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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TEOLINDA GERESÃO VENCE GRANDE PRÉMIO DE CONTO CAMILO CASTELO BRANCO

Júri decidiu atribuir o prémio ao livro “Prantos, amores e outros desvarios”

Um júri constituído por Cristina Robalo Cordeiro, Raquel Camacho e Salvato Teles de Menezes, reunido na Sede da APE, decidiu por unanimidade, atribuir o prémio de Conto Camilo Castelo Branco ao livro “Prantos, amores e outros desvarios”, de Teolinda Gersão (Porto Editora).

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O júri sublinhou “o domínio total das características do conto. Língua cuidada, elegante, erudita. Unidade temática. Transcendência. A capacidade de surpreender sucessivamente no conto seguinte, sendo que o anterior parecia ter sido, indubitavelmente, magistral.”

O Prémio, instituído em 1991, pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em colaboração com a Associação Portuguesa de Escritores destina-se a distinguir uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro em 1.ª edição, no decurso do ano de 2016. O valor do prémio é de 7.500 euros.

É a segunda vez que Teolinda Gersão recebe este prémio, tendo conquistado pela primeira vez em 2002 com "Histórias de ver e andar". Em 2006, a escritora foi homenageada com a atribuição do mais alto galardão do Famafest, a Pena de Camilo, no encerramento do Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Famalicão.

Teolinda Gersão, 77 anos, é autora de romances, novelas e contos, tendo-se estreado em 1981 com "O silêncio", que lhe valeu o Prémio de Ficção do Pen Club.

A autora soma ainda outros prémios literários, como o Grande Prémio de Romance e Novela da APE 1995 conquistado com "A casa da cabeça de cavalo", o Prémio de Literatura da Fundação Inês de Castro 2008 com "A mulher que prendeu a chuva" e o Prémio Fernando Namora 2015 com "Passagens".

Em 2016, Teolinda Gersão foi distinguida com o Prémio Literário Vergílio Ferreira pelo conjunto da obra literária.

A data do ato formal de entrega será oportunamente anunciada.

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CABECEIRAS DE BASTO PROMOVE LITERATURA INFANTIL

Biblioteca Municipal e Centro de Teatro dinamizam Hora do Conto e levam crianças à descoberta dos cinco sentidos

A Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho encontra-se a levar a efeito mais uma edição da ‘Hora do Conto’ em estreita colaboração com o CTCMCB - Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, iniciativa que tem como objetivo propiciar às nossas crianças momentos de muita alegria e diversão.

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Assim e no términus de mais um ano letivo, as turmas do ensino pré-escolar e jardins-de-infância do concelho de Cabeceiras de Basto ficarão a conhecer a história do ‘João à descoberta dos cinco sentidos’.

A narrativa que é apresentada às crianças até ao próximo dia 19 de junho, segunda-feira, desenvolve-se à volta de um menino de seu nome João, rapaz muito traquina e que por isso é castigado por uma fada que lhe retira os sentidos fazendo-o perceber como eles são importantes na aprendizagem sobre os outros e o mundo que nos rodeia.

No decurso da história, as crianças são convidadas a realizar cinco tarefas diferentes, com o objetivo de ajudar o protagonista a recuperar o olfato, a audição, o paladar, o tato e a visão.

Mais uma vez, a componente lúdica e pedagógica seguem de mãos dadas, fazendo passar a mensagem da Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho como um espaço de divertidas aprendizagens.

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FAMALICÃO DIVULGA OBRA DE CAMILO CASTELO BRANCO

Obra de Camilo divulgada e valorizada

Já arrancou a campanha “Ribapão & Camilo Castelo Branco: Sabores e Cultura”, promovida pela Ribapão e pela Casa de Camilo, para divulgar e valorizar o texto camiliano. Anunciada em maio no âmbito do roteiro Famalicão Made IN, a campanha estava inicialmente pensada para ser concretizada através de 60 mil sacos mensais de papel que são entregues aos clientes com o pão que é vendido nas mais de duas de dezenas de padarias e pastelarias desta sociedade panificadora, no Vale do Ave e na Grande Área Metropolitana do Porto. Entretanto, o projeto evoluiu e os pensamentos de Camilo passam também a figurar nos pacotes de açúcar.

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A campanha, concretizada pelo designer Fernando Vale, já está em marcha e com margem de progressão. “As expectativas são muitas porque é um projeto rico e aberto. Cá estaremos para concretizar mais alguma ideia que venha a surgir”, disse César Ferreira, administrador da Ribapão, aquando do arranque simbólico da campanha, dia 9 de junho, na presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, e da administração da sociedade panificadora.

Numa primeira fase, são cinco as frases que vão chegar a casa dos dois milhões de clientes que a Ribapão recebe todos os anos no conjunto das suas lojas. “Esta iniciativa da Ribapão é um bom exemplo da cumplicidade que uma empresa pode ter com o seu território, envolvendo-se ativamente na valorização e promoção das suas principais forças e elementos distintivos.  No caso concreto da promoção de Camilo – figura maior de Vila Nova de Famalicão, a decisão reveste-se de reforçada importância porquanto é a própria literatura portuguesa que sai divulgada e valorizada”, referiu Paulo Cunha.

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PEQUENA SEREIA TRAZ MAGIA À BEBÉTECA EM PONTE DE LIMA

Pequena Sereia traz magia à Bebéteca em Ponte de Lima

No último sábado do mês de maio, a sala Infantojuvenil da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima transformou-se num cenário marítimo, para relembrar as profundezas do mar e apresentar às famílias limianas a história “A Pequena Sereia”, da autoria de Hans Christian Andersen.

Durante esta sessão da Bebéteca pais e crianças entraram no mundo mágico das histórias e derrotaram a Bruxa Má que pretendia apoderar-se do espaço e vencer a Pequena Sereia.

Após a Hora do Conto, os mais pequenos cantaram e dançaram ao som da música “Os dois peixinhos” e dedicaram-se na elaboração de um colorido jogo lúdico.

A próxima sessão realizar-se-á no dia 01 de julho e finalizará esta Bebéteca, regressando novamente em outubro.

PONTE DE LIMA ASSINALA CENTENÁRIO DA MORTE DE ANTÓNIO FEIJÓ

Município de Ponte de Lima inaugura exposição evocativa dos 100 anos da morte de António Feijó

A 20 de junho - dia em que se assinala o primeiro centenário da morte de António Feijó (1917-2017) -, o Município de Ponte de Lima abre uma exposição de homenagem ao poeta-diplomata ponte-limense, considerado um dos maiores vultos da literatura portuguesa finissecular.

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Intitulada “António Feijó, 1917-2017: memórias e revisitações”, a mostra biobibliográfica de tributo - patente ao público na varanda interior da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) -, congregará 14 painéis, generalistas e temáticos, que evocam os principais momentos da vida e obra do autor de “Sol de Inverno”. Além das telas informativas, os visitantes poderão apreciar os livros deixados por António Feijó, os diversos títulos versados no legado feijosiano e artigos vários de jornais da época, nacionais e estrangeiros, com particular destaque para os periódicos suecos e brasileiros.

A abertura da exposição comemorativa, que poderá ser visitada de 20 de junho a 31 de outubro de 2017, contará com a presença de um coro da Academia de Música Fernandes Fão, que interpretará o hino oficial de Ponte de Lima extraído das últimas quadras do poema “Inverno”, da obra feijosiana “Ilha dos Amores”, e com a palestra “Cancioneiro chinez (1890): tradução e exotismo”, da investigadora Marta Pacheco Pinto, sessão que, agendada para as 19h00, inaugura um ciclo de conferências dedicado ao poeta.

Associe-se à justa homenagem a uma das figuras mais proeminentes da cultura local e compareça na cerimónia de inauguração da mostra evocativa dos 100 anos da morte de António Feijó, agendada para as 18h30, do dia 20 de junho.

Esperamos por si!

JOVENS FAMALICENSES EVOCAM CAMILO CASTELO BRANCO

Pequenos escritores lançam livro de contos inspirados em Camilo. Sessão decorre amanhã, dia 6 de junho , pelas 10h00, em S. Miguel de Seide

Cerca de 80 crianças do 1.º ciclo de Vila Nova de Famalicão lançam amanhã, terça-feira, dia 6 de junho, a sua primeira obra escrita, inspirados em Camilo Castelo Branco. O momento acontece no Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide, pelas 10h00, e é apadrinhado pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

“As Bruxas de Monte Córdova” é o título da obra inspirada no romance camiliano “A Bruxa do Monte Córdova” que foi publicado pela primeira vez há 150 anos, em 1867. O resultado é um conjunto de contos ilustrados, uma obra única, repleta de fantasia e de magia.

O livro surge no seguimento do atelier de escrita criativa promovido pelo Serviço Educativo da Casa de Camilo e que envolveu várias turmas do 4.º ano de várias escolas do concelho. O atelier foi orientado por Pedro Chagas Freitas e decorreu ao longo do ano letivo.

PONTE DA BARCA HOMENAGEIA LAUREANO BARROS

Pacheco Pereira e Ricardo Ribeiro na homenagem a Laureano Barros

Ponte da Barca dedica o dia 17 de junho à figura de Laureano Barros recordando a sua importância no panorama literário nacional. O historiador Pacheco Pereira e o fadista Ricardo Ribeiro juntam-se à homenagem a um dos maiores colecionadores literários do país.

O Auditório Municipal de Ponte da Barca recebe no próximo dia 17 a homenagem ao barquense Laureano Barros. Profundo entusiasta da razão, da oratória e do contraditório, Laureano esmiuçava os temas até às últimas consequências. Para ele, eram um salvo-conduto contra a efemeridade de tudo o resto, como se nada, além dos livros, estivesse à altura dos padrões de excelência que estabeleceu.

Conhecedor da biografia de Laureano Barros, Pacheco Pereira vai apresentar o seu projeto de biblioteca e arquivo Colecção Ephemera, com a chancela da editora Tinta-da-China, a mesma editora que irá publicar o livro sobre Laureano "O grilo na varanda, Luiz Pacheco para Laureano Barros. Correspondência 1966-2001". O fadista Ricardo Ribeiro encerra a noite com o seu mais recente álbum “Hoje é assim, amanhã não sei”. Todos os eventos são de entrada livre.

Primeiras edições de Camões, Eça, Pessoa, Antero, obras juvenis de Guerra Junqueiro, Torga ou José Gomes Ferreira e edições raras de poetas quinhentistas de Ponte da Barca, a biblioteca cresceu em majestade, tornou-se maior do que si própria. O Presidente da Câmara barquense, Vassalo Abreu, lamenta o “desmembramento da biblioteca que acabou por ser vendida em alfarrabistas e leilões, após a sua morte”. Nas palavras de Vassalo Abreu, “esta homenagem era o mínimo que poderíamos fazer. Recordar o espólio que foi guardado em casa do colecionador ao longo de vários anos em Ponte da Barca e, ao mesmo tempo, olhar para o futuro com o contributo de Pacheco Pereira para manter o património e dinamiza-lo”.

Foi no Porto, nos tempos de estudante, que Laureano Barros começou a comprar livros. Frequentava os alfarrabistas e iniciou uma coleção de livros a quem ergueu uma fidelidade. Aluno exemplar, foi professor de Matemática, mas cedo se afastou por contestar o governo salazarista e a pide. Montou uma sala de explicações, em frente ao mercado do Bolhão que o sustentou durante mais de 20 anos. Os rendimentos das propriedades familiares de Ponte da Barca, quando chegavam, convertiam-se imediatamente nalguma edição literária. Depois do 25 de abril, entre vários convites para voltar a lecionar nas mais prestigiadas universidades e escolas de Portugal, o seu perfeccionismo e rigor não o permitiam fixar-se por muito tempo no mesmo local. Não suportava situações menos que perfeitas e preferia isolar-se, mesmo que isso tivesse implicações diretas na sua vida e carreira. Laureano acabou por se isolar em Ponte da Barca, terra onde passaria os últimos 30 anos de vida. 

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CAMILO CASTELO BRANCO REGRESSA AO PORTO NO COMBOIO PRESIDENCIAL

Camilo Castelo Branco regressa ao Porto a bordo do Comboio Presidencial. Nova Rota Literária Camiliana foi apresentada
No dia 1 de junho de 1890, por volta das 15h15 da tarde, na sua casa em S. Miguel de Seide, Camilo Castelo Branco colocava termo à vida, num momento de grande agonia e desespero. Passados precisamente 127 anos, completados nesta quinta-feira, o romancista embarcava no histórico Comboio Presidencial, utilizado pelos Chefes de Estado e suas comitivas nas deslocações pelo país entre 1910 e 1970, para a apresentação do novo Roteiro Literário Camiliano, Famalicão-Porto.

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Numa jornada animada por algumas personagens saídas das novelas e romances camilianos e reavivadas pelo Grupo de Teatro Amador Camiliano (Grutaca) e pelo Greculeme, o presidente da Câmara Municipal Paulo Cunha e o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira deram a conhecer este novo projeto turístico cultural, que promove e valoriza Camilo Castelo Branco e o seu legado literário.

O roteiro iniciou na Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, que detém um importante legado camiliano, nomeadamente a correspondência de Camilo e de Ana Plácido para o Amigo Freitas Fortuna e o revólver que o romancista usou para se suicidar. Camilo está sepultado no Cemitério da Lapa. Seguiu depois para a antiga Cadeia da Relação do Porto (Centro Português de Fotografia) onde Camilo esteve preso por duas vezes: a primeira, em 1846, acusado do rapto de Patrícia Emília de Barros; a segunda, em 1860 por crime de adultério. O pai e o tio de Camilo, Simão Botelho, o protagonista de «Amor de Perdição», também estiveram detidos neste estabelecimento prisional. Entre as obras que Camilo aqui escreveu conta-se a sua obra-prima, «Amor de Perdição» e também «Memórias do Cárcere».

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Por fim, visitou-se a Livraria Lello, que entre 1982 e 2002, editou, em 18 volumes e em papel bíblia, as «Obras Completas de Camilo Castelo Branco», o maior projeto editorial de sempre relacionado com a bibliografia ativa do romancista de São Miguel de Seide.

O roteiro permite assim dar a conhecer o Camilo leitor e editado, na Livraria Lello, o Camilo escritor, a partir daquela que foi a sua cela na antiga Cadeia, e o Camilo imortal, no cemitério da Lapa onde tem o seu eterno repouso.
Para Paulo Cunha “este roteiro quer proporcionar condições para que possa tornar-se num instrumento de dimensão turística – com a presença cultural muito forte - , e também obviamente de dimensão comercial”. E acrescenta: “Se, neste roteiro que se realiza na cidade do Porto, se conseguir incluir uma visita inevitável à Casa-Museu Camilo Castelo Branco e ao Centro de Estudos, uma dimensão gastronómica – também ela muito presente na obra camiliana – e se somarmos a isso as viagens de comboio entre Famalicão e o Porto estou certo que se poderá construir aqui um produto turístico diferenciador”.
Por sua vez, José Manuel Oliveira explicou que “Camilo está polvilhado pela cidade do Porto”, exemplificando com “a rua onde morou, a Sé onde andou no Seminário ou as caves do vinho do Porto e a ligação a Dona Antónia”.
De facto, a cidade do Porto e Camilo Castelo Branco andaram sempre de mãos dadas, sendo que o romancista manteve uma ligação muito forte com a cidade e isso é bem visível nos seus romances, através das personagens e cenários tipicamente portuenses.
A jornada que contou com a colaboração da Fundação Museu Nacional Ferroviário (FMNF), que é a entidade responsável pela gestão do comboio presidencial, contou ainda com a presença do diretor regional de Cultura do Norte, António Ponte, de vários autarcas, responsáveis pelas entidades portuenses, entre outros.

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PÓVOA DE LANHOSO FAZ LEITURAS ENCENADAS

Leituras encenadas chegaram aos mais de mil alunos do pré-escolar e 1º ciclo

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através dos serviços educativos da Biblioteca Infantil e do Theatro Club, num trabalho de parceria, apresentaram a todos os/as alunos e alunas do Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do nosso concelho histórias que fazem parte das metas curriculares e que se enquadram com o trabalho efetuado dentro da sala de aulas pelos professores titulares, de acordo com o SABE.

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No presente ano letivo (2016/2017), foram 1153 os/as alunos e alunas que usufruíram deste trabalho, que pretende enriquecer o currículo de cada criança, promover o gosto e o hábito de ler e estimular a sua imaginação.

O SABE é o Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. A encenação de histórias, que são previamente definidas com o SABE, é levada a efeito pelos  Serviços Educativos da Biblioteca e do Theatro Club. Ao longo deste ano letivo, foram quatro as histórias apresentadas: “Pato! Coelho!” de Amy Krouse Rosenthal & Tom Lichtenheld, para os 349 alunos do Pré-Escolar; “Corre, Corre, Cabacinha” de Alice Vieira para os 1.ºs e 2.ºs anos, abrangendo um total de 399 alunos e alunas; “O senhor do seu nariz” de Álvaro Magalhães foi apresentada aos 199 alunos do 3.º ano; e “O Zé das Moscas”, de António Torrado foi apresentado sob a forma de teatro de sombras aos 206 alunos do 4.º ano. “Corre, Corre, Cabacinha” de Alice Vieira foi também apresentada na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, no dia 21 de dezembro de 2016, no âmbito das comemorações do seu 12.º aniversário.

Em 2016, mais de 850 crianças participaram em diferentes propostas da Biblioteca Infantil: 192 em “Vamos contar…uma história!”; 400 na Biblioteca de Jardim; e 260 visitaram o espaço, na Casa da Botica, assistindo a sessões de histórias encenadas e participando em oficinas temáticas.

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COMBOIO PRESIDENCIAL PROMOVE CAMILO CASTELO BRANCO

Nova Rota Literária Camiliana é apresentada esta quinta-feira, 1 de Junho a bordo da histórica locomotiva

O histórico Comboio Presidencial, utilizado pelos Chefes de Estado e suas comitivas nas deslocações pelo país entre 1910 e 1970, está de regresso a Vila Nova de Famalicão, depois de em 2014 ter escolhido também Famalicão para a viagem inaugural ao norte do país, após profundo e longo processo de restauro das carruagens.

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Desta vez, o comboio dos presidentes vai servir de meio transporte para a apresentação do novo Roteiro Literário Camiliano, Famalicão-Porto, que será lançado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a Casa de Camilo e um conjunto de entidades portuenses, já esta quinta-feira, 1 de junho.

A apresentação do novo projeto turístico cultural conta assim com a colaboração da Fundação Museu Nacional Ferroviário (FMNF), que é a entidade responsável pela gestão do comboio presidencial.

A jornada dedicada a Camilo Castelo Branco realiza-se a partir das 13h55 com a partida da Estação de Comboios de Famalicão, com destino à Estação de Porto – S. Bento. A bordo seguirão o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, entre diversos convidados.

À chegada ao Porto, serão visitadas as seguintes instituições: Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa e Cemitério da Lapa; Centro Português de Fotografia (antiga cadeia da Relação do Porto) e Livraria Lello.

Pelas 17h00, o comboio presidencial parte da Estação de Comboios de Porto – S. Bento, com destino à Estação dos Comboios de Vila Nova de Famalicão.

Refira-se que a iniciativa insere-se nas comemorações do 192.º aniversário do nascimento de Camilo Castelo Branco.

Sobre a apresentação do novo Roteiro Literário Camiliana, Paulo Cunha afirma que “Camilo é um escritor que ultrapassa as fronteiras de Famalicão e com um potencial enorme em termos de promoção turística”. Para o autarca esta rota “não se trata da promoção de um território, de um concelho, mas antes da promoção de um património e de uma época”. “A quantidade e a qualidade de obras literárias que nos legou é uma verdadeira herança que nos compete promover”, salientou.

PONTE DE LIMA LEVA A LITERATURA AOS BEBÉS

Bebéteca: projeto de promoção da leitura para bebés e crianças

No próximo sábado, dia 27 de maio de 2017, pelas 10h30, a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dinamiza mais uma sessão da Bebéteca com atividades direcionadas para bebés, crianças e suas famílias.

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A iniciativa começará com a dinamização da leitura do livro A Pequena Sereia, seguida de um pequeno momento musical intitulado “Dois Peixinhos”.

Por fim realizar-se-á um atelier de expressão artística denominado " Jogo dos Peixinhos".

Para mais informações e inscrições (gratuitas e limitadas) contacte-nos através do número 258900411 ou do email biblioteca@cm-pontedelima.pt .

FAMÍLIA DE MANUEL DE BOAVENTURA DOA ESPÓLIO DO ESCRITOR AO MUNICÍPIO DE ESPOSENDE

Biblioteca Particular e Arquivo Pessoal do escritor Manuel de Boaventura doados ao Município de Esposende

A Biblioteca Particular e o Arquivo Pessoal de Manuel de Boaventura vão ser doadas ao Município de Esposende, de acordo com intenção manifestada pela família do escritor Esposendense.

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Em reunião do executivo, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aceitar a doação do referido acervo, que será formalizada através da assinatura da respetiva escritura, em sessão pública, a ter lugar no próximo dia 30 de junho, e na qual ocorrerá a reedição da obra “O Solar dos Vermelhos” de Manuel de Boaventura.

Manuel Joaquim de Boaventura (1885-1973) foi um importante escritor cuja obra ultrapassa o próprio limite geográfico do concelho de Esposende, sendo mesmo considerado um dos mais representativos escritores regionalistas do Minho. Com o casamento fixou residência no lugar de Susão, na freguesia de Palmeira de Faro, neste concelho, onde escreveu toda a sua obra literária, composta por dezenas de títulos de romances e de investigação, a par de uma notável colaboração jornalística nas principais revistas e jornais nacionais. É, aliás, nesta moradia que se encontra a sua Biblioteca Particular e Arquivo Pessoal, contendo alguns manuscritos e correspondência, bem como desenhos, fotografias e outros documentos avulsos.

Considerando que o Município de Esposende, em diversos tempos, prestou homenagem a este homem de cultura, nomeadamente com a recente criação de um Prémio Literário com o seu nome e tem prevista a reedição da sua obra literária, a família do escritor decidiu doar a referida biblioteca Particular e Arquivo Pessoal ao Município.

O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, considera que “esta doação, atendendo à riqueza do espólio em causa, muito honra o Município”. Agradece, por isso, a disponibilidade da família e a confiança depositada na Autarquia para a preservação deste importante acervo.

Benjamim Pereira lembra que para além da atribuição do Prémio Literário Manuel de Boaventura, a Câmara Municipal vai proceder à reedição do livro “O Solar dos Vermelhos”, contribuindo, deste modo, para a divulgação da obra do escritor Esposendense, estando, ainda, em negociações com vista à aquisição da Casa de Manuel de Boaventura. A concretizar-se esta aquisição, o imóvel será transformado em Casa Museu, acolhendo o espólio agora doado, “em originais ou cópia, de acordo com a decisão técnica no que se refere a conservação e segurança”.

Por enquanto, o espólio da doação ficará sediado na Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, passando a fazer parte do seu acervo.

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RUI GOULART APRESENTA EM BARCELOS A OBRA "NASCIDO EM ANGOLA"

Rui Goulart estará em Barcelos para apresentar “Nascido em Angola” 

Dia 23 de maio, às 21h30, no Teatro Gil Vicente

O realizador Rui Goulart e os atores Beatriz Almeida e João d'Avila estarão em Barcelos, no dia 23 de maio, no Teatro Gil Vicente, para apresentar o filme “Nascido em Angola”.

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Os bilhetes podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

Sinopse:

«Em 1974 uma revolução em Portugal surpreendeu milhares de portugueses que viviam em Angola. Abandonados pelo poder politico português e enfrentando uma guerra civil, em poucos meses 800 mil portugueses foram forçados a fugir deixando tudo para trás naquela que foi a maior ponte aérea e marítima da história. Miguel foi um desses "retornados" ou "refugiados" que... fugiram de Angola. 40 anos mais tarde ele procura e encontra outros como ele para ouvir as suas histórias... 

Nascido em Angola conta com a participação de João D Ávila, Rui Goulart, Miguel Borges, Adelaide João e com a participação especial de Jaime Nogueira Pinto, do Bispo de Bragança, do Gen. José António Ribeiro e do músico Eduardo Nascimento, entre muitos outros.»

Foto: http://www.verangola.net/

GUIMARÃES MOSTRA GASTRONOMIA, ARTESANATO E LITERATURA NO PARQUE DAS HORTAS

NOVA APOSTA ABRE PORTAS ESTA SEXTA-FEIRA

Mia Rose abre primeira noite de concertos, esta sexta-feira. Parque das Hortas volta a acolher um grande evento de gastronomia, mas agora aliado ao artesanato e à literatura. Entre 19 e 28 deste mês.

