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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CAMINHA VAI TER PROJETO PILOTO DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO CADASTRAL SIMPLIFICADO

Sessão pública, a realizar em breve, explicará todo o processo

Caminha foi um dos 10 concelhos escolhidos para a implementação de um sistema de informação cadastral simplificado. Enfrentar e resolver o problema da falta de registo das propriedades rústicas é um dos grandes objetivos da reforma da floresta, recentemente aprovada. A proliferação de incêndios devastadores surge, cada vez mais, associada à falta de limpeza dos terrenos e a aposta na prevenção passa por conhecer e responsabilizar os proprietários. Muito em breve será marcada uma sessão pública para apresentar o projeto e a sua implicação.

Com esta boa notícia, o concelho de Caminha parte assim na linha da frente, no norte litoral. Além de Caminha, os concelhos que terão um projeto piloto de implantação de um sistema de informação cadastral simplificado são, sobretudo, os mais fustigados pelas chamas, ou seja, Pedrogão, Góis, Pampilhosa, Figueiró, Castanheira de Pera, Sertã, Proença, Penela e Alfândega da Fé.

Como é público, a floresta é um recurso natural que ocupa cerca de dois terços do território. segundo as contas do Instituto Nacional de Estatística, relativas a 2014, a atual reforma incide por isso sobre cerca de 35% do território continental, sendo que os espaços florestais, para além do fator ambiental, são geradores de riqueza e sustentação de várias atividades industriais, casos da pasta e papel, cortiça e mobiliário, contribuindo para gerar 2% do PIB, 12 mil postos de trabalho diretos, 8% do PIB industrial e 5,6 % das exportações, havendo estimativas que apontam para 2,9 mil milhões de euros, como valor da floresta portuguesa.

Importa também referir que, segundo o estudo “O cadastro e a propriedade rústica”, da autoria de Rodrigo Sarmento de Beires, engenheiro e especialista em desenvolvimento florestal, publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos em 2013, estima-se que as terras sem dono ou sem dono conhecido em Portugal signifiquem 10% do território, ou seja, “algo entre os 500 mil e um milhão de hectares de terras”. As implicações ao nível da limpeza das propriedades e da prevenção de incêndios são por isso evidentes.

REVISTA “VISÃO” ALTERA A GEOGRAFIA DO MINHO

A revista “Visão” decidiu alterar o curso dos rios minhotos

Esqueça o leitor aquilo que aprendeu na velhinha escola primária e reveja os seus conhecimentos de geografia com a nova versão que a revista “Visão” acaba de proporcionar aos seus leitores… a edição do passado dia 13 de abril, em artigo dedicado à produção dos melhores vinhos verdes, aquela publicação apresenta um novo mapa geográfico do Minho.

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O rio Minho desagua… em Viana do Castelo. Deixou, pois, de separar Portugal e a Galiza! Por seu turno, o rio Lima passou a ter a sua foz em Esposende e o rio Cávado tornou-se um afluente do rio Douro!

Trata-se de um trabalho jornalístico bastante instrutivo que merece ser estudado com afinco, e a revista guardada junto das melhores enciclopédias científicas e recomendada aos melhores estudiosos da geografia portuguesa.

Foto e texto: Flávia Peixoto

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FAMALICÃO DÁ CONSTINUIDADE AO PORTAL GEOGRÁFICO

Câmara dá a conhecer potencialidades do Portal Geográfico

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai dar continuidade ao ciclo de sessões de esclarecimento junto dos eleitos e colaboradores das Juntas de Freguesia do concelho já no próximo dia 19 de maio, com uma palestra sobre o Portal Geográfico de Vila Nova de Famalicão.

Câmara de Famalicão vai dar continuidade ao cicl

A apresentação do portal tem por objetivo dar a conhecer as suas potencialidades. Nesta formação, que decorrerá na Casa do Território, pelas 18h30, serão abordados alguns dos temas disponíveis para consulta no Portal Geográfico, nomeadamente o Plano Diretor Municipal de Vila Nova de Famalicão, a Toponímia e a Recolha dos Resíduos Sólidos Urbanos.

