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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Terras de Bouro e Barroselas (Viana do Castelo) representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

Banda Nova de Barroselas - 2015

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".

Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com os restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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CASA COURENSE EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DO “BACALHAU À NATAL”

A Casa Courense em Lisboa leva a efeito no próximo dia 3 de Dezembro, o almoço de “Bacalhau à Natal”, reservando uma surpresa especial durante a refeição. Bacalhau à Natal é o bacalhau cozido com todos… A iniciativa vai ter lugar nas suas instalações, sitas na rua General Taborda, em Campolide.

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Para efectuarem reserva, os interessados deverão contactar António carvalho: 917233 343 ou João Cunha: 914 750 223.

Adultos: 15 espigueiros

Crianças: 10 espigueirinhos

Sopa à Coura

Sobremesas habituais

Café e digestivo

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CASA DO MINHO EM LISBOA MANTÉM TRADIÇÃO DA COUVADA À MINHOTA

Casa do Minho em Lisboa mantém-se fiel á divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

Está a decorrer nas instalações da Casa do Minho em Lisboa mais um tradicional almoço da couvada à moda do Minho, tal como era outrora hábito sobretudo nos lares mais pobres da nossa região.

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A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!

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MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipals: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

A Banda Musical da Carvalheira, de Terras de Bouro e a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda Escuteiros de Barroselas vão representar o Minho no desfile nacional de Bandas Filarmónicas que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Banda Nova de Barroselas - 2015

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

A Banda Musical de Carvalheira foi criada em 1839 pelo conhecido Padre Tomé em Ervedeiros, na freguesia de Carvalheira, Terras de Bouro. É um dos maiores embaixadores de Carvalheira e até mesmo do concelho, uma vez que tem levado e honrado os seus nomes em milhares de aldeias, vilas e cidades espalhadas por todo o território nacional e até em terras estrangeiras. Ao longo de quase dois séculos de existência muitos foram os obstáculos encontrados por esta banda mas nada foi suficientemente forte para a derrubar. Atualmente, a Banda é formada por cerca de 50 músicos de todas as idades, essencialmente amadores e regida pelo Maestro António Luís.

Por seu turno, a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda de Escuteiros de Barroselas, foi fundada em 1934 por Armindo dos Santos Barbosa, a Banda Escuteiros de Barroselas surgiu ao mesmo tempo que o respectivo grupo de escutas, tendo-o acompanhado na Missa da primeira Promessa de Escuteiros a 29 de Junho de 1934, dia de S. Pedro, padroeiro da freguesia, abrilhantando também a procissão. A iniciativa teve tal sucesso que começaram a ser convidados para se apresentarem em freguesias vizinhas. Menos de uma dezena de anos após a sua fundação e por imposição do regulamento do Corpo Nacional de Escutas, a banda desvinculou-se do grupo de escutas. No entanto o nome original manteve-se até à actualidade.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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BOLETIM ICOM PORTUGAL ENTREVISTA JOÃO ALPUIM BOTELHO

A edição de Outubro do “Boletim ICOM Portugal” editado pelo Comité Português da International Council of Museums (ICOM) publicou, na secção “Museus & Pessoas”, uma entrevista conduzida pela investigadora Ana Carvalho, através da qual segue o percurso do Dr. João Alpuim Botelho através do Museu do Traje, o Museu Bordallo Pinheiro e a sua passagem pelo Teatro Rivoli.

Conforme a própria entidade oficialmente se define, “O ICOM é a maior organização internacional de museus e profissionais de museus dedicada à preservação e divulgação da património natural e cultural mundial, do presente e do futuro, tangível e intangível.

Uma entrevista a não perder que o BLOGUE DO MIMNHO disponibiliza neste espaço.

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