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A Câmara Municipal de Guimarães inaugura esta sexta-feira, 19 de maio, às 19 horas, um novo certame que reúne num só espaço propostas de gastronomia, artesanato e literatura. Até ao dia 28 deste mês, o Parque das Hortas é o local da iniciativa “Guimarães no Ponto”, um evento com entrada livre, onde diariamente serão dinamizadas ações culturais, gastronómicas e literárias num espaço público com cerca de 12 expositores de cada área, pensado e equipado para se tornar acolhedor e convidativo.

A mostra para o público em geral, que decorrerá na zona da Ribeira de Couros e do Parque das Hortas, recentemente reabilitados, aposta igualmente nos “food-trucks” para servir refeições ligeiras e petiscos. A nova iniciativa é ainda complementada com uma programação diversificada para atrair mais visitantes, estando a primeira noite reservada para a atuação musical de Mia Rose, esta sexta-feira, a partir das 21:30 horas, enquanto para o último dia está reservada a transmissão em direto do jogo da final da Taça de Portugal entre o Vitória e o Benfica.

«O evento tem o nome de ‘Guimarães no Ponto’, porque o ponto está presente nas três áreas: na literatura como ponto ortográfico, na gastronomia no ponto de cozedura e no artesanato no ponto do bordado. Vamos ter apresentações de livros, conversas com autores, sessões de poesia, outras ofertas culturais e propostas musicais ao longo dos vários dias do evento, sempre num registo muito descontraído e próximo das pessoas, num espaço central da cidade. Também queremos que quem nos visita descubra este novo espaço da cidade e tenha uma nova leitura de usufruto do espaço público», refere José Bastos, Vereador da Cultura da Câmara Municipal.

Horário de funcionamento

A participação nesta primeira edição apresenta propostas provenientes dos distritos de Braga (Guimarães, Vizela, Famalicão, Cabeceiras de Basto), Porto (Porto, Freamunde, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, S. João da Madeira), Coimbra (Lousã), Leiria (Peniche), Vila Real (Vila Real), Guarda (Seia, Manteigas), Lisboa (Lisboa, Carcavelos, Estoril) e Faro (Silves), de entre os participantes nas áreas do artesanato, gastronomia, literatura, música e artes performativas.

A inauguração do “Guimarães no Ponto” acontece esta sexta-feira, a partir das 19 horas, estando aberta até às 24 horas. No fim de semana, o recinto encontra-se aberto ao público das 12 horas à meia-noite, mas no domingo encerra às 23 horas, horário de funcionamento que se manterá de segunda a quinta-feira, 25 de maio. No dia de encerramento, a mostra abre às 12 e encerra às 23 horas.

PONTE DE LIMA APOSTA NA DIVERSIDADE CULTURAL

Feira do Livro de Ponte de Lima volta a apostar na diversidade cultural

A XXII edição da Feira do Livro de Ponte de Lima, que se realiza de 20 a 23 de julho de 2017, no recinto da Expolima, volta a apresentar um cartaz cultural diversificado com atividades e iniciativas pensadas para todos os públicos.

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Durante quatro dias, o espaço que acolherá o maior evento livreiro do concelho ponte-limense proporcionará aos visitantes sessões de apresentação de obras literárias, ações lúdicas para o público infanto-juvenil em torno do livro e da leitura, espetáculos musicais, ateliers de expressão criativa, pinturas faciais, insufláveis, exposições artísticas, a habitual sessão de cinema em família, a terceira edição do Encontro de Escritores Limianos e uma conferência dedicada a António Feijó no âmbito das comemorações do primeiro centenário da morte do poeta-diplomata.

Oportunamente, o Município de Ponte de Lima divulgará o programa oficial da XXII Feira do Livro com iniciativas que não quererá perder.

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA LEVA HISTÓRIAS AO PARQUE DO ARNADO

Em junho - mês da criança e do arranque das férias escolares - a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) leva ao Parque do Arnado, em Arcozelo, a iniciativa “Há Histórias no Parque”, projeto dirigido aos ATL’s do concelho para dinamização de atividades em torno do livro e da leitura.

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Durante duas horas, os pequenos participantes descobrirão as personagens por detrás da “Hora do Conto”, farão parte de divertidos jogos tradicionais - como a corrida de sacos, o elástico, a cabra cega e o lencinho -, e dançarão ao som de músicas da Xana Toc Toc e do Panda. Momentos de partilha e diversão que prometem entreter os mais novos em tempo de lazer.

Inscreva-se até 26 de maio na iniciativa “Há Histórias no Parque”, através do e-mail biblioteca@cm-pontedelima.pt, e conheça as condições de participação.

MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA APRESENTA NOVO LIVRO DE GUSTAVO PIMENTA

O Município de Ponte de Lima promove o lançamento do romance “A sorte de ter medo”, da autoria de Gustavo Pimenta, no próximo dia 13 de maio, pelas 21h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Trata-se de uma obra dedicada à Guerra Colonial na Guiné-Bissau, nos anos de 1967 a 1969, cuja apresentação estará a cargo de José Cândido Rodrigues.

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“A sorte de ter medo” é o segundo título do escritor ponte-limense Gustavo Pimenta versado nas suas memórias bélicas e em reflexões e retratos fiéis do período colonialista.

Marque presença no lançamento de “A sorte de ter medo” e conheça a mais recente produção literária de uma renomada personalidade da cultura local.

Sobre o autor:

Gustavo Pimenta nasceu a 29 de janeiro de 1944 em Crasto, no concelho de Ponte de Lima. A obra que agora lança sucede o livro “Triângulo escaleno”, apresentado em 2016 no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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PONTE DE LIMA HOMENAGEIA ALEIXO DE QUEIROZ RIBEIRO

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima homenageia Aleixo de Queiroz Ribeiro, escultor laureado

O Município de Ponte de Lima assinala o 1.º centenário de morte de Aleixo Queiroz Ribeiro - Conde de Santa Eulália - com uma exposição evocativa dos principais momentos da sua vida, na Biblioteca Municipal durante o período de 01 a 31 de maio de 2017.

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Através de dois painéis biográficos damos a conhecer mais uma figura local, natural de Ponte de Lima, mais precisamente Refoios do Lima, oriundo de uma família da melhor nobreza minhota, que revelou desde muito cedo tendências artísticas nomeadamente na escultura.

Venha conhecer Aleixo de Queiroz Ribeiro, um escultor laureado e reconhecido internacionalmente.

FAMALICÃO: CAMILO VAI ENTRAR NA CASA DAS PESSOAS À BOLEIA DA RIBAPÃO

Panificadora de Famalicão vai divulgar pensamento camiliano através dos sacos de pão

Camilo Castelo Branco vai começar a ser presença diária na casa de milhares de famílias da região do Vale do Ave e da Grande Área Metropolitana do Porto. A Padaria, Pastelaria e Confeitaria Ribapão estabeleceu uma parceria com a Casa-Museu Camilo Castelo Branco e os cerca de 60.000 sacos de papel que acomodam o pão que é vendido nas mais de duas de dezenas de padarias e pastelarias desta sociedade panificadora vão passar imagens e pensamentos camilianos.  

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A decisão da administração da Ribapão é um bom exemplo da cumplicidade que uma empresa pode ter com o seu território, envolvendo-se ativamente na valorização e promoção das suas principais forças e elementos distintivos.  No caso concreto da promoção de Camilo – figura maior de Vila Nova de Famalicão, a decisão reveste-se de reforçada importância porquanto é a própria literatura portuguesa que sai divulgada e valorizada.

Este novo desafio da  Ribapão vai ser apresentado em primeira mão na próxima jornada do Roteiro Famalicão Made IN, com uma visita à empresa do  Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, amanhã, quinta-feira, 3 de maio, pelas 15h30, na Av. Emigrante, 143, Cardal, freguesia de Bente. Associa-se à jornada o diretor da Casa-Museu Camilo Castelo Branco, José Manuel Oliveira.

Nascida em 1970 nas proximidades da Casa de Camilo, situada em Seide S. Miguel, esta já não é a primeira vez que a Ribapão estabelece uma ligação estreita com o universo camiliano, pois há muitos anos que o Pão de Camilo é uma escolha diária de muitas famílias. Produzido como nos velhos tempos, com adição de “isco” (massa fermentada) e com a massa a repousar um elevado número de horas é um pão com alma tradicional que faz justiça à alma camiliana.

Tradição e modernidade são presença constante  nas prateleiras da Ribapão. Entre outros produtos, a “Broa de Milho Especial Lavrador” convive lado-a-lado com o “Fitpão”, destinado a quem pratica atividade física, enquanto o Pão D’Ávo tem a seu lado o “Pão de Beterraba” e o “Pão de Malte”.

Investigação e desenvolvimento estão no ADN da empresa, que tem 135 colaboradores efetivos e 23 lojas abertas ao público. A partir dos tostões que vale cada pão, fazem milhões, tendo terminado o ano de 2016 com um volume de negócios de 4,4 milhões de euros. O ano de 2017 deverá fechar já nos 5 milhões.

PONTE DE LIMA ENTREGA PRÉMIOS DO CONCURSO CONCELHIO DE LEITURA

Sessão de entrega de prémios do Concurso Concelhio de Leitura na Biblioteca Municipal

O Município de Ponte de Lima, através da Biblioteca Municipal em cooperação com as Bibliotecas Escolares dos diversos Agrupamentos de Escolas do concelho, dinamizou durante o mês de março o Concurso Concelhio de Leitura, direcionado para alunos do 3.º e 4.º ano do 1.º ciclo e do 2.º ciclo do Ensino Básico.

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A sessão de entrega de prémios decorreu na Biblioteca Municipal, no dia 27 de abril e contou com as presenças do Vereador da Educação, Dr. Paulo Barreiro de Sousa, do Diretor do Agrupamento de Freixo, Prof. Luís Henrique Fernandes, e dos Professores Bibliotecários do Agrupamento de Freixo, de Arcozelo e de Ponte de Lima, designadamente Ana Barbosa, Ana Júlia Marques e Benjamim Sousa, que procederam à entrega de prémios e certificados, felicitando os vencedores, participantes, professores e demais comunidade educativa pela participação na iniciativa e empenho demonstrado ao longo do concurso.

O vencedor do 1.º ciclo foi Letícia Martins, aluna da EB1 de Poiares. No 2.º lugar ficou Rafael Pedro aluno do Centro Educativo de Refoios. E o 3.º lugar foi conquistado por seis alunos que obtiveram o mesmo resultado, verificando-se um empate entre os seguintes concorrentes: Afonso Sousa, do Centro Educativo de Refoios; Ana Rita Costa, da EBI de Freixo; Diana Alves, do Centro Educativo de Arcozelo; Clarisse Ribeiro, da EB de Ponte de Lima; Luana Pinheiro, da EB de Ponte de Lima e Maria Cunha, do Centro Educativo das Lagoas.

Relativamente ao 2.º ciclo posicionou-se em 1.º lugar: Ana Silva, da EB 2/3 de Freixo.
O 2.º lugar foi laureado pelo aluno Pedro Santos, pertencente à EB 2/3 de Arcozelo e o 3.º lugar foi granjeado por Cristina Alves, aluna da EB 2/3 António Feijó.

A todos os nossos parabéns!

JACINTO LUCAS PIRES VAI A BARCELOS FALAR DOS SEUS LIVROS

Dia 27 de abril, às 21h30, na Biblioteca Municipal, e dia 28, na EB 2,3 de Viatodos, às 10h00

Jacinto Lucas Pires, vencedor do Prémio Europa - David Mourão-Ferreira, em 2008, atribuído pela Universidade de Barie e pelo Instituto Camões e do Grande Prémio de Literatura DST, em 2013, vem aBarcelos, nos próximos dias 27 e 28, para falar dos seus livros. Assim, no dia 27 de abril, estará na Biblioteca Municipal, às 21h30, e, no dia seguinte, marcará presença na EB 2,3 de Viatodos, às 10h00.

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Jacinto Lucas Pires nasceu, em 1974, no Porto. Prosseguindo os passos do seu pai, o professor universitário Francisco Lucas Pires, no gosto pela escrita, publicou, em 1996, o seu primeiro livro, um livro de contos intitulado "Para Averiguar do seu Grau de Pureza".

Descoberta esta faceta, a imaginação criativa não lhe deu mais tréguas, sendo já muitos e diversificados os títulos editados, em género narrativo, dramático e crónica.

Jacinto Lucas Pires publicou os seguintes livros: “Para averiguar do seu grau de pureza: treze prosas com janelas”, Cotovia, 1997; “Universos e frigoríficos”, Cotovia, 1997; “Azul-Turquesa”, Cotovia, 1998; “2 filmes e algo de algodão”, Cotovia, 1999; “Arranha-céus”, Cotovia, 1999; “Abre para cá”, Círculo de Leitores, 2001; “Livro usado: (numa viagem ao Japão)”, Cotovia/Fundação do Oriente, 2001; “Escrever, falar: dois diálogos e um monólogo”, Cotovia, 2002; “Do sol” (romance)”, Cotovia, 2004; “Livro usado”, Cotovia, 2004; “Figurantes e outras peças: figurantes, Coimbra B: os dias de hoje” (teatro), Cotovia, 2005; “O homem da bola de vidro cortada ao meio”, Expresso, 2004; “Tudo e mais alguma coisa”, Visão, 2006; “A expressão "dores de crescimento nas sociedades contemporâneas" no âmbito da sociologia actual”, Cotovia, 2005; “Perfeitos milagres” (romance), Cotovia, 2007; “Silenciador” (teatro), Cotovia, 2008; “Assobiar em público: antologia de contos”, Cotovia, 2008; “Sagrada família” (teatro), Cotovia, 2010; “O perfeito ator” (teatro), Cotovia, 2011; “Ou sim”, Imagine Words, 2013; “Quem conhece a alegria”, Paulinas Editora, 2015; “Quem espera”, Paulinas Editora, 2015.

Foto: http://portuguese-american-journal.com/

FAMALICÃO CONTA "HISTÓRIAS DA CIDADE"

“Hoje Há Histórias na Cidade” regressa este sábado a Famalicão

Um dia dedicado às famílias e repleto de histórias. Assim será o próximo sábado, dia 29 de abril, com a realização da terceira edição da iniciativa “Hoje Há Histórias na Cidade”, promovida pela Associação Gerações.

O evento conta com o apoio da Câmara Municipal e vai decorrer ao longo de todo o dia, dividido entre a Biblioteca Municipal e o Parque de Sinçães, da parte da manhã, e o Parque da Devesa, da parte da tarde.

De manhã, destaque para a iniciativa “Um Berço de Histórias”, uma formação para pais e profissionais sobre a importância da leitura na primeira infância. A tarde é na Devesa, com a leitura de histórias, a partir das 16h00, e com a apresentação do projeto de intervenção cultural “O Som do Algodão”, a partir das 15h00.

PONTE DE LIMA APRESENTA ROMANCE HISTÓRICO SOBRE ANDRÉ SOARES

Romance histórico sobre André Soares apresentado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

A biografia romanceada “Viver com André Soares”, da autoria de Francisco Vieira da Silva, foi lançada no passado sábado, 22 de abril, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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A sessão contou com a participação do investigador e escritor Ernesto Português, que revisitou as anteriores produções literárias de Francisco Vieira da Silva - mormente o título de estreia “Estamos pobres! O grito de silêncio de Braga em 1930” – para destacar o rigor investigativo e a capacidade criativa do autor que se debruça agora sobre os principais momentos da vida e obra de um dos maiores vultos do rococó nacional no período setecentista. Ernesto Português destacou algumas das fontes que serviram de sustentação teórica ao terceiro romance histórico de Francisco Vieira da Silva – com particular incidência para o Arquivo Distrital de Braga, a Biblioteca Pública de Braga e a tese de doutoramento de Eduardo Pires de Oliveira – e traçou um retrato biográfico de André Soares, cujo trabalho artístico de génese autodidata se encontra espalhado pelo Norte de Portugal, sendo um dos locais de referência a Capela de S. Bartolomeu da Casa da Freiria, em Arcozelo, Ponte de Lima.

Depois de dois momentos musicais a cargo da Academia Fernandes Fão de Ponte de Lima, Francisco Vieira da Silva explicou que o livro, longe de constituir um tratado sobre André Soares, pretende ser o “desfiar das facetas” de um ilustre desenhador e arquiteto bracarense, cujo legado foi reavivado em 1973 pelo norte-americano Robert Smith, depois de largos anos de obscurantismo. Em antecipação às comemorações dos 300 anos sobre o nascimento de André Soares, que se assinalam em 2020, o autor sugeriu a organização de um congresso dedicado ao artista e a criação de um roteiro intermunicipal que permita ao grande público o contacto real com as obras do arquiteto do Minho.

A sessão de lançamento de “Viver com André Soares” contou com as presenças do Dr. Paulo Barreiro de Sousa, vereador com o pelouro da Educação do Município de Ponte de Lima, e de Conceição Gonçalves, representante da Chiado Editora.

AMADEU BAPTISTA VENCE PRÉMIO MARIA ONDINA BRAGA

O escritor Amadeu Baptista foi o vencedor da sétima edição do Prémio Literário Maria Ondina Braga. O autor de Vila Nova de Gaia, concorreu com a obra poética ‘Ondina’ sob o pseudónimo António Rios.

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O júri, presidido pela vereadora da Cultura do Município de Braga, Lídia Dias, foi constituído por Maria do Carmo Pinheiro Silva Cardoso, Orlando Alfredo Arnold Grossegesse, João Paulo Braga. Esta sétima edição contou com 59 trabalhos a concurso, e destinava-se a cidadãos de nacionalidade portuguesa.

O Prémio Literário Maria Ondina Braga, instituído pelo Município de Braga, tem como objectivo desenvolver o gosto pela leitura e pela escrita e, deste modo, honrar a memória desta insigne escritora bracarense, cuja obra representa um património da mais elevada importância. O valor do prémio atribuído é de 2.500 euros e será entregue em sessão pública posteriormente a anunciar.

BIBLIOTECA DE VIZELA PROMOVE O CONTO INFANTIL

Sábados na biblioteca: ‘O príncipe sem princesa’, de Ester Llorens

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 6 de maio, às 15.30h, a atividade  ‘O príncipe sem princesa’, de Ester Llorens.

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De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Conto + oficina de coroas

‘O príncipe sem princesa’, de Ester Llorens

6 de maio, 15h30

Há muito que nos habituámos às histórias de príncipes e princesas que terminam com "E foram felizes para sempre….". Mas às vezes não é bem assim, pois há príncipes a quem sai tudo ao contrário e princesas que em vez de dizerem "Sim" dizem "Não". Prepara-te para entrar nuns contos em que nada é o que parece!

Atividade gratuita para famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

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PONTE DE LIMA CONTA HISTÓRIAS AOS BEBÉS

Bebéteca: projeto de promoção da leitura para bebés e crianças

No próximo dia 29 de abril de 2017 a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dinamiza mais uma sessão da Bebéteca para bebés, crianças e suas famílias.

Esta sessão terá início pelas 10h30, na sala infantojuvenil, com a animação da leitura “A Pequena Bailarina”.

Seguidamente dinamizar-se-á o momento musical intitulado “Passarinhos a bailar”.

Para finalizar a ação, desenvolver-se-á um atelier de expressão artística denominado “Bailarina”.

Para mais informações e inscrições (gratuitas e limitadas) contacte-nos através do número 258900411 ou do email biblioteca@cm-pontedelima.pt .

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ALUNOS DE BARCELOS RECEBEM PRÉMIO DE LEITURA

Alunos da EB António Fogaça recebem em Lisboa o prémio da iniciativa “Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?”

O livro “O Tubarão na Banheira”, de David Machado, foi um dos vencedores da iniciativa “Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?” da Visão Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares, com o apoio da Comissão Nacional de Eleições, a Direção-Geral de Educação, o Plano Nacional de Leitura e a Pordata.

Doze alunos do 3º B da EB António Fogaça, que escolheram este livro por ter sido aquele que mais gostaram de ler, e promoveram a sua divulgação, através de cartazes, flyers e vídeos, vão deslocar-se a Lisboa, no próximo dia 20 de abril, para apresentarem o trabalho que desenvolveram com a ajuda da professora titular, Isabel Santos.

A cerimónia de apresentação dos livros vencedores, que decorrerá na Escola Secundária de Vergílio Ferreira, contará com a presença do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e do Secretário de Estado da Educação, João Costa.

Neste concurso, participaram 15 462 alunos, de 404 escolas, que propuseram títulos para integrarem as listas finais de “Miúdos a votos”. A eleição nacional dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses, decorreu no dia 17 de março, nas escolas de todos o país. 

ANDRÉ SOARES LANÇA BIOGRAFIA EM PONTE DE LIMA

Município de Ponte de Lima promove lançamento de obra sobre André Soares

O Município de Ponte de Lima promove a apresentação do livro “Viver com André Soares”, da autoria de Francisco Vieira da Silva, no próximo dia 22 de abril, pelas 15h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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Trata-se de uma biografia romanceada acerca de um dos maiores vultos do rococó português que se distinguiu sobretudo nos domínios da arquitetura e da talha setecentistas.

Uma oportunidade para conhecer o percurso de um eminente artista bracarense, cuja importante obra se encontra espalhada pelo Norte de Portugal, designadamente por Ponte de Lima.

Natural de Braga, Francisco Vieira da Silva estreou-se em 2013 com a obra “Estamos pobres! O grito de silêncio de Braga em 1930”, a que se seguiu, um ano depois, o título “Lopes Gonçalves”. Apresenta agora a sua terceira criação literária dedicada a André Soares.

PONTE DE LIMA EM ABRIL LIVROS MIL!

E porque abril é também tempo de celebração pascal e de interrupção letiva, a BMPL destina à população infantil as oficinas “Férias divertidas da Páscoa” – uma oportunidade para, mediante inscrição, participar em ateliers, horas de conto e sessões de cinema.

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Considerando a necessidade de estender a atuação da BMPL a diferentes públicos e locais, o Largo de Camões receberá nova visita da Biblioteca Itinerante, no dia 21 de abril. Entre as 10h00 e as 17h00, a iniciativa “Livros sobre rodas” – assim se chama o serviço prestado pela carrinha móvel da BMPL – permitirá a todos os transeuntes a consulta e a leitura de jornais, revistas e obras de literatura nacional e estrangeira, podendo os mais pequenos desenhar, colorir, participar em jogos e apreciar novas leituras. Este ano, a atividade de destaque no Largo de Camões dirige-se à população sénior que, pelas 15h00, assistirá à sessão de histórias musicadas “Contar e cantar para adultos”.

Associe-se à festa do livro e da leitura e esteja atento às novidades que vamos lançando no website da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Esperamos por si!

TERRABOURENSES DESFRUTAM PRAZER DA LEITURA

Semana da Leitura decorreu entre 24 e 31 de março

Com o apoio do Município de Terras de Bouro e organização da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro, o concelho de Terras de Bouro acolheu um período especial dedicado à leitura com várias atividades e onde se procurou despertar nos alunos, familiares e público em geral, o “gosto pela leitura”.

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Subordinadas ao tema “O Prazer da Leitura” as ações, que decorreram ao logo da referida semana, tiveram lugar na sede do concelho, em Rio Caldo e na vila do Gerês e foram desde encontros com escritores para apresentação de obras literárias, a dinamizações, leitura de contos, oficina de escrita, dramatizações e testemunhos de leitura, sessões para pais e exposições de trabalhos alusivos à temática, entre outras atividades lúdicas e pedagógicas.

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‘EM ABRIL LIVROS MIL’ COMEMORA O LIVRO E A LEITURA

Abril é sinónimo de livros em Melgaço: inúmeras atividades promovem a cultura literária, onde adultos e crianças participam

A Câmara Municipal de Melgaço volta a apostar num conjunto de atividades, para todas as idades e gostos, para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil, 2 de abril (data de nascimento do escritor Hans Christian Andersen, autor de algumas das histórias para crianças mais lidas em todo o mundo), e o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, 23 de abril. Teatro, Contos, Poesia, Música e Caminhada no Planalto de Castro Laboreiro são as atividades que a autarquia vai dinamizar para dar levar a cabo a II edição da iniciativa ‘Em abril Livros Mil’.

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O programa é organizado pelo Município de Melgaço em parceria com o Agrupamento de Escolas local e com a Rede de Bibliotecas de Melgaço.

Programa “Em abril Livros Mil”

1 de abril

TEATRO PARA BEBÉS: Planeta Plim - 6 meses aos 5 anos

Quando for grande, quero ser astronauta e viajar pelo espaço num foguetão que faz vvvvvv.

O espaço é muito grande. Eu sou muito pequenino. E vou precisar de ajuda para encontrar o Planeta Plim. Sim?

Produção: Teatro a Quatro e Hymnus. Lda.

Local: Solar do Alvarinho | Hora: 15h30 e 17h00

03 de abril

Poemas para brincar e pensar – pré-escolar

Poemas para Brincar e Pensar (Texto de Isabel Pereira Santos e ilustração de Susana Lima) é um livro que incute, de uma forma divertida, o gosto pelas palavras, através da musicalidade, das repetições e dos jogos linguísticos.

