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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA EM PONTE DA BARCA O LIVRO "O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA"

Apresentação do Livro "O Homem que não tinha uma fazenda em África", de Alfredo de Sousa Tomaz

Data: 9 de Dezembro

Hora: 17h00

Local:Casa da Cultura de Ponte da Barca

“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 9 de Dezembro, às 17h, na Casa da Cultura de Ponte da Barca. Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

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Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

Sobre o Autor:

Nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

VIZELA APRESENTA "O NATAL DAS BRUXAS"

Sábados na biblioteca

‘O Natal das Bruxas’, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 2 de dezembro, às 15.30h, a atividade  ‘O Natal das Bruxas’, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

O Natal das Bruxas

De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + workshop Pop cakes de Natal

2 de dezembro, 15h30

‘O Natal das Bruxas’, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

A Rosa Maldosa, a Rita Maldita e a Conceição Maldição anseiam pela vinda do Natal e pelos presentes. Contudo sabem que o Pai Natal não costuma trazer presentes às meninas que se portam mal e as 3 irmãs fartam-se de fazer patifarias, bruxarias e gritarias. Por isso, decidem visitar o Pai Natal. O que acontecerá? Aparece na história e saberás.

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

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PRÉMIO LITERÁRIO A. LOPES DE OLIVEIRA/CÂMARA MUNICIPAL DE FAFE DE NOVO EM VIGOR PARA OBRAS PUBLICADAS EM 2017 E 2018

Com o patrocínio da autarquia, foi instituído, de novo, a nível nacional, o Prémio Literário A. Lopes de Oliveira/Câmara Municipal de Fafe, para o género "Estudos Histórico-sociais de Âmbito Local ou Regional" e para obras editadas em 2017 e 2018.

regulamento PREMIO

Nos termos do regulamento, o prémio visa estimular a publicação de estudos histórico-sociais das realidades de determinada localidade ou região portuguesa, na perspectiva de valorizar um sector de investigação de crescente importância, no quadro do aprofundamento da matriz regional e local do nosso país.

O prémio, instituído pela primeira vez em 1983, será atribuído à melhor obra concorrente dentro daquele género e publicada em livro, entre 1 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro de 2018, cujos autores poderão ser de nacionalidade portuguesa ou estrangeira.

O prémio, no valor de 2 mil euros, será dividido em duas fracções iguais, sendo uma para distinguir as obras dirigidas ao território e aos temas fafenses, premiando o investimento sobre o local, enquanto a outra se dirige a estudos sobre as outras localidades e/ou regiões.

Cada concorrente deverá enviar cinco exemplares da obra submetida ao concurso, ao cuidado do Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Fafe.

O prazo de recepção das obras concorrentes terminará em 31 de Dezembro de 2018, devendo o Júri tomar a sua decisão até ao dia 31 de Março do ano seguinte, tornando-a pública nos dez dias imediatos.

O Prémio será entregue ao autor da obra vencedora em cerimónia oficial a realizar no dia 25 de Abril de 2019.

Na edição anterior, foram vencedoras as obras Crime e Criminosos no Norte de Portugal. O Alto Minho Oitocentista, de Alexandra Esteves e Sancti Martini de Armir. História de uma Terra e de Gente com História, de Paulo Moreira e Artur Coimbra.

Foi ainda atribuída uma Menção Honrosa à obra O Hospital e a Botica da Misericórdia de Penafiel – 1600-1850, de Paula Sofia Costa Fernandes.

PONTE DA BARCA APRESENTA O LIVRO "O HOMEM QUE NÃO TINHA FAZENDA EM ÁFRICA"

Apresentação do Livro "O Homem que não tinha fazenda em África", de Alfredo de Sousa Tomaz

Data: 9 de Dezembro

Hora: 17h00

Local: Casa da Cultura de Ponte da Barca

“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 9 de Dezembro, às 17h, na Casa da Cultura de Ponte da Barca. Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

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Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

Sobre o Autor:

Nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, partiu para Angola, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

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PÓVOA DE LANHOSO REALIZA CONCURSO LITERÁRIO ABERTO À PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES

Concurso Literário António Celestino “aberto” para as escolas

Decorre até ao dia 28 de fevereiro de 2018, o prazo para entrega de trabalhos no âmbito do Concurso Literário António Celestino, vertente escolar.

Foto de arquivo - Antonio Celestino

Esta iniciativa é promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares do concelho da Póvoa de Lanhoso, que integra a Câmara Municipal. Tem por objetivos criar e consolidar hábitos de leitura, fortalecer práticas de escrita e valorizar a expressão literária.

Este concurso dirige-se a alunos e alunas do 1º ciclo, 2º ciclo, 3º ciclo e ensino secundário. De entre outros requisitos, os concorrentes deverão produzir um texto narrativo, original e inédito, em língua portuguesa. O tema é livre.

Os trabalhos deverão ser entregues em qualquer uma das bibliotecas promotoras. Serão depois apreciados e seriados por um júri, que irá valorizar critérios como a criatividade e originalidade, a coerência e coesão do texto e a qualidade literária.

Existe um conjunto de Normas de Participação, que devem ser consultadas. Os prémios serão entregues durante cerimónia a realizar no dia 27 de abril de 2018.

O Concurso Literário António Celestino pretende homenagear uma figura ímpar das Terras de Lanhoso, António Simões Celestino da Silva, poeta, escritor e amante das artes, sendo que, em 2017, se assinala o centenário do seu nascimento (24 de maio de 1917).

Normas de participação aqui.

"O MEU DIÁRIO" DE LURDES SILVA APRESENTADO NA GALERIA DE ARTES E OFÍCIOS

A Galeria de Artes e Ofícios de Amares, na Praça do Comércio, acolheu, na tarde de sábado, a apresentação do livro "O Meu Diário", de Lurdes Silva. Um momento intimista onde marcaram presença, essencialmente, familiares e amigos da autora para acarinhar aquela que é a terceira publicação de Lurdes Silva e que retrata situações do quotidiano vividas pela autora, que nos primeiros meses de vida foi afetada por uma paralisia infantil.

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A abertura da sessão ficou a cargo do vice-presidente da Câmara Municipal de Amares e vereador da Cultura, Isidro Araújo, que enalteceu a “determinação e a força interior” da escritora, incentivando-a a continuar a escrever já que os livros, considera, “são pegadas que ficam, são aquilo que faz perdurar no tempo as memórias”.

A apresentação da obra,propriamente dita,foi feita pela professora Manuela Sousa, que conhece a autora há cerca de 30 anos e que fez questão de destacar algumas das suas qualidades, nomeadamente“a aptidão para a escrita e a força anímica/interior”, assim como sublinhar o “grande suporte familiar” que a rodeia.

Lurdes Silva reconheceu que sempre sentiuuma “grande paixão” pela escrita, essencialmente, pela poesia, o que a levou editar, anteriormente, dois livros de poemas. O primeiro chamado “Diálogos”, através da Escola Secundária de Amares em 1992, e o segundo, “Poemas Diversos”, em 2009, com apoio da Câmara Municipal de Amares, que volta a apoiar o lançamento da atual publicação.

“O Meu Diário”, escrito em prosa, trata-se de um livro mais pessoal e intimista que retrata “ bons e maus momentos” vividos pela autora, entre o período de 2009 e 2015, e contém a opinião da mesma em relação a diversas situações do quotidiano.

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BIBLIOTECA PESSOAL DO ESCRITOR FAMALICENSE ACESSÍVEL E GRATUITA PARA TODOS

Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco disponibiliza online espólio de Vasco de Carvalho

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, de Vila Nova de Famalicão, disponibiliza desde esta quarta-feira, o espólio do escritor famalicense Vasco de Carvalho, através da biblioteca digital de acesso online totalmente gratuito disponível em www.bibliotecacamilocastelobranco.org.

Biblioteca de Vasco de Carvalho

No dia 8 de novembro de 1961 desaparecia, da ilustre sociedade famalicense, a incontornável figura de Vasco César de Carvalho. A imprensa da época noticiava “Faleceu o escritor Vasco de Carvalho. Na quarta-feira de manhã a notícia correu célere e provocou em todos uma expressão de espanto e ao mesmo tempo de amargura: morreu o Vasco de Carvalho!“

No dia em que se cumpria a passagem do 56.º aniversário sobre a sua morte, o Município de Vila Nova de Famalicão, através da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, leva a efeito esta simbólica homenagem a um ilustre historiador autodidata famalicense.

Como em tempos se inscreveu no catálogo da exposição Vasco de Carvalho: Aspetos de Vila Nova, que lhe foi dedicada em 2005, no âmbito das comemorações do Foral de D. Sancho I e por ocasião do aniversário dos 170 anos da fundação do concelho, foi grande o mérito deste homem, que dedica uma vida ao amor por uma terra, que acredita só ser possível estudá-la, esmiuçando o passado, refletindo o presente e garantindo o futuro.

Prova disso foi a doação, de toda a sua biblioteca, à Câmara Municipal, para integrar o fundo documental da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, no ano de 1961, pouco antes de falecer.

