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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO ASSINALA 150 ANOS DE NASCIMENTO DE SILVA MENDES

Iniciativa decorre na próxima segunda-feira, 23 de outubro, em S. Miguel de Seide

Na próxima segunda-feira, 23 de outubro, assinalam-se os 150 anos do nascimento de Manuel da Silva Mendes, um famalicense que se distinguiu como um dos intelectuais mais representativos da história de Macau, no primeiro quartel do século XX.

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De espírito multifacetado, Manuel da Sousa Mendes foi professor e reitor do Liceu de Macau, advogado, juiz, filósofo, político, sinólogo, escritor e teve ainda tempo para se dedicar ao estudo da filosofia taoísta e para se embrenhar nos exigentes meandros da arte chinesa, como erudito e colecionador.

Para assinalar a data a Associação Amigos do Livro em Macau com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Fundação Jorge Álvares promovem um colóquio, que vai decorrer na próxima segunda-feira, no Centro de Estudos Camilianos, em São Miguel de Seide. A iniciativa ficará ainda marcada pelo lançamento do livro “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento”.

No colóquio, que terá início às 9h30, e se prolongará na parte da parte, participam Ana Cristina Alves (“O taoismo de Silva Mendes”), António Aresta (“Manuel da Silva Mendes, um intelectual português em Macau”), António Graça de Abreu (“Manuel da Silva Mendes e Camilo Pessanha, a Inimizade Inteligente”), Amadeu Gonçalves (“Manuel da Silva Mendes: 150 Anos entre V. N. de Famalicão e Macau e/ou entre o anarquismo e o taoismo”), Aureliano Barata (“Manuel da Silva Mendes: um olhar sobre Macau e o seu ensino”), Norberto Cunha (“Silva Mendes e o Marxismo”) e Rui Lopo (“É preciso fazermo-nos chineses”: Do Orientalismo à Sinofilia – do expatriamento ao voto de Bodhisattva).

Pelas 18h00, será lançado o primeiro volume de uma coletânea sobre Silva Mendes, com cerca de 600 páginas, com o título “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento” que contém três ensaios sobre esta importante figura da história social de Macau, de autoria de António Aresta, Amadeu Gonçalves e Tiago Quadros, e todos os textos de Silva Mendes sobre Arte, Filosofia e Religião, Cultura e Tradições Chinesas publicados na Imprensa e em livro.

Segundo a editor Livros do Oriente, o testemunho e a obra de divulgação de Manuel da Silva Mendes – o exemplo de um português que conheceu, compreendeu e divulgou a cultura e as tradições chinesas –  são únicos e, por isso, não podiam deixar de ser reeditados.

Silva Mendes, advogado, professor e intelectual, natural de São Miguel das Aves, na altura pertencente ao concelho de Vila Nova de Famalicão, e viveu em Macau, de 1901 a 1931, ano em que morreu.

Para além da bibliografia produzida em Portugal até à ida para Macau, tem vasta obra publicada neste território, sobretudo em publicações periódicas, que viriam a ser reunidas em volumes coordenados pelo sinólogo macaense Luís Gonzaga Gomes, nos anos 60 do século passado.

Foi também, na época, um dos maiores colecionadores de arte chinesa, constituindo o seu espólio, adquirido à viúva pelo Governo de Macau pouco depois da sua morte, um acervo muito importante do Museu de Arte de Macau.

Dominando a língua chinesa e profundo conhecedor da sua cultura, Silva Mendes foi, no início do século XX, o principal e o primeiro divulgador da Cultura, da Filosofia e da Religião Chinesas, conhecimento que lhe advinha do contacto direto com artistas, pensadores e com os bonzos – sobretudo do mosteiro de Choc Lam – com quem privava e discutia estes assuntos.

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CASA MUSEU DE MONÇÃO LANÇA EM MELGAÇO OBRA "ALTO-MINHO E GALIZA" DA AUTORIA DO PROF. DOUTOR JOSÉ MARQUES

Lançamento em Melgaço da obra do Prof. José Marques Alto-Minho e Galiza. Estudos Históricos

No âmbito da realização do 2º Conversas na Raia, a Casa Museu de Monção, Unidade Cultural da Universidade do Minho e o Município de Melgaço, em iniciativa conjunta com o Consello da Cultura Galega, vão proceder ao lançamento da obra do Prof. José Marques intitulada Alto-Minho e Galiza. Estudos Históricos, no dia 28 de Outubro (sábado), pelas 15h00 no Salão Nobre da Câmara Municipal de Melgaço

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O Prof. José Marques, dispensa apresentações, é um dos mais ilustres investigadores da História e Cultura do Alto Minho. Ao longo da sua vida foi colaborando intensamente com as iniciativas dos diversos municípios alto minhotos, quer através das bibliotecas, quer dos arquivos municipais em imensas iniciativas.

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Prof. Doutor José Marque foi homenageado pelo governo (Foto: Avelino Lima / Diário do Minho)

 

MAIOR MEDIEVALISTA DO NORTE DE PORTUGAL E GALIZA

“É o fundador da moderna historiografia portuguesa medieval” – Viriato Capela, professor e diretor da Casa-Museu da Universidade do Minho (UM) em Monção, é perentório na qualificação da obra de José Marques, nascido, há oito décadas, em Melgaço.

A mais recente homenagem a este alto-minhoto – homem da cultura, historiador, professor jubilado da Universidade do Porto, também eclesiástico e membro do corpo capitular – ocorreu, em finais de abril, na Universidade do Minho. Na oportunidade, recebeu, das mãos do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, a MEDALHA DE MÉRITO CULTURAL.

José Marques teve um papel destacado no estudo e na valorização dos fundos do Arquivo Distrital de Braga, unidade cultural da UM, criado a 11 de agosto de 1917, que completa, este, 100 anos de existência. Agora, no mesmo dia da inauguração das novas instalações, foi homenageado este professor, figura da cultura e historiografia portuguesa.

Na conferência/homenagem, sob o mote “Entre a História e os Arquivos”, além da intervenção do ministro da Cultura, registou-se a participação da secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo; do reitor da UM, António M. Cunha; da presidente da Academia Portuguesa de História, Manuela Mendonça; da diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Fernanda Ribeiro; e do presidente do Instituto de História e Arte Cristã, José Paulo Abreu.

