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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA PROCURA RECURSOS HUMANOS QUALIFICADOS

InvestBraga e Embaixadores Empresariais de Braga debatem soluções para a atração de talento e para estimular a oferta de recursos humanos qualificados. Encontro realizou-se na sede do Grupo Casais

Braga, 23 de novembro de 2017 – As exigências do atual mercado de trabalho e a necessidade de as empresas apostarem cada vez mais na atração de talento e na qualificação e especialização das pessoas foram alguns dos temas que estiveram hoje em debate na sessão que decorreu esta manhã, na sede do Grupo Casais, sobre os desafios das empresas na contratação e gestão de recursos humanos.

Este encontro foi promovido pela InvestBraga e pelo Grupo Casais, no âmbito da iniciativa dos Embaixadores Empresariais de Braga, e contou com as presenças do presidente da InvestBraga, Carlos Oliveira, do CEO do grupo Casais, António Carlos Rodrigues e de vários empresários Embaixadores Empresariais Braga, que representam os diversos setores de atividade da região. Na sessão estiveram também presentes o Pró-Reitor da Universidade do Minho, Filipe Vaz, e o diretor do IEFP de Braga, Carlos Menezes.

O objetivo desta sessão foi não só diagnosticar as principais necessidades das empresas em termos de recursos humanos, mas sobretudo definir as prioridades e um plano de ações concretas para captar talento para o concelho e aumentar a oferta de mão-de-obra qualificada e especializada nos diversos setores de atividade.

Carlos Oliveira, presidente da InvestBraga, salientou o trabalho já realizado nos últimos quatro anos, em articulação com a Universidade do Minho e com o Instituto de Emprego e de Formação Profissional, e com várias empresas da região, na criação de programas e ações de formação de novos quadros e perfis ajustados à procura, bem como a importância de programas como o Qualifica IT para responder às necessidades das empresas e aumentar os níveis de empregabilidade e de investimento no concelho. Ao mesmo tempo, defendeu a necessidade de se criar uma estratégia de ação conjunta, focada neste tema, com o objetivo de atrair mais pessoas e recursos para a região.

“O potencial de crescimento da economia local passa pela capacidade de atrair talento para responder às necessidades de crescimento das empresas já localizadas no concelho e para apoiar a localização de novas empresas na região. Esta tem sido uma prioridade desde a génese da InvestBraga. O talento é central para o crescimento das empresas e para a atração de novos investimentos”, afirmou o presidente da InvestBraga.

Recorde-se que a iniciativa dos Embaixadores Empresariais é promovida pela InvestBraga e pela Câmara Municipal de Braga e tem como objetivos promover as empresas de referência da região, divulgar os fatores de atratividade económica do município e, consequentemente, incentivar a dinamização económica local. O grupo Casais é Embaixador Empresarial de Braga desde março de 2015.

RIOPELE INOVA COM TECIDOS PRODUZIDOS A PARTIR DE RESÍDUOS

Apresentação do projeto R4TEXTILES da Riopele, amanhã, sexta-feira, 24 de novembro, pelas 11h00, em Pousada de Saramagos

Tecidos sustentáveis produzidos a partir de resíduos têxteis e com propriedades funcionais através do recurso a resíduos agroalimentares. Do alto dos seus 90 anos de idade, a Riopele dá mais um passo de gigante em relação ao futuro e surpreendeu novamente o universo do têxtil e do vestuário ao apresentar recentemente em Munique, na feira KEYHOUSE - Munich Fabric Start, a sua nova marca – TENOWA, The Rebirth of Textiles – desenvolvida no âmbito do R4TEXTILES.

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Trata-se de um projeto revolucionário, cofinanciado pelo Compete 2020, no âmbito do Sistema de Incentivos à I&DT, inserindo-se no novo paradigma da economia circular. Com este passo a Riopele propõe-se a “fechar o ciclo” na indústria têxtil.

A marca TENOWA, resultante da metamorfose de resíduos têxteis em novos tecidos com uma forte componente ecológica, já que o seu processo produtivo evita a utilização de matéria-prima virgem, de água e de energia, vai ser apresentada na próxima sexta-feira, 24 de novembro, pelas 11h00, na RIOPELE, no âmbito da realização de mais uma jornada do Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão, promovido pelo Presidente da Câmara Municipal.

BOSCH INSTALA-SE EM BRAGA

Investimento da Bosch viabiliza a criação de mil postos de trabalho. Município aprova delimitação da nova Unidade de Execução

O Município de Braga aprovou hoje, 20 de Novembro, em sede de reunião do Executivo Municipal, a delimitação da Unidade de Execução da Bosch Car Multimédia Portugal SA, viabilizando assim o investimento de 36 milhões de euros que a multinacional alemã vai realizar no Concelho.

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Segundo Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, o projecto de ampliação da Bosch vem “promover o desenvolvimento económico e estimular a empregabilidade no Concelho”, estando prevista a criação de 1.000 novos postos de trabalho directos até 2020.

“Esta é a primeira Unidade Operativa de Planeamento que chega a uma fase de delimitação, depois da respectiva discussão pública e de envolvimento de todos os proprietários”, referiu o Edil, no final da Reunião do Executivo que teve lugar no gnration.

A par da criação de emprego, o projecto de expansão da Bosch terá efeitos muito importantes em termos de volume de facturação e de exportações. “De acordo com os últimos dados da CCDR-N e do INE, Braga está neste momento em vias de se tornar um dos maiores Concelhos exportadores a nível nacional, ultrapassando Concelhos com maior tradição industrial”, sublinhou.

Devido à crescente necessidade de produção e à elevada complexidade dos novos produtos, a Bosch tem aumentado a área de desenvolvimento e a área produtiva. Até 2020, a empresa espera que a sua área total atinga os 20 hectares.

Assim, para promover a sua competitividade, a Bosch investiu na aquisição de terrenos e irá avançar com a construção de um novo edifício para infra-estrutura produtiva e para escritórios, uma nova cantina e um novo parque de estacionamento, reforçando os recursos humanos com a criação de 1.000 postos de trabalho em regime de full-time, perfazendo um investimento superior a 36 milhões de euros.

ADRAVE QUER INTERNACIONALIZAR SETOR AGROALIMENTAR

Aprovado Projeto de Cooperação para a Internacionalização do Setor agroalimentar dirigido às PME

A ADRAVE recebeu aprovação para a execução do Projeto Atlantic FOOD EXPORT, um projeto de cooperação europeia para a promoção da internacionalização das PME do setoragroalimentar, cofinanciado pelo Programa INTERREG Espaço Atlântico, através do FEDER. A ADRAVE conta também com a parceria do Município de Vila Nova de Famalicão, através do Famalicão MADEIN, na concretização deste Projeto. A nível europeu, contamos com a parceria de instituições de apoio às empresas e ao setoragroalimentar do Reino Unido, República da Irlanda, França e Espanha.