Desta forma, Vasco de Carvalho pôs à disposição de toda a comunidade, dos investigadores e curiosos, os seus conhecimentos, desde as origens desta terra até à época contemporânea, através de milhares de documentos com informações sobre monumentos, festas, figuras populares, feiras, personalidades locais, homenagens, vida política, comércio, etc.

A Biblioteca Digital Vasco de Carvalho, que se junta agora à já disponível Biblioteca Digital da Oposição Democrática de Vila Nova de Famalicão, representa mais um marco importante da história mais recente da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, pois revela o resultado de um trabalho persistente na promoção e divulgação da sua Sala de Fundo Local, entendida como um dos garantes da preservação da memória cultural do concelho de Vila Nova de Famalicão.

“À CONVERSA COM ISABEL PIRES DE LIMA” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CAMINHA

A escritora vem a Caminha no dia 11 de novembro

Isabel Pires de Limaé a próxima convidada de “À conversa com…”. ‘Caminho da Leitura: Ciclo de Conversas’ vai ainda trazer à Biblioteca de Caminha Isabel Pires de Lima. Trata-se de mais uma iniciativa promovida no âmbito da candidatura da valorização dos Caminhos de Santiago que o Município está a desenvolver. “À conversa comIsabel Pires de Lima” vai decorrer no dia 11 de novembro, pelas 17H00, na Biblioteca Municipal de Caminha.

“À Conversa com …” já trouxe a Caminha Richard Zimler, Joel Cleto e Ana Saldanha. Dia 28, a convidada é Isabel Pires de Lima. “Foi Professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde se licenciou em Filologia Românica e doutorou com uma tese sobre Eça de Queirós. É especialista em Literatura Portuguesa, em especial do século XIX e da segunda metade do século XX. É autora de inúmeros textos publicados em revistas e jornais na área da crítica e dos estudos literários e de vários livros, entre os quais ‘As Máscaras do Desengano - Para uma abordagem sociológica de ‘Os Maias’ de Eça de Queirós’ e ‘Vozes e Olhares no Feminino’. Foi deputada e exerceu as funções de Ministra da Cultura do XVII Governo Constitucional e, atualmente, é vice-presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves”.

Isabel Pires de Limavai trazer “À conversa com” o seu livro ‘As Máscaras do Desengano - Para uma abordagem sociológica de ‘Os Maias’’. Esta ação carece de inscrição obrigatória. Assim, os interessados deverão proceder à respetiva inscrição para cultura@cm-caminha.pt.

PONTE DE LIMA APRESENTA MEMÓRIAS DE REFÓIOS

Memórias de Refóios marcam apresentação de obra de José Luís da Costa Sousa

A obra de estreia de José Luís da Costa Sousa – “A casa de Real” -, foi apresentada no passado sábado, 28 de outubro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. O conto, que resulta da combinação de elementos genealógicos com traços ficcionais, tem como cenário a freguesia de Refoios do Lima, terra berço do autor ponte-limense que quis, através da escrita, perpetuar memórias familiares e lembranças espaciotemporais.

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Perante casa cheia, o escritor explicou que a aventura literária começou com um trabalho de escola do neto de recolha de informações geracionais, desafio que levou José Luís da Costa Sousa a encetar várias ações investigativas acerca dos seus antepassados e a elaborar algumas narrativas curtas de evocação de personagens e lugares da infância. O resultado é uma obra que relata a evolução de um dos ramos da família reconstituído a partir da tradição oral e dos registos de arquivo de que tomou conhecimento.

O conto “A Casa de Real” foi apresentado pelo professor ponte-limense, Vítor Araújo, que sublinhou a qualidade de escrita e o rigor narrativo do autor, cujos poemas que também compõe foram declamados por José Cândido Rodrigues num momento de maior intimismo que fechou a sessão.

O lançamento de mais um título que eterniza o património material e imaterial do concelho de Ponte de Lima contou com a presença do Vereador da Educação, Dr. Paulo Barreiro de Sousa.

Sobre o autor:

José Luís da Costa Sousa nasce a 20 de setembro de 1948 em Refóios do Lima, concelho de Ponte de Lima. Finaliza o Curso Geral dos Liceus no Liceu Nacional de Viana do Castelo e, em 1966, conclui o Curso de Professores de Educação Física do INEF. Depois do Mestrado em Ciências da Educação – Metodologia da EF (1994) -, obtém o grau de Doutor em Ciências da Educação – Formação de Professores (2000) -, lecionando em escolas secundárias e em instituições do ensino superior, com destaque para o Instituto Superior de Educação Física, a Escola Superior de Educação de Lisboa e a Escola Náutica Infante D. Henrique. Também exerce funções na Escola de Educação Física e Desporto da Guiné-Bissau e no Instituto Nacional de Educação Física de Luanda, Angola.

