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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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A "MONARQUIA DO NORTE" VISTA PELO JORNAL "CARDEAL SARAIVA"

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Derrotada a sublevação monárquica de 1919 conhecida por Monarquia do Norte na qual participaram numerosos e ilustres limianos, publicou o jornal “Cardeal Saraiva” na sua edição de 20 de março daquele ano um artigo sobre os festejos republicanos que então tiveram lugar em Ponte de Lima.

Gentileza: Pedro Moreira Braga

“BRAGA À LUPA” DESVENDA JACENTE DE D. GONÇALO PEREIRA

Esta Quarta-feira, 22 de Novembro, na Capela da Glória

O Município de Braga promove esta Quarta-feira, 22 de Novembro, mais uma sessão do ‘Braga à Lupa’ que terá como mote ‘O jacente do Arcebispo D. Gonçalo Pereira’, considerado um dos mais relevantes monumentos funerários da história de arte portuguesa.

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A iniciativa, que se realiza no âmbito do programa de divulgação patrimonial ‘À Descoberta de Braga’, terá lugar pelas 21h30, na Capela da Glória, lateral à Sé Primaz.

Conduzida pelo cónego José Marques, medievalista jubilado da Universidade do Porto, a sessão terá como especial convidado José Custódio Silva, professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa e especialista na temática. Os interessados em participar devem efectuar inscrição prévia através do e-mail cultura@cm-braga.pt.

Gonçalo Pereira, 16.º arcebispo da diocese de Braga (1326-1348), encomendou aos mestres escultores Pero e Telo Garcia, em 11 de Junho de 1334, um monumento funerário para guarda do seu corpo, a ser colocado na capela da Senhora da Glória, anexa à sua Sé Primacial, que havia antes mandado construir.

Esta arca tumular é um momento de excepção na escultura gótica portuguesa do século XIV, porque é o único de que se conhece o contrato celebrado, em 11 de Junho de 1334, entre o arcebispo e os mestres escultores, e porque se apresenta com uma originalidade iconográfica e (sobretudo) uma qualidade estética verdadeiramente exemplares.

O ‘Braga à Lupa’ é uma iniciativa integrada no programa “À Descoberta de Braga’, que se realiza mensalmente com o objectivo de dar a conhecer aos bracarenses o seu património e história local. A próxima sessão decorrerá no dia 30 de Novembro, às 21h30, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, com uma sessão de história local sobre “Braga e as Invasões Francesas, orientada por Henrique de Matos.

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.

BRAGA DIVULGA DOMUS DA ESCOLA VELHA DA SÉ

Actividades divulgam Domus da Escola Velha da Sé

O Município de Braga promove nos dias 28 de Novembro, 5 e 12 de Dezembro no ‘Domus da Escola Velha da Sé’ a actividade ‘Cantar Histórias’.

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Esta actividade é direccionada para o público sénior (utente dos Centros de Dia) e vai decorrer a partir das 14h45. O “Cantar Estórias” conta com a participação de António Castanheira e integrará ainda uma visita guiada ao espaço musealizado.

Para o dia 1 de Dezembro, no mesmo local, está agendado o ateliê ‘Mosaicos’. Esta é uma actividade, direccionada para o público em geral, serão abordadas técnicas de execução de um mosaico romano, materializando-se na criação de objectos uteis do dia-a-dia, tais como caixas porta presentes, porta lápis, mealheiros, marcadores de guardanapos ou outros, sempre decorados com motivos de mosaicos romanos.

A participação nestas actividades é gratuita mas carece de marcação prévia junto do pelouro do Património – Gabinete de Arqueologia, através do telefone 253 203 150 ou do e-mail gab.arqueologia@cm-braga.pt

MUNICÍPIO DE FAFE LANÇA NOVAMENTE PRÉMIO DE HISTÓRIA LOCAL

O Município de Fafe instituiu, pela décima sexta vez, o Prémio de História Local “Câmara Municipal de Fafe “.

O prémio visa estimular a pesquisa e investigação em torno da identidade deste Município, no passado e nas suas diferentes perspetivas.

Podem concorrer ao Prémio de História Local todos os que o pretendam, residam ou não no concelho, com trabalhos originais e inéditos sobre um ou vários aspetos da história de Fafe, a nível administrativo, político, económico, social, cultural, artístico, religioso ou outro(s).

Segundo o regulamento aprovado pelo Executivo, na avaliação dos trabalhos serão ponderados aspetos como a utilização privilegiada das fontes primárias, a valorização da originalidade e atualidade dos temas, a clareza e correção da linguagem, a coerência global e a

apresentação formal.

Os trabalhos concorrentes terão de ser escritos em português, devendo ter um mínimo de 30 páginas.

O Prémio tem o valor pecuniário de 1 000 € e galardoará apenas o melhor trabalho concorrente. A Câmara garantirá, além disso, a publicação da obra vencedora na revista Dom Fafes.

Os interessados em concorrer devem remeter quatro exemplares do seu trabalho, apresentado em folhas de formato A4, a 2 espaços, para Casa Municipal de Cultura de Fafe (Prémio de História Local) – Rua Major Miguel Ferreira – 4820-276 Fafe.

Cada concorrente apenas pode remeter um trabalho.

O prazo de receção das obras concorrentes decorre até ao dia 15 de março de 2018, ocorrendo a entrega do prémio ao autor da obra vencedora em 25 de abril seguinte.

De recordar que a última edição do prémio não teve obras concorrentes, pelo que ficou deserto.

HISTORIADOR DANIEL BASTOS VAI À GALIZA FALAR SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

Historiador Daniel Bastos apresenta conferência sobre a emigração portuguesa em Santiago de Compostela

No próximo dia 15 de novembro (quarta-feira), o historiador minhoto Daniel Bastos é um dos oradores convidados do II Seminário da Cátedra das Migrações “Galegos e portugueses além da sua terra”, promovido pela Cátedra UNESCO da Universidade de Santiago de Compostela.

Daniel Bastos

No decurso da iniciativa que decorrerá na Faculdade de Geografia e História, de uma das mais antigas universidades da Península Ibérica e do mundo, o investigador natural de Fafe, cujo percurso percurso tem sido alicerçado no seio da Lusofonia, apresentará uma comunicação intitulada “Gérald Bloncourt – O fotógrafo da emigração portuguesa”.

Com diversas participações em conferências nacionais e internacionais, assim como artigos e livros publicados no domínio da História e Emigração Portuguesa, Daniel Bastos é autor do livro “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”, uma edição bilingue, que conta com prefácio do pensador Eduardo Lourenço, e que foi concebida a partir do espólio do conhecido fotógrafo francês Gérald Bloncourt que imortalizou a história da emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70.

II Seminario 2017

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipals: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

A Banda Musical da Carvalheira, de Terras de Bouro e a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda Escuteiros de Barroselas vão representar o Minho no desfile nacional de Bandas Filarmónicas que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Banda Nova de Barroselas - 2015

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

A Banda Musical de Carvalheira foi criada em 1839 pelo conhecido Padre Tomé em Ervedeiros, na freguesia de Carvalheira, Terras de Bouro. É um dos maiores embaixadores de Carvalheira e até mesmo do concelho, uma vez que tem levado e honrado os seus nomes em milhares de aldeias, vilas e cidades espalhadas por todo o território nacional e até em terras estrangeiras. Ao longo de quase dois séculos de existência muitos foram os obstáculos encontrados por esta banda mas nada foi suficientemente forte para a derrubar. Atualmente, a Banda é formada por cerca de 50 músicos de todas as idades, essencialmente amadores e regida pelo Maestro António Luís.

Por seu turno, a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda de Escuteiros de Barroselas, foi fundada em 1934 por Armindo dos Santos Barbosa, a Banda Escuteiros de Barroselas surgiu ao mesmo tempo que o respectivo grupo de escutas, tendo-o acompanhado na Missa da primeira Promessa de Escuteiros a 29 de Junho de 1934, dia de S. Pedro, padroeiro da freguesia, abrilhantando também a procissão. A iniciativa teve tal sucesso que começaram a ser convidados para se apresentarem em freguesias vizinhas. Menos de uma dezena de anos após a sua fundação e por imposição do regulamento do Corpo Nacional de Escutas, a banda desvinculou-se do grupo de escutas. No entanto o nome original manteve-se até à actualidade.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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PORTUGAL AJUDADO PELA CATALUNHA? CORRIA O ANO DE 1640!

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Nos tempos que correm e noutros passados as coincidências entre Portugal e Catalunha não se resumem só ao facto do uso do povo catalão de cravos vermelhos ou ao facto de termos eleições marcadas no mesmo dia.

