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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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LOURDES MAGALHÃES EXPÕE EM MONÇÃO

A Casa Museu de Monção da Universidade do Minho acolhe a partir do próximo dia 1 de abril, pelas 16 horas, a exposição Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, da artista Lourdes Magalhães.

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«A obra de Maria de Lourdes desoculta (mas não desnuda) um imaginário íntimo, de formas voláteis e frágeis, que me lembra o sincelo pictórico de Matisse, a musicalidade de Chagall, a alegria de Klimt; e todos esses retalhos do seu imaginário estão ora imersos num espaço amniótico (os peixes) ora vicejam (frutos, seios, lábios) em terra úbere, sem espaço nem barreiras, onde interroga e contempla (pelos olhos de uma mulher comum) o fascinante e inacessível infinito (as estrelas) num desafio erótico e naif, amoroso e intáctil. E que dizer das suas obras de atelier? Não lembram a angústia sombria e dilacerante de Munch? E aquelas duas obras, que mais parecem o verso e o reverso de uma mesma mater dolorosa não exalam um cheiro de santidade e atemporalidade que dá vontade de morrer para ocupar esse lugar, e lembram Boticelli?! Mas tudo isto são palavras de um "fala-só", não guiam ninguém, antes são uma floresta de enganos; não se fiem, pois, delas….» por Norberto Ferreira da Cunha, Professor Catedrático Ap. da Universidade do Minho.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de abril.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

MONÇANENSES REALIZAM 1ª FEIRA DA FODA

Certame decorre nos dias 25 e 26 de março, em Pias, Monção. Além da degustação do cordeiro confecionado em alguidar de barro e levado ao forno de lenha juntamente com o arroz, conhecido localmente como “Foda à Monção”, programa compreende diversos motivos para uma visita. Prevista a inauguração dos Tanques do Encontro e do Forno Comunitário, bem como a primeira entronização da recém-constituída Confraria da Foda - Pias.

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A Feira da Foda, primeira edição, realiza-se nos dias 25 e 26 de março, na freguesia de Pias, concelho de Monção. Além da degustação do cordeiro confecionado em alguidar de barro e levado ao forno de lenha juntamente com o arroz, conhecido localmente como “Foda à Monção”, o certame apresenta produtores de rês, maquinaria agrícola, tasquinhas tradicionais, artesanato regional, peça de teatro, espetáculo de dança e animação musical.

Com organização da Junta de Freguesia de Pias e a Confraria da Foda, a feira decorre no largo da sede de junta, tendo inicio às 8h00 com abertura do recinto e atuação do grupo de bombos de Pias. Segue-se, pelas 9h00, demonstração de tosquias (ESA – IPVC) e inauguração, pelas 10h45, dos Tanques do Encontro e do Forno Comunitário, momentos acompanhados pela Fanfarra Deu-la-Deu – S. Tiago de Pias.  

A abertura oficial está marcada para as 11h15, seguindo-se, durante o final da manhã, toda a tarde e início da noite, atuações de grupos populares e ranchos folclóricos. Referência para a apresentação da peça de teatro “A nossa foda” do Grupo de Teatro “Tuka-Tuka”, pelas 16h30, e para a atuação da Escola de Dança “All Styles”, pelas 17h30.

Apoiado pela Câmara Municipal de Monção e diversos patrocinadores, o certame torna-se mais jovem com o andar das horas. Depois da sessão de fogo- de-artifício, marcado para as 22h45, os corpos prometem agitar-se ao som do Grupo Roconorte, que sobe ao palco às 23h00, e do animador e DJ Steven Rod, pronto para “incendiar” o recinto a partir das 02h00.

No dia seguinte, domingo, a feira abre às 10h30 ao som do Grupo de Bombos “Bombolásticos”, continuando com muita animação de cariz popular. Pelas 16h00, a organização agradece em palco aos patrocinadores do evento. Uma hora mais tarde, realiza-se a primeira entronização da Confraria da Foda - Pias. A fechar, atuação do grupo “Sons do Minho”.

De acordo com a organização, a 1ª Feira da Foda é uma iniciativa gastronómica que se insere na promoção turística e cultural de Monção e na divulgação de produtos endógenos que promovem o rico, eclético e ancestral património do território concelhio.

A entidade promotora sustenta ainda que o certame é uma forma de impulsionar as atividades da nossa região, assim como o seu valor gastronómico, turístico e cultural. Por outro lado, contribui para a preservação e valorização de um prato típico oriundo do concelho: "Foda à Monção".

E porquê o nome “Foda a Monção”?

A confeção deste prato em alguidar levado ao forno de lenha não só recupera o saber dos nossos antepassados como lhe adiciona um pouco de arte, carinho e profissionalismo das atuais cozinheiras. O nome artístico, digamos assim, reflete bem o caráter afável e bem-disposto dos monçanenses. Reza a história que:

“Os habitantes do burgo, que não possuíam rebanhos, dirigiam-se às feiras para comprar o animal. E, como em todas as feiras, havia de tudo, bons e maus. A verdade é que os produtores de gado, quando os levavam para a feira queriam vendê-los pelo melhor preço e, para que parecessem gordos, punham-lhes sal na forragem, o que os obrigava a beber muita água.

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MONÇÃO: GOVERNO APROVA CANDIDATURA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA A MERUFE

O presente investimento consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e reservatório em Santo André, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro. Com esta empreitada, o concelho de Monção fica coberto em termos de abastecimento de água. Motivo de grande satisfação para Augusto de Oliveira Domingues que aponta novo objetivo: “Com o ciclo da água fechado, viramo-nos para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

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No âmbito do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), o governo português aprovou a candidatura de abastecimento de água à freguesia de Merufe apresentada pela Câmara Municipal de Monção. O investimento ilegível é de 944.546,67 €, sendo a taxa de comparticipação comunitária de 85%.

A presente operação consiste na construção de infraestruturas como rede de distribuição, estações e condutas elevatórias e novo reservatório em Santo André, abrangendo os lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias, Pereiras, Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real.

Os lugares abrangidos nesta candidatura correspondem à zona baixa de Merufe que ainda não se encontra servida pela rede de abastecimento de água ao domicílio, chegando a aproximadamente 790 habitantes daquela freguesia do Vale do Mouro através de duas redes de distribuição com reservatórios em Merim e Santo André.

O reservatório de Merim, já existente, vai abastecer as populações dos lugares de Mosteiro, Palhares, Pica, Senra, Pretos, Salgueiro, Pias e Pereiras numa extensão total de 14,199 metros, fornecendo água, através de condutas adutoras a construir, ao futuro reservatório de Santo André.

Este servirá diretamente os lugares de Santo André, Azevedo, Campo Longo, Parada, Fundevila, Ribeiro, Carvalhas, Paço do Quinteiro e Real ao longo de uma rede com a extensão de 18.380 metros. As condutas adutoras serão instaladas sob caminhos e estradas existentes, partilhando em grande parte do trajeto da mesma vala que as redes de distribuição.

“Uma obra fundamental para a elevação da qualidade de vida das populações dos lugares abrangidos” afirma o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, satisfeito com o facto de “o concelho de Monção ficar coberto em termos de abastecimento de água ao domicílio”. “Fechamos o ciclo da água e agora o nosso objetivo vira-se para o saneamento básico. Há trabalho feito mas muito ainda por fazer” adiantou.

A propósito, refira-se que o governo português aprovou recentemente o financiamento das candidaturas apresentadas pela autarquia monçanense para o saneamento básico em Mazedo, Cambeses, Longos Vales, Troviscoso e Troporiz. O investimento consiste na construção de infraestruturas de saneamento de águas residuais, incluindo a rede de drenagem de saneamento residual, estações e condutas elevatórias.

MONÇÃO RECOLHE E IDENTIFICA EQUINOS

Ação conjunta da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, GNR/SEPNA e Câmara Municipal de Monção resultou na captura de oito fêmeas. Esta operação, acompanhada pelo autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, surge no seguimento de várias queixas apresentadas pela população devido à destruição de culturas agrícolas e plantações de vinha provocadas pelos animais que “andam” à solta nos montes.

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A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, a GNR/SEPNA (Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente), e a Câmara Municipal de Monção realizaram ontem, quinta-feira, uma ação conjunta de recolha e identificação de equinos que “andam” à solta nos montes.

Nesta ação, que decorreu nos limites das freguesias de Moreira e Trute, as equipas começaram por fazer uma exploração ao terreno e escolher os melhores locais para se proceder à sua captura. Depois da primeira avaliação, foram estabelecidos perímetros de intervenção e colocadas grades nos locais previamente definidos.

Deste trabalho coletivo resultou a recolha de oito fêmeas. Colocadas no interior do veículo para transporte de animais, exercício paciente e perseverante, foram registadas com as suas caraterísticas físicas e identificadas através da colocação de um microchip.

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Esta operação, acompanhada pelo autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, surge no seguimento de várias queixas apresentadas pela população do concelho devido à destruição de culturas agrícolas e plantações de vinha provocadas por estes animais errantes que, dizem os populares, entram pelos campos e devastam tudo.

Uma constatação confirmada ontem junto de várias pessoas. A opinião geral é que os animais enquadram-se bem na pintura verdejante da paisagem mas que provocam enormes estragos por andam passam. Como atravessam estradas municipais e até nacionais, alertam também para o facto de constituírem perigo para os automobilistas.

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MUNICÍPIO DE MONÇÃO REUNE-SE COM INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL

Autarca monçanense desloca-se hoje a Lisboa para fazer um ponto de situação dos investimentos rodoviários previstos para o concelho. Em cima da mesa, a construção de uma rotunda no cruzamento de S. Pedro. Augusto de Oliveira Domingues vai alertar para a perigosidade daquela estrutura epara a necessidade urgente em avançar com aquele investimento inscrito no plano rodoviário de proximidade para o presente ano.

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O presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues,vai a caminho de Lisboa para uma reunião, ao início da tarde, com o presidente do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal, António Laranjo. A seu lado, segue a Vice-Presidente, Conceição Soares.

Este encontro, agendado a pedido do autarca monçanense, tem como finalidade fazer um ponto da situação dos investimentos rodoviários previstos para o concelho, destacando-se, entre outros, a reabilitação da EN 101 entre a rotunda de Cortes e a rotunda de acesso ao centro urbano/ponte internacional, bem como a construção de uma rotunda no cruzamento de S. Pedro.

Augusto de Oliveira Domingues vai apresentar o projeto de reabilitação da EN 101, investimento aprovado na reunião do executivo do passado dia 13 de fevereiro, solicitando apoio na componente do asfaltamento da via, responsabilidade da Infraestruturas de Portugal.

Constando no plano rodoviário (ou de proximidade) nacional para 2017, o autarca monçanense vai interceder junto daquele responsável para que a calendarização de execução da rotunda de S. Pedro seja cumprida, argumentando com a constante perigosidade e insegurança causada a peões e automobilistas.

O autarca monçanense vai reforçar a sua posição favorável à construção daquela estrutura, lembrando ao responsável daquele organismo o compromisso estabelecido com a população local durante a discussão e aprovação do projeto de reabilitação da EN 101.

CHEGARAM A MONÇÃO OS “DIAS DE CAÇA”

Espetáculo de cinema e teatro, produzido pela Comédias do Minho, percorre os cinco concelhos do Vale do Minho, estreando-se amanhã, 9 de março, pelas 21h00, na sede da Junta de Freguesia de Riba de Mouro, seguindo-se o Cine Teatro João Verde (dia 10, 21h30), a Casa Paroquial de Moreira (dia 11, 21h00), e a sede da Junta de Freguesia da Bela (dia 12, 15h30). As entradas são gratuitas.

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O espetáculo de cinema e teatro “Dias de Caça”, produção da companhia de teatro “Comédias do Minho” com criação e vídeo de Pedro Filipe Marques, estreia amanhã em Monção com apresentação, pelas 21h00, na sede da Junta de Freguesia de Riba de Mouro.

Segue-se o Cine Teatro João Verde (dia 10, 21h30), a Casa Paroquial de Moreira (dia 11, 21h00), e a sede da Junta de Freguesia da Bela (dia 12, 15h30). Todos os espetáculos têm entrada gratuita, encontrando-se sujeitos aos lugares disponíveis.Depois de Monção, os “Dias de Caça” disparam em direção a Paredes de Coura, Valença, Vila Nova de Cerveira e Melgaço.

Na sinopse, pode ler-se: “O  gesto do documentário observacional implica, por vezes, ficar à espera muito tempo até que o objeto a filmar se coloque no lugar exato para ser enquadrado com a mira da objetiva. No Vale do Minho, vários homens continuam a vaguear pela serra até conseguirem capturar as suas presas. A estes dois fenómenos, poderíamos chamar de caça. 

Vamos caçar os caçadores do Vale do Minho com uma câmara para podermos ver se é mais difícil apanhar um javali ou conseguir enquadrar um coelho para o poder mostrar, um dia mais tarde, no cinema. Entretanto, perdidas também no meio da serra e com tanto tempo a perder, as histórias à volta de uma simples comparação talvez fujam para outros sítios, tal como presas que deixam rasto mas que nunca são capturadas.

Com assistência de criaçãode Luis Filipe Silva e Tânia Almeida, assistência na realização e montagem de Rita Palma e assistência de som (documentário)de Hannah Bailliu, o desenho de luz leva a assinatura de Vasco Ferreira e as interpretações pertencem a Gonçalo Fonseca, Joana Magalhães, Luis Filipe Silva, Rui Mendonça e Tânia Almeida. Os novos caçadores são alunos da EPRAMI e ETAP.

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PROFESSORES DE ARTES DA ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA EXPÕEM EM MONÇÃO

Monção inaugura a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia,  hoje, pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Trata-se de uma iniciativa da, Unidade Cultural da Universidade do Minho que conta com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira. Os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

AUTARQUIA MONÇANENSE RECUPERA PASSADIÇO DE MADEIRA JUNTO AO RIO MINHO

Os trabalhos arrancaram ontem e terminam na sexta-feira, prevendo-se, entre outras intervenções, a reposição dos elementos em faltae a consolidação de algumas estruturas. O objetivo é recuperar as “mazelas” do inverno para que, na primavera e verão, continue a servir convenientemente todas as pessoas que procuram usufruir da serenidade e quietude proporcionada por aquele percurso colado ao rio minho.

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O passadiço de madeira junto ao rio Minho, no Parquedas Caldas, está a ser objeto de recuperação, prevendo-se, entre outras intervenções, a reposição dos elementos em falta (bancos, papeleiras, tábuas, troncos ….) e a consolidação de algumas estruturas (ponte, ligações ….)

Os trabalhos iniciaram-se ontem, decorrendo durante toda a semana. Ao início da tarde, o presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, passou no local para inteirar-sedo andamento dos trabalhos e das alterações pontuais previstas.

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A estrutura de madeira, que acompanha o ritmo das águas do rio Minho, é muito procurada nos meses temperados e quentes do ano por munícipes e visitantes para passagem de momentos agradáveis dedicadosao descanso, lazer ou exercício físico.

Dada a proximidade ao rio, nos meses de inverno as águas sobem e inundam a estrutura, causando-lhe “mazelas” que tem de ser reparadas para que continue a servir convenientemente todas as pessoas que procuram usufruir da serenidade e quietude proporcionada por aquele percurso colado ao rio Minho.

Além do passadiço de madeira, o Parque das Caldas reserva um conjunto de atrativos para famílias inteiras. Servido por balneário termal, complexo de piscinas municipal e parque desportivo para a prática de futebol e ténis, dispõe ainda de uma área infantil e de um parque de merendas. Bons motivos para visitar Monção.

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ABERTURA DE COOPERATIVA DE REVESTIMENTO DE VOLANTES DO MOSTEIRO, EM MERUFE

Parceria com a multinacional ZF/TRW, garante a criação de 24 novos postos de trabalho. Trata-se da quinta estrutura do género no concelho de Monção que, no seu conjunto, assegura uma ocupação laboral e 103 pessoas. Augusto de Oliveira Domingues considera aquele investimento “umaexcelente ideia” que “a junta agarrou com as duas mãos”, contribuindo para “aumentar a qualidade de vida e autonomia financeira da população local”. Márcio Alves fala em orgulho detodos os merufenses que permitirá rendimento e fixação das pessoas.

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A cooperativa de revestimento de volantes do Mosteiro, em Merufe, foi inaugurada esta manhã numa cerimónia marcada pela simplicidade com grande significado para a freguesia. Por um lado, impulsiona a atividade industrial naquela área do concelho de Monção e, por outro, garante a criação de 24 novos postos de trabalho.

Com o presidente da Junta de Freguesia de Merufe, Márcio Alves, a fazer as honras da casa, marcaram presença, entre outros, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, o deputado eleito pelo círculo de Viana do Castelo, José Manuel Carpinteira, e o representante da Multinacional ZF/TRW, Jorge Castro.

Um orgulho para todos os merufenses, afirmou Márcio Alves, tendo considerado este investimento como uma oportunidade única para apoiar a população localsem ocupação laboral, facilitando a sua fixação na freguesia e contribuindo para contrariar a tendência de despovoamento que acontece nos locais mais afastados dos grandes centros.

O presidente da Junta de Freguesia de Merufe referiu ainda que, durante o primeiro ano, todas as despesas decorrentes da atividade serão suportadas pela junta, permitindo a redução de custos aos cooperantes. Lembrou também que este apoio complementa outros existentes como entrega de livros escolares e mensalidade de 50,00 € a cada criança da freguesia durante dois anos.

Satisfeito com o investimento e a possibilidade de assegurar uma ocupação laboral às pessoas, Augusto de Oliveira Domingues referiu-se à cooperativa como “uma excelente ideia” que “a junta agarrou com as duas mãos”, contribuindo para “aumentar a qualidade de vida e autonomia financeira da população local”.

“Temos feito tudo para elevar o emprego no concelho e, em abono da verdade, o nosso esforço tem dado frutos. Somos o concelho do Minho com a menor percentagem de desemprego. Os números são oficiais, não são nossos. Vamos continuar. O nosso maior objetivo é criar emprego e dar rentabilidade económica às pessoas” adiantou.

José Manuel Carpinteira felicitou os responsáveis da ZF/TRW e a Junta de Freguesia de Merufe pela aposta neste investimento. Sublinhou a importância da cooperativa como ocupação laboral e suporte financeiro para as famílias e recordou os primeiros passos da instalação da empresa em Vila Nova de Cerveira.

Disse: “nos primeiros anos muita gente era contra este género de investimentos, contudo, passado quase 25 anos, a opinião alterou-se substancialmente, sendo bastante favorável. Os trabalhadores sentem a responsabilidade de fazer um bom trabalho mas também tem autonomia para gerir o seu dia-a-dia. Sou testemunha do sucesso desta fórmula”.

A cooperativa de revestimento de volantes do Mosteiro é a quinta no concelho de Monção (duas no Polo Empresarial da Lagoa, uma em Mazedo e outra em Trute) que, no seu conjunto, ocupam 103 pessoas do concelho maioritariamente do sexo feminino. Antes da laboração, as trabalhadoras vão receber a formação adequada à especificidade da atividade exercida.

MONÇÃO: “SE CAMINHAR, ESTÁ A AJUDAR”

No dia 12 de março, domingo, pelas 9h00, realizam-se duas caminhadas solidárias no concelho de Monção. Uma destina-se a angariar fundos para os “soldados da paz” monçanenses. Outra reverte a favor da Liga Portuguesa contra o Cancro (Núcleo Regional Norte). Causas nobres e altruístas. Participe.

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No dia 12 de março, domingo, realizam-se duas caminhadas solidárias no concelho de Monção, cujo objetivo consiste em proporcionar uma jornada agradável aos participantes e, ao mesmo tempo, angariar fundos para duas instituições: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção e Núcleo Regional Norte da Liga Portuguesa contra o Cancro.

 Com apoio da Terra Minhota Aventura, a caminhada solidária organizada pelos “soldados da paz” monçanenses tem início às 9h00 no quartel da corporação, percorrendo parte do amuralhado da localidade e Ecopista do Rio Minho até Lapela. A participação, no valor de 8,00 €, inclui almoço e brinde. Informações/Inscrições: Quartel dos Bombeiros Voluntários de Monção T. 251 652 303.

A outra caminhada solidária, com organização da Associação “Segadas de Maio”, tem uma extensão aproximada de 7 quilómetros. Inicia-se às 9h00 na Igreja Paroquial de Moreira, continuando por vários espaços ribeirinhos e patrimoniais do Vale do Gadanha. Inscrições, no dia e no local da caminhada a partir das 08h00, têm o valor de 5,00 € e inclui oferta de t-shirt e água.

MONÇÃO REQUALIFICA CAMINHO MUNICIPAL EM GAVIÃO

Passeios largos para peões e vias largas e seguras para os veículos. Paulo Cunha visitou obras de reabilitação do Caminho Municipal 1480 em Gavião

O Caminho Municipal 1480 em Gavião, que vai desde a Escola EB1 até ao limite da freguesia está em obras de ampliação e reabilitação. A intervenção envolve um investimento municipal de cerca de 450 mil euros e deverá ficar concluída em meados do verão. Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal e Joaquim Rodrigues, presidente da Junta de Freguesia efetuaram esta quinta-feira, uma visita de trabalho para avaliarem o decorrer das obras.

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De resto, esta intervenção exemplifica bem a aposta delineada por Paulo Cunha para as vias do concelho, com passeios largos para os peões e uma faixa de rodagem ampla com segurança para veículos e pessoas.

“O que era uma via estreita já com alguns sinais de deterioração vai transformar-se numa faixa de rodagem larga, com passeios em toda a sua extensão e maior segurança para todos”, explicou Paulo Cunha, salientando que com “a existência de várias empresas nas proximidades e a passagem constante de veículos pesados a via ficou deteriorada e a intervenção era urgente”.

Por sua vez, o presidente da Junta de Freguesia, Joaquim Rodrigues, destacou a importância deste caminho municipal. “Esta é uma via estruturante, que está localizada no coração da freguesia e que é muito utlizada diariamente”, referiu mostrando-se muito satisfeito com o decorrer das obras. “É um desejo concretizado”, rematou.

Refira-se que a intervenção surge na continuidade de uma obra já concluída. A primeira fase decorreu até à Escola Básica, agora as obras seguem até ao limite da freguesia.

Para além do alargamento da via e da criação de passeios, a obra contempla ainda a renovação da rede de águas pluviais, o pavimento da faixa de rodagem, a construção de estacionamento e colocação de nova sinalização.

PROFESSORES DE ARTES EXPÕEM EM MONÇÃO

O Presidente e a Direção da Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho, promovem a Exposição de Professores de Artes da Escola Superior Gallaecia, no próximo dia 8 de março (quarta feira), pelas 16h00, nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, sitas na vila de Monção.

Com o apoio da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho e da Fundação Bienal de Cerveira, os docentes da Licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior Gallaecia têm a honra de apresentar os seus trabalhos artísticos, fruto do percurso individual de cada docente.

Artistas: Alexandre Costa, Damião Matos, Emília Simão, Henrique Silva, Hermano Passos, José Vicente, Margarida Leão, Samuel Barbosa e Teresa Correia.

Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de março.

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO:

Terça a Sexta Feira - das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábados - das 14h00 às 18h00

Domingos e Segundas: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

15 EMPRESAS MONÇANENSES DISTINGUIDAS COM O ESTATUTO PME LIDER E PME EXCELÊNCIA 2016

Monção é o terceiro concelho no distrito com maior número de PME Líder e o segundo com PME Excelência.Em sessão do executivo, Augusto de Oliveira Domingues irá propor um voto de louvor às empresas distinguidas pela notoriedade dada ao tecido empresarial local e o reforço que esta diferenciação positiva representa para a valorização da economia monçanense.

15empresas de Monção de diferentes setores foram galardoadas com o estatuto de PME Líder 2016, selo de qualidade criado pelo IAPMEI como reconhecimento pelo desempenho económico-financeiro e pelo contributo dado à economia nacional. No total nacional, foram escolhidas 7120 empresas. No total distrital, 157 empresas.

Do universo das PME Líder, foram selecionadas as PME Excelência, contabilizando-se 1786 de norte a sul do paíse 33 no distrito de Viana do Castelo. Monção é o terceiro concelho no Alto Minho com maior número de PME Líder, depois de Viana do Castelo e Ponte de Lima, e o segundo com PME Excelência (6 empresas), logo a seguir à capital de distrito.

Na última reunião camarária, realizada na passada segunda-feira, Augusto de Oliveira Domingues agradeceu às empresas a notoriedade dada ao tecido empresarial local e o reforço que esta diferenciação positiva representa para a valorização da economia monçanense.

O autarca monçanense adiantou que numa próxima reunião do executivo será apresentada uma proposta para atribuição de votos de louvor às empresas distinguidas. Estes serão entregues em cerimónia pública a realizar no dia da celebração da democracia, 25 de abril, no Cine Teatro João Verde.

As empresas monçanenses reconhecidas com o estatuto de PME Líder 2016 foram: Adega Cooperativa Regional de Monção, CRL; Adriano Alves Rodrigues; Coca Hipermercados, Lda; Covas Transportes, Lda; Farmácia Vale do Mouro, Lda; Francisco Lourenço, Materiais de Construção e Decoração, Lda; Granitos Galrão Norte, Lda; Habimonção Construções, Lda; Heitor de Campos Amoedo, Lda; ImpactZero, Software Unipessoal, Lda; Irmãos Amorim, Lda; J. Oliveira & Domingues, Lda; Meireles & Sobrinhos, Lda; Roypasa, Lda; Sociedade Artística – Manufacturas Químicas e Metálicas, Lda: eSociedade Transportes Floridos, Lda.

Relativamente a PME Excelência 2016, as empresas distinguidas foram: Adega Cooperativa Regional de Monção, CRL;Farmácia Vale do Mouro, Lda; Francisco Lourenço, Materiais de Construção e Decoração, Lda;ImpactZero, Software Unipessoal, Lda; Irmãos Amorim, Lda; e Sociedade de Transportes Floridos, Lda.

Refira-se que a seleção das PME excelência éfeita a partir do universo das PME Líder com o intuito de corporizar um instrumento de visibilidade acrescida para as empresas que, em cada ano, se destacam pelos melhores resultados no universo empresarial.

PORTELA: ABERTURA DE ACESSOS ÀS ZONAS FLORESTAIS E VALORIZAÇÃO DA ÁREA RIBEIRINHA JUNTO À PONTE EM MONÇÃO

Englobada no périplo que o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, efetua às 24 freguesias do concelho para inteirar-se das preocupações locais e visitar os investimentos efetuados pelas respetivas juntas, esta deslocação à freguesia da Portela permitiu conhecer mais de perto a realidade local.