VIZELA: APRESENTA “DE QUE COR É UM BEIJINHO”, DE ROCIO BONILLA

Sábados na biblioteca

‘De que cor é um beijinho’, de Rocio Bonilla

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 4 de novembro, às 15.30h, a atividade  ‘De que cor é um beijinho’, de Rocio Bonilla.

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De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + Oficina de expressão plástica

4 de novembro, 15h30

‘De que cor é um beijinho’, de Rocio Bonilla

A Minimoni gosta de pintar mil coisas coloridas: joaninhas vermelhas, céus azuis, bananas amarelas… mas nunca pintou um beijinho. De que cor será? Vermelho como um delicioso molho de tomate? Será verde como os crocodilos, que lhe pareceram sempre tão simpáticos? Impossível, porque é também a cor dos legumes e ela não gosta de os comer! Como poderá descobrir de que cor é um beijinho? 

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

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CASA DE CAMILO EM S. MIGUEL DE SEIDE HOMENAGEIA ALEXANDRE CABRAL

Casa de Camilo apresenta “Alexandre Cabral (1917-1996), Dedicado Camilianista. Exposição está patente até 1 de março

Está patente até 1 de março de 2018, na Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide, a exposição que homenageia “Alexandre Cabral (1917-1996), Dedicado Camilianista. No ano em que se assinala o centenário do seu nascimento, evoca-se através desta exposição bibliográfica, documental e iconográfica, Alexandre Cabral, escritor e investigador literário, autor do fundamental Dicionário de Camilo Castelo Branco, um dos mais abalizados e prolíficos estudiosos da vida e da obra do romancista de Seide, a que dedicou anos a fio de incansável labor. O vasto acervo que reuniu ao longo da sua vida acabou por o legar à Casa de Camilo.

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Alexandre Cabral foi mesmo a figura central da quarta edição dos Encontros Camilianos de S. Miguel de Seide, que decorreu no passado fim-de-semana em Vila Nova de Famalicão, e contou com a presença de seu filho, Aguinaldo Cabral, que salientou “a paixão” do pai por Camilo Castelo Branco, agradecendo o reconhecimento.

No colóquio três oradores, José Cândido Oliveira Martins da Universidade Católica Portuguesa, António Pedro Pita da Universidade de Coimbra e António Manuel Ferreira, da Universidade de Aveiro, que abordaram temáticas da vida de Alexandre Cabral.

Ligado à corrente literária neo-realista, Alexandre Cabral acabou por se especializar como grande e profundo conhecedor da obra de Camilo Castelo Branco. Foi uma das personalidades ligadas à fundação do Centro de Estudos Camilianos, foi distinguido com o Prémio de Camilo em 1987, e, por vontade própria, foi doado à Casa de Camilo, após a sua morte, todo o seu acervo camiliano, constituído por obras de e sobre Camilo Castelo Branco, além de milhares de documentos, reunidos ao longo de 40 anos e relacionados com o século XIX e com a vida e obra do romancista de Seide.

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“À CONVERSA COM ANA SALDANHA” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CAMINHA

Ana Saldanha vem a Caminha no dia 28 de outubro

Ana Saldanha é a próxima convidada de “À conversa com…”. ‘Caminho da Leitura: Ciclo de Conversas’ vai ainda trazer à Biblioteca de Caminha Isabel Pires de Lima. Trata-se de mais uma iniciativa promovida no âmbito da candidatura da valorização dos Caminhos de Santiago que o Município está a desenvolver. “À conversa comAna Saldanha” vai decorrer no dia 28 de outubro, pelas 17H00, na Biblioteca Municipal de Caminha.

Ana Saldanha

Richard Zimler e Joel Cleto foram os primeiros convidados de “À conversa com…”. Dia 28, a convidada é a portuense Ana Saldanha “conhecida como uma das principais autoras de obras literárias para crianças e jovens, tendo vários livros premiados: o romance ‘Círculo Imperfeito’ recebeu o Prémio Cidade de Almada, o Prémio Maria Rosa Colaço foi atribuído à coletânea de contos ‘’O galo que nunca mais cantou’ e o Prémio Bissaya Barreto a ‘Gato procura-se’. Dedica-se também à tradução de obras literárias, de que se destacam a autobiografia de Nelson Mandela, ‘Longo caminho para a liberdade’ e o último romance de Salman Rushdie, ‘Dois anos, oito meses e vinte e oito noites’. Entre as atividades voluntárias de promoção da leitura a que se dedica salientam-se a gravação de livros para cegos na Biblioteca Sonora da Biblioteca Municipal do Porto, a colaboração na animação cultural do Centro Materno Infantil do Porto e, até recentemente, a orientação de um clube de leitura e escrita criativa num estabelecimento prisional”.

Ana Saldanhavai trazer “À conversa com” o seu livro ‘Marcas’, da Editorial Caminho. “Marcas é um romance que gira à volta de quatro personagens principais: Vicente, o pai, divorciado; Gonçalo, o filho mais novo, que anda pelos 10 anos de idade; Maria, uma rapariga de 15 anos muitíssimo «moderna»; e um cão, que o filho Gonçalo encontrou na rua e o quer (e consegue) meter em casa contra a vontade do pai. Sobre estes quatro pilares Ana Saldanha, autora de uma vasta obra bem conhecida dos leitores, constrói um romance que é um retrato completo, até na linguagem - que arranca da realidade e coloca no livro - de uma família neste início de século XXI: cada um para seu lado, falando invariavelmente em conversas que são na realidade solilóquios sem ligação uns com os outros, vidas de presente precário e futuro duvidoso. Marcas é um livro a não perder”.

Esta ação carece de inscrição obrigatória. Assim, os interessados deverão proceder à respetiva inscrição para cultura@cm-caminha.pt.

Para além de Richard Zimler, Joel Cleto e Ana Saldanha também Isabel Pires de Lima será uma das convidadas deste “Ciclo de Conversas”.

ESCRITORA ISABEL CRISTINA HENRIQUES RECEBE EM FAMALICÃO O PRÉMIO DE ENSAIO EDUARDO PRADO COELHO

Isabel Cristina Rodrigues recebe amanhã Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho. Cerimónia decorre pelas 11h00, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e o presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), José Manuel Mendes, promovem a cerimónia de entrega do Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho à escritora Isabel Cristina Rodrigues, que vai decorrer amanhã, sexta-feira, dia 20 de outubro, pelas 11h00, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão.

“A Palavra Submersa. Silêncio e Produção de Sentido em Vergílio Ferreira” é a obra que valeu à autora o galardão atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Associação Portuguesa de Escritores (APE).

O Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Pardo Coelho” destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição.

O valor monetário deste Grande Prémio é de 7.500 euros, para o autor, e desde 2010 já distinguiu Victor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil, Manuel Frias Martins e José Carlos Seabra Pereira.

Isabel Cristina Rodrigues nasceu em Coimbra em 1967 e licenciou-se em 1989 na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Franceses). É Professora do Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro desde 1991, tendo apresentado uma dissertação de doutoramento sobre a obra de Vergílio Ferreira – “A Palavra Submersa. Silêncio e Produção de Sentido em Vergílio Ferreira”. Tem ainda dois outros volumes dedicados ao escritor, “A Poética do Romance em Vergílio Ferreira” (Lisboa, Colibri, 2000) e “A vocação do lume”. Ensaios sobre Vergílio Ferreira (Coimbra, Angelus Novus, 2009), exercendo maioritariamente a sua docência e investigação nos domínios da Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea e da Teoria da Literatura, em cujo âmbito tem publicado ensaios em revistas nacionais e estrangeiras.

PONTE DE LIMA APRESENTA OBRA DO ESCRITOR JOSÉ LUÍS DA COSTA SOUSA

Município de Ponte de Lima promove obra de estreia de José Luís da Costa Sousa

O romance “A casa de Real”, da autoria de José Luís da Costa Sousa, vai ser apresentado no próximo dia 28 de outubro, pelas 15h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Trata-se da produção literária de estreia do escritor vianense que tem dedicado a sua vida profissional à área das Ciências da Educação, exercendo em diversas escolas do ensino secundário e superior, no país e no estrangeiro.

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Celebre a literatura regional e venha conhecer a obra “A casa de Real”, cuja apresentação estará a cargo do professor ponte-limense, Vítor Araújo.

Esperamos por si!

Sobre o autor:

José Luís da Costa Sousa nasce a 20 de setembro de 1948 em Viana do Castelo. Finaliza o Curso Geral dos Liceus no Liceu Nacional vianense e, em 1966, conclui o Curso de Professores de Educação Física do INEF. Depois do Mestrado em Ciências da Educação – Metodologia da EF (1994) -, obtém o grau de Doutor em Ciências da Educação – Formação de Professores (2000) -, lecionando em escolas secundárias e em instituições do ensino superior, com destaque para o Instituto Superior de Educação Física, a Escola Superior de Educação de Lisboa e a Escola Náutica Infante D. Henrique. Também exerce funções na Escola de Educação Física e Desporto da Guiné-Bissau e no Instituto Nacional de Educação Física de Luanda, Angola.

Sinopse da obra:

Sebastião Correia de Matos foi o nome pedido em batismo no ano em que a criança nasceu, supostamente 1870, tendo por cenário a capela paroquial, singela e em estilo românico e por isso mais admirada, de Santa Eulália, Refojos do Lima. Aceitaria partilhar vida consigo até à morte Angélica Maria Correia de Matos. Depois... Depois o tempo correu, e seguiram-se outras gerações de naturais altos e baixos. Até que em 1939, a apreensão pelo que pudesse acontecer na sociedade e na aldeia atingiu o auge: a Alemanha Nazi tinha invadido a Polónia.

FAMALICÃO ATRIBUIU GRANDE PRÉMIO DE CONTO CAMILO CASTELO BRANCO

Galardão foi atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e APE a Teolinda Gersão. Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco a consagrar escritores há 25 anos

Do alto dos seus 77 anos, Teolinda Gersão apresentou-se, sábado, na Casa de Camilo com a naturalidade e o à-vontade próprio das escritoras consagradas. A autora de "Prantos, amores e outros desvarios" foi contemplada com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e pela Associação Portuguesa de Escritores (APE).

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Num discurso bastante eclético, a escritora falou do país e da literatura. Disse que “os portugueses não podem ser um povo sem voz” e confessou-se como grande admiradora da obra de Camilo. “É uma alegria enorme ver o meu trabalho reconhecido e é uma grande honra estar aqui porque eu também sou uma grande leitora de Camilo Castelo Branco” salientou, referindo que “Camilo é um autor que escreve com carne e com sangue, com experiências de vida do que vê e do que o rodeia”.

Teolinda Gersão recebeu o prémio das mãos do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na presença do presidente da APE, José Manuel Mendes, naquela que foi a 25.ª edição do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.

Isso mesmo salientou José Manuel Mendes que enalteceu “os 25 anos de união com o município de Famalicão”. Também Paulo Cunha destacou a “cultura de compromisso” desenvolvida com a APE, corporizada neste prémio que “é a pedra angular do projeto camiliano”.

Sobre Teolinda Gersão, José Manuel Mendes salientou “a escritora singularíssima”,acrescentando que o seu nome está “entre os maiores da contemporaneidade”.

De resto, a porta-voz júri do prémio, Raquel Camacho realçou que “Teolinda é uma escritora que escreve a vida” e que revela um "domínio total das características do conto". A “língua cuidada, elegante, erudita" e a “capacidade de surpreender sucessivamente no conto seguinte, sendo que o anterior parecia ter sido, indubitavelmente, magistral", foram outras das caraterísticas sublinhadas pelo júri a propósito dos contos reunidos obra, editada pela Porto Editora.

Esta é a segunda vez que Teolinda Gersão recebe este prémio, tendo conquistado pela primeira vez em 2002 com "Histórias de ver e andar".

O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, no valor de 7.500 euros, foi criado em 1991 pela APE em parceria com a autarquia de Vila Nova de Famalicão e distingue um autor português ou de um país africano de expressão portuguesa.

A entrega do Grande Prémio Camilo Castelo Branco integrou a 4.ª edição dos Encontros Camilianos de São Miguel de Seide, que decorreu durante os dias de sexta-feira e sábado, na Casa de Camilo, e que ficou também marcada por uma homenagem ao investigador e biógrafo camiliano Alexandre Cabral.

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PONTE DE LIMA LEVA LITERATURA A BEBÉS

Município de Ponte de Lima inicia nova temporada da Bebéteca

No próximo dia 28 de outubro de 2017, pelas 10h30, a Biblioteca Municipal vai dar início à nova temporada da Bebéteca.

28 out. 2017

Trata-se de um projeto direcionado para bebés e crianças, dos 0 meses aos 5 anos, que promove o livro e a leitura através de várias atividades, nomeadamente uma Hora do Conto, um momento musical e um atelier de expressão artística.

A primeira sessão desta temporada contará com a presença da escritora Paula Ruivo que nos vai dar a conhecer a sua mais recente obra infantil intitulada “Depois da fábrica de Seripiteia”, que será seguida de um momento musical da responsabilidade da mesma autora, que se aventurou nas lides melodiosas e musicais com o tema “Os Guardiões”.

Para terminar a ação pais e crianças darão asas à imaginação no atelier de expressão artística intitulado “Novelinho de Sonhos”.

Para mais informações e inscrições (gratuitas e limitadas) contacte-nos através do número 258900411 ou do email biblioteca@cm-pontedelima.pt.

Sobre a autora:

Paula Ruivo nasceu na freguesia de Vitorino das Donas, concelho de Ponte de Lima. Com sete anos vai viver para Lisboa, residindo atualmente na Malveira.
Dedica-se à escrita, tendo já publicado "A ervilha que queria ir à escola", "A ervilha que queria ir ao zoo", "A ervilha que queria ir de férias" . "Hiroki: o livro mágico", "Não quero ser o que sinto..." e agora “Depois da fábrica de Seripiteia”.

Sobre o livro:

Haverá no mundo outras coisas além de novelos, camisolas, lãs, máquinas e operários?

A Piorreta acreditava que sim, mas vivia na fábrica de confeções, na aldeia de Seripiteia, e sair dali parecia mais um sonho do que uma realidade.

Mas o improvável acontece e, certo dia, a Piorreta e o Pimpolho foram para além dos portões da fábrica e conheceram os Guardiões.

Quem serão eles? O que protegem? ....

FAMALICÃO ATRIBUI PRÉMIO DE ENSAIO EDUARDO PRADO COELHO

Isabel Cristina Rodrigues recebe Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho

A escritora Isabel Cristina Rodrigues recebe na próxima sexta-feira, dia 20 de outubro, o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho.

Isabel Cristina Rodrigues

“A Palavra Submersa. Silêncio e Produção de Sentido em Vergílio Ferreira” é a obra que valeu à autora o galardão atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Associação Portuguesa de Escritores (APE).

A cerimónia de entrega do prémio decorrerá a partir das 11h00, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco. 

O Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Pardo Coelho” destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição.

O valor monetário deste Grande Prémio é de 7.500 euros, para o autor, e desde 2010 já distinguiu Victor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil, Manuel Frias Martins e José Carlos Seabra Pereira.

Isabel Cristina Rodrigues nasceu em Coimbra em 1967 e licenciou-se em 1989 na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Franceses). É Professora do Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro desde 1991, tendo apresentado uma dissertação de doutoramento sobre a obra de Vergílio Ferreira – “A Palavra Submersa. Silêncio e Produção de Sentido em Vergílio Ferreira”. Tem ainda dois outros volumes dedicados ao escritor, “A Poética do Romance em Vergílio Ferreira” (Lisboa, Colibri, 2000) e “A vocação do lume”. Ensaios sobre Vergílio Ferreira (Coimbra, Angelus Novus, 2009), exercendo maioritariamente a sua docência e investigação nos domínios da Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea e da Teoria da Literatura, em cujo âmbito tem publicado ensaios em revistas nacionais e estrangeiras.

Famalicão assinala Dia Municipal para a Igualdade

O Município de Vila Nova de Famalicão celebra, no próximo dia 24 de outubro, terça-feira, o Dia Municipal para a Igualdade.

A data será assinalada com uma conversa informal sobre a temática que decorrerá no Café-Concerto da Casa das Artes, com os testemunhos do padre jesuíta Paulo Duarte e da autora do livro “Retalhos de uma Jornada”, Sandra Estevão Rodrigues.

A conversa terá a moderação do Conselheiro Local para a Igualdade, Quintino Pinto, e encerrará com uma intervenção de Maria Manuela Martins, Conselheira Local para a Igualdade.

Refira-se ainda que a iniciativa é de entrada livre e é organizada em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, de Braga.

Patrícia Costa é uma das fadistas convidadas

4.º Festival de Fado realiza a 3 e 4 de novembro, na Casa das Artes

Nos próximos dias 3 e 4 de novembro, a Casa das Artes vai ser palco da quarta edição do Festival de Fado de Vila Nova de Famalicão. 

A primeira noite do evento é dedicada aos novos talentos com a realização do Concurso de Fado Amador, no Café-Concerto, a partir das 21h30, momento que contará com a participação especial do fadista Joaquim Macedo.

A segunda noite decorrerá no grande auditório, a partir das 21h30, com a realização da Grande Noite do Fado. Pedro Marão, Maria do Sameiro, Miguel Xavier, Rui Vaz e Patrícia Costa são os artistas convidados.

A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal e é de entrada livre.

FAMALICÃO REALIZA ENCONTROS CAMILIANOS

Entrega do Grande Prémio de Conto e homenagem a Alexandre Cabral amanhã, na Casa de Camilo. Encontros Camilianos decorrem amanhã, dia 14 de outubro, em S. Miguel de Seide, a partir das 9h30

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, abre amanhã, sábado, pelas 9h30, a quarta edição dos Encontros Camilianos de S. Miguel de Seide, que decorrem na Casa de Camilo. A sessão de abertura conta ainda com as presenças de Aguinaldo Cabral, filho do camilianista Alexandre Cabral, e do diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira.

Evento decorre no Centro de Estudos Camilianos

Recorde-se que o notável camilianista Alexandre Cabral vai ser homenageado durante os 4.os Encontros Camilianos de São Miguel de Seide. No centenário do seu nascimento que se assinala precisamente a 17 de outubro, a Casa de Camilo recorda o investigador e biógrafo camiliano que dedicou grande parte da sua vida a Camilo Castelo Branco.

O programa de amanhã dos encontros camilianos é o seguinte:

9h30 – Sessão de Abertura

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Aguinaldo Cabral, médico e filho de Alexandre Cabral

Diretor da Casa de Camilo

9h45 - Entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco – Associação Portuguesa de Escritores / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (Edição 2016)

Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Presidente da Associação Portuguesa de Escritores

Porta-voz do Júri

Teolinda Gersão, Premiada

Diretor da Casa de Camilo

10h30 - Inauguração da exposição

Alexandre Cabral (1917-1996) – Dedicado camilianista

10h45 – Dejejum

11h00 - 1.º Painel

Alexandre Cabral, crítico camiliano

José Cândido Oliveira Martins (Universidade Católica Portuguesa)

Alexandre Cabral: percursos de intelectual no século XX

António Pedro Pita (Universidade de Lisboa)

Mitografias camilianas

António Manuel Ferreira (Universidade de Aveiro)

12h45 - Debate I

13h00 - Bocadinhos e Guisadinhos

Almoço com Ementa Camiliana

14h30 - 2.º Painel

Camilo e a inocência das aldeias

João Minhoto Marques (Universidade do Algarve / CIAC)

A música na vida e na obra de Camilo Castelo Branco

Pedro Couto Soares (Escola Superior de Música – Instituto Politécnico de Lisboa)

Mulheres camilianas: longe da vista, mas nem sempre esquecidas. Alguns comentários acerca de A Doida do Candal e A Bruxa de Monte Córdova

David Frier (Universidade de Leeds)

16h30 - Debate II

16h45 – Merenda

17h00 - Apresentação de edições camilianas

Carlota Ângela e O Retrato de Ricardina, de Camilo Castelo Branco (vol. 3 das Obras e Camilo Castelo Branco – Editora Glaciar)

Jorge Reis Sá, João Paulo Braga e Sérgio Guimarães de Sousa

Encontros Camilianos 2

João Paulo Braga, José Manuel de Oliveira e Sérgio Guimarães de Sousa

17h30 - Encerramento dos trabalhos

* Durante os trabalhos do dia 14 de outubro decorrerá uma Feira de Edições Camilianas

CAMINHA: JANTAR QUEIROSIANO NO RINOTERRA MINHO

Tertúlia com o Prof. Orlando Grossegesse

O Rinoterra Minho vai promover um Jantar Queirosiano, o primeiro do género no Alto Minho. O evento terá lugar no 'jovem' boutique hotel localizado no alto de Seixas, em Caminha, no dia 11 de Novembro, às 20.00h. Com uma ementa fundamentada nas referências gastronómicas patentes nas obras de Eça de Queiroz, o menu é constituído por Caldo de Galinha ('A Cidade e as Serras'), como entrada, e Perna de Vitela Assada ('O Primo Basílio'), como prato principal. Para sobremesa, oArroz Doce ('Os Maias'). Os vinhos escolhidos para o repasto são o Tormes branco e o roséMandarim, da Fundação Eça de Queiroz, sediada em Tormes-Baião, que apoia a iniciativa. 

Jantar Queirosiano (Rinoterra Minho)

Café, chás e digestivos estão também ao dispor dos convivas.

Esta recriação de um jantar de época, que poderia ter à mesa o próprio escritor e os seus amigos, vai receber um convidado-'surpresa', trazido pelos Viajantes no Tempo...

Para além da ementa baseada nos seus livros, a presença de Eça de Queiroz no Rinoterra vai ser marcada pela intervenção do Prof. Doutor Orlando Grossegesse, docente da Universidade do Minho e membro do Conselho de Administração da FEQ, reconhecido especialista na vida e obra do escritor.

Este jantar-tertúlia, aberto à participação de todos, tem o preço de 35€/ pessoa (com bebidas). 

As reservas (limitadas) devem ser feitas pelo email geral@rinoterra.com ou pelos telefones 963 373 912 e 258 724 442.

Jantar Queirosiano + Tertúlia (Rinoterra Minho, Caminha, 11Nov)

Rinoterra Minho