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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FOLKLOURES’18 JÁ MEXE!

A edição do próximo ano do FolkLoures – Encontro de Culturas está programada para decorrer entre os dias 30 de Junho e 7 de Julho do próximo ano.

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A organização do evento tem já assegurada a maioria dos participantes, incluindo a representação de uma comunidade imigrante estrangeira. Também a palestra a ter lugar no dia de abertura já se encontra definida, esperando o BLOGUE DO MINHO poder avançar em breve com a divulgação de novidades em relação ao programa.

O FolkLoures’18 é uma iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e de diversos órgãos de comunicação social de âmbito nacional e regional.

FESTA DO VINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho a ter lugar no antigo Lagar da Quinta de Fernandares, em São Tiago dos Velhos, situada no concelho de Loures.CapturarNovoVindima.PNG

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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PARTIDO "OS VERDES" QUER ALTERAR A LEI DE ASSISTÊNCIA AOS BANHISTAS

O PEV quer reabrir no parlamento a discussão sobre época balnear e assistência a banhistas nas praias

Tendo em conta o número de mortes que se continua a verificar nas praias portuguesas, especialmente fora da época balnear e, portanto, em praias onde não existe vigilância e assistência a banhistas, os Verdes consideram que é tempo de relançar o debate e de procurar soluções mais adequadas.

Assim sendo, o PEV entregou um Projeto de Lei na Assembleia da República, que propõe alargar a época balnear; responsabilizar o Estado pela contratação de nadadores salvadores nas praias não vigiadas e promover a sensibilização dos banhistas para uma cultura de segurança nas praias.

PROJETO DE LEI Nº        /XIII/2ª

ASSISTÊNCIA A BANHISTAS

No ano de 2003 o PEV apresentou, na Assembleia da República, o Projeto de Lei nº 341/IX que resultava da constatação de que o regime de assistência a banhistas em vigor datava de 1959 e que se encontrava desajustado daquela que era a necessidade de segurança das zonas balneares, numa realidade de elevada frequência das praias por banhistas. Esta iniciativa legislativa foi motivada pelo facto de no ano de 2003 terem ocorrido, em número muito preocupante, várias mortes por afogamento nas praias portuguesas, acontecimentos trágicos que mereciam uma reflexão e uma atuação em relação a um problema que estava nitidamente colocado. Os Verdes consideraram, então, que era preciso agir por várias vias, entre as quais a legislativa, adequando o regime de assistência a banhistas.

Entre outras, as duas preocupações do PEV, que se revelavam centrais, assentavam no facto de a época balnear ser imposta com uma duração restrita, tendo em conta os hábitos de frequência das praias por parte dos cidadãos e, por outro lado, no facto de muitas praias, efetivamente muito frequentadas, não serem vigiadas, na medida em que só aquelas concessionadas é que têm a presença de nadador-salvador, estando a cargo dos concessionários a sua contratação.

De modo a dar resposta a essas preocupações, os Verdes propuseram, no referido Projeto de Lei, que a época balnear fosse alargada dois meses (em vez de começar a 1 de junho, começaria a 1 de abril), tendo em conta que é um mês que leva muitas pessoas a frequentar as praias, na medida em que o tempo que se faz sentir nesse período já se torna convidativo a essa prática. Mais, o PEV propôs que os nadadores-salvadores deixassem de ser contratados pelos concessionários das praias e passassem a ser contratados pelo Instituto de Socorro a Náufragos, o qual se encontra na dependência da Direção-Geral da Autoridade Marítima. Este facto permitiria que as praias não concessionadas não ficassem desprovidas de vigilância. Nas praias concessionadas, o respetivo concessionário pagaria, à Autoridade Marítima, uma taxa de assistência balnear, de modo a contribuir para o pagamento devido aos nadadores-salvadores da respetiva praia.

Este Projeto de Lei mudava, portanto, o paradigma da vigilância nas nossas praias. Foi debatido em janeiro de 2004, juntamente com um outro Projeto de Lei (nº406/IX do PSD e do CDS-PP), e, depois de um trabalho desenvolvido na discussão na especialidade, foi aprovado por unanimidade, resultando na lei nº 44/2004. Esta lei avançou, assim, no novo paradigma necessário, prevendo, designadamente: (i) que a contratação de nadadores salvadores, assegurando uma prestação dos seus serviços, no período da época balnear, competia ao Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, no âmbito dos seus órgãos regionais; (ii) que os concessionários tinham obrigação de colaborar e cooperar com as entidades de superintendência de garantia da segurança dos banhistas e o dever de liquidar com prontidão as taxas devidas nos termos do contrato de concessão; (iii) que nas praias de banhos não concessionadas competia às entidades a indicar pelo Governo providenciar pela existência de material e equipamento de informação, vigilância, socorro e salvamento; (iv) que a época balnear seria definida para cada praia de banhos concessionada em função das condições climatéricas e das características geofísicas de cada zona ou local, das tendências de frequência dos banhistas e dos interesses sociais ou ambientais próprios da localização, e que seria fixada por portaria a publicar até 31 de Janeiro de cada ano, sob proposta dos presidentes das Câmaras Municipais abrangidas, podendo, assim, ir para além do período de 1 de junho a 3º de setembro.

Entretanto, a lei não foi regulamentada pelo Governo PSD/CDS e o Governo que se seguiu, do PS, em vez de regulamentar a lei, como lhe era devido, veio alegar que, não estando o diploma regulamentado, era preciso que os concessionários retomassem rapidamente a obrigação de contratar os nadadores salvadores, libertando-se o Estado dessa obrigação. Mas, o Governo não deixou de manifestar a sua discordância com a Lei que a Assembleia da República tinha aprovado, não querendo assumir encargos com a contratação de nadadores-salvadores (questão que colocou, infelizmente, à frente da maior e mais eficaz segurança dos banhistas), e pretendendo que se retomasse o regime anterior. Assim, aprovou aquele que viria a ser publicado como o Decreto-lei nº 100/2005, em cuja exposição de motivos se pode ler o seguinte: «não obstante, constata-se na Lei nº 44/2004 que as opções feitas em sede da atribuição de determinadas competências aos departamentos da administração por ela abrangidos não se enquadram na natureza do serviço público que tais departamentos visam prosseguir, nem correspondem a soluções eficazes do ponto de vista da segurança dos banhistas. Caso paradigmático é o da responsabilização das comissões de coordenação e desenvolvimento regional pela contratação de nadadores-salvadores nas praias de todo o território do continente. Neste contexto, considerando a proximidade temporal da habitual abertura da época balnear e atendendo à primeira necessidade, que é a de garantir a assistência e a vigilância nas praias, importa assegurar que os concessionários das praias mantêm a responsabilidade pela contratação dos nadadores-salvadores e respetiva prestação de serviços durante a época balnear, em consonância com a prática vigente».

Tudo continuaria, assim, na mesma, excetuando a possibilidade de as Câmaras Municipais poderem antecipar ou prolongar a época balnear!

Os Verdes lamentam que o Governo do PS tenha, então, num ato de duvidosa democraticidade (por revogação de um diploma decorrente de um ato legislativo da Assembleia da República, ainda por cima aprovado por unanimidade), levado a que o estado das coisas se mantivesse.

Entretanto, o Decreto-Lei nº 135/2009, que define a qualidade das águas balneares, procedeu a uma alteração à Lei nº 44/2004, tendo sido posteriormente alterado pelo Decreto-Lei nº 113/2012, e atualmente o regime de fixação da época balnear está estipulado precisamente nos seguintes termos: a sua duração estabelece-se em função dos períodos em que se prevê uma grande afluência de banhistas, tendo em conta as condições climatéricas e as características geofísicas de cada zona ou local, e os interesses sociais ou ambientais próprios da localização; o procedimento da sua definição inicia-se com a apresentação pelos municípios interessados à APA (Agência Portuguesa do Ambiente) de propostas de duração da época balnear para águas balneares, até 30 de Novembro do ano precedente ao da época balnear em causa; a APA comunica as propostas recebidas à comissão técnica, a qual elabora uma proposta final de duração da época balnear para cada água balnear juntamente com a decisão de identificação de águas balneares; a época balnear para cada água balnear é fixada por portaria; na ausência de definição da época balnear de uma água balnear nos termos dos números anteriores, a mesma decorre entre 1 de Junho e 30 de Setembro de cada ano.

Decorridos todos estes anos, e tendo em conta o número de mortes que se continua a verificar nas praias portuguesas, especialmente fora da época balnear e, portanto, em praias onde não existe vigilância e assistência a banhistas, os Verdes consideram que é tempo de relançar o debate e de procurar soluções mais adequadas.

No presente ano, já morreram por afogamento mais de 40 pessoas em Portugal, uma boa percentagem das quais no mar e fora da época balnear. São números muito preocupantes que requerem intervenções em várias frentes, seja ao nível da sensibilização dos cidadãos, seja ao nível da garantia de vigilância nas praias.

Assim, tendo em conta as «normais» condições meteorológicas que Portugal costuma conhecer nos diferentes meses do ano, o PEV considera que a época balnear deve mesmo ser antecipada, em todo o território nacional, para o dia 1 de abril. No mês de abril já é hábito que o tempo permita e convide a que muitas pessoas se desloquem até às praias para se banhar no mar ou nos rios. O regime em vigor, que permite às autarquias determinar prolongamento da época balnear na sua circunscrição territorial, deve manter-se, mas o período mínimo obrigatório de época balnear deve efetivamente ser alargado.

Para lá desse período mínimo, que pode ser prolongado, é determinante que os cidadãos que frequentam as praias tenham consciência de perigos que podem correr no caso de assumirem comportamentos de risco. Nesse sentido, o PEV propõe que o Estado assegure campanhas de sensibilização dos cidadãos para esses mesmos perigos, sejam eles, no mar, ou em praias fluviais e lacustres. A verdade é que são várias as frentes em que é preciso atuar para combater posturas de risco e para desenvolver uma cultura de segurança.

Para além dessas questões, o que o PEV considera elementar decorre da impossibilidade de continuarmos a tolerar que o facto de uma praia não ter qualquer concessionário seja motivo para as praias não serem vigiadas. Nesse sentido, em praias não concessionadas, mas efetivamente frequentadas por banhistas, o Estado deve mesmo assumir essa responsabilidade de garantir segurança aos cidadãos e, consequentemente, de contratar nadadores salvadores para proceder à assistência aos banhistas.

Desta forma, o Grupo Parlamentar Os Verdes apresenta, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o seguinte Projeto de Lei:

Artigo 1º

Objeto

A presente Lei altera a Lei nº 44/2004, de 19 de agosto, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 100/2005, de 23 de junho, bem como pelo Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho, republicado pelo Decreto-Lei nº 113/2012, de 23 de maio.

Artigo 2º

Alteração à Lei nº 44/2004, de 19 de agosto

É alterado o artigo 5º da Lei nº 44/2004, de 19 de agosto, passando a ter a seguinte redação:

«Artigo 5º

Competências

O cumprimento da garantia de assistência aos banhistas compete às seguintes entidades:

  1. (…)
  2. (…)
  3. (…)
  4. (…)
  5. (…)
  6. Ao Ministério da Defesa, através da Autoridade Marítima, contratar os nadadores salvadores para as praias não concessionadas, assegurando a prestação dos seus serviços no período da época balnear;
  7. (anterior alínea f))
  8. Ao Ministério da Defesa e ao Ministério do Ambiente, respetivamente através da Autoridade Marítima Nacional e da Agência Portuguesa do Ambiente, programar ações de sensibilização e de informação aos banhistas, para contruir uma cultura de segurança nas praias.
  9. (anterior alínea g))»

Artigo 3º

Alteração ao Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho

É alterado o artigo 5º do Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho, passando a ter a seguinte redação:

«Artigo 5º

Duração da época balnear

  1. (…)
  2. (…)
  3. (…)
  4. (…)
  5. Na ausência de definição da época balnear de uma água balnear nos termos dos números anteriores, a mesma decorre entre 1 de abril e 30 de setembro de cada ano

Artigo 4º

Entrada em vigor

O presente diploma começa a vigorar com a entrada em vigor do Orçamento de Estado seguinte ao da sua publicação.

Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 6 de julho de 2017

Os Deputados

Heloísa Apolónia                                                                              José Luís Ferreira

MINHOTOS LEVAM FOLCLORE À RIBEIRA DA LAGE EM OEIRAS

Ponte da Barca levou ao festival o Rancho Folclórico Paço Vedro Magalhães

Acabou há instantes na localidade da Lage, no concelho de Oeiras, o 39º Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, um dos grupos folclóricos minhotos da região de Lisboa que se vem distinguindo pelo seu crescente dinamismo.

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A pequena localidade, pertencente à Freguesia de Porto Salvo, despertou ao som das concertinas e do rufar dos bombos, à boa maneira das festas e romarias da nossa região.

Neste festival, cada vez mais concorrido de público, participaram o Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa – Penafiel; o Grupo de Danças e Cantares da Chamusca e Ribatejo – Chamusca e o Rancho Folclórico Paço Vedro Magalhães – Ponte da Barca, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras.

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A iniciativa que decorreu no Centro Cultural da Ribeira da Lage contou com a presença da Drª Eduarda Conceição em representação da Câmara Municipal de Oeiras e ainda do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dias Antunes.

O festival iniciou-se com a realização de um pequeno desfile pelas ruas mais próximas do referido Centro Cultural, após o qual passaram pelo palco sob o aplauso entusiasmado do público. E, após uma breve cerimónia formal de entrega de lembranças aos grupos participantes, na qual também o BLOGUE DO MINHO foi distinguido, teve lugar a exibição em palco dos grupos folclóricos. E, como manda a tradição, este ano foi rifado um pato.

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Anos após ano, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage vêm melhorando o seu desempenho no que respeita à forma como representam o nosso folclore e ainda à organização do seu próprio festival, registando cada vez uma maior afluência de público. E, para surpresa geral, apresenta-se de uma forma condigna que em nada desmerece muitos dos melhores grupos do Minho. Afinal de contas, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage também são minhotos e, como tal, conhecem bem as suas próprias tradições e não deixam por mãos alheias os seus créditos na arte de bem cantar e dançar à moda do Minho!

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VASCO DA GAMA PARTIU RUMO À ÍNDIA HÁ 520 ANOS!

Faz hoje precisamente 520 anos sobre a data da expedição de Vasco da Gama rumo à Índia, com partida da praia de Belém. Às ordens do Rei D. Manuel I, de Portugal, o Capitão-Mór chefiou uma esquadra constituída por 4 naus – São Gabriel, São Rafael, Bérrio e São Miguel – com uma tripulação total de 170 homens, entre marinheiros, soldados e religiosos.

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Investido de funções diplomáticas e militares, Vasco da Gama levou consigo cartas de D. Manuel I destinadas aos soberanos dos reinos com quem iria contactar e padrões para colocar nas terras onde iria aportar. Cerca de um ano depois, Vasco da Gama aportou em Calecute, comprovando a passagem de Sueste investigada por Bartolomeu Dias e que veio abrir caminho aos portugueses o acesso ao negócio das especiarias até então dominado pelos muçulmanos.

Foram muitas as consequências do descobrimento do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, mas salientamos os mais importantes:

- O reconhecimento da costa oriental africana uniu os três grandes continentes – Europa, Ásia e África – abrindo ao ocidente o conhecimento do vastíssimo Oriente;

- Deslocou do Mediterrâneo para o Atlântico o eixo principal da actividades comercial, situação que se mantém até à actualidade;

- No domínio religioso, enfraqueceu o poderio do Islão e abriu caminho à expansão da Cristandade;

- Operou uma profunda transformação mental no que respeita ao conhecimento humano, contribuindo para a formação de um novo espírito científico segundo o qual “a experiência é a mãe de todas as coisas”, constituindo uma das bases do Renascimento.

A grandeza e importância histórica do descobrimento do caminho marítimo para a Índia dispensa qualquer explicação com vista ao seu esclarecimento – ao invés, o mesmo já não se pode dizer em relação à indiferença por parte de Lisboa perante um tão grande feito levado a cabo por um dos maiores vultos da História de Portugal!

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VASCO DA GAMA PARTIU RUMO À ÍNDIA HÁ 520 ANOS!

Faz hoje precisamente 520 anos sobre a data da expedição de Vasco da Gama rumo à Índia, com partida da praia de Belém. Às ordens do Rei D. Manuel I, de Portugal, o Capitão-Mór chefiou uma esquadra constituída por 4 naus – São Gabriel, São Rafael, Bérrio e São Miguel – com uma tripulação total de 170 homens, entre marinheiros, soldados e religiosos.

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Investido de funções diplomáticas e militares, Vasco da Gama levou consigo cartas de D. Manuel I destinadas aos soberanos dos reinos com quem iria contactar e padrões para colocar nas terras onde iria aportar. Cerca de um ano depois, Vasco da Gama aportou em Calecute, comprovando a passagem de Sueste investigada por Bartolomeu Dias e que veio abrir caminho aos portugueses o acesso ao negócio das especiarias até então dominado pelos muçulmanos.

Foram muitas as consequências do descobrimento do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, mas salientamos os mais importantes:

- O reconhecimento da costa oriental africana uniu os três grandes continentes – Europa, Ásia e África – abrindo ao ocidente o conhecimento do vastíssimo Oriente;

- Deslocou do Mediterrâneo para o Atlântico o eixo principal da actividades comercial, situação que se mantém até à actualidade;

- No domínio religioso, enfraqueceu o poderio do Islão e abriu caminho à expansão da Cristandade;

- Operou uma profunda transformação mental no que respeita ao conhecimento humano, contribuindo para a formação de um novo espírito científico segundo o qual “a experiência é a mãe de todas as coisas”, constituindo uma das bases do Renascimento.

A grandeza e importância histórica do descobrimento do caminho marítimo para a Índia dispensa qualquer explicação com vista ao seu esclarecimento – ao invés, o mesmo já não se pode dizer em relação à indiferença por parte de Lisboa perante um tão grande feito levado a cabo por um dos maiores vultos da História de Portugal!

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RECRIAÇÃO HISTÓRICA DO RECONTRO DE VALDEVEZ DE 1141 FOI A LISBOA SURPREENDER E PROMOVER

Na passada quinta-feira, dia 29 de Junho, a Rua Augusta, em Lisboa, foi palco da recriação do episódio histórico Recontro de Valdevez. 

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A apresentação, que  contou com mais de quatro dezenas de atores que representaram D. Afonso Henriques, futuro rei de Portugal, D. Afonso VII de Leão e Castela, respetivos escudeiros e guardas e ainda músicos, surpreendeu as centenas de pessoas de várias nacionalidades que circulavam nesta artéria tão importante de Lisboa.

Esta ação em Lisboa foi o prelúdio da Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, que ocorrerá em Arcos de Valdevez nos dias 7 a 9 de Julho, trazendo assim até à atualidade esse momento referencial da História portuguesa, utilizando para o efeito o cenário do Paço de Giela, notável Monumento Nacional recentemente reabilitado, que acolherá uma verdadeira viagem à idade média e ao século XII.

O Recontro de Valdevez aconteceu em 1141 quando os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os de seu primo Afonso VII de Leão e Castela se encontraram em Arcos de Valdevez, protagonizando um dos momentos mais importantes da fundação da nacionalidade, uma contenda/torneio medieval que evitou uma batalha quase certa, dando uma importante vantagem aos portucalenses e às ambições autonomistas do seu jovem monarca.

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MINHOTOS EM LISBOA DIVULGAM NA FIA ROMARIA DA SENHORA D’AGONIA

VianaFestas foi à Feira Internacional de Artesanato (FIA) divulgar a próxima edição da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo. E, porque “Somos Todos Romaria”, os minhotos radicados na região de Lisboa associaram-se à festa e rumaram aos pavilhões da FIL para colaborar na divulgação de uma das mais imponentes romarias do Minho e de Portugal.

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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e, consigo muitos dos minhotos que residem em Lisboa, encontram-se neste momento na FIA para, juntamente com a VianaFestas, darem a conhecer aos milhares de visitantes deste certame a grandiosidade, alegria e colorido da romaria de Viana do Castelo, a grande festa do Minho. E, como não podia deixar de suceder, também Laura Rua, componente deste grupo folclórico e mordoma escolhida para figurar no cartaz oficial da romaria deste ano, esteve presente com o seu traje da Areosa, precisamente o que exibe na imagem do cartaz.

Fotos: Manuel Santos

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MINHOTOS REALIZAM EM LOURES FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO ENCERRA HOJE AS SUAS PORTAS COM RECORDE DE VISITANTES

A Feira Internacional de Artesanato que decorre nos pavilhões da FIL, em Lisboa, recebe hoje uma verdadeira multidão que não quer perder uma oportunidade de visitar o certame até ao dia do seu encerramento.

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Viana do Castelo promove neste momento a Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, contando nomeadamente com a participação do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho.

Este evento tem vindo a cada ano a receber um número maior de visitantes, afirmando-se como um dos maiores certames do género a nível internacional.

A 30ª edição da FIA Lisboa 2016 apresentou um vasto programa em que constaram exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo de três décadas de existência, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

Fotos: Manuel Santos

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ARTESÃOS DO MINHO MOSTRAM A SUA ARTE NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Minho marca forte presença em Lisboa na Feira Internacional de Artesanato

De Barcelos levaram o a cerâmica e o figurado, as rendas e as esculturas em madeira e papel. Viana do Castelo levou o traje à vianesa, os bordados, os lavores e atoalhados de linho e a ourivesaria tradicional que tem na filigrana a sua máxima expressão artística. Famalicão as esculturas com motivos religiosos. Vila Verde a moda inspirada nos lenços de namorados e que já percorre todo o país com a marca “Namorar Portugal”. Caminha e Vila Praia de Âncora os seus deliciosos licores e doçaria. E o emblemático Galo de Barcelos não podia deixar de marcar a sua presença.

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A 30ª edição da FIA Lisboa 2016 apresenta, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2017 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 29 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

Como sempre acontece, os artesãos minhotos marcam a sua presença, exibindo a todos os visitantes o seu diversificado artesanato, destacando deste modo a cultura tradicional da nossa região.

Constituindo o artesanato a forma que melhor transmite o grau de evolução mental e de sensibilidade artística de um povo, não podia pois o Minho deixar de orgulhar-se do talento das suas gentes, aliás desde há muito elogiadas por grandes vultos das nossas artes e letras como sucedeu com o escritor Ramalho Ortigão, na sua obra “As Farpas”.

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FOLKLOURES’17: AMANHÃ É O DIA DA GRANDE FESTA!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

É já amanhã, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

ARCOS DE VALDEVEZ RECRIA EM LISBOA O HISTÓRICO RECONTRO DE VALDEVEZ

Decorridos quase 9 séculos desde o recontro de Valdevez, acontecimento decisivo na formação da nacionalidade portuguesa, o Município de Arcos de Valdevez levou hoje à capital uma recriação do histórico torneio medieval. Este espectáculo destinou-se a divulgar a recriação histórica que vai ter lugar junto ao Paço da Giela, em Arcos de Valdevez, de 7 a 9 de Julho.

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O espectáculo decorreu na rua do Ouro, junto ao Arco da rua Augusta. E, perante o olhar curioso e interessado de dezenas de transeuntes, defrontaram-se os cavaleiros de D. Afonso Henriques com os de Afonso VII de Leão, segundo as regras da cavalaria, num bafúrdio que evitou uma batalha que se adivinhava certa e sangrenta, acabando a sorte por recair aos cavaleiros portucalenses, e que resultou em vantagem para as aspirações autonomistas do nosso primeiro rei. Uma recriação na qual não faltaram sequer s guardas e os esudeiros, vestidos à moda da época, os bombos e as gaitas-de-foles, os estandantes dos vários reinos em presença e, como não podia deixar de suceder, a luta de espadas que historicamente determinou a vitória portuguesa.

Pretende-se com esta iniciativa “potenciar o evento e, de igual modo, assinalar a ligação umbilical entre Arcos de Valdevez e a formação da nacionalidade, bem como a importância futura que teve na vida de Afonso Henriques e nas suas futuras conquistas, como o caso de Lisboa.”. A acompanhar esta representação, deslocou-se propositadamente a Lisboa o Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Dr. João Manuel Esteves, com quem o Administrador do BLOGUE DO MINHO teve oportunidade de trocar algumas impressões.

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Na imagem, Carlos Gomes, Administrador do BLOGUE DO MINHO, e o Dr. João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

MINHO É A PÁTRIA DO ARTESANATO POPULAR

Dezenas de artesãos minhotos marcam presença na Feira Internacional de Artesanato que decorre na FIL até ao próximo dia 2 de Julho. De Viana do Castelo a Barcelos, de Ponte de Lima a Vila Verde, os artesãos minhotos trazem a Lisboa o linho e o figurado, o barro e os lenços de namorados, a pedra talhada e a latoaria, a cestaria e a gastronomia. Trazem também consigo o folclore e a Romaria da Senhora d’Agonia.

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Todos os anos, os oleiros de Barcelos fazem jus à célebre barrista Rosa Ramalho, com os seus galos sempre recriados com a imaginação e alegria que caracteriza os seus criadores.

Quem vai à Feira Internacional de Artesanato jamais pode deixar de visitar os stands dos artesãos do Minho, admirar a mestria da sua arte, a beleza das suas criações. O Minho é a pátria do artesanato popular tradicional!

Fotos: Manuel Santos

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FIA LISBOA DISTINGUE AS MELHORES PEÇAS DE ARTESANATO TRADICIONAL E CONTEMPORÂNEO

Entrega de Prémios do Concurso Artesanato FIA Lisboa, amanhã, na FIL

A cerimónia de entrega dos prémios do concurso de Artesanato FIA Lisboa 2017 decorre amanhã, dia 29, às 17H00, no auditório do pavilhão 1 da FIA Lisboa, na FIL. Os vencedores do concurso da 30ª edição da maior festa intercultural da Península Ibérica já são conhecidos. António Faria Vieira, com a obra ‘Cavaquinho’, e José Paulo Fernandes, com a obra ‘Tartaruga’, são os vencedores nas categorias de artesanato tradicional e artesanato contemporâneo, respectivamente. Concorreram nesta edição do concurso uma centena de artesãos com 49 peças na categoria tradicional e 58 peças na categoria contemporâneo.

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O Concurso de Artesanato FIA Lisboa tem pretendido, ao longo dos anos, promover e dinamizar o artesanato nacional e distinguir a identidade cultural de cada região, fomentando o desenvolvimento local através da arte e dos recursos que cada artesão utiliza nas suas peças e a estreita ligação entre a tradição e inovação. A Fundação AIP premeia os vencedores com 2.000,00 € euros para o 1º prémio da melhor peça de artesanato tradicional (o bem ou produto, utilizável ou consumível, que é criado por recurso a processos, técnicas ou matérias-primas tradicionais, susceptível de ser identificado com as raízes culturais portuguesas) e, igualmente, para o 1º prémio da melhor peça de artesanato contemporâneo (o bem ou produto, utilizável ou consumível, em cujo processo produtivo são utilizados novos materiais, novas tecnologias, ou design inovador, expressando as actuais tendências da Cultura Tradicional Portuguesa).

Dada a qualidade e originalidade das peças, foram ainda atribuídas três Menções Honrosas a cada categoria. Na categoria de artesanato tradicional distinguiram-se as obras ‘Presépio do Minho’, de Delfim Manuel, ‘Toalha de Chá’, de Isilda Parente e ‘Extractos de Solidão’, de José Duarte Costa. No artesanato contemporâneo estas distinções foram para as peças ‘Metamorphosis’, de Fernando de Araújo Pereira, ‘Gargantilha com aplicação flôr’, de Isabel Carneiro e ‘São Francisco’, de Sabahat Vorontsova.

O Júri é composto por um representante do IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional, um representante da FPAO - Federação Portuguesa de Artes e Ofícios, um representante do CEARTE, uma personalidade ligada ao sector das artes e ofícios, um representante da FIL e um representante da organização da FIA Lisboa.

A FIA Lisboa está a decorrer até ao próximo domingo, dia 2 de Julho, onde é possível ver as peças vencedoras, e também ver ou comprar artesanato das várias regiões de Portugal e dos 40 países representados nesta edição.

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ARTESÃOS DO MINHO INVADEM FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Dezenas de artesãos do Minho com especial destaque para o concelho de Barcelos, marcam forte presença em Lisboa na Feira Internacional de Artesanato. Desde a cerâmica aos bordados, a pedra lavrada e os lenços de namorados, o artesanato minhoto deslumbra sempre quem o contempla, conquistando sempre novos apreciadores.

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FIA LISBOA COMEMORA 30º ANIVERSÁRIO

China Destino Internacional Convidado e Pampilhosa da Serra Município Convidado

A maior festa intercultural da Península Ibérica está prestes a abrir as portas ao seu 30º aniversário, na FIL, a partir do próximo dia 24 de Junho, comemorando o encontro de culturas até 2 de Julho.

A FIA Lisboa é já um marco na agenda que prenuncia aos visitantes a chegada do Verão, proporcionando um clima de descontracção, curiosidade e oportunidade de, em família, poder adquirir artesanato dos vários territórios nacionais e internacionais presentes em mais uma edição desta grande plataforma que associa produtos de origem, a criatividade, a inovação e o talento.

Entre o clima de festa, curiosidade e aprendizagem pelos costumes representados pelo artesanato mais tradicional, os cantares, danças e as conversas entre público e expositores, há sempre espaço para o convívio entre a área da gastronomia, com iguarias locais que fazem lembrar outros tempos e anima qualquer encontro de amigos ou família.

São mais de 40 países representados vindos da América do Sul, Ásia, África e Europa, e cerca de 15 municípios nacionais que se apresentam individualmente, para além das várias regiões do País através das associações culturais e de artesãos e entidades regionais de turismo que, pelas mãos dos seus mestres artesãos, mostram ao vivo como se fazem as peças que muitos coleccionam ou compram porque fazem parte das suas memórias.

China País Convidado

A China é, nesta edição, o País Convidado, um território com uma enorme riqueza cultural e artesanato variado de porcelanas, seda, papel, bordados e laqueados, com artesãos famosos pela sua arte minuciosa nas artes de corte de papel ou a tecelagem em bambu.

Pampilhosa da Serra Município Convidado

No 30º aniversário da FIA Lisboa, a organização convidou Pampilhosa da Serra para ser Município Convidado. Desde 2008 que o município de Pampilhosa da Serra participa na FIA Lisboa individualmente porque, segundo o seu presidente da Câmara, José Brito Dias, “vemos a nossa participação como uma oportunidade valiosíssima, porque acreditamos que se trata de um indubitável impulsionador de ideias que se coadunam por inteiro com aquilo que é difundido pelo município”.

Indo ao encontro da genética da FIA Lisboa, José Brito Dias refere que “em Pampilhosa da Serra, olhamos para o futuro com a audácia de quem nunca está satisfeito, mas sempre com a preocupação de valorizar a essência autêntica e genuína que nos é característica”, culminando que “envoltos de um espírito simbiótico entre cultura, inovação e tradição, queremos mostrar a diversidade de produtos com origem no nosso património natural, moldados pelo engenho e arte das nossas gentes”. Avizinham-se surpresas entre as várias actividades que o Município de Pampilhosa da Serra vai trazer à FIA Lisboa.

FIA Lisboa liga a tradição e a inovação recriando as economias locais A beleza e singularidade de cada obra ou peça é uma referência representativa de cada região e uma mostra do seu potencial turístico e económico. Entre o saber que é transmitido ao longo de gerações e que representa os hábitos e tradições únicos de cada zona geográfica, há uma evolução que dignifica todo um passado e conhecimento e que se actualiza com produtos da terra e com a criatividade dos caminhos do tempo, dando novos designs, novas tendências e usos, sempre em paralelo com as memórias que continuam a representar histórias e costumes.

HORÁRIOS de 24 de Junho a 2 de Julho:

Área de exposição e actividades: 15H00/24H00

Área da Gastronomia: 12H30/24H00

BILHETEIRA:

Bilhete normal: 5 €

Cartão Jovem, Estudante, Bilhete Sénior (>65 anos): 2,5 € Ticketline * Entradas gratuitas até aos 10 anos

Fotos: Manuel Santos

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RECONTRO DE VALDEVEZ DE 1141: ARCOS DE VALDEVEZ DIVULGA EM LISBOA RECRIAÇÃO HISTÓRICA DESTE IMPORTANTE MOMENTO HISTÓRICO

Lisboa, Arco da Rua Augusta, 29 de Junho às 17:30

Em 1141 os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os de seu primo Afonso VII de Leão e Castela encontra-se em Arcos de Valdevez, protagonizando um dos momentos mais importantes da fundação da nacionalidade, o Recontro de Valdevez, uma contenda/torneio medieval que evitou uma batalha quase certa, dando uma importante vantagem aos portucalenses e às ambições autonomistas do seu jovem monarca.

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Quase 900 anos depois, o Município de Arcos de Valdevez leva a efeito uma Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, que ocorrerá nesta vila minhota nos dias 7 a 9 de Julho, trazendo assim até à atualidade esse momento referencial da História portuguesa, utilizando para o efeito o cenário do Paço de Giela, notável Monumento Nacional recentemente reabilitado, que acolherá uma verdadeira viagem à idade média e ao século XII.

No sentido de divulgar de forma alargada o Recontro, o Município arcuense leva a efeito uma apresentação pública deste evento em Lisboa, utilizando para o efeito a área do Arco da Rua Augusta, numa cidade ligada à vida do primeiro monarca português, com a sua conquista aos mouros em 1147. Desta forma ficam associados dois momentos fundamentais para a formação de Portugal e uma viva homenagem ao nosso primeiro rei Afonso Henriques.

A apresentação decorrerá de forma muito original e dinâmica, uma vez que será realizada uma performance de animação de época que contará com as personagens medievais de Afonso Henriques, Afonso VII, respetivas guardas e escudeiros, que farão uma alegoria do Recontro, num momento que contará igualmente com música e dança de época, num momento de comunicação diferente para todos os presentes.