Estes poemas com história cativam pelo sentido de humor, alternado com a seriedade, e colocam os mais novos a pensar, enquanto se divertem.

Sessão de animação com Inácia Cruz

Local: Casa da Cultura | Hora: 10h/11h/14h

19 de abril

Posso falar de mim - 8º ao 12º ano

O espetáculo parte de textos na sua maioria inéditos, criados em oficinas de escrita, onde se explora e combina a pluralidade de temas primordiais na vida dos adolescentes (e, inevitavelmente, de muitos adultos). A partir de situações ficcionadas e outras de inspiração em factos reais, o espetáculo aborda as problemáticas que envolvem o corpo e os seus significados nos contextos pessoal e coletivo; a sexualidade e orientações na sua ampla expressão; identidades de género e as suas subjetividades; a descriminação e bullying, os comportamentos de risco, como as IST/DST e gravidez indesejada. A afetividade, o namoro, a violência dentro deste contexto, completam o leque temático do espetáculo.

Por: Teatro Aramá

Local: Casa da Cultura | Hora: 11h/14h20

20 de abril

Pequenos corações verdes - 1º ciclo

‘Pequenos Corações Verdes’ é a primeira obra infantojuvenil da autoria de João Manuel Ribeiro publicada pela Opera Omnia, um autor já consagrado. Neste livro, com ilustrações da talentosa Susana Lima, o autor procura, de forma lúdica e divertida, alertar os mais pequenos e os mais crescidos para a importância da preservação do planeta e do meio ambiente.

Sessão de animação com Rui Ramos

Local: Casa da Cultura | Hora: 10h/11h/14h30

21 de abril

O Memória e Fronteira na poesia* – lares e salas de convívio

A emigração e o contrabando são fenómenos que fazem parte da identidade cultural e história do concelho de Melgaço. Durante longos anos foi deles que as gentes locais viveram essencialmente. Emigrantes e contrabandistas, não há família desta região que não os tenha na árvore genealógica. Para a Comemoração dos 10 anos do Espaço Memória e Fronteira, e com o objetivo de cativar o interesse do povo melgacense para a poesia, realizar-se-á uma sessão de declamação de poesia com um momento musical - uma aposta no íntimo diálogo entre poesia e música.

Local: Espaço Memória e Fronteira | Hora: 14h30

22 de abril

Caminhada no Planalto de Castro Laboreiro*

Esta iniciativa permite desfrutar de paisagens de rara beleza e oferece ao visitante um percurso por uma das maiores necrópoles megalíticas da Península Ibérica. Incluído no Parque Nacional da Peneda-Gerês - embora no seu limite setentrional, junto à fronteira com Espanha -, o Planalto de Castro Laboreiro eleva-se a cerca de 1000 metros de altitude, atingindo, por vezes, cotas na ordem dos 1300 metros. Inscrições abertas até 19 de abril, através do e-mail mcodesso@cm-melgaco.pt, telf 251 410 060 ou presencialmente na Casa da Cultura.

26 de abril

Elmer: o elefante xadrez – pequenos e transição Santa Casa da Misericórdia

Elmer é um elefante terno e brincalhão. Ele faz parte de uma manada em que todos os elefantes são da mesma cor. Só ele não é como seus amigos. Elmer é xadrez, todo colorido.

Um dia, Elmer ficou muito incomodado com suas cores: aquilo não era cor de elefante. Mas logo percebeu que cada um é como é.

De David McKee

Sessão de animação: serviços educativos

Local: Santa Casa da Misericórdia | Hora: 10h

26 de abril

A história engraçada de uma biblioteca abandonada - 5º, 6º, 7º ano

O livro ‘A história engraçada de uma biblioteca abandonada’ (Texto de Carlos Nuno Granja e Ilustração de Ângela Vieira) transporta-nos ao ambiente mágico do mundo dos livros. Como por magia, a descoberta de uma Biblioteca, com os seus maravilhosos livros, tem o condão de transformar uma cidade triste e desanimada, numa cidade alegre e entusiasmada.

Sessão de animação com Liliana Salomé

Local: Casa da Cultura | Hora: 09h30/11h/14h20

*Com as atividades ‘O Memória e Fronteira na poesia’ e a Caminhada no Planalto de Castro Laboreiro pretende-se, também, comemorar o 10º aniversário do Espaço Memória e Fronteira.

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PONTE DE LIMA EVOCA ANTERO QUENTAL

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima apresenta mostra de tributo a Antero de Quental

Em abril, mês do 126.º aniversário de nascimento de Antero Tarquínio de Quental, a BMPL - Biblioteca Municipal de Ponte de Lima abre uma mostra de tributo ao escritor, poeta e filósofo português.

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Através de um painel biográfico, patente na sala de adultos da BMPL de 01 a 31 de abril de 2017, serão destacados os principais momentos da vida e obra do autor e apresentada uma seleção de livros para consulta e/ou empréstimo domiciliário.

Venha recordar este poeta e filósofo português, um verdadeiro líder intelectual do Realismo em Portugal.

PAULA RUIVO ANIMA BEBÉTECA DE PONTE DE LIMA COM HORA DO CONTO ESPECIAL

A escritora de livros infantojuvenis, Paula Ruivo, foi a convidada da última sessão da Bebéteca – projeto de promoção da leitura para bebés e crianças dinamizado pela Biblioteca Municipal de Ponte de Lima - que decorreu no passado sábado, 25 de março.

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Numa Hora do Conto com sabor especial, a autora apresentou “A ervilha que queria ir de férias”, obra que estimula os mais pequenos a persistir nos sonhos e que encantou todos os participantes na atividade lúdico-didática.

À narrativa seguiu-se um momento musical: pais e filhos entoaram o poema da história acompanhados pela concertina de Agostinho Silva.

Depois de um ateliê criativo para construção de uma ervilhinha minhota – protagonista do conto – houve ainda tempo para uma sessão de autógrafos.

A próxima sessão da Bebéteca será dinamizada no dia 29 de abril, às 10h30.

Inscrevam-se e apareçam!

CONCEIÇÃO CARRILHO APRESENTA O LIVRO DAS CONFISSÕES

Sábado, dia 1 de abril, na Biblioteca Municipal de Barcelos

Conceição Carrilho vai apresentar o seu último livro “O Livro das Confissões”, na Biblioteca Municipal de Barcelos, sábado, dia 1 de abril, às 16h00.

“Há sempre um dia em que os segredos, fechados no cofre forte da nossa vida, se revelam.

Dez homens e nove mulheres deram-me a chave do cofre, de onde saíram, dolorosas ou divertidas, dezanove confissões”, refere a autora.

Este é o terceiro livro de Conceição Carrilho, depois de ter escrito “Da impossibilidade de viver sem ter lido o D.Quixote”, (Campo das Letras, 2004), edição revista em 2013 e publicada em e-book, em outubro de 2013, “Quando Marinela Salero Cortez decidiu imitar Dom João” (Campo das Letras, 2007), edição revista em 2014 e publicada com o título “E se Don Juan fosse mulher?” (Chiado Editora, julho 2015) e “Esmeralda odiava ser fotografada” (Chiado Editora, julho 2014).

Conceição Carrilho formou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Nova de Lisboa. Foi professora de Literatura na Universidade do Minho. Deixou a profissão em 2013, para se dedicar a outros projetos na área da Literatura.

É autora dos blogues, criados em outubro 2013: Ler é perigoso (www.lereperigoso.pt) e GAL, Gabinete de Aconselhamento Literário (www.mygal.pt).

RICHARD ZIMLER CONVERSA COM OS FAMALICENSES

Richard Zimler esta sexta-feira em Famalicão para “Um Livro, Um Filme”

O escritor Richard Zimler é o convidado da sessão deste mês da iniciativa “Um Livro, Um Filme”, que decorre já nesta sexta-feira, dia 31, pelas 21h30, no Centro de Estudos Camilianos, em Seide São Miguel, em Vila Nova de Famalicão.

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Para exibir e comentar, o convidado escolheu o filme “Central do Brasil”, um drama de 1998 realizado por Walter Salles e que conta a história de uma professora reformada – Dora (Fernanda Montenegro) – que no seu dia-a-dia escreve cartas para analfabetos, na Estação Central do Brasil, centro do Rio de Janeiro. Ainda que não envie todas as cartas que escreve, Dora decide ajudar um menino (Vinícius de Oliveira), que depois da morte da sua mãe, tenta encontrar o pai que nunca conheceu.

Sobre o convidado, refira-se que Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente dupla nacionalidade, americana e portuguesa. Depois do grande sucesso de O último Cabalista de Lisboa, o seu primeiro romance, Richard Zimler publicou mais de dez livros, entre os quais romances, livros para crianças e uma coletânea de contos.

Recorde-se que a iniciativa “Um Livro, Um Filme” decorre desde 2006 e conta todos os meses com a presença de uma figura da cultura e das artes para apresentar um filme, preferencialmente baseado numa obra literária. A iniciativa é de entrada livre.

FAFE REALIZA JORNADAS LITERÁRIAS

Mais de 600 crianças celebram o arranque das Jornadas Literárias de Fafe. Cinco dias dedicados ao 'Prazer da Leitura'

A 8ª edição das Jornadas Literárias de Fafe começou hoje, com o espetáculo “Os Pequenos Viajantes”, que contou com a participação de mais de 600 crianças do ensino pré-escolar de todo o concelho.

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O Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, destacou esta como uma “iniciativa muito importante por ser organizada em colaboração com as escolas e por juntar mais de 600 crianças numa manhã divertida e animada.

Estas Jornadas Literárias celebram o prazer de ler e vão contar com várias figuras conhecidas que vão trazer a Fafe um ambiente diferente e muito especial, com dezenas de iniciativas.”

O programa conta com diversas atividades, distribuídas pelos cinco dias de duração, que privilegiam a leitura, a escrita, o teatro, a música, a ilustração.

Este ano estarão presentes os escritores António Mota, Mário Cláudio, Pedro Chagas Freitas, Benedita Stingl e José Salgado Leite. Estas 8ªs Jornadas Literárias terão ainda a participação de ilustradores (Rui Castro), contadores de estórias (Rui Ramos e Inácia Cruz) e uma participação especial, Rita Redshoes. A artista faz a apresentação do seu último álbum “Her”, dia 29, no Teatro Cinema e participa na rubrica “90 Minutos Sobre… O Prazer de Ouvir as Palavras”.

Recorde-se que as Jornadas trazem mais uma vez a literatura para a rua, com as iniciativas “Literatura à Mesa”, “Poesia nas Monstras”“Livros em Viagem” e “Textos para um Lugar”.

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VIZELA CONTA UM CONTO

Sábados na biblioteca: ‘A mentira tem perna curta’, de Rosy Gadda Conti

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 1 de abril, às 15.30h, a atividade  ‘A mentira tem perna curta’, de Rosy Gadda Conti.

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De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

Conto + oficina de monstros super-fantástica

‘A mentira tem perna curta’, de Rosy Gadda Conti

1 de abril, 15h30

Costuma-se dizer que as mentiras têm pernas curtas, cabeça de pera, pescoço comprido, corpo coberto de pelos e os olhos tortos, que são grandes e metediças ou pequenas e mal--educadas.

- Depende - pensava Adalgisa com os seus botões.

- Podem ser isso tudo e muito mais!

Atividade gratuita para crianças e pais. 

Galeria Sábados na biblioteca:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337648579591398.79509.256857874337136&type=3

‘MARUXA’: UM CONTO QUE PRETENDE SENSIBILIZAR PARA A IGUALDADE DE GÉNEROS

Dias 24, 27, 28, 29 e 30 de março, na Biblioteca Infantil da Casa da Cultura | Para os alunos do 1º ciclo

Os alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas de Melgaço vão conhecer a ‘Maruxa e o Zezinho’, a história de como este casal vivia na aldeia, de como a Maruxa era sobrecarregada pelas tarefas domésticas. O conto insere-se no plano de atividades anual previsto para os alunos de Melgaço e pretende proporcionar momentos lúdicos associados à leitura. A iniciativa iniciou-se hoje, pelas 10h00, e prolonga-se nos dias 27, 28, 29 e 30 de março, na Biblioteca Infantil da Casa da Cultura.

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‘Maruxa’, da autoria de Eva Mejuto, é baseado na canção popular polaca de Maryna gotuj pierogi, uma das mais conhecidas do repertório folclórico do país. O livro conta como Maruxa e Zezinho viviam na aldeia: Maruxa lavrava, cosia e varria; Zezinho folgava, cantava e dormia. Até que um dia Maruxa decide dar uma lição ao marido. Astuta e com grande habilidade no uso da ironia, consegue que Zezinho tome consciência de que o trabalho de casa está mal distribuído. Com algum humor e ao mesmo tempo ironia, Maruxa decide dar uma lição ao marido, que exige que esta lhe faça o pão, e vai pedir-lhe os ingredientes um a um até que termine o dia. No final, este aprende a lição e passa a realizar também as tarefas domésticas.

A atividade tem o intuito de desenvolver a expressão oral, musical e corporal; motivar para a atenção visual; educar para a importância da divisão de tarefas e apelar para a importância da igualdade de géneros. De uma forma lúdica, que os alunos do 1º ciclo reflitam acerca da temática.

 

SINOPSE:

Maruxa e Zezinho viviam na aldeia.

Maruxa lavrava, cosia e varria.

Zezinho folgava, cantava e dormia.

Mas um belo dia…

 

Maruxa decide dar uma lição ao marido. Astuta e com grande habilidade no uso da ironia, consegue que Zezinho tome consciência de que o trabalho de casa está mal distribuído e, assim, mude de atitude. Este livro é baseado na canção popular polaca Maryna gotuj pierogi, uma das mais conhecidas do repertório folclórico do país. Existem diversas versões feitas por orquestras sinfónicas, solistas, grupos de jazz, rock... Este texto, em versos de seis sílabas, procura manter o ritmo da canção original. Tal como a canção tradicional, a autora apresenta a história em forma de diálogo, já que o conto se baseia principalmente na disputa que Maruxa e o marido, Zezinho, iniciam quando este lhe pede que lhe faça pão.

Na versão tradicional, Zezinho reclama uns pierogi, um dos pratos típicos da Polónia (uma espécie de raviólis recheados de carne, peixe, vegetais...) e a mulher nega-se repetidamente, alegando que lhe faltam, um a um, todos os ingredientes: farinha, água, sal e carne... Contudo, nesta versão optou-se por substituir os pierogi por pão, um alimento comum a todas as culturas e que permite universalizar a história. As diferenças mais significativas relativamente à canção não só se limitam ao alimento principal, mas também ao final da história. Assim, a reação violenta que Zezinho manifesta na versão polaca — quando a mulher, afinal, decide não lhe preparar a comida — é substituída neste álbum por uma atitude compreensiva e de empatia face à esposa, mantendo assim o tom humorístico que carateriza todo o conto. Da versão inicial, a autora decidiu manter e realçar: a ideia original, o sentido de humor, a estrutura acumulativa, versificada e rimada, tão própria de contos e cantos da tradição oral. Este texto permite ser cantado a ritmo de três por quatro mantendo a música de origem.

De igual modo, o álbum ilustrado oferece o mesmo argumento que a canção: a protagonista alega não poder fazer o pão porque lhe faltam todos os ingredientes (farinha, água, levedura e sal). Então, decide pedir ao marido que os vá buscar. Só que, em jeito de reprimenda instrutiva, vai-lhos pedindo um a um, com o esforço que isto implica a Zezinho. Um a um, ele vai fazendo todos os recados cada vez mais desmesurados como o de ir buscar sal ao mar, mas depara-se sempre com o facto de voltar a faltar algo e tem de empreender uma nova e esforçada aventura para o conseguir. Quando, por fim, Maruxa tem todos os elementos, diz, ironicamente, que está muito cansada e terá de ser também ele a amassar o pão.

Portanto, através do engenho e do sentido de humor, consegue que Zezinho entenda, por experiência própria, a injustiça da situação que ela vivera até então, e compreenda que, tanto o trabalho como o lazer, devem ser coisa dos dois.

A história é reforçada através do trabalho da ilustradora portuguesa Mafalda Milhões. O leitor encontra aqui uma contextualização prévia e posterior à ação do texto.

Atividades já realizadas no decorrer do ano letivo 2016/17:

Outubro

Pré-escolar – ‘Tons de Outono no PNPG’

1º Ciclo – ‘Vamos Conhecer o Cão de Castro Laboreiro’

Secundário – ‘O Segredo de Simónides’ (Comédias do Minho)

 

Novembro

1º Ciclo – ‘A Grande Fábrica de Palavras’

3º Ciclo – ‘Kandinsky’

 

Dezembro

Pré- escolar, 1º Ciclo e utentes dos Centros de Dia – Peça de teatro ‘Carta ao Pai Natal’

 

Janeiro

Pré-escolar e 1º Ciclo – ‘A Porta vai à escola’

2º e 3º Ciclos -  ‘Utopia’ (Comédias do Minho)

Secundário – Visualização e conversa aberta acerca do filme ‘As Sufragistas’

 

Fevereiro

Pré-escolar – ‘A Casa da Mosca Fosca’

1ºCiclo – ‘Deixa-me ser’ (Comédias do Minho)

7º ano – ‘Desejo de Teatro’_Oficina de teatro na escola ( 7ºB e 7º C) (Comédias do Minho)

Vocacional – ‘Conhecer os produtos regionais’: Visita ao Fumeiro de Castro Laboreiro

 

Março

Alunos do Curso Técnico de Informação e Animação Turística - visita à Adega Quintas de Melgaço

Alunos do Curso Técnico de Informação e Animação Turística - ‘Vamos plantar uma árvore’

CERVEIRENSES FAZEM ROTEIRO URBANO DE VERGÍLIO FERREIRA

Vamos fazer o Roteiro Urbano de Vergílio Ferreira?!

Depois da leitura e reflexão, nada melhor do que visitar in loco alguns espaços referidos pelo escritor na sua obra. E é sob esta premissa que a Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira está a organizar, para dia 5 de abril, o Roteiro Urbano de Vergílio Ferreira, integrado na atividade da Comunidade de Leitores - ‘Chá com Letras’. Inscrições já estão abertas.

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Cada ano, um destino literário. E neste 2017, a sugestão recai sobre uma deslocação à freguesia de Melo, no concelho de Gouveia, para fazer um Roteiro Urbano de Vergílio Ferreira, complementada com uma visita guiada ao Museu do Pão, em Seia. Trata-se da habitual atividade de extensão cultural fora de portas da Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira.

Ao longo de 2016 e neste início de 2017, o grupo de ‘leitores cerveirenses’ tem-se debruçado sob Vergílio Ferreira, nomeadamente com a leitura e análise das obras “Cartas a Sandra”, “Para Sempre”, “Conta-Corrente 5” e “Contos”. Agora, a ideia é contactar com espaços referenciados nos livros, através de uma visita à terra natal de Vergílio António Ferreira, a freguesia de Melo, onde memórias e histórias da melancolia da Serra da Estrela são partilhadas com os leitores.

A visita é igualmente aberta à população em geral, mediante inscrição efetuada na Biblioteca Municipal até ao final do mês, num limite máximo de 45 pessoas.

De sublinhar que todas as quartas-feiras, a partir das 15h00, a Comunidade de Leitores de Vila Nova de Cereira reúne-se na Biblioteca Municipal para a iniciativa ‘Chá com Letras’. Trata-se de um momento de partilha, reflexão e debate de ideias a partir do livro e da leitura, sob coordenação da Profª. Maria José Areal.Se estiver interessado em participar, basta comparecer a uma sessão.

LITERATURA JUNTA EM PONTEVEDRA ESCRITORES PORTUGUESES E GALEGOS

As literaturas galega e portuguesa nas Conversas Nortear

Favorecer o diálogo e o conhecimento entre as duas através dos seus escritores

Os escritores Valter Hugo Mãe e Inma López Silva vão participar, no próximo dia 29 de março de 2017, pelas 18h30, na quinta sessão da iniciativa «Conversas Nortear», a realizar na Escola de Idiomas de Pontevedra, na Galicia. Lara Dopazo Ruibal, vencedora da 1ª edição do Prémio Literário Nortear será a moderadora deste encontro.

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As «Conversas Nortear» são uma iniciativa conjunta da Direção Regional de Cultura do Norte, da Xunta da Galicia e do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial da Euroregião Galicia-Norte de Portugal, no âmbito do Memorando de Entendimento celebrado entre as três entidades.

Estas conversas têm como objetivo promover o conhecimento e a circulação de diferentes expressões culturais existentes nos territórios envolvidos, a partir de dinâmicas e redes de colaboração capazes entre as duas regiões.

Sobre os autores convidados

Valter hugo mãe

Um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em vários países, tendo recebido inúmeros prémios, entre eles o Prémio Literário José Saramago e o Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano.

INMA LÓPEZ SILVA

Escritora e crítica teatral. Actualmente é profesora na Escola Superior de Arte Dramática de Galicia. É membro dos consellos de redacción das máis importantes revistas de teatro e de análise político e cultural. Ten publicado obras sobre o teatro galego e novelas e ensaios que teñen recibido diferentes premioscomo o Xerais, o Murguía e o Blanco Amor.

FAFE REALIZA JORNADAS LITERÁRIAS

8.as Jornadas Literárias em Fafe celebram o 'Prazer de Ler'

António Mota, Mário Cláudio e Pedro Chagas Freitas são os escritores convidados

Rita Redshoes em concerto especial

Durante a próxima semana, de 27 a 31 de Março, realizam-se, em Fafe, as 8.as Jornadas Literárias, subordinadas ao tema “Prazer de Ler”.

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A iniciativa, que mobiliza, anualmente, os alunos de todos os agrupamentos de escolas do concelho, conta com diversas atividades, distribuídas pelos cinco dias de duração, que privilegiam a leitura, a escrita, o teatro, a música, a ilustração.

A iniciativa é realizada, em parceria, pelo Município de Fafe, Agrupamentos de Escolas de Fafe, Montelongo e Prof. Carlos Teixeira, Escola Profissional de Fafe, Academia de Música José Atalaya, Núcleo de Artes e Letras de Fafe, Atrium e Memória e Cineclube de Fafe.

Nesta 8ª edição, pretende-se, mais uma vez, mobilizar todos, especialmente os alunos das várias escolas que participam com atividades na iniciativa, para o gosto pela leitura e pela literatura.

Este ano estarão presentes os escritores António Mota, Mário Cláudio, Pedro Chagas Freitas, Benedita Stingl e José Salgado Leite. Estas 8.asJornadas Literárias terão ainda a participação de ilustradores (Rui Castro), contadores de estórias (Rui Ramos e Inácia Cruz) e uma participação especial, Rita Redshoes. A artista faz a apresentação do seu último álbum “Her”, dia 29, no Teatro Cinema e participa na rubrica “90 Minutos Sobre… O Prazer de Ouvir as Palavras”.

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O grande espectáculo de abertura das 8.as Jornadas Literárias de Fafe, “Os Pequenos Viajantes”, realiza-se, na manhã do dia 27, Praça 25 de Abril, estando confirmada a presença de mais de 600 crianças dos estabelecimentos de educação pré-escolardo concelho.

Este ano, as Jornadas trazem mais uma vez a literatura para a rua, com as iniciativas “Literatura à Mesa”, “Poesia nas Monstras”“Livros em Viagem” e “Textos para um Lugar”.

Para Pompeu Martins, Vereador da Cultura e Educação, esta é “uma oportunidade de envolver toda a comunidadeeducativa, parceiros ligados à cultura, todos os fafenses, num projeto comum que promove a literatura no concelho.

As Jornadas Literárias dinamizam Fafe e todos apreciam as várias iniciativas. Os nossos alunos consideram-nas uma forma diferente e especial de aprender; os nossos professores envolvem-se sempre com grande empenho e dedicação efazem desta iniciativa um dos momentos do ano mais interessante da cultura do livro”.

PROGRAMA

DIA 27 – Segunda-Feira

09:00 Leitura do Conto Andarilho

“O Sonho de Simão”

Biblioteca Municipal de Fafe

09:00 Encontros com “António Mota”

Org. Agrupamento Escolas Prof. Carlos Teixeira

Sala Manoel de Oliveira

10:00 Espetáculo de Abertura

“Os Pequenos Viajantes”

Crianças do Pré-Escolar de Fafe

Praça 25 de Abril

11:00 Dia Mundial do Teatro

Teatro “Episódios da Vida Romântica”

Teatro Sá da Bandeira

Encenação Norberto Barroca

Teatro-Cinema de Fafe

12:00 Literatura à Mesa

Restaurantes de Fafe

14:15 Encontros com “António Mota”

Org. Agrupamento Escolas Prof. Carlos Teixeira

EB S. Jorge

15:00 Abertura do Evento Poesia nas Montras

Org. Núcleo de Artes e Letras de Fafe e Atriumemória

Lojas da Cidade de Fafe

15:00 Dia Mundial do Teatro

Teatro “Episódios da Vida Romântica”

Teatro Sá da Bandeira

Encenação Norberto Barroca

Teatro-Cinema de Fafe

16:00 Oficina de Leitura “O Prazer de Ler” com César Freitas e Rui Festa

Org. Agrupamento de Escolas Montelongo

Biblioteca Centro Educativo Montelongo

DIA 28 – Terça-feira

09:00 Encontros com “António Mota”

Org. Agrupamento Escolas Prof. Carlos Teixeira

EB Regadas e EB Serrinha

10:00 Teatro “Ali Babá e os 40 Ladrões”

Companhia Atrapalharte

Teatro-Cinema de Fafe

10:00 Livros em Viagem

Estação de Autocarros de Fafe

14:00 Teatro “Ali Babá e os 40 Ladrões”

Companhia Atrapalharte

Teatro-Cinema de Fafe

14:15 Encontros com “António Mota”

Org. Agrupamento Escolas Prof. Carlos Teixeira

EB Silvares S. Martinho

21:30 “À Descoberta dos Sentidos” Escola Profissional de Fafe

Praça 25 de Abril

Ao Longo do Dia:

Encontros com a escritora Benedita Stingl

Org. Agrupamento de Escolas Montelongo

Dia 29 – Quarta-feira

08:30 “Leituras Proibidas” com Artur Leite e Inês Jerónimo

Org. Agrupamento de Escolas Montelongo

Auditório da EB 2,3 Montelongo

09:30 Concertos Pedagógicos

Org. Academia de Música José Atalaya

Teatro-Cinema de Fafe

10:00 A Poesia vai à Feira

Praça das Comunidades – Feira Semanal

10:00 “África Minha” - Escritores Africanos

Org. Agrupamento de Escolas de Fafe

Escola Secundária de Fafe

11:00 Concertos Pedagógicos

Org. Academia de Música José Atalaya

Teatro-Cinema de Fafe

14:00 Final do IV Concurso Concelhio de Leitura

Biblioteca Municipal de Fafe

14:00 Concertos Pedagógicos

Org. Academia de Música José Atalaya

Teatro-Cinema de Fafe

15:00 Encontro de Pequenos Grandes Autores (Francisca Mendes e alunos do Agrupamento)

Org. Agrupamento de Escolas Prof. Carlos Teixeira

Escola Prof. Carlos Teixeira

16:00 90 min sobre ... O prazer de Ouvir as Palavras

com Rita Redshoes

Arquivo Municipal de Fafe

18:00 Textos para um Lugar

com José Salgado Leite

21.30 Concerto Rita Redshoes

“Her” Teatro-Cinema de Fafe

Dia 30 – Quinta-feira

09:00 “Maratona da Leitura” - 10 Horas a Ler

Org. Agrupamento de Escolas de Fafe

Escola Secundária de Fafe

09:30 Inácia Cruz – Contadora de Histórias

Org. Agrupamento de Escolas de Fafe

EB Arões S. Romão, EB Monte, EB Cepães, EB Fareja

10:30 “Textos do Mundo”

“Todos os livros são substâncias perigosas, como os medicamentos” - Prof. Doutor Pedro Eiras (FLUP)

Org. Instituto de Estudos Superiores de Fafe

Arquivo Municipal de Fafe

10:30 Teatro em Inglês “Not Romeo and Juliet”

The Bristol School Theatre Company

Teatro-Cinema de Fafe

12:00 Teatro em Inglês

“Not Romeo and Juliet”

The Bristol School Theatre Company

Teatro-Cinema de Fafe

14:00 “Worshop de Escrita Criativa” com Pedro Chagas Freitas

Org. Escola Profissional de Fafe

Escola Profissional de Fafe

21:30 A Vida e Obra de Mário Cláudio – Documentário “Tocata e Fuga” com Mário Cláudio e Jorge Campos

Org. Cineclube de Fafe

Sala Manoel de Oliveira

Dia 31 – Sexta-feira

Ao Longo do Dia:

Encontros com o Ilustrador Rui Castro

Org. Agrupamento de Escolas Montelongo

Concurso de Ortografia

Org. Agrupamentos de EscolasProf. Carlos Teixeira

Final do Quiz de Cultura Geral

Org. Escola Profissional de Fafe

12:00 “O Livro da Minha Vida”

Auditório Municipal de Fafe

21.30 Espetáculo de Encerramento

“O Prazer da Leitura”

Academia de Música José Atalaya

Agrupamentos de Escolas

Escola Profissional de Fafe

Teatro-Cinema de Fafe

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RUI MOREIRA ASSOCIA-SE À CRIAÇÃO DE UMA ROTA CAMILIANA

Famalicão liga-se ao Porto para projetar Camilo Castelo Branco além-fronteiras

O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, associou-se esta quinta-feira, ao presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha e a um conjunto de parceiros culturais para a criação de um projeto de valorização do património do escritor Camilo Castelo Branco enquanto produto de interesse turístico-cultural sem fronteiras.

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O encontro que decorreu no Porto, no dia em que se assinalava o 192.º aniversário do nascimento do escritor iniciou com uma deposição de coroa de flores no túmulo de Camilo Castelo Branco, no cemitério da Irmandade da Lapa.

Tendo como principal objetivo tirar partido da cidade do Porto, enquanto porta de entrada de milhares de turistas, para dar a conhecer Camilo Castelo Branco, a autarquia famalicense pretende criar uma Rota Camiliana, envolvendo um conjunto de instituições. Para além das autarquias de Famalicão e do Porto e da Direção Regional de Cultura do Norte, fazem parte do projeto a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa (onde para além do corpo de Camilo estão guardados inúmeros objetos, manuscritos e correspondência do escritor), o Centro Português de Fotografia (antiga Cadeia da Relação onde Camilo este preso por duas vezes) e a Livraria Lello (Camilo foi o autor que mais obras forneceu para o prelos da Lello & Irmão).

Esta quinta-feira, as várias instituições encontraram-se no Porto para uma jornada cultural por alguns locais da cidade e para uma reunião de trabalho para a criação da Rota Camiliana.

Ainda antes da reunião, Rui Moreira saudava a iniciativa da autarquia famalicense e salientava a ligação incontornável entre Camilo Castelo Branco e a cidade do Porto.

Para Paulo Cunha “Camilo é um escritor que ultrapassa as fronteiras de Famalicão e com um potencial enorme em termos de promoção turística”, adiantando que “não se trata da promoção de um território, de um concelho, mas antes da promoção de um património e de uma época”.

“A quantidade e a qualidade de obras literárias que nos legou é uma verdadeira herança que nos compete promover”, salientou.

Paulo Cunha mostrou-se muito satisfeito com a entusiástica adesão de todos os parceiros culturais a este projeto “apadrinhado pela Direção Regional do Norte”.

Por sua vez, o diretor regional de Cultura do Norte, António Ponte, elogiou o projeto, salientando que “com esta rota estamos a criar um conjunto de entradas para uma única porta que no final nos leva até Camilo Castelo Branco”.

De resto, o responsável desafiou todos parceiros a empenharem-se neste projeto, “num espirito de confiança e compromisso”.

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FAMALICÃO INSTITUI GRANDE PRÉMIO DE CONTO CAMILO CASTELO BRANCO

Abertas candidaturas para Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. Período decorre até 7 de abril. O regulamento está disponível em www.vilanovadefamalicao.org

Estão abertas até 7 de abril, as candidaturas ao Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) e patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. O Prémio destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro em primeira edição no ano de 2016.

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De acordo com o regulamento do prémio disponível no site do município em www.vilanovadefamalicao.org  “de cada livro concorrente, devem ser enviados cinco exemplares para a sede da APE”, destinados aos membros do júri e à biblioteca. Não serão admitidos a concurso livros póstumos, nem de índole infanto-juvenil. O valor pecuniário do prémio é de 7.500 euros.

Instituído em 1991, o galardão distinguiu já escritores como Hélia Correia, Mário de Carvalho, Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho, Miguel Miranda, Luísa Costa Gomes, José Jorge Letria e José Eduardo Agualusa. José Viale Moutinho, António Mega Ferreira, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Jorge Marmelo, Paulo Kellerman, Gonçalo M. Tavares, Ondjaki, Afonso Cruz, A.M. Pires Cabral e Eduardo Palaio foram também distinguidos com o prémio.

ORQUESTRA DE CÂMARA DA GNR REALIZA CONCERTO EM VIZELA

Apresentação do livro Joaquim da Costa Chicória e concerto da Orquestra de Câmara da GNR

A Câmara Municipal de Vizela e a Fundação Jorge Antunes promovem a apresentação do livro Joaquim da Costa Chicória – Vida e Obra – estudo preliminar,  de Joaquim Ribeiro, no próximo dia 18 de março, pelas 16h30 no Auditório Luís Lopes Guimarães.

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A apresentação estará a cargo da Dra. Jenny Jerónimo Silvestre.

Depois da apresentação do livro, seguir-se-á um concerto da Orquestra de Câmara da GNR, onde será interpretada a obra Murmúrios do Vizela, do compositor vizelense Joaquim da Costa Chicória.

O concerto terá a regência do Sargento-chefe Músico Joaquim Ribeiro.

GUIMARÃES HOMENAGEIA RAUL BRANDÃO

LARGO DE DONÃES ETERNIZA AUTOR DE “HÚMUS”

Guimarães homenageia Raul Brandão com jardim no Centro Histórico dedicado ao escritor

Uma semana repleta de eventos convocou a cidade e o concelho. Vimaranenses celebraram vida e obra de um romancista que escolheu Guimarães como sua casa.

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A inauguração do Jardim Rauliano no novo Largo de Donães, onde os canteiros apresentam agora referências a obras de Raul Brandão, com realce para o simbolismo das árvores e da natureza na literatura e vida do autor de “Húmus”, é a homenagem efetuada pela Câmara Municipal de Guimarães ao romancista que viveu em Nespereira e que passa a ter no Centro Histórico a memória da comemoração do 150º aniversário do seu nascimento.

A cerimónia, que contou com leitura de poemas de Herberto Hélder e intervenções musicais por jovens do concelho, decorreu este domingo, 12 de março, no encerramento da primeira edição do Festival Literário de Guimarães, justamente no dia em que Raul Brandão nasceu. «O balanço é muito positivo! Cumpriu-se o objetivo e Raul Brandão saiu à rua, nas escolas, no teatro, em conferências, nas conversas e leituras encenadas, nos desenhos e em fotos», pormenorizou Adelina Paula Pinto, Vereadora do Município de Guimarães.

Ao longo de uma semana, de 08 a 12 de março, o concelho foi palco de várias atividades e espetáculos dedicados à vida e obra de Raul Brandão. Todo o teatro do autor foi apresentado numa festa que envolveu 13 Grupos de Teatro de Amadores do concelho, os finalistas da Licenciatura em Teatro da Universidade do Minho e os alunos das Oficinas do Teatro Oficina, reunindo mais de 150 atores e atrizes. Pela primeira vez, (quase) toda a família teatral de Guimarães esteve com o seu público para conhecer, discutir, representar e ver o teatro completo de Brandão.

«Guimarães conseguiu deitar o Húmus à terra e fez acontecer um festival que ganhou já dimensão no país, com reportagens em todos os jornais e televisões», refere a Vereadora responsável pela coordenação da Biblioteca Municipal Raul Brandão, cujas instalações foram inauguradas há 25 anos. Por aqui passaram conversas com autores e músicos, concursos, lançamentos literários, entre outras atividades, numa programação que abrangeu públicos de todas as idades.

O festival encerrou este domingo com um dia igualmente preenchido. O passeio “Ler a Cidade”, em que o escritor Miguel Real desafiou o público a viajar acompanhado da história da cidade, mostrou a descoberta dos recantos de Guimarães pela voz de um ficcionista apaixonado pela História. De tarde, na Biblioteca, falou-se sobre “Raul Brandão e a Imprensa”, com Nuno Costa Santos, Rui Tavares e Pedro Vieira, realizando-se em seguida a entrega de prémios aos vencedores do concurso “#RBCool” e uma conversa com a fadista Aldina Duarte, fã confessa de “Húmus”, de Raul Brandão.

ESCRITORA MÁRCIA FERNANDES APRESENTA EM MELGAÇO O LIVRO “PAPÁ SIRIRUIA”

Dia 17 de março

Márcia Fernandes apresenta no dia 17 de março ‘Papá Siriruia’, uma obra Infantojuvenil: ‘para as crianças e para as crianças crescidas’, considera a autora. A apresentação decorrerá na Casa da Cultura em dois momentos: durante a manhã, a partir das 09h30, com sessões de leitura para as crianças do 3º e 4º anos do Agrupamento de Escolas de Melgaço, e pelas 21h30, todos estão convidados à apresentação pública e à Oficina de Ilustração com elementos da Natureza.

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Na escola, além da leitura do conto, a autora vai conversar com as crianças, explorando a história e fazer uma pequena atividade intitulada ‘ser adulto também é ser criança?’. Para tal, Márcia Fernandes irá levar para o espaço os elementos necessários e, numa simples folha branca, eles experimentam o poder da imaginação: ‘algo de que eu falarei com eles na sessão: a importância de imaginar, além de lhes falar também da minha experiência com as palavras no percurso escolar.’, refere.

Na Casa da Cultura estará patente uma exposição sobre uma das personagens da história, a Madalena, e será possível visualizar um vídeo que dá vida ao poema escrito no fim do livro ‘Aos adultos, sobre as crianças que são’. Uma noite de convívio e partilha aberta a todos.

Sinopse

Então ser adulto é assim:

Ganhar asas e voar em liberdade?

Está o sol a pôr-se no horizonte

E alguém confiou ao vento o segredo da felicidade

Saber nadar no ar

Madalena quer ouvir mais uma história antes de adormecer.

O papá não está inspirado, mas Madalena fala-lhe de um inseto que só vive um dia, “assim a história é rápida e ainda podemos dormir uma boa noite de sono”, disse-lhe ela. Continuam a conversar e a Madalena pergunta ao papá se ser adulto é ganhar asas e voar em liberdade. É então que surge uma história na cabeça do papá: um inseto que tinha apenas um dia de vida e que estava preocupado: será que o seu filhote ia ser feliz?, é que todos os seus amigos, ao se tornarem adultos, ficaram muito sérios e já não quiseram brincar mais. Como poderia ele lembrar o seu filho da importância da felicidade, do tempo, da infância? E não estava ele próprio a desperdiçar o seu único dia de vida com tanta preocupação? Mas encontra uma solução, porque há por aí alguém que ouve com o coração.

‘Escrevi e ilustrei este conto num espaço de dois anos. Em setembro de 2016, estava num livro pronto a ser folheado. Desde então, tenho visitado escolas para contar a história aos mais pequenos, conversar com eles, explorar as diferentes mensagens da história e experimentar a ilustração que eu usei: folhas, flores, caules e outros elementos da natureza.’, conta Márcia Fernandes.

VIMARANENSES EVOCAM RAU BRANDÃO

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Festival Húmus em Guimarães celebra 150 anos de Raul Brandão até domingo, 12 de março

Conversas com autores e músicos, leituras encenadas, passeios, concursos e lançamentos literários, entre outras atividades, Guimarães será palco da homenagem a Raul Brandão entre hoje e domingo. Festival levará ao concelho programação para todas as idades. Luís Represas encerra primeiro dia.

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Uma semana de eventos em torno do escritor Raul Brandão, por ocasião da comemoração dos 150 anos do autor de Húmus, assinala o primeiro festival literário de Guimarães, promovido pela Câmara Municipal, com início esta terça-feira, 07 de março, dia em que a Biblioteca Municipal Raul Brandão celebra o seu 25º aniversário, motivo pelo qual ali decorre integralmente o primeiro dia de atividades de um certame que se prolonga até domingo, 12 de março. 

A estreia do festival encerra com uma conversa com o músico e compositor Luís Represas, esta terça-feira, às 21:30 horas. Tito Couto será o moderador da iniciativa que abordará a importância dos poetas e da poesia do autor do tema musical “Perdidamente”. Antes, às 15 horas, principia o espetáculo de marionetas “História do Caracol que Descobriu a Importância da Lentidão”, seguindo-se uma hora depois uma conversa com o jornalista radiofónico Fernando Correia, na rubrica “A Voz que Vem até Vós”, com moderação de Hélder Gomes. O dia começou, entretanto, com um jogo infantil e com o lançamento do livro “De Dia Podo Árvores, À Noite Sonho”, de João Manuel Ribeiro.

Esta quarta-feira, 08 de março, principia com duas visitas de autores a duas escolas. Às 09:45 horas, Anabela Dias estará na EB 2,3 de Briteiros e Marta Madureira visita a EB 2,3 de Abação a partir das 14 horas. Neste horário, principia também a intervenção urbana no espaço público “Raul Brandão, Passo a Passo”. Nos pontos de maior circulação pedonal, com recurso a “stencils”, serão pintadas frases literárias. Às 21 horas, no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor, a cantautora Rita Redshoes fala sobre o processo de escrita e composição das músicas que fazem parte do seu reportório. Uma hora depois, no mesmo local, tem início o Teatro da Alma, uma peça de dor e de sonho.

Na quinta-feira, 09 de março, há nova visita de autor a uma escola, desta vez com Adélia Carvalho na EB 2,3 Moreira de Cónegos, a partir das 10:15 horas. De tarde, às 15, na Sociedade Martins Sarmento, é apresentado o livro “O Senhor da Casa do Alto”. Logo depois, às 15:15 horas, em Nespereira, na EB1 de Arrau, decorre a sessão especial “Raul Brandão, Terra e Mar”. A iniciativa, que terá a presença da poveira Manuela Costa Ribeiro, programadora do Festival Correntes d’Escritas, abordará a importância da atividade piscatória e a sua ligação à obra do romancista, seguindo-se a plantação de uma árvore em homenagem a Raul Brandão. Às 21 horas, tem início a sessão solene comemorativa do aniversário da Sociedade Martins Sarmento, onde se inclui “Um Sonho Adiado”, leituras encenadas a partir de diálogos inéditos do espólio.

Com início às 15 horas, a tarde de sexta-feira, 10 de março, será preenchida com a iniciativa “Raul Brandão Vem à Rua”. Elementos de associações vimaranenses, que apresentarão espetáculos baseados na obra de Raul Brandão durante o fim de semana, vão antecipar e promover o trabalho em vários pontos da cidade, fazendo leituras encenadas de excertos. À mesma hora, na EB1 de Arrau, é apresentado o livro “O Senhor da Casa do Alto” e às 18 horas, também em Nespereira, João Manuel Ribeiro dá a conhecer o livro infantil “De Dia Podo Árvores, À Noite Sonho”. O dia termina no Centro Cultural Vila Flor, com a sessão de abertura do festival agendada para as 21 horas. Francisco José Viegas estará à conversa com Abraão Vicente, ministro da Cultura de Cabo Verde, e o escritor e juiz jubilado Álvaro Laborinho Lúcio. Às 22 horas, no Pequeno Auditório, principia “O Maior Castigo (1902)”, a partir de relatos da peça perdida.

Jardim Rauliano no Largo de Donães

No sábado, 11 de março, a Sociedade Martins Sarmento recebe, a partir das 10 horas, o colóquio “O Sonho em Marcha”, com vários conferencistas e, de tarde, o CCVF volta a ser o ponto de encontro para Raul Brandão. Às 15 horas, o Grande Auditório recebe a peça “O Gebo e a Sombra (1923)” e no Café Concerto, às 16:30 horas, decorre “A Pedra Ainda Espera Dar Flor”, a partir das Crónicas de Teatro (1895-1929). No Pequeno Auditório, às 18 horas, tem início “O Doido e a Morte (1923)”, enquanto à noite, a partir das 22 horas, de novo no Grande Auditório, é exibida a performance “Jesus Cristo em Lisboa (1927)”.

Ainda no sábado, às 18 horas, na Sociedade Martins Sarmento, são lançados os livros “Memórias” e “Húmus”. O dia termina na Biblioteca Municipal Raul Brandão, com uma mesa redonda onde participam Fernando Pinto do Amaral e Inês Pedrosa, com moderação de Pedro Vieira. A partir das 21:30 horas, tem início a sessão pública subordinada ao tema “O que ficou de Raul Brandão na Literatura Contemporânea”. Às 22:30 horas, também na Biblioteca, decorrerá “Poemas no Quarto Escuro”. Apelando ao poder da palavra e potenciando esse poder pela via sensorial, Alexandra Gonçalves, Catarina Wallenstein, Kalaf Epalanga e Renato Filipe Cardoso concebem um espetáculo partindo do princípio que as luzes estão apagadas, lendo textos de Raul Brandão e poemas de vários autores.  

 O festival encerra no domingo, 12 de março, no dia em que o dramaturgo completaria 150 anos. Às 10 horas, começa o passeio “Ler a Cidade”, atividade em que o escritor Miguel Real desafia o público a viajar acompanhado da história da cidade onde decorre o “Húmus”, num passeio à descoberta dos recantos de Guimarães pela voz de um ficcionista apaixonado pela História. Às 11 horas, no Largo de Donães, é inaugurado o Jardim Rauliano, com leitura de poema de Herberto Hélder e intervenções musicais por jovens do concelho. Às 15 horas, na Biblioteca, fala-se sobre “Raul Brandão e a Imprensa”, com Nuno Costa Santos, Rui Tavares e Pedro Vieira. Uma hora depois, realiza-se a entrega de prémios aos vencedores do concurso “#RBCool” e, às 17 horas, há uma conversa com a fadista Aldina Duarte, fã confessa de “Húmus”, de Raul Brandão.

Às 15 horas, no Grande Auditório do CCVF, começa “A Noite de Natal (1899)” e, às 16:30 horas”, no espelho de água e jardins do Centro Cultural decorrem as performances “Eu Sou um Homem de Bem (1927)” e “O Rei Imaginário (1923)”. Às 18 horas, tem início “O Avejão (1929)” no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor e, a partir das 21:45 horas, há sessão de cinema “O Gebo e a Sombra”, no Grande Auditório. A sessão de encerramento do festival decorrerá às 18 horas, na Biblioteca Municipal Raul Brandão, com Francisco José Viegas, comissário do evento, Adelina Paula Pinto, Vereadora da Câmara Municipal, e Domingos Bragança, Presidente do Município de Guimarães.

LUÍS PAULO RODRIGUES APRESSENTA EM FAMALICÃO “COMUNICAÇÃO – RISCOSS E OPORTUNIDADES”

Sessão pública sábado, 4 de março, pelas 16h00, na Livraria Bertrand de Vila Nova de Famalicão

O consultor de informação Luís Paulo Rodrigues apresenta no próximo sábado, 4 de março, pelas 16h00, na Livraria Bertrand de Vila Nova de Famalicão, o livro da sua autoria, “Comunicação – Riscos e Oportunidades”, em cerimónia que contará com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. A sessão contará ainda com as presenças do editor Paulo Faustino, do investigador e docente da Universidade do Porto, Vasco Ribeiro, e da professora Luciana Pinto.

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Editada pela editora “Média XXI”, “este é um livro sobre comunicação e jornalismo, mas também sobre marketing, relações públicas, publicidade e até economia e gestão empresarial”, refere o autor na introdução da obra. A nova comunicação em ambiente digital, o modo como as empresas e marcas estão a mudar o seu funcionamento em função dos novos tempos e as consequências das mudanças tecnológicas que estão em curso ao nível da informação são alguns dos temas tratados por Luís Paulo Rodrigues ao longo das 160 páginas do livro.

Natural de Vila Nova de Famalicão, Luís Paulo Rodrigues tem um extenso percurso profissional ligado ao jornalismo e à comunicação. Entre 1985 e 2000 foi jornalista em vários órgãos de comunicação social, nomeadamente o “Jornal de Famalicão, o “Cidade Hoje”, o “Opinião Pública”, o “Público”, a “Gazeta dos Desportos” e o “Comércio do Porto”.  Entre 2001 e 2012 foi  diretor de comunicação do Município de Vila Nova de Famalicão. Nos últimos anos, como consultor de comunicação, fundou a “LPR COMUNICAÇÃO”, desenvolvendo soluções de comunicação para empresas, pessoas e instituições, em Portugal e no Brasil.

BIBLIOTECA DE VIZELA APRESENTA "O LOBO QUE TINHA MEDO DA SUA SOMBRA"

Sábados na biblioteca

‘O Lobo que Tinha Medo da Sua Sombra’, de Orianne Lallemand e Éléonor Thuillier

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 4 de março, às 15.30h, a atividade  ‘O Lobo que Tinha Medo da Sua Sombra’ de Orianne Lallemand e Éléonor Thuillier.

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Após a história e porque se aproxima o dia da Queima das Velhas, embarcamos numa oficina de construção de velhas. Pedimos que tragam os paus para o interior e o resto nós fornecemos.

Esta oficina é gratuita tem inscrição obrigatória devido à limitação da lugares da sala. Inscrições por telefone até sexta-feira, às 17h00.

