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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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GALIZA: CORUNHA COMEMORA DIA DA MUINHEIRA

A Asociación Folclórica y Cultural Orballo que congrega diversas associações e agrupamentos culturais, leva a efeito no próximo dia 28 de Maio, a 34ª edição do Dia da Muinheira. A iniciativa tem lugar na Praça do Conde de Pontedeume, na província da Corunha, com início às 18 horas.

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A muinheira é uma dança do folclore galego e tem a sua origem nos momentos de diversão, junto aos moinhos. Enquanto aguardavam pelo fim da moagem, as mulheres cantavam e bailavam ao som da pandeireta e da gaita-de-foles, até que o moleiro lhes fizesse a entrega da farinha.

A pandeiretada, assim era designada a muinheira velha, é a dança genuína das gentes galegas que tem na muinheira nova a sua versão mais erudita, com autor identificado. A dança é executada por pares mistos que, com elevado ritmo e rapidez, fazem o “passeio” de braços erguidos, numa coreografia e vistosa que anima as mais alegres festas e romarias da Galiza.

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MOLDÁVIA CANTA E DANÇA NO FOLKLOURES’17

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.

Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.

Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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RANCHO DA BOBADELA REPRESENTA A REGIÃO SALOIA NO FOLKLOURES’17

O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.

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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.

Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.

Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.

Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.

Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.

No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.

“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.

Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda mais uma representação da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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MADEIRA DANÇA O BAILINHO NO FOLKLOURES'17

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura, Brasil e Moldávia que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

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MINHOTOS DANÇAM EM LISBOA NO PARQUE DAS NAÇÕES

O Grupo de Danças e Cantares Besclore realizou ontem em Lisboa mais um festival de folclore que juntou agrupamentos que se deslocaram propositadamente do Minho para se exibirem na capital do país. Tratou-se de mais uma edição de “O Minho em Lisboa”, um evento que reúne agrupamentos representativos exclusivamente da região d’Entre-o-Douro-e-Minho.

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Sob um sol abrador, o festival teve o seu início com um desfile a partir do Rossio dos Olivais em direcção ao Parque das Nações onde se realizou o espectáculo propriamente dito que fez o gáudio do numeroso público que assistiu.

O Grupo de Bombos “Bombrando” – Amadora marcou o ritmo do desfile e o festival de folclore contou com a participação do Grupo Folclórico da Casa do Povo de Marim – Barcelos, Rancho Folclórico de Bravães – Ponte da Barca, Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde, Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho – Lisboa, além naturalmente do anfitrião Grupo de Danças e Cantares Besclore.

Fotos: Manuel Santos

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MINHOTOS PARTICIPAM EM ANDORRA NA SEMANA DA DIVERSIDADE CULTURAL

Teve ontem lugar a sétima edição da Semana da Diversidade Cultural em Andorra, uma organização do Departamento de Participação Cidadã do Comú de Andorra la Vella.

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A celebração deste ano centrou-se na temática da gastronomia onde as entidades participantes elaboraram iguarias típicas de mais de 10 países dos quais Portugal marcou presença a cargo do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’.

Às 11h30 realizou-se o desfile das entidades pelas ruas da capital do Principado e, a partir das 13 horas, os visitantes poderam degustar entre 50 cêntimos e 5 euros, a gastronomia de Andorra, Equador, Filipinas, México, Perú, Rússia, Deserto do Saara, Venezuela, Chile e naturalmente, Portugal.

Os membros do Grupo apresentaram nesta mostra gastronómica entradas à base de bolinhos de bacalhau e brôa de milho, como prato principal uma feijoada à portuguesa e de sobremesa, os famosos pasteis de belém, tudo bem “regado” com vinho verde branco.

Durante a tarde tiveram lugar diversas atuações folclóricas e musicais e às 17h45, foi a vez do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ apresentar as danças tradicionais minhotas no recinto da Plaça Guillemó da capital andorrana.

O Dia Mundial da Diversidade Cultural celebrado a 21 de Maio foi instaurado pela Assembleia das Nações Unidas.

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BRASIL LEVA A CAPOEIRA AO FOLKLOURES'17

A Associação Tira-me da Rua (ATR) vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído por brasileiros radicados em Portugal, a Associação Tira-me da Rua (ATR) é quiçá o mais representativo grupo musical a preservar e divulgar uma das mais apreciadas manifestações da cultura tradicional do povo brasileiro – a capoeira!

A capoeira constitui um misto de dança, arte marcial, desporto, música e cultura popular. As suas origens são remotas, calculando-se que tal tradição tenha origem em rituais iniciáticos dos povos do sul de Angola. Em resultado da colonização portuguesa, a capoeira terá a partir do século XVII sido levada para o Brasil onde foi desenvolvida por descendentes de escravos africanos.

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Ao som rítmico dos berimbaus, a Associação Tira-me da Rua (ATR) vai mostrar como se canta, dança e luta a capoeira, oferecendo m espectáculo que certamente vai agradar ao público que vai afluir ao FolkLoures’17, incluindo a numerosa comunidade brasileira radicada na região de Lisboa.

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Além da Associação Tira-me da Rua (ATR), a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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MINHOTOS DAS TERRAS DA NÓBREGA REALIZAM EM CARNAXIDE MOSTRA DE FOLCLORE

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega leva a efeito a III Mostra de Folclore. A referida Mostra realizar-se-á no próximo dia 28 de Maio, pelas 15h30 horas, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha em Linda-a-Pastora e está integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2017".

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É pretensão e firme propósito da entidade organizadora que este evento exalte o Folclore e a Etnografia do Minho ao Algarve que ali será trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.

Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o GFTN dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os Minhotos e Galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canaverdes pela noite fora.

FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

NAZARÉ DANÇA NO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Fundado em 25 de Julho de 1997, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré foi admitido como sócio do Inatel em Junho de 1999 e da Federação do Folclore Português em Janeiro de 2001.

Fazendo da componente etnográfica a ligação com o período que representa, 1920 a 1940, este grupo, através das actuações que tem efectuado por todo o país e no estrangeiro, transporta a Nazaré nos seus usos, costumes, danças e cantares.

Tendo como preocupação dominante o manter as tradições da Nazaré, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré tem vindo a desenvolver profundo trabalho na pesquisa do traje e da tradição oral, procurando através da sua representação mostrar os usos e costumes da Nazaré do passado.

Além do Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo e do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral, para além naturalmente do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

O FolkLoures tem início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Com efeito, realiza-se no Museu Municipal de Loures uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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MINHOTOS DÃO FESTIVAL EM LISBOA

Realizou-se no passado fim-de-semana no Ringue António Livramento, em Benfica, o 37º Festival Nacional de Folclore Cidade de Lisboa, numa iniciativa do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho que contou com o apoio nomeadamente do INATEL e da Junta de Freguesia de Benfica.

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Pelo tabuado passaram o Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso – Vila Nova de Gaia, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores – Mortágua, o Rancho Folclórico de Praias de Sado – Setúbal e o Grupo Académico de Danças Ribatejanas – Santarém, além do anfitrião Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho.

A confirmar a crescente notoriedade deste festival, da República Popular da China veio a fotojornalista chinesa Xiaolan Liu que captou magníficas imagens do evento e levará consigo para dar a conhecer as nossas tradições em terras do Oriente, nomeadamente junto da comunidade portuguesa e luso-chinesa de Macau.

Fotos: Manuel Santos

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS COMEMORA 40 ANOS DE EXISTÊNCIA

Comemorações realizam-se no âmbito do Dia Nacional do Folclore Português

A Federação do Folclore Português comemora, no próximo dia 28 de maio, 40 anos de salvaguarda do rico e diversificado património da nossa cultura tradicional e popular nacional.

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Estas quatro décadas foram sinalizadas por várias dimensões da esfera cultural que, assumidamente, fizeram a diferença no quadro da representatividade dos grupos etnográficos portugueses.

Atualmente, com 698 associados e uma estrutura de perto de duas centenas de conselheiros técnicos dispersos por todo o território nacional e pela diáspora, a Federação do Folclore Português tem vindo, por um lado, a apostar na formação técnica e, por outro lado, a promover a consciencialização dos agentes culturais para a imperatividade de salvaguardar e dignificar a cultura popular de matriz tradicional o mais responsavelmente possível.

Sob a liderança do Professor Doutor Daniel Café, Presidente da Direção da Federação do Folclore Português, a cerimónia comemorativa do 40º aniversário da Federação do Folclore Português, integrada nas celebrações do Dia Nacional do Folclore Português, vai realizar-se no dia 28 de maio, pelas 10h00, no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira.

A sessão contará com a presença de diversas entidades da esfera cultural e politica. Do programa consta:

10h00 - Receção aos convidados e entidades oficiais.

10h30 - Cerimónia comemorativa

11h45 - Inauguração da Exposição Fotográfica "40 anos em fotografia"

12h00 - Porto de honra

MADEIRA DANÇA NO FOLKLOURES

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura, Brasil e Moldávia que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

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FOLCLORE JUNTA MINHOTOS NA SUÍÇA

O Rancho Folclórico Português de Aarburg foi fundado a 27 de Maio de 1995 por um Grupo de Amigos e entusiastas pelas culturas dos nossos antepassados.

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Desde então tem vindo a manter bem viva as nossas Tradições por terras Helveticas e por onde tem passado como em França, no Principado do Mónaco, Luxemburgo, Portugal, Itália, tendo também já Participado em um Festival de Competição na Alemanha.

O Rancho Folclórico Português de Aarburg realiza anualmente o seu Festival de Folclore contando com a participação de Grupos do nosso querido Portugal, Suíça , França, Alemanha, Luxemburgo entre outros.

Este Grupo é composto por 52 componentes que representam bem vivas as Culturas do Baixo Minho.

O Grupo Folclórico é Membro Efectivo e Fundador da Federação Portuguesa de Folclore na Suíça.

A sua Festada é composta por:

Concertinas, Viola Braguesa, Cavaquinhos, Bombo Romeiro, Violão, Flauta, Ferrinhos e Reco- reco e os nossos dançadores com as Castanholas.

Fazemo-nos Representar com Trajes de Lavradeiras Ricas, Trajes de Feira, Trajes de Campo e Trajes de Trabalho.

Este ano comemoramos os 22 anos de existência e dia 17 de Junho realizamos o XVI Festival de Folclore com participações de de Grupos de Folclore vindos de outras comunidades portuguesas como o Luxemburgo e também de Portugal.

Participações:

Rancho Folclórico Português de Aarburg, Suiça

Rancho Folclórico de Wetzicon, Suíça

Grupo Etnográfico do Alto Minho, Luxemburgo

Grupo Etnográfico de Vila das Aves, Portugal

Ainda Vamos ter convidados especiais, Drª. Elizabete Faria, Presidente da Junta de Freguesia de Vila das Aves, Carlos Valente, Presidente da dos Bombeiros Voluntários de Vila das Aves, Camilo Cruz da Rusga de Joane e ainda Sérgio da Fonseca a fazer cobertura do Festival pela Rádio do Folclore Português.

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MOLDÁVIA PARTICIPA NO FOLKLOURES'17

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.

Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.

Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

FolkLoures’17 está em marcha!

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

MINHOTOS FORAM HOJE A LOURES OUVIR JOÃO ALPUIM BOTELHO FALAR ACERCA DO TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

Iniciativa do Grupo de Folclore Verde Minho saldou-se por um grande êxito

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” foi o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho proferiu hoje em Loures no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, magnífico espaço normalmente reservado às reuniões da Assembleia Municipal daquela autarquia.

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Entre os convidados presentes, destacamos o Dr. Alfredo Santos, responsável pelo Gabinete da Cultura da Câmara Municipal de Loures, a Engª. Maria Manuela Carriço na qualidade de Vice-Presidente da Assembleia Geral da Federação do Folclore Português e a Professora Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção que no próximo dia 24 de Junho vai proferir uma palestra subordinada ao tema “Usos e costumes da Região Saloia”, inserida no FolkLoures’17.

Perante uma plateia interessada e participativa onde pontificavam muitas pessoas ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto sediado na região de Lisboa mas também de Loures e outras regiões do país, o Dr. João Alpuim Botelho proferiu uma interessante e profíqua dissertação acerca dos trajes de lavradeira do Alto Minho, vulgarmente designados por “traje à vianesa”.

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As diferenças existentes entre trajes de trabalho pesados e ligeiros na lavoura e ainda traje de festa, as influências recebidas ao longo dos tempos e, nomeadamente, sob os diferentes regimes, a importância das relações de afecto e de identidade que nem sempre observam as regras e a controversa problemática da recente certificação do traje sob a égide do Ministério da Economia foram alguns dos aspectos abordados ao longo da palestra apoiada por uma apresentação de powerpoint.

Esta iniciativa constituiu um excelente momento de reflexão que merecia ser devidamente aproveitado por todos quantos se encontram ligados ao folclore a bem do seu próprio desempenho.

O Dr. João Alpuim Botelho foi director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

Em 2015, publicou a obra “Azulejos da Igreja da Misericórdia de Viana do Castelo. Representação das obras da Misericórdia”, através do qual deu-nos a conhecer o magnífico património azulejar da autoria de Policarpo de Oliveira Bernardes, um dos maiores azulejistas do século XVII, obra esta editada pela Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo.

Fotos: Manuel Santos

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JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE AMANHÃ EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e realiza-se amanhã no em Loures

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

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A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e realiza-se no próximo dia 7 de Maio

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

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A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

PONTE DA BARCA LEVA O FOLCLORE À PRAÇA

Folclore na Praça já arrancou e promete animar Ponte da Barca todos os domingos até junho

Este ano é também o coração e local de ensaio do Record Guiness que Ponte da Barca vai registar para o Mundo, celebrando o Vira Minhoto, no dia 20 de Agosto

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Teve inicio no passado domingo o projeto Folclore na Praça que vai juntar na Praça da República, todos os domingos até junho, grupos folclóricos e artesãos do concelho na venda de produtos locais, artesanato e exibição espontânea de danças e cantares. O arranque desta iniciativa da Câmara Municipal contou com a participação dos Ranchos Folclóricos do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca e deLindoso e artesãos locais.

Quem também esteve presente no regresso do Folclore na Praça foi o Presidente da Câmara, Vassalo Abreu, e a Vereadora da Cultura, Sílvia Torres que na ocasião referiu tratar-se de 'um projeto que tem tido muito bem acolhido, daí que já vá na sua quarta edição, e com o qual pretendemos dinamizar os fins de semana em Ponte da Barca, convidando as pessoas a sair de casa.' O autarca de Ponte da Barca, Vassalo Abreu, salientou também que 'é intenção da autarquia que através destas iniciativas se preservem e continuem a divulgar as nossas tradições.'
Apesar das condições meteorológicas nãos terem sido as melhores, muitas foram as pessoas que por ali passaram atraídas pela animação e boa disposição que os participantes promoveram.

Evento Guiness: Ponte da Barca quer fazer do Vira Minhoto a Maior Dança de Folclore Portuguesa

A esta iniciativa junta-se, este ano, uma novidade: com a preparação do Evento Guiness 'A Maior Dança de Folclore Portuguesa – Vira Minhoto', o Folclore na Praça será o coração e local de ensaio do Record Guiness que Ponte da Barca vai registar para o Mundo, celebrando o Vira Minhoto, no dia 20 de Agosto. 'Queremos fazer do vira minhoto - elemento genuíno da nossa identidade e tradições - a maior dança de folclore português, juntando o maior número de pessoas a dançar este género. E porque acreditamos que vamos triunfar e até superar expetativas, queremos que o momento seja registado naquele que é o maior compilador de recordes: o Guinness World Records, pretensão que está já registada', salienta a Vereadora.

Contando com o envolvimento dos 15 grupos folclóricos e o empenho de todos quantos queiram participar nesta 'aventura', a Câmara Municipal de Ponte da Barca assumiu a pretensão de fazer desta a maior expressão de dança de folclore português em elementos. A iniciativa acontece a 20 de agosto, em plena Romaria de São Bartolomeu, mais um ex-libris imaterial da vila minhota, pelas 17h00, na Praça da República. Para superar o recorde são necessárias, pelo menos, 545 pessoas, número que a Vereadora Sílvia Torres acredita'ser possível de ultrapassar, até porque as gentes do Minho têm muito orgulho nas suas tradições e uma grande paixão pelo folclore, o que me leva a crer que vão, certamente, querer fazer parte deste projeto e ajudar a conquistá-lo'. Para 19 de agosto, dia que antecede ao Evento Guiness, no decorrer do Festival de Folclore Terras da Nóbrega que, habitualmente, dá o arranque à maior Romaria do Minho – o São Bartolomeu – está previsto um momento dedicado ao ensaio geral do vira minhoto, que se vai repetir no próprio dia antes do ato oficial de contagem e registo do número de elementos participantes.

Recorde-se que o Folclore na Praça contará, então, com o apoio dos Ranchos Folclóricos e artesãos concelhios que, todos os domingos a partir das 14h, farão a animação e a promoção das tradições locais, num espaço que se pretende dinâmico e interativo.

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JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e realiza-se no próximo dia 7 de Maio

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

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A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

FOLCLORE IBÉRICO BRILHA EM ANDORRA

No passado domingo, dia 30 de Abril, o Complexo Sociocultural da cidade andorrana de Encamp reuniu mais de 150 folcloristas representativos da cultura tradicional da Península Ibérica.

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O encontro organizado por motivo do 21º aniversario do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ contou ainda com a presença do Esbart Santa Anna de Escaldes-Engordany, da Escola de Ball Aires d’Andratx, da ilha espanhola de Maiorca e do Etnografico de Vila Praia de Âncora que viajou desde Portugal para participar no festival organizado pelos seus afilhados.

Às 16 horas teve o inicio do Festival com a passagem dos quatro Grupos pelo palco da sala de festas seguindo-se a protocolar entrega de obséquios e imposição da fita comemorativa na presença da Vice-Presidente da Câmara de Encamp, Esther París, do empresário José Costa, gerente da empresa Nova Constructora, SLU., patrocinadora oficial do evento e do deputado andorrano, Pere Lopez.

O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ iniciou o festival apresentando danças do seu reportório  (Foto 1) e concluiu convidando os elementos do Etnografico a dançarem conjuntamente a “Nossa Góta” tendo o publico assistente ovacionado ambos os grupos. (Foto 2)

Os danças andorranas estiveram a cargo do Esbart Santa Anna que apresentou três peças do seu reportório intercalando a troca de vestuário.  (Foto 3) Seguiu-se o folclore representativo da ilha de Maiorca através da Escola de Ball Aires d’Andratx que encheu o palco com diversas coreografias e a vivacidade das suas danças sendo constantemente ovacionado. (Foto 4)

Coube ao Etnografico de Vila Praia de Âncora encerrar a amostra folclórica apresentando uma elegante demonstração do trajar e a vivacidade das danças da Serra d’Arga. O Vira do Vale do Âncora serviu de pretexto para convidar José Luis Carvalho, Diretor do grupo andorrano e ex-elemento do Etnografico, a subir ao palco e dançar com os seus conterrâneos.  (Foto 5) O Vira Geral acabaria por encher o palco de entusiastas do folclore.

Logo após o folclore o Grupo Euphória animou todos os assistentes e folcloristas a divertirem-se ao som da musica popular portuguesa e espanhola e foi oferecido um lanche aos elementos dos grupos. (Foto 6)
No dia anterior, os componentes do grupo ancorense e maiorquino desfrutaram das águas termais de Caldea, visitaram a estancia de esqui de Gran Valira e passearam pelo centro histórico do Principado.

Tanto a organização do evento como a qualidade etnográfica do festival  (Foto 7) mereceram os maiores elogios de parte do público assistente e dos grupos convidados a uma nova edição emotiva e de reencontros do Festival de Folclore Ibérico.

Jose Luis Carvalho

Diretor

Grupo de Folclore 'Casa de Portugal'

Principado de Andorra

http://pt.calameo.com/read/0017159377cb5e833ef95

https://www.facebook.com/GrupodefolcloreCasadePortugal

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JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e está a gerar grande expectativa entre os grupos folclóricos minhotos na região de Lisboa

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

“FOLCLORE NA PRAÇA” ANIMA PONTE DA BARCA

Todos os domingos, de abril a junho, na Praça da República

Câmara barquense junta grupos folclóricos e artesãos do concelho para a promoção das tradições locais

Este ano como novidade o Folclore na Praça será o coração e local de ensaio do Record Guiness que Ponte da Barca vai registar para o Mundo, celebrando o Vira Minhoto, no dia 20 de Agosto

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A Câmara Municipal de Ponte da Barca, vai levar a cabo a partir do domingo, dia 30 de abril, e durante todos os domingos até junho, a iniciativa Folclore na Praça, que vai juntar grupos folclóricos e artesãos do concelho para animarem a Praça da República com a venda de produtos locais, artesanato e exibição espontânea de danças e cantares.

Completando este ano a sua quarta edição a iniciativa pretende, como justifica a Vereadora da Cultura, Sílvia Torres, 'dinamizar os fins de semana em Ponte da Barca, promovendo atividades que convidem as pessoas a sair de casa e estimulando, ao mesmo tempo, a preservação das nossas tradições'.

Ao folclore e ao som das concertinas, que certamente vão contagiar os presentes para um 'pezinho de dança', junta-se a comercialização de produtos da agricultura local e petiscos vários confecionados a preceito por este saber-fazer tradicional das mãos que os preparam, revivendo a gastronomia regional e os sabores tradicionais.

Evento Guiness: Ponte da Barca quer fazer do Vira Minhoto a Maior Dança de Folclore Portuguesa

A esta iniciativa junta-se, este ano, uma novidade: com a preparação do Evento Guiness 'A Maior Dança de Folclore Portuguesa – Vira Minhoto', o Folclore na Praça será o coração e local de ensaio do Record Guiness que Ponte da Barca vai registar para o Mundo, celebrando o Vira Minhoto, no dia 20 de Agosto. 'Queremos fazer do vira minhoto - elemento genuíno da nossa identidade e tradições - a maior dança de folclore português, juntando o maior número de pessoas a dançar este género. E porque acreditamos que vamos triunfar e até superar expetativas, queremos que o momento seja registado naquele que é o maior compilador de recordes: o Guinness World Records, pretensão que está já registada', salienta a Vereadora.

Contando com o envolvimento dos 15 grupos folclóricos e o empenho de todos quantos queiram participar nesta 'aventura', a Câmara Municipal de Ponte da Barca assumiu a pretensão de fazer desta a maior expressão de dança de folclore português em elementos. A iniciativa acontece a 20 de agosto, em plena Romaria de São Bartolomeu, mais um ex-libris imaterial da vila minhota, pelas 17h00, na Praça da República. Para superar o recorde são necessárias, pelo menos, 545 pessoas, número que a Vereadora Sílvia Torres acredita'ser possível de ultrapassar, até porque as gentes do Minho têm muito orgulho nas suas tradições e uma grande paixão pelo folclore, o que me leva a crer que vão, certamente, querer fazer parte deste projeto e ajudar a conquistá-lo'. Para 19 de agosto, dia que antecede ao Evento Guiness, no decorrer do Festival de Folclore Terras da Nóbrega que, habitualmente, dá o arranque à maior Romaria do Minho – o São Bartolomeu – está previsto um momento dedicado ao ensaio geral do vira minhoto, que se vai repetir no próprio dia antes do ato oficial de contagem e registo do número de elementos participantes.

RANCHOS FOLCLÓRICOS DO MINHO PEREGRINAM AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Centenas de ranchos folclóricos rumaram hoje em peregrinação ao Santuário de Fátima. No recinto, milhares de pessoas, provenientes de todo o território português e das comunidades radicadas no estrangeiro, desfilaram com os trajes domingueiros característicos das suas regiões, numa clara demonstração de fé e tradição. Tratou-se da XV Peregrinação Nacional, organizada pela Federação do Folclore Português e da Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura, todos os anos se realiza por esta altura.

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Agrupados por regiões, os ranchos folclóricos desfilaram a partir do Parque nº 8 até ao Recinto de Oração onde teve lugar a recitação no rosário junto à Capelinha das aparições e, após a procissão para o altar, a celebração da eucaristia, no Recinto de Oração do Santuário de Fátima.

Qualquer que seja a crença religiosa seguida por muitos componentes de grupos folclóricos, a religiosidade cristã de confissão católica é unanimemente reconhecida como constituindo a matriz cultural do nosso povo e, como tal, deve ser perservada também no domínio etnográfico, à semelhança dos vestígios de culturas e religiosidades mais ancestrais.

Fotos: Manuel Santos17952900_1410090292367969_3269689100432736439_n.jpg

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RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM AMANHÃ AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: CEM DIAS DE MANDATO E AS COMEMORAÇÕES DO 40º ANIVERSÁRIO

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No próximo dia 28 de maio, a Federação do Folclore Português assinalará quarenta anos de atividade na salvaguarda e na promoção da cultura tradicional e popular portuguesa.

As comemorações tiveram o seu início no passado dia 11 de março, aquando da nomeação dos conselheiros técnicos regionais no seu Encontro Nacional, ocorrido em Albergaria-a-Velha, e prolongar-se-ão até ao dia 28 de maio do próximo ano. Trata-se de um ano de celebrações e de intensa atividade em torno da união entre todos os dignos representantes do folclore e da etnografia portugueses. A direção da Federação e as suas estruturas descentralizadas pretendem estar mais próximas dos seus associados, acompanhando os seus projetos, partilhando as suas ambições e prestando-lhes o necessário apoio para o cumprimento da sua tão nobre missão cultural e cívica de promoção da(s) nossa(s) identidade(s).

Foi, precisamente, no passado dia 18 de abril que a direção da FFP completou cem dias de mandato. Nestes primeiros cem dias desenvolveu-se uma intensa atividade junto das forças vivas do nosso movimento associativo e de diversas autoridades políticas e autárquicas, que muito nos apraz dar conta a todos os folcloristas portugueses:

- Reunião com a Câmara Municipal de Baião e com os grupos de folclore do concelho; Encontro com os grupos de folclore do Minho sedeados em Lisboa; Encontro Nacional de Conselheiros Técnicos, em Albergaria-a-Velha, contando com a participação de 124 dos 153 conselheiros técnicos nomeados; Reuniões descentralizadas da Federação com os Conselhos Técnicos Regionais (CTR) do Douro Litoral Centro, da Beira Baixa, do Baixo Minho, da Madeira, da Terceira, de São Miguel, do Vouga, do Alto Ribatejo e do Alentejo, contando também com a presença dos grupos de folclore das respetivas regiões; I Encontro Nacional de Associações Regionais de Folclore, na sede da Federação, que contou com a presença de grande maioria destas instituições culturais em atividade; Visitas oficiais às Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, onde foi possível contactar com todos os grupos federados das Ilhas Terceira e de São Miguel, bem assim como com outros grupos não associados, cumprindo destacar que durante estas visitas tiveram lugar três ações de formação junto dos grupos de folclore locais, audiências oficiais com os Presidentes das duas Regiões Autónomas, com a Diretora Regional de Cultura da Madeira e o Diretor Regional da Agricultura da Madeira, quatro entrevistas televisivas, uma radiofónica e outra à imprensa escrita. Neste período de cem dias foi ainda possível constituir o primeiro CTR da Madeira, em parceria com a Associação de Folclore e Etnografia da Região Autónoma da Madeira (AFERAM), e reforçaram-se e consolidaram-se os CTR’s existentes nos Açores, tendo-se efetuado uma visita oficial ao CTR e aos grupos de folclore sediados em França.

O presidente da direção da Federação foi oficialmente recebido pelo Diretor Regional de Cultura do Norte e por várias Câmaras Municipais, a quem teve a oportunidade de apresentar cumprimentos e projetar algumas ações em comum ao longo do atual mandato, merecendo ainda referência a participação numa reunião de trabalho com a Secretaria de Estado da Cultura, no âmbito da concertação de importantes estratégias para o nosso setor de cultura e associativismo, decorrentes das diversas reuniões do Conselho Nacional do Associativismo Popular, onde o presidente da Federação participou e defendeu os interesses do movimento folclórico nacional.

Entretanto, tiveram lugar quatro cerimónias de acolhimento a novos sócios efetivos da Federação e realizou-se o Encontro Nacional para Jovens Folcloristas, em Mira de Aire, que contou com cerca de 400 participantes, tendo decorrido, ainda, os preparativos para a Peregrinação Nacional ao Santuário de Fátima, no próximo dia 23 de abril. Uma visita oficial aos grupos de folclore sedeados na Suíça e a reunião com a Federação do Folclore Português local está na ordem do dia perspetivando-se a definição de um quadro de formal relacionamento entre as duas instituições, e estão já em vias de concretização a breve prazo reuniões descentralizadas com os CTR’s e os respetivos grupos de folclore de cada região, para além de vários encontros de folclore e etnografia e, ainda, as comemorações oficiais do 40º Aniversário da Federação do Folclore Português, que coincidirão com a celebração do Dia Nacional do Folclore.

Foram, pois, cem dias de intensa atividade e de muita proximidade com os grupos de folclore e os dirigentes associativos procurando criar um movimento cada mais consciente do seu potencial e confiante na sua missão. A direção da Federação aposta empenhadamente nesta estratégia para dignificar o trabalho dos grupos de folclore dando-lhes a visibilidade e a notoriedade junto da opinião pública que tanto anseiam e bem merecem.

Toda esta ação e o dinamismo criado e desenvolvido em torno no movimento espelha o trabalho desenvolvido pelos grupos de folclore e constitui o mote para a celebração do 40º aniversário da Federação, a realizar no próximo dia 28 de maio, no Cine-Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira. O programa contará com a receção aos participantes e convidados pelas 10 horas, seguido de uma sessão solene pelas 11 horas e da inauguração de uma exposição retrospetiva dos quarenta anos de atividade da Federação do Folclore Português, a qual ficará posteriormente patente ao público na sede da Federação em caráter de permanência. Nesta exposição incluem-se registos fotográficos de muitos folcloristas portugueses, entre os quais António Lopes Pires e José Joaquim Marques.

Porque se pretende que este seja um dia amplamente partilhado e onde todos possam reunirse em torno desta grande obra que foi/é/será a Federação do Folclore Português, convidam-se todos os grupos associados para se fazerem representar nestas comemorações com o seu estandarte e com os componentes trajados, de modo a afirmar à sociedade, ao poder político e à comunicação social a nossa força e o nosso dinamismo.

Nesta oportunidade, tão grata, a direção da Federação do Folclore Português formula a todos os grupos e aos seus membros o desejo de que este seja um ano de grande entusiasmo e de dignificação dos nossos projetos em torno da(s) nossa(s) identidade(s) e da nossa cultura tradicional e popular.

Daniel Café

Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção

FOLCLORE DA PENÍNSULA IBÉRICA SERÁ APRESENTADO EM ANDORRA

O Principado de Andorra irá acolher no dia 30 de Abril a 6ª edição do Festival de Folclore Ibérico, uma organização do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ integrado no 21º aniversário da coletividade fundada no dia 1 de maio de 1996 por um grupo de residentes portugueses no Principado.

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Pelo palco do Complexo Sociocultural de Encamp irão desfilar os grupos representativos de Espanha, Portugal e o Principado de Andorra integrados por cerca de 170 folcloristas que previamente irão desfilar pelas ruas da cidade de Encamp mostrando os seus trajes e as suas danças tradicionais.

A mostra de danças tradicionais espanholas estará a cargo da Agrupació Aires d’Andratx, entidade que recebeu no passado mês de Setembro em Maiorca (Espanha) o Grupo organizador. O folclore andorrano estará a cargo do Esbart Santa Anna de Escaldes-Engordany, um grupo habitual nos festivais do grupo anfitrião e que no próximo mês de Agosto estará de gira pelo norte de Portugal. A representação lusitana estará a cargo do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ e pelo Etnográfico de Vila Praia de Âncora, coletividade que apadrinhou no ano 2001 o grupo anfitrião e que tem sabido manter uma estreita amizade entre as duas instituições.

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Após o festival de folclore a organização tem previsto a realização de um concerto com o grupo andorrano Euphória e um convívio entre os grupos participantes.

A iniciativa cultural organizada na sua totalidade por um grupo de residentes portugueses em Andorra conta com o apoio do município de Encamp e o principal patrocínio a cargo da empresa Nova Constructora assim como de diferentes empresas andorranas. A entrada é gratuita.

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LISBOA VIRA ARRAIAL MINHOTO

As gentes minhotas que vivem na região de Lisboa fizeram no passado dia 9 de abril um autêntico arraial à moda do Minho. Na Freguesia de Benfica, o Ringue António Livramento foi pequeno para o numeroso público que foi assistir à actuação de três grupos folclóricos minhotos – o Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage, o Grupo de Danças e Cantares Besclore e o anfitrião, Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho.

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Nas bancadas, a assistência vibrou com a exibição das diferentes modas executadas pelos ranchos folclóricos e não regateou os aplausos. E, apesar da presença de muitos lisboetas e pessoas oriundas de outras regiões, a festa foi bem minhota e uma autêntica jornada de confraternização das nossas gentes ali radicadas.

Fotos: Manuel Santos

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FOLCLORE DA PENÍNSULA IBÉRICA SERÁ APRESENTADO EM ANDORRA

O Principado de Andorra irá acolher no dia 30 de Abril a 6ª edição do Festival de Folclore Ibérico, uma organização do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ integrado no 21º aniversário da coletividade.

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Pelo palco do Complexo Sociocultural de Encamp irão desfilar os grupos representativos de Espanha, Portugal e o Principado de Andorra integrados por cerca de 150 folcloristas que previamente irão desfilar pelas ruas da cidade de Encamp.

A mostra de danças tradicionais espanholas estará a cargo da Agrupació Aires d’Andratx, entidade que recebeu no passado mês de Setembro em Maiorca o Grupo organizador. O folclore andorrano estará a cargo do Esbart Santa Anna de Escaldes-Engordany, um grupo habitual nos festivais do grupo anfitrião.

A representação lusitana estará a cargo do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ e pelo Etnográfico de Vila Praia de Âncora, colectividade que apadrinhou no ano 2001 o grupo organizador. Após o festival de folclore a organização tem previsto a realização de uma festa com o grupo andorrano Euphória e um convívio entre os grupos participantes.

A iniciativa cultural conta com o apoio do município de Encamp e o principal patrocínio a cargo da empresa Nova Constructora assim como de diferentes empresas andorranas. A entrada é gratuita.

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RUSGA DE JOANE VENDE TREMOÇOS E ROSQUINHAS

Tradição Joanense da Quinta-feira Santa: Venda de rosquinhas e tremoços

Valorizando características da identidade cultural da Vila de Joane (V.N.Famalicão) Grupo Etnográfico Rusga de Joane, leverá a efeito a tradicional venda de Rosquinhas e Tremoços, na Quinta Feira Santa, 13-ABR. Este que é um costume particularmente joanense, vivenciado somente neste dia (Quinta Feira Santa).

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Este mercado tradicional acontecerá entre as 8h e as 18h, no Largo 3 de Julho (antigo Campo da Feira), na Vila de Joane. 

5ª FEIRA SANTA - VENDA DE ROSQUINHAS E TREMOÇOS:

Breve nota: Tratando-se de uma tradição exclusiva da Vila de Joane, que remonta às primeiras décadas do século XX, na 5ª Feira Santa as mini rosquinhas (conforme fotografia do cartaz) e os tremoços eram presença obrigatória nas casas dos Joanenses. Ao longo destes anos, várias foram as pessoas que montavam as suas bancas neste dia, no Largo 3 de Julho (antigo Campo da Feira), ultimamente esse hábito ficou limitado a algumas padarias da Vila que mantiveram esse costume, diluindo-se a característica comunitária e de mercado tradicional. Dessa forma e pelo 2º ano consecutivo, a Rusga de Joane, decide apostar e reforçar na dinamização desta tradição tão joanense, colocando uma banca de venda de Rosquinhas e Tremoços na 5ª feira Santa (13-ABR), numa tentativa de preserver a tradição, levá-la às gerações mais novas e reafirmá-la junto das gerações mais velhas, que tão bem conhecem este costume exclusivo da Vila de Joane.

JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ESTÁ SEMPRE NA VANGUARDA

A Rádio do Folclore Português, a única em Portugal exclusivamente dedicada ao folclore e etnografia do povo português, registada na Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), vai oferecer a todos os ouvintes mais uma ferramenta para que a sua audição se torne mais acessível.

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A partir do próximo dia 12 de Abril, os ouvintes já podem sintonizar a sua programação através do Google Play, baixar a aplicação RFP App, instalar no seu Android e ter a RFP sempre na sua companhia, em qualquer parte do mundo onde se encontrem.

O BLOGUE DO MINHO convida os seus leitores a acompanharem a programação da Rádio do Folclore Português porque é um espectáculo!

ETNOGRÁFICO DE VILA PRAIA DE ÂNCORA VAI TER A SEDE QUE HÁ MUITO MERECIA

Surpresa da Câmara Municipal na gala de encerramento das comemorações dos 40 anos

O Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora encerrou as comemorações do seu 40º aniversário com uma gala extraordinária de cultura, orgulho e saudade, que teve lugar no Cineteatro dos Bombeiros. A “prenda” veio pela voz de Miguel Alves: o Etnográfico terá, em Vilarinho, a sede que há muito tempo merecia. Parabéns.

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A Casa do Etnográfico de Vila Praia de Âncora terá uma superfície coberta (210 m2), uma eira (220 m2) e uma zona verde envolvente (300 m2). A primeira imagem do que virá a ser o complexo foi exibida na gala de sábado, uma surpresa em jeito de merecido “presente” de aniversário, anunciada pelo presidente da Câmara, Miguel Alves, numa grande noite, durante a festa que encerrou, este sábado, as comemorações dos 40 anos.

Desde a sua fundação que o Etnográfico de Vila Praia de Âncora deseja ter um espaço próprio. Quatro décadas de intenso trabalho e de prestígio eram já tempo mais do que suficiente para que a instituição tivesse a sua sede, onde possa desenvolver os múltiplos projetos que acalenta.

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O grupo está há cerca de um quarto de século sediado no Centro Cultural de Vila Praia de Âncora, onde tem condições razoáveis, mas ainda assim insuficientes e o desejo de mais espaço é o maior anseio. Com “casa própria”, o Etnográfico de Vila Praia de Âncora terá finalmente condições para receber outros grupos e expor o seu espólio.

O Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora foi fundado em 22 de março de 1976. Dedica-se essencialmente às músicas e danças tradicionais: os Viras, as Gotas, a Tirana, a Rosinha e Rusga, ajudando a perpetuar usos e costumes, como o Cantar de Reis e Janeiras, Páscoa e Pascoela, Cantos Populares, Romarias.

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No colorido e na variedade dos seus trajes de trabalho ou de cotio, Domingueiros ou de Festa (traje à Lavradeira, Noivos e Mordomas e Traje de Morgada) e nas voltas do Vira, da Gota, da Tirana e da Rosinha; o Etnográfico de Vila Praia de Âncora apresenta o Alto Minho Litoral, com nítida influência do folclore da Serra d'Arga.

Nas quatro décadas de existência apresentou as suas danças e cantares de Norte a Sul do País e Arquipélago da Madeira, intercaladas com deslocações a Espanha, França, Holanda, Bélgica, Suíça, Alemanha, Hungria, Áustria, Jugoslávia, Itália e Andorra.

Desde 1989, é reconhecido como Instituição de Utilidade Pública e detém, entre vários prémios e condecorações internacionais e nacionais, a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Caminha.

Do seu reportório fazem parte os Viras, Gotas, Chula, Rosinha, Rusga, Tirana, bem como músicas e canções do cancioneiro alto minhoto e locais.

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RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção

ATILHOS NAS CHINELAS ADULTERAM O TRAJE TRADICIONAL

Existem grupos folclóricos que se apresentam publicamente com atilhos a segurar as chinelas para que as moças não as percam nas voltas da dança. Trata-se de algo que julgávamos ter há muito desaparecido na apresentação do folclore. Não obstante, e para nossa desagradável surpresa, essa “habilidade” tem vindo a ser exibida por vários grupos folclóricos, incluindo alguns – pasme-se! – da nossa região.

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As imagens que publicamos respeitam a actuações recentes na região de Lisboa de dois grupos folclóricos minhotos, oriundos de Cabeceiras de Basto.

A inclusão de atilhos nas chinelas, normalmente constituídos por elásticos, atados aos pés e aos tornozelos, constitui uma adulteração do traje tradicional e resulta numa desclassificação do grupo folclórico que assim se apresenta e, sobretudo, uma representação menos digna da terra que dizem representar. Trata-se de um erro que urge corrigir!

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BRASÕES MUNICIPAIS FORAM CRIADOS NA DÉCADA DE TRINTA DO SÉCULO PASSADO E NÃO DEVEM SER INCLUÍDOS NO TRAJE TRADICIONAL

A inclusão dos brasões dos concelhos nos trajes tradicionais constitui uma adulteração da autênticidade dos mesmos uma vez que a sua criação remonta à década de trinta do século XX ou seja, a um época posterior àquelas que os próprios trajes representam. Não obstante, muitos grupos folclóricos têm vindo a apresentá-los nos aventais dos trajes de lavradeira e até nos de mordomia.

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Não é a primeira vez que aqui nos referimos a esta adulteração e, lamentavelmente, continuamos a assistir a esta má representação em grupos folclóricos que pretendem representar uma região com grandes pergaminhos a nível da cultura tradicional, como sucede neste caso com o Grupo de Danças e Cantares de Ponte de Lima.

Fazemos votos para que entendam a crítica como construtiva!

Fotos: José Costa Lima

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FOLKLOURES TEM A MARCA DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

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Através deste gradioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Verde Minho - Loures 186

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção

MINHOTOS ENCERRAM EM APOTEOSE BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Grupo Folclórico Verde Minho e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez cantaram e dançaram no últmo dia da edição deste ano da Bolsa de Turismo de Lisboa, conferindo ao certame um colorido e uma alegria que são bem características das gentes e do folclore minhoto.

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Aos primeiros acordes das concertinas, eis que numeroso público se aproximou dos grupos folclóricos para os ver actuar. E, ao ritmo do vira e da chula, da rosinha e da cana-verde, aquela grandiosa feira de turismo terminou em ambiente de festa. E, para o ano, haverá mais!

Fotos: Manuel Santos

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FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

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PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

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MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

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HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção

 

RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DE PONTE DE LIMA ACTUA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Ponte de Lima apresenta-se na Bolsa de Turismo de Lisboa no dia 18 de março

Ponte de Lima irá marcar presença, mais uma vez, na Bolsa de Turismo de Lisboa que se realiza entre 15 e 19 de março, sendo que participação do nosso concelho destacar-se-á no dia 18.

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O concelho limiano tem conquistado cada vez mais turistas nos últimos tempos, que muito se deve ao grande empenho do Município na sua divulgação, pois esta terra tem muito para oferecer a quem a visita. Desde a gastronomia, aos vinhos, passando pelo património cultural e natural, costumes e tradições, tudo são motivos para Ponte de Lima visitar.

No stand da entidade Regional do Turismo Porto e Norte (TPNP), Ponte de Lima far-se-á representar pela sua imagem e produtos regionais, como enchidos, fumados e vinhos verdes, sendo elementos essenciais do nosso património eno-gastronómico para atrair turistas durante o ano inteiro. Durante esta mostra haverá uma prova de vinhos da casta Loureiro, para os verdadeiros apreciadores de um bom vinho verde.

Para representar a riqueza da etnografia e da cultura do concelho de Ponte de Lima na capital, irá desfilar e atuar na feira, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima, quer no palco principal às 16h, quer junto ao stand do Minho IN e TPNP.

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção