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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESPOSENDENSES OUVEM FADOS DE COIMBRA

Município de Esposende promove Espetáculo de Fados de Coimbra. Auditório Municipal - 20 de janeiro

O Auditório Municipal de Esposende vai acolher, no próximo sábado, dia 20 de janeiro, pelas 22h00, um espetáculo de Fados de Coimbra, promovido pelo Município de Esposende, com entrada livre.

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O espetáculo estará a cargo do grupo “Canções de Coimbra”, num projeto designado por “Sons de Outono”, composto por Almeida Ulisses, Miguel Assis e Pedro Pinto nas guitarras, Carlos Teixeira e Paulo Alão nas violas, e, nas vozes, Nuno Oliveira (Montalto) e Carlos Alberto.

Num encontro de gerações, este concerto preconiza uma viagem pelo fado de Coimbra, em que a canção popular representa a sua origem, passando e recordando gerações e momentos que marcaram a música académica nas diferentes décadas, até uma contemporânea forma de interpretar o fado de Coimbra.

Neste concerto, serão relembrados nomes como Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Luís Goes, entre outros, bem como, nas guitarras, as várias gerações da família “Paredes”, através de referências vivas que os acompanharam e com eles privaram, mantendo, de alguma forma, viva a sua presença.

Serão, assim, interpretados os temas de cariz mais popular como “Maria se fores ao baile”, “Amélia”, “Saudades ai ó saudades”, “Menino d´oiro”, “Passarinho da ribeira” ou “Samaritana”. Relembrando a geração de Zeca Afonso, ouvir-se-ão temas como “Canção de embalar” ou “Balada do Outono”, e, numa incursão pelos temas de Luis Goes, a “Canção pagã” ou a “Balada do rei vadio”. Numa vertente contemporânea, ao piano, serão, ainda, interpretados poemas de Manuel Alegre que eternizaram a canção de Coimbra como “E alegre se fez triste” ou “Trova do vento”. Por fim, temas que referem o fado do Porto, a canção minhota num vira de Coimbra ou a Balada de Coimbra encerram o concerto exaltando a participação do público.

GENTES D’ENTRE-O-DOURO-E-MINHO FORAM AOS FADOS A ALFRAGIDE

Silêncio que se vai cantar o fado! – lembrou há instantes Rafael Passos, num momento em que prosseguia mais uma Noite de Fados na Associação de Moradores Alto do Moinho, em Alfragide.

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A sessão de fados – a 3ª Noite de Fados organizada por esta associação – conta com a participação dos fadistas Adília Azevedo, Isilda Andrade, Leonardo Pereira, Nelson Lemos e Rubem Morais, acompanhados à viola por Júlio Dias e à guitarra por Paulo Caixinho.

Rafael Passos é o Director do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, um rancho sediado no concelho da Amadora que preserva as tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho, mais concretamente da província que durante o Estado Novo passou a designar-se por Douro Litoral.

Mas, nem só de folclore vive as nossas gentes radicadas na região de Lisboa… também o fado as irmana, num sentimento melancólico e fatalista que assimilaram nos bairros mais castiços da velha urbe onde a vida desgraçada da gente pobre inspirava a literatura de cordel, as cegadas e as cantigas decadentes que os fadistas compunham e acompanhavam à guitarra, sob a luz ténue de um velho candeiro na penumbra de um beco de Alfama ou da Mouraria.

É certo que o fado – não confundir com a balada de Coimbra! – ao longo do tempo perdeu bastante da sua autênticidade. Retirou-se das ruelas mal frequentadas para passar a ser cantado nas casas típicas a contento do turismo e, despindo-se da descrição das desgraças e sina miserável da gente humilde para se tornar recomendável às famílias de bons costumes burgueses. Mas sobrevive e saiu fora de portas, nomeadamente até aos lados de Alfragide, onde os moradores repartem a sua alma entre a melancolia do fado e a alegria do nosso folclore!

Fotos: Manuel Santos

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PÓVOA DE LANHOSO FOI AOS FADOS

Theatro Club encheu-se para ouvir e cantar Fado

A sala principal do Theatro Club encheu-se para assistir a uma noite de fados intitulada “Fado – Património da Humanidade”, a 18 de novembro. O evento contou com a atuação de excelente qualidade e cheia de boa disposição do Grupo de Fados da Universidade do Minho. A plateia aplaudiu de pé para além de cantar junto com o grupo o “Fado de Despedida”, numa promessa de voltarem em breve à Póvoa de Lanhoso.

Fado Patrimonio no TC 1

Em 2011, o Fado foi declarado Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO e o Theatro Club não poderia encerrar o ano sem prestar esta homenagem a este legado.

Este evento integrou a programação regular do Theatro Club para o ano 2017. A próxima proposta está agendada para os dias 1 e 2 de dezembro de 2017, no já conhecido evento Theatro Concerto, este ano, com a temática Flower Power. Os bilhetes já podem ser reservados pelo e-mail theatro.club@mun-planhoso.pt.

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VIANA DO CASTELO OUVE ALMA DE COIMBRA

Informamos que os bilhetes para o espetáculo ALMA DE COIMBRA, a realizar no Teatro Municipal Sá de Miranda, no próximo dia 19 de novembro  às 17h00 –  Já se encontram  à venda.

LOCAL DE VENDA:

  • Teatro Municipal Sá de Miranda:

                Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 19h00

                Dias de espetáculo: das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00

                Sábado e domingos em dias de espetáculos:  2 horas antes.

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/6 anos

CUSTO DO BILHETE: 5€

NOTA : Aceitam-se reservas de bilhetes, unicamente, para o  email: tmsm@cm-viana-castelo.pt.

                       Prazo de levantamento de 24 horas, caso contrário a reserva ficará sem efeito.

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BARCELENSES VÃO AOS FADOS

Projeto Artístico 2017 encerra com Noite de Fados

O Projeto Artístico 2017 continua este mês com o Encontro de Coros no Teatro Gil Vicente, nos dias 24 e 25, e com a Noite de Fados, no dia 2 de dezembro. Organizado pela Câmara Municipal de Barcelos, através da Casa da Juventude, decorre entre junho e dezembro, contemplando várias áreas de ação e de interesse.

O P.A. é uma iniciativa dedicada à educação através das expressões artísticas e que tem como principal objetivo criar condições de produção, revelação e valorização das competências dos jovens do concelho.

Ao longo dos últimos anos, os jovens barcelenses têm aderido grandemente ao Projeto da responsabilidade do Pelouro da Juventude, reflexo do seu interesse proeminente nas áreas relacionadas com as múltiplas dimensões artísticas, nomeadamente na música e na dança.

JANTAR COM FADO SÓ NO FIM DA ROTA DAS COLHEITAS

Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa adiado para Novembro

O Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa, organizado pelo Restaurante Vila Luena, inicialmente agendado para o próximo sábado, 21 de outubro, foi adiado para o mês de novembro. A nova data será divulgada em breve pela organização.

A iniciativa insere-se Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. Uma programação turístico-cultural diversificada e abrangente, que, do primeiro fim de semana de agosto ao último de novembro, se desdobra em 35 iniciativas de promoção e divulgação da tradição minhota e do genuíno pulsar do mundo rural.

VILAVERDENSES VÃO AOS FADOS

Restaurante Vila Luena promove Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa

Silêncio em Vila Verde, que se vai cantar o Fado! O Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa, organizado pelo Restaurante Vila Luena, realiza-se já no próximo sábado, 21 de outubro.

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Os fados serão acompanhados por uma ementa inspirada na cozinha lusitana, em mais um serão de cultura e requinte, em que os sabores da gastronomia tradicional portuguesa vão fazer as delícias dos participantes. A iniciativa está inserida Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. Uma programação turístico-cultural diversificada e abrangente, que, do primeiro fim-de-semana de agosto ao último de novembro, se desdobra em 35 iniciativas de promoção e divulgação da tradição minhota e do genuíno pulsar do mundo rural.

FAMALICÃO ATRIBUI PRÉMIO DE ENSAIO EDUARDO PRADO COELHO

Isabel Cristina Rodrigues recebe Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho

A escritora Isabel Cristina Rodrigues recebe na próxima sexta-feira, dia 20 de outubro, o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho.

Isabel Cristina Rodrigues

“A Palavra Submersa. Silêncio e Produção de Sentido em Vergílio Ferreira” é a obra que valeu à autora o galardão atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Associação Portuguesa de Escritores (APE).

A cerimónia de entrega do prémio decorrerá a partir das 11h00, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco. 

O Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Pardo Coelho” destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição.

O valor monetário deste Grande Prémio é de 7.500 euros, para o autor, e desde 2010 já distinguiu Victor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil, Manuel Frias Martins e José Carlos Seabra Pereira.

Isabel Cristina Rodrigues nasceu em Coimbra em 1967 e licenciou-se em 1989 na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Franceses). É Professora do Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro desde 1991, tendo apresentado uma dissertação de doutoramento sobre a obra de Vergílio Ferreira – “A Palavra Submersa. Silêncio e Produção de Sentido em Vergílio Ferreira”. Tem ainda dois outros volumes dedicados ao escritor, “A Poética do Romance em Vergílio Ferreira” (Lisboa, Colibri, 2000) e “A vocação do lume”. Ensaios sobre Vergílio Ferreira (Coimbra, Angelus Novus, 2009), exercendo maioritariamente a sua docência e investigação nos domínios da Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea e da Teoria da Literatura, em cujo âmbito tem publicado ensaios em revistas nacionais e estrangeiras.

Famalicão assinala Dia Municipal para a Igualdade

O Município de Vila Nova de Famalicão celebra, no próximo dia 24 de outubro, terça-feira, o Dia Municipal para a Igualdade.

A data será assinalada com uma conversa informal sobre a temática que decorrerá no Café-Concerto da Casa das Artes, com os testemunhos do padre jesuíta Paulo Duarte e da autora do livro “Retalhos de uma Jornada”, Sandra Estevão Rodrigues.

A conversa terá a moderação do Conselheiro Local para a Igualdade, Quintino Pinto, e encerrará com uma intervenção de Maria Manuela Martins, Conselheira Local para a Igualdade.

Refira-se ainda que a iniciativa é de entrada livre e é organizada em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, de Braga.

Patrícia Costa é uma das fadistas convidadas

4.º Festival de Fado realiza a 3 e 4 de novembro, na Casa das Artes

Nos próximos dias 3 e 4 de novembro, a Casa das Artes vai ser palco da quarta edição do Festival de Fado de Vila Nova de Famalicão. 

A primeira noite do evento é dedicada aos novos talentos com a realização do Concurso de Fado Amador, no Café-Concerto, a partir das 21h30, momento que contará com a participação especial do fadista Joaquim Macedo.

A segunda noite decorrerá no grande auditório, a partir das 21h30, com a realização da Grande Noite do Fado. Pedro Marão, Maria do Sameiro, Miguel Xavier, Rui Vaz e Patrícia Costa são os artistas convidados.

A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal e é de entrada livre.

ARCOS DE VALDEVEZ VAI AOS FADOS

Fados em Valdevez: Cláudia Leal e Marco Rodrigues esgotaram auditório da Casa das Artes. O passado fim de semana foi dedicado ao Fado em Arcos de Valdevez.

No dia 6 de outubro subiu ao palco da Casa das Artes Cláudia Leal para apresentar o seu mais recente trabalho Quarto Crescente. Cláudia Leal, dona de uma voz e de uma presença que encanta, marca a diferença no panorama do fado por ser a única mulher que toca e canta. O seu novo trabalho, "Quarto Crescente", teve um plano original e possui uma particularidade inovadora; cada tema tem uma produção própria, ou do compositor ou do músico executante.

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Para além de contar com a participação de grandes músicos como Pedro Jóia, Rão Kyao, José Manuel Neto, Carlos Manuel Proença, Rogério Ferreira, Rodolfo Godinho, Pedro Henriques, Daniel Pinto e Vicky Marques, passa igualmente pelos grandes Poetas como António Botto, Mário Rainho, Guilherme Pereira da Rosa ou António Calém. A qualidade deste trabalho deve-se também a excelentes compositores tais como Francisco Carvalhinho, Pedro Joia, Maria Teresa de Noronha ou Ricardo Ribeiro. Este Disco é constituído fundamentalmente por fados tradicionais aos quais se juntam inéditos criados para a singularidade da voz de Cláudia Leal. Em "Quarto Crescente", Cláudia Leal apresentou-se pela primeira vez não só como autora e compositora com o tema "O Sal Vem da Saudade", mas também como executante de guitarra clássica no fado "Fado e Lisboa". No sábado, foi a vez de Marco Rodrigues apresentar “Copo Meio Cheio”. Este “filho da terra” que apadrinhou recentemente a candidatura de Sistelo a uma das 7 maravilhas de Portugal Aldeias e fortemente ligado familiarmente e por vivência a Arcos de Valdevez, veio apresentar quase em primeira mão no Auditório da Casa das Artes o seu novo trabalho, para qual se rodeou de novos compositores e letristas da música pop nacional. Trouxe instrumentos que já tinha utilizado em "Tantas Lisboas" como piano, percussão e bateria, mas deu-lhes mais espaço. Não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.

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Alguns dos compositores e autores desta nova geração com que agora gravou são bem surpreendentes uma vez que se estrearam na escrita para fado. Alguns temas não são fados, mas a alma do fado é trazida pela interpretação de Marco Rodrigues. Da lista fazem parte nomes como: Carlão, Diogo Piçarra, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins, Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro) Boss AC, ou os ÁTOA, entre outros. Marco Rodrigues fez questão de não deixar de fora do seu novo disco o fado tradicional, que ganhou nova vida com letras de Luísa Sobral, Capicua e Carlão.

No sábado, Milay Lagarto, arcuense que participou recentemente no programa Just Duet da SIC, também brilhou ao interpretar, acompanhada dos músicos de Marco, dois temas sobejamente conhecidos do público, nomeadamente “Chuva”, da fadista Marisa, e “Havemos de ir a Viana”, de Pedro Homem de Melo.

A Casa das Artes arcuense vibrou e encheu para duas noites magníficas onde o Fado foi rei.

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