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É curioso verificar que as coincidências aconteceram também no passado dos dois povos. Portugal consegue a sua restauração da independência em 1640 muito ao facto de Filipe  IV (de Portugal) III (de Espanha) estar preocupado com a independência da Catalunha e ter ordenado o envio de tropas para aquele ponto da península ibérica e com isso ter desguarnecido o território português. 

A luta por uma Catalunha independente evoca pontos comuns com a História Portuguesa.

Este cruzamento da história destes territórios foi efectivo em 1640. Filipe IV demorou ainda cerca de 12 anos a vencer a revolta independentista na Catalunha, enquanto em Portugal, os conjurados matavam Miguel Vasconcelos e proclamavam Dom João IV como Rei. Aquando do 1- de Dezembro, havia seis meses que a Catalunha lutava contra o poder de Filipe IV. Desta forma o Rei espanhol que já se ocupava de combater os catalães, optou por investir numa das revoltas simultâneas. Filipe IV empenhou-se em combater a revolta catalã.Mas as preocupações espanholas não se ficavam só pela Catalunha, o país vizinho atravessava a guerra dos trinta anos, e enviava tropas para a Catalunha, para a França e para a Flandres, frente de batalha em que o ministro conde.duque de Olivares apostou, enquanto Luís XII e Richelieu faziam da Catalunha um protectorado francês. Olvidares, no entanto quanto a Portugal, tentou outro método em que apostava em assassinar o Rei (1641)

Posteriormente a doze anos de luta do exército franco-catalão catalão, Filipe IV consegue dominar a revolta  e reconquista Barcelona. Já no que toca a Portugal, Espanha reconhece a independência em 1668

Seria possível a restauração da independência portuguesa sem a luta do povo catalão? As opiniões dividem-se mas provavelmente sim, embora diferente…o tempo de guerra seria provavelmente maior do que os 28 anos que durou...

CINQUENTENÁRIO DO GRUPO DESPORTIVO E CULTURAL DOS TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO: TERCEIRA FASE DO PROGRAMA COMEMORATIVO

Espectáculos, tertúlias e exposições constam desta terceira fase comemorativa, a realizar nas duas últimas semanas deste mês de Novembro. As Bodas de Ouro só acontecem uma vez na vida de uma colectividade. E, quando tal ocorre, há uma história de meio século que deve ser bem comemorada, na perspectiva de que será ainda melhor a nova história a ser construída, havendo para tal empenho e suficiente disposição.

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Este período de eventos inicia-se com a abertura da exposição “O sonho e a arte - trabalhadores dos ex-ENVC, com abertura no dia 17 – 18,00 horas – e funcionamento até 3 de Dezembro. Trata-se de uma mostra de trabalhos realizados por alguns dos muitos trabalhadores artistas que se revelaram nesta empresa como exímios na produção do mais diverso tipo de arte. Aqui se vão expor miniaturas de navios, instrumentos musicais, pintura, estatuária, trabalhos realizados a partir de escamas de peixes, figuras a partir de material desaproveitado, etc. Não sendo uma iniciativa nova, a mesma já não tinha realização desde há muito tempo. Surge agora substancialmente melhorada.

No dia 29, na sede desta Colectividade, 21,30 horas, haverá mais uma tertúlia, desta vez sobre a guitarra portuguesa, que terá como figura central Pedro Caldeira Cabral, distinguido recentemente com o Prémio Carlos Paredes 2014, um nome bem conhecido no contexto musical português, como músico, compositor e investigador e um grande defensor da guitarra portuguesa. Presentes estarão também outros cultores desta guitarra de cunho bem português. Será uma excelente oportunidade para conhecer o segredo deste instrumento musical, que produz tão harmoniosos sons.

No dia 30, a partir das 22,00 horas, o mesmo Pedro Caldeira Cabral, com uma carreira de mais de 50 anos e um percurso internacional de relevo, com o seu trio, deverá proporcionar um distinto espectáculo no Centro Cultural de Viana. Este evento conta ainda com diversos artistas ligados ao fado e com a Associação Musical de Vila Nova de Anha. Trata-se de uma aposta ousada, mas com o intuito de proporcionar aos vianenses uma noite que marque bem a diferença e assinale relevantemente as comemorações de uma das mais antigas e relevantes instituições vianenses, como é o GDC TENVC.

Gonçalo Fagundes Meira

MARCELO REBELO DE SOUSA INAUGURA EM FAMALICÃO EXPOSIÇÃO SOBRE BERNARDINO MACHADO

“Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra” promovida pelo Museu da Presidência da República está patente ao público no Palácio da Cidadela de Cascais

O que têm em comum os presidentes da República Bernardino Machado e Marcelo Rebelo de Sousa? Em outubro de 1917, Bernardino Machado realizou a primeira visita de um presidente da República ao estrangeiro, o chefe de Estado foi levar solidariedade social aos soldados do Corpo Expedicionário Português mobilizados na Primeira Guerra Mundial. Bernardino Machado foi também um presidente de afetos!

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Esta terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa inaugurou a exposição “Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra” que retrata precisamente a jornada que decorreu há 100 anos e confessou a sua admiração por Bernardino Machado. A sessão decorreu no Palácio da Cidadela de Cascais e contou também com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha e de muitos familiares de Bernardino Machado.

A mostra promovida pelo Museu da Presidência da República em colaboração com o Museu Bernardino Machado, de Vila Nova de Famalicão, apresenta mais de 500 peças expostas. De acordo com a comissária da exposição Elsa Alípio “foi uma viagem com um duplo sentido”, em que o objetivo principal era, de facto, “apresentar solidariedade aos soldados”, mas também procurar“o tão desejado reconhecimento internacional da ainda jovem República Portuguesa”.

Numa primeira parte, a exposição dá a conhecer Bernardino Machado – o famalicense que foi Presidente da República por duas vezes – através de muitos objetos cedidos pelo Museu Bernardino Machado. Depois apresenta-se a história da viagem, através do comboio em que viajou, a questão protocolar, os menus que foram servidos em França e em Inglaterra e vários vídeos com os encontros com outros chefes de Estado. Há ainda uma parte dedicada à Guerra, com a exposição de fardas militares originais, capacetes e objetos ligados ao quotidiano dos soldados portugueses.

Para Paulo Cunha que acompanhou Marcelo Rebelo de Sousa em toda a visita “esta exposição é uma excelente forma de captar as atenções dos turistas para Vila Nova de Famalicão, muito particularmente para o Museu Bernardino Machado e todo o seu espólio”.

Bernardino Machado partiu da Estação do Rossio no dia 8 de outubro de 1917, com a sua comitiva composta por 10 pessoas, foi recebido pelo Rei Afonso XIII de Espanha, o Presidente Raymond Poincaré de França, o Rei Jorge V de Inglaterra, Alberto I da Bélgica, e visitou os militares do Corpo Expedicionário Português mobilizados na Primeira Guerra Mundial. A viagem durou 18 dias, tendo regressado no dia 25 de outubro.

A exposição está patente até março do próximo ano e pode ser visitada de terça-feira a domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

Famalicense por adoção, Bernardino Machado foi presidente da República Portuguesa por duas vezes e foi também uma das principais figuras da I República.

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PONTE DE LIMA EVOCA 5 SÉCULOS DE REFORMA PROTESTANTE

Exposição e palestra assinalam 500 anos da Reforma Protestante

A Biblioteca Municipal de Ponte de Lima (BMPL) inaugura na próxima segunda-feira, 6 de novembro, pelas 18h00, a exposição evocativa “Martinho Lutero: o Reformador e a Reforma 500 anos depois”. Trata-se de uma mostra biobibliográfica com 14 painéis que, além da reprodução das 95 teses afixadas na porta da igreja do castelo de Vitemberga a 31 de outubro de 1517, recupera o essencial da vida do monge alemão, revisita a sua inovadora visão teológica e expõe os traços fundamentais da renovação pedagógica de Lutero - defensor de uma educação universal, gratuita e obrigatória.

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Além das telas informativas, a exposição comemorativa dos 500 anos da Reforma Protestante, inclui a exibição de 25 obras inéditas de Martinho Lutero cedidas por Adalberto Hiller – diretor administrativo da Unidade de Ponte de Lima da Universidade Fernando Pessoa -, que, no dia da inauguração, orientará uma palestra dedicada a um dos episódios mais marcantes da história do cristianismo.

A mostra “Martinho Lutero: o Reformador e a Reforma 500 anos depois” estará patente ao público na varanda interior da BMPL até ao dia 31 de dezembro.

Visite-nos. Esperamos por si!

A MULHER QUE FOI A MODELO PARA O BUSTO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Ilda Pulga é o nome que consta da mulher que serviu de modelo ao primeiro busto da República Portuguesa. Ainda com descendentes vivos, a família faz questão de afirmar que deveria ter sido uma mulher lindíssima e simultaneamente “atrevida” para servir de modelo naquele tempo.

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Ilda pulga faleceu em 1993 com 101 anos. O seu sobrinho bisneto Joaquim Pulga só desconfiou ser familiar de Ilda após à sua morte por ter lido uma notícia no jornal. Joaquim afirma que uma pessoa como Ilda que serviu de modelo aos 18 anos deve ter evoluído culturalmente de uma forma muito peculiar e intensa.

Ilda era natural de Arraiolos e não foi fácil encontrar o fio à meada das suas ligações familiares embora só haja uma família “Pulga” em Portugal. Foi através de moradores de Arraiolos que Joaquim veio a saber que Ilda era irmã do seu bisavô.

O sobrinho bisneto investigou sobre a sua familiar e ficou a saber que Ilda foi muito jovem para Lisboa, com os seus 13 anos e que as dificuldades económicas que se faziam sentir na altura no Alentejo terão  motivado a sua mudança para a capital levando o resto da sua vida como costureira.

O busto da república portuguesa continua inalterado.Os bustos da República variam de país para país e até encontramos casos onde houve mudanças de modelos que serviram de bustos ao simbolismo republicano.

Como Republicano que sempre fui, não posso deixar de ter uma visão interessada sobre este assunto. O modelo mais icónico da República, tem a sua origem em França e foi sem dúvida “Mariana” ou “Marianne” representada, iconograficamente, por uma mulher, ostentando um barrete frígio, tendo como inspiração a imagem da Liberdade na obra A Liberdade guiando o Povo, pintada em 1830 por Eugène Delacroix.

No entanto a Associação dos Autarcas Franceses decidiu mudar periodicamente o busto de "Mariana", adoptando como modelos artistas de cinema e da música francesas contemporâneas, sendo a manequim e actriz Laetitia Casta o modelo actual da escultura.

A estátua da Liberdade nos EUA é também inspirada em Marianne e foi oferecida pelos franceses aos americanos.

No caso português atribui-se a autoria do busto a João da Silva que usava como peseudónimo João da Nova talvez porque também escrevia para a revista Seara Nova…

A comissão republicana que instituiu o busto em 1911 inspirado em Ilda teve muito bom gosto e a sua imagem fará companhia aos portugueses por muito mais tempo.

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Ilda Pulga, de pé, ao centro, na oficina de costura onde trabalhava

GRUPO DE AMIGOS DE OLIVENÇA RECLAMA DEVOLUÇÃO DO TERRITÓRIO PORTUGUÊS SOB OCUPAÇÃO DE ESPANHA

O Grupo dos Amigos de Olivença tem constatado que, a propósito da actual « crise independentista da Catalunha », o Estado Espanhol tem alicerçado a sua posição na defesa intransigente da integridade territorial dos Estados e da necessidade de respeitar os tratados que regem o relacionamento dos Estados na Europa.

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Também, a este propósito, o Estado Português por intermédio do Sr. Presidente da República, Sr. Primeiro Ministro e Sr Ministro dos Negócios Estrangeiros, tem se manifestado publicamente, pela defesa intransigente da legalidade interna espanhola, pelo respeito pela integridade territorial dos Estados e pela Lei Internacional.

Nesse sentido, o Grupo dos Amigos de Olivença relembra a existência da « questão de Olivença», território que o Estado Português considera juridicamente português mas ocupado ilegalmente por Espanha, que se recusa a cumprir o tratado de Viena de 1815, por ela assinado, e faz um apelo à opinião pública para que se pressione estes importantes órgãos do Estado Português a pôr em prática os princípios acima defendidos e levantar esta questão junto de Espanha, de maneira a dar cumprimento ao seu compromisso de restituição de Olivença a Portugal.

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

A Banda Musical da Carvalheira, de Terras de Bouro e a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda Escuteiros de Barroselas vão representar o Minho no desfile nacional de Bandas Filarmónicas que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

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A Banda Musical de Carvalheira foi criada em 1839 pelo conhecido Padre Tomé em Ervedeiros, na freguesia de Carvalheira, Terras de Bouro. É um dos maiores embaixadores de Carvalheira e até mesmo do concelho, uma vez que tem levado e honrado os seus nomes em milhares de aldeias, vilas e cidades espalhadas por todo o território nacional e até em terras estrangeiras. Ao longo de quase dois séculos de existência muitos foram os obstáculos encontrados por esta banda mas nada foi suficientemente forte para a derrubar. Atualmente, a Banda é formada por cerca de 50 músicos de todas as idades, essencialmente amadores e regida pelo Maestro António Luís.

Banda Nova de Barroselas - 2015

Por seu turno, a Banda Nova de Barroselas, da Associação Banda de Escuteiros de Barroselas, foi fundada em 1934 por Armindo dos Santos Barbosa, a Banda Escuteiros de Barroselas surgiu ao mesmo tempo que o respectivo grupo de escutas, tendo-o acompanhado na Missa da primeira Promessa de Escuteiros a 29 de Junho de 1934, dia de S. Pedro, padroeiro da freguesia, abrilhantando também a procissão. A iniciativa teve tal sucesso que começaram a ser convidados para se apresentarem em freguesias vizinhas. Menos de uma dezena de anos após a sua fundação e por imposição do regulamento do Corpo Nacional de Escutas, a banda desvinculou-se do grupo de escutas. No entanto o nome original manteve-se até à actualidade.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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MUSEU DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EXPÕE OBJETOS DE BERNARDINO MACHADO

“Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra” fica patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março

Em outubro de 1917, o presidente da República Bernardino Machado efetuou aquela que foi a primeira viagem de Estado ao estrangeiro. Para a jovem República Portuguesa, que tinha sido implantada em 1910 este foi um momento marcante e fundamental para o tão desejado reconhecimento internacional.

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Passados 100 anos, a viagem vai ser recordada numa exposição promovida pelo Museu da Presidência da República com a colaboração do Museu Bernardino Machado, de Vila Nova de Famalicão. A mostra vai ser inaugurada no próximo dia 7 de novembro, no Palácio da Cidadela de Cascais, com as presenças do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

A mostra ficará patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março.

Intitulada “Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra”, a exposição conta com mais de meia centena de objetos, documentos e fotografias cedidas pelo Museu Bernardino Machado. Entre os objetos destaque para o chapéu, tipo cartola, e para a bengala de Bernardino Machado. As fotografias, mais de vinte, retratam vários episódios da viagem que durou 18 dias.

Bernardino Machado partiu da Estação do Rossio, foi recebido pelo Rei Afonso XIII de Espanha, o Presidente Raymond Poincaré de França, o Rei Jorge V de Inglaterra, Alberto I da Bélgica, e visitou os militares do Corpo Expedicionário Português mobilizados na Primeira Guerra Mundial.

Famalicense por adoção, Bernardino Machado foi presidente da República Portuguesa por duas vezes e foi também uma das principais figuras da I República.

O Museu Bernardino Machado que completou recentemente 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

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PAULO FREITAS DO AMARAL É O NOVO COLABORADOR DO BLOGUE DO MINHO

Os leitores do BLOGUE DO MINHO passam a partir de hoje a contar também com as crónicas do Dr. Paulo Freitas do Amaral que se debruçará sobretudo na História de Guimarães, colaboração que desde já agradecemos. A sua apresentação seria dispensável porquanto se trata de uma figura pública bastante conhecida. Porém, entendemos que os leitores do BLOGUE DO MINHO terão interesse em conhecer o seu curriculum vitae pelo que nos socorremos da respectiva entrada na Wikipédia.

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Paulo Pinto de Carvalho de Freitas do Amaral (24 de abril de 1978) é um docente universitário, historiador e político português.

Experiência profissional[editar | editar código-fonte]

Eleito o Presidente de Junta de Freguesia mais novo de Portugal (freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo em Oeiras).Em 2009 foi o único autarca em Oeiras a derrotar pelo Partido Socialista o movimento ainda na altura liderado por Isaltino Morais.

Foi durante 15 anos militante do Partido Socialista e da Juventude Socialista

Candidato pelo Partido Socialista à vereação do Concelho do Seixal em 2005

Membro no XVII Governo Constitucional como assessor do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

Deputado Municipal de Oeiras durante 4 anos

Diretor do gabinete de saídas profissionais e formação profissional da Universidade Lusíada

Técnico Superior de bibliotecas e arquivos da Universidade Lusíada.

Candidato em 2007 a coordenador da secção de Algés (Oeiras) do Partido Socialista

Conferencista em diversos seminários da Fundação Res Publica juntamente com o fundador do PS António Reis

Docente na Universidade Lusófona na licenciatura de Gestão Recursos Humanos - Departamento de Gestão

Coordenador do Serviço de Empreendedorismo na Direção de Relações Internacionais, Estágios, Emprego e Empreendedorismo da Universidade lusófona.

Colaborou como técnico de documentação e digitalização no Ministério da Agricultura.

Apresentou-se em 2013 como candidato independente a Presidente da Câmara Municipal de Oeiras.

Historiador tendo publicado diversos artigo de interesse histórico e a obra de estudo histórico "Timor-Lorosae - A visão de um português" e a compilação "Receitas tradicionais da família Freitas do Amaral"

Principal proponente da elevação da localidade onde cresceu (Cruz-Quebrada-Dafundo) à condição de Vila

É Business Country Manager na empresa portuguesa de software Globalsoft

Candidato anunciado às eleições presidenciais de 2016, que desistiu a favor de Marcelo Rebelo de Sousa.[1]

É Deputado Municipal Vimaranense eleito pelo Partido Socialista

Habitações académicas[editar | editar código-fonte]

Pós-graduação em ideias culturais e políticas na Universidade Nova de Lisboa.

Licenciatura em História na Universidade Lusíada.

Aluno da SIMECruz Quebradense, Escola Primária do Dafundo, Instituto Militar dos Pupilos do Exército e do Colégio Salesiano.

Frequentou cursos sobre as novas tecnologias na função pública.

Frequentou diversos cursos sobre gestão de projetos do Fundo Social Europeu.

Outras atividades

Dirigente associativo, integrou o Conselho Consultivo Nacional para a Juventude de 2005 a 2008.

Trabalho social com crianças para adoção na casa da ordem da Madre Teresa de Calcutá em Setúbal.

Vice-Presidente da Associação de Solidariedade “Crescer para Ser”.

Escuteiro durante 15 anos na paróquia da Cruz Quebrada – Agrupamento 77.

Tirou a carta de condução apropriada para levar as crianças da sua freguesia todos os dias à escola durante os 4 anos do seu mandato.

Criou a 1.ª loja solidária em Portugal para os cidadãos carenciados.

Liderou as manifestações populares de rua em defesa da carreira 76 em Oeiras, conseguindo do Governo a permanência do transporte público na sua terra mesmo tendo sido obrigado a prestar declarações na esquadra da policia em Oeiras

Melhorou toda a zona ribeirinha da sua freguesia, incluindo o realojamento das pessoas residentes em barracas na praia da Cruz Quebrada.

Presidiu à Comissão Social de Freguesia

Foi membro da comissão municipal social da comissão municipal de saúde e da comissão municipal de segurança em Oeiras.

É membro da Cruz Vermelha de Guimarães, da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e da Sociedade Martins Sarmento.

É autor de diversas obras musicais e membro da Sociedade Portuguesa de Autores. Participou como músico e compositor em diversos concursos musicais entre os quais o Festival da Canção da RTP em 2001.

Autor e colaborador de vários artigos de opinião em diversos jornais nacionais e das comunidades portuguesas (Expresso, Sol, Público, Diário de Notícias, Jornal de Oeiras, Correio de Oeiras, Jornal de Oleiros, Comarca da Sertã, Jornal do Seixal, Setúbal e no jornal em linha BOM DIA, Luxemburgo)

Vida pessoal

Descendente da família real portuguesa, de Pedro Rodrigues do Amaral, conde palatino e colaborador do Papa (séc. XV); de Gaspar Pinto de Carvalho de Sousa da Silva, fidalgo da Casa do Guardal (Toural), representante da cidade de Guimarães junto das cortes do Rei (Séc. XIX). É neto de Duarte do Amaral Pinto de Freitas, coronel de infantaria e presidente da Câmara Municipal de Guimarães. Filho de Gaspar Pinto de Carvalho de Freitas do Amaral, coronel de artilharia, ajudante de campo do presidente da república Américo Tomás e de sua mulher Maria Albertina Coelho de Oliveira Machado, professora de História. É sobrinho de Duarte Freitas do Amaral, deputado da nação pelo concelho de Guimarães. É primo irmão de Diogo Freitas do Amaral e primo em 2.º grau de Domingos Freitas do Amaral e de José Ribeiro e Castro.[2]

Pai de três filhos: Henrique de Matos Freitas do Amaral, Constança de Matos Freitas do Amaral e Carlota Guerra de Matos Freitas do Amaral

É sócio do Vitória de Guimarães e da Sociedade de Instrução Musical Cruz Quebradense.