o possa ver e ouvir, através de Joaquim Monchique, vai anunciar o estado das coisas na terra que, como era de esperar, não se encontra de boa saúde.

Chegou pois a hora de Deus e os seus dois anjos, Miguel e Gabriel, mudarem o rumo da humanidade e tornarem a vida terrena mais aprazível. Com um extraordinário sentido de humor, a comédia que fez furor na Broadway está agora em Portugal. Preparem-se. Ele vem aí”.

MONÇÃO E SALVATERRA DE MIÑO, DOIS NAMORADOS UNIDOS PELO RIO MINHO

Associações ambientalistas de Portugal e Espanha, ATEARAIA e Lazoiro, assinalam o Dia dos Namorados no dia 12 de fevereiro, domingo, com um passeio apaixonado pelos lugares românticos das duas localidades banhadas pelo Rio Minho. Os quatro quilómetros de caminhada serão preenchidos com momentos para contemplar a paisagem e paragens para interiorizar histórias do relacionamento entre as duas comunidades. Para ouvir com atenção e de mãos dadas. Como dois namorados.

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A Associação Transfronteiriça de Educação Ambiental – ATEARAIA e a AsociaciónLazoiro promovem no dia 12 de fevereiro, domingo, uma caminhada pelos lugares mais românticos de Monção e Salvaterra de Miño, localidades transfronteiriças banhadas pelo rio Minho e servidas por uma ponte internacional há mais de duas décadas.

Com a colaboração da autarquia monçanense, o percurso tem uma extensão de quatro quilómetros com dificuldade baixa/moderada, iniciando-se, pelas 14h30, junto aos painel de azulejos de João Verde, na Avenida General Humberto Delgado, conhecida como Avenida dos Néris.

Não podia ser melhor escolha, uma vez que o poeta maior das letras monçanenses deixou bem expresso, através do poema “Vendo-os assim tão pertinho”, visível naquele mural, o carinho e afeição pelo povo da outra margem e a certeza que o “casamento” seria uma realidade para os dois “namorados”.

Aqui fica o poema publicado em “Ares da Raya” no ano de 1902:“Vendo-os assim tão pertinho / A Galiza mail`o o Minho / São como dois namorados / Que o rio traz separados / Quasi desde o nascimento / Deixai-os, pois, namorar / Já que os pães para casar / Lhes não dão consentimento”.

O custo de 3,00 € para sócios e de 5,00 € para não sócios inclui seguro, bolo e chá, encontrando-se as inscrições abertas na página oficial da ATEARAIA no Facebook - www.facebook.com/atearaia. A organização aconselha os participantes a trazerem roupa adequada, água e caneca para o chá. 

Com esta iniciativa, pretende-se comemorar o Dia dos Namorados, que se assinala a 14 de fevereiro, terça-feira, e transmitir aos presentes alguns momentos históricos que evidenciamo relacionamento entre duas comunidades ribeirinhas que, nos dias que correm, não vivem uma sem a outra.

Constitui uma oportunidade excelente para conhecer um pouco melhor a envolvência histórica dos dois povos, bem como determinados episódios que marcaram a vida cultural e social de ambas as comunidades. Para ouvir com atenção e de mãos dadas. Como dois namorados.

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MONÇÃO REQUALIFICA LARGOS, ESTRADAS E FONTANÁRIOS EM PIAS

Um mandato de grande investimento na rede viária da freguesia que será complementado no presente ano com a concretização de uma ideia que gemina na cabeça de Agostinho Correia, presidente da junta de freguesia, há alguns anos: A Feira da Foda.

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O Presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, acompanhado pela Vice-Presidente, Conceição Soares, e o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, deslocou-se, em finais da semana passada, à freguesia de Pias.

Esta visita esteve inserida no périplo pelas 24 uniões/freguesias que o autarca monçanense efetua desde meados do último ano com o propósito de atingir dois objetivos: verificar no terreno os investimentos feitos e auscultar os eleitos locais e populares sobre as necessidades atuais e futuras.

Conduzidos pelo presidente da Junta de Freguesia de Pias, Agostinho Correia, a comitiva percorreu vários lugares da freguesia, tendo a possibilidade de observar o cuidado colocada na limpeza e constatar o forte investimento desenvolvido na rede viária com o melhoramento de caminhos, estradas, largos e fontanários.

Alguns exemplos: Caminho da Fichua, Caminho do Outeiro ao Paço (1ª fase), Estrada do Lamoso, 3ª Fase da Avenida, Estrada do Senhor da Cana Verde, Rua Adriano Gomes, Senhor da Coluna, Caminho da Palma, Caminho de Eirado de Baixo, Caminho Diversos em Pias de Baixo, e Caminho de Pias de Baixo à Ponte do Gadanha.

Em execução encontram-se a construção de casas de banho públicas na envolvente do Largo do Encontro e a segunda fase do Caminho do Outeiro ao Paço, o qual beneficiou de alargamento e construção de muros, faltando apenas os trabalhos de asfaltamento.

Uma obra relevante para a população daquela zona, uma vez que possibilitará um acesso facilitado a outros lugares da freguesia, passando a permitir o acesso e circulação de ambulâncias e veículos de maior porte, algo que não acontece nos dias de hoje.

Investimento importante que marca o atual mandato de Agostinho Correia foi a requalificação do Largo do Cruzeiro, em Cristelo, disponibilizando aos residentes um espaço público atrativo para o descanso e convívio. A inauguração, com bênção do Padre Agostinho Caldas Afonso, decorreu no último dia das Festividades em Honra de S. Tiago.

A recuperação daquele largo constituiu um exemplo perfeito de bom gosto e gestão dos recursos disponíveis. Por um valor inferior a 10 mil euros, recuperou-se o cruzeiro existente e alindou-se a envolvente com colocação de cubo, um banco corrido, jardineiras, três oliveiras e um “comboinho” com treze toros de madeira floridos ligados entre si.

Focado na realização da 1ª Feira da Foda, dias 25 e 26 de março, Agostinho Correia aproveitou a presença do executivo monçanense para abordar o programa previsto e os objetivos inerentes à iniciativa gastronómica. Augusto de Oliveira Domingues congratulou-se com o aparecimento deste certame no Vale do Gadanha e referiu que, dentro dum quadro de razoabilidade financeira, está disponível para apoiar o evento.

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MONÇÃO VALORIZA REDE VIÁRIA E ALARGAMENTO DO CEMITÉRIO EM BELA

Junto ao rio Minho e atravessada pela EN 202, a freguesia da Bela aposta na qualidade de vida dos seus habitantes. Este sábado, em visita efetuada à freguesia, Augusto de Oliveira Domingues confirmou e enalteceu a estratégia do executivo local.

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Dando continuidade às deslocações que vem efetuando às uniões/juntas de freguesia, verificando localmente os investimentos efetuados e as prioridades para os próximos tempos, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, visitou, no passado sábado, a freguesia da Bela.

Acompanhado pela Vice-Presidente, Conceição Soares, e o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, foi recebido pelo executivo local: Gorete Amoedo Luís, presidente, Manuel António Gonçalves, secretário, e Sérgio Gonçalves Caldas, tesoureiro. A acompanhar a visita esteve também a Alto Minho TV.

Após reunião de trabalho, na sede da junta de freguesia, decorreu a visita a vários lugares da freguesia intervencionados ou a intervencionar, começando com uminspirador percurso pelos 21 passos da via-sacra. Um roteiro aconselhável a quem visita a freguesia da Bela, onde foi possível conferir o cuidado da junta na limpeza e beneficiação daquele trajeto religioso.

A comitiva prosseguiu a visita com deslocações a pequenos espaços de lazer e descanso e a caminhos valorizados pela junta de freguesia através da colocação de novo pavimento (cimento ou alcatrão) e, em algum casos, alargamento da via e construção de muros.

Paragens em Marco Furada, da Burnaria a Pousa, Martizes, Arnado, Costa, Giesteira e Recanto da Carvalheda, beneficiado com calçada à portuguesa, verificando-se que o trabalho da junta da freguesia estive direcionado para a valorização da qualidade de vida das pessoas, melhorando a rede viária para as habitações e campos agrícolas.

Referencia ainda para a requalificação da Estada Nacional 202, via que atravessa a freguesia. A junta manifestou alguma preocupação com a condução das águas e as valetas, revelando, contudo, que os trabalhos de beneficiação foram importantes para uma circulação mais segura e fluente.

Com prioridades na defesa e potenciação da zona ribeirinha da freguesia, onde está pensada a criação do trilho pedestre das pesqueiras, a comitiva passou ainda pelo cemitério da freguesia, confirmando a excelência dos trabalhos efetuados no alargamento daquele espaço situado junto à igreja paroquial e à casa mortuária.

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MONÇÃO SORTEIA DOIS LUGARES VAGOS NA FEIRA SEMANAL

Admitidos cinco concorrentes, o sorteio realiza-se no dia 26 de janeiro, quinta-feira, pelas 10h00, no Museu do Alvarinho. Em anexo, a listagem dos concorrentes admitidos.

A apresentação de candidaturas para dois lugares vagos na Feira Semanal de Monção terminou na passada sexta-feira, 20 de janeiro, tendo concorrido seis feirantes, cinco admitidos e um excluído em função da atividade exercida (CAE constante da certidão permanente).

Oslugares serão entregues mediante sorteio público a realizar no dia 26 de janeiro, quinta-feira, pelas 10h00, no Museu do Alvarinho. Desta forma, nesta data todos os concorrentes admitidos deverão comparecer, ou fazer-se representar, naquele ato público.

Os dois lugares, números 82 e 167, referem-se a comércio a retalho em bancas, feiras e unidades móveis de venda, têxteis, vestuário, calçado, malas e similares. Conforme informação tornada pública, o sorteio dos lugares destinava-se a pessoas singulares e coletivas portadoras do título de exercício de atividade ou de cartão de feirante.

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LARGO DE S. TIAGO EM MONÇÃO VAI SER REQUALIFICADO

No âmbito do périplo pelas 24 uniões/freguesias do concelho, Augusto de Oliveira Domingues deslocou-se a Barbeita, visitando os investimentos feitos e tomando contacto com as necessidades da população. Na bagagem, levou a notícia que o Largo de S. Tiago vai ser objeto de requalificação.

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A requalificação do Largo de S. Tiago, aspiração da Junta de Freguesia de Barbeita no atual mandato, vai ser uma realidade. O projeto de execução está concluído e os primeiros trabalhos, estimados em 70 mil euros, avançam nos próximos meses.

Esta informação foi comunicada ao executivo local pelo presidente da autarquia, Augusto de Oliveira Domingues, que esteve recentemente em Barbeita no âmbito do périplo pelas 24 uniões/freguesias do concelho para visitar os investimentos em curso e inteirar-se das preocupações e prioridades dos eleitos locais.

Nesta deslocação, Augusto de Oliveira Domingues esteve acompanhado pelos vereadores, Conceição Soares e Paulo Esteves, bem como pelo executivo local constituído por Nuno Lima, presidente, Isabel Gonçalves, secretária, e Andrea Caldas, tesoureira.

Depois do encontro na sede da junta de freguesia, onde teve lugar uma primeira avaliação sobre o trabalho feitona freguesia e as principais necessidades da população, a comitiva deslocou-se a diferentes pontos da freguesia objeto de intervenção no âmbito da rede viária.

Casos do caminho de Merim, caminho de Tarendo e início do acesso ao Castro da Assunção junto ao antigo campo de futebol, hoje pista de hipismo da Associação Desportiva e Equestre que, no passado mês de dezembro, inaugurou novas boxes para os cavalos.

Neste capítulo, o executivo local manifestou grande preocupação com o estado do pavimento da EM 504, bastante frequentada pelos automobilistas, defendendo a sua beneficiação. Na resposta, Augusto de Oliveira Domingues comunicou que o troço daquela estrada no “Alto de Santiago” será beneficiado, tendo os trabalhos já sido adjudicados.

Nesta manhã fria de janeiro, a Junta de Freguesia de Barbeita manifestou também vontade em ver implementada a toponímia na freguesia. O processo encontra-se em andamento, garantindo, em conjunto com as restantes freguesias em falta, a conclusão deste investimento em todo o concelho.

A visita a Barbeita englobou ainda uma paragem no cemitério da freguesia, sendo possível avaliar no local a limpeza daquele espaço e a qualidade dos trabalhos de requalificação e alargamento que permitiu a disponibilização de mais de100 novas sepulturas.

Em permanente contacto com a população, a comitiva teve ainda a oportunidade de assistir aos trabalhos de recuperação da palmeira da freguesia. Feita por especialista, esta intervenção assume carater prioritário, uma vez que a palmeira é uma referência da freguesia e um elemento identitário de todos osbarbeitenses.

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CONFRARIA DA “FODA” DE MONÇÃO ELEGE DIRIGENTES

Eleição dos órgãos sociais e tomada de posse realizou-se no passado sábado, 21 de janeiro, na sede da Junta de Freguesia de Pias.No decorrer da 1ª Feira da Foda, 25 e 26 de março, terá lugar a apresentação pública da confraria, bem como a entronização dos primeiros confrades.

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Registada oficialmente no dia 19 de outubro do ano passado, a “Confraria da Foda Pias-Monção” elegeu no passado sábado, 21 de janeiro, na sede da Junta de Freguesia de Pias, os respetivos órgãos sociais. De seguida, realizou-se a tomada de posse dos membros eleitos.

A direção é presidida por Edmundo Agostinho Rodrigues Correia, contando ainda com os seguintes elementos: José Manuel Fernandes Domingues, Márcio Teixeira Ferreira, Cátia Susana Lima Gonçalves e Ana Paula Moreira Rodrigues do Vale.

Na Assembleia Geral, estão Francisco Manuel de Sousa Lopes Vaz,
Lídia Pombo Soutelo Pinheiro e Júlio César Fernandes Pereira. Por sua vez, o conselho fiscal é ocupado por Artur Agostinho Fernandes Duarte, Carla Marisa Duarte Marinho eJosé Alberto Afonso de Campos.

Lembramos que nos dias 25 e 26 de março realiza-se a 1ª Feira da Foda, no Largo da Senhora do Encontro, em Pias. Nessa altura, terá lugar a apresentação pública da “Confraria da Foda Pias-Monção”, bem como a entronização dos primeiros confrades.

O objetivo da confraria é valorizar e promover o cordeiro assado no forno, conhecido como “Foda à Monção”, e ainda preservar a feira secular de gado que se realiza na freguesia e que esteve na origem do nome dado aquele prato emblemático da gastronomia local.

AFINAL, PEDRO CHAGAS FREITAS NÃO FALHOU NEM PERDEU

Autor de “Prometo Falhar” e “Prometo Perder”, proporcionou aos leitores monçanenses uma viagem pelos recantos que nos fazem felizes, pelos sentimentos que nos rasgam sorrisos e pelas emoções verdadeiras embaciadas pelo brilho dos olhos. Quem falhou e perdeu? Simples. Aqueles que não vieram.

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O habitual encontro mensal com escritores, iniciativa promovida pelos serviços da Biblioteca Municipal de Monção, voltou a revelar-se uma aposta ganha. Na última sexta-feira, com a presença de Pedro Chagas Freitas, o átrio daquele espaço cultural foi pequeno para tanta gente.