Este momento de divulgação da Recriação Histórica do Recontro de Valdevez procura, assim, potenciar o evento e, de igual modo, assinalar a ligação umbilical entre Arcos de Valdevez e a formação da nacionalidade, bem como a importância futura que teve na vida de Afonso Henriques e nas suas futuras conquistas, como o caso de Lisboa.

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BLOGUE DO MINHO VISITA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO E CONFRATERNIZA COM OUTROS BLOGGERS

Por gentileza da organização da Feira Internacional de Artesanato (FIA), teve hoje lugar um almoço convívio entre vários bloggers parceiros da FIA na sua divulgação. O BLOGUE DO MINHO e o BLOGUE DE LISBOA, de administração comum, fizeram-se representar pelo seu colaborador fotográfico, sr. Manuel Santos.

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O encontro teve lugar no restaurante dos Açores e foi seguido de uma visita aos vários pavilhões do certame, tendo constituído uma excelente oportunidade para apreciar o melhor das artes, saberes e sabores nacionais e estrangeiros.

Durante nove dias consecutivos, a FIL é um espaço de articulação entre profissionais, apreciadores e colecionadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes das áreas da gastronomia tradicional, posicionando o artesanato como expoente máximo de cada cultura.

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FOLKLOURES 17 ´ primeşte reprezentarea Republicii MOLDOVA

Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

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Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.

Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.

Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.

Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.

Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.

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FOLKLOURES'17: MINHOTOS ORGANIZAM GRANDE ESPECTÁCULO DE FOLCLORE E TRADIÇÕES POPULARES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

MINHOTOS EM LISBOA APLAUDEM GRUPO DANÇAS E CANTARES DO MINHO E FELICITAM LAURA RUA, A MORDOMA DO CARTAZ DA SENHORA D’AGONIA

Laura Rua, a mordoma do cartaz da Romaria da Senhora d’Agonia, esteve presente e foi muito aplaudida pelo público

O arraial é lisboeta mas não dispensa a cor e alegria das gentes minhotas. O Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares do Minho levou esta tarde a efeito o V Festival Nacional de Folclore inserido no Arraial de Benfica, uma iniciativa que junta habitualmente milhares de pessoas e conta com o apoio do INATEL, da Junta de Freguesia de Benfica e da Rádio do Folclore Português.

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Participaram neste festival, além do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico de Avis – Alto Alentejo; o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena – Vila Franca de Xira e o Grupo Folclórico de Belas – Sintra.

Com o seu jeito brincalhão, sempre disposto a pregar partidas, São Pedro fez borrifar umas gotas de chuva para, instantes depois, deixar o sol espreguiçar-se e afagar o público que aguardava impaciente o começo do espectáculo que, entretanto, teve de ser transferido para o Ringue António Livramento, situado a escassas dezenas de metros.

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Mas nada disso impediu que centenas de pessoas se deslocassem para aplaudir os grupos participantes, com especial relêvo para o grupo organizador e a sua estrela do momento – Laura Rua, a jovem e bonita mordoma que foi este ano escolhida para figurar no cartaz oficial da Romaria da Senhora d’Agonia – que neste festival apresentou-se com o característico traje verde de Geraz do Lima, em lugar do traje da Areosa com que figura no cartaz.

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Todos os grupos participantes proporcionaram um magnífico espectáculo de folclore, com inclusão de quadros etnográficos que, além de transportarem o público para vivêncas de outras épocas, também proporcionaram excelentes momentos de diversão. O amolador, o padeiro, o leiteiro, o ardina foram algumas figuras-tipo que se destacaram num espectáculo que também trouxe a terreiro recriação de antigos costumes como as pulhas.

Uma vez mais, tratou-se de um festival que primou pelo rigor e a qualidade a que, sob a liderança experimentada de Joaquim Pinto, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares do Minho já nos habitou e que, por tal, merece sempre o aplauso e o reconhecimento da comunidade minhota radicada na região de Lisboa.

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VIANAFESTAS LEVA ROMARIA D’AGONIA À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

Laura Rua, a mordoma que figura no cartaz oficial, participou na promoção da festa

A Feira Internacional de Artesanato abriu hoje as suas portas nos pavilhões da FIL, em Lisboa, e até ao próximo dia 2 de Julho vai contar com a participação da Vianafestas com a representação da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia que se realiza anualmente em Viana do Castelo.

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A festa começou hoje com uma arruada de bombos e actuação dos zés pereiras da Ronda Típica de Viana do Castelo. E, como seria de esperar, também Laura Rua, a bonita mordoma que foi este ano escolhida para figurar no cartaz oficial, esteve presente espalhando beleza e simpatia que é apanágio de toda a minhota que se preze.

Fotos: Vianafestas

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BARCELOS PARTICIPA EM FORÇA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Os “Baraça” são uma das mais conceituadas e tradicionais famílias do universo do artesanato de Barcelos. Netos de Ana Baraça, figura tutelar do artesanato barcelenese, Vítor Gonçalves e Moisés Gonçalves, os Irmãos Baraça, são os herdeiros desse legado.

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As peças que produzem têm fins puramente decorativos e aliam Tradição e Inovação, resultando em peças únicas de artesanato de autor.

Vão estar presentes na FIA Lisboa - 24 de Junho a 02 de Julho, na FIL - Parque das Nações

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FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE AMANHÃ EM LOURES PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

Iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

LAURA RUA, A MORDOMA QUE FIGURA NO CARTAZ DA ROMARIA DA SENHORA D’AGONIA, DESFILA EM LISBOA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

A bonita mordoma que foi este ano escolhida para figurar no cartaz oficial da Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, vai estar presente no próximo sábado na Feira Internacional de Artesanato – FIA que se realiza nas instalações da FIL, no Parque das Nações, em Lisboa.

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Viana do Castelo vai trazer a este evento uma amostra da grande romaria e, como tal, não podia dispensar a presença da mordoma que figura no próprio cartaz.

A sua presença vai certamente contar com o apoio e carinho de muitos minhotos que irão deslocar-se ao certame, tanto mais que integra o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e é sobejamente conhecida no meio folclórico minhoto na região de Lisboa.

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FUNDADOR DA CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA QUER APAGAR A MEMÓRIA!

Há cerca de trinta anos, Carlos Gomes – actualmente administrador do Blogue do Minho – deixou a Casa do Minho para iniciar o processo de constituição em Lisboa da Casa do Concelho de Ponte de Lima. A razão que o motivou na altura prendia-se com a impossibilidade de se constituírem núcleos concelhios naquela associação, pelo que o caminho a seguir foi o da criação de uma casa regional que congregasse os limianos radicados em Lisboa e representasse na capital do país os interesses da região.

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Após uma década de forte dinâmica e grandes sucessos, a Casa do Concelho de Ponte de Lima passou a entrar numa fase de declínio e descaracterização, encontrando-se actualmente em risco de extinção em virtude da deslocalização prevista da sua sede social.

