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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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RANCHO DA BOBADELA REPRESENTA A REGIÃO SALOIA NO FOLKLOURES’17

O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.

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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.

Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.

Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.

Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.

Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.

No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.

“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.

Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda mais uma representação da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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ARTESÃOS DO MINHO PARTICIPAM NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

A 30ª Edição da Feira Internacional de Artesanato (FIA) Lisboa 2017 arranca já no próximo dia 24 de Junho, nos pavilhões da FIL, em Lisboa. O certame prolonga-se até ao dia 2 de Julho. Trata-se da maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP e conta com o apoio do IEFP.

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Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.

A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 30 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

Em destaque, estarão áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros. Contará ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional.

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A edição do ano anterior contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliês, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.

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MINHOTOS DANÇAM EM LISBOA NO PARQUE DAS NAÇÕES

O Grupo de Danças e Cantares Besclore realizou ontem em Lisboa mais um festival de folclore que juntou agrupamentos que se deslocaram propositadamente do Minho para se exibirem na capital do país. Tratou-se de mais uma edição de “O Minho em Lisboa”, um evento que reúne agrupamentos representativos exclusivamente da região d’Entre-o-Douro-e-Minho.

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Sob um sol abrador, o festival teve o seu início com um desfile a partir do Rossio dos Olivais em direcção ao Parque das Nações onde se realizou o espectáculo propriamente dito que fez o gáudio do numeroso público que assistiu.

O Grupo de Bombos “Bombrando” – Amadora marcou o ritmo do desfile e o festival de folclore contou com a participação do Grupo Folclórico da Casa do Povo de Marim – Barcelos, Rancho Folclórico de Bravães – Ponte da Barca, Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde, Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho – Lisboa, além naturalmente do anfitrião Grupo de Danças e Cantares Besclore.

Fotos: Manuel Santos

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MINHOTOS PARTICIPAM NA FESTA DAS CASAS REGIONAIS

A III Festa das Colectividades e Casas Regionais em Lisboa que se realiza na Alameda D. Afonso Henriques está prestes a terminar, encontrando-se neste momento prestes a subir ao palco o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez. O Minho fez-se representar através da actuação de grupos folclóricos e ainda de stands das casas regionais de Arcos de Valdevez, Valença e Vila Nova de Cerveira.

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A iniciativa é da Associação das Casas Regionais de Lisboa, única entidade do género que congrega dezenas de associações de carácter regionalista sem distinção da área geográfica de abrangência: concelhia, comarcã e provincial.

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CASAS REGIONAIS EM LISBOA ESTÃO EM FESTA

As casas regionais sediadas na capital lisboeta assentaram arraiais na Alameda Afonso Henriques. A iniciativa é da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e conta com a participação de dezenas de associações regionalistas, ranchos folclóricos, grupos de música tradicional e colectividades de cultura e recreio.

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Sob um sol abrasador, os grupos musicais desfilam pelo grandioso palco ali propositadamente montado para o evento, tendo como cenário o imponente conjunto escultórico que constitui a majestosa fonte luminosa concebida segundo o projeto dos irmãos Carlos Rebello de Andrade e Guilherme Rebello de Andrade, destinada a assinalar o 22º aniversário da Revolução Nacional. A Fonte Monumental é decorada com esculturas são da autoria de Maximiano Alves e de Diogo de Macedo e os baixos-relevos (painéis laterais) de Jorge Barradas e, sobre a porta da entrada, possui uma placa que descreve o seguinte: “No dia 28 de maio de 1948, vigésimo segundo aniversário da Revolução Nacional, aberta a primeira exposição de obras públicas, foi inaugurada esta fonte monumental e entregue à Câmara Municipal de Lisboa”. Não obstante, a cerimónia deverá ter ocorrido dois dias após aquela data, visando celebrar o abastecimento regular de água à zona oriental da cidade.

A III Festa das Colectividades e Casas Regionais em Lisboa prossegue amanhã e inclui a realização de jogos tradicionais, divulgação da gastronomia e doçaria tradicional entre outros produtos regionais e, como não podia deixar de suceder, uma excelente oportunidade de confraternização entre gentes oriundas das mais diversas regiões do país.

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MINHOTOS DAS TERRAS DA NÓBREGA REALIZAM EM CARNAXIDE MOSTRA DE FOLCLORE

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega leva a efeito a III Mostra de Folclore. A referida Mostra realizar-se-á no próximo dia 28 de Maio, pelas 15h30 horas, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha em Linda-a-Pastora e está integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2017".

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É pretensão e firme propósito da entidade organizadora que este evento exalte o Folclore e a Etnografia do Minho ao Algarve que ali será trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.

Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o GFTN dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os Minhotos e Galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canaverdes pela noite fora.

FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

MINHOTOS DÃO FESTIVAL EM LISBOA

Realizou-se no passado fim-de-semana no Ringue António Livramento, em Benfica, o 37º Festival Nacional de Folclore Cidade de Lisboa, numa iniciativa do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho que contou com o apoio nomeadamente do INATEL e da Junta de Freguesia de Benfica.

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Pelo tabuado passaram o Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso – Vila Nova de Gaia, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores – Mortágua, o Rancho Folclórico de Praias de Sado – Setúbal e o Grupo Académico de Danças Ribatejanas – Santarém, além do anfitrião Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho.

A confirmar a crescente notoriedade deste festival, da República Popular da China veio a fotojornalista chinesa Xiaolan Liu que captou magníficas imagens do evento e levará consigo para dar a conhecer as nossas tradições em terras do Oriente, nomeadamente junto da comunidade portuguesa e luso-chinesa de Macau.

Fotos: Manuel Santos

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ARROZ “PICA-NO-CHÃO” JUNTA “PICA-MILHOS" EM LISBOA

A Casa do Minho em Lisboa levou a efeito mais um tradicional almoço regionalista que teve como principal especialidade o arroz “pica-no-chão” ou seja, a cabidela de galinha confeccionada à boa maneira minhota. E, como não podia deixar de acontecer, juntou à mesa muitos “pica-milhos”, alcunha outrora dada aos minhotos devido ao seu costume de comer pão de milho… o trigo era até então um cereal desconhecido na região!

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As galinhas, de criação caseira, foram de Ponte de Lima e, garantem os apreciadores que não faltaram ao repasto, habilmente confeccionado por um Duque – referimo-nos ao sr. Paulo Duque, Vice-presidente daquela instituição – proporcionaram a todos os convivas um manjar digno de Príncipes.

Uma espreitadela indiscreta na cozinha permitiu-nos desvendar o segredo para agora revelar a receita de tão apreciado quanto afamado prato da gastronomia minhota.

Ingredientes:

1 Galo caseiro

0,5 dl de azeite

3 Colheres (sopa) de vinagre

1 Cebola grande

2 Dentes de alho

100 gr de toucinho

1 Folha de louro

1 Malagueta

1 Tigela de arroz

Sal q.b.

Preparação:

Aproveite o sangue do galo, deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre e mecha para que não coalhe (como alternativa ao sangue do galo consulte o seu talho, lá poderá encontrar pacotes já embalados). Numa panela ponha a refogar no azeite, a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a galo cortado aos bocados pequenos e os miúdos (exceto o fígado), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio. Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até a o galo ficar macia. Depois de cozido retire a galo e retifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz. Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.

Fotos: José Tiago Faria

Receita: Câmara Municipal de Barcelos

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CASA DE PONTE DE LIMA EM LISBOA VAI A ELEIÇÕES SEM CONVOCATÓRIA DO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA GERAL

A Casa de Ponte de Lima em Lisboa acaba de anunciar a realização de eleições para os corpos gerentes para o triénio 2017/2020… mas, todos os sócios por nós contactados foram unânimes em afirmar que, até ao momento, não receberam qualquer convocatória do Presidente da Assembleia Geral.

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Uma convocatória para a realização de assembleia geral ou de eleições deve impreterivelmente mencionar a ordem de trabalhos, data, hora e local, fazer menção ao artigo dos estatutos ao abrigo do qual é a mesma é convocada e ser assinada pelo próprio Presidente da Assembleia Geral.

Porém, a confirmar-se a falta da referida convocatória nos termos em que a mesma deve ser feita, todas as decisões que venham a ser tomadas são consideradas inválidas e ilegais.

No lugar de uma convocatória elaborada nos termos estatutários, circula nas redes sociais um anúncio que refere tratarem-se de eleições para a Direcção ao mesmo tempo que apela para que “Não deixe que os outros decidam por si!”. Mas, será que existe mais alguém com capacidade de decidir além dos sócios?

MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA PROMOVE PALESTRA SOBRE MANUEL DE FIGUEIREDO

O Município de Ponte de Lima promove a palestra “Manuel de Figueiredo: de Ponte de Lima a Lisboa, um teatro invisível”, da responsabilidade de Maria Luísa Malato da Rosa Borralho Ferreira da Cunha, no próximo dia 20 de maio, pelas 16h00, no Auditório da Biblioteca Municipal (BM).

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A conferência, inserida no âmbito da exposição evocativa do poeta e dramaturgo ponte-limense, que decorre na varanda interior da BM até 19 de junho, pretende dar a conhecer os principais momentos da vida e obra de uma personalidade da cultura setecentista que, imerecidamente julgado pelo público e desvalorizado pela crítica, logrou conquistar um lugar de relevo na história do teatro moderno português pelos ensaios de teorização doutrinária e pela tentativa de renovação da dramaturgia nacional.

De ressaltar que Maria Luísa Malato da Rosa Borralho Ferreira da Cunha, professora e investigadora na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é a autora da obra “Manuel de Figueiredo: uma perspectiva do neoclassicismo português (1745-1777)”, título que consagra em definitivo a naturalidade ponte-limense do dramaturgo, habitualmente atribuída a Lisboa.

Associe-se à homenagem a Manuel de Figueiredo e marque presença na palestra dedicada a mais uma ilustre figura da cultura local.

VIANENSES REPRESENTAM EM LISBOA O “AUTO DE FLORIPES” NO FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA

Viana do Castelo levou ao Mosteiro dos Jerónimos a representação do “Auto de Floripes” que constitui uma das tradições teatrais que remontam a uma época pré-vicentina, pese embora seja Gil Vicente comsiderado o fundador do teatro protuguês. A iniciativa decorreu no âmbito do Festival Internacional da Máscara Ibérica.

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Um pouco por todo o país e ainda além-fronteiras, persistem nas tradições populares representações teatrais cujas origens remontam à Idade Média e versam a história lendária do imperador Carlos Magno e a temática das guerras entre cristãos e sarracenos, estes geralmente identificados como turcos em virtude da sua dominação se ter estendido a zona oriental do mar Mediterrâneo.

É célebre a representação do “Auto de Floripes” que ocorre no mês de Agosto, em Mujães, no concelho de Viana do Castelo. A acção decorre entre o adro da igreja paroquial de onde sai o cortejo até à Capela da Senhora das Neves, na confluência com as freguesias de Barroselas e Vila de Punhe. Ainda, no concelho de Viana do Castelo, na localidade de Portela Suzã esta representação toma a designação de “Auto de Santo António”.

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Em S. João da Ribeira, no concelho de Ponte de Lima, a peça toma a designação de “Auto da Turquia” e tem lugar de Crasto, por ocasião da Festa do Senhor da Cruz da Pedra que se realiza no segundo domingo de Agosto. Aqui defrontam-se dois exércitos, ostentando as bandeiras onde se inscrevem as respectivas insígnias – a cruz da Cristandade e a Lua Minguante com a Estrela que identifica os muçulmanos – e integrando doze personagens cada, incluindo o rei, o porta-bandeira, o capitão e um espião. Os cristãos saem sempre vitoriosos e o auto termina com a rendição inevitável dos turcos e a sua conversão ao Cristianismo.

Com ligeiras alterações e diferentes designações, encontramos ainda a representação do “Auto da Floripes” em Palme, no concelho de Barcelos e “Baile dos Turcos”, em Penafiel. Em Argozelo, no concelho de Vimioso, é designado por “Auto da Floripes”ou ainda “Comédia dos doze pares de França”. Em Parada, no concelho de Bragança, chamam-lhe “Auto dos Sete Infantes de Lara”. Em Sobrado, no concelho de Valongo, designa-se por “Dança dos Bugios e Mourisqueiros” enquanto em Vale Formoso, na Covilhã, toma o nome “Descoberta da Moura”. Também é representada no concelho de A Canhiza, na Galiza, com o nome “Auto do Mouro e do Cristão”.

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Em Pechão, no concelho de Olhão, o auto “Combate de Mouros e Portugueses” serviu de argumento a uma longa-metragem do realizador Miguel Mendes que, num misto de ficção e documentário, procura retratar o sofrimento da comunidade piscatória daquela vila algarvia.

À semelhança do que sucede com outros elementos da nossa cultura, também o “Auto das Floripes” foi pelos portugueses levado para paragens distantes onde sofreu naturalmente algumas mutações e é actualmente representado com o consequente carácter híbrido resultante do encontro de culturas. É o que sucede em São Tomé e Príncipe, com a representação de “A Tragédia do Marquês de Mântua e do Príncipe D. Carlos Magno”, também designado por “São Lourenço” por ocorrer no dia dedicado a este santo. Este auto toma no dialecto são-tomense a designação de “Tchiloli”.

A autoria da peça, na forma como é interpretada, é atribuída ao poeta Balthasar Dias, originário da Ilha da Madeira, devendo ter sido introduzida em São Tomé e Príncipe nos finais do século XVI pelos portugueses que aí foram plantar a cana-de-açúcar. Os colonos, constituídos na sua maioria por madeirenses, começaram por integrar nas suas representações os escravos negros provenientes do Congo, Gabão e Camarões, os quais foram gradualmente introduzindo elementos da sua cultura original.

“Tchiloli” tornou-se já numa das mais importantes atracções turísticas da Ilha do Príncipe com larga projecção internacional. Serviu de argumento ao filme “Floripes” de Afonso Alves e Teresa Perdigão e tema do livro “Floripes Negra, de Augusto Baptista, no qual o autor procura demonstrar as suas origens portuguesas.

A alusão ao imperador Carlos Magno relaciona-se naturalmente com o facto daquele imperador ter procedido à conversão forçada ao cristianismo dos povos que conquistou, objectivo que, curiosamente, jamais logrou alcançar na Península Ibérica. Outra particularidade consiste na escolha do dia dedicado a São Lourenço de Huesca para a sua representação, cuja festa litúrgica ocorre a 10 de Agosto.

Em várias localidades, a representação destes autos têm-se verificado de forma cada vez menos regular e, nalguns casos, correm inclusive o risco de passar ao esquecimento. As peças são quase sempre preservadas apenas pela tradição oral. E, apesar de poderem constituir um meio de atrair visitantes e promover as potencialidades culturais das regiões, a maioria dos municípios e entidades culturais não procede à sua divulgação. Trata-se de uma situação que pode e deve ser invertida mediante a intervenção dos grupos de teatro e outras associações que procuram preservar a cultura tradicional.

Fotos Manuel Santos

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MINHOTOS FORAM HOJE A LOURES OUVIR JOÃO ALPUIM BOTELHO FALAR ACERCA DO TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

Iniciativa do Grupo de Folclore Verde Minho saldou-se por um grande êxito

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” foi o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho proferiu hoje em Loures no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, magnífico espaço normalmente reservado às reuniões da Assembleia Municipal daquela autarquia.

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Entre os convidados presentes, destacamos o Dr. Alfredo Santos, responsável pelo Gabinete da Cultura da Câmara Municipal de Loures, a Engª. Maria Manuela Carriço na qualidade de Vice-Presidente da Assembleia Geral da Federação do Folclore Português e a Professora Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção que no próximo dia 24 de Junho vai proferir uma palestra subordinada ao tema “Usos e costumes da Região Saloia”, inserida no FolkLoures’17.

Perante uma plateia interessada e participativa onde pontificavam muitas pessoas ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto sediado na região de Lisboa mas também de Loures e outras regiões do país, o Dr. João Alpuim Botelho proferiu uma interessante e profíqua dissertação acerca dos trajes de lavradeira do Alto Minho, vulgarmente designados por “traje à vianesa”.

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As diferenças existentes entre trajes de trabalho pesados e ligeiros na lavoura e ainda traje de festa, as influências recebidas ao longo dos tempos e, nomeadamente, sob os diferentes regimes, a importância das relações de afecto e de identidade que nem sempre observam as regras e a controversa problemática da recente certificação do traje sob a égide do Ministério da Economia foram alguns dos aspectos abordados ao longo da palestra apoiada por uma apresentação de powerpoint.

Esta iniciativa constituiu um excelente momento de reflexão que merecia ser devidamente aproveitado por todos quantos se encontram ligados ao folclore a bem do seu próprio desempenho.

O Dr. João Alpuim Botelho foi director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

Em 2015, publicou a obra “Azulejos da Igreja da Misericórdia de Viana do Castelo. Representação das obras da Misericórdia”, através do qual deu-nos a conhecer o magnífico património azulejar da autoria de Policarpo de Oliveira Bernardes, um dos maiores azulejistas do século XVII, obra esta editada pela Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo.

Fotos: Manuel Santos

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GRUPO ETNOGRÁFICO DA AREOSA DÁ COR AO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

O Grupo Etnográfico da Areosa, de passagem por Lisboa e após uma actuação na localidade da Brandoa, não quis deixar de registar em fotografia a sua presença junto ao Mosteiro dos Jerónimos quando decorria precisamente o desfile da Máscara Ibérica.

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Como é compreensível, não participou no desfile da máscara ibérica uma vez que este é dedicado exclusivamente à representação dos rituais e tradições do carnaval pagão que se procuram conservar através da tradição popular. Porém, acaba por constituir um forte apelo a que se proceda à recuperação no Minho desses costumes ancestrais através do seu estudo e reconstituição etnográfica.

Fundado em 1966, o Grupo Etnográfico da Areosa é justamente considerado um dos mais lídimos representantes do folclore português da região de Viana do Castelo. O grupo distingue-se pelo seu traje vermelho característico vulgarmente designado por “traje à vianesa”.

Fotos: Manuel Santos

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VIANA DO CASTELO LEVA “AUTO DE FLORIPES” AO FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA DA IBÉRICA

Milhares de figurantes desfilaram hoje na Praça do Império máscaras e brincadeiras características do carnaval pagão de outras eras, recuando a tempos remotos anteriores mesmo à própria introdução do Cristianismo. Tratam-se de costumes ancestrais preservados pela tradição e que marcam a identidade do nosso povo.

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Viana do Castelo levou à festa o “Auto de Floripes” que constitui uma das tradições teatrais que remontam a uma época pré-vicentina, pese embora seja Gil Vicente comsiderado o fundador do teatro protuguês.

Além do “Auto de Floripes”, o Minho fez-se também representar pela sua gastronomia tradicional num dos stands instalados junto à fonte luminosa e ainda com a participação do Dr. João Alpuim Botelho numa das conferências ali realizadas.

A cada ano é cada vez maior a afluência de público e, ao contrário do que se verificou no ano anterior, S. Pedro decidiu colaborar com uma tarde soalheira convidativa para uma tarde bem gozada na zona histórica e monumental de Belém.

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MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

Dentro de poucas horas, tem início na Praça do Império, em Lisboa, o desfile da Máscara Ibérica. O ruído, alegria e o colorido do entrudo pagão vão misturar-se com a beleza dos magníficos jardins da Praça do Império, tendo o Mosteiro dos Jerónimos e o rio Tejo como magníficos cenários.

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A tradição pagã dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem, tem por objetivo a divulgação de um dos elementos mais característicos do folclore dos povos, concretamente as máscaras tradicionais, ajudando a compreender todo o ritual que lhe está associado, desde as suas origens pagãs às festividades do Entrudo tradicional. O costume da máscara é comum a todos os povos e a todas as regiões, embora em muitos casos tenha caído no esquecimento. A título de exemplo, no Minho perdura ainda a tradição dos cabeçudos e gigantones, fazendo-se acompanhar pelas arruadas dos zés-pereiras, dando alegria e colorido às romarias.

A utilização tradicional das máscaras está associada à religiosidade primitiva que encarava o ciclo da vida e dos vegetais num perpétuo renascimento. O rito celebra o mito e assegura a interrupção do ciclo da natureza e da vida. Assim, como á morte sucede a vida, também ao Inverno e à morte dos vegetais sucede invariavelmente o seu renascimento. Ao Inverno estão associados um conjunto de rituais que se iniciam com o culto dos mortos em Novembro, na crença de que estes podem interferir favoravelmente no ciclo da natureza, culminando com a Serração da Velha a anunciar o regresso da Primavera. Pelo meio fica o Entrudo celebrado com as suas máscaras e os seus instrumentos ruidosos como as sarroncas e os zaquelitraques com vista a expulsar os demónios do Inverno.

Toda a representação se destina a exorcizar os maus espíritos do Inverno e incidem no universo rural, desde a representação de figuras demoníacas aos animais que fazem parte do quotidiano do lavrador. As máscaras são construídas a partir dos materiais disponíveis no espaço rural e concebidas com base no imaginário popular.

Os chocalhos prendidos à cinta do careto, símbolo da virilidade e da posse demoníaca, destinam-se a chocalhar as raparigas que se perdem pelos caminhos da aldeia. Os mascarados estão autorizados a invadir as casas e tomar para si alvíssaras, em regra uma peça do fumeiro.

Trata-se de costumes que seguramente eram comuns a todas as regiões do nosso país mas cuja memória e tradição se foi perdendo. Cabe às personalidades e entidades culturais que se dedicam ao estudo e investigação na área da etnografia a revelação de tais tradições já esquecidas.

Fotos: Manuel Santos

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JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE AMANHÃ EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e realiza-se amanhã no em Loures

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

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A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e realiza-se no próximo dia 7 de Maio

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

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A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA REALIZA-SE EM BELÉM

XII FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA | 4 a 7 DE MAIO DE 2017 |

De 4 a 7 de maio os foliões andam à solta no Jardim da Praça do Império!

A EGEAC, a Progestur e a Câmara Municipal de Lisboa procedem à apresentação do XII Festival Internacional da Máscara Ibérica, no dia 4 de maio, pelas 12h00, no Jardim da Praça do Império, em Belém, no espaço EGEAC/Progestur.

Pela primeira vez, o Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) realizar-se-á em Belém trazendo uma mostra de produtos ibéricos, gastronomia, teatros, exposições, desfile e muita animação.

Conheça toda a programação em mascara-iberica.egeac.pt ou em fimi.pt.

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COMEMORAÇÕES DO 1º DE MAIO REGISTAM FRACA PARTICIPAÇÃO POPULAR

O tradicional desfile em Lisboa comemorativo do Dia Internacional do Trabalhador, organizado pela CGTP, registou fraca adesão popular, mantendo a tendência que se vem verificando ao longo dos últimos anos. As outras centrais sindicais – a UGT e a USI – nem sequer arriscaram em na convocação de qualquer iniciativa na capital do país.

