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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUNICÍPIO DE VIANA DO CASTELO HOMENAGEIA GRUPO DESPORTIVO E CULTURAL DOS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

Neste ano de comemorações do cinquentenário da fundação do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos ENVC o Município entendeu que era justo fazer-lhe pública homenagem. O passado desta Colectividade nestes 50 anos de vida activa, ao serviço dos trabalhadores dos Estaleiros Navais e dos vianenses em geral, assim o exigia.

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Para que este reconhecimento fosse suficientemente marcante, foi realizado um espectáculo na Praça da República no passado dia 10 de Junho, dia de Portugal, um dia propício para prestar tributo a quem dele é merecedor. O espectáculo, realizado a partir das 18,00 horas, estruturou-se a partir da música de Zeca Afonso, com a presença do Teatro do Noroeste na declamação de poemas e interpretações de vários artistas que se revêem neste grande e intemporal Cantor português. Tratou-se de um espectáculo curto mas de boa qualidade, que, dadas as manifestações de agrado, satisfez um público em número bem significativo.

O momento alto aconteceu com a atribuição do título de Associação de Mérito ao GDCTENVC, entregue por José Maria Costa, Presidente da Edilidade, a Manuel Ramos, Presidente desta Colectividade. Não deixou o Presidente do Município de salientar o trabalho abnegado de 50 anos da Associação homenageada em prol do ENVC e de Viana, sentindo ser de elementar justiça a atribuição deste galardão, com o desejo de que o centenário seja muito naturalmente atingido. Retribuiu Manuel Ramos, apontando as responsabilidades acrescidas que cabem ao GDCTENVC depois deste reconhecimento público, mas que serão honrosamente assumidas.

Foi sem dúvida justa esta homenagem. Reconhecido à escala nacional, suficientemente premiado no âmbito da Associação Portuguesa de Comunicação Empresarial, ao GDCTENVC faltava este reconhecimento do seu Município. Felizmente aconteceu.

GFM

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FAMALICÃO: LOUROPEL JÁ É LÍDER MAS QUER MAIS

Empresa de botões vai investir cinco milhões de euros para aumentar e diversificar produção

Conquistou o sucesso à escala global, liderando o mercado no sector onde atua, mas isso não demove a Louropel de querer ainda mais. Cinco milhões de euros e a perspetiva de criação de 12 postos de trabalho. Estes são os números que traduzem o novo e ambicioso projeto de investimento do maior fabricante de botões do mundo, a famalicense Louropel.

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Esta iniciativa empresarial, que a Câmara de Vila Nova de Famalicão já reconheceu como de interesse municipal, na última reunião pública de 8 de junho, visa o aumento da capacidade produtiva e a diversificação da gama de produtos. Para tal, a Louropel já deu início à ampliação das suas instalações industriais, na freguesia do Louro, e vai também adquirir novos equipamentos com tecnologia de ponta.

A flexibilidade da empresa, que fabrica botões segundo as especificidades de cada cliente, é um dos trunfos do sucesso, com uma média de produção de 10 milhões de botões por dia. Mas há ainda um outro trunfo: a inovação. A Louropel há muito deixou de se confinar ao poliéster, pelo que botões em metal, madeira ou borracha também fazem do seu portfólio.

A Louropel destaca-se sobretudo pelos botões ecológicos biodegradáveis, produzidos com papel reciclado, farinha de sêmola, serradura de madeira, algodão, cortiça, corozo (fruto ácido importado da Colômbia) ou corno (que chega da Argentina). Uma das últimas novidades lançados no mercado são os botões ecológicos fabricados a partir do café, cuja patente mundial pertence à Louropel.

A empresa – que Paulo Cunha visitou em dezembro de 2013 no arranque do roteiro Famalicão Made IN – conta com 245 colaboradores e exporta para mais de 40 países, com destaque para a Europa e os Estados Unidos. É liderada por Avelino Rego, da segunda geração da família que fundou a Louropel.

No âmbito desta iniciativa empresarial, a Louropel foi contemplada com incentivos fiscais ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN.

PAULO CUNHA INCENTIVA AGROALIMENTAR FAMALICENSE

Export Food Sudoe e Alimentaria decorrem em Lisboa com forte presença de empresas de Vila Nova de Famalicão

Na lógica da afirmação positiva do cluster agroalimentar em Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha marcou presença na manhã desta segunda-feira, 5 de junho, no primeiro encontro Export Food Sudoe, em Lisboa, que decorre em simultâneo com a Alimentaria 2017. Ato que representa também mais uma demonstração do apoio institucional às empresas famalicenses que o Presidente da Câmara Municipal faz questão de deixar vincado.

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Projeto de cooperação para a promoção da internacionalização das Pequenas e Médias Empresas (PME) do sector agroalimentar no sudoeste europeu (Portugal, Espanha e França), o Export Food Sudoe reúne 12 empresas famalicenses de um total de 17 em Portugal e de uma centena a nível europeu.

Tratou-se, nas palavras de Paulo Cunha, de uma “experiência de proximidade de PME de países e regiões que ajuda ao robustecimento das empresas famalicenses”. O edil famalicense destacou o facto de proporcionar uma plataforma para “partilha de conhecimentos entre elas no percurso de crescimento, dinâmica e volume local, para além da possibilidade de as empresas encontrarem parceiros, estabelecerem laços de cooperação, promovendo uma simbiose entre elas”.

Mas, claro, um outro objetivo está subjacente à presença das PME famalicenses nestes certames e que só por si justifica o “apadrinhar” por parte do autarca: dar a conhecer os produtos e os produtores da região.

No Export Food Sudoe, que tem lugar no Parque das Nações, esta segunda e terça-feira, participam nove empresas famalicenses: Ferraz & Ferreira (bolinhos de bacalhau, rissóis e pastéis de nata); Vinhos Castro (vinho verde), Senras Dairy (queijo amanteigado); Minikiwi Farm (licor e compota de baby kiwi); Frutivinhos (vinho verde branco); Yogan (queijo vegetal), Amálgama (farinha de castanha); Miolo de Nós (biscoitos) e Sim Bombons (chocolates). E, ainda, mais quatro dezenas vindas de Espanha e França.

Já na Alimentaria 2017, Salão Internacional da Alimentação, Hotelaria e Tecnologia para a Indústria Alimentar, a representação famalicense está a cargo de cinco empresas: AF Azevedos, Lourofood, Partteam, Metalúrgica Grandra e Termofilm.

A Adrave - Agência de Desenvolvimento Regional, com sede em Vila Nova de Famalicão, é responsável pela implementação do projeto em Portugal, contando para tal com a parceira da Câmara Municipal.

O Export Food Sudoe tem como entidades parceiras a Adrave, a Asincar – Associação da Indústria de Carnes das Astúrias e as Câmaras de Comércio e Indústria de Sevilha (Espanha), Limoges e Haute-Vienne e Gers (França). É cofinanciado pelo programa Interreg Sudoe através do Feder - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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CERVEIRA TEM A "MELHOR FÁBRICA DO ANO"

Gestamp Cerveira distinguida internacionalmente pelo Grupo PSA

A Gestamp Cerveira integra o restrito lote de 11 unidades industriais premiadas com o troféu “Melhor Fábrica do Ano”, uma recompensa às instalações dos fornecedores do Grupo PSA pelo seu desempenho. Autarquia congratula-se com o reconhecimento nacional e internacional atribuído ao percurso de sucesso do tecido empresarial do concelho.

De um total de 11 fábricas distinguidas com este prémio, apenas duas são portuguesas, a Gestamp Cerveira e a Sacia de Águeda, sendo as restantes oriundas de Espanha, França, Eslováquia, Roménia e Tunísia.Enquadrados no plano estratégico de crescimento sustentável "Push to Pass", estes troféus atribuídos pelo Grupo PSA reafirmam a importância da relação com os fornecedores.

Reconhecendo a importância do setor empresarial como motor estratégico e estruturante para o desenvolvimento do concelho, o Município de Vila Nova de Cerveira reconhece e valoriza o papel e ação da empresa Gestamp Cerveira, pelo contributo na geração de riqueza e criação de postos de trabalho, potenciando a economia local.

Há 20 anos instalada em Vila Nova de Cerveira, a Gestamp Cerveira tem registado um sucessivo aumento de produtividade e que resulta, atualmente, num total de 420 postos de trabalho. A dedicação e desempenho da empresa como um todo tem sido reconhecida com a conquista de prémios internacionais, que confirmam a qualidade dos produtos fabricados.

Integrada na CorporacionGestamp, multinacional da União Europeia, esta empresa dedica-se ao desenho, desenvolvimento e fabrico de componentes e conjuntos metálicos para o setor automóvel, com forte presença mundial.

FAMALICÃO: CARLOS MAIA É SINÓNIMO DE PEÚGAS INOVADORAS

Empresa vai avançar com novos investimentos em Famalicão

O grupo empresarial Peúgas Carlos Maia prepara-se para arrancar com a produção de meias que reduzem o risco de entorse do tornozelo e potenciam a performance desportiva. O projeto, que é candidato a fundos comunitários no âmbito da inovação produtiva, tem como conceito incorporar nas meias suportes de tornozelo e ligaduras funcionais. Está a ser desenvolvido em parceria com professores universitários do Hospital de Santo António e da Escola Superior de Saúde do Porto. Uma inovação que foi hoje explicada ao Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, na visita que realizou à empresa nesta segunda-feira, 29 de maio, no âmbito do roteiro Famalicão Made IN.

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Fundada há 23 anos por Carlos Maia na freguesia da Carreira – e já com uma segunda unidade produtiva em Landim –, o grupo empresarial famalicense destaca-se por apostar na diferenciação e na qualidade para corresponder às máximas exigências dos seus clientes, dentro e fora de portas. E, inevitavelmente, insiste no caminho da inovação, com produtos de elevada tecnicidade e valor acrescentado.

Na manga está também a produção de meias para doentes diabéticos. Contínua será a aposta nas meias desportivas com aplicação de tratamento antibacteriano, Pureco, que já chegaram aos cinco continentes e que se tem revelado um sucesso de vendas. “Somos a única empresa em Portugal que aplica tratamento antibacteriano nas meias e também a única que possui detetor de metais no processo produtivo. A Pureco tem certificação OEKO-TEX e cumpre as normas europeias REACH”, enfatizou Carlos Maia. O certo é que esta aposta no segmento funcional e técnico, adiantou o administrador, “já representa 70 por cento do volume de produção”, contra os 30 por cento das meias básicas.

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Com um efetivo de 140 colaboradores, a Peúgas Carlos Maia vende para o exterior 90 por cento do total da sua produção. A Europa é o principal mercado de destino da empresa famalicense, sendo que os principais clientes estão na Alemanha, França e Inglaterra. Fora da Europa os mercados de maior presença são o Dubai, a Indonésia, a Tailândia, o Panamá, o Perú e o Chile, bem como a Ucrânia, a Sérvia e a África do Sul.

No que a marcas diz respeito, a CAT e a Coca-Cola são aquelas para as quais a Peúgas Carlos Maia produz em exclusividade em Portugal. Mas todos os meses saem das instalações da empresa cerca de 2,5 milhões de pares de meias, 26 milhões de pares por ano, que levam a chancela de outras marcas de referência, como a Dickies, Lotto, Dunlop, Umbro, New Balance e Donnay, entre outras.

Em 2016 o volume de negócios rondou os 7,5 milhões de euros, o que representa um crescimento de 18 por centro em relação ao exercício anterior. Mas, segundo Carlos Maia, os próximos anos prometem ser ainda mais auspiciosos, o que significará mais faturação e também mais emprego. 

Razões que motivaram as palavras de elogio de Paulo Cunha. “A Peúgas Carlos Maia é uma empresa única no país que muito orgulha os famalicenses e que reforça o estatuto do nosso concelho como o cluster têxtil em Portugal. É uma empresa sólida e arrojada, que produz em grande quantidade e com grande qualidade, numa aposta clara na inovação. É, ainda, mais um excelente exemplo da vitalidade económica do nosso concelho.” 

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ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO: TRABALHADORES HOUVE QUE ALÉM DA DEDICAÇÃO À EMPRESA SACRIFICARAM A SUA PRÓPRIA VIDA!

Passam em breve precisamente 36 anos sobre a ocorrência de uma tragédia nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo que, numa quadra que deveria ser de alegria e felicidade, enlutou várias famílias vianenses. Tratou-se do grave acidente ocorrido a bordo da construção nº 115, “Galp Leixões”, em 28 de Dezembro de 1981.

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Quando se iniciou o trabalho, uma fuga de gás durante a noite no duplo fundo do navio “Galp Leixões” provocou uma enorme explosão que se ouviu em toda a cidade, causando duas vítimas mortais, Luís António Correia Lima e Rui Alberto Rodrigues Borlido que correu em seu auxílio. Outros trabalhadores que também prontamente procuraram acudir os seus camaradas também sofreram ferimentos graves. Foi o caso de Ilídio Gonçalves Rego, Simplício Lage Martins e António Martins Moreira.

Em 13 de Janeiro de 1982, o Conselho de Gerência dos Estaleiros Navais publicou em Ordem de Serviço um louvor aos trabalhadores Rui Alberto Rodrigues Borlido, este a título póstumo, e ainda a Ilídio Gonçalves Rego, Simplício Lage Martins e António Martins Moreira.

Luís Lima integrava a Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo para a qual tinha sido convidado pelo sr. Gonçalo Fagundes Meira a quem o BLOGUE DO MINHO agradece a gentileza da cedência dos documentos que publicamos.

O nefasto acontecimento foi à altura amplamente noticiado tanto pela imprensa regional como pelos órgãos de comunicação social de âmbito nacional, mormente a RTP onde inclusivamente foi entrevistado o engº Óscar Mota, daquela empresa. Também o jornal “Roda do Leme” noticiou o trágico acontecimento lamentando a morte dos seus camaradas. Este órgão de imprensa titulava-se “Mensário dos Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo” e era propriedade do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos ENVC, sendo administrado pela Comissão de Trabalhadores da empresa. O jornal era composto e impresso nas oficinas gráficas do jornal “A Aurora do Lima”.

Nos anos a que se seguiram, conforme o “Roda do Leme” noticiou, realizaram-se romagens de saudade por parte dos trabalhadores às campas dos seus camaradas falecidos, cerimónias que contaram com a participação das estruturas sindicais e outras organizações representativas dos trabalhadores existentes à época.

Para além do seu trabalho e dedicação aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, também houve trabalhadores que deram a sua própria vida pela empresa que acreditavam sua para sempre!

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Ordem de Serviço 2/82, de 13 de Janeiro de 1982

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Roda do Leme nº 66, Dezembro, 1981

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Roda do Leme nº 77/78, Dezembro/Janeiro, 1982/1983

EMPRESA DE PEÚGAS DE FAMALICÃO PRODUZ MEIAS DE VALOR ACRESCENTADO AOS MILHÕES

Visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, às Peúgas Carlos Maia, segunda-feira, 29 de maio, pelas 10h30, no lugar do Fojo,  4765-076 Carreira, em Vila Nova de Famalicão.

Não se pode dizer que seja uma grande empresa em dimensão mas pode-se com toda a propriedade afirmar que é uma grande empresa em ambição, inovação e em produção. Todos os meses saem das instalações da “Peúgas Carlos Maia” cerca de 2,5 milhões de meias, à volta de 26 milhões ao ano, que são distribuídas por mais de 20 mercados diferentes e que levam a chancela de grandes marcas como, entre outras, a CAT, JCB, Coca-Cola, Dickies, Lotto, Dunlop, Umbro, Joma, Stanley, Lundsberg, TOG24, Hello Kitty, New Balance e Donnay.

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Os pormenores do trabalho das “Peúgas Carlos Maia” vão estar em cima da mesa na próxima jornada do roteiro Famalicão Made IN, segunda-feira, 29 de maio, pelas 10h30, no lugar do Fojo,  4765-076 Carreira, em Vila Nova de Famalicão.

Conhecida internacionalmente pelas marcas CM Socks ou Pureco, a empresa faz meias há 23 anos, mas não sempre da mesma maneira.  Fundada pelo empresário Carlos Maia, iniciou o seu percurso com o fabrico de meias básicas mas ao longo dos anos foi aperfeiçoando a técnica e lançando novos produtos, mais técnicos e de valor acrescentado que têm tido elevada aceitação no mercado.

As meias desportivas Pureco, com aplicação de tratamento antibacteriano, já chegaram aos cinco continentes e a inovação valeu à empresa o selo “Famalicão Visão 25” com que a Câmara Municipal distingue as boas práticas, inovadores e inspiradoras produzidas no território. O projeto mereceu também o reconhecimento da União Europeia, através da aprovação de uma candidatura a fundos comunitários em 2016, e a declaração de Interesse Público Municipal com a classificação de “Projeto Made 2IN”.

Neste momento a empresa trabalha numa nova candidatura no âmbito da inovação produtiva, destinada ao arranque da produção de meias que reduzem o risco de entorse do tornozelo e potenciam a performance desportiva. O conceito, resultado de uma parceria  entre a empresa, o Hospital de Santo António e a Escola Superior de Saúde do Porto, passa por incorporar nas meias suportes de tornozelo e Ligaduras Funcionais).

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VIANENSES DEBATEM INDÚSTRIA NAVAL

Comemorações do Cinquentenário do GDCTENVC. A Indústria Naval esteve em debate

E debateu-se, no Centro de Mar, a bordo do navio Gil Eannes, com gente suficientemente esclarecida, não só na mesa, com os comunicadores Engenheiros Óscar Mota, Carlos Pimpão e Gonçalves de Brito, como igualmente na plateia, esta bem servida, em grande medida, por ex-quadros técnicos dos ex-ENVC. Pode bem dizer-se que se tratou de um debate rico em conteúdo, que só pecou por se limitado no tempo. Uma conferência sobre temática tão sentida, especialmente em Viana do Castelo, carecia de mais tempo, como alguém no fim chamou a atenção.

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Os comunicadores em presença são, de facto, técnicos de craveira, com largas responsabilidades de gestão em empresa de Indústria Naval (todos eles foram administradores, com provas dadas, nos ex-ENVC). Isso notou-se bem pelas ideias apresentadas, especialmente entre os Engenheiros Gonçalves de Brito e Óscar Mota, já que o Eng. Carlos Pimpão focou muito a sua intervenção nos ex-ENVC, chegando a notar-se mesmo uma certa nostalgia pela empresa que o acolheu (1976/1981) quando ele era ainda muito novo, um período muito difícil na vida desta unidade industrial, que felizmente foi bem ultrapassado.

Com o debate a ser moderado por Gonçalo Fagundes, ex-trabalhador dos Estaleiros de Viana, também ele suficientemente conhecedor dos males desta indústria, para o debate foram sendo lançados dados que ilustram bem o quanto tem sido maltratadas as indústrias ligadas ao mar, esse mar de que os nossos políticos tanto falam mas que o mantêm inexplorado. Falta de investimentos, falta de apoios, falta de ideias e de estratégia, no fundo, falta de tudo. A Indústria naval, que contribui para o PIB com apenas 0,13% e que no contexto do valor acrescentado da economia do mar pesa apenas 2,5%, é uma indústria doente.

Foram-se encerrando estaleiros, sacrificaram-se mais de 20.000 postos de trabalha (aproximadamente 25.000 em 1874, para cerca de 3000 presentemente), abateram-se navios que não foram substituídos, descuidaram-se os transportes marítimos, com opção suicida pelas vias terrestres, sacrificou-se a pesca (importamos mais de 60% das nossas necessidades), não acompanhamos o desenvolvimento da aquacultura, tal como se pratica nos outros países, dando assim a ideia mais evidente de que o mar, paradoxalmente, não é a nossa vocação.

Algumas conclusões a reter: o país tem que voltar rapidamente ao mar, as auto-estradas marítimas são uma necessidade imperiosa para retirar o tráfego pesado das vias terrestres; sendo a Indústria naval uma indústria de risco e por isso pouco apetecida, há necessidade de um forte incentivo financeiro e logístico àqueles que queiram abraçar a construção de navios; formação intensiva a futuros trabalhadores da Indústria naval, não só básica, como, especialmente, técnica (a Alemanha é um bom exemplo nesta matéria). Com o encerramento dos ENVC e o seu serviço de formação, que preparava largas dezenas de trabalhadores para a metalurgia, criou-se uma forte lacuna neste campo (os trabalhadores made-ENVC estão um pouco por toda a parte, em Portugal e no mundo); apetrechamento das indústrias navais de tecnologia de ponta, para que se consiga um significativo aumento da produtividade, estratégias bem articuladas para o sector para o médio e longo prazo, reapetrechamento ao nível de navios das nossas marinhas mercantes, pesca e de guerra; associativismo das indústrias navais, tal como tem vindo a acontecer noutros sectores, como é o caso concreto do calçado, e muito mais.

Está de parabéns o GDCTENVC por ter promovido tão interessante debate, conseguindo trazer a Viana do Castelo três notáveis da Indústria Naval sem qualquer custo, já que estes, considerando-se como família da Colectividade, fizeram questão de assumir todos os custos de deslocação. Uma postura que deve ser bem relevada, dado que neste país casos destes são raros.

Só se lamenta, é pena, que não tenham sido saudados sequer por quem na cidade tem responsabilidades.

No mesmo Centro de Mar, a par desta conferência, foi também inaugurada, na Casa da Máquina do Leme, uma exposição de cartoons, subordinada ao tema “Humor no Trabalho”, da autoria de Rui Alpuim e Juvenal Ramos, que foram publicados na revista Roda do Leme, ex-órgão de comunicação dos trabalhadores dos ENVC, que irá funcionar durante tempo avantajado. É de visita aconselhada, até pela forma criativa como foi montada. 

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DEPUTADO NUNO SÁ VISITA TÊXTIL RIOPELE E ASSOCIAÇÃO TEATRO CONSTRUÇÃO

Economia e desenvolvimento social na agenda inaugural do programa “Deputado em Ação”

O parlamentar socialista Nuno Sá, eleito pelo Círculo de Braga, inicia segunda-feira o programa “Deputado em Ação” com visitas de trabalho à fábrica têxtil Riopele e à Associação Teatro Construção, no concelho de Vila Nova de Famalicão, na próxima segunda-feira, 22 de maio. Nuno Sá estará na Associação Teatro Construção, na vila de Joane, pelas 14h30, e na fábrica Riopele, em Pousada de Saramagos, a partir das 16h30.

Nuno Sá _ Um deputado próximo da sua região

O desenvolvimento social e a economia estão, assim, na agenda do deputado famalicense eleito pelo PS, com visitas a empresas e instituições sociais do distrito de Braga. “É essencial perceber como é que o país real está a reagir às medidas do Governo e a viver os tempos de recuperação económica e social neste momento pós-Troika”, explica Nuno Sá, um deputado com grande experiência parlamentar, pois já trabalhou na Assembleia da República, entre 2005 e 2015, onde se especializou em questões laborais.

“Quando conhecemos o terreno ficamos capacitados para decidir melhor e fazer leis adequadas ao país real. Por isso, é com muito prazer que inicio este programa ‘Deputado em Ação’”, adiantou Nuno Sá, justificando a escolha da Riopele como primeira empresa a visitar com motivos de natureza afetiva: “Escolhi a fábrica da Riopele pela excelência e pela grande dimensão económica da empresa e do respetivo grupo económico  que a suporta. Além disso, é uma das primeiras indústrias têxteis a nível nacional e com uma história de muitas décadas que muito orgulha Vila Nova de Famalicão e a região do Vale do Ave.”

Mas não é só. “Também escolhi a Riopele por razões afetivas, na medida em que me unem laços familiares e de amizade à família que fundou e desenvolveu a Riopele e que ainda hoje tem a enorme responsabilidade e o mérito de trabalhar e gerir incansavelmente essa grande empresa”, revela Nuno Sá, que é candidato à presidência da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão nas eleições autárquicas do próximo dia 1 de outubro.

FAMALICÃO: RIBAPÃO REINVENTA-SE, HOJE E SEMPRE

Tradição e modernidade, know-how e inovação fazem parte do ADN da histórica panificadora de Famalicão

Nas prateleiras das padarias Ribapão serve-se diariamente passado e presente, tradição e modernidade, know-how e inovação. É que lá podemos encontrar, entre muitos outros produtos, o “Fitpão”, pensado para os praticantes de desporto, e a “Broa de Milho Especial Lavrador”, ao passo que o “Pão D’Avó” tem como vizinhos o “Pão de Beterraba” e o “Pão de Malte”. Há também o “Pão Camilo”, nome inspirado em Camilo Castelo Branco, cuja massa é fermentada e repousa várias horas. E em estudo está ainda o fabrico de um pão vegetariano, com ervilhas, espinafres em brócolos.

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A propósito do romancista de Seide, freguesia onde a Ribapão abriu a primeira loja, no longínquo ano de 1970, é possível que, a partir do próximo mês de junho, ao comprar pão traga também pedaços da obra do imortal autor. A sociedade panificadora vai imprimir imagens e pensamentos do escritor em 60 mil sacos de pão, todos os meses, que disponibilizará nas suas lojas, assim reforçando a ligação a Camilo Castelo Branco.

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Ideia diferenciadora que o Presidente da Câmara, Paulo Cunha, enalteceu na quinta-feira, 4 de maio, aquando da sua visita à empresa no contexto do Roteiro Famalicão Made IN.

O que realmente sobressai na Ribapão é a capacidade de desenvolvimento e investigação, que estão no seu ADN, e, como referiu o administrador César Ferreira, “o compromisso com a qualidade e a certeza de um caminho seguro para o futuro”.

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O sucesso da Ribapão mede-se também pelos números que apresenta: 4,4 milhões de euros em volume de negócios em 2016, 23 lojas abertas ao público, 135 colaboradores efetivos e 2 milhões de clientes no último ano. O ano de 2017 promete ser ainda mais auspicioso, com previsões de faturação na ordem dos 5 milhões de euros.

“Embora tenha os seus alicerces no concelho de Vila Nova de Famalicão, a Ribapão é hoje um projeto empresarial muito bem-sucedido na região e no país. E, com uma estrutura familiar, sólida e coesa, vai continuar a crescer”, sublinhou Paulo Cunha, destacando a importância da panificadora também no domínio social. “A responsabilidade social da Ribapão com o meio e a comunidade é notável e exemplar.”

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CELORICO DE BASTO RECEBE MAIS UMA UNIDADE INDUSTRIAL

Cruzatendência instalada no Parque Industrial de Crespos em Celorico de Basto

Mais uma unidade industrial de calçado foi instalada no Parque Industrial de Crespos, em Celorico de Basto. O Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, visitou ontem, 02 de maio, a unidade fabril que está laborar há 3 semanas no concelho.

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“A instalação desta unidade fabril em Celorico é sinal do dinamismo instalado na indústria neste concelho. Temos vindo a apoiar a fixação de empresas de forma bem estruturada o que tem sido visível no crescimento dos parques industriais locais e na diminuição crescente do desemprego no concelho” disse o presidente da autarquia.

