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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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REVISTA “ÍPSILON” DO JORNAL “PÚBLICO” DESCREVE COMO COMEÇOU O FESTIVAL DE PAREDES DE COURA

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A VILA DO ROCK DEU UM SALTO DE GIGANTE

É numa noite de fados, em 1993, que se traça o destino dos anos seguintes de uma vila pacata do Minho. Agora chamam-lhe a “vila do rock”, na época, no concelho de Paredes de Coura, as festas grandes eram a das Angústias e a da Nossa Senhora do Livramento. Nessa altura, o festival de Vilar de Mouros estava adormecido há uns anos e os grandes festivais de rock no Verão estavam longe de ser uma realidade.

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Há um grupo de jovens, na casa dos 20 anos, que parava na rua principal, onde se encontravam nessa noite, que decide descer à praia Fluvial do Taboão para espreitar o espectáculo montado para que a população pudesse ver o resultado da obra de requalificação de uma mata junto a uma das margens do rio Coura. Desse grupo faziam parte Vítor Paulo Pereira, José Barreiro, Filipe Lopes e João Carvalho. Quando lá chegaram viram um espaço “deslumbrante”. Alguém tem uma epifania: “E se fizéssemos aqui um festival de música para jovens?”.

Lá, na noite de fados de Coimbra, estavam presentes o presidente da câmara e um vereador. Num “impulso”, João Carvalho toma a iniciativa e apresenta a ideia aos autarcas. No dia seguinte têm uma reunião nos Paços do Concelho, onde lhes são dispensados “180 contos” (900 euros) do orçamento para montar o evento. Nasce o festival Paredes de Coura (PdC) que este ano celebra 25 edições que puseram a vila, que agora se confunde com o próprio festival, no mapa.

Eram 12 no início. Agora são três os fundadores que continuam a teimar em organizar o evento todos os anos: José Barreiro, Filipe Lopes e João Carvalho. O presidente da câmara já não é o mesmo. Quem lá está é Vítor Paulo Pereira, outro dos fundadores. O palco principal também já não é no mesmo sítio. No local onde se montou pela primeira vez é onde está actualmente o do Jazz na Relva, próximo da margem do rio onde João Carvalho voltou a mergulhar no dia em que visitamos Paredes de Coura, desta vez com roupa.

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A 20 de Agosto de 1993 tocavam ali ao lado os cabeças de cartaz Ecos da Cave, os “metaleiros” Gangrena, Boucabaca, Cosmic City Blues e os Purple Lips, compostos pelos irmãos Praça, na altura nos Turbojunkie, que por não poderem levar a banda toda apresentaram-se com outro nome. Todas as bandas foram contactadas a partir da cabine telefónica que existia no centro da vila, recorda João Carvalho, que até à terceira edição diz ter sido “o escritório do festival”. Foi o cartaz possível, com o orçamento que havia para o arranque do evento que nasce de “obra do acaso”.

Os contactos das bandas descobriram-nos na secção de divulgação do Blitz. “Na altura era a forma mais fácil de os conseguir”, conta. Apesar do orçamento limitado, a escolha foi consciente e apostaram em nomes que estavam a despontar no cenário musical nacional. Do dinheiro que tinham para gastar nada sobrou para o palco. Tiveram de o construir em madeira e montá-lo à custa de esforço próprio: “Nas primeiras edições, a meio da montagem, muitas vezes tínhamos de sacudir a terra da roupa para ir ao banco assinar um empréstimo para fazer um pagamento”.

Pouco havia para fazer em Paredes de Coura naquela altura. Do grupo de amigos, João Carvalho era dos poucos que estava na vila. Os outros estudavam fora. Lá, tinha um programa na Rádio Voz do Coura, onde passava The Cure e The Smiths. Dia de festa e “momento mágico” era quando ia ao posto dos Correios para levantar as encomendas que fazia com regularidade na Tubitek. A casa chegava com discos dos Diesel Park West, Gene Loves Jezebel, “que na altura eram uma banda boa”, dos The Sundays, Inspiral Carpets e “outras tendências da altura”. “Não havia outra forma de conseguir discos em Coura”, diz. Para combater o “isolamento” serviam também as reuniões para organizar o festival: “Nas três primeiras edições era um dos pretextos que tinha para arrastar para cá o pessoal que estava fora."

