Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BRACARENSES DEBATEM HISTÓRIAS DOS JORNAIS DE BRAGA

Tema da 2ª ed. das "Entremeadas de Serões/Tertúlias (S/T's): "História dos Jornais de Braga"

A Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, reliza a 2ª edição das "Entremeadas de S/Ts" (Serões no Burgo/Tertúlias Rusgueiras), no próximo dia 27, quinta-feira, do mês em curso, pelas 21:30h, na sede social da Rusga, sita na Av. Artur Soares (Palhotas),nº 73, Braga, que terá por convidados; Joaquim da Silva Gomes, docente, investigador e autor e, o Director do jornal Correio do Minho, Paulo Monteiro, com a moderação de José Pinto, presidente da Rusga.

REVISTA “VISÃO” ALTERA A GEOGRAFIA DO MINHO

A revista “Visão” decidiu alterar o curso dos rios minhotos

Esqueça o leitor aquilo que aprendeu na velhinha escola primária e reveja os seus conhecimentos de geografia com a nova versão que a revista “Visão” acaba de proporcionar aos seus leitores… a edição do passado dia 13 de abril, em artigo dedicado à produção dos melhores vinhos verdes, aquela publicação apresenta um novo mapa geográfico do Minho.

CapturarrevistaVisao.PNG

O rio Minho desagua… em Viana do Castelo. Deixou, pois, de separar Portugal e a Galiza! Por seu turno, o rio Lima passou a ter a sua foz em Esposende e o rio Cávado tornou-se um afluente do rio Douro!

Trata-se de um trabalho jornalístico bastante instrutivo que merece ser estudado com afinco, e a revista guardada junto das melhores enciclopédias científicas e recomendada aos melhores estudiosos da geografia portuguesa.

Foto e texto: Flávia Peixoto

transferirVisão.jpg

NASCE O "NV SPORT": O ALTO MINHO NA MÁXIMA ROTAÇÃO

Nasceu o "Notícias de Viana Sport". Este é um novo espaço online dedicado ao desporto motorizado e focado essencialmente em duas vertentes: por um lado, este novo website irá concentrar-se no Campeonato do Mundo de Ralis e no Rali de Portugal, apresentando reportagens, resultados, imagens e crónicas; por outro lado, esta página pretende dar o máximo de destaque ao desporto motorizado no Alto Minho e aos seus praticantes. Aqui terão lugar os pilotos e equipas que, pelas diversas modalidades motorizadas, vão levando (ou levaram no passado) o nome do distrito de Viana do Castelo mais longe, tal como os eventos motorizados que colocam o Alto Minho na rota da grande paixão pelos motores de que o nosso país é exemplo.

NVSport-01 2 (2).jpg

O nascimento do "Notícias de Viana Sport" vem de encontro à vontade há muito existente de se conseguir dar maior retorno àqueles que no Alto Minho dão corpo à existência desta modalidade, quer seja através da participação como concorrente, quer seja através da organização de eventos.

Esta nova página serve também para completar um trabalho iniciado há mais de duas décadas pela equipa do Jornal Notícias de Viana que, ininterruptamente edita um suplemento especial sobre o Rali de Portugal desde o longínquo ano de 1993 e que edição após edição, tem vindo a aumentar o seu envolvimento no fenómeno automobilístico que é a passagem do Campeonato do Mundo de Ralis por Portugal e em especial pelo Alto Minho.

Este projecto que agora se estreia na plataforma online, está a dar os seus primeiros passos e pouco a pouco irá ser alvo de melhorias estando numa constante fase de actualização no sentido de se apresentar o mais completo possível especialmente no que ao Alto Minho e aos seus praticantes diz respeito.

A equipa de redacção do "Notícias de Viana Sport" manifesta-se totalmente entusiasmada por finalmente poder concretizar este projecto e, no seu total mas dedicado amadorismo, espera conseguir proporcionar aos seus leitores um espaço agradável, de fácil consulta, e que possa dar o seu contributo para que todos aqueles que estão envolvidos no mundo dos desportos motorizados desta nossa região tenham um pouco mais do seu merecido destaque.

Convidamos por isso todos a fazerem uma visita ao seu novo website: 

www.noticiasdevianasport.pt

sitenotvianasport.jpg

AEDRL APRESENTA REVISTAS NO SALÃO NOBRE DOS PAÇOS DO CONCELHO DE BRAGA

Publicações contribuem para qualificar exercício do Poder Local

Decorreu hoje, dia 12 de Abril, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o lançamento de mais uma edição da Revista ‘Questões Actuais e Direito Local’ e do primeiro número das Revistas das Assembleias Municipais e das Freguesias, publicações editadas pela AEDRL – Associação de Estudos de Direito Regional e Local.

CMB12042017SERGIOFREITAS0000006311.jpg

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, as publicações da AEDRL “contribuem para qualificar o exercício do Poder Local”. “Os conteúdos que são disponibilizados têm sempre uma preocupação pedagógica, fazendo chegar a informação actual e relevante sobre as mais variadas matérias relacionadas com o Poder Local”, salientou o Edil.

Na cerimónia, que contou ainda com as presenças da presidente da Assembleia Municipal, Hortense Santos, e do presidente da AEDRL, Cândido Oliveira, o Autarca mostrou-se satisfeito pela “colaboração estreita que o Município tem mantido com a AEDRL e da qual tem resultado muitos contributos, desde logo o trabalho profundo realizado no âmbito dos acordos de delegação e competências nas Juntas de Freguesia”.

A par do número 13 da Revista ‘Questões Actuais de Direito Local’, a AEDRL apresentou duas novas revistas que, segundo Cândido Oliveira, presidente da associação, “vêm preencher lacunas que eram sentidas em domínios específicos das Autarquias Locais”. “A nosso ver não se compreendia que não existisse uma revista especificamente dedicada às freguesias. Não é por acaso que este primeiro número inclui um artigo sobre as obrigações contabilísticas e financeiras das freguesias portuguesas”, explicou Cândido Oliveira, salientando a pertinência da Revista das Assembleias Municipais, “um órgão que tem sido frequentemente pouco acarinhado”.

De referir que a AEDRL é uma instituição privada sem fins lucrativos de âmbito nacional, com sede em Braga, que visa o estudo do Direito das Autarquias Locais, actuando em estreita ligação com a Escola de Direito da Universidade do Minho.

CMB12042017SERGIOFREITAS0000006306.jpg

CMB12042017SERGIOFREITAS0000006308.jpg

RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ESTÁ SEMPRE NA VANGUARDA

A Rádio do Folclore Português, a única em Portugal exclusivamente dedicada ao folclore e etnografia do povo português, registada na Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), vai oferecer a todos os ouvintes mais uma ferramenta para que a sua audição se torne mais acessível.

17792597_1497483253618810_1797758284_n.png

A partir do próximo dia 12 de Abril, os ouvintes já podem sintonizar a sua programação através do Google Play, baixar a aplicação RFP App, instalar no seu Android e ter a RFP sempre na sua companhia, em qualquer parte do mundo onde se encontrem.

O BLOGUE DO MINHO convida os seus leitores a acompanharem a programação da Rádio do Folclore Português porque é um espectáculo!

CÂMARA DE FAFE ACABA DE EDITAR NÚMERO QUÁDRUPLO DA REVISTA CULTURAL DOM FAFES

A Câmara Municipal de Fafe acaba de editar mais um número da revista cultural Dom Fafes, publicação que tem por objetivo a edição de trabalhos de investigação sobre aspetos da história do município.

DOM FAFES 19.22.jpg

O presente número quádruplo da revista Dom Fafes (19/22), corresponde aos anos de 2012 a 2015 e integra um conjunto de textos de grande interesse para o conhecimento do concelho e da sua história, em diferentes épocas.

Desde logo, o destaque deste número vai para dois trabalhos vencedores do Prémio de História Local – Câmara Municipal de Fafe, em duas edições distintas. O primeiro tem o título “Subsídios para o Estudo do Municipalismo em Portugal: o caso de Fafe”, da autoria do investigador Aureliano Barata, vencedor da edição de 2013, enquanto “Sepulturas Medievais do Concelho de Fafe”, do jovem João Nuno Machado, triunfou na edição de 2015.

São dois textos fundamentais para a memória de Fafe em áreas distintas.

Acresce um estudo de Cátia Fernandes sobre os oratórios como criação artística para o culto divino, com exemplos recolhidos no território fafense.

No capítulo das Comunicações, de relevar a do Coronel Carlos Matos Gomes, intitulada “Da guerra colonial ao 25 de Abril – a questão colonial no centro da nossa história contemporânea” e que tem por base a conferência pronunciada na Casa Municipal de Cultura de Fafe, em 5 de abril de 2013, na abertura da evocação do cinquentenário do início da guerra em África, cujo programa se desenrolou entre 2013 e 2014, por iniciativa do município e de associações locais.

A segunda comunicação tem a assinatura do Professor José Carlos Meneses Rodrigues, do Instituto de Estudos Superiores de Fafe, com o título “I República (1910-1926): Uma esperança desperdiçada” e foi apresentada na sessão solene comemorativa do 103º aniversário da Proclamação da República, realizada na Câmara Municipal de Fafe, em 5 de Outubro de 2013.

Finalmente, na rubrica “Fontes”, de realçar o texto com o título “Para uma Bibliografia Fafense”, da autoria do responsável coordenador da revista, o historiador Artur Ferreira Coimbra, que actualiza a relação das obras e publicações de temática local, individuais ou colectivas, que se foram publicando sobre o concelho, por autores fafenses ou não, indicando a sua autoria, ano e local de edição. São mais de duas dezenas de páginas sobre a bibliografia de temática fafense, que inclui revistas comemorativas ou colectâneas que integrem textos sobre a história, o território ou as gentes do município.

Este número da revista Dom Fafes tem 302 páginas e está à venda na Biblioteca Municipal de Fafe.

REVISTA DE MARINHA PROMOVE 2ª EDIÇÃO DE “ENCONTROS DO MAR”

06 DE MARÇO NA NAZARÉ

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, vai promover a segunda edição da iniciativa “Encontros do Mar” na Nazaré, na próxima 2ª feira, dia 6 de Março, no Auditório da Biblioteca Municipal.

image001revistamarinha.jpg

Os “Encontros do Mar” da Revista de Marinha têm como objetivo motivar e informar as empresas e as forças vivas da comunidade onde se realizam sobre as oportunidades que o Mar suscita, direta e indiretamente, à economia local. A primeira edição teve lugar na Ericeira e a segunda será acolhida pela Nazaré, uma das localidades nacionais mais reconhecidas internacionalmente pela sua ligação ao Mar.

Realizados com o apoio da Câmara Municipal da Nazaré, da Náutica Global, do Clube do Mar e da Docapesca, os “Encontros do Mar” da Revista de Marinha terão lugar no dia 6 de Março, entre as 14h00 e as 18h00, no Auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré, onde se poderão assistir, entre outros temas de discussão, aos seguintes painéis:

15h00: A Nazaré e o Mar

15h20: A Pesca, a comercialização e segurança

16h50: O Surf na Nazaré

17h20: Atividades Marítimas – Investimentos e Financiamento

Como oradores, a iniciativa irá receber Alexandre Fonseca, Orlando Themes de Oliveira, João Delgado, José Poças Esteves, José Velho Gouveia, Sérgio Faias, Rui Vaz, Eduardo Almeida Faria, João Vitorino, João de Macedo e Miguel Marques.

A partir das 18h00, os participantes poderão experimentar uma degustação de aperitivos de peixe regional e assistir à apresentação aberta “As empresas, os produtos e os serviços” que decorrerá na sala ao lado do auditório da Biblioteca Municipal.

Encontros do Mar da Revista de Marinha

2ª Edição - 06 de Março de 2017

Auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré

Entrada Livre

Revista de Marinha online em

http://www.revistademarinha.com/
https://www.facebook.com/revistademarinha/

TERRAS DE BOURO PUBLICA REVISTA INFORMATIVA

Edição nº 146 da Revista  Informativa da Câmara Municipal de Terras de Bouro já está disponível

A Câmara Municipal de Terras de Bouro já colocou à disposição dos munícipes, na sua página eletrónica, a sua mais recente publicação informativa.

Trata-se de uma publicação trimestral, alusiva, neste caso, ao último período de 2016 e que tem como principal finalidade divulgar as principais atividades do município e dar as mais diversas informações relacionadas com os vários serviços municipais.

CAPAterrasbourev.jpg

PONTE DE LIMA LANÇA REVISTA

“Ponte de Lima: do passado ao presente, rumo ao futuro” - Casa cheia no lançamento da revista

O lançamento da revista “Ponte de Lima: do passado ao presente, rumo ao futuro” que decorreu no passado dia 10 de fevereiro de 2017, às 18h00, no salão nobre da Câmara Municipal, contou com casa cheia.

IMG_7792 (Small).jpg

A apresentação da obra esteve a cargo do Prof. Doutor Álvaro Campelo que resumiu, de forma exemplar, os artigos constantes neste primeiro número, sobre temáticas diversas e de conceituados autores: José Carlos Loureiro, António Barros Cardoso, Alexandra Esteves, Teodoro Afonso da Fonte, Manuel Pires Ribeiro e José Luís Braga.

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Engº Victor Mendes, classificou esta publicação como “uma continuação das grandes publicações periódicas limianas do passado, que procura dar a conhecer o património cultural do concelho, sendo esta uma ferramenta essencial para construção do presente e projetarmos o futuro.” O autarca revelou ainda que “esta obra constituía-se como dos objetivos do nosso Executivo, uma obra que se imponha e que tantos limianos assim o ambicionavam”.

O evento contou ainda um momento musical pelo violoncelista limiano, Diogo Penha.

Para dar uma maior projeção à produção de conhecimento sobre Ponte de Lima, bem como para chegar a um público mais vasto, para além do suporte tradicional, em papel, a revista estará disponível em formato digital, no endereço: http://journal.cm-pontedelima.pt/.

Trata-se de uma das primeiras publicações periódicas de base científica publicadas por um município em formato papel e eletrónico, constituindo-se o Município de Ponte de Lima como uma referência na valorização e divulgação do conhecimento científico associado ao território e às suas gentes.

IMG_8646.jpg

IMG_8652.jpg

MUNICÍPIO DE BRAGA LANÇA NOVA AGENDA CULTURAL

Autarquia aposta no incremento de novas dinâmicas culturais

O Município de Braga acaba de lançar uma nova versão da sua Agenda Cultural, que assinala 20 anos de existência no próximo mês de Maio. Este é um primeiro passo na nova estratégia de comunicação das dinâmicas culturais do Concelho, que terá também efeitos nos meios digitais.

CMB24022016SERGIOFREITAS000000855.jpg

A Agenda Cultural apresenta-se agora com novo formato e um novo arranjo gráfico, registando-se igualmente uma melhoria na organização dos conteúdos com o objectivo de atingir novos leitores. Foram reduzidos o número de separadores, as apresentações dos eventos são agora mais breves e, nas derradeiras páginas, surge um calendário com as ofertas culturais dia-a-dia.

Para assinalar os 20 anos da publicação, o Município de Braga está a organizar uma exposição e uma conferência, eventos que pretendem analisar a evolução da Agenda, bem como perspectivar os desafios futuros.

A renovação da Agenda Cultural “é uma consequência natural do incremento de dinâmicas culturais assumidas pelo actual Executivo”, refere Lídia Dias, vereadora da Cultura, salientando que “a Cultural é hoje uma marca indelével da acção municipal contribuindo para afirmação de Braga no panorama cultural”.

Novas iniciativas culturais como o Festival de Guitarra, o Concurso de Bandas Filarmónicas, o Festival de Órgão, o programa Braga é Natal ou a Braga Barroca são alguns dos eventos criados nos últimos anos e que se têm afirmado de forma sustentada no calendário cultural Bracarense.

Como salienta Lídia Dias, a “Feira do Livro é outra das iniciativas na qual o Município passou a ter um papel mais activo, com nova envolvência com a Cidade”, destacando ainda “o Theatro Circo e o GNRation que deram passos firmes rumo a uma programação ecléctica indo ao encontro da grandeza e ambição da nossa comunidade no contexto nacional”.

Além da programação organizada directamente pelo Município, a Autarquia tem procurado consolidar as parceiras com diversas associações e instituições de cariz cultural que desempenham a sua actividade no Concelho. “No futuro queremos continuar a fazer de Braga uma Cidade que respire Cultura. Queremos fomentar a formação de públicos e contribuir para o desenvolvimento de diversas associações que têm como matriz a vertente cultural”, conclui Lídia Dias

REVISTA DE MARINHA LANÇA PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2017

A Mais Antiga Revista Nacional Sobre Assuntos do Mar

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, lança a sua 995ª edição, onde aborda vários temas náuticos, desde o desporto à segurança marítima, revisitando momentos históricos e noticiando a atualidade nacional, sem deixar de parte os grandes feitos dos nossos “Homens do Mar”, sejam eles desportistas ou militares.

RM_Capa.jpg

Sempre com o olhar posto na atualidade náutica e marítima portuguesa, a Revista de Marinha traz aos seus leitores relances do passado e um vislumbre do futuro, não só para os afiliados das Forças Armadas, mas por todos aqueles que se interessam pela temática, seja por motivos profissionais ou apenas por paixão ou curiosidade.

Todas as edições, a Revista de Marinha cobre os mais diversos temas dentro do universo marítimo, como artigos e crónicas de temáticas tão diversas como a história náutica, a atualidade marítima, economia do mar, estratégia, geopolítica e um olhar sobre a Marinha de Guerra Portuguesa, explorando as características dos navios portugueses e os últimos avanços da tecnologia militar marinha.

Neste número, com a Marinha de Guerra como tema de capa, poderá ainda encontrar um artigo sobre o novo passadiço flutuante no Rio Tâmega; um resumo das grandes conquistas nacionais em desportos náuticos, durante 2016; artigos sobre a primeira edição de “Encontros do Mar”, que teve lugar na Ericeira; reportagens sobre o prémio “Busca & Salvamento” recebido pela nossa Marinha e sobre a atuação da Polícia Marítima Portuguesa que permitiu salvar vidas na Grécia.

Revista de Marinha

Periodicidade: Bimestral

Pvp: 4,5€

Assinatura anual: 22,5€

Assinaturas e mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Revista de Marinha online em http://www.revistademarinha.com/

https://www.facebook.com/revistademarinha/

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE TERRAS DE BOURO DESMENTE NOTÍCIAS PUBLICADAS NO JORNAL "O AMARENSE"

Esclarecimento sobre duas notícias falsas no jornal “O Amarense” do mês de fevereiro de 2017

No recente número do mês de fevereiro do jornal “O Amarense” surgem duas notícias falsas: a primeira diz respeito á divida do Município a 30 de junho de 2016, que era de 3,3 milhões de euros (uma redução de perto de 50% em relação à dívida total herdada pelo atual executivo) e não de 11,5 milhões, como refere a notícia. O jornalista confundiu dívida com capacidade de endividamento.

7542e8cbd7fc75def9fcc1cca8e3a688.jpg

Outra notícia que não está correta diz respeito às taxas de execução orçamental do Município de Terras de Bouro. As taxas referidas na notícia dizem respeito à execução do primeiro semestre de 2016, facto que não é referido na notícia. Ora, se no primeiro semestre as taxas de execução orçamental rondam os 50%, a perspetiva de execução orçamental no final do ano de 2016 superará os 90%, o que é manifestamente positivo.

De facto, podemos adiantar que as taxas de execução orçamental do Município de Terras de Bouro ao longo de todo o ano de 2016 se situam em 93,3 % na receita e 93,4% na despesa.

Por último, é estranho, sem rigor jornalístico e sem qualquer oportunidade temporal, que dados relativos ao primeiro semestre de 2016, apresentados na Assembleia Municipal de Terras de Bouro, na sessão de setembro de 2016, só agora mereçam tratamento jornalístico (quatro meses depois!...) e ainda por cima de uma forma adulterada e falsa. O relatório do Revisor Oficial de Contas do primeiro semestre de 2016 é claramente favorável ao desempenho financeiro do Município.