Refira-se ainda que a iniciativa, promovida através da divisão das Freguesias no âmbito do processo da modernização administrativa, pretende apoiar as juntas locais no domínio de algumas temáticas relacionadas com a gestão da coisa pública.

CERVEIRA TEM PORTAL GEOGRÁFICO

Município lança Portal Geográfico para melhor servir população

Os serviços on-line já existiam no Portal Municipal de Vila Nova de Cerveira, mas a novidade agora implementada permite a sua concentraçãonuma única e moderna plataforma web.De utilização rápida e intuitiva, o Portal Geográfico permite aos cidadãos consultar, requerer e acompanhar os seus processos com o Município sem terem a necessidade de se deslocar às instalações da Câmara Municipal.

Portal Geografico

Sendo a política de proximidade uma das prioridades, a autarquia cerveirense está a introduzir um conjunto de melhorias nos seus canais de comunicação através do acesso fácil à informação e da celeridade na resposta aos pedidos, de forma a contribuir para a consolidação da relação Município/Munícipe.

Com o novo Portal Geográfico, gerir o território e colocá-lo à disposição dos cidadãos residentes e não residentes é o compromisso. Á distância de um click, os cerveirenses podem consultar e emitir plantas de localização, consultar planos e endereçar sugestões/reclamações. Não obstante, os turistas poderão também conhecer o concelho através da integração de um mapa interativo.

De acordo com o edil cerveirense, esta nova ferramenta integra um projeto mais abrangente no âmbito da modernização administrativa procurando agilizar o atendimento pelos serviços municipais, manter os munícipes informados, melhorando a sua satisfação e garantindo a transparência de todos os procedimentos. Fernando Nogueira sublinha a adoção de soluções tecnológicas que reforcem o conceito de cidadania ativa e sustentem a prestação dos serviços municipais.

No novo Portal geográfico, o Munícipe tem acesso imediato à emissão de plantas de localização e aos PMOT´s Municipais independentemente do local físico onde se encontre. Entre asprincipais funcionalidades deste interface regista-se a impressão de um conjunto de plantas dependendo do tipo de regulamento/tipo de processos,a inclusão de qualquer elemento que a Câmara considere pertinentes, a seleção e/ou desenhodo terreno e do local da intervenção, uma navegação intuitiva sobre cartografia.

Não obstante, a ferramenta disponibiliza ainda uma área para sugestões e reclamaçõessobre a disposição geográfica de mobiliário urbano ou equipamentos e sinalização, assim como à sua indicação da deterioração. Com a reformulação desta opção, que a torna mais rápida e intuitiva, o cidadão interage com o Município utilizando uma solução Web cómoda e eficaz assente na otimização de recursos.

O Portal Geográfico tem ainda uma vocação mais direcionada à promoção turística do território através do mapa interativo que, brevemente, vai disponibilizarinformação georreferenciada, a quem nos visita ou aos que cá vivem, sobre onde comer, dormir ou visitar.

De sublinhar que a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira iniciou, há alguns uns meses, uma profunda reestruturação dos canais de comunicação interna consubstanciada na informatização de alguns serviços, na reformulação e reestruturação de toda a componente documental, e na criação de uma plataforma de comunicação interna e agregadora de informação e serviços (Intranet).Especificamente na informação/comunicação externa direta, o Município avançou com a criação do Portal do Orçamento Participativo, bem como a reformulação de toda a componente Web Municipal, apresentando um novo, dinâmico e responsivo Portal Municipal.