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As prioridades da Junta de Freguesia da Portela relacionam-se com a construção de acessos às zonas florestais, valorização da área ribeirinha próxima da ponte e o encaminhamento de águas que, nesta freguesia, correm em abundância pela maioria dos lugares.

Este “caderno de encargos” foi comunicado pelo autarca local, Emílio Rodrigues Afonso, ao presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, que recentemente visitou a freguesia na companhia da vice-presidente, Conceição Soares.  

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Englobada no périplo que o autarca monçanense efetua às 24 freguesias do concelho para inteirar-se das preocupações locais e visitar os investimentos efetuados pelas respetivas juntas, esta deslocação à freguesia da Portela permitiu conhecer mais de perto a realidade local.

Desta forma, foi possível verificar as intervenções efetuadas na construção de acessos às zonas florestais, trabalho que aponta em duas direções: valorização da mancha florestal existente na freguesia e garantia de passagem facilitada aos bombeiros em caso de incêndio.

No âmbito da rede viária, destaca-se a limpeza nas estradas e caminhos, importando, neste aspeto, como referiu Emílio Rodrigues Afonso, reforçar/modernizar a sinalética atual. Refira-se também que a junta procede à construção de um anexo para o trator.

Aspiração do executivo local prende-se com a valorização da área ribeirinha junto à ponte. Aquele espaço aprazível servido por uma pequena represa tem condições ótimas para o convívio e lazer, sendo necessária a aquisição de alguns terrenos para a execução de um projeto devidamente estruturado.

Nesta visita de trabalho, Emílio Rodrigues Afonso assinalou ainda alguns problemas na Estrada Nacional 101 relacionados com limpeza das bermas, iluminação pública e acessos às habitações. O executivo monçanense tomou nota e comprometeu-se a interceder junto dos organismos estatais para a resolução das referidas questões.

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REAL CONFRARIA DO VINHO VERDE TINTO ENTRONIZA CONFRADES EM MONÇÃO

Apresentada oficialmente na passada sexta-feira, 24 de fevereiro, no Centro Cultural do Vale do Mouro, os primeiros confrades serão entronizados no próximo sábado, 4 de março, naquele espaço cultural situado na freguesia de Tangil.

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Relançar a produção e comercialização de vinho verde tinto da Sub-Região de Monção é Melgaço é o principal objetivo da Real Confraria de Vinho Verde Tinto, a primeira da região dos vinhos verdes dedicada em exclusivo à defesa e valorização daquela casta.

Apresentada na passada sexta-feira, 24 de fevereiro, no Centro Cultural do Vale do Mouro, a nova confraria, foi constituída em outubro de 2016, estando a primeira entronização prevista para o dia 4 de março, sábado, naquele espaço cultural localizado na freguesia de Tangil.

Nesta cerimónia, que engloba ainda um desfile entre a Casa do Povo de Tangil e o Centro Cultural do Vale do Mouro, serão entronizados os 14 membros fundadores da confraria. Na Feira do Vinho Tinto, em finais de maio, realizar-se-á uma nova entronização.

Para o Grão-Mestre Aurélio Alves, a confraria tem como missão colocar o vinho verde tinto no lugar que merece. Por outras palavras, promover e defender uma casta singular que, nos últimos anos, foi relegada para segundo plano devido à aposta dos viticultores na produção de vinho Alvarinho.

Procura igualmente contribuir para a preservação da tipicidade rural e valorização da autenticidade paisagística da Sub-Região de Monção e Melgaço, recorrendo, nesse sentido, à divulgação do seu vasto e rico património construído, vitivinícola e gastronómico.

Além dos membros fundadores, na apresentação da confraria marcou presença o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, e diversas personalidades ligadas ao setor vinícola: Anselmo Mendes, enólogo/produtor de vinhos, José Emílio Moreira, Grão-Mestre da Real Confraria do Vinho Alvarinho, e Armando Fontainhas, Presidente da Adega Cooperativa Regional de Monção.

CENTRO FUNERÁRIO DO ALTO MINHO INSTALA-SE NO POLO EMPRESARIAL DA LAGOA EM MONÇÃO

Localizada junto ao Cemitério Municipal de Monção desde dezembro de 2010, empresa inaugurou um novo espaço (CFAM Bioconser) no Polo Empresarial da Lagoa, potenciando a oferta dos serviços existentes e abrindo portas a outros objetivos.

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O Centro Funerário do Alto Minho, com instalações junto ao Cemitério Municipal de Monção desde dezembro de 2010, inaugurou, no passado sábado, um novo espaço (CFAM Bioconser) no Polo Empresarial da Lagoa, potenciando a oferta dos serviços existentes e abrindo portas a outros objetivos.

Um dia de festa com o olhar no futuro e a presença de diversos convidados, vindos de várias localidades do nosso pais e do estrangeiro. Entre estes, responsáveis da empresa italiana Ceabis, representada em Portugal pelo Centro Funerário do Alto Minho.

Depois do corte da fita e bênção pelo padre Jorge Agostinho, brindou-se ao sucesso da empresa nesta nova etapa. António Vilarinho agradeceu a presença de todos, referindo que este investimento é a resposta da CFAM às necessidades de um mercado competitivoque exige soluções modernas e eficazes. Agora, adiantou, vamos ao trabalho com a dedicação e o esforço quecarateriza todos os trabalhadores da empresa.

Presente na cerimónia, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, congratulou-se com o investimento dos empresários monçanenses no Polo Empresarial da Lagoa e desejou-lhes a melhor sorte do mundo no crescimento e consolidação deste projeto inovador.

Fazendo um balanço da atividade empresarial monçanense, em franca expansão nos últimos anos com instalação de novos investidores no concelho, Augusto de Oliveira Domingues mostrou-se confiante no forte impulso que será dado com a entrada em funcionamento do Minho Park Monção.

Sublinhou ainda o nível de empregabilidade existente em Monção, lembrando que, no último ano, fomos o concelho em todo o Minho com a descida percentual mais acentuada. Afirmou: “No espaço de um ano, descemos cerca de 30 por cento, colocando no mercado de trabalho perto de 200 pessoas. É bom mas não chega. Vamos continuar”.

Com apostas claras na formação dos colaboradores e modernização do parque de viaturas num quadro de responsabilidade, profissionalismo e compromisso com os clientes, este novo espaço possibilitará ganhos acrescidos na funcionalidade da empresa, potenciando a oferta existente e reforçando os serviços prestados.

Além da apresentação de mais de 20 mil artigos com uma ótima relação preço/ qualidade, demonstrações práticas dos produtos comercializados e fortalecimento da componente internacional, a CFAM Bioconser disponibiliza também uma completa sala de preparação do serviço fúnebre e soluções inovadoras adequadas à especificidade de cada caso.

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LAMPREIA SOBRE RODAS VOLTOU A REVELAR-SE UMA RECEITA DE SUCESSO EM MONÇÃO

Os pingos de chuva ao início da tarde não foram suficientes para demover o público que encheu a Praça Deu-la-Deu de amantes do desporto automóvel e os restaurantes de apaixonados pela Lampreia do Rio Minho. A 40ª edição do Rali à Lampreia, com balanço positivo, prestou homenagem a António Paiva, responsável da organização da prova durante quatro décadas falecido recentemente. A vitória ficou em casa com o primeiro lugar a ser conquistado por Alex Pereira que ganhou as duas provas complementares. A única mulher em competição, Sofia Mouta, classificou-se na 28ª posição.

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Apesar do tempo indiciar alguma chuva para a tarde de domingo, confirmando-se com meia dúzia de chuviscos sem expressão, a 40ª edição do Rali à Lampreia trouxe à simpática vila de Monção (palavras do speaker que nós subscrevemos por inteiro), milhares de pessoas de ambas as margens para assistirem às duas provas (11h00 e 16h00) de uma das perícias automóveis em circuito urbano (não competitiva) mais antigas do noroeste peninsular.

Na presente edição, marcada por uma homenagem muito sentida a António Paiva, responsável da organização da prova durante quatro décadas falecido recentemente, inscreveram-se 47 concorrentes de diferentes localidades de Portugal e da Galiza, tendo terminado a prova 37. Mais uma vez, a organização esteve a cargo do Sport Clube do Porto.

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A adrenalina própria deste género de provas, complementada pelo barulho, aceleração e cheiro a pneu queimado, teve pontuação positiva. O público vibrou com a habilidade dos concorrentes e, entre uma prova e outra, os restaurantes aderentes à iniciativa encheram-se de comensais para degustarem uma lampreia do rio Minho, bem batida e deliciosa, e os vinhos da região, bons em qualquer parte do mundo.

A lampreia sobre rodas, juntando gastronomia e perícia automóvel, voltou a revelar-se uma receita de sucesso. Na restauração, todos passaram com distinção. A autarquia local agradeceu o esforço e o profissionalismo de todos. Na perícia, a luta pelo primeiro lugar fez-se nos detalhes. De resto, convívio e camaradagem marcaram toda a jornada.    

O vencedor absoluto da prova foi o monçanense Alex Pereira, em Daihatsu Flow, com o tempo global de 1.16,977 minutos. Em segundo lugar, António Borges, em Caterham Lotus 7, com 1,17,743 minutos. Em terceiro lugar, outro monçanense: Luis Miguel Guedes, em Sado 550, com 1.20,905 minutos. A única senhora em prova, Sofia Mouta, em Skoda Fabia, obteve a 28ª posição geral com o tempo de 2.06,570 minutos.

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Homenagem a António Paiva

Na entrega dos prémios, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues felicitou a organização e os concorrentes, agradeceu o apoio das empresas patrocinadoras e dos empresários de restauração, e realçou a importância desta prova como motor da economia local ligada aos setores do alojamento e restauração.

“Gostei de ver a nossa casa cheia de visitantes e o convívio dos participantes e familiares no almoço. Sem dúvida, uma jornada de promoção da nossa gastronomia e do nosso concelho. Com o tempo adverso, o meu coração fica pequenino com algo que possa acontecer. Correu tudo muito bem. Parabéns a todos e fica o convite para regressarem no próximo ano” salientou.

Tal como já fizera no almoço convívio, onde apresentou pessoalmente os pêsames à viúva e aos dois filhos, Augusto de Oliveira Domingues voltou a abordar o papel fundamental de António Paiva no crescimento e consolidação do Rali à Lampreia.

Disse: “convive com o Sr. Paiva durante quase vinte anos e percebi logo a paixão que tinha por esta prova e pelos monçanenses. O desporto automóvel em geral e esta prova de perícia em particular ficam-lhe a dever muito. Aprovamos um voto de pesar em reunião de câmara e dedicamos-lhe esta edição. A forma como correu e a garantia de futuro é o nosso tributo à sua memória”.

“Monção 2017: Promoção à Lampreia”

A 40ª edição do Rali à Lampreia enquadrou-se na programação “Monção 2017: Promoção à Lampreia”, iniciativa que engloba a promoção deste prato em dois fins-de-semana, 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março, com a participação de 27 restaurantes do concelho e diversas atividades complementares.

No sábado seguinte, 4 de março, pelas 10h00, realiza-se o “Trilho das Pesqueiras”, percurso com uma extensão ligeiramente superior a 6 quilómetros com um grau de dificuldade moderado/fácil. No período da tarde, com início às 15h00, decorre um peddy paper familiar. Um convite ao conhecimento das “coisas” do concelho de Monção e à passagem de momentos agradáveis com familiares e amigos

A partir das 18h00, realiza-se o 2º Rali Gastronómico da Lampreia. Sete bares convidam a uma noite diferente com apresentação de acepipes de lampreia. Cada participante neste “rali” terá um passaporte que deverá selar, comprovando a sua passagem (com degustação e consumo de bebida) por cada um dos bares aderentes. Os três primeiros a completar o circuito recebem prémios.

O primeiro prémio é um jantar de lampreia para duas pessoas no Restaurante Sabores, o segundo uma oferta termal para duas pessoas nas Termas de Monção e, o terceiro, uma caixa de Vinho Alvarinho MQ Vinhos – Vale dos Ares. Participam Cafetaria Lux, Chaplin Burger, Lés-a-Lés, Margem Bar, Pedrinha Bar, Porta 11, e Zoom Café. A noite termina com atuação do Grupo Melmusic, na Praça Deu-la-Deu.

No domingo, dia 5, realiza-se o 1º Encontro de Clássicos da Lampreia. O secretariado abre às 8h00 e, duas horas depois, inicia-se uma rota pelo concelho. À tarde, pelas 15h00, realiza-se a prova de regularidade. Informações/Inscrições: tmaventura@gmail.com

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MONÇÃO APRESENTA REAL CONFRARIA DO VINHO VERDE TINTO

Dia 24 de fevereiro, sexta-feira, pelas 15h00, no Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil, Monção. Objetivo geral incide na promoção e valorização do vinho verde tinto, preservando o potencial endógeno e a autenticidade paisagística da Sub-Região de Monção e Melgaço.

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A Real Confraria do Vinho Verde Tinto, a primeira da região dos vinhos verdes dedicada em exclusivo à defesae valorização do vinho verde tinto, vai ser apresentada amanhã, sexta-feira, pelas 15h00, no Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil, Monção.

Além dos elementos dos órgãos sociais da confraria, marcam presença os autarcas de Monção e Melgaço, Augusto de Oliveira Domingues e Manoel Baptista, respetivamente, bem como produtores de vinho e enólogos, entre os quais, Anselmo Mendes.Na ocasião, será apresentado o logotipo etraje oficial da confraria.

Com escritura pública no dia 24 de novembro do último ano, a Real Confraria do Vinho Verde Tinto,fruto de grande paixão à terra e vivência em redor da atividade vinícola, tem como objetivo geral a promoção e valorização do vinho verde tinto,preservando o potencial endógeno e a autenticidade paisagística da Sub-Região de Monção e Melgaço.

RALI À LAMPREIA ANIMA MONÇÃO

Este domingo, 26 de fevereiro, Monção recebe meia centena de participantesna perícia automóvel e milhares de portugueses e galegos nas ruas e varandas do centro histórico numa jornada de promoção da Lampreia do Rio Minho. Provas às 11h00 e 16h00. Restaurantes de portas abertas para receber visitantes e munícipes.

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Nos fins de semana 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março, o Município de Monção aposta forte na Lampreia do Rio Minho com diversas atividades destinadas a todos os públicos. O ponto altoserá o Rali à Lampreia, perícia automóvel no centro histórico da localidade que decorre este domingo, 26 de fevereiro.

Promovida pela Câmara Municipal de Monção e Sport Clube do Porto, a 40ª edição deste emblemático e entusiasmante rali urbano engloba duas provas marcadas para as 11h00 e 16h00, prevendo-se a presença de meia centena de participantes portugueses e espanhóis e milhares de portugueses e galegos nas ruas e varandas do casco urbano monçanense.

Na hora do almoço, os restaurantes estão de portas abertas para receber visitantes e munícipes. Participam 27 restaurantes do concelho com uma ementa dedicada à lampreia, desde a mais tradicional, com arroz ou à bordalesa, às abordagens mais contemporâneas como empanada ou sushi. 

No dia anterior, sábado, está prevista a iniciativa “Rali a Pedais”. Provas de karts abertas ao público durante o dia, a partir das 15h00, onde o público poderá sentir a emoção de conduzir um kart a pedais num circuito criado na Praça Deu-la-Deu Martins. A partir das 21h00, no Largo do Loreto, decorre uma prova inter-freguesias.

No sábado seguinte, 4 de março, pelas 10h00, realiza-se o “Trilho das Pesqueiras”, percurso com uma extensão ligeiramente superior a 6 quilómetros com um grau de dificuldade moderado/fácil. Oportunidade para caminhar junto ao rio Minho, vivenciar a pesca de outrora e desfrutar de um património secular identitário da nossa realidade ribeirinha: pesqueiras e moinhos. Informações/Inscrições: turismo@cm-moncao.pt

No período da tarde, com início às 15h00, decorre um peddypaper familiar. Um convite ao conhecimento das “coisas” do concelho de Monção e à passagem de momentos agradáveis com familiares e amigos. Ocasião para juntar o útil ao agradável: aprender e conviver. Informações/Inscrições: patrimonio@cm-moncao.pt

A partir das 18h00, realiza-se o 2º Rali Gastronómico da Lampreia. Sete bares convidam a uma noite diferente com apresentação de acepipes de lampreia. Cada participante neste “rali” terá um passaporte que deverá selar, comprovando a sua passagem (com degustação e consumo de bebida) por cada um dos bares aderentes. Os três primeiros a completar o circuito recebem prémios.

O primeiro prémio é um jantar de lampreia para duas pessoas no Restaurante Sabores, o segundo uma oferta termal para duas pessoas nas Termas de Monção e, o terceiro, uma caixa de Vinho Alvarinho MQ Vinhos – Vale dos Ares. Participam Cafetaria Lux, Chaplin Burger, Lés-a-Lés, Margem Bar, Pedrinha Bar, Porta 11, e Zoom Café. A noite termina com atuação do Grupo Melmusic, na Praça Deu-la-Deu.

No domingo, dia 5, realiza-se o 1º Encontro de Clássicos da Lampreia. O secretariado abre às 8h00 e, duas horas depois, inicia-se uma rota pelo concelho. À tarde, pelas 15h00, realiza-se a prova de regularidade. Informações/Inscrições: tmaventura@gmail.com

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MONÇÃO FESTEJA O CARNAVAL

Desfile de crianças, caminhada noturna, recriações nas freguesias, concursos para grupos de mascarados e animação musical são os pontos fortes de uma quadra festiva “disfarçada” de fantasia, magia, criatividade e animação. É carnaval, ninguém leva a mal. Não há outro tempo assim. Aproveite.

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O carnaval proporciona libertação criativa e momentos humorísticos. Em Monção, a autarquia local e diversas juntas de freguesia e associações culturais do concelho cumprem esta tradição enraizada na interioridade de cada pessoa através da realização de atividades que prometem animar miúdos e graúdos em dias festivos que apelam à fantasia, magia e folia.

Assim, esta quinta-feira, a partir das 10h00, decorre o desfile de carnaval dos alunos do pré-escolar e 1º CEB do Agrupamento de Escolas de Monção, Colégio do Minho e Santa Casa da Misericórdia. Serão cerca de 900 crianças que prometem animar as ruas e praças de Monção. O epicentro da festa será a Praça Deu-la-Deu. A câmara tem uma surpresa reservada para cada menino/a. 

No dia 25, sábado, pelas 20h30, realiza-se a Caminhada Noturna de Carnaval Ponte do Mouro Medieval. A organização promete espalhar magia e alegria numa caminhada divertida e animada. E aconselha a utilização de roupa e calçado adequado.

Com trajeto aproximado de 10 quilómetros, o valor de participação é de 7,50 € englobando seguro, reforço e brinde. A receita destina-se a apoiar a realização da recriação histórica “Ponte do Mouro Medieval”. O disfarce mais original será premiado. Informações/inscrições: pontedomouromedieval@gmail.com.

No dia 26, domingo, algumas freguesias do concelho promovem concursos e recriam aspetos da vida local e nacional, proporcionando momentos de diversão nas comunidades locais. As críticas abordam assuntos e personalidades próximas, contudo, as figuras nacionais também são alvejadas. Por vezes, com tiro de canhão.

No dia 27, à noite, o centro histórico da vila anima-se com grupos de mascarados, muitos deles vindos da outra margem do rio Minho. Haverá animação musical com a Orquestra Norwest, na Praça Deu-la-Deu, e desfile/concurso de carnaval para as juntas de freguesia e associações culturais do concelho com prémios para os 5 primeiros classificados.

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MONÇÃO APRESENTA CONFRARIA DO VINHO VERDE TINTO

Monção procede à apresentação pública da Real Confraria do Vinho Verde Tinto na próxima sexta-feira, 24 de fevereiro, pelas 15h00, no Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil.

Além dos elementos dos órgãos sociais da confraria, marcam presença os autarcas de Monção e Melgaço, Augusto de Oliveira Domingues e Manoel Baptista, respetivamente, bem como produtores de vinho e enólogos, entre os quais, Anselmo Mendes.

Na ocasião, será apresentado o logotipo e traje oficial da confraria, a primeira da região dos vinhos verdes dedicada em exclusivo à defesa, divulgação e valorização do vinho verde tinto.

MONÇÃO REALIZA “PROMOÇÃO À LAMPREIA DO RIO MINHO”

Nos dias 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março, o município aposta forte neste prato tradicional com diversas atividades destinadas a todos os públicos. 27 restaurantesdo concelho estão de portas abertas para receber munícipes e visitantes. O ponto forte será a 40ª edição do Rali à Lampreia, perícia automóvel no centro histórico da localidade que decorre no próximo domingo, 26 de fevereiro. Esta manhã, no Museu do Alvarinho, realizou-se a apresentação pública do programa.

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A iniciativa “Promoção da Lampreia do Rio Minho” decorre nos dois próximos fins-de-semana, 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março. Esta manhã, no Museu do Alvarinho, decorreu a apresentação pública do programa aos meios de comunicação social e aos empresários de restauração participantes nesta iniciativa gastronómica e turística.

Além do presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, marcaram presença nesta apresentação pública o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, e o diretor do Sport Clube do Porto, secção de automobilismo, Sousa Magalhães.

Na mesa, esteve ainda Joaquim Meira, em representação do Rotary Clube de Monção, que apresentou o habitual almoço da lampreia daquela instituição. Decorre no dia 11 de março, sábado, com um programa que compreende concentração e desfile de confrarias entre a antiga estação e o Museu do Alvarinho, almoço convívio e animação com o grupo “Sons do Gadanha”.

Augusto de Oliveira Domingues deu conta que a presente iniciativa engloba um conjunto diversificado de atividades lúdicas e desportivas que, em conjunto, visam constituir motivos apelativos para uma deslocação ao concelho de Monção, contribuindo para a valorização turística da localidade raiana e para a dinamização dos setores da restauração e hotelaria.

O autarca monçanense reforçou ainda a sua posição relativamente à abertura da pesca na zona das pesqueiras, defendendo que a data atual, 15 de fevereiro, devia ser revista. Afirmou: “A pesca nesta zona abre muito tarde. Penso que esta situação prejudica seriamente pescadores e restaurantes. Defendo a sua antecipação para inícios de fevereiro. Tanto eu como o Alcalde de Salvaterra temos feito sentir essa necessidade aos responsáveis”

O diretor do Sport Clube do Porto, secção de automobilismo,Sousa Magalhães, lembrou o papel de António Paiva, falecido recentemente, na afirmação do Rali à Lampreia, realçando que a edição deste ano promete muita participação e, tal como nos anos anteriores, constituirá um palco privilegiado para quem gosta de desporto motorizado e boa gastronomia.

Convidando à presença de todos, o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, focou-se na apresentação do programa destes dois fins de semana, destacando, entre as iniciativas propostas, a realização do 40º Rali à Lampreia, evento que promete juntar milhares de pessoas nas ruas e varandas do núcleo histórico monçanense.

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Rali à Lampreia, Rali a Pedais e Rali Gastronómico

Promovida pela Câmara Municipal de Monção e Sport Clube do Porto, a 40ª edição do Rali à Lampreia realiza-se no dia 26 de fevereiro, domingo. Engloba duas provas marcadas para as 11h00 e 16h00, prevendo-se a presença de meia centena de participantes portugueses e espanhóis.

Na hora do almoço, os restaurantes estão de portas abertas para receber visitantes e munícipes nesta jornada de promoção da Lampreia do Rio Minho. Participam 27 restaurantes do concelho com uma ementa dedicada à lampreia, desde a mais tradicional, com arroz ou à bordalesa, às abordagens mais contemporâneas como empanada ou sushi.

No dia anterior, sábado, está prevista a iniciativa “Rali a Pedais”. Provas de karts abertas ao público durante o dia, a partir das 15h00, onde o público poderá sentir a emoção de conduzir um kart a pedais num circuito criado na Praça Deu-la-Deu Martins. A partir das 21h00, no Largo do Loreto, decorre uma prova inter-freguesias.

No sábado seguinte, 4 de março, pelas 10h00, realiza-se o “Trilho das Pesqueiras”, percurso com uma extensão ligeiramente superior a 6 quilómetros com um grau de dificuldade moderado/fácil. Oportunidade para caminhar junto ao rio Minho, vivenciar a pesca de outrora e desfrutar de um património secular identitário da nossa realidade ribeirinha: pesqueiras e moinhos. Informações/Inscrições: turismo@cm-moncao.pt

No período da tarde, com início às 15h00, decorre um peddypaper familiar. Um convite ao conhecimento das “coisas” do concelho de Monção e à passagem de momentos agradáveis com familiares e amigos. Ocasião para juntar o útil ao agradável: aprender e conviver. Informações/Inscrições: patrimonio@cm-moncao.pt

A partir das 18h00, realiza-se o 2º Rali Gastronómico da Lampreia. Sete bares convidam a uma noite diferente com apresentação de acepipes de lampreia. Cada participante neste “rali” terá um passaporte que deverá selar, comprovando a sua passagem (com degustação e consumo de bebida) por cada um dos bares aderentes. Os três primeiros a completar o circuito recebem prémios.

O primeiro prémio é um jantar de lampreia para duas pessoas no Restaurante Sabores, o segundo uma oferta termal para duas pessoas nas Termas de Monção e, o terceiro, uma caixa de Vinho Alvarinho MQ Vinhos – Vale dos Ares. Participam Cafetaria Lux, Chaplin Burger, Lés-a-Lés, Margem Bar, Pedrinha Bar, Porta 11, e Zoom Café. A noite termina com atuação do Grupo Melmusic, na Praça Deu-la-Deu.

No domingo, dia 5, com organização da Terra Minhota Aventura e apoio da autarquia monçanense, realiza-se o 1º Encontro de Clássicos da Lampreia. O secretariado abre às 8h00 e, duas horas depois, inicia-se uma rota pelo concelho. À tarde, pelas 15h00, realiza-se a prova de regularidade. A entrega de lembranças, marcada para as 18h00, decorre no Museu do Alvarinho. Informações/Inscrições: tmaventura@gmail.com

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PORTUGUESES E ESPANHÓIS DEBATEM DESAFIOS E OPORTUNIDADES DO PROGRAMA ERASMUS +

Na abertura deste “seminário de contacto”, como lhe chamou a diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho, a vice-presidente da autarquia monçanense, Conceição Soares, sublinhou a importância do programa como partilha de conhecimentos e enriquecimento sociocultural.

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A Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, o Servicio Español para la Internacionalización de la Educación (SEPIE), e o Centro de Formação do Vale do Minho promovem uma sessão transfronteiriça de informação e apoio às instituições que queiram apresentar candidaturas ao Programa Erasmus +, ação chave 2, parcerias estratégicas.