A empresa em causa é uma filial da fábrica instalada em Felgueiras, a Cruzatendência, a laborar há cerca de 40 anos, que viu em Celorico de Basto a oportunidade para alargar a indústria fabril. “São estes apoios facultados pelo Município de Celorico de Basto que nos levaram a abrir uma filial em Celorico, são apoios fundamentais para a instalação da unidade, sem os quais seria impraticável. Ao mesmo tempo contamos com um centro de formação do calçado que nos facilitará o recrutamento de colaboradores já conhecedores da arte” disse Mauro Lopes, sócio da empresa. Mauro Lopes disse ainda que a unidade trabalha na linha de corte e costura e contempla, neste momento, 15 funcionários. O objetivo é chegar aos 30 funcionários numa empresa que exporta 100% do calçado produzido. “Agora estamos a fazer umas botas que irão para a Noruega”.

Uma das normas para instalação destas unidades fabris exigidas pelo Município centra-se no recrutamento de funcionários que deverão ser, preferencialmente, do concelho.

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FAMALICÃO: MALHINTER CRESCE E É EXEMPLO LABORAL

Na empresa têxtil famalicense o que sobressai é a atenção dada aos trabalhadores

O crescimento O crescimento tem sido constante e o investimento promete manter-se. A Malhinter, que opera em exclusivo em regime de “private label”, distingue-se pela qualidade do vestuário, de gama média e alta, que produz para várias marcas de mercados da Europa Ocidental e dos Estados Unidos da América, este último uma aposta onde procura a captação novos clientes. Aliás, será por esta porta e “por efeito de contágio” que a empresa pretende chegar a novos mercados.

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Mas, nesta empresa de Cabeçudos especialista em malhas circulares, o que sobressai é a atenção que presta aos seus funcionários, na sua maioria costureiras, que premeia com a repartição de lucros e que incentiva à maternidade.  

O esforço dos últimos anos tem-se concentrado também em “tornar esta profissão mais atrativa e interessante, mais azul”, confessa António Barroso. Mas, como torná-la numa profissão em que as pessoas acreditem? “Melhorando as remunerações, associando as pessoas ao sucesso da empresa e dando-lhes uma perspetiva de carreira segura”, diz o administrador da Malhinter, empresa que Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal, ontem, 27 de abril, visitou em mais uma jornada do roteiro Famalicão Made IN.

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“Contratação de proximidade”

Por isso, acrescenta, “estamos a tentar tornar o trabalho menos duro, mais sofisticado e elegante, para que os nossos colaboradores se sintam bem e outras pessoas fiquem atraídas por esta profissão”. Mas não tem sido fácil encontrar profissionais, com a empresa a reclamar a dificuldade em encontrar costureiras e quadros intermédios.

De resto, a política da Malhinter tem sido pautada por uma “contratação de proximidade”, numa perspetiva de proporcionar mais qualidade de vida aos seus colaboradores. “A nossa mensagem tem sido: trabalhar na Malhinter é bom, estar próximo de casa é bom, para a família e para a empresa”, justifica António Barroso.

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Com um efetivo de 150 colaboradores, a unidade têxtil famalicense registou um crescimento exponencial nos últimos três anos, ao ritmo dos dois dígitos, tendo fechado o ano de 2016 com um volume de negócios de 9 milhões de euros. E continua com planos de expansão. Em 2016 investiu 200 mil euros na automatização do processo de corte e para 2017 prevê novos investimentos nesta área e na confeção por via da aquisição de novas máquinas.

“Estamos certos que vamos conseguir chegar ainda mais longe”, conclui o administrador.

“Visão moderna do têxtil”

Para Paulo Cunha, que manifestou “apreço” pelas políticas laborais que a empresa desenvolve e “simpatia” pelos resultados que tem atingido, a Malhinter “representa uma visão moderna do têxtil”. O edil considera mesmo a unidade fabril como “um excelente exemplo” de valorização de profissões ligadas ao sector têxtil, para além de implementar “medidas concretas do ponto de vista salarial e de apoio à maternidade”.

O Presidente da Câmara Municipal de Famalicão elogia a “abordagem acertada” da Malhinter ao fazer com que cada pessoa que trabalha na empresa se reveja no resultado final. “Ao distribuir parte dos lucros está a dar razões concretas e a confirmar a abordagem que quer dar a este mercado. São exemplos muito bem-vindos ao sector e estou certo que, sendo replicados noutras empresas, estaremos paulatinamente a combater um problema que afeta a nossa sociedade, que é alguma desconsideração e menorização das pessoas que trabalham neste sector”, remata, com a certeza de que “o têxtil é um sector de futuro em Famalicão”.

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FAMALICÃO: ROQ É LÍDER COM PLANOS DE EXPANSÃO

Fabricante de máquinas de estamparia têxtil vai investir 2,6 milhões de euros para aumentar capacidade produtiva

É o maior fabricante mundial de máquinas de estamparia têxtil, que vende nos cinco continentes, e quer reforçar essa liderança. A ROQ vai ampliar as suas instalações industriais para produzir novos modelos de máquinas para impressão digital, embalagem e armazenagem de peças têxteis.

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O novo projeto de investimento está avaliado em 2,6 milhões de euros e foi hoje, 27 de abril, foi hoje declarado de interesse municipal em sede de reunião do executivo camarário. Consiste na construção de três novos pavilhões e vai levar à criação de 31 novos postos de trabalho – atualmente são cerca de 400. Este aumento da capacidade instalada em tecnologia e infraestruturas permitirá à empresa atingir uma área de produção próxima dos 37 mil metros quadrados.

Com este plano de expansão da ROQ, sobe para 30 o número de novas iniciativas empresariais em Vila Nova de Famalicão, que representam 104 milhões de euros e perspetivam a criação de 951 novos empregos. Todas foram reconhecidas como de interesse municipal, sendo contempladas com incentivos fiscais (ao nível do IMI, do IMT e das taxas de licenciamento de operações urbanísticas) ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2 IN.

“A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão acaba assim de garantir mais um relevante investimento empresarial para o concelho, a que está diretamente associada a criação de novos empregos, resultado das suas ativas políticas de estímulo ao investimento privado”, observa Paulo Cunha, sublinhando: “É mais uma boa notícia para Famalicão a vinda de uma empresa conceituada como a ROQ. É, aliás, rara a semana no nosso concelho em que não haja uma boa notícia ao nível do investimento empresarial, que representa mais capacidade de produção, mais força exportadora e, principalmente, mais e melhor emprego”.  

Fundada em 1983 na freguesia de Oliveira S. Mateus, a ROQ constrói máquinas customizadas e de alta performance e precisão para a indústria têxtil, com recurso a tecnologia de ponta, nas áreas do corte a laser e da quinagem. Controla toda a cadeia de valor, o que lhe permite assegurar um rigoroso controlo de qualidade sobre os produtos.

O volume de negócios credibiliza a estratégia de liderança desta empresa com presença global: 39 milhões de euros em 2016 (face aos 25 milhões em 2014 e 30 milhões em 2015) e vendas para 50 países.

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EMPRESA DE FAMALICÃO MALHINTER É EXEMPLO DO LADO B DO TÊXTIL

Visita a confeção de Private Label quinta-feira, 27 de abril, pelas 16h00, na Rua da Indústria, 5, em Cabeçudos

Há um lado B no universo têxtil e vestuário que apesar de produzir na sombra trabalha com as exigências de qualidade de primeiro nível mundial e ainda lhes é exigida criatividade, investigação e desenvolvimento. São as que atuam no mercado de Private Label, aquelas que produzem mercadorias para marcas de terceiros, atendendo todas as exigências e especificações de cada cliente.

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A Malhinter é um bom exemplo deste negócio que atraí até Vila Nova de Famalicão grandes marcas internacionais para confecionarem as suas coleções em empresas de confeção que garantem qualidade e ainda lhes sugere criações desenvolvidas internamente.

O exemplo da Malhinter vai ser conhecido na próxima jornada do Roteiro Famalicão Made IN, com uma visita do  Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, à empresa amanhã, quinta-feira, 27 de abril, pelas 16h00, na Rua da Indústria, 5, em Cabeçudos.

A empresa nasceu em 1985 e sempre resistiu à tentação de criação de uma marca própria, tendo-se concentrado  na  maximização dos níveis de qualidade requeridos pelos seus clientes. A equipa, composta por 150 funcionários é jovem, dinâmica, carregada de ambição. Em 2016 a empresa investiu 200 mil euros na automatização do processo de corte e outros investimentos estão previstos para o futuro.

PODER INDUSTRIAL DE FAMALICÃO RECONHECIDO PELO PROJECTO I2030

Iniciativa do ISEG-Universidade de Lisboa e da Universidade Católica conta com a parceria do município famalicense

Empresas de bandeira de Vila Nova de Famalicão integraram o primeiro workshop do projeto de investigação Indústria 2030 – Made by Portugal (i2030). A relevância desta iniciativa fica patente com a presença de altos responsáveis da Leica, TMG, Amob, Olbo&Mehler, Injex, Celoplás, Vishay, Roq e Caixiave no encontro do passado dia 20, no Gabinete de Apoio ao Empreendedor do Famalicão Made IN, e que contou ainda com a participação de Paulo Cunha.

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O Presidente da Câmara Municipal não escondeu a sua satisfação pelo facto de Vila Nova de Famalicão ter sido escolhido para ser um dos palcos destas jornadas de reflexão. “De facto, Famalicão é um concelho com uma marca industrial muito forte porque tem uma história muito associada à indústria. Felizmente, o nosso presente e o nosso futuro estão também muito identificados com essa presença industrial. Temos muitos e bons exemplos de indústria, algumas multinacionais de capital estrangeiro, mas outras empresas locais com muitos anos e pujantes”, frisou.

O projeto i2030, ao qual o Município de Famalicão recentemente aderiu, é uma iniciativa do ISEG-Universidade de Lisboa e da Universidade Católica, em parceria com a Ordem dos Economistas e com protocolo do Ministério da Economia, visando avaliar os atuais desafios que se colocam à indústria portuguesa.

Uma vez que não existem em Portugal estudos ou projetos atualizados sobre o impacto da globalização nas operações de fabrico industrial, pretende-se perceber que atividades da cadeia de valor as empresas operam em Portugal e no estrangeiro.

Manuel Laranja, do ISEG-Universidade de Lisboa, e Francisco Lemos, da Universidade Católica, ambos presentes no workshop, esperam que através do i2030 se consiga encontrar respostas que permitam não só melhorar a competitividade do tecido empresarial, mas também suportar a elaboração de políticas públicas mais eficientes de apoio às empresas internacionalizadas e exportadoras.

Manuel Laranja foi claro ao afirmar que “o Município de Famalicão, pela sua estrutura industrial e localização geográfica, reveste-se de especial interesse para o projeto i2030”. Já Francisco Lemos admitiu que a passagem por Famalicão visou “mais do que trazer, buscar contributos”.

“A Câmara Municipal está completamente disponível para colaborar neste projeto para permitir que seja bem-sucedido. Sabemos que o nosso território poderá ganhar muito com as reflexões que vierem a ser produzidas”, concluiu Paulo Cunha.

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SWEATROFA ESCOLHE FAMALICÃO PARA CRESCER

Investimento de um milhão de euros em novas instalações em Ribeirão

A Sweatrofa é mais um bom exemplo da força económica de Vila Nova de Famalicão, que reflete por que razão o concelho está na dianteira da competitividade e da produtividade, é atrativo para o investimento empresarial e exporta cada vez mais.

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A empresa de Arnaldino Reis e Conceição Pinto, especializada em acabamentos têxteis, escolheu Vila Nova de Famalicão para concretizar um plano de expansão nacional e internacional – apesar de ter iniciado atividade no vizinho concelho da Trofa em 1999 – , construindo de raiz novas e imponentes instalações industriais, em Ribeirão, estrategicamente localizadas na proximidade do complexo logístico e da lavandaria da Salsa, seu principal cliente.

A nova unidade fabril, que corresponde a um investimento próximo de um milhão de euros, foi inaugurada por Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal, esta sexta-feira, 21 de abril, em mais uma jornada do roteiro Famalicão Made IN. Até porque esta iniciativa empresarial foi reconhecida como de interesse municipal. A Sweatrofa foi contemplada com incentivos fiscais (ao nível do IMI, do IMT e das taxas de licenciamento de operações urbanísticas), no montante de 40 mil euros, ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN.

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Com um efetivo de 100 colaboradores, a empresa dedica-se à colocação de acessórios em vestuário, como botões e etiquetas. Sessenta por cento da produção é absorvida pela Salsa. Os restantes 40 por cento são divididos por outras insígnias de vestuário de referência nacional e internacional.

O volume de negócios no final de 2017 deverá cifrar-se em 1,5 milhões de euros, resultado do aumento da capacidade produtiva. “Temos em perspetiva novas parcerias em Portugal com clientes internacionais. Aumentar a produção e criar postos de trabalho são objetivos para este ano”, explicou Arnaldino Reis.

O administrador não ficou indiferente ao apoio dado pela Câmara Municipal, em particular pelo Famalicão Made IN, em todo este processo. “O acompanhamento e encorajamento manifestados desde a primeira hora foram muito importantes. Esperamos continuar a contar com a intervenção pronta e atenta desta autarquia”, enfatizou.

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Manifestamente satisfeito, Paulo Cunha sublinhou que este novo projeto empresarial resulta das políticas municipais de estímulo ao investimento privado. “É sempre gratificante para um presidente de câmara ver o seu território ser escolhido para receber projetos magníficos como este”, declarou, realçando: “A empregabilidade é o aspeto mais importante do apoio que damos às nossas empresas. Criar postos de trabalho, melhorar a massa salarial, dar mais estabilidade aos vínculos laborais são fatores centrais da nossa governação autárquica”.

O autarca salientou ainda que este investimento representa mais um contributo para que Vila Nova de Famalicão seja cada vez mais notado como o mais relevante eixo da indústria têxtil nacional.

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SWEATROFA INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES JUNTO DO PRINCIPAL CLIENTE

Investimento reconhecido como de interesse municipal foi construído na Rua Pe. Carlos, n.40, Ribeirão (ao lado da SALSA)

As novas instalações fabris da Sweatrofa – Serviços de Acabamentos Têxteis, Lda, que vão ser inauguradas pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na próxima sexta-feira, 21 de abril, pelas 11h00, no âmbito do Roteiro Famalicão Made IN, são um exemplo flagrante da necessidade que à vezes surge de a “montanha ir ao encontro de Maomé”.

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Sessenta por cento da produção da empresa é absorvida pela Salsa e esse fator foi determinante para a localização das novas instalações, situadas entre o complexo logístico e a lavandaria do gigante multinacional de vestuário com sede em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão.

O novo pavilhão da empresa correspondeu a um investimento próximo do um milhão de euros e vem potenciar o crescimento da unidade fabril que emprega perto de 100 pessoas e que prevê chegar ao final de 2017 com um volume de faturação na ordem dos 1,5 milhões de euros.

A empresa dedica-se à colocação de acessórios em vestuário, como botões e etiquetas. Os restantes 30 por cento da produção são divididos por outras insígnias de vestuário de referência nacional e  internacional.

As novas instalações da empresa mereceram o reconhecimento de interesse municipal por parte da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, tendo obtido apoios no âmbito do Projeto Made 2IN, instrumento de estímulo ao desenvolvimento económico do concelho de Vila Nova de Famalicão.

OLBO&MEHLER FORTALECE PRESENÇA EM FAMALICÃO

Empresa têxtil vai investir 1,4 milhões em novo pavilhão e equipamentos

A Olbo&Mehler vai intensificar o investimento em Vila Nova de Famalicão, num sinal claro da estratégia que vem perseguindo para garantir competitividade no mercado e que assenta em dois fatores: inovação e melhoria contínua.

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O novo projeto de investimento, avaliado em 1,4 milhões de euros e que já recebeu luz verde da Câmara Municipal, consiste na aquisição de equipamentos e na construção de um pavilhão para otimização dos fluxos logísticos relacionados com os produtos acabados. E vai permitir criar cinco postos de trabalho – atualmente são 291 os efetivos.

A empresa está entre líderes mundiais no fabrico de têxteis técnicos para aplicação na indústria automóvel, farmacêutica, mineira e na área da segurança e defesa. Teve origem na Alemanha, na década de 1930, mas em 2014 concentrou todas as competências do grupo alemão em Landim, Vila Nova de Famalicão, onde são concebidos produtos inovadores que têm como destino único a exportação.

Nesse ano de 2014, o grupo alemão adquiriu a Segures Têxteis, na freguesia de Landim, onde desde então desenvolve a sua atividade. E fê-lo porque em Famalicão encontrou recursos humanos altamente qualificados e infraestruturas tecnológicas de investigação e inovação capazes de responder aos desafios constantes que lhe são colocados. O valor global desta operação, que consistiu na ampliação e modernização das instalações da antiga unidade fabril, atingiu os 10 milhões de euros.

As vendas anuais rondam os 60 milhões de euros, sendo um dos seus produtos bandeira um tecido construído à base de basalto resistente a altas temperaturas.

No âmbito desta iniciativa empresarial, a Olbo&Mehler foi contemplada com incentivos fiscais ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN. A proposta de projeto e respetivo apoio financeiro ao investimento foi aprovada por unanimidade na quinta-feira passada, 13 de abril, pelo executivo municipal liderado por Paulo Cunha.

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TESCO INVESTE E CRIA MAIS EMPREGO EM FAMALICÃO

Japonesa vai investir 3,8 milhões de euros na construção de novo pavilhão industrial e maquinaria

São mais 3,8 milhões de euros de investimento empresarial no concelho de Vila Nova de Famalicão. A japonesa Tesco, especializada na produção de peças de alumínio fundido por alta pressão para motores de automóveis, vai avançar com uma nova fase de crescimento através do reforço da capacidade produtiva instalada. Tudo passa pela construção de um pavilhão industrial, junto às instalações da empresa, em Ribeirão, e pela aquisição de novos equipamentos para a produção de tampas de compressores de ar condicionado para veículos elétricos.

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Este novo projeto de investimento vai permitir criar 50 novos postos de trabalho (atualmente a empresa conta com um efetivo de 330 colaboradores). Precisamente, os reflexos positivos ao nível do emprego é algo que Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal, enaltece, considerando tratar-se de “uma boa notícia para o concelho” esta nova iniciativa empresarial.

“A Tesco é mais um bom exemplo da vocação exportadora e da atratividade de Vila Nova de Famalicão para o investimento estrangeiro, município que é notado por acolher várias empresas de dimensão mundial”, acrescenta.

Com uma estrutura acionista 100 por cento japonesa e presente em Portugal desde 1993, a Tesco escolheu o concelho famalicense para crescer quando em 2008 se fixou em Ribeirão em instalações construídas de raiz.

A Tesco de Famalicão é a única base de produção na Europa. Exporta tudo o que produz (cerca de 4.800 toneladas de componentes de alumínio, anualmente). Com mão-de-obra altamente especializada e tecnologia de última geração, produz peças que vão desde os sete gramas até aos seis quilos. Foi já reconhecida pela sua performance na área da qualidade.

Nos últimos cinco anos, praticamente duplicou a faturação – de 13,5 milhões de euros em 2011 para cerca de 26 milhões de euros em 2016.

No âmbito desta iniciativa empresarial, a Tesco foi contemplada com incentivos fiscais ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN. A proposta de projeto e respetivo apoio financeiro ao investimento foi aprovada por unanimidade na segunda-feira passada, 30 de março, pelo executivo municipal.

FAMALICÃO: TUFAMA SOBRESSAI NUM SECTOR EM EXPANSÃO

Empresa metalomecânica produz tubagens para refinarias, petroquímicas, centrais de tratamento de resíduos e centrais térmicas e para a indústria automóvel

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A Tufama é um exemplo notável da importância cada vez maior que o sector metalomecânico representa para a economia vibrante de Vila Nova de Famalicão, estando a ganhar força para se constituir como um cluster nacional de relevo. A empresa de Vale S. Cosme produz tubagens industriais para refinarias, petroquímicas, centrais de tratamento de resíduos e centrais térmicas e, ainda, para a indústria automóvel.

Emprega uma centena de pessoas, a que se somam 220 trabalhadores através de subcontratação por contrato de obra, e fatura 12,5 milhões de euros a cada ano, sendo que prevê fechar o exercício de 2017 com uma faturação de 15 milhões. As exportações, para clientes como a Jaguar e a Mercedes, valem três quartos da produção.

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A Tufama quer reforçar ainda mais a sua vocação exportadora, pelo que se prepara para expandir a capacidade produtiva instalada. “Ainda este ano vamos avançar com a construção de um novo pavilhão industrial, em Telhado, num investimento que ronda o milhão e meio de euros”, explicou o administrador, António Matos, durante a visita que o Presidente da Câmara, Paulo Cunha, realizou à empresa esta segunda-feira, 3 de abril, no âmbito do roteiro Famalicão Made IN.

“Cerca de 50 por cento das exportações são para os nossos clientes franceses Vinci, Bouygues e Eiffage”, sublinhou o empresário, que se dá ao luxo de ter encomendas diretas de fábricas como a Jaguar, em Birmingham, e a Mercedes, em Estugarda, para a produção e montagem de estações de filtragem de óleos. “Não temos precisado de andar à procura de trabalho; o trabalho tem vindo ter connosco”, garantiu.

História de sucesso tem um rosto

António Matos, 60 anos, é o principal protagonista da história bem-sucedida da Tufama. Começou a trabalhar aos 18 e aos 20 seguiu o exemplo dos pais, emigrantes em França, deixando Portugal em busca de oportunidades de emprego no exterior. Primeiro foi para a Síria, onde trabalhou numa petroquímica, depois esteve no Líbano, em França, na Suíça, na África do Sul e na Costa do Marfim.

Durante seis anos, o empresário andou por África, pela Europa e pelo Médio Oriente a trabalhar na produção e montagem de tubagens industriais em refinarias e petroquímicas. Foi com este o know how internacional adquirido nesta atividade que António Matos regressou a Portugal em 1983 e fundou a Tufama, no ano seguinte.

“Graças a esta mundividência, António Matos conseguiu construir uma referência mundial da metalomecânica. Ele é um caso de sucesso de emigração. E, por isso, quando muitos famalicenses precisarem de um estímulo para os seus projetos empresariais, que vejam em António Matos a melhor pessoa”, sublinhou Paulo Cunha, felicitando o empresário pelo facto de toda a maquinaria da Tufama ser exclusivamente fabricada por outra empresa famalicense.

O autarca enalteceu ainda “a audácia e o arrojo” de António Matos, “fundamental à reestruturação da economia local e nacional”, hoje responsável por uma empresa de dimensão mundial e que beneficia do ecossistema empreendedor que caracteriza o concelho famalicense.

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METALOMECÂNICA DE FAMALICÃO MONTA TUBAGENS INDUSTRIAIS NA JAGUAR E NA MERCEDES

Presidente da Câmara visita TUFAMA, segunda-feira, 3 de Abril, pelas 11h00, na Rua da Pedra n.º 84, em Vale S. Cosme (junto à empresa Super 2000).

António Matos é o exemplo perfeito de que a experiência é uma grande escola. Aos 18 anos seguiu os passos dos pais e emigrou à procura de oportunidades. Durante oito anos andou pela Europa e Médio Oriente a trabalhar na produção e montagem de tubagens industriais em refinarias e petroquímicas  e adquiriu o conhecimento que  lhe permitiu regressar a Portugal e montar a empresa Tufama que hoje se dá ao luxo de ter encomendas diretas de fábricas como, entre outras, a Jaguar, em Birmingham, e a Mercedes, em Estugarda, para a produção e montagem de estações de filtragem de óleos.

O ADN empreendedor de António Matos e a história da Tufama – mais uma empresa que espelha bem a força da metalomecânica em Famalicão –, vão ser conhecidos em pormenor na próximasegunda-feira,  3 de abril, pelas 11h00, durante uma visita do Presidente da Câmara à empresa, no âmbito do roteiro Famalicão Made IN, na Rua da Pedra n.º 84, em Vale S. Cosme (junto à empresa Super 2000).

Qualidade e competência à escala global é o princípio que norteia a gestão desta empresa familiar que vai chegar ao final do ano com um volume de negócios na ordem dos 15 milhões de euros, 75% dos quais provenientes do mercado externo. A Tufama emprega 100 funcionários, mas neste momento trabalham para a empresa 220 pessoas através de subcontratação por contrato de obra.

As tubagens produzidas pela empresa destinam-se essencialmente a refinarias, petroquímicas, indústria automóvel centrais de tratamento  de resíduos e centrais térmicas. “O que fazemos, fazemos bem” diz António Matos com o orgulho e argumentos fortes: “Não temos precisado de andar à procura de trabalho, o trabalho tem vindo ter connosco”.

ANTIGOS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO VÃO DESFILAR EM LISBOA

Ex-trabalhadores dos ENVC promovem marcha silenciosa em Lisboa para exigir regime de exceção

Os ex – trabalhadores dos estaleiros de Viana do Castelo decidiram, hoje, por unanimidade, realizar uma marcha “silenciosa”, no próximo dia 28 de abril, em Lisboa, rumo ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, para exigir um regime de exceção para os cerca de 100 antigos funcionários que, até maio, vão perder o subsídio de desemprego.

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“Marcámos, para dia 28 de abril, em Lisboa, uma marcha silenciosa até ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para entregar um documento com as nossas preocupações”, afirmou hoje o porta-voz da comissão representativa dos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), António Ribeiro.

Aquele responsável, que falava aos jornalistas no final de uma reunião onde participaram cerca de uma centena de antigos funcionários da empresa pública de construção naval, adiantou que aquele protesto, “poderá ficar sem efeito se, até aquela data,  obtivermos respostas às nossas preocupações, quer a nível local a nível governamental”.

Em causa estão “cerca de uma centena de ex-trabalhadores que, até maio, ficam sem subsídio de desemprego e qualquer apoio social por não terem atingido os 57 anos exigidos pela lei para requererem a reforma antecipada por desemprego prolongado”.

“Se há quatro anos houve uma exceção para destruir a empresa e apresentar um plano de rescisões amigáveis agora também deve haver um regime de exceção face às penalizações com que estamos confrontados”, afirmou o porta-voz daquela comissão criada em setembro de 2016 para discutir o seu futuro com forças políticas e agentes do poder.

António Ribeiro adiantou ter sido também “aprovada por unanimidade” a presença dos antigos funcionários da empresa pública de construção naval, no próximo dia 03 de abril, na Assembleia Municipal de Viana do Castelo para pedir o apoio da cidade à sua luta”.

“Vamos à Assembleia Municipal manifestar as nossas preocupações e pedir apoio financeiro para nos deslocarmos a Lisboa, ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Vamos pedir à Câmara de Viana do Castelo que esteja connosco”, disse na Junta de Freguesia da Meadela, onde decorreu a reunião dos ex-trabalhadores dos ENVC.

Em outubro passado, o presidente da Câmara, José Maria Costa anunciou uma proposta, a apresentar ao Governo, que prevê um programa de formação que permita empregar nas novas empresas locais os ex-trabalhadores dos estaleiros.

Na altura, explicou que o objetivo é dar aqueles ex-trabalhadores “novas competências ou reorientar as suas competências profissionais atendendo a que Viana do Castelo está, neste momento, a atrair novos investimentos no setor automóvel”.

