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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MINHOTOS ENCERRAM EM APOTEOSE BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Grupo Folclórico Verde Minho e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez cantaram e dançaram no últmo dia da edição deste ano da Bolsa de Turismo de Lisboa, conferindo ao certame um colorido e uma alegria que são bem características das gentes e do folclore minhoto.

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Aos primeiros acordes das concertinas, eis que numeroso público se aproximou dos grupos folclóricos para os ver actuar. E, ao ritmo do vira e da chula, da rosinha e da cana-verde, aquela grandiosa feira de turismo terminou em ambiente de festa. E, para o ano, haverá mais!

Fotos: Manuel Santos

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FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

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MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

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HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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MINHOTOS LEVAM A FESTA À FEIRA SALOIA DE MOSCAVIDE

O Grupo Concertinas e Cantigas do Rancho Folclórico Verde Minho actuou esta tarde na Feira Saloia à Moda Antiga que decorre em Moscavide. Os minhotos levaram consigo as concertinas e os cavaquinhos e, com eles, soltando as mais alegres rapsódias do nosso folclore e, com alguma brejeirice, a alegria contagiante que sempre caracteriza as nossas gentes onde quer que se encontrem.

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No jardim de Moscavide, dezenas de barraquinhas ofereciam as mais diversas iguarias provenientes de diferentes regiões do país, desde os enchidos de Lamego e os queijos da Serra da Estrela às alheiras de Mirandela e às fogaças de Santa Maria da Feira. E não faltou sequer uma artesão conferindo novas e coloridas formas ao típico galo de Barcelos feito apito-de-água.

A Freguesia de Moscavide, actualmente agregada à Freguesia da Portela, pertence ao concelho de Loures. O nome Moscavide deverá ter origem no topónimo árabe al-Masqba ou maskabat que significa “sementeiras” indica as características remotas da localidade. Porém, a paisagem rural cedeu o lugar sucessivamente à indústria e à urbanização operária e, mais recentemente, ao comércio e serviços, sobretudo de espaços de diversão nocturna, para o que contribuiu de sobremaneira a proximidade do Parque das Nações.

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NAZARÉ DANÇA NO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Fundado em 25 de Julho de 1997, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré foi admitido como sócio do Inatel em Junho de 1999 e da Federação do Folclore Português em Janeiro de 2001.

Fazendo da componente etnográfica a ligação com o período que representa, 1920 a 1940, este grupo, através das actuações que tem efectuado por todo o país e no estrangeiro, transporta a Nazaré nos seus usos, costumes, danças e cantares.

Tendo como preocupação dominante o manter as tradições da Nazaré, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré tem vindo a desenvolver profundo trabalho na pesquisa do traje e da tradição oral, procurando através da sua representação mostrar os usos e costumes da Nazaré do passado.

Além do Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo e do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral, para além naturalmente do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

O FolkLoures tem início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Com efeito, realiza-se no Museu Municipal de Loures uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

NAZARÉ DANÇA NO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Fundado em 25 de Julho de 1997, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré foi admitido como sócio do Inatel em Junho de 1999 e da Federação do Folclore Português em Janeiro de 2001.

Fazendo da componente etnográfica a ligação com o período que representa, 1920 a 1940, este grupo, através das actuações que tem efectuado por todo o país e no estrangeiro, transporta a Nazaré nos seus usos, costumes, danças e cantares.

Tendo como preocupação dominante o manter as tradições da Nazaré, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré tem vindo a desenvolver profundo trabalho na pesquisa do traje e da tradição oral, procurando através da sua representação mostrar os usos e costumes da Nazaré do passado.

Além do Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo e do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral, para além naturalmente do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

O FolkLoures tem início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Com efeito, realiza-se no Museu Municipal de Loures uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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FOLKLOURES’17: MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

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Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

RANCHO DA BOBADELA REPRESENTA A REGIÃO SALOIA NO FOLKLOURES’17

O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.

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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.

Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.

Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.

Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.

Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.

No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.

“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.

Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com mais uma representação da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade..

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BRASILEIROS LEVAM CAPOEIRA AO FOLKLOURES’17

A Associação Tira-me da Rua (ATR) vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído por brasileiros radicados em Portugal, a Associação Tira-me da Rua (ATR) é quiçá o mais representativo grupo musical a preservar e divulgar uma das mais apreciadas manifestações da cultura tradicional do povo brasileiro – a capoeira!

A capoeira constitui um misto de dança, arte marcial, desporto, música e cultura popular. As suas origens são remotas, calculando-se que tal tradição tenha origem em rituais iniciáticos dos povos do sul de Angola. Em resultado da colonização portuguesa, a capoeira terá a partir do século XVII sido levada para o Brasil onde foi desenvolvida por descendentes de escravos africanos.

Ao som rítmico dos berimbaus, a Associação Tira-me da Rua (ATR) vai mostrar como se canta, dança e luta a capoeira, oferecendo m espectáculo que certamente vai agradar ao público que vai afluir ao FolkLoures’17, incluindo a numerosa comunidade brasileira radicada na região de Lisboa.

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Além da Associação Tira-me da Rua (ATR), a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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FOLKLOURES'17 RECEBE REPRESENTAÇÃO DA MOLDÁVIA

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.

Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.