O Portal Geográfico de Vila Nova de Cerveira está disponível em: http://geotools.cm-vncerveira.pt/geoportal

BRAGA PROMOVE PROJETO DE EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA

Projecto apresentado na Escola Sá de Miranda: ´Nós Propomos!´ permite relacionar conhecimento com participação cívica

O projecto ´Nós Propomos! Cidadania, Sustentabilidade e Inovação na Educação Geográfica ´, cuja apresentação decorreu hoje, dia 10 de Novembro, na Escola Secundária Sá de Miranda, pretende ´ligar o ensino à prática´ e colocar os alunos a participar activamente na construção de políticas para a Cidade, ´sobretudo ao nível do ordenamento do território, ambiente, mobilidade e património cultural´.

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Segundo Miguel Bandeira, vereador do Município de Braga, trata-se de uma iniciativa ´exemplar´ que tem vindo a crescer e a contagiar diversas escolas do país. “A principal finalidade passa por relacionar o conhecimento com a participação cívica dos estudantes, estimulando a construção de projectos e a reunião de ideias que possam, num momento posterior, ter aplicação prática nos Municípios onde vivem”, explicou.

O vereador sublinhou que as Autarquias, enquanto representantes da comunidade, têm todo o interesse em ver os jovens contribuírem com ideias para o desenvolvimento e transformação do território. “O programa junta o útil ao agradável, porque permite reunir contributos válidos para pensar o futuro de Braga e, ao mesmo tempo, proporciona o trabalho de grupo, o convívio entre os estudantes, sempre com o estímulo de se tratar de um concurso que potencia a sã rivalidade”, afirmou.

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Por fim, Miguel Bandeira garantiu que o ´ Nós Propomos!´ permitiu já ao Município recolher um ´património considerável de projectos com imenso valor, alguns deles originais, outros que ajudam a definir prioridades de intervenção e a aumentar a mobilização para a realização dos mesmos´.

Este é o terceiro ano em que a Câmara Municipal de Braga se associa à iniciativa, dirigido, prioritariamente, a alunos e professores de Geografia do Ensino Secundário, geralmente do 11º ano, mas que conta também com a participação de alunos do 12º ano e do 10 ano e, ainda, de cursos profissionais.

Os alunos identificam, em pequenos grupos, problemas que lhes são significativos, na área da escola e da sua residência. De seguida, alunos e professores têm uma reunião com técnicos da Câmara Municipal, que lhes transmitem as principais orientações e preocupações do Plano Director Municipal, também abordado no 11º ano, o que ajuda a enquadrar o problema que estão a estudar.

O projecto ´Nós Propomos!´ é promovido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento de Território da Universidade de Lisboa/IGOT e pela ESRI Portugal, com o apoio da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica/Ciência Viva. O Seminário Nacional do Projecto irá decorrer no dia 26 de Abril de 2016, na Universidade Nova de Lisboa.

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MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA DISPONIBILIZA NOVO GEOPORTAL DE TOPONÍMIA E NÚMEROS DE POLÍCIA

Geoportal de Toponímia e Números de Polícia aumenta cobertura geográfica

O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia de Ponte de Lima acaba de ser reforçado com as freguesias de Calheiros, Fontão, Ponte de lima e Refóios do Lima (designação anterior à Reorganização Administrativa Territorial Autárquica que entrou em vigor a 30 de setembro de 2013).

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O sistema já disponibilizava dados sobre as freguesias de Anais, Arca, Bertiandos, Boalhosa, Brandara, Cabaços, Cabração, Calvelo, Cepões, Estorãos, Feitosa, Fojo Lobal, Fornelos, Freixo, Friastelas, Gaifar, Gandra, Gemieira, Gondufe, Labruja, Mato, Moreira do Lima, Navió, Poiares, Queijada, Rebordões Santa Maria, Rebordões Souto, Sá, Sandiães, São Pedro d’Arcos, Santa Cruz, Seara, Serdedelo, Vilar das Almas, Vitorino dos Piães; encontrando-se em execução a freguesia de Beiral do Lima.

O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia foi totalmente concebido pelo Município, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia. Esta informação foi reunida numa base de dados geográfica única para todo o concelho, e vai sendo enriquecida à medida que se vão aprovando novos processos de toponímia e atribuído/afixando novos números de polícia.

O Geoportal disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt, desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação amigável, rápida, dinâmica e intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em Reunião de Câmara aprovou o Topónimo.

Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de Moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno. O Município tem desenvolvido esforços no sentido de integrar a Toponímia e Números de Polícia em sistemas de navegação (GPS) em diferentes plataformas. Já é possível utilizar sistemas GPS com esta informação em smartphones e tablets acedendo às lojas online (Google play ou App Store) e instalando gratuitamente, por exemplo a aplicação MEO Drive.

Para quem possui um GPS tradicional da NDrive ou utiliza qualquer dispositivo TomTom, deverá atualizar os mapas de base ou a aplicação para a versão mais recente. Quem utiliza dispositivos alimentados pela Here (Navteq, Nokia, Microsoft) também terá acesso aos dados em breve.

De salientar que o nível de atualização de cada plataforma é variável e depende do próprio funcionamento de cada empresa. Trata-se de mais um esforço do Município de Ponte de Lima para prestar um melhor serviço aos munícipes e um importante contributo para o desenvolvimento do Turismo no concelho.

GUIMARÃES RECEBE COLÓQUIO INTERNACIONAL DE GEOGRAFIA

Colóquio de Geografia reúne em Guimarães 500 especialistas de três continentes

14º encontro internacional decorre de 11 a 14 de novembro, no campus de Azurém da Universidade do Minho. Evento integra ainda cerca de 90 sessões paralelas.

O Departamento de Geografia da Universidade do Minho promove, de 11 a 14 de novembro, em Guimarães, o 14º Colóquio Ibérico de Geografia, subordinado ao tema “’A jangada de pedra’. Geografias Ibero-Afro-Americanas”. Esta iniciativa conta com cerca de 500 especialistas provenientes de Portugal, Espanha, países de África e da América Latina (Angola, Cabo Verde, Marrocos, Brasil, Argentina, México).

A sessão de abertura está marcada para a próxima terça-feira, dia 11, às 18 horas, no Paço dos Duques, com o Reitor da UMinho, António M. Cunha, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, a Presidente do Instituto de Ciências Sociais da academia minhota, Helena Sousa, o Diretor do Departamento de Geografia, António Vieira, o coordenador do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território, Lúcio Cunha, o Presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos, Rui Pedro Julião, e a Presidente da Associação de Geógrafos Espanhóis, Carmen Delgado Viñas.

Nesta sessão, decorrerá também um Verde de Honra, pelas 18:30 horas, igualmente no Paço dos Duques. Do programa, destacam-se as conferências “Turismo en España: luces y sombras de un modelo de ‘éxito’” (dia 12, às 9h15) e “Cidade, centro de cidade e a nova vida dos velhos centros” (dia 14, às 9h), apresentadas no campus de Azurém da UMinho por Gemma Cànoves Valiente e José Alberto Rio Fernandes, respetivamente.

O evento integra ainda cerca de 90 sessões paralelas, que decorrem na quarta e sexta-feira, a cargo de mais de 150 investigadores. Em discussão estão temas variados como “Dinâmicas Sociodemográficas, Saúde e Qualidade de Vida”, “Planeamento e Gestão do Território”, “Turismo, Consumo e Lazer”, “Clima e Mudanças Ambientais”, “Espaços Urbanos: Políticas e Cidadania”, “Geografias de Género e Sexualidades”, “Mobilidade Populacional e Cooperação” e “Recursos Naturais e Sustentabilidade”.

O programa inclui também 11 workshops temáticos e 1 workshop doutoral, uma homenagem aos conhecidos geógrafos Fernando Rebelo e António Pedrosa, uma sessão de apresentação de livros, a tertúlia “Territórios do Futebol”, uma prova de cerveja artesanal e um jantar de encerramento. Além disso, estão previstas na quinta-feira três visitas guiadas a Guimarães, Braga, Amares e Gerês.

MUNICÍPIO DA PÓVOA DE LANHOSO DÁ A CONHECER TRABALHO REALIZADO PELO SIG

O Município da Póvoa de Lanhoso esteve representado no 12º Encontro de Utilizadores Esri Portugal, que se realizou nos dias 21 e 22 de maio, na Culturgest, em Lisboa, sob o lema "SIG: Factor Decisivo de Mudança”.

 

“O Município da Póvoa de Lanhoso definiu, há alguns anos atrás, o sistema de informação geográfica (SIG) como instrumento catalisador de todos os serviços. A transversalidade dos SIG permite-nos definir, com rigor, a implantação de uma construção, mas também nos permite identificar e gerir com rigor a rede de água e saneamento e as rotas de recolha do lixo, por exemplo”, considera o Vereador da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Armando Fernandes.

Este Encontro assumiu-se como uma importante oportunidade de partilha de informações e de experiências entre utilizadores Esri numa altura em que os Sistemas de Informação Geográfica são cada vez mais imprescindíveis.

Na mesma oportunidade, foram dadas a conhecer as experiências de outras autarquias do nosso país. A geógrafa Marta Ferreira interveio no segundo dia do evento. Numa altura em que a mudança se assume como um imperativo para o aumento da produtividade e da eficiência, o Município Povoense apresentou o trabalho desenvolvido desde a implementação do serviço de Sistema Municipal de Informação Geográfica em 2009. “O convite formulado pela Esri Portugal resulta do reconhecimento das boas práticas implementadas no nosso Município e é uma satisfação muito grande ver uma técnica nossa, no caso a Dra. Marta Ferreira, a fazer uma intervenção num encontro que reúne os maiores utilizadores deste sistema no nosso país”, salienta ainda aquele responsável.

Inserido na Gestão Urbanística e Planeamento, o Gabinete Municipal de Informação Geográfica (GMIG) trabalha com todas as áreas, desde o Ambiente, com o cadastro de água e saneamento e as rotas de recolha dos Resíduos Sólidos Urbanos, a Gestão Urbanística com a georreferenciação de processos de obras, a Cultura, com o apoio a georreferenciação do património, etc..

Inicialmente, as prioridades do GMIG focaram-se na disponibilização num curto espaço de tempo de informação aos munícipes, tentando facilitar o acesso à informação geográfica tendo tem acessível através do portal municipal, um conjunto de ferramentas/serviços que permitem ao munícipe consultar e imprimir informação cartográfica, nomeadamente a emissão de plantas de localização e consultar online as plantas do PDM em vigor.

A nível interno, o GMIG agilizou e operacionalizou um conjunto de tarefas nas diversas divisões e áreas, integrando desta forma informação geográfica com o intuito de otimizar processos de modernização administrativa apoiando as várias divisões municipais nas suas tarefas diárias como a gestão da rede de água saneamento ou a ocupação do cemitério municipal.

A Esri Portugal é uma empresa ligada à oferta de tecnologia de Sistemas de Informação Geográfica em Portugal, a qual comercializa o software SIG, utilizado pelo Município Povoense. Esta entidade promove todos os anos um encontro dos seus utilizadores no sentido de mostrarem os projetos que estão a desenvolver.

PONTE DE LIMA LANÇA GEOPORTAL DE TOPONÍMIA

Geoportal de Toponímia e Números de Polícia já conta com as Freguesias de Labruja, Rebordões (Santa Maria) e São Pedro d’Arcos

O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia foi totalmente concebido pelo Município de Ponte de Lima, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia. Esta informação foi reunida numa base de dados geográfica única para todo o concelho, e vai sendo enriquecida à medida que se vão aprovando novos processos de toponímia e atribuído/afixando novos números de polícia.