Foi também lançado o livro ‘Alto Minho e Galiza – Estudos Históricos’, uma edição do Município de Melgaço e da Casa-Museu de Monção, com textos que, ao longo do tempo, José Marque escreveu acerca desta temática, numa coordenação de Viriato Capela. Uma oportunidade, também, para a homenagem da comunidade de investigação luso-galaica.

A propósito, José Marques confidenciou, a qurem lá esteve, que não estava a contar com esta homenagem. “Agradou-me, por tudo o que disseram a meu respeito, a atitude do senhor ministro também me surpreendeu e agradou profundamente, sobretudo, que servisse de exemplo e estímulo para os mais novos” – referiu.

Foi, também, um momento de reflexão no passado e futuro. José Marques deixou mesmo um conselho às novas gerações. “O que eu digo às pessoas mais novas é, sobretudo, que aproveitem todas as oportunidades oferecidas pelos serviços, pelas escolas e pelas universidades… e que não se desleixem. O trabalho é importante. Costuma dizer-se que o trabalho vence tudo. Não podemos desanimar e, sobretudo, estar à espera que as coisas caiam feitas” – avisou.

Já o ministro da Cultura, que presidiu à sessão, considerou o galardão de Mérito Cultural que o Governo lhe atribuiu se fundamenta “no trabalho relevante“ que José Marques tem efetuado “pela cultura do país”, traduzindo o “reconhecimento do “mérito elevado” da sua extensa obra.

A esta homenagem do Ministério da Cultura associaram-se a Universidade do Minho, Secretaria de Estado da Ciência e Ensino Superior, Câmara Municipal de Braga, Arquidiocese de Braga, Academia Portuguesa de História e Conselho de Cultura Galega.

EDIL DE MELGAÇO DESTACA OBRA

Manoel Batista, o presidente do Município de Melgaço, a terra natal de José Marques, destaca, também, a figura deste historiador. Depois de, em 2016, ter editado O CARTULÁRIO DO MOSTEIRO DE FIÃES (envolvendo, também, a Junta de Freguesia), a Câmara Municipal veio agora, numa parceria com a Casa-Museu da UM, em Monção, fazer o mesmo com o livro ‘ALTO MINHO E GALIZA – ESTUDOS HISTÓRICOS’.

O autarca sublinha, ainda, que o lançamento da obra ocorrerá também em Melgaço, em local ainda por designar, a 27 ou 28 de outubro, com a presença de diversos elementos do mundo académico nacional, assim como do Conselho de Cultura Galega.

Na oportunidade, Manoel Batista realça a importância dos textos sobre o Alto Minho e Galiza que a obra contém, notando o enfoque  – natural, dadas as origens de José Marques – no concelho de Melgaço.

Já instado sobre uma eventual atribuição de um título honorífico pela autarquia melgacense, admitiu que, eventualmente, possa ser avaliada, embora ressalvando que, tanto quanto sabe, a melhor homenagem que José Marques deseja é ver a autarquia a editar obras como a que agora acaba de vir a público.

DEIXA MARCA EM TODO O PAÍS

José Marques tem 80 anos, nasceu na freguesia de Roussas, em Melgaço, e foi deixando a sua marca um pouco por todo o país.Em 1994 foi agraciado com a Medalha de Mérito – Grau Ouro da Câmara Municipal de Braga; em 2003 recebeu a Medalha de Ouro da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; e, em 2004, a Medalha de Mérito – Grau de Ouro da Câmara Municipal do Porto.

Desta vez, foi tempo do Governo português homenagear José Marques com a Medalha de Mérito Cultural, na Universidade do Minho, sob proposta da Casa-Museu de Monção. Distinto estudioso e leitor (paleógrafo) de documentos antigos, com grande valia erudita e critica, José Marques, além de distinto investigador, foi um notável professor universitário, coordenador, nomeadamente, de pós-licenciaturas e doutoramentos, conforme observou, à VALE MAIS, Viriato Capela.

Além de Melgaço, o coordenador da obra ‘ALTO MINHO E GALIZA – ESTUDOS HISTÓRICOS’, sublinha que esta será também apresentada, em outubro próximo, em Monção (na Casa-Museu), onde, aliás, já pode ser adquirida.

Fonte: http://valemais.pt/

Convite programa 28 outubro Melgaço

MUNICÍPIO DE FAMALICÃO EDITA OBRA SOBRE A HISTÓRIA DO CONCELHO

Obra em dois volumes desvenda história do município de 1835 a 2015. Câmara abre “Portas da História” com edição sobre percurso coletivo do município

“Um contributo para se conhecer e ajuizar o trabalho coletivo realizado no percurso de quase duas centúrias, desde os primórdios da criação do concelho em 1835 até à atualidade. São páginas novas, servidas por uma fita do tempo, que relatam pela primeira vez acontecimentos, e balizam datas relevantes do nosso percurso coletivo, penetrando em períodos históricos até hoje ignorados e esquecidos pela historiografia”.  É desta forma que o investigador famalicense Artur Sá da Costa apresenta a obra “Portas da História – Vila Nova de Famalicão 1835-2015” recentemente editada em dois volumes pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Câmara editou As Portas da História

Com textos de António Joaquim, Amadeu Gonçalves, Artur Sá da Costa e Daniel Faria, coordenação de António Joaquim e José Agostinho Pereira e design gráfico de Raquel Bragança, a obra é “mais um contributo para o conhecimento e aprofundamento da História de Vila Nova de Famalicão, muito particularmente desde a fundação do concelho, em 1835, quando as terras de Vila Nova se libertaram do domínio de Barcelos, conquistando autonomia política, até aos nossos dias”, reforça o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha na nota de abertura.

O primeiro volume explora o percurso coletivo de Vila Nova de Famalicão enquanto município, desde a sua fundação, ainda na Monarquia Constitucional, até à Segunda República com olhar atento sobre as primeiras décadas da municipalidade, a cruzada republicana no concelho e a afirmação da oposição democrática, entre outos temas. O segundo volume desenvolve-se a partir da Revolução de 25 de Abril de 1974 e o papel das autarquias locais, nomeadamente o contributo de Vila Nova de Famalicão, prosseguindo pela Terceira República adentro. Uma cronologia da autoria de Amadeu Gonçalves entre 1835 e 2015 dá-nos no último terço da obra “o esqueleto do tempo que forma os fundamentos de tudo o resto”.

“Famalicão terra sem história, foi, talvez, o paradigma que mais custou a destruir, ao longo deste tempo”, refere no texto final o coordenador António Joaquim Pinto da Silva a que deu o titulo de “A Reconstrução da História”. E termina: “Se não sabemos quem somos, também não sabemos para onde vamos”.

“Estamos convocados a ler”, diz Artur Sá da Costa em jeito de desafio garantindo que “quem o fizer viverá a surpresa de ser obrigado a rever opiniões e juízos tomados até hoje como certos e consensuais”. E acrescenta: “O que parece seguro, é que afinal temos um passado histórico. Investigamos e vencemos o atávico complexo de filhos órfãos da história. Sabemos quem somos. Temos uma identidade territorial, histórica e cultural.”

A obra encontra-se disponível para consulta na Rede Municipal de Leitura Pública de Vila Nova de Famalicão e para aquisição na Livraria Municipal, sita na Casa do Território, no Parque da Devesa.

ESCRITOR GALEGO MANUEL MIRAGAIA APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POEMAS “GALEGUIA”

A apresentação ao público do livro “Galeguia”, da autoria de Manuel Miragaia, tem lugar em Lisboa, no próximo dia 6 de Outubro, pelas 18 horas, no CHIADO Café Literário, situado na Galeria Comercial Tivoli Fórum, na avenida da Liberdade.

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GALEGUIA, um livro poético para conhecer e sentir as relações históricas entre a Galiza e Portugal, as origens da Galiza e de Portugal e o essencial das ideias e da utopia do movimento cultural e político do Galeguismo.

A ilustração da capa é da autoria de Manel Crâneo, apresentando um galo de Barcelos como elemento figurativo simbólico de Portugal.

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Manuel Miragaia é licenciado em Filosofia pela Universidade de Santiago de Compostela e diplomado no Maxisterio por Ciencias Sociais. É especialista na Língua Galega e diplomado em galego pela Escola Oficial de Idiomas da Corunha. Trabalha actualmente como professor no IES Cruceiro Baleares, em Culleredo. Tem realizado diversos trabalhos de investigação e inovação educativa e realiza conferências e recitais de poesia.

O ESPÍRITO DE CASTELAO EM "GALEGUIA"

"Dentro de Portugal ficou a metade da nossa terra, do nosso espírito, da nossa língua, da nossa vida, do nosso ser nacional."

"A dominação da Galiza nunca será efetiva enquanto se fale um idioma diferente do castelhano."

"Chegam a dizer que o problema galego, o mesmo que o basco e o catalão, depende da solução que acorde a maioria dos espanhóis... Estávamos bem aviados!"

"Sendo galego não devo ser mais que galeguista."

Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao (Rianjo, 1886 – Buenos Aires, 1950) foi um dos grandes vultos galegos de todos os tempos. Artista, desenhador, escritor e político, de ideologia galeguista.
Estudou Medicina, mas não quis exercer como médico, para se dedicar à arte, nomeadamente ao desenho e à pintura. Fundou com outros destacados galeguistas as Irmandades da Fala e a Revista Nós. Duas vezes esteve como deputado nas Cortes da II República Espanhola e participou na criação do Partido Galeguista.

O golpe de estado franquista que deu origem à guerra civil colheu-o na cidade de Madrid. Na zona republicana esteve os três anos que durou. Depois exiliou-se no México, em Nova Iorque e, por último, em Buenos Aires. Formou parte do governo republicano no exílio. Foi também o primeiro presidente do governo galego no exílio, o denominado “Conselho da Galiza”.

O seu livro de ensaio “Sempre em Galiza” constitui a sua obra ideológica principal, considerada por muitos como a “Bíblia do Galeguismo”. A Castelao foi-lhe dedicado o segundo Dia das Letras Galegas, no ano 1964.

Licenciado en Filosofía pura pola Universidade de Santiago de Compostela e diplomado en Maxisterio por Ciencias Sociais, é especialista en lingua galega e diplomado en galego pola Escola Oficial de Idiomas da Coruña. Na actualidade, traballa como profesor no IES Cruceiro Baleares, en Culleredo. Realizou diversos traballos de investigación e innovación educativa, impartiu cursos e actuou en diversas ocasións como conferenciante e en recitais de poesía.

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BARCELOS APRESENTA O LIVRO "TERRITÓRIOS VINHATEIROS DE PORTUGAL"

Livro “Territórios Vinhateiros de Portugal” é apresentado em Barcelos. Barcelos é um dos 77 territórios vinhateiros que integra a obra

A Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) está a assinalar os seus 10 anos de atividade com o lançamento do livro “Territórios Vinhateiros de Portugal”.

A obra tem sido apresentada um pouco por todo o país. Em Barcelos, o livro tem apresentação agendada para o próximo dia 7 de setembro, pelas 15h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal, e vai contar com a presença do secretário geral da AMPV, José Arruda, que apresentará a obra, e ainda com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, que fará uma intervenção sobre a importância da presença do território nesta publicação. A apresentação terminará com uma prova de vinhos.

Em 360 páginas ilustradas, a obra identifica os atuais 77 municípios vinhateiros associados, caracteriza os seus produtos enológicos e dá a conhecer as potencialidades turísticas de cada território.

Barcelos não poderia deixar de integrar esta obra que percorre as diversas regiões vitícolas portuguesas – Bairrada, Verdes, Douro, Dão, Beira Interior, Tejo, Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.

No livro, o território é apresentado por Miguel Costa Gomes, Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, como “um concelho marcado pela cor, vida e cultura, onde a vinha, o vinho e o mundo rural são parte da sua identidade e convivem numa harmonia perfeita entre a tecnologia e a tradição”. Acrescenta ainda que “desta união, surgem deliciosos vinhos verdes, espumantes e aguardentes tranquilas, repletos de originalidade resultantes das características do solo, do clima e da peculiaridade das castas e da arte do cultivo da vinha”.

No artigo, com quatro páginas dedicadas a Barcelos e ilustrado por imagens que convidam a uma visita, são destacados os grandes produtores da região e os eventos relacionados com o vinho.

A obra tem uma componente solidária. Por cada livro vendido a AMPV vai entregar 2,5 euros ao Fundo Financeiro de Solidariedade pelas vítimas dos grandes incêndios que devastaram Pedrógão Grande.

A AMPV foi criada em 2007 e apresenta-se como porta-voz de todos os municípios com vincada tradição vitivinícola. Desenvolve ações e atividades de interesse comum a todos os seus municípios associados a nível local, nacional e europeu e tem como missão a afirmação da identidade histórico-cultural, patrimonial, económica e social dos municípios portugueses e dos territórios ligados à produção de vinhos de qualidade. 

PROJETO DE PRESERVAÇÃO DAS GENTES E MEMÓRIAS DA PESCA DO BACALHAU ENRIQUECIDO COM NOVO LIVRO E EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS EM VILA PRAIA DE ÂNCORA

As “marcas” são o tema da edição 2017 de “Viagens à Terra Nova”

A Praça da República, em Vila Praia de Âncora, encheu-se de gente na tarde do passado sábado, para assistir ao lançamento de um novo livro, no âmbito do projeto “Viagens à Terra Nova”. Trata-se de uma iniciativa lançada pelo Município há três anos, como forma de homenagem aos pescadores da faina do bacalhau, mas também de preservação deste importante pedaço da história do concelho. Uma exposição de fotografias complementa o programa da edição 2017.  

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Depois do lançamento, em 2016, de “Viagens à Terra Nova. Memórias de um Tempo”, as investigações desenvolvidas pela autora e funcionária da Câmara Municipal, Aurora Rego, abriram novas pistas e o Município decidiu avançar com um novo projeto literário, que se materializou agora com “Viagens à Terra Nova II (Marcas)” e com uma interessante exposição de fotografias, da autoria dos fotógrafos António Manuel Garrido Barreiros e Jorge Simão Meira, que também participam na edição.

O livro é, aliás, um trabalho conjunto dos três autores, assinando Aurora Rego a parte de escrita, enquanto a cerca de meia centena de fotos pertence aos dois fotógrafos. Esta é uma edição municipal, com mais de duas centenas de páginas, com fotos a cores, atuais, captadas expressamente para este projeto. Os protagonistas são 52 pessoas, entre pescadores e mulheres (esposas e viúvas).

A exposição, patente numa sala do antigo edifício da Assembleia Ancorense, na Praça da República, poderá ser visitada até ao dia 10 de setembro.

Recorde-se que a investigação iniciada em 2014 identificou mais de 700 pescadores do concelho que andaram na pesca do bacalhau, nos mares gelados da Terra Nova. Os livros e as exposições, assim como outras iniciativas, são a forma encontrada pelo Executivo para preservar e enriquecer, para memória presente e futura, um espólio que se encontrava disperso e em risco de desaparecer.

“Viagens à Terra Nova – Memórias da Pesca do Bacalhau”, como foi inicialmente designado, é um projeto que visa a valorização da atividade piscatória ao nível do legado histórico da pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova.

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JORNALISTA JOÃO MOLEIRA APRESENTA EM PONTE DE LIMA A SUA PRIMEIRA OBRA LITERÁRIA

Jornalista da SIC lança “O que nasce torto também se endireita” na Feira do Livro de Ponte de Lima

João Moleira, renomado jornalista da SIC, vai apresentar a sua obra de estreia “O que nasce torto também se endireita” no próximo dia 23 de julho, pelas 19h00, no recinto da Feira do Livro de Ponte de Lima.

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A obra, cujo título resulta de um intencional trocadilho com o conhecido adágio popular, congrega mais de 125 histórias sobre invenções casuais e acidentais que, destinadas ao fracasso por não corresponderem, em grande parte, aos objetivos inicialmente traçados, acabariam por se revelar úteis e bem-sucedidas. De entre os numerosos exemplos coligidos no volume recentemente editado encontram-se os post-its, as bolachas com pepitas, os comprimidos Viagra, os iogurtes, o velcro, as tripas de Aveiro e a plasticina, entre diversas outras criações “falhadas” que João Moleira, numa escrita acessível e bem-humorada, desvenda ao longo do livro.

Razões de sobra para assistir ao lançamento de “O que nasce torto também se endireita”, obra que promete surpreender, ensinar e divertir.

FEIRA DO LIVRO ESTÁ DE VOLTA A PONTE DE LIMA

Feira do Livro de Ponte de Lima está de volta com diversidade cultural. DE 20 a 13 de julho

De 20 a 23 de julho de 2017 a Expolima veste-se de livros, histórias, música e animação infantil para receber a XXII edição da Feira do Livro de Ponte de Lima.

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A inauguração oficial do evento terá lugar no dia 20 de julho, quinta-feira, pelas 18h30, com um ‘Verde Literário’, seguida da conferência de tributo ao poeta e diplomata limiano António Feijó, no ano em que se assinala o seu primeiro centenário de morte.

Esta palestra intitulada “António Feijó: uma visão poética da mulher” será ministrada por Fátima Melo, autora da tese de doutoramento “L’univers poétique de António Feijó”, e enriquecida com momentos musicais interpretados por João Barreiro e sessão de declamação de poesia a cargo de Luís Dantas.

PONTE DE LIMA REALIZA FEIRA DO LIVRO

Feira do Livro de Ponte de Lima com programa para todos os gostos, de 20 a 23 de julho

A Feira do Livro de Ponte de Lima está de regresso ao recinto da Expolima com um conjunto de novidades que promete satisfazer as expectativas de todos os públicos. De 20 a 23 de julho, não faltarão razões para visitar o certame que, este ano, volta a apostar em novidades editoriais e na apresentação de livros de atualidade e interesse temáticos, de que se destacam os lançamentos das obras “O que nasce torto também se endireita”, do renomado jornalista João Moleira - um dos rostos mais mediáticos da televisão portuguesa -, “Antologia do silêncio”, de Susana Inês, “Os dias em que Portugal foi feliz”, de Elizabete Agostinho, “Histórias de animais especiais”, de Teresa Antunes, e “Vai correr tudo bem”, de Susana Torres.

Destinatários por excelência do maior evento livreiro do concelho ponte-limense, os mais novos terão ao dispor várias iniciativas de cariz lúdico-didático que tornarão o espaço da feira destino de paragem obrigatória. Além da recriação de alguns sucessos da edição anterior – casos de “Piquenique com histórias”, “Histórias com pé de dança”, “Roda de Histórias” e “Histórias (en)cantadas” -, o programa incluirá as sessões - “Hora do conto arco-íris” e “O livro mágico dos contos” -, e a atividade “Leituras para avós e netos” - encontro geracional que procura enobrecer um vínculo afetivo de fundamental importância para a sustentação familiar em consonância com o Dia Mundial dos Avós que todos os anos se comemora a 26 de julho. Ainda em matéria infantil, o certame promove nova oficina criativa – “O meu porta-retratos” –, organiza mais um Cinema em Família – “Vaiana”, da Disney -, e disponibiliza pinturas faciais, insufláveis, passatempos e jogos diversos.

À semelhança de outras edições, a população sénior do concelho volta a ser um dos públicos preferenciais da feira, que dá voz ao projeto BiblioSénior dedicado às “Brincadeiras de antigamente” e à exibição dos trabalhos desenvolvidos ao longo do ano pelas instituições locais.

Também a música continua a ser parte integrante do programa do evento livreiro que traz para a XXII edição os espetáculos “Tonico Show”, “Quarteto JAM’S”, “CriArte”, “ConeSom” e uma noite de Fado.

Em ano de celebração do primeiro centenário da morte de António Feijó (1917-2017), a Feira do Livro coloca em exposição os trabalhos resultantes da participação no concurso artístico – “Retratos de Feijó” -, promove a palestra “António Feijó: uma visão poética da mulher”, de Maria Fátima Melo - a segunda de um ciclo de conferências de tributo ao poeta-diplomata ponte-limense -, e dinamiza o III Encontro de Escritores Limianos.

Consulte aqui o programa completo da Feira do Livro de Ponte de Lima e visite a Expolima de 20 a 23 de julho.

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CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS APRESENTA LIVRO SOBRE "NAUFRÁGIOS NO MAR DE VIANA"

Apresentação do livro Naufrágios no “Mar de Viana”, de Manuel de Oliveira Martins, editado pelo Centro de Estudos Regionais

No próximo dia 15 de julho (sábado), o Centro de Mar - Centro de Interpretação Ambiental e de Documentação do Mar, a funcionar no Navio Gil Eannes, às 19.00 horas, acolhe o lançamento do livro “Naufrágios no Mar de Viana“, de Manuel de Oliveira Martins. A apresentação estará a cargo de José Carlos Loureiro, presidente do Centro de Estudos Regionais e prefaciador do livro.

“Naufrágios no Mar de Viana“ é um livro de memórias e histórias, editado pelo Centro de Estudos Regionais e composto por mais de trezentas páginas, com arranjo gráfico de Rui Carvalho. O livro é patrocinado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo. O seu conteúdo incide essencialmente sobre sinistros marítimos ocorridos durante os séculos XIX e XX na zona geográfica compreendida entre a foz do rio Minho e os Cavalos de Fão, um pouco a sul de Esposende, a que os pescadores chamam «Mar de Viana».

O autor procurou narrar os acontecimentos trágicos ocorridos naquele período nessa zona, acrescentando-lhe um pouco da história dos socorros a náufragos, uma análise social e económica dos acontecimentos reportados aos naufrágios e famílias e, por último, depoimentos de marítimos vítimas de acidentes, que sobreviveram à tragédia, entre os quais o autor, também vítima de um naufrágio.

Este é o terceiro livro de Manuel de Oliveira Martins dedicado à vida dos pescadores e marítimos de Viana do Castelo. O seu livro Pilotos da Barra de Viana do Castelo. 100 Anos de História (1858-1958), publicado pelo CER, em 2010, encontra-se esgotado. A segunda obra intitulada Viana e a Pesca do Bacalhau, datada de 2013, é uma referência na bibliografia sobre o tema.   

A sessão é pública.

MONÇÃO APRESENTA LIVRO “TERRITÓRIOS VINHATEIROS DE PORTUGAL”

Englobada na programação da Feira do Alvarinho, apresentação do livro, que assinala 10 anos da Associação de Municípios Portugueses de Vinho (AMPV), realiza-se no dia 1 de julho, sábado, pelas 15h00, no Museu Alvarinho.

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A publicação “Territórios Vinhateiros de Portugal”, que assinala 10 anos da Associação de Municípios Portugueses de Vinho (AMPV), vai ser apresentada este sábado, pelas 15h00, no Museu Alvarinho, contando com a presença, entre outros, do secretário-geral da AMPV, José Arruda.

Englobada na programação da Feira do Alvarinho de Monção, a publicação aborda diversos concelhos com predominância vitícola. Monção aparece em lugar de destaque com descrição histórica do vinho Alvarinho, património monumental e feiras/eventos mais emblemáticas do concelho. Uma combinação perfeita ilustrada por imagens apelativas que convidam a uma visita. 

Em linhas gerais, Monção, Berço do Alvarinho, apresenta-se como um concelho onde o Alvarinho evidencia a sua alma e revela-se ao consumidor como um vinho único e singular produzido num território rodeado de solos graníticos e envolvido no sopro refrescante da ribeira Minho.

Vinho personalizado, aromático e encorpado, este néctar precioso, embalado desde o berço por mãos hábeis e laboriosas que guardam segredos geracionais e abrem-se a conhecimentos técnicos inovadores, manifesta-se, ao palato do consumidor mais exigente, com a originalidade própria de um grande vinho branco, provavelmente o melhor vinho branco do mundo.

FEIRA DO LIVRO DE BRAGA APOSTA EM PROGRAMA CULTURAL DE EXCELÊNCIA

De 30 de Junho a 16 de Julho, na Avenida Central

Álvaro Laborinho Lúcio, Carlos Fiolhais, Dulce Maria Cardoso, Francisco José Viegas e Mário Cláudio são alguns dos autores que vão passar pela 26.ª edição da Feira do Livro de Braga, que terá lugar de 30 de Junho a 16 de Julho em plena Avenida Central. A inauguração vai contar com a presença do Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

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Com uma programação eclética, pensada para públicos de várias idades e gostos, a Feira do Livro é organizada pela Câmara Municipal de Braga e pela InvestBraga, com produção executiva a cargo da ‘Booktailors’, com o apoio do grupo dst e da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Este ano, a Feira do Livro tem como linha orientadora o Futuro, que se reflecte na exposição de ilustrações criadas por Pedro Vieira exclusivamente para este certame, mas também nas citações de pensadores e autores nacionais e estrangeiros que foram inscritas nas passadeiras para peões da Cidade.

Serão 17 dias de Cultura, com uma programação de mais de 150 horas, onde se destacam as apresentações de livros, as tertúlias, as exposições e os concertos. “Esta Feira do Livro não é um evento para Braga, é um evento para toda a Região, que se diferencia não apenas pela qualidade dos autores, mas também pelo programa que proporcionará momentos únicos para o público de todas as idades e gostos”, referiu Humberto Carlos, administrador da InvestBraga, durante a apresentação do certame, realizada hoje, 27 de Junho, na Casa dos Crivos.

Para Lídia Dias, vereadora da Cultura, a Feira do Livro de Braga “procura criar na Cidade um movimento de contínua fruição cultural de excelência que permita ao público conhecer autores de relevância no panorama nacional, de estar em contacto com as livrarias locais e de assistir a um vasto conjunto de concertos e exposições que, de outra forma, não teria acesso”.

A vereadora da Cultura destacou igualmente a aposta na programação infanto-juvenil com a qual se pretende captar cada vez mais público. Sessões de cinema, oficinas, horas do conto, teatro e um acampamento no Museu dos Biscainhos são algumas das propostas que a Feira do Livro possui para os mais novos.

50 pavilhões na Avenida Central

Apesar dos expositores se concentrarem na Avenida Central, num total de 50 pavilhões, os eventos que fazem parte do programa decorrem um pouco por toda a Cidade e incluem, para além da literatura, música, exposições de ilustrações, debates, actividades para os mais novos e muito mais.

Os livros ‘Hoje Estarás Comigo no Paraíso’, de Bruno Vieira Amaral, ‘Demasiado mar para Tantas Dúvidas’, de Miguel Miranda, e ‘O Deslumbre de Cecília Fluss’, de João Tordo, serão apresentados nesta Feira do Livro, que integra também entrevistas de vida aos autores Fernando Dacosta, João de Melo e Mário Cláudio, e masterclasses dirigidas por Afonso Cruz, Carlos Fiolhais e Miguel Real.

Do programa fazem ainda parte mesas de debate: o lugar da memória na literatura, a escrita para o grande público, a saúde na não-ficção e a ligação da escrita com a televisão são os temas que serão debatidos por João Gobern, Karla Suárez, Maria João Lopo de Carvalho, Mário Augusto e Tiago Rebelo, entre outros.

A Feira do Livro inclui ainda na programação concertos de jazz e uma série de conversas/concerto intituladas «Conta-me Histórias», com músicos como Carlos Alberto Moniz, Carlos Tê, Lúcia Moniz e Luís Represas.

No dia 30 de Junho, pelas 18h00, a inauguração e a visita oficial vão contar com a presença de Luís Filipe Castro Mendes, ministro da Cultura. Ainda no mesmo dia, será entregue, no Theatro Circo, o XXII Grande Prémio de Literatura dst. ‘Astronomia’, romance de Mário Cláudio, foi a obra escolhida, por unanimidade, pelo júri, composto pelo investigador Vítor Aguiar e Silva, pelo presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, e por Carlos Mendes de Sousa, professor da Universidade do Minho. O romance relata, em registo autobiográfico, as diferentes fases da vida do autor - infância, maturidade e velhice.

A par da entrega do prémio, a gala terá momentos de bailado proporcionados pelo Estúdio Helena Mendonça, a leitura de excertos da obra vencedora pela Companhia de Theatro de Braga e um concerto com Linda Martini.

Mimarte traz nove peças à Cidade

Os primeiros dias da Feira do Livro vão coincidir com mais uma edição do Mimarte – Festival de Teatro de Braga. Segundo Lídia Lidas, o Mimarte vai proporcionar nove peças de companhias de teatro conceituadas, como são a Art’Imagem, o Teatro das Beiras, o Circolando ou o Teatro de Montemuro.

Sete dos espectáculos terão como palco o Rossio da Sé e duas no Theatro Circo.

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FEIRA DO LIVRO REGRESSA A BRAGA

De 30 de junho a 16 de julho

Álvaro Laborinho Lúcio, Carlos Fiolhais, Dulce Maria Cardoso, Francisco José Viegas e Mário Cláudio são alguns dos autores que vão passar pela 26.ª edição da Feira do Livro de Braga, que se realiza de 30 de junho a 16 de julho. A inauguração e a visita oficial vão contar com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

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Com uma programação diversificada e eclética, pensada para públicos de várias idades e gostos, a Feira do Livro é organizada pela Câmara Municipal de Braga e pela InvestBraga, com produção executiva a cargo da Booktailors e com o apoio do grupo dst.

Apesar dos expositores se concentrarem na avenida Central de Braga, num total de 50 pavilhões, os eventos que fazem parte do programa decorrem um pouco por toda a cidade e incluem, para além da literatura, música, exposições de ilustrações, debates, atividades para os mais novos e muito mais.

Este ano, a Feira do Livro de Braga tem como linha orientadora o Futuro, que se reflete na exposição de ilustrações criadas por Pedro Vieira exclusivamente para este certame, mas também nas citações de pensadores e autores nacionais e estrangeiros que foram inscritas nas passadeiras para peões da cidade.

Os livros Hoje Estarás Comigo no Paraíso, de Bruno Vieira Amaral, Demasiado mar para Tantas Dúvidas, de Miguel Miranda, e O Deslumbre de Cecília Fluss, de João Tordo, serão apresentados nesta edição do evento, que integra também entrevistas de vida aos autores Fernando Dacosta, João de Melo e Mário Cláudio, e masterclasses dirigidas por Afonso Cruz, Carlos Fiolhais e Miguel Real.

Do programa fazem ainda parte mesas de debate: o lugar da memória na literatura, a escrita para o grande público, a saúde na não-ficção e a ligação da escrita com a televisão são os temas que serão debatidos por João Gobern, Karla Suárez, Maria João Lopo de Carvalho, Mário Augusto e Tiago Rebelo, entre outros.

No dia 30 de junho, pelas 18:00, a inauguração e a visita oficial vão contar com a presença de Luís Filipe Castro Mendes, ministro da Cultura. Ainda no mesmo dia, será entregue, no Theatro Circo, o XXII Grande Prémio de Literatura dst. Astronomia, romance de Mário Cláudio, foi a obra escolhida, por unanimidade, pelo júri, composto pelo investigador Vítor Aguiar e Silva, pelo presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, e por Carlos Mendes de Sousa, professor da Universidade do Minho. O romance relata, em registo autobiográfico, as diferentes fases da vida do autor - infância, maturidade e velhice.

A Feira do Livro inclui ainda na programação concertos de jazz e uma série de conversas/concerto intituladas «Conta-me Histórias», com músicos como Carlos Alberto Moniz, Carlos Tê, Lúcia Moniz e Luís Represas.

BARCELOS REALIZA FEIRA DO LIVRO

Feira do Livro de Barcelos está quase a começar

Rodrigo Guedes de Carvalho, Luandino Vieira, Moita Flores e Nuno Higino são alguns dos escritores que marcam presença na 35ª Feira do Livro de Barcelos, que decorre entre 30 de junho e 9 de julho

Barcelos promove a 35ª edição da Feira do Livro, de 30 de junho a 9 de julho. São dez dias de festa à volta dos livros com grandes nomes da literatura nacional e internacional – Luandino Vieira, Domingos Amaral, Moita Flores, Rodrigo Guedes de Carvalho, Nuno Higino, entre muitos outros.

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Este ano, o programa oficial do evento pauta pela diversidade das propostas culturais e literárias com um conjunto de iniciativas paralelas agendadas, como a realização de espetáculos musicais, tertúlias, conferências, atuações de teatro e animações de rua.

A abertura do evento, a 30 de junho, pelas 17h30, é marcada pela apresentação do livro “Voando com os Livros”, por Marçal Grilo, ex-ministro da Educação, bem como a habitual visita do Presidente

Sábado, dia 1 de julho, Moita Flores apresenta “O Mensageiro do Reino”, às 19h, e às 21h30, é a vez do jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho dar a conhecer o seu mais recente romance “O Pianista de Hotel”. Luandino Vieira, escritor angolano, apresenta as suas memórias de cárcere vividas ao longo de 12 anos, na obra “Papéis da Prisão”, no dia 4 de julho, às 21h30. Os amantes de gastronomia podem reservar o dia 7 de julho para assistirem à apresentação do livro “Receitas com Segredo”, de Marco Costa.

O programa desta 35º edição da Feira do Livro conta com muitas apresentações e lançamentos literários, tertúlias, conversas, conferências, espetáculos musicais e teatrais, inaugurações e animações de rua. Conta, ainda, com uma parte dedicada aos mais novos. A partir do dia 30, as crianças e os jovens podem contar com diversas sessões de contos, ateliês, apresentação de livros, oficinas, espetáculos musicais e teatrais, artes performativas e, de forma permanente, encontrarão atividades como o cantinho da leitura, jogos didáticos, mural de pintura e desenhos para colorir.

PONTE DE LIMA APRESENTA LIVRO ACERCA DOS "TEMPOS DE FESTA" DAQUELA VILA DESDE O SÉCULO XVII

Apresentação do Livro “Tempos de Festa em Ponte de Lima (séculos XVII – XIX)”

Decorreu no passado dia 16 de junho, a apresentação do livro “Tempos de Festa em Ponte de Lima (séculos XVII – XIX)”, da autoria de António Barbosa. A iniciativa, que teve o apoio do Município de Ponte de Lima, decorreu no Auditório Municipal, nos Paços do Concelho, e contou com a apresentação da Professora Doutora Maria Marta Lobo de Araújo, da Universidade do Minho.

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A obra é o resultado da tese de doutoramento em História, elaborada pelo autor, e o seu objeto de estudo centrou-se na caracterização e análise das festividades ocorridas em Ponte de Lima, entre a segunda metade do século XVII e a primeira metade de oitocentos e cujo objetivo é tentar compreender todas as manifestações de júbilo, catarse e anamnese, com enfoque na Igreja matriz, na Igreja dos Terceiros de São Francisco de Ponte de Lima e no Município limiano como principais promotores das solenidades festivas que quebravam a rotina quotidiana dos limianos.

O autor dedicou a sua obra à memória do seu avô, grande entusiasta e impulsionador da Vaca das Cordas e que lhe incutiu o gosto pelas tradições e pelas festividades limianas.

HISTORIADOR DANIEL BASTOS LEVA A TERRAS HELVÉTICAS NO DIA DE PORTUGAL LIVRO SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

Livro sobre a emigração portuguesa apresentado na Suíça no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

No passado dia 10 de Junho, celebrado como Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, foi apresentado em Genebra, na Suíça, um dos principais destinos da emigração portuguesa, o livro Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

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O historiador Daniel Bastos na Livraria Camões em Genebra, ladeado pelo tradutor Paulo Teixeira (à esquerda), e o antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa (à direita)

 

A obra, uma edição bilingue em português e francês, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a gesta da emigração portuguesa para o centro da Europa nos anos 60 e 70, foi apresentada na Livraria Camões, um espaço cultural de referência da lusofonia em terras helvéticas, e esteve a cargo do tradutor Paulo Teixeira, e do antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa.

No decurso da sessão, que contou com a presença de vários representantes da comunidade portuguesa em Genebra, assim como do apresentador e jornalista Jorge Gabriel, que no âmbito do programa “Aqui Portugal” dedicado ao 25.º aniversário da RTP Internacional esteve em antena a partir da Livraria Camões, e do Cônsul-geral de Portugal em Genebra, Miguel de Calheiros Velozo, todos foram unânimes em considerar que as fotografias de Gérald Bloncourt constituem um contributo fundamental para a história da emigração portuguesa.

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A contar da direita, o apresentador e jornalista Jorge Gabriel, o proprietário da Livraria Camões, António Pinheiro, o historiador Daniel Bastos, o tradutor Paulo Teixeira, e o antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa.

 

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O historiador Daniel Bastos e o Cônsul-geral de Portugal em Genebra, Miguel de Calheiros Velozo, ladeados pelo tradutor Paulo Teixeira (à esquerda), e o antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa (à direita)

 

Segundo Daniel Bastos, a edição do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt e apresentação do livro em Genebra, na Suíça, um dos principais destinos da emigração portuguesa, cuja comunidade é a terceira maior em terras helvécias, representam “um justo reconhecimento aos protagonistas anónimos da história portuguesa que lutaram aquém e além-fronteiras pelo direito a uma vida melhor e à liberdade”.

Refira-se que a sessão de apresentação, que impulsionou uma enriquecedora tertúlia que revisitou experiências, memórias e testemunhos sobre o fenómeno da emigração lusitana, em particular na Suíça, incluiu um Porto de Honra, um produto emblemático da cultura portuguesa.

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DANIEL BASTOS APRESENTA EM GENEBRA LIVRO SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

No Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, 10 de junho (sábado), é apresentado em Genebra, na Suíça, um dos principais destinos da emigração portuguesa, o livro Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

O historiador Daniel Bastos (esq.) acompanhado do      tradutor Paulo Teixeira

O historiador Daniel Bastos (esq.) acompanhado do tradutor Paulo Teixeira

 

A obra, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa, é apresentada às 18h00 na Livraria Camões, um espaço cultural que se assume como uma embaixada da lusofonia em terras helvéticas. 

A apresentação do livro, uma edição bilingue em português e francês, com prefácio do pensador Eduardo Lourenço, direcionada à comunidade portuguesa que é a terceira maior comunidade estrangeira da Suíça, estimada em 270.000 pessoas, estará a cargo do tradutor Paulo Teixeira, e do antigo dirigente associativo e sindical na Suíça, Manuel Barbosa.

Composta por um conjunto de centena e meia de fotografias da maior importância para a história portuguesa do último meio século, como as que Gérald Bloncourt captou sobre a vida dos emigrantes portugueses nos bidonvilles parisienses, a obra reúne ainda memórias, testemunhos e imagens originais que o fotógrafo francês realizou durante a sua primeira viagem a Portugal na década de 1960, onde retratou o quotidiano das cidades de Lisboa, Porto e Chaves. Assim como as da viagem a “salto” que fez com emigrantes lusos além Pirenéus, e as das comemorações do 1.º de Maio de 1974 em Lisboa, que permanecem como a maior manifestação popular da história portuguesa.

Segundo Daniel Bastos, cujo percurso tem sido alicerçado junto das comunidades lusófonas, a edição do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, constitui “um justo reconhecimento aos protagonistas anónimos da história portuguesa que lutaram aquém e além-fronteiras pelo direito a uma vida melhor e à liberdade”.

Refira-se que desde o seu lançamento, o livro “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, além dos vários distritos do território nacional, foi já apresentado junto das comunidades portuguesas em Paris, Luxemburgo, Toronto, Bruxelas, e agora em Genebra, a segunda mais populosa cidade suíça.

Capa do livro

APRESENTADO EM ESPOSENDE LIVRO DE ATAS DO COLÓQUIO “BANHO SANTO: A ROMARIA E U MAR DE ESTÓRIAS”

Decorreu ontem, em sessão realizada no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, a apresentação do livro de Atas do 5.º Encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, dedicado ao “Banho Santo: a Romaria e um Mar de estórias”, realizado em junho de 2016.

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A publicação compila as intervenções dos oradores que participaram no colóquio sobre o Banho Santo de S. Bartolomeu do Mar, no âmbito do qual foi apresentada a candidatura da “Romaria de S. Bartolomeu do Mar” à Lista Nacional do Património Imaterial. A apresentação esteve a cargo de Álvaro Campelo, Coordenador do projeto de candidatura, que fez uma breve resenha de cada um dos textos agora publicados, e foi antecedida da apresentação de dois pequenos filmes sobre a Romaria e o Banho Santo, realizados no âmbito do processo de candidatura.

O livro integra a dissertação de Franklim Neiva Soares, Catedrático Emérito da Universidade do Minho, natural de Mar e um dos mais reconhecidos investigadores desta temática, que aborda o “Banho Santo em S. Bartolomeu do Mar: sua contextualização no Entre Douro e Minho e Origens”. Paula Mota Santos, da Universidade Fernando Pessoa e da Berkeley University, de Inglaterra, debruça-se sobre “Novos sentidos para o mar: o lazer e o turismo balnear”, Susana Lobo, do Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra, foca o tema “Arquiteturas da Praia: a Cultura Balnear em Portugal” e, Luís Martins, do Instituto de Estudos de Literatura e Tradição e em nome da equipa formada pelos investigadores Vanessa Iglésias Amorim (CRIA-IUL) e João Augusto Aldeia (CM de Sesimbra), abordou a temática “Do uso tradicional do mar e as expressões do religioso”. “O Banho Santo de S. Bartolomeu do Mar visto por uma psiquiatra de crianças” é a abordagem de Celeste Malpique, Professora Catedrática Emérita da Universidade do Porto, e Álvaro Campelo explana o tema “O Mar e o Corpo: Práticas e Estéticas da Cura”. O Investigador Júlio Santos, da Academia de Danças e Cantares do Norte de Portugal, aborda “O S. Bartolomeu da Foz do Douro: Cortejo do Traje de Papel”, e a Investigadora e, à data do colóquio, Vereadora da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Isabel Coutinho, debruça-se sobre “O S. Bartolomeu de Cavez - Cabeceiras de Basto”. O Almirante José Bastos Saldanha, na dupla qualidade de Presidente da Secção dos Oceanos da Sociedade de Geografia de Lisboa e Vice-Presidente da RNCMR, encerra com a apresentação das conclusões do Colóquio, pondo em evidência a Romaria e o Banho Santo no mar de Esposende.

O colóquio sobre o Banho Santo de S. Bartolomeu do Mar decorreu no âmbito da Presidência do Município de Esposende da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, assim como a inventariação/classificação da Romaria de S. Bartolomeu do Mar e a consequente candidatura à Lista Nacional do Património Imaterial, conforme referiu o Vice-Presidente da Câmara Municipal, António Maranhão Peixoto.

Mais do que o repositório das intervenções do colóquio, o livro de Atas “é um marco histórico para o Município e para S. Bartolomeu do Mar”, assinalou o Vice-Presidente. Maranhão Peixoto, que enalteceu o trabalho desenvolvido no âmbito da candidatura do Banho Santo, dizendo que “orgulha imenso o Município e aqueles que se dedicam à investigação”. Felicitou, por isso, todos quantos contribuíram quer no processo de candidatura quer na edição do livro de Atas, uma publicação de elevada qualidade científica, mas também gráfica e fotográfica. Concluiu expressando a expetativa de que “o sentir coletivo se afirme constantemente”.

A Tomada de Posse da Mesa da Presidência da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, pelo Município de Esposende pelo segundo biénio consecutivo, que estava prevista acontecer nesta sessão não se realizou, devidos a imprevistos de última hora, ficando adiada para data a agendar oportunamente.