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Em contrapartida, é cada vez maior o número de imigrantes das mais diversas procedências que fazem desta iniciativa um meio de fazer ouvir as suas exigências, genericamente centradas na questão da legalização.

O desemprego e a emigração de milhares de jovens licenciados, o desmantelamento das estruturas produtivas, o desencanto generalizado com o sistema político e o movimento sindical e o envelhecimento da população portuguesa constituirão porventura os principais factores a contribuir para o declínio das comemorações do 1º de Maio.

Também as elevadas temperaturas de um fim-de-semana prolongado eram convidativas a umas miniférias a gozar de preferência junto ao mar, o que de qualquer forma não constitui justificação.

O desinteresse crescente pela participação na vida sindical, traduzido na desfiliação e na falta de participação em manifestações de carácter cívico, deveria constituir motivo de preocupação e reflexão por parte dos sindicatos.

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SILÊNCIO QUE SE VAI CANTAR O FADO… NA AMADORA!

Gente d’Entre-o-Douro-e-Minho também aprecia o fado

Apagam-se as luzes e, no cenário melancólico de iluminação ténue a lembrar o ambiente fadista e notívago de outrora, das ruelas dos bairros alfacinhas, eis que se soltam as primeiras notas pungentes das cordas de uma guitarra bem portuguesa. O Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, em Alfragide, realizou uma vez mais a “Noite de Fados”, um momento que o público revive com a força e sentimento que lhe vai na alma.

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Acompanhados à guitarra por Alfredo da Sé e à viola por Filipe Campos, o espectáculo contou com a participação dos fadistas Fátima Moedas, Liliana Santos, Leonardo Pereira, Jacinto Frango, Vítor Cordeiro e Rui Santos.

Perdem-se nos tempos as origens do fado e as influências várias que recebeu. Expressão musical de raíz popular interpretada pelas classes sociais mais baixas da sociedade, o fado destinava-se a relatar de forma plangente as ocorrências tristes da sua vida, a sina da vida e a fatalidade, em síntese o fado a que a gente humilde estava condenada.

Considerado pelos ideólogos do Estado Novo como uma forma de expressão musical decadente – contrastando com o vigor e a alegria do folclore – o fado foi retirado dos becos de Alfama, Mouraria e dos retiros das hortas e encaminhado para casas típicas onde, após depurado do seu carácter original e genuíno, converteu-se numa cançoneta recomendável às famílias e rentável ao turismo.

Actualmente, o fado conta com cada vez maior número de intérpretes e apreciadores, facto a que seguramente não é alheio o aparecimento de várias escolas de aprendizagem do fado, a organização de eventos de grande dimensão e, mais recentemente, o reconhecimento pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade. Para tráz ficou a narrativa que constituía a essência e razão de ser da designação que para sempre adoptou – o Fado!

Fotos: Manuel Santos

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ARTESÃOS DO MINHO VÃO À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

A 30ª Edição da Feira Internacional de Artesanato (FIA) Lisboa 2017 arranca já no próximo dia 24 de Junho, nos pavilhões da FIL, em Lisboa. O certame prolonga-se até ao dia 2 de Julho. Trata-se da maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP e conta com o apoio do IEFP.

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Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.

A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 30 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

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Em destaque, estarão áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros. Contará ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional.

A edição do ano anterior contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliês, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.

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ABRIL EM LISBOA DESFILA NA LIBERDADE

Dezenas de milhares de pessoas desfilaram hoje em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 43º aniversário da revolução do 25 de Abril de 1974.

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Tratou-se uma vez mais de uma jornada de todas as liberdades, que acolhe todas as causas, as mais diversas correntes políticas desde as mais representativas às de expressão menos relevante, associações políticas, culturais, desportivas e autarquias locais.

De comum, todos partilhavam a esperança no fim da política de austeridade e na reposição de antigas liberdades e dos direitos sociais retirados durante a última legislatura. Uma esperança que, tal como se anunciava numa faixa exibida pela Juventude Socialista durante o desfile, pretende levar o 25 de Abril à Europa!

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CASA DO MINHO EM LISBOA RECEBE O COMPASSO EM DOMINGO DE PASCOELA

Realizou-se anteontem em Lisboa o tradicional compasso pascal tendo a cruz sido dada a beijar aos minhotos que afluíram à Casa do Minho.

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Em domingo de Pascoela, a zona de Telheiras despertou de uma forma diferente da habitual. Os mordomos, com as suas opas vermelhas, levavam consigo a cruz florida, a sineta e a caldeirinha, logo seguidos de uma pequena multidão que, na sua fé, não dispensaram também o acompanhamento dos bombos e das concertinas, à boa maneira minhota.

Já na sede daquela instituição regionalista, a cruz foi dada a beijar aos presentes, tendo as celebrações pascais sido presididas pelo Padre João Caniço, Pároco do Lumiar onde a Casa do Minho se encontra sediada.

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CERVEIRA REQUALIFICA EDIFICIO DO JARDIM DE INFÂNCIA

Fundo Rainha D. Leonor e Câmara Municipal DE Vila Nova de Cerveira garantem apoios

O Fundo Rainha D. Leonor, criado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a UMP-União das Misericórdias Portuguesas, vai apoiar a requalificação do edifício do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira.

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Este fundo vai apoiar o projeto em € 134.929,51, num investimento de cerca de € 250.000,00, e cuja obra deverá iniciar em breve.

De forma a alcançar o investimento necessário para esta requalificação, vão ser procurados outros instrumentos de financiamento externos. Não obstante, o autarca cerveirense, Fernando Nogueira, comprometeu-se a propor à Câmara Municipal que conceda todo o apoio técnico e logístico indispensável à viabilidade do projeto, bem como complementar financeiramente as verbas não obtidas através de outras candidaturas apresentadas pela Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira, a fim de garantir esta intervenção.

Por se tratar de um equipamento fundamental e de utilização pública, esta requalificação no edifício do Jardim de Infância a santa Casa da Misericórdia de Vila Noca de Cerveira vai permitir aumentar a capacidade para o ingresso de mais crianças na valência de creche (é o único equipamento em sede de concelho que acolhe crianças até aos 3 anos) e, simultaneamente, dar mais e melhores condições à capacidade instalada.

CASA COURENSE EM LISBOA SUPERA CRISE DE LIDERANÇA

A Casa Courense em Lisboa elegeu na Assembleia Geral realizada no passado dia 9 de Abril, os novos corpos gerentes, superando desse modo uma situação de crise que se vinha arrastando há vários meses e que inibia o aparecimento de uma lista candidata.

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O sr. António Carvalho, anterior presidente do Conselho Fiscal, é o novo Presidente da Direção a quem desde já auguramos os maiores sucessos, colocando-nos como sempre à disposição para colaborar desinteressadamente na divulgação das suas iniciativas. 

Conforme previsto, naquela assembleia foram ainda apresentados e aprovados o Relatório e as Contas da gerência relativas a 2016.

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LISBOA VIRA ARRAIAL MINHOTO

As gentes minhotas que vivem na região de Lisboa fizeram no passado dia 9 de abril um autêntico arraial à moda do Minho. Na Freguesia de Benfica, o Ringue António Livramento foi pequeno para o numeroso público que foi assistir à actuação de três grupos folclóricos minhotos – o Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage, o Grupo de Danças e Cantares Besclore e o anfitrião, Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho.

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Nas bancadas, a assistência vibrou com a exibição das diferentes modas executadas pelos ranchos folclóricos e não regateou os aplausos. E, apesar da presença de muitos lisboetas e pessoas oriundas de outras regiões, a festa foi bem minhota e uma autêntica jornada de confraternização das nossas gentes ali radicadas.

Fotos: Manuel Santos

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FAMALICENSE ANTÓNIO GONÇALVES EXPÕE NO CENTRO CULTURAL DE BELÉM

António Gonçalves, artista, diretor artístico da Fundação Cupertino de Miranda e curador da Galeria Municipal, Ala da Frente, tem exposto no Centro Cultural de Belém a sua "contemplação particular" sobre as “Tentações de Santo Antão", até 25 de junho, na Praça CCB.

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Esta obra de António Gonçalves segue a linha do seu trabalho sobre o estudo e prática da pintura, tendo em conta a leitura das “Tentações de Santo Antão”, de Gustave Flaubert, entre outros trabalhos que "foram formando uma base de estudo do erótico, do religioso, do pensamento estético e filosófico, onde o corpo e a sua sexualidade têm uma forte presença", segundo um texto do artista.

António Gonçalves refere ainda que, durante a criação do políptico, sentiu a necessidade de um espaço autónomo para o apresentar, construído especialmente para a obra.

Neste sentido, desafiou a arquiteta a projetar um edifício que albergasse a pintura, "que fosse um espaço consagrado à [sua] contemplação, permitindo uma experiência de observação de fruição, onde o público entre sem qualquer inibição, podendo vivenciar uma experiência contemplativa e de introspeção".

Também foi lançado o convite ao compositor António Celso Ribeiro para criar três momentos musicais para serem interpretadas no espaço do edifício durante a exposição do políptico, "possibilitando uma experiência singular na visualização das três posições que toma o políptico na sua visualização", explica o artista.

António Gonçalves nasceu em 1975, em Vila Nova de Famalicão, e frequentou a Escola Soares dos Reis, no Porto, o Curso de Artes Plásticas – Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e a Faculdade de Belas Artes de Cuenca-Espanha.

O MAIOR FESTIVAL DE CULTURA IBÉRICA ACONTECE ESTE ANO EM BELÉM

De 4 a 7 de maio os foliões andam à solta no Jardim da Praça do Império

Pela primeira vez o Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) realiza-se em Belém, cruzando a riqueza do património histórico e cultural envolvente da zona ocidental da cidade com as tradições ancestrais da Península Ibérica.

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Durante quatro dias, de 4 a 7 de maio, o Jardim da Praça do Império oferece, assim, uma programação variada, que junta Portugal e Espanha, entre máscaras e caretos, artesanato e produtos regionais, concertos, exposições e muita animação de rua. Este ano, assinalando Lisboa como Capital Ibero-americana de Cultura, o Brasil, a Colômbia e o Perú são os países convidados do Grande Desfile da Máscara Ibérica, que se realiza no sábado (dia 6), a partir das 16h30, e contará com um total de 36 grupos participantes, nesta que é a edição mais concorrida de sempre.

Os Caretos de Salsas e os Caretos de Grijó (de Bragança), as Madamas de Torre de Dona Chama (de Mirandela) e o Brutamontes do Auto de Floripes (de Viana do Castelo) sãos os estreantes portugueses que se juntam, neste desfile, a grupos destas e de outras localidades, como Coimbra, Miranda do Douro, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros, Mira, Ílhavo e Vinhais.

De Espanha são esperados, pela primeira vez, Los Gigantes y Cabezudos de Aranda de Duero, de Burgos, e da Catalunha, Los Gigantes de Sant Jordi del Tricentenário.

Outra das novidades deste ano é a presença da associação Urban Sketchers Portugal que irá realizar uma ‘open call’, convidando todos e todas para o registo artístico, através do desenho, das diversas iniciativas realizadas ao longo dos quatro dias de festival.

Este XII FIMI conta ainda com a presença de uma das bandas de gaitas mais reconhecidas em todo o mundo, a Real Banda de Gaitas de Oviedo que irá presentear o público com música tradicional das Astúrias, em atuações no CCB (dia 5) e o no Jardim da Praça do Império (dia 6).

Os ritmos folk de raiz tradicional europeia, com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock, serão uma constante durante o fim de semana, no Palco Ibérico, com os concertos da Orquestra de Foles e dos grupos Galandun Galundaina, Los Niños de Los Ojos Rojos e Sons do Douro.

Paralelamente a esta XII edição do Festival Internacional da Máscara Ibérica, no Museu Nacional de Arqueologia, na Casa da América Latina e na Casa Pia de Lisboa, têm lugar exposições, debates e atuações de grupos de desfile A PROGESTUR - Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural e a EGEAC, a empresa municipal de animação cultural de Lisboa, convidam a conhecer melhor a tradição pagã dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem.

A cultura ibérica – património e tradição – a desfilar por Lisboa. De 4 a 7 de maio, a partir das 11h, com entrada livre!

JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

CASA DE ARCOS DE VALDEVEZ EM LISBOA CELEBRA A PASCOELA

Quebrando uma tradição de longos anos, este ano não haverá a visita Pascal no Domingo, na Sede Social da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.

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A comunidade arcuense radicada na região de Lisboa celebrará a Pascoela, no dia 23 de Abril, nas suas instalações em Marvila.

A cerimónia ocorrerá às 15 horas, mantendo a tradição das nossas aldeias onde será dada a cruz a beijar e não vão faltar os doces e o vinho fino após a saída da Cruz. E, como não podia deixar de acontecer, as concertinas vão alegrar a Festa de Cristo Ressuscitado.

Foto: Notícias dos Arcos

CASA DO CONCELHO DE PONTE DA BARCA DESAPARECEU HÁ 16 ANOS

A realização em 2001 de um almoço de lampreia que reuniu cerca de sessenta pessoas foi porventura a última iniciativa da Casa do Concelho de Ponte da Barca, em Lisboa. Constituída em 1992, aquela instituição regionalista debatia-se então com a dificuldade de liquidar o empréstimo bancário concedido para a aquisição das suas instalações na rua do Telhal. E, segundo apurámos junto de alguns associados, a situação mantém-se por resolver, sendo que o seu destino depende actualmente da Câmara Municipal de Ponte da Barca.

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Desde então, aquela casa regional deixou de realizar actividades e inclusivamente eleger os respectivos corpos gerentes. A situação mantém-se num impasse e não se vislumbra a possibilidade da sua reactivação.

Entretanto, um grupo de barquenses decidiu constituir na região de Lisboa o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, uma associação com identidade própria e que, apesar disso, bem poderia contribuir para a reactivação e dinamização da Casa do Concelho de Ponte da Barca. Mas, ao que tudo leva a supor, os ventos não estão de feição!

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PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA GERAL DA CASA COURENSE EM LISBOA DIZ QUE FAZEM FALTA COURENSES DE GARRA PARA CONTINUAR O PROJECTO

A propósito da actual situação pela qual atravessa a Casa Courense em Lisboa, o BLOGUE DO MINHO solicitou um depoimento à Presidente da Assembleia Geral daquela casa regional, srª Fernanda Castro, o qual nos foi gentilmente concedido e que reproduzimos na íntegra.

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A Instituição Casa Courense tem tudo para sobreviver seja qual for a tempestade, já sobreviveu a algumas.

Tem uma belíssima sede extraordinariamente bem situada, tem o apoio da Câmara Municipal e das restantes instituições do concelho, tem sócios e amigos o que é fundamental para o bom funcionamento da associação.

Neste momento fazem falta Courenses de garra para continuar um projecto que foi sonhado e concretizado muitos anos atrás.

Acredito nas gentes da minha terra, eles vão aparecer, porque sabem que fechar portas não é solução.

Por Coura e pelos Courenses, sempre.

Saudações Courenses 

Fernanda Castro

CASA COURENSE EM LISBOA CORRE O RISCO DE FECHAR AS PORTAS

O futuro da Casa Courense depende da mobilização dos seus associados para superar a actual crise

A Casa Courense em Lisboa reúne no próximo dia 9 de Abril a sua Assembleia Geral para apresentação e votação do Relatório e Contas referente a 2016 e eleição dos novos corpos gerentes. Porém, aquela associação está a atravessar uma grave crise que pode levar mesmo à sua dissolução. Sucede que não se vislumbra a possibilidade de vir a ser apresentada uma lista candidata aos corpos gerentes.

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Segundo informações que obtivémos junto de vários sócios, a Presidente da Direcção, Patrícia Rodrigues, entregou as chaves a outro elemento da Direcção e deixou de comparecer na Casa Courense, sem no entanto ter apresentado a demissão formal ao Presidente da Assembleia Geral, tendo no seu gesto sido seguida por outros directores.

Contactada pelo BLOGUE DO MINHO, Patrícia Rodrigues não se mostrou disponível para prestar quaisquer esclarecimentos, apesar da posição sempre colaborante deste espaço de informação na divulgação das iniciativas daquela casa regional.

A actividade tem vindo a tornar-se cada vez mais reduzida, muitos associados têm vindo a afastar-se e a Direcção está restringida a dois elementos. Caso os sócios não se mobilizem com vista à apresentação de uma lista aos corpos gerentes, restará ao Presidente da Assembleia Geral a alternativa de nomear uma comissão administrativa e aguardar que venham a ser criadas as condições para a formação de uma lista, sob pena de ser votada a dissolução da associação.

Esta situação crítica que a Casa Courense em Lisboa atravessa ocorre numa altura em que, no próximo dia 8 de maio, assinala 27 anos de existência, afirmando-se como um pólo agregador das gentes de Paredes de Coura e de muitos minhotos radicados na capital.

Instalada na Rua General Taborda, 18 – Porta 7, em Lisboa, na Freguesia de Campolide, aquela associação regionalista conta com perto de um milhar de associados. Ao longo da sua existência, a Casa Courense tem vindo a realizar diversas iniciativas de âmbito regionalista que mobilizam os respectivos conterrâneos, das quais destacamos a organização regular de colheitas de sangue em colaboração com a Associação de Dadores Benévolos de Paredes de Coura, a tradicional matança do porco e o encontro de concertinas.

A Casa Courense em Lisboa tem “por objectivo a promoção cultural, recreativa e desportiva dos seus associados, a divulgação dos usos e costumes da nossa região e das suas gentes”. E, como sempre, os courenses que vivem em Lisboa e a sua casa regional – a Casa Courense – contarão sempre com a colaboração desinteressada do BLOGUE DO MINHO na divulgação das suas actividades.

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ANTIGOS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO VÃO DESFILAR EM LISBOA

Ex-trabalhadores dos ENVC promovem marcha silenciosa em Lisboa para exigir regime de exceção

Os ex – trabalhadores dos estaleiros de Viana do Castelo decidiram, hoje, por unanimidade, realizar uma marcha “silenciosa”, no próximo dia 28 de abril, em Lisboa, rumo ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, para exigir um regime de exceção para os cerca de 100 antigos funcionários que, até maio, vão perder o subsídio de desemprego.

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“Marcámos, para dia 28 de abril, em Lisboa, uma marcha silenciosa até ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para entregar um documento com as nossas preocupações”, afirmou hoje o porta-voz da comissão representativa dos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), António Ribeiro.

Aquele responsável, que falava aos jornalistas no final de uma reunião onde participaram cerca de uma centena de antigos funcionários da empresa pública de construção naval, adiantou que aquele protesto, “poderá ficar sem efeito se, até aquela data,  obtivermos respostas às nossas preocupações, quer a nível local a nível governamental”.

Em causa estão “cerca de uma centena de ex-trabalhadores que, até maio, ficam sem subsídio de desemprego e qualquer apoio social por não terem atingido os 57 anos exigidos pela lei para requererem a reforma antecipada por desemprego prolongado”.

“Se há quatro anos houve uma exceção para destruir a empresa e apresentar um plano de rescisões amigáveis agora também deve haver um regime de exceção face às penalizações com que estamos confrontados”, afirmou o porta-voz daquela comissão criada em setembro de 2016 para discutir o seu futuro com forças políticas e agentes do poder.

António Ribeiro adiantou ter sido também “aprovada por unanimidade” a presença dos antigos funcionários da empresa pública de construção naval, no próximo dia 03 de abril, na Assembleia Municipal de Viana do Castelo para pedir o apoio da cidade à sua luta”.

“Vamos à Assembleia Municipal manifestar as nossas preocupações e pedir apoio financeiro para nos deslocarmos a Lisboa, ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Vamos pedir à Câmara de Viana do Castelo que esteja connosco”, disse na Junta de Freguesia da Meadela, onde decorreu a reunião dos ex-trabalhadores dos ENVC.

Em outubro passado, o presidente da Câmara, José Maria Costa anunciou uma proposta, a apresentar ao Governo, que prevê um programa de formação que permita empregar nas novas empresas locais os ex-trabalhadores dos estaleiros.

Na altura, explicou que o objetivo é dar aqueles ex-trabalhadores “novas competências ou reorientar as suas competências profissionais atendendo a que Viana do Castelo está, neste momento, a atrair novos investimentos no setor automóvel”.

Fonte: http://radioaltominho.pt/

ATILHOS NAS CHINELAS ADULTERAM O TRAJE TRADICIONAL

Existem grupos folclóricos que se apresentam publicamente com atilhos a segurar as chinelas para que as moças não as percam nas voltas da dança. Trata-se de algo que julgávamos ter há muito desaparecido na apresentação do folclore. Não obstante, e para nossa desagradável surpresa, essa “habilidade” tem vindo a ser exibida por vários grupos folclóricos, incluindo alguns – pasme-se! – da nossa região.

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As imagens que publicamos respeitam a actuações recentes na região de Lisboa de dois grupos folclóricos minhotos, oriundos de Cabeceiras de Basto.

A inclusão de atilhos nas chinelas, normalmente constituídos por elásticos, atados aos pés e aos tornozelos, constitui uma adulteração do traje tradicional e resulta numa desclassificação do grupo folclórico que assim se apresenta e, sobretudo, uma representação menos digna da terra que dizem representar. Trata-se de um erro que urge corrigir!

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PÓVOA DE LANHOSO LEVOU MARIA DA FONTE À BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Foi um sucesso a performance mimética alusiva à Maria da Fonte, que a Póvoa de Lanhoso apresentou na BTL, no dia 18 de março. 

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Seis mulheres caraterizadas com terracota e auxiliadas por varapaus, rodeiam a Maria da Fonte, alternando quadros cénicos estáticos com dinâmicos, cuja estética teatral evidencia força, determinação, coragem e revolta.

Esta performance foi construída para criar impacto na Feira de Turismo e chamar a atenção de todas as pessoas para a figura da Maria da Fonte, que dá identidade ao município da Póvoa de Lanhoso. O objetivo foi conseguido, porque ninguém ficou indiferente a esta encenação e todos queriam saber mais sobre esta personagem da nossa história.

“Apostamos na presença de eventos como a BTL e que consideramos importantes no âmbito da nossa estratégia de divulgação e de promoção do concelho. Estamos satisfeitos com esta participação e certos de que iremos continuar a recolher frutos, ao nível do turismo e das áreas que lhe estão associadas”, refere o Vereador da Cultura e Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

Pelo resultado atingido com esta estreia na BTL, perspetiva-se um impacto semelhante noutras feiras e eventos turísticos promocionais do nosso município. 

Há que fazer jus ao poeta e potenciar o valor patrimonial das 7 mulheres do Minho que já têm, na história desta belíssima terra, uma página doirada.  

De lembrar que no âmbito da estratégia do Consórcio Minho-In, de que faz parte a CIM do Ave, numa parceria concertada com a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), a Póvoa de Lanhoso apresentou-se na BTL como a Terra da Maria da Fonte. No final da performance teatral, as protagonistas ofereceram ao público presente as Rochas do Pilar escolhidas, desta vez, para representar a doçaria local, acompanhadas da divulgação dos fins-de-semana gastronómicos, em que as mesmas se encontram associadas ao Cabrito à S. José.

Dentro da parceria Minho-In / TPNP, é já desde 2010 que o Município, em parceria com a Associação de Turismo da Póvoa de Lanhoso, tem concretizado ações de promoção do concelho neste certame. Filigrana, Património, Identidade e Gastronomia têm sido os argumentos utilizados para atrair os públicos que ali afluem.

O Consórcio Minho IN – que integra as Comunidades Intermunicipais do Alto Minho, do Cávado e do Ave (de que faz parte a Póvoa de Lanhoso), associando os 24 municípios do Minho – esteve presente de 15 a 19 de março na BTL 2017 – Feira Internacional de Turismo, no Parque das Nações, em Lisboa, contando para o efeito com um stand próprio, no espaço da Entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal.

No âmbito da sua participação no mais importante certame turístico a nível nacional, o Minho IN dinamizou o seu espaço, através de um vasto programa de animação promovido em parceria com os 24 municípios do Minho, que integrou, no dia 18 de março, a representação teatral “Póvoa de Lanhoso – 7 Mulheres do Minho”.

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PAREDES DE COURA LEVA MAGIA À BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Paredes de Coura e ‘O Mundo ao Contrário’ distribuíram magia na BTL com a performance do Tosta Mista

‘O Mundo ao Contrário’, encontro de espetáculos, animação de rua, instalações, oficinas e residências artísticas, que este ano decorre entre 24 e 30 de julho em Paredes de Coura, esteve no centro das atenções na Bolsa de Turismo de Lisboa contagiando de arte e magia todos quantos passaram pelo Parque das Nações, em Lisboa.

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Tendo por palco o stand do Turismo Porto e Norte de Portugal, Paredes de Coura apostou no dia da abertura da BTL numa performance interativa do Tosta Mista, artista que promoveu o evento com a sua atuação e distribuiu material promocional.

A interação do Tosta Mista com quem passou junto ao stand do TPNP foi de tal forma entusiasmante, que rivalizou em número de assistência com a cerimónia protocolar da inauguração que contou com a presença do Ministro da Economia, Caldeira Cabral, que também não ficou indiferente ao espetáculo.

Para além deste momento performativo único promovido pelo Município, Paredes de Coura também integrou todos os dias a ‘Minho Happy Hour’ no âmbito das ações de animação do stand do ‘Minho IN’, com prova de produtos da Loja Rural, nomeadamente biscoitos, enchidos, licores, entre outros.

A edição deste ano de ‘O Mundo ao Contrário’ está agendada para o período entre 24 e 30 de julho, destina-se a toda a família e tem entrada livre, reunindo artistas nacionais e internacionais que transportam os participantes para um mundo onírico onde a imaginação, a criatividade, o riso e o absurdo tomam lugar.

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MINHOTOS ENCERRAM EM APOTEOSE BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Grupo Folclórico Verde Minho e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez cantaram e dançaram no últmo dia da edição deste ano da Bolsa de Turismo de Lisboa, conferindo ao certame um colorido e uma alegria que são bem características das gentes e do folclore minhoto.

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Aos primeiros acordes das concertinas, eis que numeroso público se aproximou dos grupos folclóricos para os ver actuar. E, ao ritmo do vira e da chula, da rosinha e da cana-verde, aquela grandiosa feira de turismo terminou em ambiente de festa. E, para o ano, haverá mais!

Fotos: Manuel Santos

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PÓVOA DE LANHOSO EXPÕE FOTOGRAFIAS SOBRE O CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA

“O Caminho de Santiago de Compostela - um Caminho para todos”, no Castelo de Lanhoso

Está patente até ao dia 24 de março, no Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso, a exposição de fotografia “O Caminho de Santiago de Compostela - um Caminho para todos”. A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso conta com a parceria da Associação Espaços Jacobeus – Delegação de Braga nesta iniciativa. 

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De lembrar que esta mostra abriu ao público no passado dia 10 de março, sendo que, na mesma oportunidade, teve lugar uma palestra sobre o referido tema. “Conscientes da importância que o Castelo de Lanhoso representa para o nosso concelho, não só pela ligação histórica à D. Teresa, mas pela forma como catapulta o nome da Póvoa de Lanhoso no panorama nacional e internacional, temos vindo a reforçar e diversificar a oferta cultural para que este monumento nacional não proporcione apenas as tradicionais visitas. Queremos, portanto, aliar a carga histórica e simbólica ao mesmo tempo que incutimos sensações diferenciadoras aos visitantes, proporcionando, por outro lado, o conhecimento da história do nosso concelho”, refere o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues. “É com base neste propósito que surgiu esta palestra e a exposição de fotografias alusivas aos Caminhos de Santiago de Compostela, pois é um tema que tem vindo a merecer a nossa melhor atenção, até porque o Castelo de Lanhoso está intimamente ligado às peregrinações ao túmulo do apóstolo Santiago, desde logo pelo Bispo D. Pedro, responsável pela reforma ocorrida no Castelo de Lanhoso, entre 1070 e 1091, e pela própria D. Teresa que também se deslocou a Santiago de Compostela. O Município pretende continuar a reforçar a atratividade deste ex-libris municipal, até porque os resultados têm sido francamente positivos”, conclui o mesmo responsável.

A palestra em torno das peregrinações ao túmulo do apóstolo Santiago, o Maior, foi o mote para elucidar os presentes sobre as exigências e as constantes superações pessoais, físicas e psicológicas, que cada um tem que ultrapassar até alcançar a catedral de Santiago de Compostela.

Quem estiver interessado em aprofundar esta temática, pode visitar a exposição até ao dia 24 de março, no interior do Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso, de quarta a domingo, entre as 10h00 e as 12h30 e entre as 14h30 e as 17h30.

A título de curiosidade, é de referir que no fim-de-semana de 11 e 12 de março (que coincidiu com o início das Festas de S. José), passaram perto de 250 pessoas pelo interior da Torre de Menagem, provenientes de países como Portugal, Espanha, Peru e Japão.

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PINTORES MUTES DE ARCOS DE VALDEVEZ E MIGUEL MOREIRA E SILVA DE BRAGANÇA EXPÕEM EM LISBOA

Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes  & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio

Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.

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Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.

Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.

Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."

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BRAGA PROMOVE-SE NA BTL, A MAIOR FEIRA NACIONAL DE TURISMO E UMA REFERÊNCIA A NÍVEL INTERNACIONAL

Património, eventos, comércio, gastronomia, cultura e desporto estiveram em evidência na BTL

De Quinta-feira até ontem, Braga promoveu-se na Bolsa de Turismo de Lisboa, a maior Feira Nacional de Turismo e uma referência a nível internacional. Com mais de 1.200 expositores entre agências de viagem, operadores turísticos, hotelaria, transportes, organismos oficiais nacionais e internacionais, jornalistas e bloggers, de mais de 42 países, distribuídos por 37.000 m2, esta foi uma acção repleta de sucesso em termos de divulgação e promoção turística do Concelho.

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“Estamos satisfeitos com os resultados alcançados. Fizemos centenas de contactos com operadores, jornalistas e responsáveis internacionais, que permitirão nos próximos anos incrementar ainda mais o movimento turístico de Braga”, referiu António Barroso, em representação da Câmara Municipal de Braga, explicando que a presença de Braga na BTL resulta da articulação com o projecto Minho Inovação e a Entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal, e insere-se na estratégia de promoção do Concelho “fora de portas”.

O responsável aproveitou também para destacar “a diversidade de agentes bracarenses deste sector que proporcionaram a existência de pontos de divulgação do que Braga tem de melhor em todos os pavilhões da BTL”.

A agenda geral de eventos, o roteiro familiar, a campanha `Taste Braga` em parceria com a Associação Comercial de Braga (de promoção das iniciativas gastronómicas, com destaque para as Sugestões do Chef que decorrem até 9 de Abril), os grandes eventos como a «Semana Santa», «Braga Romana», «S. João», «Noite Branca», «Braga Barroca», «Braga é Natal», incluindo o «Presépio de Priscos» e iniciativas com realização já em Março e Abril, como a 50 edição da Agro e o «IDrone Experience» mereceram especial referência.

A distinta e rica oferta cultural do Theatro Circo e do GNRation, assim como eventos desportivos como a «Rampa da Falperra», a «Street Stage do Rally de Portugal» com a disponibilização de um concorrido simulador, mas também toda a agenda de eventos desportivos que enriquecem a Braga 2018 - Cidade Europeia do Desporto, estiveram em foco na BTL. O rico e distinto património, os espaços naturais, o comércio e a animação nocturna, aliados a uma grande e qualificada disponibilidade hoteleira e uma localização estratégica no contexto do noroeste peninsular foram também motivo de promoção. Este ano mereceu também destaque uma apresentação pública do novo Parque de Exposições de Braga que verá a luz do dia em 2018.

Para António Barroso, “revelarmos que estamos perto de tudo, com uma oferta hoteleira diversificada e com mais de três mil camas, com uma gastronomia cinco estrelas, um comércio vivo e atractivo e o fervilhar da juventude, faz de Braga um destino que surpreende quem não nos conhece e conquista quem vem a Braga. O contacto com profissionais do turismo e com o público lisboeta e do Sul do país permite-nos reforçar a nossa notoriedade e convidar a visitarem Braga”.

A BTL é cada vez mais uma feira que atrai não só profissionais como também cativa o público em geral. Trata-se da maior montra da oferta turística a falar português e constitui uma oportunidade para conhecer novos destinos e soluções de viagens, juntando num só espaço vários operadores, desde hotelaria, viagens, transportes, entre muitos outros.

Em 2016, a feira recebeu mais de 75 mil visitantes durante os cinco dias de certame, dos quais 35 mil foram profissionais do sector.

Pós Tour BTL em Braga

Durante o fim-de-semana, estiveram em Braga mais de 20 operadores turísticos de países como Noruega, Polónia, Itália, Estados Unidos, Rússia, Brasil e França, uma iniciativa da Câmara Municipal em parceria com a Associação de Turismo do Porto e Norte (ATP).

“Continuamos assim a prosseguir a nossa estratégia de promoção do território para incrementar o Turismo levando ao crescimento das nossas empresas, mas também ao surgimento de oportunidades para novos projectos poderem singrar e assim sustentarmos o nosso desenvolvimento”, concluiu António Barroso.

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA APRENDE RENDAS DE BILROS

O Presidente da República, Prof. Doutor Macelo Rebelo de Sousa, visitou ontem a Bolsa de Turismo de Lisboa, demorando-se particularmente nos pavilhões das Regiões de Turismo e prestando uma especial atenção ao artesanato tradicional.

A presença das rendilheiras de bilros de Vila do Conde mereceu-lhe bastante curiosidade que mais pareceu estar interessado em conhecer esta arte popular.