Em 1996 trazem as primeiras bandas internacionais, uma delas são os Shed Seven, para quem marcaram uma viagem a menos de avião no regresso dos britânicos a casa. “Era outra estrutura e eram outros tempos. Enquanto uns distraíam a banda, outros tentavam comprar um bilhete sem que ninguém reparasse." A coisa resolveu-se sem ninguém dar por isso. Tocaram ainda os Raincoats. Nesse ano mudam-se para o anfiteatro natural onde ainda é montado o palco principal. “A câmara não queria que estragássemos a relva e arranjou-nos um espaço maior." Na verdade, explica que o chamado “anfiteatro natural” sofreu intervenção humana: “Para aquilo ficar assim tiraram-se alguns camiões de terra."

Foi aí que tiveram a percepção de que o festival ia crescer. Monta-se um “palco a sério” e cobra-se pela primeira vez um bilhete. Mil escudos para três dias de festival com mais de uma dezena de bandas. “Naquela altura o valor da entrada ainda gerou discussão. Ninguém fazia aquilo por dinheiro. Tinha aquele medo serôdio de que com um bilhete as pessoas já não viessem”, recorda. No ano seguinte trazem um nome internacional de peso para encabeçar cada um dos dias, os Paradise Lost, Smoke City e Rollins Band. “Foi emocionante ver no local onde costumava brincar uma banda que até à altura só era possível ver na MTV. Caíram-me as lágrimas durante o concerto”, diz referindo-se à banda de Henry Rollins.

É em 1999, ano em que tocam os dEUS, Suede, Lamb e Mogwai, que há uma enchente com a qual ninguém contava. “Ficámos todos assustados. Começam a chegar camionetas cheias de gente e a empresa de transportes entra em pânico. Receámos que as infra-estruturas não aguentassem." Em cima do joelho alugam-se mais uns campos para poder acolher mais pessoas. É este o primeiro ano em que conseguem ter lucro. No final do festival surge a questão: “O que é que vamos fazer com este dinheiro todo?”. Distribuem parte dos lucros por algumas instituições do concelho e vão os quatro de férias juntos “passar um bom bocado”.

Aprenderam na edição seguinte que nada pode ser tomado como garantido. “Há uma chuva imensa e o festival correu muito mal, com um grande prejuízo no final. Aprendemos nesse ano a ser empresários. Se um ano dá não quer dizer que no outro a coisa funcione."

O mesmo acontece em 2004. Os LCD Soundsystem mudam-se para o palco principal na sequência do desabamento do secundário. A chuva não parava e por isso há uma reunião de emergência com o chefe da segurança, a empresa do sistema de som e de luz e a câmara. Toda a gente acha que o festival deve ser cancelado por estar em causa a possibilidade de um curto-circuito, de desabamento do palco principal e a segurança do terreno e das pessoas. Todos menos a organização: “Víamos cerca de quatro mil pessoas frente ao palco, algumas em roupa interior, a quererem ver concertos. Dissemos sempre que não." O festival continuou com um “prejuízo brutal”, que foi aumentando com o investimento para tratar da lama, reforçar o palco e a segurança e para comprar capas de chuva para distribuir pelo público. Para a história fica a imagem de Jon Spencer a pontapear a lama enquanto dizia que foi uma das melhores noites da carreira dos Blues Explosion, recorda João Carvalho, que o testemunhou.

Essa edição ficou também na memória de Luís Rocha, funcionário da Agrilcoura, na rua Bernardino António Gomes, que não se lembra de outra altura em que tivesse vendido tantas galochas ou plástico. “Foram sete rolos, cada um com 80 quilos. Esgotámos o stocke tivemos de recorrer a Braga para poder vender mais." Embora diga que este não seja o negócio da vila que mais beneficie com o festival, quando chove é enchente garantida: “Tivemos de fechar a porta e deixar entrar apenas alguns clientes de cada vez, tal era a enchente."

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O responsável pelo festival diz que talvez tenha sido a decisão de continuar com o evento até ao fim que contribuiu para a relação de respeito que foi sendo criada com o público. “Teria sido muito mais cómodo e menos dispendioso ter cancelado tudo. Acho que as pessoas perceberam isso."

No rescaldo desse ano, pela primeira vez, os fundadores questionam a continuidade do evento: “Foram dez segundos até mudarmos de opinião. Os anos de 2000 e 2004 foram muito importantes para fortalecer o festival”.

Ditaria o bom senso que a próxima edição fosse “mais pequena” ou que se tentasse primeiro “encontrar novo patrocinador”. Entendeu a organização que se “entrasse com tudo” e se garantisse o maior cartaz de sempre até à altura. Não fazê-lo seria “fragilizar” o festival. “Se acabar, acaba em grande”, foi o mote. É o ano de Queens of the Stone Age, Foo Fighters, Nick Cave, Pixies, The National, Arcade Fire, um dos melhores concertos que João Carvalho diz ter visto, Juliette & the Licks e da descoberta dos Wovenhand, que saltam para o palco principal depois do cancelamento dos Killing Joke. “Fazer um festival desta dimensão sem patrocinador é absolutamente surreal. Quando acabou, o lucro deu para pagar o telefone. Não deu para abater o prejuízo do ano anterior”, conta, mas deu para solidificar o festival e para o catapultar além fronteiras. “Entrou no roteiro internacional. Ganhámos uma nova alma”. Alma que se alastrou a toda a vila. Hoje o festival consegue garantir sempre casa cheia e encontrar patrocínio deixou de ser um problema.

O festival também se faz na vila

A faltar mais de uma semana para o festival, percorremos a pé as ruas de Paredes de Coura. Existe uma simbiose entre a vila e o festival, como se um e outro fossem uma e a mesma coisa. No Largo 5 de Outubro, a esplanada do café Carla já está preparada para os forasteiros, que costumam chegar uma semana mais cedo, diz-nos a proprietária, Maria Sousa. Há 30 anos que é comerciante e desde o início do evento que se habituou a receber caras desconhecidas na vila. Nos primeiros anos fazia o negócio num bar perto do recinto. A vila que não chega aos dez mil habitantes transforma-se em Agosto numa “cidade grande”, diz. “São duas semanas de festa." É a melhor altura do ano para o negócio e a “mais animada”. “O festival passou a ser a maior festa do concelho”, afirma.

Depois do largo, começa a “rua principal” que acaba na praça onde está a Câmara Municipal. A fachada do edifício está decorada com nomes de bandas do cartaz, feitos com luzes néon. Em frente, nuns bancos de pedra, está um grupo de courenses de gema, na faixa dos 60-70 anos. “É a vila do rock”, diz Isaura Bandeira. O grupo concorda. “Aqui toda a gente gosta do festival”, interrompe Franklin Loureiro. “Dantes ninguém conhecia a terra, agora até lá fora sabem que é onde se faz o rock”, volta Isaura à conversa.

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Há um orgulho na terra que surge na sequência do reconhecimento que o festival foi conquistando. Na Rua da Quinta Nova, não muito longe dali, está o Paulo's Bar, que Paulo Junqueira abriu há 24 anos, altura em que o festival começou. Esse orgulho está à vista de todos nas paredes do café. Estão lá quase uma dezena de cartazes de várias edições do festival. Já estiveram os cartazes todos, que foram guardados porque alguns “foram descolando”. Na “reserva” continua a coleccioná-los todos. Por altura do festival, Paulo fica “uma semana sem dormir” e quase sem sair do bar. Fê-lo uma vez. O Nick Cave tocava “lá em baixo” e aí “não havia outro remédio” se não deixar o bar nas mãos de outra pessoa para poder ver uma das suas referências a nível musical.

Toda a vila se envolve com o festival, diz João Carvalho. Ao longo dos anos foram também surgindo outras infra-estruturas que acompanharam o crescimento do evento. Exemplo disso é a Escola do Rock, projecto que lança o convite aos músicos nacionais para todos os anos poderem participar na banda criada por Nuno Ferros, também um dos fundadores do PdC, que este ano toca num dos palcos. Outro projecto na área da música criado nos últimos anos pela autarquia é a Caixa da Música, espaço de concertos com programação regular. Diz o organizador que há também bandas novas que vão sendo criadas.

Quem já frequentou o espaço localizado na praça frente ao edifício da câmara é José Castro, que está sentado na esplanada do Xapas Bar, local que já os fundadores frequentavam. Tem 32 anos e já foi “várias vezes” ao festival. Natural da vila só falta quando tem de trabalhar. Ao longo dos anos diz ter assistido a uma mudança nos hábitos dos courenses, “mais predispostos” a participar em eventos culturais. O festival diz ter contribuído para formar os gostos musicais dos que foram crescendo com o evento. Há agora um público mais exigente e “mal habituado”. “Há mais eventos durante o ano, mas muitos queixam-se de que não é suficiente. Quando o termo de comparação é o festival é difícil ficarmos satisfeitos."

Texto: André Vieira / Fotos: Paulo Pimenta / https://www.publico.pt/2017/08/11/culturaipsilon/noticia/e-se-fizessemos-aqui-um-festival-de-musica-para-jovens-1781696

FAMALICÃO PUBLICA BOLETIM MUNICIPAL

Edição do Boletim Municipal anuncia novidades para Famalicão. Publicação de julho está em distribuição

Já está em distribuição, a nova edição do Boletim Municipal de Julho. A publicação lançada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão pretende ser um instrumento útil de informação, acessível a todos os famalicenses.

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Nesta edição, os principais temas abordados são as obras a realizar no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), nomeadamente a requalificação do mercado municipal e do Cine-Teatro Narciso Ferreira, entre outros projetos.

O alargamento da gratuitidade dos manuais escolares ao 2.º ciclo é outra das novidades anunciadas na publicação, assim como, as obras de requalificação do parque escolar.

Com 48 páginas, um design leve e uma leitura descontraída, o novo boletim mostra ainda o trabalho desenvolvido na rede viária e nas várias freguesias do concelho. Referência ainda para o convite a uma visita cultural pela Casa Museu Camilo Castelo Branco.

No editorial, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, fala “no desenvolvimento dos programas municipais de modernização do parque escolar, da rede viária e de centenas de outros equipamentos das freguesias, assim como na ampliação das redes de água e saneamento básico que estão, felizmente, cada vez mais próximas da sua conclusão.” E acrescenta: “se o passado dá um impulso ao presente, é importante que este supere o antigo, para que a evolução seja ajustada às necessidades atuais e responda com eficácia às necessidades de hoje sentidas pelos cidadãos. Foi isso que fizemos nos últimos quatro anos, apostando na promoção de um município moderno, ambicioso, dinâmico e com respostas aos problemas com que as pessoas se foram deparando com mais premência.”

Refira-se que o boletim municipal de Famalicão tem uma tiragem de 20 mil exemplares, sendo de distribuição gratuita. Para além da edição em papel, a revista pode ainda ser consultada no site oficial do município em http://www.vilanovadefamalicao.org/

REVISTA “EVASÕES” DESTACA PONTE DE LIMA E A SERRA D’ARGA

A revista “Evasões” que acaba de chegar às bancas é uma edição especial sobre Ponte de Lima. Nela, fica a saber como dormir em casas com histórias de famílias fidalgas, comer os melhores rojões e arroz de sarrabulho, descobrir novos lugares de comer e beber, planear passeios pelo centro histórico, pelos jardins e pela Serra d´Arga. Estes e outros desafios estão na revista que é distribuída, gratuitamente, com o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias. E que fica em banca separadamente até quinta-feira.

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TERRAS DE BOURO PUBLICA NA INTERNET REVISTA INFORMATIVA

Edição nº 148 da Revista  Informativa da Câmara Municipal de Terras de Bouro

A Câmara Municipal de Terras de Bouro já colocou à disposição dos munícipes, na sua página eletrónica, a sua mais recente publicação informativa.

Trata-se de uma publicação trimestral, alusiva, neste caso, ao segundo período de 2017 e que tem como principal finalidade divulgar as principais atividades do município e dar as mais diversas informações relacionadas com os vários serviços municipais.

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REVISTA UAU! DESTACA CAMPEÃO PARALÍMPICO DE FAMALICÃO

Novo número da UAU! apresenta campeão paralímpico Filipe Carneiro

Já saiu o número três da revista UAU!, do Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Famalicão. São variados os assuntos abordados, mas com certeza todos do interesse dos jovens famalicenses. A começar pelo tema de capa: Filipe Carneiro, atleta paralímpico famalicense, 25 anos, revela-se numa entrevista inspiradora e aberta, afirmando que atravessa um dos melhores momentos da sua carreira. Ele que é campeão nacional de atletismo e de basquetebol em cadeira de rodas. “Os títulos significam muito para mim. São resultado, acima de tudo, da paixão e do prazer que tenho no que faço e na ambição de querer sempre mais e melhor”, confessa, revelando ainda que um dos seus planos para o futuro passa por representar Portugal nos Jogos Paralímpicos.

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Mas há mais: o programa + Cidadania Jovem, o Ymotion 2017 e a Escola de Instrumentos Musicais, bem como conselhos para esta época de exames e para os festivais de verão.

Nesta edição estão também em destaque as associações juvenis YUPI – Youth Union of People With Initiative e HumanitAVE – Associação de Emergência Humanitária.

Numa mensagem que dirige aos jovens famalicenses, o Presidente da Câmara Municipal confessa que a participação ativa deles na vivência comunitária é algo que muito valoriza. E deixa uma confidência: “Se há algo que eu admiro é jovens criativos, imaginativos e empreendedores. Jovens que preservem intacta a capacidade de representarem o mundo como o sentem.”

A publicação está disponível para consulta aqui: issuu.com/juventudedefamalicao/docs/revista.

JORNALISTA IDALINA CASAL LEMBRA NO JORNAL “ALTO MINHO” TRAGÉDIA DOS FOGOS OCORRIDA NO ANO PASSADO NA CABRAÇÃO

No ano passado, a Freguesia da Cabração, em Ponte de Lima, foi violentamente assolada por enormes fogos que devoraram quase toda a sua floresta e atingiram algumas casas de habitação e barracões agrícolas.

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Nessa ocasião, a jornalista Idalina Casal, do Jornal de Notícias, encontrava-se em serviço de reportagem no local. Seguiu para o Lugar da Escusa onde lavrava a frente de fogo e acabou ela própria cercada pelas chamas.

Na edição de ontem do jornal “Alto Minho”, mais concretamente na coluna de opinião que dá pelo nome “chá das três”, a jornalista publicou um artigo de opinião onde procura fazer o “mea culpa” mas cujo conteúdo possui uma actualidade incrível e merece uma leitura atenta. Não resistimos em publicar o recorte do artigo!

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REVISTA DE MARINHA DESTACA NÁUTICA DE RECREIO

Revista de Marinha – edição 997 – Náutica de Recreio

Em contagem decrescente para a sua 1000ª edição, a Revista de Marinha lança o nº997, referente aos meses de Maio e Junho de 2017.

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Esta edição, intitulada Náutica de Recreio, tem especial foco nos desportos náuticos, como a Vela, o Remo e o Surf, com destaque para uma entrevista com o surfista português Nic Von Rupp, que compete actualmente com a elite mundial.

A revista conta também com variados artigos, como a celebração dos 125 anos do Instituto de Socorros a Náufragos, criado com o patrocínio da Rainha D. Amélia, o Sines Tall Ships Festival, a Volvo Ocean Race e Boatyard Lisboa. Pode também ser lida nesta edição, a crónica de Rui Castilho sobre a sua volta ao Mundo no Veleiro Allegro.

Destaque ainda para artigos sobre o mergulho e a fotografia subaquática, para os curiosos e um importante artigo sobre os cuidados a ter com vítimas de hipotermia em contexto SAR (Search and Rescue), de leitura obrigatória para os apaixonados pelo mar.

Sempre com o olhar posto na actualidade náutica e marítima portuguesa, a revista traz aos seus leitores relances do passado e espreitadelas ao futuro, de interesse, não só para os afiliados das forças armadas, mas também para todos aqueles que se interessam pela temática do mar.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 edições anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistadamarinha.com.

REVISTA "CRISTINA" REALIZA SESSÃO FOTOGRÁFICA EM SOAJO, ARCOS DE VALDEVEZ

A Revista Cristina, da conhecida apresentadora de televisão Cristina Ferreira, realizou uma sessão fotográfica em Soajo intitulada "Reinventar a Tradição em Soajo, Arcos de Valdevez", para a edição da revista do mês de junho.

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Esta sessão teve a particularidade de ter como modelos mulheres de Soajo, nomeadamente Rosa Capela, de 90 anos, Maria do Rosário, 84 anos, e Maria Rana de 78 anos.

Durante a produção, as modelos viveram experiencias únicas, pois nunca tinham feito nada do género e tão pouco alguma vez se tinha produzido tanto, ao nível de maquiagem, roupas, cabelos e acessórios.

 O objetivo desta sessão era escolher pessoas com idade avançada, habituadas a uma vida simples e do campo, tendo o resultado final atingido o principal objetivo. Uma sessão original, bonita e cheia de significados, onde a cultura e a tradição foram os principais temas.

Esta iniciativa contou com o envolvimento/apoio da Câmara Municipal, que viu novamente Arcos de Valdevez destacado na comunicação social pelas suas paisagens, cultura e gentes simpáticas e acolhedoras.