 

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Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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MADEIRENSES LEVAM O BAILINHO AO FOLKLOURES’17

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura, Brasil e Moldávia que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

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CANCIONEIRO DE OVAR LEVA AO FOLKLOURES’17 TRADIÇÕES DAS GENTES VAREIRAS DE OVAR

O Grupo Folclórico “Cancioneiro de Ovar” vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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De Ovar e ainda de toda a região vareira que inclui nomeadamente Estarreja e Murtosa vieram para Lisboa as graciosas peixeiras ovarinas cujo gentílico acabaria por dar origem ao termo varina. Fixadas nos bairros mais típicos da capital, sobretudo na Madragoa, as gentes daquela região vão afluir a Loures para aplaudir o Grupo Folclórico “Cancioneiro de Ovar”.

Este grupo folclórico representa uma zona essencialmente rural, sendo possuidor de um apreciável número de danças e cantares que, ao mesmo tempo, alegravam os duros trabalhos do campo e que agora, procuramos transmitir o mais fiel possível, aos jovens de hoje.

Os trajes que apresenta nas suas actuações, eram usados na região de trabalho em geral e alguns de festa, em particular, remontando a sua época entre 1830 e 1920.

Tem a sua sede, na Associação Cultural e Atlética de Guilhovai a qual lhe deu origem e, por isso, é parte integrante, cujas instalações se situam na Vila de S. João do Concelho de Ovar.

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O “Cancioneiro de Ovar” tem participado em festivais Nacionais e Internacionais de Folclore, bem como em festas e romarias. Organiza o seu próprio Festival de Folclore todos os anos, conjuntamente com outros dois grupos, no âmbito do grupo de acções culturais e tradicionais de Ovar e vem organizando o Festival Pró-emigrante na avenida do Furadouro.

O Grupo Folclórico “Cancioneiro de Ovar” foi inaugurado em Agosto de 1979 e está filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL.

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CEIFEIROS DE CUBA LEVAM O CANTE DO ALENTEJO AO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Os Ceifeiros de Cuba vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem atualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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O mais genuíno folclore do Baixo Alentejo não é dançado nem tocado mas apenas cantado, o que constitui uma característica que o demarca em relação às demais regiões do país. Constituindo o cante uma forma de cantar aparentemente monótona e indolente, revela contudo uma enorme riqueza polifónica em que o sentido da sua execução é dotado duma misteriosa profundeza de alma.

O concelho de Cuba é célebre por ter servido de berço ao grande navegador Cristóvão Colombo que, em homenagem à terra que o viu nascer, deu o seu nome às terras que descobriu na América Central. É também ali que repousa o notável escritor Fialho de Almeida e onde pode visitar-se as ruínas romanas da primitiva povoação, a Igreja de Nossa Senhora da Rocha e a Grandiosa Matriz, manda construir em 1500 pelos frades de S. Vicente de Fora. Cuba é ainda famosa pelos seus excelentes queijos de ovelha, as frutas, os curtumes e os afamados vinhos que produz e comercializa juntamente com Alvito e Vidigueira.

O seu cante, característico da margem direita do rio Guadiana, é mais solene e cantochão, contrastando com o cante da margem esquerda, este mais rítmico, melodioso e alegre. Fundado em 1933, o Grupo Etnográfico “Os Ceifeiros de Cuba é muito provavelmente o melhor intérprete do genuíno cante alentejano da margem direita do rio Guadiana, respeitando a autenticidade do traje para além da verdade da expressão musical.

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Com um rico historial, é o próprio grupo que se apresenta: “Os "Ceifeiros de Cuba" - Grupo Etnográfico, atualmente ensaiados pelo Mestre Ermelindo Galinha - têm levado o nome de Cuba e do Alentejo de norte a sul do País, bem como ao estrangeiro, nomeadamente, Espanha (Burgos no País Basco e Monastério) e França (Bourgogne, Chatillhon-en-Bazois, Saulieu, Estrasburgo, no Parlamento Europeu).

Têm sido centenas as atuações do Grupo, nos mais variados contextos, quer em Feiras, Exposições, Hotéis, Discotecas, Encontros de Corais e Festivais, quer em receções e outros eventos de carácter social e cultural; de destacar as atuações no Coliseu dos Recreios, no Teatro Maria Matos, no Pavilhão dos Desportos, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na Alfândega no Porto, no encerramento do I Congresso do Cante Alentejano, ainda as três atuações na EXPO 98, no Pavilhão de Portugal, Pavilhão dos Oceanos e Pavilhão do Território.

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Na Televisão o Grupo participou nos Programas "Bom Dia", "País, País" e "Cais do Oriente" da RTP1; "Acontece" da RTP2, "Jardim das Estrelas" da RTP Internacional e "Horizontes da Memória" na RTP2 e RTP Internacional; de registar, também, duas participações cinematográficas, uma no filme documentário "Alentejo Cantado" de Francisco Manso e outra em "Polifonias - Pace è Salute, Michel Giacometti", de Pierre-Marie Goulet.

A produção discográfica dos "Ceifeiros de Cuba" tem sido outro dos meios de preservação e divulgação do cante alentejano, tendo, até ao momento o Grupo produzido sete cassetes, um single, um LP e participação em três CD um dos quais editados pelo Instituto Internacional de Música Tradicional de Berlim e Smithsonian Folkways de Washington.