Discordando da sua orientação e sobretudo das ameaças e insultos que frequentemente recebe sempre que aquilo que noticia não é do agrado, apesar da constante recusa aos convites que lhe são dirigidos com o objectivo de divulgação das suas actividades, aquele fundador da Casa do Concelho de Ponte de Lima acaba de solicitar à Direcção daquela associação o apagamento da própria memória. E fê-lo nos seguintes termos, dirigidos ao actual presidente da Direcção:

Exmº Senhor,

Registando o desinteresse que a Casa do Concelho de Ponte de Lima vem revelando, nomeadamente em relação a propostas de divulgação no BLOGUE DO MINHO que administro, para além da atitude crescentemente hostil em relação à minha pessoa, venho pedir-lhe que retire a minha foto de todos os lugares públicos da sua sede social, incluindo no respectivo salão, e esqueçam definitivamente a minha existência e o papel que desempenhei na criação dessa associação. Trata-se de um direito de imagem que me assiste. Prometo que, uma vez satisfeita a minha pretensão, retribuirei com o meu esquecimento.

Com os melhores cumprimentos,

Carlos Gomes

(Ex-sócio nº 1 da Casa do Concelho de Ponte de Lima)

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FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

Iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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RANCHO DA BOBADELA REPRESENTA A REGIÃO SALOIA NO FOLKLOURES’17

Iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho

O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.

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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.

Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.

Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.

Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.

Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.

No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.

“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.

Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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JUNTA DE FREGUESIA DE PORTO SALVO DISTINGUE DIRIGENTES DO RANCHO FOLCLÓRICO “OS MINHOTOS” DA RIBEIRA DA LAGE

A Junta de Freguesia de Porto Salvo acaba de atribuir a medalha de mérito a dois dirigentes do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras. Trata-se naturalmente de um reconhecimento público da autarquia oeirense pelo trabalho desenvolvido por aqueles minhotos também em prol da dinamização cultural daquele concelho dos arredores de Lisboa.

Os agraciados foram Susana Teixeira e Agostinho Pintado que vemos na foto ladeando o Presidente daquela autarquia local, sr. Dinis Antunes.

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FOLKLOURES´17 RECEBE REPRESENTAÇÃO DA MOLDÁVIA

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.

Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

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Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.

Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO ABRE AS PORTAS NO PRÓXIMO DIA 24 DE JUNHO

A 30ª Edição da Feira Internacional de Artesanato (FIA) Lisboa 2017 arranca já no próximo dia 24 de Junho, nos pavilhões da FIL, em Lisboa. O certame prolonga-se até ao dia 2 de Julho. Trata-se da maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP e conta com o apoio do IEFP.

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Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.

A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 30 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

Em destaque, estarão áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros. Contará ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional.

A edição do ano anterior contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliês, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.

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FOLKLOURES 17 ´ primeşte reprezentarea Republicii MOLDOVA

Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

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Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.

Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.

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Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.

Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.

Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.

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MINHOTOS DANÇAM EM LISBOA NA QUINTA DAS CONCHAS

De Famalicão participou o Rancho Etnográfico de Ribeirão

A magnífica paisagem perdejante da Quinta das Conchas, junto ao Lumiar, foi hoje o cenário escolhido para a realização de mais um festival de folclore organizado pela Casa do Minho em Lisboa.

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Para além do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico da Casa do Minho, participaram ainda o Rancho Etnográfico de Ribeirão – Vila Nova de Famalicão; o Rancho Folclórico Regional dos Foros de Salvaterra – Salvaterra de Magos; o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo – Cinfães e o Grupo Folclórico os Camponeses de Vila Nova – Coimbra.

O s numerosos espectadores procuraram as sombras do parqua para se abrigarem do sal abrasador que se fez sentir ao longo da tarde mas não arredou pé porque o programa e grupos convidados prometiam um espectáculo de qualidade.

Registando uma dinâmica imparável, a Casa do Minho prepara já a realização da Romaria Minhota no próximo mês de Setembro, nos jardins da zona monumental de Belém, entre a Praça do Império e a Praça Afonso de Albuquerque, em Lisboa.

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FOLKLOURES’17 EXPÕE CONCERTINAS NO MUSEU MUNICIPAL DE LOURES

O Museu Municipal de Loures inaugura no dia 24 de Junho a exposição temporária “A Evolução ds Concertina”, a qual ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira), com entrada gratuita. Os visitantes têm ainda a oportunidade de visitar a exposição permanente do Museu Municipal de Loures que inclui uma magnífica colecção de carroças tradicionais da região saloia.

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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "A Evolução da Concertina". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “A Evolução da Concertina”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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SÉ DE BRAGA CELEBRA SANTO ANTÓNIO DE LISBOA

Santo António de Lisboa celebrado na Sé de Braga

A Sé de Braga comemora, a 13 de Junho, o dia de Santo António, pregador franciscano. Durante a manhã, serão celebradas eucaristias na Catedral, às 8h30 e às 11h30. No período da tarde, a celebração na Catedral inicia-se com o terço às 17h00, seguida de Eucaristia, às 17h30.

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Nascido em Lisboa, em 1195, Santo António dedicou a sua vida à pregação. Em 1230, ocupou-se da transladação dos restos mortais de São Francisco de Assis. É, depois do fundador da Ordem dos Frades Menores, o santo franciscano mais popular. Pregou em Pádua e foi lá que faleceu, em 1231. Foi através dos sermões de S. Bernardino de Sena que se difundiu a sua história. Um dos momentos mais conhecidos da sua vida é o episódio do Sermão aos Peixes, imortalizado, anos mais tarde, pelo Padre António Vieira.

ALUNOS DE BRAGA APRESENTAM PROPOSTAS PARA TERRITÓRIO

Projecto ‘Nós Propomos’ envolveu 132 estudantes

O Município de Braga voltou a marcar presença, pelo quarto ano consecutivo, no Seminário Nacional do Projecto “Nós Propomos!”, que teve lugar na Aula Magna da Universidade de Lisboa e que envolveu 132 alunos da Escola Sá de Miranda.

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Entre as propostas e preocupações apresentadas pelos jovens destaque para a valorização ambiental, com a intervenção na Pedreira de Montélios e a intervenção no rio Cávado, a criação de ciclovias e a reabilitação urbana de edificado devoluto e dos bairros sociais.

Este é um projecto de apelo à participação pública nas tomadas de decisão relativas ao ordenamento do território, numa perspectiva de governança. Para o Vereador Miguel Bandeira, “este é um excelente meio para aproximar os jovens das decisões políticas estimulando-os para uma participação construtiva nos desígnios da Cidade.”

Os alunos foram desafiados a observar a sua região e, desta forma, mobilizados para o ‘Estudo de Caso’, para a identificação de problemas locais e a apresentação de propostas de resolução desempenhando um papel de cidadãos activos. Durante o desenvolvimento do trabalho de pesquisa, alunos e professores reuniram com técnicos da Câmaras Municipal e Juntas de Freguesia, enquadrando o problema a estudar tendo em conta as principais orientações e preocupações do Plano Director Municipal.

“Queremos um futuro cada vez mais participado através da manifestação da opinião dos jovens sobre as opções mais importantes para o nosso território. Desta forma, estamos a construir um Município com futuro e estreitar laços entre os processos de formação, uma vez que estes estudantes já demonstram maturidade suficiente para trabalharem com autonomia em projectos sustentáveis”, referiu Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo do Município de Braga.

Desde 2013, este projecto já envolveu cerca de 500 jovens Bracarenses.

O projecto ‘Nós Propomos! Cidadania, Sustentabilidade e Inovação na Educação Geográfica’ é uma iniciativa do Instituto de Geografia e Ordenamento de Território da Universidade de Lisboa/IGOT e da ESRI Portugal, com o apoio da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica/Ciência Viva.

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LAURA RUA É ESTE ANO A MORDOMA DO CARTAZ OFICIAL DA ROMARIA DA SENHORA D'AGONIA EM VIANA DO CASTELO

Laura Rua, componente do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, foi a mordoma escolhida para o cartaz oficial da Romaria da Senhora d’Agonia que se realiza este ano. O cartaz foi concebido e apresentado pelos irmãos Ivo Rua e Laura Rua, proposta que saiu vencedora.

Estão de parabéns, além deles, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, constituindo também um motivo de orgulho para todos quantos na região de Lisboa se dedicam à divulgação do folclore da nossa região.

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FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

FOLKLOURES’17: EXPOSIÇÕES, PALESTRAS, TRADIÇÕES E FOLCLORE NUM GRANDIOSO FESTIVAL DURANTE UMA SEMANA EM LOURES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

FOLKLOURES’17: EXPOSIÇÕES, PALESTRAS, TRADIÇÕES E FOLCLORE NUM GRANDIOSO FESTIVAL DURANTE UMA SEMANA EM LOURES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

unnamedVerdeMinho

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

LISBOA RENDEU-SE AO ALVARINHO WINE FEST

Mais de dez mil pessoas passaram pelo Pavilhão Carlos Lopes

‘A 3ª edição do Alvarinho Wine Fest foi uma aposta ganha’ garantiu o Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, e os números comprovam: mais de dez mil visitantes passaram pelo Pavilhão Carlos Lopes durante os dois dias do evento, onde tiveram a oportunidade de conhecer de perto as potencialidades dos sabores do Município Mais a Norte de Portugal: o fumeiro de Melgaço, os queijos, a doçaria tradicional, o pão e as compotas estiveram em destaque em Lisboa, nos dias 2 e 3 de junho.

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Durante os dois dias foram realizadas 19 provas de vinho alvarinho comentadas junto de todos os produtores presentes: por João Chambel, sommelier do Grupo Estado de Alma, e por Rodolfo Tristão, sommelier do Grupo Avillez.

19 produtores de Alvarinho - Casa de Midão, Casa de Canhotos, Castaboa, Castros de Paderne, Dom Ponciano, Dona Paterna, Encostas de Paderne, Lua Cheia em Vinhas Velhas, Memória a S.Marcos, Poema, Alvaianas, Quinta do Mascanho, Quinta do Mentainas, Quinta do Regueiro, Quintas de Melgaço, Reguengo de Melgaço, Soalheiro, Terras de Real e Valados de Melgaço; e seis de produtos locais - Fumeiro Tradicional de Castro Laboreiro, Delícias do Planalto, Casa do Ramo Sabores, Melgaço em Sabores, Prados de Melgaço e Bebipedala, deslocaram-se à capital para darem a provar o delicioso néctar e os produtos confecionados com Alvarinho. O evento completou-se com momentos musicais, no espaço lounge, e com a distinção do restaurante Solar dos Presuntos como tendo a melhor carta de Vinhos Alvarinho em Lisboa.

O número de visitantes tem aumentado de ano para ano: a 1ª edição contou com 3.500 apreciadores de Alvarinho e a 2ª com 7.700 pessoas. ‘Foi mais um palco de afirmação do território’, afirmou Manoel Batista, sublinhando que ‘dar visibilidade aos produtos que o território produz e que são de grande qualidade’. A abertura do evento contou com a presença do Vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Castro, e dos Deputados José Manuel Carpinteira e Sandra Pontedeira.

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CASA DO MINHO LEVA FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

Terminou há instantes em Lisboa o XVI Festival de Folclore organizado pela Casa do Minho. Milhares de turistas assistiram com deslumbramento ao desfile etnográfico que teve início junto ao novo edifício do Museu Nacional dos Coches e percorreu a zona monumental de Belém até ao jardim junto à Praça do Império onde teve lugar a actuação dos grupos participantes.

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Neste evento participaram o Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos da Azambuja – Ribatejo, o Grupo Folclórico das Terras da Feira – Argoncilhe; o Rancho Folclórico de Centro Beira Mondego - Santo Varão – Montemor-o-Velho; o Rancho Folclórico de Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho.

Uma vez mais, a iniciativa contou com o apoio da Junta de Freguesia de Belém cujo Presidente, Dr. Ribeiro Rosa, marcou presença, acompanhando o próprio desfie etnográfico ao lado do Director do Rancho da Casa do Minho, sr. Paulo Duque. Também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr João Carriço.

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FUNDADOR DA UNIVERSIDADE LUSÍADA FALECEU AOS 99 ANOS DE IDADE

Município de Famalicão de luto pela morte do Prof. Dr. António Martins da Cruz

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, decretou dois dias de luto municipal pela morte do Professor Doutor António Martins da Cruz, fundador das Universidades Lusíada e responsável pela vinda do Ensino Superior Universitário para Vila Nova de Famalicão em 1989.

António Martins da Cruz fundador das Universidades Lusíada

Martins da Cruz faleceu esta quinta-feira aos 99 anos. Foi deputado, provedor da Misericórdia de Penamacor e fundou a Universidade Lusíada. Advogado de profissão, nasceu em Aldeia do Bispo, no concelho de Penamacor, a 1 de janeiro de 1918. Em 1996, foi distinguido com a Medalha de Honra do Município de Vila Nova de Famalicão e em 2009, por altura das comemorações dos 20 anos da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão, foi homenageado com a colocação de um monumento em sua honra (busto) no espaço público da cidade, junto à Universidade, com escultura do artista famalicense Augusto Costa.

O corpo estará em Câmara ardente no edifício da Reitoria da Universidade Lusíada de Lisboa a partir desta sexta-feira. O funeral deverá realizar-se amanhã, sábado, 3 de junho. 

“Lamento profundamente o desaparecimento deste ilustre cidadão português, que teve um destacado contributo para o desenvolvimento de Vila Nova de Famalicão trazendo até ao nosso concelho o Ensino Superior Universitário. O município estar-lhe-á eternamente agradecido. À família do Prof. Dr. António Martins da Cruz e a toda a família Lusíada expresso as minhas mais sinceras condolências", afirma Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira