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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CONCURSO/EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "AMAR-TE" ABERTO À POPULAÇÃO EM GERAL EM CAMINHA

A exposição estará patente na Galeria de Arte Caminhense de 10 a 25 de fevereiro

“Amar-te” é o nome da exposição de fotografia subordinada ao tema “Amor” que o Museu Municipal de Caminha está a organizar para enfatizar o Dia dos Namorados. O concurso está aberto ao público em geral (amador ou profissional de fotografia). Para participar basta registar três momentos que representem o que é o Amor e enviar via email até ao dia 6 de fevereiro.

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Esta exposição coletiva integra o programa das comemorações do Dia de São Valentim e estará patente de 10 a 25 de fevereiro, na Galeria de Arte Caminhense.

Este concurso tem como objetivos representar o Amor nas sua diversas formas; levar à reflexão sobre o rema; promover a fotografia enquanto meio de expressão e fomentar o surgimento de novos valores no mundo da fotografia. Deste modo, os interessados devem enviar três fotografias cujo teor seja o “Amor” para museu@cm-caminha.pt, até ao dia 6 de fevereiro.

Todas as fotografias farão parte da exposição “Amar-te”. Há prémios para as três melhores fotografias: 1º prémio – uma noite para duas pessoas no Hotel Meira; 2º prémio – um jantar para duas pessoas no Restaurante Muralha e 3º prémio – uma descida do Rio Coura em Kayak para duas pessoas com a Minhaventura.

Pode consultar as especificações técnicas de acesso e condições de participação em www.cm-caminha.pt.

CONCURSO MUNDIAL DE FOTOGRAFIA EM BRAGA JÁ TEM VENCEDORES

Conhecidos os vencedores do XIV Concurso Municipal de Fotografia. Trabalhos estarão em exposição na Fonte do Ídolo

Hugo Pinheiro de Oliveira foi o grande vencedor do XIV Concurso Municipal de Fotografia, que teve como tema ‘O Bonito e o Feio’ no Centro Histórico. Desenvolvido pelo Município de Braga, esta iniciativa visou aproximar os cidadãos do património da Cidade.

1.º Prémio

Após analisar os trabalhos a concurso, o júri decidiu, também, atribuir menções honrosas a Gabriela Filipa Lopes Ribeiro e a Marcelo Gonçalves Marques, reconhecendo que os seus trabalhos corporizavam significativo mérito e qualidade.

Nesta edição o júri seleccionou uma foto de cada um dos trabalhos a concurso, para posteriormente integrar uma exposição pública que terá lugar na Fonte do Ídolo, a partir de 14 de Fevereiro.

O júri entendeu também renovar o voto de reconhecimento e louvor à participação no concurso dos utentes do Centro D. João Novais e Sousa, instituição que acolhe e apoia pessoas com deficiência mental e cuja participação vem conferindo uma verdadeira dimensão social, genuinamente inclusiva, na medida em que proporciona uma experiência sociocultural em paralelo e harmonia com os demais cidadãos.

O concurso teve por base a utilização de máquinas analógicas descartáveis, mantendo assim viva uma tecnologia fotográfica hoje muito pouco utilizada, possibilitando aos mais jovens um primeiro contacto com a mesma.

O tema escolhido para a presente edição visou despertar o interesse e a sensibilidade dos concorrentes para, simultaneamente, identificarem aquilo que de mais belo, equilibrado, apelativo e interessante existe no Centro Histórico, perspectivado em contraste com aspectos e vistas, feias, desequilibradas, inestéticas, e desinteressantes que também coexistem e que perturbam o carácter ambiental, patrimonial, estético e paisagístico do casco antigo da Cidade.

Menção Honrosa

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PONTE DE LIMA TEM MAIS ENCANTO EM DIA DE NEBLINA

O dia está de chuva! Uma neblina invade o céu. Os contornos ficam um pouco indeferidos, o que confere à Vila de Ponte de Lima um encanto ainda mais atractivo.

