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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHEIROS TÉCNICOS

Com organização da Federação do Folclore Português, realiza-se nos dias 1 e 2 de dezembro, no Cine Teatro João Verde, reunindo mais de uma centena de participantes. Previsto espetáculo "Tradições do Alto Minho" que decorrerá no dia 1 de dezembro, sexta-feira, pelas 17h00.

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A Federação do Folclore Português, instituição formada em 1977 que pugna pela salvaguarda do património folclórico português, irá reunir a sua equipa de conselheiros técnicos em Monção, nos dias 1 e 2 de dezembro, sexta-feira e sábado, no Cine Teatro João Verde.

Este encontro tem como principal objetivo cimentar conhecimentos, trocar experiências e formar pedagogicamente aqueles que diariamente estão no terreno a aconselhar os grupos etnográficos de Portugal continental, Insular e das comunidades portuguesas.

Reunindo mais de uma centena de participantes, os temas a abordar neste encontro vão incidir sobre as questões da representatividade, do ciclo avaliativo a desenvolver ao longo do atual mandato e da análise do inquérito de satisfação aplicado aos associados.

Deste seminário, espera-se que saiam diretrizes precisas e renovadas sobre o futuro do movimento, relevando a vertente do estudo e da salvaguarda do património, de modo a que a sua aplicação no dia-a-dia dos grupos seja mais aprofundada e refletida.

Aproveitando o Encontro Nacional de Conselheiros Técnicos, os grupos do Alto Minho reúnem-se num trabalho de representação sobre as "Tradições do Alto Minho", criando um espetáculo que envolverá temáticas como as brincadeiras de criança, a apanha do sargaço, as feiras, as malhadas, os serões, as espadeladas e até um enterro.

O espetáculo realiza-se no dia 1 de dezembro, sexta-feira, pelas 17h00, no Cine Teatro João Verde, prometendo ser um final de tarde rico em tradição. A entrada tem o valor de 3,50 €, podendo ser adquirida na Loja Interativa de Turismo ou, uma hora antes, no local do espetáculo.

Participam os seguintes agrupamentos: Grupo Folclórico das Lavradeiras de São Pedro de Merufe; Grupo Folclórico Estrelas dos Vales; Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo; Grupo Folclórico de Castelo do Neiva; Rancho Folclórico da Correlhã; Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela; e Grupo de Danças e Cantares de Carreço.

A Federação do Folclore Português agradece o empenho e colaboração de todas as instituições que apoiam a realização do espetáculo e do encontro.

FOLCLORISTAS DEBATEM EM OEIRAS "O TRAJO DE ANTANHO"

A troca de experiências e conhecimentos é atualmente fundamental para prosseguir o trabalho de melhoria progressiva dos grupos folclóricos.

Com este objetivo decorrerá, no próximo dia 25 de Novembro, o Colóquio “Memórias do Povo”, subordinado ao tema "Trajes de Antanho", organizado pelo Grupo Cultural de Vila Fria, na sua sede sita na Rua Carlos Paião, nº 23, em Vila Fria (Oeiras), no qual gostaríamos de contar com a vossa presença.

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Para tal, propomos o preenchimento da ficha de inscrição em: https://goo.gl/forms/BONxSpgfxRHwWFhd2

PROGRAMA

15:00h – Sessão de Abertura

15:30h – Iº Painel

Mediador: Joaquim Pinto (Presidente da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa)

Xaile - Memória dos afetos - Carlos Alves Cardoso

(Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria)

O Campino no Concelho da Golegã - Carlos Santana

(Rancho Folclórico da Golegã)

Do trajar e do vestir do Alto Minho Interior - José Artur Brito

(Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega)

16:30h – Intervalo

16:45h – 2º Painel

Gentes do Mar - Ricardo Gomes

(Rancho Folclórico de Geraldes)

O Traje, a Recolha, os Erros - Virgílio Reis

(Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage)

17:30h – Debate

18:00h – Sessão de Encerramento

MINHO LEVA CASTANHAS E FOLCLORE ÀS PORTAS DE LISBOA

Minhotos em Oeiras festejam o São Martinho a dançar. A tarde soalheira era convidativa e o programa não podia ser melhor.

“Castanhas e Minho” é uma festa minhota que o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega realiza anualmente às portas de Lisboa, mais precisamente no Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora, na localidade de Queijas, concelho de Oeiras.

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Parafraseando o poeta, “as castanhas estalavam cinzentas, na brasa” e, no palco, perante uma assistência animada que enchia por completo o salão de festas, os grupos folclóricos minhotos mostravam como se canta e dança na nossa região, quer no Alto como no Baixo Minho.

A abrir o espectáculo, actuou o anfitrião Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega, a que se seguiu o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira, de Braga; e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde, de Ponte da Barca, que encerrou ao ritmo que é peculiar das gentes do interior serrano do Alto Minho.

Para o ano que vem regressará mais uma edição do “Castanhas e Vinho” – São Martinho compromete-se com a meteorologia e o Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega em proporcionar aos minhotos mais uma agradável jornada de convívio bem ao gosto das nossas gentes!

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ESPOSENDENSES DEBATEM ETNOGRAFIA E FOLCLORE

4.º Seminário da RNCMR debateu “A Etnografia e o Folclore do Mar de Esposende”

“A Cultura dos mares e dos rios está muito bem representada em Esposende”- afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Esposende e da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios (RNCMR), no 4.º Seminário desta Rede, que decorreu ontem, 17 de novembro, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, subordinado à temática “A Etnografia e o Folclore do Mar de Esposende”.

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O evento, que integrou as comemorações do Dia Nacional do Mar, celebrado a 16 de novembro, promoveu a reflexão e o debate em torno do folclore e da etnografia do mar, não só no que diz respeito a Esposende, como também aos vizinhos concelhos de Viana do Castelo e da Póvoa de Varzim.

Na sessão de abertura, antecedida da projeção do filme “Esposende e o seu Folclore”, o Presidente Benjamim Pereira deu nota do envolvimento e do empenho do Município, que preside pelo segundo mandato consecutivo à RNCMR, na defesa, promoção e valorização do ambiente e do mar. Lembrou, a propósito, a criação da plataforma OMARE “Observatório Marinho de Esposende - Portal de Informação da Biodiversidade Marinha do Litoral Norte de Portugal”, publicamente apresentada no Dia Nacional do Mar, um projeto que resulta da parceria entre a Câmara Municipal de Esposende, a Universidade do Minho e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas.

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Benjamim Pereira realçou que Esposende, enquanto município presidente da RNCM, abraçou um projeto de registo de tecnologias e de tradições associadas à cultura ribeirinha, fluvial e atlântica, que visa estudar para preservar e divulgar.

Aludindo ao 4.º Seminário da RNCMR, assinalou que o folclore mantém vivas muitas das tradições locais, que sobrevivem a par das danças e cantares nas atividades dos Ranchos ou Grupos Etnográficos, notando que  “Esposende apresenta ainda um património cultural  relacionado com o mar e com os rios Cávado e Neiva muito ativo”. Exemplificou com a Romaria de São Bartolomeu do Mar com o Banho Santo, candidata à Lista Nacional de Património Cultural Imaterial em 2016, com o artesanato do junco marítimo com um tipo de tecelagem e de cestaria de características pré-industriais que ainda se pratica em Forjães, ou a “apanha do sargaço” que ainda se faz para uso exclusivo na agricultura tradicional do concelho, usado depois de seco ao sol como fertilizante, e popularizada principalmente nas mareadas do sargaço, em Apúlia. Deu, ainda, nota do estudo da atividade agro-marítima sargaceira, candidatada a Património Cultural Imaterial em 2005 e atualmente na base do futuro núcleo museológico das paisagens do sargaço do litoral de Esposende.

Concluiu, agradecendo ao Almirante José Bastos Saldanha, um dos fundadores da RNCMR e seu Vice-presidente, representando a Sociedade de Geografia de Lisboa, o empenho e esforço deste organismo em promover a construção de ferramentas de preservação do património cultural dos mares e dos rios e da sua difusão.

José Bastos Saldanha saudou a continuidade de Benjamim Pereira na presidência da Câmara Municipal, notando que a Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios é “um projeto de continuidade e em construção”, e elogiou a ação que tem sido desenvolvida pelo Município de Esposende na presidência deste organismo. Referiu que o objetivo é dar continuidade a esse trabalho, procurando envolver mais municípios. Ciente dos grandes desafios que se apresentam à RNCMR, José Bastos Saldanha referiu que é primordial “demonstrar o estado ambiental dos nossos mares”, que considerou  “a base para fundamentar a intervenção de ordem económica”.

O Comissário Científico, Álvaro Campelo, realçou a importância do conhecimento do passado e das tradições e defendeu a necessidade de “construir uma economia azul”, afirmando que Esposende tem procurado construir “uma identidade azul”.

O tema “Mares do Sargaço - mares vizinhos” deu o mote ao primeiro painel, moderado pela Vereadora da Educação e Cultura do Município de Esposende, Angélica Cruz, no qual foram apresentadas algumas boas práticas dos concelhos de Viana do Castelo e da Póvoa de Varzim. Hermenegildo Viana, do Museu do Traje de Viana do Castelo, falou sobre os “trajes do Litoral Vianense”, Paulo Torres, Presidente da Junta de Freguesia de Castelo do Neiva – Museu do Sargaço do Castelo do Neiva, debruçou-se sobre “O Argaço de Castelo do Neiva” e Deolinda Carneiro, em representação do Museu de Etnografia e História da Póvoa de Varzim, apresentou “O traje popular do litoral português e o vestuário do Grupo Folclórico Poveiro”.

Num segundo painel, dedicado às “Paisagens do Sargaço - mar de Esposende”, moderado pelo Vice-presidente da RNCMR, José Bastos Saldanha, Artur Viana, do Parque Natural Litoral Norte, falou sobre “30 anos de Área Protegida”; Manuel Dourado, do Grupo de Marinheiros de Fonte Boa, deu a conhecer “Atividades Agro-marítimas de Fonte Boa”; Elsa Teixeira, do Museu Marítimo de Esposende – Associação Forum Esposendense” centrou a sua intervenção sobre a temática “Conservar o quê, para quê e para quem?”, e Filipe Queiroga e Hélder Cardoso, do Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia, falaram sobre “Apúlia e Sargaço – Uma relação entre a terra e o mar”.

No encerramento dos trabalhos, a Vereadora da Cultura do Município de Esposende, Angélica Cruz, assinalou que já antes de presidir à RNCMR, Esposende desenvolvia muitos e bons projetos no âmbito da cultura piscatória e marinheira, mas também agro-marítima, nomeadamente relacionada com o sargaço, envolvendo-se agora, também, noutros que passam pelas Redes locais, como a Rede de Museus de Esposende, que promove o trabalho conjugado entre todas as entidades museais do concelho, e a rede informal de agrupamentos folclóricos que conta já com oito instituições, que inventariam e preservam os valiosos e frágeis testemunhos da vida quotidiana de outrora.

Angélica Cruz expressou a sua satisfação pela partilha cultural proporcionada neste 4.º Seminário da RNCMR. “Estamos perante um novo caminho de investigação, de salvaguarda e de identidade cultural”, afirmou, agradecendo a todos os oradores o seu contributo para a divulgação e conhecimento sobre o folclore e a etnografia do mar, bem como “a participação de quem, no terreno, preserva, mantém, divulga e garante a existência destes valiosos patrimónios culturais ativos, os ranchos ou grupos folclóricos”. Deixou, ainda, agradecimentos ao Comissário Científico Álvaro Campelo e ao Vice-Presidente da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, José Bastos Saldanha.

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FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".

Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。