Os constantes convites que o Grupo recebe para atuações diversas são o reconhecimento do seu valor o qual tem sido, também, reconhecido pelos troféus que ganhou nos certames em que participou - sete primeiros lugares, quatro segundos lugares e quatro terceiros lugares. "Os Ceifeiros de Cuba" consideram-se, por isso, um Grupo bem representativo do cante alentejano.”

Além dos Ceifeiros de Cuba em representação do cante do Baixo Alentejo, a edição do corrente ano do FolkLoures contará ainda com representações do Minho, Madeira, Beira Litoral, Estremadura, Brasil e Moldávia.

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REPRESENTAÇÕES DO BRASIL E MOLDÁVIA PARTICIPAM NO FOLKLOURES’17

A edição deste ano do FolkLoures – Encontro de Culturas vai contar com representações tradicionais do Brasil e da Moldávia cujos nomes divulgaremos em breve. Com nova data e formato, este evento vai apresentar novidades que farão dele um espectáculo único no contexto da divulgação da cultura tradicional.

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FolkLoures é mais do que um festival de folclore. Ano após ano, será um ponto de Encontro de Culturas com carácter inclusivo, palco das mais variadas tradições da cultura tradicional, de exposição e de debate das nossas raízes – e das tradições das comunidades que vivem ao nosso lado e com quem diariamente interagimos.

O programa já se encontra praticamente elaborado, aguardando-se apenas o alinhamento de alguns pormenores respeitantes a iniciativas que vão pela primeira vez ter lugar neste Encontro de Culturas.

Sob a égide do Grupo Folclórico Verde Minho, FolkLoures vai seguramente transformar a cidade de Loures num palco privilegiado da cultura tradicional a nível nacional e até internacional.

MINHOTOS CANTAM AS JANEIRAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES

Os minhotos que vivem no concelho de Loures, agrupados no Rancho Folclórico Verde Minho, cantaram as Janeiras aos vereadores e outros autarcas do município local.

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Trata-se de uma autarquia com a qual as gentes do Minho desde há muitos anos que mantêm as melhores relações e laços de amizade e colaboração. Uma autarquia que recebe sempre os nossos conterrâneos de braços abertos, franqueando as suas portas nomeadamente por altura da realização do Encontro de Culturas que ali tem lugar anualmente.

Neste ano, prepara-se já a realização do FolkLoures’17, uma iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures. Não podias, pois, os minhotos deixar de desejar aos autarcas um Bom Ano Novo, nem outra forma melhor podia ser escolhida do que o Cantar das Janeiras de acordo com as nossas tradições.

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FOLKLOURES’17 JÁ MEXE!

A edição do próximo ano do FolkLoures – Encontro de Culturas, já se encontra em marcha. Com nova data e formato, este evento vai apresentar algumas novidades que o farão distinguir do já demasiado corriqueiro modelo dos festivais de folclore, apenas limitados às actuações de grupos de danças e cantares.

FolkLoures é mais do que um festival de folclore. Ano após ano, será um ponto de Encontro de Culturas com carácter inclusivo, palco das mais variadas tradições da cultura tradicional, de exposição e de debate das nossas raízes – e das tradições das comunidades que vivem ao nosso lado e com quem diariamente interagimos.

A programação da próxima edição do FolclkLoures deverá ficar encerrada ainda até ao fim do corrente ano, aguardando-se apenas a confirmação de algumas permutas.

- A Festa vai começar!

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VILA NOVA DE CERVEIRA: RANCHO FOLCLÓRICO DE SOPO ATUA EM LOURES NO FESTIVAL “24 HORAS DE FOLCLORE”

Perto de meia centena de grupos folclóricos de todo o país começam amanhã a atuar no Pavilhão José Correia, em São João da Talha, numa autêntica maratona de “24 horas de folclore” que se prolongam até ao dia seguinte. A iniciativa é do Rancho Folclórico do Bairro da fraternidade e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, juntas de freguesia e rádios locais daquela localidade.

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A abertura e o encerramento do festival serão feitos pelo grupo anfitrião, mais precisamente pela componente infantil e adulta do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade.

O grupo anfitrião – o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, de São João da Talha, no concelho de Loures, foi constituído em 7 de julho de 1989 – já lá vão 27 anos!

Ao longo da sua existência, este grupo tem suscitando alguma controvérsia no seio do associativismo folclórico, sendo frequentemente acusado de não representar condignamente os usos e costumes de outras épocas. Uma das críticas que frequentemente lhe são dirigidas tem a ver com a forma despudorada como, durante as suas atuações, as moças exibem a sua intimidade, atitude que não correspondia à mentalidade das gerações mais antigas.

De igual modo, este formato de festival também tem suscitado bastantes críticas por parte de muitos grupos folclóricos e pessoas ligadas a esta área cultural. Não obstante, a organização conta com a participação de um elevado número de grupos folclóricos.

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MINHOTOS FAZEM EM LOURES FESTA GRANDE À MODA DO MINHO

Mais de um milhar de pessoas afluíram ontem à localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, para participar na festa organizada pelo Grupo Folclórico “Verde Minho”. E, não fora as condições climatéricas instáveis, a adesão poderia ter duplicado, com mais gente a participar, nomeadamente tocadores de concertina e cantadores ao desafio. Mas este Encontro de Tocadores de Concertina encontra-se já consagrado como o maior evento do género na região de Lisboa, a prometer mais e maiores sucessos.