Com discurso fluente e espontâneo, apontado no sentido realista e metafórico da vida, a nossa vida, o autor de “Prometo Falhar” passou por Monção na passada sexta-feira, mais uma vez, para apresentar duas publicações recentes da sua autoria: “Prometo Perder” e “Envelhenescer”.

Um encontro feliz. Nas duas direções. Para Pedro Chagas Freitas porque encontrou leitores interessados e conhecedores da sua obra literária. Para o público monçanense porque teve a oportunidade de ouvir e questionar um dos autores mais conhecidos da literatura nacional com forte presença na rede social. 

O primeiro parágrafo da noite, que teve início às nove e meiae terminou perto da uma da manhã, foi escrito pelo vereador das atividades socioculturais, Paulo Esteves. Ao lado do escritor, aquele responsável traçou o “caminho pelas letras” de Pedro Chagas Freitas e enalteceu a sua “capacidade invulgar” para atrair gente jovem para a leitura.

Agradeceu-lhe a presença em Monção e desejou-lhe sucesso. A resposta do escritor, natural da cidade berço da nacionalidade, como nós, do Alvarinho, foi uma noite a roçar o sortilégio da magia com uma abordagem serena e descomplexada de sentimentos e emoções, de desafios e esperanças, de sonhos e concretizações.

Com a plateia atenta e interventiva, falou do seu percurso profissional até chegar a escritor, do papel da arte, qualquer uma, nas nossas vidas, da importância de saber perder para depois ganhar, do renascer para outros projetos quando os primeiros faliram, da vontade em seguir em frente, mesmo com pedras no sapato.

Deixou uma ideia que ficou a ecoar na cabeça da gente: “Só quem ama verdadeiramente corre o risco de perder. Os outros apenas correm o risco de continuar perdidos”.E um conselho: “Não desistam à primeira derrota nem percam a capacidade de lutar ao primeiro impasse. Parar é fácil mas não é o mais correto. Continuem até encontrar o lado certo da vida”.

Ao contrário do título dos seus livros, Pedro Chagas Freitas não falhou nem perdeu. Pelo contrário. Proporcionou aos leitores uma viagem pelos recantos que nos fazem felizes, pelos sentimentos que nos rasgam sorrisos e pelas emoções verdadeiras embaciadas pelo brilho dos olhos. Então, quem falhou e perdeu? Simples. Aqueles que não vieram.

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MONÇÃO AVANÇA COM PROJETO “LINGUAGEM ORAL – AVALIAR E INTERVIR PRECOCEMENTE”: AÇÕES DE FORMAÇÃO PARA PAIS E TÉCNICOS

Sessões realizam-se nos dias 3 e 4 de fevereiro na Biblioteca Municipal de Monção, dirigindo-se a técnicos com intervenção na área social e educacional e a encarregados de educação com filhos no pré-escolar e no 1º CEB.

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No âmbito do projeto “Linguagem Oral – Avaliar e Intervir Precocemente”, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, estão agendadas duas ações de formação dirigidas a encarregados de educação e a técnicos com intervenção na área social e educacional.

As sessões, a cargo de João Canossa Dias, decorrem nos dias 3 e 4 de fevereiro na Biblioteca Municipal de Monção. No dia 3, sexta-feira, pelas 21h00, está prevista a conferência “O Quebra-Cabeças: Como promover o domínio da leitura e escrita”. Com duração de 2h30, tem como destinatários pais com filhos no pré-escolar e no 1º CEB.

Nos dias 3 e 4, sexta-feira e sábado, a ação de formação destina-se a técnicos que atuam na área social e educacional. O tema geral é “Dificuldades na Comunicação, Linguagem e Fala: Compreender, Identificar e Prevenir”. No total, tem a duração de 12h00.

Formado em terapia da fala pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto, João Canossa Dias é mestre na área das Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra e graduado em Master ofSciencena área das perturbações da comunicação pela Universidade de Groningen.

O projeto “Linguagem Oral – Avaliar e Intervir Precocemente” têm como objetivos gerais a avaliação de todas as crianças de Monção com 4 anos nos diversos domínios da linguagem, a deteção de atrasos graves de desenvolvimento e a planificação de intervenções especializadas dirigidas às crianças com necessidades educativas especiais.

Pretende-se detetar e intervir precocemente para promover a reabilitação e integração escolar e social de crianças e jovens com necessidades educativas especiais. Contexto onde os educadores e encarregados de educação assumem um papel central quer na deteção quer na utilização de estratégias de intervenção.

O projeto, resultado de uma candidatura à Fundação Calouste Gulbenkian, envolve diversos parceiros: o Município de Monção, entidade promotora, o Agrupamento de Escolas de Monção e a Associação de Paralisia Cerebral de Viana do Castelo.

CONFRARIA DA FODA PIAS-MONÇÃO ELEGE ÓRGÃOS SOCIAIS

Registada oficialmente no dia 19 de outubro do ano passado, a “Confraria da Foda Pias-Monção” elege este sábado, 21 de janeiro, os órgãos sociais, seguindo-se a respetiva tomada de posse. A iniciativa decorre pelas 17h00, na sede da Junta de Freguesia de Pias.

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Lembramos que nos dias 25 e 26 de março realiza-se a 1ª Feira da Foda, em Pias. O objetivo da confraria é valorizar e promover o cordeiro assado no forno, conhecido como “Foda à Monção”, e ainda preservar a feira secular de gado que se realiza na freguesia e que esteve na origem do nome dado aquele prato emblemático da gastronomia local.

MONÇÃO PROCEDE À DEMOLIÇÃO DE DOIS IMÓVEIS NA ENVOLVENTE DA ANTIGA ESTAÇÃO DA CP

Intervenção insere-se no âmbito do projeto de requalificação urbanística da área envolvente da antiga estação da CP.A curto prazo, será demolido um terceiro imóvel, encontrando-se um quarto imóvel em fase de negociação com os respetivos proprietários, perspetivando-se, em caso de insucesso negocial, recurso à expropriação judicial daquela parcela, a única que falta para a beneficiação daquele espaço.

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No âmbito do projeto de requalificação urbanística da área envolvente da antiga estação da CP, a Câmara Municipal de Monção, após celebração do contrato de compra e venda no Cartório Notarial de Monção, iniciou hoje a demolição de dois imóveis situados na Rua do Cano, junto aoBaluarte da Cova do Cão.

A curto prazo, será demolido um terceiro imóvel, encontrando-se um quarto imóvel em fase de negociação com os respetivos proprietários, perspetivando-se, em caso de insucesso negocial, recurso à expropriação judicial daquelaparcela, a única que falta para a beneficiação daquele espaço.

A proposta de aquisição dos três imóveis foi aprovada, por unanimidade, em reunião do executivo municipal, tendo o respetivo montante financeiro para o pagamento aos proprietários sido inscrito no Plano Plurianal de Investimentos para o ano em curso.

A presente intervenção, executada pelos serviços camarários, representa mais um passo na requalificação do antigo largo da estação da CP, espaço servido por vários estabelecimentos comerciais e serviços públicos e com um significativo fluxo de trânsito rodoviário.

Nesse sentido, a autarquia procedeu à demolição, em meados do último ano, de uma habitação na Travessa da Lodeira, ligação entre a Avenida Dr. António Felgueiras e a Avenida D. Afonso III. Em troca, cedeu aos proprietários uma habitação na Urbanização de Santiago.

O município avançou também com a recuperação da antiga estação da CP, transformando-a na futura Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção. Os trabalhos decorrem a bom ritmo, devendo o novo equipamento ser inaugurado no dia 25 de abril, feriado nacional.

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LAMPREIA DO RIO MINHO É UM PRATO DE EXCELENCIA

Iniciativa, promovida pela ADRIMINHO e os seis municípios da região (Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira), iniciou-se no dia 15 de janeiro, prolongando-se até 15 de abril. Monção participa com 17 restaurantes e um programa complementar que engloba visitas a locais de interesse cultural, percursos por lugares naturais e patrimoniais e atividades de desporto e lazer.

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Ao longo de três meses, entre 15 de janeiro e 15 de abril, uma centena de restaurantes do Vale do Minho (Melgaço, Monção, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha) apresentam, com tradição, requinte e inovação, a Lampreia do Rio Minho aos visitantes e apaixonados pela boa gastronomia.

Monção participa nesta iniciativa, que entra na sua oitava edição, com a presença de 17 restaurantes localizados no centro histórico e em várias freguesias do concelho, bem como com um programa complementar apelativo e atrativo para diferentes públicos

Para Augusto de Oliveira Domingues, a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência” constitui um valioso cartão-de-visita da região num período de época baixa que contribui para a vinda de muita gente de Portugal e da Espanha, garantindo-se, desta forma, dinamização hoteleira e a valorização das nossas paisagens e monumentos.

Deixou um convite ao público: “A nossa lampreia tem sabor único e o saber de grandes cozinheiras que guardam segredos passados de geração em geração. Venha provar este prato tradicional, que também pode ser apreciado em tendências mais inovadoras, e deixar-se envolver pelo muito que o nosso território tem para oferecer”.

Nestes três meses, quem visitar o concelho de Monção poderá deliciar-se com arroz de lampreia ou à bordalesa mas também com opções mais contemporâneas: sushi, escabeche ou empanada. Para acompanhar, uma garrafa de Alvarinho, um dos melhores vinhos brancos do mundo com selo de garantia da Sub-Região de Monção e Melgaço.

Neste período, o município de Monção disponibiliza um programa complementar que engloba visitas a locais de interesse cultural, percursos por lugares naturais e patrimoniais e atividades de desporto e lazer. O ponto alto acontece no dia 26 de fevereiro, domingo, com a realização do XL Rali à Lampreia.

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CASA DA MÚSICA/SEDE DA BANDA MUSICAL DE MONÇÃO COM FINANCIAMENTO ASSEGURADO

Face à demora da aprovação da candidatura, o município avançou com a obra, nunca desistindo de pugnar junto dos responsáveis pela aprovação do projeto. A boa nova chegou há dias com a confirmação da respetiva aprovação. O investimento de 322.656,00 € acrescido de IVA, será comparticipado em 85 por cento.

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O edifício da antiga estação da CP encontra-se em fase de requalificação e adaptação para funcionar como Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção, devendo a inauguração acontecer no dia 25 de abril do corrente ano, terça-feira, feriado nacional.

Compromisso eleitoral e antiga aspiração da filarmónica, a autarquia monçanense apresentou uma candidatura no âmbito da regeneração urbana, contudo, face à demora na respetiva aprovação, decidiu avançar com os trabalhos, assumindo todos os encargos financeiros.

Sem garantias de comparticipação mas com vontade em cumprir o prometido, elaborou o projeto de execução, lançou os respetivos concursos e deu início aos trabalhos. O valor de adjudicação da empreitada, à qual concorreram várias empresas, ficou em 322.656,00 € acrescida de IVA.

Enquantodecorria a obra, o município nunca deixou de pugnar junto dos responsáveis governamentais pela aprovação do projeto. Fê-lo de diferentes formas em distintos locais. Não foi em vão. A confirmação da aprovação governamental chegou há dias. A comparticipação é de 85 por cento.

Inserido numa área extensa com significativo movimento automóvel e pedonal, a futura Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção engloba um espaço para ensaios coletivos e salas individualizadas para a aprendizagem e aperfeiçoamento dos diferentes instrumentos.

Mantendo a traça arquitetónica original e a memória ferroviária de outrora, através de elementos identificativos e a cobertura nas traseiras, representa o ponto de partida de um projeto estruturante para a beneficiação daquele espaço situado à entrada do centro histórico da vila.

Presentemente, a filarmónica monçanense, cuja existência remonta a finais do seculo XVIII, ocupa o antigo quartel dos bombeiros voluntários de Monção, imóvel localizado no centro histórico disponibilizado pela autarquia. Assim que desocupado, o edifício será transformado na Casa do Juventude.

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PEDRO CHAGAS FREITAS REGRESSA À BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MONÇÃO

Em janeiro do ano passado, autor de “Prometo Falhar” deslocou-se a Monção para um encontro com os leitores locais. Esta sexta-feira, 20 de janeiro, regressa à nossa terra para apresentar “Prometo Perder”. Fica o convite. Com uma certeza: Quem falhar, vai perder.

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“Prometo perder. Porque só quem ama corre o risco de perder; os outros correm apenas o risco de continuar perdidos. Prometo perder. Porque só quem nunca amou nunca perdeu” Pedro Chagas Freitas

Pedro Chagas Freitas, um dos mais populares autores portugueses, reencontra-se com os leitores monçanenses no dia 20 de janeiro, sexta-feira, pelas 21h30,para apresentar o seu último livro “Prometo Perder”. O encontro realiza-se no auditório da Biblioteca Municipal de Monção.

Em “Prometo Perder”, um romance para quem viveu ou sonha viver uma grande paixão, Pedro Chagas Freitas propõe uma viagem intimista e desconcertante ao interior da emoção, percorrendo um caminho que vai da saudade ao desejo, da rebeldia à submissão, da dor ao amor. Promete que nada ficará por tocar. E convida: deixe-se sentir.

Na sinopse, lê-se: “Prometo perder. Prometo por vezes fraquejar, por vezes cair, por vezes ser incapaz de ganhar. Nem sempre conseguirei superar, nem sempre conseguirei ultrapassar. Nem sempre poderei ser capaz de ir tão longe como tu me pedes, de te dar exatamente o que merecias que te desse. O que desesperadamente te quero dar. Nem sempre conseguirei sorrir, também.

Prometo perder. Prometo ainda manter-me vivo depois de cada derrota, resistir ao peso insustentável de cada impossibilidade. Há de haver momentos em que sem querer te magoarei, momentos em que sem querer tocarei no lado errado da ferida. Mas o que nunca vai acontecer é desistir só porque perdi, parar só porque é mais fácil, ceder só porque dói construir.

Pedro Chagas Freitas, habitual na lista dos autores mais vendidos no nosso país, escreve romances, novelas, contos, crónicas, guiões, letras de música e textos publicitários. Publicou mais de duas dezenas de livros e orienta sessões de escrita criativa por todo o país.

Estudou linguística e criou jogos didáticos para estimular a produção escrita. Gosta de gatos, de cães e de pessoas. Não gosta de eufemismos e de bacalhau assado. Tem mais de 1 milhão de seguidores na sua página de Facebook. E promete perder. Porque, escreve, só quem nunca amou nunca perdeu.

MONÇÃO FAZ PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA NO NAMORO

No âmbito desta temática, foram realizadas sessões de sensibilização junto de alunos do ensino secundário/profissional e lançados dois concursos: um para a criação de uma música RAP e outro para a conceção de um slogan/cartaz. Os trabalhos serão apresentados no dia 14 de fevereiro, dia dos namorados, no Cine Teatro João Verde. Os premiados serão utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro.

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O programa de prevenção contra a violência no namoro, que engloba diversas atividades de consciencialização sobre esta temática, iniciou-se em finais da semana passada com a realização de ações de sensibilização/informação junto de alunos do ensino regular e profissional

Na quarta-feira, a sessão teve lugar na EPRAMI, polo de Monção, com sete turmas do primeiro e segundo ano do ensino profissional e do curso de formação/educação. Na quinta-feira, a mesma sessão decorreu na Escola Secundária de Monção com nove turmas do ensino secundário e do 3º ciclo do ensino básico.