De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

conto + oficina de construção de Velhas

‘O Lobo que Tinha Medo da Sua Sombra’ de Orianne Lallemand e Éléonor Thuillier

4 de março, 15h30

Neste livro, o nosso Lobo tem medo de tudo, até mesmo da sua sombra! A família decide que ele tem de se aventurar, por isso, apesar de contrariado, ele faz-se à estrada. Será que pelo caminho vai perder os medos e encontrar amigos que o aceitem?

Atividade gratuita para crianças e pais. 

Galeria Sábados na biblioteca:

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ROMANCE "PARA LÁ DE BAGDAD" FOI APRESENTADO EM PONTE DE LIMA

“Para lá de Bagdad” apresentado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

O último romance histórico de Alberto S. Santos – “Para lá de Bagdad” – foi apresentado no passado sábado, 18 de fevereiro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Trata-se da quarta obra literária do autor penafidelense que regressa ao Oriente para narrar uma história centrada na viagem de um emissário do Califa de Bagdad – Ahmad ibn Fadlan – a uma zona desconhecida do centro e norte do continente euro-asiático em pleno século X. Um livro que desbrava as diferenças culturais das civilizações descritas – com particular enfoque para a tensão emergente entre o conhecimento e a religião no mundo islâmico – e que permite compreender as transformações ideológicas em curso, através do olhar do protagonista, que no regresso da sua jornada, encontra uma Bagdad em mutação, uma cidade onde os livros são queimados e os sábios perseguidos num total desfasamento em relação ao anterior sistema vigente de valoração da sabedoria enquanto força propulsora do progresso social.

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A obra – cujo tema de sustentação nasceu da referência de uma nota de rodapé a um manuscrito árabe da Idade Média – possibilita o encontro do leitor com uma cultura ancestral, ainda hoje tão deslumbrante quanto desconhecida, e ajuda-o a perceber as especificidades de um tempo, que não sendo o seu, proporciona um melhor entendimento da época presente e do percurso evolutivo das civilizações ao longo da história. Um exercício exigente de recolha informativa e de escrita, que se estendeu por cerca de três anos, e que beneficiou – além da leitura possível de fontes primárias e do estudo de documentos vários, entre os quais ensaios académicos – do contributo de especialistas das áreas tratadas de molde a construir uma narrativa verosímil em acontecimentos, em descrições geográficas e em aspetos culturais, históricos, religiosos e linguísticos.

Depois do sucesso granjeado com as obras “A escrava de Córdova” (2008), “A profecia de Istambul” (2010) e “O segredo de Compostela” (2013), Alberto S. Santos volta a apostar numa escrita atrativa e escorreita e em histórias menos conhecidas do público para evitar “repetir coisas sobre as quais os outros já escreveram”. O resultado é um livro que, pela dosagem certa de aventura, exotismo e suspense, promete prender o leitor da primeira à última página.

A sessão de apresentação de “Para lá de Bagdad” contou com a presença do Eng.º Vasco Ferraz, vereador com a Pelouro da Juventude do Município de Ponte de Lima.

Sobre o autor:

Natural de Paço de Sousa, Penafiel – concelho onde nasce a 6 de março de 1967 – Alberto Fernando da Silva Santos é licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. Presidente do município penafidelense durante 12 anos, exerce atualmente as funções de Presidente da Assembleia Municipal da cidade, cargo que concilia com a escrita e a advocacia.

Autor de sucesso, apaixonado por livros e pela investigação histórica, Alberto S. Santos tenciona manter a senda dos romances históricos, muito embora tenha um conto publicado numa coletânea de contos lusófonos – “Roça Língua” (2014) – e diversos outros inéditos.

Ambiciona um dia poder viver exclusivamente da criação literária. Até lá continuará a procurar compatibilizar a escassez de tempo com a vontade criativa.

ESCRITOR ANTÓNIO MOTA CONVERSA COM OS FAMAALICENSES

Escritor António Mota no próximo “Um Livro, Um Filme”

O escritor português António Mota é o convidado da próxima sessão de “Um Livro, Um Filme”, que decorre no próximo dia 3 de março, sexta-feira, no Centro de Estudos Camilianos, em Seide São Miguel, em Vila Nova de Famalicão.

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Para exibir e comentar, o convidado escolheu o filme “A 25.ª Hora”, um drama de guerra produzido em 1967, pelo realizador Henri Verneuil.

Nascido em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, refira-se que António Mota publicou o seu primeiro livro em 1979, intitulado “A Aldeia das Flores”, e não mais parou de escrever, tendo-se dedicado essencialmente à literatura infantojuvenil. É neste âmbito, aliás, que tem atualmente mais de 80 obras publicadas. Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria “Livro Ilustrado” (2004), para “Se eu fosse muito magrinho” (com ilustrações de André Letria).

Recorde-se que a iniciativa “Um Livro, Um Filme” decorre desde 2006 e conta todos os meses com a presença de uma figura da cultura e das artes para apresentar um filme, preferencialmente baseado numa obra literária. A iniciativa é de entrada livre.

ESCRITOR FRANCISCO JOSÉ VIEGAS CONVERSA AMANHÃ COM OS VIMARANENSES

ESTA SEGUNDA-FEIRA, APÓS APRESENTAR “FESTIVAL HÚMUS”

Francisco José Viegas em Guimarães na edição de fevereiro da iniciativa “Escritor no Concelho”

Autor vai estar à conversa com os vimaranenses, depois da apresentação pública do Festival Húmus. Em ano simbólico, Biblioteca Raul Brandão continua a receber nomes da literatura nacional.

O escritor Francisco José Viegas é o convidado de fevereiro para estar à conversa com Pedro Vieira, na Biblioteca Municipal Raul Brandão, esta segunda-feira, dia 20, às 18 horas, na edição deste mês da iniciativa “Escritor no Concelho”, inserida no âmbito das comemorações dos 150 anos do Nascimento de Raul Brandão, que a Câmara Municipal de Guimarães está a promover.

Professor, jornalista e editor, Francisco José Viegas, que nasceu em 1962, é responsável pela revista LER e foi também diretor da revista Grande Reportagem e da Casa Fernando Pessoa. De junho de 2011 a outubro de 2012 exerceu o cargo de Secretário de Estado da Cultura do XIX Governo Constitucional. Colaborou em vários jornais e revistas e foi autor de vários programas na rádio (Antena Um) e televisão (Livro Aberto, Escrita em Dia, Ler para Crer, Primeira Página, Avenida Brasil, Prazeres, Um Café no Majestic, Nada de Cultura).

Da sua obra destacam-se livros de poesia (Metade da Vida, O Puro e o Impuro, Se Me Comovesse o Amor) e os romances Regresso por um Rio, Crime em Ponta Delgada, Morte no Estádio, As Duas Águas do Mar, Um Céu Demasiado Azul, Um Crime na Exposição, Um Crime Capital, Lourenço Marques, Longe de Manaus (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, 2005), O Mar em Casablanca e O Colecionador de Erva. Em 2015, publicou A Dieta Ideal e, já este ano, foi publicada uma coletânea de histórias sobre o inspetor Jaime Ramos – A Poeira que Cai sobre a Terra e outras histórias de Jaime Ramos.

MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA APRESENTA “PARA LÁ DE BAGDAD” DE ALBERTO SANTOS

O Município de Ponte de Lima promove o lançamento do quarto romance de Alberto S. Santos – “Para lá de Bagdad” – no próximo dia 18 de fevereiro, pelas 15h00, no Auditório da Biblioteca Municipal (BM). Depois do sucesso granjeado com as obras “A escrava de Córdova” (2008), “A profecia de Istambul” (2010) e “O segredo de Compostela” (2013) – títulos disponíveis na Sala de Adultos da BM – o autor regressa ao Oriente para narrar uma história centrada na viagem de um emissário do Califa de Bagdad – Ahmad ibn Fadlan – a uma zona desconhecida do centro e norte do continente euro-asiático em pleno século X. Um trajeto que conduzirá o leitor por destinos e perigos diversos e que lhe permitirá acompanhar os medos e as inquietações do protagonista, conhecer as especificidades de uma civilização ainda hoje tão deslumbrante quanto desconhecida e refletir acerca de um momento crucial do mundo islâmico assente na valorização progressiva da religião sobre a ciência e o conhecimento.

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O novo romance de pendor histórico - cujo tema de sustentação nasceu da referência de uma nota de rodapé a um manuscrito árabe da Idade Média - exigiu a Alberto S. Santos um tempo de investigação e de conceção de cerca de três anos. O resultado é um livro que, alicerçado no rigor informativo e na qualidade de escrita a que o autor nos habituou em anteriores produções literárias, promete - pela dosagem certa de aventura, exotismo e suspense - prender o leitor da primeira à última página.

Celebre a Literatura em Língua Portuguesa e venha viajar “Para lá de Bagdad”.

Sobre o autor:

Natural de Paço de Sousa, Penafiel – concelho onde nasce a 6 de março de 1967 - Alberto Fernando da Silva Santos é licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. Presidente do município penafidelense durante 12 anos, exerce atualmente as funções de Presidente da Assembleia Municipal da cidade, cargo que concilia com a escrita e a advocacia.

Autor de sucesso, apaixonado por livros e pela investigação histórica, Alberto S. Santos tenciona manter a senda dos romances históricos, muito embora tenha um conto publicado numa coletânea de contos lusófonos – “Roça Língua” (2014) – e diversos outros inéditos.

Ambiciona um dia poder viver exclusivamente da criação literária. Até lá continuará a procurar compatibilizar a escassez de tempo com a vontade criativa.

MONÇÃO: “FIGURA DE JOÃO VERDE TERÁ MAIS ESCALA E VISIBILIDADE NOS PRÓXIMOS ANOS”

Apresentado no passado sábado, no Cine Teatro João Verde, volume dois de “Prosas e Alguns Versos de João Verde”, recolha e compilação de textos de Fernando Prego, é um contributo importante para que a obra do autor de Ares da Raya fique mais completa e a nossa terra, Monção, mais enriquecida. Paulo Esteves referiu que a presente publicação é “uma achega importante ao universo de João Verde” que “ajuda a compreender melhor a versatilidade literária e dimensão poética e humanista do poeta maior das letras monçanenses”.

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A publicação “Prosas e Alguns Versos de João Verde II”, fruto da recolha e compilação de textos de João Verde por parte de Fernando Prego, foi apresentada no passado sábado, 11 de fevereiro, no Cine Teatro João Verde perante um público bastante interessado e interventivo que compareceu em número significativo.

Nesta sessão, englobada nos 150 anos de nascimento do poeta monçanense, realizou-se ainda a conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, da autoria de Artur Anselmo, presidente da Academia das Ciências de Lisboa. Palestra esclarecedora e elucidativa sobre o papel e influência de João Verde na literatura galaico-minhota.

Na abertura, o Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves, referiu que a presente publicação é “uma achega importante ao universo de João Verde” que “ajuda a compreender melhor a versatilidade literária e dimensão poética e humanista do nosso ilustre conterrâneo”, contribuindo para que “ a obra do autor de Ares da Raya fique mais completa e a nossa terra, Monção, mais rica”.

Seguiram-se algumas novidades: “É nossa intenção dar mais escala à figura de João Verde. Há muito a fazer. Em quantidade e em qualidade. Vamos reforçar aquilo que já temos e avançar com outras iniciativas dinamizadoras e inovadoras. Temos algumas ideias que estamos a amadurecer para transformar em projeto e, numa fase posterior, numa realidade palpável”.

A propósito, deixou “um compromisso firme e sério que João Verde terá uma maior visibilidade nos próximos anos” e agradeceu o trabalho de Fernando Prego, dizendo: “Monção fica-lhe reconhecido pelas horas de pesquisa e investigação, pelo tempo precioso que tirou à família e pela homenagem prestada a João Verde. Obrigado por nos facultar a oportunidade de ficarmos mais esclarecidos sobre a figura e a obra de João Verde”.

Valorizar universo literário de João Verde

A presença de público serviu como um incentivo extra para Fernando Prego que, bastante satisfeito com a afluência de pessoas, sublinhou as motivações que estiveram na origem desta publicação. Primeira: trazer à tona crónicas até agora desconhecidas. Segunda: juntá-las num volume para disponibilizar ao público interessado. Terceira: valorizar o brilhante universo literário de João Verde.

Um trabalho que Fernando Prego promete continuar a fazer ou, como diz, socorrendo-se de Saramago, ”vida havendo e saúde não faltando”, para que seja possível disponibilizar o precioso legado do poeta maior das letras monçanenses. “O tempo há de chegar”, acrescenta, desta vez, “bebendo” as palavras de Saavedra, amigo de João Verde.

E enquanto aguardamos por mais, o que podemos esperar deste volume? Na resposta, Fernando Prego referiu que há muito que ler e assimilar porque, adiantou, João Verde aborda nas suas crónicas temas variados e sempre atuais, “amparando-se”, para isso, nos diferentes pseudónimos que utilizou nos seus textos, umas vezes acutilantes, outras vezes ternurentos.  

Obra literária multifacetada e universal

Na conferência “O que a Galiza mai-lo Minho devem a João Verde”, Artur Anselmo sublinhou o amor à terra e a vontade de aproximação à Galiza por parte de João Verde, enaltecendo a obra multifacetada do poeta monçanense com palavras de apreço, arrebatamento e admiração.

Fica uma amostra: “….a vida tranquila de uma vila de província e dos seus habitantes desliza agilmente nas suas crónicas, muitas vezes, sobressaltadas por excesso de lirismo, deslumbramento perante a paisagem, grande emoção quando escreve sobre as romarias e enorme candura quando aborda tradições e um passado grandioso que existe na sua sensibilidade de poeta e coração monçanense”.

Na apresentação da obra, Henrique Barreto Nunes, antigo diretor da Biblioteca Pública de Braga, enalteceu a sensibilidade universal e criatividade do poeta, realçando a forma mordaz, assertiva e brejeira na hora de escrever. Destacou a sua obra literária, em poesia e prosa, como uma referência obrigatória no contexto literário da região transfronteiriça.

Contrariamente ao primeiro volume, que “guarda” apenas crónicas inseridas no jornal “O Regional”, este segundo volume apresenta textos e poemas que João Verde assinou em outros periódicos e revistas (O Alto Minho, Independente, Branco e Negro, Almanaque Vianense) através dos pseudónimos Marcos de Portela, Brás Inácio, Fernão Menino, Rip e João Seco.  

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PONTE DE LIMA CONTA HISTÓRIAS (EN)CANTADAS

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima promove Histórias (En)Cantadas

A Biblioteca Municipal de Ponte de Lima deu início, pelo segundo ano consecutivo, ao projeto Histórias (En)Cantadas, dinamizando, durante todo o mês de janeiro, atividades para as crianças do Jardim de Infância  de Cepões, de Brandara, de Sandiães, de Rebordões de Souto, de Arcozelo e para os Centros Educativos de Refoios, do Trovela, das Lagoas e da EB1 de Rebordões de Souto.

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Nestas sessões foram trabalhadas várias histórias da autoria de Daniel Marques Ferreira, foi apresentada a música da “A Barata diz que tem…” e um jogo de associação entre gestos e imagens, que deram origem a momentos de grande animação e contribuíram para a construção de novas aprendizagens.

Trata-se de um projeto direcionada para crianças do pré-escolar até ao 2.º ciclo do ensino básico que permite às crianças ouvir uma história cantada, promovendo, desta forma, o gosto pelos livros, pela leitura e pela música, tornando-se uma experiência rica e abrangente.

O objetivo deste projeto é apresentar atividades que envolvam obras de literatura infantil e músicas de forma a criar-se múltiplas possibilidades de se contar, recontar e cantar variadas histórias.

PONTE DE LIMA APRESENTA "PARA LÁ DE BAGDAD"

Município de Ponte de Lima apresenta “Para lá de Bagdad” de Alberto Santos

O Município de Ponte de Lima promove o lançamento do quarto romance de Alberto S. Santos – “Para lá de Bagdad” – no próximo dia 18 de fevereiro, pelas 15h00, no Auditório da Biblioteca Municipal (BM). Depois do sucesso granjeado com as obras “A escrava de Córdova” (2008), “A profecia de Istambul” (2010) e “O segredo de Compostela” (2013) – títulos disponíveis na Sala de Adultos da BM – o autor regressa ao Oriente para narrar uma história centrada na viagem de um emissário do Califa de Bagdad – Ahmad ibn Fadlan – a uma zona desconhecida do centro e norte do continente euro-asiático em pleno século X. Um trajeto que conduzirá o leitor por destinos e perigos diversos e que lhe permitirá acompanhar os medos e as inquietações do protagonista, conhecer as especificidades de uma civilização ainda hoje tão deslumbrante quanto desconhecida e refletir acerca de um momento crucial do mundo islâmico assente na valorização progressiva da religião sobre a ciência e o conhecimento.

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O novo romance de pendor histórico - cujo tema de sustentação nasceu da referência de uma nota de rodapé a um manuscrito árabe da Idade Média - exigiu a Alberto S. Santos um tempo de investigação e de conceção de cerca de três anos. O resultado é um livro que, alicerçado no rigor informativo e na qualidade de escrita a que o autor nos habituou em anteriores produções literárias, promete - pela dosagem certa de aventura, exotismo e suspense - prender o leitor da primeira à última página.

Celebre a Literatura em Língua Portuguesa e venha viajar “Para lá de Bagdad”.

Sobre o autor:

Natural de Paço de Sousa, Penafiel – concelho onde nasce a 6 de março de 1967 - Alberto Fernando da Silva Santos é licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. Presidente do município penafidelense durante 12 anos, exerce atualmente as funções de Presidente da Assembleia Municipal da cidade, cargo que concilia com a escrita e a advocacia.

Autor de sucesso, apaixonado por livros e pela investigação histórica, Alberto S. Santos tenciona manter a senda dos romances históricos, muito embora tenha um conto publicado numa coletânea de contos lusófonos – “Roça Língua” (2014) – e diversos outros inéditos.

Ambiciona um dia poder viver exclusivamente da criação literária. Até lá continuará a procurar compatibilizar a escassez de tempo com a vontade criativa.

PÓVOA DE LANHOSO EVOCA ESCRITOR ANTÓNIO CELESTINO

Mesa Redonda: "Falando de um Homem que fez da Vida um ato poético"

No dia 18 de fevereiro, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento de António Celestino

A Mesa Redonda "Falando de um Homem que fez da Vida um ato poético" é uma das propostas de fevereiro no âmbito das comemorações do centenário do nascimento do escritor Povoense, António Celestino.

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“Com esta iniciativa pretendemos dar a conhecer aos Povoenses quem era António Celestino descrito por amigos de convivência pessoal. E, desta forma, vamos descobrir particularidades de alguém que se destacou na poesia de Língua Portuguesa”, refere o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Esta Mesa Redonda, com moderação de José Abílio Coelho, está marcada para o dia 18 de fevereiro, pelas 16h30, no auditório do Centro Interpretativo Maria da Fonte.

Serão oradores João Pacheco, que irá falar sobre “O meu Sá de Miranda”; Jorge Cruz, abordando o tema “António Celestino: o amante das artes que contava histórias”; e Alberto Oliveira sobre “António Celestino na intimidade”. A entrada é livre.

António Celestino nasceu na vila da Póvoa e cresceu na freguesia de S. João de Rei. Aos 22 anos emigrou para o Brasil onde, começando pela posição mais básica no funcionalismo bancário, conquistou posição de grande relevo. Contudo, será na poesia, no conto, na crítica de arte, na direção de instituições e na amizade que se tornará figura de destaque. Fez da sua vida uma dádiva e pelas amizades cultivadas, dentre as quais se destacou a que manteve com Jorge Amado durante décadas, levou aos quatro cantos do mundo o topónimo Póvoa de Lanhoso. Autor de vários livros, amigo de prémios Nobel, duas vezes comendador pelo governo português, membro da Academia de Letras da Bahia, António Celestino (1917-2013) foi, sobretudo, um Povoense de enorme coração.

O município da Póvoa de Lanhoso honra-se de comemorar este ano de 2017 o centenário do seu nascimento.

Ainda em fevereiro, a Biblioteca Municipal – Casa da Botica apresenta a exposição “As paixões de Celestino”.

PONTE DE LIMA REALIZA CONCURSO LITERÁRIO

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima promove Concurso “Carta à Rainha D. Teresa” dedicado a António Feijó

No ano em que se assinala o primeiro centenário da morte do poeta-diplomata António Feijó (1917-2017), o Município de Ponte de Lima consagra a edição do Concurso “Carta à Rainha D. Teresa” a uma das figuras cimeiras da cultura local. Sob o lema “Dar a conhecer Feijó”, a competição inserida no âmbito do programa comemorativo do 4 de março – Dia de Ponte de Lima - pretende estimular o gosto pela escrita criativa, despertar o interesse pelo legado literário ponte-limense e promover a valorização do importante património imaterial da região.

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Os participantes no concurso - dirigido a alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos - deverão redigir uma carta à Rainha D. Teresa - responsável pela outorga do foral à vila em 1125 – com o propósito de realçar o fundamental legado do autor de “Sol de Inverno”, através da evocação em linguagem acessível da sua vida e obra. Os concorrentes poderão privilegiar um dos livros de António Feijó ou simplesmente recontar de forma original a vida do célebre poeta.

A divulgação dos vencedores do Concurso “Carta à Rainha D. Teresa”, que decorre de 1 a 27 de fevereiro de 2017, está prevista para o dia 6 de março, realizando-se a cerimónia de entrega dos galardões nas bibliotecas escolares de cada aluno premiado.

De ressalvar que todas as cartas recebidas no âmbito da competição serão expostas na Sala Infanto-Juvenil da BMPL, merecendo as vencedoras publicação online nos diferentes meios de comunicação do Município de Ponte de Lima.

O regulamento do concurso encontra-se disponível para consulta na página oficial da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL).

VIZELA PROMOVE LITERATURA

Sábados na biblioteca

‘A Grande Fábrica das Palavras’, de Agnés Lestrade

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No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 4 de fevereiro, às 15.30h, a atividade  ‘A Grande Fábrica das Palavras’, de Agnés Lestrade.

De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

conto + oficina de beijinhos de côco

‘A Grande Fábrica das Palavras’, de Agnés Lestrade

4 de fevereiro, 15h30

Existe um país onde as pessoas quase não falam. Neste estranho país é preciso comprar e engolir as palavras para pronunciá-las. O peque no Filipe precisa das palavras certas para abrir o seu coração à bela Sara. Mas como fazer? O que ele lhe quer dizer custa uma fortuna ….

Atividade gratuita para famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

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GUIMARÃES HOMENAGEIA RAUL BRANDÃO

EVENTO NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA, 31 DE JANEIRO

Guimarães celebra 150 anos do nascimento de Raul Brandão com música de “Capicua”

Escolas Martins Sarmento e Francisco de Holanda recebem iniciativa “Da Rua para o Papel”. Festival Literário “Húmus” continua, agora com performances musicais.

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Ana Matos Fernandes, artista que dá vida ao projeto “Capicua”, estará em Guimarães na próxima terça-feira, 31 de janeiro, às 10 horas, na Escola Secundária Martins Sarmento, e às 15:10 horas, na Escola Secundária Francisco de Holanda, no âmbito da atividade “Da Rua para o Papel”, integrada no programa de comemoração dos 150 anos do nascimento de Raul Brandão, cuja efeméride está a ser assinalada pela Câmara Municipal de Guimarães com a realização de um diversificado conjunto de iniciativas que fazem parte do Festival Literário de Guimarães - Húmus.

A artista portuense que apresenta “Capicua” cresceu a gostar de rimas e de palavras ditas ao contrário. Com 15 anos, descobriu o Hip Hop, primeiro pelos desenhos nas paredes, depois pelas rimas em cassetes, até chegar aos microfones. Algures entre a escola e a universidade, do Porto para Lisboa, estuda sociologia e faz um doutoramento em Barcelona.

Edita dois EPs em grupo (“Syzygy” em 2006 e “Mau Feitio” em 2007), até estar pronta para a primeira aventura solitária em 2008, com a aclamada mixtape “Capicua goes Preemo”. Seguem-se inúmeras colaborações em diversas compilações e mixtapes de alguns dos mais conceituados DJs e produtores de Hip Hop nacionais. Em 2012, edita o seu primeiro álbum em nome próprio, com selo Optimus Discos e consegue atingir novos públicos, surpreender a crítica e ganhar destaque nas mais prestigiadas listas de melhores discos do ano.

Segue-se nova mixtape, desta vez com beats de Kanye West (“Capicua goes West”, 2013), que prepara terreno para um segundo LP, “Sereia Louca”, editado em 2014 pela Norte Sul. Este trabalho precipita uma longa lista de concertos pelos principais palcos e festivais do país, faz crescer um público cada vez mais diverso, consolida e aprofunda o respeito dos pares e da crítica, confirmando o lugar de Capicua como um dos maiores talentos da nova música portuguesa e uma das mais incontornáveis artistas da sua geração.

Para celebrar o trabalho realizado, chega “Medusa” (Norte Sul, 2015), um disco de remisturas com dois temas originais, em que marcam presença alguns dos mais estimulantes projetos de Hip Hop e da atual música urbana de raiz eletrónica. Em 2016, edita “Mão Verde”, um disco/livro de música para crianças, em parceria com Pedro Geraldes (Linda Martini), iniciando uma numa nova tour de concertos para um novo público, com uma clara motivação ecologista.

Cronista da revista “Visão” desde 2015 e conhecida pela sua escrita emotiva e politicamente engajada, pela espontaneidade e por uma clara atitude feminista, conta já com uma longa lista de colaborações, conferências, projetos sociais e workshops, sempre em torno da palavra e da música.

JOSÉ CARLOS PEIXOTO É O VENCEDOR DO PRÉMIO MANUEL MONTEIRO

“Memórias do Couto de Tibães” é a obra distinguida

O Município de Braga anuncia hoje, 18 de Janeiro, dia do aniversário do falecimento de Manuel Monteiro, o vencedor do Prémio de História Local, que pretende honrar a memória deste ilustre escritor, arqueólogo, etnólogo, magistrado, diplomata e crítico de arte bracarense.

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O bracarense José Carlos Gonçalves Peixoto, com a obra “Memórias do Couto de Tibães”, é o galardoado com a primeira edição deste prémio que nasceu com o propósito de “fomentar o interesse dos investigadores pela história de Braga”.

O júri, constituído por Maria do Carmo Franco Ribeiro, Miguel Sopas Bandeira e Armando Malheiro da Silva, deliberou ainda nomear três menções honrosas para os trabalhos “A vivência da Morte e a Salvação da Alma na Braga Setecentista” de Norberto Ferraz, “Entre a Clausura e o século: O recolhimento de Santo António do Campo da Vinha sob a administração da Misericórdia de Braga (séculos XVII-XVIII)” de Manuela Machado e à obra “Os focos que nos desunem” da autoria conjunta de Joaquim Martins e José Soares.

Recorde-se que o valor deste prémio é de 2.500 euros, ao qual acresce a publicação da obra vencedora. Por sua vez, os trabalhos distinguidos com menção honrosa terão reservada a possibilidade de publicação na Revista Bracara Augusta.

A I edição deste prémio bienal, que contou com treze trabalhos a concurso, destinou-se a cidadãos de nacionalidade portuguesa, maiores de idade, residentes ou não na área do Município de Braga. As temáticas a apresentar deveriam ser de teor historiográfico relativos a Braga – a nível administrativo, antropológico, patrimonial, político, económico, cultural, artístico, religioso ou outros.

A cerimónia de entrega do Prémio Manuel Monteiro decorrerá numa sessão pública agendada para 28 de Março, Dia dos Centros Históricos.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS VISITA COMUNIDADE PORTUGUESA EM LONDRES

No passado domingo (15 de janeiro), o escritor e historiador minhoto Daniel Bastos, cujo percurso literário tem sido alicerçado junto das comunidades portuguesas, visitou a comunidade portuguesa em Londres.

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De passagem pela capital inglesa, o investigador da nova geração de historiadores portugueses aproveitou a ocasião para conhecer a região de Little Portugal no sul de Londres, especialmente ao redor de Stockwell, uma região que começou a acolher portugueses nas décadas de 1960 e 1970 e onde viverão atualmente cerca de 27 mil portugueses.

Durante a sua visita Daniel Bastos, atualmente professor de História no Colégio João Paulo II em Braga, contactou com empresários, dirigentes associativos e emigrantes que vivem nesta região que concentra a maior comunidade lusitana do Reino Unido, e onde os portugueses recriaram o seu país de origem, com as suas associações, cafés, mercearias e restaurantes.

 

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O historiador Daniel Bastos (esq.) acompanhado do empresário Fernando Marques, proprietário do restaurante “A Toca”, um dos mais conhecidos restaurantes portugueses em Londres

 

O escritor e historiador português, que nos últimos anos tem realizado várias sessões de apresentação de livros de sua autoria ligados à história e emigração portuguesa, junto das comunidades lusófonas em França, Bélgica, Luxemburgo, Suíça, Brasil e Canadá, constatou in loco o dinamismo e visibilidade da comunidade lusitana em Londres, projetando bases de futuras parcerias culturais com a maior comunidade portuguesa do Reino Unido.

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PEDRO CHAGAS FREITAS REGRESSA À BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MONÇÃO

Em janeiro do ano passado, autor de “Prometo Falhar” deslocou-se a Monção para um encontro com os leitores locais. Esta sexta-feira, 20 de janeiro, regressa à nossa terra para apresentar “Prometo Perder”. Fica o convite. Com uma certeza: Quem falhar, vai perder.

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“Prometo perder. Porque só quem ama corre o risco de perder; os outros correm apenas o risco de continuar perdidos. Prometo perder. Porque só quem nunca amou nunca perdeu” Pedro Chagas Freitas

Pedro Chagas Freitas, um dos mais populares autores portugueses, reencontra-se com os leitores monçanenses no dia 20 de janeiro, sexta-feira, pelas 21h30,para apresentar o seu último livro “Prometo Perder”. O encontro realiza-se no auditório da Biblioteca Municipal de Monção.

Em “Prometo Perder”, um romance para quem viveu ou sonha viver uma grande paixão, Pedro Chagas Freitas propõe uma viagem intimista e desconcertante ao interior da emoção, percorrendo um caminho que vai da saudade ao desejo, da rebeldia à submissão, da dor ao amor. Promete que nada ficará por tocar. E convida: deixe-se sentir.

Na sinopse, lê-se: “Prometo perder. Prometo por vezes fraquejar, por vezes cair, por vezes ser incapaz de ganhar. Nem sempre conseguirei superar, nem sempre conseguirei ultrapassar. Nem sempre poderei ser capaz de ir tão longe como tu me pedes, de te dar exatamente o que merecias que te desse. O que desesperadamente te quero dar. Nem sempre conseguirei sorrir, também.

Prometo perder. Prometo ainda manter-me vivo depois de cada derrota, resistir ao peso insustentável de cada impossibilidade. Há de haver momentos em que sem querer te magoarei, momentos em que sem querer tocarei no lado errado da ferida. Mas o que nunca vai acontecer é desistir só porque perdi, parar só porque é mais fácil, ceder só porque dói construir.

Pedro Chagas Freitas, habitual na lista dos autores mais vendidos no nosso país, escreve romances, novelas, contos, crónicas, guiões, letras de música e textos publicitários. Publicou mais de duas dezenas de livros e orienta sessões de escrita criativa por todo o país.

Estudou linguística e criou jogos didáticos para estimular a produção escrita. Gosta de gatos, de cães e de pessoas. Não gosta de eufemismos e de bacalhau assado. Tem mais de 1 milhão de seguidores na sua página de Facebook. E promete perder. Porque, escreve, só quem nunca amou nunca perdeu.

ESCRITOR MÁRIO CLÁUDIO CONVERSA COM OS VIMARANENSES

DIA 19 JANEIRO, ÀS 18 HORAS

Mário Cláudio é o “Escritor no Concelho” no mês de janeiro em Guimarães

Vencedor do “Prémio Pessoa”, em 2004, estará à conversa com vimaranenses. Nomes da literatura nacional visitam Biblioteca Municipal em ano de aniversário simbólico de Raul Brandão.

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O escritor Mário Cláudio é o convidado do primeiro mês de 2017 para estar à conversa com Tito Couto, na Biblioteca Municipal Raul Brandão, no próximo dia 19 de janeiro, às 18 horas, na edição deste mês da iniciativa “Escritor no Concelho”, inserida nas comemorações dos 150 anos do Nascimento de Raul Brandão, que a Câmara Municipal de Guimarães está a promover.

Ficcionista, poeta, dramaturgo e ensaísta, Mário Cláudio é formado em Direito pela Universidade de Coimbra, diplomado com o curso de Bibliotecário-Arquivista, da Faculdade de Letras da mesma universidade, e Master of Arts em Biblioteconomia e Ciências Documentais, pela Universidade de Londres.

Galardoado com o “Prémio Pessoa” em 2004, o seu trabalho tem recebido várias distinções, entre elas, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, o prémio de ficção do P.E.N. Clube e os prémios Eça de Queirós, Vergílio Ferreira e Fernando Namora.

Em 2014, venceu o Grande Prémio de Romance APE/DGLAB pela obra “Retrato de Rapaz”. Foi a segunda vez que Mário Cláudio recebeu este galardão (Amadeo foi vencedor em 1984), uma das principais distinções atribuídas a uma obra e raramente entregue duas vezes ao mesmo autor.

MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA APRESENTA “DE CORPO PRESENTE” DE ANTÓNIO MELO

A mais recente produção literária de António Melo – “De corpo presente” – vai ser apresentada no próximo dia 21 de janeiro, pelas 15h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Trata-se do quarto livro de poesia do autor que, segundo Orlando Ferreira Barros – prefaciador da obra -, “acentua as linhas inspiradoras visíveis” em títulos anteriores, caso de “Poemas ocultos”.

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Uma compilação de mais de uma centena de textos, na sua maioria curtos e contidos, que espelha a inquietação do poeta em relação a si e ao mundo que observa e o desconcerta, mas que permite e estimula a meditação em torno da palavra escrita, perpetuando-a. Morte, amor, memórias, saudade, evocação de figuras consagradas da literatura nacional são alguns dos temas que atravessam a última proposta poética de António Melo e que seguramente não quererá perder.

Venha celebrar a poesia em português e compareça no lançamento da obra “De corpo presente”, de António Melo.

Natural de Lourosa, Santa Maria da Feira - cidade onde nasce em 1968 -, António da Silva Melo conclui os estudos no Liceu de Santa Maria de Lamas e, em 1982, começa a exercer a profissão de cabeleireiro, atividade a que se dedica durante 14 anos. Em 2001, transfere-se para a histórica vila de Ponte de Lima e descobre a sua paixão pela escrita e, em particular, pela poesia. A colaboração numa coletânea de textos, em 2012, marca a estreia literária de António Melo que, dois anos mais tarde, edita a sua primeira obra poética, “Esboços”. Seguem-se os títulos “Profundus”, em 2015, e “Poemas Ocultos”, em 2016.

Apreciador de música clássica, de cinema português e de livros, António Melo tem como principais referências literárias António Lobo Antunes, José Cardoso Pires, Miguel Torga, Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner Andresen e David Mourão-Ferreira.

António da Silva Melo é Assistente Auxiliar num Centro de Idosos.

VIZELA PROMOVE LITERATURA INFANTIL

Sábados na biblioteca: ‘A formiga horripilante’, de Liz Pichon

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 7 de janeiro, às 15.30h, a atividade  “A formiga horripilante”, de Liz Pichon.

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De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca:

História + oficina de animais fantásticos

‘A formiga horripilante’, de Liz Pichon

7 de janeiro, 15h30

Era uma vez uma formiga horripilante, que era muito mas mesmo muito feia. Não havia bicharoco que não fosse feio mas ela era de longe a mais feia de todos. Queres saber como continua a história? Esperamos por ti no 1º sábado de janeiro.

Atividade gratuita para famílias.

Galeria Sábados na biblioteca:

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PONTE DE LIMA RECEBE "LUFADA DE AR FRESCO"

Inovação e criatividade marcam lançamento de “Lufada de ar fresco”

O livro “Lufada de ar fresco” – título de estreia da dupla limiana, André Amorim e Ricardo Correia – foi lançado no passado sábado, 17 de dezembro, no Auditório Municipal de Ponte de Lima. Uma sessão marcada por apontamentos originais e humorísticos, trazidos pelos jovens autores nos vídeos de sustentação teórica do projeto e de apresentação dos seus criadores, que arrancaram algumas gargalhadas à audiência.

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Com origem no blogue Projet’AR – espaço destinado ao registo de crónicas e de sátiras sobre temas da atualidade nacional – a obra “Lufada de ar fresco” conserva o mesmo estilo da escrita online e mantém a sua missão de origem: proporcionar a reflexão livre em torno de diversos assuntos de relevância informativa, não sendo pretensão dos autores funcionarem como “opinion makers”.

André Amorim e Ricardo Correia estão conscientes de que a passagem de blogue a livro resultou da sorte de a Chiado Editora ter manifestado interesse no projeto – oportunidade que valorizam e que pretendem transformar em estímulo para que outros jovens sejam igualmente empreendedores, criativos e ousados. Para os autores - que mereceram o elogio do Dr. Paulo Barreiro de Sousa, vereador da Educação da Câmara Municipal de Ponte de Lima, presente no evento - todas as pessoas têm potencialidades que devem aproveitar para fazer do mundo um lugar melhor.

Depois de “Lufada de ar fresco”, que congrega um total de 50 textos – entre crónicas e sátiras sociais -, André Amorim e Ricardo Correia querem avançar com novas ideias, tendo já dois projetos em cogitação que preferiram não revelar. Até lá ocupar-se-ão das exigentes ações de divulgação do livro, que segundo os autores, cumpre a premissa pessoana: “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”. Efetivamente Deus quis, os autores sonharam e a “Lufada de ar fresco” nasceu.

Sobre os autores:

Natural da freguesia de Poiares, Ponte de Lima, André Amorim, 23 anos, é licenciado em Enfermagem pela Escola Superior de Saúde de Viana do Castelo. Trabalha como enfermeiro na Unidade de Cuidados Continuados do Centro Paroquial de Darque.

Natural da freguesia de Sá, Ponte de Lima, Ricardo Correia, 21 anos, é estudante do 3.º ano de Enfermagem na Escola Superior de Saúde de Viana do Castelo. Pertence à Hinoportuna, Tuna Académica do Instituo Politécnico de Viana do Castelo.

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA RECORDA VITORINO NEMÉSIO

No mês do 115.º aniversário de nascimento do poeta, ficcionista, ensaísta e cronista, Vitorino Nemésio, a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) coloca à disposição de utilizadores e visitantes dois painéis biográficos com os principais momentos da vida e obra do autor de “Mau tempo no canal”.

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Trata-se de uma pequena mostra de tributo - patente na Sala de Adultos da BMPL de 19 de dezembro de 2016 a 19 de janeiro de 2017 - que apresenta também uma seleção de obras de Nemésio para consulta, leitura presencial e/ou empréstimo domiciliário.

Venha recordar um dos maiores vultos da Literatura e da Cultura portuguesas do século XX e visite-nos.

PONTE DE LIMA APRESENTA OBRA SOBRE LUÍS DE CAMÕES

Até que o amor me mate” apresentado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

Um olhar por detrás da figura de Camões poeta é o exercício proposto por Maria João Lopo de Carvalho na sua mais recente criação literária – “Até que o amor me mate: as mulheres de Camões” – apresentada na passada quarta-feira, 7 de dezembro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Trata-se do terceiro romance histórico da autora, que retrata os amores e desamores do imortal escritor de “Os Lusíadas” – epopeia maior da literatura nacional – pela voz de sete figuras femininas – D. Violante, condessa de Linhares; D. Catarina de Ataíde; D. Francisca de Aragão; Dinamene, a moça macaense; Bárbara, a escrava; Ana de Sá, madrasta do poeta; e Inês de Sousa – com quem Luís Vaz de Camões se terá relacionado ao longo dos seus 55 anos de vida.

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Um intenso trabalho de investigação, que se estendeu por cerca de quatro anos, e que levou a autora a esmiuçar toda a bibliografia existente acerca do poeta e a explorar os mesmos caminhos que Camões percorreu. Munida de uma pequena mala, onde acomodou “Os Lusíadas”, Maria João Lopo de Carvalho aventurou-se numa viagem de dois meses – de 25 de outubro a 25 de dezembro de 2015 – à descoberta de locais como Mombaça, Ormuz, Goa, Damão, Taprobana (Sri Lanka), foz do rio Mekong – onde o poeta terá salvo a epopeia marítima – e Macau, destinos camonianos que lhe permitiram captar os rostos das pessoas, as paisagens, os monumentos, os cheiros e os sabores.

O resultado surge magistralmente vertido nas 518 páginas do novo romance de Maria João Lopo de Carvalho, que pretende servir de estímulo para que os mais novos voltem a Camões, o encarem de forma distinta – para lá do plano curricular – e sintam um enorme orgulho em pertencer ao país de origem daquele que é justa e unanimemente considerado a figura cimeira da língua e da literatura portuguesas.

O livro “Até que o amor me mate: as mulheres de Camões” encontra-se disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CAMINHA ACOLHE O LANÇAMENTO DO LIVRO “O SENHOR NUNCA E O SENHOR JAMAIS”, DE FRANCISCO DUARTE MANGAS

A sessão terá lugar pelas 17H00, e contará com a presença do autor e da ilustradora

A Biblioteca Municipal de Caminha vai acolher no próximo sábado, dia 17 de dezembro, o lançamento de mais um livro para a infância, desta feita, o livro “O senhor Nunca e o senhor Jamais”, de Francisco Duarte Mangas, ilustrado por Maria João Castro. A sessão terá lugar pelas 17H00, e contará com a presença do autor e da ilustradora.

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Depois do lançamento “Lexy, o menino vegano”, da ancorense Bárbara Magalhães, a Biblioteca Municipal de Caminha acolhe o lançamento de mais um livro para a infância. “O senhor Nunca e o senhor Jamais” é o novo livro de Francisco Duarte Mangas, com a chancela das Edições Afrontamento. Francisco Duarte Mangas é autor de mais de duas dezenas de livros nos domínios da ficção, poesia e literatura infantojuvenil. Para os mais pequenos escreveu, entre outras obras, O Gato Karl, O Ladrão de Palavras, O Noitibó a Gralha e Outros Bichos, A Menina e Sílvio, Guardador de Ventos. Não é a primeira vez que o autor está no concelho de Caminha. Em março de 2014, por ocasião da Semana da Leitura, Francisco Duarte Mangas esteve em Caminha, e contactou com os alunos do agrupamento de escolas.

A ilustradora Maria João Castro é uma “cara” conhecida aqui no concelho de Caminha. Estudou na Escola Superior de Belas Artes, onde se formou em artes plásticas – pintura. Durante alguns anos trabalhou como atriz no Teatro de Marionetas do Porto e na atualidade é professora de Desenho e desenvolve regularmente projetos ligados à pintura e ao desenho. Reside no concelho de Caminha, em Seixas, e exerce no presente a sua atividade docente em Ponte de Lima, depois de ter lecionado alguns anos no agrupamento de escolas do nosso concelho.

Na sinopse deste livro lê-se: “O senhor Nunca e o senhor Jamais nem parecem irmãos. Há́ sempre qualquer coisa a dividi-los. É uma vida de amuos e muito triste anda a mãe. Se pudesse, a senhora Em Tempo Algum mudaria o nome dos filhos: chamaria Jamais ao mais velho, Nunca ao mais novo. Poderá́ algum dia ser feliz esta família de palavras?”

Recorda-se que a Nova Biblioteca Municipal de Caminha abriu portas no último verão, cuja inauguração contou com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa. A construção deste equipamento traduz-se num importante contributo para o aumento, diversificação e enriquecimento da oferta cultural no concelho, e para a qualificação do Centro Histórico da Vila de Caminha.Trata-se de uma obra estruturante que custou 907.374,73 € + IVA. Foi comparticipada em 85% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

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BANDA DESENHADA SOBRE A HISTÓRIA DE ARCOS DE VALDEVEZ OFERECIDA PELA CÂMARA ÀS CRIANÇAS DO 1º CICLO

Durante as Festas de Natal 2016 que decorrerão de 14 a 16 de Dezembro, o Município de Arcos de Valdevez oferecerá a todas as crianças do 1º Ciclo do Ensino Básico do concelho um exemplar do livro em banda desenhada “Histórias de Valdevez”, da autoria de José Ruy.

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A banda desenhada faz duas viagens no tempo até dois momentos referenciais no passado de Arcos de Valdevez: O Recontro de Valdevez (século XII) e a entrega do Foral (século XVI). Ocorrido em 1141, o Recontro de Valdevez opôs os exércitos de Afonso Henriques aos de seu primo Afonso VII de Leão e Castela, sendo que a vitória dos portugueses permitiu ao futuro rei de Portugal alicerçar a sua vontade independentista, pelo que este episódio histórico é um dos momentos principais e fundadores da nacionalidade, baseando assim a frase símbolo do concelho: “Arcos de Valdevez- Onde Portugal se Fez”. Por seu lado, a outorga do Foral a Valdevez em 1515 marca um outro momento importantes na história do concelho, consolidando o território e definindo bases para a modernização da administração e da autonomia concelhia.

A obra, publicada pela Âncora Editora, foi financiada pelo Município arcuense, tendo resultado de um trabalho conjunto, e de investigação, de técnicos da edilidade e do ilustrador José Ruy, um dos mais importantes e influentes ilustradores portugueses, que nos seus 86 anos aceitou este desafio da edilidade arcuense, resultando num volume fascinante sobre a história e a identidade deste concelho.

Esta publicação surge no âmbito das Comemorações dos 500 anos do Foral de Valdevez, desenvolvidas em 2015 e 2016. Através deste percurso no tempo, os mais jovens ficam em contacto com a identidade coletiva e o passado do concelho, reforçando o orgulho das várias gerações de arcuenses, os que cá habitam e os da diáspora, unindo todos em torno da construção do futuro de Arcos de Valdevez.

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ESCRITORA MARIA AREAL APRESENTA CONTO DE NATAL EM CERVEIRA

Autarquia cerveirense apoia lançamento de oitavo livro de Maria José Carvalho Areal

“Carro Vermelho” assume-se como um conto de todos os Natais e para todas as idades. Publicado pela Chiado Editora, o lançamento deste livro da autoria da Profª Maria José Carvalho Areal está agendado para o próximo domingo,11 de dezembro, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira.

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O Município de Vila Nova de Cerveira associou-se, desde a primeira hora, a este lançamento, não só por se tratar de uma escritora muito querida para o concelho, pela entrega e dedicação aos jovens e idosos em torno da leitura, mas porque a temática do conto se enquadra nos objetivos pedagógicos e na quadra de magia natalícia que se avizinha.

‘Carro Vermelho’ é umconto/novela para todas as idades “que desliza pelo tempo de se fazer maior na mensagem, arrastando inquestionavelmente essa forma provocatória de remexer e agitar o mais íntimo de cada um de nós”. Levantando um pouco a ponta do véu, a autora realça que a história se desenrola em torno de uma criança chamada João, de um homem comum, e de duas personagens femininas, a Matilde e a Joana. Cada um, com a sua personalidade e modo de ver e viver a vidamas, por causa de um carro vermelho, tudo pode acontecer.

A autora não é, no entanto, estreante no mundo das letras, tendo já editadas sete publicações. As três primeiras obras publicadas versaram a sua veia poética, com ‘Pedaços de Mim’ (1999), ‘À Deriva’ (2004) e ‘Sabor a sal e a mel’ (2006). Em 2009/2010, foi coordenadora e coautora dos Vol. I e II de histórias de vida intitulado‘Pedaços de Memórias – Itinerários no Tempo e no Espaço’. Revelando uma transversalidade de temas e conteúdos, Maria José Carvalho Areal edita, em 2015, mais um livro de poesia, o ‘Há dias que não sei de mim e outros que pouco de mim sei’ (2015), e duas obras de contos, ‘Na Eira dos Pardais’ (2013) e ‘Rendas do meu decote’ (2016).

A sua mais recente obra, ‘Carro Vermelho’, é lançada, este domingo, às 15h00, na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira, com apresentação pela Dr.ª. Isabel Lima.

“LEXY, O MENINO VEGANO” DA ANCORENSE BÁRBARA MAGALHÃES VAI SER APRESENTADO EM VILA PRAIA DE ÂNCORA E CAMINHA

Da parte da manhã a autora estará na Ludoteca Vila Praia de Âncora e, da parte da tarde, na Biblioteca Municipal de Caminha

A apresentação do livro infantil “Lexy, o menino vegano”, da ancorense Bárbara Magalhães, vai ser um dos destaques no concelho no próximo fim de semana. Estamos perante a primeira obra sobre veganismo para o público infantil, em Portugal.  O livro ilustrado por Tânia Bailão Lopes vai ser apresentado pela prof. Isabel Lima Martins no sábado, dia 10 de dezembro, pelas 10h30, na Ludoteca Vila Praia de Âncora e, pelas 15h30, na Biblioteca Municipal de Caminha.

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Bárbara Magalhães, natural de Vila Praia de Âncora, formada em Psicologia, desde jovem evidenciou preocupações profundas quanto ao abandono e maus tratos de animais, prática de touradas e outras manifestações, resultando daqui uma adesão à alimentação vegetariana e, posteriormente, à adoção de um estilo de vida vegano. Este pressupõe uma forma de viver que exclui, tanto quanto possível, produtos/práticas em que animais são usados ou explorados de alguma forma.

O livro “Lexy, o menino vegano” sobre o veganismo é “um livro para crianças, que os adultos podem (e devem) espreitar”. A autora encontrou a inspiração para escrever este livro na sua experiência pessoal como vegana e mãe de um menino vegano. O objetivo é ajudar os mais pequenos (e também os pais) a entender que não há nada de errado ou solitário neste caminho, que é saudável, ético e ecológico.

Na verdade, a autora pretende normalizar um assunto que deixou de ser prática de uma minoria e que é hoje a realidade de milhões de pessoas em todo o mundo. Assim, através de ilustrações maravilhosas e rimas simples e divertidas, ela mostra-nos como é possível seguir um caminho, em que o respeito se expande e abrange, da mesma forma, animais humanos e não-humanos.

A autora convida “Vamos acompanhar o Lexy numa viagem pelo mundo do veganismo, de A a Z”.

LIVRO “AÇÔR, O CÃO DE VENTURA TERRA”, DE GISELA SILVA VAI SER APRESENTADO EM CAMINHA NO DIA 8 DE DEZEMBRO

Iniciativa está integrada nas comemorações dos 150 anos do nascimento de Miguel Ventura Terra que o município está a promover até julho de 2017

A Câmara Municipal de Caminha vai apresentar o livro “Açôr, o Cão de Ventura Terra”, de Gisela Silva, no dia 8 de dezembro, pelas 16 horas, na Biblioteca Municipal de Caminha. Esta iniciativa está integrada nas comemorações dos 150 anos do nascimento de Miguel Ventura Terra, que o Município está a promover até julho de 2017.

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Miguel Ventura Terra foi um ilustre arquiteto, autor de muitas obras emblemáticas, como por exemplo a Assembleia da República, o Teatro Politeama, o Santuário de Santa Luzia, a Maternidade Alfredo da Costa, o Liceu Camões, o Liceu Pedro Nunes, a Sinagoga de Lisboa e o edifício do Banco Totta&Açores também em Lisboa.

O Município está assim a divulgar a importância desta personalidade natural de Seixas durante um ano. As comemorações tiveram inicio a 14 de julho com a inauguração do Monumento Comemorativo dos 150 anos do Nascimento do Arquiteto Miguel Ventura Terra, no largo de São Bento em Seixas e com a inauguração da exposição móvel “Miguel Ventura Terra (1866 – 1919)”, que visou dar a conhecer o trabalho notável levado a cabo pelo arquiteto seixense. No dia 8 de dezembro, decorrerá mais uma iniciativa, apresentação livro “Açôr – o Cão de Ventura Terra”, de Gisela Silva.

O lançamento do livro vai ainda ser marcado por um momento musical a cargo da Academia de Musica Fernandes Fão, intervenções do presidente da Câmara Municipal de Caminha, Miguel Alves e do presidente da Junta de Freguesia de Seixas, Rui Ramalhosa; comunicações de Alda Terra “As origens de Ventura terra” e da arquiteta Lurdes Carreira “Ventura Terra, arquiteto plural” e termina com a apresentação do livro propriamente dita pela autora, Gisela Silva.

Na sinopse do livro pode ler-se: “O livro Açôr, o Cão de Ventura Terra narra-nos a vida de um dos mais importantes arquitetos portugueses de sempre: Ventura Terra. Neste livro, dirigido a um público juvenil, e seguindo uma técnica invulgar, a Autora optou por escolher como narrador um animal: o cão de Ventura Terra, um cão que o Arquiteto tinha como um dos seus maiores amigos. Assim, por intermédio deste cão, de nome Açor, ficamos a conhecer a biografia e a intimidade de um homem que marcou o seu tempo e a arquitetura portuguesa”.

A autora descreve o livro como: “(…) Açôr, o Cão de Ventura Terra é a história de um jovem apaixonado pela descoberta, que sempre pediu que o deixassem experimentar para aprender e poder concretizar os seus objetivos, demonstrando o seu talento e fascínio pela arquitetura. É também a história de um homem fielmente acompanhado pelo seu cão, que lhe concedeu a vida e sentiu a dor indiscutível da sua morte. (…) Açôr, o Cão de Ventura Terra é ainda a intenção de recriar de forma singela, alguns momentos da sociedade dos finais do século XIX e inícios do XX, chamando-se ao palco da ficcionalidade situações e personagens reais, bem como espaços familiares e sociais ainda existentes.”

ESCRITORA MARIA JOÃO LOPO DE CARVALHO APRESENTA EM PONTE DE LIMA NOVO ROMANCE HISTÓRICO

Novo romance histórico de Maria João Lopo de Carvalho vai ser apresentado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima vai promover o lançamento do terceiro romance histórico de Maria João Lopo de Carvalho – “Até que o amor me mate: as mulheres de Camões” - no próximo dia 07 de dezembro, pelas 18h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima.

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Depois das obras Marquesa de Alorna (2011) e Padeira de Aljubarrota (2013), a autora lisboeta volta a apostar neste género literário, debruçando-se agora nos amores e desamores do imortal poeta, Luís Vaz de Camões. Pela voz de sete figuras femininas que terão marcado a vida e a obra do autor de “Os Lusíadas” – epopeia maior da literatura nacional – Maria João Lopo de Carvalho desvenda alguns detalhes pouco conhecidos da biografia de Camões. Combinando ficção com um exigente trabalho de pesquisa, a escritora apresenta-nos Ana de Sá (madrasta do poeta), D. Violante de Andrade, D. Catarina de Ataíde, D. Francisca de Aragão, Bárbara, Dinamene e Inês de Sousa - um leque de personalidades oriundas de diferentes estratos da sociedade portuguesa com quem Luís Vaz de Camões se terá relacionado ao longo dos seus 55 anos de vida.

Venha conhecer o novo romance de Maria João Lopo de Carvalho que retrata um dos nomes mais proeminentes da literatura em língua portuguesa.

Entrada gratuita.

Sobre a obra: http://www.leyaonline.com/pt/livros/romance/ate-que-o-amor-me-mate/

Sobre a autora: http://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=1229

MARATONA DE ESPECTÁCULOS NA FESTA DA GENTE MIÚDA, EM PONTE DE LIMA

2 a 4 de Dezembro – Expolima – Ponte de Lima

Na noite de hoje, sexta-feira, 2 de Dezembro, tem início o que podemos designar por uma autêntica maratona de espectáculos de alto nível na Festa da Gente Miúda, em Ponte de Lima, cabendo à Companhia Peripécia Teatro, de Vila Real, fazer as honras de abertura com o belíssimo espectáculo A Cores, às 21h00, com entradas gratuitas.

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No sábado, 3 de Dezembro, também com entradas gratuitas, abrem-se as portas para a apresentação de quatro espectáculos, os quais certamente divertirão miúdos e graúdos: às 11h00, o Grupo de Teatros dos Pequenos Actores do Lima, de Ponte de Lima, apresentam O Hospital dos Brinquedos; a partir das 15h00, entra em cena a Companhia de Teatro O Teatrão, de Coimbra com o Espectáculo Há Tempo Para Tudo; por sua vez, o Grupo de Teatro de Amadores Duplaface Companhia das Artes, também de Ponte de Lima, subirá ao palco do recinto da Festa da Gente Miúda às 17h00 com o espectáculo Pai Natal, Onde Estás?; e, para finalizar o dia, ainda no sábado, com início às 21h00, de Lousada chega-nos a Companhia Jangada Teatro com o espectáculo musical com marionetas Pedro e o Lobo.

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No domingo, 4 de Dezembro, haverá mais. Os que não tiverem oportunidade de apreciar a Companhia O Teatrão no sábado, têm a oportunidade de assistir à segunda sessão do espectáculo Há Tempo Para Tudo agendada para a manhã de domingo, às 11h30, de igual forma, com entradas gratuitas.

À tarde, com entradas pagas, ao preço simbólico de 2,00€, será apresentado, em duas sessões, às 15h30 e às 17h30, o musical Alice no País das Maravilhas, pela Companhia Rituais dell Arte, de Lisboa. Os bilhetes para este espectáculo encontram-se à venda no Teatro Diogo Bernardes e nos locais habituais.

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Uma maratona de oito espectáculos dirigidos a todos os públicos que não irá deixar os espectadores indiferentes, a par da muita e variada programação paralela, ateliês, divertimentos e autêntica Festa da Gente Miúda, este ano enriquecida com a Feira Infantil, a decorrer no espaço do Restaurante Panorâmico da Expolima.

Traga os seus filhos e venha divertir-se em família na Festa da Gente Miúda em Ponte de Lima.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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BIBLIOTECA DE VIZELA PREPARA FÉRIAS PARA AS CRIANÇAS

‘Férias em cheio 2016’ na Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes

A Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove um programa para as férias de Natal, dedicado ao público infantil.

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As atividades são gratuitas e a inscrição deve ser feita até dois dias antes da realização da atividade.

Férias em Cheio

19 a 30 de dezembro, 10.00h / 14.30h

Ocupação criativa das férias escolares para crianças dos 6 aos 12 anos.

Jogos de natal

Desenho e mímica

Jogos de grupo

Grandes pintores

Histórias de Natal

Brincadeiras de recreio e muita diversão…

Atividades gratuitas.

Inscrição prévia obrigatória em:

https://www.facebook.com/fundacaojorgeantunes

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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE VIZELA PROMOVE SESSÕES PARA AS CRIANÇAS

Sábados na biblioteca

“Feliz Natal lobo mau” de Clara Cunha

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 3 de dezembro, às 15.30h, a atividade  “Feliz Natal lobo mau” de Clara Cunha.

Neste dia também irá realizar-se uma Oficina de Cupcake design de Natal, com duas sessões: uma às 16h00 e outra às 16h30.

De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

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Sábados na biblioteca:

História + oficina de pop-up

“Feliz Natal lobo mau”, de Clara Cunha.

3 dezembro, 15h30

Esta é a história do Lobo Mau que na noite de Natal andava à procura d o Capuchinho Vermelho, mas não o encontrou. Queres vir dar uma ajuda? Esperamos por ti na biblioteca. No final da história vamos construir um pop-up de Natal.

Atividade gratuita para famílias.

Oficina de Cupcake design de Natal

3 dezembro, 2 sessões: 16h00 e 16h30.

Limite de 10 crianças por sessão.

Inscrições limitadas e obrigatórias.

Preço 2,5€ - Inscrição com pagamento

Público: crianças 6 aos 12 e pais.

Galeria Sábados na biblioteca:

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FAHRENHEIT 451, DE RAY BRADBURY – TEATROMOSCA ATUA EM PONTE DE LIMA

25 de Novembro – 21h30 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

O Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta mais um clássico da literatura norte-americana, num espectáculo de teatro que subirá ao palco na próxima sexta-feira, 25 de Novembro, às 21h30 pela companhia teatromosca.

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Trata-se de “Fahrenheit 451”, uma peça que resulta da adaptação do célebre romance de ficção científica de Ray Bradbury. A encenação é de Pedro Alves e a interpretação de Filipe Araújo e Rute Lizardo. Estreado em França, em Novembro do ano passado, o espectáculo tem como personagem principal um bombeiro cujo trabalho consiste em queimar livros para fazer respeitar a lei que proíbe os cidadãos de ler. Até ao dia em que conhece uma rapariga de 16 anos que o incentiva a pensar por si mesmo, algo que acabará por desencadear uma perseguição do governo. Na sociedade descrita em “Fahrenheit 451” as pessoas já não pensam por si mesmas e enfrentam, sem darem conta, um governo opressivo que as controla através do consumo compulsivo de comprimidos e de televisão.

Com esta peça, o teatromosca encerra uma trilogia norte-americana através da qual a companhia se propôs investigar e reflectir sobre a fundação dos EUA, a sua supremacia cultural e económica no século XX e o fracasso desta sociedade e do seu modelo, acabando também por questionar a actual civilização ocidental. Antes de “Fahrenheit 451”, o grupo da zona de Sintra encenou “Moby Dick” (2013) e “O Som e a Fúria” (2014), este último apresentado recentemente no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima. O romance que lhe dá origem, considerado o melhor de Ray Bradbury, segue o raciocínio de obras como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley ou “1984”, de George Orwell, que têm como elo comum uma sociedade oprimida e esvaziada de pensamento próprio.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto|Ray Bradbury

Adaptação e direcção artística|Pedro Alves

Tradução (para francês)|Thomas Resendes

Interpretação|Filipe Araújo e Rute Lizardo

Colaboração artística|Patrice Douchet (Théâtre de la Tête Noire)

Criação musical e sonoplastia|Bruno Béu

Assistência de direcção|Mário Trigo e Maria Carneiro

Cenografia|Pedro Silva

Design gráfico|Alex Gozblau

Direcção técnica|Carlos Arroja

Vídeo|Ricardo Reis

Fotografia|Catarina Lobo

Produção|teatromosca

Coprodução|Embaixada dos EUA, Arte Institute (NY), Festival Internacional de Teatro do Alentejo e Théâtre de la Tête Noire (Orléans)

Apoios|Câmara Municipal de Sintra, 5àSEC e Junta de Freguesia de Agualva – Mira Sintra

Maiores de 12 anos

Os bilhetes encontram-se à venda no Teatro Diogo Bernardes (2,00€) e todas as informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.

PONTE DE LIMA RECORDA FLORBELA ESPANCA

Florbela Espanca relembrada no Cinema História de dezembro. na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

No mês em que se soleniza o 86.º aniversário da morte de Florbela Espanca (1930-2016), o Cinema História recorda uma das personalidades mais marcantes da Literatura Portuguesa da primeira metade do século XX.

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A mulher escritora que desafiou o conservadorismo da época e empreendeu lutas constantes para se afirmar na esfera pessoal, social e profissional surge retratada no filme “Florbela”, de Vicente Alves do Ó, que a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) disponibiliza a partir de 2 de dezembro. Com Dalila Carmo no principal papel, a longa-metragem de inspiração biográfica, centra-se no período compreendido entre o terceiro casamento da poetisa, o prematuro falecimento do irmão e o suicídio da escritora na madrugada do seu 36.º aniversário.

Como habitualmente, a BMPL coloca à disposição dos utilizadores um livreto com a biografia de Florbela Espanca para complemento informativo e factual do filme.

O Cinema História – rubrica de pendor lúdico-didático dinamizada pelo Município de Ponte de Lima, através da BMPL – já evocou nomes como Martinho Lutero, Humberto Delgado, Anne Frank, Salgueiro Maia, Nelson Mandela e Amália Rodrigues, entre outras personalidades cujos legados merecem ser rememorados.

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS APRESENTA LIVRO DE FERNANDO CASTRO E SOUSA

Apresentação do livro “Murmúrios do Olhar”, de Fernando Castro e Sousa, editado pelo Centro de Estudos Regionais

No próximo dia 26 de Novembro (sábado), a Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 17.00 horas, acolhe o lançamento do livro “Murmúrios do Olhar”, de Fernando Castro e Sousa.

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A apresentação estará a cargo do Professor Doutor Salvato Trigo. “Murmúrios do Olhar” é um livro de poesia, editado pelo Centro de Estudos Regionais, composto por 84 páginas, com prefácio de Flora Silva e arranjo gráfico de Rui Carvalho, que inaugura a coleção CER Ramos/Poesia.

Fernando Castro e Sousa é um autor, radicado em Viana do Castelo, que publicou os livros de poesia “Enquanto Respiro” (1985), “Memória da Água” (1988, com 2ª. edição em 1990) e “A Sedução do Pólen” (2014, com 2ª. edição em 2015).

Fundou e dirigiu a revista "Edévia", da Escola Desportiva de Viana. Organizou o Concurso de Quadras das Festas d'Agonia, de 1987 a 2010, no jornal "A Aurora do Lima".

Tem colaborado em vários jornais e revistas da região, nomeadamente nos Cadernos Vianenses, O Anunciador das Feiras Novas, A Falar de Viana, Farol e Mea Libra.

Está referenciado na Antologia dos Poetas do Alto Minho (1987), A Poesia Vianense no Último Quartel do Séc. XX (2005), Cadernos Vianenses (Tomos 29, 30 e 36) e Biblioteca Virtual do Alto Minho.

A sessão é pública

ENCONTROS MÁRIO CESARINY ARRANCAM AMANHÃ EM FAMALICÃO

Iniciativa organizada pela Fundação Cupertino de Miranda decorre até sábado, dia 26

Uma sessão especial do recém-estreado filme “Cruzeiro Seixas – As cartas do rei Artur”, que retrata a vida do surrealista Cruzeiro Seixas e a relação que manteve com Mário Cesariny, é um dos momentos altos da décima edição dos Encontros Mário Cesariny, que arrancam amanhã, quinta-feira, 24 de novembro, na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão. 

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A iniciativa, que se prolonga até ao próximo sábado, dia 26, pretende assinalar o décimo aniversário do falecimento daquele que foi um dos grandes mestres do Surrealismo português, com a realização de diversas atividades gratuitas. 

É o caso do lançamento das publicações “Caderno 15 – Mário Cesariny – entre nós e as palavras” e “Mário Cesariny e o virgem negra ou a morte do autor e o nascimento do actor”, da realização de oficinas de expressão plástica para famílias e escolas, declamações de poesia nas ruas, entre outras. Para além da exibição do filme “Cruzeiro Seixas - As cartas do rei Artur”, a iniciativa vai também ficar marcada pela sessão de estreia do documentário “Cesariny”, produzido no âmbito do projeto “Escritores a Norte – Vidas com Obra em Casas d’Escrita” da Direção Regional de Cultura do Norte. Ambas as sessões estão marcadas para esta sexta-feira, dia 25.  

Mário Cesariny (1923-2006), poeta e pintor, homem de natureza excecional que representou de forma exemplar o Surrealismo, como expressão artística e literária e, sobretudo, como uma forma revolucionária de ver, entender e viver a vida, é detentor de um espaço no Museu da Fundação Cupertino de Miranda. Neste espaço, os visitantes conhecem e acedem ao ambiente que o rodeava, a partir da observação de objetos, das construções e das suas criações, que fizeram parte da sua vida e habitavam a sua casa. 
Recorde-se que a Fundação Cupertino de Miranda incorpora uma grande parte da biblioteca e do acervo artístico e documental de Mário Cesariny, adquirida quer por compra, doação e legado. É com o intuito de lembrar e homenagear um dos grandes nomes da cultura portuguesa do século XX que são realizados anualmente, no aniversário da sua morte, os Encontros Mário Cesariny.

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PAREDES DE COURA LEVA A ROMA POETA MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO

Paredes de Coura elogiada por universidade italiana a propósito da exposição sobre Mário de Sá-Carneiro. Documentário REALIZAR: poesia exibido em convénio em Roma

Paredes de Coura mereceu os maiores elogios no âmbito do convénio pela ocasião do centenário do desaparecimento de Mário de Sá-Carneiro promovido pela Universitá Degli Studi Roma Tre, onde um conjunto de notáveis especialistas abordaram a obra deste importante nome da literatura portuguesa.

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Na iniciativa que teve o patrocínio da Embaixada de Portugal em Roma e o contributo da Fundação Calouste Gulbenkian, Paredes de Coura foi apresentada como um exemplo de um lugar improvável para a realização de um evento com a envergadura do REALIZAR:poesia e que no passado mês de abril integrou a mostra “mil anos me separam de amanhã – percurso ao universo de Mário de Sá-Carneiro no centenário da sua morte”, iniciativa que superou o designativo exposição, mostrando-se, peremptoriamente, uma viagem emocional à obra, um percurso pelo seu universo identitário, real e onírico

“O REALIZAR:poesia foi um risco assumido por toda a equipa. Uma conjugação feliz de pessoas que, fruto do seu entusiasmo e paixão pela poesia e fruto da generosidade de um colecionador conseguiram fazer do evento um êxito”, recordou a vereadora da Câmara de Paredes de Coura, Maria José Moreira, para quem o REALIZAR:poesia “mostrou que a poesia é transversal a todos os setores e que também é possível fazer política com poesia”.

No convénio promovido pelo Departamento de Língua, Literatura e Cultura Estrangeira da Universitá Degli Studi Roma Tre foi projetado o documentário dirigido por Paulo Pinto com os principais momentos sobre o REALIZAR:poesia, com particular destaque para a exposição “mil anos me separam de amanhã – percurso ao universo de Mário de Sá-Carneiro no centenário da sua morte”, bem como depoimentos dos vários participantes na iniciativa, como João Botelho, Miguel Ribeiro, João Rios e Giorgio de Marchis, um dos maiores especialistas mundiais da obra de Mário de Sá-Carneiro e que na qualidade de elemento do Conselho Científico desta universidade italiana convidou para este convénio o Município de Paredes de Coura.

“Essa ousadia e capacidade de passar do sonho a realidade podem refletir-se na política educativa, no desenvolvimento económico, na politica social e cultural”, acrescentou Maria José Moreira enumerando as potencialidades de uma iniciativa como o REALIZAR:poesia, aproveitando a ocasião para convidar os presentes a visitarem Paredes de Coura por ocasião da edição de 2017.

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PRÉMIO LITERÁRIO NORTEAR É ENTREGUE EM PAREDES DE COURA

Paredes de Coura acolhe cerimónia de entrega do II Prémio Literário Nortear para jovens escritores da Euroregião Galiza - Norte de Portugal

"Nós, arquipélago” do português Rui Cerqueira Coelho foi a obra distinguida

4ª feira | 23 nov | 14h30 | Centro Cultural

Paredes de Coura acolhe na próxima 4ª feira, 23 de novembro, pelas 14h30, a cerimónia de entrega do II Prémio Literário Nortear, que distinguiu a obra "Nós, arquipélago”, do jovem escritor português Rui Cerqueira Coelho.

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Nesta iniciativa que decorre no Centro Cultural de Paredes de Coura e promovida pela Consellería de Cultura, Educación e Ordenación Universitaria da Junta da Galiza, pela Direção Regional de Cultura do Norte e o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza-Norte de Portugal, em colaboração com o Município de Paredes de Coura, será também apresentada a edição em livro do Prémio Nortear 2015, bem como a convocatória da 3ª edição do Prémio Literário Nortear.

Recorde-se que "Nós, arquipélago”, do jovem escritor português Rui Cerqueira Coelho, foi eleito por unanimidade pelo júri do concurso, entre 30 trabalhos de autores com idades entre os 16 e os 36 anos, sobressaindo pelo seu "estilo impecável e potente, e uma narração sólida que harmoniza emoções, vínculos familiares, perceções sensoriais e evolução psicológica com uma grande profundidade".

O júri também destacou a gestão da temporalidade, a partir de uma perceção interior, que "o passado e prospeção do futuro como vazio e como mistério difícil de assumir se unem para definir interiormente um ser que toma consciência da sua existência e da sua limitação como pulso vital ".

Natural de Viana do Castelo, Rui Cerqueira Coelho tem 24 anos, é licenciado em Biologia e encontra-se a frequentar o Mestrado de Genética Forense, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Tem como referências literárias José Saramago, António Lobo Antunes, Jack London, Dostoiévski e Sophia de Mello Breyner.

O referido prémio, com um valor monetário de dois mil euros, tem como objetivos distinguir, anualmente, obras literárias originais; promover o lançamento de novos escritores, incentivando a produção de obras inéditas no domínio da ficção; incentivar a criatividade literária entre os jovens escritores residentes na Euroregião Galiza - Norte de Portugal e fomentar a circulação e distribuição de obras literárias além-fronteiras.

Na primeira edição do prémio a vencedora foi a galega Lara Dopazo Ruibal, pela obra "Clementina", que acaba de ser editada pela Edite-me, numa publicação que inclui também o relato que recebeu a menção honrosa "Coração cheio de nada”, da autoria do português João Maria Cardoso.

Presidido por Xosé Maria Lago García, secretário do GNP, AECT-Agrupamento Europeu de Cooperação Transfronteiriça Galiza – Norte de Portugal, o Júri do Prémio Literário Nortear para Jovens Escritores foi composto por Antón Riveiro Coello, escritor; Carlos Lopes, diretor da editora Edita-me; Olinda Beja, escritora; Carlos Arias, escritor e André Rodrigues, técnico do GNP, AECT-Agrupamento Europeu de Cooperação Transfronteiriça Galiza – Norte de Portugal.

CABECEIRAS DE BASTO PREMEIA VENCEDORES DE CONCURSO LITERÁRIO

Presidente da Câmara Municipal entregou prémios aos vencedores do Concurso Literário – Conto Infantil

Durante a sessão foi apresentado ao público o livro ‘Júlio Dinis - As Pupilas do Senhor Escritor’ de Joaquim Jorge Carvalho

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Decorreu quarta-feira, dia 16 de novembro, na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto a entrega de prémios aos vencedores do XI Concurso Literário Nacional – Um Conto Infantil, cujo primeiro prémio foi entregue à cabeceirense Eduarda Bernardo e Manuel Oliveira com o trabalho intitulado ‘Beliote, o diabrete’.

Em segundo lugar classificou-se Diana Piedade Venda, de Porto de Mós, com o conto ‘Concha – coração’ e em terceiro lugar Patrícia Teixeira com o trabalho ‘Pepito, o menino da canoa’, cabeceirense que ganhou também a Menção Honrosa para Jovem Escritora.

Felicitando os autores premiados, o júri reconheceu o trabalho de todos os concorrentes que, à medida das suas capacidades e talentos pessoais, “cultivaram a arte do conto infantil e contribuíram para o sucesso e brilho de mais uma edição deste concurso literário”.

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O presidente da autarquia Cabeceirense, Francisco Alves, que presidiu a esta sessão, saudou as vencedoras desta 11ª edição do Concurso Literário Nacional – Um Conto Infantil, salientando que a Câmara Municipal, ao promover a literatura, investe nas gerações futuras.

De referir que nesta sessão que ficou também marcada pela apresentação do livro ‘Júlio Dinis - As Pupilas do Senhor Escritor’ de Joaquim Jorge Carvalho, estiveram também presentes os vereadores Dra. Isabel Coutinho e Alfredo Magalhães, assim como o presidente da União de Freguesias de Refojos de Basto, Outeiro e Painzela, Leandro Campos, a direção do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, professores, outros convidados e público em geral.

Apresentação do livro ‘Júlio Dinis - As Pupilas do Senhor Escritor’

Depois de felicitar o professor Joaquim Jorge Carvalho pelo lançamento do livro. ‘Júlio Dinis - As Pupilas do Senhor Escritor’, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves fez uma breve apresentação do currículo do autor mas também da Dra. Inês Castro Silva, que fez a apresentação da obra.

Considerando a publicação de Joaquim Jorge, uma “obra simples e cativante que nos traz uma visão moralizante e otimista para resgatar os alunos da falência de um sentido do percurso escolar”, Inês Castro Silva – licenciada em Ensino de Português e Mestre em Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa pela Universidade do Minho –afirmou que o livro apresenta “de uma forma tão aprofundada e cientificamente fundamentada quanto clara e acessível à leitura de especialistas e não especialistas na obra de Júlio Dinis e da literatura, as inúmeras potencialidades de uma literatura um tanto esquecida na voragem contemporânea do tempo; e aponta à escola o papel que lhe cabe na abertura à pluralidade quanto à qualidade, basta termos, todos, a “amabilidade” de reivindicar e praticar essa ação transformadora. E, nesse sentido, não posso deixar de sublinhar, testemunho do professor por detrás do investigador, que dá conta de um percurso de questionamento e de participação ativa na reflexão de dentro e por dentro da escola, única dinâmica capaz de gerar a mudança”.

Agradecendo a presença de todos em especial ao presidente da Câmara Municipal pelo apoio dado à edição desta obra, Joaquim Jorge disse “acreditar na utilidade e no interesse da literatura”, confessando que o seu “primeiro grande amor literário foi Júlio Dinis”. Desafiou, por isso, toda a plateia e sobretudo o professores a “lerem mais Júlio Dinis para que este autor possa regressar à atualidade”, pois “nós precisamos de narrativas que são os motivos para termos esperança. Sem esperança não se vive”.

No final, os presentes foram brindados com um momento cultural protagonizado pelo professor Joaquim Jorge e pela professora Olívia Sofia Coutinho.

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PONTE DE LIMA PROMOVE LEITURA PARA BEBÉS

Bebéteca: projeto de promoção da leitura para bebés e crianças

No próximo dia 26 de novembro de 2016 a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dinamiza mais uma sessão da Bebéteca para bebés, crianças e suas famílias.

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Esta sessão contará com a animação da leitura de “A tua árvore de Natal”, que será seguida do momento musical intitulado “Pinheirinho, pinheirinho…”.

Para finalizar a ação, desenvolver-se-á um atelier de expressão artística denominado “Faz a tua árvore de Natal”.

Para mais informações e inscrições (gratuitas e limitadas) contacte-nos através do número 258900411 ou do email biblioteca@cm-pontedelima.pt .

Trata-se de um projeto que vai ao encontro do reconhecimento da importância da criação de hábitos de leitura desde a infância.

Pretende-se assim que a Bebéteca seja uma iniciativa que promova o desenvolvimento integral dos bebés e envolva as crianças no mundo lúdico, incentivando o gosto pelos livros e pela leitura.

JOSÉ RODRIGUES CONVERSA EM BARCELOS ACERCA DA SUA OBRA

Dia 17 de novembro, às 15h, no Teatro Gil Vicente

Cabral Pinto, atual diretor da da Bienal de Arte de Cerveira, estará em Barcelos no próximo dia 17 de novembro para falar sobre a vida e obra do artista recentemente falecido, José Rodrigues. As conversas decorrem no auditório do Teatro Gil Vicente, às 15h, e são abertas à comunidade em geral, mas dirigidas sobretudo aos alunos de artes do Ensino Secundário e Ensino Superior.

A iniciativa está integrada no programa de exposições dedicado ao trabalho de José Rodrigues e que estarão patentes até ao final do mês no Museu de Olaria, Teatro Gil Vicente e Sala Gótica dos Paços do Concelho.

De desenhos a esculturas, passando pelos cenários, Barcelos acolhe neste momento três exposições do escultor, um nome incontornável da história da arte portuguesa. O artista plástico, que integrava o famoso grupo d’ Os Quatro Vintes e foi fundador da Bienal de Cerveira, será recordado pela cidade neste programa de homenagem que se prolonga até ao final do mês. A entrada é gratuita e, até ao dia 20 de novembro, o Serviço Educativo do Museu de Olaria organiza visitas guiadas gratuitas às exposições, com duração de cerca de 80 minutos.

As marcações devem ser feitas através do e-mail servicoeducativo@cm-barcelos.pt.

ALBERTO S. SANTOS APRESENTOU “PARA LÁ DE BAGDAD” AOS LEITORES MONÇANENSES

Formado em direito, o escritor natural de Paço de Arcos, Penafiel, reconhece na história e na religião o lado certo da vida. Essa faceta volta a notar-se em “Para lá de Bagdad”, onde Alberto S. Santos regressa coma mesma dose de aventura, exotismo e suspense que esteve na génese e no sucesso dos seus livros anteriores.

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O escritor Alberto S. Santos, autor dos sucessos “A Escrava de Córdova”, 2008, “A Profecia de Istambul”, 2010, e “O Segredo de Compostela”, 2013, esteve na Biblioteca Municipal de Monção para apresentação da sua última publicação literária “Para lá de Bagdad”, lançado em maio deste ano com a chancela da Porto Editora.

Apaixonado pelos livros e pela investigação histórica, o novo romance de Alberto S. Santos, revela-se ao público, segundo a crítica especializada, com a mesma dose de aventura, exotismo e suspense que esteve na génese e no sucesso dos seus livros anteriores.

Desta forma, o leitor habitual do escritor natural de Paço de Arcos, Penafiel,pode contar com um enredo fascinante passado no século X e alicerçado numa linguagem fluente e dinâmica com grande dedicação e atenção aos pormenores. Dos rostos, das paisagens, dos espaços, do quotidiano.

Nas palavras do autor, a história começou a ser preparada em 2013 e nasceu de um acaso, tendo sido uma paixão à primeira vista. Esclareceu: ”Um achado arqueológico na minha terra despertou-me o interesse para o mundo islâmico, surgindo como um desafio para a construção de uma história ficcionada daquele tempo”.

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E o que espera que os leitores sintam ao ler “Para lá de Bagdad”? “Ao folhear um livro, afeiçoamo-nos às personagens e aos lugares e temos a possibilidade de sermos transportados para outro tempo. Acima de tudo, tento passar uma visão verdadeira do que aconteceu e proporcionar bons momentos de leitura. Espero que os meus leitores sintam isso”.

Formado em direito e antigo presidente da Câmara Municipal de Penafiel, onde cumpriu funções públicas durante três mandatos, Alberto S. Santos sente-se como peixe na água quando navega pela história e pela religião. Neste espaço, encontra o lado certo da vida. Que não é total porque não vive exclusivamente da venda de livros.

Ou seja, para Alberto S. Santos juntar o trabalho de advocacia com a escrita de livros é sinónimo de paixão, dedicação e tempo disponível para pesquisa e investigação. Algo que não desagrada ao escritor. Até porque, assinala, a construção da narrativa é um percurso feito em solitário. Como quem diz: “Os livros ou saem do meu suor ou não saem”.

O próximo já tem argumento. Ainda está numa fase embrionária mas a “trama” vai decorrer no início do seculo XX, relatando um facto marcante ocorrido em território nacional. Depois de Córdova, Istambul e Santiago de Compostela, Alberto S. Santos fixa-se em Portugal. Uma boa notícia. Que dará um livro fascinante em talento e criatividade.

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BARCELOS COMEMORA CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE VERGÍLIO FERREIRA

Cem anos de Vergílio Ferreira celebrados pelo Haja Ânimo. Dia 11 de novembro, às 21h30, no Teatro Gil Vicente

Os textos do último livro de Vergílio Ferreira, “Cartas a Sandra”, serão alvo de uma encenação por parte do coletivo barcelense Haja Ânimo. O recital, que juntará música e literatura, decorre no próximo dia 11 de novembro, pelas 21h30, no Teatro Gil Vicente, em Barcelos, e celebra o centenário do escritor e pensador português. A entrada é gratuita.

As cartas, aqui interpretadas por Alberto Serra, servindo como base condutora a todo o espetáculo, foram publicadas pela primeira vez em 1982 e são dedicadas à mulher de Vergílio Ferreira, à época já falecida. Uma obra que, através de Paulo (alter-ego do autor) cruza os espaços íntimos, existenciais e fantasmagóricos, numa pulsão de morte permanente.

Além desta publicação, serão também evocados outros textos do autor, nomeadamente acerca do país, da literatura e das artes. Propositadamente para este espetáculo de homenagem a Vergílio Ferreira, ao coletivo Haja Ânimo juntam-se um pianista, um guitarrista e duas cantoras.

LABORINHO LÚCIO APRESENTA LIVRO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE BARCELOS

Terça-feira, dia 8 de novembro, às 15h

O último romance de Álvaro Laborinho Lúcio, “O Homem Que Escrevia Azulejos”, vai ser apresentado na Biblioteca Municipal de Barcelos, no próximo dia 8 de novembro, terça-feira, às 15h00, numa sessão com entrada livre.

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Este seu segundo romance, depois da sua estreia em ficção com “O Chamador” (Quetzal-2014), debate e ilumina algumas das grandes ideias do quotidiano contemporâneo, enquanto observa a falência das sociedades em que vivemos. Um romance sobre o poder, e o poder redentor da arte e do amor.

“O Homem Que Escrevia Azulejos” conta a história de dois homens (Marcel e Noberto) que atravessam, juntos, todo o tempo de uma vida. Escolheram, para viver, a ficção – e é nela que são clandestinos. A eles se juntam João Francisco e Otília, avô e neta, ambos na busca incessante do sublime, igualmente recusados pela realidade. Um homem que escrevia azulejos – que reencontrou a utopia e gostava da sátira – reparou neles e pintou-os com palavras.

Álvaro Laborinho Lúcio, mestre em Ciências Jurídico-Civilísticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, é Juiz-Conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça. De janeiro de 1990 a abril de 1996, exerceu, sucessivamente, as funções de secretário de Estado da Administração Judiciária, ministro da Justiça e deputado à Assembleia da República. Entre março de 2003 e março de 2006, exerceu o cargo de ministro da República para a região Autónoma dos Açores. É membro dirigente de várias associações, entre as quais se destacam a APAV e a CRESCER-SER, de que é sócio fundador. Com artigos publicados e inúmeras palestras proferidas sobre temas ligados à justiça, ao direito, à educação, aos direitos humanos e à cidadania em geral, é autor de livros como “A Justiça e os Justos”, “Palácio da Justiça”, “Educação, Arte e Cidadania”, “O Julgamento – Uma Narrativa Crítica da Justiça” e, em co-autoria, “Levante-se o Véu”.

Agraciado pelo rei de Espanha, com a Grã-Cruz da Ordem de S. Raimundo de Peñaforte, e pelo Presidente da República Portuguesa, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo, é membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa, exercendo, atualmente as funções de presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho

MUNICÍPIO DE PÓVOA DE LANHOSO HOMENAGEIA CUNHA DE LEIRADELLA

O escritor e dramaturgo Povoense, premiado internacionalmente, ex-jornalista, Cunha de Leiradella, vai ser homenageado pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através da Biblioteca Municipal, no próximo dia 16 de novembro, data do seu 83º aniversário.

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“A iniciativa de homenagem ao nosso escritor e conterrâneo Cunha de Leiradella tem como fim elevar ainda mais o nome deste Povoense e reconhecer tudo o que deu ao município. A sua história de vida é um exemplo para todos os Povoenses e inspira-nos a lutar pelos nossos sonhos”, refere o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Esta será a segunda edição da iniciativa Outono Literário, promovida pela Biblioteca Municipal, que pretende, acima de tudo, homenagear um autor local. Em 2015, a escolha recaiu sobre a Poetisa de Arosa, Améria Fernandes.

Esta iniciativa está marcada para as 18h00, na Casa da Botica.

Cunha de Leiradella nasceu na antiga freguesia de São Paio de Brunhais em 16 de novembro de 1934. Emigrou para o Brasil em 1958 e começou a escrever no jornal “Portugal Democrático”. Em 1965, no Rio de Janeiro, juntamente com Maria Helena Khünner e Amir Haddad, fundou o TUCA-RIO (Teatro Universitário Carioca). Em 1985, em Belo Horizonte, fundou e presidiu ao Sindicato dos Escritores do Estado de Minas Gerais.

Viveu 45 anos no Brasil. Vinte e dois no Rio de Janeiro e 23 em Belo Horizonte. Em 2003, regressou à casa onde nasceu, mas continua a fazer ponte aérea entre os dois países, pois a sua esposa, filho e netos vivem no Rio de Janeiro.

Dramaturgo, romancista, contista, ensaísta, crítico literário e guionista de cinema, vídeo e televisão, escreveu 13 peças de teatro. Nove encenadas e 3 publicadas no Brasil e em Portugal, e 4 ainda inéditas. Duas, “As Pulgas” e “Brandos Costumes (no país dos)”, foram encenadas aqui na Póvoa de Lanhoso, com direção do autor.

Romancista, escreveu 10 romances, publicou 8 no Brasil, em Portugal e na Itália, e tem ainda 2 inéditos.

Contista, escreveu 2 antologias pessoais, editadas no Brasil, e tem 1 ainda inédita. Participou de 10 antologias coletivas, no Brasil e em Portugal, e publicou também contos esparsos em várias revistas e jornais, no Brasil, em Portugal, no México e na Argentina.

Ensaísta, teorizou uma nova estética teatral no ensaio “Apontamentos para um teatro de questionamento”.

Guionista, escreveu 6 guiões para filmes de longa e curta-metragem, vídeo e televisão. Destes, 2 ainda inéditos e um em fase de criação.

A sua obra literária obteve 41 prémios no Brasil, em Portugal, no México e na Argentina, 15 dos quais como vencedor.

Em 2010, os professores Sônia Maria van Dijck Lima (Brasil) e José Pereira de Oliveira (Portugal) começaram a organizar uma antologia com estudos e depoimentos sobre a sua obra, intitulada “Cunha de Leiradella - um autor sob duas bandeiras”, publicada no Brasil em 2013 com um patrocínio da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, mas já com distribuição em Portugal.

Pelo contributo para a divulgação da Póvoa de Lanhoso e da Língua Portuguesa, em 2014, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso prestou igualmente reconhecimento a Cunha de Leiradella, no Dia do Concelho (25 de Setembro).

PONTE DE LIMA ENTREGA PRÉMIO ANTÓNIO FEIJÓ

GRANDE PRÉMIO DE POESIA ANTÓNIO FEIJÓ APE/C.M. DE PONTE DE LIMA

Entrega do prémio – 4 de novembro – 15h00

Realiza-se amanhã, 4 de novembro, às 15h00, no Auditório Rio Lima, em Ponte de Lima, a entrega do Grande Prémio de Poesia António Feijó.

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Um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, José Manuel Mendes e Rita Patrício decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Poesia António Feijó APE/C.M. de Ponte de Lima ao livro "A Sombra do Mar", de Armando Silva Carvalho (Assírio & Alvim).

A acta sublinha que “… A Sombra do Mar" destaca-se pelo rigoroso domínio da arquitectura poética, considerada quer ao nível da composição de cada poema, quer na organicidade da sequência de poemas que constitui o livro.

Num diálogo constante com vozes tutelares da poesia em língua portuguesa, muito em particular Pessoa, a poesia de Armando Silva Carvalho caracteriza-se pela permanente ironia, a vigiar um lúcido e comovido olhar sobre o tempo, pessoal mas que também reconhecemos como nosso.

Poesia do quotidiano, nele Armando Silva Carvalho descobre a matéria possível para a leitura do mundo, feito de terror e alegria.

Nesta 1.ª edição do Grande Prémio de Poesia António Feijó, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Ponte de Lima e da Caixa de Crédito Agrícola, foram concorrentes as obras publicadas no ano de 2015.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 10.000,00 (dez mil euros).

PONTE DE LIMA DESTACA JOSÉ SARAMAGO

José Saramago em destaque no Cinema História de novembro promovido pela Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

José Saramago – o primeiro escritor de Língua Portuguesa a arrecadar o Nobel da Literatura – é a personalidade que se segue no Cinema História – rubrica de pendor lúdico-didático dinamizada pela Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL).

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No mês de nascimento do autor de “Memorial do convento” - ocasião que coincide com a abertura da exposição biobibliográfica “A universalidade da escrita no Nobel da Literatura”, que naturalmente destaca a figura de Saramago – a BMPL disponibiliza o documentário “José e Pilar”, da autoria de Miguel Gonçalves Mendes que, filmado entre 2006 e 2009, mostra o quotidiano de um dos mais importantes escritores contemporâneos na sua relação com Pilar del Río, o público, a escrita e a vida.

Como tem sido habitual, a BMPL vai colocar à disposição dos utilizadores um livreto com a biografia da figura visada na edição de novembro do Cinema História, funcionando como complemento informativo do documentário que aborda um período específico da história de José Saramago.

Celebre a cultura portuguesa. Visite-nos!

ESCRITORA LÍDIA JORGE VAI A GUIMARÃES

DIA 10, ÀS 18 HORAS

Lídia Jorge em Guimarães na edição de novembro da iniciativa “Escritor no Concelho”

Nomes da literatura nacional na Biblioteca Municipal Raul Brandão. Público com papel interativo pode colocar questões à convidada.

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A conhecida escritora Lídia Jorge é a convidada do penúltimo mês do ano para estar à conversa com Pedro Vieira, na Biblioteca Municipal Raul Brandão, no próximo dia 10 de novembro (quinta-feira), às 18 horas, na edição deste mês da iniciativa “Escritor no Concelho”, inserida no âmbito das comemorações dos 150 anos do Nascimento de Raul Brandão, que a Câmara Municipal de Guimarães está a promover até 2017.

Da sua vasta obra destacam-se os romances “O Dia dos Prodígios” (1980), “O Cais das Merendas” (1982), “Notícia da Cidade Silvestre” (1984), os dois últimos distinguidos com o Prémio Cidade de Lisboa, “A Costa dos Murmúrios” (1988), e “O Jardim sem Limites” (1995), distinguido com o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa.

“O Vale da Paixão” (1998) recebeu cinco prémios: Dom Dinis, Bordallo, Ficção do PEN Clube, Máxima de Literatura e o Prémio Jean Monet de Literatura Europeia – Escritor Europeu do Ano, tendo sido ainda finalista do International IMPAC Dublin Literary Award 2003. O seu romance “O Vento Assobiando nas Gruas” (2002) conquistou o Grande Prémio de Romance e Novela da APE e o Prémio Literário Correntes d’Escritas, e o romance “Combateremos a Sombra” o Prémio Charles Bisset (2008).

Pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em muitas línguas e países, foi vencedora do prestigiado prémio da Fundação Günter Grass, na Alemanha, ALBATROS (2006) e do Grande Prémio Sociedade Portuguesa de Autores – Millennium BCP. Em 2011, foi distinguida com o Prémio da Latinidade João Neves da Fontoura e, em 2013, a prestigiada revista francesa “Le Magazine Littéraire” incluiu Lídia Jorge entre “10 grandes vozes da literatura estrangeira”. Em 2014, recebeu o Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura e, em 2015, o Prémio Urbano Tavares Rodrigues e o Prémio Vergílio Ferreira.

VIZELA PROMOVE LITERATURA INFANTIL

Sábados na biblioteca de Vizela. “A princesa e o sapo”

No âmbito da atividade Sábados na Biblioteca, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes promove, no próximo dia 5 de novembro, às 15.30h, a atividade  “A princesa e o sapo”.

De lembrar que a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes está aberta todos os sábados, sendo que no primeiro sábado de cada mês realiza-se a atividade Sábados na Biblioteca (Hora do conto + oficina), das 15h30 às 17h00.

Sábados na biblioteca

Conto + origami

“A princesa e o sapo”

5 de novembro, 15h30

Era uma vez uma princesa que gostava de jogar à bola no jardim. Um dia perdeu a bola e um sapo ofereceu-se para a ajudar a encontrar. Em troca da bola a princesa teria de levar o sapo para o palácio, deixá-lo comer da sua comida e dormir na sua cama.

Contudo, mal o sapo lhe entregou a bola a princesa fugiu a sete pés.

Queres saber como acaba a história? Esperamos por ti na biblioteca. No final construímos um sapo saltitão através de origami.

Atividade gratuita para famílias.

MONÇÃO PROMOVE ENCONTRO COM O ESCRITOR ALBERTO S. SANTOS

Sexta-feira, 4 de novembro, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Monção

Esta sexta-feira, 4 de novembro, o escritor Alberto S. Santos regressa a Monção para apresentação aos leitores locais da sua mais recente publicação “Para lá de Bagdad”. O encontro realiza-se na Biblioteca Municipal de Monção, com início às 21h30.

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“Para lá de Bagdad” é um romance apaixonante e envolvente sobre um dos momentos mais intrigantes da história da idade média, onde se dá a conhecer os alicerces de uma civilização ainda hoje tão deslumbrante quanto desconhecida.

A 21 de junho de 921, Ahmad ibn Fadlan, emissário do califa, parte de Bagdad para uma arriscada missão na Bulgária do Volga, na Rússia atual. Para trás, deixa os mestres e companheiros da Casa da Sabedoria, que ergueram a época dourada do Islão.

Os perigos que encontra ao longo do caminho levam Ahmad a alterar o rumo da viagem e a dirigir-se para as terras nórdicas do sol da meia-noite. Ao longo da jornada, vive um amor proibido com Zobaida, a bela escrava do tio, que o faz repensar toda a sua existência.

Por entre climas adversos, costumes bárbaros de povos não civilizados e inesperados jogos de poder, o emissário do califa descobre um desconcertante mundo novo. Ao mesmo tempo, em Bagdad, assiste-se ao início de uma nova era: os sábios são perseguidos e os livros queimados na praça.

Um romance envolvente sobre um dos momentos mais intrigantes da História da Idade Média, que dá a conhecer os alicerces de uma civilização ainda hoje tão deslumbrante quanto desconhecida...

Alberto S. Santos é formado em direito pela Universidade Católica Portuguesa. Natural de Paço de Sousa, Penafiel, onde reside, publicou os bestsellers “A Escrava de Córdova”, em 2008, “a Profecia de Istambul”, em 2010, e “O Segredo de Compostela”, em 2013.

ALUNOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE PONTE DE LIMA PARTICIPAM NA ROTA DOS ESCRITORES LIMIANOS

Dezenas de estudantes da Escola Secundária de Ponte de Lima participaram, na semana passada, na Rota dos Escritores Limianos - projeto cultural desenvolvido pelo Município de Ponte de Lima e dinamizado pela Biblioteca Municipal.

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As sessões, que pretendem dar a conhecer a vida e a obra de 14 personalidades locais notabilizadas na área das Letras, desenvolveram-se em dois momentos distintos: o primeiro decorreu no Auditório da Biblioteca para uma abordagem teórica do percurso biográfico dos autores em destaque no roteiro literário; o segundo desenrolou-se no exterior para exploração pedonal de um percurso pré-definido que contempla, além das esculturas e bustos dos homenageados, as casas e as respetivas ruas por onde passaram.

Uma caminhada de conhecimento que permitiu a alunos do 10.º ano o contacto com o legado biobibliográfico de Frei Francisco de São Luís Saraiva - personalidade em evidência por força das comemorações dos 250 anos de nascimento (1766-2016) – de António Feijó, Delfim Guimarães, António Ferreira, Conde de Aurora, Luís Dantas, António Vieira Lisboa, Lima Bezerra, Feliciano Guimarães, Teófilo Carneiro, António de Magalhães, Norton de Matos, Domingos Tarrozo e Severino Costa.