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O Projeto ATLANTIC FOOD EXPORT tem por objetivo melhorar a competitividade e promover a internacionalização das PME do setoragroalimentar, do Espaço Atlântico, contando com os seguintes parceiros transnacionais: a Câmara de Agricultura da Dordogne (França), a Câmara de Comércio de Sevilha (Espanha), o Centro Tecnológico da Associação das Indústrias de Carne do Principado das Astúrias (Espanha), o BIC Innovation (Reino Unido), a Câmara Municipal de Cork (Irlanda), a Food& Drink Association-NIFDA (Reino Unido), e ainda a ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave (Portugal). O Município de Vila Nova de Famalicão, através do Famalicão MADEIN é parceiro associado do Projeto.

Entretanto, informa-se de que decorre até ao dia 30 de novembro um período para apresentação do pedido de adesão ao Projeto Atlantic FOOD EXPORT, por parte das PME do setoragroalimentar que estejam interessadas em beneficiar das ações que serão realizadas, designadamente:Assessoria técnica especializada; Programa de informação, sensibilização, e formação sobre a internacionalização e sobre a cooperação para a internacionalização;Plano estratégico de internacionalização para cada Empresa;Participação em Encontros Empresariais;Apoio à entrada nos mercados internacionais/Participação em Feiras e outras ações de internacionalização.

A título de atividade de arranque e preparação das ações do Projeto, realizou-se no dia 4 de novembro em Cork, na República da Irlanda, um Encontro entre os Parceiros transnacionais do Projeto AtlanticFoodExport, organizado pela Câmara Municipal de Cork, que contou com a participação de empresas convidadas, provenientes dos diversos territórios envolvidos, para discussão e partilha de informação sobre as melhores metodologias e as ações mais eficazes para a promoção da internacionalização das empresas em cooperação.

Participaram, a convite da ADRAVE e do Famalicão MADEIN, as Empresas Miolo de Nós e Yogan, que intervieram ativamente nos trabalhos no sentido de apresentar os seus pontos de vista sobre as metodologias e ferramentas de internacionalização e exemplos de cooperação empresarial, bem como produtos, mercados e objetivos de internacionalização. Foi feita também uma apresentação de alguns produtos de empresas do território, que colaboraram nesta iniciativa, designadamente a MiniKiwiFarm, a Amálgama e a HandsonEarth.

Para uma informação mais detalhada sobre a Convocatória aberta, e a forma de adesão ao Projeto, consultar www.adrave.pt .

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MINISTRO AZEREDO LOPES DIZ QUE "DESAPARECERAM MUITAS COISAS" DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

"Desapareceram muitas coisas" dos estaleiros de Viana, diz Azeredo

Ministro antecipa que muitos aspetos do processo de liquidação da empresa "acabem serenamente na Procuradoria-Geral da República".

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Ministro Azeredo Lopes participou ontem no debate parlamentar sobre o orçamento da Defesa para 2018

O ministro da Defesa revelou ontem no Parlamento que "está a ser apurada a razão pela qual, nos ativos [dos estaleiros de Viana], desapareceram literalmente muitas coisas, até gruas".

"Tenho sinais muito preocupantes quanto à forma como foi desenvolvido, ou não desenvolvido, o processo de liquidação" dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), uma empresa pública extinta pelo governo anterior, declarou Azeredo Lopes no debate parlamentar sobre o orçamento da Defesa para 2018.

West Sea começa a recrutar 400 trabalhadores em janeiro

"Prevejo que muitos destes aspetos acabem serenamente na Procuradoria-Geral da República", acrescentou Azeredo Lopes, depois de questionado pela deputada Emília Cerqueira (PSD) sobre um assunto polémico que se arrasta há anos e envolve queixas na PGR por parte da eurodeputada Ana Gomes (PS) ou processos judiciais e pedidos de levantamento da sua imunidade parlamentar interpostos pelo anterior ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco.

Um exemplo dado por Azeredo Lopes foi o do aço adquirido há anos para a construção de dois navios asfalteiros para a Venezuela (que não chegaram a ser construídos). "O processo do aço é um processo dos mais desagradáveis" na história da extinção dos ENVC, observou o ministro, dizendo que "esse aço foi adquirido à Macedónia sem cumprimento básico de regras quanto à qualidade do aço, quanto ao número de folhas de aço, quanto ao inventário disso". Mais, "vim a descobrir recentemente que quando falávamos de aço estávamos a falar de uma abstração muito preocupante", insistiu Azeredo Lopes.

Leilão de sucata de aço dos Estaleiros de Viana rende 200 mil euros

O ministro da Defesa revelou ainda que foi parado o processo de venda daquele aço como sucata, esperando-se que se consiga "pelo menos alienar" parte desse material "por um valor que não seja de sucata". Para isso é que "pela primeira vez está a ser feito o trabalho de desagregar as diferentes folhas de aço para ver qual é a sua qualidade e qual é o seu valor de mercado", explicou ainda Azeredo Lopes.

Fonte: ANTÓNIO COTRIM/LUSA

GRUPO CONTINENTAL REGRESSA AO MERCADO AGRÍCOLA A PARTIR DE FAMALICÃO

Investimento superior a 50 milhões de euros em fábrica e unidade de investigação e desenvolvimento inaugurado em Lousado, pelo Ministro da Economia

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A Continental Mabor em Lousado entrou hoje numa nova fase da sua vida com o regresso do Grupo Continental à produção de pneus radiais agrícolas. A inauguração das novas instalações fabris para a produção do Tractor70 e Tractor85 decorreu hoje, 5 de setembro, com a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, do membro do Conselho de Administração da Continental AG, Nikolai Setzer, da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, entre outros convidados.

“Com novos produtos, teremos novos mercados, novos clientes e abrimos as portas a novos desafios”. Referiu o Presidente do Conselho da Administração da Continental Mabor, Pedro Carreira, para explicar a importância da nova aposta do grupo em Vila Nova de Famalicão, que correspondeu a um investimento superior a 50 milhões de euros. Em simultâneo à nova unidade produtiva, foi construído um centro de testes"onde a equipa de I&D local, em estreita colaboração com a equipa de Hanôver, irá testar a qualidade dos pneus produzidos e irá trabalhar na otimização e futuro desenvolvimento de produtos agrícolas", referiu o mesmo responsável.

