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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CAMINHA ACOLHE X CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA CPLP

Representantes dos governos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste reunidos de 28 e 30 de julho

Caminha acolhe, na próxima semana,a X Conferência de Ministros da Juventude e Desporto da CPLP, recebendo os representantes dos governosde Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. O encontro terá lugar entre os dias 28 a 30.

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Na IXª Conferência, realizada na Ilha do Sal, em Cabo Verde, ficou acordado que a cimeira de 2017 teria lugar em Portugal e Caminha foi o concelho escolhido para receber este evento. Esta será, provavelmente, a mais importante cimeira setorial internacional realizada no concelho de Caminha, e que decorrerá no fim-de-semana em que aqui também ter lugar a Feira Medieval.

Na presidência desta Conferência estará oministro da Educação de Portugal, Tiago Brandão Rodrigues, que irá realizar a sessão de abertura.Esta conferência, decorre na sequência dos termos da Resolução 18/2016, de 17 de julho, em que os ministros participantes na IX Reunião acordaram, conforme referimos, realizar a próxima Reunião em 2017 e em Portugal.

A Conferência será uma oportunidade para apresentação e discussão de temas pertinentes e atuais comuns nas áreas da Juventude e do Desporto do espaço da CPLP.Entre os documentos estratégicos, serão analisados o relatório de atividade de 2016, o plano de atividades 2017/2018 e assuntos relativos aos Jogos Desportivos de 2018, bem como outros projetos estruturantes para o futuro da Conferência.

CASA DO MINHO DE LOURENÇO MARQUES REÚNE-SE EM AMARES E PÓVOA DE LANHOSO

O Encontro dos minhotos que viveram em Moçambique vai este ano ter lugar em Amaresn e na Póvoa de Lanhoso, no próximo dia 30 de Abril.

Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país e o regresso da à metrópole comunidade portuguesa. Este ano, Amares é o concelho eleito para se reencontrarem.

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Durante duas décadas consecutivas, a Casa do Minho foi na capital do Índico o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

Os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

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Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. E, em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão 62 anos!

Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

Fotos: Rui Aguilar Cerqueira / Ex-Casa do Minho em Lourenço Marques - Moçambique

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SÓCIOS E AMIGOS DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) CONFRATERNIZAM EM AMARES

O Encontro dos minhotos que viveram em Moçambique vai este ano ter lugar no concelho de Amares, no próximo dia 30 de Abril. O BLOGUE DO MINHO espera em breve pode divulgar o programa do convívio e o grupo folclórico que irá animar o evento.

Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país e o regresso da à metrópole comunidade portuguesa. Este ano, Amares é o concelho eleito para se reencontrarem.

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Durante duas décadas consecutivas, a Casa do Minho foi na capital do Índico o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

Os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

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Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. E, em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão 62 anos!

Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

Fotos: Rui Aguilar Cerqueira / Ex-Casa do Minho em Lourenço Marques - Moçambique

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JOVENS DE AMARES PARTICIPAM EM MOÇAMBIQUE EM MISSÃO DE VOLUNTARIADO

Amar (es) em missão rumo a Moçambique

Um grupo de jovens do Clube da Solidariedade e do Voluntariado da Escola Secundária de Amares vai participar, entre 16 de agosto e 3 de setembro, numa experiência de voluntariado internacional em Mavalane e Chibuto – Moçambique. O projeto “Missão Amar(es)”, coordenado pelo professor Bernardino Silva, vai ajudar na construção de uma escola, contando como parceiros nesta missão com o Município de Amares, que deu as mãos a esta causa, e com os Missionários da Boa Nova, que vão assegurar o alojamento bem como fazer a ponte com as instituições locais. Sensibilizar novos parceiros para apoiar esta missão foi o desafio lançado, esta tarde, pelo coordenador do projeto à população amarense.

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“Criar pontes, proximidade entre nós e os outros, é um dos objetivos principais deste projeto que gostaríamos que tivesse continuidade e não se esvaziasse com esta missão. Nesse sentido, é importante que pais, encarregados de educação, empresários e comunidade local em geral possa ser sensível a acolhe-lo para que haja uma continuidade e possa ser sustentável”, referiu Bernardino Silva, apelando ao espírito solidário dos amarenses para que também eles façam parte desta missão, contribuindo com o seu donativo.

 “Este ano estiveram envolvidos mais de 200 alunos envolvidos no Clube da Solidariedade e do Voluntariado da Escola Secundária de Amares, sendo que este é o culminar de uma caminhada gigantesca para alguns deles”, referiu Bernardino Silva, reportando-se à importância dos alunos conhecerem e terem consciência daquilo que os rodeia.

“Entendemos que há dificuldades em Portugal mas há outros povos que, provavelmente, estão piores e é importante que os nossos jovens tomem contacto com outras realidades e sejam depois a voz e o rosto dessas vivências”, sublinhou o professor.

Congratulando-se com o “excelente” trabalho que tem vindo a ser desenvolvido ao nível do voluntariado pelo clube, o presidente da Câmara de Amares, Manuel Moreira, lembrou que “a sociedade precisa deste valores e de gente que se dedique aos outros” e, por isso, “é com muita satisfação e orgulho que o Município apoia este projeto de grande nobreza”.