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Na ocasião, os alunos foram informados da realização de dois concursos: um para a criação de uma música RAP contra a violência no namoro e outro para a conceção de um slogan/cartaz. No dia 14 de fevereiro, dia dos namorados, no Cine Teatro João Verde, decorrerá a apresentação dos trabalhos e os respetivos vencedores.

O júri é constituído por um representante da CAP do Agrupamento de Escolas de Monção, pela diretora da EPRAMI, polo de Monção, Cristina Dias, e pelo músico Jorge Nande. Os trabalhos premiados serão utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro.

A presente iniciativa é desenvolvida em parceria pelo Município de Monção, EPRAMI, polo de Monção, Agrupamento de Escolas de Monção, através do Projeto Haja Saúde, e ProjetoDoequ@l, do Gabinete de Apoio à Família (GAF). O objetivo central é capacitar os alunos para a importância de estabelecer e manter relações saudáveis de namoro.

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MONÇÃO: ACESSIBILIDADES, SANEAMENTO E CASA MORTUÁRIA NA AGENDA DO EXECUTIVO DE CEIVÃES/BADIM

Estas prioridades foram analisadas esta semana com o autarca Augusto de Oliveira Domingues que visitou a união de freguesiasno âmbito das reuniões de trabalho descentralizadas que efetua com os executivos locais. Acompanhado por Conceição Soares e Paulo Esteves, autarca monçanense deslocou-se ainda a vários locais objeto de melhoramento por parte da junta liderada por Carlos Alberto Vilarinho.

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As prioridades da União de Freguesias de Ceivães/Badim incidem na melhoria da rede viária, no prolongamento do saneamento básico, na construção de uma casa mortuária junto ao cemitério de Badim e na conclusão dos trabalhos de requalificação do edifício da sede da junta.

Paralelamente, o executivo local aposta na valorização da entrada no Vale do Mouro através da Estrada Nacional 202, chamado cruzamento da Valinha, com algumas intervenções que passam pela identificação do local, melhor iluminação pública e uniformização da sinalética.

Estas questões foram analisadas numa reunião de trabalho com o presidente da autarquia, Augusto de Oliveira Domingues, que visitou esta semana a união de freguesia na companhia da Vice-Presidente, Conceição Soares, e do vereador das atividades socioculturais, Paulo Esteves.

O autarca mostrou recetividade para colaborar com a união de freguesias num contexto de razoabilidade financeira e de acordo com a disponibilidade económica do município. Com projeto concluído, ficou acertada a abertura de concurso público para a construção da casa mortuária.

Nesta deslocação a Ceivães/Badim, conduzida por Carlos Alberto Vilarinho(presidente) Maria Margarida Oliveira (secretária) e Fernando Gonçalves (tesoureiro), o executivo monçanense teve ainda a oportunidade de verificar no terreno alguns dos investimentos efetuados pela junta.

Depois dos arranjos exteriores e construção de garagem, procede-se à beneficiação do interior da sede da junta, trabalhos que visam garantir melhores condições de trabalho ao executivo local e maior comodidade às pessoas da freguesia que procuram aquele espaço.

No âmbito da rede viária, onde é visível a limpeza das valetas na generalidade das estradas, a comitiva deslocou-se a alguns locais objeto de melhoramento nos últimos tempos. Casos da Rua do Cabo, Rua de Pereiras e do Caminho das Devessas, o qual motivou alargamento da via e construção de muros, facilitando a circulação automóvel e o acesso de ambulância às habitações.

Ao longo da visita, foi possível verificar a recuperação de dois lavadouros públicos, constatando-se ainda que a toponímia e numeração das casas está instalada na totalidade de Ceivães/Badim. Foram ainda visitados alguns locais que o executivo pretende melhorar em termos de iluminação pública e de atratividade turística.

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AGUSTÍ MOLINS VEM AO RINOTERRA MINHO APRESENTAR O SEU MÉTODO DE EMAGRECIMENTO

Médico catalão realiza sessão aberta e gratuita

O médico e nutricionista catalão Agustí Molins vai estar no Rinoterra Minho, no dia 14 de Janeiro (sábado), às 10.30h, para apresentar o seu método de emagrecimento.

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O encontro com este consagrado especialista, que vem expressamente de Barcelona, é aberto a todos os interessados, mediante reserva de lugar (gratuito).

Formado em Medicina e Cirurgia pela Universidade de Barcelona, Agustí Molins é mestre em Medicina Estética e especialista em Cirurgia Plástica.

Com uma longa carreira e médico de diversas figuras de destaque em Espanha e não só, criou a sua própria clínica, em Barcelona, sendo especialista em medicina facial, estética corporal e obesidade.

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Em 1998, criou uma dieta rica em proteínas, e, desde 2004, desenvolveu um tratamento com ozono, gás usado para fins medicinais.

Nos últimos 12 anos, Agustí Molins tem-se especializado na prescrição de proteína para tratamentos de dieta, bem como na utilização de gases médicos: terapia de ozono e carboxiterapia.

Mais de 2 mil médicos foram já formados para a prescrição da dieta de proteína.

Para além de leccionar cursos de formação da dieta da proteína, carboxiterapia e ozonoterapia, Agustí Molins colabora com diversas empresas na divulgação de protocolos técnicos e de aplicação.

Informações e reservas: geral@rinoterra.com ou tel. 258 724 442/ 963 373912.

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SEGUNDA EDIÇÃO DE “CICL-ONE” ARRANCA ESTA SEXTA-FEIRA COM “O MANIPULADOR”

13de janeiro, sexta-feira, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde, com entrada gratuita e limitada aos lugares disponíveis.  Ciclo de canta-autores, promovido pela Bulletseed, compreende quatro concertos intimistas entre janeiro e abril. Depois de “O Manipulador”, chega Gobi Bear (fevereiro), Coelho Radioactivo(março) e DailyMisconceptions(abril). No dia dos concertos, decorrem workshopspara alunos do ensino secundário, onde os artistas abordarão o processo criativo na construção dos textos e músicas.

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A segunda edição de “Ciclo-ne”, ciclo de música entre janeiro e abril com canta-autores emergentes nacionais e internacionais, tem início esta sexta-feira, 13 de janeiro, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde. A entrada é gratuita, estando limitada aos lugares disponíveis.

Promovido pela Bulletseed com apoio da autarquia monçanense, o primeiro capítulo de “Cicl-one” é escrito por “O Manipulador”,projeto de Manuel Molarinho que, em 2010, decidiu enveredar por um percurso musical a solo e de forma absolutamente independente.

Em estúdio, Manuel Molarinho é uma "onemanband" experimental de baixo, pedais, loop station e voz que, em termos musicais, assume a expressão de uma identidade própria influenciada pela estética de algumas bandas de rock alternativo e pelo conceito "do ityourself".

Além dos concertos, o ciclo de música “Cicl-one” compreende aindaworkshops para os alunos do ensino secundário, onde os artistas abordarão o processo criativo na construção dos textos e músicas.Depois de “O Manipulador”, chega Gobi Bear (fevereiro), Coelho Radioactivo (março) e DailyMisconceptions (abril). Sempre no Cine Teatro João Verde.

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“AQUI VIMOS NÓS, TODOS REUNIDOS, CANTAR OS REIS, AOS NOSSOS AMIGOS….”

Na passada quinta-feira, as crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção percorreram as ruas do centro histórico de Monção, cantando os reis nos estabelecimentos comerciais. Esta manhã estiveram nos Paços do Concelho, tendo sido recebidos pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves.

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A habitual Cantata dos Reis das crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção realizou-se na passada quinta-feira, dia de mercado, com passagem pelas principais artérias do centro histórico da localidade e paragens em alguns estabelecimentos comerciais e instituições públicas.