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Junto ao Rio Lima, ouvindo uns fados que aprecio e bastante, deparo com o Campeão de canoagem – o nosso conterrâneo Nuno Barros – no seu treino, colocando nele uma energia e entusiasmo só ao alcance dos eleitos. É desta massa que se fazem os campeões!

Distantes da foz do rio Lima – aquele que foi outrora o “rio do esquecimento” as gaivotas sobrevoam a vila limiana. Todo o meio ambiente que rodeia este espaço é mesmo maravilhoso!

Texto e fotos: José Costa Lima

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REVISTA "ZOOM" DIVULGA O GERÊS ATRAVÉS DA FOTOGRAFIA

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Gerês – O paraíso aqui tão perto

Montanhas, vales, rios, cascatas, construções históricas e espécies animais únicas no país. Fotografar o Gerês é uma experiência inesquecível, garantindo-lhe cartões de memória cheios de imagens que vão deixar toda a gente de queixo caído. Descubra os lugares imperdíveis e conheça as técnicas essenciais para a sua fotoaventura no Gerês.

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EXPOSIÇÃO E DOCUMENTÁRIO CONTAM HISTÓRIA DOS BOMBEIROS DE VPA E HOMENAGEIAM VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS

“100 anos a ajudar do próximo” patente no Cineteatro

“100 anos a ajudar do próximo” é o tema da exposição de fotografia que está patente no Salão Nobre do Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. A mostra, que encerra o ciclo de comemorações do centenário da corporação, é também uma forma de homenagem às vítimas dos incêndios do ano passado. A ideia partiu do comandante, Manuel Rei, que recolheu cerca de 1.500 imagens. Um documentário sobre os 100 anos da corporação, foi também exibido este domingo, durante a cerimónia de inauguração e faz parte deste evento.   

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Até ao próximo dia 10 fevereiro, a Corporação dos BombeirosVoluntários de Vila Praiade Âncora mostra a sua história e presta homenagem aos bombeiros em geral e às vítimas dos incêndios, designadamente as que pereceram durante os fogos de 2017 no centro do país.

Manuel Rei, que há 14 anos comanda a corporação de Vila Praia de Âncora, mas que tem no seu curriculum 45 anos como bombeiro, considerou importante retrataros 100 anos de existência da corporaçãoatravés de um documentário, mas decidiu depois alargar o âmbito da iniciativa, procedendo à recolha de imagens sobre os incêndios de 2017. Ao todo, nos seus tempos livres, reuniu quase 1.500 fotografias, de diversos autores, que podem agora ser apreciadas no Salão Nobre do Cineteatro, em Vila Praia de Âncora.

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Manuel Rei, com uma vida dedicada aos bombeiros, quis também, desta forma, homenagear as vítimas. Refere que, nos 45 anos, teve muitos “sustos”, muitos momentos de grande preocupação, mas também ocasiões de alegria, como nos casos de salvamentos, sendo que aquele que recorda com mais ênfase aconteceu no mar, um homem que salvou no mar de Vila Praia de Âncora, há mais de duas décadas.  

Os Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora completaram 100 anos a 1 de janeiro de 2017. As comemorações do centenário da Associação Humanitária registaramvárias iniciativas, com destaque para a bênção e inauguração da remodelação do próprio Cineteatro dos Bombeiros Voluntários, numa sessão solene, e para o concerto de António Zambujo.

Esta iniciativa, agora, encerra o programa. É uma organização é dos Bombeiros Voluntáriosde Vila Praia de Âncora, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Caminha.A inauguração aconteceu no dia 7de janeiro, domingo. A mostra pode ser visitada à sexta-feira, à noite, e aos sábados, quinzenalmente, nos horários em que decorrem as sessões de cinema.

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BRAGA EVOCA O CHILE AO TEMPO DE SALVADOR ALLENDE

Inauguração da Exposição “Memória Resgatada - Armindo Cardoso, Chile 1970-73” Amanhã, Sexta-feira, 5 de Janeiro, às 18h00, no Museu da Imagem, em Braga

O Município de Braga inaugura a Exposição “Memória Resgatada - Armindo Cardoso, Chile 1970-73”, que terá lugar amanhã, Sexta-feira, dia 5 de Janeiro, às 18h00, no Museu da Imagem, em Braga.

As fotografias expostas são o resultado de um olhar singular sobre o período mais marcante da história recente do Chile. O seu intervalo cronológico é entre Setembro de 1970 e Setembro de 1973, correspondendo ao período do governo de Unidade Popular iniciado com a eleição de Salvador Allende e terminado com o golpe de Pinochet, que estabeleceu um regime ditatorial, repressivo e autoritário.

A exposição estará patente até dia 25 de Fevereiro e pode ser visitada nos seguintes horários: de terça a sexta-feira das 11h00 às 18h30 e ao Sábado e Domingo das 14h30 às 18h30.

CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE FOTOGRAFIA DE ANA CARNEIRO

Exposição "Silêncios: uma exposição para ler" da Biblioteca Pública de Braga/Universidade do Minho na Casa Museu de Monção/UMinho

Encontra-se patente ao público desde hoje e até ao dia 03 de fevereiro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, uma exposição da Biblioteca Pública de Braga/Universidade do Minho, intitulada "Silêncios: uma exposição para ler".

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Organizada por ocasião da comemoração dos 175 anos da Biblioteca Pública de Braga, a exposição a que entendemos chamar Silêncios: uma exposição para ler, reproduz o trabalho fotográfico que Ana Carneiro produziu em 2001 e 2002 em que identifica, de uma forma muito peculiar, alguns dos mais recônditos e belos espaços, lugares e recantos que esta Biblioteca Pública possui. Através deste trabalho podemos acompanhar as sensações e emoções que a artista experimentou nos momentos em que premia o botão da máquina e disparava a objetiva. Procura-se assim transmitir para o público a beleza que este espaço encerra bem como a quietude, leveza e serenidade que aqui se podem experienciar.

Bibliografia:

Ana Carneiro nasceu no Porto em 1951 e faleceu em 2013. Possuía o Curso Superior de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto e frequentou o Curso Superior de Fotografia da Árvore (Porto, 1981/1984). Expôs fotografia em Coimbra (4º Encontro de Fotografia e Centro de Estudos Fotográficos da AAC), no Porto (Árvore, Galeria “Porto Porto” e Serralves), em Chaves (Galeria Manifesto) e em Alcobaça (Refeitório do Mosteiro).

A entrada é livre!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

EXPOSIÇÃO EM BRAGA RESGATA MEMÓRIA DOS ACONTECIMENTOS NO CHILE AO TEMPO DE SALVADOR ALLENDE

Exposição “Memória Resgatada - Armindo Cardoso, Chile 1970-73” no Museu da Imagem, patente de 5 de Janeiro a 25 de Fevereiro

A exposição “Memória Resgatada - Armindo Cardoso, Chile 1970-73” estará patente no Museu da Imagem entre os dias 5 de Janeiro e 25 de Fevereiro. No dia 6 de Janeiro, pelas 15h00, também no Museu da Imagem, será realizada uma palestra ministrada pelo autor sobre o seu trabalho e o contexto em que foi produzido.

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As fotografias expostas são o resultado de um olhar singular sobre o período mais marcante da história recente do Chile. O seu intervalo cronológico é entre Setembro de 1970 e Setembro de 1973, correspondendo ao período do governo de Unidade Popular iniciado com a eleição de Salvador Allende e terminado com o golpe de Pinochet, que estabeleceu um regime ditatorial, repressivo e autoritário.

Os factos históricos, objecto do olhar do fotógrafo, ainda estão presentes na memória colectiva. Os trabalhos apresentados têm para as gerações menos jovens o efeito de reconduzir a uma viagem pela memória, recuperando uma das iconografias políticas mais marcantes do século XX.

O olhar do autor não é neutro. É, na linha de todo o seu percurso pessoal, um acto de compromisso, uma tomada de posição, a reivindicação de uma postura ideológica.

Os protagonistas individuais e colectivos que o fotógrafo revela e com os quais se identifica são os que, antes de Setembro de 1970, não “contavam” na história do Chile. Eram os esquecidos e sem voz – os ignorados.

Sob a superfície aparentemente “congelada” de cada foto sente-se o pulsar das paixões, o movimento dos combates políticos, a ebulição da História.

Os que morreram têm uma segunda morte quando os apagamos da memória colectiva.

O conjunto destes trabalhos, além de um testemunho, é também um manifesto e uma luta contra o olvido.

BRAGA EXPÕE RETRATOS DE PORTUGUESES E ESPANHÓIS

Inauguração da exposição “Cara a Cara. Retratos de Espanhóis e Portugueses da Colecção Foto Colectânea” tem lugar amanhã, Sexta-feira, dia 15 de Dezembro, pelas 18h00, no Museu da Imagem

O Município de Braga realiza amanhã a cerimónia de inauguração da exposição ´Cara a Cara. Retratos de Espanhóis e Portugueses da Colecção Foto Colectânea´, que terá lugar amanhã, Sexta-feira, dia 15 de Dezembro, pelas 18h00, no Museu da Imagem.

A exposição estará patente até ao dia 31 de Dezembro e pode ser visitada de Terça a Sexta-feira, das 11h00 às 19h00, e ao Sábado e Domingo, das 14h30 às 18h30.

Cara a Cara. Retratos de Espanhóis e Portugueses da Colecção Foto Colect...

MUSEU DA IMAGEM EM BRAGA MOSTRA RETRATOS DE PORTUGUESES E ESPANHÓIS

Museu da Imagem mostra retratos portugueses e espanhóis

O Museu da Imagem inaugura na próxima Sexta-feira, dia 15 de Dezembro, às 18h00, a exposição “Cara a Cara, retratos espanhóis e portugueses da colecção Foto Colectânea”.

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Esta exposição, que estará patente ao público até 31 de Dezembro, dará a conhecer grandes obras de autores portugueses e espanhóis contemporâneos da colecção Foto Colectânea.

Nesta mostra, o espectador ver-se-á rodeado de uma infinidade de olhares. Olhares directos, provocadores, esquivos, cruzados, olhares que se escondem nos auto-retratos: o olhar do fotógrafo sobre si mesmo. Em seguida encontrar-se com a expressividade dos corpos que falam dos seus gestos.

A Foto Colectânea é uma entidade sem fins lucrativos, criada em Barcelona em 2002, com o objectivo de difundir a fotografia e dá-la a conhecer no meio social, artístico e educativo.

A sua colecção de fotografia conta com mais de 3.000 obras de autores espanhóis e portugueses e com o arquivo do fotógrafo madrileno Francisco Gómez.www.fotocolectania.org.

Os autores que constam desta exposição são os seguintes: Helena Almeida, Catarina Botelho, Javier Campano, Vari Caramés, Gérard Castello-Lopes, Juan Manuel Castro Prieto, Francesc Català-Roca, Toni Catany, Joan Colom, António Júlio Duarte, Alberto García-Alix, Cristina García Rodero, Inés Gonçalves, Jorge Guerra, Cristobal Hara, Fernando Lemos, Xavier Miserachs, Jorge Molder, Jean-Marie del Moral, Nicolás Muller, Paulo Nozolino, César Ordóñez, Carlos Pérez Siquier, Humberto Rivas, Rafael Sanz Lobato, Alberto Schommer, António Martín Sena da Silva, Ricard Terré, Miguel Trillo, Antoni Vidal.

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BRAGA REALIZA CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Concurso Municipal de Fotografia com inscrições abertas até 15 de Dezembro. Prémios aos vencedores no valor de 1.000 euros

‘O Bonito e o Feio’ no Centro Histórico é o tema do XIII Concurso Municipal de Fotografia, uma iniciativa organizada pelo Município de Braga que visa aproximar os Bracarenses do património da Cidade.

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As inscrições terminam já no próximo dia 15 de Dezembro, sendo que os participantes habilitam-se a ganhar prémios no valor de 500 euros (1.º prémio) e de 250 euros (para as duas menções honrosas). As fotografias premiadas integrarão uma exposição pública a inaugurar em Fevereiro de 2018. Os interessados em participar devem fazer a sua inscrição no Museu da Imagem, todos os dias das 14h30 às 18h30.

Este concurso tem por base a utilização de máquinas descartáveis com flash, uma por concorrente, a disponibilizar de forma gratuita a um número máximo de 50 concorrentes. A participação implica a formalização da inscrição e o pagamento de uma caução de 10€, que será devolvida, uma vez recebida a máquina de acordo com o regulamento do concurso.

As máquinas poderão ser levantadas no Museu de Imagem nos dias 16 e 17 de Dezembro entre as 14hh30 e as 18hh30. O período para captação de imagens, inicia-se no dia 16 de Dezembro, devendo os concorrentes entregar as respectivas máquinas, no Museu da Imagem, até às 18h30 horas do dia 17 de Dezembro.

O tema escolhido para a presente edição visa despertar o interesse e a sensibilidade dos concorrentes em particular e dos munícipes e cidadãos em geral, para simultaneamente identificarem, aquilo que de mais belo, equilibrado, apelativo e interessante existe no Centro Histórico, perspectivado em contraste com aspectos e vistas, feias, desequilibradas, inestéticas, e desinteressantes que também coexistem e que perturbam o carácter ambiental, patrimonial, estético e paisagístico do “muito nosso” casco antigo.

DANIEL BASTOS LANÇA O LIVRO "TERRAS DE MONTELONGO"

Terras de Monte Longo, novo livro do historiador Daniel Bastos

No dia 16 de dezembro (sábado), o historiador Daniel Bastos lança em Portugal, no Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, às 21h00, o seu novo livro, intitulado “Terras de Monte Longo”. A sessão de apresentação, que estará a cargo da professora catedrática Maria Beatriz Rocha – Trindade, reputada socióloga das migrações, será antecedida por um prelúdio musical executado pelo compositor e intérprete Nelson de Quinhones.

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A obra, uma edição trilingue (português, francês e inglês) assinada pelo tradutor Paulo Teixeira, foi concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, e conta com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt.

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Neste novo livro, realizado com o apoio da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, e do Centro Português de Fotografia, instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, Daniel Bastos esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

Através de imagens até aqui inéditas, que José de Andrade captou nessa época em povoados rurais de Fafe, um território entre o Minho e Trás-os-Montes, o historiador e autor de livros sobre a emigração, aborda as memórias do passado, não muito distante, do Portugal profundo e rural na transição da ditadura para a democracia.

Nesses “lugares de memória”, agora resgatados, abundam essencialmente rostos, expressões, sentimentos e experiências quotidianas, por que passaram as povoações rurais do Portugal fechado sobre si próprio. O livro constitui uma cápsula do tempo local, regional e nacional, que depois de aberta, nos transporta para um período fundamental da história contemporânea portuguesa, marcado por décadas de carências, isolamento, condições de vida duras e incontáveis episódios de emigração “a salto”.

Segundo Gérald Bloncourt, neste livro ilustrado pela objetiva humanista de José de Andrade, fotógrafo natural de Santo Tirso que encontrou nas Terras de Monte Longo um palco privilegiado para denunciar as agruras da vida quotidiana no interior norte nas vésperas da revolução democrática de 1974, são-nos reveladas “fotografias sentidas de Portugal, do seu povo, da sua história”, repletas de “sentimentos de dignidade evidenciados por uma forma de estar serena e humana”.

Refira-se que a edição da obra “Terras de Monte Longo” deveu-se em grande parte ao mecenato de empresas que partilham uma visão de responsabilidade social e um papel de apoio à cultura, com particular destaque para o grupo empresarial do comendador luso-canadiano Manuel da Costa, um dos mais ativos e beneméritos empresários portugueses em Toronto.

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JOÃO CALDAS APRESENTA O LIVRO "COVAS- IMAGENS QUE FAZEM HISTÓRIA"

Numa edição conjunta da Junta de Freguesia de Covas e da Câmara Municipal de Vila Noiva de Cerveira, vai ser apresentado ao público o livro da autoria de João Caldas, “COVAS – Imagens que fazem história”.

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No próximo dia 23 de Dezembro, pelas 13,30 horas, no edifício sede da Junta de Freguesia de Covas, vai decorrer o acto solene de apresentação pública do livro “COVAS – imagens que fazem história”, com a presença do autor, João Manuel Araújo Domingues Caldas.

O livro, em formato 22X32,5cm, com capa rígida, conta-nos através de cerca de oitocentas fotografias, distribuídas por treze temas, que ilustram as suas quatrocentas páginas, parte da história de Covas e das suas gentes, principalmente do século passado, se bem que também faça referência a períodos bem mais antigos.

A comercialização deste livro ficará a cargo da Junta de Freguesia de Covas, a quem João Caldas cedeu, gratuitamente, os direitos de autor. No decorrer deste acto de apresentação, o livro já estará disponível para venda.  

Como o Natal está à porta, esta é a prenda ideal para se oferecer a um familiar ou a um amigo. Quem pretender fazer a sua reserva, deverá contactar a Junta de Freguesia de Covas, através do telefone 251943379, ou através do email juntacovas@sapo.pt. O valor de cada exemplar é de trinta euros a reverter para actividades sociais e culturais da freguesia.

No dia seguinte à apresentação, entre as 9:30 horas e 11:30 horas, o autor estará de novo na sede da Junta, para continuar a sessão de autógrafos.

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PONTE DE LIMA EXPÕE FOTOGRAFIA DE LUÍS CARVALHIDO

Fotografia social de Luís Carvalhido evocada em sessão literária na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

A mais recente obra fotojornalística de Luís Carvalhido – “O fumo dos dias” – foi apresentada no passado sábado, 18 de novembro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. A sessão evocativa de um livro que harmoniza a arte da fotografia com a relevância sociológica de um trabalho persistente de observação de uma comunidade cigana da freguesia de Fornelos, concelho de Barcelos, contou com a presença de vários intervenientes que quiseram sublinhar o caráter eclético e inclusivo do projeto e a genialidade e resiliência do autor habituado a desafios de considerável exigência e complexidade.

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Victor Pinho, diretor da Biblioteca Municipal de Barcelos, destacou o essencial da personalidade artística de Luís Carvalhido - com especial ressalva para a capacidade de transformar elementos inertes em quadros vivos de movimento e história -, característica reiterada pelo fotógrafo vianense Victor Roriz que acrescentou à criatividade e rigor das imagens coligidas o amor e a dedicação do autor a cada trabalho que executa. Responsável pela análise de “O fumo dos dias”, sob uma perspetiva temática e antropológica, Álvaro Campelo – professor associado da Universidade Fernando Pessoa – louvou a obra por resistir à estigmatização de uma comunidade secularmente ostracizada, por combinar, sem comprometimento algum, estética e ética e por resultar consequentemente num romance real em fotografia que vale a pena desbravar.

A sessão, que contou com a presença de Jorge Castelo Branco, da Seda Publicações, compreendeu a leitura, por Armindo Cerqueira, de alguns textos e poemas reunidos na obra – decorrentes da contribuição de diversos especialistas que quiseram associar-se a um projeto de valor social e antropológico – e a atuação do grupo musical “Raízes”.

BRAGA REALIZA CONCURSO DE FOTOGRAFIA

 ‘O Bonito e o Feio’ no Centro Histórico é o tema do XIV Concurso Municipal de Fotografia. Inscrições decorrem de 28 de Novembro a 15 de Dezembro

‘O Bonito e o Feio’ no Centro Histórico é o tema do XIII Concurso Municipal de Fotografia, uma iniciativa organizada pelo Município de Braga que visa aproximar os Bracarenses do património da Cidade.

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O concurso tem por base a utilização de máquinas descartáveis com flash, uma por concorrente, a disponibilizar de forma gratuita a um número máximo de 50 concorrentes. A participação implica a formalização da inscrição e o pagamento de uma caução de 10€, que será devolvida, uma vez recebida a máquina de acordo com o regulamento do concurso.

As inscrições decorrerão no Museu da Imagem de 28 de Novembro a 15 de Dezembro (todos os dias das 14h30 às 18h30 horas). As máquinas poderão ser levantadas no Museu de Imagem nos dias 16 e 17 de Dezembro entre as 14hh30 e as 18hh30. O período para captação de imagens, inicia-se no dia 16 de Dezembro, devendo os concorrentes entregar as respectivas máquinas, no Museu da Imagem, até às 18h30 horas do dia 17 de Dezembro.

O tema escolhido para a presente edição visa despertar o interesse e a sensibilidade dos concorrentes em particular e dos munícipes e cidadãos em geral, para simultaneamente identificarem, aquilo que de mais belo, equilibrado, apelativo e interessante existe no Centro Histórico, perspectivado em contraste com aspectos e vistas, feias, desequilibradas, inestéticas, e desinteressantes que também coexistem e que perturbam o carácter ambiental, patrimonial, estético e paisagístico do “muito nosso” casco antigo.

A autarquia através do júri, para além da atribuição do primeiro prémio e menções honrosas nos termos do regulamento do concurso, seleccionará um conjunto vasto de trabalhos destinados a integrar uma exposição alusiva à presente edição a inaugurar em Fevereiro de 2018 na Fonte do Ídolo.

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PONTE DE LIMA APRESENTA LIVRO DE FOTOGRAFIA DE LUÍS CARVALHIDO

A obra “O fumo dos dias”, da autoria de Luís Carvalhido, vai ser apresentada no próximo dia 18 de novembro, pelas 15h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Trata-se de um livro de génese fotográfica que procura conciliar a criatividade das imagens com o interesse etnográfico resultante do trabalho desenvolvido junto de uma comunidade cigana de Fornelos, freguesia de Barcelos, concelho onde Luís Carvalhido, de origem vianense, reside há largos anos.

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Além das fotos - selecionadas a partir de um conjunto tirado ao longo de oito meses de observação participante -, a obra disponibiliza diversas contribuições textuais de especialistas em áreas distintas de atuação que quiseram associar-se a um projeto de valor social e antropológico.

A apresentação de “O fumo dos dias” será da responsabilidade de Álvaro Campelo - professor associado da Universidade Fernando Pessoa e investigador no campo da antropologia social e cultural -, numa sessão que beneficiará igualmente da participação de Victor Pinho – diretor da Biblioteca Municipal de Barcelos que evocará o essencial da vida e obra do autor -, do declamador Armindo Cerqueira – que lerá dois trechos do livro -, e de Victor Roriz – fotógrafo vianense que se debruçará sobre as imagens que compõem o volume.

Marque presença na sessão de lançamento da obra de Luís Carvalhido e assista também à atuação do grupo musical “Raízes”.

PONTE DA BARCA EXPÕE FOTOGRAFIA DE EDUARDO TEIXEIRA PINTO

Exposição “A criança sob o olhar de Eduardo Teixeira Pinto”. Composta por 27 fotografias a preto e branco premiadas a nível nacional e internacional

Esta exposição remete-nos para os anos 50, 60 e 70, nas recôndidas aldeias da Serra do Marão, com as suas crianças tantas vezes descalças e até mesmo esfomeadas, ou à burguesia da vila e aos sonhos e esperanças dos seus diletos filhos. As imagens captadas revelam as emoções fortes das crianças, a coexistência entre a dor e a esperança.

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A vasta obra de Eduardo Teixeira Pinto, falecido em Janeiro de 2009, é dotada de um olhar poético sobre a realidade e fez de si um dos melhores e mais galardoados fotógrafos portugueses do séc. XX, com um vasto e rico espólio que a sua família tem vindo a promover através de exposições itinerantes.

Patente até ao dia 27 de novembro, no átrio dos Paços do Concelho, a mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h às 12h30 e das 14h às 17h30.

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PONTE DA BARCA MOSTRA OS ROSTOS DA NOSSA GENTE

Ponte da Barca: Exposição de Fotografia coletiva das IPSS's

Mostra inaugurada hoje vai estar patente no átrio dos Paços do Concelho  até ao dia 07 de novembro

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Foi hoje inaugurada, no átrio dos Paços do Concelho, pela vereadora da Ação Social, Maria JoséGonçalves, e na presença de vários convidados, diretores e técnicos das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do Concelho barquense, uma exposição composta por fotografias do rosto dos utentes das Ipss's locais, cujos trabalhos foram inteiramente idealizados e recolhidos pelas respetivas instituições e elaborados com o objetivo de captar expressões dos idosos em vários momentos do seu quotidiano.

Numa perspetiva intergeracional e consciente da importância da educação sobre o envelhecimento e da relação entre gerações, a Vereadora da Ação Social fez saber que 'é intenção da autarquia tornar esta exposição itinerante, levando-a a todas as escolas do concelho.'

A mostra, que tem como intuito assinalar o Dia Dia Mundial da Terceira Idade, vai estar patente até ao dia 07 de novembro, podendo ser visitada das 09h às 12h30 e das 14h às 17h30.

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PONTE DE LIMA EVOCA ANTÓNIO FEIJÓ

Prémios do concurso Retratos de Feijó abriram conferência de tributo ao poeta

A cerimónia de entrega dos prémios do concurso “Retratos de Feijó” – competição destinada a envolver a comunidade educativa e a população em geral na representação artística de um dos maiores génios da literatura ponte-limense -, decorreu na passada sexta-feira, 20 de outubro, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Numa noite com casa cheia, foram distinguidos os alunos Rafael Neiva – do 5.º ano -, Sofia Gomes Viana – do 6.º -, Eva Direito – do 12.º -, e, na categoria do público, Madalena Macedo, que apresentou uma escultura em pasta de papel.

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A premiação, que contou com as presenças do presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, e do vereador com o Pelouro da Educação, Dr. Paulo Barreiro de Sousa, antecedeu a terceira conferência de tributo a António Feijó, orientada pelos familiares do poeta, Luísa Castro Feijó e António Maciel Feijó. Intitulada “Conversa sobre o tio António”, a sessão intimista em torno da vida e obra do autor de “Sol de Inverno” incidiu na leitura de uma seleção epistolar retirada dos volumes “Cartas a Luís de Magalhães”, obra organizada por Rui Feijó – pai da palestrante -, que reúne a vasta correspondência trocada entre o poeta-diplomata ponte-limense e o jornalista, escritor e político lisboeta – amigo fraterno e devoto que acompanhou Feijó deste os tempos de Coimbra até à derradeira fase em Estocolmo.

A intensa e comovedora história de amor entre António Feijó e Mercedes Lewin foi o momento biográfico escolhido por Luísa Castro Feijó para sublinhar alguns traços da personalidade do poeta, cuja curiosidade, melancolia, genialidade e humor mereceram da sobrinha-bisneta particular referência. Já a completitude dos registos epistolográficos do autor de “Líricas e bucólicas”, que permitem o retrato político, social e cultural do período finissecular em Portugal e no mundo, foi o elemento destacado por António Maciel Feijó, que sublinhou também o virtuosismo técnico da obra feijosiana.

A sessão de tributo, integrada no ciclo de conferências evocativo de um dos grandes nomes das letras nacionais, incluiu ainda uma referência à filha do poeta, Mercedes de Castro Feijó (Ninette), cuja obra epistolar – “Lettres du Portugal” (1935) -, justificará, segundo António Maciel Feijó, uma futura edição em língua portuguesa pelo valor informativo e pendor humorístico que encerra.