Fonte: http://radioaltominho.pt/

CELORICO DE BASTO REGISTA CRESCIMENTO ECONÓMICO IMPARÁVEL

Mais uma unidade de calçado instalada no Parque empresarial de Crespos

O presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, visitou ontem, 9 de março, a mais recente unidade de calçado instalado no Parque Empresarial de Crespos. A unidade integra o grupo cárite que contempla 2 unidades a laborar no Parque Empresarial de Carvalho.

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“Sentimos, de facto, que Celorico de Basto está a crescer cada vez mais na área industrial atraindo cada vez mais unidades fabris aos parques empresariais do concelho. Um crescimento que tem sido fundamental para o desenvolvimento da região colmatando de forma sustentada o desemprego sendo já necessária mão-de-obra vinda de fora” disse o presidente da Câmara Municipal. Esta unidade de calçado, agora instalada no Parque empresarial de Crespos, é o reflexo da atitude proactiva do município e das partes envolvidas. “O facto de termos um centro de formação do calçado instalado em Celorico de Basto é também fundamental para atrair mão-de-obra não qualificada que poderá, terminada a formação, ingressar nesta e em outras unidades instaladas no concelho. Estes mecanismos de parceria têm sido muito profícuos no desenvolvimento da nossa indústria local” realçou.

Neste momento, esta unidade fabril dispõe a laborar a linha de costura, posteriormente será instalada a linha de corte e a linha de pré-costura. Isaura Costa, encarregada da linha de costura, a trabalhar na “arte do calçado” desde os 16 anos, disse que “o mais interessante desta arte é ver os funcionários a evoluir na arte. A minha vida sempre foi a trabalhar no calçado”.

Brevemente novas unidades serão instaladas em Celorico de Basto.

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FAMALICÃO É O CORAÇÃO DO CLUSTER TÊXTIL EM PORTUGAL

Câmara Municipal é parceira numa iniciativa que tem o CITEVE como pivô

O Cluster Têxtil Tecnologia e Moda, ontem reconhecido como um dos vinte clusters nacionais de competitividade, iniciativa do programa Interface, encontra em Vila Nova de Famalicão o centro nevrálgico da sua ação. O CITEVE – Centro Tecnológico Têxtil e do Vestuário de Portugal, sediado em Vila Nova de Famalicão, é a entidade pivô do Cluster Têxtil Tecnologia e Moda e conta com a cooperação institucional da Câmara Municipal, assim solidificando uma relação de parceria que se estende no tempo e em diversas vertentes, mas cujo objetivo assenta na promoção da competitividade e da inovação e no crescimento económico do concelho.

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O Cluster Têxtil Tecnologia e Moda reúne cerca de seis dezenas de empresas e entidades e assenta na promoção do desenvolvimento integrado e sustentável do agregado económico envolvendo têxteis, vestuário e têxteis de aplicação técnica.

Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal, reage com satisfação a este processo de reconhecimento do cluster, atendendo ao ambicioso objetivo de afirmar Vila Nova de Famalicão como cidade têxtil de Portugal.

Braz Costa, diretor geral do CITEVE, considera que “o reconhecimento do Cluster Têxtil Tecnologia e Moda como um cluster consolidado permitirá uma melhor fertilização cruzada com outros clusters organizados, acelerando assim o desenvolvimento de novos produtos de base têxtil para aplicação nas diferentes fileiras”.

O programa Interface  visa intensificar as ligações entre empresas, universidades, politécnicos e centros tecnológicos, promovendo maior e melhor aproximação entre conhecimento científico e a competitividade e inovação empresarial. Está enquadrado no Plano Nacional de Reformas e envolve os Ministérios da Economia, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, do Planeamento e Infraestruturas, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e do Ambiente.

Para este programa, durante os próximos seis anos, o Governo tem prevista uma dotação de 1.400 milhões de euros, entre fundos europeus e linhas de crédito

PARTIDO "OS VERDES" REÚNE-SE HOJE COM A COMISSÃO DOS EX-TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

Os Verdes reúnem com a Comissão dos ex-Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo

Uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, composta entre outros, pelos dirigentes nacionais do coletivo nacional, Mariana Silva e Fernando Sá reunirá amanhã, 23 de Fevereiro, com a comissão representativa dos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

O encerramento dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo representou um infortúnio para os trabalhadores e para a região. Centenas de trabalhadores ficaram no desemprego e numa situação de dependência do subsídio de desemprego.

Apesar dos vários apelos feitos por esta comissão de ex-trabalhadores ao Governo, para que encontre uma solução para estes ex-trabalhadores e para a suas famílias, continuam sem ver solução para o futuro.

Os Verdes consideram dramática a situação em que, ainda hoje, estes ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo se encontram pelo que têm acompanhado de perto esta temática, assim:

Amanhã dia 23 de Fevereiro – Quinta-feira - 10.30h - Os Verdes reúnem com a Comissão Representativa dos ex-Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, no Grupo Desportivo dos Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

No final da reunião, com término previsto para cerca das 11.30h, serão prestadas declarações à imprensa.

TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO COMEMORAM CINQUENTENÁRIO DO SEU GRUPO DESPORTIVO E CULTURAL

Comemorações do cinquentenário do Grupo Desportivo e Cultural dos T. ENVC

EstaColectividade tem como lema realizar comemorações condignas, considerando que cinquenta anos de existência é razão suficiente para acreditar que há um longo caminho para percorrer no futuro, agora assente na experiência do muito trabalho realizado no passado. Para o GDCTENVC está ultrapassado o tempo de asfixia que lhe foi imposto na sequência do encerramento dos ENVC. Se alguém pensava que também para esta entidade histórica haveria morte anunciada, bem enganado estava. Haverá muito trabalho pela frente, mas este será de certeza um trabalhobem-sucedido.

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E foi na base deste estado de espírito que decorreram os primeiros eventos destas celebrações, nos dias 9 e 10 deste mês de Fevereiro. No primeiro dia, não fugindo à tradição, houve uma romagem ao cemitério para homenagem aos associados e amigos do Grupo já falecidos; uma cerimónia simbólica na Sede Social para um verde de honra e degustar um bolo aniversariante; e, em momento de superior nobreza, a inauguração, na Galeria da Santa Casa de Misericórdia de Viana, de uma exposição retrospectiva sobre o meio século vencido, onde se retrata uma vida de serviço intenso em benefício dos trabalhadores dos ENVC e da população de Viana do Castelo.

No dia imediato, com Jaime Lacerda, fundador do GDCTENVC, à época (1967) administradordos Estaleiros de Viana, foi possívelfalar da formação desta Colectividade e do enorme entusiasmo com que esta foi recebida nos ENVC e na cidade. Para quem desconhece e para que possa ser devidamente aquilatado o seu crescimento rápido, aqui se relata a parte final de um longo artigo escrito por Agostinho da Conceição no “Jornal República” em Junho de 1972: Viana do Castelo precisava, desde há muitos anos, de algo como o Grupo Desportivo dos ENVC, em acção insistente na necessidade expansiva das coisas de espírito. (E acção semcantarolices balofas, esticar de pescoços, cartazes de esquina auto-apregoados, etc., etc., – índice de nulidade!...).Viana do Castelo precisava, de facto, de acção séria, profunda e intensiva… Em boa dose já a tem. E tinha, na verdade, como se constatou neste interessante debate com a particular participação daquele que ousou sonhar para a criação de uma entidade com o objectivo de amenizar o trabalho duro dos construtores de navios e servir, também desta forma, Viana do Castelo.

As comemorações do cinquentenário do GDCTENVC vão continuar ao longo de todo o ano de 2017.

Imagens de Gentil Morais

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FAMALICÃO AFIRMA-SE COMO CIDADE TÊXTIL

Ministro da Economia elogiou ontem “papel importante” de Paulo Cunha

Paulo Cunha reafirmou ontem a ambição de fazer com que Vila Nova de Famalicão seja reconhecida como a cidade têxtil de Portugal. E fê-lo na presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e de duas centenas de atores europeus e nacionais do sector. Ambos participaram, no Porto, num jantar no âmbito da iTechStyle Summit, a primeira conferência internacional do têxtil e vestuário organizada pelo Citeve, centro tecnológico sediado em Vila Nova de Famalicão, e pela Associação Selectiva Moda e apoiada pela autarquia famalicense.

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O Presidente da Câmara Municipal foi assertivo: “A cidade têxtil em Portugal é Vila Nova de Famalicão. E é-o pela sua história, pelos seus empresários e pelas suas empresárias, pelo dinamismo, pela qualificação, pela investigação, pela inovação. Mas também porque tem os melhores centros tecnológicos, tem muitas das mais brilhantes empresas do sector, tem a Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal e, ainda, porque é notada a nível mundial pelas competências tecnológicas que o têxtil incorpora”.

Palavras de que o Ministro da Economia tomou boa nota já que enalteceria depois, na sua intervenção, a força do sector em Vila Nova de Famalicão e a acuidade de Paulo Cunha.“O Presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão tem um papel muito importante neste sector que está a crescer e de que o país se orgulha”, observou Caldeira Cabral.

O Norte de Portugal é a região da Europa de maior relevância para o sector. Vila Nova de Famalicão é o epicentro dessa região que acolhe uma fileira completa, estruturada, flexível e dinâmica e onde, num raio de 60 quilómetros, a indústria têxtil pode oferecer ao cliente todas as soluções necessárias dentro da cadeia de produção. Acresce que Vila Nova de Famalicão é considerado também o concelho onde o sector têxtil e vestuário tem a grande força do seu desenvolvimento, com grandes marcas e empresas produtoras e reconhecidas infraestruturas tecnológicas e de inovação.

Uma conjugação de fatores que Paulo Cunha está cada vez mais apostado em capitalizar, agora através da iTechStyle Summit e dentro em breve com a participação do município no Cluster Têxtil de Portugal.

“Porventura, há vinte ou trinta anos, muitos achariam que Famalicão seria hoje um território de excelência para arqueologia industrial. Em Famalicão, felizmente, há arqueologia industrial através do Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave. Mas Famalicão é hoje um território de excelência porque cumpre também as várias dimensões do têxtil, sector associado ao vestuário e ao lar, mas cada vez mais ao automóvel, à aeronáutica, à segurança, à proteção e até à saúde”, notou ainda, concluindo: “É um privilégio ser Presidente de Câmara de um concelho que soube dobrar uma das esquinas mais difíceis da sua história. Os empresários e as empresárias do meu concelho e do Vale do Ave são os maiores responsáveis pelo sucesso que o têxtil hoje tem.”

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FAMALICÃO DEBATE OS SEGREDOS DA INDÚSTRIA ALIMENTAR

Workshops para todos os gostos no Parque da Devesa

“Indústria Alimentar e os seus segredos” é o tema do workshop que o Parque da Devesa recebe este sábado, dia 11 de fevereiro.

A iniciativa é promovida pela associação Nova Acrópole de Famalicão com o apoio da autarquia e vai decorrer entre as 15h00 e as 18h00, nos Serviços Educativos.

Destinado ao público em geral, o workshop é de entrada livre e a inscrição pode ser efetuada através do email famalicao@nova-acropole.pt.

Refira-se que este é o primeiro de três oficinas agendadas para os próximos dias na Devesa.

Segue-se, no dia 18, sábado, entre as 15h00 e as 16h30, o workshop “Matéria Orgânica Doméstica: como valorizar”, também organizado pela Nova Acrópole de Famalicão.

“O meu vermicompostor” é o tema do workshop que o Parque promove no dia 19, domingo, e que explicará aos participantes como construir um vermicompostor – um equipamento de reciclagem de material orgânico que pode ser usado em locais onde não existe disponibilidade de terra, como por exemplo na varanda de um apartamento. A participação nesta última iniciativa, promovida em parceria com a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, é de entrada livre, mas sujeita a inscrição através do email parquedadevesa@vilanovadefamalicao.org.

“GUIMARÃES MARCA” PRESENTE NA HEIMTEXTIL 2017

MAIOR FEIRA DE TÊXTEIS-LAR E HOTELARIA A NÍVEL MUNDIAL

Empresas vimaranenses voltam a estar representadas na Heimtextil, a maior feira de têxteis-lar e hotelaria de todo o mundo, que decorre em Frankfurt, na Alemanha, entre esta terça e sexta-feira, 13 de janeiro.

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O projeto “Guimarães Marca”, de onde são oriundas mais de um terço das empresas presentes na Heimtextil, está pela primeira vez na maior feira de têxteis-lar e hotelaria de todo o mundo, que será visitada esta quarta-feira, 11 de janeiro, pelo Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, e no dia seguinte pelo Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral. Estreando-se em 2017, o stand vimaranense pretende ser um ponto de encontro das empresas que aderiram a este programa lançado pela Câmara Municipal.

O projeto "Guimarães Marca" visa estabelecer «um fator diferenciador que é a marca Guimarães», incorporando todo um capital de confiança que, advém da sua história, se perpetua no presente e sairá valorizado no futuro. O vereador do Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Costa, destaca o objetivo de «incorporar no Guimarães Marca o Património da Humanidade, o valor da cultura que projetou Guimarães com ampla notoriedade no espaço e no tempo e a inequívoca capacidade industrial existente no concelho. Pretendemos com estes elementos, de uma forma sinérgica, aumentar a competitividade do nosso território e das nossas empresas», disse.

81 empresas portuguesas apresentam-se a partir desta terça-feira na Heimtexil, em Frankfurt, com os stands nacionais a ocuparem uma área recorde de 5.402 m2. Mais de 2.800 expositores internacionais aguardam a visita de 69 mil visitantes de todo o mundo. Numa feira em que 89% dos expositores vêm de fora da Alemanha, Portugal destaca-se como principal fornecedor europeu de roupa de cama e banho, estimando-se que o investimento das empresas nesta feira ronde os 2,5 milhões de euros.

Selo de referência

Ricardo Costa considera que «a moderna competição mundial» leva as empresas a «concorrerem com estratégias globais». E aponta razões. «Não havendo modelos perfeitos, podemos concluir que a pedra angular do modelo de desenvolvimento económico, seja ele nacional, regional ou concelhio, é a identificação e exploração das vantagens competitivas que os territórios proporcionam às empresas onde as mesmas operam independentemente da investigação e desenvolvimento que cada uma internamente faz. A competitividade das empresas é de mais fácil perceção do que a ideia de um território competitivo. Mas o que nos move é a construção e esta busca continuada de um concelho cada vez mais forte, competitivo e com uma comunicação mais global». 

De Guimarães para o mundo. É esta a filosofia do projeto “Guimarães Marca”. Através deste programa de afirmação e promoção do tecido económico e cultural do concelho, promovido pela Divisão de Desenvolvimento Económico, o Município de Guimarães pretende espalhar o selo “Guimarães Marca” pelos cinco continentes, ancorando este objetivo no vasto tecido empresarial da região. A iniciativa conta um conjunto alargado de empresas que se associaram, desde o primeiro momento, ao projeto “Guimarães Marca”.

FAMALICÃO PUXA PELA ECONOMIA NACIONAL

Empresas de Famalicão aumentam exportações em 8,5% segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. Concelho volta a ocupar pódio nacional dos mais exportadores.

Mais 8,5% de exportações, um crescimento da balança comercial positiva em 13%, mais 4% de emprego, o que equivale a mais 2.018 empregos criados, e um volume total de negócios superior em 3%. Estes são alguns dos números que voltam a fazer brilhar o concelho de Vila Nova de Famalicão na economia nacional e que foram recentemente conhecidos através da publicação das estatísticas oficiais de 2015 pelo Instituto Nacional de Estatística. Em termos nacionais as exportações cresceram 3,68% em 2015.

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O concelho de Vila Nova de Famalicão deixa, assim, mais uma vez bem vincado ao país o seu já histórico ADN empresarial e a capacidade do seu território em captar novos investimentos e novas empresas. Com um volume de exportações de 1,9 mil milhões de euros, Vila Nova de Famalicão volta a ocupar o pódio reservado aos três municípios mais exportadores do Portugal, sendo novamente no Norte de Portugal aquele que regista um volume maior de produtos enviados para o mercado internacional. Com um volume de importações de 980 milhões de euros, Famalicão consegue o feito de registar a segunda balança comercial mais favorável do país, com um saldo positivo de 901 milhões de euros.

A prestação famalicense no campeonato da exportações impressiona ainda mais quando comparada com a evolução do volume de exportações entre 2012 e 2015, que passou dos 1,5 mil milhões de euros para os 1,9 mil milhões atuais, o que equivale a um aumento de exportações na ordem dos 20 por cento.

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Os números podem ser consultados nos anuários estatísticos do Instituto Nacional de Estatística (www.ine.pt), publicações que anualmente disponibilizam informação objetiva à escala regional e municipal, de apoio à leitura de trajetórias de desenvolvimento regional e ao estudo de problemáticas de base territorial.

A capacidade exportadora das empresas de Famalicão e o crescimento que têm tido ao longo dos últimos anos, fruto dos novos investimentos aplicados no território, é uma evidência que deixa o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “muito feliz”. E explica: “Produzir e exportar mais, significa mais emprego e traduz um território mais competitivo e atrativo, impulsionando mais crescimento dentro do município”.

A propósito, refira-se que o número de desempregados em Famalicão tem vindo a cair acentuadamente pelo menos desde 2013, tendo a taxa de desemprego passado dos 15,13% para os 8,52% atuais, o que equivale a uma descida de 44%. Neste últimos três anos, são perto de 5000 pessoas que deixaram as pertencer às estatísticas oficiais do país do desemprego.  

Recorde-se que Vila Nova de Famalicão  concentra importantes e potenciais clusters industriais em sectores estruturantes para a economia nacional e local, como o têxtil, o agroalimentar e a metalomecânica. E acolhe a sede de algumas das maiores e mais conceituadas empresas. É o caso incontornável da Continental Mabor, a quinta maior exportadora nacional.

Para além disso o concelho, é berço e sede de empresas de referência nacional e internacional como a Coindu, a Leica, a Riopele, a Primor, a Porminho, a Aco Shoes, a Salsa e a Tiffosi, entre tantas outras.

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PONTE DE LIMA DEBATE INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR AGROALIMENTAR

Seminário “A Internacionalização das empresas agroalimentares e da InovCluster” em Ponte de Lima. Dia 21 de dezembro

O Município de Ponte de Lima apoia a realização do Seminário “A Internacionalização das empresas agroalimentares e da InovCluster”, a realizar em Ponte de Lima, a 21 de dezembro.

Inserido na estratégia de internacionalização das empresas do setor agroindustrial, a Inovcluster, em parceria com a o Cluster do Habitat Sustentável, a Associação Empresarial e o Município de Ponte de Lima, promovem esta ação que vai ter lugar no Largo da Associação Empresarial de Ponte de Lima.

Sensibilizar o tecido empresarial do Setor Agroalimentar para a temática da Internacionalização, bem como divulgar a estratégia internacional que a Inovcluster tem vindo a levar a cabo e que conta com vários apoios financeiros para as PME, são os principais objetivos do evento, que na sessão de abertura conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, para dar as boas-vindas aos participantes do seminário pelas 17h10 horas.

O programa do Seminário conta com um grupo de oradores com experiência nesta temática. Assim sendo, Cláudia Domingues Soares, diretora executiva da InovCluster, irá intervir com o tema ”Estratégias de internacionalização aplicadas ao setor Agroalimentar”; “O impacto da estratégia de internacionalização das empresas” vai ser abordado pelo responsável da Unidade + Internacionalização, Tiago Farias; como “Testemunho de participação em Ações Internacionais” teremos Deolinda Campelo da Quinta dos Fumeiros, que conta com uma sua experiência no ramo; Vitor Ferreira, presidente da Direção da Plataforma para a Construção Sustentável, vai-nos falar sobre “O papel dos Clusters no apoio às empresas”; e ainda a responsável da Unidade + IDT +Inovação, Susana Caio, irá abordar o “Impacto da internacionalização na Inovcluster”.

A inscrição é gratuita, embora sujeita a confirmação.

CENTRO DE FORMAÇÃO DO CALÇADO LABORA EM CELORICO DE BASTO

Num concelho onde existem bastantes pessoas a trabalhar na indústria do calçado e estando iminente a fixação de outras empresas do mesmo setor nas zonas industriais de Celorico de Basto, fixou-se na zona industrial de Crespos um centro de formação do Calçado que ensina os desempregados a “arte do Calçado”. São 4 meses de formação inicial intensa que dará aos formandos as qualificações necessárias para trabalhar em qualquer fábrica de calçado. Durante este período recebem uma bolsa que os ajuda nas suas despesas diárias.

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O presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, visitou, hoje, 29 de novembro, o Centro de formação, para verificar as condições do mesmo e o ensino facultado aos formandos.

“Unimos esforços para dar aos nossos desempregados a formação necessária para que possam ingressar nas fábricas do setor do calçado com a devida qualificação para puderem trabalhar em toda a linha. O nosso trabalho centra-se em criar as melhores condições para os trabalhadores e para a fixação de empresas no concelho” disse o autarca.

Este centro de formação resultou de um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Celorico de Basto, a Qualidade de Basto E.M. S.A, e o Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado no âmbito do Programa Operacional de Investimento Privado – POIP para formar desempregados. O objetivo centra-se em proporcionar a todos os interessados formação para que possam ingressar nas empresas de calçado fixadas em Celorico de Basto.

Fátima Mota, a tirar formação neste centro mostrou-se satisfeita e ansiosa para terminar a formação e começar a trabalhar efetivamente. “Já sei trabalhar em quase toda a linha e estou ansiosa para terminar a formação e começar a trabalhar numa fábrica. Não é difícil mas é preciso estarmos atentos e fazer o trabalho em condições desde o corte para que não falhe nada”.

 

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FAMALICÃO CONTA NO SEU TERRITÓRIO COM EMPRESA PIONEIRA DE ULTRACONGELADOS EM PORTUGAL

Ferraz & Ferreira, a primeira empresa de pré-cozinhados em Portugal, no roteiro Famalicão Made IN: O sucesso que vem do frio

O poder industrial de Vila Nova de Famalicão encontra reflexo na Ferraz & Ferreira que ostenta o estatuto de empresa pioneira em Portugal em pré-cozinhados ultracongelados. 

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Corria o ano de 1979 quando, com arrojo e audácia, a Ferraz & Ferreira se instalou na freguesia de Vilarinho das Cambas, deste concelho, abrindo caminho para o desenvolvimento do sector no país, num percurso inédito que fez escola. 

Quase quatro décadas depois, o passado orgulha, o presente fervilha e o futuro desenha-se seguro.  Motivos de sobra para uma visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, esta quinta-feira, 10 de novembro, no contexto do roteiro Famalicão Made IN. 

O sucesso da Ferraz & Ferreira mede-se também pelos números que apresenta e que traduzem uma aposta clara na qualidade, diferenciação e inovação: 1,2 toneladas de produtos em 2015, 200 produtos na gama de oferta, 15 mil rissóis dos mais variados recheios ou 25 mil bolinhos de bacalhau confecionados por hora, 35 colaboradores, 13 mercados de destino dos seus produtos a que corresponde 45 por cento da produção. E a boa notícia é que 2016 está a revelar-se um ano auspicioso no que toca a resultados.

Nessa ampla gama de produtos encontram-se, por exemplo, as bases para pizza (em que a Ferraz & Ferreira é líder de mercado) e o hambúrguer de bacalhau, a mais recente novidade. “A inovação e qualidade fazem parte do nosso ADN”, assinalou a administradora Paula Ferraz, garantindo que a sua empresa faz pré-congelados que passam em qualquer prova cega como produtos feitos em casa e na hora.

Incrementar exportações 

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A aposta na internacionalização é “clara e inequívoca”, afirmou, por seu lado, Carlos Coutinho, diretor comercial. “Há sete anos invertemos o nosso rumo, fizemos uma alavancagem no mercado externo e é essa aposta que vamos continuar porque queremos alcançar novas geografias, principalmente no Médio Oriente e na América do Sul”, explicou. 

O Brasil é o principal mercado de destino dos produtos da Ferraz & Ferreira, com presença significativa no Pão de Açúcar, a maior cadeia de supermercados brasileira e uma das maiores do mundo, através da marca Qualitá. Relevantes são também Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Reino Unido, França, República Dominicana e Andorra, onde a presença dos produtos Ferraz & Ferreira é garantida pelas mais importantes normas de certificação internacional, entre elas a Halal, que permitiu à empresa famalicense entrar no mercado muçulmano. 

“O mercado nacional está maduro”, observou, e os 55 por cento da produção que absorve vão para as principais marcas de comércio a retalho, como Continente, Dia, Pingo Doce, Auchan, Intermarché e Recheio, tanto através de marca própria, como por via de marca branca. 

Pioneirismo e qualidade  

A Ferraz & Ferreira é, nas palavras de Paulo Cunha, uma “referência incontornável do panorama industrial de Vila Nova de Famalicão” e um “exemplo de pioneirismo, qualidade, capacidade exportadora e união”“Uma empresa que puxa pelo país”, resumiu.  

O autarca enalteceu ainda a “dinâmica empreendedora” deste projeto empresarial, considerando existir “uma dimensão de reconhecimento público de todo o município” pelo trabalho que vem desenvolvendo. 

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE CELORICO DE BASTO VISITA FÁBRICA DE CALÇADO

Celorico Mais Rendimento apresentado oficialmente

Os funcionários de uma empresa de calçado sediada na Zona industrial de Carvalho, receberam hoje, 10 de novembro, a visita do presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto para apresentar o projeto “Celorico Mais Rendimento”.

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“Inicialmente, este projeto será destinado aos trabalhadores das zonas industriais de Celorico de Basto e procurará criar condições para que os trabalhadores com determinados rendimentos possam chegar ao fim do mês com maior liquidez financeira” disse o autarca Joaquim Mota e Silva. “Queremos que tenham acesso a um conjunto de apoios nomeadamente transportes e apoios sociais com destaque para a isenções no prolongamento de horário dos filhos, favorecendo a poupança e assim, ajudar a criar riqueza a essas famílias”. O autarca salientou ainda, durante apresentação do projeto, que estão a ser criadas condições para a fixação de novas empresas nas zonas industriais de Celorico de Basto. Destacou também que 20% das empresas fixadas são de calçado, um sector que cresce exponencialmente em Celorico de Basto.

“Numa altura em que há um número crescente de empresas a querer fixar-se nas nossas zonas industriais, é fundamental criar medidas que ajudem a dignificar o trabalho e os trabalhadores” realçou.

A sessão de apresentação do projeto decorreu na empresa Topikrelevo, que empresa cerca de 150 funcionários mas tem espaço e condições de crescimento, empregando mais pessoas.  

Durante a sessão, e de forma simbólica, o presidente da Câmara Municipal fez a entrega dos cartões “Celorico Mais Rendimento” a alguns funcionários da empresa.

O projeto Celorico Mais Rendimento abrangerá, numa primeira fase, os empregados com determinados rendimentos fixados em tabela. Estes beneficiários terão direito a usufruir de uma rede de transportes, cantinas sociais, isenção em infantários e escolas e outros benefícios articulados entre o setor público e as entidades privadas que se queiram associar ao projeto.

Para aderir, os empregados deverão dirigir-se aos serviços de Ação Social da Câmara Municipal de Celorico de Basto ou à sede da Qualidade de Basto E.M. S.A. Numa primeira fase, os técnicos do município deslocar-se-ão às empresas para inscrição dos empregados, possíveis beneficiários. Se os serviços verificarem que a pessoa inscrita tem direito a estes apoios ser-lhe-á entregue o cartão de identificação Celorico Mais Rendimento.

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FAMALICÃO CONTA A HISTÓRIA DA FÁBRICA DE PNEUS CONTINENTAL

História da Continental em Famalicão vai ter novos capítulos

Exposição “Percurso da Continental por Terras Famalicenses” patente ao público até final de janeiro na Casa do Território, no Parque da Devesa

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“O futuro não é uma bola de cristal, mas posso garantir que nós não vamos parar!”. A garantia é do presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor, Pedro Carreira, que afirmou ontem em Vila Nova de Famalicão que a aventura do grupo Continental em Portugal, concretamente, em Lousado, Vila Nova de Famalicão, vai conhecer novos episódios nos próximos tempos. “Para além dos investimentos em curso, que são conhecidos da opinião pública, estamos a trabalhar em mais projetos, alguns deles já aprovados e que em devido tempo serão conhecidos.”

As palavras do responsável máximo pela quinta empresa mais exportadora do país foram proferidas ontem durante a inauguração da exposição “Percurso da Continental por Terras Famalicenses”, que conta a história dos 25 anos de presença do grupo em Famalicão, “uma história de muitos homens e mulheres e de muitas horas de trabalho” que conseguiram captar um investimento de 600 milhões de euros ao longos destas duas décadas e meia. A mostra, cuja inauguração, para além de Pedro Carreira contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do administrador da Continental ITA – Eduardo Dinis e de outros quadros da empresa, fornecedores e amigos, vai estar patente ao público de forma gratuita até ao final de janeiro, na Casa do Território, no Parque da Devesa. 

É um guião de sucesso aquele que conduz os visitantes pela evolução do Grupo Continental, nomeadamente pelos acontecimentos que trilharam o seu desenvolvimento e as relações económicas e sociais estabelecidas no território famalicense e no mundo, durante mais de duas décadas. 

“São paginas de uma história brilhante”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, realçando a capacidade produtiva da empresa e os laços de compromisso permanente com a comunidade. “É um grupo empresarial sólido, consistente e socialmente responsável”, referiu o autarca Paulo Cunha. 

“Uma indústria não é apenas uma fábrica que produz” é o título e a mensagem que a Continental Mabor e a Continental ITA deixam ao visitante refletindo os laços, os compromissos e as afinidades   criadas e desenvolvidas ao longo dos anos com o território e a comunidade em que se inserem.  

Algumas dessas afinidades foram realçadas e premiadas pela empresa no decurso da inauguração da exposição, com a atribuição de diplomas de mérito e reconhecimento a empresas e instituições com quem a Continental tem vindo a desenvolver parcerias ao longo dos anos. À Câmara Municipal, a Continental Mabor e a Continental – ITA, entregaram o Diploma de Mérito, pela “excelente colaboração desenvolvida ao longo dos anos”.

Recorde-se que a Continental Mabor de Lousado é tida como a melhor das vinte fábricas de pneus do grupo alemão, tendo sido escolhida recentemente para albergar uma nova unidade de produção de pneus radiais agrícolas do grupo, num investimento próximo dos 50 milhões de euros que vai gerar mais de uma centena de empregos e cujo arranque da produção está previsto para 2017.

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CONTINENTAL EXPÕE HISTÓRIA PORTUGUESA EM FAMALICÃO

Exposição na Casa do Território inaugurada segunda-feira, 7 de novembro, pelas 15h00

A história de longevidade e sucesso da Continental em Vila Nova de Famalicão vai ser partilhada com todos. Na próxima segunda-feira, 7 de novembro, pelas 15h00, é inaugurada a exposição “Percurso da Continental por Terras Famalicenses”, na sala de exposições da Casa do Território, no Parque da Devesa, com as presenças do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e dos administradores da Continental Mabor e da Continental Indústria Têxtil do Ave (C-ITA), Pedro Carreira e Eduardo Diniz.

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“Uma indústria não é apenas uma fábrica que produz” é o mote para esta mostra que pretende dar a conhecer o percurso do grupo alemão em Vila Nova de Famalicão onde desde 1990 tem instaladas aquelas duas poderosas unidades produtivas e já investiu cerca de 600 milhões de euros.

Como é sabido, a Continental Mabor é o quinto maior exportador português e a melhor das vinte fábricas de pneus do grupo. Já a C-ITA é uma das principais empresas têxteis do país, produzindo os tecidos em tela para os pneus da Continental Mabor. Ambas absorvem um total de dois mil trabalhadores.

Patente na Casa do Território até ao final do mês de janeiro de 2017 e com entrada livre ao público, a exposição quer guiar os visitantes pela evolução do Grupo Continental, nomeadamente pelos acontecimentos que trilharam o seu desenvolvimento e as relações económicas e sociais estabelecidas no território famalicense e no mundo, durante mais de duas décadas.

A exposição contém painéis informativos, documentos históricos, registos fotográficos, prémios e distinções atribuídos, objetos marcantes e vários componentes das fases dos processos produtivos da Continental Mabor e da C-ITA.

Paralelamente foi desenhado um programa de atividades que inclui visitas às duas unidades produtivas e uma oficina lúdico-pedagógica para crianças e jovens.

“Percurso da Continental por Terras Famalicenses” é uma exposição desenvolvida pela Continental Mabor, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Expoentes da qualidade

A Continental Mabor arrasta o concelho de Vila Nova de Famalicão para o pódio nacional das exportações. A empresa permanece com uma produtividade imbatível e com novos investimentos na agenda. O mais recente, no valor de 50 milhões de euros, é uma nova unidade de produção de pneus radiais agrícolas que irá gerar mais de uma centena de empregos e cujo arranque da produção está previsto para 2017.

A C-ITA é considerada o braço têxtil da Continental. Produz cerca de 16 mil toneladas de tecido por ano, mais de metade para exportação, sobretudo para as empresas do grupo na Europa.

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EMPRESA ESPANHOLA CRIA MAIS INVESTIMENTO E EMPREGO EM ARCOS DE VALDEVEZ

Presidente da Câmara solicitou ao Governo apoios para melhorar o acolhimento empresarial

O Grupo espanhol Poligal celebrou hoje os seus 25 anos de existência e procedeu à inauguração de uma nova linha de produção na unidade fabril sedeada no Parque Empresarial das Mogueiras em Arcos de Valdevez. Este novo investimento na ordem dos 12,5 ME reveste-se de grande importância porque irá permitir criar 35 novos empregos no concelho.

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Esta aposta contemplou a instalação de duas novas linhas produtivas – a linha polipropileno cast (CPP) e a de metalização. A linha de CPP possui a maior capacidade de produção do mercado europeu na atualidade. A linha de metalização é a primeira deste tipo instalada pela empresa espanhola em Arcos de Valdevez.

 A sua produção destina-se quase na totalidade para a exportação, contribuindo para o aumento das exportações de Portugal, cuja faturação rondará os 105 milhões de euros em 2017.

João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal arcuense, fez questão de lembrar que a política de atração de investimentos para o concelho tem surtido resultados, pois estão em curso “investimentos privados no valor de mais de 35 milhões de euros, estando prevista a criação de mais de 300 postos de trabalho.”

Aproveitando a presença do Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, solicitou apoio para Melhorar o acolhimento empresarial através de apoios para a modernização dos Parques Empresariais e para a concretização da ligação deste Parque Empresarial das Mogueiras até ao IC28; considerou importante a implementação de um Simplex para o Investimento, um programa de desburocratização dos licenciamentos e dos processos de candidatura a fundos, bem como reforçar os incentivos fiscais e abrir concursos de apoios comunitários específicos para as empresas que se instalarem nestes territórios baixa densidade, nomeadamente para indústria, comércio tradicional e turismo.

O autarca rematou afirmando que a “Câmara Municipal conta com o envolvimento dos arcuenses, das empresas, das instituições e do Governo numa verdadeira parceria para criar mais emprego, criar mais rendimento, fixar população e melhorar a qualidade de vida nos Arcos de Valdevez e na região. “

O grupo Poligal, um dos principais fabricantes europeus de fabrico de película plástica para condicionamento de alimentos, com recurso a equipamentos tecnologicamente avançados de filme de polipropileno, tem 130 pessoas a trabalhar nesta unidade. É considerada a maior e mais moderna fábrica do sector instalada na Europa e produz diariamente 100 toneladas de Polipropileno. Com este novo investimento chega perto de 50 milhões de euros o valor investido em Arcos de Valdevez.

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VILA NOVA DE CERVEIRA: SAPARDOS VAI TER PARQUE INDUSTRIAL

Autarquia avança com projeto para espaço industrial em Sapardos

Prosseguindo com políticas ativas de investimento capazes de atrair novos empresários e investidores para o concelho, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira está a proceder à elaboração de um projeto que visa a criação de uma área industrial na freguesia de Sapardos, de cerca de 72.000m2. Trata-se do único espaço previsto no Plano Diretor Municipal (PDM) para acolher este tipo de atividade.

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De acordo com o estudo prévio já realizado, a Unidade de Execução do Plano Diretor Municipal nº 23 (UE 23) a ser instalada no lugar de Alto de Carditol, em Sapardos, pertence à subcategoria de Espaços de Atividades Económicas e contempla nove lotes destinados, maioritariamente, à instalação de unidades industriais.

Segundo o edil cerveirense, “há um conjunto de fatores que justificam a criação desta área, nomeadamente porque a procura de investidores continua a ser intensa e, não tendo o Município terrenos disponíveis, e sendo este o único espaço municipal que o PDM permite, o executivo decidiu avançar com a execução de um novo espaço industrial, de forma a poder dar resposta efetiva aos interessados”.

Com uma excelente localização de proximidade ao nó da A3 em Sapardos, que serve diretamente os grandes centros como a Galiza, Braga e Porto, mas também os concelhos alto-minhotos de Paredes de Coura, Valença e Ponte de Lima, este futuro espaço industrial poderá acolher diversas ocupações na vertente industrial. O objetivo é que a UE nº 23 seja executada em duas fases: uma primeira com área aproximada de 45.000 m2, constituída por cinco lotes; e uma segunda fase, com área aproximada de 25.000m2, constituída por seis lotes.

Para além de criar condições para potenciais interessados, a prioridade da autarquia cerveirense passa igualmente por dotar de todas as condições e requisitos as empresas já instaladas nos dois polos industriais. “Há que ter em consideração que os três mil empregos atualmente ali existentes permitem que Vila Nova de Cerveira tenha uma taxa de desemprego abaixo da média nacional”, diz Fernando Nogueira, referindo ainda que há empresários a demonstrarem pretensão para ampliações de espaços e recrutamento de colaboradores, mas deparam-se com dificuldades, e aí a autarquia pode intervir com medidas de apoio na formação e qualificação profissional, desburocratização de processos, entre outras.

Vila Nova de Cerveira tem sido um dos concelhosprecursores da industrialização ao nível industrial que mudou o paradigma da vida quotidiana dos alto-minhotos, passando de uma comunidade eminentemente rural, que vivia da agricultura de subsistência, de alguns serviços e da emigração, para acolher um forte desenvolvimento industrial. Na década de 80 e sobretudo de 90, a Câmara Municipal promove a construção de loteamentos industriais que rapidamente se esgotaram e onde atualmente estão instaladas cerca de 40 unidades empresariais.

CERVEIRA DINAMIZA PARQUE EMPRESARIAL DO FULÃO

Autarquia e privado juntos na dinamização do Parque Empresarial do Fulão “como local certo para investir”

Com os dois polos industriais lotados e perante o interessede potenciais novos investidores, o Município de Vila Nova de Cerveira estabeleceu um protocolo de cooperação com a Construções Gradin, a entidade proprietária do Parque Empresarial do Fulão, para unir esforços na promoção e flexibilização dos cerca de 40 hectares disponíveis.

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Localizado juntoao PoloII da Zona Industrial de Cerveira, o Parque Empresarial do Fulão foi o primeiro de capital privado galego a instalar-se em território nacional, nos inícios da década de 90, dotado de condições efetivas para cativar novos empresários e aumentar os níveis de empregabilidade.

Perante a manifestação de uminteresse comum em consolidar o desenvolvimento económico-social do concelho, impulsionando aquela extensa área, o Município e a Construções Gradin propõem-se a desenvolver, de agora em diante, uma promoção integrada e sustentada do Parque Empresarial do Fulão como “local certo para investir”.

“Foi uma conjugação de fatores que resultou nesta parceria pois, por um lado, a autarquia já não conseguia dar resposta física aos significativos contactos de empresas interessadas em investir e, por outro lado, a Gradin detinha em sua posse lotes para rentabilizar e vender”, explica o presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, acrescentando: “Esta estratégia representa a abertura de mais uma janela para o investimento no concelho, fruto da vontade de duas entidades que, apesar de serem de âmbito diferente, partilham o mesmo objetivo de potenciar a economia local”.

Apresentando o ParqueEmpresarial do Fulão como uma excelente oportunidade de negócio, quer pela localização geoestratégica, quer pelas condições de desburocratização associadas ao processode licenciamento, o presente protocolo determina que o Município cerveirense possa ser intermediário na venda dos lotes disponíveis e a Construções Gradingaranta a disponibilização dos terrenos e concretizeas possíveis transações com a maior celeridade possível, a um preço de 35 euros por m2.

OMunicípio cerveirense pretende dar continuidade à sua política de dinamização da indústria no concelho, atraindo novas empresas e empresários, e consolidando o tecido industrial local existente, criando melhores condições de vida à população.

AUTARCAS VIMARANENSES VISITAM PARQUE INDUSTRIAL DA VILA DE PONTE

Conselho Consultivo dedicado aos parques industriais reúne na vila de Ponte

Reunião trimestral promovida pelo Presidente do Município inclui visitas ao Parque Industrial de Ponte. Encontro principia às 16:30 horas.

A sétima reunião do Conselho Consultivo para o Investimento e Emprego, criado pelo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, realiza-se esta segunda-feira, 10 de outubro, a partir das 16:30 horas, no Parque Industrial de Ponte. O processo de revitalização dos parques industriais do concelho e o impacto das empresas na economia, a par da candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia, é o tema desta reunião, que principia no Pavilhão E1, junto às instalações da empresa “José Júlio Jordão, Lda”. 

Em seguida, decorrerá uma breve visita ao Parque Industrial, realizando-se posteriormente a reunião no edifício da Quinta de Castelães, situada nas imediações do Parque Industrial de Ponte. Depois dos discursos de boas-vindas do Presidente do Município de Guimarães e do Presidente de Junta da Freguesia de Ponte, será apresentada a Unidade Operativa de Planeamento e Gestão da Ampliação do Parque Industrial, pelo arquiteto Filipe Fontes, Diretor do Departamento de Urbanismo e de Promoção do Desenvolvimento da Câmara Municipal, seguindo-se um debate com moderação de Filipe Vilas Boas, Chefe de Divisão de Desenvolvimento Económico da Autarquia.

Este órgão reúne trimestralmente e será responsável pelo aconselhamento e apoio para a implementação de projetos com financiamento comunitário, bem como pelo desenvolvimento de programas de incentivos à economia local que favoreçam uma maior ligação entre universidade, investidores e empreendedores.

O Conselho Consultivo para o Investimento e o Emprego em Guimarães é um órgão de consulta, apoio e participação na definição das linhas gerais de atuação do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães e na identificação de áreas estratégicas para o desenvolvimento da economia do concelho que visem a dinamização da atividade económica e a criação de emprego.

O Conselho Consultivo é constituído por membros designados por inerência de cargo das instituições representadas, que têm natureza efetiva, e membros convidados, que têm natureza transitória e rotativa. O órgão é composto, no máximo, por 60 membros e tem uma Comissão Executiva constituída por 11 membros.

PARTIDO "OS VERDES" ESTÁ SOLIDÁRIO E PREOCUPADO COM A SITUAÇÃO EM QUE SE ENCONTRAM OS ANTIGOS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

Os Verdes Solidários e preocupados com situação dos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais questionam o Governo

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sobre as dificuldades vividas pelos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, situação que poderá piorar porque no próximo ano cessa o subsídio de desemprego.

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Os diferentes governos não foram capazes, ou não quiseram, garantir a viabilização económica dos Estaleiros. O anterior governo PSD-CDS, acabou por privatizar os Estaleiros, através da sua subconcessão, levando ao despedimento de cerca de 600 trabalhadores, à destruição de uma grande parte da economia local o que tornou a região mais pobre.

Pergunta:

Apesar da dimensão e da importância que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo representaram ao longo dos anos para a região do Alto Minho, mas também para a economia do país, vários foram os governos que, por opção, deixaram de investir nos Estaleiros, de tal forma que as várias administrações que assumiram o destino desta grande empresa, deixaram a marca da pouca ou nenhuma vontade de encontrar soluções que fossem capazes de levantar a empresa, de respeitar a sua história e sobretudo de proteger os respetivos postos de trabalho.

Os diferentes governos não foram capazes, ou não quiseram, garantir a viabilização económica dos Estaleiros. Não foram capazes de concretizar uma carteira de encomendas existente, que ultrapassava os 500 milhões de euros. Não foram capazes de encontrar soluções económicas para que fosse possível a construção de navios já contratualizados.

O exemplo extremo destas opções, viria com o anterior governo PSD-CDS, que acabou por privatizar os Estaleiros, através da sua subconcessão e com o despedimento de cerca de 600 trabalhadores, destruindo assim uma grande parte da economia local e tornando a região mais pobre.

O Partido Ecologista Os Verdes esteve sempre ao lado dos trabalhadores, na defesa da manutenção dos postos de trabalho, tal como, pela manutenção da empresa pública e pelo seu valor estratégico para a economia local e nacional.

Entretanto, por parte dos vários Governos, muitas foram as promessas que se fizeram aos trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, que passados três anos não se vêem cumpridos.

Recentemente, mais exatamente no passado dia 27 de setembro, Os Verdes reuniram com a Comissão dos ex-Trabalhadores dos Estaleiros Navais, onde nos foram relatadas as dificuldades vividas pelos ex-trabalhadores. Esta situação pode piorar porque no próximo ano cessa o subsídio de desemprego, pelo que se esperam situações dramáticas para centenas de ex-trabalhadores e consequentemente para as suas famílias.

Para além da suspensão do subsídio de desemprego acrescem outras dificuldades, nomeadamente porque cerca de uma centena destes ex-trabalhadores são novos para a reforma, mas velhos para regressarem ao mercado de trabalho. Outra dificuldade é que um número significativo de ex-trabalhadores poderia requerer a reforma antecipada, mas serão penalizados com o corte nas pensões.

Acresce ainda que, apesar das longas carreiras contributivas que muitos trabalhadores possuem, as mesmas, não têm, à luz da legislação atual, qualquer relevância para aceder à reforma, sendo que uma grande parte destes trabalhadores, nem sequer pode aceder ao subsídio social de desemprego em virtude das condições de recurso.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Que soluções pondera o Governo assumir para resolver o problema destes ex-trabalhadores que vão ficar sem qualquer forma de sustento para si e para as suas famílias?

2- A West Sea criou postos de trabalho? Quantos? E quantos destes postos de trabalho foram ocupados por ex-trabalhadores?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

EMPRESAS DE FAMALICÃO PRODUZEM COMPONENTES PARA ÓRGÃOS DE TUDOS DE TODO O MUNDO

Sintonia empresarial gera mini-cluster único

Funcionam como uma orquestra. Cada um toca o seu instrumento, contribuindo todos para a mesma música. É o que acontece nas freguesias de Landim e Avidos com três fabricantes de componentes para órgãos de tubos de grandes marcas alemãs que estão presentes nas catedrais, igrejas e salas de espetáculo de todo o mundo. Cada um produz elementos diferentes para este imponente, valioso e singular instrumento musical. Peças que, no entanto, se complementam, o que faz com que exista em Vila Nova de Famalicão um verdadeiro e único mini-cluster industrial de empresas organeiras.

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“Esta relação empresarial é magnífica e surpreendente. Vila Nova de Famalicão é um concelho empreendedor e exportador, mas poucos imaginariam que no sector organeiro tivéssemos uma concentração tão forte, crítica, criativa e com tanta qualidade”, salientou o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, no final da visita a três empresas organeiras, na jornada desta manhã do roteiro Famalicão Made IN.

A JF Organpipes, a Bom Organum e a JMS Organaria funcionam assim “numa ótica de cluster” permitindo que o cliente possa ter acesso a uma resposta completa e integrada. “Mais um sinal da diversidade do concelho num sector que, estou certo, tem uma enorme margem de progressão”, frisou Paulo Cunha.

Aliás, para o autarca há um outro facto a destacar: são mais três contribuintes líquidos para a bolsa exportadora do concelho. De facto, em Famalicão cada vez mais se produz à escala global. E quando se trabalha com qualidade, como acontece neste sector, essa ambição é muito legítima. O know-how que aqui está concentrado é, porventura, inigualável. Não é por acaso que a Alemanha vem cá para que os seus órgãos sejam produzidos ou reabilitados”, ressalvou.

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Afinadas pelo mesmo diapasão

Separadas por poucas centenas de metros, as três empresas, mais do que se complementarem, estão afinadas pelo mesmo diapasão. A JF Organpipes produz tubos metálicos flautados a partir de estanho e chumbo, a Bom Organum tubos e outros acessórios em madeira e a JMS Organaria palhetas, consideradas registos especiais do órgão. Exportam tudo o que produzem. 

Tanto a JF Organpipes como a Bom Organum são de administração alemã, lideradas, respetivamente, por Bjorn Fitzau e Gerhard Besenreiter. A JMS é gerida pelo casal Joaquim e Celeste Silva. A título de exemplo, o maior tubo metálico que a JF Organpipes já produziu tinha 10 metros de comprimento e 30 centímetros de diâmetro; pesava 120 quilos.

Mestre organeiro alemão trouxe indústria

O mestre organeiro alemão Georg Jann, agora com 82 anos, foi o responsável pela construção do grande órgão de tubos da Igreja da Lapa, no Porto, o maior da Península Ibérica, inaugurado em 1995. Depois de ter alcançado reconhecimento em Portugal, Georg Jann deixou a Alemanha e fixou-se em Portugal para ficar perto daquela que classificou como sua obra-prima. Decidiu então fundar uma oficina de órgãos de tubos nas proximidades de Landim, tendo desta forma dado início ao desenvolvimento desta indústria no concelho famalicense.

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EMPRESA SUÍÇA INSTALA-SE EM PÓVOA DE LANHOSO E DÁ EMPREGO A UMA CENTENA DE TRABALHADORES

Presidente da Câmara Municipal congratula-se por investimento privado de 24 milhões

O Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, anunciou com satisfação a instalação no concelho de uma empresa suíça, num investimento de 24 milhões de euros, que irá criar, numa primeira fase, cerca de uma centena de postos de trabalho.

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A informação foi transmitida no decorrer de mais uma sessão da Assembleia Municipal, realizada na passada sexta-feira, dia 30 de setembro, à noite, no Theatro Club.

O referido investimento, da parte de privados, será da responsabilidade da Solar Transparency, que irá construir a sua unidade industrial de painéis fotovoltaicos de terceira geração já no próximo ano.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, esta entidade irá dar emprego, inicialmente, a cerca de 100 pessoas, sendo grande parte mão-de-obra muito especializada.

Trata-se do culminar de negociações demoradas, com a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso a participar de forma ativa no processo de instalação desta unidade industrial, que irá nascer nas antigas instalações da “Pré-Ave”, em Arcas, freguesia de Rendufinho.

ÓRGÃO DE TUBOS DE TODO O MUNDO POSSUEM COMPONENTES PRODUZIDOS EM FAMALICÃO

Visita do Presidente da Câmara a três empresas organeiras, segunda-feira, 3 de outubro, pelas 10h15 em Avidos e Landim (início da visita na empresa JF Organpipes, situada na Rua Estrada Nacional 204/5 n.º 622, Avidos - antes da antiga Fitor, para quem vai em direção ao Mosteiro de Landim)

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É um segredo bem guardado! Em Famalicão, na freguesia de Landim, existe uma conjunto de empresas organeiras que formam um mini cluster industrial de manufatura dos elementos que integram os órgãos de tubos das grandes marcas alemãs que estão presentes nas catedrais, igrejas e salas de espetáculo de todo o mundo.

A JF Organpipes - Fabrico de Tubos de Orgão, Lda é responsável pelo delicado fabrico dos tubos metálicos flautados de diferentes comprimentos (notas) e características (registos). A Bom Organum - Components for Organs, Lda., é especialista na construção das trabalhadas fachadas de madeira que envolvem os tubos, fabrico de tubos em madeira e dos foles que injetam o ar. Já a JMS Organaria produz os tubos de palhetas para produzir sons com timbres diferenciados.

O saber fazer acumulado em Landim à volta do fabrico dos órgãos de tubos está relacionado com a fixação em  Portugal, em 1995, de Georg Jann, na sequência da construção do grande órgãos de tubos da Igreja da Lapa, no Porto, o maior órgãos de tubos da Península Ibérica.  O mestre organeiro alemão terá optado por ficar em Portugal para ficar perto daquela que classificou como sua obra-prima, tendo dado início ao desenvolvimento deste surpreendente mini-cluster de empresas em Vila Nova de Famalicão, separadas por poucas centenas de metros. Duas das empresas são ainda de administração alemã e a mais recente, a JMS, do casal Joaquim e Celeste Silva.

É este conhecimento acumulado, que constitui um património singular único no país, que vai ser revelado na próxima jornada do Roteiro Famalicão Made IN, com a visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha,  a estas três empresas organeiras, na segunda-feira, 3 de outubro, a partir das 10h15. A jornada começa com uma visita à empresa JF Organpipes, situada na Rua Estrada Nacional 204/5 n.º 622, Avidos (Antes da antiga Fitor, para quem vai em direção ao mosteiro de Landim, à margem esquerda da estrada) e termina na JMS Organaria com um miniconcerto pelo organista italiano/brasileiro, Marco Brescia.

As três empresas estão envolvidas na organização do II Ciclo de Concertos de Órgãos, que decorre entre 7 e 16 de Outubro, em várias igrejas de Famalicão e Santa Tirso, com o apoio das respetivas câmaras municipais.

FAMALICÃO: ÉRIUS TÊXTEIS RECUPERA ATIVOS DA FILOBRANCA

Ao contrário do inicialmente previsto, o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, não vai marcar presença no ato de inauguração da nova unidade produtiva da Érius Têxteis, em Riba de Ave. A cerimónia permanece agendada para as 9h00 desta sexta-feira, dia 30 de setembro, e conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

Em 2014, o grupo Érius Têxteis adquiriu as instalações fabris (dois imóveis situados em Riba de Ave e Mogege) e as máquinas da antiga Filobranca, que abriu falência nesse ano, para concretizar um ambicioso plano de expansão internacional. No início de 2015, iniciou atividade nas duas unidades produtivas de Riba de Ave e Mogege. Já contratou 107 pessoas, na sua maioria ex-colaboradores da Filobranca, sendo que ainda prevê contratar mais 50. Os valores globais deste investimento rondam os 3,5 milhões de euros.

No âmbito deste processo, o grupo Érius Têxteis foi contemplado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão com incentivos ao investimento ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN.

Com sede em Barcelos, tem também unidades de produção na Póvoa de Varzim. Exporta 100 por cento da produção e trabalha para grandes marcas mundiais.

PARTIDO "OS VERDES" REÚNE-SE COM ANTIGOS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

Os Verdes reúnem com a Comissão dos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo

Uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, composta entre outros, pelo deputado José Luís Ferreira e pela dirigente nacional e do coletivo regional, Mariana Silva, reunirá amanhã, 27 de setembro, com a comissão representativa dos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo

O encerramento dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo representou um infortúnio para os trabalhadores e para a região. Centenas de trabalhadores ficaram no desemprego e numa situação de dependência do subsídio de desemprego.   

 Os Verdes consideram dramática a situação em que, ainda hoje,  estes ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo se encontram.

Programa – 27 de setembro

10.30h - Reunião com comissão representativa dos ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, na sede da Junta de Freguesia de Monserrate.

GRUPO “O SETENTA” NOMEADO EMBAIXADOR EMPRESARIAL DE BRAGA

Grupo assegura mais de 160 postos de trabalho

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, realizou esta Sexta-feira, 23 de Setembro, uma visita ao Grupo ‘O Setenta’, empresa Bracarense com mais de 40 anos de actividade. A iniciativa inseriu-se no âmbito do programa ´Embaixadores Empresariais´ promovido pelo Município e pela InvestBraga, tendo como foco principal a perspectiva do impacto económico que o equipamento tem no seu contexto e a divulgação de Braga além-fronteiras.

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Fundada em 1975, a serralharia ‘O Setenta’, é uma empresa de referência no sector da construção metálica. A experiência consolidada ao longo dos anos, os meios tecnológicos e humanos que reúne e as instalações industriais de que dispõem constituem as bases do sucesso da empresa. A empresa dedica-se a quatro principais áreas de produção, nomeadamente Estruturas metálicas, Trabalho em chapa e em perfis ligeiros, Caixilharia em alumínio e Trabalhos em Inox.

O Grupo ‘O Setenta’, que integra ainda a PerfilNorte – Empresa de perfilagem, S.A. e a Colaborante – Perfilagem de Chapa, S.A., assegura mais de 160 postos de trabalho.

Na ocasião, o Autarca salientou o crescimento do grupo ao ponto de se afirmar como uma das empresas de referência da Região. “Trata-se de uma empresa de extrema importância para o tecido empresarial da Região. É para nós um motivo de orgulho podermos juntar o Grupo ao nosso leque de Embaixadores Empresariais. Temos efectuado diversas visitas a empresas que são excelentes cartões-de-visita da nossa Cidade pela qualidade dos produtos, dos gestores, dos colaboradores e pela forma como projectam o nome de Braga”, referiu, garantindo que o apoio dos Embaixadores Empresariais tem-se revelado fundamental para ajudar a definir as iniciativas municipais e acções concretas destinadas a promover o desenvolvimento económico da região.

Por outro lado, o edil elogiou também o papel que a Associação dos Empresários do Parque Industrial de Adaúfe tem desempenhado na gestão do espaço. “Queremos replicar esta cultura de condomínio noutras zonas industriais do Concelho por considerarmos que é fundamental para garantir a qualificação destas áreas. Estamos muito empenhados em dar todas as condições para que as empresas que querem expandir as instalações e outras que queremos acolher disponham de espaço para isso”, afirmou.

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ARCOS DE VALDEVEZ RECEBE FÁBRICA DE MARROQUINARIA

Mais Empresas nos Parques Empresariais. Nova fábrica de artigos de viagem e pessoal irá criar 200 postos de trabalho em 2 anos.

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez celebrou recentemente com a empresa “Coindu Couture, Unipessoal Lda” um cordo de afetação de um lote no Parque Empresarial das Mogueiras, tendo em vista a criação de uma unidade empresarial, desta vez dedicada à marroquinaria.

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   O Municipio arcuense tem apostado fortemente na captação investimento para o concelho, pois um dos grandes objetivos da Câmara Municipal é conseguir um concelho mais criativo e próspero, que gera emprego, cria rendimento e fixa população.

Neste sentido está a alargar e a modernizar os parques empresariais que albergam empresas de alta tecnologia e setores de ponta. Há empresas líderes internacionais nos seus sectores de atividade, estando a ser realizados investimentos pelas empresas nos 3 parques empresariais no valor de vários milhões de euros.

De referir que a autarquia reforçou um conjunto de incentivos à economia, dos quais se destacam: a redução de IMI e IMT, nomeadamente na instalação de investimentos empresariais, no turismo e na reabilitação de edifícios; a redução de 50% nas licenças de atividades económicas; entre outras.

Este interesse por parte da Coindu Couture em realizar o seu investimento em Arcos de Valdevez deixa a Câmara Municipal satisfeita, uma vez que consolida a sua presença no concelho, cria mais duas centenas de empregos, dinamiza economicamente o Municipio, e, ao mesmo tempo, promove o desenvolvimento.

MINISTRO DA ECONOMIA VISITA EMPRESAS DO VALE DO AVE

ADRAVE promove visita a PME’s do Vale do Ave com a presença do Secretário de Estado Adjunto e do Comércio no dia 23 de Setembro de 2016

A ADRAVE- Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, tem como principal missão promover o desenvolvimento regional do território Vale do Ave, nomeadamente através de concretização de iniciativas e projetos capazes de aportar maior Competitividade para a Região, nomeadamente para o seu tecido empresarial.

Neste sentido, no âmbito das atividades que a ADRAVE tem vindo a desenvolver junto do tecido empresarial da região, promove uma visita, no próximo dia 23 de setembro, a 4 empresas da região, nos concelhos de Vila Nova de Famalicão, Guimarães e Fafe, com estatuto PME’s Líder e/ou PME Excelência, com a presença do Secretário de Estado Adjunto e do Comércio, Dr. Paulo Alexandre Ferreira.

Esta visita pretende afirmar o Ave como Território de Excelência e de Competitividade,cujo tecido empresarial tem vindo a apostar em estratégias de Inovação, Qualificação e Internacionalização, fatores essenciais para um desenvolvimento económico sustentado da Região, contribuindo positivamente para um posicionamento competitivo do nosso território.

As 4 PME’s a visitar são exemplos de boas práticas, consideradas como casos de sucesso, na implementação de fatores críticos de competitividade em torno da Inovação, e que cumpriram com distinção os projetos de incentivos comunitários nos últimos anos, em que estiveram envolvidas.

Em Vila Nova de Famalicão, inicia se a visita à empresa PORMINHO-Alimentação, SA, que é uma referência no setor das carnes, com Estatuto de PME Excelência 2015, dispondo atualmente de um quadro de cerca de 243 efetivos.

Segue-se a visita ao Grupo HIDROFER, nomeadamente à empresa Hidrocotton, lda que implementou um sistema moderno e único de fabrico de mantas de algodão através de fibras cruzadas através de jatos de água; e à HIDROFER - Fábrica de Algodão Hidrófilo Lda, que é uma empresa de referência no sector do algodão hidrófilo, acompanhando a evolução tecnológica e de mercado, com Estatuto PME Líder 2015.

Em Guimarães, a visita será feita à empresa Guimarpeixe - Comércio de Produtos Alimentares Lda que é uma empresa de transformação, comercialização e distribuição de produtos alimentares congelados, com Estatuto PME Líder 2015.

Em Fafe, finaliza-se a visita à empresa CADEINOR Lda que é uma empresa que produz cadeiras e mobiliário de escritório, com altos e rigorosos padrões de qualidade e design, com Estatuto PME Líder 2015.

MINISTRO DA ECONOMIA VAI A FAMALICÃO PARTICIPAR EM CONFERÊNCIA SOBRE A INDÚSTRIA DO FUTURO

No próximo sábado, dia 24 de setembro, nas instalações do CITEVE

O Ministro da Economia estará sábado em Famalicão para participar numa conferência sobre a indústria do futuro em Portugal. Caldeira Cabral será um dos oradores da sessão de abertura, agendada para as 10h00, para além do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e do Presidente do Conselho de Administração do CITEVE, António Amorim.

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Denominada “Des(a)fiar o Tempo da Indústria: Poderes e Território”, esta conferência reunirá um leque alargado de especialistas, investigadores, entidades públicas e empresários que, durante todo o dia, nas instalações do CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário, vão refletirsobre os desafios e as oportunidades da indústria no futuro, tendo por base o longo processo histórico de industrialização do Vale do Ave e, em particular, de Vila Nova de Famalicão.

Entre outras presenças confirmadas destacam-se Miguel Cruz, Presidente do IAPMEI; Paulo Vaz, Diretor Geral da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal; José Carlos Caldeira, Presidente da ANI; José Alexandre Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da Riopele; Isabel Furtado, Administradora do Grupo TMG; Raquel Vieira de Castro, Administradora da Vieira de Castro e Pedro Carreira, Presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor.

O debate será moderado por Mário Rui Silva, Professor Associado da Universidade do Porto.

Organizada pela Câmara Municipal, através da Casa do Território, e a ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, a  conferência assinala o encerramento da exposição “Des(a)fiar o Tempo da Indústria”, patente ao público na Casa do Território, desde abril e até final deste mês de setembro, propondo um olhar sociológico e histórico ao processo de industrialização.

Inscrições

A participação é gratuita mas está sujeita a inscrição obrigatória até 21 setembro, AQUIgoo.gl/tNamg6.

Denominada “Des(a)fiar o Tempo da Indústria: Poderes e Território”, esta conferência reunirá um leque alargado de especialistas, investigadores, entidades públicas e empresários que, durante todo o dia, nas instalações do CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário, vão refletirsobre os desafios e as oportunidades da indústria no futuro, tendo por base o longo processo histórico de industrialização do Vale do Ave e, em particular, de Vila Nova de Famalicão.

Entre outras presenças confirmadas destacam-se Miguel Cruz, Presidente do IAPMEI; Paulo Vaz, Diretor Geral da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal; José Carlos Caldeira, Presidente da ANI; José Alexandre Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da Riopele; Isabel Furtado, Administradora do Grupo TMG; Raquel Vieira de Castro, Administradora da Vieira de Castro e Pedro Carreira, Presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor.

O debate será moderado por Mário Rui Silva, Professor Associado da Universidade do Porto.

Organizada pela Câmara Municipal, através da Casa do Território, e a ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, a  conferência assinala o encerramento da exposição “Des(a)fiar o Tempo da Indústria”, patente ao público na Casa do Território, desde abril e até final deste mês de setembro, propondo um olhar sociológico e histórico ao processo de industrialização.

A participação é gratuita mas está sujeita a inscrição obrigatória até 21 setembro, AQUIgoo.gl/tNamg6.

EMPRESA RSTEEL TEM COMO AMBIÇÃO EXPORTAR PARA CRESCER

Fabricante de tubos metálicos vai investir mais 3,5 milhões de euros na expansão da unidade industrial

A Rsteel é um bom exemplo da importância cada vez maior que o sector metalomecânico representa para a economia de Vila Nova de Famalicão, estando a ganhar força para se constituir como um cluster nacional de relevo. A empresa de Lousado produz tubos de aço soldados longitudinalmente e quer reforçar a sua componente exportadora no âmbito da estratégia de internacionalização desenhada.

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Em causa está a expansão e modernização da capacidade instalada, num investimento de 3,5 milhões de euros, através da entrada em funcionamento, no primeiro trimestre de 2017, de uma nova linha de produção equipada com tecnologia de ponta. Aposta que permitirá não só impulsionar as exportações – que atualmente representam 45 por cento da produção –, mas também contratar mais oito pessoas, atingindo o projeto empresarial, no final deste ano, um efetivo de meia centena de trabalhadores.

“Queremos garantir elevados níveis de fabricação, a melhor qualidade e uma resposta eficaz aos desafios do mercado global”, explicou o administrador da Rsteel, Rui Santos, empresa que hoje recebeu a visita do Presidente da Câmara Municipal no contexto do roteiro Famalicão Made IN, realçando que esta estratégia de internacionalização “está focada na componente de fabricação de tubos metálicos e, ainda, na transformação e comercialização de produtos siderúrgicos de elevada qualidade para vários sectores industriais”.

A história da Rsteel tem no seu administrador um dos atores principais. Rui Santos fez-se empresário em 1998, com a abertura de um armazém para a comercialização de ferro. Uma dúzia de anos depois tornou-se produtor com a construção de uma fábrica de produção de tubos metálicos com “qualidade fora-de-série”. Hoje, a Rsteel exporta quase metade da sua produção para Espanha, França, Holanda, Bélgica, Inglaterra e Alemanha.

Paulo Cunha enalteceu a “dinâmica empreendedora, a audácia e o arrojo” de Rui Santos,“fundamental à reestruturação da economia local e nacional”, hoje responsável por um “projeto bem-sucedido”, que aposta na “qualidade, tecnologia e inovação” e beneficia do “ecossistema empreendedor” que caracteriza o concelho de Famalicão. 

A Rsteel fechou o exercício de 2015 com uma faturação de 15 milhões de euros e prevê chegar aos 16,5 milhões este ano. Na última década, o montante total de investimentos realizados está próximo dos 20 milhões de euros.

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FAMALICÃO APOSTA NA INDÚSTRIA METALOMECÂNICA

Visita do Presidente da Câmara de Famalicão à RSTEEL, segunda-feira, 19 de setembro, pelas 10h30, na Rua de Matamau, n.º 160 (perto da Leica). Uma história com força de aço gerou uma metalomecânica exportadora em Famalicão  

O empresário Rui Santos é um bom exemplo da empreendedorismo. Começou como funcionário, passou para comerciante, deu o salto para produtor e já virou exportador. O início da carreira como empresário aconteceu em 1998 com a abertura de um armazém para comercialização de ferro que se revelou uma aposta segura e os resultados permitiram ao empresário alavancar o projeto para outros voos, nomeadamente para a construção, em 2010, de uma fábrica de produção de tubos metálicos com “qualidade fora de série”.

Hoje a Rstell – Fábrica de Tubos Metálicos, é uma referência nacional e internacional  na fabrico de tubos de aço soldados longitudinalmente que exporta para Espanha, França, Holanda, Bélgica, Inglaterra e Alemanha. Apesar de já absorver 45% da produção a estratégia de internacionalização ainda vai no adro, focada não apenas na sua componente de fabricação de tubos metálicos, mas também na transformação e comercialização de produtos siderúrgicos de elevada qualidade. Para isso, uma nova linha de produção irá ser acrescentada há já existente, num novo investimento na ordem dos 3,5 milhões de euros. Na última década o montante total de investimentos feitos no grupo chega perto dos 20  milhões de euros.

O percurso empreendedor de Rui Santos e a história da Rsteel vão ser o alvo da próxima visita do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, no âmbito do Roteiro Famalicão Made IN, segunda-feira, 19 de setembro, pelas 10h30, na Rua de Matamau, n.º 160 (perto da Leica).

A fábrica terminou o ano passado com um volume de negócios no valor de 15 milhões de euros e deverá terminar 2016 com 16,5 milhões de faturação. Emprega 42 pessoas e até ao final do ano deverá aumentar para cinquenta o seu quadro de pessoal.

MUNICÍPIO DE FAMALICÃO CELEBRA PROTOCOLO PARA CRIAR INFRAESTRUTURA INOVADORA PARA O SETOR DAS CARNES

Câmara Municipal DE Famalicão e treze parceiros assinaram protocolo de cooperação para criação de infraestrutura inovadora para o sector das carnes. Ambição global para Centro de Competências do Agroalimentar

“Dimensão nacional” e “vocação internacional” definem o Centro de Competências do Agroalimentar para o Sector das Carnes que Paulo Cunha ambiciona para Vila Nova de Famalicão e que ontem conheceu mais um passo decisivo rumo à sua concretização. “Alicerçado numa vontade coletiva de todo o país, mas com propensão para ultrapassar fronteiras e exportar tecnologia, know how e competências que vier a criar”.

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Mas desengane-se quem acha que em causa está a construção de uma nova infraestrutura. O que o Presidente da Câmara Municipal quer é um centro que inove pelo conceito e se assuma como“polinuclear”, aproveitando a capacidade instalada em empresas, universidades e centros de investigação, entre outros. “A nossa grande ambição é fazer um centro de competências que seja uma lição para o país ao nível do aproveitamento de recursos e das sinergias institucionais geradas”, admitiu o autarca, classificando-o como “modelar”.

Ambição alimentada pela “grande vitória” que foi reunir nesta fase parceiros de renome nacional e internacional. No total são treze as entidades que ontem assinaram com a Câmara Municipal um protocolo de cooperação para a criação deste Centro de Competências, aberto à participação de mais entidades – “parceiros comprometidos, unidos e imbuídos do mesmo espírito colaborativo para que possamos construir um resultado virtuoso”, disse Paulo Cunha, para quem este é um “atoobjetivo e racional” pelas características ímpares de Famalicão. “Não existe concelho em Portugal que tenha tão grande e qualificada concentração de empresários no sector das carnes. Temos um know how empresarial único no país e empresas altamente competitivas e com vocação exportadora”, sustentou, lembrando que este sector representa no concelho um volume de negócios de 500 milhões de euros e emprega cinco mil pessoas.

O segredo deste projeto está então no aproveitamento da capacidade instalada ao nível da produção, investigação e inovação. “Por exemplo, o centro de competências pode ter uma valência numa universidade, outra valência numa empresa e outra valência ainda num centro de investigação. Porque cada uma destas entidades tem um aporte que pode colocar ao serviço do centro”. Até porque o financiamento que vier a ser conseguido pelos dinheiros públicos nacionais ou da União Europeia não terá como destino nesta fase a construção de um edifício, mas antes o desenvolvimento de I&D.

Para além da Câmara Municipal, assinaram o protocolo de cooperação para a criação do Centro de Competências do Agroalimentar para o Sector das Carnes as seguintes entidades: AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal; Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Universidade do Minho; Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto; Universidade Lusíada Norte; CESPU – Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário; CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal; CeNTI – Centro de Nanotecnologia, Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes; CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola; FPAS – Federação Portuguesa de Associações de Suinicultores; PortugalFoods; INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária; ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave.

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LEIXÕES RECEBE 20 MIL PESSOAS PARA COMEMORAR O DIA DO PORTO

PORTO ABERTO DAS 10 ÀS 18H COM ATIVIDADES PARA TODAS AS FAIXAS ETÁRIAS

O Porto de Leixões (APDL) estima receber cerca de 20 mil visitantes este sábado, dia 17, entre as 10 e as 18 horas, nas comemorações da 8ª edição do ‘Dia do Porto de Leixões’, realizado anualmente, no terceiro sábado do mês de setembro.

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Quem não conseguiu visitar no ano passado, terá novamente este ano a oportunidade de ter acesso livre ao Novo Terminal de Cruzeiros, bem como a possibilidade de realizar visitas guiadas ao mesmo.

Depois do sucesso do ano anterior, a “2ª Regata do Porto de Leixões” volta a realizar-se, a comunidade pode assistir e visitar as embarcações, mas também aceder de forma livre ao porto e desfrutar das restantes atividades que vão decorrendo ao longo do dia.

Para as crianças a animação não vai faltar: Teatro Musical Infantil “Musicando no Porto de Leixões” da Trupe Sons em Cena, Mostra de Ciência do CIIMAR - “Há ciência no Terminal”, ou ainda insufláveis.

Quanto aos mais velhos podem assistir ao filme “A Propósito de Leixões”, onde é contada a estória da construção do novo Terminal de Cruzeiros, ver a exposição de fotografia “Focando o Porto de Leixões”, e ouvir música dos vários grupos que vão atuando ao longo do dia.  

“Queremos que as pessoas contactem com a realidade do Porto de Leixões, além das habituais visitas ao porto e às embarcações, que se celebre a existência do porto, uma casa aberta para a comunidade”, anuncia Helena Fernandes, diretora de Comunicação da APDL.

O encerramento do Dia do Porto de Leixões ficará a cargo do “Samba Sem Fronteiras”, que atuam no palco exterior, daquele que é já um evento de participação obrigatória na área Metropolitana do Porto.

Programa

‘Dia do Porto de Leixões’ | 17 setembro 2016 | 10 às 18 horas

Atividades a decorrer em simultâneo nos diferentes espaços:

Visitas ao Porto de Leixões

Visitas ao Terminal de Cruzeiros

Visitas a embarcações

2ª Regata do Porto de Leixões

Exposição de Fotografia "Focando o Porto de Leixões"

Mostra de ciência do CIIMAR – Há Ciência no Terminal

Animadores com fatos temáticos na entrada e percurso

Insufláveis

Piso 3 Auditório – Filme "A propósito de Leixões"

DJ no anfiteatro do Terminal de Cruzeiros

10:45 h - 11:30 h

Piso 1 - Teatro Musical Infantil "Musicando no Porto de Leixões" pela Trupe Sons em Cena

11:30 h - 12:00 h

Piso 1 - Entrega de Prémios da Exposição de Fotografia "Focando o Porto de Leixões"

Piso 1 - Atribuição do Prémio do Melhor Aluno do Ensino Secundário

Piso 3 - Just Dance School

12:00 h - 13:00 h

Regata: largada Vela de Cruzeiro

Palco Exterior - Clube de Música da Escola Básica de Perafita

13:30 h

Regata: largada Vela Ligeira

15:00 h

Banda Plástica de Barcelos

Piso 1 - Escola de Música Óscar da Silva

15:30 h

Palco exterior - Los Cubanitos

16:00 h

Piso 3 - Eu Danço

16:30 h

Palco exterior - A Kind Of Queen – Tributo aos Queen

17:30 h

Piso 1 - Escola de Música de Leça da Palmeira

Piso 3 - Entrega de Prémios da 2ª Regata

18:00 h

Palco exterior - Samba Sem Fronteira

Foto: http://tovi.blogs.sapo.pt/

GUIMARÃES RECEBE APRESENTAÇÃO DE TENDÊNCIAS DA HEIMTEXTIL 2017/2018

ESTA QUINTA-FEIRA, 08 DE SETEMBRO, NO CCVF (10H)

Vimaranenses terão oportunidade de conhecer em primeira mão propostas para a feira do próximo ano. Divisão de Desenvolvimento Económico da Câmara de Guimarães associa-se pela primeira vez ao evento.

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A mais importante feira internacional de têxteis-lar e hotelaria, vai apresentar em Guimarães esta quinta-feira, 08 de setembro, no Centro Cultural Vila Flor, as tendências da Heimtextil para a época 2017/2018, que se realizará de 10 a 13 de janeiro de 2017, na Alemanha.

A sessão, com início às 10 horas, acontece dois dias depois de as propostas serem reveladas em Frankfurt e contará com a presença de Olaf Schmidt, Vice-Presidente da Messe Frankfurt para as Feiras Têxteis, e de Anne Marie Commandeur, Diretora Criativa do Stijlinstituut Amsterdam e membro da mesa de tendências da Heimtextil.

Portugal é um dos principais fabricantes europeus de roupa de cama e banho, participando na Heimtextil com cerca de 80 empresas, muitas delas nos sectores “Premium”, provenientes de Guimarães. Numa feira em que 89% dos expositores são oriundos de fora da Alemanha, a apresentação de tendências da Heimtextil constitui um evento à escala mundial.

Todos os anos, uma equipa internacional de especialistas procura as principais tendências em têxteis-lar e providencia um prognóstico fidedigno que é colocado ao dispor de expositores e visitantes da Heimtextil, primeiro sob a forma de Trend Book e depois como mostra especial durante a feira.

O Trend Book constitui uma ferramenta indispensável para designers e responsáveis pelo desenvolvimento de produto. Reúne as principais tendências do setor, que servirão de referência às coleções a preparar para a Heimtextil 2017.

Reconhecendo a importância da apresentação de tendências para as empresas da região, a Divisão de Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal de Guimarães associou-se à representação da Messe Frankfurt para Portugal na organização e divulgação do evento. A inscrição é gratuita, devendo ser confirmada para o endereço eletrónico <info@portugal.messefrankfurt.com>.

FAMALICÃO APOSTA NA INDUSTRIA AGROALIMENTAR

Famalicão avança para a criação de  centro  de competências para o agroalimentar

Município vai assinar protocolo com 16 instituições da região e do país para a implementação desta infraestrutura estratégica para o setor das carnes

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A criação de um Centro de Competências do Agroalimentar para o setor das carnes está mais próxima de ser uma realidade em Vila Nova de Famalicão. Assumindo a liderança do processo e da iniciativa, a Câmara Municipal vai assinar um protocolo de colaboração para a implementação desta estrutura estratégica para o concelho com 16 instituições da região e do país.

O documento será celebrado entre o município e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, a Agência Nacional de Inovação, a Confederação dos Agricultores de Portugal, a Associação Portuguesa dos Industriais de Carnes, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, a PortugalFoods, o Centro de Nanotecnologia, Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, a Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, a Universidade Lusíada Norte, a Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, o CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.

É um grupo de peso para congregar esforços e canalizar energias para a implementação deste Centro de Competências, o qual terá como missão potenciar o aumento da competitividade e inovação das empresas através do desenvolvimento científico e tecnológico e ser agente proporcionador do aumento das exportações e da criação de valor no setor das carnes de forma integrada e sustentável.

A proposta para a formalização do protocolo e a respetiva minuta foi aprovada na reunião de ontem, 21 de junho, do Executivo Municipal, tendo merecido a unanimidade da vereação autárquica.

O setor agroalimentar é identificado como prioritário na agenda do plano estratégico concelhio perante o carácter distintivo do conhecimento, do saber-fazer resultante de uma longa tradição histórica e empreendedora no concelho e da forte presença de inúmeras empresas do setor no mercado nacional e internacional.  

Vila Nova de Famalicão quer assim reforçar o seu posicionamento como epicentro regional de base altamente tecnológica e inovadora na área do têxtil e do vestuário, e colocar-se no mesmo patamar ao nível do setor agroalimentar. Para isso, ao CITEVE e ao CENTI a Câmara Municipal vai juntar em Famalicão um Centro de Competências Agroalimentar.

Este passo está devidamente alicerçado na existência no território de um conjunto de empresas altamente competitivas e tecnologicamente avançadas que fazem já de Famalicão um dos mais relevantes municípios neste setor e com as quais o município está devidamente articulado.

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EMPRESA LABINA REDEFINE CONCEITO DE FUNDIÇÃO A PARTIR DE BRAGA

Empresa é a mais recente Embaixadora Empresarial do Concelho

A Labina, empresa de Fundição Injectada, juntou-se ao leque de Embaixadores Empresariais Bracarenses. Com o principal foco de negócio direccionado para a indústria automóvel, a empresa aposta na modernização e na vanguarda tecnológica para se posicionar na linha da frente de um mercado pautado pela exigência.

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Gerida há mais de 30 anos pelos irmãos Jorge e José Pimenta, a empresa tem registado uma grande evolução e opera essencialmente no mercado internacional, pois cerca de 70% da sua produção é destinada a diversos mercados espalhados um pouco por todo o mundo. No entanto, a sua produção não satisfaz apenas o ramo automóvel. A Labina está presente na indústria da aeronáutica, na construção e na iluminação.

“A inovação é um dos pontos fortes da Labina que conseguiu redefinir o conceito de fundição. Estamos a falar de uma empresa de Braga que adopta a mais avançada tecnologia nesta área e que satisfaz sectores de vanguarda internacional e de grande exigência na qualidade dos seus produtos”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a visita às instalações da empresa, que decorreu esta Terça-feira, 14 de Junho, e que resultou na atribuição do título de Embaixador Empresarial.

Segundo o Autarca, são empresas como a Labina que “criam um efeito contagiante no mercado e estabelecem uma rede de parcerias muito proveitosa, beneficiando assim diversas empresas da Região”.

Com um volume de vendas a ascender a cerca de 11 milhões de euros no ano transacto, a Labina tem vindo a investir um milhão de euros por ano, com o objectivo de modernizar e dotar a empresa dos mais avançados meios tecnológicos do sector. A expansão das instalações é algo que está no horizonte da empresa e, segundo Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga, é neste campo que a Agência para a Dinamização Económica “pode desempenhar um papel crucial quer na intermediação com proprietários vizinhos, quer na identificação de outros espaços disponíveis para que essa expansão de realize atempadamente”.

Actualmente, a Labina conta com 94 colaboradores - um aumento de 30% em relação a 2015 -, e em Julho do próximo ano espera ter nos seus quadros 130 colaboradores devidamente qualificados. No entanto, esta é uma das grandes dificuldades da empresa, uma vez que não existe formação académica ou profissional especializada nesta área.

Sobre esta matéria, Ricardo Rio referiu que o Município e a InvestBraga “já tinham identificado esta necessidade há bastante tempo”. Por isso, e com o apoio do IEFP, a Câmara de Braga “tem desenvolvido projectos pioneiros a nível nacional no sentido de requalificar e ajustar a formação de recursos humanos, satisfazendo a forte procura das empresas nestas áreas”, concluiu o Autarca.

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AUTARCAS LIMIANOS VISITAM EMPRESA TRANSFORMADORA DE CARNES

Ponte de Lima - Visita de Trabalho à Carsiva – Unidade industrial de Carnes -

No âmbito de um conjunto de iniciativas de apoio ao tecido empresarial do concelho, o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Engº Victor Mendes, acompanhado pelo Vereador Engº Vasco Ferraz visitou a Carsiva – Entreposto Comercial de Carnes, instalada em Fontão.

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A empresa que surgiu em 1994, inaugurou as atuais instalações em 2009 e emprega 60 funcionários, é representante exclusiva de várias raças de Denominação de Origem Protegida (DOP).

Integrada no maior grupo agroalimentar da Península Ibérica (Grupo Vall Companys) a Carsiva oferece um sistema de produção totalmente verticalizado, garantindo um sistema de rastreabilidade desde a origem até ao cliente.

Desde 2014 que esta empresa Limiana é um dos principais fornecedores em Portugal de uma das maiores cadeias mundiais de restaurantes de fast food - (McDonald´s), tendo sido recentemente aprovada a sua homologação para exportação de carne para o mesmo grupo, em Israel. “Este é mais um passo gigante da nossa empresa” revelou Alcides Silva, Presidente do Concelho de Administração da Carsiva, que adiantou ainda que a empresa faturou o ano transato, 26 milhões de euros, e prevê “este ano atingir os 28 milhões”.

“Esta é uma empresa de referência do país, inovadora e de qualidade” sustentou o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima. O autarca revelou que é “com satisfação que acompanhamos o empenho e a dedicação de empresários que são um exemplo, da nossa parte congratulamo-nos e procuramos apoiar este empenho e dedicação dos empresários do nosso concelho.”

Segundo o Edil, ao Município “cabe-nos alavancar estruturas que criem as condições para a instalações de novas empresas e que consolidem as existentes, gerando riqueza e criando emprego.”

O Município de Ponte de Lima concede benefícios fiscais às empresas do concelho, no sentido de criar condições de maior atratividade para a instalação de empresas no concelho, bem como, garantir uma melhor qualidade de vida e promover o desenvolvimento económico da região.

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EMPRESA DE CERVEIRA RECEBE DISTINÇÃO INTERNACIONAL

Autarquia felicita Gestamp Cerveira por mais uma distinção internacional

Pelo terceiro ano consecutivo, a Gestamp de Vila Nova de Cerveira foi premiada na categoria de ‘Melhores Fábricas de Fornecedores’, durante a 12ª Cerimónia Mundial de Premiação dos Fornecedores promovida pelo Grupo PSA. Autarquia congratula-se com reconhecimento público que prestigia a empresa e honra o concelho.

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“Trata-se de uma distinção importante e que incentiva o contínuo desenvolvimento empresarial do concelho”. É desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira reage ao prémio atribuído pelo Grupo PSA à Gestamp Cerveira. Fernando Nogueira considera que este “‘selo de reputação’ reconhece o papel que o tecido empresarial tem no desenvolvimento da economia local e na criação da riqueza, representando um incentivo para todas as empresas sediadas em Vila Nova de Cerveira”. “Cada uma, à sua medida, tem dado um forte contributo na criação de bem-estar económico-social”, destacou o autarca.

No passado dia 24 de maio, por ocasião do Supplier Day (Dia do Fornecedor), o Presidente Mundial do Grupo PSA, Carlos Tavares, e o Diretor Mundial de Compras, Yannick Bézard, premiaram os fornecedores pelo seu desempenho e pela qualidade com que responderam às expectativas do Grupo PSA.

Desta forma, na categoria das “Melhores Fábricas dos Fornecedores”, este ano foi recompensado o desempenho de 79 unidades industriais (cerca de 5% da carteira de fornecedores do Grupo) pela sua excelência industrial, com destaque para uma congratulação especial a seis fábricas de fornecedores que receberam este prémio pelo terceiro ano consecutivo, entre elas a Gestamp de Vila Nova de Cerveira, a única empresa portuguesa.

O Prémio “Melhores Fornecedores” promovido anualmente pelo Grupo PSA é encarado como uma oportunidade para reafirmar a importância estratégica da relação com os fornecedores na execução d o plano de crescimento rentável da empresa.

FAMALICÃO ESTÁ NA VANGUARDA DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E METALOMECÂNICA

40 anos de saber-fazer na indústria metalomecânica e elétrica. Electro Instaladora de Bairro assinala aniversário com modernização e integra desde hoje o roteiro Famalicão Made IN

Conhecer a Electro Instaladora de Bairro é entrar no universo da robótica e da tecnologia de última geração. A empresa instalada em Bairro há já 40 anos – completa-os na próxima quarta-feira, dia 1 de junho – “contribui para que o sector da metalomecânica tenha um peso cada vez mais significativo na economia de Vila Nova de Famalicão” e é “um exemplo notável de longevidade e vitalidade de uma sociedade”.

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Quem o afirma é o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Paulo Cunha cumpriu hoje mais uma etapa do roteiro Famalicão Made IN com uma visita à Electro Instaladora de Bairro, fundada em 1976 por quatro sócios e amigos: José Maria Paiva, José Carlos Pereira, António Pereira e Vasco Pereira. A sucessão, familiar, está entretanto em curso e hoje a empresa conta também com a presença diária da segunda geração dos fundadores.  

Esta história de quatro décadas orgulha António Pereira, um dos ‘patriarcas’, ao ponto de afirmar que a Electro Instaladora de Bairro “produz com qualidade o que outras não capazes”. E concretiza: “Somos especialistas no fabrico de quadros elétricos para todo o tipo de instalações industriais e telecomunicações, apresentando soluções customizadas e tecnologicamente avançadas”, que estão espalhados um pouco por todo o país e que chegam também ao estrangeiro.

Por exemplo, muitas das antenas retransmissoras das operadoras de telecomunicações têm como coração um quadro elétrico com a chancela da Electro Instaladora de Bairro. Quase tudo o que produz é para clientes nacionais que depois colocam os produtos da empresa famalicense em vários países.  

Nos últimos anos o investimento realizado andou próximo dos 4,5 milhões de euros e destinou-se à duplicação da área de produção, agora com 7 mil metros quadrados. Aliás, a aposta na modernização da capacidade instalada em infraestruturas e tecnologia “tem sido decisiva para a afirmação da Electro Instaladora de Bairro no contexto nacional e internacional”, aponta o mesmo responsável.

Com 56 colaboradores, a Electro Instaladora de Bairro fechou o ano de 2015 com 3 milhões de euros de volume de negócios.

Da parte de Paulo Cunha, palavras elogiosas: “A Electro Instaladora de Bairro é uma empresa dinâmica, que aposta na inovação e na modernização. Tem uma estrutura societária estável e coesa e, muito bem, está a preparar o futuro com a presença da segunda geração”.

Algo que também a distingue é a responsabilidade social. “Esta empresa não é um corpo estranho neste meio, pelo contrário, faz parte dele e até o contagia para que a comunidade cresça”, rematou o autarca.

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EMPRESA DE FAMALICÃO DESTACA-SE NO SECTOR AGROALIMENTAR

Seara prepara novos investimentos para afirmar-se como um dos gigantes do agroalimentar

Visita do Presidente da Câmara às Carnes Seara, segunda-feira, 23 de maio, pelas 10h30, em Requião, na Rua de S. João de Pedra Leital, 847.

Foi sob a alvorada de abril de 74 que Francisco de Oliveira e Maria Leonor Seara realizaram o sonho de construírem uma unidade de abate e transformação de suínos. Nascia assim as Carnes Seara,  outro dos pesos-pesados do universo agroalimentar com sede em Vila Nova de Famalicão.

A seara prepara-se para crescer ainda mais

A Seara tem vindo a crescer de forma sustentada ao longo das últimas quatro décadas e decorrida apenas uma década sobre a inauguração das suas instalações mais recentes, os 19.000 m2 de área atual já se tornaram pequenos para o volume de produção esperado. Está assim na calha um novo pacote de investimentos para corresponder à trajetória evolutiva da empresa e que lhe permitirá alcançar uma maior margem de armazenamento e escoamento de produto acabado, como também uma maior visibilidade internacional e a intensificação da sua afirmação em Portugal.

A empresa ambiciona alargar a cota de mercado externo e pretende aumentar a produção em 20% num futuro próximo, sendo 15% desse volume em produtos novos. Pelo emprego direto e indireto que vai criar, a Câmara Municipal já declarou este investimento como de interesse municipal através do regulamento Made 2IN.

Os pormenores dos novos projetos da Seara vão ser conhecidos na próxima jornada do roteiro Famalicão Made IN, na segunda-feira, 23 de maio, pelas 10h30, com uma visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, à empresa situadana Rua de S. João de Pedra Leital, 847, em Requião, perto da Capela de S. João.

FAMALICÃO: RENOVÁVEIS DÃO NOVA ENERGIA À VISHAY

Empresa que produz condensadores de filme já integra o roteiro Famalicão Made IN

As energias renováveis e os veículos híbridos e elétricos corporizam a aposta de futuro da Vishay. A histórica empresa, nascida em 1969 como Rodersteisn, e a que muitos famalicenses estão ainda afetivamente ligados, posiciona-se agora nas tecnologias emergentes, nomeadamente nos veículos híbridos e elétricos, produzindo condensadores de filme tecnologicamente avançados, com alto valor acrescentado, para o mercado mundial.

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Perto de completar meio século de existência, a Vishay assume uma estratégia que lhe vai permitir ganhar robustez num mercado tão competitivo e que implicará “o reforço da capacidade produtiva e do número de colaboradores”, conforme avançou Vitor Morais, diretor executivo, esta manhã, na visita que o Presidente da Câmara Municipal realizou à empresa no contexto do roteiro Famalicão Made IN. 

O desenvolvimento de condensadores de filme foi sempre a principal força da Vishay. A mudança de paradigma no consumo de componentes eletrónicos, de que é exemplo a passagem dos aparelhos de televisão tradicionais para os atuais LCD, representou um duro golpe nas encomendas, obrigando a empresa a redirecionar a produção. Em 2007, beneficiando do know-how de quase cinco décadas, deu início ao desenvolvimento de uma nova de produtos para o mercado das energias renováveis.

Atualmente, a aposta nos veículos híbridos e elétricos configura uma oportunidade de ouro. “Dentro de dez anos cerca de 30 por cento da produção mundial destes veículos vai ter condensadores de filme. Por isso, vemos neste mercado com enorme potencial uma oportunidade para crescer. E isso trará novas oportunidades para o concelho e para a região”, enfatizou aquele responsável.

“A Vishay é uma força da região”, afirmou, por seu lado, Paulo Cunha, apontando-a como “um exemplo de longevidade, resiliência e visão estratégica”. “Ao fim de quase 50 anos já passou por alguns invernos, mas robusteceu-se e tem novos projetos que está muito empenhada em alicerçar e são muito bem-vindos”, assinalou.  

O Presidente da Câmara disse mesmo que “é muito importante que a comunidade conheça o bom exemplo que é a Vishay”.

A empresa surgiu em Calendário, Vila Nova de Famalicão, em 1969, com o nome do fundador, o alemão Joerg Roderstein. Em 1992/93 passou para as mãos da Vishay Inc., uma das líderes mundiais do mercado de componentes eletrónicos passivos, de capital americano.

Emprega cerca de duas centenas de pessoas e fatura 13 milhões de euros por ano.

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO BRACARENSE VISITA ITEC

Ricardo Rio visitou empresa no aniversário de uma década de actividade. ITEC é mais um caso de sucesso do empreendedorismo Bracarense

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, marcou presença no décimo aniversário da empresa Bracarense ITEC. Fundada em 2006, a ITEC é uma das maiores empresas de engenharia de automação industrial do sector automóvel do Distrito e um dos maiores fornecedores nacionais da Bosch Car Multimedia.

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A empresa, fundada por Carlos Rodrigues e Pedro Iglésias, antigos alunos da Universidade do Minho (UMinho), também apresenta soluções de engenharia, robótica e automação industrial e tem vindo a registar um forte crescimento, assente na procura de soluções inovadoras.

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“Trata-se de uma empresa que demonstra bem aquilo que é o historial de sucesso do empreendedorismo Bracarense. Muitos empresários surgiram do contexto universitário e depois, com a ligação a sectores que fazem de Braga uma referência a nível nacional e internacional, como a electrónica ou a automação, conseguiram trilhar o seu caminho de sucesso”, referiu Ricardo Rio durante uma visita às instalações da empresa, localizadas na zona industrial de Frossos.

Com cerca de 30 colaboradores, a empresa apresenta uma perspectiva de crescimento muito significativa, passando de um volume de facturação de 100 mil euros no primeiro ano de actividade para cerca de seis milhões em 2016. A ITEC tem uma forte presença exportadora e já está a estudar a sua expansão para diversos mercados de relevo a nível internacional. “Este é um dos muitos exemplos que provam que ter grandes empresas internacionais, como a Bosch, sediadas em Braga, representa um enorme benefício para todo o tecido económico da Região, servindo muitas vezes de rampa de lançamento para outros mercados”, sublinhou Ricardo Rio.

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A ITEC tem apostado na criação de soluções tecnologicamente evoluídas e competitivas, respondendo às necessidades de mercado e fornecendo soluções completas de produção, ao mesmo tempo que aposta na formação e qualificação dos recursos humanos como um factor de distinção da empresa.

Um dos maiores desafios da ITEC é reforçar a sua posição no mercado nacional e internacional. A estratégia de crescimento da empresa passa por criar novas áreas de negócio, reforçar a sua actividade de I&D, criar produtos próprios e apoiar a criação de startups.

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PARTIDO PAN PEDE REVOGAÇÃO IMEDIATA DE TODOS OS CONTRATOS COM EMPRESAS PETROLÍFERAS

- Se estes contratos forem concretizados, no próximo Verão estaremos na praia a ver plataformas de prospeção de petróleo no mar

- Pede investimento em energias alternativas, limpas e renováveis com menores impactos ambientais

O PAN – Pessoas – Animais – Natureza deu entrada hoje na Assembleia da República de um projeto de resolução que recomenda ao Governo a revogação imediata de todos os contratos para a concessão de direitos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo.

Em 2005 iniciaram-se negociações entre o Estado Português e diversas empresas petrolíferas. Estas negociações vieram a culminar com a celebração de quinze contratos para a concessão de direitos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo em território português.

Apesar dos elevados impactos socio-ambientais, os portugueses nunca foram chamados a serem ouvidos. Houve sempre um determinado secretismo à volta das negociações e respetivos contratos. Apesar de todos os constrangimentos, os portugueses têm-se manifestado contra a prospeção e exploração de petróleo em Portugal, deixando claro que não o querem e que percebem o impacto que esta exploração terá no ambiente e na economia.

Uma das áreas económicas mais afetadas será o turismo, que assume um papel estratégico no desenvolvimento do nosso país. Segundo dados da OMT – World Tourism Barometer, de Outubro de 2014, Portugal só no ano de 2013 atingiu 10 mil milhões de Euros em receitas provenientes do Turismo e a tendência tem sido para aumentar, sendo que metade dessas receitas é proveniente da região do Algarve. Segundo a mesma fonte, em 2014, as receitas turísticas cresceram mais de 12% em Portugal, um desempenho ímpar entre os principais concorrentes europeus: Espanha registou um crescimento de 4,2% nas receitas, enquanto o conjunto dos países do Mediterrâneo observaram uma subida de 3,5%.

Contas feitas, as explorações on-shore concessionadas no Algarve, projetam uma receita anual estimada de 1,5 mil M€ enquanto que a atividade turística da região já contribui com receitas da ordem dos 5 mil M€. Fica claro que o retorno financeiro deste negócio não é significativo face aos proveitos do turismo que o país poderá perder”, reforçou hoje no Debate Quinzenal com o Primeiro Ministro o Deputado André Silva do PAN.

EMPRESÁRIOS DO SETOR DO GRANITO “ENTRAM” NAS CANDIDATURAS AOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

Setor não foi contemplado como prioritário nas candidaturas aos fundos comunitários do Portugal 2020. Vários autarcas, entre os quais, Augusto de Oliveira Domingues, mostraram-se contrários à decisão e sensibilizaram o presidente da CCDRN, Emídio Gomes, para a sua inclusão. Feita a reavaliação, chegou a indicação que os empresários do setor também podem candidatar-se aos incentivos financeiros.

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Tendo sido constatado que o setor não tinha sido considerado relevante para o desenvolvimento regional, vários presidentes da região norte, entre os quais, o autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, reuniram com o presidente da CCDRN, Emídio Gomes, com o propósito de lhe fazer sentir que a não inclusão na estratégia regional implicaria dificuldades acrescidas para o desenvolvimento de um setor importante em vários municípios.

Naquela reunião, realizada em meados deste mês, o presidente da CCDRN, Emídio Gomes, mostrou-se sensibilizado perante os argumentos dos autarcas, prometendo proceder à reavaliação da questão. Agora chegou a indicação que os empresários do setor do granito também podem candidatar-se aos fundos comunitários do Portugal 2020.

Para Augusto de Oliveira Domingues, esta decisão revela bom senso e sentido de justiça: “O setor integra-se no desenvolvimento de vários municípios, potenciando a internacionalização e os níveis de empregabilidade. Todos os empresários devem ter as mesmas oportunidades para expandirem os seus negócios”

Além do autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, participaram naquele encontro, realizado na sede da CCDRN, representantes das localidades de Vila Pouca de Aguiar, Ponte de Lima, Valença, Vila Real, Mondim de Basto e Sabrosa. Com a presente decisão, os empresários do setor do granito, à semelhança dos demais, passam a ter condições “enquadráveis” para aceder aos incentivos comunitários.

BARCELOS PROMOVE ARTE DO TÊXTIL

“Tecer o Futuro: O desafio dos têxteis inteligentes e funcionais” junta alunos e empresários no Auditório Municipal na próxima Sexta-feira, dia 15 de janeiro, às 14h

São mais de 300 alunos inscritos na conferência "Tecer o Futuro: O desafio dos têxteis inteligentes e funcionais”, interessados no seu futuro e em ouvir empresários de sucesso do concelho de Barcelos. O setor têxtil estará em destaque, sexta-feira, dia 15 de janeiro, no Auditório Municipal, e poderá ser para estes jovens uma saída profissional.

Os alunos inscritos, portugueses e estrangeiros, vêm de diferentes universidades, escolas secundárias, cursos técnico-profissionais e terão a oportunidade de interagir com os responsáveis das empresas: Impetus Portugal – Têxteis, S.A., PR Têxteis, Barcelcom Têxteis, S. A., Flor da Moda - Confeções, S.A., Becri – Malhas e Confeções, Grupo Valérius.

A organização,  Escola Secundária de Barcelinhos, no âmbito do seu projeto Erasmus + - Matters of Matter: future materials in science education - em parceria com a Câmara Municipal de Barcelos, acredita que o discurso na primeira pessoa e a interação que pode ser criada, nesta iniciativa, dotará estes alunos de um conhecimento que nenhum livro ou universidade conseguirá.

CACHAPUZ NOMEADA EMBAIXADORA EMPRESARIAL DE BRAGA

A Cachapuz foi distinguida hoje, dia 15 de Dezembro, com o título de Embaixadora Empresarial de Braga. A iniciativa visa estimular o contributo da empresa para o desenvolvimento da economia local e divulgar as potencialidades do Concelho nos mercados externos.

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A Cachapuz integra o grupo italiano Bilanciai e é uma empresa pioneira no fabrico de equipamentos de pesagem e no desenho e implementação de soluções de software para pesagem industrial, assim como no controlo de processos industriais. A marca remonta a 1654, tendo a actividade industrial sido iniciada em 1920. Actualmente, a Cachapuz tem cerca de 60 colaboradores e um volume de negócios anual na casa dos quatro milhões de euros.

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Segundo Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, o Concelho tem um tecido económico ´bastante ecléctico´, sendo que o sector das balanças e das pesagens assume um peso relevante. “A Cachapuz é uma das empresas mais representativas desse sector e tem, hoje em dia, uma dimensão bastante considerável, com presença em vários pontos do mundo. O trabalho que efectuam é uma excelente demonstração para o exterior do potencial produtivo do Concelho”, referiu, enaltecendo o espírito inovador e a aposta no conhecimento e tecnologia que são ´imagens de marca´ da Cachapuz ao longo dos seus mais de três seculos de vida.

O Edil salientou também o carácter solidário da Cachapuz, que tem sido um importante parceiro do Município e da Cidade em projectos que demonstram a responsabilidade social da empresa.

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Por seu turno, Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga, realçou que o projecto ´Embaixador Empresarial´ tem-se revelado uma ajuda enorme naquilo que é a ambição de criação de um novo modelo de desenvolvimento económico. Sobre o Parque Industrial de Sobreposta, onde está instalada a Cachapuz, Carlos Oliveira garantiu que se trata de um dos locais mais visitados pelos investidores internacionais e que, com o apoio da CCDR-N, o objectivo é proceder a uma melhoria do mesmo.

Por fim, Graça Cunha Coelho, directora-geral da Cachapuz, afirmou que pretende representar Braga da melhor maneira nos vários pontos geográficos onde a empresa actua. “Temos uma Cidade jovem, com capacidade de atracção de investimento e onde as pessoas gostam de estar”, disse.

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EMPRESA DE COMPONENTES AUTOMÓVEIS ALARGA PRODUÇÃO E CRIA UMA DEZENA DE POSTOS DE TRABALHO EM MONÇÃO

Instalada no Parque Empresarial da Lagoa, a “Suido Automocion, Lda” adquiriu área global de 3460 metros quadrados para construção de novas instalações, de forma a aumentar a produção para os novos modelos da Peugeot e Citroen.

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A empresa “Suido Automocion, Lda”, instalada no Parque Empresarial da Lagoa e dedicada ao fabrico de componentes automóveis, adquiriu um lote de terreno com uma área global de 3460 metros quadrados naquele parque para instalação de uma nova unidade industrial.

O contrato de compra e venda entre a Câmara Municipal de Monção, representada pelo seu presidente, Augusto de Oliveira Domingues, e a “Suido Automocion, Lda”, representada por José Maria da Silva Sieiro, foi celebrado recentemente na Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Monção.

A construção da unidade industrial avança de imediato, estando previsto que, em pleno funcionamento, garanta uma dezena de postos de trabalho. De acordo com o Regulamento do Parque Empresarial da Lagoa, preferencialmente para naturais do concelho de Monção.

O presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, regista com agrado o interesse da “Suido Automocion, Lda” em alargar a sua produção no Parque Empresarial da Lagoa e sublinha que, num período relativamente curto, outras empresas seguirão o mesmo caminho.

“Estamos a fazer um esforço de atratividade da nossa zona empresarial, tornando-a mais apelativa para quem pretende investir neste espaço estruturante. O pórtico à entrada, em execução, é um exemplo. Neste momento, estamos em conversações adiantadas com alguns empresários. Teremos novidades para breve” adiantou.

A “Suido Automocion, Lda” é especialista na fabricação de todo o tipo de tubo metálico utilizado na indústria automóvel, fornecendo as fábricas da Peugeot e da Citroen. A qualidade dos seus produtos tem levado ao aumento sucessivo da sua produção e consequentemente à necessidade de investimento em novas instalações, equipamentos e pessoal.

MARISA MATIAS ENCONTRA-SE AMANHÃ COM OS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

A candidata á Presidência da República, Marisa Matias, desloca-se amanhã a Viana do Castelo para uma reunião com os trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo que recusaram aceitar a situação de despedimento e encerramento daquela unidade industrial.

A reunião terá lugar às 11:00 horas, no navio "Gil Eanes", ancorado na Marina Portuária de Viana do Castelo.

No dia seguinte, desloca-se a Barcelos a fim de apresentar os objetivos da sua candidatura, em sessão que terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal, pelas 21 horas. A seu lado estarão António Capelo, Catarina Martins e Pedro Soares.

AUTARCAS LIMIANOS VISITAM EMPRESA DE MOBILIÁRIO

Executivo Municipal de Ponte de Lima promove visita de trabalho a empresa especializada em mobiliário de madeira

Dando continuidade a um conjunto de iniciativas de apoio ao tecido empresarial do concelho, o Executivo Municipal irá visitar no próximo dia 19 de novembro às 10h00, a empresa Dream Argument que se encontra a laborar, desde 2014, na Freguesia de S. Pedro de Arcos (nas antigas instalações da Jamor Móveis).

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Estas visitas integram-se no contexto mais alargado do apoio que temos vindo a desenvolver junto dos empresários seja por via dos benefícios fiscais e criação de condições de atratividade, do desenvolvimento de infraestruturas de acolhimento de qualidade, da organização de ações informativas sobre os incentivos no âmbito do Portugal 2020, da procura de canais e redes de contacto que promovam a internacionalização dos seus negócios, da partilha e construção de plataformas on-line de apoio às empresas, da simplificação e acompanhamento dos processos administrativos e do apoio ao empreendedorismo local.

O conhecimento in loco das realidades empresariais e dos respetivos projetos de investimento, das dificuldades sentidas e das perspetivas de futuro, faz com que o Município possa aperfeiçoar ou mesmo encontrar novas formas de apoio com o objetivo de contribuir, na medida daquilo que são as suas competências, para a sustentabilidade e progresso do nosso tecido empresarial.

A Dream Argument é uma empresa de mobiliário de madeira em expansão, com especialidade em camas e estrados de madeira. Atualmente emprega cerca de 20 pessoas, perspetivando aumentar este número para 24 trabalhadores em 2016. A empresa exporta principalmente para o mercado europeu, tendo como principais mercados a Espanha, França e Itália.

GUIMARÃES DEBATE IMPORTÂNCIA DO SECTOR TÊXTIL

Conselho Consultivo do Presidente do Município de Guimarães reúne esta quinta-feira na UMinho. Encontro inclui debate sobre a importância do têxtil

Reunião trimestral inclui palestra sobre têxteis na Escola de Engenharia da Universidade do Minho. Depois do CCVF, AvePark, PIEP e Plataforma das Artes, o Presidente da Câmara de Guimarães promove novo encontro com empresários do concelho e da região.

“A importância dos cursos têxteis na economia nacional” é o tema da quinta reunião do Conselho Consultivo para o Investimento e Emprego, uma das propostas definidas por Domingos Bragança no último ato eleitoral. A sessão decorrerá esta quinta-feira, 19 de novembro, a partir das 16:45 horas, no Polo de Azurém da Universidade do Minho, em Guimarães.

O Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, e o Reitor da Universidade do Minho, António M. Cunha, farão o discurso de boas-vindas, a partir das 16:45 horas, na sala de reuniões da Escola de Engenharia. Uma hora depois, o programa contempla a realização de uma visita à Escola de Engenharia da Universidade do Minho, incluindo o Departamento de Engenharia Têxtil e o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil, bem como aos seus laboratórios.

Às 18:45 horas, decorrerá uma palestra no anfiteatro da sala B1.10, com a presença dos oradores João Monteiro, Presidente da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, Fernando Batista Ferreira, Diretor do Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil, Vítor Magalhães, em representação das empresas Fábrica de tecidos Vilarinho, Vermis e Petratex, José Alexandre Oliveira, em representação da Riopele, Mário Domingues, em representação da empresa Somelos, e Miguel Franco, Vice-Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã. No final, haverá um espaço reservado para a realização de um debate.

BRAGA COMEMORA 40º ANIVERSÁRIO DA ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DO MINHO

Ricardo Rio esteve no arranque das comemorações dos 40 anos da AIMinho. Braga é uma Cidade que se orgulha do seu tecido económico

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participou hoje, 7 de Novembro, no arranque das comemorações dos 40 anos da Associação Industrial do Minho (AIMinho).

Na cerimónia marcada pela homenagem às empresas fundadoras, Ricardo Rio referiu que Braga é uma Cidade que se orgulha dos seus empresários e do seu tecido económico, “um tecido muito diversificado, com empresas históricas, empresas inovadoras e pequenas e médias empresas que dão cartas nos respectivos sectores de actividade e que fazem desta uma região de excelência”.

O Autarca Bracarense considerou que o crescimento económico, a criação de emprego e a geração de riqueza são objectivos conseguidos com o espírito de iniciativa, coragem e capacidade de inovação dos empresários. “É graças ao vosso trabalho diário que hoje temos muita gente a usufruir de um rendimento, a trabalhar para o desenvolvimento da região e a fazer deste País, um País melhor”, referiu, notando que este esforço não pode ser posto em causa “apenas por caprichos pessoais, por questões de natureza partidária ou ideológica”.

Apesar da incerteza no plano político nacional, Ricardo Rio assegurou que dentro da esfera municipal a construção de um “amanhã melhor” vai prosseguir com base na parceria entre as entidades locais, em particular entre a Câmara Municipal, a InvestBraga e a AIMinho.

Segundo referiu, a AIMinho é um parceiro que “trabalha e que assume as suas responsabilidades” com projectos no domínio da inovação, da organização de feiras e congressos, da qualificação e valorização dos espaços de acolhimento empresarial. “Em todos esses domínios, a AIMinho tem estado sempre presente e tem lançado desafios contínuos, a dizer que temos que fazer mais”, afirmou, frisando a necessidade de existir uma “cultura de exigência para com as entidades públicas na desburocratização dos serviços municipais, na tramitação dos processos e no apoio aos projectos de investimento”.

No decorrer da cerimónia foram homenageados os fundadores da AIMinho, assim como os associados com 40 anos e com mais de 25 anos, em reconhecimento pelo seu mérito empresarial.

Na ocasião, o presidente da AIMinho, António Marques destacou a presença dos fundadores, “homens e mulheres de grande visão estratégica” que em 1975 foram capazes de lutar pela liberdade empresarial e pela iniciativa privada.

As comemorações dos 40 anos da AIMinho vão prolongar-se até 2016. Além de um concerto a realizar no Theatro Circo no primeiro trimestre do próximo ano, a AIMinho irá realizar um conjunto de sessões internas para pensar o futuro. Segundo António Marques, as conclusões deverão ser entregues no mês de Junho ao Governo.

ARCOS DE VALDEVEZ JUNTA EMPRESAS METALÚRGICAS E METALOMECÂNICAS

Transmetal Meetings: 14 e 15 de Outubro em Arcos de Valdevez

Mais de 40 empresas do setor metalúrgico e metalomecânico, situadas na euro-região Galiza e Norte de Portugal marcaram presença neste primeiro encontro

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O Centro de Exposições em Arcos de Valdevez acolhe entre ontem e hoje, 15 de outubro, o evento Transmetal Meetings 2015. Uma iniciativa organizada pelo AECT - Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galicia-Norte de Portugal, em parceria com a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, a IN.CUBO - Incubadora de Iniciativas Empresariais Inovadoras, a FELUGA - Federación Luso-Galaica de Industriales Metalúrgicos, a AIMMAP - Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal e a ASIME - Asociación de Industriales Metalúrgicos de Galicia.

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Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal e da In.Cubo, João Manuel Esteves, fez questão de enfatizar a importância deste encontro, dada a necessidade de “ir à conquista de novos territórios e novos mercados”.

“O “Transmetal” é uma iniciativa de louvar porque permite aproximar as empresas e entidades que se unem para promover um setor que é vital no País. Este setor de atividade cria emprego e tem um peso enorme no PIB”, disse, adiantando ser necessário “unir esforços, dinamizar a rede de empresas para melhorar a inovação, a produtividade e a competência.”

Segundo o autarca, a “Galiza e o norte de Portugal com este tipo de iniciativas, podem colher frutos, reforçando a sua interatividade e união, de forma a fazerem frente e aumentarem os seus rendimentos.

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Relativamente ao caso arcuense referiu que Arcos de Valdevez está no centro de uma euro região, tem ótimas acessibilidades, desde vários aeroportos, portos de mar e muito em breve o TGV perto. Tem Parques Empresariais devidamente infraestruturados, com rede de fibra optica e gás natural e ainda os incentivos dados pela Câmara Municipal no âmbito da isenção de derrama e das reduções do IMI, IMT, bem como terrenos industriais a preços simbólicos e majorações por estar situada numa região de baixa densidade. Para além destas questões afiançou que Arcos de Valdevez tem um conjunto de parceiros, que apoiam as empresas na sua criação, instalação e financiamento, bem como nas suas pretensões em dar um passo à frente.”

“A Região merece e as empresas também”, rematou.

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Este evento tem como objetivo apoiar as empresas do setor metalúrgico e metalomecânico, situadas na euro-região compreendida entre a Galiza e o Norte de Portugal, com vista a um maior aprofundamento na relação entre estes dois mercados fronteiriços, o desenvolvimento e análise de oportunidades de negócio, e de colaboração conjunta com empresas, associações ou potenciais clientes de ambos os lados da fronteira.

Até hoje decorrerão Encontros B2B & Networking, Exposição de Inovação e Demonstração das Novas Tecnologias de Additive Manufacturing, Robótica e Automatismos, conferências de alto nível e atividades diversas que favorecem a aproximação entre as empresas do setor metalúrgico e metalomecânico destas duas regiões estratégicas e áreas de atividade com requisitos e oportunidades específicas.

Mais uma iniciativa de promoção do desenvolvimento económico que promove as empresas, bem como os Parques Empresariais disponibilizados na região e o conjunto de benefícios que as empresas podem usufruir se se instalarem ou expandirem na mesma.

Com esta política, a Câmara Municipal e os parceiros pretendem dinamizar a atração do investimento, criar emprego e gerar rendimento.

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CRISTIANO RONALDO APRESENTA COLEÇÃO DE CALÇADO EM GUIMARÃES

Cristiano Ronaldo em Guimarães apresentou coleção de calçado na Plataforma das Artes. Na ocasião, decorreu desfile de moda com a presença da imprensa nacional e internacional

Linha de modelos premium na apresentação da coleção outono/inverno. «Hoje, é um dia muito feliz. Espero que este projeto possa crescer cada vez mais. Estar em Portugal e em Guimarães é a cereja no topo do bolo», referiu CR7, no final do desfile.

O internacional português Cristiano Ronaldo apresentou em Guimarães, na Plataforma das Artes e da Criatividade, esta segunda-feira, 05 de outubro, a sua mais recente coleção da linha CR7 Footwear, composta por 35 modelos diferentes. O jogador de futebol foi a estrela do exclusivo desfile de moda realizado numa cidade histórica, proporcionando a perfeita junção da sua tradição e da modernidade do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, local de algumas das mais icónicas instalações e exposições de arte.

Numa cerimónia presenciada pelo Presidente do Município de Guimarães, Domingos Bragança, e pelo empresário Jorge Mendes, o momento alto do evento, apresentado pela manequim Diana Pereira, deu-se quando Ronaldo, desfilando ao lado de alguns dos melhores modelos masculinos portugueses, mostrou alguns dos seus estilos preferidos, tendo-se seguido o momento de inaugurar a sua instalação de sapatos, onde o calçado é exposto como obra de arte.

«É uma honra poder lançar a minha nova coleção no meu país natal. Cada par é feito à mão em Portugal, por alguns dos mais talentosos artífices desta arte. A escolha da cidade de Guimarães, tão histórica e onde muito dos sapatos são feitos, é também algo que me agrada muito. Com a CR7 Footwear, é tudo acerca de estilo. Por isso quis criar uma apresentação de moda, com o foco nos próprios sapatos. A apresentação demonstrou como se pode usar cada modelo e a instalação foi o melhor modo de mostrar cada peça individualmente, de um modo inovador. E neste Centro onde tantos artistas consagrados já expuseram as suas obras… é fantástico estar aqui hoje», afirmou Cristiano Ronaldo.

Sobre a coleção, revelou que o objetivo passou por «criar modelos clássicos, intemporais e que possam ser usados em qualquer ocasião, mas sempre com um toque irreverente, um detalhe que faça a diferença», referiu, enquanto Saraiva Gonçalves, da Portugal Footwear, destacou o desenvolvimento da coleção. «Trabalhar em colaboração com Cristiano Ronaldo foi tão ou mais maravilhoso como se este fosse o nosso primeiro projeto. A paixão, os pedidos, as opiniões e o nível de exigência fazem-nos querer melhorar a cada dia e sentimos que esta é a melhor parceira que poderíamos ter feito. Juntos, fazemos a equipa perfeita».

Domingos Bragança, Presidente da Câmara Municipal, enalteceu o facto de Guimarães ter sido palco de um evento de «projeção mundial, com o melhor jogador de futebol do Mundo, que escolheu a Plataforma das Artes e da Criatividade para promover uma iniciativa de requinte, com muita qualidade e elevado valor mediático, o que prestigia os vimaranenses e todos os portugueses. Guimarães é um dos concelhos de referência no calçado e a realização deste evento na Plataforma das Artes demonstrou isso mesmo», disse o responsável pelo Município.

ARCOS DE VALDEVEZ ACOLHE ENCONTRO DO SECTOR METALÚRGICO DA GALIZA E NORTE DE PORTUGAL

Transmetal Meetings 2015 em Arcos de Valdevez em 14 e 15 de Outubro

O Centro de Exposições em Arcos de Valdevez vai receber nos próximos dias 14 e 15 de Outubro, o evento Transmetal Meetings 2015. Uma iniciativa organizada pelo AECT - Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galicia-Norte de Portugal, em parceria com a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, a IN.CUBO - Incubadora de Iniciativas Empresariais Inovadoras, a FELUGA - Federación Luso-Galaica de Industriales Metalúrgicos, a AIMMAP - Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal e a ASIME - Asociación de Industriales Metalúrgicos de Galicia.

Este evento tem como objetivo apoiar as empresas do setor metalúrgico e metalomecânico, situadas na euro-região compreendida entre a Galiza e o Norte de Portugal, com vista a um maior aprofundamento na relação entre estes dois mercados fronteiriços, o desenvolvimento e análise de oportunidades de negócio, e de colaboração conjunta com empresas, associações ou potenciais clientes de ambos os lados da fronteira.

Ao longo deste iniciativa decorrerão Encontros B2B & Networking, Exposição de Inovação e Demonstração das Novas Tecnologias de Additive Manufacturing, Robótica e Automatismos, conferências de alto nível e atividades diversas que favorecem a aproximação entre as empresas do setor metalúrgico e metalomecânico destas duas regiões estratégicas e áreas de atividade com requisitos e oportunidades específicas.

Mais uma iniciativa de promoção do desenvolvimento económico que envolve as empresas, bem como os Parques Empresariais disponibilizados na região e o conjunto de benefícios que as empresas podem usufruir se se instalarem ou expandirem na região.

Com esta política, a Câmara Municipal e os parceiros pretendem dinamizar a atração do investimento, criar emprego e gerar rendimento.

Para participar nesta iniciativa deverá efetuar a inscrição aqui.

FUTURO DO SECTOR AUTOMÓVEL DESENVOLVE-SE EM BRAGA

Veículos autónomos serão realidade em breve

O futuro da indústria automóvel está a ser desenvolvido em Braga. O Autódromo Internacional de Braga tem sido o palco, ao longo dos últimos meses, de diversos testes industriais que a CTAG, empresa Espanhola de desenvolvimento de autonomização de veículos automóveis, tem vindo a desenvolver na área da circulação de veículos automóveis sem condutor.

A sessão de apresentação desta nova tecnologia, em Braga, contou com a presença do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Emídio Guerreiro, e do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio.

O autarca Bracarense mostrou-se particularmente satisfeito por Braga ser a escolha para o desenvolvimento de uma tecnologia que, em breve, será aplicada a automóveis que circularão em todo o mundo.

Para Ricardo Rio "daqui poderemos potenciar o carácter exportador de conhecimento, de ciência e de tecnologia. Estes testes, agora desenvolvidos e projectados, permitem-nos trazer até Braga os principais construtores mundiais do sector automóvel, mostrando-lhes toda a nossa capacidade quer ao nível de infra-estruturas, quer ao nível do desenvolvimento e know-how".

O Autarca acentuou, também, a importância dos processos de reconversão dos equipamentos e infra-estruturas existentes em Braga em valor económico, como é o caso do Autódromo Internacional de Braga. Aproveitando a ocasião, Ricardo Rio anunciou que o novo Plano Director Municipal de Braga contempla a criação de uma área industrial junto ao complexo desportivo KIB, onde se localizam o autódromo, o kartódromo e o aeródromo destinada exclusivamente à instalação de empresas de desenvolvimento do sector automóvel e aeronáutica.

A CTAG, empresa espanhola que desenvolve a tecnologia de autonomização de veículos para as principais marcas mundiais de automóveis escolheu Braga para o desenvolvimento desta tecnologia "por fruto da proximidade que esta localização nos permite ter com o extraordinário tecido empresarial desta região e pelas condições de excelência que este Autódromo Internacional nos proporciona", explicou o CEO da CTAG, Francisco Sanchez.

A circulação de veículos automóveis sem condutor será, de acordo com o especialista, uma realidade muito em breve, "sendo que as tendências do sector automóvel apontam "inevitavelmente para este caminho", explicou, acrescentando que "dados estatísticos sobre a sinistralidade rodoviária em todo o mundo evidenciam que 90% dos acidentes rodoviários ocorrem por erro humano, daí cada vez mais, as principais marcas automóveis estão decididas a apostar nesta tecnologia", referiu.

O Autódromo Internacional de Braga foi também o local escolhido pela Peugeot para a apresentação mundial do seu mais recente modelo o Peugeot 308 GTI. Ao longo das próximas três semanas, a marca francesa apresentará em Braga, a centenas de convidados oriundos de todo o mundo, o seu mais recente modelo desportivo, ficando a cidade de Braga intimamente ligada a este modelo da Peugeot.

BRAGA DESENVOLVE TECNOLOGIA PARA AUTOMÓVEIS SEM CONDUTOR

O KIB - Autódromo e Kartódromo Internacional de Braga apresenta na próxima Sexta-feira, dia 18 de Setembro de 2015, pelas 14h45, nas instalações do KIB, em Palmeira, Braga, o mais recente projecto tecnológico desenvolvido em Braga para a Indústria Automóvel.

O projecto de desenvolvimento de testes Industriais de Tecnologia de Condução Automática de Veículos Automóveis (veículos sem condutor), que estão a ser realizados por uma Empresa Espanhola, no Autódromo Internacional de Braga, para as principais Marcas Europeias de construção Automóvel, será apresentado na presença do secretário de Estado do Desporto e da Juventude, Emídio Guerreiro e do Presidente da Câmara Municipal de Braga, Dr. Ricardo Rio.

Na ocasião serão de igual modo abordadas outras iniciativas que o Complexo Desportivo Motorizado KIB em Braga, acolherá nos próximos meses, nomeadamente apresentações mundiais de marcas automóveis.

A apresentação dos principais vectores do impacto da Rampa Internacional da Falperra na Região e País serão igualmente tema desta sessão pública.

EMPRESA DE CELORICO DE BASTO RECEBE PRÉMIO TÂMEGA E SOUSA EMPREENDEDOR

A empresa Tempero do Planalto de Celorico de Basto foi a grande vencedora do prémio Tâmega e Sousa Empreendedor - onde as ideias se concretizam na vertente “novas empresas inovadores”. O prémio foi entregue ontem, 23 de julho, após decisão do júri.

“Este prémio é sinal de que a aposta no empreendedorismo é o caminho certo para conseguirmos dinamizar de forma consistente o tecido empresarial. Os nossos empresários têm consciência da importância de ser inovador para fazer face a esta apatia económica que se tem feito sentir neste país. Procurar novos nichos de mercado e novas oportunidades de negócio é o caminho a seguir,” salientou o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, presente na cerimónia de entrega dos prémios.

A empresa Tempero do Planalto foi criada há menos de três anos estando agora a produzir todos os ingredientes com os quais confeciona polpa de frutos silvestres. Produtos produzidos de forma inovadores que terá por certo, o seu lugar no mercado.

Este prémio resulta na aposta feita pela comunidade intermunicipal do Tâmega e Sousa para “dinamizar o tecido empresarial da região e na cultura empreendedora dos seus habitantes”.

ESCOLA DE PAREDES DE COURA CRIA LINHA PARA EMBALAR COMPOTAS

Alunos da EPRAMI com projeto nomeado para o prémio ‘Ciência na Escola’ da Fundação Ilídio Pinho

Chama-se ‘CrowdTech’ e é nada mais nada menos que uma pequena fábrica para embalar compotas, criada como prova de aptidão profissional pelos 18 alunos finalistas do curso de Técnico de Mecatrónica da Escola Profissional do Alto Minho Interior (EPRAMI), em Paredes de Coura.

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O Projeto ‘CrowdTech’ foi nomeado para o prémio ‘Ciência na Escola’ da Fundação Ilídio Pinho e dispõe de particularidades que lhe permitem ser um caso de sucesso junto dos produtores locais: um separador de sabores garante que cada caixa contenha uma compota de cada sabor; o enchimento de proteção garante que as compotas estejam protegidas; a estampagem assume a rotulagem correta do produto; o acondicionamento agrega a caixa com as compotas com três sabores distintos; o transporte e armazenamento controla o trânsito dos produtos dentro da linha.

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Este projeto tem por objetivo agilizar a adoção de tecnologia industrial por parte das microempresas. Visa o desenvolvimento de uma pequena fábrica de embalamento de compotas regionais, originárias do concelho de Paredes de Coura, completamente automatizada, que seja de utilização partilhada pelos produtores locais e constitua um mostruário tecnológico de promoção para a adoção de tecnologia partilhada, sem contudo desvirtuar os produtos regionais associados.

Com a apresentação das Provas de Aptidão Profissional do curso Técnico de Mecatrónica, realizada em 30 de junho, foi possível constatar o entusiasmo manifestado pelos avaliadores externos: “o projeto apresentado é muito próximo da realidade envolvente da indústria do Alto Minho”, reconheceu Ricardo Rodrigues, da GESTAMP, destacando também “a importância do reaproveitamento do material cedido pela sua empresa para a realização destas provas”.

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Por sua vez, Arlindo Afonso, da TRW Automotive, salientou que “90% da sua equipa de trabalho é constituída por alunos formados na EPRAMI”, acrescentando que esta escola profissional “é uma salvaguarda do funcionamento das próprias indústrias enquanto pilar de formação de qualidade”.

Uma ideia reforçada por Pedro Cruz, representante das Águas do Noroeste, que ressalvou a importância de empregar “técnicos qualificados e em particular formados na EPRAMI. A empresa leva já um destes alunos para o seu departamento de manutenção que inicia funções no mês de julho”. Também a vereadora Maria José Moreira, da Câmara de Paredes de Coura, sublinhou a abertura da escola à comunidade: “sobretudo esta tentativa de estabelecer pontes entre os nossos produtores, as nossas tradições, os nossos produtos e a tecnologia desenvolvida pelos alunos aqui na escola profissional", concluiu.

O curso de Técnico de Mecatrónica da EPRAMI terminou a sua formação com um sucesso notável. Vinte e sete por cento dos alunos antes mesmo de acabar o curso estavam já contratados pela indústria da região, permitindo constatar que o curso tem uma empregabilidade muito elevada, não havendo alunos formados na EPRAMI na área da Mecatrónica sem emprego. Dos restantes, 27% optaram por prosseguir estudos para o Ensino Superior.

Poderão aceder ao vídeo de apresentação do ‘CrowdTech’ através do seguinte ‘link’: https://www.youtube.com/watch?v=vYt_KaYFQNU

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BOSH DESENVOLVE TECNOLOGIA DO FUTURO A PARTIR DE BRAGA

Empresa prevê criar mais mil postos de trabalho até 2020

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, acompanhou esta Segunda-feira, 29 de Junho, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, numa visita que o governante realizou às instalações da Bosch Car Multimedia Portugal, sediadas em Braga, no âmbito do encerramento da primeira fase do projecto Human Machine Interface Excellence (HMIExcel), uma parceria entre a Bosch e a Universidade do Minho, que visa o desenvolvimento e produção do futuro conceito de mobilidade no sector automóvel.

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O projecto, que teve o seu início há dois anos representa um investimento de 19 milhões de euros, resultando em 14 projectos e dez patentes registadas no desenvolvimento do ‘cockpit do futuro’, envolvendo cerca de 300 pessoas. A parceria prevê, para os próximos três anos, um investimento de 56 milhões de euros na evolução de 38 novos projectos, sendo que a empresa alemã, sediada em Braga, aposta na contratação de mais mil colaboradores até 2020.

Este foi um dado enaltecido por Ricardo Rio, lembrando que Braga tem sido, neste particular, ‘fonte de boas notícias e de sinais de esperança no futuro’. “Do ponto de vista económico, os indicadores de redução do desemprego, de criação líquida de novos postos de trabalho e de atracção de investimento, de projectos que ajudem ao desenvolvimento do território, Braga tem tido um papel notável nas diversas áreas de actividade”, referiu.

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Lembrando as palavras do primeiro-ministro numa recente visita à capital do Minho, em que Pedro Passos Coelho afirmou que “era importante que o País soubesse acompanhar a ‘pedalada’ de Braga”, o Autarca afirmou que este o projecto HMIExcel, “é uma das muitas comprovações de uma estratégia que está delineada entre todos os agentes do território e que passa por aproveitar os muitos recursos que Braga tem para oferecer”, destacando, neste particular, a Universidade do Minho e a Bosch, “um dos principais agente económicos de Braga” e que tem tido uma postura de “grande interacção com a comunidade Bracarense”.

O projecto já tinha sido ‘apadrinhado’ pelo primeiro-ministro no início do processo. Agora, passados dois anos, Pedro Passos Coelho mostrou a sua satisfação por “testemunhar o sucesso do projecto e a renovação dessa ambição para o futuro próximo”. “A economia nacional precisa de beneficiar muito da inovação e da melhoria de qualidade do seu capital humano e o Governo está empenhado em apoiar projectos que, como este, são uma clara mais-valia para o desenvolvimento do nosso País”, referiu, acrescentando que “parcerias entre empresas sólidas e globais como a Bosch e instituições dinâmicas como a Universidade do Minho, são um exemplo que deve ser repercutido em todo o território nacional”.

Por seu turno o reitor da Universidade do Minho, António Cunha, referiu que este é “um projecto fantástico com muita ambição e que constitui um desafio para as duas partes, com o objectivo de moldar o futuro e ser uma referência na área tecnológica a nível mundial”.

Já Sven Ost, administrador da Bosch, referiu que este é um “momento muito especial” para a empresa, para a Universidade, para a Região e para todo o País, no reconhecimento de “um dos mais ambiciosos projectos de investigação e desenvolvimento tecnológico alguma vez realizado em Portugal e considerado de interesse estratégico nacional”, agradecendo todo o apoio do Governo Português na concretização do projecto HMIExcel.

A empresa continua a olhar para a Bosch em Braga “como uma localização competitiva para as actividades de desenvolvimento e produção”, sustentando que com este projecto a empresa alemã tem “contribuído activamente para a construção da boa reputação da tecnologia desenvolvida e produzida em Portugal, e exportada a nível mundial”, concluiu.

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GALIZA: FERROL DESCE À RUA EM DEFESA DOS ESTALEIROS NAVAIS

Convocam em Ferrol manifestaçom em defesa do setor naval

A CIG chama a cidadanía de Ferrolterra a participar na manifestación convocada para o domingo 10 de maio en defensa do naval.

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A protesta, convocada polos Comités de Navantia e a industria auxiliar, sairá ás 12:00 horas do Inferniño

A CIG fai un chamamento a toda a cidadanía de Ferrolterra a participar na manifestación convocada polos Comités de empresa da Navantia e da industria auxiliar en defensa do sector naval, o vindeiro domingo 10 de Maio, ás 12 horas, con saída dende o Inferniño.

A Unión Comarcal da CIG asevera que é o momento de que a cidadanía de Ferrolterra se rebele, e diga "non á inxustiza histórica que coa nosa comarca, e en especial co sector naval, estamos a padecer por parte dos distintos gobernos do Estado, coa compracencia do Goberno da Xunta de Galiza".

A este respecto, o voceiro comarcal, Manel Grandal, anima a amosar na rúa o vindeiro domingo a realidade que está a padecer a comarca, "botando abaixo as continuas mentiras e a falsa propaganda que o PP introduce continuamente na opinión publica".

O responsábel comarcal lembra que é preciso demandar carga de traballo para o sector naval e esixir que pare a sangría que a comarca sofre, "abocada á morte por inanición". O próximo domingo hai que saír á rúa, conclúe "porque sen carga de traballo no sector naval e imposíbel falar da tan necesaria reindustrialización da nosa comarca"

Fonte: http://www.diarioliberdade.org/

COMUNISTAS CONTESTAM POSIÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA RELATIVAMENTE AOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

ENVC: PCP repudia posição da Comissão Europeia e atitude de capitulação do governo português

Fundamentação da posição assumida relativamente aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo

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Face à nota de imprensa da Comissão Europeia, em que esta considera ilegal o investimento do Estado português nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) no valor de 290 milhões de euros, realizado entre os anos de 2006 e 2011, intima a ENVC, S.A a devolver esse montante e isenta explicitamente o actual concessionário (WestSea), o PCP considera o seguinte:

1- Trata-se em primeiro lugar de uma inaceitável ingerência da União Europeia na soberania do Estado português e no seu inalienável direito de decidir sobre a defesa, valorização e desenvolvimento dos seus sectores e empresas estratégicas. Uma posição que deve ser veementemente rejeitada e que evidencia o papel da UE como estrutura ao serviço dos monopólios e que confirma a deliberada intervenção das instituições europeias no processo de desmantelamento do aparelho produtivo de países como Portugal.

2- A reacção do governo português a esta notícia, pela voz do Ministro Aguiar Branco - que não só não questionou esta inaceitável posição da Comissão Europeia, como é seu direito e dever, como ainda procurou justificar, com esta decisão, o criminoso processo de liquidação dos Estaleiros e da sua entrega aos grupos Martinfer e Navalria - constitui mais uma demonstração de completa submissão do Governo perante a União Europeia, de abdicação da defesa dos interesses nacionais e de absoluto desprezo pelo aparelho produtivo nacional e o sector da construção naval.

3- Ao contrário do que o governo e a União Europeia afirmam, o apoio do Estado português a empresas públicas estratégicas não só não constitui qualquer ilegalidade, como, tal como o PCP sempre defendeu, a obrigação do Governo era a da manutenção desta empresa e o seu desenvolvimento no âmbito do sector empresarial do Estado.

As posturas da Comissão Europeia e do próprio Governo deixam ainda bem claro a sua política de dois pesos e duas medidas: máxima restrição e tentativa de impedimento nos apoios dados a empresas públicas, particularmente dos países mais fragilizados da UE; milhares de milhões de euros para as grandes multinacionais por via dos orçamentos dos Estados-Membros com volumosos benefícios fiscais, dos fundos comunitários e de outros recursos públicos.

4- O PCP reclama do governo português uma atitude de firme e enérgica contestação a esta anunciada decisão – tal como vários outros Estados-Membros, perante situações idênticas, fizeram no passado - não admitindo qualquer tipo de devolução dos valores entregues e levando a contestação à decisão da Comissão Europeia até às últimas consequências. Não sendo ainda conhecida a decisão integral da Comissão Europeia nem a sua fundamentação, os deputados do PCP no Parlamento Europeu dirigiram hoje mesmo por escrito à Comissão Europeia um conjunto de questões a este respeito.

O PCP reafirma a necessidade do Estado português recuperar o controlo público dos ENVC, colocando-o ao serviço da economia nacional, criando emprego, promovendo a construção naval respondendo a necessidades do País e a encomendas estrangeiras, num quadro de uma gestão pública que, em vez de comprometida com a privatização da empresa, como aconteceu ao longo de anos, esteja vinculada a um projecto de modernização e de futuro dos Estaleiros.

EMBAIXADOR DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA VISITA GUIMARÃES

Embaixador dos EUA está amanhã em Guimarães, no Avepark, para conferência sobre os setores têxtil, vestuário e calçado

Evento irá avaliar impacto do Acordo de Comércio e Investimento UE-EUA. Vital Moreira, Fortunato Frederico e João Costa entre os oradores convidados, esta sexta-feira de manhã, no AvePark.

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O Embaixador dos Estados Unidos da América em Portugal, Robert Sherman, estará esta sexta-feira em Guimarães, no AvePark - Parque de Ciência e Tecnologia, onde vai integrar o painel de oradores que vão abordar o impacto do 'Acordo de Comércio e Investimento União Europeia-EUA' (TTIP) nos setores têxtil, do vestuário e do calçado.

O evento vai ainda contar com a presença de Fortunato Frederico, Presidente da APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos), Vital Moreira, Professor da Universidade de Coimbra, ex-eurodeputado (2009-2014) e ex-relator do Parlamento Europeu para o TTIP (Transtlantic Trade and Investment Partnership), e João Costa, Presidente da ATP (Associação Têxtil e Vestuário de Portugal).

A sessão de abertura e boas-vindas, agendada para as 09 horas, ficará a cargo do Presidente do Município de Guimarães, Domingos Bragança, e do Presidente do Município de Famalicão, Paulo Cunha, entidades que coorganizam o evento juntamente com a consultora GTI - Gestão, Tecnologia e Inovação.

O Acordo de Comércio e Investimento entre a União Europeia e os EUA tem como objetivo a eliminação de barreiras comerciais, aduaneiras e não aduaneiras, aplicadas sobre uma vasta gama de setores da economia, facilitando a compra e venda de bens e serviços por empresas dos dois mercados, com vista à extração dos verdadeiros benefícios de um Mercado Global.

Recorde-se que, de acordo com uma estimativa de um relatório encomendado pelo Governo Português, a assinatura do TTIP proporcionaria um crescimento anual de 0,66% do PIB nacional, o que representa 1,1 mil milhões de euros anuais.

Recentemente, também a Secretaria de Estado dos Assuntos Europeus sublinhou que o aumento de salários a longo prazo e a criação de mais de 40 mil postos de trabalho estariam entre os principais efeitos macro-económicos esperados em Portugal.

PARTIDO “OS VERDES” QUER MANTER OS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO NO SETOR PÚBLICO

Projeto de Resolução estará em discussão no Parlamento no dia 21 de Janeiro

Discute-se no dia 21 de Janeiro, na Assembleia da República, o Projeto de Resolução de “Os Verdes” que recomenda ao Governo que suspenda o processo decorrente do DL 98/2013, de 24 de julho e que desencadeie as diligências necessárias para que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo regressem integralmente ao sector público.

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Os Estaleiros de Viana do Castelo constituem uma importante e estratégica empresa da indústria nacional, com capacidade de projeto e tecnologicamente preparada para dar resposta às exigências de qualidade impostas pelos padrões atuais no que diz respeito à construção naval mundial. Porém, e apesar do seu forte prestígio, os Estaleiros Navais conheceram períodos de incerteza e instabilidade criados pela falta de investimento por parte dos vários governos e também pela atuação das administrações que passaram pela empresa.

Para o PEV, os governos deixaram chegar a situação ao ponto a que chegou para concluírem o mais fácil: a privatização dos Estaleiros Navais de Viana de Castelo. Ou seja, faltou vontade política ao Governo para garantir a viabilização económica dos Estaleiros, quando se sabe que a privatização de empresas industriais tem levado, na grande maioria dos casos, ao seu desmantelamento, com consequências negativas para a economia do País e também em matéria de desemprego.

“Os Verdes” consideram que a privatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, operada pela via da subconcessão, representa um mau negócio para o Estado, para economia do país e para os trabalhadores contribuindo, ainda, para aumentar o desemprego na região e, por isso, deve ser evitada. Por isso, apresentaram a iniciativa legislativa em causa que pretende, justamente, a suspensão do processo de privatização da empresa e, ainda, que se inicie o processo de fazer os Estaleiros Navais de Viana do Castelo regressar à esfera pública.

O Projeto de Resolução do PEV será discutido na Assembleia da República na próxima quarta-feira, dia 21 de janeiro, a partir das 15.00h.

Projecto de Resolução N.º 1219/XII/4ª

Regresso dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo ao sector público

Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo representaram a unidade industrial mais importante do distrito de Viana do Castelo, contribuindo de forma muito acentuada para o desenvolvimento de toda a região do Alto-Minho e dando excelentes contributos para a economia nacional.

O único estaleiro naval no nosso País com capacidade própria relativamente à elaboração e materialização de propostas de construção naval, construiu centenas de navios e executou milhares de reparações ao longo da sua existência.

Para além disso, os Estaleiros de Viana, constituem uma empresa viável e estratégica da indústria nacional, com capacidade de projeto e tecnologicamente preparada para dar resposta às exigências de qualidade imposta pelos padrões atuais no que diz respeito à construção naval mundial.

Porém, e apesar do forte prestigio que cultivam tanto ao nível interno, como no plano internacional, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo conheceram períodos de incerteza e de grande instabilidade, criados, por um lado, pela falta de investimento por parte dos vários governos, incluíndo do Governo atual e por outro, das várias administrações que passaram pelos Estaleiros Navais de Viana de Castelo, que não mostraram grande vontade em procurar soluções.

Ora, como as coisas não acontecem por acaso, fica a ideia de que houve até um trabalho intencional deste e dos anteriores governos no sentido de preparar o terreno com vista à privatização dos Estaleiros.

De facto, por mais esforços que alguns façam para dizer o contrário, a verdade é que os governos deixaram chegar a situação ao ponto a que chegou para concluírem o mais fácil: a privatização dos Estaleiros Navais de Viana de Castelo.

No mínimo, é inquestionável que faltou vontade política ao Governo para garantir a viabilização económica dos Estaleiros.

Faltou vontade política ao Governo, para que os ENVC pudessem concretizar a carteira de encomendas dos Estaleiros, que ultrapassava os 500 milhões de euros.

Faltou vontade política ao Governo, para garantir as condições financeiras para que os Estaleiros avançassem com a construção de navios já contratualizados.

Faltou vontade politica ao Governo, para que os Estaleiros conseguissem salvar um negócio de 128 milhões de euros, relativo ao contrato para a construção de dois navios asfalteiros encomendados por uma empresa estatal da Venezuela, cujo contrato estava já formalizado e do qual, aliás, os Estaleiros chegaram a receber um adiantamento.

E faltou vontade ao Governo, quando em 2012, o Ministro da Defesa Nacional cancelou a encomenda dos NPO, que permitiria aos ENVC receber 57 milhões de euros em 2013 e 38 milhões em 2014.

Mas se para assegurar a viabilidade dos Estaleiros de Viana faltou vontade ao Governo, sobrou, no entanto, vontade para passar os Estaleiros para as mãos de privados… e isso pode explicar tudo.

Por outro lado, o Governo diz que a privatização dos ENVC vai contribuir para o desenvolvimento do setor da construção e da reparação naval e para uma concorrência efetiva e equilibrada no setor. Mas o Governo bem sabe que a privatização de empresas industriais levou, na grande maioria dos casos, ao seu desmantelamento, com todas as consequências que isso representou para a nossa economia, para o País, e para o desemprego.

Não restam, portanto, dúvidas que a privatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, operada pela via da subconcessão, representa um mau negócio para o Estado, para a nossa economia, para os trabalhadores e que contribui, decisivamente, para aumentar o desemprego na região.

Assim, o Grupo Parlamentar “Os Verdes” propõe, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, que a Assembleia da República recomende ao Governo:

Que suspenda o processo decorrente do DL 98/2013, de 24 de julho e que desencadeie as diligências necessárias para que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo regressem integralmente ao sector público.

Assembleia da República, 16 de Janeiro de 2015

Os Deputados,

             José Luís Ferreira                                            Heloísa Apolónia

PONTE DE LIMA PROMOVE GRANITO DAS PEDRAS FINAS

Marca “Granito das Pedras Finas”. Município de Ponte de Lima promove Workshop

O Município de Ponte de Lima, no âmbito da criação da marca “Granito das Pedras Finas” promoveu no dia 28 de novembro, na sede da junta de freguesia de Arcozelo, um workshop sobre a temática, dirigido aos empresários do setor, que aderiram em número significativo à sessão de esclarecimento.

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A ação contou com a participação do IPVC – Instituto Politécnico de Viana do Castelo, parceiro do Município de Ponte de Lima, na dinamização e promoção deste projeto, da CEVALOR – Centro Tecnológico da Pedra Natural de Portugal e da Junta de Freguesia de Arcozelo, entidades que apoiam o projeto. A sessão contou ainda com a presença da ANIET – Associação Nacional da Indústria Extrativa e Transformadora.

Em Ponte de Lima são explorados Granitos com reconhecido interesse ornamental, neste sentido os temas analisados foram a “Certificação do Produto”, temática apresentada pela CEVALOR, considerando que a qualidade associada à certificação do produto é uma dinâmica empresarial e uma meta atingir por todas as empresas, cuja competitividade seja um fator de crescimento.

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Por sua vez, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo apresentou a evolução histórica do Granito das Pedras Finas e fez uma análise à situação internacional do Granito, revelando que os principais importadores do Granito são os países Europeus.

O granito enquanto recurso endógeno e a cantaria enquanto ofício de grande tradição em Ponte de Lima, constituem um património natural e cultural cuja rentabilização económica se procura dinamizar.

O projeto "Granito das Pedras Finas de Ponte de Lima: afirmação da marca em novos produtos e novos mercados" enquadra-se no PROVERE MINHO IN (EEC) projeto cofinanciado pelo ON.2 - O Novo Norte e QREN, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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PONTE DE LIMA PROMOVE NDÚSTRIA DO GRANITO

Ponte de Lima – Projeto Granito das Pedras Finas Recebe a visita do Presidente da CCRN

O Município de Ponte de Lima recebeu ontem, 25 de novembro, o Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte - CCDR-N, Prof. Dr. Emídio Gomes. A visita tinha como objetivo conhecer de perto a realidade da indústria do granito de Ponte de Lima e, em particular, aquela localizada no núcleo das Pedras Finas, em Arcozelo.

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O sector, estratégico para a dinamização do potencial endógeno do concelho, é objeto de um projeto abrangente que pretende corrigir e enquadrar a atividade dos industriais. Foi desta forma possível transmitir todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e demonstrar a estratégia seguida com vista a dotar a indústria de condições físicas e legais para o desenvolvimento da sua atividade com benefícios óbvios para o concelho e para a região. Não obstante a forte crise económica e social que o país atravessa, o elevado crescimento das exportações e oportunidades geradas internacionalmente permite à indústria exploradora e transformadora do granito assumir um papel determinante no desenvolvimento socioeconómico, criação de riqueza e emprego no concelho.

A deslocação do Presidente da CCDR-N foi complementada com uma deslocação ao terreno nomeadamente no local do futuro Parque Industrial do Granito das Pedras Finas e a uma indústria transformadora.

O núcleo das pedreiras das Pedras Finas representa um volume de negócios superior a vinte milhões de euros e emprega cerca de quinhentos trabalhadores de forma direta.

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ADRAVE APRESENTA TEXCLUSTERS, PROJETO COSME

Uma parceria para a excelência têxtil

A ADRAVE- Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, em parceria com a ATP - ASSOCIACAO TEXTIL E VESTUARIO DE PORTUGAL, a COINTEGA-CLUSTER GALLEGO TEXTIL MODA (Espanha) e LATIA-Lithuanian Apparel and Textile Industry Association (Lituânia), acabam de submeter uma candidatura ao Programa Europeu COSME “Cluster Excellence Programme”, que visa desenvolver a excelência na gestão de clusters, que tem como denominador comum a mudança de paradigma que tem lugar hoje no setor têxtil.

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Trata-se de uma parceria que vai ajudar as organizações de clusters, redes de empresas e seus gestores a fornecer serviços de alta qualidade para as PME em diferentes áreas, incluindo o acesso aos mercados estrangeiros.

A ADRAVE reforça assim as competências estratégicas que detém, tornou-se na única entidade portuguesa qualificada para disseminar junto das organizações de clusters os materiais de formação criados pela Cluster-Excellence.eu, iniciativa da Comissão Europeia no âmbito do programa de Competitividade e Inovação. Por outro lado, é uma entidade qualificada para realizar exercícios de Benchmarking junto dos clusters nacionais e europeus, recolhendo uma série de informações estatísticas e sobre o respetivo modelo organizacional, permitindo avançar com um processo de Certificação de Bronze Label ou Gold Label.

A candidatura TEXClusters apresentada ao programa COSME procura promover a excelência nos clusters envolvidos, através da disponibilização de um conjunto de serviços e ações nomeadamente a participação em ações de Benchmarking, de formação avançada, de partilha de serviços oferecidos às PME´S, nomeadamente o acesso a mercados internacionais e a melhoria das práticas de gestão.

O projeto agora apresentado à Comissão Europeia tem como denominador comum o Setor têxtil e vestuário, que vive atualmente uma mudança de paradigma que em termos europeus procura afirmar-se a partir da inovação em novos materiais e tecnologias, processos industriais e modelos de negócio. O setor Têxtil e Vestuário representava em 2008 cerca de 4,3 % do comércio mundial de mercadorias em 2008, sendo a U.E. o maior produtor, mas também o maior mercado internacional para o setor, com um volume de negócio cerca dos 172.000 M€ e empregando 1,8 milhões de pessoas em 127.000 empresas.

Em Portugal, a Indústria Têxtil e de Vestuário é uma das mais importantes indústrias para a economia portuguesa.

Representa 9% do total das Exportações portuguesas, 20% do Emprego da Indústria Transformadora, 8% do Volume de Negócios da Indústria Transformadora, sendo constituído por cerca de 5 mil sociedades que laborando em todos os subsetores da indústria têxtil e do vestuário, na sua maioria sejam pequenas e médias empresas, todas bem conhecidas pela sua flexibilidade e resposta rápida, know-how e inovação.

FÁBRICA DE CHOCOLATE “A VIANENSE” HÁ 100 ANOS A ADOÇAR-NOS A VIDA E O PALADAR!

“A Vianense” é a mais antiga fábrica de chocolate em Portugal

A Fábrica “A Vianense” completa este ano um século de existência. Considerada a mais antiga fábrica de chocolate em Portugal, “A Vianense” iniciou a sua atividade em 1914 com o fabrico de tabletes de chocolate, ovos e fantasias de Natal, chocolate e cacau em pó, torrefação de cevada, napolitanas e bombons de vários tipos, entre os quais se salienta o muito apreciado “Imperador”.

Reza uma velha lenda que o cacau terá sido uma dádiva que o deus Quetzalcoatl concedeu ao povo azteca para lhes conferir vigor e outros poderes benéficos. Ao cacau passaram os aztecas a chamar-lhe de cacahuatl e à bebida que dele obtinham tchocolatl que quer dizer água amarga.

Com efeito, o chocolate tem a sua origem nas civilizações da América Central, tendo sido trazido para a Europa na sequência dos Descobrimentos levados a cabo por Cristóvão Colombo. Porém, as condições climáticas exigidas pela cultura do cacau não permitiram o seu cultivo na Europa, tendo a mesma sido implementada na África Ocidental, mormente em São Tomé e Príncipe.

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De acordo com a própria apresentação oficial da Fábrica “A Vianense”, “Ao longo de quase um século de existência, passou por várias vicissitudes, mas sempre manteve a sua actividade e os compromissos comerciais, respondendo aos critérios de exigência de legalidade e qualidade dos seus produtos.

Em 2004 encerrou a sua actividade por decreto de falência da sociedade Lima e Limas, Lda, que a administrava.

Dado o seu impacto nacional e o seu pretígio, ressurge agora através da Sociedade Luciano Costa, Lda, com intenção de continuar a produzir e promover os seus produtos singulares e inconfundíveis, mantendo a tradição, aleada à tecnologia e qualidade exigida pelo gosto, cada vez mais sofisticado, dos consumidores, nas suas novas instalações no lugar do Souto Vilar Durrães - Barcelos.

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A empresa encontra-se em fese de reinício de actividade, em novas instalações. Todos os requisitos relativos a Hgiene e Segurança Alimentar, rotulagem, condições de transporte, condições de conservação, seguindo o Codex Alimentarius e as normas aplicadas ao sector.

Encontra-se também, em curso a implementação do sistema HACCP, tendo em vista a certificação dos produtos e da empresa.”

Assinalando-se hoje o Dia Mundial do Chocolate, não podíamos deixar de prestar aqui homenagem àquela que tem sido uma das mais conceituadas empresas da nossa região, há cem anos a adoçar o nosso paladar e alegrar as nossas vidas.

EM 1939, ABEL VARZIM, DEPUTADO À ASSEMBLEIA NACIONAL, QUESTIONOU AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS OPERÁRIOS NAS MINAS DA CABRAÇÃO

O padre Abel Varzim foi um ilustre barcelense que sempre pugnou pela justiça social e a defesa dos direitos dos trabalhadores e dos mais desfavorecidos em geral. Fundador da Acção Católica Portuguesa cujos estatutos redigiu, esteve também na origem da Liga Operária Católica. Foi vasto e diversificado o seu campo de intervenção. Enquanto deputado à Assembleia Nacional, na legislatura de 1938 a 1942, salientou-se através de brilhantes intervenções questionando aspectos da organização sindical corporativa e ainda a legislação que regulamentava as condições económicas do casamento dos militares em serviço. As suas intervenções e acção social valeram-lhe, aliás, a perseguição política.

Na sessão de 20 de Janeiro de 1939 da Assembleia Nacional, referente à II Legislatura, reunida sob a presidência do Dr. José Alberto dos Reis, o deputado Abel Varzim apresentou diversos requerimentos ao Instituto Nacional do Trabalho e Previdência diversos documentos comprovativos das condições laborais dos trabalhadores de diversas empresas. Um desses requerimentos referia-se às minas da Cabração e aparece publicado no Diário das Sessões, nos seguintes termos:

“Requeiro que, pelo Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, me seja fornecida nota dos salários pagos, nas diferentes categorias de trabalhos, pelas minas de Cabração, concelho de Ponte do Lima, exploradas pela Compagnie Française des Mines, bem como dos horários de trabalho autorizados.

Assembleia Nacional. 19 de Janeiro de 1939. - O Deputado Abel Varzim.”

RAÇÕES DE COMBATE DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL DERAM ORIGEM Á INDÚSTRIA CONSERVEIRA

Sardinhas “Minhota” é uma das marcas mais antigas da indústria conserveira portuguesa

Remonta aos começos do século XIX a invenção da comida enlatada, atribuindo-se ao industrial francês Nicolas Appert o invento do método de conservação dos alimentos através do seu aquecimento e acondicionamento em recipientes fechados como forma de interromper o processo de fermentação, segundo Pasteur como forma de eliminar os microrganismos. Durante muito tempo, este invento destinou-se a ser utilizado pelas tropas em campanha como ração de combate, o que ainda se verifica.

A elevada utilização da comida enlatada nas trincheiras da Primeira Grande Guerra, assistiu-se a um grande incremento da indústria conserveira. Em Portugal, devido à sua localização costeira, esta atividade centrou-se preferencialmente no embalamento de espécies piscícolas como o atum e a sardinha. Com o decorrer do tempo, o consumo de produtos alimentares em embalagens de metal generalizou-se como uma forma nomeadamente de reduzir os inconvenientes resultantes do armazenamento das embalagens, aumentando contudo os custos ambientais e a necessidade de se proceder à reciclagem.

O consumo das conservas veio a generalizar-se e a ser usado também pela população civil no seu consumo diário, facto a que não é alheio, entre outros aspetos, a publicidade que foi criada à sua volta, associando inclusive o produto a uma ideia de tradição que na realidade não existia. Exemplo disso, são as latas de sardinhas “Minhota”, com a sua embalagem colorida e atraente exibindo uma lavradeira minhota.

MINHO PERDE ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

Já só restam 11 trabalhadores nos Estaleiros Navais de Viana. Fim do prazo do plano social resultou numa adesão massiva e numa despedida emotiva do autarca de Viana e ex-colega dos trabalhadores.

A história de quase 70 anos dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) chegou esta sexta-feira ao fim com apenas 11 trabalhadores resistentes, entre eles dois dos sete elementos efectivos da Comissão de Trabalhadores (CT). O despedimento é o passo seguinte para estes trabalhadores, que se sujeitarão às condições previstas na lei, como tinha avisado a administração dos ENVC.

Do total de 607 trabalhadores que estavam ao serviço em Dezembro último, e de acordo com números avançados por fonte da empresa pública, 596 já comunicaram e assinaram a intenção de rescindir os contratos. Destes, 209 formalizaram entretanto os acordos e saíram da empresa. Os restantes 387 deverão rubricar os acordos na próxima semana, sendo consumada a saída até final do mês.

O prazo de adesão ao plano social revisto este mês, incluindo as sugestões dos representantes sindicais dos trabalhadores, terminou esta sexta-feira com a CT e os sindicatos a remeterem-se ao silêncio. Já o presidente da Câmara Municipal decidiu chamar os jornalistas para uma declaração de despedida, muito emocionada.

De voz embargada e lágrimas a correrem-lhe pelo rosto, José Maria Costa apontou baterias ao ministro da Defesa. Culpou Aguiar-Branco de ter tratado os ENVC como “mercearia laboral num trespasse sem dignidade e sem honra”. Mais: o autarca acusou o governante de ter “reduzido” os trabalhadores a “reformados compulsivos” e “desempregados à força” que ficam agora ao “Deus dará”.

“A dignidade do trabalho e o seu valor social foi matéria que foi descuidada, tendo este processo resvalado para a mercearia laboral, configurando mais um trespasse vergonhoso, fugindo das responsabilidades sociais, traindo a dignidade do Estado e do elevado sentido do interesse público que qualquer governante deve prosseguir”, criticou.

Obrigado várias vezes a parar a leitura da declaração tal era a comoção, José Maria Costa não desarmou nas críticas a Aguiar Branco, que acusou de “desmantelar uma empresa única, uma arte industrial singular e uma actividade que nos vêm dos confins da história”, através de um “despedimento colectivo sem alma”.

“Este ministro encontrou 620 pessoas crentes no valor da sua profissão, com orgulho no seu trabalho e reduziu estas pessoas a reformados compulsivos e desempregados à força, é certo, com uns trocos no bolso”, sublinhou.

Para o autarca, o encerramento da empresa pública e a subconcessão ao grupo Martifer foi “um processo inqualificável de desmantelamento económico, um processo de desmoralização social e uma referência única no país de desqualificação do valor da dignidade do trabalho”.

“Os trabalhadores ficam desta forma abandonados à sua sorte, a contratações em condições diferentes e desqualificadas, ao arbítrio do livre mercado. Estranha forma de vida que o sindicalismo hoje aprecia e até incentiva”, sustentou.

Autarca pede intervenção no Alto Minho

Tal como já tinha avançado ao PÚBLICO em Janeiro, Costa anunciou que vai solicitar ao primeiro-ministro “uma intervenção urgente no Alto Minho”, que “reduza o impacto negativo da crise dos ENVC”, envolvendo os “principais actores públicos” na “realização de um programa de emprego e de acolhimento empresarial para a região”.

“Não nos conformamos com esta situação e queremos afirmar a nossa vontade de apostar numa estratégia competitiva da nossa cidade e da nossa comunidade”, concluiu.

Para o ministério tutelado por Aguiar Branco, a adesão ao plano social “trabalhado em conjunto com os sindicatos” demonstra que era “equilibrado e positivo”. Fonte do gabinete do ministro da Defesa adiantou que o consenso alcançado “permite encarar o futuro social e laboral com confiança”.

Andrea Cruz / http://www.publico.pt/