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Os zés pereiras percorram as ruas de A-das-Lebras e, ao rufar dos bombos, as gentes da localidade desceram à rua e seguiram-nos em direção à festa. Os minhotos recriaram, dentro do possível, a tradição da desfolhada do milho, com todo o seu pitoresco e brejeirice admitida pelas normas que em tempos antigos se encontravam convencionadas.

Após a recriação da desfolhada tradicional do milho, perto de três centenas de tocadores de concertina e outros instrumentos tradicionais, integrando perto de três dezenas de grupos participantes, passaram pelo palco onde exibiram os seus talentos e mostraram a arte de bem tocar a concertina.

Entre as numerosas individualidades presentes, distinguimos Tiago Matias e Sónia Paixão, vereadores da Câmara Municipal de Loures, João Florindo e José Gomes, respetivamente Presidente e Tesoureiro da Junta de Freguesia de A-das-Lebres. E ainda representantes dos Bombeiros e da Polícia Municipal de Loures.

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A festa foi verdadeiramente de arromba e a localidade de A-das-Lebres viveu um dia inesquecível que por certo continuará a repetir-se a cada ano com maior êxito.

Entretanto, o Grupo Folclórico “Verde Minho” está já a iniciar os preparativos com vista à organização da próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, iniciativa que deverá ter lugar em meados do próximo ano.

A dinâmica que está a ser imposta a estas iniciativas está a registar uma adesão crescente e um movimento que se afigura imparável. Pese embora a organização do FolkLoures encontrar-se ainda na fase de preparação, atendendo nomeadamente às alterações do formato do evento relativamente a anos anteriores, começaram já a chegar à organização do evento várias propostas de participação por parte de agrupamentos culturais de vários pontos do país ligados ao folclore e à cultura tradicional em geral. O FolkLoures constitui já uma marca de sucesso!

Fotos: Manuel Santos

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CERVEIRENSES DANÇAM EM LOURES NO FESTIVAL “24 HORAS DE FOLCLORE”

Organização do Rancho Folclórico do Bairro da fraternidade, de São João da Talha, concelho de Loures

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, sediado no concelho de Loures, leva a efeito nos próximos dias 5 e 6 de novembro um festival que conta com a participação de perto de meia centena de grupos folclóricos de todo o país. O espetáculo tem lugar no Pavilhão José Correia, em São João da Talha, e conta nomeadamente com o apoio da Câmara Municipal de Loures, juntas de freguesia e rádios locais daquela localidade.

A abertura e o encerramento do festival serão feitos pelo grupo anfitrião, mais precisamente pela componente infantil e adulta do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade.

O Minho estará representado pelo Rancho Folclórico de Sopo, de Vila Nova de Cerveira.

O grupo anfitrião – o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, de São João da Talha, no concelho de Loures, foi constituído em 7 de julho de 1989 – já lá vão 27 anos!

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Ao longo da sua existência, este grupo tem suscitando alguma controvérsia no seio do associativismo folclórico, sendo frequentemente acusado de não representar condignamente os usos e costumes de outras épocas. Uma das críticas que frequentemente lhe são dirigidas tem a ver com a forma despudorada como, durante as suas atuações, as moças exibem a sua intimidade, atitude que não correspondia à mentalidade das gerações mais antigas.

Mas, a este respeito, transcrevemos o depoimento prestado no ano passado ao congénere BLOGUE DE LISBOA pelo seu fundador, o sr. Fernando Cipriano:Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.”

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, apesar de inserido na região saloia, optou por dançar e cantar músicas de todo o país. Os trajes são exclusivos do grupo, exibindo os rapazes camisa branca, calça e colete azul, meias brancas, lenço vermelho ao pescoço e cinta vermelha na cintura. As raparigas vestem camisa branca com folhos em cambraia, saia vermelha ou amarela feita em poliéster do tipo terylene, bordada com flores, saiote branco, culote curto com bordado inglês, meias brancas abaixo do joelho, utilizam uma bolsa no punho, um avental preto e um lenço vermelho com flores, na cabeça.

O rancho é composto por 50 elementos, incluindo 2 acordeonistas, 3 cantadeiras, 1 cantador, tocadores de bilha, ferrinhos, reco-reco, cana, castanholas e pandeireta, sendo ensaiados por Fernando Cipriano, na região mais conhecido por “Moedas”. Dançam viras, corridinhos, sapateados, fandango, modinhas saloias e fado.

Fotos: RFBF

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO: ORGANIZAÇÃO DA EDIÇÃO DE 2017 DO FOLCKLOURES JÁ ESTÁ EM MARCHA!

Ainda não decorreu a Desfolhada Tradicional do Milho associada ao Entro de Tocadores de Concertina e Cantadores ao Desafio que vai ter lugar no próximo dia 22 de Outubro, em A-das-Lebres, no concelho de Loures, e já o Grupo Folclórico Verde Minho está a iniciar os preparativos com vista à próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas a ter lugar em meados do próximo ano.

A dinâmica que está a ser imposta a estas iniciativas está a registar uma adesão crescente e um movimento que se afigura imparável. Com mais de quatro dezenas de grupos de tocadores de concertina, incluindo três grupos de bombos e zés pereiras, espera-se uma afluência de alguns milhares de pessoas que muito provavelmente irão constituir uma autêntica maré humana na localidade de A-das-Lebres. Aliás, esta é já considerada a maior iniciativa do género na região de Lisboa.

Entretanto, pese embora a organização do FolkLoures encontrar-se ainda na fase de preparação, atendendo nomeadamente às alterações do formato do evento relativamente a anos anteriores, começaram já a chegar à organização várias propostas de participação por parte de agrupamentos culturais de vários pontos do país ligados ao folclore e à cultura tradicional em geral. O FolkLoures constitui já uma marca de sucesso!

MINHOTOS EM LOURES PREPARAM FESTA DE ARROMBA COM DESFOLHADA DO MILHO, TOCADORES DE CONCERTINA E CANTARES AO DESAFIO

LOCALIDADE DE A-DAS-LEBRES VAI SER PEQUENA PARA RECEBER TANTA GENTE!

Grupo Folclórico Verde Minho organiza em A-das-Lebres uma festa que inclui desfolhada do milho, encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio e fogo-de-artifício. E todos os minhotos que vivem na região de Lisboa vão certamente responder à chamada e demonstrar a sua união.

A adesão não pára de aumentar e, a avaliar pelas inscrições já efetuadas, a organização prevê a participação no evento de mais duzentos e cinquenta tocadores de concertina, o que o torna o maior evento do género realizado na região de Lisboa. De diversas regiões do país, deslocam-se a Loures cerca de 40 grupos que levam consigo as tradições e os cantares das respetivas regiões. Apesar de espaçoso, o local onde o encontro se realiza vai certamente ser exíguo para o numeroso público que ali vai acorrer, o que obrigará a organização a repensar a localização para futuras edições deste evento. Pelas ruas da localidade, o Grupo Bombrando vai rufar os seus bombos e estremecer aquela localidade do concelho de Loures, fazendo o povo sair à rua e aderir à festa.

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A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas. A recriação da desfolhada decorre no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

A abrir as hostilidades, percorrerão as ruas da freguesia o Grupo de Bombos Bombrando, o Grupo de Gaiteiros da Freiria e o Grupo de Zés Pereiras e Gigantones Os Amarantinos.

Entretanto, encontram-se já inscritos para o evento os seguites grupos de tocadores de concertina e de cantadores ao desafio:

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA DE OLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DE CONCERTINAS DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5-CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-GRUPO DE CONCERTINAS CASA DO POVO DE CORROIOS

8-GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO

9-ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA

10-GRUPO DE CONCERTINAS DO RANCHO DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-CONCERTINAS DO GRUPO NOVO BANCO “BESCLORE”

12-GRUPO DE CONCERTINAS TROIKA Á PORTUGUESA

13-GRUPO DE CONCERTINAS DA LOUSÃ

14-GRUPO DE ACORDEÕES AMIGOS DE FERREL

15-GRUPO DE CONC. CASA DO BENFICA VILA DE REI

16-TEMOS ENTRE NÓS O GRUPOVILA FRIA PORTO SALVO

17-GRUPO DE CONCERTINAS DA SERRA DA SILVEIRA, RAMOS

18-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

19-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

20-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

21- GRUPO, SILVIA MORENA DA CONCERTINA

22-CONCERTINAS DA CASA DO MINHO EM LISBOA

23-GRUPO DE CONCERTINAS SOMOS DO NORTE, JOÃO MOTA

24-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

25-CASA DO CONCELHO DOS ARCOS DE VALDVÊZ EM LISBOA

26-ESCOLA DE CONCERTINAS E ACORDEÃO, VASCO LOPES

27-GRUPO DE CONCERTINAS OS RESINEIROS

28-GRUPO DE CONC. CANTE-O-EIRAS

29 -GRUPO DE CONC. ESCOLA FRANCISCO TEIXEIRA

30-JOÃO DA CONCERTINA ESCOLA DO PINTO

31-JOAQUIM GASPAR E AMIGOS

32-GRUPO DE CONCERTINAS ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

33-GRUPO DE CONCERTINAS ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

34- GRUPO DE CONCERTINAS MALHA NA GAITA, AMADORA

35-GR. DE CONCERTINAS OS DESAFINADOS DO CATUJAL

36-GRUPO DE CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

Aguarda-se ainda a confirmação do famoso Trio Lopes.

MINHOTOS EM LOURES PREPARAM FESTA DE ARROMBA COM DESFOLHADA DO MILHO, TOCADORES DE CONCERTINA E CANTARES AO DESAFIO

LOCALIDADE DE A-DAS-LEBRES VAI SER PEQUENA PARA RECEBER TANTA GENTE!

Grupo Folclórico Verde Minho organiza em A-das-Lebres uma festa que inclui desfolhada do milho, encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio e fogo-de-artifício. E todos os minhotos que vivem na região de Lisboa vão certamente responder à chamada e demonstrar a sua união.

A adesão não pára de aumentar e, a avaliar pelas inscrições já efetuadas, a organização prevê a participação no evento de mais duzentos e cinquenta tocadores de concertina, o que o torna o maior evento do género realizado na região de Lisboa. De diversas regiões do país, deslocam-se a Loures cerca de 40 grupos que levam consigo as tradições e os cantares das respetivas regiões. Apesar de espaçoso, o local onde o encontro se realiza vai certamente ser exíguo para o numeroso público que ali vai acorrer, o que obrigará a organização a repensar a localização para futuras edições deste evento. Pelas ruas da localidade, o Grupo Bombrando vai rufar os seus bombos e estremecer aquela localidade do concelho de Loures, fazendo o povo sair à rua e aderir à festa.

Cartaz Desfolhada 2016-2 (1) (9).png

A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas. A recriação da desfolhada decorre no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

Para além da atuação do Grupo de Bombos Bombrando que percorrerá as ruas da freguesia, encontram-se já inscritos para o evento os seguites grupos de tocadores de concertina e de cantadores ao desafio:

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DE CONCERTINAS DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-GRUPO DE CONCERTINAS CASA DO POVO DE CORROIOS

8-GRUPO DE CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

9-ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA

10-GRUPO DE CONCERTINAS DO RANCHO DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-GRUPO DE CONCERTINAS ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

12-JOÃO DA CONCERTINA ESCOLA DO PINTO

13-GRUPO DE CONCERTINAS DA LOUSÃ

14-GRUPO DE ACORDEÕES AMIGOS DE FERREL

15-GRUPO DE CONC. CASA DO BENFICA VILA DE REI

16-GRUPO DE CONCERTINAS ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

17-GRUPO DE CONCERTINAS DA SERRA DA SILVEIRA, RAMOS

18-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

19-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

20-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

21- GRUPO, SILVIA MORENA DA CONCERTINA

22-CONCERTINAS DA CASA DO MINHO EM LISBOA

23-GRUPO DE CONCERTINAS SOMOS DO NORTE, JOÃO MOTA

24-CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

25-CASA DO CONCELHO DOS ARCOS DE VALDVÊZ EM LISBOA

26-ESCOLA DE CONCERTINAS E ACORDEÃO, VASCO LOPES

27-GRUPO DE CONCERTINAS OS RESINEIROS

28-GRUPO DE CONC. CANTE-O-EIRAS

29 –GRUPO DE CONC. ESCOLA FRANCISCO TEIXEIRA

30-GRUPO DE CONCERTINAS TROIKA Á PORTUGUESA

DESFOLHADA DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO VAI SER FESTA MINHOTA DE ARROMBA NO CONCELHO DE LOURES

A adesão não pára de crescer!

As gentes minhotas radicadas na região de Lisboa recriam a tradicional desfolhada do milho. A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas, no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Cartaz Desfolhada 2016-2 (1) (9).png

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

Grupos inscritos:

CANTARES AO DESAFIO

GRUPO DE GAITAS, OS GAITEIROS DA FREIRIA

GRUPO DE BOMBOS “BOM-BRAMDO”

ZÉS PEREIRAS E GIGANTONES AMARANTINOS

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DE CONCERTINAS DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5- CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-GRUPO DE CONCERTINAS CASA DO POVO DE CORROIOS

8-GRUPO DE CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

9-ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA

10-GRUPO DE CONCERTINAS DO RANCHO DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-GRUPO DE CONCERTINAS ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

12- GRUPO DE CONCERTINAS TROIKA Á PORTUGUESA

13-GRUPO DE CONCERTINAS DA LOUSÃ

14-GRUPO DE ACORDEÕES AMIGOS DE FERREL

15-GRUPO DE CONC. CASA DO BENFICA VILA DE REI

16-GRUPO DE CONCERTINAS ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

17-GRUPO DE CONCERTINAS DA SERRA DA SILVEIRA, RAMOS

18-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

19-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

20-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

21- GRUPO, SILVIA MORENA DA CONCERTINA

22-CONCERTINAS DA CASA DO MINHO EM LISBOA

23-GRUPO DE CONCERTINAS SOMOS DO NORTE, JOÃO MOTA

24- GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

25-CASA DO CONCELHO DOS ARCOS DE VALDVÊZ EM LISBOA

26-ESCOLA DE CONCERTINAS E ACORDEÃO, VASCO LOPES

27-GRUPO DE CONCERTINAS OS RESINEIROS

28-GRUPO DE CONC. CANTE-O-EIRAS

29 –GRUPO DE CONC. ESCOLA FRANCISCO TEIXEIRA

30- JOÃO DA CONCERTINA ESCOLA DO PINTO

31-GR. DE CONCERTINAS OS DESAFINADOS DO CATUJAL

DESFOLHADA DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO VAI SER FESTA MINHOTA DE ARROMBA NO CONCELHO DE LOURES

A adesão não pára de crescer!

As gentes minhotas radicadas na região de Lisboa recriam a tradicional desfolhada do milho. A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas, no terreiro adjacente às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Cartaz Desfolhada 2016-2 (1) (9).png

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

Grupos inscritos:

CANTARES AO DESAFIO

GRUPO DE BOMBOS “BOM-BRAMDO”

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DE CONCERTINAS DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-GRUPO DE CONCERTINAS CASA DO POVO DE CORROIOS

8-GRUPO DE CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

9-ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA

10-GRUPO DE CONCERTINAS DO RANCHO DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-GRUPO DE CONCERTINAS ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

12-JOÃO DA CONCERTINA ESCOLA DO PINTO

13-GRUPO DE CONCERTINAS DA LOUSÃ

14-GRUPO DE ACORDEÕES AMIGOS DE FERREL

15-GRUPO DE CONC. CASA DO BENFICA VILA DE REI

16-GRUPO DE CONCERTINAS ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

17-GRUPO DE CONCERTINAS DA SERRA DA SILVEIRA, RAMOS

18-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

19-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

20-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

21- GRUPO, SILVIA MORENA DA CONCERTINA

22-CONCERTINAS DA CASA DO MINHO EM LISBOA

23-GRUPO DE CONCERTINAS SOMOS DO NORTE, JOÃO MOTA

24-CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

25-CASA DO CONCELHO DOS ARCOS DE VALDVÊZ EM LISBOA

26-ESCOLA DE CONCERTINAS E ACORDEÃO, VASCO LOPES

27-GRUPO DE CONCERTINAS OS RESINEIROS

28-GRUPO DE CONC. CANTE-O-EIRAS

29 –GRUPO DE CONC. ESCOLA FRANCISCO TEIXEIRA

30-GRUPO DE CONCERTINAS TROIKA Á PORTUGUESA

MINHOTOS EM LOURES PREPARAM FESTA DE ARROMBA

A adesão não pára de crescer!

Grupo Folclórico Verde Minho organiza em A-das-Lebres uma festa que inclui desfolhada do milho, encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio e fogo-de-artifício. E todos os minhotos que vivem na região de Lisboa vão certamente responder à chamada e demonstrar a sua união.

A avaliar pelas inscrições já efetuadas, a organização prevê a participação no evento de mais duzentos e cinquenta tocadores de concertina, o que o torna o maior evento do género realizado na região de Lisboa. De diversas regiões do país, deslocam-se a Loures cerca de 40 grupos que levam consigo as tradições e os cantares das respetivas regiões. Apesar de espaçoso, o local onde o encontro se realiza vai certamente ser exíguo para o numeroso público que ali vai acorrer, o que obrigará a organização a repensar a localização para futuras edições deste evento.

Cartaz Desfolhada 2016-2 (1) (9).png

A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas. A recriação da desfolhada decorre no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

Os grupos de tocadores de concertina já inscritos para o evento são os seguintes:

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-CASA DO POVO DE CORROIOS

8-CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

9-ESCOLA FILIPE OLIVEIRA

10-DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

12-JOÃO DA CONCERTINA EPINTO

13-GRUPO ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

14-RAMOS, SERRA DA SILVEIRA

15-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

16-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

17-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

18-SILVIA MORENA DA CONCERTINA

19-CASA DO MINHO EM LISBOA

20-SOMOS DO NORTE JOÃO MOTA

21-CASA DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

22-CASA DOS ARCOS

23-ESCOLA VASCO LOPES

MINHOTOS EM LOURES PREPARAM FESTA DE ARROMBA

Grupo Folclórico Verde Minho organiza em A-das-Lebres uma festa que inclui desfolhada do milho, encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio e fogo-de-artifício. E todos os minhotos que vivem na região de Lisboa vão certamente responder à chamada e demonstrar a sua união.

A avaliar pelas inscrições já efetuadas, a organização prevê a participação no evento de mais duzentos e cinquenta tocadores de concertina, o que o torna o maior evento do género realizado na região de Lisboa. De diversas regiões do país, deslocam-se a Loures cerca de 40 grupos que levam consigo as tradições e os cantares das respetivas regiões. Apesar de espaçoso, o local onde o encontro se realiza vai certamente ser exíguo para o numeroso público que ali vai acorrer, o que obrigará a organização a repensar a localização para futuras edições deste evento.

Cartaz Desfolhada 2016-2 (1) (9).png

A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas. A recriação da desfolhada decorre no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

Os grupos de tocadores de concertina já inscritos para o evento são os seguintes:

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-CASA DO POVO DE CORROIOS

8-CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

9-ESCOLA FILIPE OLIVEIRA

10-DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

12-JOÃO DA CONCERTINA EPINTO

13-GRUPO ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

14-RAMOS, SERRA DA SILVEIRA

15-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

16-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

17-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

18-SILVIA MORENA DA CONCERTINA

19-CASA DO MINHO EM LISBOA

20-SOMOS DO NORTE JOÃO MOTA

21-CASA DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

22-CASA DOS ARCOS

23-ESCOLA VASCO LOPES

RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO REPRESENTA PELA PRIMEIRA VEZ NA AMADORA UMA MALHADA DO CENTEIO

O Rancho Folclórico Verde Minho levou hoje ao II Festival de Folclore de Águas Livres a representação de uma malhada do centeio, exibida em cima do palco a meio da sua atuação. Tratou-se de uma novidade que fez o gáudio do numeroso público que ali se encontrava a assistir ao espetáculo.

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O grupo presenteou ainda a assistência com algumas das mais animadas danças do folclore da nossa região, percorrendo sobretudo vilas e aldeias do Alto Minho, área que constitui a sua própria referência.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

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As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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MINHOTOS RECRIAM EM LOURES DESFOLHADA TRADICIONAL DO MILHO

As gentes minhotas radicadas na região de Lisboa recriam a tradicional desfolhada do milho. A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas, no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

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Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibércia nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

DESFOLHADA DO MILHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

As gentes minhotas radicadas na região de Lisboa recriam a tradicional desfolhada do milho. A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas, no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

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Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibércia nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

RANCHO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PARTICIPA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, os artesãos do Minho vão levar à Feira Internacional de Artesanato a sua arte e mostrar os seus talentos. E, para animar, lá vão estar os minhotos do Rancho Folclórico Verde Minho que atuará inclusivamente no palco ali instalado. A sua participação está agendada para o dia 26 de junho, às 16h30, e contará certamente com o apoio de muitos minhotos que se deslocarão ao local do certame nesse dia.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

GRUPO FOLCLÓRICO “VERDE MINHO” LEVA A OURÉM A ALEGRIA DAS GENTES DO MINHO

Terminou há instantes o XXIX Festival de Folclore na Vila do Olival, em Ourém. O Grupo Folclórico de Danças e Cantares Verde Minho representou a nossa região naquela localidade do centro do país, a distância do Santuário de Nossa Senhora de Fátima. E, ao ritmo dos viras e das chulas, os nossos conterrâneos contagiaram com a sua alegria e entusiasmo os ourienses.

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Recebidos com a maior simpatia e hospitalidade, os componentes do Grupo Folclórico Verde Minho tiveram a oportunidade de visitar o Museu Etnográfico e respetivo moinho, recuperado pelo Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, grupo organizador do evento, o XXIX Festival de Folclore da Vila do Olival.

Além do Grupo “Verde Minho” e do rancho anfitrião, participaram ainda o Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral – Vareira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários e o Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura.

O Festival de Folclore foi transmitido em direto a partir das 21 horas através da AUREN TV, no Canal 585132 do MEO Kanal ou no facebook em https://www.facebook.com/aurentv/?fref=ts

Fotos: Manuel Santos

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S. PEDRO ABENÇOA ENCONTRO DE CULTURAS “VERDE MINHO” – FOLKLOURES’16 FOI UM SUCESSO APESAR DOS CHUVISCOS.

Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho possui projeto inovador: Encontro de Culturas “Verde Minho” deverá no próximo ano apresentar um novo formato sob a denominação oficial FolkLoures’17.

Terminou há instantes o FolkLoures’16 sob o ribombar do fogo-de-artifício que iluminou por breves minutos os céus da cidade de Loures com o seu colorido. Tendo como cenário a magnífica réplica da fachada das ruínas da igreja de S. Paulo, em Macau, vários grupos folclóricos representativos das tradições mais genuínas de diversas regiões do país exibiram no palco as suas danças e cantares tradicionais.

Por diversas vezes, S. Pedro abriu as portas do céu para, em jeito de bênção, borrifar os ranchos em atuação com água da chuva mas nenhum desistiu da sua atuação e, com a maior dignidade, presentearam o público com a sua atuação, com redobrado esforço no cantar e maior cuidado no dançar. E o público não lhes regateou os aplausos e em todos os presentes e organizadores ficou um sentimento de gratidão. Após 23 edições do Encontro de Culturas “Verde Minho”, as sementes do FolkLoures estão lançadas!

Subiram ao palco o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Antes, porém, teve lugar a cerimónia de entrega de lembranças que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Loures a que se seguiu o desfile etnográfico pelas artérias da cidade.

Pela importância de que se reveste, registamos as palavras proferidas pelo sr. Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, na sessão solene que teve lugar na Câmara Municipal de Loures:

“Em primeiro lugar, quero endereçar em nome do Rancho Folclórico Verde Minho e em meu próprio nome, a V.Exªs e a todos os presentes, as minhas mais cordiais saudações.

O Rancho Folclórico Verde Minho realiza hoje a 23ª edição do Encontro de Culturas que, a partir deste ano, passa simultaneamente a designar-se por FolkLoures.

Não se trata de uma mera operação publicitária mas da transformação dialética de um projeto que vem amadurecendo ao longo de duas décadas: o tempo percorrido impõe uma nova qualidade!

Esta iniciativa consiste na renovação de um projeto que, mantendo o objetivo de promover o Encontro de Culturas, passa a adquirir um carácter mais inclusivo a pensar nomeadamente nas comunidades que constituem atualmente o mosaico social do concelho de Loures.

Por outro lado, procura-se através deste evento projetar o concelho de Loures a nível nacional e até internacional como um palco privilegiado do folclore e das culturas tradicionais, contribuindo para a paz e amizade entre os povos.

Porém, para que se consiga realizar tal desiderato, o Rancho Folclórico Verde Minho espera poder vir a contar com a parceria da Câmara Municipal de Loures – mais do que o apoio que a autarquia jamais regateou a esta iniciativa, lançamos o repto para que, como parceiros neste ambicioso projeto, façamos de Loures uma referência internacional do folclore e da cultura tradicional. E, para começar, o Rancho Folclórico Verde Minho aceita integrar este evento nas Festas do Concelho de Loures!

Quero também deixar uma palavra de grande apreço aos presidentes das Juntas de Freguesia aqui presentes, ao representante da Federação do Folclore Português e…

A todos, o meu muito obrigado pela vossa presença e as manifestações de apreço que sempre nos têm dirigido.

- Muito obrigado!”

MINHOTOS REALIZAM AMANHÃ EM LOURES O ENCONTRO DE CULTURAS FOLKLOURES’16

O Rancho Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, leva a efeito amanhã, dia 28 de Maio, na cidade de Loures, mais uma grandiosa edição do Encontro de Culturas Verde Minho – o FolkLoures’16.

O festival tem por cenário a magnífica réplica das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local desfilarão os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures.

Às 21h00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do anfitrião, Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures, participam ainda no evento o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia) e o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral).

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

FOLKLOURES’16 É ENCONTRO DE CULTURAS A CONTRIBUIR PARA A PAZ E AMIZADE ENTRE OS POVOS

O Rancho Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, leva a efeito no próximo dia 28 de Maio, na cidade de Loures, mais uma grandiosa edição do Encontro de Culturas Verde Minho.

O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures, participam ainda no evento o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia) e o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral).

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.