Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

VIZELA APRESENTA "O CUQUEDO"

Sábados na biblioteca: ‘O Cuquedo e um amor que mete medo’, de Clara Cunha

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal, promove, no próximo dia 3 de fevereiro, às 15.30h, a atividade ‘O Cuquedo e um amor que mete medo’, de Clara Cunha.

Cuquedo

De lembrar que a Biblioteca Municipal está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + Oficina de expressão plástica

3 de fevereiro, 15h30

‘O Cuquedo e um amor que mete medo’, de Clara Cunha

Alto lá! O Cuquedo está de volta e ... procura uma companheira para assustar e namorar. BUUUU!

Será que encontra?

Aparece na biblioteca e contamos-te tudo, tudinho.

No final da história vamos construir um Cuquedo pompom.

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337648579591398.79509.256857874337136&type=3

ENCONTRO COM O ESCRITOR TIAGO SALAZAR EM MONÇÃO

Dia 9, sexta-feira, pelas 21h30, Biblioteca Municipal de Monção

Tiago Salazar nasceu em Lisboa em 1972. Formou-se em Relações Internacionais e estudou guionismo e Dramaturgia em Londres. Trabalha como jornalista desde 1991, tendo publicado, entre outros títulos, no Diário de Notícias, Grande Reportagem, Vogue e Revista Egoísta.

Estreou-se com “viagens sentimentais”, em 2007, tendo publicado o seu último romance “A escada de Istambul”, e, 2016. Foi ainda autor e apresentador do programa de viagens “Endereço desconhecido”, da RTP 2.

Escritor 02

VIAJAR PELO PORTO E PELO DOURO À BOLEIA DE CAMILO

Livro de Gaspar Martins Pereira aborda a relação do escritor, a sua vida e a sua obra com a cidade portuense

Foi a partir dos olhos de Camilo Castelo Branco que Gaspar Martins Pereira procurou entender o Porto e o Douro da segunda metade do século XIX. A relação umbilical entre o romancista português e a cidade invicta serviu de inspiração para o mais recente livro do docente da Universidade do Porto, “Camilo, o Porto e o Douro”, editado recentemente pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo.  

image56126

“Não se trata de captar as paisagens literárias, nem tão pouco de um roteiro. Esta obra é uma forma de partilhar as minhas leituras de Camilo e, sobretudo, mais um contributo para o manter vivo”, explicou o autor na apresentação pública do livro que decorreu na passada quinta-feira, no auditório do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, numa sessão que contou com a presença do vereador da Cultura da autarquia famalicense, Leonel Rocha, do diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira e do Presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, Manuel de Novaes Cabral.

image56129

O livro, que integra a coleção dos Estudos Camilianos, aborda a relação do escritor, a sua vida e a sua obra com a cidade portuense. “Na sua obra, Camilo dá-nos um conjunto imenso de anotações sobre as pessoas com quem vai lidando, anotações sobre perfis humanos e sociais. O seu interesse pela paisagem humana é um dos aspetos mais interessantes da sua obra e foi isso que procurei captar através deste livro”, acrescentou Gaspar Martins Pereira.

Para o responsável pelo pelouro da Cultura da Câmara Municipal, Leonel Rocha, o lançamento deste livro é mais uma oportunidade para homenagear “este grande vulto” da literatura portuguesa que, conforme realçou, não se confina a Vila Nova de Famalicão.

“Falar de Camilo sem esta ligação ao Porto não é possível. Camilo tem uma relação muito forte com esta cidade e nós queremos aproveitar ao máximo esta ligação, reforçando a importância da Rota Camiliana para que Camilo possa ser mais divulgado, conhecido e lido”,disse o vereador.

O prefácio da obra é assinado pelo diretor da Casa de Camilo que salienta que “o prestigiado historiador da Faculdade de Letras da Universidade do Porto oferece-nos neste livro a sua perspetiva histórica sobre o tríptico ficcional – gente, rio e vinhos – de um dos mais renomeados filhos adotivos da cidade do Porto, que por força da matéria vertida nos seus textos e pela biografia enriquecida de episódios que decorreram no Minho e em Trás-os-Montes, o é também do norte português, incluindo o rio Douro e o território da sua margem esquerda, de Barca de Alva ao Cabedelo”.