“A escola é tudo na vida e quando damos o nosso tempo ao serviço dos outros, contribuindo para a paz e amor somos, sem dúvida, mais felizes”, sublinhou o autarca, encorajando os jovens envolvidos - John Campos, Ana Vieira e Ana Amaro - para que se mantenham fiéis ao espírito de voluntariado.

Flora Monteiro, da direção do Agrupamento de Escolas de Amares, enalteceu a forma como o professor Bernardino Silva consegue “mobilizar e cativar” os alunos para a concretização destes projetos, deixando-lhe uma palavra de “profundo agradecimento” pela dedicação ao voluntariado e caridade.

“Muitas vezes as escolas estão carentes de integridade humana e estes jovens estão disponíveis para ir além do saber e isso é louvável”, acrescentou, lembrando o investimento pessoal feito pelo clube de voluntariado dentro e fora do concelho.

Note-se que, o Clube da Solidariedade e do Voluntariado da Escola Secundária de Amares desenvolve, ao longo do ano, várias iniciativas que passam pela recolha de bens para o Banco Alimentar e para outros alunos mais carenciados, entre outros, e tem, ainda, projetos ligados à pintura, à música, à fotografia e à rádio. Recentemente levou também a cabo uma ação junto dos sem-abrigo no Porto.

Para apoiar a Missão Amar(es)”, os interessados devem contactar o Agrupamento de Escolas de Amares (diretor@aeamares.com), ou o Gabinete de Apoio à Presidência do Município de Amares (gap@municipioamares.pt).

SÓCIOS E AMIGOS DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) CONFRATERNIZAM EM SANTA MARTA DE PORTUZELO

O Encontro dos minhotos que viveram em Moçambique realiza-se no próximo dia 30 de abril em Santa Marta de Portuzelo, no concelho de Viana do Castelo e conta com a atuação do Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha

Santa Marta de Portuzelo é este ano a localidade minhota escolhida para a realização do encontro anual do sócios e amigos da Ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, atual cidade do Maputo, em Moçambique, encontrando-se marcada para o próximo dia 30 de abril. E, para animar a festa, conta com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha, um rancho constituído em 1983 e que se afirma como um dos mais representativos da nossa região.

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Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país e o regresso da à metrópole comunidade portuguesa.

Durante duas décadas consecutivas, a Casa do Minho foi na capital do Índico o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

Os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão mais de 60 anos!

Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

SÓCIOS E AMIGOS DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) JUNTAM-SE EM SANTA MARTA DE PORTUZELO

Encontro realiza-se no dia 30 de abril em Santa Marta de Portuzelo, no concelho de Viana do Castelo e conta com a atuação do Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha

Santa Marta de Portuzelo é este ano a localidade minhota escolhida para a realização do encontro anual do sócios e amigos da Ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, atual cidade do Maputo, em Moçambique, encontrando-se marcada para o próximo dia 30 de abril. E, para animar a festa, conta com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha, um rancho constituído em 1983 e que se afirma como um dos mais representativos da nossa região.

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Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país e o regresso da à metrópole comunidade portuguesa.

Durante duas décadas consecutivas, a Casa do Minho foi na capital do Índico o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

Os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão mais de 60 anos!

Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

GRUPO DE DANÇAS E CANTARES DE VILA NOVA DE ANHA ATUA NO ENCONTRO DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE)

Encontro realiza-se no dia 30 de abril em Santa Marta de Portuzelo, no concelho de Viana do Castelo e conta com a atuação do Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha

Santa Marta de Portuzelo é este ano a cidade minhota escolhida para a realização do encontro anual do sócios e amigos da Ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, atual cidade do Maputo, em Moçambique, encontrando-se marcada para o próximo dia 30 de abril. E, para animar a festa, conta com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de Vila Nova de Anha, um rancho constituído em 1983 e que se afirma como um dos mais representativos da nossa região.

Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país e o regresso da à metrópole comunidade portuguesa.

Durante duas décadas consecutivas, a Casa do Minho foi na capital do Índico o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

Os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão mais de 60 anos!

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Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

AVÓS DE BRAGA SOLIDÁRIAS COM CRIANÇAS DE MOÇAMBIQUE

D’Avó with Love envia 20 vestidos para Pemba, Moçambique em colaboração com a Diocese de Braga

Hoje, dia 6 de março, 20 dos vestidos feitos pelas mãos engenhosas das avós do projeto D’Avó With Love iniciaram a sua viagem para Pemba, Moçambique com o apoio da Diocese de Braga.

No início na homilia da eucaristia celebrada na Sé de Braga pelo Sr. Cónego José Paulo Abreu – mentor e apoiante desta ação - 10 crianças e uma das avós participantes do projeto levaram os vestidos até ao altar onde os mesmos foram depositados para serem oferecidos às crianças carenciadas desta região.

Esta foi a primeira ação que o projeto fez associada à Diocese de Braga, estando já a ser estudadas outras forma de cooperação com o objetivo de fomentar sorrisos na população sénior e nas crianças que possam beneficiar do carinho e engenho desta população que tem tanto para dar.

O projeto D’Avo With Love é apadrinhado pelo Sr. Arcebispo de Braga, Dom Jorge Ortiga e, até o momento, já recebeu mais de 900 fronhas doadas por parceiros do setor têxtil e produziu mais de 600 vestidos, enviados para mais de 300 crianças em vários países, contribuindo todos os dias para o aumento da autoestima para as dezenas de voluntários por todo o país, os quais já extravasam a população sénior.

Fazer-Solidariedade é Simples, não é?

Contactos

Sílvia Correia

964607471

davowithlove@gmail.com

VIANA DO CASTELO RECEBE ENCONTRO DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES

Encontro está previsto para o final do mês de abril ou início de maio

Viana do Castelo é este ano a cidade minhota escolhida para a realização do encontro anual do sócios e amigos da Ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, atual cidade do Maputo, em Moçambique, encontrando-se prevista a sua realização no final do mês de abril. Todos os anos, os minhotos que viveram naquela antiga província ultramarina, promovem um encontro de confraternização por ocasião do aniversário da sua associação regionalista – a Casa do Minho em Moçambique – entretanto extinta por ocasião da independência política daquele país e o regresso da à metrópole comunidade portuguesa.

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Durante duas décadas consecutivas, a Casa do Minho foi na capital do Índico o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

Os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

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Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão mais de 60 anos!

Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

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MANUEL ANTUNES PUBLICA “A DINÂMICA DA POPULAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE MOÇAMBIQUE”

O Prof. Dr. Manuel Antunes, docente na Universidade Lusófona, acaba de publicar o livro “A Dinâmica da População no Desenvolvimento de Moçambique” que constitui um estudo, a partir de vários indicadores e com referência a várias doutrinas, acerca da importância do fator demográfico no desenvolvimento daquele país lusófono em comparação com outros países da região e do mundo.

O livro é edição do Centro de Pesquisa e Estudos Sociais da Universidade Lusófona e está disponível, para aquisição, no site Amazon, em: http://www.amazon.com/dp/1495447820

Podem ainda serem encontrados outros livros do mesmo autor em: http://www.amazon.com/s/ref=nb_sb_noss_1?url=search-alias%3Daps&field-keywords=manuel+de+azevedo+antunes

Natural do concelho de Terras de Bouro, ao Prof. Dr. Manuel Antunes se deve a preservação da memória da terra e das gentes de Vilarinho da Furna e a respetiva divulgação, nomeadamente através do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna e das conferências e trabalhos que tem publicado a respeito deste tema.

MINHOTOS QUE VIVERAM EM MOÇAMBIQUE COMEMORAM EM BRAGA 60 ANOS DA FUNDAÇÃO DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES

Minhotos e amigos que viveram em Moçambique e encontram-se atualmente dispersos pelo país vão rumar a Braga para festejar o 60º aniversário da EX-Casa do Minho em Lourenço Marques

Passam precisamente 60 anos desde a data da fundação da ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, na antiga província ultramarina portuguesa de Moçambique. Há 40 anos, a bandeira das quinas deixou de flutuar na capital do Índico e a maioria dos nossos compatriotas que viviam naquele território regressou à metrópole e, muitos minhotos às suas próprias origens. Outros, porém, refizeram a sua vida noutras paragens, na região de Lisboa ou noutras cidades e vilas de Portugal.

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À semelhança dos anos anteriores, os minhotos e amigos que fizeram parte daquela instituição regionalista vão, no próximo dia 2 de maio, rumar à cidade de Braga para assinalar a efeméride em mais um almoço de confraternização. Recordar os tempos vividos e preservar os laços de amizade criados naquelas paragens longínquas constituem os objetivos do encontro.

Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

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Na realidade, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

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Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão 60 anos!

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Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

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Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

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CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) FOI FUNDADA HÁ 60 ANOS!

Passam precisamente 60 anos desde a data da fundação da ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, na antiga província ultramarina portuguesa de Moçambique. Para assinalar a efeméride, os minhotos e amigos que fizeram parte daquela instituição regionalista vão, no próximo dia 2 de maio á semelhança dos anos anteriores, rumar a Braga para mais um almoço de confraternização. Recordar os tempos vividos e preservar os laços de amizade criados naquelas paragens longínquas constituem os objetivos do encontro.

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Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

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Na realidade, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

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Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão 60 anos!

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Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

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Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

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574452_423897624307022_548572634_n

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CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) FOI FUNDADA HÁ 60 ANOS!

Passam precisamente 60 anos desde a data da fundação da ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, na antiga província ultramarina portuguesa de Moçambique. Para assinalar a efeméride, os minhotos e amigos que fizeram parte daquela instituição regionalista vão, no próximo dia 2 de maio á semelhança dos anos anteriores, rumar a Braga para mais um almoço de confraternização. Recordar os tempos vividos e preservar os laços de amizade criados naquelas paragens longínquas constituem os objetivos do encontro.

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Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

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Na realidade, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

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Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão 60 anos!

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Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

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Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

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