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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EM LISBOA CERCA DE 30 GRUPOS DE TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS

Salão de Festas do Vale Fundão em Marvila foi demasiado pequeno para acolher o numeroso público que participou no 13º Encontro de Concertinas e o Presidente da Junta de Freguesia já prometeu que iria procurar um espaço maior para acolher o evento.

Perto de meio milhar de pessoas afluiu hoje ao 13º Encontro de Concertinas organizado pela Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, nas instalações do Salão de Festas do Vale Fundão, na Freguesia de Marvila, em Lisboa.

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Foram cerca de trinta grupos de tocadores identificados com as mais diversas regiões do país que desfilaram pelo palco, exibindo os seus dotes artísticos soltando das concertinas as mais belas rapsódias do nosso folclore.

A cantadeira Irene de Gaia e Daniel Sousa, de Arcos de Valdevez, cantando ao desafio tiradas bem brejeiras, arrancaram do público os maiores aplausos.

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A todos os participantes foram oferecidas miniaturas dos espigueiros do Soajo, uma iniciativa que registamos na medida em que valoriza o artesanato tradicional, não se deixando a organização influenciar pela moda das peças de acrílico.

O espectáculo foi conduzido por Joaquim Cerqueira de Brito, Presidente da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez a quem coube a organização da iniciativa.

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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM NA FESTA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

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Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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MINHOTOS ANIMAM MERCADO DE ALGÉS

Grupo Folclórico Verde Minho alegrou a 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”

O Grupo Folclórico Verde Minho levou ontem ao Mercado de Algés, no concelho de Oeiras, a alegria e o folclore das gentes minhotas, tendo constituído a principal atração da 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”.

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Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés leva a efeito até ao próximo dia 11 de Fevereiro receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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REGIONALISTA DE CASTRO DAIRE APRESENTA TESE DE DOUTORAMENTO ACERCA DAS CASAS REGIONAIS EM LISBOA

“Quanto país cabe em uma cidade? – As Casas dos Concelhos Embaixadas Regionais em Lisboa” é como se designa o projeto de investigação de seu doutoramento sobre o atual enquadramento das Casas Regionais em Lisboa que está a ser realizado pelo Dr. Luís Esteves, um regionalista que é presentemente o Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, na capital lisboeta.

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Este projeto de investigação constitui um estudo em forma de peça documental através dos materiais escritos, fílmicos e sonoros produzidos. Pretende ser um registo atualizado sobre as Casas Regionais no ativo, quem são e como se expressam.

Um fórum associativo em documentário que resulta da participação/ação do investigador nos discursos rurais da arquitectura urbana presente na nossa capital. Explorar conceitos derivados, como: associativismo, regionalismo, fluxo migratório, etnografia, tradições e cultura popular.

No plano de trabalhos consta entrevistas com os presidentes de direção, no sentido de conhecer e perceber o objecto de estudo, passando pela história, missão, seus valores e, consequentemente, pelas atitudes e percepções dos seus representantes.

Procurar saber quem são, o que as define, o que fazem, como se organizam, quais os recursos. Conhecer o passado, o presente e as suas perspectivas futuras. Um conjunto de questões que definem a entidade e respondem certamente às características do fenómeno colectivo de encontro de fluxos migratórios na capital lisboeta.

Surge o cinema como instrumento de recolha e tratamento de dados, grelha de observação e proposta de reflexão e discussão.

Natural do concelho de Castro Daire, região da Beira-Alta, o Dr. Luís Esteves ingressou aos 18 anos no Curso de Estudos Artísticos, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tendo iniciado a especialização na variante de Cinema, na Université Sorbonne Nouvelle Paris III.

Após a Licenciatura, conclui os estudos académicos no Brasil e, em 2011, torna-se Mestre em Estudos Artísticos com especialização na área dos Estudos Fílmicos e da Imagem pela Universidade de Coimbra, convénio com a Universidade Gama Filho (Barra-Downtown) – Rio de Janeiro.

Atualmente, a par do Doutoramento em Artes do Media na Universidade Lusófona de Lisboa, seus compromissos passam por lecionar no Conservatório D'Artes de Loures e é também Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, em Lisboa

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“OS SABORES DE PORTUGAL” LEVAM GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO A DANÇAR NO MERCADO DE ALGÉS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM NA FESTA DA COMUNIDADE CHINESA QUE CELEBRA A ENTRADA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

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Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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CINEMATECA PORTUGUESA - MUSEU DO CINEMA APRESENTA HOJE EM LISBOA O LIVRO "DOC'S KINGDOM EM ARCOS DE VALDEVEZ"

Apresentado livro “Doc´s Kingdom em Arcos de Valdevez” na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, em Lisboa

Organizado pela Apordoc desde 2000, o Seminário Internacional de Cinema Documental Doc’s Kingdom, que, desde 2015, tem lugar em Arcos de Valdevez, editou um livro que reúne os programas das suas últimas três edições, testemunhos de participantes e cineastas, contribuições inéditas de artistas convidados, bem como fragmentos de alguns dos debates que caracterizam a experiência coletiva do seminário.

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DOC’S KINGDOM (prelúdio na obra de Robert Kramer para ROUTE ONE/USA) segue a história de um médico americano, expatriado em Lisboa, e do seu difícil reencontro com o filho. O filme é apresentado às 18h30 em mais uma sessão em colaboração com a livraria Linha de Sombra a propósito da apresentação de um livro que reúne os programas das últimas três edições do Seminário Internacional de Cinema Documental Doc’s Kingdom, assim como testemunhos de participantes e cineastas, contribuições inéditas de artistas convidados, bem como fragmentos de alguns dos debates que caracterizam a experiência coletiva do seminário.

O lançamento do livro acontece na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, em Lisboa, em parceria com a livraria Linha de Sombra, esta segunda-feira, dia 15, às 17h30, precedendo a projeção de DOC’S KINGDOM (Portugal, EUA, 1987, 90’),de Robert Kramer, às 18h30, na Sala Luís de Pina.

QUEM É TEOTÓNIO GONÇALVES, FUNDADOR E DIRIGENTE DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO?

Constituído há mais de duas décadas e sediado no concelho de Loures, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho tem constituído um dos mais notáveis agrupamentos folclóricos minhotos na região de Lisboa. De resto, o organizador do FolkLoures, porventura o mais grandioso espectáculo de folclore que ali se realiza.

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O “Verde Minho” foi fundado em 11 de Setembro de 1994 com a missão de unir as suas gentes no concelho de Loures e, de uma maneira geral, em toda a região de Lisboa e simultaneamente preservar e divulgar as suas próprias raízes culturais. É membro aderente da Federação do Folclore Português e trabalha afincadamente com vista à sua admissão na qualidade de sócio efectivo daquela entidade.

Através da sua atuação, visa ainda a promoção cultural, sobretudo junto dos mais jovens e a sua identificação com as tradições culturais da região de origem dos seus pais, a valorização dos seus conhecimentos musicais e da etnografia Portuguesa.

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As danças e cantares que exibem são alegres como as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco, vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e de lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, belas e graciosas nos seus trajes garridos, mostram os bordados que constituem obras primorosas das suas delicadas mãos, revelando o seu tanto artístico. Exibem com garbo os seus colares de contas e a reluzentes arrecadas de filigrana que constituem obra-prima da ourivesaria minhota, de ancestral tradição.

Cantam ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido nos começos do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Em jeito de divisa, este grupo folclórico lembra: O Minho é Verde – Folclore é Verde Minho!

Mas, afinal quem é Teotónio Gonçalves, fundador e principal impulsionador do Grupo Folclórico Verde Minho, designação pela qual é mais conhecida entre as nossas gentes ali radicadas? – o BLOGUE DO MINHO vai dar a conhecer este e outros dirigentes do folclore minhoto que mais se têm destacado na divulgação das nossas tradições.

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Teotónio da Silva Gonçalves é um transmontano de nascimento mas minhoto de alma e coração. O casamento fê-lo adoptar o concelho de Ponte da Barca como a sua própria terra e, desse modo, abraçou o Minho como um dos seus melhores filhos.

Nasceu no Concelho de Boticas em 1946 – pouco mais de um ano após o termo da segunda guerra mundial – e, com apenas catorze anos de idade, rumou a Lisboa à procura de uma vida melhor.

Serviu na Marinha Mercante como cozinheiro, tendo conhecido toda a linha desde a Madeira, Açores, Africa do Sul, Angola e Moçambique. Aos 23 anos de idade desembarcou para cumprir o serviço militar durante 3 anos. Na especialidade de cozinheiro, serviu na messe de oficiais no Regimento de Lanceiros 2 –Polícia Militar. Terminado os seus deveres militares, regressou à Marinha Mercante, desta feita na companhia Sitmar-line, tendo percorrido toda a Europa. Foi então escolhido para os cruzeiros na Austrália e Nova Zelândia, América Canadá, os quais fizeram parte do seu percurso de vida até aos 30 anos de idade, altura em que decidiu sair à prancha do navio para constituir família.

Desde então, tornou-se empresário de vários restaurantes, tendo mais tarde dedicado-se à venda do nosso fiel-amigo – o bacalhau! – actividade que abraçou até ao fim da sua carreira profissional. É pai de três filhos e avô de quatro netos.

Reside no concelho de Loures há mais de quatro décadas e é aí que o encontramos, completamente empenhado na vida social e associativa da localidade.

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Para além do Grupo Etnográfico Danças e Cantares “Verde Minho” que fundou e cujo cargo de Presidente da Direcção exerce desde 1994, é membro efetivo do Rotary Club de Loures, há 32 anos, tendo assumido as funções de Presidente entre 2007 e 2008. Faz parte da Confraria do Arinto em Bucelas CAB desde a sua fundação. Entrou para a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Loures em 23 de fevereiro de 2012 e desempenha actualmente o cargo de Provedor desta entidade.

Quando em 1987 foi constituída a Casa do Concelho de Ponte de Lima, em Lisboa, tornou-se de imediato num dos seus primeiros associados, tendo aliás sido um dos principais animadores quando aquela associação ainda dava os primeiros passos.

Em 2005, foi agraciado pela Câmara Municipal de Loures com a medalha de Mérito e Dedicação e, em 2006, com a Medalha de Mérito Cultural, esta em reconhecimento do trabalho desempenhado do domínio associativo como dirigente do Grupo Etnográfico Danças e Cantares “Verde Minho”.

Teotónio Gonçalves é, pois, uma das figuras mais salientes do associativismo minhoto em Lisboa, com destaque para a divulgação do nosso folclore, e uma referência positiva como exemplo de participação cívica e integração no meio social em que se insere.

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MINHOTOS PARTICIPAM EM ALGÉS NO EVENTO “OS SABORES DE PORTUGAL”

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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MINHOTOS EM LISBOA PARTICIPAM NA FESTA DA COMUNIDADE CHINESA QUE CELEBRA A ENTRADA DO ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês e sobe ao palco dos festejos no Largo do Martim Moniz. Em Julho, Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz. Da parte de tarde, sobe ao palco dos festejos que vão ter lugar no Martim Moniz para exibir os trajes, as danças e cantares do Minho.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

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Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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MINHOTOS EM LISBOA COMEÇAM O ANO A DANÇAR

Os minhotos dançaram ontem o vira e a chula de Viana tendo como cenário o magnífico portão sul do Mosteiro dos Jerónimos com o seu deslumbrante rendilhado manuelino.

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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho andou ontem pela zona monumental de Belém e, para gáudio de muitas pessoas que escolheram o domingo para passear naquela zona de Lisboa, sobretudo números turistas estrangeiros, ofereceu algumas danças do nosso folclore. Foi a sua primeira actuação no ano que agora se inicia.

Como já é tradição, este grupo folclórico percorre alguns pontos da cidade a cantar os reis e a pedir alvíssaras. E, com a baixa temperatura que ontem se fez sentir, cantaram e dançaram com mais ânimo para espalhar o frio e aquecer os corações!

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO NÃO PÁRA!

Loures e Minho fazem “casamento” feliz!

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures. Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima.

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A seguir, o Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz.

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Entretanto, no próximo dia 24 de Março, o Grupo Folclórico Verde Minho promove mais uma conferência dedicada ao folclore e ao regionalismo a ter lugar já no início do próximo ano. Rui Aguilar Cerqueira, sócio da extinta Casa do Minho em Lourenço Marques e do seu rancho folclórico, subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”.

A conferência será acompanhada pela projecção de imagens da época vivida pelos nossos conterrâneos em Moçambique, incluindo a celebração do compasso pascal e a actuação do rancho folclórico.

A iniciativa tem lugar a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, espaço onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade. Existe excelente estacionamento no local.

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O Grupo Folclórico Verde Minho leva a efeito o FollkLoures’18 – Encontro de Culturas que terá lugar de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, o qual incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionai e culminará com um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Nesse âmbito, terá lugar nomeadamente a conferência subordinada ao tema Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” a ser proferida pelo Prof- Doutor Manuel Antunes, no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retatam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Entre outros grupos participantes e algumas representações etnográficas que constituirão uma surpresa, refira-se a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho, também em presentação do Minho e da comunidade minhota radicada na região saloia. A nível internacional, o FolkLoures’18 vai receber a participação do grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” que vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Por fim e não obstando outras iniciativas que poderão constituir alguma surpresa, o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, uma conferência subordinada ao tema “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”.

Preparando o ano seguinte, o Grupo Folclórico Verde Minho está já a agendar iniciativas para levar a efeito nos anos seguintes, inclusivamente a programação da edição do FolkLoures’19.

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MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês. Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribui para a paz e amizade entre os povos.

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30ª EDIÇÃO DA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA JÁ TEM 80% DE ÁREA VENDIDA

A fase de inscrições para a 30ª edição da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa terminou no passado dia 10 de novembro e a feira conta neste momento com 80% do espaço contratado. A adjudicação dos espaços irá decorrer já no início do próximo mês.

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Fátima Vila Maior, directora de área de feiras da FIL e responsável pela BTL afirma: “Considerando o êxito da última edição e o bom momento que o Turismo atravessa, estamos muito confiantes com o balanço das inscrições. Até à data, registamos um acréscimo da área vendida de quase 40% face à última edição, tendo em conta o começo antecipado da feira e o crescente interesse por parte das empresas em assegurar o espaço das adjudicações que decorrem em Dezembro.”

A BTL 2018 irá contar com a presença de expositores de diferentes segmentos, nomeadamente associações, municípios, agentes de viagem, operadores turísticos, hotelaria, restauração e animação turística. A responsável adianta: “Registámos um aumento significativo nos vários sectores, nomeadamente o Alojamento, o que confirma o interesse crescente por parte dos profissionais na área do Turismo.”

A mesma responsável refere ainda: “No próximo ano, a BTL comemora a 30ª edição e será, sem dúvida, um marco na história da maior feira de viagens nacional. Queremos continuar a apostar no sector, que continua a crescer a bom ritmo e reforçar a sua afirmação internacional junto dos principais players do mercado.”

A BTL 2018 decorrerá de 28 de Fevereiro a 4 de Março na FIL, Parque das Nações e é o maior evento de Turismo realizado em Portugal.