Gaspar Martins Pereira é professor catedrático do Departamento de História e de Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo sido co-fundador e coordenador científico do GEHVID - Grupo de Estudos de História da Viticultura Duriense e do Vinho do Porto (1994-2001).

image56132

FAMALICÃO CONVIDA A NOITES DE INSÓNIA COM CAMILO CASTELO BRANCO

Comunidade de Leitores reúne-se uma vez por mês na Casa de Camilo para conversar sobre livros e textos do romancista

Pouco passa das 21h30, no Centro de Estudos Camilianos, mesmo em frente à Casa-Museu de Camilo Castelo Branco, em S. Miguel de Seide, as luzes mantém-se acesas e aos poucos vão chegando os participantes para mais uma Noite de Insónia. É uma noite de janeiro, lá fora chove e faz bastante frio, mas não há desistências, os leitores estão cá todos!

DSC_4750

Desde 2009, que a Casa de Camilo acolhe a comunidade de leitores, Noites de Insónia, um grupo de pessoas que se reúnem periodicamente, para conversar sobre livros e textos de Camilo Castelo Branco, cuja leitura é proposta pelos dinamizadores João Paulo Braga e Sérgio de Sousa, dois camilianistas que têm vindo a colaborar com a Casa de Camilo e que têm diversos textos publicados sobre o romancista de Seide.

A entrada é livre e gratuita e pode acontecer a qualquer altura da iniciativa. “A cada edição os participantes vão-se renovando, mas há um núcleo duro que se mantém, e temos sempre entre 15 a 20 pessoas o que é o ideal para a iniciativa”, conforme explica o professor de Literatura Portuguesa da Universidade do Minho, Sérgio Sousa.

Os textos são disponibilizados pelo Centro de Estudos Camilianos e depois da experiência da leitura individual de cada participante, faz-se uma breve contextualização da obra e num clima espontâneo, de convívio e boa disposição partilham-se opiniões, reflete-se sobre o tema e o autor e sempre surgem novas interpretações e ideias.

Desta vez, o texto proposto foi o conto “Beatriz de Vilalva” (Noites de Insónia, 1874) que é um dos muitos textos de Camilo Castelo Branco em que o autor assenta a efabulação da narrativa em bases factuais, que transforma com a sua imaginação romântica.

“As obras de Camilo têm uma abordagem muito visual, o que cativa e prende os leitores, além disso, ao relatar histórias de base factual e de grande ligação à região, identificando as personagens o autor cria um vínculo muito forte com os leitores, até porque o Portugal Camiliano é ainda o Portugal de hoje. Camilo continua atual”, salienta Sérgio Sousa.

Para João Paulo Braga, professor e investigador do Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos, da Universidade Católica Portuguesa, “Camilo está habituado a captar a curiosidade dos leitores, a motivá-los e a despertar emoções e as pessoas apreciam as suas obras”.

De resto, os textos camilianos selecionados para esta comunidade de leitores seguem diversos critérios como explicam os dinamizadores. “São textos curtos, menos conhecidos do grande público e com uma ligação mais ou menos direta à região”, indo de encontro ao público-alvo.

“Temos um grupo muito heterogéneo de participantes, com destaque para os professores, mas também pessoas ligadas à informática, empresários, um engenheiro, um médico, e de outras áreas o que é uma mais-valia para a troca de experiências e opiniões”, adianta ainda João Paulo Braga.

Para o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, “as “Noites de Insónia” têm como finalidade a descoberta de formas diferentes de aproximação aos textos camilianos, através da discussão em grupo de determinadas obras e textos. Do gosto pela leitura e da conversa sobre o que se lê, da troca de opiniões, de pontos de vista, de associações, procuraremos criar cumplicidades e desenvolver o gosto por uma leitura mais ativa e partilhada da obra do romancista de Seide.”

“Mais importante do que falar de Camilo é proporcionar que os textos falem por si” acrescenta João Paulo Braga.

Refira-se que “Noites de Insónia, oferecidas a quem não pode dormir”, trata-se de uma coleção de doze volumes, em que Camilo Castelo Branco apresenta pequenos textos sobre variadas temáticas e que, segundo o próprio, foram inspirados nas suas muitas noites de insónia.

DSC_4760

Próximas edições de Noites de Insónia:

Técnicos responsáveis: João Paulo Braga e Sérgio Guimarães de Sousa

Público-alvo: maiores de 16 anos (grupo até 30 pessoas)

Duração: 1h00

Calendarização: 1 vez por mês.

Local: Casa de Camilo – Museu

Inscrições: a decorrer

Início: 10 janeiro 2018

10 de janeiro - “Beatriz de Vilalva” (Sérgio Sousa)

7 de fevereiro - “Há vinte anos!” (João Paulo Braga)

7 de março - “Uma viscondessa que não era” (Sérgio Sousa)

4 de abril - “Uma praga rogada nas escadas da forca” (João Paulo Braga)

18 de maio - “Maria Moisés” (Sérgio Sousa)

6 de junho - “Morrer por capricho” (João Paulo Braga)

4 de julho - “O cego de Landim” (Sérgio Sousa)

5 de setembro - “A morgada de Romariz” (João Paulo Braga)

3 de outubro - “A caveira” (Sérgio Sousa)

7 de novembro - “Voltareis, ó Cristo?” (João Paulo Braga)

DSC_4796

ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA EM OURÉM O LIVRO “O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA

O escritor reside em Ponte da Barca onde recentemente apresentou a sua obra na Casa da Cultura
Data: 22 de Abril. Hora: 14h30
“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 22 de Abril, às 14h30. É o dia dedicado aos "Poetas Oureenses", integrado na "Festa do Livro de Ourém 2018" que decorre de 18 a 25 de Abril.

24993389_1663340920391801_3233345369951514855_n
Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.
Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."
O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”
Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”
Alfredo Tomaz nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.
Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.
Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

22491669_1608428945882999_5215796107773029724_n

ALFREDO CAMPOS MATOS APRESENTA EM PONTE DE LIMA UMA BIOGRAFIA DE EÇA DE QUEIROZ

Município de Ponte de Lima apresenta novo livro de A. Campos Matos

O Município de Ponte de Lima promove o lançamento do novo livro Eça de Queiroz – Uma Biografia, da autoria de Alfredo Campos Matos, que terá lugar no próximo dia 03 de fevereiro 2018, às 15h00, na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. A apresentação desta obra estará a cargo de José Cândido de Oliveira Martins.

Print

Marque presença na apresentação deste livro e conheça a mais recente produção literária deste notável especialista em Eça de Queiroz.

Sobre o autor:

Campos Matos é autor de uma vasta obra de investigação e divulgação acerca da vida e obra de Eça de Queiroz, com mais de trinta títulos publicados, tendo iniciado esta atividade em 1976, com uma obra inovadora: Imagens do Portugal Queiroziano. Pela sua importância há que destacar a colaboração e organização do Dicionário de Eça de Queiroz (1988), com uma segunda edição em 1993, um Suplemento em 2000, e uma 3ª edição num só volume, na INCM, em 2015. Em 2007 publicou a Fotobiografia de Eça. Em 2008 sairia a Correspondência em dois volumes do escritor e em 2009 um ensaio, Eça de Queiroz – Ramalho Ortigão, com uma nova visão das relações entre os dois escritores. De destacar é ainda um título muito especial: Diário Intimo de Carlos da Maia (1890-1930), publicado em 2014. Tem no prelo uma obra acerca da arquitetura contemporânea e da sua própria arquitetura e prepara um ensaio acerca de Manuel Teixeira Gomes.

VIZELA APRESENTA LITERATURA JUVENIL

Sábados na biblioteca: ‘O fulano do F’, de Luísa Ducla Soares

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal, promove, no próximo dia 6 de janeiro, às 15.30h, a atividade ‘O fulano do F’, de Luísa Ducla Soares.

Fulano do F

De lembrar que a Biblioteca Municipal está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + Oficina de escrita criativa

6 de janeiro, 15h30

‘O fulano do F’, de Luísa Ducla Soares

Fernando Freitas Fonseca era um rapaz com a mania dos efes. Morava em Faro. Só jogava futebol. Só cantava fado. Só tocava flauta....

Será que o Fernando consegue levar a sua mania até ao fim?

Aparece na biblioteca e contamos-te o resto da história.

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337648579591398.79509.256857874337136&type=3

ADELAIDE GRAÇA APRESENTA LIVRO EM CERVEIRA DIRIGIDO AO PÚBLICO INFANTO-JUVENIL

“Saramela Pintas”: Novo livro de Adelaide Graça apresentado em Cerveira

A Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveiraacolhe, este sábado, a partir das 11h00, a apresentação do mais recente livro da cerveirense Adelaide Graça. Dirigido ao público infantojuvenil, “Saramela Pintas” traz uma mão cheia de aventuras a descobrir em cada página.

cartaz Adelaide Graça

Adelaide Graça, natural de Vila Nova de Cerveira, além de colaborar com várias revistas e jornais, tem um vasto currículo como escritora em diferentes categorias. Na Poesia já publicou “Limites da Razão” (1998), “Quando Tudo Parece Parar” (2000), “O Vão da Ausência” (2002) e “Sem Chaves Nem Segredos” (2005), na Prosa Poética escreveu “Do Tempo do Quando” (2007) e “Onde os Pés Escreveram as Pegadas do Encontro” (2011). Mais recentemente tem apostado na Literatura Infantil com “A Festa do Brincar” (2011) e “Queres Entrar no Carrocel?” (2014).

E é neste último registo direcionado para o público infantojuvenil, entre os 6 e 10 anos, que apresenta “Saramela Pintas”, com ilustrações da Célia Rebelo da Silva, e publicado pelas Edições Fénix. Ao longo de 48 páginas, Adelaide Graça conta seis histórias, a saber: “Saramela Pintas”, “O Dia da Carta e do Trepa-Trepa”, “As Árvores também Falam”, “O Meritíssimo Espião”, “Surpresas!” e “O Mocho que Voa no Mar”. No final, o livro tem algumas atividades para as crianças preencherem!

Apresentação em Vila Nova de Cerveira decorre este sábado, pelas 11h00, na Biblioteca Municipal, integrada na Hora do Conto. No final esta prevista uma sessão de autógrafos com a escritora.

PEDRO CHAGAS FREITAS APRESENTA “A REPARTIÇÃO” EM BARCELOS

Dia 14 de dezembro, às 21h30, na Biblioteca Municipal

O escritor Pedro Chagas Freitas apresenta o seu último livro, intitulado “A Repartição”, na próxima quinta-feira, dia 14 de dezembro, às 21h30, na Biblioteca Municipal de Barcelos.

ApresentaçãoWEB_flyer

“A Repartição”, um romance envolto numa sátira dos tempos modernos, carregada de ironia e emoção, retrata a história de um homem que é chamado para uma inspeção numa sombria Repartição de Finanças. É lá que se vai iniciar uma viagem sem retorno pelos mais obscuros segredos, pelos mais íntimos medos, pelos mais imorais desejos.

Como toda a obra de Chagas Freitas, parece teatro do absurdo. Mas a falta de lógica aqui não denuncia o absurdo da vida. Denuncia apenas a incapacidade de Chagas Freitas para ser mais do que um brinca na areia.

Pedro Chagas Freitas nasceu em 1979, em Azurém, Guimarães, e formou-se em Linguística na Universidade Nova de Lisboa, entre 1998 e 2002.

A vida profissional começou, em 1997, quando foi convidado para chefe de redação da revista vimaranense “Estádio D. Afonso Henriques”. Em 2001, começou a escrever para o jornal “A Bola” e, em 2003, também para o jornal “Desportivo de Guimarães”.

Durante o ano de 2004, foi contratado pelo grupo editorial “Impala”, onde esteve como redator de livros genéricos. Em 2005, iniciou o seu percurso no mundo da escrita publicitária, assumindo o cargo de redator criativo na agência de publicidade “Motive”. Publicou, nesse mesmo ano, a sua primeira obra literária, “Mata-me”. Seguiu-se, em 2006, a publicação de “O Evangelho da Alucinação”.

Ainda em 2006, venceu o Prémio Bolsa Jovens Criadores, que lhe foi atribuído pelo Centro Nacional de Cultura e pelo Instituto Português da Juventude.

Escreveu, entre 2006 e 2009, biografias e livros genéricos para a editora “Mediapromo”. Publica, desde 2006, crónicas de reflexão e opinião no jornal “Notícias de Guimarães ”. Regressou, entre 2008 e meados de 2010, ao mundo da publicidade, como redator criativo na agência de publicidade IA&RB, onde concebeu anúncios de imprensa e onde se estreou como argumentista, escrevendo guiões de anúncios de televisão e vídeos institucionais. Foi, em 2008, um dos autores convidados a participar na antologia de homenagem a António Ramos Rosa "Um Poema Para Ramos Rosa". Criou, em 2009, o Campeonato Nacional de Escrita Criativa.

Desde 2001, que é coordenador de sessões de escrita criativa um pouco por todo o país. Ainda neste domínio de trabalho, tem vindo a coordenar e a levar ao terreno seminários e workshops sobre metodologias criativas para professores e formadores.

Ainda em 2010, publicou 10 obras da sua autoria em simultâneo: “A Pele do Medo”, “As Incongruências da Sorte”, “Porque Ris Sabendo que Vais Morrer”, “Gotas de Dor“, “Espasmos de Pânico”, “Espasmos d'Alma”, “Só os Feios é Que São Fiéis”, “Chãos Pisados”, “Separação de Males” e “Envelhenescer”.

Em 2012, estreou-se como apresentador de televisão, sendo o autor e o apresentador da rubrica de literatura do programa MVMagazine, no canal MVM. Em paralelo, criou e apresentou o programa de Rádio "Só Te Quero Pelo Teu Corpo", da Rádio Fundação.

Ainda em 2012, concebeu e colocou no terreno o primeiro curso de escrita criativa realizado 100% através do Facebook. A 12 de abril do mesmo ano, lançou "Eu Sou Deus", a sua 17ª obra (um livro de crónica e auto-desenvolvimento), no BBC - Belém Bar Café.

Lançou, em novembro de 2012, "Ou é Tudo ou Não Vale Nada"", uma obra escrita em direto e ao vivo ao longo de 2012 minutos.

Em 2013, lançou "In Sexus Veritas"", um romance com mais de 1500 páginas.

ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA EM PONTE DA BARCA O LIVRO "O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA"

Apresentação do Livro "O Homem que não tinha uma fazenda em África", de Alfredo de Sousa Tomaz

Data: 9 de Dezembro

Hora: 17h00

Local:Casa da Cultura de Ponte da Barca

“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 9 de Dezembro, às 17h, na Casa da Cultura de Ponte da Barca. Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

11041191_965159466876620_8951846639854769510_n

Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

Sobre o Autor:

Nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

VIZELA APRESENTA "O NATAL DAS BRUXAS"

Sábados na biblioteca

‘O Natal das Bruxas’, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 2 de dezembro, às 15.30h, a atividade  ‘O Natal das Bruxas’, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

O Natal das Bruxas

De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Hora do conto + workshop Pop cakes de Natal

2 de dezembro, 15h30

‘O Natal das Bruxas’, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

A Rosa Maldosa, a Rita Maldita e a Conceição Maldição anseiam pela vinda do Natal e pelos presentes. Contudo sabem que o Pai Natal não costuma trazer presentes às meninas que se portam mal e as 3 irmãs fartam-se de fazer patifarias, bruxarias e gritarias. Por isso, decidem visitar o Pai Natal. O que acontecerá? Aparece na história e saberás.

Atividade gratuita para crianças e famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337648579591398.79509.256857874337136&type=3

PRÉMIO LITERÁRIO A. LOPES DE OLIVEIRA/CÂMARA MUNICIPAL DE FAFE DE NOVO EM VIGOR PARA OBRAS PUBLICADAS EM 2017 E 2018

Com o patrocínio da autarquia, foi instituído, de novo, a nível nacional, o Prémio Literário A. Lopes de Oliveira/Câmara Municipal de Fafe, para o género "Estudos Histórico-sociais de Âmbito Local ou Regional" e para obras editadas em 2017 e 2018.

regulamento PREMIO

Nos termos do regulamento, o prémio visa estimular a publicação de estudos histórico-sociais das realidades de determinada localidade ou região portuguesa, na perspectiva de valorizar um sector de investigação de crescente importância, no quadro do aprofundamento da matriz regional e local do nosso país.

O prémio, instituído pela primeira vez em 1983, será atribuído à melhor obra concorrente dentro daquele género e publicada em livro, entre 1 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro de 2018, cujos autores poderão ser de nacionalidade portuguesa ou estrangeira.

O prémio, no valor de 2 mil euros, será dividido em duas fracções iguais, sendo uma para distinguir as obras dirigidas ao território e aos temas fafenses, premiando o investimento sobre o local, enquanto a outra se dirige a estudos sobre as outras localidades e/ou regiões.

Cada concorrente deverá enviar cinco exemplares da obra submetida ao concurso, ao cuidado do Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Fafe.

O prazo de recepção das obras concorrentes terminará em 31 de Dezembro de 2018, devendo o Júri tomar a sua decisão até ao dia 31 de Março do ano seguinte, tornando-a pública nos dez dias imediatos.

O Prémio será entregue ao autor da obra vencedora em cerimónia oficial a realizar no dia 25 de Abril de 2019.

Na edição anterior, foram vencedoras as obras Crime e Criminosos no Norte de Portugal. O Alto Minho Oitocentista, de Alexandra Esteves e Sancti Martini de Armir. História de uma Terra e de Gente com História, de Paulo Moreira e Artur Coimbra.

Foi ainda atribuída uma Menção Honrosa à obra O Hospital e a Botica da Misericórdia de Penafiel – 1600-1850, de Paula Sofia Costa Fernandes.

PONTE DA BARCA APRESENTA O LIVRO "O HOMEM QUE NÃO TINHA FAZENDA EM ÁFRICA"

Apresentação do Livro "O Homem que não tinha fazenda em África", de Alfredo de Sousa Tomaz

Data: 9 de Dezembro

Hora: 17h00

Local: Casa da Cultura de Ponte da Barca

“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 9 de Dezembro, às 17h, na Casa da Cultura de Ponte da Barca. Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

11041191_965159466876620_8951846639854769510_n

Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

Sobre o Autor:

Nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, partiu para Angola, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

22491669_1608428945882999_5215796107773029724_n

PÓVOA DE LANHOSO REALIZA CONCURSO LITERÁRIO ABERTO À PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDANTES

Concurso Literário António Celestino “aberto” para as escolas

Decorre até ao dia 28 de fevereiro de 2018, o prazo para entrega de trabalhos no âmbito do Concurso Literário António Celestino, vertente escolar.

Foto de arquivo - Antonio Celestino

Esta iniciativa é promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares do concelho da Póvoa de Lanhoso, que integra a Câmara Municipal. Tem por objetivos criar e consolidar hábitos de leitura, fortalecer práticas de escrita e valorizar a expressão literária.

Este concurso dirige-se a alunos e alunas do 1º ciclo, 2º ciclo, 3º ciclo e ensino secundário. De entre outros requisitos, os concorrentes deverão produzir um texto narrativo, original e inédito, em língua portuguesa. O tema é livre.

Os trabalhos deverão ser entregues em qualquer uma das bibliotecas promotoras. Serão depois apreciados e seriados por um júri, que irá valorizar critérios como a criatividade e originalidade, a coerência e coesão do texto e a qualidade literária.

Existe um conjunto de Normas de Participação, que devem ser consultadas. Os prémios serão entregues durante cerimónia a realizar no dia 27 de abril de 2018.

O Concurso Literário António Celestino pretende homenagear uma figura ímpar das Terras de Lanhoso, António Simões Celestino da Silva, poeta, escritor e amante das artes, sendo que, em 2017, se assinala o centenário do seu nascimento (24 de maio de 1917).

Normas de participação aqui.

"O MEU DIÁRIO" DE LURDES SILVA APRESENTADO NA GALERIA DE ARTES E OFÍCIOS

A Galeria de Artes e Ofícios de Amares, na Praça do Comércio, acolheu, na tarde de sábado, a apresentação do livro "O Meu Diário", de Lurdes Silva. Um momento intimista onde marcaram presença, essencialmente, familiares e amigos da autora para acarinhar aquela que é a terceira publicação de Lurdes Silva e que retrata situações do quotidiano vividas pela autora, que nos primeiros meses de vida foi afetada por uma paralisia infantil.

DSC08656

A abertura da sessão ficou a cargo do vice-presidente da Câmara Municipal de Amares e vereador da Cultura, Isidro Araújo, que enalteceu a “determinação e a força interior” da escritora, incentivando-a a continuar a escrever já que os livros, considera, “são pegadas que ficam, são aquilo que faz perdurar no tempo as memórias”.

A apresentação da obra,propriamente dita,foi feita pela professora Manuela Sousa, que conhece a autora há cerca de 30 anos e que fez questão de destacar algumas das suas qualidades, nomeadamente“a aptidão para a escrita e a força anímica/interior”, assim como sublinhar o “grande suporte familiar” que a rodeia.

Lurdes Silva reconheceu que sempre sentiuuma “grande paixão” pela escrita, essencialmente, pela poesia, o que a levou editar, anteriormente, dois livros de poemas. O primeiro chamado “Diálogos”, através da Escola Secundária de Amares em 1992, e o segundo, “Poemas Diversos”, em 2009, com apoio da Câmara Municipal de Amares, que volta a apoiar o lançamento da atual publicação.

“O Meu Diário”, escrito em prosa, trata-se de um livro mais pessoal e intimista que retrata “ bons e maus momentos” vividos pela autora, entre o período de 2009 e 2015, e contém a opinião da mesma em relação a diversas situações do quotidiano.

DSC08658

BIBLIOTECA PESSOAL DO ESCRITOR FAMALICENSE ACESSÍVEL E GRATUITA PARA TODOS

Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco disponibiliza online espólio de Vasco de Carvalho

A Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, de Vila Nova de Famalicão, disponibiliza desde esta quarta-feira, o espólio do escritor famalicense Vasco de Carvalho, através da biblioteca digital de acesso online totalmente gratuito disponível em www.bibliotecacamilocastelobranco.org.

Biblioteca de Vasco de Carvalho

No dia 8 de novembro de 1961 desaparecia, da ilustre sociedade famalicense, a incontornável figura de Vasco César de Carvalho. A imprensa da época noticiava “Faleceu o escritor Vasco de Carvalho. Na quarta-feira de manhã a notícia correu célere e provocou em todos uma expressão de espanto e ao mesmo tempo de amargura: morreu o Vasco de Carvalho!“

No dia em que se cumpria a passagem do 56.º aniversário sobre a sua morte, o Município de Vila Nova de Famalicão, através da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, leva a efeito esta simbólica homenagem a um ilustre historiador autodidata famalicense.

Como em tempos se inscreveu no catálogo da exposição Vasco de Carvalho: Aspetos de Vila Nova, que lhe foi dedicada em 2005, no âmbito das comemorações do Foral de D. Sancho I e por ocasião do aniversário dos 170 anos da fundação do concelho, foi grande o mérito deste homem, que dedica uma vida ao amor por uma terra, que acredita só ser possível estudá-la, esmiuçando o passado, refletindo o presente e garantindo o futuro.

Prova disso foi a doação, de toda a sua biblioteca, à Câmara Municipal, para integrar o fundo documental da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, no ano de 1961, pouco antes de falecer.

Desta forma, Vasco de Carvalho pôs à disposição de toda a comunidade, dos investigadores e curiosos, os seus conhecimentos, desde as origens desta terra até à época contemporânea, através de milhares de documentos com informações sobre monumentos, festas, figuras populares, feiras, personalidades locais, homenagens, vida política, comércio, etc.

A Biblioteca Digital Vasco de Carvalho, que se junta agora à já disponível Biblioteca Digital da Oposição Democrática de Vila Nova de Famalicão, representa mais um marco importante da história mais recente da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, pois revela o resultado de um trabalho persistente na promoção e divulgação da sua Sala de Fundo Local, entendida como um dos garantes da preservação da memória cultural do concelho de Vila Nova de Famalicão.

“À CONVERSA COM ISABEL PIRES DE LIMA” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CAMINHA

A escritora vem a Caminha no dia 11 de novembro

Isabel Pires de Limaé a próxima convidada de “À conversa com…”. ‘Caminho da Leitura: Ciclo de Conversas’ vai ainda trazer à Biblioteca de Caminha Isabel Pires de Lima. Trata-se de mais uma iniciativa promovida no âmbito da candidatura da valorização dos Caminhos de Santiago que o Município está a desenvolver. “À conversa comIsabel Pires de Lima” vai decorrer no dia 11 de novembro, pelas 17H00, na Biblioteca Municipal de Caminha.

“À Conversa com …” já trouxe a Caminha Richard Zimler, Joel Cleto e Ana Saldanha. Dia 28, a convidada é Isabel Pires de Lima. “Foi Professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde se licenciou em Filologia Românica e doutorou com uma tese sobre Eça de Queirós. É especialista em Literatura Portuguesa, em especial do século XIX e da segunda metade do século XX. É autora de inúmeros textos publicados em revistas e jornais na área da crítica e dos estudos literários e de vários livros, entre os quais ‘As Máscaras do Desengano - Para uma abordagem sociológica de ‘Os Maias’ de Eça de Queirós’ e ‘Vozes e Olhares no Feminino’. Foi deputada e exerceu as funções de Ministra da Cultura do XVII Governo Constitucional e, atualmente, é vice-presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves”.

Isabel Pires de Limavai trazer “À conversa com” o seu livro ‘As Máscaras do Desengano - Para uma abordagem sociológica de ‘Os Maias’’. Esta ação carece de inscrição obrigatória. Assim, os interessados deverão proceder à respetiva inscrição para cultura@cm-caminha.pt.

PONTE DE LIMA APRESENTA MEMÓRIAS DE REFÓIOS

Memórias de Refóios marcam apresentação de obra de José Luís da Costa Sousa

A obra de estreia de José Luís da Costa Sousa – “A casa de Real” -, foi apresentada no passado sábado, 28 de outubro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. O conto, que resulta da combinação de elementos genealógicos com traços ficcionais, tem como cenário a freguesia de Refoios do Lima, terra berço do autor ponte-limense que quis, através da escrita, perpetuar memórias familiares e lembranças espaciotemporais.

IMG_0805 (Medium)

Perante casa cheia, o escritor explicou que a aventura literária começou com um trabalho de escola do neto de recolha de informações geracionais, desafio que levou José Luís da Costa Sousa a encetar várias ações investigativas acerca dos seus antepassados e a elaborar algumas narrativas curtas de evocação de personagens e lugares da infância. O resultado é uma obra que relata a evolução de um dos ramos da família reconstituído a partir da tradição oral e dos registos de arquivo de que tomou conhecimento.

O conto “A Casa de Real” foi apresentado pelo professor ponte-limense, Vítor Araújo, que sublinhou a qualidade de escrita e o rigor narrativo do autor, cujos poemas que também compõe foram declamados por José Cândido Rodrigues num momento de maior intimismo que fechou a sessão.

O lançamento de mais um título que eterniza o património material e imaterial do concelho de Ponte de Lima contou com a presença do Vereador da Educação, Dr. Paulo Barreiro de Sousa.

Sobre o autor:

José Luís da Costa Sousa nasce a 20 de setembro de 1948 em Refóios do Lima, concelho de Ponte de Lima. Finaliza o Curso Geral dos Liceus no Liceu Nacional de Viana do Castelo e, em 1966, conclui o Curso de Professores de Educação Física do INEF. Depois do Mestrado em Ciências da Educação – Metodologia da EF (1994) -, obtém o grau de Doutor em Ciências da Educação – Formação de Professores (2000) -, lecionando em escolas secundárias e em instituições do ensino superior, com destaque para o Instituto Superior de Educação Física, a Escola Superior de Educação de Lisboa e a Escola Náutica Infante D. Henrique. Também exerce funções na Escola de Educação Física e Desporto da Guiné-Bissau e no Instituto Nacional de Educação Física de Luanda, Angola.