Fotos: Manuel Santos

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ELÉCTRICO DA CARRIS COLHE VIANENSE NO DIA EM QUE LISBOA FESTEJA CONCLUSÃO DAS OBRAS NA ZONA DO CAIS DO SODRÉ

A notícia é do jornal “Correio da Manhã” e relata o seguinte: Jaime Araújo, de 47 anos, estava em Lisboa em passeio, com uma mulher de 40 anos. O professor de Viana do Castelo atravessava a avenida 24 de Julho, junto ao Mercado da Ribeira, ao que tudo indica na passadeira, quando foi violentamente atropelado pelo elétrico da Carris. Ficou debaixo da composição e ferido com gravidade. A mulher com quem estava sofreu ferimentos leves. Segundo explicou ao CM fonte das equipas de socorro, foi necessário "elevar o elétrico com almofadas especiais" para se conseguir retirar a vítima. Tudo aconteceu no sábado ao final da tarde, mas passou despercebido ao público em geral. O trabalho heroico dos elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e das equipas do INEM ficou registado numa fotografia a que o CM teve ontem acesso. Jaime Araújo foi transportado para o Hospital de S. Francisco Xavier, sendo depois transferido para o Egas Moniz, onde ainda se encontra nos "cuidados intensivos e gravemente ferido", disse ao CM fonte da família, que procura testemunhas das circunstâncias do acidente. O CM contactou ontem a Carris, que não respondeu em tempo útil. A PSP investiga.”

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Em tempos, o BLOGUE DE LISBOA alertava para a conveniência de alterar a circulação dos transportes públicos naquela zona da cidade, nomeadamente por razões de segurança, o que pode ser lido em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/porque-nao-circulam-os-transportes-46656. De resto, já há um século, o arquitecto Miguel Ventura Terra advogava a supressão da circulação dos transportes colectivos de passageiros naquela zona, incluindo a linha ferroviária.

Não obstante, a Câmara Municipal de Lisboa optou por manter a situação e, pior ainda, foi recuperar o modelo urbanístico dos anos sessenta: um canteiro com árvores no eixo central da avenida que vai impedir a ultrapassagem dos veículos de circulação prioritária, nomeadamente as âmbulâncias médicas em marcha de urgência.
Por ironia, a actual configuração da circulação rodoviária na área do Cais do Sodré regista a tragédia num momento em que a cidade festeja a conclusãpo das obras no local. Mas, vejamos o que o nosso parceiro BLOGUE DE LISBOA disse a respeito da circulação dos transportes públicos na avenida 24 de Julho, em Lisboa:
“A alteração da circulação dos transportes públicos para o lado norte da avenida 24 de Julho, em Lisboa, permitiria eliminar os cruzamentos e aumentar a segurança dos peões.
A circulação dos transportes públicos, na avenida 24 de Julho, entre o Cais do Sodré e a avenida da Índia, efetua-se no lado sul, junto à linha de comboios, apresentando diversos inconvenientes como o congestionamento do tráfego nos cruzamentos, redução da fluidez da circulação automóvel e riscos de atropelamento de peões.
O acesso às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré implicam o atravessamento da movimentada avenida 24 de Julho por parte dos transeuntes, quase sempre de forma desordenada fora das respetivas passadeiras. Os passeios que lhes estão destinados são demasiado estreitos. E o trânsito circula com demasiados constrangimentos em virtude da excessiva quantidade de sinalização luminosa e cruzamentos numa via rodoviária que, em lugar de proporcionar a fluidez, tem vindo a ser transformada em área de parqueamento automóvel.
Por fim, o entroncamento da avenida 24 de Julho com a avenida da Índia representa um triplo cruzamento, com os transportes públicos a cruzarem-se entre si e com as viaturas particulares em simultâneo.
Não se vislumbrando qualquer justificação válida para que os carros elétricos circulem ao lado da linha férrea, a sua transferência para o lado norte da avenida, juntamente com os demais transportes públicos, permitiria eliminar de imediato os cruzamentos do Cais do Sodré e da Avenida da Índia, proporcionando ao mesmo tempo a dinamização diurna através do incremento comercial e da circulação de pessoas numa área dominada por edifícios com reduzido aproveitamento e em mau estado de conservação, como sucede junto às Tercenas do Marquês.
A construção de acessos subterrâneos às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré permitiriam ainda eliminar o atravessamento de peões à superfície e aumentar consideravelmente a fluidez do trânsito sem riscos de segurança para os transeuntes.
Lisboa só teria a ganhar com uma obra que iria produzir efeitos práticos na vida dos seus habitantes.”

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ENTIDADES BRACARENSES APRESENTAM NA BTL NOVO PARQUE DE EXPOSIÇÕES DE BRAGA

Novo Parque de Exposições de Braga apresentado na maior feira de turismo nacional. Maior e melhor espaço de congressos, exposições e eventos apresentado em Lisboa

A Câmara Municipal de Braga e a InvestBraga fizeram uma apresentação do novo Parque de Exposições de Braga (PEB) na Bolsa de Turismo de Lisboa, a maior feira nacional de turismo. Tratou-se de uma oportunidade para, junto de um conjunto de possíveis clientes, utilizadores e divulgadores, colocar na agenda este que será um espaço de referência no noroeste peninsular.

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"A importância de divulgar este espaço, que será o maior a Norte do Douro, a operadores, agências de eventos, responsáveis de diversos organismos públicos e privados, bem como a jornalistas e bloggers, é um desiderato que tem vindo a ser cumprido para incrementar a futura actividade deste empreendimento que será único no contexto ibérico e decisivamente alavancará e consolidará Braga como local para a realização dos mais diversos eventos e iniciativas. O novo PEB será a verdadeira âncora que nos permitirá reforçar a actividade turística, nomeadamente no turismo de negócios, congressos e eventos" afirmou António Barroso do Gabinete de Apoio à Presidência da CMB.

José Coutinho, da InvestBraga, apresentou a panóplia de espaços e a modularidade da utilização deste espaço distinto e singular. "A InvestBraga está muito empenhada em oferecer uma dinâmica ao PEB como ele nunca teve. Vamos continuar com estas acções de divulgação a nível nacional e internacional, pois é importante captar novos eventos para que o PEB seja mais um elemento da afirmação internacional de Braga".

Já Melchior Moreira, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, referiu que Braga tem feito um ´excelente trabalho de dinamização e promoção turística´. “Neste caso particular, o investimento no novo PEB vem oferecer um espaço único para reforçar a atractividade da região e será sem dúvida um instrumento fundamental de combate à sazonalidade e incremento da estadia média", afirmou.

PEB com novas valências

O PEB terá três áreas distintas e polivalentes: grande nave; centro de congressos; espaços exteriores. Nos espaços exteriores está incluída a criação de uma nova praça, o arranjo de todo o espaço expositivo exterior, com a criação de uma nova portaria, a criação de novas áreas verdes e de lazer e com uma eficaz integração urbana.

O Centro de Congressos terá um conjunto de novas valências, novas acessibilidades, um novo auditório, uma nova sala de congressos modular, sala de exposições polivalente, salas de reuniões, novos bares e zonas de acolhimento e auditório principal renovado. Polivalência e modularidade vão marcar este novo centro de congressos que irá ganhar também todas as condições necessárias em termos de climatização e acústica.

Para a Grande Nave, o projecto prevê a criação de uma galeria, deambulatório superior, aumento da área de exposição, novas áreas de bar e instalações sanitárias, novas áreas de camarins para artistas, novas salas de reuniões para clientes e uma nova teia para suspensão de equipamentos. Além da climatização, tratamento luminotécnico e acústico, a Grande Nave será polivalente e modular, permitindo a utilização parcial do espaço.

O projecto de requalificação inclui, igualmente, espaços complementares como um restaurante/self-service, que passará a estar integrado no corpo do edifício, uma cafetaria, bares e espaços para aluguer.

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GUIMARÃES PARTICIPA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Guimarães promove-se até domingo na maior feira dedicada ao lazer e viagens de Portugal

Depois dos primeiros dias destinados aos profissionais ligados ao setor do turismo, o evento é aberto ao público em geral a partir desta sexta-feira e até domingo, 19 de março. Montra da oferta turística destaca a cultura e o património de Guimarães.

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Dar a conhecer as potencialidades do concelho enquanto destino turístico de referência na região norte e a nível nacional e internacional é o grande objetivo da participação de Guimarães na 29ª edição da BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa, a maior feira dedicada ao setor de lazer e viagens de Portugal, que decorre até domingo, 19 de março, na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa.

A forte ligação à origem da identidade e da nacionalidade portuguesa, associada ao Centro Histórico Património Mundial, estão no centro da estratégia de comunicação desenhada para o evento. A promoção do destino vimaranense inclui os principais equipamentos culturais e museológicos, assim como é igualmente visível através das empresas locais, mais precisamente de empreendimentos de hotelaria e restauração.

O stand do Município de Guimarães encontra-se inserido na Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Para os profissionais ligados ao setor do turismo é uma oportunidade para analisar a tendência dos mercados e posicionar a sua oferta de uma forma inovadora e competitiva. Para o público, constitui a oportunidade de conhecer novos destinos e soluções de viagens, comparar propostas e fazer aquisições a preços altamente competitivos, juntando num só espaço vários operadores.

Na edição deste ano da BTL – Feira Internacional de Turismo, participam todas as entidades regionais de turismo nacional e ainda 30 municípios portugueses. A feira conta também com a presença de 42 destinos internacionais, dos quais sete são novidade no certame: Argentina, Zimbabwe, Colômbia, África do Sul, Peru, Pontevedra e Taipé. Esperam-se 75 mil visitantes numa área de exposição de 37.500 metros quadrados, onde estão mais de 1.200 entidades e empresas.

O MELHOR DE AMARES NA MAIOR FEIRA NACIONAL DE TURISMO

O Município de Amares voltou a estar representado na BTL 2017 – Feira Internacional de Turismo, que está a decorrer até ao dia 19 de março, no Parque das Nações, em Lisboa, dando a conhecer a oferta turística natural, patrimonial, cultural e religiosa

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do concelho e, em particular, os seus produtos locais mais emblemáticos como forma de atrair as atenções de novos turistas, investidores e visitantes.

A enogastronomia do concelho foi, durante a tarde de ontem, presença marcante e motivo de atração para os visitantes daquele que é considerada a maior e mais importante mostra do setor turístico a nível nacional, numa happyhour realizada com uma prova de vinhos verdes, acompanhada por uma degustação de doces confecionados à base de laranja de Amares. O momento, que contou com a presença do vereador do Turismo e vice-presidente da Câmara de Amares, Isidro Araújo, serviu, também, para divulgar os grandes eventos desportivos de Amares, tudo numa lógica de afirmação das potencialidades do concelho como destino turístico diferenciador e de qualidade.

O Município de Amares apresentou-se na BTL integrando o espaço Consórcio Minho IN, no Stand do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

 

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JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA PARTICIPA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Barquense Bento de Sousa foi um dos principais mentores do Jardim Zoológico de Lisboa

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa está presente na Bolsa de Turismo de Lisboa para dar a conhecer as suas ofertas aos visitantes.

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Actualmente localizado em Sete Rios, o Jardim Zoológico é desde sempre um dos espaços mais apreciados pelos portugueses, sobretudo pelos mais novos, constituindo simultaneamente um dos locais de grande atracção turística da capital.

Inaugurado em 28 de Maio de 1884, este foi o primeiro parque do género na Península Ibérica. Instalado inicialmente no Parque de São Sebastião da Pedreira, foi dez anos mais tarde transferido para os terrenos de Palhavã onde actualmente se situa a Fundação Calouste Gulbenkian e, em 1905, para a Quinta das Laranjeiras, propriedade do Conde de Burnay, junto a Sete Rios, onde ainda se mantém.

A ideia da criação do Jardim Zoológico surgira dois anos antes que formaram uma “sociedade zoológica”, contando-se entre os seus mentores o ilustre médico barquense Bento de Sousa, personalidade em relação à qual já aqui nos referimos em http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/manuel-bento-de-sousa-um-minhoto-que-5363962

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa conta actualmente com cerca de 2 mil animais de 332 espécies diferentes, representativas das mais diferentes regiões do mundo.

Fotos: Manuel Santos

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ALUNOS CERVEIRENSES CONVIVEM COM “ESCRITORES EM BELÉM”

O Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Cerveira foi um dos selecionados, entre mais de 200 escolas de todo o país, para proporcionar a um grupo de alunos uma conversa com o escritor António Mota no Palácio de Belém, complementada por uma visita aos jardins do Palácio e ao Museu da Presidência da República. Deslocação a Lisboa decorreu esta terça-feira, com a presença da Vereadora Aurora Viães, e com uma surpresa final: um breve convívio com o Presidente da República.

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 “Escritores em Belém” é a primeira iniciativa virada especialmente para a Educação deste mandato presidencial do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. A Presidência da República junta escritores de livros infantojuvenis com alunos do Ensino Básico e Secundário para uma conversa em torno dos livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura, no Palácio de Belém.

Por intermédio da Biblioteca Escolar, Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Cerveira candidatou-se a este programa aberto à participação de todas as escolas do país, sendo selecionado para participar na sessão desta terça-feira, 14 de março.

Os professores do 1º ciclo, em sede de departamento, selecionaram as turmas 3ºA do Centro Escolar Norte – Campos e 4ºA do Centro Escolar de Cerveira que rumaram à capital portuguesa para uma atividade lúdico pedagógica fora do contexto escolar e sempre com a expetativa de conhecer o com a possibilidade de conhecer o Presidente da República.

Acompanhados dos respetivos professores e auxiliares, e com a presença da Vereadora Aurora Viães e do diretor do Agrupamento Venceslau Teixeira, os alunos estiveram à conversa com o escritor António Mota, visitaram os jardins do Palácio de Belém e o Museu da Presidência da República. A meio da visita, o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa surpreendeu o grupo com a sua presença, com os pequenos terem a possibilidade de conversarem com o Presidente da República e de preservar esse momento com selfies e fotografia de grupo.

O Programa “Escritores no Palácio” conta com a colaboração da Associação Portuguesa de Escritores, da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, do Plano Nacional de Leitura, da Rede de Bibliotecas Escolares e da Sociedade Portuguesa de Autores.

ARCOS DE VALDEVEZ APRESENTA 30 EMPRESAS NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

A BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa teve início ontem à tarde e foram 30 as empresas a aceitar o desafio lançado pela autarquia de Arcos de Valdevez para dar a conhecer o melhor da região neste grande certame dedicado ao turismo.

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 A apresentação faz-se com base em três pilares de promoção do território: turismo de natureza e turismo cultural, gastronomia e enoturismo,. Acreditamos que estes três segmentos dão aos operadores presentes na BTL uma ideia bastante completa da nossa localização e oferta integrada que Arcos de Valdevez possui.

Durante o certame, irão ser promovidos dois packs promocionais: um para a Festa da Montanha, que se realiza nos dias 10 e 11 de Junho  e um outro para “o Recontro de Valdevez”, um evento histórico e cultural, com data marcada para o fim de semana de 7,8 e 9 de Julho.

Serão realizadas diversas ações de promoção do concelho como por exemplo provas de vinhos, promoção de fumeiro, do alojamento e hotelaria locais, do Festivinhão, da Reconstituição do Recontro de Valdevez e Mercado Medieval, a exibição de filmes promocionais, as atuações do grupo de Cavaquinhos e do Rancho Folclorico da Casa dos Arcos de Lisboa, entre outras.

A Autarquia apoiou as empresas que quiseram participar nesta feira de turismo, facilitando a logística e organização de modo a se apresentarem perante os potenciais investidores e operadores turísticos nacionais e internacionais.

Esta é mais uma excelente oportunidade de aliciar compradores, conhecer a concorrência e analisar as tendências de mercado.

Esta é mais uma iniciativa de promoção do turismo realizada pela Câmara Municipal e os diversos parceiros de Arcos de Valdevez.

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Programa Arcos Valdevez BTL

Dia 15 de Março (Quarta-feira)

10h00 às 19h00 | Reconstituição do Recontro de Valdevez e Mercado Medieval

(Espaço do Município de Arcos de Valdevez)

10:00 prova de vinho espumante com produtos locais – AVVEZ

10:00h EXIBIÇÃO VIDEO PROMOCIONAL DA Associação Vinhos de Valdevez

10:00h -19:00h  Promoção FestiVinhão

18:00h prova de vinho espumante com produtos locais – AVVEZ

18h00» 18h15 | Promoção da Recriação Histórica do Recontro do Vez

Município de Arcos de Valdevez

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional Recontro do vez – Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

PROMOÇÃO SOTEIO EXPERIENCIA A REALIZAR DIA 19

16:00 Exibição de filmes promocionais do município

Presença no stand associação do vinho

Dia 16 de Março (Quinta-feira)

10h00 às 19h00 | Promoção da Festa da Montanha – 10 e 11 de junho |Parque Nacional da Peneda Gerês

(Espaço do Município de Arcos de Valdevez)

Atividades Ardal – Porta do Mezio

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional festa da Montanha– Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

PROMOÇÃO SOTEIO EXPERIENCIA A REALIZAR DIA 19

16:00 Exibição de filmes promocionais do município

Presença no stand quinta da lamosa, sobrenatura e nature 4

Dia 17 de Março (Sexta-feira)

10:00h – 1900h Promoção fumeiro Arcos de Valdevez

10:00h – 2300 Exibição de filme tipologias de Alojamento Arcos de Valdevez

16:00 Exibição de filmes promocionais do município

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional Recontro do vez – Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional festa da Montanha– Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

PROMOÇÃO SOTEIO EXPERIENCIA A REALIZAR DIA 19

Dia 18 de Março (Sábado)

12h00 às 23h00 | Promoção da Festa da Montanha – 10 e 11 de junho |Parque Nacional da Peneda Gerês

(Espaço do Município de Arcos de Valdevez)

12h00 às 23h00 | Reconstituição do Recontro de Valdevez e Mercado Medieval

(Espaço do Município de Arcos de Valdevez)

21h00 | Promoção da Recriação Histórica do Recontro do Vez

Município de Arcos de Valdevez

21h30 | Grupo de Cavaquinhos da Casa dos Arcos de Lisboa

Município de Arcos de Valdevez

16:00 Exibição de filmes promocionais do município

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional Recontro do vez – Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional festa da Montanha– Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

PROMOÇÃO SOTEIO EXPERIENCIA A REALIZAR DIA 19

19h00 | Sorteio de Experiências

Uma noite no ArcosHotel | Um trilho no Parque Nacional da Peneda Gerês | Um Almoço ou Jantar (bebidas não incluídas)

(Espaço do Município de Arcos de Valdevez | TPNP)

Dia 19 de Março (Domingo)

12h00 às 20h00 | Promoção da Festa da Montanha – 10 e 11 de junho |Parque Nacional da Peneda Gerês

(Espaço do Município de Arcos de Valdevez)

12h00 às 23h00 | Reconstituição do Recontro de Valdevez e Mercado Medieval

(Espaço do Município de Arcos de Valdevez)

16:00 Exibição de filmes promocionais do município

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional Recontro do vez – Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

10h00 às 19h00 Promoção do PACK promocional festa da Montanha– Alojamento+ animação natureza + ALMOÇO OU JANTAR

PROMOÇÃO SOTEIO EXPERIENCIA A REALIZAR DIA 19

16h30 | Rancho Folclórico da Casa dos Arcos de Lisboa

Município de Arcos de Valdevez

19:00h Sorteio experiencias

(espaço Municipio)

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CELORICO DE BASTO LEVA FESTA DAS CAMÉLIAS À BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Celorico de Basto termina promoção às Camélias com “Ação de charme” no comércio local

O município de Celorico de Basto está a apostar na promoção da Festa Internacional das Camélias, um dos maiores certames a decorrer em Celorico de Basto, a última ação promocional decorreu ontem, 15de março, na BTL, Bolsa de Turismo de Lisboa, e neste momento decorre a “ação de charme” pelo comércio local com entrega de camélias artesanais a todos os comerciantes.

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“Com este pequeno gesto procuramos agradecer aos nossos comerciantes a forma tão empenhada e disponível como abraçaram as propostas de atividade sugeridas pelo município. É muito gratificante verificar que toda a população tem procurado fazer o melhor possível para fazer parte desta festa tornando a Capital das Camélias ainda mais florida” disse o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva.

Uma comitiva do município percorre as ruas dos centros urbanos de Celorico de Basto e distribui as camélias artesanais aos comerciantes, que durante o fim-de-semana deverão usar na lapela dando ainda mais “brilho à Festa Internacional das Camélias”.

Ontem, Celorico de Basto fez-se representar na BTL tendo apresentado aos visitantes o programa da Festa Internacional das camélias reforçando o facto de a data estar fidelizada para o 3º fim-de-semana de março de cada ano, fazendo já o convite para a edição de 2018. Em simultâneo, apresentou uma degustação de produtos locais nomeadamente vinho verde, fumeiro, mel, broa e pão-de-ló.

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RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DE PONTE DE LIMA ACTUA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Ponte de Lima apresenta-se na Bolsa de Turismo de Lisboa no dia 18 de março

Ponte de Lima irá marcar presença, mais uma vez, na Bolsa de Turismo de Lisboa que se realiza entre 15 e 19 de março, sendo que participação do nosso concelho destacar-se-á no dia 18.

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O concelho limiano tem conquistado cada vez mais turistas nos últimos tempos, que muito se deve ao grande empenho do Município na sua divulgação, pois esta terra tem muito para oferecer a quem a visita. Desde a gastronomia, aos vinhos, passando pelo património cultural e natural, costumes e tradições, tudo são motivos para Ponte de Lima visitar.

No stand da entidade Regional do Turismo Porto e Norte (TPNP), Ponte de Lima far-se-á representar pela sua imagem e produtos regionais, como enchidos, fumados e vinhos verdes, sendo elementos essenciais do nosso património eno-gastronómico para atrair turistas durante o ano inteiro. Durante esta mostra haverá uma prova de vinhos da casta Loureiro, para os verdadeiros apreciadores de um bom vinho verde.

Para representar a riqueza da etnografia e da cultura do concelho de Ponte de Lima na capital, irá desfilar e atuar na feira, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima, quer no palco principal às 16h, quer junto ao stand do Minho IN e TPNP.

BOLSA DE TURISMO DE LISBOA ABRE AS PORTAS E O MINHO DÁ AS BOAS-VINDAS AOS VISITANTES

A Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL abriu hoje as suas portas para apresentar uma diversificada oferta turística, contando com uma elevada participação de expositores nacionais e estrangeiros ligados ao turismo, dando a conhecer as ofertas turísticas dos seus países e das diferentes regiões do nosso país. Em dia de inauguração, o certame contou com a presença entre outros do Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr Miguel Albuquerque, que se demorou na visita aos diversos expositores, sempre acompanhado pelos dirigentes da Associação Industrial Portuguesa, incluindo o Engº Rocha de Matos, descendente de limianos.

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A Feira conta com a participação de muitas centenas de expositores das mais diversas regiões do país e também do estrangeiro, com especial destaque para o Brasil.

O certame decorre até ao próximo dia 19 de Março, nos pavilhões da Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações. Desde a paisagem e a gastronomia ao artesanato e ao património histórico, sem esquecer as festas e romarias tradicionais, procura-se promover as potencialidades da nossa região utilizando os mais diversos meios, das provas de sabores à realização de conferências, da distribuição de folhetos e a recriação de figuras históricas e outras demonstrações da cultura tradicional.

Para além dos expositores, o certame será animado por diversos grupos folclóricos e da cultura tradicional minhota, de entre os quais o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e o Rancho Folclórico Verde Minho, sediado em Loures.

Destinada a “Potenciar novos contactos e promover os melhores negócios é uma das premissas da organização”, a Feira Internacional de Turismo de Lisboa constitui um espaço privilegiado de “negócio e networking de todos os profissionais do Turismo e também um palco aberto ao debate e discussão do sector” e, simultaneamente, um local de “de animação e promoção turística para o público”.

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CERVEIRA PROMOVE CONCEITO DE “VILA DAS ARTES” NA BTL 2017

O Município de Vila Nova de Cerveira ruma a Lisboa, no próximo fim-de-semana, para participarnamaior feira do setor em Portugal, a Bolsa de Turismo de Lisboa(BTL).A XIX Bienal Internacional de Arte, o XIII Dancerveira e o Desfile de Crochet são os eventos em grande destaque no sábado, 18 de março.

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A 29.ª edição da BTL- Bolsa de Turismo de Lisboa arranca hoje na FIL – Parque das Nações, prolongando-se até ao próximo domingo. Vila Nova de Cerveira apresenta-seno espaço do Consórcio Minho IN, integrado no stand da Entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal (ETPN), comuma programação especial para dar a conhecer as potencialidades do concelho, em particular a vertente artística cultural que vai marcar o verão 2017.

Conhecida como Cerveira, Vila das Artes’, o sábado à tarde é dedicado à bienal de arte mais antiga do país através de uma ação promocional da XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira (15 de julho a 16 de setembro de 2017) para as 16h00, no stand de Entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal (ETPN).

Segue-se uma performance da ADEIXA para promover o XIII DANCERVEIRAque, este ano, decorre de 29 de junho a 02 de julho. Este será um espaço artisticamente animado e colorido, com as bailarinas a atuarem vestidas de crochet, chamando a atenção para o evento‘O Crochet veste com arte… em Cerveira’, que vai realizar-se no dia 22 de julho.

Entre as 14h00 e as 20h30, o Stand Minho In acolhe a elaboração de crachás personalizados, distribuição de flyers e de vouchers para a XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, assim comoum espaço de pintura ao vivo pelo convidado Ricardo de Campos. No final, será sorteada uma obra de arte.

A BTL 2017 promete muitas surpresas ao longo dos 1200 expositores, onde estarão presentes os representantes de turismo internacionais e regionais, agências de viagens e operadores turísticos, hotelaria, transportes, entre muitos outros.Na sua 29.ª edição a BTL, feira de turismo organizada pela FIL e Fundação AIP, espera superar os 75 mil visitantes do ano passado.

AMARES VOLTA A MARCAR PRESENÇA NA BTL

O Município de Amares vai estar presente na BTL 2017 – Feira Internacional de Turismo, que decorre de 15 a 19 de março, no Parque das Nações, em Lisboa, dando mais um marcante passo para promover o potencial turístico do concelho naquele que é o mais importante certame turístico a nível nacional.

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Integrado no espaço Consórcio Minho IN, no Stand do Turismo do Porto e Norte de Portugal, o Município de Amares vai promover, no dia 16 de março (quinta-feira) a enogastronomia do concelho, numa happyhour marcada por prova de vinhos verdes, acompanhada por uma degustação de doces confecionados à base de laranja de Amares. O Município de Amares estará também a divulgar eventos desportivos emblemáticos do concelho, bem como, a impulsionar o potencial turístico natural, patrimonial, cultural e religioso numa lógica de afirmação da região como destino turístico de excelência e atração de novos turistas e visitantes, fundamentais para alavancar o desenvolvimento e o crescimento desta região.

Com 1.200 expositores, a BTL 2017 será a maior montra dos diferentes players do turismo, desde as agências de viagens e operadores turísticos, hotelaria, transportes, unidades de turismo rural, entidades regionais de turismo, entre muitos outros. Na BTL 2017 estarão representadas todas as entidades regionais de turismo nacionais e 30 municípios que se representam individualmente, 42 destinos internacionais, o que constitui, uma vez mais, uma excelente oportunidade para o Município de Amares mostrar aquilo que tem de melhor.

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO DIVULGA PLANO DE ACTIVIDADES PARA 2017

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PLANO DE ACTIVIDADES 2017

GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO

ACTIVIDADES MARCADAS PARA 2017

05 – 01 - Cantar Janeiras – Lisboa – Carnide

06 - 01 – Cantar Janeiras – Lisboa - Solar dos Presuntos

07 – 01 – Cantar ao Menino – Fonte da Senhora – Alcochete

08 – 01 - Cantar Janeiras – Odivelas

12 – 01 – Cantar Janeiras – Lisboa – Bairro Alto

13 – 01 - Cantar Janeiras – Campolide e Alcantara – Benfica

14 – 01 – Assembleia Geral GEDCM

15 – 01 – Cantar Janeiras - Lisboa – Belém

20 – 01 - Cantar Janeiras – Benfica

21 – 01 – Actuação no Martin Moniz – Festa do Inicio do Ano Chinês

21 - 01 – Cantar Janeiras – Lisboa – Baixa

07 – 02 – Actuação na Sala do Leão – Castelo de S Jorge - Lisboa

11 – 02 – Festival de Beneficência em Poceirão - Palmela

18 - 03 - Actuação na União e Progresso da Venda Nova - Amadora

26 – 03 – ARRAIAL MINHOTO

Ringue António Livramento

Grupos Participantes

Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho

Rancho Folclórico “ OS MINHOTOS “ da Ribeira da Lage

Rancho Folclórico da Casa do Minho

01 - 04 - Encontro Nacional de Jovens Folcloristas da FFP - Mira de Aire

23 – 04 – Peregrinação da Federação do Folclore Português a Fátima

29 - 04 - Encontro de Amigos Folcloristas -S Romão – Seia

07 - 05 - Participação na Acção de Formação da ADLPDCTP - Bemposta - Loures

14 - 05 – Festival de Folclore “CIDADE DE LISBOA

37º FESTIVAL DE FOLCLORE

CIDADE DE LISBOA / 2017

14.05.2016

15h30m

No Ringue António Livramento

Junta de Freguesia de Benfica

1 - Rancho Folclórico “ As Lavradeiras de Pedroso “

Vila nova de Gaia

DOURO LITORAL

2 – Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores

Mortágua

BEIRA LITORAL

3 – Rancho Folclórico de Praias do Sado

Setúbal

ESTREMADURA SUL

4 – Grupo Académico de Danças Ribatejanas

Santarém

RIBATEJO

5 - Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho

GRUPO ORGANIZADOR

27 – 05 – Festival Nacional de Folclore – Touguinha – Vila do Conde

03 – 06 – Festival de Folclore de S Tiago do Bougado - Trofa

17 – 06 – Festival Nacional de Folclore de Ponte de Sor

22/25 – 06 – Arraial de S.Pedro – Benfica – LISBOA

25 – 06 – Festival Nacional de Folclore de Benfica – LISBOA

GRUPOS PARTICIPANTES

1 – Rancho Folclórico de Avis

2 – Grupo Folclórico da Casa do Povo de Arcena – V F Xira

3 – Grupo Folclórico de Belas – Sintra

4 – Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho

01 - 07 - Actuação em Sintra

08 – 07 – Festival de Folclore do Laranjeiro – Almada

29 – 07 – Festival de Folclore da Boavista – Portalegre

08 - Reservado para Festival CIOFF na EUROPA

10 - 09 - Festival de Folclore - Festas de Sobral de Monte Agraço

16 - 09 - Desfile Nacional do Traje FFP em Abrantes

23 - 09 - Festival de Folclore " Cidade da Amadora " Grupo Alegria do Minho

07 – 10 – Festival de Folclore de Castrovães - Águeda

11 – 11 – Magusto do Grupo – Lisboa

10 – 12 – Almoço de Natal do Grupo – Lisboa

17 – 12 – Cantares ao Menino – Igreja da Graça - Lisboa

CASA DE PONTE DE LIMA ESTÁ SEM REI NEM ROQUE!

A Casa do Concelho de Ponte de Lima reuniu ontem a sua Assembleia Eleitoral com vista à eleição dos corpos gerentes para o triénio 2017/2019. Porém, não foi apresentada qualquer lista candidata e a actual Direcção deverá permanecer em funções por mais 30 dias, findos os quais, se não surgir entretanto qualquer candidatura, o Presidente da Assembleia Geral nomeará uma Comissão Administrativa que assegurará a gestão corrente por mais 90 dias. Se o impasse se mantiver, caberá à Assembleia Geral encontrar uma solução para o problema, a qual pode passar pela dissolução da associação.

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Aquela casa regional vem desde há vários anos a entrar em acentuado declínio com o notório afastamento de muitos dos seus associados, situação a que não é alheia a eliminação da categoria de sócio auxiliar e, sobretudo, a descaracterização da sua actividade. Acresce ainda a isto a previsão para breve das obras de ligação do “corredor verde” ao Parque Florestal de Monsanto, como aliás já era do conhecimento da associação desde 1987.

Agora que nem para desfile de vaidades serve aquela associação, deixaram de aparecer concorrentes aos corpos gerentes, incluindo aqueles que, repetindo sucessivos mandatos, procuravam manter-se vitaliciamente nos cargos. Aguardam agora que os fundadores – quais bombeiros chamados a apagar o fogo! – venham acudir à derrocada eminente, como se eles não tivessem na devida altura feito aquilo que lhes competia e, aos primeiros dirigentes, o mérito de terem guindado a Casa de Ponte de Lima ao mais elevado topo do regionalismo!

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DANÇA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 19 de Março, a partir das 16 horas, actuar na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), levando consigo a alegria das gentes do Minho.

Potenciar novos contactos e promover os melhores negócios é uma das premissas da organização do certame. Algo que tem sido alcançado com assinalável sucesso, muito por força da capacidade de inovação e de antecipação das necessidades do mercado.

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A BTL é um espaço de negocio e networking de todos os profissionais do Turismo e também um palco aberto ao debate e discussão do sector.

A BTL é também um espaço de animação e promoção turística para o público.

Entretanto, para além das iniciativas calendarizadas no âmbito do FolkLoures’17 e da Desfolhada do Milho em A-das-Lebres, o Grupo Folclórico Verde Minho tem agendadas as seguintes actuações:

- 6 de Junho, pelas 15h30, na Freguesia da Encosta do Sol, na Amadora, a convite do Rancho Folclórico Dançar é Viver;

- 4 de Junho, em Oliveira do Hospital;

- 10 de Junho, na Feira Antiga, em Oeiras;

- 17 de Junho, em Cuba, a convite do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba;

- 5 de Agosto, em Ovar, a covite do Grupo Folclórico “Cancioneiro de Ovar”;

- 17 de Dezembro, em Loures, na Igreja Matriz, a realizar o Encontro de Cantares ao Menino.