Fica a dúvida sobre qual a verdadeira intenção do jornal em causa.

É certo que a edição online do jornal já apresentou um esclarecimento sobre esta matéria, mas isso não basta perante notícias impressas e postas as circular.

O Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro

Joaquim José Cracel Viana

Foto: http://diariodominho.pt/

ARQUIVO MUNICIPAL DE GUIMARÃES LANÇA NOVA SÉRIE DO BOLETIM DE TRABALHOS HISTÓRICOS 2016

AO FINAL DA TARDE DESTA SEXTA-FEIRA

Iniciativa marcada para esta sexta-feira à tarde. Preservar a memória, estabelecer permutas com centros de investigação e facilitar o acesso da informação aos investigadores são alguns dos objetivos.

Guimaraes_Arquivo_Municipal.jpg

O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, vai proceder ao lançamento do quinto volume, da terceira série, do Boletim de Trabalhos Históricos de 2016, numa cerimónia agendada para esta sexta-feira, 27 de janeiro, às 18 horas, nas instalações do Arquivo Municipal, situadas na Rua João Lopes de Faria.

Com a edição impressa do Boletim de Trabalhos Históricos, o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta poderá estabelecer as usuais permutas com bibliotecas e centros de investigação, nacionais e internacionais, constituindo mais um contributo para o conhecimento e divulgação de documentos que relatam a história e a cultura vimaranense. A adoção deste procedimento facilitará o acesso da informação aos investigadores e a todos aqueles que dedicam a sua vida à construção do passado.

O Boletim de Trabalhos Históricos foi publicado pela primeira vez em 1933, por intermédio do seu primeiro diretor, Alfredo Pimenta. Órgão de divulgação cultural, este documento difunde os seus fundos documentais, além de dar a conhecer estudos de grande interesse local e regional de diversos autores. O programa da sessão desta sexta-feira incluirá a apresentação dos artigos pelos seus autores.

REVISTA BRACARA AUGUSTA CONTRIBUI PARA MELHOR CONHECIMENTO DA HISTÓRIA DA CIDADE E DA REGIÃO DE BRAGA

Volume LXI apresentado no Salão Nobre dos Paços do Concelho

O Município de Braga apresentou hoje, 5 de Dezembro, Dia de S. Geraldo, padroeiro da Cidade, o volume LXI da Revista Cultural Bracara Augusta, que se divide por dois tomos.

CMB05122016SERGIOFREITAS0000003853.jpg

Na cerimónia, realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a vereadora da Cultura, Lídia Dias, referiu que a publicação “constitui um valioso instrumento da promoção da história local, sendo mesmo um esteio da reflexão e investigação do património e da história de Braga e da Região”.

Lídia Dias lembrou igualmente que foi no seio da Revista Bracara Augusta que nasceu o Prémio de História Local Dr. Manuel Monteiro. “Nesta primeira edição foram submetidos 14 trabalhos científicos, um número que nos deixa muito satisfeitos e que demonstra o interesse dos investigadores que se debruçam sobre a história de Braga nas suas mais diversas vertentes”, sublinhou a vereadora. 

Já o director da Revista Bracara Augusta, Luís da Silva Pereira, destacou a “colaboração generosa e competente dos investigadores” que permitiu “voltar a publicar, uma revista que, pelos seus conteúdos, contribui para o enriquecimento cultural dos leitores e para o conhecimento da História da Cidade e da Região”.

Este responsável destacou o facto de este volume incluir quatro artigos sobre a celebração de efemérides relevantes para a Cidade e anunciou que o próximo número da revista, a lançar entre Março e Abril de 2017, será inteiramente dedicado ao Mosteiro de S. Martinho de Tibães.

Segundo Luís da Silva Pereira, o próximo volume resultará da “colaboração com o Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães que, ao longo do ano de 2015, organizou um curso de seis lições que procuraram dar a conhecer a casa-mãe dos beneditinos portugueses, os monges, a sua vida e obra e, deste modo, incutir nas pessoas o gosto pela salvaguarda do património”. “Entendemos conveniente e até mesmo exemplar esta colaboração entre instituições que se dedicam à vida cultural”, frisou aquele responsável.

O volume hoje apresentado contém um conjunto de artigos da autoria dos investigadores Amadeu José Campos de Sousa (‘Cinquenta anos a alargar horizontes’, sobre a Escola D. Maria II), Manuel Braga da Cruz (‘No centenário do nascimento de Guilherme Braga da Cruz’), Rui Ferreira (‘A Capela de S. João da Ponte’), Paulo Oliveira (‘Frei Cipriano da Cruz: oração e arte’) e José Marques (análise das actas dos capítulos provinciais dos Eremitas portugueses de Santo Agostinho, de 1538 a 1592; e enquadramento sobre o regulamento do Colégio da Graça de Coimbra).

Escrevem ainda Franquelim Neiva Soares (D. Frei Bartolomeu dos Mártires e a Cidade de Braga perante a crise dinástica de 1580’), Eduardo Pires de Oliveira (estudo sobre a obra de João Antunes no Porto, Braga e Barcelos), Nuno Cruz Grancho (‘O melhor amigo’, de D. João de Sousa), José Vieira Gomes (‘A arte dos entalhadores de Braga. A concepção e a execução da obra no século XVIII’), João Paulo Braga (‘Braga na vida e obra de Camilo Castelo Branco’) e José Ferrão Afonso (‘Manuel Luís e a Nova Braga de Frei Agostinho de Jesus’).

CMB05122016SERGIOFREITAS0000003854.jpg

CMB05122016SERGIOFREITAS0000003855.jpg

CMB05122016SERGIOFREITAS0000003856.jpg

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: O PATRIMÓNIO CULTURAL É UM BEM DE NATUREZA MATERIAL E IMATERIAL CONSIDERADO IMPORTANTE PARA A IDENTIDADE DE UMA SOCIEDADE

-Afirma o Dr. Sérgio da Fonseca, Coordenador da Rádio do Folclore Português, ao BLOGUE DO MINHO.

15301292_1369230823110721_1094428718_n.jpg

“Todos têm direito à fruição e criação cultural, bem como o dever de preservar, defender e valorizar o património cultural.”

- Artigo 78º/1 da Constituição da República Portuguesa

A identidade de um povo está na sua cultura. Podemos entender como tudo aquilo que é construído pelo ser humano. Inclui os mitos, símbolos, ritos, todas as crenças, todo o conjunto de conhecimentos e todo o comportamento etc. Portanto, conhecer e valorizar a nossa cultura são auto-afirmações do que somos. De contrário, poderemos ser conduzidos por qualquer maré que chega. Por exemplo, ser conduzidos pelo fenómeno da globalização (Não considerado seus valores) que busca homogeneizar as culturas locais a fim de controlar as nações do mundo com as doutrinas capitalistas. Este processo chama-se aculturação. Quer dizer, a infusão de uma cultura sobre outra a fim de matar uma.

Já a inculturação, por sua vez, pode ser considerada um factor positivo ou negativo, pois alude a incorporação de elementos de uma na outra. Falo negativo e positivo, porque o processo pode dar-se de modo imposto ou partilhado. Contudo, as gestões públicas não se preocupam muito com os movimentos que mantém a chama acesa da identidade do povo… Talvez por achar desnecessário manter viva essa identidade, cujo nascimento vem das classes mais desfavorecidas. Diante dessa premissa, é certo valorizar a cultura popular, haja vista que ela e tão importante quanto a literatura, a arte plástica, a arquitetónica etc. Foi através da cultura popular que pesquisas antropológicas e sociológicas chegaram a diversas características dos nossos antepassados. Uma das estratégias do capitalismo é apresentar lixos culturais através dos meios de comunicação de massa e outros meios. Chega até nós através da música, das propagandas comerciais auditivas e visuais, através da internet, principalmente através da TV, responsável por criar modismos incoerentes à vida de sofrimento do povo; criar deuses falsos a fim de ludibriar através da estética. Também, difundindo o estrangeirismo da língua e outros costumes. A cultura de massa não pergunta se o povo quer, ela impõe. Por isso, não poderia deixar de felicitar Património Cultural Popular de Portugal, valorizando os Grupos Folclóricos. O Património Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade de uma sociedade.

Como demonstra o artigo 78º/1 da Constituição da República Portuguesa (doravante denominada pela sigla CRP), o património cultural deve ser, além de preservado e protegido, valorizado e dinamizado. Ou seja: uma visão dinâmica do património leva-nos a adoptar esta terminologia para o definir. Ao longo desta dissertação vamos mostrar (sobretudo no capítulo 3) essa dinâmica que deve ser empreendida no património cultural. É evidente que não discordamos de o mesmo ser um legado, uma herança deixada pelas gerações que nos antecederam, até porque essa mesma herança é um assunto de todos, que nos identifica e qualifica mas que não deve ser apenas mirada ou admirada. Devemos retirar do património todos os ensinamentos que o mesmo contém mas também investir e promovê-lo de forma a perpetuá-lo no futuro. Outra questão que surge quanto à terminologia tem a ver com a cisão das expressões “património cultural” e “ bens culturais”. Devem ser consideradas como distintas? Normalmente são vistas como sinónimas ou até consideradas com o mesmo significado. Excepciona-se esse entendimento na nossa Lei do Património Cultural (doravante denominada pela sigla LPC) que distingue estes dois termos no artigo 2º (conceito e âmbito do património cultural) e no artigo 14º (bens culturais). O património na LPC é integrado pelos bens culturais materiais, pelos bens culturais imateriais, por outros bens considerados como fazendo parte do património cultural por convenções internacionais que vinculem o Estado português e pelos contextos dos bens culturais, ou seja, os bens culturais são apenas constituídos pelos bens móveis e imóveis que, de harmonia com o disposto nos n.º 1, 3 e 5 do artigo 2º, representem testemunho material com valor de civilização ou de cultura. Podemos, assim e de alguma forma, concluir que esta é uma visão bastante ampla de património cultural. Uma visão perfilhada pela Convenção da UNESCO.

Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no quotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, festas e romarias, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.

Viva a verdadeira identidade de um povo… A sua cultura popular!

Sérgio da Fonseca

logo

FAMALICÃO DEBATE CENSURA EM PORTUGAL

Paulo Cunha abre XX edição dos Encontros de Outono. Iniciativa promovida pelo Museu Bernardino Machado realiza-se amanhã e sábado, na Casa das Artes, sob o tema “A Censura em Portugal”

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e o coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha, abrem amanhã, sexta-feira, dia 25 de novembro, pelas 09h30, a XX edição dos Encontros de Outono, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

cartazEO2016 (1).jpg

O evento subordinado ao tema “A censura em Portugal (1910-1974)” vai decorrer amanhã e sábado reunindo mais de uma dezena de investigadores e historiadores nacionais.

Depois de se afirmar no país como um centro de investigação incontornável da história da I República Portuguesa, o Museu Bernardino Machado dedicou o ano de 2016 ao estudo e debate da censura em Portugal.

A temática tem estado presente na programação anual do Museu, refletindo-se nas mais diversas atividades, com destaque para o ciclo de conferências “A Censura na Ditadura Militar e no Estado Novo” e ainda para as exposições “Os livros proibidos pela ditadura” e “A repressão da imprensa na I República”.

Agora, ao longo dos dois dias a censura servirá de debate a onze intervenções, estudando-se a abordando-se o impacto da censura na I República, nos governos republicanos, durante a I Guerra Mundial, durante a Ditadura Militar e o Estado Novo, a censura na literatura e espetáculos para menores, no teatro e no cinema.

De acordo com o coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha, trata-se de “um conjunto de conferências que se complementam e que conseguem dar uma visão bastante abrangente sobre o que foi a censura em Portugal”, acrescentando que “quem participar nestas atividades, ficará com um conhecimento vasto, correto e rigoroso sobre este tema”.

O professor catedrático realça ainda “a qualidade e o prestígio dos convidados”. “É realmente uma oportunidade única, assistir a estas palestras relatadas por especialistas”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, mostra-se satisfeito com o contributo que este Museu famalicense tem dado na afirmação de Famalicão no país, como uma cidade que promove o conhecimento da história.

“Agora, o Museu chama os maiores especialistas nacionais na investigação da censura para durante dois dias redescobrir e reescrever esta importante página da nossa história”,afirma salientando que “têm sido assim, as conferências dos Encontros de Outono, uma iniciativa já com 20 anos, que foi conquistando um lugar de destaque como espaço de conhecimento e debate sobre temáticas históricas, culturais, sociais e políticas de interesse global.”

Refira-se ainda que faz todo o sentido, a abordagem da temática da censura por parte do Museu, tendo em conta a importância que Bernardino Machado sempre atribuiu à liberdade.

Consulte o programa em http://www.bernardinomachado.org/

GUIMARÃES EDITA REVISTA "MONUMENTOS"

DIA 25 DE NOVEMBRO, NO CCVF (18H30)

Edição impressa da revista “Monumentos” dedicada a Guimarães é apresentada esta sexta-feira

Interesse e uma procura cada vez maior de investigadores e público em geral motivou publicação em papel. Sessão de apresentação decorre no CCVF. Entrada livre.

Guimaraes_Revista_Monumentos.jpg

A versão impressa do número 33 da revista “Monumentos”, dedicada a Guimarães e publicada em 2013, vai ser apresentada publicamente esta sexta-feira, 25 de novembro, às 18:30 horas, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. A sessão, cuja apresentação estará a cargo do arquiteto Alexandre Alves Costa, assinala também o regresso da revista como publicação periódica, agora na esfera da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

A Monumentos 33, até agora apenas disponível em formato digital, conta com vários estudos e reflexões sobre a riqueza patrimonial vimaranense, do seu Centro Histórico aos projetos urbanísticos, à indústria da curtimenta, passando pelos edifícios notáveis ou pelas intervenções arquitetónicas mais recentes. Participam neste número vários investigadores e colaboradores especialistas das áreas em questão.

A revista, que teve o apoio institucional da Fundação Cidade de Guimarães, é uma publicação técnico-científica destinada à divulgação do património construído. No número dedicado a Guimarães, destaca-se a importância que a cidade assume, no presente como no passado, nos contextos regional e nacional, refletindo-se sobre a evolução, o desenho e as diversas funções assumidas pelo seu Centro Histórico até aos dias de hoje, sem esquecer o passado industrial da cidade.

Património material e imaterial

A edição identifica, estuda e (re)interpreta alguns dos principais valores patrimoniais, como a Colegiada, a Pousada de Santa Marinha ou o Campus de Azurém, além de analisar experiências arquitetónicas e urbanísticas de construção, reabilitação, restauro e de valorização de iniciativa pública municipal, como a recente intervenção realizada no Largo do Toural.

A revista inclui um vasto conjunto de documentos fotográficos do património de Guimarães selecionado nos arquivos do SIPA - Sistema de Informação para o Património Arquitetónico, bem como cartografia especialmente concebida para esta edição, contando ainda com o valioso contributo de conceituados investigadores nacionais das áreas da arquitetura, da geografia e da história da arquitetura e do urbanismo.

BRAGA ACOLHE ENCONTRO IBÉRICO DE RÁDIOS UNIVERSITÁRIAS

Iniciativa decorre entre Amanhã e Sábado no âmbito da CIAJ

A Cidade de Braga acolhe entre Amanhã, 16 de Novembro, e Sábado, dia 19, um Encontro Ibérico de Rádios Universitárias com a participação de cerca de 30 estudantes de Portugal e Espanha. A iniciativa, a ter lugar no Auditório de Engenharia, no Campus de Gualtar da Universidade do Minho, visa promover a partilha de experiências entre as rádios universitárias do espaço ibérico e com parceiros de rádios universitárias europeias e sul-americanas.

Encontro Ibérico de Rádios Universitárias.jpg

A sessão de abertura está agendada para Amanhã, 16 de Novembro, pelas 14h00, estando previstas as presenças dos presidentes das Agências Nacionais Erasmus + de Portugal e Espanha, assim como de representantes da Reitoria da Universidade do Minho e do Município de Braga.

Este projecto, integrado na programação de Braga 2016: Capital Ibero-Americana da Juventude (CIAJ), é financiado pelas Agências Erasmus + de Portugal e Espanha e conta com a Rádio Universitária do Minho como anfitriã.

Dos formadores convidados, destacam-se  Marcelo Kischinhevsky (Professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Carmen Ponce López (professora de Jornalismo Radiofónico na Universidade de Elche), Mésicles Helin (TSF) e Pedro Portela (Universidade do Minho), para além de Maria João Cunha e Marília Freitas (Rádio Renascença). Os temas incluem o debate de temáticas que vão desde a componente jornalística em rádio até à presença das mesmas no contexto online e exploração de formatos multimédia.

O encontro terá como convidados de honra, o presidente da Associação Espanhola de Rádios Universitárias, Daniel Martín e Aldo Rotman, presidente da Rede de Rádios Universitárias de Latino América e Caribe. No plano nacional destacam-se as presenças dos presidentes e directores de antena da Rádio Universidade de Coimbra, Rádio Universitária do Algarve e Universidade FM.

A abordagem dos temas terá como base o pensamento colectivo sobre da dinâmica europeia, consciencializando-se os jovens para o papel que as rádios podem ter como veículo difusor de boas práticas no contexto Europa.

RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ENTREVISTA PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

A Rádio do Folclore Português (RFP) vai no próximo dia 10 de Novembro, a partir das 21 horas, entrevistar o sr. Fernando Ferreira da Silva, Presidente da Federação do Folclore Português.

14908227_1204266466286002_452672566524650657_n.jpg

Trata-se de mais uma edição do Programa “Conversas ao Serão”, revelando-se de grande oportunidade e interesse dado o aproximar das eleições para os órgãos sociais daquela entidade que, aliás, estão a gerar grande controvérsia em torno da alegada apresentação de várias listas candidatas.

A polémica tem vindo a atingir níveis jamais imaginados em relação àquela instituição que não se afiguram favoráveis ao movimento associativo do folclore português. E, atendendo às afirmações bastante contundentes proferidas recentemente em Carta Aberta pelo Presidente da Federação do Folclore Português, a qual tivemos oportunidade de divulgar, esta entrevista está a despertar enorme curiosidade e interesse.

ENCONTROS DE OUTONO EM FAMALICÃO PERCORREM CAMINHOS DE “A CENSURA EM PORTUGAL”

Iniciativa promovida pelo Museu Bernardino Machado realiza-se nos dias 25 e 26 de novembro, na Casa das Artes

Mais de uma dezena de investigadores e historiadores nacionais vão reunir-se na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão durante os dias 25 e 26 de novembro para debater o tema “A censura em Portugal (1910-1974) ”, no âmbito da XX edição dos Encontros de Outono, uma iniciativa promovida pelo Museu Bernardino Machado.

cartazEO2016.jpg

Com entrada livre, o colóquio carece de inscrição prévia no site do Museu em www.bernardinomachado.org. O colóquio está acreditado para professores dos grupos 200, 210, 220, 300, 400 e 410.

Depois de se afirmar no país como um centro de investigação incontornável da história da I República Portuguesa, o Museu Bernardino Machado dedicou o ano de 2016 ao estudo e debate da censura em Portugal.

A temática tem estado presente na programação anual do Museu, refletindo-se nas mais diversas atividades, com destaque para o ciclo de conferências “A Censura na Ditadura Militar e no Estado Novo” e ainda para as exposições “Os livros proibidos pela ditadura” e “A repressão da imprensa na I República”.

Agora, ao longo de dois dias, 25 e 26, a censura servirá de debate a onze intervenções, estudando-se a abordando-se o impacto da censura na I República, nos governos republicanos, durante a I Guerra Mundial, durante a Ditadura Militar e o Estado Novo, a censura na literatura e espetáculos para menores, no teatro e no cinema.

De acordo com o coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha, trata-se de “um conjunto de conferências que se complementam e que conseguem dar uma visão bastante abrangente sobre o que foi a censura em Portugal”, acrescentando que “quem participar nestas atividades, ficará com um conhecimento vasto, correto e rigoroso sobre este tema”.

O professor catedrático realça ainda “a qualidade e o prestígio dos convidados”. “É realmente uma oportunidade única, assistir a estas palestras relatadas por especialistas”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, mostra-se satisfeito com o contributo que este Museu famalicense tem dado na afirmação de Famalicão no país, como uma cidade que promove o conhecimento da história. 

“Agora, o Museu chama os maiores especialistas nacionais na investigação da censura para durante dois dias redescobrir e reescrever esta importante página da nossa história”,afirma salientando que “têm sido assim, as conferências dos Encontros de Outono, uma iniciativa já com 20 anos, que foi conquistando um lugar de destaque como espaço de conhecimento e debate sobre temáticas históricas, culturais, sociais e políticas de interesse global.”

Refira-se ainda que faz todo o sentido, a abordagem da temática da censura por parte do Museu, tendo em conta a importância que Bernardino Machado sempre atribuiu à liberdade.

Consulte o programa em http://www.bernardinomachado.org/

MUNICÍPIO DE TERRAS DE BOURO PUBLICA REVISTA MUNICIPAL

Edição nº 145 da Revista Informativa da Câmara Municipal de Terras de Bouro já está disponível

A Câmara Municipal de Terras de Bouro já colocou à disposição dos munícipes, na sua página eletrónica, a terceira edição de 2016 da sua publicação informativa.

Trata-se de uma publicação trimestral que tem como principal finalidade divulgar as principais atividades do município e dar as mais diversas informações relacionadas com os vários serviços municipais.

Revista Informativa da CMTBR - CAPA.jpg

PÓVOA DE LANHOSO DEBATE “ A IMPRENSA NO PRIMEIRO LIBERALISMO E A IMPRENSA EM DEMOCRACIA

Conferências juntam no Centro Interpretativo Maria da Fonte Jorge Pedro Sousa e Pedro Bacelar de Vasconcelos, sendo antecedida pela abertura de uma exposição

Maria da Fonte.jpg

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso promove, no próximo dia 12 de novembro e no âmbito do ciclo de conferências “Maria da Fonte no seu e no nosso tempo”, uma iniciativa intitulada “Liberdade de Imprensa no Primeiro Liberalismo e nos dias de hoje”. Serão palestrantes Jorge Pedro Sousa, catedrático da Universidade Fernando Pessoa (Porto), e Pedro Bacelar de Vasconcelos, docente da Universidade do Minho (Braga).

“A comparação entre a liberdade de imprensa no liberalismo e nos dias de hoje é, de facto, um tema que nos leva a entender melhor como era a imprensa nos tempos da Revolução da Maria da Fonte. Estas conferências que vêm no seguimento da programação da comemoração dos 170 anos da Revolução têm como fim dar a entender de uma forma mais académica o quanto foi importante a revolta iniciada na Póvoa de Lanhoso para a história nacional”, refere o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues.

A atividade tem início, às 16h30, no Núcleo Documental do município (Centro Interpretativo Maria da Fonte, no Largo António Lopes), com a abertura de uma exposição subordinada ao tema “Primórdios da imprensa nas Terras de Lanhoso”, altura em que será integrada no fundo daquele Núcleo uma coleção do jornal “A Póvoa de Lanhoso” e colocada online parte da coleção do jornal “A Maria da Fonte”, já tratada informaticamente.

Durante estas conferências, os palestrantes irão analisar as semelhanças e dissemelhanças entre o jornalismo e a liberdade de imprensa praticados em períodos tão distantes como os meados do século XIX e os inícios do século XXI. Desta forma, Jorge Pedro Sousa irá abordar “A Imprensa no Primeiro Liberalismo” e  Pedro Bacelar de Vasconcelos irá focar-se n’“A Liberdade de Imprensa 40 anos depois do 25 de Abril”.

Estas conferências irão realizar-se no auditório do Centro Interpretativo da Maria da Fonte, a partir das 17h00. A entrada é gratuita.

Estes momentos integram o ciclo de conferências designado “Maria da Fonte no seu e no nosso tempo” promovido pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso em colaboração com os jornais Correio do Minho e Maria da Fonte para assinalar os 170 anos da Revolução do Minho (1846 – 2016).

JUVENTUDE DE FAMALICÃO LANÇA SEGUNDO NÚMERO DA “UAU!”

Publicação de distribuição gratuita destina-se aos jovens do concelho

O pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão acaba de lançar o segundo número da revista “Uau!”. A publicação de distribuição gratuita destaca-se essencialmente pela utilidade dos conteúdos dirigidos aos jovens do concelho, mas também pelas entrevistas, os artigos de opinião e outros temas.

Uau.JPG

Impressa em papel reciclado e com uma edição digital disponível no sitewww.juventudefamalicao.org/ , a “Uau!” pretende contribuir para a construção de uma relação mais próxima com os jovens. “Seja qual for o teu caso, terás sempre o nosso apoio e dedicação, nomeadamente através do pelouro da Juventude, na procura da realização dos teus sonhos e no desenvolvimento dos teus projetos, quer sejam pessoais ou profissionais”, afirma o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, no editorial da revista.

Esta edição chama à capa David Carreira, um dos mais sonantes nomes da pop nacional. Na entrevista concedida, David Carreira deixa um conselho aos jovens famalicenses “Acreditem nos vossos sonhos, sejam eles em Portugal ou fora.”

A revista será agora distribuída pelas escolas, associações e instituições juvenis do concelho, estando também disponível na Casa da Juventude.

VALENCIANOS VIAJAM À ÉPOCA DE OURO DA RÁDIO

Rádios Antigos em Valença

O Núcleo Museológico de Valença, recuou 80 anos no tempo, à descoberta da “Radiofonia – A Paixão do Valenciano Sansão Vaz” que reúne 41 rádios antigos, até 26 de novembro.

valençaradios.jpg

Uma exposição que mergulha o visitante no imaginário da rádio antiga, das válvulas, dos botões cromados, do som da radiofonia, de design´s retro, das velhas grafonolas. Um convite irresistível para os nostálgicos da rádio descobrirem aparelhos tipo cofre, capela e portáteis, das décadas de 20 a 60, do século passado.

Da Holanda à Alemanha, do Canadá aos Estados Unidos da América, do Japão ao Brasil e tantos outros, é possível encontrar aparelhos que colocaram o mundo a comunicar em tantas línguas e lugares.

Uma exposição evocativa de uma das maiores coleções nacionais, hoje, pertença dos descendentes do valenciano Sansão Vaz que, no seu conjunto, reúne mais 500 aparelhos entre telefonias, recetores / emissores de guerra e aparelhos de gravação.

A coleção de Sansão Vaz tem aparelhos que vão de 1928 até à década de 60, com marcas como a Phillips, RCA, His Master's Voice, Marconi, Telefunken, Siemens, Roberts Radio, Ultra, Viking, entre outras.

Pela curiosidade, até não faltam três exemplares alemães, do tempo do nazismo, chamados rádios "Mordaça" por só emitirem em áreas restritas deste país.

Sansão Vaz foi uma figura valenciana emblemática que todos associavam ao mundo da rádio e das antigas cabines de som das festas e romarias. Do passatempo nasceu uma paixão, de alguns chegou a mais de 500 aparelhos. Até aos últimos dias de vida Sansão Vaz zelava por estas preciosidades com toda a paixão, fazendo questão de os manter todos a funcionar.

FAMALICÃO APRESENTA RENOVADO BOLETIM CULTURAL

Publicação coordenada por Artur Sá da Costa centra-se na história, cultura e património famalicense. Boletim Cultural é legado para o futuro

“Cada edição do Boletim Cultural é um pedaço da nossa identidade que salvaguardamos do tempo e mantemos vivo na memória das gerações”. É desta forma que  o presidente da Câmara, Paulo Cunha, apresenta uma renovada edição do Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão que já é publicado há 36 anos.  

boletim.jpg

Os números 8 e 9 da IV Série do Boletim Cultural foram reunidos numa edição bianual, 2014 e 2015,  e foram apresentados publicamente sábado, 24 de setembro, nos Paços do Concelho pelo Presidente da Câmara Municipal e pelo coordenar científico da publicação, Artur Sá da Costa.  

“A história política tem, neste número, um apreciável destaque, com incidência em dois períodos importantes da história contemporânea: a I República e a Oposição Democrática ao Estado Novo. Juntam-se a eles outros dois temas já recorrentes: O Património Cultural e as Raízes Históricas e Seculares de Vila Nova de Famalicão”, apresenta Artur Sá da Costa.

O Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão teve a sua primeira edição em 1980, a acompanhar o primeiro grupo de boletins culturais publicados por algumas autarquias portuguesas após as primeiras eleições autárquicas nacionais de 1976. “O seu aparecimento correspondeu a uma das primeiras apostas da política local autárquica em matéria cultural”, explicou Artur Sá da Costa, defendendo a sua importância e atualidade.  

A obra reúne um conjunto de trabalhos de investigação sobre a história, cultura e património famalicenses da autoria de Artur Sá da Costa, Filipa Sousa Lopes, José Manuel Tengarrinha, Paulo Campos Correia, Maria de Fátima Castro, Norberto Ferreira da Cunha, António José Queiroz, Jorge Fernandes Alves, Odete Paiva, Amadeu Gonçalves, António Joaquim Pinto da Silva, José Manuel Lages, Luis Gonzaga Cardoso de Almeida, Rafaela Adriana Marques de Sousa, João Afonso Machado, Justino Magalhães e Rogério Bruno Magalhães.

Foi a estes autores que o presidente da autarquia agradeceu a “disponibilidade em partilharem, de forma desinteressada e voluntariosa, o conhecimento que têm com os cidadãos”. “São textos que correspondem a muitas horas de trabalho e de dedicação e que são um importante legado para o futuro”, disse Paulo Cunha, desafiando estes e outros autores a prepararem desde já uma nova edição do Boletim Cultural.

O Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão pode ser consultado na rede de leitura pública do concelho (biblioteca e polos), e adquirido na livraria municipal, na Casa do Território.

DSC_8389.jpg

MUNICÍPIO DE FAMALICÃO APRESENTA RENOVADO BOLETIM CULTURAL

Publicação dá particular destaque à história política reuninndo textos originais de cerca de duas dezenas de autores

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão apresenta publicamente no próximo sábado, 24 de setembro, pelas 15h30, nos Paços do Concelho, uma nova edição do Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão, no âmbito da realização das Jornadas Europeias do Património.

Boletim Cultural de Famalicão já vai na IV Série.jpg

Com coordenação editorial de Artur Sá da Costa, o n.º 8 e 9 da IV Série do Boletim Cultural, diz respeito aos anos de 2014 e 2015, dando continuidade à publicação ininterrupta de 36 anos deste projeto cultural e editorial do município famalicense. O primeiro volume da primeira 1.ª edição é de 1980, sendo este um dos primeiros Boletins Culturais do país da era democrática.

“A história política tem, neste número, um apreciável destaque, com incidência em dois períodos importantes da história contemporânea: a I República e a Oposição Democrática ao Estado Novo. Juntam-se a eles outros dois temas já recorrentes: O Património Cultural e as Raízes Históricas e Seculares de Vila Nova de Famalicão”, apresenta Artur Sá da Costa no editorial à publicação.

Artur Sá da Costa, Filipa Sousa Lopes, José Manuel Tengarrinha, Paulo Campos Correia, Maria de Fátima Castro, Norberto Ferreira da Cunha, António José Queiroz, Jorge Fernandes Alves, Odete Paiva, Amadeu Gonçalves, António Joaquim Pinto da Silva, José Manuel Lages, Luis Gonzaga Cardoso de Almeida, Rafaela Adriana Marques de Sousa, João Afonso Machado, Justino Magalhães e Rogério Bruno Magalhães são alguns dos autores dos trabalhos publicados.

“Cada edição do Boletim Cultural é um pedaço da nossa identidade que salvaguardamos do tempo e mantemos vivo na memória das gerações”, diz o presidente da Câmara, Paulo Cunha, na nota de abertura da edição.

Com uma imagem renovada, esta nova edição do Boletim Cultural reforça a ligação ao património através de ilustrações, neste volume com imagens de azulejos de Vila Nova de Famalicão a funcionarem como separadores dos temas e textos.

PONTE DE LIMA JÁ ESTÁ EM FESTA: ACABA DE SER EDITADA A REVISTA “O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS”!

Ponte de Lima já está em festa! Acaba de ser distribuído o nº 33 da II Série da revista “O Anunciador das Feiras Novas”, publicação anual de informação, cultura, turismo e artes limianas, invariavelmente editada e distribuída por ocasião dos festejos das Feiras Novas, em Ponte de Lima, antecipando a sua própria realização.

Anunciador16.jpg

Ainda os bombos dos zés pereiras não começaram a rufar a anunciar a festa e já a revista “O Anunciador das Feiras Novas” nos convoca para a romaria em honra de Nossa Senhora das Dores, aquela que é justamente considerada uma das mais grandiosas e genuínas romarias de Portugal – as Feiras Novas de Ponte de Lima – a que se lhe juntam as feiras francas, a estúrdia e o arraial.

As Feiras Novas são o expoente máximo da exuberância que muito bem caracteriza o minhoto em todos os aspetos da sua vida: no trabalho e na Fé, no trajar e no comer, quando a vida lhe corre de feição e quando ela lhe reserva as maiores contrariedades. E, até quando é forçado a emigrar para terras distantes ou é destacado para a guerra como sucedeu nos começos do século passado, ele não se esquece de levar consigo a concertina e o cavaquinho, o bombo e as castanholas e, por onde passa, contagia todos à sua volta com a sua maneira de ser alegre e vitorioso. Não admira, pois, que tenham sido precisamente aos minhotos que coube a nobre e histórica incumbência de fundar a nossa nacionalidade!

A revista “O Anunciador das Feiras Novas” é propriedade da Associação Empresarial de Ponte de Lima e coordenação de Alberto do Vale Loureiro. Contando com a valiosa contribuição de um leque variado de colaboradores, a revista aborda os temas mais diversos relacionados com Ponte de Lima, como a História, turismo, gastronomia, botânica, literatura, desporto e genealogia, constituindo ainda uma montra do comércio, industria e serviços que concorrem para o progresso económico e social do concelho.

Mas, ninguém melhor do que o próprio Coordenador da revista “O Anunciador das Feiras Novas”, o sr. Alberto do Vale Loureiro, a quem Ponte de Lima e os limianos devem a edição de tão magnífica publicação para descrever a epopeia que desde o primeiro número tem constituído este notável esforço de engrandecer as Feiras Novas com uma revista de grande qualidade gráfica e de conteúdo que a tornam uma referência na imprensa do Minho. É que, ao contrário do que frequentemente sucede nos tempos que correm, o seu layout não constitui um embrulho de fantasia para impressionar os leitores sem mais-valia cultural ao nível de conteúdo. Nesse sentido, publicamos as palavras que ele próprio proferiu na homenagem que em 30 de agosto de 2013 lhe foi prestada, por ocasião do 30º aniverário da revista.

1555283_1399813003607713_1453556326_n.jpg

“Quando em Junho de 1984 me aflorou a ideia de avançar com a edição de uma revista que enriquecesse o meio cultural de Ponte de Lima, nem por sombras antevia que a sua longevidade atingisse 25 anos de publicação ininterrupta.

Nessa altura, renascia então “O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS” em II série, com 88 páginas, publicação modesta, de acordo com as possibilidades da época. A aceitação foi do agrado geral e, a partir daí, jamais deixou de se publicar.

Apesar das dificuldades acrescidas de ano para ano e do esforço despendido, o “Anunciador” foi crescendo atingindo hoje (2008) as 224 páginas.

Em todas as publicações procuramos fazer sempre o melhor, nunca nos furtando às responsabilidades inerentes e procurando satisfazer os anseios e críticas advindas dos apreciadores da revista. Acatamos as situações de encorajamento e recebemos os elogios de forma responsável. Acima de tudo procuramos fazer algo de útil em prol da cultura limiana. Disso estamos cientes.

No entanto fomos reparando que a façanha empreendida criava uma empatia no seio da comunidade limiana e não só! Veja-se, por exemplo, que instituições públicas nacionais como a Universidade de Coimbra, através da sua biblioteca nos fazia chegar via postal, personalizado, solicitando o envio do “Anunciador”; a Universidade de Mato Grosso, no Brasil, por forma intermediária de um comerciante limarense já falecido, proprietário da Casa Pimenta, também se interessou pela publicação; o Director da RTP na altura, Carlos Miguel de Abreu de Lima de Araújo, escrevia-me num cartão-de-visita da própria Rádio Televisão Portuguesa tecendo os maiores encómios ao trabalho literário da revista e pedia o seu envio. Muitas outras personalidades de relevo social de outras regiões se interessaram pela sua publicação e, o que muito nos apraz registar, são muitos os que a coleccionam.

Com cada vez maior adesão de colaboradores literários que deram sempre, de forma generosa, um excepcional contributo cultural, dando a conhecer a história, a etnografia, os momentos sócio-culturais, os mais diversos, as vivências da sociedade, as peripécias próprias de outras épocas, as artes, o ambiente, o destaque das figuras notáveis nos mais diversos sectores e o tipicismo das gentes limianas, num conjunto apelidado, e bem, de TERRA RICA DA HUMANIDADE – “O ANUNCIADOR” foi captando cada vez mais a admiração e o carinho dos seus leitores.

Momento propício, agora, para prestarmos homenagem aos Colaboradores que fisicamente já não fazem parte do mundo dos vivos – a Parca os levou – mas cuja memória se eternizou através dos escritos que nos legaram. Assim lembramos:

- O Dr. Rui Brandão Leite Braga (professor e escritor); o etnógrafo Amadeu Costa; o médico e escritor, Dr. José Crespo; o Dr. João marcos (poeta e escritor); Aníbal Marinho, publicista e poeta; Laurinda carvalho Araújo, professora, poetisa e escritora; Severino Costa, escritor e jornalista; António Manuel da Silva Vasconcelos, conhecido pelo pseudónimo (António Porto-Além) poeta e professor e por fim, e de forma propositada, Maria Emília Sena de Vasconcelos (memorialista e poetisa).

Perdoem-me que me detenha uns breves instantes com esta senhora de grande distinção e fino trato, dotada de elevada cultura e valores morais, com quem primei de um modo muito particular. Figura relevante nas letras e na poesia, dedicada etnógrafa, poliglota, conhecedora irrepreensível do meio social da região, viajou mundo fora. Era admirável a sua caligrafia. Tanto em manuscrito como imitava, de forma perfeita a letra de impressa. Possuo alguns desses documentos em cartas que me escrevia nas quais me tratava como “velho amigo Vale”. Era de uma generosidade e disponibilidade notáveis.

Mas a II série d’ “O Anunciador das Feiras Novas” também tem por objectivo homenagear o seu fundador – Augusto de Castro e Sousa – que em 1947 fez sair o 1º número e a quem pedi a anuência de continuar o seu trabalho solicitando-lhe me desse permissão para utilizar o título e em cujo 1º número da II série (1984) convidei o meu bom amigo e competente mestre de artes gráficas para escrever a nota editorial.

O “Anunciador” prosseguiu o seu caminho. Durante 22 anos conseguimos aguentar toda a carga de preparação até chegar à oficina gráfica, contactando os patrocinadores pessoalmente, acompanhando a sua feitura na paginação e consequente impressão, fazendo a distribuição pelos anunciantes com a ajuda de minha esposa e meus dois filhos que, mesmo já sendo licenciados e com mestrado me deram todo o apoio necessário até onde puderam. Depois ainda havia a função de receber o contributo dos patrocinadores para a liquidação da conta da gráfica. Começava todo este trabalho em Abril e só terminava em finais de Setembro.

Mas como em tudo na vida, há um tempo limite que nos impede de prosseguirmos o caminho com a mesma força e vigor, foi então que chegado o nº22 ficou encarregada de angariar a publicidade e fazer a respectiva distribuição a Associação Empresarial de Ponte de Lima a quem havia oferecido em 1986, sem qualquer compensação todos os direitos da revista, responsabilizando assim a mesma na sua publicação caso algo acontecesse que me impedisse de continuar o meu trabalho. Em resumo: o fundador foi Augusto de Castro Sousa; a reedição e propriedade em II série foram da minha responsabilidade e a partir de 1986, por questões burocráticas, passei a propriedade para a Instituição representante dos comerciantes e industriais de Ponte de Lima, continuando, no entanto, até aos dias de hoje, a manter o estatuto de reeditor e coordenador.

E porque o esforço feito para manter a publicação não pertence só ao coordenador, aqui deixamos um agradecimento muito sincero aos Colaboradores que, assiduamente, nos brindam com os seus escritos e mantêm vivos os valores da história e cultura da região limiana.

Ao Comércio e à Indústria que, apesar das dificuldades próprias duma luta insana que travam pela vida, não deixam de mostrar a atenção que dispensam à valorização e promoção do Concelho. Sem a sua presença não seria possível concretizar este trabalho.

A todos a maior gratidão.

Por fim aos mentores deste convívio comemorativo expresso a minha admiração pela feliz ousadia.”

Discurso publicado em http://acoutinhoviana.blogspot.pt/

13177816_1030836013637148_336704834791431304_n (4).jpg

QUEM TE MANDA A TI, SAPATEIRO, TOCAR RABECÃO?

Desde há algum tempo a esta parte, têm surgido na internet e nas redes de televisão por cabo algumas supostas rádios e televisões que se apresentam como divulgadoras do folclore do povo português.

Na maior parte dos casos, quem as sintoniza pouco mais capta do que ruído, emissões de gosto duvidoso que nada têm a ver com o folclore e que apenas contribuem para embrutecer os ouvintes que insistem em escutar esses sites. E, quando efetivamente transmitem algo relacionado com o folclore, fazem-no com tal falta de qualidade técnica e de apresentação que, melhor serviço prestaria, se as mesmas mantivessem-se silenciadas…

Trata-se meramente da utilização das novas tecnologias sem qualquer preocupação de índole cultural, ocupando nomeadamente espaço na internet, não raras as vezes com propósitos comerciais mais ou menos declarados. E, apesar das potencialidades das redes sociais, o seu auditório raramente ultrapassa uma dezena de amigos que se entretêm a contar entre si algumas anedotas mais ou menos brejeiras.

Não obstante, alguns grupos folclóricos inserem os respetivos logótipos na sua propaganda como se de um interessante patrocinador se tratasse… isto é, como quem diz, com papas e bolos se enganam os tolos!

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS APRESENTA EM VIANA DO CASTELO A REVISTA “ESTUDOS REGIONAIS”

No próximo dia 23 de julho, o Centro de Estudos Regionais apresenta o décimo número, da segunda série, da Revista Estudos Regionais. O lançamento público decorrerá na Sala Couto Viana, da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 18.00 horas. A apresentação estará a cargo do Tenente-Coronel do Exército Abílio Pires Lousada.

A revista Estudos Regionais é uma publicação de periodicidade anual, editada pelo Centro de Estudos Regionais há trinta e cinco anos, que conta com a colaboração de investigadores de diferentes áreas no domínio das Ciências Sociais e Humanas. A edição, referente ao ano em curso e dirigida por José Carlos Loureiro, dedica parte das suas páginas à participação dos alto-minhotos na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

A publicação, coordenada cientificamente pela Profª Doutora Glória Solé, reúne, em aproximadamente 250 páginas, estudos, artigos, notas de investigação e recensões da autoria de Amândio Jorge Barros, António Matos Reis, Carlos Branco de Morais, Ernesto do Paço, Glória Solé, Henrique Rodrigues, Horácio Faria, José Carlos Loureiro, Paula Dias, Pedro Pereira e Sérgio Veludo Coelho.

O design da revista é da responsabilidade de Rui Carvalho. A publicação recebeu o patrocínio da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Noroeste e do Banco Popular.

Abílio Pires Lousada é historiador militar, licenciado em Ciências Militares (Academia Militar), Mestre em Estratégia (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas) e pós-graduado em História Militar (Universidade Lusíada de Lisboa). Possui os cursos de Estado-Maior Conjunto (Instituto de Altos Estudos Militares) e de Estado-Maior (Instituto de Estudos Superiores Militares). Foi professor de História Militar na Escola Superior Politécnica do Exército, no Instituto de Estudos Superiores Militares e na Escola Superior de Guerra de Luanda. Foi agraciado com o 1.º Prémio Literário Defesa Nacional, em 2007.

A sessão de apresentação está integrada na programação da Feira do Livro de Viana do Castelo, onde o Centro de Estudos Regionais tem um pavilhão para venda das suas publicações, a preços reduzidos.

A sessão de apresentação é pública.

ENTREVISTA DE MIGUEL VENTURA TERRA AO JORNAL “O SÉCULO” GERA DEBATE NO SENADO

Em 1913, no decorrer da sessão ordinária do Senado ocorrida no dia 20 de Janeiro, uma entrevista cedida pelo arquiteto Miguel Ventura Terra ao jornal “O Século” a propósito do estado lastimável em que se encontrava uma escola em Paredes de Coura, levou o deputado Silva Barreto a pedir providências ao governo, ali representado pelo Ministro do Fomento, António Maria da Silva, que em resposta garantiu que iria “procurar imediatamente os necessários elementos de informação” e “que, se houver responsabilidades em tam desgraçado caso, elas serão exigidas.”

z-mvterraparla.jpg

A sessão foi presidida por Anselmo Braamcamp Freire e secretariada por Artur Rovisco Garcia e Bernardo Pais de Almeida. O Debate vem publicado no Diário do Senado conforme se transcreve.

“O Sr. Silva Barreto: - Sr. Presidente: pedi a palavra para chamar a atenção do Sr. Ministro do Fomento para um artigo inserto no jornal O Século, e que tem por epígrafe: "Uma escola do tipo Bermudes transformada em sentina pública".

Êste artigo produziu-me uma dolorosa impressão.

  1. Exa., Sr. Presidente, e o Senado, sabem perfeitamente que o Século é um jornal de grande circulação e que, por isso, vai a todos os recantos do país.

Sabem tambêm V. Exa. e o Senado que o mesmo jornal tem advogado calorosamente a causa da instrução.

Não se podem negar os bons serviços que o Século tem prestado a essa causa.

A leitura desta local levou-me a chamar a atenção do Sr. Ministro do Fomento para êste facto, certamente único, na história da nossa administração pública.

Sei de visu, e por experiência própria, o que se tem feito nessas escolas.

Conheço escolas que são verdadeiras pocilgas.

Escuso de referir aqui o que o país muito bem conhece.

O Sr. Ventura Terra, entrevistado por um redactor do Século, cita factos realmente vergonhosos.

O Sr. Ventura Terra fez uma digressão à província do Minho e, visitando o concelho de Paredes de Coura, aí se lhe deparou um edifício de aspecto distinto, esplendidamente construído, edifício que, peias suas exterioridades, lhe deu a impressão duma escola do tipo Adães Bermudes.

Desejou ver o interior do edifício, e eis como êle descreve o que se lhe apresentou.

"Paredes de Coura é uma vila sem grandes características e quási sem interesse na construção, mas possui uns arredores cheios de encanto e uma paisagem admirável, fulva e brilhante. Quando aí passei, veio-me de repente para os olhos uma construção que saía absolutamente da monotonia geral. Era já fora da povoação, a muitos metros para alêm das últimas casas, e, de longe, pareceu-me que se tratava duma dessas escolas do tipo Bermudes o que ai se erguia na estrada poeirenta. Não me enganei. Era uma escola daquele tipo, mas esplendidamente construída, bom lançamento, bons materiais, boa mão de obra - um trabalho, na verdade excelente e digno, que me alegrou e por muito tempo me prendeu a atenção.

Desejei então ver o interior e fui até à porta - uma peça igualmente bem trabalhada, com belos acessórios - um quási primor de construção. Como eu batesse e ninguêm abrisse e a porta estivesse apenas encostada, avancei alguns passos no vestíbulo, batendo as palmas lá para dentro e chamando.

Entretanto, as portas estavam abertas; era evidente que havia ali alguém. Talvez mesmo fossem horas da aula... Estava eu nisto, quando reparo que, no soalho, alguém depositara o que é costume deixar-se em sítio a isso destinado! Encavaquei com o caso e avancei até a primeira porta que se me deparou, meti a cabeça olhei... O que eu vi então é tam espantoso que me não admira nada que o não acredite a maioria dos seus leitores: a sala

que tinha na frente estava atulhada de objectos, de entulho, de porcaria de toda a ordem! A população fizera daquilo uma sentina pública e lugar de despejo, cobrindo as paredes, magníficas de legendas obscenas!

Todas as outras casas estavam igualmente atulhadas de excremento, panelas velhas, lixo, toda a sorte de cousas inúteis que se abandonam e que a gente do sítio ia deixar ali, como o melhor recanto para conter essa trapàgem!

Escuso de dizer-lhe que corri todo o edifício; a população não poupara uma única dependência, invadira tudo nessa construção que se conservava aberta noite e dia para quem ali quisesse abandonar mais um caco, deixar mais um pouco de porcaria. A escola de Paredes de Coura está construída há três anos, e os soalhos, aqui e ali, apodrecidos pela urina, abrem rasgões que se não vêem sem uma grande revolta!

Um pormenor curioso: para que nada faltasse ali, tinham sido colocados reposteiros e cortinados - o detalhe de luxo... Pois até êsses tinham sido atacados pelo vandalismo local, que os encheu de porcaria e de rasgões, numa ânsia malévola ou inconsciente de destruição!

Quando eu saía, um padre da terra, que certamente me viu entrar e me esperava, um pouco vexado, tentou atenuar o desacato, dizendo que tudo aquilo era obra do rapazio.

- E o professor? - preguntei eu. ¿Êsse homem não tem meio de obstar a isto? Porque não veio êle ainda instalar aqui a escola?

Vagamente, o sacerdote falou-me numa pequena obra de adaptação que reclamou e não foi feita. Por êsse motivo é que êle não tomara conta do edifício.

Como se vê, a desculpa é tudo quanto há de menos... desculpável. Como reclamou uma obra qualquer e a não fizeram imediatamente, o bom do mestre-escola achou que o que tinha a fazer era... deixar derruir a casa! Devo dizer-lhe, como complemento da minha história, que a escola de Paredes de Coura está funcionando num horrível pardieiro, uma verdadeira casota, sem condições nenhumas para desempenhar o papel que lhe exigem. O homem, entretanto, prefere habitar ali a ser morador duma esplêndida casa, um pequenino palácio, cheio de encantos e de comodidades.

Sr. Ministro do Fomento: o estado de abandono, em que está a escola, não é culpa do professor.

  1. Exa. sabe que o Ministério do Fomento paga a construção e, depois de entregue à Câmara Municipal, é que o professor toma posse. Eu estou a ver aqui nestas palavras do padre, que talvez seja presidente da Câmara Municipal, a vontade de alijar responsabilidades sôbre o professor.

Eu peço a V. Exa. para mandar apurar o que há a êste respeito.

Declaro a V. Exa., para honra do magistério primário, que não posso admitir que se diga que o professor tem a escola nesse abandono.

O Sr. Ladislau Piçarra : - ¿E se, efectivamente, o professor tinha abandonado a escola, deixando que lá se pratique tudo isso ?

O Orador: - O professor não pode ter responsabilidade alguma, pois a escola não lhe foi entregue.

O Sr. Ladislau Piçarra : Devia ter denunciado o facto.

0 Orador: - Isso é com a consciência de cada um.

Peço ao Sr. Ministro que investigue o que há acêrca dêste assunto tam lamentável, a que se refere o Sr. VenturaTerra.

Imagine V. Exa. impressão dolorosa, o desgosto que se sente, ao ler-se que uma escola está transformada em sentina pública.

O orador não reviu.

O Sr. Ministro do Fomento (António Maria da Silva): - Devo dizer a V. Exa. que não me passou despercebida essa notícia a que S. Exa. se referiu, e tratei de procurar imediatamente os necessários elementos de informação.

Espero que, pelas providências que já tomei e por outras que se seguirem, nunca mais possam aparecer, com fundamento, notícias, como aquela a que V. Exa. se referiu e que incontestavelmente degradam o país.

Pode V. Exa. ter como certo que, se houver responsabilidades em tam desgraçado caso, elas serão exigidas.

O orador não reviu.”

IMPRENSA DO REINO UNIDO DESTACA PONTE DE LIMA

Ponte de Lima referenciada nos conceituados jornais britânicos The Guardian e no Daily Mail

Considerando o Turismo como um eixo estratégico de desenvolvimento, Ponte de Lima é um Destino Turístico de excelência, beneficiando de uma localização privilegiada no epicentro da Euroregião Norte de Portugal - Galiza, onde a gastronomia, o enoturismo, o património histórico e paisagístico, os desportos de natureza e equestres, o alojamento de qualidade, complementam uma oferta muito apetecível, com identidade e qualidade, que os operadores turísticos tanto procuram.

Ponte_de_Lima_Fot_Jose_Barata (Small).jpg

Neste contexto, na última semana foram publicados dois artigos sobre Ponte de Lima em dois jornais de referência do Reino Unido, no The Guardian e no Daily Mail.

O conceituado jornal inglês The Guardian publicou um artigo, identificando os melhores hotéis em Portugal, a menos de 100 Libras/noite, no qual referencia a Casa de Pomarchão – em Arcozelo – Ponte de Lima. Sugerindo uma passagem pelo Norte de Portugal e uma paragem em Ponte de Lima, o The Guardian, descreve a história e os serviços da Casa de Pomarchão: “Um solar do seculo XV, que foi aumentada em 1775, ao estilo Pombalino. Tem 7 casas e apartamentos, mobilados à tradicional moda do Norte de Portugal - imagine algo com madeira escura polida. Tem uma capela, tem piscina e pequeno-almoço com bolos caseiros. Fica a 3 minutos de distância da margem do rio Lima, na reconhecida Vila mais Antiga de Portugal".

Por sua vez, o Daily Mail, começa por recordar a tradicional lenda do Rio Lethes. Dois mil anos depois, escreve o Daily Mail, Ponte de Lima mantém viva a tradição, “encontrando-se no areal perto da água 24 legionários, em tamanho real, vestidos com os seus uniformes, o seu escudo, túnicas e capacetes, virados para o rio, como se o fossem atravessar”. Segundo o Daily Mail, a “Vila Mais Antiga de Portugal é encantadora e tranquila, com uma sedutora mistura de casas históricas que proporcionam caminhadas à beira-rio, perfumadas com buganvílias ao som dos sinos das igrejas, e o que um dia foi o rio do esquecimento é agora local de caiaques e canoas”. Sobre a Ponte Medieval, escreve o Daily Mail, “a nobre ponte de pedra, arcada, oferece passagem desde há seculos aos peregrinos de Santiago de Compostela.” Para finalizar o jornal inglês menciona que “Ponte de Lima é local tradicional de produção de vinho. Vinho Verde, leve e seco branco é produzido aqui.”

TERRAS DE BOURO EDITA REVISTA MUNICIPAL

Edição nº 144 da Revista  Informativa da Câmara Municipal de Terras de Bouro já está disponível

A Câmara Municipal de Terras de Bouro já colocou à disposição dos munícipes, na sua página eletrónica, a segunda edição de 2016 da sua publicação informativa.

Trata-se de uma publicação trimestral que tem como principal finalidade divulgar as principais atividades do município e dar as mais diversas informações relacionadas com os vários serviços municipais.

http://www.cm-terrasdebouro.pt/images/noticias/2016/07/07/Boletim_Terras_Bouro_144.pdf

CAPA -RIMTBR Nº144-page-001.jpg

 RIMTBR Nº144-page-011 (1).jpg

IMPRENSA DO JAPÃO VISITA PONTE DE LIMA

Jornalistas Japoneses de visita ao CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde em Ponte de Lima

Um grupo de jornalistas japoneses especialistas na temática do enoturismo visita o CIPVV – Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde no próximo dia 23 de junho.

AMO_1749 (Small).JPG

A visita enquadra-se nas ações de promoção que a CVRVV - Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes tem dinamizado como forma de promover o Vinho Verde e a Região.

Acompanhados por um técnico da CVRVV, os jornalistas nipónicos terão a oportunidade de conhecer o CIPVV - Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde e o Centro Histórico de Ponte de Lima.

Recentemente inaugurado, o CIPVV é um espaço de promoção do Vinho Verde, através da investigação e divulgação do lastro patrimonial, criando infraestruturas de apoio das rotas e itinerários turísticos associados ao vinho e à vinha, apresentando elementos alusivos à diversidade e à identidade da produção vitivinícola da região Demarcada dos Vinhos Verdes.

Torre dos Barbosa Aranha 04 (Small).JPG

IMG_4267 (Small) (1).JPG

JORNAL ESPANHOL "EL PAÍS" ELEGE PONTE DE LIMA UMA DAS LOCALIDADES MAIS BELAS DE PORTUGAL

Ponte de Lima eleita uma das localidades mais bonitas de Portugal pelo jornal espanhol El País

A Vila de Ponte de Lima integra um conjunto de 25 localidades portuguesas, eleitas como as mais bonitas de Portugal.

amândio_de_sousa_vieira_1.JPG

A eleição foi efetuada e divulgada pelo conceituado jornal espanhol El País, na sua secção El Viajero. A lista integra destinos de Norte a Sul do país, passando também pelas ilhas.

O El País atribui o 15º lugar a Ponte de Lima, sendo apresentada como um exemplo nacional de equilíbrio paisagístico integrado com um conjunto de infra-estruturas de lazer criadas para dar resposta aos diversos projetos, eventos e iniciativas que fazem parte de uma estratégia municipal assente em três pilares de desenvolvimento sustentável do território: Património, Ambiente e Ruralidade.

Visitar Ponte de Lima é viajar no tempo, desde os primórdios da civilização humana à projeção de Ponte de Lima numa perspetiva futura, podendo contemplar o prazer de desfrutar dos diversos espaços verdes e de uma qualidade de vida inigualável que se tem preservado estrategicamente ao longo dos anos.

Rentabilizar os recursos endógenos existentes como fatores de diferenciação, de excelência e de qualidade, é uma filosofia que orienta as ações do Município.

MUNICÍPIO DA PÓVOA DE LANHOSO DESMENTE NOTÍCIA DA AGÊNCIA LUSA

COMUNICADO

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, a propósito de informações veiculadas hoje, 8 de junho de 2016, pela Comunicação Social que – erradamente - referem a condenação da Câmara de Póvoa de Lanhoso a devolver 1,8 milhões de euros de fundos comunitários obtidos para a construção do Centro Educativo de Monsul, esclarece o seguinte:

- Não é verdade que o Tribunal Central Administrativo do Norte tenha condenado a Câmara de Póvoa de Lanhoso a tal devolução, como refere nomeadamente notícia divulgada pela Lusa.

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso apenas não viu dado provimento à providência cautelar que interpôs para suspender a decisão da CCDR-N para anulação do contrato de financiamento, tendo seguido a ação principal. Isto é, não houve condenação, porque a ação principal está no seu início, onde a Câmara naturalmente se vai defender sobre a sua não responsabilidade na falsificação do visto do Tribunal de Contas.

- O Tribunal, sobre esta providência cautelar, não analisou a matéria de facto por entender que os montantes em causa não justificariam essa análise nesta fase, remetendo para a ação principal. É por este motivo que a Câmara Municipal entende que não há factos novos neste processo.

Refere o acórdão do Tribunal que “caso o município venha a obter ganho na causa principal, será reembolsado novamente do montante em causa. Estamos perante um montante fixo, e que facilmente pode ser reposto. No caso em apreço tendo em atenção os montantes em causa  não se vê que os prejuízos do indeferimento da presente pretensão possam ser considerados de difícil reparação”.

O mesmo documento refere que “a suspensão do ato do ON2 não foi decretada, não obstante a sua ilegalidade poder vir a ser reconhecida no processo principal, que ainda não tem decisão”.

- Há pois dois caminhos a correr em paralelo: o recuso hierárquico efetuado junto do ministério que tutela a CCDR e a ação principal que correrá os seus termos no tribunal. Apenas o resultado dessas duas questões poderá influenciar a devolução ou não do dinheiro obtido através de financiamento de fundos comunitários.

- Neste momento, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso vai aguardar que uma destas duas questões seja decidida.

- A autarquia reitera a sua convicção de que não pode ser responsabilizada por um ilícito cometido por uma sua colaboradora sem o seu consentimento, conforme se provou em processo criminal que corre paralelamente a este.

 - Em suma, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso não foi condenada, apenas não foi aceite a providência cautelar e, por isso, segue para julgamento.

FEDERAÇÃO DISTRITAL DE VIANA DO CASTELO DO PARTIDO SOCIALISTA REPUDIA ACUSAÇÕES A TIAGO BRANDÃO RODRIGUES

Recebemos da Federação Distrital de Viana do Castelo do Partido Socialista o comunicado que reproduzimos na íntegra.

533836_362207080532342_238248792_n

COMUNICADO

A Federação Distrital do PS de Viana do Castelo na sequência da entrevista publicada na revista Sábado de 19 de maio, a Rui de Carvalho, vem repudiar as acusações vis e atentatórias da honra e do bom nome do atual Ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, deputado do Partido Socialista eleito pelo círculo de Viana do Castelo.

Confirmada a ausência de ilegalidades por parte da Fundação para a Ciência e Tecnologia, o diretor do departamento de bioquímica da Universidade de Coimbra, Luís Martins Rosário e o orientador de tese de Tiago Brandão Rodrigues, Carlos Geraldes, reafirmam a inexistência de qualquer irregularidade no percurso de investigador do Ministro.

Conscientes do ambiente de fricção vivido nos últimos tempos no contexto do ensino particular e cooperativo com contrato de associação, e apesar de no nosso distrito existirem duas escolas abrangidas pela discussão em curso, entende a Federação do PS de Viana do Castelo que o momento politico não constitui espaço para calúnia nem para esgrimir argumentos decorrentes de factos falsos e já oficialmente desmentidos, proferidos por um auto intitulado orientador de tese que não consta em nenhum documento oficial da época.

Viana do Castelo, 19 de Maio de 2016

A Federação Distrital de Viana do Castelo

GABINETE DE IMPRENSA DO MUNICÍPIO DE GUIMARÃES JÁ TEM 40 ANOS DE EXISTÊNCIA

CONFERÊNCIA ESTE SÁBADO À TARDE

Gabinete de Imprensa de Guimarães comemora 40 anos com programa dedicado ao “Jornalismo no Século XXI”

Cartaz de iniciativas durante o corrente ano vai assinalar quatro décadas da instituição, com sede na Praça de S. Tiago. Primeira conferência realiza-se este fim-de-semana.

Um conjunto diversificado de eventos, subordinados ao tema “Jornalismo no Século XXI”, vai assinalar a comemoração do 40º aniversário do Gabinete de Imprensa de Guimarães - Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação. O programa, que principia este sábado, 30 de abril, com a realização de uma conferência, conta com a colaboração de várias organizações, universidades e especialistas, num total de seis mesas redondas a efetuar em 2016.

Além desta ação inaugural, o Gabinete de Imprensa, atualmente presidido por Esser Jorge Silva, vai apresentar a sua página de internet e promoverá concursos de fotografia e de vídeo, tendo como tema a candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia. Ao mesmo tempo, será organizado um concurso entre os jornais escolares existentes no concelho de Guimarães.

Este sábado, às 17 horas, no Salão Nobre do “Convívio - Associação Cultural”, situado no Largo da Misericórdia, no centro da cidade, realiza-se o encontro “Invisibilidade Que Mata: Raça e Racismo no Brasil e em Portugal”. Joana Gorjão Henriques, jornalista do jornal “Público”, Sheila Khan, investigadora do CICS da Universidade do Minho, e Renisia Garcia, investigadora da Universidade de Brasília, são as oradoras convidadas. A entrada é livre.

Breve historial do GIG

Fundado a 03 de março de 1976, por João Barroso da Fonte, Simão Freitas, Fernando Tavares, Américo Borges e Mário Salgado Oliveira, o Gabinete de Imprensa de Guimarães (GIG) destacou-se pela realização de convenções, ações de formação, tertúlias, entre outros eventos. Antonino Dias Pinto de Castro liderou a mesa da Assembleia Geral durante cinco mandatos e João Barroso da Fonte foi o primeiro Presidente da Direção, entre 1976 e 1982. Seguiram-se Luís Caldas (1983-84), José António Miguelote de Castro (1985-86), Mário Salgado Oliveira (1987-88) e José Eduardo Guimarães (1989-90).

Em 1992, depois de um curto interregno, João Barroso da Fonte retoma funções, mantendo-se no cargo durante um ano. A presidência da instituição continuou sob a liderança de Ribeiro Cardoso (1994-95) e de José Luís Ribeiro (1996-99), sendo declarada instituição de utilidade pública em 1998. No início do novo milénio, o Gabinete de Imprensa teve Rui de Lemos (2000-02) e Casimiro Silva (2002-05) como presidentes, seguindo-se Paulo Machado (2005-10) e Samuel Silva (2011-13). Victor Jorge Oliveira assumiu funções diretivas em 2013-14 e, neste último ano, Casimiro Silva, Paulo Machado, Alfredo Oliveira e Esser Jorge Silva constituíram uma Comissão Administrativa, formando-se, em 2015, a atual Direção liderada por Esser Jorge Silva.

JORNALISTA JOSÉ ALBERTO BRAGA APRESENTA "MEMÓRIAS DESSA GENTE"

Apresentação do livro ‘Memórias dessa Gente’, aAmanhã, Quinta-feira, dia 28 de Abril, pelas 18h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, Braga

O Município de Braga promove a apresentação do livro ‘Memórias dessa Gente’, da autoria do Bracarense José Alberto Braga, que terá lugar Amanhã, Quinta-feira, 28 de Abril, pelas 18h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Braga.

A apresentação do livro estará a cargo do vereador Miguel Bandeira.

A obra, editada pela Soregra, conta com prefácio de Fernando Pinto Monteiro, enquanto Fernando Dacosta assina uma apresentação na contracapa. Neste livro, o jornalista e escritor nascido em Braga retracta as experiências e as conversas mantidas com políticos, empresários, figuras da cultura, jornalistas e outras personalidades de Portugal e do Brasil no âmbito da sua actividade profissional.

EMPRESA ANA – AEROPORTOS DE PORTUGAL EDITA BROCHURA E DESTACA PAÇO DA GIELA NA CAPA

O Paço de Giela foi o monumento escolhido para dar a cara à brochura distribuída aos passageiros nos aeroportos da Ana, no Porto. Através deste folheto Arcos de Valdevez fica na retina e memória de pessoas de todo o mundo, sendo um forte elemento promocional.

O Paço de Giela foi alvo de um projeto de valorização, sendo possível uma nova fruição do monumento e a descoberta, da arqueologia do concelho, do próprio Paço e do Recontro de Valdevez, que em 1141 opôs Afonso Henriques e o imperador de Leão e Castela.

A par do Património cultural edificado que possui, Arcos de Valdevez onde Portugal se Fez, faz também parte de um território classificado como Reserva Mundial da Biosfera declarada pela UNESCO, o que contribui para o incremento do Turismo e, consequentemente, para uma maior dinamização da economia local.

Esta é mais uma iniciativa da autarquia realizada em prol da promoção do concelho, desenvolvimento do setor do turismo, hotelaria e restauração e consequente crescimento económico do território.

FAMALICÃO DEBATE CENSURA DO ESTADO NOVO AO "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Isabel Forte fala em Famalicão sobre “A censura do Estado Novo no Jornal de Notícias”

O Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão, acolhe no próximo dia 29 de abril, sexta-feira, a conferência “A Censura do Estado Novo no Jornal de Notícias”.

Inserida no ciclo de conferências do museu que, recorde-se, decorre este ano decorre sob o tema “A Censura na Ditadura Militar e no Estado Novo”, a iniciativa contará com a participação da jornalista Isabel Salazar, autora do livro “A Censura de Salazar no Jornal de Notícias”, lançado em 2000 pelas Edições Minerva Coimbra.

GRUPO DE ESTUDOS DO PATRIMÓNIO ARCUENSE APRESENTA BOLETIM CULTURAL TERRAS DE VEL DE VEZ

O GEPA, Grupo de Estudos do Património Arcuense, apresentou recentemente na Casa das Artes concelhia a nova edição do Boletim Cultural Terra de Val de Vez, uma publicação que conta já com 35 anos de existência e que é apoiada pelo Município de Arcos de Valdevez.

terra_val_de_vez_gepa4

Neste boletim, apresentado em pormenor por Manuel Marques Pinto, é referenciado o Paço de Giela e o recente Projeto de Estudo e Recuperação realizado, num artigo de Nuno Soares; os “Condes dos Arcos distintos homens de Estado”, por Gerardo Barbosa Pereira; “Moedas romanas do Castro de Álvora- Arcos de Valdevez”, por José da Silva Ferreira e Filipe Teixeira; “D. João III: “O Piedoso” ou “O Pio”: as duas facetas de um Rei”, por Manuel Carlos Marques Pinto; “A Procissão de Santa Marinha de Prozelo – contributos para o estudo dos rituais Ad Pluviam Petendam”, por José Pinto; “Arcos de Valdevez: lugares de memória. Morilhões, Quinta de Tarendo e S. Bento”, por José da Silva Ferreira, bem como as atividades promovidas pelo GEPA entre 2013 e 2015.

O Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, fez questão de marcar presença nesta iniciativa por se tratar de uma publicação deveras importante para a riqueza cultural presente e futura do concelho; “É importante registar e transmitir o orgulho em ser arcuense aos vindouros”, referiu o edil, que aproveitou a oportunidade para ressalvar a qualidade e interesse dos conteúdos do volume.

A programação deste momento foi ainda complementada com a atuação do Grupo Etnográfico “As Reviver”, da Universidade do Saber de Arcos de Valdevez, um momento musical, muito aplaudido, da dupla Teófilo Pimentel e Áurea Gomes, seguidos de um Verde de honra no Café da Casa das Artes.

ALVES DOS SANTOS NA REVISTA "O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS"

Até ao surgimento do BLOGUE DO MINHO, foi a revista “O Anunciador das Feiras Novas” a primeira e única publicação periódica em Ponte de Lima a dar a conhecer a figura do ilustre limiano que foi o Dr. Augusto Joaquim Alves dos Santos. As imagens que se reproduzem correspondem à edição de 1993 onde foi publicado o primeiro de vários artigos.

BRAGA LANÇA REVISTA JURÍDICA SOBRE PODER LOCAL

Lançamento do n.º 9 da Revista ‘Questões Actuais de Direito Local’ tem lugar amanhã, Quarta-feira, dia 30 de Março, pelas 09h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Braga

O Município de Braga e a Associação de Estudos de Direito Regional e Local (AEDRL) procedem ao lançamento do n.º 9 da Revista ‘Questões Actuais de Direito Local’, que terá lugar amanhã, Quarta-feira, dia 30 de Março, pelas 09h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Braga.

A iniciativa contará com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e do presidente da direcção da AEDRL, António Cândido de Oliveira.

A AEDRL é uma instituição privada sem fins lucrativos de âmbito nacional, com sede em Braga, que visa o estudo do Direito das Autarquias Locais. Actuando em estreita ligação com a Escola de Direito da Universidade do Minho, a AEDRL publica a revista trimestral ‘Questões Actuais de Direito Local’.

A par de informação de jurisprudência, o n.º 9 da revista faz a análise dos sucessos e insucessos financeiros da gestão dos municípios nos últimos 40 anos, a singularidade europeia da divisão municipal em Portugal, a parafiscalidade e as garantias dos contribuintes, entre outras matérias.

JORNAL “CARDEAL SARAIVA” ASSINALA 116 ANOS DE EXISTÊNCIA

O semanário limiano “Cardeal Saraiva” assinalou recentemente – 15 de fevereiro – 116 anos de publicação ininterrupta, pautando-se sempre ao longo da sua existência como um órgão de informação ao serviço do concelho de Ponte de Lima e da região e ainda como uma tribuna de opinião livre e pluralista.

O aparecimento da Imprensa regional encontra-se intimamente ligado à necessidade de difusão das ideias liberais e republicanas. Foi sobretudo, a partir dos finais do século XIX, que apareceram à luz do dia numerosos jornais regionais, a par das sociedades recreativas e bandas musicais, entre outras obras de benemerência ligadas ao republicanismo e, não raras as vezes, patrocinadas pelas lojas maçónicas implantadas nas respetivas regiões.

Com a instauração do Estado Novo, muitos jornais foram extintos, tendo os que continuaram a publicar-se, adaptado às novas circunstâncias, continuando a pugnar pelos melhoramentos locais e, não raras as vezes, acudido a situações de pobreza e outras necessidades de pessoas que tomaram sob sua proteção humanitária.

Apesar dos novos desafios que atualmente se colocam à imprensa escrita, o semanário “Cardeal Saraiva” constitui um exemplo de luta e sobrevivência, mantendo os referenciais de pluralismo e liberdade legados pelo seu próprio patrono, o ilustre ponte-limense Frei Francisco de São Luís Saraiva, vulgo Cardeal Saraiva, e tendo durante muito tempo, junto ao cabeçalho, mantido a divisa “no dizer de Castilho, o Cardeal Saraiva foi o maior filósofo do século passado e um dos introdutores da liberdade em Portugal”.

CAPA DA “REVISTA DA ARMADA” DESTACA ESTÁTUA DE D. TERESA EM PONTE DE LIMA

A edição do corrente mês de Fevereiro da “Revista da Armada” apresenta como ilustração da capa uma fotografia da estátua de D. Teresa, em Ponte de Lima, feita pelo Sargento Chefe Costa Caridade.

No interior da revista, vem publicado um excelente artigo de três páginas intitulado “A Rainha Tarasia e os 900 anos de Portugal”, da autoria do Dr Luís da Costa Diogo, Chefe do Gabinete Jurídico da Direção Geral da Autoridade Marítima (DGAM).

DIA MUNDIAL DA RÁDIO CELEBRA-SE HOJE E O BLOGUE DO MINHO ELEGE A RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PARA ASSINALAR A EFEMÉRIDE

Celebra-se hoje, dia 13 de fevereiro, o Dia Mundial da Rádio. A data foi em 2011 declarada pela UNESCO em virtude de ter sido neste dia, no longínquo ano de 1946, que a United Nations Radio emitiu pela primeira vez um programa radiofónico para seis países em simultâneo. Este ano, a data será celebrada em alusão ao seu papel em situações de desastres e emergência social.

554359_383265078376921_1372495359_n

Desde o seu aparecimento, a radiofonia acompanhou os grandes acontecimentos mundiais e prestou valioso auxílio às populações em situações de guerra e catástrofes. Com o aparecimento das novas tecnologias soube adaptar-se e continua a cumprir a missão que lhe é destinada. Mais ainda, tornou-se um meio ao alcance das comunidades locais para dar conhecer o seu património histórico e cultural, mormente o folclore e a etnografia das suas gentes.

z

E, porque hoje é o Dia Mundial da Rádio, elegemos a Rádio do Folclore Português como um dos melhores veículos de divulgação da nossa cultura tradicional.

A emitir há 11 anos através da Internet no endereço www.rfpfolclore.com, a Rádio do Folclore Português tem sido a voz da cultura e das tradições portuguesas a transmitir via Internet para todo o mundo.

Esta estação radiofónica entra-se licenciada pela Sociedade Portuguesa de Autores e mantém padrões de qualidade invulgares, sobretudo quando comparadas com outras iniciativas do género no Internet e até nas ondas hertzianas no panorama das rádios locais.

A Rádio do Folclore Português (RFP) surgiu em Abril de 2005, para combater uma lacuna na radiodifusão da música folclórica e da etnografia em geral

Assim, difunde e divulga a música tradicional portuguesa e música folclórica. A etnografia e folclore são temas de aprofundamento nomeadamente através da realização de entrevistas a dirigentes de agrupamentos folclóricos.

A RFP é uma estação radiofónica temática na internet sediada em Coimbra, com estúdios também em Vila Nova de Gaia, Castelo Branco e nos Estados Unidos da América, a transmitir via internet.

A sua programação tem por base a música tradicional e folclórica e a informação sobre esta área temática. A sua filosofia é que tudo tem o seu tempo, e que no global há tempo para tudo. É isso que pretendem mostrar ao ouvinte.

logo

REVISTA “EVASÕES” DESTACA ARCOS DE VALDEVEZ

A revista Evasões, suplemento do jornal Diário Notícias, que se debruça sobre o que de melhor existe ao nível cultural e turístico em Portugal, dedicou um artigo bastante expressivo sobre Arcos de Valdevez e algumas das suas potencialidades ao nível da hotelaria, restauração e turismo de Natureza.

Sob o título “Comer, beber, espairecer”, a jornalista Luísa Marinho fez um retrato bastante positivo das potencialidades arcuenses, tendo-se referido ao nível do alojamento às conhecidas Casas da Li, da conhecida MasterChef Lígia Santos.

Relativamente aos vinhos foi focada a Quinta do Casal do Paço de Vasco Croft, produtor-revelação do ano, e onde se começou a produzir o vinho Aphros.

Para passear foi referido o já bastante conhecido programa “12 Trilhos, 12 Experiências”, organizado pela ARDAL-Porta do Mezio.

O recente Café das Flores também foi alvo da atenção por parte da jornalista que enaltece o facto de ser um “negócio original, onde junta duas paixões, a restauração e arte floral. (…) Aqui, serve-se pastelaria caseira, crepes e bebidas de café e chocolate quente.”

Por último, e como não poderia faltar, foi referenciada a famosa Doçaria Central. Um espaço fundado em 1830 que se mantém até hoje na mesma família e que elabora os produtos no mesmo forno a lenha, nomeadamente, os famosos charutos dos Arcos, os rebuçados dos Arcos, o pão-de-ló e o sortido variado.

Este artigo deixa todos os arcuenses orgulhosos e atesta a qualidade da oferta que é possível encontrar no concelho.

Pode ler o artigo aqui: http://www.dn.pt/evasoes/fim-de-semana/interior/comer-beber-espairecer-4993389.html

COLEÇÃO JORNALÍSTICA ENRIQUECE ARQUIVO MUNICIPAL DE CERVEIRA

O Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira vai receber um conjunto de coleções de dois jornais do concelho, um ainda em atividade e um outro já extinto. A doação da Srª. Aurora Caldas acaba de ser aceite pela autarquia cerveirense, na reunião de câmara desta segunda-feira.

ARQUIVO

O espólio em causa consiste em 35 coleções do Jornal “Cerveira Nova” publicadas entre 1970 e 2015, e de nove exemplares do Jornal “Cerveira Livre” respeitantes ao ano de 1975.

De acordo com o edil cerveirense, Fernando Nogueira, esta doação apresenta-se como um repositório histórico preponderante para o Município e que interessa preservar, bem como uma fonte de informação importante para investigadores locais e não só.

Nos últimos anos, vários os particulares e instituições/entidades do concelho têm contactado a Câmara para depositarem, no Arquivo Municipal, espólio de valor incalculável que têm em sua posse. A autarquia agradece esta sensibilidade para a preservação de documentos históricos e identitários de Vila Nova de Cerveira, colocando-os num espaço único e apropriado, com a vantagem de serem consultados e divulgados, ao invés de ficarem fechados numa gaveta.

CONVENTO DE SÃO FRANCISCO DO MONTE EM VIANA DO CASTELO É NOTÍCIA NO JORNAL GALEGO “DIÁRIO LIBERDADE”

A notícia do estado em que se encontra o Convento de São Francisco do Monte em Viana do Castelo já chegou à Galiza. Acaba de ser publicado no Diário Liberdade o artigo do Blogue do Minho. Ver em http://www.diarioliberdade.org/ e em http://www.diarioliberdade.org/portugal/consumo-e-meio-natural/59524-convento-de-s-francisco,-em-viana-do-castelo-patrim%C3%B3nio-hist%C3%B3rico-e-art%C3%ADstico-abandonado.html

MUNICÍPIO DE BRAGA APRESENTA REVISTA "BRACARA AUGUSTA"

Revista Bracara Augusta é instrumento valioso de promoção da história local

O Município de Braga apresentou hoje, 23 de Dezembro, o volume 60 da Revista Cultural Bracara Augusta, correspondente ao número 118 e ao ano de 2015. Na cerimónia realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a vereadora da Cultura, Lídia Dias, reiterou a importância que a história e o património têm para o actual Executivo Municipal que acertou o calendário da revista, “depois de vários anos em desacerto devido à inconstância com que a publicação era levada a efeito”.

CMB23122015SERGIOFREITAS0000002530

Segundo Lídia Dias, a revista ‘Bracara Augusta’ constitui um valioso instrumento de promoção da história local, tendo sido, durante décadas, um esteio da reflexão e investigação do património e história de Braga e da Região. “A Bracara Augusta é uma das nossas prioridades no que concerne à acção cultural municipal e o reflexo dessa atitude é evidente. Em apenas dois anos, lançámos cinco volumes, recuperando o atraso que vinha sendo acumulado em anos mais recentes”, afirmou.

CMB23122015SERGIOFREITAS0000002525

Além do que foi hoje apresentado, este ano foram lançados outros dois volumes, um inteiramente dedicado ao Bom Jesus e outro a Sérgio Silva Pinto, uma ilustre figura da Cultura Bracarense.

A vereadora da Cultura adiantou que em 2016 serão publicados dois volumes e alargado o número de membros do Conselho de Redacção. “Temos ainda a pretensão de vincular a revista ao Prémio de História Local Dr. Manuel Monteiro que servirá como mote para alargar o leque de investigadores e fomentar o interesse pelas temáticas associadas à história bracara”, afirmou, referindo que o Município continuará a pugnar para que o património e história comum sejam devidamente perpetuados e averiguados cientificamente.

Lídia Dias aproveitou para agradecer a todos os parceiros, agentes e associações que ao longo deste ano ajudaram na concretização dos inúmeros projectos culturais do Município.

Já o director da revista, Luís da Silva Pereira, destacou a “colaboração generosa e competente dos investigadores” que permitiu “voltar a publicar, com pontualidade, uma revista que, pelos seus conteúdos, tanto prestigia a Câmara de Braga, sua editora, e tanto contribui para o enriquecimento cultural dos leitores e para o conhecimento da História de uma Cidade e de uma Região”.

O volume hoje apresentado contém um conjunto de artigos sobre a historiografia de Braga e do Minho, da autoria dos investigadores Franquelim Neiva Soares, Eduardo Pires Oliveira, José Marques, Luís Miguel de Menezes, Rui Manuel Ferreira, Maria da Conceição Campos, Amadeu Sousa e Luís da Silva Pereira.

CMB23122015SERGIOFREITAS0000002524

BRAGA APRESENTA MAIS UMA EDIÇÃO DA REVISTA CULTURAL "BRACARA AUGUSTA"

Lançamento do Volume LX da Revista Cultural “Bracara Augusta”. Quarta-feira, 23 de Dezembro, 12h00, Salão Nobre dos Paços do Concelho

O Município de Braga procede à apresentação do Volume LX da Revista Cultural “Bracara Augusta”, que irá decorrer amanhã, 23 de Dezembro, pelas 12h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. A apresentação estará a cargo da Vereadora da Cultura, Lídia Brás Dias, e do Director da Revista, Luís da Silva Pereira.

Este volume da Revista Bracara Augusta corresponde ao número 118 e ao ano 2015. Nele se destaca um conjunto de artigos versando temáticas da historiografia de Braga e do Minho, da autoria dos investigadores Franquelim Neiva Soares, Eduardo Pires Oliveira, José Marques, Luís Miguel de Menezes, Rui Manuel Ferreira, Maria da Conceição Campos, Amadeu Sousa e Luís da Silva Pereira.

A revitalização da revista Bracara Augusta é um dos objectivos do actual Executivo Municipal, sendo este o terceiro volume lançado no ano de 2015 e o sexto no espaço de dois anos.

A revista Bracara Augusta – Revista Cultural da Câmara Municipal de Braga teve a sua origem no Boletim do Arquivo Municipal de Braga, publicado a partir de 1935. Já com a designação de Revista “Bracara Augusta”, o 1.º volume, composto por vários boletins, é editado em agosto de 1949. Desde então, foram já publicados 60 volumes.

A contínua publicação de trabalhos da autoria de distintos académicos e investigadores, que primam pelo rigor científico e histórico, baseando-se essencialmente na História Local e Regional, elevou a Revista ao patamar das grandes referências bibliográficas.

 

TERRAS DE BOURO PUBLICA REVISTA MUNICIPAL

Revista Informativa da Câmara Municipal já está disponível e será distribuída em breve

A Câmara Municipal de Terras de Bouro já colocou à disposição dos munícipes, na sua página eletrónica, a terceira edição de 2015 da sua revista informativa.

Trata-se de uma publicação trimestral que tem como principal finalidade divulgar as principais atividades do município e dar as mais diversas informações relacionadas com os vários serviços municipais.

ENCONTRO COM OS JORNALISTAS NA CÂMARA DE A GUARDA SOBRE FERRY-BOAT E PROJETO COMUM DE VALORIZAÇÃO DO ESTUÁRIO DO RIO MINHO

Os presidentes das câmaras de Caminha e A Guarda reúnem-se amanhã, dia 6 de novembro, na sede do Município de A Guarda, entre as 10h00 e as 12h00 (hora espanhola).

O encontro, em que participarão também vereadores dos dois Executivos, tem em agenda assuntos relacionados com o Ferry-Boat Santa Rita de Cássia e com um projeto comum para a valorização do estuário do Rio Minho.

No final da reunião, pelas 12h00 (hora de espanhola ) ou 11h00 (hora portuguesa), haverá um encontro com os jornalistas na Câmara de A Guarda, para o qual convidamos o representante desse órgão de Comunicação Social.

REVISTA “BRACARA AUGUSTA” DEDICA EDIÇÃO AO BOM JESUS DO MONTE

O Município de Braga informa que o volume LIX da Revista Bracara Augusta, será apresentado amanhã, Quinta-feira, dia 24 de Setembro, pelas 18h00, no Centro de Exposições Padre Cândido Pedrosa, junto à secretaria da Confraria do Bom Jesus, em Braga.

Esta publicação é dedicada ao Bom Jesus do Monte, sendo mais um apoio à candidatura a Património Mundial da UNESCO.

A revista Bracara Augusta - Revista Cultural da Câmara Municipal de Braga teve a sua origem no Boletim do Arquivo Municipal de Braga, editado em 1935, e conta já com 60 volumes.

Os volumes publicados são um extraordinário repositório da sociedade bracarense em todos os aspectos da sua experiência histórica, excelência que em grande medida deriva do valor heurístico do Arquivo Municipal de Braga.

 A contínua publicação de trabalhos da autoria de distintos académicos e investigadores, que primam pelo rigor científico e histórico, baseando-se essencialmente na História Local e Regional, elevou a Revista ao patamar das grandes referências bibliográficas.

MINHO ADERE Á IMPRENSA DIGITAL

Passam em breve precisamente 4 anos desde que o BLOGUE DO MINHO iniciou a sua publicação. Trata-se de um jornal regional com atualização diária que utiliza o formato digital de um blogue, assumindo-se como um “espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza”, respeitando o pluralismo de opiniões na observância do respeito pelo bom nome das pessoas e instituições.

O BLOGUE DO MINHO constitui, pois, um projeto pioneiro do jornalismo regionalista minhoto na utilização do suporte digital, concretamente da internet e das redes sociais.

Decorridos alguns anos desde o início da sua publicação, apraz-nos registar o aparecimento na internet de dois jornais regionais minhotos – “O MINHO” e “MINHO DIGITAL – Semanário do Alto Minho – respetivamente nos endereços eletrónicos http://ominho.pt/ e http://www.minhodigital.com/.

Trata-se de um marco histórico para a Imprensa minhota que deve merecer toda a atenção por parte da imprensa regional em formato de papel. Os jornais digitais da nossa região possuem atualização quase instantânea e uma abrangência geográfica superior à generalidade da imprensa regional, estendendo-se inclusive às nossas comunidades espalhadas pelo mundo.

O seu imediatismo vai ao ponto da notícia sobrepor-se frequentemente ao próprio acontecimento. A quantidade de leitores que diariamente os acompanha é, em regra, geralmente muito superior às tiragens semanais, quinzenais e até mensais da maior parte dos jornais regionais. As entidades locais já não prescindem da sua divulgação.

A Imprensa regional que continua a utilizar o suporte de papel pode e deve acompanhar a mudança sem abdicar da sua identidade. A versão digital pode ser compatível com a edição tradicional e até contribuir para a sua difusão e aumento da tiragem. Mais ainda, os jornais regionais podem fazer assinantes para as suas edições digitais e até vender as notícias de acordo com o interesse temático dos seus clientes. O que a Imprensa regional não pode é continuar indiferente às mudanças que se estão a verificar na área do jornalismo na nossa região!

ARQUIVO MUNICIPAL DE GUIMARÃES LANÇA QUARTO VOLUME DO BOLETIM DE TRABALHOS HISTÓRICOS

NOS DIAS 11 E 18 DE SETEMBRO

Apresentações decorrem na sexta-feira e na próxima semana, ambas ao final da tarde. Preservar a memória, estabelecer permutas com bibliotecas e centros de investigação e facilitar o acesso da informação aos investigadores são alguns dos objetivos.

A Câmara Municipal de Guimarães vai proceder ao lançamento do volume IV, da III série, do Boletim de Trabalhos Históricos 2015, subordinado na sua maioria ao tema da Grande Guerra, numa cerimónia que decorrerá em dois dias, a 11 e a 18 de setembro, ambos pelas 18 horas, nas instalações do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, na Rua João Lopes de Faria, em Guimarães.

Esta sexta-feira, 11 de setembro, serão proferidas as seguintes conferências: “1914 – 1918: A Grande Guerra”, por Fernando Dias Conceição; “O 9 de abril nas memórias de dois portugueses”, por Manuela Alcântara Santos; e “Velhas Casa - A dos Navarros - Arquivo Municipal Alfredo Pimenta”, por Maria Adelaide Pereira Moraes.

Na semana seguinte, no dia 18, decorrerão mais três conferências: “O 20 de Guimarães na Primeira Grande Guerra (1914-1918)”, por Carlos Sousa; “Partiram... para onde o dever os chamou!”, por Elisabete Pinto; “As duas pátrias. Os vimaranenses e a Primeira Guerra Mundial”, por Paulo Cunha. Neste último dia, será lançado a III série, vol. IV do Boletim de Trabalhos Históricos – 2015.

Com a edição de 2015 do Boletim de Trabalhos Históricos, o Município de Guimarães pretende dar mais um contributo para o conhecimento de documentos que relatam a história e a cultura vimaranense e facilitar o acesso da informação aos investigadores e a todos aqueles que dedicam a sua vida à construção do passado.

O Boletim de Trabalhos Históricos foi publicado pela primeira vez em 1933, por intermédio do seu primeiro diretor, Alfredo Pimenta. Órgão de divulgação cultural, este documento difunde os seus fundos documentais, além de dar a conhecer estudos de grande interesse local e regional de diversos autores.

PONTE DE LIMA: REVISTA “O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS” JÁ SAIU DO PRELO!

Já está a ser distribuída a edição deste ano da revista “O Anunciador das Feiras Novas”, publicação anual de informação, cultura, turismo e artes limianas, invariavelmente editada e distribuída por ocasião dos festejos das Feiras Novas, em Ponte de Lima.

Trata-se do 32º número da II série da revista “O Anunciador das Feiras Novas”, propriedade da Associação Empresarial de Ponte de Lima e coordenação de Alberto do Vale Loureiro.

Esta revista que é já uma referência editorial no Minho, mantém ao longo de mais de três décadas de existência um excelente aspeto gráfico, associado ao conteúdo que é devido a um vasto leque de colaboradores que aborda os temas mais diversificados relacionados com Ponte de Lima, como a História, turismo, gastronomia, botânica, literatura, desporto e genealogia.

A revista “O Anunciador das Feitas Novas” contribui para a promoção das festas maiores do concelho de Ponte de Lima e apresenta-se ainda como uma montra do comércio, industria e serviços que contribuem para o progresso económico e social do concelho limiano.

GASTRONOMIA É A NONA ARTE

O sonho sempre comanda a vida, dando-nos as coordenadas para a execução. É o mote, a lembrança para os dias difíceis, o estímulo perante as contrariedades, a convicção perante a incerteza.Sempre foi assim e sempre será. Também connosco foi assim, toda a equipe dos Órgãos Sociais da FPCG acreditou que seria possível fazer mais e melhor, acreditou no sonho. 

E, porque acreditámos, o Dia Nacional da Gastronomia está instituído. Graças à persistência da FPCG foi aprovado, por unanimidade, na Assembleia da República o Diploma 1453 sendo que este, na essência das palavras e do espírito do texto, é também o resultado do contributo positivo da nossa instituição. Podemos, por isso, afirmar que está concretizado o nosso objectivo demonstrando, por um lado, a força das confrarias e, por outro lado, a convicção da relevância económica e cultural da gastronomia. 

Ao longo deste processo que se iniciou há cerca de um ano aquando de uma visita ao Senhor Ministro Adjunto, Dr Poiares Maduro, tivemos sempre presente a convicção da grande validade da nossa proposta e de como a FPCG poderia também marcar Portugal. A verdade é que, cada vez mais, a sociedade e as instituições públicas contam com o associativismo que marca o movimento das confrarias para o desenvolvimento dos territórios. E as confrarias têm sabido dar uma resposta muito coerente aos desafios que lhe são lançados. Não se trata apenas de divulgar os produtos e as localidades, trata-se de dinamizar a economia local fomentado a produção tradicional, qualificando os produtos, inventariando e caracterizando o que de melhor se faz pelas suas terras. Não é apenas dizer que o produto existe, é dizer como nasceu, onde nasceu, como evoluiu e como marcou a cultura e a identidade do povo. Não é referir somente que é bom, é mostrar que é bom e porque é que bom através de certames onde a qualidade é exibida como selo de garantia. 

O Prémio "Boas Práticas para a Valorização da Gastronomia" mostrou toda a pujança do trabalho das confrarias. Atribuído à Confraria do Cabrito e da Serra do Caramulo como o coroar de um bom trabalho efectuado em prol da comunidade, este prémio permitiu tomar consciência do grande esforço que é desenvolvido pelas confrarias. As candidaturas apresentadas mostraram isso mesmo, sendo que o júri demonstrou-se impressionado pelo trabalho "silencioso" mas muito profícuo. 

Apesar de concretizado o estabelecido em plano de actividades apresentado em Assembleia Geral, poderemos dizer que os desafios começam agora. Sabemos que, neste momento, a Assembleia da República, as instituições públicas e privadas e a sociedade em geral espera ainda mais da FPCG e das confrarias. É preciso cumprir o Dia Nacional da Gastronomia Portuguesa no espírito que foi proposto pela FPCG, como um dia de mobilização e integração de toda a sociedade na celebração da gastronomia. Na economia, na educação, na cultura, na história, na saúde, no turismo, na restauração, enfim, na sociedade, é preciso lembrar a importância da gastronomia.

Por isso, regressamos ao sonho entendido como a linha do horizonte que conduz a nossa acção. Por isso, pedimos a vossa acção e participação. 

No entanto, por ora, é tempo de férias, é tempo de usufruir das conquistas conseguidas, é tempo de olhar para trás e pensar nos amigos que conquistámos e nos vínculos que criamos pois que confrarias são, antes de mais, fraternidade e espaço de amizade. Estou certa que é essa, verdadeiramente, a nossa força. 

Assim e porque o tempo de férias e de maior disponibilidade para leituras, apresentamos a "NONA ARTE", nesta edição comemoramos a aprovação do Dia Nacional da Gastronomia Portuguesa com um caderno especial sobre o tema.
Para leitura on-line aceder ao link:

http://issuu.com/fpcg/docs/nonaarte_jun2015

MONÇÃO EDITA SUPLEMENTO MUNICIPAL JULHO `15

Informações referentes aos meses de abril, maio e junho. Fotografia de capa, da autoria de Ricardo Brito, premiada no concurso “As 10 maravilhas naturais de Monção”

O Suplemento Municipal de Julho, com periocidade trimestral e informações referentes aos meses de abril, maio e junho, já está disponível ao público, podendo ser consultado, impresso e descarregado no portal municipal em www.cm-moncao.pt ou em www.suplementomunicipal.pt.vu.

Nesta edição, com capa de Ricardo Brito, o destaque vai para a aprovação da conta de gerência na Assembleia Municipal de Monção, inauguração do relvado sintético da U.D. “Os Raianos”, entrada em funcionamento do Centro Cultural do Vale do Mouro, prolongamento da Ecopista do Rio Minho até ao centro histórico, e cerimónia de entrega de títulos honoríficos.

Referência ainda para a Feira do Alvarinho, que confirmou ser o certame dedicado ao vinho com maior afluência de público em todo Portugal, conclusão da Estrada Intermunicipal Badim – Cousso (troço Badim – Riba de Mouro), passeio sénior ao Algarve, Banco da Mãe e do Bebé e entrega de diplomas aos benjamins da U.D. Moreira pela conquista do campeonato distrital.

O suplemento refere-se ainda à visita do Secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, ao concelho, a Rede Municipal de Trilhos Pedestres e a instalação de fibra ótica no Parque Empresarial da Lagoa. São igualmente disponibilizadas as últimas deliberações das reuniões do executivo municipal, editais e informação útil para os munícipes.

GUIMARÃES EDITA REVISTA DE CULTURA E TURISMO

Município edita revista semestral sobre cultura, turismo e património de Guimarães. Apresentação é feita na sexta-feira, dia 24 de julho

“Guimarães - Cidade Visível” é apresentada sexta-feira, na Câmara Municipal. Revista gratuita será publicada duas vezes por ano.

Guimaraes_Revista

A Câmara Municipal de Guimarães apresenta na próxima sexta-feira, 24 de julho, pelas 11 horas, no Salão Nobre do Município, o primeiro exemplar da revista “Guimarães - Cidade Visível”, uma publicação gratuita, com periodicidade semestral, editada em português e em inglês.

Documento de memória futura, a revista pretende promover e divulgar o território concelhio nas suas vertentes cultural, turística e patrimonial, tendo como principal missão a divulgação do concelho de Guimarães, bem como a partilha de conhecimento gerado a partir da reflexão exercida sobre o seu território, os seus costumes e as suas gentes.

Na primeira edição, são abordados temas tão diversos como urbanismo, o Linhal da Corredoura, a Orquestra de Guimarães, o Teatro Oficina e a Companhia Útero, o Centro Internacional de Artes José de Guimarães, o Burgo de Couros, o Guimarães Jazz ou o Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura.

Com mais de cem páginas, a publicação bilingue, com uma tiragem inicial de mil exemplares, trata de «temas que interessam à cidade e que interessam a quem procura ou habita e vive Guimarães», lê-se no primeiro editorial assinado pelo Presidente do Município, Domingos Bragança.

TERRAS DE BOURO PUBLICA REVISTA ON-LINE

Revista Informativa da Câmara Municipal de Terras de Bouro já está disponível online

A Câmara Municipal de Terras de Bouro já colocou à disposição dos munícipes, na sua página eletrónica, a segunda edição de 2015 da sua revista informativa.

Trata-se de uma publicação trimestral, que será também, como é hábito, distribuída em papel e que tem como principal finalidade divulgar as principais atividades do município, além de prestar as mais diversas informações relacionadas com os vários serviços municipais.

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS APRESENTA REVISTA EM VIANA DO CASTELO

No próximo dia 23 de julho, o Centro de Estudos Regionais apresenta o nono número, da segunda série, da Revista Estudos Regionais. O lançamento público decorrerá na Sala Couto Viana, da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, às 18.00 horas. A apresentação estará a cargo do diretor Prof. Doutor Christopher Gerry, director do Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento (CETRAD), da UTAD.

A revista Estudos Regionais é uma publicação de periodicidade anual, editada pelo Centro de Estudos Regionais há trinta e quatro anos, que conta com a colaboração de investigadores de diferentes áreas no domínio das Ciências Sociais e Humanas.

A edição, referente ao ano em curso, foi dirigida por José Carlos Loureiro, estando a coordenação científica a cargo de Glória Solé.

Reúnem-se, em aproximadamente 250 páginas, estudos, artigos, notas de investigação e recensões da autoria de Alexandra Esteves, António Barros Cardoso, António Matos Reis, António Viana do Cunha, Fabíola Pires, Fernando Cerqueira Barros, Francisco Álvares, Glória Solé, Horácio Faria, Henrique Rodrigues, José Carlos Loureiro, José Marques, Pedro Primavera, Sílvia Trilho, Tarcísio Maciel.

O design da revista é da responsabilidade de Rui Carvalho. A publicação recebeu o patrocínio da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Noroeste e do Banco Popular.

Página | 2 Chris Gerry, que apresentará a publicação, é Doutorado em Economia pela University of Leeds (Inglaterra) e Professor Catedrático na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atua na área das Ciências Sociais com particular ênfase em Economia, sobretudo nas questões do desenvolvimento local e regional. A sua obra está dispersa em diversos livros e artigos em publicações nacionais e internacionais.

A sessão de apresentação está integrada na programação da Feira do Livro de Viana do Castelo, onde o Centro de Estudos Regionais tem um pavilhão para venda das suas publicações, a preços reduzidos.

A sessão é pública.

REVISTA "BRACARA AUGUSTA" TEM EDIÇÃO ESPECIAL

Edição especial da Revista Bracara Augusta dedicada a Sérgio da Silva Pinto

A edição especial da Revista Bracara Augusta, dedicada a Sérgio da Silva Pinto, ex-vereador da Cultura do Município de Braga, pode ser adquirida no Balcão Único do Município de Braga, pelo preço de 10,00 €.

O presente volume, que contém artigos e textos publicados pelo ex-vereador na Revista Bracara Augusta, foi apresentado na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, no passado dia 26 de Junho, no âmbito da comemoração do primeiro centenário do seu nascimento.

A revista Bracara Augusta – Revista Cultural da Câmara Municipal de Braga teve a sua origem no Boletim do Arquivo Municipal de Braga, editado em 1935, e conta já com 59 volumes.

Os volumes publicados são um extraordinário repositório da sociedade bracarense em todos os aspectos da sua experiência histórica, excelência que em grande medida deriva do valor heurístico do Arquivo Municipal de Braga.

A contínua publicação de trabalhos da autoria de distintos académicos e investigadores, que primam pelo rigor científico e histórico, baseando-se essencialmente na História Local e Regional, elevou a Revista ao patamar das grandes referências bibliográficas.

OS MINHOTOS EM LISBOA E AS MARCHAS POPULARES DOS BAIRROS ALFACINHAS

BLOGUE DO MINHO recupera entrevista concedida pelo poeta Silva Nunes ao jornal “O Povo do Lima”, em 1992, ao administrador deste blogue.

O poeta Silva Nunes foi uma das figuras incontornáveis da cultura alfacinha e das marchas populares. Durante décadas a fio, escreveu as letras para a maior parte das marchas dos bairros lisboetas. Parafraseando outro poeta, Silva Nunes é o poeta que canta Lisboa sempre que Lisboa canta.

Em 1992, concedeu-nos uma entrevista que então publicámos no extinto jornal “O Povo do Lima”, na qual abordámos aspetos relacionados com a presença da comunidade minhota em Lisboa e as marchas populares dos bairros lisboetas. Cinco anos decorridos, graças á sua intervenção, a marcha de Campo de Ourique desfilava na avenida da Liberdade, envergando trajes do Minho e entoando as letras do poeta Silva Nunes, com composição musical de Mário dos Santos Gualdino.

- A seu ver, qual o bairro de Lisboa onde se registam de forma mais acentuada os efeitos desta migração? Porquê?

- Tal como acontece com o algarvio, o beirão e o alentejano, o minhoto nunca formou, em lisboa, uma verdadeira comunidade bairrista, isto é, no estilo do podo ovarino que se radicou na Madragoa. No entanto, por experiência própria, sabemos que o minhoto nunca deixou adormecer em si o orgulho que o prende à beleza inesquecível do mais lindo recanto de Portugal, que é a sua província: os exemplos são muitos. Enumerá-los, para quê?... Basta conviver durante alguns dias, para ver como o seu sentimento se funde na alegria de um bairrismo salutar.

- Qual a marcha de Lisboa que mais representa os tipos característicos do carvoeiro, do taberneiro e outros que tenham a ver com as gentes do Minho?

- A marcha de Alcântara apresentou, por mais de uma vez, o tema de descarregadores de sal e carvão, pelo facto das “fragatas” e dos “varinos”, de Alcochete, procederem às suas descargas na “Doca do Pinho”, ali, a dois passos. Entre o pessoal descarregador viam-se mulheres naturais do Minho que, além da descarga do carvão, também vendiam peixe pela cidade, como as chamadas varinas da Madragoa ou de Alfama.

A propósito, apetece-nos dizer que os minhotos, tal como qualquer alfacinha, habituaram-se a gostar dos bairros típicos da Capital onde vivem, sem esquecer as suas origens. Por isso, em noite de Santo António, cantam nos bailaricos, queimam alcachofras e percorrem a cidade de cravo vermelho e vaso de manjerico.

Nos anos 60, encontrámos uma linda jovem, de Santa Cruz do Lima, que erguendo o arco da frente, cantava com alegria bairrista, a canção que fora êxito na voz de Beatriz Costa:

            “A Marcha da Mouraria

            Tem o seu quê de bairrista.

            Certos laivos de alegria,

            É a mais boémia,

            É a mais fadista.”

- Pensa que, à semelhança do que sucede com a Madragoa, em relação á comunidade ovarense que ali reside, existe a possibilidade de “influenciar” positivamente a marcha de um dos bairros de Lisboa com as figuras e os usos próprios da nossa comunidade, que aliás, já fazem parte da história da cidade?

- Rememorando os temas apresentados pelas marchas populares, verificamos que o Bairro Alto se reporta aos espadachins da estalagem do Leandro e aos de Sebastião José de Carvalho e Melo (marquês de Pombal); Carnide respira ar campestre do século XIX e revive a sua “Feira da Ladra”; Alfama, envolve-se nos mares das Descobertas com a marinhagem do Gama; São Vicente contínua aristocrata, legitimista e escolar, etc. etc. Só a Madragoa, como disse Norberto de Araújo, “é uma colónia ovarina que se transplantou à Capital e se aclimatou no único bairro que tem Lisboa por raiz da sua dinastia”.

Baseada nesta realidade, a sua marcha conserva as origens que transpira a Ovar, à Ria, à Murtosa e ao São paio da Torreira.

Através dos tempos, reconhecemos que o minhoto faz parte de um povo de características próprias e inconfundíveis. Talvez por isso é diferente na maneira de se sentir feliz e de estar na vida.

Nas suas alegres reuniões e festas de convívio, não deixa de transmitir, aos filhos, as tradições das suas origens que enriquecem bastante a cultura popular de uma cidade cosmopolita, como é Lisboa.

- Como autoridade que é pelo que de muito conhece da história, dos usos e costumes das gentes de Lisboa, quais a seu ver os vestígios mais importantes da presença minhota na capital quer ao nível social quer ainda cultural?

- Apraz-me concluir que o povo minhoto, quer seja originário de Ponte de Lima ou de qualquer das cinquenta freguesias do concelho, é, por índole, trabalhador, honesto e inteligente.

Os homens e as mulheres que, no desabrochar da vida, emigraram para Lisboa, exerceram sempre as mais diversificadas profissões desde a indústria hoteleira ao sector do ensino, integrando-se naturalmente no ambiente social e cultural da cidade das sete colinas, criando e fortalecendo, ao longo dos anos, relações de amizade e de respeito.

img571

HISTÓRIA SIMPLES DE UM MINHOTO EXEMPLAR

Na década dos anos 40, ainda em plena Guerra Mundial entre Alemães e Aliados, Lisboa acordava pacificamente com os pregões da “fava-rica”, da “vivinha da Costa” e do “carapau do Alto”…

As tabernas, de então, eram casas de bons vinhos, petiscos e locais de cavaqueira.

Foi num destes estabelecimentos incrustado no topo da rua do Socorro, ali para as bandas do Teatro Apolo, que encontrámos um minhoto de meia idade, residente na Capital desde os 14 anos.

Depois de trabalho penoso em carvoarias e casas de pasto, tomara, por trespasse, a taberna onde a sua esposa trabalhava na cozinha.

Todos tratavam-nos por Ti-Zé. Era flexível nas palavras, lhano no trato e tinha como principio respeitar para ser respeitado.

A clientela era diversificada: lembra-nos ter visto por lá o jornalista Sanze Vieira; os poetas da antologia do fado Carlos Conde e Francisco Radamanto; guitarristas; cultivadores do fado; pessoal do Hospital de S. José; ciganos e mulheres da noite.

Na azáfama do balcão, o Ti-Zé tinha sempre na boca um vocabulário acolhedor, e por vezes, doseado de filosofia.

Numa tarde, abeirou-se dele uma infeliz mulher da noite que, em surdina, lhe pediu um “papo-seco” com presunto e meio copo de vinho branco com um pirolito, dizendo ainda que, no momento, não tinha dinheiro…

Como se tratasse de qualquer outro cliente, serviu o “papo-seco” num pires e a bebida.

Depois de comer retirou-se, dizendo: obrigado, até logo.

MINHO TEM JORNAL DIGITAL

Foi agora colocada online a Edição nº1 de um novo jornal semanário: MINHO DIGITAL!

Na 1ª página, entre outros títulos, poderá ler:

- Narcotráfico, branqueamento de dinheiro e política no Alto Minho. Veja as fotos, saiba onde, quem, como e porquê na manchete que preparamos. Um cocktail explosivo!

- «Ser solidário ao alcance de um simples clique». É um teste que fazemos aos nossos leitores e que a todos poderá surpreender. Para o bem ou para o mal! Está nas suas mãos

- O ano passado foi o nosso colaborador e Escritor Orlando Barros a ser premiado no Brasil. Há dias, foi a vez de outro ilustre Homem de Letras do Alto Minho. Saiba quem é, conheça a sua obra e o que pensa do acordo ortográfico. Tudo numa entrevista.

- Dizem que «é dos carecas que elas mais gostam», mas fique a saber que, em Viana do Castelo, já é possível o transplante capilar! Feito por um Minhoto!

- E, já agora, saiba qual foi a notícia que o nosso colega Director/Editor, um assumido ‘Dragão Assanhado’, mais teve dificuldade em clicar ‘EDITE-SE’:  a vitória do Benfica e os festejos que começaram no Café Queirós em Vila Nova de Anha onde iniciaram um cortejo que culminou em grande festa ao fundo da Avenida dos Combatentes em Viana do Castelo!...

O “MINHO DIGITAL” pode ser lido em www.minhodigital.com

PROJETO DE LEI AMEAÇA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO

Diretores de jornais, rádios e televisões estão unidos contra novo projeto de lei (do PSD e do CDS-PP) que regula atividade dos jornalistas em tempo de campanha eleitoral. Os responsáveis editoriais dos principais meios de comunicação social do país afirmam que liberdade de informação “está ameaçada” e fazem, agora, um comunicado conjunto que apresentamos, na íntegra, aqui em baixo.

  1. O PSD e o CDS acabam de anunciar terem concluído um novo projeto de diploma para regular a atividade dos jornalistas e dos órgãos de comunicação social durante o período eleitoral.

Uma leitura do documento permite concluir que a liberdade de informação em Portugal está mais uma vez ameaçada.

  1. Quarenta anos volvidos sobre a lei anacrónica em vigor, o novo projeto volta a impedir e a condicionar a liberdade editorial invocando princípios de igualdade que remetem para lógicas de «régua e esquadro», como se de tempo de antena partidário se tratasse.
  2. Mesmo quando o legislador concede que os órgãos de comunicação social têm liberdade editorial, direito inscrito na Constituição da República Portuguesa, acaba por sacrificá-la repetidamente.
  3. Os diretores de informação subscritores registam e saúdam a eliminação de alguns pontos absurdos do anterior projeto de lei, como a apresentação, para controlo prévio, dos planos de trabalho dos jornalistas.
  4. Consideram, contudo, que esta nova proposta está ainda longe de garantir aos cidadãos a existência de um jornalismo livre e independente de restrições políticas e administrativas inadmissíveis em democracia. Constatam que se mantém um receio injustificado do poder político quanto ao exercício livre da atividade jornalística, próprio de outros tempos.
  5. Este novo projeto mantém a tentação de impor um freio às redações.
  6. Continua a confundir  jornalismo e tempo de antena, entre jornalismo e propaganda política, tentando subordinar o primeiro à segunda.
  7. Em termos concretos, este projeto representa mesmo um retrocesso em relação à atual lei, de 1975, anterior à Constituição:

8.1. Aparenta defender a liberdade editorial nos seus primeiros artigos, ao evocá-la como princípio orientador, mas nega-a sistematicamente ao impor comportamentos específicos aos jornalistas.

8.2. Determina limitações à liberdade editorial logo no período de pré-campanha, imposição sem precedentes em sede legislativa.

8.2.1. Obriga os meios que fizerem debates, seja na televisão ou na internet, na rádio ou na imprensa, a incluir todas as forças com representação parlamentar. Esta obrigatoriedade constitui uma interferência abusiva do poder político nos critérios editoriais e condiciona gravemente a liberdade de informação.

8.3. Se a lei em vigor causa confusão na sua interpretação, mesmo dentro da própria Comissão Nacional de Eleições (CNE) e entre tribunais, o atual projeto agrava esse risco de incerteza. Estando matéria jornalística em causa, é o que acontece quando o projeto recorre a expressões como “diversos fatores que para o efeito têm de se considerar” para dar conteúdo a termos que são já de si indeterminados, como “igualdade de oportunidades” e “tratamento não discriminatório”.

8.4. Esta iniciativa legislativa atribui à CNE um amplo poder de interpretação e de tutela do trabalho jornalístico, sem que existam regras claras para todos. Recorrendo ao histórico das decisões da CNE, é fácil concluir que continuará a vigorar a interpretação de que, no final do processo, deve existir igualdade formal absoluta na cobertura jornalística de todas as candidaturas. E que a incerteza nas redações se irá manter, uma vez que aquele objetivo é, de facto, impossível de cumprir.

8.5. O atual projeto não resolve o problema da dupla fiscalização, simultânea e paralela, da atividade dos órgãos de comunicação social: a da CNE e a da ERC. Esta situação levará à repetição de decisões contraditórias como já se verificou no passado. Em 2011, por exemplo, as televisões acordaram um modelo de debates que não mereceu oposição da ERC, mas que foi sancionado, com aplicação de coimas, pela CNE e em sede judicial.

8.6. Mesmo no que se refere à utilização da internet, o projeto faz questão de reconhecer «plena liberdade» a cidadãos, candidatos, candidaturas, mandatários, partidos políticos, coligações e grupos de cidadãos, todos menos os órgãos de comunicação social, submetidos a regras estritas.

8.7. O projeto aumenta o valor das coimas para níveis incomportáveis para a maioria dos órgãos de comunicação social, com a agravante desse incumprimento resultar da alegada inobservância de regras confusas e indeterminadas, resultantes da interpretação subjetiva de uma entidade com um poder discricionário de amplitude inaceitável.

  1. O legislador não se deve atribuir o direito, a si próprio e em causa própria, de se substituir aos jornalistas na decisão do que é publicado ou difundido.
  2. A atividade jornalística obedece a princípios éticos e deontológicos rigorosos, às leis de Impresa, Rádio e Televisão, Estatuto do Jornalista, além de legislação internacional e demais legislação aplicáveis. Nova produção legislativa não deve ignorar o amplo escrutínio a que o jornalismo é já submetido, sem esquecer o exercido pelos próprios cidadãos.
  3. Por tudo isto, os diretores editoriais dos órgãos de comunicação social nacionais reafirmam a sua disponibilidade para contribuir para um quadro legal equilibrado, democrático e plural, onde o princípio basilar da liberdade de Imprensa seja efetivamente salvaguardado.
  4. Os diretores editoriais esperam que o legislador crie as condições necessárias a uma cobertura jornalística condicionada apenas, e exclusivamente, pela liberdade de Informação. De outro modo, quaisquer condicionamentos apenas prejudicarão o direito dos cidadãos a serem informados em liberdade.

Afonso Camões, Diretor do Jornal de Notícias

Alcides Vieira, Diretor de Informação da SIC

André Macedo, Diretor do Diário de Notícias

António José Teixeira, Diretor da SIC Notícias

Bárbara Reis, Diretora do Público

David Dinis, Diretor do Observador

Fernando Paula Brito, Diretor de Informação da Lusa

Graça Franco, Diretora de Informação da Rádio Renascença

Helena Garrido, Diretora do Jornal de Negócios

João Paulo Baltazar, Diretor de Informação da Antena 1

José Alberto Carvalho, Presidente do Comité Editorial da TVI

José António Lima, Diretor-adjunto do Sol

Luis Rosa, Diretor do I

Octávio Ribeiro, Diretor do Correio da Manhã

Paulo Baldaia, Diretor da TSF

Paulo Dentinho, Diretor de Informação da RTP

Pedro Camacho, Diretor da Visão

Raúl Vaz, Diretor do Diário Económico

Ricardo Costa, Diretor do Expresso

Rui Hortelão, Diretor da Sábado

Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/

JORNALISTAS ESPECIALIZADOS EM GASTRONOMIA E VINHOS VISITAM PONTE DE LIMA

Município de Ponte de Lima e Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes promovem visita de grupo de jornalistas especializados a Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima, associando-se à Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), e às ações de promoção do Vinho Verde e da região, recebeu um grupo de jornalistas nacionais, em representação de órgãos de comunicação social que abordam a temática da Gastronomia e Vinhos.

10986177_973322849344487_3362534912963414770_o[1]

A visita permitiu aos jornalistas familiarizarem-se com as riquezas patrimoniais e culturais de Ponte de Lima e aprofundarem os seus conhecimentos sobre os afamados Vinhos Verdes, em concreto o Vinhão e o Loureiro de Ponte de Lima.

O périplo pela Vila incluiu uma visita guiada ao Centro Histórico e ao Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde (CIPVV). O CIP do Vinho Verde irá funcionar num dos mais emblemáticos edifícios da história limiana e característico da arquitetura urbana da região Minhota: a Casa Torreada dos Barbosa Aranha.

O espaço que se encontra em fase de instalação, num futuro próximo será um local de mostra e promoção do Vinho Verde através da investigação e divulgação do lastro patrimonial, criando infraestruturas de apoio das rotas e itinerários turísticos associados ao vinho e à vinha e enriquecendo, de uma forma dinâmica, o produto final, na perspetival da sua valorização económica.

11109248_973322856011153_5420838589384749_o[1]

susana_matos1

FAFENSES DEBATEM RELAÇÃO ENTRE RELIGIÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL

Manuel Villas Boas e António Marujo falaram dos desafios mediáticos à religião. Conversa de café debateu questões religiosas na comunicação social

“Na Igreja ainda mora a desconfiança para com a Comunicação Social”. Esta foi uma das ideias deixadas, por Manuel Villas Boas, esta tarde, na Conversa de Café, subordinada ao tema “Desafios Mediáticos à Religião – Uma causa Perdida?”.

DCS_8144

O jornalista falou da relação Igreja/Comunicação Social, dizendo que a Igreja precisa de se modernizar no que aos Órgãos de Comunicação Social diz respeito.

“Os jornalistas são vistos como a alma do demónio. A ignorância e o preconceito anticlerical continuam bem visíveis. Na minha opinião, deveria haver da parte da igreja uma especialização em comunicação social, como faz em relação ao Direito Canónico”.

De resto esta foi também uma opinião partilhada por António Marujo, outro dos oradores da tertúlia. O jornalista referiu-se à comunicação da Igreja como uma “comunicação do alto” que não faz sentido nos dias de hoje.

“O modelo que continua a dominar as instituições religiosas é o púlpito, onde falam do alto, pensando que todas as pessoas ouvem e calam”.

O segundo dia do Terra Justa termina com uma homenagem, desta vez, às ONG’S Médicos do Mundo e Amnistia Internacional, no Teatro-Cinema, às 21H30.

DCS_8153

DCS_8156

FAFE REALIZA 3ª GALA ARDINA D’OURO

Mérito de fafenses volta a ser premiado

No próximo sábado, 14 de Março, a partir das 21 horas, terá lugar no Teatro-Cinema de Fafe a 3ª Gala Ardina D’Ouro, promovida pelo Semanário Notícias de Fafe, com o objectivo de reconhecer e premiar o mérito dos fafenses que mais se destacaram em diversas áreas, ao longo do ano anterior, e celebrar o 3º aniversário deste jornal que nasceu a 12 de Março de 2012, numa altura de crise, e que desde então tem vindo a crescer, e a remar contra a maré, enraizando-se cada vez mais na sociedade fafense. Actualmente é o único semanário existente em Fafe.

O Notícias de Fafe surgiu pela vontade e carolice de dois jovens jornalistas, Elsa Lima e Carlos Rui Abreu, e de Alcides Lemos, um profissional de artes gráficas, que se juntaram no objectivo de ‘construir’ um novo órgão de comunicação social em Fafe, moderno, apelativo e próximo doa fafenses.

Com 157 edições publicadas até então, afirmam que o Notícias de fafe veio para ficar e que tem ainda muito para dar a este concelho e aos fafenses. Um projecto profissional de informação regional, de carácter generalista, tendo como objectivo principal noticiar factos e actividades sociais, políticas, desportivas, culturais e recreativas do concelho de Fafe, e das suas 25 freguesias, e promover todo o género de iniciativas que contribuam para o fácil acesso à informação da população.

Serão atribuídos prémios em 12 categorias

Na 3ª Gala Ardina D’Ouro, tal como nas edições anteriores, serão atribuídos prémios nas categorias de Desporto (Individual e Colectivo), Cultura (Artes, Letras e Música), Educação, Revelação, Empreendedorismo, Dedicação, Associativismo, Liderança, segundo a escolha dos nossos leitores e o Prémio Carreira, de nomeação directa do corpo redactorial deste órgão de comunicação.

Durante cinco semanas decorreu o período de votação do público, através de um cupão impresso no jornal, em que o leitor fez a escolha dos nomeados a concurso nas diversas categorias. Os nomeados que reúnam o maior número de votos, serão anunciados como vencedores nesta noite de gala que para além de premiar fafenses, pretende também continuar a divulgar artistas locais de valor que se destacam em diversas áreas.

Este ano o espectáculo será abrilhantado pela Buzz Companhia de dança, pela Orquestra de Fafe, a dupla Diana e Duarte, a fadista Rosa Veloso, a Banda Cigana de Fafe, a Banda Plástica Faz de Conta, o grupo Psicoarte (turma de Arte da Secundária de Fafe) e pelos Face B.

O artista convidado será o vimaranense Zé Perdigão que promete tornar a noite memorável com a sua voz de características únicas na música portuguesa.

Refira-se que a 3ª Gala Ardina D’Ouro é de entrada gratuita mas restrita a convite.

Um evento realizado com o apoio do Município de Fafe, através da cedência do Teatro-Cinema de Fafe que acolhe esta noite de festa orgulhosamente fafense.

CONCELHO DE PONTE DE LIMA NOMEADO “DESTINO GASTRONÓMICO DO ANO”

Revista “Essência do Vinho” anuncia vencedores a 30 de janeiro

Ponte de Lima é um dos 4 nomeados na categoria “Destino Gastronómico do Ano” pela revista “WINE – A Essência do Vinho” nos prémios “Melhores do Ano 2014”.

A revista “WINE – A Essência do Vinho”, publicação especializada em vinho, gastronomia e enoturismo, que há 12 anos distingue os melhores do ano, em 12 categorias diferentes, nomeou para esta categoria o Município de Ponte de Lima e os de Lisboa, Matosinhos e Estremoz.

Na apresentação de Ponte de Lima a revista “WINE – A Essência do Vinho” argumenta que esta é uma - “Terra de romaria gastronómica ao longo de todo o ano. Ponte de Lima é uma capital da cozinha tradicional Portuguesa. É vê-los chegar, de Portugal e da vizinha Galiza, sedentos pela lampreia, o bacalhau, os rojões, o sarrabulho e o cabrito”.

Os vencedores serão conhecidos numa cerimónia que está agendada para o dia 30 de janeiro, no Porto e que contará com a presença de personalidades ligadas aos setores do vinho, da gastronomia e do turismo.

REVISTA "NATIONAL GEOGRAPHIC" DESTACA SÍTIO ARQUEOLÓGICO DA PRAIA DE BELINHO EM ESPOSENDE

A Praia de Belinho e o seu sítio arqueológico subaquático vêm referenciados na edição de janeiro da Revista National Geographic Portugal. Academicamente conhecido por Belinho I, o achado arqueológico de Belinho que o Município de Esposende apresentou publicamente em maio do ano passado, fica agora reconhecido também internacionalmente pelo seu intrínseco valor científico, museístico e arqueológico, através desta prestigiada revista.

A edição n.º 166 da Revista National Geographic Portugal destaca na seção Explore - rubrica Mundos Antigos - o artigo “Despojos de Belinho”, da autoria do repórter e fotojornalista João Nunes da Silva, que foi traduzido para a congénere internacional editada em língua inglesa.

Este sítio arqueológico representa o arranque de um novo modelo municipal para a gestão do património local, iniciando um inédito e promissor trabalho científico em rede, coordenado pelo Município de Esposende, e que inclui protocolos com instituições de diferentes tutelas, nacionais e estrangeiras, nomeadamente os Centros de Investigação da Universidade do Minho, Universidade do Porto, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Universidade Nova de Lisboa e a Texas A&M University (USA), e ainda os Laboratórios de Conservação e Restauro do próprio município através do protocolo MUMAR (Centro Interpretativo de S. Lourenço, Museu Municipal de Esposende e Museu Marítimo de Esposende-Associação Forum Esposendense), do Museu D. Diogo de Sousa de Braga e do Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Vila do Conde.

A estes centros de investigação associam-se ainda o Departamento de Química da Universidade do Minho, o Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto de Arqueologia e Paleociências (IAP) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que em Portugal representa o projeto europeu ITN Marie Curie “ForSEADiscovery”, e o projeto americano do Ship Reconstruction Laboratory, Department of Anthropology, Texas A&M University (College Station,Texas, USA), ambos projetos internacionais relacionados com o estudo da história material da Idade Moderna Europeia, em particular dos Descobrimentos marítimos, onde partilham um particular universo científico em torno do património naval e das embarcações de tradição construtiva Ibero-Atlântica, onde o achado arqueológico de Belinho I se integra.

DIÁRIO DO MINHO REVIVE HISTÓRIA DO SOLAR DOS CASTROS EM VILA NOVA DE CERVEIRA

Este domingo, ao folhear o Suplemento Património do jornal regional Diário do Minho vai deparar-se com um trabalho exaustivo dedicado a um dos mais imponentes edifícios de Vila Nova de Cerveira, o Solar dos Castros, classificado como Imóvel de Interesse Público.

SOLAR DOS CASTROS

Dando continuidade a um trabalho que tem evidenciado, desde junho 2013, os vários aspetos do património edificado e arqueológico do concelho de Cerveira, o jornalista José Carlos Ferreira, viaja até ao século XVIII para conhecer aquele edifício que acolhe nos dias de hoje a Biblioteca Municipal.

As suas caraterísticas permitem inscrever este solar no conjunto de edificações setecentistas do Norte do país, que se pautam por um desenvolvimento em comprimento, estável, e sem inovações em termos planimétricos, concentrando-se a animação ao nível da fachada, aberta por vãos simétricos. O alçado divide-se em dois pisos, alterando portas e janelas no primeiro, que se unem, através da moldura, às janelas de sacada no segundo, estas rematadas por cimalha saliente. É precisamente o ritmo destes vãos que confere dinamismo ao alçado, convergindo ao centro, no brasão que, em lugar de destaque, interrompe a linha do telhado, evidenciando assim os símbolos nobiliárquicos dos proprietários do solar, como imagem de prestígio e poder.

No exterior, e apesar das dimensões, o jardim não deixa de representar a importância do espaço e a sua articulação com o edifício habitacional, numa tentativa não monumental de "subordinar a natureza a um plano de conjunto a partir da casa" (AZEVEDO, 1969, p. 75).

A recolha de informação é da responsabilidade do jornal, que conta com a colaboração da Divisão Cultural da Câmara Municipal, para além de pessoas e instituições ligadas ao património em causa em cada suplemento.

JORNAL “DIÁRIO DO MINHO” DESTACA PATRIMÓNIO DE CERVEIRA

Capelas de Sapardos, Nogueira e Campos em destaque no Diário do Minho de domingo

Depois de abordado o Centro Histórico de Vila Nova de Cerveira e a Capela de Santa Luzia de Campos, o Suplemento do Património do Diário do Minho viaja, este domingo, pelas Freguesias de Sapardos, Nogueira e Campos, para dar a conhecer três capelas.

O trabalho, da autoria do jornalista José Carlos Ferreira, versa sobre as Capelas de S. Braz, sendo as duas outras dedicadas a S. Sebastião.

Ao longo de quatro páginas, este suplemento de publicação semanal divulga o património e, desde Junho de 2013, com o apoio do município de Cerveira, o jornal tem destacado vários aspetos do património edificado e arqueológico do concelho.

PONTE DE LIMA: JÁ SAIU O 31º NÚMERO DA REVISTA “O ANUNCIADOR DAS FEIRAS NOVAS”

Acaba de ser distribuído mais um número da revista “O Anunciador das Feiras Novas”. Com periodicidade anual e distribuição em vésperas da realização das tradicionais romarias de Ponte de Lima – as Feiras Novas – esta publicação constitui um autêntico mostruário da dinâmica empresarial do Concelho de Ponte de Lima ao mesmo tempo que se afirma como uma das mais conceituadas publicações de índole cultural do Minho.

A revista “O Anunciador das Feiras Novas” é uma publicação anual de informação, cultura, turismo e artes limianas, sendo propriedade da Associação Empresarial de Ponte de Lima”.

Sob a experiente coordenação de Alberto do Vale Loureiro, a revista “O Anunciador das Feiras Novas” conta com um escol de colaboradores que, através dos seus escritos, dão a conhecer o património histórico e cultural do concelho de Ponte de Lima através da abordagem das mais diversas diferentes temáticas, desde a História à poesia, a Botânica e o ambiente. Trata-se, .com efeito, de um acontecimento cultural que se tornou já incontornável no âmbito das festas do concelho de Ponte de Lima!

FAFE LANÇA REVISTA DE TURISMO

Pontos de interesse de Fafe compilados para promoção do concelho

Arquitetura, Gastronomia,  tradições, cultura, espaços de lazer e paisagem são apenas alguns dos temas em destaque na revista de turismo lançada pela Câmara Municipal de Fafe.

DSC_9190A

Intitulada “Descubra Fafe”, a publicação funciona como um roteiro turístico de promoção do concelho.

A revista está dividida em seis partes, iniciando pelo tema “o que visitar”, dando a conhecer os locais mais emblemáticos do concelho, entre eles, a Casa da Cultura, o Teatro-Cinema ou o Arquivo Municipal, destacando também a Igreja Românica de Arões, Igreja Matriz bem como o povoado castrejo de Santo Ovídio.

Folheando o desdobrável, encontram-se, de seguida, várias páginas dedicadas à cultura, de onde se destacam os vários museus existentes no concelho, nomeadamente, o Museu das Migrações e das Comunidades, Museu da Imprensa, Museu Regional do Automóvel e o Museu do Moinho e do Povo de Aboim.

Para além destes dois temas e para que quem chega a Fafe consiga perceber o que o concelho tem para oferecer, a revista contempla um área destinada aos eventos e tradições, como o Jogo do Pau, o folclore, as festas do concelho ou as Feiras Francas, entre muitas outras festas tradicionais e religiosas.

O lazer e o desporto também não foram esquecidos e estão presentes nesta publicação. Parque Aquático, Complexo Turístico de Rilhadas, Barragem de Queimadela, Parque da Cidade, Percursos Pedestres, Jardim do Calvário e tantos outros locais existentes no concelho para a prática desportiva e de lazer constam na publicação.

E porque quem vem a Fafe não pode sair deste território sem provar as iguarias acompanhadas de um bom vinho, a revista tem ainda uma parte dedicada à gastronomia do concelho, de onde se destaca a vitela assada e o pão-de-ló, sempre acompanhados de um bom vinho verde do concelho.

Aqui pode-se ainda saber quais os restaurantes existentes e as unidades de alojamento disponíveis no concelho, bem como os contactos e outro tipo de informação útil.

Segundo o presidente da autarquia, Raul Cunha, “esta é uma publicação que fazia falta em Fafe”.

“Fafe é um concelho muito rico em termos culturais, gastronómicos e paisagísticos. Não podemos desperdiçar a oportunidade de mostrar a quem nos visita o que nos carateriza. Ao publicarmos esta revista, acreditamos que conseguimos dar um pequeno passo na promoção do que é nosso”. 

Refira-se que esta publicação de 28 páginas é um resumo de uma outra, publicada anteriormente, com 80 páginas sobre a qual incidiu a temática das acessibilidades, destinando-se precisamente a pessoas com mobilidade reduzida, um setor do turismo em forte crescimento e que de acordo com a European Network for Accessible Tourism (dados de 2007), gera receitas na ordem dos 83 mil milhões de euros por ano, considerando apenas o mercado europeu.

A revista que foi distribuída por agentes turísticos e que pode ainda ser encontrada  no posto de turismo de Fafe, é apenas uma das várias medidas inseridas num plano de trabalho de promoção turística do concelho de Fafe que a Câmara Municipal pretende efetuar ao longo do mandato.

Para Pompeu Martins, Vereador de Turismo do município “É importante mobilizarmos os nossos esforços e trabalhar em prol de um setor que está a viver um bom momento. Todo o  investimento que fizermos localmente, seja na promoção, politica de eventos ou captação de investimento, certamente trará retorno a médio ou longo prazo para todo o território de Fafe do ponto de vista económico e de desenvolvimento”.

MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ EDITA NOVO VOLUME DO BOLETIM MUNICIPAL “PASSOS DO CONCELHO”

A Câmara Municipal editou recentemente mais uma edição do Boletim Municipal “Passos do Concelho”. Uma publicação feita há já alguns anos e cujo título tem um duplo sentido, fazendo alusão aos passos do caminho que o Município trilha e à atividade da Câmara Municipal nos Paços do Concelho.

Com esta nova edição pretende-se dar a conhecer à comunidade residente, emigrante e visitantes as iniciativas que se vão fazendo ao longo do tempo com o envolvimento da Câmara Municipal, das Juntas de Freguesia, associações, entre outras entidades.

Em suma, trata-se de um resumo das ações que o Município realizou, nomeadamente em áreas como a Educação, Cultura, acessibilidades, abastecimento de água e saneamento, Ambiente, Associativismo, promoção do comércio, Turismo, ao nível do desenvolvimento Rural e produtos locais, do Desporto, bem como do relacionamento com as comunidades arcuenses no mundo.

Esta compilação é, assim, essencial para se destacar e enaltecer os feitos realizados pelo grupo que compõe o concelho.

Para o Presidente da Câmara Municipal, João Manuel Esteves, o trabalho da autarquia é uma caminhada na qual se conta com a colaboração de todos. O Município está empenhado na execução da estratégia de desenvolvimento sustentável que preconiza e que espera que contribua para um maior desenvolvimento social, ambiental, cultural e económico de Arcos de Valdevez.

“Contamos com todos, os que cá estão e a comunidade de emigrantes, para continuarmos a construir um Concelho mais dinâmico, empreendedor, atrativo e solidário.”, diz.

Link para versão digital do Boletim Municipal:

http://www.cmav.pt/ver.php?cod=0o0C

COMUNICAÇÃO SOCIAL DO CANADÁ ENTREVISTA HISTORIADOR FAFENSE DANIEL BASTOS

Na próxima quarta-feira (30 de Julho) às 19h00, fuso horário do Canadá

(0h00 fuso horário de Portugal) o historiador fafense Daniel Bastos vai estar em direto na FPTV (Festival Portuguese Television), um canal de televisão do Canadá em língua portuguesa, e às 19h30, fuso horário do Canadá (0h30 fuso horário de Portugal) na CIRV, uma rádio multicultural em Toronto, importantes meios de comunicação social da comunidade lusófona no Canadá.

FPTV

A entrevista, no âmbito do meu último livro “Fafe – História, Memória e Património”, realizado em conjunto com o fotógrafo José Pedro Fernandes, e o tradutor Paulo Teixeira, entre outras temáticas, abordará a História, a Cultura e as Tradições de Fafe, do Minho e de Portugal, proporcionando assim uma valiosa interação com as comunidades lusófonas espalhadas pelo Canadá, em particular, e pelos quatro cantos do Mundo, em geral.

Listen & Watch (Ouvir e Visualizar em): http://www.cirvfm.com

Cirv_fm

 

DIÁRIO DO MINHO REVELA RIQUEZA DA PARÓQUIA DE MENTRESTIDO, EM VILA NOVA DE CERVEIRA

O Suplemento Património do Diário do Minho prossegue a sua viagem pela história das capelas do concelho de Vila Nova de Cerveira. Neste domingo, 06 de julho, conheça mais exaustivamente a Paróquia de Mentrestido.

capelas mentrestuido

As duas capelas, a de São José e a da Senhora da Ajuda, localizadas na freguesia de Mentrestido, mereceram amplas referências nas memórias Paróquias de 1758: a primeira pela riqueza da sua talha, e a segunda pela qualidade da imagem de Nossa Senhora.

A forte devoção da comunidade local tem contribuído para que ambas as capelas mantenham um excelente estado de conservação.

VILA NOVA DE CERVEIRA: DIÁRIO DO MINHO APRESENTA CAPELA DE SOPO

Capelas de Sopo ao pormenor no Suplemento do Património, do Diário do Minho

A rota patrimonial do Diário do Minho deste domingo está programada para Sopo, focando os olhares para o valor histórico de duas capelas desta freguesia de Vila Nova de Cerveira.

CAPELA SAO GREGORIO

A Capela de São Gregório, localizada junto à Quinta de Santiago, apresenta uma simplicidade arquitectónica que esconde a riqueza da sua imaginária.

Já a Capela S. Sebastião, no lugar com o mesmo nome, apresenta uma clara influência barroca na construção, com prevalência do neoclássico na talha.

Os trabalhos deste Suplemento são da autoria do jornalista José Carlos Ferreira.

EM 1956, DEZ MIL PESSOAS ASSISTIRAM EM BRAGA AO ENCERRAMENTO DO I CONGRESSO DE ETNOGRAFIA E FOLCLORE

O Jornal “Diário Popular”, na sua edição de 24 de junho de 1956, registou o encerramento do I Congresso de Etnografia e Folclore que se realizou em Braga, a cuja sessão presidiu o ministro das Corporações, Dr. Veiga de Macedo, que discursou perante uma assistência de cerca de dez mil pessoas.