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FAMALICÃO DIVULGA VINHO VERDE

Apresentação da revista “Vinho Verde: História e Património”

O Arquivo Municipal Alberto Sampaio, em Vila Nova de Famalicão, acolhe no próximo dia 9 de Junho, em que se assinala o Dia Internacional dos Arquivos, a apresentação do 2.º volume da revista Vinho Verde: História e Património – History and Heritage (2016), dedicada a Alberto Sampaio.

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A sessão acontece a partir das 18h30, seguindo-se uma mesa redonda sob o tema “Alberto Sampaio, um viticultor na região dos vinhos verdes”, na qual participam alguns destacados membros da Associação Portuguesa da História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID), também eles autores de artigos publicados no citado volume.

DUATLO MARGENS DO HOMEM VAI SER TRANSMITIDA NA BOLA TV E NA RTP2

Competição de 2017 conta para Circuito Regional Norte e divide-se em várias provas com opções para miúdos e graúdos, federados e amadores

O Duatlo Margens do Homem apresenta-se com muitas novidades para a edição de 2017, que vai para a estrada no próximo dia 11 de junho. O grande destaque vai para a transmissão em dois órgãos de referência do desporto nacional, a Bola TV e a RTP2, que vão levar o nome de Soutelo e do concelho a todo o país e a vários pontos do planeta.

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Nota de destaque também para o enorme voto de confiança da Federação Portuguesa de Triatlo, que acompanhou a par e passo a prova de 2016 e não hesitou na hora de incluir a competição no calendário oficial. Os coletivos também ganham este ano uma motivação extra para participar já que aos troféus se somam vários prémios monetários para equipas.

Uma competição para toda a gente

Assim, os resultados do Duatlo Margens do Homem 2017 contam para a classificativa do Circuito Regional Norte. Mantém-se a categoria de estafetas, para que os atletas com apetência por apenas uma das modalidades possam participar em equipas de dois, em que um faz Trail e o outro realiza o percurso de BTT. No entanto, há opções para especialistas e principiantes, amadores e profissionais, miúdos e graúdos.

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As provas consistem Duatlo Norte Olympic Challenge e Circuito Regional Norte de Duatlo com as distâncias de 8kms de corrida, seguidos de 24kms de BTT e 4kms de corrida no final. A categoria Promoção foi pensada para que ninguém fique de fora e todos possam ter a excelente experiência de participar num duatlo, com as distâncias de 4kms de corrida, seguidos de 12,5kms de BTT e com 2kms de corrida no final. As competições vocacionadas para o público mais jovem são outra das grandes novidades deste ano, Circuito Regional Norte de Duatlo Cadetes e Circuito Regional Norte de Duatlo Juniores, e um Duatlo Jovem pontuável para o Circuito Regional Norte Jovem. 

Prémios monetários para equipas

O Duatlo Margens do Homem continua a apostar forte na solidariedade e voltamos a ajudar os mais carenciados. Assim, o evento inclui uma Caminhada Solidária cujas inscrições (1 alimento ou 1 produto de higiene) revertem a favor das Lojas Sociais do Concelho de Vila Verde. Além disso, parte da inscrição reverte a favor da Cruz Vermelha Portuguesa. As inscrições são de 10€ para federados e de 12,5€ para federados. Todas as inscrições têm direito a Seguro, Lembrança, T-Shirt, Reforço durante o Duatlo, Banho e Convívio Final.

O evento nasceu em 2015, após o estabelecimento de uma parceria entre o Moto Club do Alívio e da Junta de Freguesia de Soutelo, numa mostra evidente de união e cooperação entre as forças vivas da freguesia em prol do desporto e da cidadania. A esta sinergia juntou-se também o selo de qualidade da Tribraga e da Delegação Regional de Triatlo do Norte da Federação de Triatlo de Portugal, com uma vasta experiência na organização deste tipo de iniciativas e o ‘know-how’ necessário para a organização de um projeto desta envergadura.

Desporto, convívio e natureza

 O Duatlo Margens do Homem é uma prova organizada com o intuito de aumentar a oferta desportiva no concelho de Vila Verde e incitar a população à prática de exercício físico, potenciando os benefícios para a saúde e qualidade de vida que daí advêm. Por outro lado, afigura-se também como um palco privilegiado para a divulgação do património natural e edificado da freguesia de Soutelo e do concelho de Vila Verde, contribuindo de forma perentória para a promoção e valorização do território.

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