Com a colaboração da Câmara Municipal de Monção, a sessão realiza-se hoje e amanhã no Cine Teatro João Verde, contando com a presença de técnicos especializados de ambos os países, cujas conferências abordam diversas questões relacionadas com o Programa Erasmus +.

O ponto de partida, às 14h30, foi dado pelo diretor do Servicio Español para la Internacionalización de la Educación, Pablo Martin Gonzalez, e pela diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho. Ambos enalteceram o papel do Programa Erasmus + na valorização pessoal dos estudantes.

Representando a Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares deu as boas vindas aos presentes, desejou-lhes uma boa estadia na localidade e sublinhou a importância do Programa Erasmus + como instrumento fundamental para a partilha de conhecimentos e enriquecimento sociocultural. “O meu Erasmus foi em Espanha, na cidade de Bilbao, e a experiência foi gratificante e enriquecedora” adiantou.

Ao longo dos dois dias, serão constituídos grupos de trabalho com participantes de ambos os países e debatidas questões como desafios e oportunidades do Programa Erasmus +, cooperação para a inovação e intercâmbio de boas práticas, partilha de experiências e casos de sucesso e apresentação de ideias e projetos.

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MONÇÃO: BARROÇAS E TAIAS APOSTA NA VALORIZAÇÃO/SEGURANÇA RODOVIÁRIA E NO MELHORAMENTO DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

Nesta visita de trabalho, Augusto de Oliveira Domingues constatou o investimento feito pela junta de freguesia e trouxe a novidade que a requalificação da Estrada Intermunicipal Barroças e Taias – Pias, desejo antigo do executivo local, já está adjudicada. Os trabalhos avançam a qualquer momento.

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Dando continuidade ao périplo pelas 24 freguesias do concelho, verificando no terreno os investimentos feitos e inteirando-se das preocupações e prioridades locais, o presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, deslocou-se, na passada quarta-feira, à freguesia de Barroças e Taias.

Acompanhado pela vice-presidente da autarquia, Conceição Soares, foi recebido por Almerindo Marinho, presidente, e Laurindo Teixeira, tesoureiro, que conduziram a visita à freguesia. Mais tarde, na habitual reunião de trabalho, juntar-se-ia Magda Andreia Rei, secretária.

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Com toponímia instalada em todos os lugares da freguesia e uma limpeza exemplar dos caminhos, estradas e espaços públicos, nota sublinhada por Augusto de Oliveira Domingues, as prioridades maiores do executivo de Barroças e Taias prendem-se com a valorização/segurança rodoviária e o melhoramento de abastecimento de água.

A comitiva visitou algumas ruas e caminhos objeto de intervenção ao nível de alargamento, construção de muros/valetas e beneficiação do pavimento. Empreitadas fundamentais para elevar a qualidade de vida da população local que, no caso do Caminho do Souto, assume enorme relevância, uma vez que o investimento permitiu o acesso de ambulâncias, até então impossível, a determinadas habitações.

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Neste capítulo da rede viária, tornava-se evidente, a cada passo, a preocupação de Almerindo Marinho e Laurindo Teixeira com a segurança de pessoas e bens. Defenderam mais sinalização, algumas com indicação da proximidade de animais, e alertaram para a necessidade de colocar lombas (Caminho da Fonte da Preguiça) e instalação de proteções metálicas (Caminho do Forno Velho e Rua do Temporão).

Conceição Soares tomava notas e telefonava para os serviços. Algumas situações ficaram resolvidas naquele dia. Outras demorarão mais algum tempo com o compromisso de serem resolvidas em tempo útil. Outras ainda, fora da esfera municipal, serão comunicadas às entidades competentes, “forçando” a sua resolução.

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Nesta deslocação, que englobou uma visita aos serviços sanitários públicos em execução junto à Igreja de Barroças, a autarquia monçanense trouxe a novidade que a requalificação da Estrada Intermunicipal Barroças e Taias – Pias, desejo antigo do executivo local, já está adjudicada. Os trabalhos avançam a qualquer momento.

Antes da conclusão do périplo pelos lugares da freguesia, a qual terminou com uma abordagem empresarial numa visita informal à empresa “Irmãos Amorim, Lda”, Augusto de Oliveira Domingues e Conceição Soares tomaram conhecimento de outra prioridade para a junta: uma nova linha de abastecimento de água para dois lugares fronteiros à freguesia de Pias, a qual abrange também o lugar de Retorta.

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MONÇÃO REALIZA WORKSHOP TRANSFRONTEIRIÇO ERASMUS +

Dias 20 e 21 de fevereiro, segunda e terça-feira, no Cine Teatro João Verde.

Responsáveis e técnicos especialistas portugueses e espanhóis abordam os desafios e oportunidades do Programa Erasmus +, partilham experiências, cooperam na inovação e apresentam ideias e projetos. O lema é “ enriqueciendo vidas, abriendo mentes”.

A Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, o ServicioEspañol para la Internacionalización de la Educación (SEPIE), e o Centro de Formação do Vale do Minho promovem uma sessão transfronteiriça de informação e apoio às instituições que queiram apresentar candidaturas ao Programa Erasmus +, ação chave 2, parcerias estratégicas.

Com a colaboração da Câmara Municipal de Monção, a sessão realiza-se nos dias 20 e 21 de fevereiro, segunda e terça-feira, no Cine Teatro João Verde, contando com técnicos especializados de ambos os países que abordarão diversas questões relacionadas com o Programa Erasmus +.

Na sessão de abertura, marcada para as 14h00, estão presentes os autarcas de Monção e Salvaterra de Miño, Augusto de Oliveira Domingues e ArturoGrandal,respetivamente, bem como a diretora da Agência Nacional Erasmus + Educação e Formação, Joana Mira Godinho, e o diretor do ServicioEspañol para la Internacionalización de la Educación, Pablo Martin Gonzalez.

Ao longo destes dois dias, serão constituídos grupos de trabalho com participantes de ambos os países e debatidas questões como desafios e oportunidades do Programa Erasmus +, cooperação para a inovação e intercâmbio de boas práticas, partilha de experiências e casos de sucesso e apresentação de ideias e projetos.

MONÇÃO: SÓ NAMORO SEM VIOLÊNCIA É AMOR!

“TENS QUE RESPEITAR SE QUERES NAMORAR”

No dia dos namorados, 14 de fevereiro, alunos do ensino regular e profissional apresentaram trabalhos (músicas RAP, cartazes e slogans) contra a violência no namoro. Paulo Esteves esteve presente na iniciativa e sensibilizou os alunos para a necessidade de criarem e manterem relações saudáveis no namoro, apoiando e respeitando a pessoa que gosta de nós. 

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No dia 14 de fevereiro, terça-feira, dia dos namorados, teve lugar a apresentação de trabalhos referentes a dois concursos lançados no âmbito do programa de prevenção contra a violência no namoro. Destinados a alunos do ensino secundário e profissional, a iniciativa, bastante participada, realizou-se no Cine Teatro João Verde.

Um dos concursos consistiu na criação de uma música RAP contra a violência no namoro e outro na conceção de um slogan/cartaz alusivo à temática. Anteriormente, realizaram-se diversas ações de sensibilização/informação com alunos da Escola Secundária de Monção e EPRAMI, polo de Monção.

No concurso de música RAP, concorreram oito alunos/grupos, tendo o primeiro lugar sido entregue a Ricardo, do 12º B, da Escola Secundária de Monção. Quanto ao slogan/cartaz, a escolha recaiu em Jéssica, Marta, Jorge e Guilherme, do Curso de Restauração: Cozinha/Pastelaria, 2º ano, da EPRAMI, polo de Monção, com a mensagem “Tens que respeitar se queres namorar”. Participaram 38 alunos/grupos.

O Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, esteve presente na iniciativa e sensibilizou os alunos para a necessidade de criarem e manterem relações saudáveis no namoro, apoiando e respeitando a pessoa que gosta de nós. “Ter alguém tão perto, ao ponto de ouvir as batidas do nosso coração, é um privilégio muito grande. Não desperdicem isso” afirmou.

O júri foi constituído por um representante da CAP do Agrupamento de Escolas de Monção, Filipe Francisco, pela diretora da EPRAMI, polo de Monção, Cristina Dias, e pelo músico Jorge Nande. Os trabalhos premiados serão agora utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro. Todos os alunos receberam diplomas de participação.

Desenvolvida em parceria pelo Município de Monção, EPRAMI, polo de Monção, Agrupamento de Escolas de Monção, através do Projeto Haja Saúde, e Projeto Doequ@l, do Gabinete de Apoio à Família (GAF), a presente iniciativa teve como objetivo central assinalar a data e capacitar os alunos para a importância de um relacionamento amoroso positivo. 

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MONÇÃO REABILITA EN 101 ENTRE A ROTUNDA DE CORTES/MAZEDO E A ROTUNDA DE ACESSO AO CENTRO URBANO/PONTE INTERNACIONAL

Aprovado por maioria com votos contra do PSD (3) e abstenção do CDS/PP (1), projeto estruturante para Monção será complementado com um forte investimento na requalificação urbanística do centro histórico. Em março, será apresentado e votado o projeto de reabilitação da Praça da República e artérias envolventes.

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O projeto de reabilitação da Estrada Nacional 101 entre a rotunda de Cortes e a rotunda de acesso ao centro urbano/ponte internacional, numa extensão aproximada de 700 metros, foi apresentado, apreciado e votado na última reunião camarária, na passada segunda-feira à tarde, tendo sido aprovado por maioria com votos contra do PSD (3) e abstenção do CDS/PP (1).

O projeto, que corresponde à 1ª fase de um investimento global que termina na futura rotunda de S. Pedro, prevê a criação de separador central, beneficiação do pavimento, zonas verdes e arborização, passeios em ambos os lados e reforço da iluminação pública.

O preço base da empreitada, que servirá de referência para as empresas interessadas, é de 525.000,00 €, acrescido do respetivo imposto à taxa de 6%. Embora não sendo seguro, é provável que, à semelhança de outras empreitadas, o valor da adjudicação seja inferior.   

A presente intervenção constitui uma mais-valia em termos de segurança para veículos e pessoas, otimização económica daquela zona e valorização estética da entrada no centro histórico, permitindo dar continuidade à empreitada realizada na chamada “reta da lagoa”.

Este projeto estruturante para o concelho de Monção será complementado com um forte investimento na requalificação urbanística do centro histórico. Em março, será apresentado e votado em sessão camarária o projeto de reabilitação da Praça da República e artérias envolventes.

Neste capítulo, referência ainda para o trabalho executado pelo município com vista à requalificação da zona envolvente da antiga estação da CP. Por um lado, foram adquiridas algumas casas, entretanto demolidas, para facilitar uma intervenção profunda e marcante naquele local de significativa afluência de pessoas e automóveis e crescente atividade comercial

Por outro, o edifício da antiga estação da CP, praticamente recuperado e adaptado à nova funcionalidade, será previsivelmente inaugurado no dia 25 de abril, feriado nacional, passando a ser Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção. Uma antiga aspiração da filarmónica centenária finalmente concretizada para alegria dos músicos e orgulho dos monçanenses.

Constando no plano rodoviário (ou de proximidade) nacional para 2017, está igualmente prevista a criação de uma rotunda no cruzamento de S. Pedro. Na reunião do executivo, Augusto de Oliveira Domingues prometeu interceder junto dos responsáveis para o cumprimento temporal daquela obra, deixando o compromisso que, pelo poder central ou pelo poder local, a rotunda será construída.

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MONÇÃO: “FIGURA DE JOÃO VERDE TERÁ MAIS ESCALA E VISIBILIDADE NOS PRÓXIMOS ANOS”

Apresentado no passado sábado, no Cine Teatro João Verde, volume dois de “Prosas e Alguns Versos de João Verde”, recolha e compilação de textos de Fernando Prego, é um contributo importante para que a obra do autor de Ares da Raya fique mais completa e a nossa terra, Monção, mais enriquecida. Paulo Esteves referiu que a presente publicação é “uma achega importante ao universo de João Verde” que “ajuda a compreender melhor a versatilidade literária e dimensão poética e humanista do poeta maior das letras monçanenses”.

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A publicação “Prosas e Alguns Versos de João Verde II”, fruto da recolha e compilação de textos de João Verde por parte de Fernando Prego, foi apresentada no passado sábado, 11 de fevereiro, no Cine Teatro João Verde perante um público bastante interessado e interventivo que compareceu em número significativo.

Nesta sessão, englobada nos 150 anos de nascimento do poeta monçanense, realizou-se ainda a conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, da autoria de Artur Anselmo, presidente da Academia das Ciências de Lisboa. Palestra esclarecedora e elucidativa sobre o papel e influência de João Verde na literatura galaico-minhota.

Na abertura, o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, referiu que a presente publicação é “uma achega importante ao universo de João Verde” que “ajuda a compreender melhor a versatilidade literária e dimensão poética e humanista do nosso ilustre conterrâneo”, contribuindo para que “ a obra do autor de Ares da Raya fique mais completa e a nossa terra, Monção, mais rica”.

Seguiram-se algumas novidades: “É nossa intenção dar mais escala à figura de João Verde. Há muito a fazer. Em quantidade e em qualidade. Vamos reforçar aquilo que já temos e avançar com outras iniciativas dinamizadoras e inovadoras. Temos algumas ideias que estamos a amadurecer para transformar em projeto e, numa fase posterior, numa realidade palpável”.

A propósito, deixou “um compromisso firme e sério que João Verde terá uma maior visibilidade nos próximos anos” e agradeceu o trabalho de Fernando Prego, dizendo: “Monção fica-lhe reconhecido pelas horas de pesquisa e investigação, pelo tempo precioso que tirou à família e pela homenagem prestada a João Verde. Obrigado por nos facultar a oportunidade de ficarmos mais esclarecidos sobre a figura e a obra de João Verde”.

Valorizar universo literário de João Verde

A presença de público serviu como um incentivo extra para Fernando Prego que, bastante satisfeito com a afluência de pessoas, sublinhou as motivações que estiveram na origem desta publicação. Primeira: trazer à tona crónicas até agora desconhecidas. Segunda: juntá-las num volume para disponibilizar ao público interessado. Terceira: valorizar o brilhante universo literário de João Verde.

Um trabalho que Fernando Prego promete continuar a fazer ou, como diz, socorrendo-se de Saramago, ”vida havendo e saúde não faltando”, para que seja possível disponibilizar o precioso legado do poeta maior das letras monçanenses. “O tempo há de chegar”, acrescenta, desta vez, “bebendo” as palavras de Saavedra, amigo de João Verde.

E enquanto aguardamos por mais, o que podemos esperar deste volume? Na resposta, Fernando Prego referiu que há muito que ler e assimilar porque, adiantou, João Verde aborda nas suas crónicas temas variados e sempre atuais, “amparando-se”, para isso, nos diferentes pseudónimos que utilizou nos seus textos, umas vezes acutilantes, outras vezes ternurentos.  

Obra literária multifacetada e universal

Na conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, Artur Anselmo sublinhou o amor à terra e a vontade de aproximação à Galiza por parte de João Verde, enaltecendo a obra multifacetada do poeta monçanense com palavras de apreço, arrebatamento e admiração.

Fica uma amostra: “….a vida tranquila de uma vila de província e dos seus habitantes desliza agilmente nas suas crónicas, muitas vezes, sobressaltadas por excesso de lirismo, deslumbramento perante a paisagem, grande emoção quando escreve sobre as romarias e enorme candura quando aborda tradições e um passado grandioso que existe na sua sensibilidade de poeta e coração monçanense”.

Na apresentação da obra, Henrique Barreto Nunes, antigo diretor da Biblioteca Pública de Braga, enalteceu a sensibilidade universal e criatividade do poeta, realçando a forma mordaz, assertiva e brejeira na hora de escrever. Destacou a sua obra literária, em poesia e prosa, como uma referência obrigatória no contexto literário da região transfronteiriça.

Contrariamente ao primeiro volume, que “guarda” apenas crónicas inseridas no jornal “O Regional”, este segundo volume apresenta textos e poemas que João Verde assinou em outros periódicos e revistas (O Alto Minho, Independente, Branco e Negro, Almanaque Vianense) através dos pseudónimos Marcos de Portela, Brás Inácio, Fernão Menino, Rip e João Seco.  

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MONÇÃO SENSIBILIZA PARA POR UM NAMORO SEM VIOLÊNCIA

No dia dos namorados, 14 de fevereiro, alunos do ensino regular e profissional apresentam trabalhos (músicas RAP, cartazes e slogans) contra a violência no namoro. O objetivo central é capacitar os alunos para a importância de estabelecer e manter relações saudáveis de namoro. No fundo, respeitar quem gosta de nós. A um coração puro corresponde um amor seguro.

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No dia 14 de fevereiro, terça-feira, dia dos namorados, decorre a apresentação de trabalhos referentes a dois concursos lançados no âmbito do programa de prevenção contra a violência no namoro. Destinados a alunos do ensino secundário e profissional, a iniciativa, com início às 9h30, realiza-se no Cine Teatro João Verde.

Um dos concursos consiste na criação de uma música RAP contra a violência no namoro e outro na conceção de um slogan/cartaz alusivo à temática. Anteriormente, realizaram-se diversas ações de sensibilização/informação com alunos da Escola Secundária de Monção e EPRAMI, polo de Monção.  

O júri é constituído por um representante da CAP do Agrupamento de Escolas de Monção, pela diretora da EPRAMI, polo de Monção, Cristina Dias, e pelo músico Jorge Nande. Os trabalhos premiados serão utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro.

A presente iniciativa é desenvolvida em parceria pelo Município de Monção, EPRAMI, polo de Monção, Agrupamento de Escolas de Monção, através do Projeto Haja Saúde, e Projeto Doequ@l, do Gabinete de Apoio à Família (GAF). O objetivo central é capacitar os alunos para a importância de estabelecer e manter relações saudáveis de namoro.

SÉRGIO GODINHO ATUA NO CINE TEATRO JOÃO VERDE EM MONÇÃO

O espetáculo realiza-se no dia 4 de março, sábado, pelas 21h30. Os bilhetes, ao preço unitário de 10,00 €, podem ser adquiridos ou reservados, até 5 dias antes do espetáculo, na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu Martins, T. 251 649 013.

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Sérgio Godinho atua no Cine Teatro João Verde no dia 4 de março, sábado, pelas 21h30. Os bilhetes, ao preço unitário de 10,00 €, podem ser adquiridos ou reservados, até 5 dias antes do espetáculo, na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu Martins, T. 251 649 013.

Cantor, compositor, escritor (para adultos e crianças), ator (de teatro e cinema), realizador, Sérgio Godinho é, para citar uma das suas canções clássicas, o verdadeiro “homem dos sete instrumentos”, cujo trabalho tem sido admirado e aplaudido por gerações de portugueses.

Numa carreira artística de invejável longevidade, que se prolonga há mais de 40 anos de modo quase intocável, foi o seu trabalho enquanto cantor-compositor que o tornou num ícone capaz de reunir à volta das suas canções pessoas de diferentes idades, vivências e aspirações.

A presença de Sérgio Godinho em Monção insere-se no projeto “Conta-me Histórias”, ciclo de conversas-concerto com conhecidos músicos portugueses, onde estes revelam alguns pormenores menos “falados” das suas carreiras. Estas histórias são acompanhadas por algumas das suas músicas mais relevantes em registo acústico.

MONÇÃO ACOLHE SEGUNDO “CICL-ONE” COM GOBI BEAR

Depois da estreia em janeiro com “O Manipulador”, “Cicl-one” ciclo de concertos de canta-autores, regressa esta sexta-feira, 10 de fevereiro, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde, com atuação de Gobi Bear. A entrada é gratuita, encontrando-se limitada aos lugares disponíveis. Durante a tarde, decorre um workshop para alunos do ensino secundário, onde o artista aborda o processo criativo na construção dos textos e das músicas.

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A segunda edição de “Ciclo-ne”, ciclo de música entre janeiro e abril com canta-autores emergentes nacionais e internacionais, continua esta sexta-feira, 10 de fevereiro, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde. A entrada é gratuita, encontrando-se limitada aos lugares disponíveis.

Mais do quem uma banda de um homem só, Gobi Bear é um alter-ego. Deixa as cordas soar como querem, apontando-lhe caminhos simples ou labirintos de distorções sustentados em canções guiadas por uma voz meiga. Ao vivo, camufla-se no ambiente ou provoca-o com barulho. Sozinho, desliga-se do mundo para o recriar.

Com produção da Bulletseed e apoio da autarquia monçanense,“Cicl-one” compreende ainda workshops para os alunos do ensino secundário, onde os artistas abordarão o processo criativo na construção dos textos e músicas. Depois de “O Manipulador” e Gobi Bear, segue-se Coelho Radioactivo, em março, e Daily Misconceptions, em abril. Sempre no Cine Teatro João Verde.

XXVIII JORNADAS TEOTONIANAS DEBATEM EM MONÇÃO “FÁTIMA EM CEM (100) ANOS - 1917/2017”

As jornadas deste ano, nos dias 17 e 18 de fevereiro, assinalam o centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima com conferências de Pedro Valinho Gomes e Dário Pedroso. O Arciprestado de Monção refere que as conferências ajudarão a compreender melhor a mensagem de Fátima, um caminho que se percorre nas estradas nacionais ou no interior de cada um de nós.

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O Arciprestado de Monção promove nos dias 17 e 18 de fevereiro, sexta-feira e sábado, a XXVIII edição das Jornadas Teotonianas. Este ano, que assinala o centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, o tema central é “Fátima em Cem (100) Anos – 1917/2017”.

As conferências decorrem no Salão Paroquial de Monção, tendo início às 21h00. A semelhança das edições anteriores, a sala promete estar bem preenchida com público interessado e interventivo. Na sexta-feira, o palestrante será Pedro Valinho Gomes e, no sábado, Dário Pedroso.

Pedro Valinho Gomes é licenciado em Teologia com uma especialização em Estudos Bíblicos e doutoramento em Filosofia da Religião. Dário Pedroso é um sacerdote jesuíta com dezenas de obras publicadas, em particular sobre temas de espiritualidade cristã.

Sobre a temática deste ano, o Arciprestado de Monção refere que as conferências ajudarão a compreender melhor a mensagem de Fátima, tão esquecida e ignorada por tanta gente, adiantando que, cem anos depois dos acontecimentos narrados pelos pastorinhos, permanece a oportunidade de uma mensagem que continue a chamar e envolver o homem num caminho de conversão e mudança de vida.

Fátima é um caminho que se percorre nas estradas nacionais ou no interior de cada um de nós. Ainda temos na memória a visita da imagem peregrina a todas as dioceses de Portugal, onde se incluiu o Arciprestado de Monção, arrastando consigo multidões de fiéis que, jubilosamente, acompanharam a imagem peregrina e se concentraram em momentos de oração.

Em 1917, Nossa Senhora apareceu em Fátima a três crianças, trazendo uma mensagem revolucionária de ternura e afeto que transforma as pessoas por dentro e as leva a descobrir o sentido da vida e a alegria de viver em harmonia e saudável convivência.

Paulatinamente, juntaram-semultidões de pessoas que aspiravam por uma mensagem que, em dias de guerra, falava de paz e da conversão. Uma mensagem que Bento XVI definiu como “uma visão de paz e uma luz de esperança que se projeta sobre a história e que nela assumiu um lugar central”.

MONÇÃO APRESENTA PUBLICAÇÃO SOBRE JOÃO VERDE

“Prosas e Alguns Versos de João Verde II (e outros pseudónimos de José R. Vale)”, recolha e compilação de poemas e textos do autor por Fernando Prego, é apresentado este sábado, 11 de fevereiro, pelas 16h00, no Cine Teatro João Verde.

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A publicação“Prosas e Alguns Versos de João Verde II (e outros pseudónimos de José R. Vale)”, recolha e compilação de poemas e textos do autorpor Fernando Prego, é apresentado no próximo sábado, 11 de fevereiro, no Cine Teatro João Verde.

Antes decorre a conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, proferida por Artur Anselmo, presidente da Academia das Ciências de Lisboa. A cerimónia, realizada no âmbito dos 150 anos do nascimento de João Verde, tem início à 16h00, encontrando-se aberta a todos os interessados.

Neste segundo volume, Fernando Prego apresenta poemas e crónicas publicadas em jornais onde João Verde escrevia com certa regularidade, bem como determinados textos escritos pelo autor com recurso a outros pseudónimos, alguns totalmente desconhecidos do público. 

Complementando o primeiro volume, onde estão apenas inseridos textos do jornal “O Regional”, a presente publicação contribui para um conhecimento mais profundo do autor monçanense, enriquecendo o universo literário do poeta nascido a 2 de novembro de 1866, no Largo da Palma, e falecido a 7 de fevereiro de 1934, na Casa do Arco.

CAPTURA DA LAMPREIA: AUTARCAS DEFENDEM ABERTURA MAIS CEDO A MONTANTE DO RIO MINHO

Autarcas de Monção e Salvaterra de Miño, Augusto de Oliveira Domingues e ArturoGrandal, defendem que a pesca à lampreia nas pesqueiras, com início no dia 15 de fevereiro, deve iniciar-se mais cedo. E disso tem dado conta aos comandantes das capitanias de Caminha e Tui.

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A pesca à lampreia a jusante do rio Minho abriu no passado dia 3 de janeiro, contudo, a captura daquele ciclóstomo a montante, feita essencialmente em pesqueiras, construções de pedra junto ao rio Minho existentes nos concelhos de Monção e Melgaço, só é possível a partir de 15 de fevereiro.

Uma diferença de mês de meio que não agrada a autarcas, pescadores e empresários da restauração, considerando, em uníssono, que é muito tarde para quem vive exclusivamente da pesca ou encontra naquela atividade um complemento económico à sua profissão.  

Desta forma, todos os intervenientes na pesca da pesca, direta ou indiretamente, defendem que a abertura da pesca a montante do rio Minho deveria fazer-se mais cedo, permitindo que antes do 15 de fevereiro seja possível a comercialização e confeção da lampreia capturada nas pesqueiras.

Considerada mas gostosa e batida em virtude do trajeto entre a foz e a zona das pesqueiras, pescadores e empresários da restauração alertam para a importância económica da pesca da lampreia, lamentando que a abertura tardia esteja a prejudicar o “negócio”.

A autarquia monçanense, à semelhança da sua congénere de Salvaterra de Miño, tem consciência dessa realidade e, por diferentes meios, tem feito chegar essa reivindicação aos responsáveis, procurando sensibilizá-los para uma antecipação da presente data.

“Mês e meio de diferença entre o jusante e o montante do rio Minho é muito tempo. Penso que esta situação prejudica seriamente pescadores e restaurantes, algo que não pode acontecer” refere Augusto de Oliveira Domingues, completando:

“Tanto eu, como o Alcalde de Salvaterra de Miño, ArturoGrandal, temos falado com oscomandantes das capitanias de Caminha e Tui, fazendo-os sentir a necessidade em alterar a data, encurtando o tempo entre a foz e os nossos concelhos. O dia 1 de fevereiro parece-nos uma data razoável”.

Refira-se que, entre 15 de janeiro e 15 de abril, decorre a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência”. Os restaurantes de Monção que participam nesta promoção, 18 no total, tem servido lampreiade várias formas que, contranatura, tem de ser compradas fora do concelho.

DESEMPREGO: MONÇÃO É O CONCELHO DO MINHO COM MAIOR DIMINUIÇÃO PERCENTUAL NO ÚLTIMO ANO

Entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, Monção teve uma descida de 29,88%, equivalente a menos 188 desempregados. Estes dados, publicados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, colocam o nosso concelho como o melhor, em termos de redução percentual, entre os 24 municípios da região do Minho.Para Augusto de Oliveira Domingues, este resultado positivo deve-se à atratividade fiscal do município e à vontade dos empresários nacionais e locais em investirem na nossa terra.

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Entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, o desemprego em Monção diminuiu 29,88%, passando de 629 para 441 pessoas, equivalente a menos 188 desempregados. Este resultado, que remonta a números de uma década atrás, coloca o nosso concelho como o melhor, em termos de redução percentual, entre os 24 municípios da região do Minho.

Estes valores, publicados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional na habitual avaliação mensal, refletem a opção fiscal e a estratégia de desenvolvimento do atual executivo municipal mas também a vontade e a capacidade dos empresáriosnacionais e locais que, nos últimos tempos, tem investido no nosso território.

O autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, denota satisfação pelos resultados obtidos e persistência em trilhar o mesmo caminho: “Cerca de duzentas pessoas que, em finais de 2015 estavam no desemprego, encontram-se agora numa situação melhor. É positivo mas não chega. Faltam os restantes. Épor eles que prometemos continuar a trabalhar com a mesma firmeza e determinação”.

Lembra ainda a importância do tecido empresarial na concretização deste resultado: “Tem havido um forte investimento privado no nosso concelho. Fruto da atratividade que oferecemos em termos de fiscalidade mas também da sua vontade em investirem na nossa terra. Um agradecimento a todos com destaque para os empreendedores monçanenses”.

O desemprego desceu em todos os concelhos da região minhota. No distrito de Braga, contabilizam-se agora 37 236 desempregados, menos 9 115 que em finais de 2015. No distrito de Viana do Castelo, assistiu-se à redução de 1 856 desempregados, situando-se agora em 8 440.  

Os concelhos de Vila Nova de Cerveira, com 24,85%, e Ponte de Lima, com 20,97%, acompanham Monção nos lugares cimeiros do posicionamento distrital. Relativamente ao distrito de Braga, a descida mais acentuada verificou-se no concelho de Amares com 25,55%. 

Aposta no emprego e fixação de pessoas

A criação de emprego e fixação de pessoas na sua terra é, desde sempre, o grande objetivo do atual executivo. Nesse sentido, a autarquia tem encetado diversas ações em distintas direções, evidenciando argumentos e medidas atrativas junto dos empresários.

Estas relacionam-se com taxas, tarifas e licenças a preços reduzidos, a ausência de derrama (Monção não tem imposto sobre o lucro tributável das empresas) e as condições criadas no Pólo Empresarial da Lagoa com acessos funcionais, lotes infraestruturados a valores favoráveis e instalação de rede de fibra ótica.

Outra razão de atratividade prende-se com a proximidade à Galiza. A cidade de Vigo, servida por aeroporto e porto de mar, está à distância de trinta quilómetros. Referência ainda para a criação do Gabinete de Apoio à Criação de Emprego, Empreendedorismo e Captação de Emprego (GACEECI), ajudando os cidadãos a “arranjar” emprego e esclarecendo os empresários sobre as vantagens de investirem em Monção.

EXECUTIVO MONÇANENSE APROVA EXPROPIAÇÃO DE IMÓVEL NA ENVOLVENTE DA ANTIGA ESTAÇÃO

Após um processo negocial inconclusivo, executivo aprova início de expropriação da única parcela em falta para a reabilitação urbanística daquela área. Segue-se agora uma proposta formal aos proprietários do imóvel que tem um período de vinte dias, após a receção da mesma, para se pronunciarem. Entretanto, esta manhã teve início a demolição de mais uma habitação, dando seguimento ao processo iniciado no passado dia 18 de janeiro com a demolição de dois imóveis.

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O Executivo Municipal de Monção, reunido na noite da passada segunda-feira, 30 de janeiro, na Biblioteca Municipal de Monção, deliberou, por unanimidade, iniciar o processo de expropriação de um prédio urbano situado na Travessa da Cova do Cão, zona de proteção do Castelo de Monção, monumento nacional desde 1910.

A presente deliberação prende-se com a necessidade de demolir aquele prédio urbano devoluto e sem condições de habitabilidade com a finalidade de permitir a reabilitação urbanística daquela zona que teve início com a beneficiação, em curso, do edifício da antiga estação da CP. Trata-se da parcela em falta para a reabilitação daquele espaço.

Esta decisão surge após um processo negocial inconclusivo. Segue-se agora uma proposta formal aos proprietários do imóvel que tem um período de vinte dias, após a receção da mesma, para se pronunciar. Caso não haja resposta ou esta seja negativa, cumpre-se a deliberação do executivo municipal.

Entretanto, esta manhã teve início a demolição de mais uma habitação naquela área, propriedade dos herdeiros de Guilhermina Teixeira Ferreira, dando seguimento ao processo iniciado no passado dia 18 de janeiro com a demolição de dois imóveis, propriedade da “Vianachandler, Abastecimento Alimentar Portuário, Lda”.

A presente intervenção, executada pelos serviços camarários, representa mais um passo na requalificação do antigo largo da estação da CP, espaço servido por vários estabelecimentos comerciais e serviços públicos e com um significativo fluxo de trânsito rodoviário.

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GOD: ESPETÁCULO DIVINAL SOBE AO PALCO DO CINE TEATRO JOÃO VERDE ESTE SÁBADO EM MONÇÃO

Joaquim Monchique, rei do universo e criador do espaço e do tempo, agora também estrela nos palcos, promete momentos hilariantes e doses de gargalhadas. A comédia “God” está a escassos lugares de ficar esgotada. Últimos bilhetes, a 10.00 € cada, podem ser adquiridos na Loja Interativa de Turismo (T. 251 649 013).

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A comédia “God”, protagonizada por Joaquim Monchique, sobe ao palco do Cine Teatro João Verde este sábado, 4 de fevereiro, pelas 21h30. A sala, com capacidade para 292 lugares sentados, está praticamente completa. Últimos bilhetes, a 10.00 € cada, podem ser adquiridos na Loja Interativa de Turismo (t. 251 649 013).  

Neste espetáculo divinal, com texto original de David Javerbaum (vencedor de 13 emmys e 2 grammys) e encenação de António Pires, Joaquim Monchique, rei do universo e criador do espaço e do tempo, agora também estrela nos palcos, promete proporcionar vários momentos hilariantes e arrancar doses de gargalhadas ao público presente.

Na sinopse, pode ler-se: “No dia e à hora marcada para este espetáculo, Deus vai descer à terra. Para que o público o possa ver e ouvir, através de Joaquim Monchique, vai anunciar o estado das coisas na terra que, como era de esperar, não se encontra de boa saúde.

Chegou pois a hora de Deus e os seus dois anjos, Miguel e Gabriel, mudarem o rumo da humanidade e tornarem a vida terrena mais aprazível. Com um extraordinário sentido de humor, a comédia que fez furor na Broadway está agora em Portugal. Preparem-se. Ele vem aí”.

MONÇÃO E SALVATERRA DE MIÑO, DOIS NAMORADOS UNIDOS PELO RIO MINHO

Associações ambientalistas de Portugal e Espanha, ATEARAIA e Lazoiro, assinalam o Dia dos Namorados no dia 12 de fevereiro, domingo, com um passeio apaixonado pelos lugares românticos das duas localidades banhadas pelo Rio Minho. Os quatro quilómetros de caminhada serão preenchidos com momentos para contemplar a paisagem e paragens para interiorizar histórias do relacionamento entre as duas comunidades. Para ouvir com atenção e de mãos dadas. Como dois namorados.

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A Associação Transfronteiriça de Educação Ambiental – ATEARAIA e a AsociaciónLazoiro promovem no dia 12 de fevereiro, domingo, uma caminhada pelos lugares mais românticos de Monção e Salvaterra de Miño, localidades transfronteiriças banhadas pelo rio Minho e servidas por uma ponte internacional há mais de duas décadas.

Com a colaboração da autarquia monçanense, o percurso tem uma extensão de quatro quilómetros com dificuldade baixa/moderada, iniciando-se, pelas 14h30, junto aos painel de azulejos de João Verde, na Avenida General Humberto Delgado, conhecida como Avenida dos Néris.

Não podia ser melhor escolha, uma vez que o poeta maior das letras monçanenses deixou bem expresso, através do poema “Vendo-os assim tão pertinho”, visível naquele mural, o carinho e afeição pelo povo da outra margem e a certeza que o “casamento” seria uma realidade para os dois “namorados”.

Aqui fica o poema publicado em “Ares da Raya” no ano de 1902:“Vendo-os assim tão pertinho / A Galiza mail`o o Minho / São como dois namorados / Que o rio traz separados / Quasi desde o nascimento / Deixai-os, pois, namorar / Já que os pães para casar / Lhes não dão consentimento”.

O custo de 3,00 € para sócios e de 5,00 € para não sócios inclui seguro, bolo e chá, encontrando-se as inscrições abertas na página oficial da ATEARAIA no Facebook - www.facebook.com/atearaia. A organização aconselha os participantes a trazerem roupa adequada, água e caneca para o chá. 

Com esta iniciativa, pretende-se comemorar o Dia dos Namorados, que se assinala a 14 de fevereiro, terça-feira, e transmitir aos presentes alguns momentos históricos que evidenciamo relacionamento entre duas comunidades ribeirinhas que, nos dias que correm, não vivem uma sem a outra.

Constitui uma oportunidade excelente para conhecer um pouco melhor a envolvência histórica dos dois povos, bem como determinados episódios que marcaram a vida cultural e social de ambas as comunidades. Para ouvir com atenção e de mãos dadas. Como dois namorados.

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MONÇÃO REQUALIFICA LARGOS, ESTRADAS E FONTANÁRIOS EM PIAS

Um mandato de grande investimento na rede viária da freguesia que será complementado no presente ano com a concretização de uma ideia que gemina na cabeça de Agostinho Correia, presidente da junta de freguesia, há alguns anos: A Feira da Foda.

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O Presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, acompanhado pela Vice-Presidente, Conceição Soares, e o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, deslocou-se, em finais da semana passada, à freguesia de Pias.

Esta visita esteve inserida no périplo pelas 24 uniões/freguesias que o autarca monçanense efetua desde meados do último ano com o propósito de atingir dois objetivos: verificar no terreno os investimentos feitos e auscultar os eleitos locais e populares sobre as necessidades atuais e futuras.

Conduzidos pelo presidente da Junta de Freguesia de Pias, Agostinho Correia, a comitiva percorreu vários lugares da freguesia, tendo a possibilidade de observar o cuidado colocada na limpeza e constatar o forte investimento desenvolvido na rede viária com o melhoramento de caminhos, estradas, largos e fontanários.

Alguns exemplos: Caminho da Fichua, Caminho do Outeiro ao Paço (1ª fase), Estrada do Lamoso, 3ª Fase da Avenida, Estrada do Senhor da Cana Verde, Rua Adriano Gomes, Senhor da Coluna, Caminho da Palma, Caminho de Eirado de Baixo, Caminho Diversos em Pias de Baixo, e Caminho de Pias de Baixo à Ponte do Gadanha.

Em execução encontram-se a construção de casas de banho públicas na envolvente do Largo do Encontro e a segunda fase do Caminho do Outeiro ao Paço, o qual beneficiou de alargamento e construção de muros, faltando apenas os trabalhos de asfaltamento.

Uma obra relevante para a população daquela zona, uma vez que possibilitará um acesso facilitado a outros lugares da freguesia, passando a permitir o acesso e circulação de ambulâncias e veículos de maior porte, algo que não acontece nos dias de hoje.

Investimento importante que marca o atual mandato de Agostinho Correia foi a requalificação do Largo do Cruzeiro, em Cristelo, disponibilizando aos residentes um espaço público atrativo para o descanso e convívio. A inauguração, com bênção do Padre Agostinho Caldas Afonso, decorreu no último dia das Festividades em Honra de S. Tiago.

A recuperação daquele largo constituiu um exemplo perfeito de bom gosto e gestão dos recursos disponíveis. Por um valor inferior a 10 mil euros, recuperou-se o cruzeiro existente e alindou-se a envolvente com colocação de cubo, um banco corrido, jardineiras, três oliveiras e um “comboinho” com treze toros de madeira floridos ligados entre si.

Focado na realização da 1ª Feira da Foda, dias 25 e 26 de março, Agostinho Correia aproveitou a presença do executivo monçanense para abordar o programa previsto e os objetivos inerentes à iniciativa gastronómica. Augusto de Oliveira Domingues congratulou-se com o aparecimento deste certame no Vale do Gadanha e referiu que, dentro dum quadro de razoabilidade financeira, está disponível para apoiar o evento.

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MONÇÃO VALORIZA REDE VIÁRIA E ALARGAMENTO DO CEMITÉRIO EM BELA

Junto ao rio Minho e atravessada pela EN 202, a freguesia da Bela aposta na qualidade de vida dos seus habitantes. Este sábado, em visita efetuada à freguesia, Augusto de Oliveira Domingues confirmou e enalteceu a estratégia do executivo local.

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Dando continuidade às deslocações que vem efetuando às uniões/juntas de freguesia, verificando localmente os investimentos efetuados e as prioridades para os próximos tempos, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, visitou, no passado sábado, a freguesia da Bela.

Acompanhado pela Vice-Presidente, Conceição Soares, e o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, foi recebido pelo executivo local: Gorete Amoedo Luís, presidente, Manuel António Gonçalves, secretário, e Sérgio Gonçalves Caldas, tesoureiro. A acompanhar a visita esteve também a Alto Minho TV.

Após reunião de trabalho, na sede da junta de freguesia, decorreu a visita a vários lugares da freguesia intervencionados ou a intervencionar, começando com uminspirador percurso pelos 21 passos da via-sacra. Um roteiro aconselhável a quem visita a freguesia da Bela, onde foi possível conferir o cuidado da junta na limpeza e beneficiação daquele trajeto religioso.

A comitiva prosseguiu a visita com deslocações a pequenos espaços de lazer e descanso e a caminhos valorizados pela junta de freguesia através da colocação de novo pavimento (cimento ou alcatrão) e, em algum casos, alargamento da via e construção de muros.

Paragens em Marco Furada, da Burnaria a Pousa, Martizes, Arnado, Costa, Giesteira e Recanto da Carvalheda, beneficiado com calçada à portuguesa, verificando-se que o trabalho da junta da freguesia estive direcionado para a valorização da qualidade de vida das pessoas, melhorando a rede viária para as habitações e campos agrícolas.

Referencia ainda para a requalificação da Estada Nacional 202, via que atravessa a freguesia. A junta manifestou alguma preocupação com a condução das águas e as valetas, revelando, contudo, que os trabalhos de beneficiação foram importantes para uma circulação mais segura e fluente.

Com prioridades na defesa e potenciação da zona ribeirinha da freguesia, onde está pensada a criação do trilho pedestre das pesqueiras, a comitiva passou ainda pelo cemitério da freguesia, confirmando a excelência dos trabalhos efetuados no alargamento daquele espaço situado junto à igreja paroquial e à casa mortuária.

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MONÇÃO SORTEIA DOIS LUGARES VAGOS NA FEIRA SEMANAL

Admitidos cinco concorrentes, o sorteio realiza-se no dia 26 de janeiro, quinta-feira, pelas 10h00, no Museu do Alvarinho. Em anexo, a listagem dos concorrentes admitidos.

A apresentação de candidaturas para dois lugares vagos na Feira Semanal de Monção terminou na passada sexta-feira, 20 de janeiro, tendo concorrido seis feirantes, cinco admitidos e um excluído em função da atividade exercida (CAE constante da certidão permanente).

Oslugares serão entregues mediante sorteio público a realizar no dia 26 de janeiro, quinta-feira, pelas 10h00, no Museu do Alvarinho. Desta forma, nesta data todos os concorrentes admitidos deverão comparecer, ou fazer-se representar, naquele ato público.

Os dois lugares, números 82 e 167, referem-se a comércio a retalho em bancas, feiras e unidades móveis de venda, têxteis, vestuário, calçado, malas e similares. Conforme informação tornada pública, o sorteio dos lugares destinava-se a pessoas singulares e coletivas portadoras do título de exercício de atividade ou de cartão de feirante.

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LARGO DE S. TIAGO EM MONÇÃO VAI SER REQUALIFICADO

No âmbito do périplo pelas 24 uniões/freguesias do concelho, Augusto de Oliveira Domingues deslocou-se a Barbeita, visitando os investimentos feitos e tomando contacto com as necessidades da população. Na bagagem, levou a notícia que o Largo de S. Tiago vai ser objeto de requalificação.

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A requalificação do Largo de S. Tiago, aspiração da Junta de Freguesia de Barbeita no atual mandato, vai ser uma realidade. O projeto de execução está concluído e os primeiros trabalhos, estimados em 70 mil euros, avançam nos próximos meses.

Esta informação foi comunicada ao executivo local pelo presidente da autarquia, Augusto de Oliveira Domingues, que esteve recentemente em Barbeita no âmbito do périplo pelas 24 uniões/freguesias do concelho para visitar os investimentos em curso e inteirar-se das preocupações e prioridades dos eleitos locais.

Nesta deslocação, Augusto de Oliveira Domingues esteve acompanhado pelos vereadores, Conceição Soares e Paulo Esteves, bem como pelo executivo local constituído por Nuno Lima, presidente, Isabel Gonçalves, secretária, e Andrea Caldas, tesoureira.

Depois do encontro na sede da junta de freguesia, onde teve lugar uma primeira avaliação sobre o trabalho feitona freguesia e as principais necessidades da população, a comitiva deslocou-se a diferentes pontos da freguesia objeto de intervenção no âmbito da rede viária.

Casos do caminho de Merim, caminho de Tarendo e início do acesso ao Castro da Assunção junto ao antigo campo de futebol, hoje pista de hipismo da Associação Desportiva e Equestre que, no passado mês de dezembro, inaugurou novas boxes para os cavalos.

Neste capítulo, o executivo local manifestou grande preocupação com o estado do pavimento da EM 504, bastante frequentada pelos automobilistas, defendendo a sua beneficiação. Na resposta, Augusto de Oliveira Domingues comunicou que o troço daquela estrada no “Alto de Santiago” será beneficiado, tendo os trabalhos já sido adjudicados.

Nesta manhã fria de janeiro, a Junta de Freguesia de Barbeita manifestou também vontade em ver implementada a toponímia na freguesia. O processo encontra-se em andamento, garantindo, em conjunto com as restantes freguesias em falta, a conclusão deste investimento em todo o concelho.

A visita a Barbeita englobou ainda uma paragem no cemitério da freguesia, sendo possível avaliar no local a limpeza daquele espaço e a qualidade dos trabalhos de requalificação e alargamento que permitiu a disponibilização de mais de100 novas sepulturas.

Em permanente contacto com a população, a comitiva teve ainda a oportunidade de assistir aos trabalhos de recuperação da palmeira da freguesia. Feita por especialista, esta intervenção assume carater prioritário, uma vez que a palmeira é uma referência da freguesia e um elemento identitário de todos osbarbeitenses.

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CONFRARIA DA “FODA” DE MONÇÃO ELEGE DIRIGENTES

Eleição dos órgãos sociais e tomada de posse realizou-se no passado sábado, 21 de janeiro, na sede da Junta de Freguesia de Pias.No decorrer da 1ª Feira da Foda, 25 e 26 de março, terá lugar a apresentação pública da confraria, bem como a entronização dos primeiros confrades.

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Registada oficialmente no dia 19 de outubro do ano passado, a “Confraria da Foda Pias-Monção” elegeu no passado sábado, 21 de janeiro, na sede da Junta de Freguesia de Pias, os respetivos órgãos sociais. De seguida, realizou-se a tomada de posse dos membros eleitos.

A direção é presidida por Edmundo Agostinho Rodrigues Correia, contando ainda com os seguintes elementos: José Manuel Fernandes Domingues, Márcio Teixeira Ferreira, Cátia Susana Lima Gonçalves e Ana Paula Moreira Rodrigues do Vale.

Na Assembleia Geral, estão Francisco Manuel de Sousa Lopes Vaz,
Lídia Pombo Soutelo Pinheiro e Júlio César Fernandes Pereira. Por sua vez, o conselho fiscal é ocupado por Artur Agostinho Fernandes Duarte, Carla Marisa Duarte Marinho eJosé Alberto Afonso de Campos.

Lembramos que nos dias 25 e 26 de março realiza-se a 1ª Feira da Foda, no Largo da Senhora do Encontro, em Pias. Nessa altura, terá lugar a apresentação pública da “Confraria da Foda Pias-Monção”, bem como a entronização dos primeiros confrades.

O objetivo da confraria é valorizar e promover o cordeiro assado no forno, conhecido como “Foda à Monção”, e ainda preservar a feira secular de gado que se realiza na freguesia e que esteve na origem do nome dado aquele prato emblemático da gastronomia local.

AFINAL, PEDRO CHAGAS FREITAS NÃO FALHOU NEM PERDEU

Autor de “Prometo Falhar” e “Prometo Perder”, proporcionou aos leitores monçanenses uma viagem pelos recantos que nos fazem felizes, pelos sentimentos que nos rasgam sorrisos e pelas emoções verdadeiras embaciadas pelo brilho dos olhos. Quem falhou e perdeu? Simples. Aqueles que não vieram.

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O habitual encontro mensal com escritores, iniciativa promovida pelos serviços da Biblioteca Municipal de Monção, voltou a revelar-se uma aposta ganha. Na última sexta-feira, com a presença de Pedro Chagas Freitas, o átrio daquele espaço cultural foi pequeno para tanta gente.

Com discurso fluente e espontâneo, apontado no sentido realista e metafórico da vida, a nossa vida, o autor de “Prometo Falhar” passou por Monção na passada sexta-feira, mais uma vez, para apresentar duas publicações recentes da sua autoria: “Prometo Perder” e “Envelhenescer”.

Um encontro feliz. Nas duas direções. Para Pedro Chagas Freitas porque encontrou leitores interessados e conhecedores da sua obra literária. Para o público monçanense porque teve a oportunidade de ouvir e questionar um dos autores mais conhecidos da literatura nacional com forte presença na rede social. 

O primeiro parágrafo da noite, que teve início às nove e meiae terminou perto da uma da manhã, foi escrito pelo vereador das atividades socioculturais, Paulo Esteves. Ao lado do escritor, aquele responsável traçou o “caminho pelas letras” de Pedro Chagas Freitas e enalteceu a sua “capacidade invulgar” para atrair gente jovem para a leitura.

Agradeceu-lhe a presença em Monção e desejou-lhe sucesso. A resposta do escritor, natural da cidade berço da nacionalidade, como nós, do Alvarinho, foi uma noite a roçar o sortilégio da magia com uma abordagem serena e descomplexada de sentimentos e emoções, de desafios e esperanças, de sonhos e concretizações.

Com a plateia atenta e interventiva, falou do seu percurso profissional até chegar a escritor, do papel da arte, qualquer uma, nas nossas vidas, da importância de saber perder para depois ganhar, do renascer para outros projetos quando os primeiros faliram, da vontade em seguir em frente, mesmo com pedras no sapato.

Deixou uma ideia que ficou a ecoar na cabeça da gente: “Só quem ama verdadeiramente corre o risco de perder. Os outros apenas correm o risco de continuar perdidos”.E um conselho: “Não desistam à primeira derrota nem percam a capacidade de lutar ao primeiro impasse. Parar é fácil mas não é o mais correto. Continuem até encontrar o lado certo da vida”.

Ao contrário do título dos seus livros, Pedro Chagas Freitas não falhou nem perdeu. Pelo contrário. Proporcionou aos leitores uma viagem pelos recantos que nos fazem felizes, pelos sentimentos que nos rasgam sorrisos e pelas emoções verdadeiras embaciadas pelo brilho dos olhos. Então, quem falhou e perdeu? Simples. Aqueles que não vieram.

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MONÇÃO AVANÇA COM PROJETO “LINGUAGEM ORAL – AVALIAR E INTERVIR PRECOCEMENTE”: AÇÕES DE FORMAÇÃO PARA PAIS E TÉCNICOS

Sessões realizam-se nos dias 3 e 4 de fevereiro na Biblioteca Municipal de Monção, dirigindo-se a técnicos com intervenção na área social e educacional e a encarregados de educação com filhos no pré-escolar e no 1º CEB.

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No âmbito do projeto “Linguagem Oral – Avaliar e Intervir Precocemente”, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, estão agendadas duas ações de formação dirigidas a encarregados de educação e a técnicos com intervenção na área social e educacional.

As sessões, a cargo de João Canossa Dias, decorrem nos dias 3 e 4 de fevereiro na Biblioteca Municipal de Monção. No dia 3, sexta-feira, pelas 21h00, está prevista a conferência “O Quebra-Cabeças: Como promover o domínio da leitura e escrita”. Com duração de 2h30, tem como destinatários pais com filhos no pré-escolar e no 1º CEB.

Nos dias 3 e 4, sexta-feira e sábado, a ação de formação destina-se a técnicos que atuam na área social e educacional. O tema geral é “Dificuldades na Comunicação, Linguagem e Fala: Compreender, Identificar e Prevenir”. No total, tem a duração de 12h00.

Formado em terapia da fala pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto, João Canossa Dias é mestre na área das Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra e graduado em Master ofSciencena área das perturbações da comunicação pela Universidade de Groningen.

O projeto “Linguagem Oral – Avaliar e Intervir Precocemente” têm como objetivos gerais a avaliação de todas as crianças de Monção com 4 anos nos diversos domínios da linguagem, a deteção de atrasos graves de desenvolvimento e a planificação de intervenções especializadas dirigidas às crianças com necessidades educativas especiais.

Pretende-se detetar e intervir precocemente para promover a reabilitação e integração escolar e social de crianças e jovens com necessidades educativas especiais. Contexto onde os educadores e encarregados de educação assumem um papel central quer na deteção quer na utilização de estratégias de intervenção.

O projeto, resultado de uma candidatura à Fundação Calouste Gulbenkian, envolve diversos parceiros: o Município de Monção, entidade promotora, o Agrupamento de Escolas de Monção e a Associação de Paralisia Cerebral de Viana do Castelo.

CONFRARIA DA FODA PIAS-MONÇÃO ELEGE ÓRGÃOS SOCIAIS

Registada oficialmente no dia 19 de outubro do ano passado, a “Confraria da Foda Pias-Monção” elege este sábado, 21 de janeiro, os órgãos sociais, seguindo-se a respetiva tomada de posse. A iniciativa decorre pelas 17h00, na sede da Junta de Freguesia de Pias.

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Lembramos que nos dias 25 e 26 de março realiza-se a 1ª Feira da Foda, em Pias. O objetivo da confraria é valorizar e promover o cordeiro assado no forno, conhecido como “Foda à Monção”, e ainda preservar a feira secular de gado que se realiza na freguesia e que esteve na origem do nome dado aquele prato emblemático da gastronomia local.

MONÇÃO PROCEDE À DEMOLIÇÃO DE DOIS IMÓVEIS NA ENVOLVENTE DA ANTIGA ESTAÇÃO DA CP

Intervenção insere-se no âmbito do projeto de requalificação urbanística da área envolvente da antiga estação da CP.A curto prazo, será demolido um terceiro imóvel, encontrando-se um quarto imóvel em fase de negociação com os respetivos proprietários, perspetivando-se, em caso de insucesso negocial, recurso à expropriação judicial daquela parcela, a única que falta para a beneficiação daquele espaço.

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No âmbito do projeto de requalificação urbanística da área envolvente da antiga estação da CP, a Câmara Municipal de Monção, após celebração do contrato de compra e venda no Cartório Notarial de Monção, iniciou hoje a demolição de dois imóveis situados na Rua do Cano, junto aoBaluarte da Cova do Cão.

A curto prazo, será demolido um terceiro imóvel, encontrando-se um quarto imóvel em fase de negociação com os respetivos proprietários, perspetivando-se, em caso de insucesso negocial, recurso à expropriação judicial daquelaparcela, a única que falta para a beneficiação daquele espaço.

A proposta de aquisição dos três imóveis foi aprovada, por unanimidade, em reunião do executivo municipal, tendo o respetivo montante financeiro para o pagamento aos proprietários sido inscrito no Plano Plurianal de Investimentos para o ano em curso.

A presente intervenção, executada pelos serviços camarários, representa mais um passo na requalificação do antigo largo da estação da CP, espaço servido por vários estabelecimentos comerciais e serviços públicos e com um significativo fluxo de trânsito rodoviário.

Nesse sentido, a autarquia procedeu à demolição, em meados do último ano, de uma habitação na Travessa da Lodeira, ligação entre a Avenida Dr. António Felgueiras e a Avenida D. Afonso III. Em troca, cedeu aos proprietários uma habitação na Urbanização de Santiago.

O município avançou também com a recuperação da antiga estação da CP, transformando-a na futura Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção. Os trabalhos decorrem a bom ritmo, devendo o novo equipamento ser inaugurado no dia 25 de abril, feriado nacional.

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LAMPREIA DO RIO MINHO É UM PRATO DE EXCELENCIA

Iniciativa, promovida pela ADRIMINHO e os seis municípios da região (Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira), iniciou-se no dia 15 de janeiro, prolongando-se até 15 de abril. Monção participa com 17 restaurantes e um programa complementar que engloba visitas a locais de interesse cultural, percursos por lugares naturais e patrimoniais e atividades de desporto e lazer.

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Ao longo de três meses, entre 15 de janeiro e 15 de abril, uma centena de restaurantes do Vale do Minho (Melgaço, Monção, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha) apresentam, com tradição, requinte e inovação, a Lampreia do Rio Minho aos visitantes e apaixonados pela boa gastronomia.

Monção participa nesta iniciativa, que entra na sua oitava edição, com a presença de 17 restaurantes localizados no centro histórico e em várias freguesias do concelho, bem como com um programa complementar apelativo e atrativo para diferentes públicos

Para Augusto de Oliveira Domingues, a iniciativa “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência” constitui um valioso cartão-de-visita da região num período de época baixa que contribui para a vinda de muita gente de Portugal e da Espanha, garantindo-se, desta forma, dinamização hoteleira e a valorização das nossas paisagens e monumentos.

Deixou um convite ao público: “A nossa lampreia tem sabor único e o saber de grandes cozinheiras que guardam segredos passados de geração em geração. Venha provar este prato tradicional, que também pode ser apreciado em tendências mais inovadoras, e deixar-se envolver pelo muito que o nosso território tem para oferecer”.

Nestes três meses, quem visitar o concelho de Monção poderá deliciar-se com arroz de lampreia ou à bordalesa mas também com opções mais contemporâneas: sushi, escabeche ou empanada. Para acompanhar, uma garrafa de Alvarinho, um dos melhores vinhos brancos do mundo com selo de garantia da Sub-Região de Monção e Melgaço.

Neste período, o município de Monção disponibiliza um programa complementar que engloba visitas a locais de interesse cultural, percursos por lugares naturais e patrimoniais e atividades de desporto e lazer. O ponto alto acontece no dia 26 de fevereiro, domingo, com a realização do XL Rali à Lampreia.

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CASA DA MÚSICA/SEDE DA BANDA MUSICAL DE MONÇÃO COM FINANCIAMENTO ASSEGURADO

Face à demora da aprovação da candidatura, o município avançou com a obra, nunca desistindo de pugnar junto dos responsáveis pela aprovação do projeto. A boa nova chegou há dias com a confirmação da respetiva aprovação. O investimento de 322.656,00 € acrescido de IVA, será comparticipado em 85 por cento.

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O edifício da antiga estação da CP encontra-se em fase de requalificação e adaptação para funcionar como Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção, devendo a inauguração acontecer no dia 25 de abril do corrente ano, terça-feira, feriado nacional.

Compromisso eleitoral e antiga aspiração da filarmónica, a autarquia monçanense apresentou uma candidatura no âmbito da regeneração urbana, contudo, face à demora na respetiva aprovação, decidiu avançar com os trabalhos, assumindo todos os encargos financeiros.

Sem garantias de comparticipação mas com vontade em cumprir o prometido, elaborou o projeto de execução, lançou os respetivos concursos e deu início aos trabalhos. O valor de adjudicação da empreitada, à qual concorreram várias empresas, ficou em 322.656,00 € acrescida de IVA.

Enquantodecorria a obra, o município nunca deixou de pugnar junto dos responsáveis governamentais pela aprovação do projeto. Fê-lo de diferentes formas em distintos locais. Não foi em vão. A confirmação da aprovação governamental chegou há dias. A comparticipação é de 85 por cento.

Inserido numa área extensa com significativo movimento automóvel e pedonal, a futura Casa da Música/Sede da Banda Musical de Monção engloba um espaço para ensaios coletivos e salas individualizadas para a aprendizagem e aperfeiçoamento dos diferentes instrumentos.

Mantendo a traça arquitetónica original e a memória ferroviária de outrora, através de elementos identificativos e a cobertura nas traseiras, representa o ponto de partida de um projeto estruturante para a beneficiação daquele espaço situado à entrada do centro histórico da vila.

Presentemente, a filarmónica monçanense, cuja existência remonta a finais do seculo XVIII, ocupa o antigo quartel dos bombeiros voluntários de Monção, imóvel localizado no centro histórico disponibilizado pela autarquia. Assim que desocupado, o edifício será transformado na Casa do Juventude.

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PEDRO CHAGAS FREITAS REGRESSA À BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MONÇÃO

Em janeiro do ano passado, autor de “Prometo Falhar” deslocou-se a Monção para um encontro com os leitores locais. Esta sexta-feira, 20 de janeiro, regressa à nossa terra para apresentar “Prometo Perder”. Fica o convite. Com uma certeza: Quem falhar, vai perder.

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“Prometo perder. Porque só quem ama corre o risco de perder; os outros correm apenas o risco de continuar perdidos. Prometo perder. Porque só quem nunca amou nunca perdeu” Pedro Chagas Freitas

Pedro Chagas Freitas, um dos mais populares autores portugueses, reencontra-se com os leitores monçanenses no dia 20 de janeiro, sexta-feira, pelas 21h30,para apresentar o seu último livro “Prometo Perder”. O encontro realiza-se no auditório da Biblioteca Municipal de Monção.

Em “Prometo Perder”, um romance para quem viveu ou sonha viver uma grande paixão, Pedro Chagas Freitas propõe uma viagem intimista e desconcertante ao interior da emoção, percorrendo um caminho que vai da saudade ao desejo, da rebeldia à submissão, da dor ao amor. Promete que nada ficará por tocar. E convida: deixe-se sentir.

Na sinopse, lê-se: “Prometo perder. Prometo por vezes fraquejar, por vezes cair, por vezes ser incapaz de ganhar. Nem sempre conseguirei superar, nem sempre conseguirei ultrapassar. Nem sempre poderei ser capaz de ir tão longe como tu me pedes, de te dar exatamente o que merecias que te desse. O que desesperadamente te quero dar. Nem sempre conseguirei sorrir, também.

Prometo perder. Prometo ainda manter-me vivo depois de cada derrota, resistir ao peso insustentável de cada impossibilidade. Há de haver momentos em que sem querer te magoarei, momentos em que sem querer tocarei no lado errado da ferida. Mas o que nunca vai acontecer é desistir só porque perdi, parar só porque é mais fácil, ceder só porque dói construir.

Pedro Chagas Freitas, habitual na lista dos autores mais vendidos no nosso país, escreve romances, novelas, contos, crónicas, guiões, letras de música e textos publicitários. Publicou mais de duas dezenas de livros e orienta sessões de escrita criativa por todo o país.

Estudou linguística e criou jogos didáticos para estimular a produção escrita. Gosta de gatos, de cães e de pessoas. Não gosta de eufemismos e de bacalhau assado. Tem mais de 1 milhão de seguidores na sua página de Facebook. E promete perder. Porque, escreve, só quem nunca amou nunca perdeu.

MONÇÃO FAZ PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA NO NAMORO

No âmbito desta temática, foram realizadas sessões de sensibilização junto de alunos do ensino secundário/profissional e lançados dois concursos: um para a criação de uma música RAP e outro para a conceção de um slogan/cartaz. Os trabalhos serão apresentados no dia 14 de fevereiro, dia dos namorados, no Cine Teatro João Verde. Os premiados serão utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro.

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O programa de prevenção contra a violência no namoro, que engloba diversas atividades de consciencialização sobre esta temática, iniciou-se em finais da semana passada com a realização de ações de sensibilização/informação junto de alunos do ensino regular e profissional

Na quarta-feira, a sessão teve lugar na EPRAMI, polo de Monção, com sete turmas do primeiro e segundo ano do ensino profissional e do curso de formação/educação. Na quinta-feira, a mesma sessão decorreu na Escola Secundária de Monção com nove turmas do ensino secundário e do 3º ciclo do ensino básico.

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Na ocasião, os alunos foram informados da realização de dois concursos: um para a criação de uma música RAP contra a violência no namoro e outro para a conceção de um slogan/cartaz. No dia 14 de fevereiro, dia dos namorados, no Cine Teatro João Verde, decorrerá a apresentação dos trabalhos e os respetivos vencedores.

O júri é constituído por um representante da CAP do Agrupamento de Escolas de Monção, pela diretora da EPRAMI, polo de Monção, Cristina Dias, e pelo músico Jorge Nande. Os trabalhos premiados serão utilizados numa campanha distrital de prevenção da violência no namoro.

A presente iniciativa é desenvolvida em parceria pelo Município de Monção, EPRAMI, polo de Monção, Agrupamento de Escolas de Monção, através do Projeto Haja Saúde, e ProjetoDoequ@l, do Gabinete de Apoio à Família (GAF). O objetivo central é capacitar os alunos para a importância de estabelecer e manter relações saudáveis de namoro.

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MONÇÃO: ACESSIBILIDADES, SANEAMENTO E CASA MORTUÁRIA NA AGENDA DO EXECUTIVO DE CEIVÃES/BADIM

Estas prioridades foram analisadas esta semana com o autarca Augusto de Oliveira Domingues que visitou a união de freguesiasno âmbito das reuniões de trabalho descentralizadas que efetua com os executivos locais. Acompanhado por Conceição Soares e Paulo Esteves, autarca monçanense deslocou-se ainda a vários locais objeto de melhoramento por parte da junta liderada por Carlos Alberto Vilarinho.

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As prioridades da União de Freguesias de Ceivães/Badim incidem na melhoria da rede viária, no prolongamento do saneamento básico, na construção de uma casa mortuária junto ao cemitério de Badim e na conclusão dos trabalhos de requalificação do edifício da sede da junta.

Paralelamente, o executivo local aposta na valorização da entrada no Vale do Mouro através da Estrada Nacional 202, chamado cruzamento da Valinha, com algumas intervenções que passam pela identificação do local, melhor iluminação pública e uniformização da sinalética.

Estas questões foram analisadas numa reunião de trabalho com o presidente da autarquia, Augusto de Oliveira Domingues, que visitou esta semana a união de freguesia na companhia da Vice-Presidente, Conceição Soares, e do vereador das atividades socioculturais, Paulo Esteves.

O autarca mostrou recetividade para colaborar com a união de freguesias num contexto de razoabilidade financeira e de acordo com a disponibilidade económica do município. Com projeto concluído, ficou acertada a abertura de concurso público para a construção da casa mortuária.

Nesta deslocação a Ceivães/Badim, conduzida por Carlos Alberto Vilarinho(presidente) Maria Margarida Oliveira (secretária) e Fernando Gonçalves (tesoureiro), o executivo monçanense teve ainda a oportunidade de verificar no terreno alguns dos investimentos efetuados pela junta.

Depois dos arranjos exteriores e construção de garagem, procede-se à beneficiação do interior da sede da junta, trabalhos que visam garantir melhores condições de trabalho ao executivo local e maior comodidade às pessoas da freguesia que procuram aquele espaço.

No âmbito da rede viária, onde é visível a limpeza das valetas na generalidade das estradas, a comitiva deslocou-se a alguns locais objeto de melhoramento nos últimos tempos. Casos da Rua do Cabo, Rua de Pereiras e do Caminho das Devessas, o qual motivou alargamento da via e construção de muros, facilitando a circulação automóvel e o acesso de ambulância às habitações.

Ao longo da visita, foi possível verificar a recuperação de dois lavadouros públicos, constatando-se ainda que a toponímia e numeração das casas está instalada na totalidade de Ceivães/Badim. Foram ainda visitados alguns locais que o executivo pretende melhorar em termos de iluminação pública e de atratividade turística.

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AGUSTÍ MOLINS VEM AO RINOTERRA MINHO APRESENTAR O SEU MÉTODO DE EMAGRECIMENTO

Médico catalão realiza sessão aberta e gratuita

O médico e nutricionista catalão Agustí Molins vai estar no Rinoterra Minho, no dia 14 de Janeiro (sábado), às 10.30h, para apresentar o seu método de emagrecimento.

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O encontro com este consagrado especialista, que vem expressamente de Barcelona, é aberto a todos os interessados, mediante reserva de lugar (gratuito).

Formado em Medicina e Cirurgia pela Universidade de Barcelona, Agustí Molins é mestre em Medicina Estética e especialista em Cirurgia Plástica.

Com uma longa carreira e médico de diversas figuras de destaque em Espanha e não só, criou a sua própria clínica, em Barcelona, sendo especialista em medicina facial, estética corporal e obesidade.

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Em 1998, criou uma dieta rica em proteínas, e, desde 2004, desenvolveu um tratamento com ozono, gás usado para fins medicinais.

Nos últimos 12 anos, Agustí Molins tem-se especializado na prescrição de proteína para tratamentos de dieta, bem como na utilização de gases médicos: terapia de ozono e carboxiterapia.

Mais de 2 mil médicos foram já formados para a prescrição da dieta de proteína.

Para além de leccionar cursos de formação da dieta da proteína, carboxiterapia e ozonoterapia, Agustí Molins colabora com diversas empresas na divulgação de protocolos técnicos e de aplicação.

Informações e reservas: geral@rinoterra.com ou tel. 258 724 442/ 963 373912.

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SEGUNDA EDIÇÃO DE “CICL-ONE” ARRANCA ESTA SEXTA-FEIRA COM “O MANIPULADOR”

13de janeiro, sexta-feira, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde, com entrada gratuita e limitada aos lugares disponíveis.  Ciclo de canta-autores, promovido pela Bulletseed, compreende quatro concertos intimistas entre janeiro e abril. Depois de “O Manipulador”, chega Gobi Bear (fevereiro), Coelho Radioactivo(março) e DailyMisconceptions(abril). No dia dos concertos, decorrem workshopspara alunos do ensino secundário, onde os artistas abordarão o processo criativo na construção dos textos e músicas.

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A segunda edição de “Ciclo-ne”, ciclo de música entre janeiro e abril com canta-autores emergentes nacionais e internacionais, tem início esta sexta-feira, 13 de janeiro, pelas 21h30, na sala de exposições do Cine Teatro João Verde. A entrada é gratuita, estando limitada aos lugares disponíveis.

Promovido pela Bulletseed com apoio da autarquia monçanense, o primeiro capítulo de “Cicl-one” é escrito por “O Manipulador”,projeto de Manuel Molarinho que, em 2010, decidiu enveredar por um percurso musical a solo e de forma absolutamente independente.

Em estúdio, Manuel Molarinho é uma "onemanband" experimental de baixo, pedais, loop station e voz que, em termos musicais, assume a expressão de uma identidade própria influenciada pela estética de algumas bandas de rock alternativo e pelo conceito "do ityourself".

Além dos concertos, o ciclo de música “Cicl-one” compreende aindaworkshops para os alunos do ensino secundário, onde os artistas abordarão o processo criativo na construção dos textos e músicas.Depois de “O Manipulador”, chega Gobi Bear (fevereiro), Coelho Radioactivo (março) e DailyMisconceptions (abril). Sempre no Cine Teatro João Verde.

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“AQUI VIMOS NÓS, TODOS REUNIDOS, CANTAR OS REIS, AOS NOSSOS AMIGOS….”

Na passada quinta-feira, as crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção percorreram as ruas do centro histórico de Monção, cantando os reis nos estabelecimentos comerciais. Esta manhã estiveram nos Paços do Concelho, tendo sido recebidos pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves.

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A habitual Cantata dos Reis das crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção realizou-se na passada quinta-feira, dia de mercado, com passagem pelas principais artérias do centro histórico da localidade e paragens em alguns estabelecimentos comerciais e instituições públicas.

Esta manhã estiveram nos Paços do Concelho, tendo sido recebidos pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves. Acompanhado pelo secretário da União de Freguesias de Monção e Troviscoso, Fernando Coração de Maria, desejou um bom ano a todos e presenteou os pequenos com uma lembrança simbólica: porta-chaves da coquinha. No final, a habitual foto de família.

Neste período, as crianças da Santa Casa e as educadoras e auxiliares da instituição, com pandeiretas e ferrinhos a acompanhar o ritmo da concertina, entoam cânticos próprios desta época festiva, alegrando as ruas e estabelecimentos comerciais de Monção.

Fiéis à tradição, as crianças apresentam-se com a tradicional coroa e capa, envolvendo-se no espírito desta quadra que, por estes dias, anima ao concelho de Monção com muitas associações e clubes a cumprirem esta tradição de porta em porta, deixando quadras rimadas e divertidas.

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MONÇÃO CRIA REDE MUNICIPAL INTEGRADA DE PROTEÇÃO AO IDOSO

Protocolo de cooperação, envolvendo sete instituições locais e distritais,tem como finalidade proporcionar uma melhoria na qualidade de vida da pessoa idosa, prevenindo e respondendo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança, saúde ou bem-estar.

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A Câmara Municipal de Monção e diversas entidades locais e distritais assinaram esta tarde, no auditório da Biblioteca Municipal de Monção, um protocolo de cooperação, cujo objetivo geral consistiu na criação da Rede Municipal Integrada de Proteção ao Idoso (RMIPI).

O acordo de colaboração, que engloba os objetivos e os compromissos de cada outorgante, tem como objetivo otimizar e potenciar respostas integradas no sentido de melhorar a qualidade de vida da população idosa, desenvolvendo meios privilegiados que permitam agilização de procedimentos e intervenções céleres e eficazes.

Presente na sessão, o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, enalteceu a presente parceria entre as instituições signatárias, reafirmando o propósito do executivo monçanense em acompanhar, proteger e valorizar as camadas mais vulneráveisda sociedade monçanense.

Acrescentou: “O nosso concelho tem um índice de envelhecimento grande. Essa realidade acrescenta-nos uma responsabilidade maior quando delineamos uma estratégia para intervir nesta faixa etária. Este protocolo, à semelhança de outras medidas, como a comparticipação de medicamentos aos idosos com dificuldades económicas, visa garantir mais segurança e bem-estar à população idosa”.

Entre os objetivos propostos, o presente protocolo, definido na Rede Social de Monção e previsto no respetivo plano de ação, tem como finalidade proporcionar uma melhoria na qualidade de vida da pessoa idosa, prevenindo e respondendo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança ou saúde.

Pretende igualmente a promoção dos direitos da pessoa idosa, o acompanhamento e encaminhamento de situações sinalizadas pelos serviços competentes e a sensibilização da comunidade em geral para as diversas problemáticas que afetam a terceira idade.

A Rede Municipal Integrada de Proteção ao Idoso é constituída pelo Município de Monção, Centro Distrital de Viana do Castelo do Instituto da Segurança Social, Unidade de Saúde Local do Alto Minho, Guarda Nacional Republicana, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção, Centro de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Centro Paroquial e Social Padre Agostinho Caldas Afonso.

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ROSA IGLESIAS EXPÕE PINTURA EM MONÇÃO

Exposição de pintura "Camelias, inspiración y pasión" de Rosa Crespo Iglesias na Casa Museu de Monção/UMinho

Encontra-se patente ao público de 3 de janeiro e até ao final do mês de fevereiro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura da artista Rosa Crespo Iglesias, intitulada "Camelias, inspiración y pasión".

"Inspirada nas camélias, essa flor tão frágil esta exposição de pintura mostra-nos diferentes espécies desta lindíssima flor".

A entrada é livre!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

Terça a sexta-feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sábado: das 14h00 às 17h30

Domingo e segunda-feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

MONÇÃO: GOVERNO APROVA CANDIDATURAS DE SANEAMENTO BÁSICO EM MAZEDO, CAMBESES, LONGOS VALES, TROVISCOSO E TROPORIZ

Luz ao fundo do túnel. Após meses de espera, a administração central começa a aprovar as candidaturas apresentadas pelo município. Depois do Emparcelamento Agrícola do Vale do Gadanha e da requalificação da zona do Porcalho, chegou a confirmação de financiamento das candidaturas de saneamento básico.

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O governo português, através do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), aprovou o financiamento das candidaturasapresentadas pela autarquia monçanense para o saneamento básico em Mazedo, Cambeses, Longos Vales, Troviscoso e Troporiz.

O montante ilegível é de 1.804.650,00 €, sendo a comparticipação de 85% daquele valor(1.533.952,50 €). O custo global das empreitadas deverá ser superior a 2 ME, ficando a restante valor sob responsabilidade da autarquia. O próximo passo será o lançamento do respetivo concurso público para execução da empreitada.

Para o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, “são obras fundamentais para a elevação da qualidade de vida das populações e preservação do meio ambiente”. Por isso, acrescenta,“sentimos uma grande satisfação com esta aprovação porque, em virtude do avultado esforço financeiro, seria impensável avançarmos sozinhos com estas intervenções”.

O investimento previsto, localizado em espaços urbanizados do território concelhio, consiste na construção de infraestruturas de saneamento de águas residuais, incluindo a rede de drenagem de saneamento residual, estações e condutas elevatórias.

Em Mazedo, a empreitada compreende os lugares de Estrada, Carrazedo, Eirado, Pomar, Regueiro, Breia, Calvário, Requião, Antoinha e Agrelo, beneficiando 712 habitantes. Em Cambeses, os lugares de Milagres, Figueiras, Terra Nova, Sende e Veiga, contemplando 326 habitantes.

Em Longos Vales, serão beneficiados 180 habitantes dos lugares da Bouça, Corgo e Serzedo enquanto a intervenção em Troporiz prevê abranger 440 habitantes dos lugares de Alho, Igreja, Lage, Rebouça, Souto e Giesteira e, em Troviscoso, 173 habitantes dos lugares da Pedra e Monte Redondo. No total, passarão a dispor de saneamento básico 1831 habitantes.

Todas as intervenções estão inseridas em zonas já abrangidas pelos sistemas em alta da empresa ”Águas do Norte, S.A” com um sistema composto por coletores gravíticos ou por sistema de bombagem para a condução dos efluentes para a Estação de Tratamento de Águas Residuais de Monção.

Refira-se que o presente investimento corresponde aos lugares mais densamente urbanizados do concelho que, na atualidade, não dispõem de rede de drenagem. Assumem-se de extrema importância para a resolução de graves problemas sanitários existentes que resultam do deficiente funcionamento das fossas séticas individuais, decorrente das más condições naturais de drenagem do solo.

CRIANÇAS DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE MONÇÃO REALIZAM CANTATA DOS REIS

5 de janeiro, quinta-feira, 10h00, centro histórico

Vestidas a rigor e acompanhadas pelas educadoras/auxiliares da instituição e tocadores de concertina, as crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção celebram a chegada dos Reis Magos com uma cantata pelas principais ruas do centro histórico da vila, estando previstas paragens nos Paços do Concelho e no lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Monção.

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CPCJ/MONÇÃO ASSINALOU NATAL COM ESPETACULO “A BELA E O MONSTRO NO GELO” E ENTREGA DE PRESENTES

Um dia com vários momentos de confraternização e muitos sorrisos das crianças e jovens acompanhadas pela comissão. CPCJ/Monção agradece à EPRAMI pelo transporte, ao BPI pelos presentes e às empresas monçanenses Panificadores Reunidos de Monção, Pastelaria Esteves e Supermercados Belita pelo apoio prestado ao longo da jornada.

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A semelhança de anos anteriores, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Monção, organismo vocacionado para a promoção dos direitos eprevenção de situações suscetíveis de afetarem a segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral dos mais novos, voltou a comemorar a época natalícia com momentos divertidos e solidários.

Este ano, a atividade programada pela CPCJ/Monção constou de uma deslocação à cidade do Porto para assistir ao espetáculo “A Bela e o Monstro no Gelo”, musical para público infantil e juvenil baseado no conto original de Gabrielle-Suzanne Barbot com interpretações de Ricardo Trepa, Carolina Torres e Anabela.

Cerca de meia centena de crianças e jovens acompanhados pelos comissário(a)s da CPCJ/Monção deliciaram-se com a magia e o fascínio desta história encantada ficcionada pela Disney e, no final, passaram pelo McDonald para um merecido e apaziguador almoço.

Para o pequeno-almoço e lanche, a comissão contou com o apoio das empresas monçanenses Panificadores Reunidos de Monção, Pastelaria Esteves e Supermercados Belita. Transportados pela EPRAMI, as crianças tinham à sua espera os presentes de Natal oferecidos pelo Banco BPI.

A CPCJ/Monção testemunha os momentos de confraternização e os sorrisos das crianças ao longo de toda a jornada, agradecendo a colaboração das empresas mencionadas pela concretização desta jornada inesquecível que permanecerá na memória destas crianças e jovens.

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PAI NATAL CHEGOU DE BARCO AO CAIS DA LODEIRA E EMBARCADOURO DE SALVATERRA DE MIÑO

Iniciativa, realizada no dia 24 de dezembro pelo terceiro ano consecutivo, contou com muitas crianças nos dois lados da fronteira. Elementos da Subzone transportaram o velhinho simpático e bonacheirão entre o Parque das Caldas e o Cais da Lodeira.

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Depois de no dia 18, dezenas de Pais Natal terem “desfilado” pelo centro histórico da localidade em bicicleta e mota, trazendo animação à Praça Deu-la-Deu, no dia 24, sábado de consoada, o Pai Natal “atracou” no Cais da Lodeira e no Embarcadouro de Salvaterra de Miño.

À sua espera, estavam muitas crianças desejosas de “desembrulhar” alguma surpresa. Em terra, o velhinho simpático e bonacheirão foi literalmente cercado pelos mais novos, tendo recebido muitos abraços e beijinhos e distribuído guloseimas e entradas para os insufláveis situados no centro da vila.

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Presente no local, a vice-presidente da autarquia, Conceição Soares, confirmou a alegria da pequenada e a importância desta iniciativa para manter vivo o espirito natalício: “Esta atividade, como outras que temos realizado ao longo do mês de dezembro, fortalece o sentimento da época e o imaginário das crianças”.

A chegada de barco do Pai Natal ao Cais da Lodeira e ao Embarcadouro de Salvaterra de Miño inseriu-se na programação natalícia preparada pela autarquia monçanense em conjunto com a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço, bem como várias instituições e coletividades locais.

Focando-se na dinamização comercial com o lema “Seja Tradicional. Compre no Comércio Local”, realizaram-se várias atividades alusivas à época como Mercado de Natal, música tradicional, exposições, ateliês, concertos da Banda Musical de Monção e Banda Musical da Casa do Povo de Tangile a S. Silvestre Solidária entre Monção e Salvaterra de Miño.

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TRÊS CENTENAS DE ATLETAS UNIDOS PELO DESPORTO E SOLIDARIEDADE

Quarta edição da S. Silvestre voltou a ligar os municípios de Monção e Salvaterra de Miño com os laços do desporto e da solidariedade. Perto de 300 atletas portugueses e galegos marcaram presença numa prova em crescimento, cujo objetivo consiste em fazer exercício físico, ajudando o próximo. Pela primeira vez, realizou-se uma mini S. Silvestre para crianças até aos 12 anos que consistiu em três voltas à Praça Deu-la-Deu.

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A Eurocidade Monção – Salvaterra do Miño promoveu no passado dia 30 de dezembro, sexta-feira, a 4ª edição da Prova Internacional S. Silvestre com um percurso aproximado de cinco quilómetros pelas ruas e praças das duas localidades fronteiriças ligadas por uma ponte internacional sobre o rio Minho há mais de duas décadas.

A partida teve lugar na Praça Deu-la-Deu, em Monção, e a chegada na Praza do Concello, em Salvaterra do Miño. Juntando o desporto à solidariedade, os cerca de 300 participantes na prova deixaram, na hora da inscrição, alimentos não perecíveis para serem entregues às famílias com dificuldades económicas de ambos os municípios.

Este ano, realizou-se uma Mini S. Silvestre para crianças até aos 12 anos que consistiu em três voltas à Praça Deu-la-Deu. Esta prova acontece pela primeira vez com o objetivo de incutir nos mais jovens o gosto por esta iniciativa desportiva e solidária. O lema é fazer exercício físico, ajudando o próximo.

Com início às 18h00 (hora portuguesa) e 19h00 (hora espanhola), esta iniciativa transfronteiriça pretende sinalizar um momento de carinho e solidariedade para quem mais necessita, assumindo-se, em paralelo, como mais um reforço no bom relacionamento existente entre as duas localidades.

Sem carater competitivo, a prova foi ganha pelo galego Oscar Bernardo, ficando o português José Bessada em segundo e o galego Marcos Groba em terceiro. Na prova feminina, a primeira a cortar a meta foi Mónica Gonzalez, galego, seguindo-se Rita Bacelar, portuguesa, e Úxia Fernandez, galega. 

Mais do que uma competição desportiva, a prova de S. Silvestre é um momento de festa e descontração. Durante o percurso, os participantes tiveram apoio dos bombeiros monçanenses, tendo a circulação automóvel sido coordenada pelas forças policiais dos dois países: Guarda Nacional Republicana e Guarda Civil.

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MONÇÃO COLOCA GRADEAMENTO NA AVENIDA D. AFONSO III

Instalação de proteção tem como finalidade garantir maior segurança aos peões que transitam naquela zona.

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Um gradeamento de proteção de peões está a ser colocado no passeio da Avenida D. Afonso III, junto à rotunda de acesso ao Centro Coordenador de Transportes, garantindo continuidade a estrutura semelhante instalada em finais de julho.

O gradeamento, executado em ferro com tratamento para evitar a ferrugem e um comprimento de 63 metros, cumpre as solicitações dos munícipes e assegura maior segurança às pessoas que, sozinhas ou em grupo, tem por hábito caminhar ou correr naquela zona.

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ORÇAMENTO 2017: MUNICIPIO DE MONÇÃO MANTEM TRANSFERÊNCIAS PARA AS UNIÕES E JUNTAS DE FREGUESIA

Valores, distribuídos de acordo com três critérios (igualdade, área e população), constam do plano e orçamento para o próximo ano, visando garantir maior autonomia de gestão às uniões e juntas de freguesia e assegurar a concretização de investimentos estruturantes para as populações locais. Valor global situa-se em 1.5 milhões de euros.

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No próximo ano, a Câmara Municipal de Monção mantém a transferência financeira para as 24 uniões e juntas de freguesia. A distribuição, efetuada mensalmente entre janeiro e dezembro, tem um valor global de 1.5 milhões de euros, o mesmo montante que no corrente ano, assentando em três critérios:igualdade, área e população.

O primeiro representa 35% do valor total, sendo distribuído, de forma igual, para todas as freguesias. O segundositua-se em 20% do valor total, sendo repartido em função da área em quilómetros quadrados de cada uma. O terceiro reflete 45% do valor total, sendo canalizado em função do número de residentes na freguesia (Censos 2011).

Os valores disponibilizados a cada freguesia destinam-se a comparticipar a realização de diversas obras que, desta forma, passam a desenvolver-se sob responsabilidade direta das respetivas juntas. Além da beneficiação da rede viária, serão contempladas intervenções na área social, cultural, desportiva e recreativa.

De acordo com Augusto de Oliveira Domingues, a distribuição destas verbas às freguesias tem resultado em pleno, permitindo a efetivação de dois objetivos: maior autonomia de gestão às juntas de freguesia e concretização de investimentos estruturantes para as populações locais.

Acrescenta: “Este é um verdadeiro orçamento participativo. Os presidentes de junta, com total conhecimento da realidade local, atuam em conformidade com as preocupações e prioridades da população. O balanço, como constato nas visitas de trabalho que efetuo às freguesias, é claramente positivo”. 

As transferências financeiras serão objeto de um protocolo de colaboração entre o Município de Monção e as juntas de freguesia, documento que engloba o montante específico a atribuir, as obras em que cada freguesia aplica a verba disponibilizada, a obrigatoriedade de comunicar o início e o termo de cada intervenção e as respetivas garantias de cumprimento.

A par destes apoios por administração direta das freguesias, o município inscreveu no plano para 2017 verbas específicas para a rede viária municipal, saneamento básico e abastecimento de água. Estas empreitadas, desenvolvidas pelo executivo municipal, decorrerão maioritariamente nas freguesias.

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QUINTA DO SOALHEIRO APOSTA EM ALVARINHOS DE PERSONALIDADE FORTE

SOALHEIRO CLÁSSICO 2016 MOSTRA O ENORME POTENCIAL DA COLHEITA DESTE ANO

Elegância aromática e persistência de sabor são palavras chave no seu caráter

A Quinta de Soalheiro lança agora a versão 2016 do Soalheiro Clássico, um vinho elegante aromaticamente e persistente de sabor. Perfeita como a colheita anterior, contudo diferente, a colheita 2016 é mais elegante e de álcool mais moderado, os aromas são citrinos e tropicais, destacando-se o sabor pela enorme persistência. ‘Não é habitual ter duas colheitas perfeitas seguidas, 2015 foi excecional e 2016 segue pelo mesmo caminho...’ afirmam os produtores da primeira marca de Alvarinho de Melgaço.

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SOALHEIRO CLÁSSICO 2016

As uvas de Alvarinho utilizadas no Soalheiro clássico são provenientes de diversas vinhas de pequena dimensão implantadas em solo de origem granítica entre os 100 e os 200 metros de altitude e localizadas em microclima muito particular. Exclusivamente da casta Alvarinho, são colhidas manualmente em caixas de pequena capacidade e transportadas para a adega num curto espaço de tempo. Após a prensagem, o mosto obtido decanta durante 48 horas, segue-se a fermentação, a temperatura controlada, usando leveduras pré-selecionadas para o efeito. O engarrafamento efetua-se após a estabilização do vinho, sendo seguido de um estágio em garrafa. A vinificação do Alvarinho Soalheiro está direcionada para obter um vinho que concentre a qualidade das uvas e permita uma boa evolução após o engarrafamento.

O Soalheiro Clássico 2016 tem uma personalidade forte, cor amarela citrina e aroma com perfil elegante e tropical com notas minerais.

Sugestão Gastronómica:

Ideal como aperitivo ou para acompanhar mariscos, pratos de peixe ou pratos de carnes de aves.

DIAS QUENTES E NOITES FRIAS PERMITEM A MANUTENÇÃO DE

AROMAS FRESCOS E FRUTADOS COM UMA ACIDEZ PRESENTE, MAS MODERADA

Melgaço, a região mais norte de Portugal, está protegida por um conjunto de serras que permitem um casamento perfeito entre a pluviosidade, a temperatura e o número de horas de sol necessários à melhor maturação das uvas da casta Alvarinho. A precipitação no inverno foi baixa e inferior à média. Em janeiro a precipitação aumentou e foi muito elevada com temperatura média do ar também mais elevada que o habitual. Globalmente, o inverno foi quente, o que induziu um abrolhamento ligeiramente precoce com rebentação regular. A primavera foi chuvosa e fria essencialmente nos meses de março, abril e maio, o que induziu irregularidade e atraso no ciclo vegetativo. A floração ocorreu com o atraso de cerca de duas semanas e diminui o vingamento, permitindo uma melhor repartição da produção em cada videira com o consequente incremento de qualidade. A partir de junho, a precipitação diminuiu drasticamente e as temperaturas médias subiram. Os meses de julho e agosto foram quentes e muito secos, com temperaturas médias elevadas e praticamente com ausência de precipitação. O setembro seguiu a mesma tendência contribuindo para uma vindima precoce, a começar na primeira semana, mostrando que o atraso verificado na Primavera tinha sido claramente recuperado. Esta caraterística climática durante a maturação está muitas vezes associada ao microclima de Monção e Melgaço, que alterna dias quentes com noites frias, permitindo a manutenção de aromas frescos e frutados com uma acidez presente, mas moderada, bem ao estilo que definimos para o Soalheiro.

SOALHEIRO CLÁSSICO 2016

As uvas de Alvarinho utilizadas no Soalheiro clássico são provenientes de diversas vinhas de pequena dimensão implantadas em solo de origem granítica entre os 100 e os 200 metros de altitude e localizadas em microclima muito particular. Exclusivamente da casta Alvarinho, são colhidas manualmente em caixas de pequena capacidade e transportadas para a adega num curto espaço de tempo. Após a prensagem, o mosto obtido decanta durante 48 horas, segue-se a fermentação, a temperatura controlada, usando leveduras pré-selecionadas para o efeito. O engarrafamento efetua-se após a estabilização do vinho, sendo seguido de um estágio em garrafa. A vinificação do Alvarinho Soalheiro está direcionada para obter um vinho que concentre a qualidade das uvas e permita uma boa evolução após o engarrafamento.

 Soalheiro Clássico 2016 tem uma personalidade forte, cor amarela citrina e aroma com perfil elegante e tropical com notas minerais.

Sugestão Gastronómica:

Ideal como aperitivo ou para acompanhar mariscos, pratos de peixe ou pratos de carnes de aves.

DIAS QUENTES E NOITES FRIAS PERMITEM A MANUTENÇÃO DE AROMAS FRESCOS E FRUTADOS COM UMA ACIDEZ PRESENTE, MAS MODERADA

Melgaço, a região mais norte de Portugal, está protegida por um conjunto de serras que permitem um casamento perfeito entre a pluviosidade, a temperatura e o número de horas de sol necessários à melhor maturação das uvas da casta Alvarinho. A precipitação no inverno foi baixa e inferior à média. Em janeiro a precipitação aumentou e foi muito elevada com temperatura média do ar também mais elevada que o habitual. Globalmente, o inverno foi quente, o que induziu um abrolhamento ligeiramente precoce com rebentação regular. A primavera foi chuvosa e fria essencialmente nos meses de março, abril e maio, o que induziu irregularidade e atraso no ciclo vegetativo. A floração ocorreu com o atraso de cerca de duas semanas e diminui o vingamento, permitindo uma melhor repartição da produção em cada videira com o consequente incremento de qualidade. A partir de junho, a precipitação diminuiu drasticamente e as temperaturas médias subiram. Os meses de julho e agosto foram quentes e muito secos, com temperaturas médias elevadas e praticamente com ausência de precipitação. O setembro seguiu a mesma tendência contribuindo para uma vindima precoce, a começar na primeira semana, mostrando que o atraso verificado na Primavera tinha sido claramente recuperado. Esta caraterística climática durante a maturação está muitas vezes associada ao microclima de Monção e Melgaço, que alterna dias quentes com noites frias, permitindo a manutenção de aromas frescos e frutados com uma acidez presente, mas moderada, bem ao estilo que definimos para o Soalheiro.

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PROVA SOLIDÁRIA S. SILVESTRE UNE MONÇÃO E SALVATERRA DO MIÑO

4ª edição decorre no dia 30 de dezembro, sexta-feira, pelas 18h00. Partida daPraça Deu-la-Deu, em Monção, e chegada à Praza do Concello, em Salvaterra do Miño. Para participar, basta entregar um alimento não perecível. Inscrições onlinewww.goo.gl/6VWEnjou, no secretariado, 30 minutos antes do início da prova. Este ano, pela primeira vez, realiza-se uma Mini S. Silvestre para crianças até aos 12 anos que consiste em três voltas à Praça Deu-la-Deu.O lema é fazer exercício físico, ajudando o próximo.

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A Eurocidade Monção – Salvaterra do Miño promove no próximo dia 30 de dezembro, sexta-feira, a 4ª edição da Prova Solidária S. Silvestre com um percurso aproximado de cinco quilómetros pelas ruas e praças das duas localidades fronteiriças ligadas por uma ponte internacional sobre o rio Minho hámais de duas décadas.

A partida tem lugar naPraça Deu-la-Deu, em Monção, e a chegada na Praza do Concello, em Salvaterra do Miño. Quem quiser participar nesta prova solidária apenas terá de entregar um alimento não perecível que, numa fase posterior, será distribuído pelas famílias com dificuldades económicas de ambos os municípios.

Este ano, realiza-se uma Mini S. Silvestre para crianças até aos 12 anos que consiste em três voltas à Praça Deu-la-Deu. Esta prova acontece pela primeira vez com o objetivo de incutir nos mais jovens o gosto por esta iniciativa desportiva e solidária. O lema é fazer exercício físico, ajudando o próximo.

Com início às 18h00 (hora portuguesa) e 19h00 (hora espanhola), esta iniciativa transfronteiriça pretende sinalizar um momento de carinho e solidariedade para quem mais necessita, assumindo-se, em paralelo, como mais um reforço nobom relacionamentoexistente entre as duas localidades.

A organização“convoca” a população das duas margens a participarem nesta prova solidária, convidando as pessoas de todas as idades a praticarem desportoenquanto fazem o bem em benefício das famílias mais desfavorecidas de ambos os lados da fronteira.

Inscrições onlinewww.goo.gl/6VWEnj ou, no secretariado, 30 minutos antes do início da prova.Durante o percurso, os participantes terão apoio dos bombeiros locais, encontrando-se o trânsito condicionado à ação de segurança da Guarda Nacional Republicana e Guarda Civil.

PAI NATAL DE DUAS RODAS E CONCERTOS DA BANDA MUSICAL DE MONÇÃO

A magia do Natal regressa este fim de semana com mais iniciativas envolvidas no espirito da época: Concertos da Banda Musical de Monção no dia 17, sábado, pelas 21h30, e dia 18, domingo, pelas 15h00, no Cine Teatro João Verde, e chegada do Pai Natal em bicicleta ao centro histórico da vila no dia 18, domingo, a partir das 15h00.

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No âmbito da programação de Natal, feita pela autarquia local em parceria com a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço (ACICMM) e várias coletividades locais, decorrem este fim de semana mais algumas atividades envolvidas no espírito da época.

Os concertos de Natal da Banda Musical de Monção realizam-se no dia 17, sábado, pelas 21h30, e no dia 18, domingo, pelas 15h00. Tendo como palco o Cine Teatro João Verde, os espetáculosprometem um repertório de qualidade com composições recentes e interpretações natalícias. O bilhete custa 3,00 €.

No domingo, a partir das 15h00, o Clube de Cicloturismo de Monção volta a organizar a iniciativa “Pai Natal de duas rodas”. Vindos de diferentes locais do concelho, vários elementos do clube, vestidos à Pai Natal, juntam-se na Praça Deu-la-Deu Martins para uma tarde alusiva à época. Nos sacos, trazem balões e guloseimas para as crianças.

No mesmo dia, pelas 15h30, a “Robustina Afonsina”, grupo de música tradicional portuguesa, atua na Igreja da Misericórdia. Neste fim de semana, pode ainda divertir-se nos insufláveis localizados na Praça Deu-la-Deu e visitar a exposição/venda da APPACDM de Monção na Casa Museu de Monção/UM.

Em cima da mesa, vários trabalhos manuais elaborados pelos utentes daquela instituição social, destacando-se, entre estes, arranjos e árvores de frutos, peças em cestaria, figuras alusivas ao Natal, arranjos florais e castiças de várias cores e feitios. Uma ótima oportunidade para adquirir alguns presentes de Natal.

À semelhança dos anos anteriores, a Biblioteca Municipal de Monção assinala a quadra com a realização do Ateliê “Férias de Natal”, entre os dias 19, segunda-feira, e 23, sexta-feira. Esta iniciativa, feita em tempo de pausa escolar, destina-se a crianças dos 6 aos 12 anos. Fica o convite: “Temos para ti uma mão cheia de atividades e brincadeiras que não vais querer perder por nada deste mundo”.

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE MONÇÃO TRANSMITE MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO

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Dito de uma forma muito pessoal: Natal é o período do ano que mais toca o ser humano. Nasceu Jesus. As noites são frias. Os dias curtos, escuros e intimistas. As famílias recolhem e partilham recordações dos momentos de felicidade, passados e presentes. Recordam também momentos tristes. Entes queridos que se foram mas que permanecem no espirito de Natal. Aqui fica exarada a minha força para que saibamos transferir a saudade do passado para a felicidade do presente.

As crianças recebem os presentes. Como seria bom que isto acontecesse em todos os lares. Cabe-nos a nós, autarcas, políticos, cidadãos, potenciar essa possibilidade. Erradiquemos a pobreza e potenciemos a riqueza. Criemos sinergias que fomentem políticas geradoras de emprego. Este, a meu ver, é a solução para todos os problemas sociais. Façam disto desiderato: Monção visitável, Monção apelativo, Monção bonito, Monção terra barata e solidária. Juntos, desafiemos a utopia na procura do pleno emprego.

Não é desafio para um homem só, para um presidente de Câmara, para uma câmara. É desafio para uma comunidade, para toda a sociedade civil. Eu acredito em vós, monçanenses. Já deram bons exemplos no passado e dão-nos no presente. Lutemos para que este cantinho vizinho da Galiza, de Deu-la-Deu, de João Verde, de Termas, de Alvarinho, do Pai Minho, continue a ser a terra onde vale a pena viver e investir.

Finalizo com um desejo. Façam-me o favor de ser felizes, todos, indistintamente, os que gostam de mim e os que estão zangados comigo, de cá e de fora. Daqui a dias, quando o ano findar, obtenham no que se segue, 2017, todos os vossos propósitos. É o desejo daquele a quem deram a honra de ser o vosso Presidente.

Santo Natal

Feliz Ano Novo

Presidente da Câmara Municipal de Monção

Augusto de Oliveira Domingues

MUNICÍPIO DE MONÇÃO CELEBRA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM A EDP – DISTRIBUIÇÃO, ENERGIA, SA

Nesta parceria, a EDP – Distribuição, Energia SA responsabiliza-se pelo acompanhamento e manutenção das luminárias LED e respetivos suportes metálicos, sendo intenção da autarquia local o reforço paulatino desta tecnologia no território concelhio.

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A Câmara Municipal de Monção, representada pelo seu presidente Augusto de Oliveira Domingues, e a EDP – Distribuição, Energia SA, representada pelo diretor da rede e clientes norte, Mário Rodrigues da Cunha Guimarães, celebraram um protocolo de colaboração.

Em linhas gerais, o documento, assinado ao final desta manhã, no Museu do Alvarinho, visa adaptar o contrato de concessão da distribuição de energia elétrica de baixa tensão, celebrado em 2 de maio de 2001, à nova realidade da tecnologia LED.

Com a aplicação deste protocolo, a EDP – Distribuição, Energia SA responsabiliza-se pelo acompanhamento e manutenção das luminárias e respetivos suportes metálicos, sendo intenção da autarquia local o reforço paulatino desta tecnologia no território concelhio.

Augusto de Oliveira Domingues revelou que a tecnologia LED tem permitido “rentabilização económica e vantagens ambientais”, motivo pelo qual “o município continuará a investir nesta iluminação pública, expandindo-a a novos locais e reforçando-a nos locais existentes”.

O Município de Monção começou a substituição da iluminação pública em lâmpada de vapor sódio de 250 W e 150 W por iluminação de tecnologia LED em novembro de 2015, contemplando o centro histórico e os principais acessos à localidade: Avenida 12 de Março, Avenida da Galiza, Avenida D. Afonso III, Estrada da Boavista e Estrada dos Arcos.

A nova tecnologia permite a sua regulação ao nível de intensidade luminosa em diversos períodos da noite, garantindo a efetivação de dois objetivos: redução dos consumos energéticos e emissões de dióxido de carbono associadas e menor dispêndio monetário na fatura energética.

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FUNCIONÁRIOS DO MUNICÍPIO DE MONÇÃO REALIZAM CONVÍVIO DE NATAL

Autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, distinguiu os três funcionários que passaram à condição de aposentados no presente ano, agradeceu aos funcionários camarários a dedicação e profissionalismo e desejou a todos um Bom Natal e um Feliz Ano Novo na companhia dos seus entes queridos.

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No convívio de Natal dos funcionários camarários, realizado no passado sábado, 10 de dezembro, numa unidade hoteleira do concelho, o Presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, distinguiu os três funcionários do município que passaram à condição de aposentados no presente ano.

António Garrido Garrido, aposentado desde 1 de setembro, iniciou funções em 20 de junho de 1988. José Abílio Esteves Lages de Carvalhoestá aposentado desde 1 de julho, tendo iniciado funções em 3 de maio de 1993. Por fim,Ana Maria Ramos Silva, aposentada desde 1 de setembro, tendo entrado ao serviço em 1 de julho de 2001.

Augusto de Oliveira Domingues entregou a placa com a data de entrada e aposentação aAna Maria Ramos Silva. Os restantes homenageados, António Garrido Garrido e José Abílio Esteves Lages de Carvalho, não estiveram presentes.

Na ocasião, o autarca monçanense destacou o trabalho dedicado e missão de serviço dos homenageados, agradeceu aos funcionários camarários a dedicação e profissionalismo e desejou atodos um Bom Natal e um Feliz Ano Novo na companhia dos seus entes queridos.

O convívio, onde estiveram cerca de duas centenas de funcionários, contou com a presença da Vice-Presidente, Conceição Soares, do vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, dos vereadores do PSD, João Garrido e Natália Rocha, e do vereador do CDS/PP, José Luís Alves.

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MONÇÃO REALIZA EXPOSIÇÃO EVENDA DE NATAL

A Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho, sediada na vila de Monção, conforme é tradição, disponibiliza uma vez mais, a sua Sala de Exposições Temporárias para a exposição/venda de Natal dos trabalhos elaborados pelos utentes da APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental do núcleo de Monção, este ano até 23 de dezembro. 

A entrada é livre!

MONÇANENSE CRIA “CABAZ DA SAUDADE”

“Um cabaz com o gosto da saudade”

Carla Sá Pereira, enfermeira de profissão, vianense por nascimento e monçanense por opção, vila onde reside há uma década, lançou recentemente o 'Cabaz da Saudade', sendo apresentado publicamente este sábado, 10 de dezembro, pelas 15h00, no Museu do Alvarinho.

Através do portal www.cabazdasaudademoncao.pt é possível encomendar um cabaz com produtos exclusivos da terra. Entre estes, o cliente pode encontrar vinhos, licores, mel, compotas, doçaria, fumeiros, chocolates, roscas e artesanato diverso. O tamanho do cabaz varia entre o grande, o médio e o pequeno.

Para a concretização desta “ideia empreendedora”, a responsável desenvolveu parcerias com vários produtores e artesãos do concelho. Com o projeto em andamento, o objetivo passa por promover Monção e espalhar os sabores monçanenses pelos quatro cantos do mundo. Ou seja: “O melhor de Monção, em sua casa”.

ERGOVISÃO DE MONÇÃO APRESENTA WORKSHOP GRATUITO EM PARCERIA COM PERFUMES E COMPANHIA

No próximo dia 10 de Dezembro, sábado, a partir das 14 horas, a loja da Ergovisão Monção, situada no Rio Park, em parceria com a Perfumes e Companhia, irá realizar um Workshop direcionado para mulheres que necessitam de usar óculos e que pretendem aprender técnicas de maquilhagem.

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Escolher a maquilhagem perfeita para um rosto torna-se um repto, sobretudo quando se usa óculos. Pode não ser tarefa fácil encontrar o look perfeito quando o formato e a cor da armação parecem limitar as opções, esconder parte do rosto ou não favorecer os seus olhos.

Se quer resolver este problema pode conhecer algumas dicas no próximo sábado, durante a tarde na loja da Erogivsão, onde especialistas da loja Perfumes e Companhia vão responder a várias questões.

Aproveite esta oportunidade para poder sentir-se mais confiante consigo própria.

No dia 8 de Dezembro, a Ergovisão estará na Pista de Gelo de Valença.

A par desta iniciativa, a Ergovisão estará na Pista de Gelo de Valença das 10 às 16 horas e receberá todos para um rastreio gratuito.

Nada como divertir-se com uma viagem de patins e aproveitar a ocasião para realizar um rastreio à sua visão de forma gratuita.

No âmbito da política de prevenção visual, a Ergovisão promove esta iniciativa de forma gratuita para a sensibilização de cuidados a ter com os olhos.

Apareça no próximo dia 8 de Dezembro na Pista de Gelo de Valença e aproveite para tirar as suas dúvidas sobre a sua saúde oftamologica.

A Ergovisão Monção localizada no Retail Rio Park, é um espaço inovador, com recurso a tecnologia de ponta, serviços diversificados, elevado profissionalismo e atendimento personalizado.

Nesta vila minhota desde julho, podem encontrar serviços de optometria e contactologia, com possibilidade de realização de consultas gratuitas. Este espaço comercializa também todo o tipo de produtos óticos, desde armações, óculos de sol e lentes de contacto, dispondo ainda de uma marca própria com preços acessíveis.

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MONÇÃO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTARIADO

Data comemorada ontem na Escola Secundária de Monção através de um conjunto de atividades com o objetivo de sensibilizar a comunidade educativa para a prática do voluntariado.Alunos e professores “humanizaram” as mãos do símbolo do Banco Local de Voluntariado de Monção, procederam à recolha de donativos para uma associação local e criaram um placard com frases curtas alusivas à temática “Ser voluntário é…”

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Monção comemorou o Dia Internacional do Voluntariado. Ontem, 5 de dezembro, no âmbito do Programa de Voluntariado Jovem/PES-Haja Saúde/Banco Local de Voluntariado de Monção, vários alunos da Escola Secundária de Monção realizaram um conjunto de atividades com o objetivo de sensibilizar a comunidade educativa para a prática do voluntariado.

Desta forma, alunos e professores “humanizaram” as mãos do símbolo do Banco Local de Voluntariado de Monção, procederam à recolha de donativos para uma associação local e criaram um placard com frases curtas alusivas à temática “Ser voluntário é…”

O objetivo desta ação, que incidiu na transmissão de “ferramentas” potenciadoras do exercício do voluntariado, teve acolhimento positivo por parte dos alunos. No placard, podia ler-se: “Ser voluntário é levar emoções aos outros”, “Ser voluntário é ajudar em troca de amor” ou “Ser voluntário é vivenciar cidadania e consolidar valores”.

O Dia Internacional do Voluntariado, proclamado a 5 de dezembro de 1985 pelas Nações Unidas, é celebrado todos os anos naquele dia como forma de incentivar, valorizar e agradecer o trabalho de voluntariado prestado por milhões de pessoas em todo o mundo.

O Banco Local de Voluntariado de Monção, criado há sensivelmente seis anos, tem como missão a promoção dovoluntariado no território concelhio, facilitando o encontro entre os voluntários e as instituições acolhedoras. Presentemente, abrange várias áreas sociais, culturais e educativas,

Entre estas, destaca-se a recolha e distribuição de alimentos, apoio à infância e terceira idade, campanhas de sensibilização/peditórios,Banco Municipal de Livros Escolares, Banco da Mãe e do Bebe, apoio a eventos culturais e ajuda ao estudo de crianças com dificuldades económicas.

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MONÇÃO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTARIADO

Banco local assinala data, 5 de dezembro, com ação de formação básica. O objetivo incide na transmissão de “ferramentas” que valorizem o exercício do voluntariado.Atualmente, o banco local conta com 89 voluntários. Em 2012, estavam inscritas 58 pessoas e, no último ano, 74.

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O Banco Local de Voluntariado de Monção celebra o Dia Internacional de Voluntariado, comemorado amanhã, 5 de dezembro, com uma ação de formação básica para a prática de voluntariado destinada aos elementos do banco local e instituições acolhedoras de voluntários.

Esta iniciativa, que decorrerá entre as 10h00 e as 17h30, no auditório da Biblioteca Municipal de Monção, será ministrada por Patrícia Vaz Lourenço, formadora especializada na área.O objetivo incide na transmissão de “ferramentas” que valorizem o exercício do voluntariado.

Neste âmbito, decorre uma ação de sensibilização de voluntariado junto dos alunos do 1º e 2º ano do Agrupamento de Escolas de Monção. Trata-se do concurso “Para mim o voluntariado é….”, cujos trabalhos serão apresentados, na segunda metade de dezembro e primeira de janeiro, na Biblioteca Municipal de Monção.

A iniciativa, com coordenação de três professoras de artes plásticas das Atividades de Enriquecimento Curricular, Andreia Fernandes, Mafalda Evangelista e Sandra Soares, obedeceu a três fases: transmissão do conceito de voluntário, envolvimento dos pais e trabalhos de grupo. Os dois melhores serão premiados. 

O Banco Local de Voluntariado de Monção tem sensivelmente quatro anos de existência, englobando atualmente 89 voluntários que apoiam 20 organizações promotoras de voluntariado. Em 2012, estavam inscritas 58 pessoas e, no último ano, 74. O aumento deve-se à visibilidade do projeto, com várias atividades durante o ano, e à disposição da comunidade local para ajudar o próximo.

O voluntariado abrange várias áreas sociais, culturais e educativas, destacando-se a recolha e distribuição de alimentos, apoio à infância e terceira idade, campanhas de sensibilização/peditórios,Banco Municipal de Livros Escolares, apoio a eventos culturais, e apoio ao estudo de crianças com dificuldades através do projeto “raíz quadrada”.

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GESTÃO FINANCEIRA EQUILIBRADA DIMINUI PASSIVO EM CERCA DE 1 MILHÃO DE EUROS E ASSEGURA POUPANÇA CORRENTE DE 2.8 MILHÕES DE EUROS

Numa década, o executivo municipal desceu a dívida de médio e longo prazo em 8.1 milhões de euros, não tendo, no atual mandato, solicitado novos empréstimos deste tipo de endividamento. Com a divida de curto prazo consolidada, também não houve necessidade de recorrer a qualquer empréstimo no presente exercício. Poupança corrente, que resulta do diferencial entre a receita cobrada e a despesa faturada, será canalizada para investimento.

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Gestão financeira rigorosa e equilibrada distinguida no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2015, colocando o nosso concelho como um dos melhores no equilíbrio financeiro: 2º lugar na região do Minho, 9º lugar nos municípios portugueses de pequena dimensão (até 20 mil habitantes) e 26º lugar entre todos os municípios portugueses.

Sem descurar o bem-estar e conforto da população e o desenvolvimento estrutural em diferentes setores, o executivo monçanense, presidido pelo socialista Augusto de Oliveira Domingues, tem como prioridade a consolidação dos principais indicadores económicos e financeiros do município de Monção.

O plano de atividades e orçamento municipal para 2017, aprovadono executivo municipal no dia 30 de novembro e objeto de análise e votação na Assembleia Municipal do dia 16 de dezembro, é revelador desta linha estratégica de intervenção, apresentando resultados excelentes tanto na diminuição do passivo como na poupança corrente,

Com o endividamento de curto prazo perfeitamente consolidado, ao ponto de no presente exercício não ter sido necessário recorrer a qualquer empréstimo, assinala-se a diminuição do endividamento de médio e longo prazo. Em 30 de setembro, representava um encargo de 6.124.655,20 €. No final do ano, será de 5.924.063,00 €.

Relativamente a 31 de dezembro de 2015, assiste-se a uma variação positiva de 950.883,64 €, correspondendo a menos 13,83 €. Considerando a trajetória dasamortizações médias anuais dos empréstimos atuais, perspetiva-se que no final de 2017 a dívida de médio e longo prazo seja de 5.011.698,00 €.

Resumindo, o endividamento de médio e longo prazo desceu 8.1 milhões de euros no período de uma década (14.064.342,94 € em 2006), não representando um problema intergeracional, uma vez que corresponde, em média, a apenas 5% do orçamento global.

Esta política de equilíbrio e rigor orçamental resulta, a 30 de setembro de 2016, numa poupança corrente de 2.820.513,49 € 0 €, com previsível aumento até ao final do ano, sendo canalizada para investimento. A margem de endividamento é de 11.287.530,48 €, assegurando uma posição confortável face a eventuais candidaturas a programas comunitários.

Refira-se ainda que o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2015, coloca o nosso concelho como um dos melhores no equilíbrio financeiro: 2º lugar na região do Minho, 9º lugar nos municípios portugueses de pequena dimensão (até 20 mil habitantes) e 26º lugar entre todos os municípios portugueses.

MERCADO DE NATAL ANIMOU CENTRO HISTÓRICO DE MONÇÃO

Promovido pela Associação de Artesãos de Monção Post`Arte, certame decorreu este fim de semana, 3 e 4 de dezembro, na Praça Deu-la-Deu Martins. A organização proporcionou diversos momentos de animação musical e atividades alusivas à época, trazendo muita gente ao centro histórico. O tempo ajudou e muitos cumpriram o slogan: “Uma prenda artesanal é a melhor prenda de Natal”.

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A programação de Natal do Município de Monção, promovida pela autarquia local, Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço (ACICMM) e várias coletividades do concelho, iniciou-se no passadofim de semana, 3 e 4 de dezembro, com a realização do Mercado de Natal 2016.

Com organização da Associação de Artesãos de Monção - Post`Arte, o certame decorreu na Praça Deu-la-Deu Martins, sala de visitas de Monção “vestida” com a magia e fantasia do Natal através da apresentação de produtos artesanais, artigos alusivos à época, muita animação musical e atividades para miúdos e graúdos.

O corte da fita pertenceu ao autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, o qual enalteceu o papel da Post` Arte na defesa e divulgação do artesanato local. Sublinhou ainda que o município está disponível para apoiar a associação na sua missão de fortalecer o nosso artesanato.

Disse: “Um bom pai não foge às responsabilidades. A Associação de Artesãos de Monção nasceu comigo enquanto responsável do pelouro da cultura do município. Tem sido um parceiro fundamental nas nossas realizações. Dentro das nossas possibilidades, estaremos cá para o que for preciso”.

Antes falou a presidente da Post`Arte. Catarina Cardoso agradeceu a presença e o apoio das colegas da associação e dos grupos participantes, convidou o público a visitar o mercado e, puxando pelo slogan, lembrou que uma prenda artesanal é a melhor prenda de Natal.

Além de uma área onde era possível tirar fotografias com o Pai Natal e enviar cartas a pedir aquele presente na noite de consoada, os expositores disponibilizaram muitos produtos artesanais e artigos alusivos à quadra. A animação, preenchida em quantidade e qualidade, ajudou às vendas e ao estabelecimento de contactos.

Resultado: com um sábado mais ou menos temperado e um domingo ameno e convidativo, o Mercado de Natal correu bem com a presença de muitas pessoas no recinto. Umas vieram atraídas pelos artigos em exposição e outras pela animação musical e atividades complementares.

Uma boa aposta da associação que encaminhou crianças e adultos até ao centro histórico da vila. Para ouvirem os grupos “Sons do Gadanha”, “Os Magníficos”, “Gaitas e Cantares da Portela” e “Os Bombolásticos”, participarem na aula de zumba (Ginasticart) e ficarem encantados com a chegada do Pai Natal em cavalo e em mota.

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PALÁCIO DA JUSTIÇA DE MONÇÃO TEM RAMPA DE ACESSO A PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA

Obra, adjudicada por 17.867,31 € acrescido do IVA à taxa de 6%, visa garantir um acesso mais facilitado a grávidas, idosos e principalmente a pessoas em cadeira de rodas. Para Augusto de Oliveira Domingues, trata-se de uma questão de justiça numa sociedade democrática com deveres e direitos comuns a todos os cidadãos.

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A Câmara Municipal de Monção, a expensas próprias, vai instalar uma rampa de acesso a pessoas com mobilidade reduzida no Palácio da Justiça, edifício construído em meados do século XX que alberga o tribunal judicial e registo civil, predial e comercial. A obra, adjudicada a Mário César Rodrigues Construções, Sociedade Unipessoal, Lda, tem o custo de 17.867,31 € acrescido do IVA à taxa de 6%.

Esta decisão, enquadrada na promoção de uma acessibilidade universal, visa garantir um acesso mais facilitado a grávidas, idosos e principalmente a pessoas em cadeira de rodas. Constitui também a concretização de uma aspiração da delegação local da Ordem de Advogados que, por diversas vezes, manifestou essa necessidade junto do poder central e local. 

Para Augusto de Oliveira Domingues, trata-se de uma questão de justiça numa sociedade democrática com deveres e direitos comuns a todos os cidadãos: “O edifício pertence ao Ministério da Justiça e, como tal, a obra teria de ser da sua responsabilidade. Como o processo se arrasta sem fim à vista e não queremos monçanenses de primeira e monçanenses de segunda, decidimos avançar com a obra, assumindo os respetivos encargos”.

A rampa é formada por dois lanços e um patamar intermédio com guarda de proteção em ambos os lados. O primeiro lanço e o patamar serão constituídos por um maciço de betão revestido com granito semelhante ao existente no edifício. O segundo lanço receberá uma estrutura metálica revestida também com granito.

A proposta, que engloba ainda pavimento antiderrapante, cumpre integralmente as normas técnicas sobre acessibilidades estabelecidas no Decreto-Lei nº163/2006, de 8 de agosto, com o objetivo de tornar o edifício acessível a pessoas com mobilidade condicionada.

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EXECUTIVO MUNICIPAL DE MONÇÃO APROVA ORÇAMENTO RIGOROSO, PRAGMÁTICO E ESTRUTURANTE

Documento, aprovado por maioria, situa-se perto de 18.2 milhões de euros, sendo objeto de apreciação e votação na reunião da Assembleia Municipal do dia 16 de dezembro. Com as contas equilibradas, documento assenta numa estratégia de proximidade aos munícipes, otimização dos recursos disponíveis e desenvolvimento sustentável do território concelhio. Em síntese, um compromisso muito forte com o desenvolvimento económico, a sociedade civil, a solidariedade social e as instituições locais.

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O Executivo Municipal de Monção aprovou, por maioria, com voto contra do CDS e três abstenções do PSD, o orçamento e plano plurianual de investimentos para o próximo ano. Os documentos têm o valor global de 18.197.632,00 €, devendo agora ser objeto de análise, discussão e votação na reunião da Assembleia Municipal do dia 16 de dezembro.  

Elaborado com rigor e pragmatismo num cenário nacional ligeiramente mais desanuviado em termos financeiros, onde as candidaturas aos fundos comunitários começam a ganhar consistência, o plano e orçamento para 2017 revela-se como “um projeto sério, equilibrado e estruturante” baseado “numa estratégia de proximidade aos munícipes, otimização dos recursos disponíveis e desenvolvimento sustentável do território concelhio”.

A semelhança do exercício deste ano, o documento assenta em quatro pilares fundamentais: continuidade da consolidação das contas municipais; reforço do investimento em áreas essenciais para fortalecer a centralidade de Monção; aposta clara na eficiência dos serviços prestados à população, e definição clara e transparente de um conjunto de regras que visam apoiar apenas as iniciativas de mérito e interesse público. 

Minho Parque Monção

Considerando estas linhas orientadoras, a estratégia global para o próximo ano tem como objetivo a efetivação de políticas concretas e medidas ajustadas que abarcam diversos setores de intervenção, visando um desenvolvimento equilibrado no território concelhio.  

Na indústria, destaca-se a conclusão do Minho Parque Monção, condomínio empresarial desenvolvido em parceria com a Associação Industrial do Minho. O acesso ao parque está concluído, tendo-se iniciado a variante à EM 507 que permitirá um acesso facilitado a Lara e às restantes freguesias do Vale do Gadanha.

Neste setor, referência ainda para a criação do Espaço CoWork Monção, área de trabalho partilhado, na futura Casa da Juventude, antigo quartel dos bombeiros, e para a promoção e melhoria da atratividade do Parque Empresarial da Lagoa, tendo, nesse sentido, sido apresentada uma candidatura que aguarda resposta.  

Emparcelamento Agrícola de Moreira e Barroças e Taias

Quanto à agricultura/floresta, assinala-se o Emparcelamento Agrícola de Moreira e Barroças e Taias, cuja candidatura já mereceu aprovação em Conselho de Ministros e publicação em Diário da República. De acordo com o PDR 2020 e o PDCT, está prevista uma verba de 4.6 milhões de euros.

Neste capítulo, o município pretende também investir nos rios Minho, Mouro e Gadanha através da criação de um conjunto de condições que possam facilitar o acesso a pescadores e turistas. A saber: construção de trilhos e passadiços, limpeza de caminhos e sinalização dos pontos mais interessantes.

A promoção dos “nossos” rios far-se-á também com recurso à divulgação de práticas ancestrais de pesca artesanal e as suas estruturas físicas (pesqueiras), bem como acontecimentos históricos ligados ao rio como sejam o contrabando, a emigração e as relações comerciais e culturais entre as duas margens.  

Nova sede da Banda Musical de Monção

Com o objetivo de incrementar o número de visitantes no concelho, o setor dedicado ao comércio/turismo/cultura prevê a realização de eventos relevantes com visibilidade exterior ao longo do ano, a conclusão da nova sede da Banda Musical de Monção no antigo edifício da CP e a requalificação da área envolvente do Núcleo Museológico Torre de Lapela.  

Neste âmbito, o município apresentou candidaturas para a reabilitação interna do antigo edifício termal, construção de passadiço que liga o túnel junto ao Arado com o passadiço das Caldas, construção de uma zona pedonal e de ciclovia na Rua Cristóvão Colombo e Avenida da Galiza, e trilho das pesqueiras que se inicia em Monção e termina na Bela.

Foi igualmente apresentada uma candidatura ao POCTEP, denominada Uniminho – ECOTUR 2.0, que inclui projetos de recuperação das margens do rio Minho, ponte pedonal e recuperação dos postos da guarda-fiscal da Bela e Barbeita. Está também previsto elaborar uma nova candidatura para construção do Museu Municipal, no edifício do Souto D` El Rei.

A toponímia no centro urbano de Monção será uma realidade no próximo ano, bem como os apoios às freguesias e associações para a realização de eventos que mostram a genuinidade das nossas aldeias e o desejo comum de manutenção da tradição. Em 2017, terá início a elaboração de um plano de pormenor e salvaguarda da branda de Santo António de Vale de Poldros.

Largo da Antiga Estação da CP

Com o investimento na regeneração urbana, pretende-se contribuir para a requalificação do tecido urbano do centro histórico e respetivo enquadramento no território e paisagem envolvente, facilitando a fruição de atividades de recreio e lazer numa perspetiva de melhoria da qualidade de vida dos monçanenses.

Com esse objetivo, o município vai avançar para a requalificação urbanística do largo da antiga estação da CP, tendo, nesse sentido, já adquirido algumas habitações adjacentes ao Baluarte da Cova do Cão que serão demolidas. A zona do Porcalho, com trabalhos já adjudicados, será requalificada.

No âmbito do programa estratégico de reabilitação urbana, estão igualmente contempladas verbas para as obras de requalificação na Praça da República e intervenções pontuais de beneficiação urbana na Praça Deu-la-Deu Martins com correção de passeios e iluminação.

Apostas fortes na mobilidade e infraestruturas básicas

Os investimentos nas infraestruturas básicas têm como finalidade concluir o abastecimento de água ao domicílio e reforçar os sistemas de drenagem de águas residuais, destacando-se, nestes setores, as candidaturas apresentadas ao POSEUR que terão desenvolvimento apenas em caso de aprovação comunitária e respetivo financiamento.

A saber: rede de abastecimento de água à freguesia de Merufe – 1ª fase, 1 057 880,00 €; rede de saneamento básico de Messegães e zonas baixas de Valadares e Sá - 1ª fase, 67 800,00 €; e rede de saneamento básico da zona baixa de Mazedo, lugar dos Milagres (Cambeses), lugar de Serzedo (Longos Vales), aglomerado urbano de Monte Redondo (Troviscoso) e freguesia de Troporiz, 2 406 200,00 €.

Em relação à mobilidade, o documento privilegia a intervenção na EN 101 e EN 202, entre a rotunda de Cortes e a futura rotunda de S. Pedro, inscrita no Plano Rodoviário Nacional para 2017, bem como a continuidade de beneficiação da EN 202 em diversos pontos.

No próximo ano, haverá também um forte investimento nas vias interfreguesias, estando projetadas diversas intervenções: continuidade da EM 304 de Troviscoso a Merufe no troço entre Guimil e Santo André; início da intervenção na EM 505 (Mazedo – Luzio) nos troços mais degradados, e beneficiações nas seguintes estradas: entre a escola de Barroças e Taias e Pias, entre a Granja (Merufe) e Santa Marinha (Tangil), entre Lijó (Riba de Mouro) e Gave (Melgaço), e entre Quintela (Riba de Mouro) e Badim/Cousso.

Transferência financeira para as freguesias

No próximo ano, o município mantem a transferência financeira para as 24 uniões e juntas de freguesia. A distribuição, assente em critérios de igualdade, área e população, tem um valor global de 1.5 milhões de euros, o mesmo montante que em 2016, sendo a forma de pagamento efetuada mensalmente entre janeiro e dezembro.

Grande parte do sucesso da estratégia global do município passa pela educação e formação profissional. Neste capítulo, manter-se-ão os apoios ao Agrupamento de Escolas de Monção e aos alunos mais desfavorecidos nos transportes, alimentação e acesso ao ensino superior.

A carta educativa será revista e proceder-se-á à definição de uma rede de transportes escolares adequada às necessidades de mobilidade da população. Em termos de obras, saliente-se a construção de uma zona coberta no jardim- de-infância de Cortes e a pintura do pavilhão desportivo da EB 2.3 de Monção.

MONÇÃO REALIZA MERCADO DE NATAL 2016

Promovido pela Associação de Artesãos de Monção Post`Arte, certame decorre este fim-de-semana, 3 e 4 de dezembro, na Praça Deu-la-Deu Martins, com a apresentação de produtos artesanais e muita animação para miúdos e graúdos. O slogan é: “Uma prenda artesanal é a melhor prenda de Natal”.

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A programação de Natal do Município de Monção, promovida pela autarquia local, Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço (ACICMM) e várias coletividades do concelho, inicia-se este fim de semana, 3 e 4 de dezembro, com a realização do Mercado de Natal 2016.

Com organização da Associação de Artesãos de Monção - Post`Arte, o certame decorre no centro histórico da vila, prometendo “decorar” a sala de visitas de Monção, Praça Deu-la-Deu Martins, com a magia e fantasia do Natal através da apresentação de produtos artesanais, artigos alusivos à época e muita animação para miúdos e graúdos.

Na Praça Deu-la-Deu Martins estão disponíveis vários expositores e bancas e, para exaltar o ambiente natalício, está prevista animação musical durante os dois dias com atuações dos grupos “Sons do Gadanha”, “Os Magníficos”, “Gaitas e Cantares da Portela” e “Os Bombolásticos”.

No sábado à noite, a partir das 21h00, decorre uma aula de zumba (Ginasticart) e, no domingo, atividades natalícias com o Pai Natal a chegar de cavalo, durante a manhã, e de bicicleta, durante a tarde. O mercado abre às 14h00 e a inauguração oficial realiza-se às 15h00.

Esta feira, desenvolvida em período festivo com o slogan “Uma prenda artesanal é a melhor prenda de Natal”, tem como finalidade criar um motivo de atração junto de munícipes e visitantes, incentivar a dinâmica empresarial ligada à comercialização de produtos manufaturados e revitalizar as artes e ofícios tradicionais.

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MONÇÃO REALIZA NATAL SOLIDÁRIO

Promovida pelo Rotary Clube de Monção, iniciativa solidária realiza-se este sábado, pelas 21h30, no Cine Teatro João Verde. O bilhete, que pode ser adquirido na Loja Interativa de Turismo, tem o custo de 6,00 €, revertendo a receita a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro. 

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O Cine Teatro João Verde recebe no próximo sábado, 3 de dezembro, pelas 21h30, o espetáculo “Natal Solidário”. O bilhete, que pode ser adquirido na Loja Interativa de Turismo, tem o custo de 6,00 €, revertendo a receita a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro. 

Nesta iniciativa, promovida pelo Rotary Clube de Monção com o apoio da autarquia local, estão previstas atuações de elementos pertencentes à Banda Musical de Monção, Banda Musical da Casa do Povo de Tangil e Associação Lá-Mi-Ré, bem como dos artistas Bianca Barros, Alberto Índio e Neno, antigo futebolista que defendeu, entre outros, os emblemas do Guimarães e do Benfica.

Apresentando um cartaz de qualidade, esta iniciativa, com acentuado cariz solidário, traduz o papel social desempenhado pelo Rotary Clube de Monção e manifesta o reconhecimento público de toda a população monçanense ao trabalho desenvolvido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro.

MONÇÃO PREPARA NATAL 2016

Época de paz e harmonia, o Natal é também sinónimo de animação e convívio. Durante o mês de dezembro, estão previstas diversas atividades alusivas à quadra religiosa e festiva e iniciativas de promoção do comércio tradicional.Em parceria com a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço (ACICMM) e várias coletividades locais, programa compreende feira de artesanato, exposições, concertos, ateliês, prova desportiva e atividades lúdicas para crianças.

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No Natal, o concelho de Monção fica ainda mais atrativo. Além da habitual iluminação própria da época, pinheirinhos e passadeiras vermelhas nas ruas comerciais da localidade, a programação natalícia, feita pela autarquia local em parceria com a Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço (ACICMM)e várias coletividades locais, compreende feira de artesanato, exposições, concertos, ateliês, prova desportiva e atividades lúdicas para crianças.

O objetivo central é comemorar esta data importante no calendário religioso mas também promover o comércio tradicional, incentivando as compras de Natal nos estabelecimentos locais. A sensibilização do público será feita através de Spot promocional na Rádio Vale do Minho,outdoors e suportes digitais do Município, apelando à aquisição dos presentes nas lojas tradicionais. O slogan é: “Neste Natal, seja Tradicional. Compre no comércio local”

No primeiro fim de semana, dias 3 e 4, a Praça Deu-la-Deu Martins vai encher-se com o espirito e a magia do Natal. A Feira de Artesanato Natal 2016, promovida pela Associação de Artesãos de Monção Post`Arte, disponibiliza várias bancas com artigos e produtos alusivos à época festiva.O lema é: “Uma prenda artesanal é a melhor prenda de Natal”.

Natal solidário

No dia 3, sábado, pelas 21h30, realiza-se o Natal Solidário, espetáculo promovido pelo Rotary Clube de Monção com a presença de vários artistas. A entrada, no Cine Teatro João Verde, tem o custo de 6,00 €, revertendo a receita a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Entre os dias 9 e 23, a Casa Museu de Monção/Universidade do Minho recebe uma exposição/venda da APPACDM de Monção. Em cima da mesa, vários trabalhos manuais elaborados pelos utentes daquela instituição social, destacando-se, entre estes, arranjos e árvores de frutos, peças em cestaria, figuras alusivas ao Natal, arranjos florais e castiças de várias cores e feitios.

No fim de semana 17 e 18, realizam-se os habituais concertos de Natal da Banda Musical de Monção. Tendo como palco o Cine Teatro João Verde, os espetáculos tem início às 21h30 e 15h00, prometendo um repertório de qualidade com composições recentes e interpretações natalícias. O bilhete custa 3,00 €, devendo ser adquirido na Loja Interativa de Turismo. 

Pai Natal de duas rodas

No dia 18, a partir das 15h00, o Clube de Cicloturismo de Monção volta a organizar a iniciativa “Pai Natal de duas rodas”. Vindos de diferentes locais do concelho, vários elementos do clube, vestidos à Pai Natal, juntam-se na Praça Deu-la-Deu Martins para uma tarde alusiva à época. Nos sacos, trazem balões e guloseimas para as crianças. No mesmo dia, pelas 18h00, a “Robustina Afonsina”, grupo de música tradicional portuguesa, atua na Igreja da Misericórdia.

À semelhança dos anos anteriores, a Biblioteca Municipal de Monção assinala a quadra com a realização do Ateliê “Férias de Natal”, entre os dias 19 e 23. Esta iniciativa, feita em tempo de pausa escolar, destina-se a crianças dos 6 aos 12 anos. Fica o convite: “Temos para ti uma mão cheia de atividades e brincadeiras que não vais querer perder por nada deste mundo”.

No dia 23, sexta-feira, pelas 21h30, novo concerto de Natal. Desta vez, no Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil, com a presença da Banda Musical da Casa do Povo de Tangil. No dia 24, sábado, decorre, pelo terceiro ano consecutivo, a descida do rio Minho com o Pai Natal a bordo. O simpático velhinho de barbas branquinhas atraca no Cais da Lodeira e no Embarcadoiro de Salvaterra de Miño. À sua espera, vão estar centenas de crianças das duas localidades.

Prova solidária S. Silvestre

No dia 30, ao final da tarde, realiza-se a Prova Solidária S. Silvestre, percurso superior a cinco quilómetros pelas ruas e praças de Monção e Salvaterra do Miño, localidades fronteiriças ligadas por uma ponte internacional sobre o rio Minho há duas décadas. Para participar, basta entregar um alimento não perecível. O objetivo é fazer exercício físico, ajudando o próximo.

Complementando estas iniciativas, estão previstas mais algumas atividades tendo como epicentro a Praça Deu-la-Deu Martins. Entre outras, carrossel, insufláveis e comboio turístico com circuito pelo centro histórico e urbanizações envolventes.

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MONÇÃO É O SEGUNDO CONCELHO DO MINHO COM MAIOR EQUILIBRIO FINANCEIRO

Indicador, inserido no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2015, coloca o nosso concelho na 26ª posição entre todos os municípios portugueses e na 9ª posição nos municípios de pequena dimensão (até 20 mil habitantes).

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Monção é o segundo município da região do Minho, distritos de Viana do Castelo e Braga, com maior equilíbrio orçamental, sendo apenas superado por Viana do Castelo. O nosso concelho ocupa a 26ª posição entre todos os municípios portugueses e a 9ª posição nos municípios de pequena dimensão (até 20 mil habitantes).

Estes dados constam do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2015, publicação apresentada na passada terça-feira resultante de um trabalho de investigação do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade (CICF) em parceria com a Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC). 

Com coordenação de João Carvalho e desenvolvimento de Maria José Fernandes, Pedro Camões e Susana Jorge,  o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, tornado público pela primeira vez em 2003, é uma referência na radiografia das contas do poder local.

Para Augusto de Oliveira Domingues, o posicionamento de Monção no ranking do equilíbrio financeiro municipal é revelador de uma política rigorosa e criteriosa. Adiantou: “Temos gerido a Câmara num contexto de responsabilidade e crescimento, ajustando os nossos encargos financeiros e mantendo investimentos estruturantes em todo o concelho. Estes indicadores deixam-me satisfeito mas não me surpreendem”.

O equilíbrio municipal é um indicador bastante importante de sustentabilidade financeira dos municípios, resultando da comparação entre a receita corrente bruta cobrada e a despesa corrente acrescida das amortizações de empréstimos de médio e longo prazo. No caso de Monção, conforme se pode constatar no quadro referente ao exercício de 2015, resultou num saldo corrente de 3.624.742,00 €.

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MONÇÃO: FREGUESIA DE ABEDIM EMPENHADA EM MELHORAR ACESSIBILIDADES E PROMOVER TURISMO DE MONTANHA

Augusto de Oliveira Domingues visitou os investimentos feitos na freguesia e tomou contacto com as prioridades do executivo local liderado por José António Rodrigues. Casa mortuária, fruto da recuperação da antiga casa paroquial, praticamente concluída. 

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A freguesia de Abedim está empenhada em garantir condições de mobilidade entre os lugares da freguesia e em promover o turismo de montanha. O executivo local, presidido por José António Rodrigues, aposta ainda na valorização de caminhos agrícolas e na conclusão da casa mortuária da freguesia.  

Estas prioridades foram transmitidas ao autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, que recentemente visitou a freguesia para verificar no terreno os investimentos efetuados e para se inteirar dos objetivos da junta para os próximos tempos. 

Nesta deslocação, acompanhado pelo técnico superior Jorge Tavares, Augusto de Oliveira Domingues começou a visita com uma deslocação à futura casa mortuária da freguesia, equipamento resultante da recuperação exterior e interior da antiga casa paroquial. 

Num investimento de 30 mil euros, apoiado pela autarquia monçanense, os trabalhos encontram-se em fase de ultimação, faltando apenas algumas intervenções pontuais e o respetivo mobiliário. Ainda sem data, a inauguração deverá acontecer a breve prazo.

Nesta deslocação, foi ainda possível visitar vários caminhos agrícolas beneficiados pelo executivo local, todos pavimentados em betão e alguns alvo de alargamento. Também dois fontanários em granito, ladeados por dois bancos, um junto à paragem de autocarro e outro no início da rua da Mindra.

Com o Trilho da Carvalheira a ser muito visitado pelos amantes de percursos pedestres, portugueses e galegos, José António Rodrigues manifestou a intenção de continuar a afirmar aquele trilho de dificuldade moderada. Por um lado, mantendo-o limpo e transitável. Por outro, apostando na renovação da sinalética.

Nesta componente de valorização do turismo de montanha, algo que tem conhecido um grande crescimento nos últimos anos, o executivo local pretende igualmente intervir na antiga escola primária. Com o telhado substituído, segue-se agora a beneficiação do piso. No futuro, haverá outras intervenções de valorização daquele imóvel, endereçando-lhe uma nova funcionalidade.  

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MUNICÍPIO DE MONÇÃO COMPRA TRÊS IMÓVEIS NA ENVOLVENTE DA ANTIGA ESTAÇÃO DA CP

Proposta, aprovada na última reunião do executivo municipal, tem como finalidade a sua demolição no âmbito do projeto de requalificação urbanística daquela área. No local, encontra-se outro imóvel que, de momento, está em fase de negociação com os proprietários.

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A Câmara Municipal de Monção vai adquirir três imóveis devolutos na envolvente da antiga Estação da CP (Baluarte da Cova do Cão) para proceder à sua demolição no âmbito do projeto de requalificação urbanística daquela área. No local, encontra-se outro imóvel (parcela A na imagem) que, de momento, está em fase de negociação com os proprietários.

A proposta de aquisição foi aprovada, por unanimidade, na última reunião do executivo municipal. O pagamento aos proprietários será feito no início do próximo ano com verbas inscritas no Plano Plurianal de Investimentos para 2017, documento que será apreciado e votado na Assembleia Municipal durante o mês de dezembro.

A proposta, apresentada pelo presidente da autarquia, Augusto de Oliveira Domingues, determina ainda que, em caso de insucesso do processo negocial em curso com os proprietários do quarto imóvel, haverá um eventual recurso à respetiva expropriação da parcela.

A presente aquisição representa mais um passo na requalificação do antigo largo da estação da CP, presentemente uma das principais entradas no centro histórico da vila servida por vários estabelecimentos comerciais e serviços públicos e com um significativo fluxo de trânsito rodoviário.

Nesse sentido, a autarquia procedeu à demolição, em meados deste ano, de uma habitação na Travessa da Lodeira, ligação entre a Avenida Dr. António Felgueiras e a Avenida D. Afonso III. Em troca, cedeu aos proprietários uma habitação na Urbanização de Santiago.

O município avançou também com a recuperação da antiga estação da CP, transformando-a na futura sede da Banda Musical de Monção. Os trabalhos decorrem a bom ritmo, tudo apontando que o novo equipamento possa ser inaugurado no dia 25 de abril do próximo ano.

Adjudicada por 322.656,00, acrescida de IVA, a empreitada é suportada na totalidade pela autarquia local. A candidatura para comparticipação financeira governamental no âmbito da regeneração urbana já foi apresentada, aguardando-se a sua aprovação.

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CASA DA JUVENTUDE DE MONÇÃO VAI SER UMA REALIDADE

Augusto de Oliveira Domingues confirmou este objetivo da autarquia na recente visita do Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, à Associação Desportiva e Cultural dos Jovens de Longos Vales. Autarca anunciou também a reativação do Conselho Municipal da Juventude.

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O autarca monçanense reafirmou a intenção de criação de uma casa da juventude no antigo quartel da Banda Musical de Monção assim que a coletividade filarmónica passe para as novas instalações que, tudo indica, serão inauguradas no dia 25 de abril do próximo ano.

As declarações de Augusto de Oliveira Domingues foram proferidas no decorrer da visita que o Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, efetuou recentemente às instalações da Associação Desportiva e Cultural dos Jovens de Longos Vales.

O autarca afirmou que a nova estrutura de apoio aos jovens monçanenses assumir-se-á como “um polo gerador de ideias criativas e multiplicador de projetos” num “espaço aberto às novas tecnologias de comunicação” e “à partilha de espaços de trabalho”.

“Os jovens são o futuro da nossa terra e do nosso país. Mais que uma opção estratégica, dar-lhes as ferramentas necessárias para a convergência das suas ideias e a alavancagem dos seus projetos é responsabilidade e obrigação de qualquer autarca” acentuou.

Neste encontro, onde o governante teve a oportunidade de visitar a sede da Associação Desportiva e Cultural dos Jovens de Longos Vales e o Centro Interpretativo do Castro S. Caetano, Augusto de Oliveira Domingues solicitou mais apoios para o movimento associativo e anunciou a reativação do Conselho Municipal da Juventude, organismo defensor e promotor das políticas da juventude.

O Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, agradeceu a receção calorosa, sublinhou o papel da associação na valorização do associativismo juvenil e, vindo de encontro ao pedido do autarca local, referiu que o Instituto Português do Desporto e Juventude vai conhecer um aumento de verbas no orçamento para o próximo ano.

O governante assegurou ainda que os prazos de pagamento às associações serão cumpridos com maior rigor. Esclareceu: “ a lei estipula que os pagamentos sejam feitos em determinadas alturas. Tem havido alguns incumprimentos que serão ultrapassados. Estou empenhado nesse objetivo para que a gestão das associações seja facilitada e previsível”. 

Nesta deslocação, inserida no “Roteiro do Associativismo”, o governante deslocou-se ainda aos concelhos de Valença, Paredes de Coura e Viana do Castelo. Iniciativa desenvolvida em articulação com a Federação das Associações Juvenis do Distrito de Viana do Castelo e o Instituto Português do Desporto e Juventude.

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ESSÊNCIA DO SOALHEIRO CAPTADA PELAS OBJETIVAS DE AMANTES DA FOTOGRAFIA

Já são conhecidos os vencedores do concurso de fotografia “Terroir único, terroir soalheiro”

A Quinta de Soalheiro viu, através destes trabalhos, a valorização do seu terroir e por isso vai expor a partir de janeiro 2017 na adega em Melgaço as mais de 50 fotografias que estiveram a concurso.

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Já são conhecidos os vencedores do concurso de fotografia “Terroir único, terroir soalheiro”, promovido pela Quinta de Soalheiro. A fotografia intitulada "Mundo" de autoria de Carlos Elísio conquistou o primeiro lugar. O 2º lugar foi atribuído à fotografia “Vassalagem à serra” de Lídia Faria. No 3ª lugar deu-se um empate técnico pelo que foram atribuir dois prémios: um à fotografia “O Segredo do Néctar” de Carolina Macedo e outro à fotografia “Contra-luz outonal” de Lídia Faria. A marca acolheu com prazer a visita dos amantes da fotografia e deixa a porta aberta para que mais apaixonados pela fotografia visitem a quinta e seu terroir. A Quinta de Soalheiro viu, através destes trabalhos, a valorização do seu terroir e por isso vai expor as mais de 50 fotografias que estiveram a concurso na Sala de Provas da adega em Melgaço. A exposição arrancará em janeiro de 2017 e ficará patente nos primeiros seis meses do ano.

O papel do júri não foi fácil,cerca de meia centena de fotografias estiveram a concurso e mostraram as belezas do terroir da sub-região de Monção e Melgaço (DO Vinho Verde), dos pormenores desta terra mãe que faz do alvarinho que ali nasce algo único. A avaliação foi feita por Manoel Batista, Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Dr. Manuel Pinheiro, Presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes; Prof. Ana Rodrigues do Vale, Diretora da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Anabela Trindade, fotografa "oficial" Soalheiro e Luís Cerdeira, da Quinta de Soalheiro.

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O concurso destinava-se a todos os fotógrafos amadores e profissionais, bem como alunos de escolas da especialidade e afins e tinha como objetivo valorizar a fotografia como forma de expressão artística, valorizar o terroir da região e a sua biodiversidade, valorizar o terroir Soalheiro, onde nasceu a primeira marca de alvarinho de Melgaço, promover a paisagem vitícola e a temática associada ao alvarinho (terra, vinha, vinificação, envelhecimento, casta, vinho, enoturismo, etc.), estimular a criatividade e contribuir para a valorização e projeção da região e da casta alvarinho.

AS DIMENSÕES DO SOALHEIRO

O Soalheiro é considerado um especialista em Alvarinho pelos líderes de opinião internacional e nacional, pelo que na sua gama de vinhos se destacam várias dimensões: o Soalheiro clássico, efetivamente um clássico e o vinho com maior presença internacional; o Soalheiro Primeiras Vinhas, uma referência nos Alvarinhos e, por quatro vezes consecutivas, considerado o Melhor Vinho Branco Português; oSoalheiro Reserva, a expressão máxima da casta alvarinho com a fermentação em barrica; os dois espumantes Soalheiro, o clássico Bruto e o Bruto Rosé; não esquecendo ainda os inovadores ALLO e o Soalheiro 9%, que se distinguem pelo teor alcoólico moderado com enorme elegância e frescura, e que procuraram explicar que o álcool moderadamente baixo também está associado a vinhos de grande qualidade; e também a Aguardente Velha, produzida com destilação tradicional a partir de bagaços selecionados da casta Alvarinho.

A Quinta de Soalheiro tem ainda na sua gama de vinhos o Soalheiro Oppaco, cujo lançamento aconteceu em 2015. O Soalheiro Oppaco, com um lote de Vinhão e Alvarinho, marcou um novo capítulo da história da primeira marca de Alvarinho em Melgaço ao apresentar o seu primeiro vinho tinto, também pioneiro por se tratar de um vinho tinto da região com lote de uvas tintas (Vinhão) e uvas brancas (Alvarinho). Em 2015, à família juntou-se ainda o Terramatter que se afirma como um Soalheiro ‘integralmente diferente’. Um Soalheiro que pode ser interpretado como um regresso às origens e que poderá ser, simultaneamente, um olhar para o futuro. O Terramatter é um vinho diferente feito com uvas biológicas.

Em maio de 2016 nasceu o Soalheiro Granit, que revela uma dimensão mais mineral da casta Alvarinho. É um Alvarinho que sai de uma seleção específica de vinhas plantadas acima dos 150 metros de altitude, revelando a mineralidade que relaciona o solo de origem granítica do ‘terroir’ de Monção e Melgaço e da casta Alvarinho, aprimorado com a batonage e o estágio nas borras finas.

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PRÉMIOS 2016

Em 2016, a primeira marca de Alvarinho de Melgaço recebeu vários prémios nacionais e internacionais além das referências que pode encontrar no site permanentemente atualizado e que conta todos os detalhes da história, vinhos e notícias. Uma visita a não perder em www.soalheiro.com.

  • Soalheiro Clássico e Soalheiro ALLO nas ‘Melhores Compras’pela Revista de Vinhos
  • Soalheiro Reserva 2014 recebeu prémio de Excelência: distinção máxima na gala dos "Óscares dos Vinhos" da Revista de Vinhos
  • Soalheiro Primeiras Vinhas 2014 recebeu Medalha de Ouro no Japan Women’s Wine Award “SAKURA” 2016, um concurso internacional de vinhos no Japão.
  • Soalheiro Oppaco - o novo tinto do Soalheiro foi nomeado pela revista WINE – A Essência do Vinho para os “Melhores do Ano”
  • Soalheiro Terramatter 2014 está nos “Melhores do Ano” da revista WINE – A Essência do Vinhoe nos “Melhores de Portugal da Região Vinho Verde Alvarinho” pela Revista de Vinhos
  • Soalheiro Alvarinho Primeiras Vinhas no TOP 10 Vinhos Portugueses da Revista Wine
  • Soalheiro Clássico 2015 recebeu medalha de Ouro no Mundus Vini Spring Tasting 2016
  • Soalheiro Primeiras Vinhas 2014 no TOP 50 Vinhos Portugueses(reconhecido e selecionado por 3 Master Sommeliers dos USA)
  • Soalheiro Clássico 2015 atingiu os 94 pontos Parker
  • Allo 2015 com medalha de prata no Concours Mondial de Bruxelles 2016
  • Alvarinho Soalheiro Reserva 2014 conquista medalha de prata no Concurso Vinhos de Portugal 2016
  • Soalheiro Primeiras Vinhas e Soalheiro Reserva no Top Ten 2016, na categoria melhor Vinho Branco do Norte de Portugal, pela Vinino ‘Wine Style Awards 2016’
  • Soalheiro Primeiras Vinhas com a melhor classificação no Top Ten 2016, na categoria Vinho Verde Branco, pela Vinino ‘Wine Style Awards 2016’
  • Soalheiro Clássico 2015 recebe prémio Platinium no Decanter World Wine Awards 2016
  • Revista Wine&Spirits: Soalheiro pelo segundo ano consecutivo (2015 e 2016) no top 100 das melhores adegas mundiais.

27 MERCADOS DE EXPORTAÇÃO

O vinho Soalheiro tem registado um crescimento internacional gradual e constante inclusive no mercado nacional. A presença do Soalheiro em 27 mercados contribui para que um conjunto de amantes do vinho continue a descobrir o Vinho Verde de Monção e Melgaço - A Origem do Alvarinho e o grande potencial dos Vinhos Portugueses. É de salientar que em Portugal a presença nos locais de referência tem-se feito sentir, com maior notoriedade, em estabelecimentos de restauração, garrafeiras e winebars e na exportação em estabelecimentos de restauração e lojas da especialidade nomeadamente na Alemanha, Angola, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Coreia do sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Letónia, Luxemburgo, Noruega, Nova Zelândia, Polónia, Suécia, Suíça, Singapura, e mais recentemente na Bulgária e na República Trindade e Tobago.

SOALHEIRO, UM REGISTO FAMILIAR

Foi nos anos 70, nomeadamente em 1974, que João António Cerdeira, com o apoio de seu pai, António Esteves Ferreira, plantou a primeira vinha de Alvarinho, criando, em 1982, a primeira marca de Alvarinho em Melgaço. A Quinta de Soalheiro tem um perfil profundamente familiar cuja dedicação aos vinhos se expressa em vinhos elegantes e vibrantes, sendo atualmente Maria Palmira Cerdeira e seus filhos, Maria João Cerdeira e António Luís Cerdeira, a orientar os trabalhos. As sucessivas gerações, com a sua experiência, têm-se empenhado em apurar os conhecimentos e a capacidade de produzir vinhos cada vez melhores. É uma ligação clara entre o passado, o presente e o futuro. As gerações trabalham lado a lado para, juntas, olharem para o futuro deste sector e desta região. Tudo têm feito para implementar as melhores tecnologias vitícolas e enológicas, de forma a potenciar a expressão dos seus “terroirs” criando várias dimensões da casta Alvarinho.

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MONÇÃO TEM REDE VIÁRIA VALORIZADA E CASA MORTUÁRIA QUASE CONCLUÍDA

Augusto de Oliveira Domingues deslocou-se a Trute para visitar os investimentos feitos pela junta de freguesia liderada por Agostinho Fernandes. Um percurso que mostrou trabalho e vontade em servir a população local.

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Nesta visita de trabalho a Trute, Augusto de Oliveira Domingues teve a possibilidade de verificar no terreno os últimos investimentos efetuados pela junta de freguesia liderada por Agostinho Fernandes, bem como os principais objetivos do autarca socialista até ao final do mandato.

Acompanhado pela Vice-Presidente, Conceição Soares, e pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, Augusto de Oliveira Domingues encontrou-se com Agostinho Fernandes junto à igreja da freguesia, ponto de partida de uma visita muito construtiva.

Naquele local, constatou-se, de imediato, o trabalho de melhoramento do adro da igreja. Uma área ampla “coberta” na totalidade com calçada à portuguesa que dignifica todo aquele espaço de envolvência religiosa, onde paredes-meias se encontra o cemitério da freguesia.  

Nas imediações, a menina dos olhos de Agostinho Fernandes: a casa mortuária da freguesia. Concluída por fora, faltam alguns trabalhos de pormenor no interior, o respetivo mobiliário e os arranjos exteriores que, sendo também em calçada à portuguesa, vão permitir um acesso direto ao exterior da igreja.

Este espaço, apoiado pela autarquia monçanense, reveste-se de grande importância para a freguesia, contribuindo para acriação de uma área com vocação religiosa constituída por igreja, cemitério e casa mortuária. Algo que agrada a Agostinho Fernandes: “Estes espaços, que dizem muito à população local, ficam juntos e com ótimas condições”.

O périplo pela freguesia de Trute continuou comdeslocação a vários locais objeto de investimento público nesta freguesia do Vale do Gadanha. Particular destaque para o melhoramento da rede viária. Tanto nas ligações entre os lugares da freguesia como nas ligações às freguesias vizinhas.

Entre estas, a Travessa de Campos, numa extensão aproximada de 300 metros, que “obrigou” ao alargamento, pavimentação e construção de muros de suporte. Também a Travessa da Breia, em fase de execução, cuja intervenção de alargamento englobou o “corte” de parte de uma casa.

Durante o percurso, umas vezes feito de carro e outras a pé, a comitiva interagiu com vários populares, parou para apreciar a toponímia e numeração de polícia da freguesia e teve ainda a oportunidade deverificar o cuidado da junta na limpeza das bermas da freguesia.

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S. MARTINHO TROUXE BOM TEMPO, CONVÍVIO E ANIMAÇÃO A MONÇÃO

O habitual magusto anual promovido pela autarquia local encheu o Mercado Municipal de muita gente tanto da vila como das freguesias. Castanhas, vinho tinto e animação musical marcaram a tarde de muitos monçanenses.

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O S. Martinho nunca falha. Na comemoração do seu dia, o bom tempo fez-se sentir e as pessoas, da vila e das freguesias, ocorreram ontem ao Mercado Municipal para a celebração do magusto anual da autarquia. Castanhas, vinho tinto e animação musical marcaram a tarde de muitos monçanenses.

Juntando o útil ao agradável, o espaço renovado junto ao Campo da Feira e acesso ao centro histórico de Monção disponibilizou também um “Mercado de Antiguidades”, iniciativa da Associação de Artesãos de Monção – Post`Arte que apresentou diversos produtos e artigos “made” na nossa terra.

O relógio assinalava 14h30 e o recinto já estava composto. Gente nossa e poucos galegos. Para estes, ainda era cedo. Entre outros, já lá estavam a Dona Maria, o senhor António e o senhor David. Todos tinham provado castanhas este ano mas, por tradição, não costumam faltam ao encontro promovido pela autarquia local.

“Já venho há muitos anos, tantos que lhe perdi a conta” confessou a Dona Maria, fazendo alusão “ao espirito de festa e animação do magusto”. Opinião semelhante tem o senhor António: “Encontro amigos, trinco uma castanha, bebo um copo e faço a festa”. “Também eu” atirou o senhor David, satisfeito com “um tempinho bom para a festa”.

Os postos de entrega de castanhas e vinho, com funcionárias da autarquia, estavam prontos para servir. A espera foi curta. O toque de partida foi dado pela Vice-Presidente da Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares, que desejou aos presentes uma tarde bem passada:“Desfrutem com uma castanha e um copo de vinho tinto. E convivam ao som dos nossos grupos. Tenham uma boa tarde. Divirtam-se”

Começaram a circular as primeiras tigelas com castanhas e copos de vinho tinto. Também os primeiros comentários. Todos abonatórios.Com a subida ao palco dos grupos “Sons do Gadanha” e“Flores da Terra”, o Mercado Municipal encheu-se e os brindes sucederam-se. Em honra de S. Martinho mas também da amizade e do convívio.

Apesar dos vários magustos agendados no concelho no dia de ontem, o habitual encontro anual promovido pela autarquia por ocasião do S. Martinho contou com muita gente tanto da vila como das freguesias, possibilitando mais uma jornada de confraternização da população local.

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