Os parabéns à equipa de Lousado foram a nota dominante das intervenções dos responsáveis pela administração central do grupo, sediada na Alemanha, que voltaram a confirmar que a unidade de Lousado foi escolhida para receber a nova unidade "após a análise às várias fábricas do Grupo Continental devido às excelentes infraestruturas e ao empenho individual dos seus colaboradores", assinalou Nikolai Setzer. A boa imagem dos recursos humanos da Continental Mabor foi confirmada com a capacidade evidenciada na construção do novo equipamento inicial que passou do papel para a produção em apenas um ano, apesar da complexidade da obra e das inovações mundiais introduzidas no processo de fabrico.

“É para mim muito gratificante perceber que a qualificação dos recursos humanos teve um peso determinante no processo de decisão do grupo”, referiu o Presidente da Câmara Municipal, deixando a garantia de que a qualificação dos recursos humanos no concelho, através de ensino e formação profissional de qualidade e de vários níveis, incluindo o superior, será cada vez mais uma prioridade em Vila Nova de Famalicão.

Também o Ministro da Economia, Caldeira Cabral, reconheceu a importância dessa mais valia para o país. "É extraordinariamente importante verificar que esta empresa está não só a reforçar a sua produção, e produzir e exportar mais, mas a entrar em toda uma nova área de mercado e que decidiu, escolhendo entre as 20 fábricas que tem pelo mundo, a fábrica de Portugal como a que se apresentava com melhores padrões de qualidade, melhores resposta por parte dos trabalhadores e maior flexibilidade”, disse.

Até ao final do ano, a Continental estima produzir um total de 5.000 pneus agrícolas, em 13 medidas diferentes. Além da produção de pneus agrícolas, Lousado já produz pneus para veículos ligeiros de passageiros, tendo uma capacidade de produção anual de cerca de 18 milhões de pneus. Prevê-se que a nova unidade fabril da continental implica a criação de perto de duas centenas de postos de trabalho diretos até 2020, à medida que vai evoluindo a produção.

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CERVEIRA VAI TER FÁBRICA DE TRANSFORMAÇÃO DE PESCADO

Nova fábrica de transformação de pescado vai criar 200 empregos em 2018

Uma nova fábrica de transformação de atum vai instalar-se no Parque Empresarial do Fulão, em Vila Nova de Cerveira, criando mais de 200 postos de trabalho, num investimento superior a seis milhões de euros. Com os trabalhos de terraplanagem já iniciados, a unidade Central Lomera Portuguesa S.A. entrará em atividade em março de 2018.

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Duas das mais importantes empresas da Galiza na área da transformação de pescado - Marfrio e Atunlo – uniram vontades e interesses para construir, em Vila Nova de Cerveira, uma nova unidade industrial com capacidade para produzir até 20 mil toneladas de atum, destinadas ao mercado europeu.

Com os dois polos industriais lotados e perante o interesse de potenciais novos investidores, o Município de Vila Nova de Cerveira estabeleceu, em 2016, um protocolo de cooperação com a Construções Gradin - entidade proprietária do Parque Empresarial do Fulão - para unir esforços na promoção e flexibilização dos cerca de 40 hectares disponíveis.

A instalação desta nova fábrica, num investimento superior a seis milhões de euros, é o resultado do esforço e empenho do atual executivo na captação de novos investimentos para o concelho. “É a consolidação do trabalho que temos feito com o objetivo de potenciar a economia local. Vila Nova de Cerveira tem-se tornado uma referência, quer ao nível do investimento, quer da criação de postos de trabalho", realça o presidente da Câmara Municipal Fernando Nogueira.

Apresentando o Parque Empresarial do Fulão como uma excelente oportunidade de negócio, quer pela localização geoestratégica, quer pelas condições de desburocratização associadas ao processo de licenciamento, o protocolo assinado em outubro de 2016 determina que o Município cerveirense possa ser intermediário na venda dos lotes disponíveis e a Construções Gradin garanta a disponibilização dos terrenos e concretize as possíveis transações com a maior celeridade possível.

CONTINENTAL INAUGURA EM FAMALICÃO NOVA UNIDADE FABRIL PARA PRODUÇÃO DE PNEUS RADIAIS AGRÍCOLAS

Investimento de 50 milhões de euros inaugurado na terça-feira, dia 5 de setembro, pelas 14h00, em Lousado

A Continental Mabor inaugura na próxima terça-feira, 5 de setembro, pelas 14h00, a nova unidade fabril que vai permitir o arranque da produção de pneus radiais agrícolas: Tractor70 e Tractor85.

A cerimónia de inauguração contará com a presença do membro do Conselho de Administração da Continental AG,  Nikolai Setzer, da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, entre outros convidados.  Está confirmada a presença de mais de duas dezenas de jornalistas estrangeiros da Alemanha, Espanha, Reino Unido, Itália e França.

Durante a cerimónia inaugural serão explicados os pormenores deste novo investimento da Continental em Vila Nova de Famalicão e  será dado a conhecer o processo de manufatura com o fabrico dos primeiros pneus a saíram da linha de produção. Depois da inauguração haverá lugar à realização de uma conferência de imprensa, seguindo-se visita guiada ao Centro de Avaliação (Research & Development Center).

TÊXTIL MANUEL GONÇALVES REGRESSA A FAMALICÃO

Paulo Cunha visitou a empresa para tomar o pulso ao projeto de investimento de 52,5 milhões de euros que vai gerar, pelo menos, 160 postos de trabalho

Janeiro de 2018 vai assinalar o arranque da TMG Automotive em Vila Nova de Famalicão. Um investimento de dezenas de milhões de euros, com forte impacto ao nível do emprego, e que vai devolver a pujança industrial às históricas instalações da Têxtil Manuel Gonçalves (TMG), erguidas em Vale S. Cosme, freguesia do concelho famalicense, há precisamente oito décadas (1937). 

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É também a face visível da aposta estratégica em inovação e em produtos de maior valor acrescentado, encetada em conjunto com o meio científico e académico. A empresa gasta entre 4% a 6% do volume de negócios em inovação, sendo que 26% dos produtos da TMG Automotive têm origem em projetos de inovação.

A TMG escolheu o roteiro Famalicão Made IN para dar a conhecer as linhas mestras que orientam o investimento de 52,5 milhões de euros que está em curso. Nesta segunda-feira, 31 de julho, Isabel Furtado, administradora da TMG Automotive, e Manuel Gonçalves, administrador da TMG Tecidos – ambos netos do fundador, abriram as portas do enorme completo industrial para mostrar a Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal, como está todo este projeto a ser implementado.

Anunciado em outubro de 2016, este investimento foi, de resto, declarado pela autarquia como de interesse municipal, que concedeu incentivos fiscais ao nível do IMI, do IMT e das taxas municipais de licenciamento. A esta visita associou-se Sandra Gonçalves, administradora da GPSA, outra das empresas do grupo.

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Nova linha de recobrimento

A operação divide-se pela TMG Automotive (45,5 milhões de euros), um dos maiores fabricantes europeus de tecidos plastificados e outros revestimentos para a indústria automóvel, e pela TMG Tecidos (6,9 milhões de euros), dedicada aos têxteis ditos tradicionais. Em causa está a requalificação das antigas fiações do complexo industrial – que ficaram devolutas no início dos anos 2000 – e a aquisição de maquinaria.

O ramo automóvel da TMG vai assim laborar, a partir de janeiro de 2018, pela primeira vez, no concelho de Vila Nova de Famalicão. O que se deve também ao previsível aumento da produção de 15 para 20 milhões de metros quadrados, uma vez que a fábrica de Campelos, em Guimarães, está no limite da sua capacidade, mas vai continuar a laborar. “Em Famalicão vamos produzir 5 milhões de metros quadrados com uma nova linha de recobrimento. Até ao final do ano vamos criar, pelo menos, 160 postos de trabalho, acima dos 151 que constam do projeto de investimento”, explicou Isabel Furtado.

A TMG Automotive tem atualmente 573 trabalhadores e deverá fechar o ano de 2017 com uma faturação de 98 milhões de euros. “Com a nova linha de recobrimento, que está a ser montada num espaço industrial com 25 mil metros quadrados, prevemos atingir os 130 milhões de euros de volume de negócios em 2020”, apontou a gestora.

A empresa exporta diretamente 98% da produção. Entre os seus principais clientes contam-se a BMW, Mercedes, Volvo, Mini, Porsche, Jaguar e a Lamborghini. Foi, aliás, um novo contrato com a Mercedes, para o período 2018-2026, uma das fortes razões para a realização dessa nova linha de fabrico.

Já a TMG Tecidos retomou a produção em meados de 2015 com 42 teares e uma urdideira. Já tem afetos 86 colaboradores e prepara-se para aumentar a capacidade produtiva com mais 55 teares e o consequente volume de negócios.

Fortalecimento da capacidade produtiva de Famalicão

De Paulo Cunha os administradores da TMG ouviram palavras de agradecimento pela aposta no concelho. “A previsão de criação de postos de trabalho vai além da expetativa inicial. É bom ouvir isto aqui hoje e poder perceber que a implantação da empresa está em curso e que a breve prazo começará a produzir”, considerou, satisfeito, o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, que acrescentou tratar-se do “fortalecimento da capacidade produtiva e da vocação exportadora do concelho”. “É um sinal da confiança que a TMG tem em Vila Nova de Famalicão para aumentar a sua capacidade produtiva e ser ainda mais forte”, concluiu.

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FAMALICÃO: REFIVE PREPARA INTERNACIONALIZAÇÃO E LOJAS PRÓPRIAS

Paulo Cunha foi conhecer nova marca famalicense de moda no âmbito do roteiro Famalicão Made IN

Há uma nova marca de moda com origem em Vila Nova de Famalicão que pretende conquistar o mercado nacional e ganhar escala para depois se aventurar internacionalmente. Na etiqueta tem inscrito o nome REFIVE.

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Por detrás desta marca “casual chic”, para homem e mulher, dos 25 aos 50 anos, estão pessoas que conhecem bem a indústria têxtil e do vestuário e o mercado da moda. Rui Silva, ex-administrador do grupo RICON na sua fase áurea, é o CEO da REVIVE – Distribuição de Moda, empresa nascida há um ano na freguesia de Vilarinho das Cambas e que conta já com onze colaboradores. E tem um apoio de peso: o seu pai, Américo Silva, ex-fundador da RICON, em 1973, é o consultor estratégico de negócio e aporta à REFIVE anos de conhecimento acumulado na área da produção de moda.

A REFIVE está presente em 75 pontos de venda multimarca em Portugal continental e ilhas. Ultrapassado o primeiro objetivo, a marca está a dar o segundo passo na sua estratégia, prevendo para março de 2018 o início da internacionalização, com a entrada em Espanha. 

“A nossa ambição de ultrapassar fronteiras é clara, fundamental para conseguirmos ganhar dimensão, mas ao mesmo tempo muito pensada e ponderada. Espanha é um prolongamento natural de Portugal e depois avançaremos para França”, transmitiu Rui Silva ao Presidente da Câmara de Famalicão. Paulo Cunha foi conhecer a nova marca famalicense, que está instalada em Calendário, esta segunda-feira, 17 de julho, em mais uma jornada do roteiro Famalicão Made IN.

A REFIVE, que Rui Silva define como “uma marca de ‘casual wear’ com um ‘twist’ de sofisticação revivalista, que combina design, tendências de moda e qualidade superior com preços médios”, subcontrata toda a produção a empresas portuguesas e, mais precisamente, de Vila Nova de Famalicão.

E também para 2018 aponta a abertura das primeiras lojas próprias, para vestir os portugueses “da cabeça aos pés”. “Sendo uma marca nova, num mercado altamente competitivo, havia aqui alguns pontos de interrogação que era importante ultrapassar”, referiu o diretor financeiro, Pedro Pinho. “Em Portugal, no que toca a pontos de venda, estaremos a 85%, 90% da capacidade limite, não em volume de vendas – havemos de lá chegar –, mas em número de clientes”, acrescentou.

“Estou certo que terá um longo futuro”, afiançou Paulo Cunha, sustentando-se na “qualidade do produto, no know-how e na experiência” de quem gere a marca. Deixando “votos de sucesso”, o Presidente da Câmara vê na REVIVE “mais um dos bons motivos para Famalicão continuar a assumir-se preponderante no sector têxtil a nível nacional”. 

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EMPRESA TÊXTIL EM FAMALICÃO PRODUZ GRANDES IDEIAS

AAC confere alto valor acrescentado ao vestuário de marcas de luxo internacionais

Estilistas, criadores e grandes marcas de moda internacionais elegem uma empresa famalicense para desenvolver as suas coleções. É à AAC Têxteis, na freguesia de Vilarinho das Cambas, que confiam todo o processo: do design, ao desenvolvimento do produto, até aos protótipos finais que a empresa entrega para produção a outras empresas portuguesas e que têm como destino o mercado de luxo.

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Os 33 anos que já tem deram-lhe o background necessário para evoluir e adaptar-se ao universo têxtil, tendo apostado, no início da década de 2000, neste segmento que privilegia a qualidade em detrimento da quantidade, surgindo hoje como uma referência da indústria têxtil e do vestuário em Portugal. Uma empresa peculiar, com uma pujança assinalável – em 2016 o volume de vendas rondou os 14 milhões de euros –, que o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, visitou nesta segunda-feira, 3 de julho, a pretexto do roteiro Famalicão Made IN.

Não produz, mas garante alto valor acrescentado ao vestuário de conceituadas marcas de moda feminina, masculina e infantil, nos segmentos casual, desportivo, banho, pronto-a-vestir e alta-costura. Uma equipa de trinta profissionais qualificados, liderada pelos famalicenses Paulo Pereira, Carina Cortinhas e Amélia Matos, agarra nas ideias das marcas que terminam em amostras finais de peças para produção. “Como somos uma empresa prestadora de serviços, não temos especialização, não fazemos apenas um produto. Oferecemos ao cliente soluções completas, com muita qualidade”, explicou o CEO Paulo Pereira.

A fase produtiva é também acompanhada de perto pela AAC Têxteis junto das fábricas que escolhe para dar corpo às coleções dos seus clientes internacionais: alemães, belgas, espanhóis, franceses, norte-americanos e suecos. Todos têm a mesma expectativa em termos de qualidade e serviço que a AAC Têxteis faz questão de assegurar. “Através de um grande investimento em capital humano, com base no conhecimento e no desenvolvimento constante a nível técnico, estamos a construir relações de confiança e continuidade”, afirmou aquele responsável.

Sustentabilidade e responsabilidade social não são apenas chavões para a empresa famalicense. A AAC Têxteis garante que trabalha todos os dias para conseguir “um comportamento cada vez mais responsável e transparente”. Daí que exija aos seus parceiros (confeções, tecelagens, lavandarias e tinturarias) “um comportamento responsável e amigo do ambiente”. “Esta sensibilidade levou-nos à introdução de procedimentos internos e de uma política de responsabilidade ambiental que passa pelo uso limitado de plástico, redução do consumo de água, instalação de lâmpadas LED T-5 e CFL e reciclagem de papel e cartão”, sublinhou, ainda.

Paulo Cunha não tem dúvidas: “A AAC tem domínio e conhecimento profundos do mercado global, atraindo para Portugal clientes que de outra forma escolheriam outros mercados. É uma empresa muito bem colocada do ponto de vista estratégico. Faz uma excelente abordagem ao mercado internacional e capacita as empresas portuguesas e, em particular, as famalicenses, dando-lhes escala e a oportunidade de entrar em mercados exigentes. É notória a força que esta empresa tem, como é notória a força que empresta a outras empresas”. 

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TÊXTIL DE FAMALICÃO PRODUZ GRANDES IDEIAS

Paulo Cunha visita empresa AAC, segunda-feira, 3 de julho, pelas 11h00, em Vilarinho das Cambas (junto à Vishay)

Estilistas, criadores e grandes marcas de moda internacionais elegem uma empresa famalicense para desenvolver as suas coleções. É à AAC Têxteis que confiam todo o processo: do design, ao desenvolvimento do produto, até aos protótipos finais que a empresa entrega para produção a outras empresas portuguesas.

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Não produz, mas garante alto valor acrescentado ao vestuário de conceituadas marcas de moda feminina, masculina e infantil, nos segmentos casual, desportivo, banho, pronto-a-vestir e alta-costura. Uma equipa de trinta profissionais qualificados, liderada pelos famalicenses Paulo Pereira, Carina Cortinhas e Amélia Matos, agarra nas ideias das marcas que terminam em amostras finais de peças para produção.

A fase produtiva é também acompanhada de perto pela AAC Têxteis junto das fábricas que escolhe para dar corpo às coleções dos seus clientes internacionais: alemães, belgas, espanhóis, franceses, norte-americanos e suecos. Todos têm a mesma expectativa em termos de qualidade e serviço que a AAC Têxteis faz questão de assegurar. Em 2016 o volume de vendas rondou os 14 milhões de euros.

Uma empresa peculiar no universo da indústria têxtil e do vestuário em Portugal, mas com uma pujança assinalável, que o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, vai visitar na próxima segunda-feira, 3 de julho, pelas 11h00, no âmbito do Roteiro Famalicão Made IN, na Rua da Roederstein, Lote 4, em Vilarinho das Cambas (junto à Vishay).

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MUNICÍPIO DE VIANA DO CASTELO HOMENAGEIA GRUPO DESPORTIVO E CULTURAL DOS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

Neste ano de comemorações do cinquentenário da fundação do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos ENVC o Município entendeu que era justo fazer-lhe pública homenagem. O passado desta Colectividade nestes 50 anos de vida activa, ao serviço dos trabalhadores dos Estaleiros Navais e dos vianenses em geral, assim o exigia.

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Para que este reconhecimento fosse suficientemente marcante, foi realizado um espectáculo na Praça da República no passado dia 10 de Junho, dia de Portugal, um dia propício para prestar tributo a quem dele é merecedor. O espectáculo, realizado a partir das 18,00 horas, estruturou-se a partir da música de Zeca Afonso, com a presença do Teatro do Noroeste na declamação de poemas e interpretações de vários artistas que se revêem neste grande e intemporal Cantor português. Tratou-se de um espectáculo curto mas de boa qualidade, que, dadas as manifestações de agrado, satisfez um público em número bem significativo.

O momento alto aconteceu com a atribuição do título de Associação de Mérito ao GDCTENVC, entregue por José Maria Costa, Presidente da Edilidade, a Manuel Ramos, Presidente desta Colectividade. Não deixou o Presidente do Município de salientar o trabalho abnegado de 50 anos da Associação homenageada em prol do ENVC e de Viana, sentindo ser de elementar justiça a atribuição deste galardão, com o desejo de que o centenário seja muito naturalmente atingido. Retribuiu Manuel Ramos, apontando as responsabilidades acrescidas que cabem ao GDCTENVC depois deste reconhecimento público, mas que serão honrosamente assumidas.

Foi sem dúvida justa esta homenagem. Reconhecido à escala nacional, suficientemente premiado no âmbito da Associação Portuguesa de Comunicação Empresarial, ao GDCTENVC faltava este reconhecimento do seu Município. Felizmente aconteceu.

GFM

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FAMALICÃO: LOUROPEL JÁ É LÍDER MAS QUER MAIS

Empresa de botões vai investir cinco milhões de euros para aumentar e diversificar produção

Conquistou o sucesso à escala global, liderando o mercado no sector onde atua, mas isso não demove a Louropel de querer ainda mais. Cinco milhões de euros e a perspetiva de criação de 12 postos de trabalho. Estes são os números que traduzem o novo e ambicioso projeto de investimento do maior fabricante de botões do mundo, a famalicense Louropel.

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Esta iniciativa empresarial, que a Câmara de Vila Nova de Famalicão já reconheceu como de interesse municipal, na última reunião pública de 8 de junho, visa o aumento da capacidade produtiva e a diversificação da gama de produtos. Para tal, a Louropel já deu início à ampliação das suas instalações industriais, na freguesia do Louro, e vai também adquirir novos equipamentos com tecnologia de ponta.

A flexibilidade da empresa, que fabrica botões segundo as especificidades de cada cliente, é um dos trunfos do sucesso, com uma média de produção de 10 milhões de botões por dia. Mas há ainda um outro trunfo: a inovação. A Louropel há muito deixou de se confinar ao poliéster, pelo que botões em metal, madeira ou borracha também fazem do seu portfólio.

A Louropel destaca-se sobretudo pelos botões ecológicos biodegradáveis, produzidos com papel reciclado, farinha de sêmola, serradura de madeira, algodão, cortiça, corozo (fruto ácido importado da Colômbia) ou corno (que chega da Argentina). Uma das últimas novidades lançados no mercado são os botões ecológicos fabricados a partir do café, cuja patente mundial pertence à Louropel.

A empresa – que Paulo Cunha visitou em dezembro de 2013 no arranque do roteiro Famalicão Made IN – conta com 245 colaboradores e exporta para mais de 40 países, com destaque para a Europa e os Estados Unidos. É liderada por Avelino Rego, da segunda geração da família que fundou a Louropel.

No âmbito desta iniciativa empresarial, a Louropel foi contemplada com incentivos fiscais ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN.

PAULO CUNHA INCENTIVA AGROALIMENTAR FAMALICENSE

Export Food Sudoe e Alimentaria decorrem em Lisboa com forte presença de empresas de Vila Nova de Famalicão

Na lógica da afirmação positiva do cluster agroalimentar em Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha marcou presença na manhã desta segunda-feira, 5 de junho, no primeiro encontro Export Food Sudoe, em Lisboa, que decorre em simultâneo com a Alimentaria 2017. Ato que representa também mais uma demonstração do apoio institucional às empresas famalicenses que o Presidente da Câmara Municipal faz questão de deixar vincado.

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Projeto de cooperação para a promoção da internacionalização das Pequenas e Médias Empresas (PME) do sector agroalimentar no sudoeste europeu (Portugal, Espanha e França), o Export Food Sudoe reúne 12 empresas famalicenses de um total de 17 em Portugal e de uma centena a nível europeu.

Tratou-se, nas palavras de Paulo Cunha, de uma “experiência de proximidade de PME de países e regiões que ajuda ao robustecimento das empresas famalicenses”. O edil famalicense destacou o facto de proporcionar uma plataforma para “partilha de conhecimentos entre elas no percurso de crescimento, dinâmica e volume local, para além da possibilidade de as empresas encontrarem parceiros, estabelecerem laços de cooperação, promovendo uma simbiose entre elas”.

Mas, claro, um outro objetivo está subjacente à presença das PME famalicenses nestes certames e que só por si justifica o “apadrinhar” por parte do autarca: dar a conhecer os produtos e os produtores da região.

No Export Food Sudoe, que tem lugar no Parque das Nações, esta segunda e terça-feira, participam nove empresas famalicenses: Ferraz & Ferreira (bolinhos de bacalhau, rissóis e pastéis de nata); Vinhos Castro (vinho verde), Senras Dairy (queijo amanteigado); Minikiwi Farm (licor e compota de baby kiwi); Frutivinhos (vinho verde branco); Yogan (queijo vegetal), Amálgama (farinha de castanha); Miolo de Nós (biscoitos) e Sim Bombons (chocolates). E, ainda, mais quatro dezenas vindas de Espanha e França.

Já na Alimentaria 2017, Salão Internacional da Alimentação, Hotelaria e Tecnologia para a Indústria Alimentar, a representação famalicense está a cargo de cinco empresas: AF Azevedos, Lourofood, Partteam, Metalúrgica Grandra e Termofilm.

A Adrave - Agência de Desenvolvimento Regional, com sede em Vila Nova de Famalicão, é responsável pela implementação do projeto em Portugal, contando para tal com a parceira da Câmara Municipal.

O Export Food Sudoe tem como entidades parceiras a Adrave, a Asincar – Associação da Indústria de Carnes das Astúrias e as Câmaras de Comércio e Indústria de Sevilha (Espanha), Limoges e Haute-Vienne e Gers (França). É cofinanciado pelo programa Interreg Sudoe através do Feder - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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CERVEIRA TEM A "MELHOR FÁBRICA DO ANO"

Gestamp Cerveira distinguida internacionalmente pelo Grupo PSA

A Gestamp Cerveira integra o restrito lote de 11 unidades industriais premiadas com o troféu “Melhor Fábrica do Ano”, uma recompensa às instalações dos fornecedores do Grupo PSA pelo seu desempenho. Autarquia congratula-se com o reconhecimento nacional e internacional atribuído ao percurso de sucesso do tecido empresarial do concelho.

De um total de 11 fábricas distinguidas com este prémio, apenas duas são portuguesas, a Gestamp Cerveira e a Sacia de Águeda, sendo as restantes oriundas de Espanha, França, Eslováquia, Roménia e Tunísia.Enquadrados no plano estratégico de crescimento sustentável "Push to Pass", estes troféus atribuídos pelo Grupo PSA reafirmam a importância da relação com os fornecedores.

Reconhecendo a importância do setor empresarial como motor estratégico e estruturante para o desenvolvimento do concelho, o Município de Vila Nova de Cerveira reconhece e valoriza o papel e ação da empresa Gestamp Cerveira, pelo contributo na geração de riqueza e criação de postos de trabalho, potenciando a economia local.

Há 20 anos instalada em Vila Nova de Cerveira, a Gestamp Cerveira tem registado um sucessivo aumento de produtividade e que resulta, atualmente, num total de 420 postos de trabalho. A dedicação e desempenho da empresa como um todo tem sido reconhecida com a conquista de prémios internacionais, que confirmam a qualidade dos produtos fabricados.

Integrada na CorporacionGestamp, multinacional da União Europeia, esta empresa dedica-se ao desenho, desenvolvimento e fabrico de componentes e conjuntos metálicos para o setor automóvel, com forte presença mundial.

FAMALICÃO: CARLOS MAIA É SINÓNIMO DE PEÚGAS INOVADORAS

Empresa vai avançar com novos investimentos em Famalicão

O grupo empresarial Peúgas Carlos Maia prepara-se para arrancar com a produção de meias que reduzem o risco de entorse do tornozelo e potenciam a performance desportiva. O projeto, que é candidato a fundos comunitários no âmbito da inovação produtiva, tem como conceito incorporar nas meias suportes de tornozelo e ligaduras funcionais. Está a ser desenvolvido em parceria com professores universitários do Hospital de Santo António e da Escola Superior de Saúde do Porto. Uma inovação que foi hoje explicada ao Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, na visita que realizou à empresa nesta segunda-feira, 29 de maio, no âmbito do roteiro Famalicão Made IN.

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Fundada há 23 anos por Carlos Maia na freguesia da Carreira – e já com uma segunda unidade produtiva em Landim –, o grupo empresarial famalicense destaca-se por apostar na diferenciação e na qualidade para corresponder às máximas exigências dos seus clientes, dentro e fora de portas. E, inevitavelmente, insiste no caminho da inovação, com produtos de elevada tecnicidade e valor acrescentado.

Na manga está também a produção de meias para doentes diabéticos. Contínua será a aposta nas meias desportivas com aplicação de tratamento antibacteriano, Pureco, que já chegaram aos cinco continentes e que se tem revelado um sucesso de vendas. “Somos a única empresa em Portugal que aplica tratamento antibacteriano nas meias e também a única que possui detetor de metais no processo produtivo. A Pureco tem certificação OEKO-TEX e cumpre as normas europeias REACH”, enfatizou Carlos Maia. O certo é que esta aposta no segmento funcional e técnico, adiantou o administrador, “já representa 70 por cento do volume de produção”, contra os 30 por cento das meias básicas.

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Com um efetivo de 140 colaboradores, a Peúgas Carlos Maia vende para o exterior 90 por cento do total da sua produção. A Europa é o principal mercado de destino da empresa famalicense, sendo que os principais clientes estão na Alemanha, França e Inglaterra. Fora da Europa os mercados de maior presença são o Dubai, a Indonésia, a Tailândia, o Panamá, o Perú e o Chile, bem como a Ucrânia, a Sérvia e a África do Sul.

No que a marcas diz respeito, a CAT e a Coca-Cola são aquelas para as quais a Peúgas Carlos Maia produz em exclusividade em Portugal. Mas todos os meses saem das instalações da empresa cerca de 2,5 milhões de pares de meias, 26 milhões de pares por ano, que levam a chancela de outras marcas de referência, como a Dickies, Lotto, Dunlop, Umbro, New Balance e Donnay, entre outras.

Em 2016 o volume de negócios rondou os 7,5 milhões de euros, o que representa um crescimento de 18 por centro em relação ao exercício anterior. Mas, segundo Carlos Maia, os próximos anos prometem ser ainda mais auspiciosos, o que significará mais faturação e também mais emprego. 

Razões que motivaram as palavras de elogio de Paulo Cunha. “A Peúgas Carlos Maia é uma empresa única no país que muito orgulha os famalicenses e que reforça o estatuto do nosso concelho como o cluster têxtil em Portugal. É uma empresa sólida e arrojada, que produz em grande quantidade e com grande qualidade, numa aposta clara na inovação. É, ainda, mais um excelente exemplo da vitalidade económica do nosso concelho.” 

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ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO: TRABALHADORES HOUVE QUE ALÉM DA DEDICAÇÃO À EMPRESA SACRIFICARAM A SUA PRÓPRIA VIDA!

Passam em breve precisamente 36 anos sobre a ocorrência de uma tragédia nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo que, numa quadra que deveria ser de alegria e felicidade, enlutou várias famílias vianenses. Tratou-se do grave acidente ocorrido a bordo da construção nº 115, “Galp Leixões”, em 28 de Dezembro de 1981.

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Quando se iniciou o trabalho, uma fuga de gás durante a noite no duplo fundo do navio “Galp Leixões” provocou uma enorme explosão que se ouviu em toda a cidade, causando duas vítimas mortais, Luís António Correia Lima e Rui Alberto Rodrigues Borlido que correu em seu auxílio. Outros trabalhadores que também prontamente procuraram acudir os seus camaradas também sofreram ferimentos graves. Foi o caso de Ilídio Gonçalves Rego, Simplício Lage Martins e António Martins Moreira.

Em 13 de Janeiro de 1982, o Conselho de Gerência dos Estaleiros Navais publicou em Ordem de Serviço um louvor aos trabalhadores Rui Alberto Rodrigues Borlido, este a título póstumo, e ainda a Ilídio Gonçalves Rego, Simplício Lage Martins e António Martins Moreira.

Luís Lima integrava a Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo para a qual tinha sido convidado pelo sr. Gonçalo Fagundes Meira a quem o BLOGUE DO MINHO agradece a gentileza da cedência dos documentos que publicamos.

O nefasto acontecimento foi à altura amplamente noticiado tanto pela imprensa regional como pelos órgãos de comunicação social de âmbito nacional, mormente a RTP onde inclusivamente foi entrevistado o engº Óscar Mota, daquela empresa. Também o jornal “Roda do Leme” noticiou o trágico acontecimento lamentando a morte dos seus camaradas. Este órgão de imprensa titulava-se “Mensário dos Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo” e era propriedade do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores dos ENVC, sendo administrado pela Comissão de Trabalhadores da empresa. O jornal era composto e impresso nas oficinas gráficas do jornal “A Aurora do Lima”.

Nos anos a que se seguiram, conforme o “Roda do Leme” noticiou, realizaram-se romagens de saudade por parte dos trabalhadores às campas dos seus camaradas falecidos, cerimónias que contaram com a participação das estruturas sindicais e outras organizações representativas dos trabalhadores existentes à época.

Para além do seu trabalho e dedicação aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, também houve trabalhadores que deram a sua própria vida pela empresa que acreditavam sua para sempre!

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Ordem de Serviço 2/82, de 13 de Janeiro de 1982

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Roda do Leme nº 66, Dezembro, 1981

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Roda do Leme nº 77/78, Dezembro/Janeiro, 1982/1983

EMPRESA DE PEÚGAS DE FAMALICÃO PRODUZ MEIAS DE VALOR ACRESCENTADO AOS MILHÕES

Visita do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, às Peúgas Carlos Maia, segunda-feira, 29 de maio, pelas 10h30, no lugar do Fojo,  4765-076 Carreira, em Vila Nova de Famalicão.

Não se pode dizer que seja uma grande empresa em dimensão mas pode-se com toda a propriedade afirmar que é uma grande empresa em ambição, inovação e em produção. Todos os meses saem das instalações da “Peúgas Carlos Maia” cerca de 2,5 milhões de meias, à volta de 26 milhões ao ano, que são distribuídas por mais de 20 mercados diferentes e que levam a chancela de grandes marcas como, entre outras, a CAT, JCB, Coca-Cola, Dickies, Lotto, Dunlop, Umbro, Joma, Stanley, Lundsberg, TOG24, Hello Kitty, New Balance e Donnay.

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Os pormenores do trabalho das “Peúgas Carlos Maia” vão estar em cima da mesa na próxima jornada do roteiro Famalicão Made IN, segunda-feira, 29 de maio, pelas 10h30, no lugar do Fojo,  4765-076 Carreira, em Vila Nova de Famalicão.

Conhecida internacionalmente pelas marcas CM Socks ou Pureco, a empresa faz meias há 23 anos, mas não sempre da mesma maneira.  Fundada pelo empresário Carlos Maia, iniciou o seu percurso com o fabrico de meias básicas mas ao longo dos anos foi aperfeiçoando a técnica e lançando novos produtos, mais técnicos e de valor acrescentado que têm tido elevada aceitação no mercado.

As meias desportivas Pureco, com aplicação de tratamento antibacteriano, já chegaram aos cinco continentes e a inovação valeu à empresa o selo “Famalicão Visão 25” com que a Câmara Municipal distingue as boas práticas, inovadores e inspiradoras produzidas no território. O projeto mereceu também o reconhecimento da União Europeia, através da aprovação de uma candidatura a fundos comunitários em 2016, e a declaração de Interesse Público Municipal com a classificação de “Projeto Made 2IN”.

Neste momento a empresa trabalha numa nova candidatura no âmbito da inovação produtiva, destinada ao arranque da produção de meias que reduzem o risco de entorse do tornozelo e potenciam a performance desportiva. O conceito, resultado de uma parceria  entre a empresa, o Hospital de Santo António e a Escola Superior de Saúde do Porto, passa por incorporar nas meias suportes de tornozelo e Ligaduras Funcionais).

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VIANENSES DEBATEM INDÚSTRIA NAVAL

Comemorações do Cinquentenário do GDCTENVC. A Indústria Naval esteve em debate

E debateu-se, no Centro de Mar, a bordo do navio Gil Eannes, com gente suficientemente esclarecida, não só na mesa, com os comunicadores Engenheiros Óscar Mota, Carlos Pimpão e Gonçalves de Brito, como igualmente na plateia, esta bem servida, em grande medida, por ex-quadros técnicos dos ex-ENVC. Pode bem dizer-se que se tratou de um debate rico em conteúdo, que só pecou por se limitado no tempo. Uma conferência sobre temática tão sentida, especialmente em Viana do Castelo, carecia de mais tempo, como alguém no fim chamou a atenção.

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Os comunicadores em presença são, de facto, técnicos de craveira, com largas responsabilidades de gestão em empresa de Indústria Naval (todos eles foram administradores, com provas dadas, nos ex-ENVC). Isso notou-se bem pelas ideias apresentadas, especialmente entre os Engenheiros Gonçalves de Brito e Óscar Mota, já que o Eng. Carlos Pimpão focou muito a sua intervenção nos ex-ENVC, chegando a notar-se mesmo uma certa nostalgia pela empresa que o acolheu (1976/1981) quando ele era ainda muito novo, um período muito difícil na vida desta unidade industrial, que felizmente foi bem ultrapassado.

Com o debate a ser moderado por Gonçalo Fagundes, ex-trabalhador dos Estaleiros de Viana, também ele suficientemente conhecedor dos males desta indústria, para o debate foram sendo lançados dados que ilustram bem o quanto tem sido maltratadas as indústrias ligadas ao mar, esse mar de que os nossos políticos tanto falam mas que o mantêm inexplorado. Falta de investimentos, falta de apoios, falta de ideias e de estratégia, no fundo, falta de tudo. A Indústria naval, que contribui para o PIB com apenas 0,13% e que no contexto do valor acrescentado da economia do mar pesa apenas 2,5%, é uma indústria doente.

Foram-se encerrando estaleiros, sacrificaram-se mais de 20.000 postos de trabalha (aproximadamente 25.000 em 1874, para cerca de 3000 presentemente), abateram-se navios que não foram substituídos, descuidaram-se os transportes marítimos, com opção suicida pelas vias terrestres, sacrificou-se a pesca (importamos mais de 60% das nossas necessidades), não acompanhamos o desenvolvimento da aquacultura, tal como se pratica nos outros países, dando assim a ideia mais evidente de que o mar, paradoxalmente, não é a nossa vocação.

Algumas conclusões a reter: o país tem que voltar rapidamente ao mar, as auto-estradas marítimas são uma necessidade imperiosa para retirar o tráfego pesado das vias terrestres; sendo a Indústria naval uma indústria de risco e por isso pouco apetecida, há necessidade de um forte incentivo financeiro e logístico àqueles que queiram abraçar a construção de navios; formação intensiva a futuros trabalhadores da Indústria naval, não só básica, como, especialmente, técnica (a Alemanha é um bom exemplo nesta matéria). Com o encerramento dos ENVC e o seu serviço de formação, que preparava largas dezenas de trabalhadores para a metalurgia, criou-se uma forte lacuna neste campo (os trabalhadores made-ENVC estão um pouco por toda a parte, em Portugal e no mundo); apetrechamento das indústrias navais de tecnologia de ponta, para que se consiga um significativo aumento da produtividade, estratégias bem articuladas para o sector para o médio e longo prazo, reapetrechamento ao nível de navios das nossas marinhas mercantes, pesca e de guerra; associativismo das indústrias navais, tal como tem vindo a acontecer noutros sectores, como é o caso concreto do calçado, e muito mais.

Está de parabéns o GDCTENVC por ter promovido tão interessante debate, conseguindo trazer a Viana do Castelo três notáveis da Indústria Naval sem qualquer custo, já que estes, considerando-se como família da Colectividade, fizeram questão de assumir todos os custos de deslocação. Uma postura que deve ser bem relevada, dado que neste país casos destes são raros.

Só se lamenta, é pena, que não tenham sido saudados sequer por quem na cidade tem responsabilidades.

No mesmo Centro de Mar, a par desta conferência, foi também inaugurada, na Casa da Máquina do Leme, uma exposição de cartoons, subordinada ao tema “Humor no Trabalho”, da autoria de Rui Alpuim e Juvenal Ramos, que foram publicados na revista Roda do Leme, ex-órgão de comunicação dos trabalhadores dos ENVC, que irá funcionar durante tempo avantajado. É de visita aconselhada, até pela forma criativa como foi montada. 

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