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O sistema já disponibilizava dados sobre as freguesias de Anais, Arca, Bertiandos, Boalhosa, Brandara, Cabaços, Cabração, Calvelo, Cepões, Estorãos, Feitosa, Fojo Lobal, Fornelos, Freixo, Friastelas, Gaifar, Gandra, Gondufe, Mato, Moreira do Lima, Navió, Poiares, Queijada, Rebordões Souto, Sandiães, Seara, Serdedelo, Vilar das Almas, Vitorino dos Piães; sendo agora reforçado com as freguesias de Labruja, Rebordões (Santa Maria), São Pedro d’Arcos; incorporando ainda atualizações nas Freguesias de Anais, Arca, Fojo Lobal, Fornelos, Gandra e Rebordões (Santa Maria) decorrentes de Aditamentos aos processos de Toponímia destas freguesias; encontrando-se em execução as freguesias da Gemieira e Ponte de Lima. As restantes freguesias serão integradas logo que estejam reunidas as condições citas anteriormente.

Entre a grande diversidade de dados que constam da base de dados geográfica, foram criados dois tipos de acesso. O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia para a internet (público em geral) disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt e o Geoportal para a Intranet (para os serviços municipais).

O Primeiro desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação mais amigável, mais rápida, mais dinâmica e mais intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em reunião de câmara aprovou o Topónimo. O segundo é um autêntico repositório, que reúne um conjunto de dados que permitirão otimizar a utilização dos recursos disponíveis nos diferentes serviços municipais, sendo acessível pelos serviços municipais após autenticação.

Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno.

PONTE DE LIMA DESENVOLVE GEOPORTAL DE TOPONÍMIA

Geoportal de Toponímia e Números de Polícia reforçado com Freguesias de Bertiandos, Boalhosa, Brandara, Cepões e Estorãos.

O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia foi totalmente concebido pelo Município, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia. Esta informação foi reunida numa base de dados geográfica única para todo o concelho, e vai sendo enriquecida à medida que se vão aprovando novos processos de toponímia e atribuído/afixando novos números de polícia.

O sistema já disponibilizava dados sobre as freguesias de Anais, Arca, Cabaços, Calvelo, Feitosa, Fojo Lobal, Fornelos, Freixo, Friastelas, Gaifar, Gandra, Gondufe, Mato, Navió, Poiares, Queijada, Rebordões Souto, Sandiães, Seara, Serdedelo, Vilar das Almas, Vitorino dos Piães, Moreira do Lima e Cabração; sendo agora reforçado com as freguesias de Bertiandos, Boalhosa, Brandara, Cepões e Estorãos; encontrando-se em execução as freguesias de Labruja, Rebordões Santa Maria, Ponte de Lima e Gemieira. As restantes freguesias serão integradas logo que estejam reunidas as condições citas anteriormente.

Entre a grande diversidade de dados que constam da base de dados geográfica, foram criados dois tipos de acesso. O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia para a internet (público em geral) disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt e o Geoportal para a Intranet (para os serviços municipais).

O Primeiro desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação mais amigável, mais rápida, mais dinâmica e mais intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em Reunião de Câmara aprovou o Topónimo. O segundo é um autêntico repositório, que reúne um conjunto de dados que permitirão otimizar a utilização dos recursos disponíveis nos diferentes serviços municipais, sendo acessível pelos serviços municipais após autenticação.

Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de Moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno.

PONTE DE LIMA: FREGUESIAS DE CABRAÇÃO E MOREIRA DO LIMA JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS NO GEOPORTAL DE TOPONÍMIA E NÚMEROS DE POLÍCIA

Município de Ponte de Lima disponibiliza novo Geoportal de Toponímia e Números de Polícia

O Município de Ponte de Lima disponibiliza mais duas freguesias no Geoportal de Toponímia e Números de Polícia. Este serviço foi totalmente concebido pelo Município, tendo por base os processos de toponímia aprovados pela Câmara Municipal para cada uma das diferentes freguesias do concelho e os registos de números de polícia disponibilizados pelas juntas de freguesia.

O sistema já disponibilizava dados sobre as freguesias de Anais, Arca, Cabaços, Calvelo, Feitosa, Fojo Lobal, Fornelos, Freixo, Friastelas, Gaifar, Gandra, Gondufe, Mato, Navió, Poiares, Queijada, Rebordões Souto, Sandiães, Seara, Serdedelo, Vilar das Almas, Vitorino dos Piães, tendo sido reforçado com as freguesias de  Moreira do Lima e Cabração, encontrando-se em execução as freguesias de EstorãosCepões, Brandara, Labruja, Rebordões Santa Maria e Ponte de Lima. As restantes freguesias serão integradas logo que estejam reunidas as condições citas anteriormente.

Entre a grande diversidade de dados que constam da base de dados geográfica, foram criados dois tipos de acesso. O Geoportal de Toponímia e Números de Polícia para a internet (público em geral) disponibilizado no repositório de geoportais municipais, em http://sig.cm-pontedelima.pt e o Geoportal para a Intranet (para os serviços municipais).

O Primeiro desenvolvido sobre tecnologia que permite uma navegação mais amigável, mais rápida, mais dinâmica e mais intuitiva permite o acesso a informação essencial, tais como Número de Polícia, Coordenadas GPS, Tipo/Nome de Edifício, Topónimo, Código Postal, Tipo de Via, Designação e documento que em Reunião de Câmara aprovou o Topónimo. O segundo é um autêntico repositório, que reúne um conjunto de dados que permitirão otimizar a utilização dos recursos disponíveis nos diferentes serviços municipais, estando acessível pelos serviços municipais após autenticação.

Com a disponibilização deste serviço, passa a estar reunido num só local um conjunto de dados que estavam dispersos ou que simplesmente não existiam como informação geográfica. Trata-se de uma Base de Dados Geográfica que será o cerne do Sistema Municipal de Moradas, a implementar oportunamente e que permitirá aos mais diversos sistemas de gestão municipal utilizar uma única base de dados de moradas perfeitamente sistematizada e validada no terreno.

VIANA DO CASTELO: GEÓGRAFO ÁLVARO DOMINGUES APRESENTA NO MUSEU DO TRAJE O LIVRO “VIDA NO CAMPO” DE SUA AUTORIA

Integrado nas comemorações do Dia Internacional dos Museus, Álvaro Domingues vem ao Museu do Traje de Viana do Castelo apresentar o seu livro “Vida no Campo”, no dia 17 de Maio, 5a feira, a partir das 18.30.

Porque o Museu estuda a integração do traje no seu contexto sociocultural, na sua “paisagem", nomeadamente através da rede de núcleos museológicos, vimos convidar a partilhar este olhar inteligente e atento sobre a ruralidade portuguesa.

"Vida no Campo é uma metáfora sobre a perda do Portugal Rural e um antídoto contra o mau viver pelo despovoamento e abandono, ou, noutro registo, pela profunda metamorfose que vai lavrando pelo país dos (ex)agricultores com o desaparecimento das suas práticas ancestrais, modos de vida, territórios e paisagens. Esta não é uma questão menor. Paisagens de lamentações..., ruínas, em muitos casos. Como a língua ou a história, a paisagem é um poderoso marcador identitário, uma casa comum.” (in A Vida no Campo, pág. 15)

Álvaro Domingues (Melgaço, 1959) é geógrafo e professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde também é investigador no CEAU – Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo.

Para além das suas funções docentes na Universidade do Porto e noutras universidades, publica com regularidade sobre temáticas relacionadas com a geografia urbana, o urbanismo e a paisagem. Das suas obras mais recentes, sem falar de A Rua da Estrada, destacam-se Políticas Urbanas I e Políticas Urbanas II (com Nuno Portas e João Cabral, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003 e 2011), Cidade e Democracia (Argumentum, 2006).

Vida no Campo integra uma trilogia de que já foi editado A Rua da Estrada e em 2013 será editado Volta a Portugal.