Esta manhã estiveram nos Paços do Concelho, tendo sido recebidos pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves. Acompanhado pelo secretário da União de Freguesias de Monção e Troviscoso, Fernando Coração de Maria, desejou um bom ano a todos e presenteou os pequenos com uma lembrança simbólica: porta-chaves da coquinha. No final, a habitual foto de família.

Neste período, as crianças da Santa Casa e as educadoras e auxiliares da instituição, com pandeiretas e ferrinhos a acompanhar o ritmo da concertina, entoam cânticos próprios desta época festiva, alegrando as ruas e estabelecimentos comerciais de Monção.

Fiéis à tradição, as crianças apresentam-se com a tradicional coroa e capa, envolvendo-se no espírito desta quadra que, por estes dias, anima ao concelho de Monção com muitas associações e clubes a cumprirem esta tradição de porta em porta, deixando quadras rimadas e divertidas.

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MONÇÃO CRIA REDE MUNICIPAL INTEGRADA DE PROTEÇÃO AO IDOSO

Protocolo de cooperação, envolvendo sete instituições locais e distritais,tem como finalidade proporcionar uma melhoria na qualidade de vida da pessoa idosa, prevenindo e respondendo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança, saúde ou bem-estar.

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A Câmara Municipal de Monção e diversas entidades locais e distritais assinaram esta tarde, no auditório da Biblioteca Municipal de Monção, um protocolo de cooperação, cujo objetivo geral consistiu na criação da Rede Municipal Integrada de Proteção ao Idoso (RMIPI).

O acordo de colaboração, que engloba os objetivos e os compromissos de cada outorgante, tem como objetivo otimizar e potenciar respostas integradas no sentido de melhorar a qualidade de vida da população idosa, desenvolvendo meios privilegiados que permitam agilização de procedimentos e intervenções céleres e eficazes.

Presente na sessão, o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, enalteceu a presente parceria entre as instituições signatárias, reafirmando o propósito do executivo monçanense em acompanhar, proteger e valorizar as camadas mais vulneráveisda sociedade monçanense.

Acrescentou: “O nosso concelho tem um índice de envelhecimento grande. Essa realidade acrescenta-nos uma responsabilidade maior quando delineamos uma estratégia para intervir nesta faixa etária. Este protocolo, à semelhança de outras medidas, como a comparticipação de medicamentos aos idosos com dificuldades económicas, visa garantir mais segurança e bem-estar à população idosa”.

Entre os objetivos propostos, o presente protocolo, definido na Rede Social de Monção e previsto no respetivo plano de ação, tem como finalidade proporcionar uma melhoria na qualidade de vida da pessoa idosa, prevenindo e respondendo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança ou saúde.

Pretende igualmente a promoção dos direitos da pessoa idosa, o acompanhamento e encaminhamento de situações sinalizadas pelos serviços competentes e a sensibilização da comunidade em geral para as diversas problemáticas que afetam a terceira idade.

A Rede Municipal Integrada de Proteção ao Idoso é constituída pelo Município de Monção, Centro Distrital de Viana do Castelo do Instituto da Segurança Social, Unidade de Saúde Local do Alto Minho, Guarda Nacional Republicana, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção, Centro de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Centro Paroquial e Social Padre Agostinho Caldas Afonso.

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ROSA IGLESIAS EXPÕE PINTURA EM MONÇÃO

Exposição de pintura "Camelias, inspiración y pasión" de Rosa Crespo Iglesias na Casa Museu de Monção/UMinho

Encontra-se patente ao público de 3 de janeiro e até ao final do mês de fevereiro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura da artista Rosa Crespo Iglesias, intitulada "Camelias, inspiración y pasión".

"Inspirada nas camélias, essa flor tão frágil esta exposição de pintura mostra-nos diferentes espécies desta lindíssima flor".

A entrada é livre!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

Terça a sexta-feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábado: das 14h00 às 17h30

Domingo e segunda-feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

MONÇÃO: GOVERNO APROVA CANDIDATURAS DE SANEAMENTO BÁSICO EM MAZEDO, CAMBESES, LONGOS VALES, TROVISCOSO E TROPORIZ

Luz ao fundo do túnel. Após meses de espera, a administração central começa a aprovar as candidaturas apresentadas pelo município. Depois do Emparcelamento Agrícola do Vale do Gadanha e da requalificação da zona do Porcalho, chegou a confirmação de financiamento das candidaturas de saneamento básico.

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O governo português, através do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), aprovou o financiamento das candidaturasapresentadas pela autarquia monçanense para o saneamento básico em Mazedo, Cambeses, Longos Vales, Troviscoso e Troporiz.

O montante ilegível é de 1.804.650,00 €, sendo a comparticipação de 85% daquele valor(1.533.952,50 €). O custo global das empreitadas deverá ser superior a 2 ME, ficando a restante valor sob responsabilidade da autarquia. O próximo passo será o lançamento do respetivo concurso público para execução da empreitada.

Para o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, “são obras fundamentais para a elevação da qualidade de vida das populações e preservação do meio ambiente”. Por isso, acrescenta,“sentimos uma grande satisfação com esta aprovação porque, em virtude do avultado esforço financeiro, seria impensável avançarmos sozinhos com estas intervenções”.

O investimento previsto, localizado em espaços urbanizados do território concelhio, consiste na construção de infraestruturas de saneamento de águas residuais, incluindo a rede de drenagem de saneamento residual, estações e condutas elevatórias.

Em Mazedo, a empreitada compreende os lugares de Estrada, Carrazedo, Eirado, Pomar, Regueiro, Breia, Calvário, Requião, Antoinha e Agrelo, beneficiando 712 habitantes. Em Cambeses, os lugares de Milagres, Figueiras, Terra Nova, Sende e Veiga, contemplando 326 habitantes.

Em Longos Vales, serão beneficiados 180 habitantes dos lugares da Bouça, Corgo e Serzedo enquanto a intervenção em Troporiz prevê abranger 440 habitantes dos lugares de Alho, Igreja, Lage, Rebouça, Souto e Giesteira e, em Troviscoso, 173 habitantes dos lugares da Pedra e Monte Redondo. No total, passarão a dispor de saneamento básico 1831 habitantes.

Todas as intervenções estão inseridas em zonas já abrangidas pelos sistemas em alta da empresa ”Águas do Norte, S.A” com um sistema composto por coletores gravíticos ou por sistema de bombagem para a condução dos efluentes para a Estação de Tratamento de Águas Residuais de Monção.

Refira-se que o presente investimento corresponde aos lugares mais densamente urbanizados do concelho que, na atualidade, não dispõem de rede de drenagem. Assumem-se de extrema importância para a resolução de graves problemas sanitários existentes que resultam do deficiente funcionamento das fossas séticas individuais, decorrente das más condições naturais de drenagem do solo.

CRIANÇAS DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE MONÇÃO REALIZAM CANTATA DOS REIS

5 de janeiro, quinta-feira, 10h00, centro histórico

Vestidas a rigor e acompanhadas pelas educadoras/auxiliares da instituição e tocadores de concertina, as crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção celebram a chegada dos Reis Magos com uma cantata pelas principais ruas do centro histórico da vila, estando previstas paragens nos Paços do Concelho e no lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Monção.

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CPCJ/MONÇÃO ASSINALOU NATAL COM ESPETACULO “A BELA E O MONSTRO NO GELO” E ENTREGA DE PRESENTES

Um dia com vários momentos de confraternização e muitos sorrisos das crianças e jovens acompanhadas pela comissão. CPCJ/Monção agradece à EPRAMI pelo transporte, ao BPI pelos presentes e às empresas monçanenses Panificadores Reunidos de Monção, Pastelaria Esteves e Supermercados Belita pelo apoio prestado ao longo da jornada.

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A semelhança de anos anteriores, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Monção, organismo vocacionado para a promoção dos direitos eprevenção de situações suscetíveis de afetarem a segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral dos mais novos, voltou a comemorar a época natalícia com momentos divertidos e solidários.

Este ano, a atividade programada pela CPCJ/Monção constou de uma deslocação à cidade do Porto para assistir ao espetáculo “A Bela e o Monstro no Gelo”, musical para público infantil e juvenil baseado no conto original de Gabrielle-Suzanne Barbot com interpretações de Ricardo Trepa, Carolina Torres e Anabela.

Cerca de meia centena de crianças e jovens acompanhados pelos comissário(a)s da CPCJ/Monção deliciaram-se com a magia e o fascínio desta história encantada ficcionada pela Disney e, no final, passaram pelo McDonald para um merecido e apaziguador almoço.

Para o pequeno-almoço e lanche, a comissão contou com o apoio das empresas monçanenses Panificadores Reunidos de Monção, Pastelaria Esteves e Supermercados Belita. Transportados pela EPRAMI, as crianças tinham à sua espera os presentes de Natal oferecidos pelo Banco BPI.

A CPCJ/Monção testemunha os momentos de confraternização e os sorrisos das crianças ao longo de toda a jornada, agradecendo a colaboração das empresas mencionadas pela concretização desta jornada inesquecível que permanecerá na memória destas crianças e jovens.

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PAI NATAL CHEGOU DE BARCO AO CAIS DA LODEIRA E EMBARCADOURO DE SALVATERRA DE MIÑO

Iniciativa, realizada no dia 24 de dezembro pelo terceiro ano consecutivo, contou com muitas crianças nos dois lados da fronteira. Elementos da Subzone transportaram o velhinho simpático e bonacheirão entre o Parque das Caldas e o Cais da Lodeira.

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Depois de no dia 18, dezenas de Pais Natal terem “desfilado” pelo centro histórico da localidade em bicicleta e mota, trazendo animação à Praça Deu-la-Deu, no dia 24, sábado de consoada, o Pai Natal “atracou” no Cais da Lodeira e no Embarcadouro de Salvaterra de Miño.

À sua espera, estavam muitas crianças desejosas de “desembrulhar” alguma surpresa. Em terra, o velhinho simpático e bonacheirão foi literalmente cercado pelos mais novos, tendo recebido muitos abraços e beijinhos e distribuído guloseimas e entradas para os insufláveis situados no centro da vila.

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Presente no local, a vice-presidente da autarquia, Conceição Soares, confirmou a alegria da pequenada e a importância desta iniciativa para manter vivo o espirito natalício: “Esta atividade, como outras que temos realizado ao longo do mês de dezembro, fortalece o sentimento da época e o imaginário das crianças”.

A chegada de barco do Pai Natal ao Cais da Lodeira e ao Embarcadouro de Salvaterra de Miño inseriu-se na programação natalícia preparada pela autarquia monçanense em conjunto com a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço, bem como várias instituições e coletividades locais.

Focando-se na dinamização comercial com o lema “Seja Tradicional. Compre no Comércio Local”, realizaram-se várias atividades alusivas à época como Mercado de Natal, música tradicional, exposições, ateliês, concertos da Banda Musical de Monção e Banda Musical da Casa do Povo de Tangile a S. Silvestre Solidária entre Monção e Salvaterra de Miño.

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TRÊS CENTENAS DE ATLETAS UNIDOS PELO DESPORTO E SOLIDARIEDADE

Quarta edição da S. Silvestre voltou a ligar os municípios de Monção e Salvaterra de Miño com os laços do desporto e da solidariedade. Perto de 300 atletas portugueses e galegos marcaram presença numa prova em crescimento, cujo objetivo consiste em fazer exercício físico, ajudando o próximo. Pela primeira vez, realizou-se uma mini S. Silvestre para crianças até aos 12 anos que consistiu em três voltas à Praça Deu-la-Deu.

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A Eurocidade Monção – Salvaterra do Miño promoveu no passado dia 30 de dezembro, sexta-feira, a 4ª edição da Prova Internacional S. Silvestre com um percurso aproximado de cinco quilómetros pelas ruas e praças das duas localidades fronteiriças ligadas por uma ponte internacional sobre o rio Minho há mais de duas décadas.

A partida teve lugar na Praça Deu-la-Deu, em Monção, e a chegada na Praza do Concello, em Salvaterra do Miño. Juntando o desporto à solidariedade, os cerca de 300 participantes na prova deixaram, na hora da inscrição, alimentos não perecíveis para serem entregues às famílias com dificuldades económicas de ambos os municípios.

Este ano, realizou-se uma Mini S. Silvestre para crianças até aos 12 anos que consistiu em três voltas à Praça Deu-la-Deu. Esta prova acontece pela primeira vez com o objetivo de incutir nos mais jovens o gosto por esta iniciativa desportiva e solidária. O lema é fazer exercício físico, ajudando o próximo.

Com início às 18h00 (hora portuguesa) e 19h00 (hora espanhola), esta iniciativa transfronteiriça pretende sinalizar um momento de carinho e solidariedade para quem mais necessita, assumindo-se, em paralelo, como mais um reforço no bom relacionamento existente entre as duas localidades.

Sem carater competitivo, a prova foi ganha pelo galego Oscar Bernardo, ficando o português José Bessada em segundo e o galego Marcos Groba em terceiro. Na prova feminina, a primeira a cortar a meta foi Mónica Gonzalez, galego, seguindo-se Rita Bacelar, portuguesa, e Úxia Fernandez, galega. 

Mais do que uma competição desportiva, a prova de S. Silvestre é um momento de festa e descontração. Durante o percurso, os participantes tiveram apoio dos bombeiros monçanenses, tendo a circulação automóvel sido coordenada pelas forças policiais dos dois países: Guarda Nacional Republicana e Guarda Civil.

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MONÇÃO COLOCA GRADEAMENTO NA AVENIDA D. AFONSO III

Instalação de proteção tem como finalidade garantir maior segurança aos peões que transitam naquela zona.

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Um gradeamento de proteção de peões está a ser colocado no passeio da Avenida D. Afonso III, junto à rotunda de acesso ao Centro Coordenador de Transportes, garantindo continuidade a estrutura semelhante instalada em finais de julho.

O gradeamento, executado em ferro com tratamento para evitar a ferrugem e um comprimento de 63 metros, cumpre as solicitações dos munícipes e assegura maior segurança às pessoas que, sozinhas ou em grupo, tem por hábito caminhar ou correr naquela zona.

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ORÇAMENTO 2017: MUNICIPIO DE MONÇÃO MANTEM TRANSFERÊNCIAS PARA AS UNIÕES E JUNTAS DE FREGUESIA

Valores, distribuídos de acordo com três critérios (igualdade, área e população), constam do plano e orçamento para o próximo ano, visando garantir maior autonomia de gestão às uniões e juntas de freguesia e assegurar a concretização de investimentos estruturantes para as populações locais. Valor global situa-se em 1.5 milhões de euros.

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No próximo ano, a Câmara Municipal de Monção mantém a transferência financeira para as 24 uniões e juntas de freguesia. A distribuição, efetuada mensalmente entre janeiro e dezembro, tem um valor global de 1.5 milhões de euros, o mesmo montante que no corrente ano, assentando em três critérios:igualdade, área e população.

O primeiro representa 35% do valor total, sendo distribuído, de forma igual, para todas as freguesias. O segundositua-se em 20% do valor total, sendo repartido em função da área em quilómetros quadrados de cada uma. O terceiro reflete 45% do valor total, sendo canalizado em função do número de residentes na freguesia (Censos 2011).

Os valores disponibilizados a cada freguesia destinam-se a comparticipar a realização de diversas obras que, desta forma, passam a desenvolver-se sob responsabilidade direta das respetivas juntas. Além da beneficiação da rede viária, serão contempladas intervenções na área social, cultural, desportiva e recreativa.

De acordo com Augusto de Oliveira Domingues, a distribuição destas verbas às freguesias tem resultado em pleno, permitindo a efetivação de dois objetivos: maior autonomia de gestão às juntas de freguesia e concretização de investimentos estruturantes para as populações locais.

Acrescenta: “Este é um verdadeiro orçamento participativo. Os presidentes de junta, com total conhecimento da realidade local, atuam em conformidade com as preocupações e prioridades da população. O balanço, como constato nas visitas de trabalho que efetuo às freguesias, é claramente positivo”. 

As transferências financeiras serão objeto de um protocolo de colaboração entre o Município de Monção e as juntas de freguesia, documento que engloba o montante específico a atribuir, as obras em que cada freguesia aplica a verba disponibilizada, a obrigatoriedade de comunicar o início e o termo de cada intervenção e as respetivas garantias de cumprimento.

A par destes apoios por administração direta das freguesias, o município inscreveu no plano para 2017 verbas específicas para a rede viária municipal, saneamento básico e abastecimento de água. Estas empreitadas, desenvolvidas pelo executivo municipal, decorrerão maioritariamente nas freguesias.

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QUINTA DO SOALHEIRO APOSTA EM ALVARINHOS DE PERSONALIDADE FORTE

SOALHEIRO CLÁSSICO 2016 MOSTRA O ENORME POTENCIAL DA COLHEITA DESTE ANO

Elegância aromática e persistência de sabor são palavras chave no seu caráter

A Quinta de Soalheiro lança agora a versão 2016 do Soalheiro Clássico, um vinho elegante aromaticamente e persistente de sabor. Perfeita como a colheita anterior, contudo diferente, a colheita 2016 é mais elegante e de álcool mais moderado, os aromas são citrinos e tropicais, destacando-se o sabor pela enorme persistência. ‘Não é habitual ter duas colheitas perfeitas seguidas, 2015 foi excecional e 2016 segue pelo mesmo caminho...’ afirmam os produtores da primeira marca de Alvarinho de Melgaço.

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SOALHEIRO CLÁSSICO 2016

As uvas de Alvarinho utilizadas no Soalheiro clássico são provenientes de diversas vinhas de pequena dimensão implantadas em solo de origem granítica entre os 100 e os 200 metros de altitude e localizadas em microclima muito particular. Exclusivamente da casta Alvarinho, são colhidas manualmente em caixas de pequena capacidade e transportadas para a adega num curto espaço de tempo. Após a prensagem, o mosto obtido decanta durante 48 horas, segue-se a fermentação, a temperatura controlada, usando leveduras pré-selecionadas para o efeito. O engarrafamento efetua-se após a estabilização do vinho, sendo seguido de um estágio em garrafa. A vinificação do Alvarinho Soalheiro está direcionada para obter um vinho que concentre a qualidade das uvas e permita uma boa evolução após o engarrafamento.

O Soalheiro Clássico 2016 tem uma personalidade forte, cor amarela citrina e aroma com perfil elegante e tropical com notas minerais.

Sugestão Gastronómica:

Ideal como aperitivo ou para acompanhar mariscos, pratos de peixe ou pratos de carnes de aves.

DIAS QUENTES E NOITES FRIAS PERMITEM A MANUTENÇÃO DE

AROMAS FRESCOS E FRUTADOS COM UMA ACIDEZ PRESENTE, MAS MODERADA

Melgaço, a região mais norte de Portugal, está protegida por um conjunto de serras que permitem um casamento perfeito entre a pluviosidade, a temperatura e o número de horas de sol necessários à melhor maturação das uvas da casta Alvarinho. A precipitação no inverno foi baixa e inferior à média. Em janeiro a precipitação aumentou e foi muito elevada com temperatura média do ar também mais elevada que o habitual. Globalmente, o inverno foi quente, o que induziu um abrolhamento ligeiramente precoce com rebentação regular. A primavera foi chuvosa e fria essencialmente nos meses de março, abril e maio, o que induziu irregularidade e atraso no ciclo vegetativo. A floração ocorreu com o atraso de cerca de duas semanas e diminui o vingamento, permitindo uma melhor repartição da produção em cada videira com o consequente incremento de qualidade. A partir de junho, a precipitação diminuiu drasticamente e as temperaturas médias subiram. Os meses de julho e agosto foram quentes e muito secos, com temperaturas médias elevadas e praticamente com ausência de precipitação. O setembro seguiu a mesma tendência contribuindo para uma vindima precoce, a começar na primeira semana, mostrando que o atraso verificado na Primavera tinha sido claramente recuperado. Esta caraterística climática durante a maturação está muitas vezes associada ao microclima de Monção e Melgaço, que alterna dias quentes com noites frias, permitindo a manutenção de aromas frescos e frutados com uma acidez presente, mas moderada, bem ao estilo que definimos para o Soalheiro.

SOALHEIRO CLÁSSICO 2016

As uvas de Alvarinho utilizadas no Soalheiro clássico são provenientes de diversas vinhas de pequena dimensão implantadas em solo de origem granítica entre os 100 e os 200 metros de altitude e localizadas em microclima muito particular. Exclusivamente da casta Alvarinho, são colhidas manualmente em caixas de pequena capacidade e transportadas para a adega num curto espaço de tempo. Após a prensagem, o mosto obtido decanta durante 48 horas, segue-se a fermentação, a temperatura controlada, usando leveduras pré-selecionadas para o efeito. O engarrafamento efetua-se após a estabilização do vinho, sendo seguido de um estágio em garrafa. A vinificação do Alvarinho Soalheiro está direcionada para obter um vinho que concentre a qualidade das uvas e permita uma boa evolução após o engarrafamento.

 Soalheiro Clássico 2016 tem uma personalidade forte, cor amarela citrina e aroma com perfil elegante e tropical com notas minerais.

Sugestão Gastronómica:

Ideal como aperitivo ou para acompanhar mariscos, pratos de peixe ou pratos de carnes de aves.

DIAS QUENTES E NOITES FRIAS PERMITEM A MANUTENÇÃO DE AROMAS FRESCOS E FRUTADOS COM UMA ACIDEZ PRESENTE, MAS MODERADA

Melgaço, a região mais norte de Portugal, está protegida por um conjunto de serras que permitem um casamento perfeito entre a pluviosidade, a temperatura e o número de horas de sol necessários à melhor maturação das uvas da casta Alvarinho. A precipitação no inverno foi baixa e inferior à média. Em janeiro a precipitação aumentou e foi muito elevada com temperatura média do ar também mais elevada que o habitual. Globalmente, o inverno foi quente, o que induziu um abrolhamento ligeiramente precoce com rebentação regular. A primavera foi chuvosa e fria essencialmente nos meses de março, abril e maio, o que induziu irregularidade e atraso no ciclo vegetativo. A floração ocorreu com o atraso de cerca de duas semanas e diminui o vingamento, permitindo uma melhor repartição da produção em cada videira com o consequente incremento de qualidade. A partir de junho, a precipitação diminuiu drasticamente e as temperaturas médias subiram. Os meses de julho e agosto foram quentes e muito secos, com temperaturas médias elevadas e praticamente com ausência de precipitação. O setembro seguiu a mesma tendência contribuindo para uma vindima precoce, a começar na primeira semana, mostrando que o atraso verificado na Primavera tinha sido claramente recuperado. Esta caraterística climática durante a maturação está muitas vezes associada ao microclima de Monção e Melgaço, que alterna dias quentes com noites frias, permitindo a manutenção de aromas frescos e frutados com uma acidez presente, mas moderada, bem ao estilo que definimos para o Soalheiro.

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